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	<title>vodu &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/vodu/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "vodu"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 09:32:38 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Reino dos deuses do vodu]]></title>
<link>http://aloisiomilani.wordpress.com/?p=305</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 00:57:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>aloisiomilani</dc:creator>
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<description><![CDATA[A mitologia do vodu haitiano é muito semelhante à do candomblé. Os deuses haitianos, assim como o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A mitologia do vodu haitiano é muito semelhante à do candomblé. Os deuses haitianos, assim como os orixás do candomblé, possuem histórias de vida, sentimentos humanos e uma divindade que beira o nosso mundo cotidiano. A ética judaico-cristã, que pressupõe o pecados e a culpa diante da busca da salvação, não está presente no culto da religião.</p>
<p>O último <a href="http://aloisiomilani.wordpress.com/2008/07/22/amor-e-beleza-no-vodu-haitiano/" target="_self">post</a> me lembrou de um livro haitiano que li há algum tempo. Chama-se "Pays sans chapeau", de Dany Laferrière, escritor haitiano que deixou o país durante a ditadura de Papa Doc. Li, na verdade, a tradução do livro, que, se não me engano, sequer foi publicada. A tradução está na tese de mestrado de Heloísa Caldeira Alves Moreira, pela Universidade de São Paulo.</p>
<p>Aqui o rosto do Dany, autor do livro, retratado pelo jornal Le Monde.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://aubepine.blog.lemonde.fr/files/laferriere.jpg" alt="" width="421" height="587" /></p>
<p>Reproduzo abaixo um trecho em que o narrador está numa viagem pelo reino dos deuses do vodu. Encontra Ogum, deus da guerra, e sua esposa Erzulie, deusa do amor... e lá vai ele:</p>
<p><em>(...)</em></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Ogum, o deus do fogo.</strong></p>
<p class="MsoNormal">Um homem de grande estatura, sem camisa, trabalhando diante de uma forja. Ele atiça o fogo com um sopro. Paro, um momento, para olhá-lo. Ele se vira na minha direção, lançando-me um terrível olhar antes de voltar a seu ferro vermelho.</p>
<p class="MsoNormal">– O senhor viu minha filha?<br />
– Não sei dizer, senhor. (Seria eu a única pessoa a ter chamado um deus de senhor?). Vi muitas mocinhas perto da fonte.</p>
<p class="MsoNormal">Ele explode de rir.</p>
<p class="MsoNormal">– É Marinette. Aquela que chamamos de Marinette das pernas finas. Ela o fez acreditar que havia várias meninas na fonte, continua. É sua brincadeira preferida. Ela estava, com certeza, lavando seu vestido branco para a cerimônia de hoje à noite.<br />
– Ela é muito bonita, sua filha...<br />
– É filha da mãe que tem. Ela não tem nada meu, exceto o nariz. Fora isso, é a mãe escarrada. Tal mãe, tal filha também. Duas sacanas... E agora, meu jovem, tenho coisas a fazer. Se quer conversar, continue reto até a figueira, depois vire à direita e encontrará minha mulher. Você não pode errar. Aliás, ela vai se apresentar a você.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Os deuses classe média</strong></p>
<p class="MsoNormal">Decididamente, não é o inferno de Dante. Eu que pensava cair no meio de uma chuva de formas estranhas em um mundo bizarro, um universo tão poderoso, tão lotado de símbolos, tão complexo, que teria me ajudado, nutrindo minha prosa de detalhes suculentos que ultrapassam a compreensão humana, a ponto de enfrentar as revelações de São João ou o inferno de Dante. No lugar disso, tenho que engolir as gozações de uma deusa adolescente, e as lamentações de um pai, supostamente o terrível Ogum Ferreiro, que para mim mais parece um pobre operário afundado até o pescoço nas frustrações matrimoniais. Estaria eu aqui para ouvir um deus me contar suas dificuldades com a mulher? E principalmente, é com esse monte de besteiras pequeno-burguesas que o vodu pretende enfrentar os mistérios do catolicismo? Não quero acreditar.<strong></strong></p>
