<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>universidade-estadual-do-ohio &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/universidade-estadual-do-ohio/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "universidade-estadual-do-ohio"</description>
	<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 19:33:20 +0000</pubDate>

	<generator>http://wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Descoberto um sistema planetario semelhante ao nosso?]]></title>
<link>http://snnangola.wordpress.com/?p=220</link>
<pubDate>Sun, 17 Feb 2008 06:26:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>snnangola</dc:creator>
<guid>http://snnangola.pt-br.wordpress.com/2008/02/17/descoberto-um-sistema-planetario-semelhate-ao-nosso/</guid>
<description><![CDATA[ 
A 5000 anos-luz de nós, há uma estrela com metade da massa do nosso Sol e com dois planetas pare]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"> <img src="http://www.rain.org/campinternet/astronomy/img/solar_system.jpg" align="left" height="426" width="420" /></p>
<p><i>A 5000 anos-luz de nós, há uma estrela com metade da massa do nosso Sol e com dois planetas parecidos com Júpiter e Saturno, embora não tão grandes, que giram à sua volta. A distância entre as suas órbitas é proporcional às que separam o Sol, Júpiter e Saturno. Uma espécie de sistema solar em ponto pequeno.</i></p>
<p><i>Scott Gaudi e Andrew Gould, da Universidade Estadual do Ohio, com colegas profissionais e amadores de 11 países - Nova Zelândia, Israel, Chile, Espanha, EUA, etc. - e uma rede global de telescópios, descobriram estes dois longínquos planetas extra-solares em torno da estrela OGLE-2006-BLG-109L graças ao efeito de "microlente gravitacional". Mais precisamente, os planetas denunciaram a sua presença quando a referida estrela se intrometeu entre a Terra e uma estrela mais distante. </i></p>
<p><i>A luz da estrela distante foi então desviada, distorcida, pela gravidade da outra e dos seus companheiros - e amplificada como se tivesse atravessado uma autêntica lupa cósmica. Durante 15 dias, de finais de Março a inícios de Abril de 2006, o efeito observado foi "particularmente espectacular", diz um comunicado da Universidade do Ohio: a luz da estrela longínqua foi amplificada 500 vezes.</i></p>
<p><i>Quando os investigadores - cujos resultados são hoje publicados na Science - analisaram os dados, descobriram duas distorções, dois "soluços", que assinalavam a presença de dois planetas. Se a detecção de planetas extra-solares já se tornou comum (há mais de 250), já o facto de se encontrar vários no mesmo sistema é muito mais raro e tem sido feito "com outras técnicas, que não detectam os sistemas solares como o nosso", diz Gaudi no mesmo documento.<br />
Com esta técnica, "foi a primeira vez que tivemos uma amplificação suficiente para descobrirmos um segundo planeta - e descobrimo-lo. Pode ser pura sorte ou pode significar que sistemas destes são comuns na nossa galáxia". Sistemas que poderão incluir planetas como a Terra, Vénus ou Marte.</i></p>
<p>Fonte: <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1319721">Publico</a></p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
