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	<title>suserano &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/suserano/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "suserano"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 01:04:55 +0000</pubDate>

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<item>
<title><![CDATA[Imagem do Dia - 03/06/2008]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=267</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 20:43:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
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<description><![CDATA[Word of Wacraft também tem os seus ladinos, não é?

Desejam alguma imagem por aqui em especial?
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Word of Wacraft também tem os seus ladinos, não é?</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://wow.gameamp.com/modules/info/uploads/class_3.jpg" alt="" /></p>
<p>Desejam alguma imagem por aqui em especial?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Apresentação de Personagens - Konar, o Bárbaro – O espírito da fera!]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=248</link>
<pubDate>Tue, 27 May 2008 14:52:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Na antiga Siméria, região distante das grandes capitais e esquecida pelo tempo, nasce Konar, cria]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://gregpinto91.free.fr/bof3/rei.jpg" alt="" /></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Arial;">Na antiga Siméria, região distante das grandes capitais e esquecida pelo tempo, nasce Konar, criança forjada no calor das batalhas assim como qualquer bárbaro nascido no clãn nômade, Argoniano. Clãn devoto de seus antepassados, e famoso por batalhar a frente de exércitos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Arial;">Em sua oitava primavera, a esperada hora de se juntar aos mais velhos nas caçadas e nos saques havia chegado, seu espírito aventureiro não agüentava mais o “enclausuramento” de sua aldeia e após um simples ritual de passagem para fase adulta, ele e outras duas crianças partem com os mais velhos para um saque planejado especificamente para a ocasião. As mães pranteavam pelos filhos e temiam pelas suas vidas, más, em nenhum momento Konar olhou para trás, um Argoniano é assim, não há espaço para sentimentalismos em seus corações.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Arial;">Todos partem em direção as montanhas a emboscada havia sido planejada naquela região por ser passagem obrigatória a viajantes. Naquele momento as vítimas seriam um comboio de Ciganos desprevenidos e aparentemente indefesos. Konar sentia em seu corpo a adrenalina que os mais velhos descreviam em suas histórias e sabia que aquela sensação o mantinha mais vivo do que jamais esteve em toda sua vida.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Arial;">Eles partem em direção ao comboio, os Ciganos não tem nenhuma chance contra o bando de saqueadores, Konar havia sido instruído a atacar a carruagem mais ornamentada e aparentemente mais “rica” de todas. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Arial;">Entrando na carruagem já desprotegida, Konar vê uma senhora, uma velha de comportamento seniu, que imediatamente fala ao garoto; “Você jovem, se diverte com essa chacina?” Konar se surpreende com a pergunta mas continua sua investida, e a velha repete novamente a pergunta, “Você realmente está se divertindo jovem?”, Konar responde dessa vez; “Sim, eu esperei muito por isso.”, imediatamente a idosa começa a pronunciar palavras em um idioma desconhecido pelo pequeno bárbaro que é imediatamente alertado por um membro mais velho que a mate antes que ela termine de falar, Konar se apressa em mata-la e com um pouco de hesitação faz seu trabalho. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Arial;">Antes de morrer a velha fala em um distinto tom de ironia, “Agora você realmente irá se divertir garoto”, Konar não entende e também não dá atenção as palavras da senhora, pois suas mãos encharcadas de sangue pela primeira vez, o deslumbram e prendem sua atenção totalmente.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Arial;">O ataque ao comboio havia sido bem sucedido nenhuma baixa no grupo de bárbaros, os três garotos conseguiram passar no “ritual” de passagem para vida adulta e imediatamente voltaram com o saque para a aldeia.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Arial;">Anos se passaram, agora um adolescente em sua décima oitava primavera, Konar se torna extremamente agressivo em suas batalhas, sem piedade nem misericórdia de seus adversários, a ponto de deixar seus próprios adversários receosos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Arial;">Em uma certa noite, durante um pesadelo não costumeiro, lapsos de uma fera selvagem passam pela sua mente, em seu sonho ela o ataca e ele tenta de todas as formas se defender mas a força da fera é extremamente superior a sua. Quando Konar acorda de seu pesadelo, toda sua aldeia havia sido dizimada, crianças e mulheres não haviam sido poupadas, entranhas espalhadas por toda parte, o gosto de sangue em sua boca e carne entre as unhas as marcas de batalha pelo seu corpo, o fizeram entender que não havia sido um ataque de inimigos e sim ele que ocasionou toda aquela destruição.