<p><strong>O caminho sem fim</strong></p>
<p class="MsoNormal">Quando um deus ou simplesmente um camponês lhe disser que não é muito longe, desconfie. A concepção que eles têm da distância difere da nossa. Não sei se andei dias ou horas, ou mesmo anos, já que estamos na escala da eternidade aqui. Em todo caso, fiquei mais de uma vez desesperado no caminho para alcançar aquela maldita figueira. E quando a vi, à medida que avançava em sua direção, ela recuava. Finalmente a alcancei. Logo em seguida, achei a trilha a minha direita da qual Ogum tinha falado. Há tantos calangos que correm para todo lado em torno de mim que poderíamos batizar esse lugar de jardim dos calangos. E ao longe, na encosta da montanha, aquela charmosa casinha de cores tão brilhantes que parecia ter saído diretamente de um quadro de pintura primitiva. Aproximo-me, no entanto, temeroso. De repente, pegam-me pelo pescoço.</p>
<p class="MsoNormal">– O que o senhor faz na minha casa?</p>
<p class="MsoNormal">Tão logo me viro, reconheço-a.</p>
<p class="MsoNormal">– Sou Erzulie Fréda Dahomey ou Erzulie Dantor, depende se quero branca ou preta. O amor ou a morte.</p>
<p class="MsoNormal">Tremo levemente.</p>
<p class="MsoNormal">– Então, continua, meu excelente marido enviou você para me dizer bom dia...</p>
<p class="MsoNormal">Ela agarra um calango e lhe dá uma abocanhada.</p>
<p class="MsoNormal">– Estou de regime, explica, só me alimento de calangos atualmente... Então, você acabou de ver Ogum e ele te enviou. Ele tem esses delicados cuidados com sua cara esposa.</p>
<p class="MsoNormal">Ela larga enfim meu pescoço e começa a dançar em volta de mim. Ela não é alta, mas cheia de energia, principalmente muito sensual. Uma esposa amante, como dizem aqui.</p>
<p class="MsoNormal">– Devo dizer-lhe que, desde que meu caro Ogum não dá mais no couro, sou obrigada a encontrar parceiros dentre os mortais, e eles não estão à altura, naturalmente. Posso trepar facilmente um mês inteiro sem parar.<br />
– Para fazer amor um mês inteiro, é preciso...<br />
– Escute, meu jovem, os humanos fazem amor, mas os deuses trepam.<br />
– Certo, mas para trepar um mês sem parar...</p>
<p class="MsoNormal">Ela tem o riso num crescente, levemente histérico.</p>
<p class="MsoNormal">– Digo um mês, assim, mas no fundo nem sei, talvez seja um ano ou mais, não sei contar na medida de vocês. Sou uma analfabeta. A única coisa que posso te dizer é que, tirando Ogum, meu marido, nenhum outro deus pode acompanhar meu ritmo.</p>
<p class="MsoNormal">Senti um novo arrepio percorrer minha espinha.</p>
<p class="MsoNormal">– Quando estou no cio, continuou, posso consumir uma quantidades astronômica de humanos... Homens ou mulheres, tanto faz. Ela me pega pelo pescoço, dessa vez com ternura, e quando alguém te pega assim pelo pescoço, deus ou mortal, é que ele quer te pedir algum favor.</p>
<p class="MsoNormal">– O que ele estava fazendo?<br />
– Quem? pergunto, um pouco desconcertado.<br />
– Meu marido...<br />
– Estava trabalhando.<br />
– Ah... (Um tempo...) Ele estava trabalhando... E onde estava a pequena atrevidinha?<br />
– Quem?<br />
– Pare de se fazer de bobo... Onde estava minha filha?<br />
– Eu a encontrei perto da fonte.<br />
– O que ela estava fazendo lá?</p>
<p>Seus olhos se tornavam cada vez mais vermelhos.</p>
<p class="MsoNormal">– Estava lavando.<br />
– Eu sei que estava lavando. Lavava o quê?<br />
– Acho que lavava um vestido branco para uma cerimônia.</p>
<p class="MsoNormal">Um longo silêncio.</p>
