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	<title>transexualidade &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/transexualidade/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "transexualidade"</description>
	<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 07:45:07 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Para a Secretária de Educação do Município de Belford Roxo]]></title>
<link>http://faizakhalida.wordpress.com/?p=123</link>
<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 18:37:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>faizakhalida</dc:creator>
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<description><![CDATA[Eu, Faiza Khálida Fagundes Coutinho , professora de língua inglesa , matrículas 5508 e 14725 vem ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eu, Faiza Khálida Fagundes Coutinho , professora de língua inglesa , matrículas 5508 e 14725 vem a sua presença requerer:</p>
<p>Cópia do relatório da diretora Vera Lucia Castellar da Escola Municipal São Bento,  em setembro de 2002; bem como do procedimento administrativo decorrente; com base nos artigos 5º, inciso XIV da constituição da República Federativa do Brasil de 1998.</p>
<p>Faiza Khálida Fagundes Coutinho</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Processo ( SEMED ) Mentira em relatório, simulação de que eu não entreguei o planejamento.]]></title>
<link>http://faizakhalida.wordpress.com/?p=87</link>
<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 01:03:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>faizakhalida</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em setembro de 2002 a diretora Vera da Escola Municipal São Bento me afastando desta  Escola , envi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em setembro de 2002 a diretora Vera da Escola Municipal São Bento me afastando desta  Escola , enviou um relatório para a Secretária de Educação Rosângela.</p>
<p>Foi relatado e amplamente divulgado que eu não entreguei o planejamento .</p>
<p>Essa mentira me prejudicou muito.</p>
<p>Eu entreguei o planejamento , antes do tempo previsto, na mão da orientadora pedagógica Fátima , da Escola Municipal São Bento.</p>
<p>Como eu estava sem impressora , pedi a professora Rosemar de Ciências para imprimir o planejamento para mim. Após a reunião entregamos nós duas juntas o planejamento para a orientadora pedagógica ( O.P. ) Fátima que foram colocados em uma pasta na secretaria da Escola Municipal São Bento, no Bairro Wona , em Belford Roxo.</p>
<p>A orientadora pedagógica Fátima me prejudicou muito por ter compactuado com essa mentira constada neste relatório. Pois eu entreguei o planejamento para ela como sempre fiz.</p>
<p>Professora Faiza Khálida Fagundes Coutinho</p>
<p>Matrículas 5508 e 14725</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Processo SEMED 28/03/2003]]></title>
<link>http://faizakhalida.wordpress.com/?p=66</link>
<pubDate>Sat, 16 Aug 2008 17:10:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>faizakhalida</dc:creator>
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<description><![CDATA[Belford Roxo, 28 de março de 2003
Senhora Prefeita do município de Belford Roxo Maria Lúcia Netto]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Belford Roxo, 28 de março de 2003</p>
<p>Senhora Prefeita do município de Belford Roxo <em>Maria Lúcia</em> Netto dos Santos</p>
<p>O meu afastamento da Escola Municipal São Bento no bairro Wona foi uma discriminação.</p>
<p>Em 8 anos de atividades nesta escola , sempre evitei confrontos e atritos.</p>
<p>A Unidade escolar realizava reuniões pedagógicas, reuniões de pais e responsáveis , grupos de estudos e em nenhum momento cogitou-se que eu era uma criadora de problemas , como relatado a SEMED. Ao contrário, sempre ouvia elogios por causa do método de ensinar muito interessante . E porque os alunos , sem exceção gostavam muito . As orientadoras diziam que o meu trabalho  elevava a auto-estima dos alunos e reduzia a agressividade que antes era insuportável.</p>