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Arial;">Confuso e traumatizado com tudo que havia acontecido, Konar buscou forças de todos os seus antepassados para enterrar cada habitante da aldeia inclusive os mais importantes, sua própria família. Enquanto tentava se concentrar em sua ultima oração, Konar lembrou-se das ultimas palavras de sua primeira vítima, a velha cigana, e imediatamente relacionou os incidentes. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Arial;">Anos se passam, Konar está agora em seu vigésimo quinto inverno, em uma jornada particular em busca de alto-controle e força, força para vencer a “fera” interior. O incidente do passado ainda o assombra, mas, diferente do passado ele agora conhece e é capaz de controlar aspectos de sua “natureza selvagem”, após anos de treinamento ele sabe do que é capaz e sabe também o quanto é perigoso utilizar a força do monstro em seu beneficio. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Arial;">Camponeses contam lendas que narram a história de um homem capaz de se transformar e um animal por vontade própria em campo de batalha, mal sabem eles que essas histórias sempre tem um pouco de verdade nelas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><strong><em><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Arial;">- “Ele caminha agora na direção da Capital Central do Reinado, em busca de maneiras de aperfeiçoar tanto suas técnicas na esgrima quanto seu espírito, o bárbaro saqueador e destrutivo não morreu........ele apenas virou um bárbaro destruidor!”</span></span></em></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Apresentação de Personagem - Teutates Arthan, O Alban Arthan]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=243</link>
<pubDate>Thu, 22 May 2008 11:04:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
<guid>http://suserania.wordpress.com/?p=243</guid>
<description><![CDATA[ 
Apresentação de mais um personagem do nosso grupo
 
Jovem guerreiro, prepotente, orgulhoso e f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Apresentação de mais um personagem do nosso grupo</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Jovem guerreiro, prepotente, orgulhoso e feroz em combate, assim que poderias estar definindo a <strong>Teutates Arthan - Alban Arthan</strong> em poucas e diretas palavras.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;"><img class="alignnone" src="http://druidnetwork.org/files/sacredsites/stonehenge/dh_stonehenge_sml.jpg" alt="Stonehenge" /><a href="http://druidnetwork.org/files/sacredsites/stonehenge/dh_stonehenge_sml.jpg"></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><em><span style="font-size:10pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Alban Arthan (Solstício de Inverno)</span></span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><em><span style="font-size:10pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">21 de Dezembro no Hemisfério Norte</span></span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><em><span style="font-size:10pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">21 de Junho no Hemisfério Sul</span></span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><em><span style="font-size:10pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">É essencialmente o nascimento da morte- a morte é o velho sol e a vitória temporária da escuridão, o nascimento da criança-sol através da escuridão, é o período da semente do espírito vivo. É o momento de deixar ir tudo o que está morrendo ou terminando, é o período de escuridão e do reconhecimento do renascimento da alma, assim podemos nos abrir para tudo que é novo.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><em><span style="font-size:10pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Passe alguns momento em total escuridão, sentindo o vazio. Então acenda uma única vela e ande pela casa, cômodo por cômodo, acendendo uma vela em cada cômodo (leve a luz à sua casa).Nesta época podemos ir para cama mais cedo, como uma semente. Decore seu altar com elementos de época. Beba Hidromel em celebração ao ano que irá se iniciar.