<p class="MsoNormal">– Era tudo o que eu queria saber. De qualquer forma, se aquele velho avarento te mandou aqui é porque ele queria que eu soubesse... Bom... Então, ele está pensando em casar com sua filha... Há! há! háháháháháhá! faz entrando em sua casinha.</p>
<p class="MsoNormal">Um riso estranho, um pouco artificial, que me gela o sangue. Eu a olho andando de um lado para o outro em sua pequena sala abarrotada de bugigangas. Na parede, sobre uma grande toalha de banho vermelha: uma foto de Martin Luther King apertando a mão de John Kennedy.</p>
<p class="MsoNormal">– Você quer tomar alguma coisa?</p>
<p class="MsoNormal">Ela não espera minha resposta e tira uma garrafa de coquetel de cerejas de um pequeno armário coberto de poeira que ela mantém fechado a chave.</p>
<p class="MsoNormal">– Não sei desde quando tenho este coquetel aqui. Temos visitas raramente. As pessoas daqui preferem ficar em casa. Só Zaka vem me ajudar às vezes....</p>
<p class="MsoNormal">Olho pela janela e vejo um velho homem capinando o jardim. É ele, Zaka, o deus dos camponeses.</p>
<p class="MsoNormal">– Sabe o que vai fazer?... Você vai voltar para ver Ogum e, falando com ele, vai dar um jeito para que ele pense que dormimos junto.<br />
– Mas isso não terá nenhum efeito, uma vez que a senhora mesma me disse que...<br />
– Sim, mas não aqui, não no leito conjugal...Trata-se talvez de um deus, mas também de um homem, você entende o que quero dizer...<br />
– Se se tratar de um homem, sei o que vai acontecer.<br />
– Bem, se ele atacar você, terá que se haver comigo...<br />
– Sim, mas enquanto isso...<br />
– Se você morrer por mim, poderá vir morar aqui comigo por toda eternidade, diz com os olhos de noite.</p>
<p class="MsoNormal">É preciso que eu pense rápido.</p>
<p class="MsoNormal">– Eu, se fosse a senhora, em vez disso, iria reconquistar Ogum, o que seria fácil pois a senhora é bem mais bonita, e principalmente bem mais experiente que sua filha.</p>
<p class="MsoNormal">– Sim, mas ela é mais jovem.<br />
– Me disseram que o tempo não existia aqui.<br />
– Não para essas coisas, diz com um jeito maroto.<br />
– Oh! então é relativo?<br />
– Tudo é relativo, meu bem, fala avançando em minha direção.</p>
<p class="MsoNormal">Eis que ela começa a rebolar. Que situação mais estranha estar sentado aqui, neste salão kitsch, olhando Erzulie Fréda Dahomey, a mais terrível deusa da cosmogonia vodu, tentando me seduzir para que eu vá ferir, com a arma do ciúme, o coração de seu marido, Ogum Badagris ou Ogum Ferreiro, o intratável deus do fogo e da guerra.</p>
<p class="MsoNormal">– A senhora talvez seja menos jovem, mas tem as pernas mais bonitas do que as de sua filha que apelidamos de Marinette das pernas finas.</p>
<p class="MsoNormal">Desta vez, acho que acertei na mosca e que não terá cerimônia nenhuma, mais tarde. Mas antes que tudo exploda, tem alguém que precisa dar no pé daqui bem rápido. <em>(...)</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amor e beleza no vodu haitiano]]></title>
<link>http://aloisiomilani.wordpress.com/?p=288</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 01:14:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>aloisiomilani</dc:creator>
<guid>http://aloisiomilani.wordpress.com/?p=288</guid>
<description><![CDATA[Saut d’Eau é uma cidade da região central do Haiti. É onde acontece uma importante festa religi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Saut d’Eau é uma cidade da região central do Haiti. É onde acontece uma importante festa religiosa do país, que mistura valores católicos e do vodu. O sincretismo de Erzulie Freda, deusa do amor e da beleza no vodu, com a imagem católica de Nossa Senhora do Carmo. Na cidade de Saut D'Eau há uma grande cachoeira perto de uma igreja, para onde fiéis vão se banhar e festejar suas crenças - forma de fazer uma oferenda nas águas, das quais Freda gosta, assim como o orixá Oxum do candomblé afro-brasileiro.</p>
