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	<title>trechos-de-livros-e-jornais &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "trechos-de-livros-e-jornais"</description>
	<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 00:05:55 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[O Homem não Foge da Dor - Quer poder!]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=591</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 03:08:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
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<description><![CDATA[Não é verdade que o homem procure o prazer e fuja da dor. São de tomar em conta os preconceitos c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.citador.pt/images/autorid00022.jpg" border="0" alt="" hspace="8" align="left" />Não é verdade que o homem procure o prazer e fuja da dor. São de tomar em conta os preconceitos contra os quais invisto. O prazer e a dor são consequências, fenómenos concomitantes. O que o homem quer, o que a menor partícula de um organismo vivo quer, é o aumento de poder: é em consequência do esforço em consegui-lo que o prazer e a dor se efectivam; é por causa dessa mesma vontade que a resistência a ela é procurada, o que indica a busca de alguma coisa que manifeste oposição.<br />
A dor, sendo entrave à vontade de poder do homem, é portanto um acontecimento normal - a componente normal de qualquer fenómeno orgânico. E o homem não procura evitá-la, pois tem necessidade dela, já que qualquer vitória implica uma resistência vencida.<br />
Tome-se como exemplo o mais simples dos casos, o da nutrição de um organismo primário; quando o protoplasma estende os pseudópodes para encontrar resistências, não é impulsionado pela fome, mas pela vontade de poder; acima de tudo, ele intenta vencer, apropriar-se do vencido, incorporá-lo a si. O que se designa por nutrição é pois um fenómeno consecutivo, uma aplicação da vontade original de devir mais forte.<br />
Em tudo isto, a dor não só tem por consequência necessária a diminuição da sensação de poder, como até serve, na maioria dos casos, como excitante da mesma sensação de poder, sendo o obstáculo um <em>stimulus</em> dessa vontade de poder.</p>
<p><em>Friedrich Nietzsche, in 'A Vontade de Poder'</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[A Inveja é uma Admiração que se Dissimula]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=731</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 14:14:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
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<description><![CDATA[A inveja é uma admiração que se dissimula. O admirador que sente a impossibilidade de ser feliz c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A inveja é uma admiração que se dissimula. O admirador que sente a impossibilidade de ser feliz cedendo à sua admiração, toma o partido de invejar. Usa então duma linguagem diferente, segundo a qual o que no fundo admira deixa de ter importância, não é mais do que patetice insípida, extravagância. A admiração é um abandono de nós próprios penetrado de felicidade, a inveja, uma reivindicação infeliz do eu.</p>
<p>Soren Kierkegaard, in "O Desespero Humano"</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=768</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 07:22:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Prefiro as pessoas que andam sobre a Terra com um véu recobrindo-lhe a essência. Um quê de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#008400;"><strong><em><span style="color:#840084;"><span style="color:#0000ff;"><strong><em><span style="color:#008400;"><strong><em><span style="color:#ff0000;">"Prefiro as pessoas que andam sobre a Terra com um véu recobrindo-lhe a essência. Um quê de mistério é fundamental. Deixar-se conhecer totalmente é um ato pornográfico! Quem não mantém um segredo é uma esfinge revelada: não tem mais nada para nos oferecer. A doce inquietude e desejo que algumas pessoas nos causam têm berço numa incógnita; vive naquela área que não tolera hospédes ou mesmo visitas. Recuso-me a ser totalmente transparente. Não quero que enxerguem através de mim. Quero que enxerguem a mim."</p>
<p>(Alessandro Otávio Yokohama).Professor de aum xará aí... Fábio Macedo<br />
</span></em></strong></span></em></strong></span></span></em></strong></span></span></em></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cama de Procusto (Mito grego)]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=758</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 19:03:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quantas vezes forçamos os outros a entrarem nas nossas medidas? Quantos psicólogos querem encaixar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Quantas vezes forçamos os outros a entrarem nas nossas medidas? Quantos psicólogos querem encaixar os clientes em suas teorias? Quantos casais forçam os outros a viver suas vidas, do seu jeito?</p>
<p>Esse mito grego, anuncia sobre a liberdade e que a relação com o outro não muda, apenas veste outras roupagens.</p>
<p>Reflita...</p>
<p><strong>"Procusto</strong> (ou <strong>Procusta</strong>), que significa "o estirador", foi o apelido dado a Damastes, personagem da <a title="Mitologia grega" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_grega">mitologia grega</a> que vivia perto da estrada de <a class="new" title="Eleusis (ainda não escrito)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Eleusis&#38;action=edit&#38;redlink=1">Eleusis</a>. Costumava atrair viajantes solitários para a sua pousada, oferecendo-lhe abrigo para passar a noite. Acreditava-se que ele tinha dois leitos de ferro, um menor que o outro, que ele escolhia dependendo da altura do visitante.</p>
<p>Depois que a vítima adormecia, Procusto a dominava e tratava de adequar o corpo às medidas exatas do leito: se ele era alto e os pés sobressaíam da borda, ele os amputava com um machado; se era baixo e tinha espaço de folga, ele esticava os membros com cordas e roldanas.</p>
<p>Originalmente chamado de Damastes ou Polípemon, ele adquiriu o nome de Procusto ("o Estirador") pelo estranho castigo que dava a suas vítimas.</p>
<p><a title="Teseu" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teseu">Teseu</a> terminou com a obsessão homicida de Procusto, obrigando-o a deitar no seu próprio leito, atravessado, e cortou todas as partes do corpo de Procusto que sobraram fora da cama."</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não se acostume!]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=757</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 18:56:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário. Alague seu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>"Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário. Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas. Se achar que precisa voltar, volte! Se perceber que precisa seguir, siga! Se estiver tudo errado, comece novamente. Se estiver tudo certo, continue.Se sentir saudades, mate-a. Se perder um amor, não se perca! Se o achar, segure-o!"</em></p>
<div><span style="font-size:85%;">(Fernando Pessoa)</span></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Crítica na política, na vida e em você!]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=743</link>
<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 14:36:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;A questão não é bater ou não bater. É saber bater.