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Nascido entre os grandes montes gélidos (nome que ficam as montanhas doa anões e dos dragões de ametista) aonde desde seu inicio de vida foi uma competição ferrenha para sobreviver naquele clima extremo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Quando bem jovem seus principais passatempos era treinar com pedaços de madeiras ou ate mesmas espadas enferrujadas. Com o passar do tempo ele e outros membros da tribo foram chamados pelos grandes dragões de ametistas para servir a eles e ao reino a qual também faziam partes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Muitos que foram ficaram alegres, mas <strong>Teutates</strong> ficou muito furioso por ver se preso a isto que ele achava uma perda de tempo. Passou o tempo e os treinamentos dentro da montanha e fora eram cada vez mais duros, mas se via nitidamente uma discriminação entre os meios dragões e os humanos como ele. Os Dragões e os sacerdotes sempre forneciam melhores meios e condições para os meios-dragões, muitos dos colegas de <strong>Teutates</strong> não sobreviveram nem ao treinamento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Ficando mais forte e mais hábil, foi de meio a força conquistando o espaço em que os meios-dragões perdiam. Conseguindo a chegar a ser chamado de apenas a segunda escolha para o combate, perdendo apenas para o Paladino Meio-dragão.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Manteve seu treinamento pessoal para se tornar mais forte e mais resistente sempre, alem do treinamento que tinha. Cada vez se manteve ao lado da sociedade que estava inserido e também sua fome por combate e vontade de conquistar seu espaço aumentara com o tempo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">Mas mesmo assim procurava resposta para uma marca que possuía em seu peito, esta marca só aparecia em determinadas situações. Mas com o passar do tempo tinha se tornado cada vez mais freqüente o aparecimento da mesma.</span></span></span></p>
<p><a href="http://i105.photobucket.com/albums/m208/roxasdestiny/soulcalibur-iv-20070919063309833.jpg"></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;"><img class="alignnone" src="http://i105.photobucket.com/albums/m208/roxasdestiny/soulcalibur-iv-20070919063309833.jpg" alt="Armadura" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;">Nem por isso desistiu de conquistar o seu futuro e estabelecer quem realmente ele é. Uma das suas partes de conquista foi exatamente a de estudar os metodos militares e sua forma de utilização tanto nos campos de batalha como tambem na vida.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;">Um guerreiro para estabelecer uma nova linha do presente, para o futuro novo.</p>
<p>Texto por: Fenrir, Christian Alencar</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frase do Dia - 21/05/2008]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=242</link>
<pubDate>Wed, 21 May 2008 17:47:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
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<description><![CDATA[


&#8220;É impossível haver progresso sem 
mudanças, e quem não consegue 
mudar a si mesmo não]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div id="1esw" class="ArwC7c ckChnd">
<div>
<ul>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;font-family:Nokia Sans;">"É impossível haver progresso sem </span></p>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;font-family:Nokia Sans;">mudanças, e quem não consegue </span></p>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;font-family:Nokia Sans;">mudar a si mesmo não muda coisa </span></p>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;font-family:Nokia Sans;">alguma."</span></p>
<p align="center"><span style="font-size:medium;font-family:Nokia Sans;">(George Bernard Shaw)</span></p>
<p align="center"><strong><span style="font-family:Nokia Sans;">George Bernard Shaw (26 de julho de 1856 - 02 de novembro de 1950).</span></strong> <span style="font-family:Nokia Sans;">Escritor irlandês, vencedor do prêmio Nobel de literatura em 1925. Filho de uma tradicional mas empobrecida família protestante, foi de início instruído por um tio, mas rejeitou a educação escolar e aos 16 anos empregou-se em um escritório. Adquiriu amplo conhecimento artístico graças à mãe, Lucinda Elizabeth Gurly Shaw, e às freqüentes visitas à National Gallery da Irlanda. </span></p>
<p align="center"><span style="font-family:Nokia Sans;">Decidido a se tornar escritor foi morar em Londres (1876), porém por mais de dez anos seus romances foram recusados por todos os editores da cidade, assim como a maior parte dos artigos enviados à imprensa. Tornou-se vegetariano, socialista, orador brilhante, polemista e fez as primeiras tentativas como dramaturgo.</span></p>
</ul>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um paladino, um destino, um caminho e varias escolhas – Parte 13]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=241</link>
<pubDate>Wed, 21 May 2008 11:48:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
<guid>http://suserania.wordpress.com/?p=241</guid>