<p>Só conhecendo um pouco mais da cultura do Haiti para entender que existem diferentes formas de olharmos o empobrecimento do país caribenho. Ele reside, sobretudo, na política partidária, nos serviços públicos e na garantia dos direitos. Mas não atinge a dimensão cultural de um povo que tem história, religião e uma riqueza plural. A celebração aconteceu na semana passada. Fiz uma coleta de fotos deste ano pela internet. Algumas são da <a href="http://www.minustah.org/articles/1428/2/Saut-deau-quand-le-spirituel-se-met-en-quete-du-mieux-etre/Galerie-de-photos-sur-cet-article.html" target="_blank">página oficial</a> da Minustah, registradas pelo fotógrafo Marco Dormino, e outras do pessoal do Haiti Innovation, no link do slideshow do <a href="http://www.flickr.com/photos/haitiinnovation/sets/72157606282861563/show/" target="_blank">Flickr</a>.</p>
<p>Aí estão...</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.minustah.org/galeries/g397/08-07-18-Saut%20deau%2004%20photo%20Marco%20Dormino.jpg" alt="" width="528" height="790" /></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.minustah.org/galeries/g397/08-07-18-Saut%20deau%2009%20photo%20Marco%20Dormino.jpg" alt="" width="589" height="354" /><br />
<img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3244/2687295686_bcb3d0dc9d.jpg?v=0" alt="" width="500" height="333" /><br />
<img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3205/2683383767_027068b54d.jpg?v=0" alt="" width="500" height="333" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vodu do Chavez]]></title>
<link>http://pissica.wordpress.com/?p=63</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 13:58:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>psicofonia</dc:creator>
<guid>http://pissica.wordpress.com/?p=63</guid>
<description><![CDATA[
O presidente Venezuelano Chavez virou vodu!
Algumas pessoas que conheço tb poderiam virar.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/foto/0,,14903865,00.jpg' alt='Vodu Chavez' class='alignnone' /></p>
<p>O presidente Venezuelano Chavez virou vodu!<br />
Algumas pessoas que conheço tb poderiam virar.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vodu de Hugo Chaves é vendido na Colômbia]]></title>
<link>http://kalikalache.wordpress.com/?p=492</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 02:59:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kali Kalache</dc:creator>
<guid>http://kalikalache.wordpress.com/?p=492</guid>
<description><![CDATA[
G1
O presidente venezuelano Hugo Chávez é um dos personagens mais odiados na Colômbia, segundo p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://kalikalache.files.wordpress.com/2008/06/voduchaves.jpg"><img src="http://kalikalache.wordpress.com/files/2008/06/voduchaves.jpg" alt="" width="468" height="312" class="aligncenter size-full wp-image-493" /></a></p>
<p>G1</p>
<p>O presidente venezuelano <strong>Hugo Chávez</strong> é um dos personagens <strong>mais odiados na Colômbia</strong>, segundo pesquisas recentes. O publicitário colombiano Nicolás Mendoza encontrou uma forma supostamente divertida de exteriorizar a aversão ao líder bolivariano.</p>
<p>Ele criou um<strong> boneco </strong>no qual as pessoas podem <strong>descarregar a raiva que sentem contra o mandatário do país vizinho</strong>. O brinquedo, feito de pano, usa a típica camisa vermelha de Chávez e vem com cinco alfinetes. O produto começou a ser vendido em Bogotá no final de maio, despertando o interesse de colombianos e estrangeiros.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Objeto de desejo: paliteiro vodu]]></title>
<link>http://freakshowbusiness.wordpress.com/?p=420</link>