A crítica contumaz, como o elogio co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"A questão não é bater ou não bater. É saber bater.</p>
<p>A crítica contumaz, como o elogio contumaz, soam iguais. Enchem o saco. E delimitam um conceito lógico na cabeça do cidadão-eleitor: quem ataca sempre, perde a credibilidade. Igualzinho a quem elogia sempre.</p>
<p>Melhor equilibrar, nem que seja para salvar aparências. É mais inteligente.</p>
<p>Se quiserem um veneno melhor - é o silêncio, o desprezo, a não-notícia, a não-crítica e o não-elogio.</p>
<p>O certo, mesmo, é seguir o intuição do fato notório. O que é, é. O que não é, não é. E pronto."</p>
<p>Fonte: http://aderbalmachado.blogspot.com/</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um Ser Revoltante e Falso]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=739</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 22:06:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quanta felicidade dá a grata suavidade das coisas! Como a vida é cintilante e de bela aparência! ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.citador.pt/images/autorid00022.jpg" border="0" alt="" hspace="8" align="left" />Quanta felicidade dá a grata suavidade das coisas! Como a vida é cintilante e de bela aparência! São as grandes falsificações, as grandes interpretações que sempre nos têm elevado acima da satisfação animal, até chegarmos ao humano. Inversamente: que nos trouxe a chiadeira do mecanismo lógico, a ruminação do espírito que se contempla ao espelho, a dissecação dos instintos?<br />
Suponde vós que tudo era reduzido a fórmulas e que a vossa crença era confinada à apreciação de graus de verosimilhança, e que vos era insuportável viver com tais premissas... que fazíeis vós? Ser-vos-ia possível viver com tão má consciência?<br />
No dia em que o homem sentir como falsidade revoltante a crença na bondade, na justiça e na verdade escondida das coisas, como se ajuizará ele a si mesmo, sendo como é parte fragmentária deste mundo? Como um ser revoltante e falso?</p>
<p><em>Friedrich Nietzsche, in 'A Vontade de Poder'</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/2008/06/19/733/</link>
<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 17:54:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
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<description><![CDATA[“O que quer que aconteça”, disse ela, “não pode mudar uma coisa. Se sou uma princesa em trap]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>“O que quer que aconteça”, disse ela, “não pode mudar uma coisa. Se sou uma princesa em trapos e andrajos, posso ser uma princesa por dentro. Seria fácil ser princesa se eu estivesse vestida com tecido de fios de ouro, mas é um triunfo muito maior ser princesa o tempo todo, sem ninguém saber.”</p>
<p>A Little Princess<br />
Frances Hodgson Burnett</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Inveja em Kierkegaard]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=732</link>
<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 14:48:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;A inveja é uma admiração que se dissimula. O admirador que sente a impossibilidade de ser ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"A inveja é uma admiração que se dissimula. O admirador que sente a impossibilidade de ser feliz cedendo à sua admiração, toma o partido de invejar. Usa então duma linguagem diferente, segundo a qual o que no fundo admira deixa de ter importância, não é mais do que patetice insípida, extravagância. A admiração é um abandono de nós próprios penetrado de felicidade, a inveja, uma reivindicação infeliz do eu."</p>
<p>Soren Kierkegaard, in "O Desespero Humano"</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pablo Neruda]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=730</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 07:05:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Não quero dormir sem teus olhos
Não quero ser, sem que me olhes
Abro mão da Primavera, pra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"Não quero dormir sem teus olhos<br />
Não quero ser, sem que me olhes<br />
Abro mão da Primavera, pra que continues me olhando..."</p>
<p>"Tu eras também uma pequena folha que tremia no meu peito. O vento da vida pôs-te ali. A princípio não te vi: não soube que ias comigo, até que as tuas raízes atravessaram o meu peito, se uniram aos fios do meu sangue, falaram pela minha boca, floresceram comigo."</p>
<p>"Mas se amo os teus pés, é só porque andaram sobre a terra e sobre o vento e sobre a água, até me encontrarem."</p>
<p>"Quero fazer contigo o que a primavera faz com as cerejas..." </p>
<p>MORRE LENTAMENTE</p>
<p>"Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.<br />
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.<br />
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.<br />
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.<br />
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o escuro ao invés do claro e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.<br />
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.<br />
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.<br />
Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe. Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples fato de respirar.<br />
Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade."</p>
<p>Pablo Neruda</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mário Quintana 07]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=729</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 07:02:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
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<description><![CDATA[SIMULTANEIDADE
- Eu amo o mundo! Eu detesto o mundo! Eu creio em Deus! Deus é um absurdo! Eu vou me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>SIMULTANEIDADE</p>
<p>- Eu amo o mundo! Eu detesto o mundo! Eu creio em Deus! Deus é um absurdo! Eu vou me matar! Eu quero viver! - Você é louco? - Não, sou poeta.</p>
<p>"Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o alguém da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!"</p>
<p>UM DIA</p>