<description><![CDATA[(É chegada a hora da derradera escolha do nosso Paladino. Neste ultimo post encontraremos as respos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>(É chegada a hora da derradera escolha do nosso Paladino. Neste ultimo post encontraremos as resposta para o que vem a ser UM PALADINO, UM DESTINO, UM CAMINHO E VARIAS ESCOLHAS)</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">O Paladino voa para chegar a sua terra usando as suas novas forças e habilidades, conseguindo chegar rapidamente, menos de 2 dias. Logo que chega vai a presença dos grandes dragões de ametista e do sacerdote que se coloca a frente.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Sacerdote: “Que vens a fazer aqui?”</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Paladino: “Vim para prestar as minhas contas e também fazer as minhas escolhas”</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Sacerdote: “Como séria isso?”</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Paladino: “Vou abdicar de tudo que tenho de mais valor para que com isso realmente consiga fazer que a minha promessa se cumpra. Defender as nossas terras.”</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">O Paladino remove a armadura e os escudos postando os mesmo na frente dele e do sacerdote que se mostra assustado com o estado que esta o Paladino e a armadura, como também a sua arma. Os dragões sussurram mentalmente para os dois.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Dragões: “Cumpra o seu destino em sua real força e coração.”</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Os dois entram em uma câmara paralela a dos grandes dragões aonde séria a forja mística. Nesta aonde foi forjada originalmente a armadura e suas armas. Dentro desta forja se encontra um guerreiro humano de braços cruzados que nitidamente esperando por alguma coisa.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Sacerdote: “Estou vendo que esta realmente ansioso, me ajude aqui então.”</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"><img class="alignnone" src="http://files.turbosquid.com/Preview/Content_on_9_17_2002_18_40_00/room.dxf_thumbnail1.jpg3629448D-7586-4970-A1767F098B7E2772.jpgLarge.jpg" alt="" /></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">O Sacerdote coloca a armadura sobre uma placa que fica embaixo de uma plataforma e o guerreiro começa a abrir uma portinhola em baixo aonde veio o calor do magma fumegante que corre dentro das montanhas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">O Paladino se move ate a estrutura e corta os seus pulsos com as suas garras e deixa que seu sangue escorra sobre a armadura e ao mesmo tempo que libera sua essência e sua magia sobre a armadura.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Vira para o guerreiro, seja o nosso futuro. Meu destino esta finalizando aqui, meu caminho foi trilhado ate aqui e a minha escolha fazer se servir de outra forma. Seja o meu novo destino, seguindo seu caminho e a nossa escolha.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Dando o seu sangue, a sua essência e sua magia para armadura o Paladino se torna uma energia que envolve a armadura enquanto a mesma mergulha na forja e a lava para tomar a sua forma enquanto este e abençoado pelo sacerdote e um grande clarão de energia imergindo da forja que faz envolver o guerreiro, erguendo ate o tubo de energia. Ergue do meio da lava e da forja uma bola de energia brilhante e reluzente que vai em grande velocidade em direção ao guerreiro, que ao atingi-lo provoca um enorme clarão que faz cegar momentaneamente o Sacerdote e fazendo chamar atenção de outros monges e soldados do reinado, quando todos entram e erguem o Sacerdote vem o guerreiro se erguendo vestindo a sua nova armadura.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;"><img class="alignnone" src="http://i198.photobucket.com/albums/aa92/BrazilGameMaster/Soul%20Calibur/SiegfriedArtSC4.jpg" alt="" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Os caminhos se entrelaçam para o cumprimento do destino de todos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Fim ou um simples novo começo?</span></span></p>
<p>Texto por: Fenrir, Christian Alencar</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frase do Dia - 20/05/2008]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=240</link>
<pubDate>Tue, 20 May 2008 18:56:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
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<description><![CDATA[

&#8220;Há um tempo em que é preciso 
abandonar as roupas usadas, que já 
tem a forma do nosso c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div>