<p>Não houve qualquer problema disciplinar com alunos, Não houve qualquer problema em relação a notas, Não houve qualquer problema com pais de alunos ou colegas de trabalho nesses 8 anos.</p>
<p>Fui avaliada por um relatório preparado pela diretora Vera , após um dia atípico em que me encontrava muito abatida, descontrolada, revoltada , indignada e nervosa, devido  a pessoas que entravam na escola às 17 horas para me agredir dia-após-dia, quando saíam da Escola mais cedo, com a autorização da diretora Vera,  a coordenadora Denise , ( para chegar na Faculdade ) e o inspetor Alex ( Alexsandro ), os portões da Escola permaneciam abertos, e pessoas estranhas adentravam na escola para ficarem me chamando de viado , sendo humilhada e desrespeitada. Chegaram a me jogar terra, lama e cocô.</p>
<p>Numerosas vezes falava com a diretora Vera , mas a mesma apenas dizia que nada podia fazer, porque a culpa era minha porque eu tinha esse jeito de ser.</p>
<p>A diretora Vera me percebendo abatida, descontrolada e nervosa - rapidamente , para não ser questionada por nenhum funcionário ou aluno -  datilografou um memorando me afastando da primeira escola que eu trabalhei. No mesmo dia ao entregar o memorando na SEMED ( Secretaria Municipal de Educação ) a responsável que o recebeu me disse que aquele memorando era um documento sem valor , pois , além de não ter a data ( nenhum documento era aceito na SEMED sem a data ) , o documento foi péssimamente redigido.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Prefeitura Municipal de Belford Roxo processo 04/001497/03 ( semed )  INCLUSÃO DE ATIVIDADE PEDAGÓGICA TRANSFOBIA E GLBTTs 04/06/2003]]></title>
<link>http://faizakhalida.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 17:48:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>faizakhalida</dc:creator>
<guid>http://faizakhalida.wordpress.com/?p=3</guid>
<description><![CDATA[04/06/2003
Para a equipe pedagógica da SEMED
Ano passado recebi numerosas acusações : de que eu n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>04/06/2003</p>
<p>Para a equipe pedagógica da SEMED</p>
<p>Ano passado recebi numerosas acusações : de que eu não trabalhava direito; de que era uma péssima professora; de que eu perturbava a Escola .</p>
<p>Sempre atuei com dedicação , dando o melhor de mim sempre.</p>
<p>Em relação ao planejamento , solicito orientações para as orientadoras pedagógicas ( incluindo Fátima e Maria da Conceição da Silva Pereira ) a fim de que não usem da obrigatoriedade de se entregar por escrito o documento planejamento, em uma oportunidade para a realização de ameaças, constrangimentos , etc.</p>
<p>Solicito que se oriente orientadoras para que as orientadoras ajam com Ética , e não usem de tudo o que falamos contra nós mesmas.</p>
<p>Em relação ao documento por escrito chamado de planejamento, solicito orientações para as orientadoras pedagógicas a fim de que procurem tabalhar efetivamente no sentido de auxiliar na realização prática do documento . De que procurem trabalhar efetivamente no esclarecimento das novas formas de preenchimento , que vem se alterando a cada ano .  De que não procurem trabalhar apenas na cobrança do documento. De que não procurem trabalhar apenas no julgamento de cada profissional de acordo se o professor ou professora sabe ou não sabe entregar um documento chamado planejamento por escrito ou se determinado professor ou professora pode permanecer naquela Escola . Mas, principalmente, que procurem trabalhar  no sentido de estar ao lado, sem hipocrisia , colaborando para que o profissional ou a profissional consiga adequar o seu real planejamento a todo o desenho , e amparato burocrático que vem sendo alterado ano-a-ano.</p>
<p>Solicito que seja incluída na grade, na proposta pedagógica do Município de Belford Roxo , nas reuniões, nos grupos de estudos , efetivamente , pelo menos, 1 vez a cada bimestre, os temas transexualismo, transexualidade, transfobia . Pude observar que existe muita gente que possui ódio . O preconceito é muito grande nas Escolas. É um ambiente doentio. Eu sendo professora não aguentei. Imagine uma travesti da comunidade que queira se formar no ensino fundamental. Imagine uma transexual que queira estudar e concluir os seus estudos. Imagine um ser humano ainda visto externamente  pela sociedade como " um menino mais assumido e afeminado ", que, talvez até esteja precisando de um encaminhamento concreto para  um acompanhamento hormonal e assistencial , será com certeza apredejado dentro da escola como eu fui humilhada muitas vezes.</p>