<p>Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem.Você não só não esquece a outra como pensa muito mais nela...Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável...Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples...Um dia percebemos que o comum não nos atrai...Um dia saberemos que ser classificado como o "bonzinho" não é bom...Um dia perceberemos que a pessoa que não te liga é a que mais pensa em você...Um dia saberemos a importância da frase:"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas..."Um dia percebemos que somos muito importantes para alguém mas não damos valor a isso...Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais...Enfim...um dia descobrimos que apesar de viver quase 100 anos, esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para dizer tudo o que tem de ser dito...O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras...Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.</p>
<p>"Amor é síntese. É uma integração de dados. Não há que tirar nem pôr. Não me corte em fatias. Ninguém consegue abraçar um pedaço. Me envolva todo em seus braços. E eu serei o perfeito amor".</p>
<p>"Nunca diga "te amo" se não te interessa. Nunca fale sobre sentimentos se estes não existem. Nunca toque numa vida se não pretende romper um coração. Nunca olhe nos olhos de alguém se não quiser vê-lo se derramar em lágrimas por causa de ti. A coisa mais cruel que alguém pode fazer é permitir que alguém se apaixone por você quando você não pretende fazer o mesmo."</p>
<p>"Amor não é se envolver com a "pessoa perfeita",aquela dos nossos sonhos.Não existem príncipes nem princesas.Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos.O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser."</p>
<p>Tão bom morrer de amor e continuar vivendo.</p>
<p>DAS UTOPIAS</p>
<p>Se as coisas são inatingíveis... ora! Não é motivo para não querê-las...Que tristes os caminhos, se não for a presença distante das estrelas!</p>
<p>"Um bom poema é aquele que nos dá a impressão de que está lendo a gente ... e não a gente a ele!"</p>
<p>"Sonhar é acordar-se para dentro".</p>
<p>Amar: "Fechei os olhos para não te vere a minha boca para não dizer... E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei, e da minha boca fechada nasceram sussurros e palavras mudas que te dediquei...O amor é quando a gente mora um no outro."</p>
<p>"Quem não compreende um olhar, tampouco compreenderá uma longa explicação."</p>
<p>"Quem faz um poema abre uma janela. Respira, tu que estás numa cela abafada, esse ar que entra por ela. Por isso é que os poemas têm ritmo - para que possas profundamente respirar.Quem faz um poema salva um afogado."</p>
<p>"Se eu amo o meu semelhante? Sim. Mas onde encontrar o meu semelhante?"</p>
<p>"Nunca ninguém sabe se estou louco para rir ou para chorar. Pois o meu verso tem essa quase imperceptível tremor... A vida é louca, o mundo é triste: vale a pena matar-se por isso? Nem por ninguém! Só se deve morrer de puro amor!"</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nietzsche - Trechos]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=727</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 06:58:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
<guid>http://cristianccss.pt-br.wordpress.com/2008/06/18/nietzsche-trechos/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Odeio seguir alguém, como também conduzir.
Obedecer? Não!
E governar, nunca!
Quem não se ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"Odeio seguir alguém, como também conduzir.<br />
Obedecer? Não!<br />
E governar, nunca!<br />
Quem não se mete medo não consegue metê-lo a ninguém,<br />
Somente aquele que o inspira é capaz de comandar.<br />
Já detesto comandar a mim mesmo!<br />
Gosto, como os animais, das florestas e dos mares,<br />
De me perder durante um tempo,<br />
Permanecer a sonhar num recanto encantador,<br />
E forçar-me a regressar de longe ao meu lar,<br />
Atrair-me a mim próprio... de volta para mim".</p>
<p>"Creio que aqueles que mais entendem de felicidade são as borboletas e as bolhas de sabão...<br />
Ver girar essas pequenas almas leves, loucas, graciosas e que se movem é o que,<br />
de mim, arrancam lágrimas e canções.<br />
Eu só poderia acreditar em um Deus que soubesse dançar.<br />
E quando vi meu demônio, pareceu-me sério, grave, profundo, solene.<br />
Era o espírito da gravidade. ele é que faz cair todas as coisas.<br />
Não é com ira, mas com riso que se mata. Coragem!<br />
Vamos matar o espírito da gravidade!<br />
Eu aprendi a andar. Desde então, passei por mim a correr.<br />
Eu aprendi a voar. Desde então, não quero que me empurrem para mudar de lugar.<br />
Agora sou leve, agora vôo, agora vejo por baixo de mim mesmo,<br />
agora um Deus dança em mim!"</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Clarice Lispector]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=725</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 06:50:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
<guid>http://cristianccss.pt-br.wordpress.com/2008/06/18/clarice-lispector/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sust]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro".</p>
<p>"...Respeite mesmo o que é ruim em você - respeite sobretudo o que imagina que é ruim em você - não copie uma pessoa ideal, copie você mesma - é esse seu único meio de viver."</p>
<p>..."Que minha solidão me sirva de companhia.<br />
que eu tenha a coragem de me enfrentar.<br />
que eu saiba ficar com o nada<br />
e mesmo assim me sentir<br />
como se estivesse plena de tudo."</p>
<p>"Sou o que quero ser, porque possuo apenas uma vida e nela<br />
só tenho uma chance de fazer o que quero.<br />
Tenho felicidade o bastante para fazê-la doce<br />
dificuldades para fazê-la forte,<br />
Tristeza para fazê-la humana e<br />
esperança suficiente para fazê-la feliz.<br />
As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas<br />
elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos"</p>
<p>Clarice Lispector</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=711</link>
<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 01:41:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
<guid>http://cristianccss.pt-br.wordpress.com/2008/06/15/711/</guid>
<description><![CDATA[&#8221; &#8230; O tempo é algo que não volta atrás.