<ul>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;font-family:Nokia Sans;">"Há um tempo em que é preciso </span></p>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;font-family:Nokia Sans;">abandonar as roupas usadas, que já </span></p>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;font-family:Nokia Sans;">tem a forma do nosso corpo, e </span></p>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;font-family:Nokia Sans;">esquecer os nossos caminhos, que </span></p>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;font-family:Nokia Sans;">nos levam sempre aos mesmos </span></p>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;font-family:Nokia Sans;">lugares. É o tempo da travessia: e, se </span></p>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;font-family:Nokia Sans;">não ousarmos fazê-la, teremos ficado,</span></p>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;font-family:Nokia Sans;"> para sempre, à margem de nós </span></p>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;font-family:Nokia Sans;">mesmos."</span></p>
<p align="center"><span style="font-size:medium;font-family:Nokia Sans;">(Fernando Pessoa)</span></p>
<p align="center"><strong><span style="font-family:Arial;">Fernando António Nogueira Pessoa (Lisboa, 13 de junho de 1888 - 30 de novembro de 1935),</span></strong><span style="font-family:Arial;"> foi um poeta e escritor português. É considerado um dos maiores poetas de língua portuguesa, e o seu valor é comparado ao de Camões. O crítico literário Harold Bloom considerou-o, ao lado de Pablo Neruda, o mais representativo poeta do século XX. Por ter vivido a maior parte de sua juventude na África do Sul, a língua inglesa também possui destaque em sua vida, com Pessoa traduzindo, escrevendo, trabalhando e estudando no idioma. Teve uma vida discreta, em que atuou no jornalismo, na publicidade, no comércio e, principalmente, na literatura, onde se desdobrou em várias outras personalidades conhecidas como heterônimos. A figura enigmática em que se tornou movimenta grande parte dos estudos sobre sua vida e obra, além do fato de ser o maior autor da heteronímia.</span><strong></strong></p>
</ul>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hon]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=239</link>
<pubDate>Tue, 20 May 2008 11:20:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
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<description><![CDATA[Havia há muitos milênios uma raça de homens que se mudou para uma península que estava sendo tra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Havia há muitos milênios uma raça de homens que se mudou para uma península que estava sendo tragada pelo mar. Fizeram isso porque desejavam paz e porque acreditavam que o mar levaria tempo demais para concluir seu serviço. Esse povo chamou sua nova terra de Hon e se autoproclamaram honjins.</p>
<p>Esse povo era composto por humanos diferentes, mas que se diferenciaram mais com o passar das eras por evoluírem separadamente do resto da humanidade. Preferiam comer cereais a animais, sendo que dentre os animais de que se alimentavam preferiam os que viviam no mar. Desenvolveram também ciência, política, religiões e toda uma gama de costumes inéditos, mas em comum com o resto da humanidade tinham o gosto pela guerra e muitos morriam ano após ano. Era comum por isso as famílias não se preocuparem com a quantidade de filhos que teriam, pois os empregos em diversas atividades apareciam todos os anos e sempre se poderia ingressar do exército de algum senhor feudal ou ser camponês e trabalhar nos campos desse mesmo senhor.</p>
<p>As armas e formas de combate eram os mesmos do resto do continente, com pequenas variações. Com o passar do tempo, entretanto, a península se tornou numa enorme ilha e as armas e formas de combate foram se aperfeiçoado. Mais alguns milênios se passaram e a grande ilha se tornou um grande arquipélago, as lutas se intensificaram e os honjins viram surgir um senhor que dominou a todos os outros, que foi considerado o primeiro imperador de Hon. Seu nome era Poto.</p>
<p>O império de Poto era justo e marcado pela sabedoria. Uma nova era nascia então para os honjins, com as artes da guerra sendo estudadas e debatidas por sábios e militares, avançando sem matança, tornando a técnica apurada e a casta dos guerreiros a mais cobiçada. As noções de honra, lealdade, justiça e prosperidade foram reescritas neste período e quando Poto faleceu, ninguém reclamou quando seu filho assumiu seu cargo. Assim surgiram as dinastias.</p>
<p>É claro que não deixaram de haver períodos conturbados na dinastia Poto. Os novos problemas que apareceram vinham dos costumes antigos, que precisavam ser revistos, e das pessoas que fariam de tudo para não abandonar esses mesmos costumes. As pessoas gostavam, por exemplo, de ter grandes famílias, com as mulheres tendo filhos enquanto vivessem, e como não havia mais guerras, logo o arquipélago ficou abarrotado de gente, e ninguém queria deixar de ter ao menos vinte descendentes, número esse considerado pequeno para o padrão honjin.</p>