<p>Solicito a quem POSSUI COMPETÊNCIA , inclusive no âmbito educacional,  uma ação política efetiva permanente de combate ao preconceito a essa clientela.</p>
<p>Que se fale de como se manifesta essa discriminação dentro da sociedade, da família, da escola .</p>
<p>Que se fale de solidariedade e de tolerância durante as reuniões para os gestores educacionais e as orientadoras pedagógicas. Para que nós trabalhemos principalmente no sentido de tolerar os defeitos que cada pessoa possui, e que é próprio de todo ser humano.</p>
<p>Disseram que eu teria de ser perfeita se quisesse continuar a ser professora .</p>
<p>Eu digo desde já que não sou perfeita . Não pretendo ser perfeita. Nem ser reconhecida por ser perfeita. Cometo erros como todas as pessoas cometem. Algumas pessoas , sim, possuem maior tolerância, humildade, solidariedade, amor,  que outras. E estão numa dinâmica de valorizar o que outro tem de melhor.</p>
<p>Que se eu algum dia vier a errar . Como qualquer outra professora , ou aluna.</p>
<p>Que esse erro não seja o fim de um trabalho, de uma caminhada.</p>
<p>. Ou que esse "erro " ( se é que existe "erro " quando se tem amor e vontade no que faz ) não se tenha um sentido maior que apenas algo que por alguém é visto como " erro " .</p>
<p>Professora Faíza Khálida Fagundes Coutinho</p>
<p>Professora de Língua Inglesa</p>
<p>Matrículas 5508 e 14725</p>
<p>04/06/2003</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[tema de TCC de Direito - Direitos Intrinsecos do Transexual]]></title>
<link>http://educacaomonografia.wordpress.com/?p=56</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 22:29:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>educacaomonografia</dc:creator>
<guid>http://educacaomonografia.wordpress.com/?p=56</guid>
<description><![CDATA[Os novos caminhos do Direito se movem para o respeito aos indivíduos em suas peculiaridades mais í]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Os novos caminhos do Direito se movem para o respeito aos indivíduos em suas peculiaridades mais íntimas, de maneira a resguardar o máximo de direitos inerentes de todas as pessoas.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Assim, a <a href="http://www.monografiaad.com.br">Monografia AD e sua academia de pesquisa monografica</a>, ao escrever uma <a href="http://www.monografiaad.com.br/03_escolhadotema.html">monografia de embasamento para TCC com este tema</a>, optou por divulgar esta temática.</p>
<p style="text-align:justify;">Os transexuais às vezes expressam seus sentimentos de serem diferentes em termos de "viver uma mentira". Se há uma fraude implicada em ser transexual, é a fraude perpetrada pelo transexual antes do tratamento.</p>
<p style="text-align:justify;">A pessoa que completa o tratamento é agora a entidade genuína. Ele ou ela abandonou uma vida de engano e infelicidade. Apesar dos grandes riscos, ele ou ela emergiu como a pessoa que sempre havia sido. Quando se conhece a um transexual, está conhecendo a uma pessoa que sabe como amar, sabe como apreciar a si mesmo ou a si mesma e, como resultado, sabe como amar e apreciar aos demais.</p>
<p style="text-align:justify;">Quantas pessoas "normais" podem reivindicar esta distinção?. O termo "sexo do cérebro" é aquilo que o indivíduo sente/acredita, é seu instinto básico. É o que nasceu consigo, "seu ser", é como alguém sabe, sem dar a isso um nome, que é homem ou mulher.</p>
<p style="text-align:justify;">A transexualidade parece radicar em uma situação de desordem devida a uma disfunção do sistema endócrino, no momento do desenvolvimento fetal. Esta condição causaria um defeito congênito no filho. Este defeito somente pode ser corrigido satisfatoriamente com terapia hormonal e cirurgia genital.</p>