Por isso plante seu jardim e decore sua alma,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">'' ... O tempo é algo que não volta atrás.</p>
<p class="MsoNormal">Por isso plante seu jardim e decore sua alma,</p>
<p class="MsoNormal">Ao invés de esperar que alguém lhe traga flores ... ''</p>
<p class="MsoNormal">Willian Shakespeare</p>
<p><span class="aut"><a class="autor" href="http://www.pensador.info/autor/Willian_Shakespeare/"></a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=701</link>
<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 15:42:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
<guid>http://cristianccss.pt-br.wordpress.com/2008/06/14/701/</guid>
<description><![CDATA[“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Preci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver.”</p>
<p>Amyr Klink</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O doido da garrafa]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=700</link>
<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 15:36:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
<guid>http://cristianccss.pt-br.wordpress.com/2008/06/14/o-doido-da-garrafa/</guid>
<description><![CDATA[Adriana Falcão

Ele não era mais doido do que as outras pessoas do mundo, mas as outras pessoas do]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><span style="font-family:Arial;color:#000000;font-size:small;"><strong>Adriana Falcão</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><br />
Ele não era mais doido do que as outras pessoas do mundo, mas as outras pessoas do mundo             insistiam em dizer que ele era doido.</p>
<p>Depois que se apaixonou por uma garrafa de plástico de se carregar na bicicleta e passou             a andar sempre com ela pendurada na cintura, virou o Doido da Garrafa.</p>
<p>O Doido da Garrafa fazia passarinhos de papel como ninguém, mas era especialista mesmo em             construir barquinhos com palitos. Batizava cada barco com um nome de mulher e, enquanto             estava trabalhando nele, morria de amores pela dona imaginária do nome. Depois ia             esquecendo uma por uma, todas elas, com exceção de Olívia, uma nau antiga que levou             dezessete dias para ser construída.</p>
<p>Batucava muito bem e vivia inventando, de improviso, músicas especialmente compostas para             toda e qualquer finalidade, nos mais variados gêneros. Uai aí aquela da mulher de blusa             verde atravessando a rua apressada, e o Doido da Garrafa imediatamente compunha um samba,             uma valsa, um rock, um rap, um blues, dependendo da mulher de blusa verde, do             atravessando, da rua e do apressada. Geralmente ficava uma obra-prima.</p>
<p>Gostava muito de observar as pessoas na rua, do cheiro de café, de cantar e de ouvir             música. Não gostava muito do fato de ter pernas, mas acabou se acostumando com elas. De             cabelo ele gostava. Em compensação, tinha verdadeiro horror a multidão, bermudão,             tubarão, ladrão, camburão, bajulação, afetação, dança de salão, falta de             educação e à palavra bife.</p>
<p>Escrevia cartas para ninguém, umas em prosa, outras em poesia, como mero exercício de             estilo.</p>
<p>Tinha mania de dar entrevistas para o vento e já sabia a resposta de qualquer pergunta             que porventura alguém pudesse lhe fazer um dia.</p>
<p>Ajudava o dicionário a explicar as coisas inventando palavras necessárias, como <em>dorinfinita</em>.</p>
<p>Adorava álgebra, mas tinha particular antipatia por trigonometria, pois não encontrava             nenhum motivo para se pegar pedaços de triângulos e fazer contas tão difíceis com             eles.</p>
<p>Conhecia mitologia a fundo.</p>
<p>Tinha angústia matinal, uma depressão no meio da tarde que ele chamava de cinco horas,             porque era a hora que ela aparecia, e uma insônia crônica a quem chamava carinhosamente             de Proserpina.</p>
<p>Sentia uma paixão azul dentro do peito, desde criança, sempre que olhava o mar e             orgulhava-se muito disso.</p>
<p>Acreditava no amor, mas tinha vergonha da frase.</p>
<p>Às vezes falava sozinho, Preferia tristeza à agonia.</p>
<p>Todas as noites, entre oito e dez e meia, era visto andando de um lado para o outro da             rua, método que tinha inventado para acabar de vez com a preocupação de fazer a volta             de repente, quando achava que já tinha andado o suficiente. (Preferia que ninguém             percebesse que ele não tinha para onde ir.) Enquanto andava, repetia dentro da cabeÇa             incessantemente a palavra ecumênico sem ter a menor idéia da razão pela qual fazia             isso.</p>
<p>Durante o dia o Doido da Garrafa trabalhava numa multinacional, era sujeito bem visto,             supervisor de departamento, ganhava um bom salário e gratificações que entregava para a             mulher aplicar em fundos de investimento.</p>
<p>No fim do ano ia trocar de carro.</p>
<p>Era excelente chefe de família.</p>
<p>Não era mais doido do que as outras pessoas do mundo, mas sempre que ele passava as             outras pessoas do mundo pensavam, lá vai o Doido da Garrafa, e assim se esqueciam das             suas próprias garrafas um pouquinho.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><br />