<p>Não havia lugares para morar e plantar o suficiente. Enterrar os mortos era um problema, uma vez que os antigos costumes não permitiam outra destinação ao corpo. A vida marinha perto da costa começou a rarear e foi assim que os honjins foram desenvolvendo a marinha e se afastando cada vez mais de Hon em busca de comida. Logo estavam fazendo acordos comerciais com o continente, mas os antigos ainda não gostavam de nada que viesse de fora de Hon ou que não fosse produzido por um honjin.</p>
<p>Foi desenvolvido um sentimento de orgulho por ser honjin. Qualquer habitante do arquipélago percebeu que o resto dos humanos era, na maioria, desengonçado, cheirava mal, desleixado, vestia-se mal e não sabia seu lugar na sociedade. A maior parte dos habitantes do além-mar era ignorante e não possuía parentes importantes, mesmo entre seus antepassados. Tudo muito diferente dos honjins!</p>
<p>Ainda assim os estrangeiros começaram a chegar para morar em Hon e houve aqueles entre os honjins que acharam alguns deles realmente bonitos. Com os jovens era mais comum aceitar abertamente o amor por um dos estrangeiros e logo vieram os casamentos entre povos. E logo atrás veio a guerra.</p>
<p>A guerra devastou as cidades e praticamente todos os estrangeiros foram mortos ou deixaram o país com o auxílio dos honjins simpatizantes. Muita coisa mudou então, pois ainda havia gente demais para que se deixassem de lado os acordos comerciais com o continente, ainda que os estrangeiros não fossem bem vindos. A dinastia Poto caiu e a dinastia Han foi posta no lugar e novas religiões, trazidas de fora, foram adotadas por habitantes locais.</p>
<p>Han optou por soluções drásticas: proibiu religiões estrangeiras e um grande ritual foi feito pra expulsar os deuses que entravam em Hon, expulsou es mestiços e a partir daquela data os que simpatizavam com os estrangeiros foram encarregados de lidar com eles, realizando todas as transações necessárias para a sobrevivência e manutenção da nação no continente.</p>
<p>Os que passaram a viver a maior parte do tempo fora de Hon perceberam melhor a cultura estrangeira mas, por mais que simpatizassem com estes, decidiram manter sua cultura intacta fora de sua terra natal. Com o passar dos anos, porém, estes percebiam o que os estrangeiros poderiam acrescentar e incorporavam isso ao seu modo de vida. Principalmente naquilo que se referia à guerra.</p>
<p>Foi assim que surgiram os melhores guerreiros de Hon. Estes novos guerreiros tinham a técnica de combate e espionagem testada e comprovada por milênios, eram especialistas em armas exóticas e conheciam movimentos que só uma parte dos habitantes de seu arquipélago natal conheciam, associadas à técnicas como conhecimento em venenos do mundo todo e línguas secretas. Recentemente incorporaram armas de fogo ao seu arsenal, tão logo entraram em contato com elas. Tudo o que se mostre válido pra a sobrevivência deve ser anexado ao treinamento do guerreiro.</p>
<p>As várias escolas e estilos que foram surgindo foram reunidas em uma só, o que apenas fortificou a arte, sendo que guerreiros do mundo todo treinam com mestres que por sua vez treinam com os que unificaram as escolas, para que a arte permaneça una e eficiente. Esta arte é conhecida como Arte das Sombras, ustutaji, no idioma honjin, e pode ser ensinada também para os estrangeiros que se mostrarem merecedores.</p>
<p>RESUMO</p>
<p>Terra: Hon;<br />
Relevo importante: não há;<br />
Habitantes: honjins;<br />
Língua oficial: honjin;<br />
Número de habitantes: vários milhões;<br />
Cidades: muitas, do tamanho de vilas a maioria, com nomes desconhecidos;<br />
Sistema de contagem: um próprio e o comum;<br />
Economia: baseada na agricultura e piscicultura;<br />
Armas manufaturadas: uma enorme variedade de lâminas similares às do resto do mundo;<br />
Habilidades comuns (para os encontrados fora de Hon): manufatura de espadas, escalada à mão livre, escalada com garras, escalar muralhas, luta desarmada, luta com bastão curto, luta com bastão, luta com corda ou corrente, luta com lâminas arremessáveis, luta com faca, luta com espada, meditação, salto, corrida, quaisquer habilidades ligadas à negócios e diplomacia;<br />
Personalidades: Poto, o primeiro imperador;<br />
Deus: vários próprios e alguns comuns ao resto do mundo;<br />
Itens comuns: lâminas de arremesso, espada, faca, garras para escalada, corda, dinheiro;<br />
Aparência do povo: Pele clara e olhos estreitos, de rosto quadrado de ossos fortes e aparentes com um olhar complacente. Os homens usam seus cabelos curtos e as mulheres muito compridos. Tais cabelos são negros, assim como seus olhos. Não gostam muito de adornos e nem de pinturas ou tatuagens corporais. Tudo isso pode ser dito dos que vêm ao continente, mas pouco se sabe dos que moram na ilha;<br />
Características marcantes: Costumam falar com sabedoria simples e direta, deixando pouco espaço para a discussão. São extremamente esmerados em qualquer coisa que fazem, mesmo ao servir chá para si mesmos, por exemplo.</p>
<p>Texto por: Ricardo "Cão Babão"</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Apresentação de Personagens - Icarus]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=238</link>