<pubDate>Fri, 16 May 2008 02:09:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>freakshowbusiness</dc:creator>
<guid>http://freakshowbusiness.wordpress.com/?p=420</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/05/paliteiro.jpg"><img src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/05/paliteiro.jpg" alt="" width="500" height="365" class="aligncenter size-full wp-image-419" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bonecos de vodu são achados na Câmara de Pelotas]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/2008/01/18/bonecos-de-vodu-sao-achados-na-camara-de-pelotas/</link>
<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 11:22:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
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<description><![CDATA[o título do post é o título da matéria que saiu ontem, `as 17h46, na zerohora.com. quase morri d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>o título do post é o título da <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&#38;local=1&#38;section=Geral&#38;newsID=a1739070.xml" target="_blank">matéria</a> que saiu ontem, `as 17h46, na <a href="http://www.zerohora.com">zerohora.com</a>. quase morri de tanto rir, mas ao mesmo tempo fico chocada com a quantidade de palhaçada que acontece lá dentro daquela câmara. fiquei sabendo do ocorrido pela <a href="http://pontomidia.com.br/raquel" target="_blank">Raquel</a>, que postou o link da notícia no <a href="http://twitter.com" target="_blank">Twitter</a>, mas acredito que grande parte da população de Pelotas só tenha sabido do ocorrido hoje, já que a noite falei com algumas pessoas de lá e ninguém estava sabendo. enfim...</p>
<p>hoje acessei o <a href="http://www.diariopopular.com.br" target="_blank">diário popular</a> e lá estava: "<i>Artigo de magia negra é encontrado na Câmara de Vereadores</i>". a matéria do diário já sai alfinetando a Câmara, que mais parece um circo de horrores do que uma instituição política.</p>
<p>"<i>Depois do suplente de vereador Édson Campos, o Samarone, baixar as calças no pátio da Câmara de Vereadores e ganhar repercussão nacional, um outro fato inusitado promete atrair a atenção da imprensa nacional ao Legislativo pelotense. Um vigia da Casa, ao varrer perto dos canteiros, encontrou numa das entradas para o porão do prédio uma espécie de vodu. No "trabalho", um minicaixão contém sete bonecos. Cinco estão com a foto oficial da Mesa Diretora empossada no dia 27 de dezembro. Em cada boneco foram espetados alfinetes. O que representa o presidente, vereador Otávio Soares (PSB), foi o mais atingido, com sete locais alfinetados: o coração, o rim e cinco no rosto.</i>"</p>
<p>gostei dos detalhes: coração, rim e rosto. será que eram bonecos de vodu da imaginarium, aqueles que tem os nomes dos órgãos escritos no boneco? ahahahahahahahaaha</p>
<p>de acordo com a matéria do diário, chamaram um "especialista em umbanda" (ahahahahaha) para analisar o "trabalho" e ele disse que "<i>trata-se de magia negra para prejudicar e até pedir a morte dos vereadores</i>".  disse também que essa bizarrice deve ter custado em torno de 3 mil reais. no caixão também tinha areia, que já chegaram a dizer ser de um túmulo de alguém. o diário também afirma que "<i>nenhum dos servidores da Câmara queria pegar o objeto com medo de ser amaldiçoado</i>". imaginem a cena ahahahahahahahaha :P</p>
<p>"<i>Otávio Soares lamentou o fato e pediu que fossem analisadas todas as fitas das câmeras de segurança externas do Legislativo. "Fico me questionando quem teria feito uma coisa dessas. O responsável por esse ato demonstrou mesquinhez e espírito muito pobre. Se é alguém ligado à Câmara prejudicou a cidade. Foi uma ação inconseqüente que macula a imagem do Legislativo pelotense", falou</i>". Otávio Soares é o presidente do circo, ops, da Câmara.</p>