<strong>Adriana Falcão </strong><em>nasceu no Rio de Janeiro. Seu primeiro livro, voltado para o             público infantil, "Mania de Explicação", teve duas indicações para o             Prêmio Jabuti/2001 e recebeu o Prêmio Ofélia Fontes — "O Melhor para a             Criança"/2001, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. Em 2002, publicou             "Luna Clara &#38; Apolo Onze", seu primeiro romance juvenil. Seu romance "A             Máquina" foi levado aos palcos por João Falcão. Na televisão, </em><strong>Adriana </strong><em>colaborou             em vários episódios de "A Comédia da Vida Privada", "Brasil Legal"             e "A grande família", todos da Rede Globo. Adaptou, com Guel Arraes, "O             Auto da Compadecida", de Ariano Suassuna, para a TV, posteriormente levado ao cinema.</p>
<p>Seu livro "O doido da garrafa", Editora Planeta do Brasil – São Paulo,             lançado em abril/2003, e de cuja pág. 71 extraímos o texto acima, contém pequenos             contos publicados na revista "Veja Rio" no período de 2001 a 2003.</em></span>
</p>
<p align="justify">Fonte: http://www.releituras.com/adrifalcao_doido.asp</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Imitar o Melhor Exemplo]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=697</link>
<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 05:18:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
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<description><![CDATA[Caminhado os homens quase sempre pelos caminhos já por outros percorridos, e tendendo, nas suas ac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.citador.pt/images/autorid00175.jpg" border="0" alt="" hspace="8" align="left" />Caminhado os homens quase sempre pelos caminhos já por outros percorridos, e tendendo, nas suas acções, a proceder por imitação, não podem, contudo, seguir inteiramente a mesma via nem alcançar a virtude daqueles que pretendem imitar. Por tal motivo, um homem avisado deve procurar seguir as vias percorridas por grandes homens e imitar aqueles que atingiram o mais elevado patamar de excelência, de modo que, se não pudermos igualar a sua virtude, deles vos fique, ao menos, o perfume do seu valor. É o que fazem os archeiros habilidosos, os quais, parecendo-lhes muito distante o alvo que desejam atingir, e, conhecendo bem as limitações de alcance do seu arco,<span style="text-decoration:underline;"><strong> fazem pontaria para um ponto muito mais alto do que o alvo</strong></span>, não para aí acertar com as suas flechas, mas, sim, para, com a ajuda de tão elevada mira, poderem bater o alvo pretendido.</p>
<p><em>Nicolo Maquiavel, in 'O Príncipe'</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tempo e Idade]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=696</link>
<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 05:16:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
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<description><![CDATA[A jovialidade e a coragem da vida, características da juventude, devem-se em parte ao facto de esta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.citador.pt/images/autorid00125.jpg" border="0" alt="" hspace="8" align="left" />A jovialidade e a coragem da vida, características da juventude, devem-se em parte ao facto de estarmos a subir a colina, sem ver a morte situada no sopé do outro lado. Porém, ao transpormos o cume, avistamos de facto a morte, até então conhecida só de ouvir dizer. Ora, como ao mesmo tempo a força vital começa a diminuir, a coragem também decresce, de modo que, nesse momento, uma seriedade sombria reprime a audácia juvenil e estampa-se no nosso rosto. Enquanto somos jovens, digam o que quiserem, consideramos a vida como sem fim e usamos o nosso tempo com prodigalidade. Contudo, quanto mais velhos ficamos, mais o economizamos. Na velhice, cada dia vivido desperta uma sensação semelhante à do delinquente ao dirigir-se ao julgamento.</p>
<p><a name="more"></a></p>
<p>Do ponto de vista da juventude, a vida é um futuro infinitamente longo; do da velhice, é um passado bastante breve. Desse modo, o começo apresenta-se-nos como as coisas ao serem vistas pela lente objectiva do binóculo de opera; o fim, entretanto, como se vistas pela ocular. É preciso ter envelhecido, portanto ter vivido muito, para reconhecer como a vida é breve. O próprio tempo, na juventude, dá passos bem mais lentos. Por conseguinte, o primeiro quartel da vida é não só o mais feliz, mas também o mais longo, e deixa muito mais lembranças, sendo que cada um poderia contar muito mais coisas sobre ele do que sobre o segundo quartel. Como na primavera do ano, também na da vida os dias acabam por tornar-se incomodamente longos. No outono de ambos, tornam-se mais breves, porém mais serenos e constantes.</p>
<p><em>Arthur Schopenhauer, in 'Aforismos para a Sabedoria de Vida'</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conquista e Governação - Maquiavel]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=692</link>