<p style="text-align:justify;">Parte-se de um conceito de sexo "dinâmico" constituído por vários elementos, pelo menos três, e onde em caso de discordância (segundo o modelo dualista e essencialista em último extremo) prevalece o sexo psicológico. Por outra parte, o conceito sobre o que não há acordo científico.</p>
<p style="text-align:justify;">O direito deve confrontar esta situação sem a certeza da ciência, sem que outras disciplinas lhe proporcionem uma definição (estabelecendo-a ele de passagem, como foi historicamente, desde que sexo e sexualidade deixou de ser uma questão moral, ética ou religiosa, e passou a engrossar as questões sobre as quais trata a medicina e o direito, estas duas disciplinas terminaram mais do que definindo o sexo e a sexualidade, construindo-os, controlando-os e normatizando-os). Da mesma forma, os novos <a href="http://www.monografiaad.com.br/17_vidaapos.html">alunos, ao realizarem sua monografia</a>, devem também optar por este viés.</p>
<p style="text-align:justify;">O direito à identidade "sexual"pode passar a fazer parte de um direito mais amplo como é o da identidade "pessoal" . O direito à identidade sexual pode ser um mais dos direitos "da personalidade" e relacionar-se com outros direitos similares como os seguintes, todos profundamente conectados aos direitos dos indivíduos transexuais:</p>
<p style="text-align:justify;">1.- O direito à dignidade da pessoa e ao livre desenvolvimento da personalidade</p>
<p style="text-align:justify;">2.- O direito de toda pessoa a sua saúde:</p>
<p style="text-align:justify;">3.- O direito à integridade psicofísica.</p>
<p style="text-align:justify;">4.- O direito à intimidade e à própria imagem.·</p>
<p style="text-align:justify;">5.- O direito à igualdade e à proibição de discriminação por razão de sexo.</p>
<p style="text-align:justify;">A <a href="http://www.monografiaalpha.com.br">Alpha Pesquisa Monografica </a>apresenta plenas condições de realizar uma excelente monografia para voce.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DIREITOS DA PESSOA E A TRANSEXUALIDADE - tema de monografia de direito]]></title>
<link>http://monografiasalpha.wordpress.com/?p=95</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 22:14:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>monografiasalpha</dc:creator>
<guid>http://monografiasalpha.wordpress.com/?p=95</guid>
<description><![CDATA[Variadas são as questões propostas neste artigo em relação ao reconhecimento do direito à ident]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Variadas são as questões propostas neste artigo em relação ao reconhecimento do direito à identidade "sexual" e concretamente ao direito à identidade "sexual" dos transexuais à luz das contribuições jussociais na análise do Direito e de sua aplicação.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Este artigo foi elaborado pela equipe de <a href="http://www.monografiaac.com.br" target="_blank">Monografias AC - Pesquisas monograficas em Direito</a> como parte de uma monografia referente ao Direito e a transexualidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Para isso vale, de um modo praticamente informativo, assinalar o estado da questão sobre o "direito à identidade sexual" desde uma perspectiva legislativa. Isto é, aquilo que atualmente se encontra nos discursos que aspiram a converter-se em Direito positivo (discursos médico-jurídicos estreitamente relacionados, e que até mesmo se retroalimentam ) e que sobre o recente e inovador "direito à identidade sexual" desse fenômeno que o discurso médico denomina "síndrome transexual". Discursos que se centram na chamada retificação registral do sexo e que implica em certo tipo de repercussões jurídicas em diferentes âmbitos do Direito.</p>