<pubDate>Mon, 19 May 2008 19:42:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Bom que vamos fazer agora e apresentar os nossos personagens de nossas mesa de jogo, que nós reuni]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><img class="alignnone" src="http://cache.kotaku.com/images/2006/04/fake_kid_icarus_art.jpg" alt="icarus" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Bom que vamos fazer agora e apresentar os nossos personagens de nossas mesa de jogo, que nós reunimos todos os domingos. Vamos começar pelo Icarus</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Filho de um grande ser Celestial, Icarus nasceu em um vilarejo no qual foi tratado como um presente dos deuses. Por ser de uma aparência fora do comum e por possuir asas tão brancas como as dos anjos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Quando ainda criança, foi recrutado pelos Clérigos do reino para que desde cedo já fosse descobrindo seus dons e a traçar seu caminho. Sempre foi gentil com as pessoas, seus poderes logo foram se desenvolvendo e cada ano que se passava mais se tornava uma venerado pelo seu povo. Com isso alcançou um posto muito importante no Clero e voltando ao seu vilarejo construiu um grande templo para que seu povo pudesse ter as graças divinas e seu povo evoluir mais ainda.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>            </span>Seu vilarejo viveu em paz por um bom tempo, ate antes de um ataque orc que graças aos seus deuses ele e sua pequena milícia de 100 soldados conseguiram impedi-los. O que ele não sabia era que uma guerra estava a ponto de eclodir bem em seu território. Uma carta do Alto-Clero chegou avisando-o de que sua presença se fazia necessária na Capital do Reinado (não lembro o nome). Deixa um de seus discípulos mais dedicados no comando do templo e parte para a grande Capital antes abençoando todos de seu vilarejo e dizendo que volta o mais rápido possível...</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Continua no próximo capitulo...</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Texto: Gelson Junior "Malkavino"</span></span></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um paladino, um destino, um caminho e varias escolhas – Parte 11]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=234</link>
<pubDate>Fri, 16 May 2008 11:56:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Paladino começa a sentir o seu corpo, a sua mente flutuar, os seus pensamentos estão confusos e ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">O Paladino começa a sentir o seu corpo, a sua mente flutuar, os seus pensamentos estão confusos e esparsos. Ele lentamente começa abrir os seus olhos para tentar entender o que houve após a sua ultima lembrança.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;"><img class="alignnone aligncenter" src="http://pt.xihalife.com/wallpapers/images/171_1024.jpg" alt="" width="512" height="384" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">Ao abrir os seus olhos ele esta vendo as coisas nevoadas, com imagens sibilantes e levemente brilhosas. Esfregava os seus olhos para ver se conseguia enxergar melhor o que estava a sua volta, mas as imagens não estavam melhorando mais do que aquilo que ele já via, quando ele houve uma voz conhecida.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><em><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">“Venha”</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">Ele procurava a voz, parecia que vinha mais a frente.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><em><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">“Venha que e chegada a hora”</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">Caminha em direção aonde aquela voz o chamava, cada passo que dava começa a formar melhor a imagem da catedral de gelo que outra hora ficava no topo das montanhas geladas do reino que jurou prometer. Mas a séculos havia acontecido a queda do pico da montanha aonde se encontrava esta magnífica catedral, várias de suas partes se despencaram nos quatros cantos dos montes, levando consigo seu esplendor, poder e conhecimento dentro dela. Só que a qual o Paladino adentrava estava totalmente intacta, como as lendas e os dragões contavam que era.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><em><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">“Venha, não temos muito tempo. E hora de realmente saber de seu destino, escolher seu caminho com as suas inúmeras escolhas.”</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/11/Sweden_Ice_Hotel_5.jpg"><em><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"></span></em></a><em><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"></span></em></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/11/Sweden_Ice_Hotel_5.jpg" alt="Salão" width="533" height="400" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">O Paladino chega a um grande salão com um símbolo gigantesco entalhado no chão, ressonava com o frio e possuía um brilho azulado com pequenas chamas de mesma cor dançantes sobre o símbolo. Como o chão era parcialmente transparente dava para observar que o símbolo ficava exatamente sobre o pico da montanha e dali se via os quatro cantos da região.