<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 15:09:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quando os estados que se conquistam têm a tradição de viver segundo as suas leis e em liberdade, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.citador.pt/images/autorid00175.jpg" border="0" alt="" hspace="8" align="left" />Quando os estados que se conquistam têm a tradição de viver segundo as suas leis e em liberdade, para a sua conservação existem três opções: a primeira é a sua destruição; a segunda é ir para lá viver o príncipe conquistador; e a terceira consiste em deixá-los viver de acordo com as suas leis, mas exigindo-lhes um tributo e criando no seu seio uma oligarquia que vos garanta a sua fidelidade. Porque, sendo este novo poder uma criação daquele príncipe, sabem os seus mandatários que não podem sobreviver sem a sua amizade e apoio, tudo havendo de fazer para manter o novo regime. E mais facilmente se conserva uma cidade habituada a viver livre através do consenso dos seus cidadãos do que de qualquer outro modo.</p>
<p><a name="more"></a></p>
<p>(...) Na verdade, o único modo seguro de conservar uma cidade conquistada é a sua destruição. Quem se torna senhor de uma cidade habituada a viver livre e a não desfaça, pode preparar-se para ser por ela desfeito, porque sempre encontrarão grande receptividade no seio da rebelião a recordação da liberdade e das antigas instituições, as quais nem pela acção do tempo nem pela concessão de benesses se apagarão da sua memória. O que quer que se faça ou se disponha, se não se dividirem e dispersarem os habitantes, fará reviver a ideia de liberdade e a antiga ordem, pois logo as evocam a cada incidente que ocorra. (...) No entanto, quando as cidades estão acostumadas a viver sob o domínio de um príncipe e o seu sangue tenha sido extinto, verifica-se que os habitantes - habituados a obedecer, não existindo mais o antigo príncipe nem logrando um acordo para escolher outro - não sabem viver em liberdade, de modo que são mais demorados a pegar em armas, pelo que um príncipe mais facilmente os conseguirá aliciar e conquistar a sua confiança. Mas nas repúblicas há mais vitalidade, mais ódio, mais desejo de vingança, o que não permitirá que os seus cidadãos apaguem a memória da antiga liberdade. De modo que a maneira mais segura de as dominar é destruí-las ou ir para lá residir.</p>
<p><em>Nicolo Maquiavel, 'O Príncipe'</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Mais Fácil de Resolver]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=691</link>
<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 15:05:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
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<description><![CDATA[De quanta imaginação não é feita uma vida para se compensar o que se não realizou! Já todos o ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.citador.pt/images/autorid00335.jpg" border="0" alt="" hspace="8" align="left" />De quanta imaginação não é feita uma vida para se compensar o que se não realizou! Já todos o sabemos e nunca ninguém o sabe. Se fosse coisa de se saber, não havia maníacos da droga, do fumo ou do álcool. Projecta-se milimetricamente uma reacção a ter, uma ofensa a vingar, uma desconsideração a menosprezar, uma conquista a fazer. E sai sempre outra coisa: nem nos vingamos porque se interpôs uma fraqueza, nem menosprezámos a desconsideração porque nos menosprezaram o nosso menosprezo, nem conquistámos nada porque amanhã é que é. Mas falhada a nossa reacção, logo congeminamos de novo efectivá-la e com acréscimo de efeito. Até que o tempo e a morte tudo decidam irremediavelmente por nós. E acabamos por achar que decidiu bem, porque o mais fácil de resolver é sempre o não resolver.</p>
<p><em>Vergílio Ferreira, in 'Conta-Corrente 3'</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Todos os Fins São Neutralizados]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=690</link>
<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 15:00:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
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<description><![CDATA[Todos os fins são neutralizados, e os juízos de valor viram-se uns contra os outros:
Dizemos bom a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.citador.pt/images/autorid00022.jpg" border="0" alt="" hspace="8" align="left" />Todos os <em>fins</em> são neutralizados, e os juízos de valor viram-se uns contra os outros:<br />
Dizemos bom aquele que só escuta o seu coração, mas também aquele que só escuta o seu dever;<br />
Dizemos que é bom o indulgente, o pacífico, mas também dizemos que é bom o valente, o inflexível, o rígido;<br />
Dizemos bom aquele que não pratica a violência contra si próprio, mas também dizemos bom o herói, que triunfa de si mesmo;<br />
Dizemos bom o amigo da verdade absoluta, mas também dizemos bom o homem piedoso, que tudo transfigura;<br />
Dizemos bom aquele que é altaneiro, mas também dizemos bom o homem piedoso;<br />
Dizemos bom o homem distinto, o aristocrata, mas também dizemos bom aquele que não é, nem desdenhoso, nem arrogante;<br />
Dizemos bom o homem cordato, que evita conflitos, mas também dizemos bom o que deseja a luta e a vitória;<br />
Dizemos bom aquele que quer ser sempre o primeiro, mas também dizemos bom aquele que não deseja sobrepor-se a ninguém.</p>
<p><em>Friedrich Nietzsche, in 'A Vontade de Poder'</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Encanto de Ter um(a) Amante]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=689</link>
<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 14:58:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
<guid>http://cristianccss.pt-br.wordpress.com/2008/06/05/o-encanto-de-ter-uma-amante/</guid>