<p style="text-align:justify;">É verdadeiro que o Direito mostrou uma consistente impermeabilidade às propostas teóricas do que foge do padrão masculino e que fugiria da proposta do indivíduo em se reproduzir. Enquanto em outras disciplinas se conseguiu com sucesso reescrever seu discurso incorporando às mulheres, como é o caso da História, no caso do Direito não ocorreu o mesmo talvez porque é mais difícil reescrever"o sexo da lei". Enquanto se considera que a História é uma disciplina social revisável, parece que existir uma crença, compartilhada por insignes juristas, segundo a qual o Direito seria uma Ciência livre de traços ideológicos, sejam estes sexuais, raciais, étnicos ou de classe.</p>
<p style="text-align:justify;">Este novo enfoque social do Direito cada vez se faz mais presente nos âmbitos em que a legislação ainda não pode regular, através das jurisprudências cada vez mais inovadoras no sentido de proteger o indivíduo e seus direitos e interesses. Assim, torna-se natural que cada vez mais <a href="http://www.monografiaac.com.br/monografiasdireito.html" target="_blank">temas de monografias no ramo do Direito</a> tratem sobre caminhos inovadores.</p>
<p style="text-align:justify;">Contrariamente à História, o Direito normatiza o social na prática. Através de Códigos, Legislações, Normas, Disposições, estabelece-se idealmente -e se impõe praticamente- uma maneira de entender os diferentes tipos de relações sociais que estruturam uma sociedade num momento histórico determinado. Foi com o Direito Natural e não com a História - apesar de que suas versões misógenas muitas vezes também foram utilizadas para legitimar que as mulheres não tivessem determinados direitos-, com o que tiveram que lidar as primeiras feministas de nossa modernidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Pode-se afirmar que historicamente o feminismo emergiu quando "filósofos e homens políticos utilizaram a noção de diferença "sexual" para justificar os limites que impunham à universalidade dos direitos individuais".</p>
<p style="text-align:justify;">O universalismo da diferença sexual prevaleceu sobre o dos direitos naturais e, em conseqüência, o indivíduo abstrato não foi neutro, senão indubitavelmente masculino". Converter-se em sujeitos do direito e não em meros objetos dele, ter direitos para poder exercê-los (direitos civis ou políticos), foi o que as mulheres ocidentais os através de lutas com freqüência prolongadas (recorde-se o longo caminho até conseguir o direito ao oto) e ferozmente combatidas pelos defensores do ordem moral mas também, e é o que aqui interessa, pelos encarregados de aplicar e interpretar um ordenamento jurídico no que se faz carne um Direito que poucos ousaram conceitualizar como um potente aparelho ideológico dos Estados democráticos modernos e que menos ainda, e mais tardiamente, poucas - e muito poucos - chamarão de sexista.</p>
<p style="text-align:justify;">As contribuições iusfeministas se caracterizam porque estão atravessadas por uma tensão constante entre a necessidade epistemológica de reelaborar os conceitos que mascaram o fato de que o Direito seja "sexista" seja "masculino", tenha"gênero" e a vontade de combater uma práxis jurídica androcêntrica.</p>
<p style="text-align:justify;">De igual maneira que outras teóricas feministas, as do direito optaram metodologicamente</p>
<p style="text-align:justify;">1) por combater as leituras de sentido comum sobre as relações sociais entre os sexos, leituras que - assumindo um naturalismo essencialista - legitimam a ordem sexual dominante já que se entende que este "sempre foi assim ao serem ‘naturalmente diferentes 'homens e mulheres" e,</p>
<p style="text-align:justify;">2) por serem devedoras das teorias da prática, isto é por situar no centro de suas preocupações aos indivíduos e a suas práticas. Desde os denominados enfoques práticos se assume que os sistemas sociais são sistemas de desigualdade e dominação que têm poderosos efeitos sobre as ações desenvolvidas pelas pessoas, condicionando suas possibilidades reais de atuação.</p>
<p style="text-align:justify;">Neste sentido,os enfoques práticos optam por analisar "as ‘relações objetivas' que não podem nem devem ser desconsideradas. Este enfoque dificulta a seleção de <a href="http://www.monografiaac.com.br/bibliografiamonografia.html">bibliografias relacionadas a TCC de Direito ou monografia correlata</a></p>