<p>eu fico pasma tamanha a bagunça que essa Câmara faz lá em Pelotas. já cansou de dar pancadaria nas sessões, que são passadas na tv de lá e quando não são uma chatice total e não se tem muito o que fazer dá até pra assistir pra dar umas risadas. o problema é que tudo isso é lamentável. como é que deixam uma pessoa entrar lá de noite, já que segundo o especialista em umbanda, o treco pra ter efeito teria de ser depositado lá depois da meia noite?!!!</p>
<p>obviamente que macula a imagem do legislativo pelotense, mas e o que eles fazem lá dentro não macula também? e o conhecido vereador que era o chefão da tv comunitária e na câmara dava uma de sério enquanto no canal e nas ruas aprontava todas? é uma palhaçada, não tem palavra melhor pra definir aquele zoológico.</p>
<p>ps. olhem a foto na matéria da ZH :P</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mais uma de vodu pela web]]></title>
<link>http://aloisiomilani.wordpress.com/2007/11/30/mais-uma-de-vodu-pela-web/</link>
<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 05:19:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>aloisiomilani</dc:creator>
<guid>http://aloisiomilani.wordpress.com/2007/11/30/mais-uma-de-vodu-pela-web/</guid>
<description><![CDATA[Minhas andanças pela web insistem em parar em fotos de vodu haitiano. Aqui está o link de uma prod]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Minhas andanças pela web insistem em parar em fotos de vodu haitiano. Aqui está o link de uma <a href="http://www.nationalgeographic.com/photography/coutausse/gallery5.html">produção</a> do fotógrafo <a href="http://www.nationalgeographic.com/photography/coutausse/qanda.html">Jean-Claude Coutausse</a>, da National Geographic, numa reportagem chamada "Dançando com espíritos", de 1995. Também sobre o mesmo trabalho, achei o <a href="http://www.coutausse.com/english/haiti/haiti.html">site pessoal</a> do Coutausse com mais fotos. É uma boa amostra.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.nationalgeographic.com/photography/coutausse/images/candlexl.jpg" alt="Jean-Claude Coutausse" height="400" width="262" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vodu haitiano em imagens]]></title>
<link>http://aloisiomilani.wordpress.com/2007/11/17/vodu-haitiano-em-imagens/</link>
<pubDate>Sat, 17 Nov 2007 04:04:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>aloisiomilani</dc:creator>
<guid>http://aloisiomilani.wordpress.com/2007/11/17/vodu-haitiano-em-imagens/</guid>
<description><![CDATA[
No blog do MediaStorm, há um link para o trabalho do The Digital Journalist sobre a religião vodu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://aloisiomilani.wordpress.com/files/2007/11/vodu.jpg" title="vodu.jpg"><img src="http://aloisiomilani.wordpress.com/files/2007/11/vodu.jpg" alt="vodu.jpg" height="260" width="401" /></a></p>
<p>No blog do <a href="http://mediastorm.org/blog/?p=246">MediaStorm</a>, há um link para o trabalho do <a href="http://digitaljournalist.org/">The Digital Journalist</a> sobre a religião vodu no Haiti. A apresentação da <a href="http://digitaljournalist.org/issue0711/x_voodoo01.html">galeria</a> do fotógrafo Les Stone diz:  		"A violência é apenas um dos aspectos [<em>no Haiti</em>]; a cultura e a forte dignidade dos haitianos é outra". Como o candomblé no Brasil, a prática é uma das mais surpreendentes no contato com o cotidiano do país caribenho. Visitei um "terreiro" de vodu em minha primeira viagem ao Haiti, em agosto de 2004. Era o fundo de um terreno bem no alto de Porto Príncipe. Sobre fogueiras, grandes tachos de arroz com lentilhas e carne de porco - as oferendas. O clima era forte. O batuque me lembrava os sons do candomblé maranhense.</p>
<p style="text-align:center;">&#160;</p>
]]></content:encoded>
</item>

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