<description><![CDATA[Para a generalidade das mulheres, - ter um amante significa - ter uma quantidade de ocupações, de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.citador.pt/images/autorid01091.jpg" border="0" alt="" hspace="8" align="left" />Para a generalidade das mulheres, - <em>ter um amante</em> significa - ter uma quantidade de ocupações, de factos, de circunstâncias a que, pelo seu organismo e pela sua educação, acham um encanto inefável. Ter um amante - não é para elas abrir de noite a porta do seu jardim. Ter um amante é ter a feliz, a doce ocasião destes pequeninos afazeres - escrever cartas às escondidas, tremer e ter susto: fechar-se a sós para pensar, estendida no sofá; ter o orgulho de possuir um segredo; ter aquela ideia dele e do seu amor, acompanhando com uma melodia em surdina todos os seus movimentos, a <em>toilette</em>, o banho, o bordado, o penteado: é estar numa sala cheia de gente, e vê-lo a ele, sério e indiferente, e só eles dois estarem no encanto do mistério; é procurar uma certa flor que se combinou pôr no cabelo; é estar triste por ideias amorosas, nos dias de chuva, ao canto de um fogão; é a felicidade de andar melancólica no fundo de um cupé; é fazer <em>toilette com intenção</em>, o maior dos encantos femininos! Etc.<br />
Estas pequeninas coisas, que enchem a sua existência, que a complicam em cor-de-rosa, que a idealizam - são a sua grande atracção. É o que amam. O homem amam-no pela quantidade do mistério, de interesse, de ocupação romanesca que ele dá à sua existência. De resto, amam o amor. Havia muito deste sentimento nas místicas e nas antigas noivas de Jesus. Amavam a Deus porque ele era o pretexto do culto.</p>
<p><em>Eça de Queirós, in 'Uma Campanha Alegre'</em></p>
<p><strong>Heheh, será que hojeé ainda assim?</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Anti-Édipo de Deleuze]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=685</link>
<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 06:25:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
<guid>http://cristianccss.pt-br.wordpress.com/2008/06/04/anti-edipo-de-deleuze/</guid>
<description><![CDATA[Trecho do Livro&#8230;
&#8220;Agradecimento aos vários de mim, dispostos num trabalho dioturno.
Esc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Trecho do Livro...</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;">"Agradecimento aos vários de mim, dispostos num trabalho dioturno.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;text-indent:17pt;"><span style="color:black;">Escrevemos o <em>Anti-Edipo </em>a dois. Como cada um de nós era vários, já era muita gente. Utilizamos tudo o que nos aproximava, o mais próximo e o mais distante. Distribuímos hábeis pseudônimos para dissimular. Por que preservamos nossos nomes? Por hábito, exclusivamente por hábito. Para passarmos despercebidos. Para tornar imperceptível, não a nós mesmos, mas o que nos faz agir, experimentar ou pensar. E, finalmente, porque é agradável falar como todo mundo e dizer o sol nasce, quando todo mundo sabe que essa é apenas uma maneira de falar. Não chegar ao ponto em que não se diz mais EU, mas ao ponto em que já não tem qualquer importância dizer ou não dizer EU. Não somos mais nós mesmos. Cada um reconhecerá os seus. Fomos ajudados, aspirados, multiplicados.”</p>
<p>(DELEUZE, 1995, pg.10)</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornais de Santa Catarina, Alto Vale e Rio do Sul]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=677</link>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 18:21:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
<guid>http://cristianccss.pt-br.wordpress.com/2008/06/02/jornais-de-santa-catarina-alto-vale-e-rio-do-sul/</guid>
<description><![CDATA[A Notícia
 Diário Catarinense
 Jornal de Santa Catarina
Jornal dos Sports
Jornal A Vitrine
O Rio-s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://portal.an.com.br/2007" target="_blank">A Notícia</a><br />
<a href="http://www.clicrbs.com.br/jornais/dc/jsp/default.jsp?uf=2&#38;local=18&#38;section=Home" target="_blank"> Diário Catarinense</a><br />
<a href="http://www.clicrbs.com.br/jornais/jsc/jsp/default.jsp?uf=2&#38;local=18&#38;section=Home" target="_blank"> Jornal de Santa Catarina</a><br />
<a href="http://www.jsports.com.br/portal/" target="_blank">Jornal dos Sports</a><br />
<a href="http://www.avitrine.inf.br/" target="_blank">Jornal A Vitrine</a><br />
<a href="http://www.oriosulense.com.br/" target="_blank">O Rio-sulense</a><br />
<a href="http://www.novaera.inf.br/" target="_blank">Jornal Nova Era</a><br />
<a href="http://www.obv.com.br/" target="_blank">Jornal O Barriga Verde</a><br />
<a href="http://www.valedoitajai.net/index.php" target="_blank">Portal do Vale do Itajaí</a><br />
<a href="http://www.valeoeste.com.br/" target="_blank">Jornal Vale Oeste</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Como tornar seus filhos, crianças ou já adolescentes, líderes de suas vidas" ]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=669</link>
<pubDate>Sat, 31 May 2008 22:16:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
<guid>http://cristianccss.pt-br.wordpress.com/2008/05/31/como-tornar-seus-filhos-criancas-ou-ja-adolescentes-lideres-de-suas-vidas/</guid>
<description><![CDATA[Há alguns dias, estive no lançamento da mais nova obra de John Maxwell, chamado Livro de Ouro da L]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="padding-left:30px;">Há alguns dias, estive no lançamento da mais nova obra de John Maxwell, chamado <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&#38;ProdTypeId=1&#38;ProdId=21333549&#38;ST=SF6688">Livro de Ouro da Liderança</a>, reunindo os princípios mais importantes destilados em cerca de 40 anos de estudos. Maxwell já vendeu mais de 13 milhões de livros, e escolheu o Brasil para lançamento de seu trabalho mais recente.<br />