<p style="text-align:justify;">Assim, a pretensão deste trabalho não é tratar sobre as pessoas, senão sobre os discursos tanto jurídico como médico que falam sobre o que as pessoas são ou sentem e portanto sobre o que desde um ponto de vista médico e jurídico se pode permitir ou proibir, já que o discurso médico incide especialmente no caráter normativo do discurso jurídico.</p>
<p style="text-align:justify;">Em mais de uma ocasião a análise dos argumentos dos discursos médico-jurídicos nos mostra que mais do que de questões de ciência ou de lei, fala-se da problemática da construção social do sexo, ainda que se obvie, ou inclusive se negue sob uma falsa neutralidade científica, sobre um discurso que apela à natureza, e revindica o natural.</p>
<p style="text-align:justify;">Infelizmente, o significado de "natureza", não é transparente. Sua verdade foi utilizada para justificar nossa violência e nossa agressão inatas, bem como nossa sociabilidade fundamental. Foi esgrimida para legitimizar nossa maldade elementar e celebrar nossa bondade essencial. Ao que parece há tantas naturezas como valores opostos".</p>
<p style="text-align:justify;">Pretende-se referir às dificuldades com as que se encontram tais discursos em nossa sociedade dada sua limitada produção conceitual à hora de dar conta de uma realidade como é "a diversidade sexual", já que parece que mais do que explicar a realidade o que pretendem é que tal realidade se acomode a suas construções descaradamente essencialistas.</p>
<p style="text-align:justify;">Lembre-se, a <a href="http://www.monografiaad.com.br" target="_blank">Monografia AD e seu time em monografias </a>pode realizar excelentes pesquisas monográficas para auxiliar você com conteúdo bibliográfico para que você realize sua própria monografia ou seu TCC</p>
<p style="text-align:justify;">Nem a medicina atual nem o atual direito positivo se reivindicam de nenhum tipo de essencialismo, no entanto os argumentos que utilizam com relação a esta questão, claramente os são.</p>
<p style="text-align:justify;">Para maiores esclarecimentos acerca dos aspectos sociais e médicos envolvendo a <a href="http://www.transexual.com.br" target="_blank">transexualidade, segue um excelente link </a>sobre uma equipe médica e que oferece vários artigos referentes ao tema</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Artigo publicado: Changing Sex or Changing Minds]]></title>
<link>http://estereotipos.wordpress.com/?p=861</link>
<pubDate>Mon, 19 May 2008 10:48:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.wordpress.com/?p=861</guid>
<description><![CDATA[Título: Changing Sex or Changing Minds: Specialist Psychotherapy and Transsexuality 
Autor: Az Hake]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Título: Changing Sex or Changing Minds: Specialist Psychotherapy and Transsexuality </p>
<p>Autor: Az Hakeem</p>
<p>Periódico: Group Analysis 2008;41 182-196</p>
<p>Resumo: <a href="http://gaq.sagepub.com/cgi/content/abstract/41/2/182?etoc">clique aqui para obter</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fracturante]]></title>
<link>http://corresponsalenoporto.wordpress.com/?p=104</link>
<pubDate>Sun, 09 Mar 2008 14:53:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornada</dc:creator>
<guid>http://corresponsalenoporto.wordpress.com/?p=104</guid>
<description><![CDATA[O colectivo &#8216;Transexualidad-Euskadi&#8217; decidiu mudar o seu voto &#8212; pedido há quatro ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O colectivo 'Transexualidad-Euskadi' decidiu mudar o seu voto -- pedido há quatro anos para o PSOE -- e <a href="http://actualidad.terra.es/articulo/transexualidad-euskadi_iu_colectivo_anima_transexuales_2302448.htm">apelar à cruzinha na IU</a>, "porque prometió en su programa regular el derecho de los transexuales a la rectificación registral del sexo y la inclusión del tratamiento en el catálogo de prestaciones del Sistema Nacional de Salud."</p>
]]></content:encoded>
</item>

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