Durante o talk show organizado pela Thomas Nelson Brasil, na livraria Cultura, alguém perguntou como poderia ajudar seus filhos a liderarem suas vidas.</p>
<p style="padding-left:30px;">Maxwell pensou um pouco e disse: <em>‘quando eu era menino, os garotos da vizinhança recebiam mesada para jogar o lixo da casa, cortar a grama ou arrumar a bagunça do quintal. Então, fui até meu pai e disse: ‘o filho do vizinho recebe uma mesada para ajudar em casa. Eu acho que mereço também’. Ele me olhou nos olhos e respondeu: ‘você faz parte da família, John, e o trabalho de casa todos nós fazemos e ninguém recebe por isso. Se você acha que tem que receber, antes vou descontar o seu custo, que inclui os nove meses que sua mãe o carregou na barriga. Você ainda vai ficar devendo’</em>.</p>
<p style="padding-left:30px;">
<p style="padding-left:30px;">Nunca mais pedi mesada pelo trabalho em casa, continuou Maxwell. Mas meu pai pagava uma mesada. Só que era diferente. Ele pagava a mim e meus irmãos para nós lêssemos livros. Ele trazia um livro para cada um de nós. Então, todos os dias durante o jantar tínhamos que falar sobre as idéias do autor e qual nossa opinião sobre o capitulo que havíamos lido.</p>
<p style="padding-left:30px;">Assim, todos os dias líamos algumas páginas e falávamos sobre isso ao jantar. Quando terminávamos o livro, meu pai dava o preço de capa do livro para nós, em mesada. Assim, se um livro custava o equivalente a 30 reais, era o que ele nos pagava, depois de terminada a leitura. Isso nos ensinou a ler e entender os livros - coisa que muitos garotos americanos não conseguem fazer hoje - porque tínhamos que explicar o que estávamos lendo, para ele e minha mãe. Além disso, aprendemos a terminar os livros, o que hoje os especialistas chamam de acabativa, que é o que falta para muita gente. Até porque, para que pudéssemos receber a mesada, tínhamos que ler até a última página.</p>
<p style="padding-left:30px;">Em terceiro lugar, aprendi a não trocar dinheiro pelo tempo de trabalho, como faz a maior parte das pessoas, mas pela qualidade do meu trabalho. Trabalhamos muito tempo em muitas situações diferentes de graça, para outros, apenas para que pudéssemos aprender alguma coisa. Isso deixou meu irmão milionário. E eu e minha irmã também não podemos reclamar. Já vendi mais de 13 milhões de livros - e olha que faço isso no meu tempo livre. Até hoje somos voluntários em alguma atividade.<br />
Por último, descobri que isso me tornou muito mais maduro, na escola e na vida. Eu não era, nem sou, mais inteligente que os outros, nem memorizava melhor as informações. Também não tirava notas mais altas que meus colegas.</p>
<p style="padding-left:30px;">Mas descobri que isso não é tão importante. Descobri que nossas escolhas é que são importantes. Quando olhava para as escolhas dos meus colegas, me perguntava como podiam fazer escolhas tão pobres. Quando os via trocando a chance de aprender mais, por alguma festa, um show, ou mais uma saída com os amigos, mais uma loucura qualquer, na universidade, comecei a ver que eu era diferente. Quando os via torrando seus últimos dólares em um carro, ou em alguma idéia mirabolante, achava incrível seus valores - ou a falta deles. Tinha me tornado diferente, porque passei anos lendo o que eles não leram, aprendendo o que eles não aprenderam e escolhendo ficar com pessoas que sabiam muito mais que eu, e não as mais populares.<br />
Meu pai também aparecia na escola, no meio da aula, e me tirava para assistir alguma palestra ou seminário de algum palestrante famoso que estava na cidade. Se era grátis, nós estávamos lá. Se dava para pagar, também. Os professores não entendiam porque ele nos ajudava a “cabular” aulas, mas ele dizia: a aula você pega com um colega. Assistir esta palestra novamente, talvez demore anos’. Assim, em aprendia o que ninguém aprendia, porque meus irmãos e eu éramos os únicos adolescentes nestas palestras.</p>
<p style="padding-left:30px;">Fiz isso com meus filhos que, hoje, fazem com meus netos. Eu os pagava para que pudessem ler e os levava para palestras, seminários e workshops nos quais nenhum pai pensaria em levar os filhos. Porque informações nossos filhos terão na escola, na internet ou em alguma enciclopédia. Mas as escolhas que eles farão depende daquilo que existe dentro deles. E isso é marcado pelas pessoas que os cercam, pelos livros que eles tiverem lido e pelo tempo de qualidade que viveram com pessoas dispostas a ajuda-los. Isso, nenhuma escola vai ensinar.</p>
<p style="padding-left:30px;">Todos os adolescentes que se tornam felizes, equilibrados em bem sucedidos, fazem escolhas poderosas - algumas vezes, muito difíceis e impopulares”.<br />
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<p style="padding-left:30px;"><strong>Escolhas</strong>. Maxwell destaca a importância das escolhas para a sua vida e a de seus filhos. Ajude os adolescentes a fazerem suas próprias escolhas, e eles saberão como fazer o resto. Em seus casamentos, em seus empreendimentos e em sua vida interior.</p>
<p style="padding-left:30px;">Fonte: <span class="a">www.arealocal.com.br/blog/2008/04/</span></p>
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