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">Na parte que se apontava para o norte, estava uma figura humanóide com um manto levemente prateado e com detalhes em branco olhando para a direção do norte.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><em><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">“Venha meu jovem, seu momento para a escolha e chegado. Seu coração e mente se alinharam para ter a sua tomada de decisão para a escolha de seu destino seja feito.”</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">Paladino: “O que estas a falar? Quem e você?” – Se aproximando cada vez mais do símbolo e da figura humanóide.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">“O seu desespero e inerente, se sente realmente incapaz. Achas que deve dar lugar a outro para que possa lhe suceder melhor e dar uma esperança ao reino e aqueles que você jurou proteger”</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">Paladino: “Falas que como me conhece-se por dentro. Como se fosse eu. Você e meu lado obscuro de minha mente.”</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">“Não, apenas o seu Deus” – Neste momento a forma humanóide se torna em um gigantesco dragão de Plantina, era Bahamut que falava com o Paladino.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">No momento da transformação o Paladino se encontrava sobre o símbolo e o todo resto da catedral começa a se partir, mostrando para aonde cada parte da catedral rui na montanha, e o Paladino começa a cair junto com a catedral.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">E quando pensava que sua morte era certa por causa da queda, vê o grande Bahamut vindo em sua direção segurando em sua mão e dando a sua baforada de energia no do Paladino na forma do símbolo que tinha visto na catedral.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;"><img class="alignnone" src="http://images.elfwood.com/fanq/s/i/silverstar2/bahamut_ff9.jpg" alt="" width="319" height="400" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">O Paladino acorda assustado, suando e ofegante em sua cama. Olha em volta, vê que esta em um quarto do palácio do reino. Veste as suas roupas, mas ao fundo percebe a sua armadura e sua arma, ambas bem danificadas, rachadas e faltando pedaços. Todo aquele pesadelo da batalha realmente deixou praticamente destruída e inutilizada, necessitando de um grande esforço para seu concerto.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">Vai lentamente indo para a varanda principal ver como estão as coisas, saber em que estado esta a capital e vê se a guerra já chegou aos portões da capital. Ao chegar à varanda, percebe uma forte rajada de vendo que atingi continuamente, vê que a cidade toda esta flutuando e se movimentando.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;"><a href="http://www.csontos.com/images/Digital-castle-clouds-2.jpg"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"></span></a><img class="alignnone" src="http://www.csontos.com/images/Digital-castle-clouds-2.jpg" alt="" /><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">(Continua...)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span style="font-size:small;">Texto por: Christian Alencar</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frase do Dia - 15/05/2008]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=233</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 20:53:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
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<description><![CDATA[
“Para sempre é muito tempo. O tempo
 não pára! Só a saudade é que faz as
 coisas pararem n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<ul>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;font-family:Nokia Sans;">“Para sempre é muito tempo. O tempo</span></p>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;font-family:Nokia Sans;"> não pára! Só a saudade é que faz as</span></p>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;font-family:Nokia Sans;"> coisas pararem no tempo.”</span></p>
<p align="center"><span style="font-size:medium;font-family:Nokia Sans;">(Mário Quintana)</span></p>
</ul>
<p><strong><span style="font-family:Arial;">Mário Quintana (Alegrete, 30 de julho de 1906</span> <span style="font-family:Tahoma;">—</span><span style="font-family:Arial;"> Rio de Janeiro, 5 de maio de 1994),</span></strong> <span style="font-family:Arial;">foi um poeta brasileiro autor de Rua dos Cataventos, O Espelho Mágico e O Aprendiz de Feiticeiro, entre outros. Considerado o poeta das coisas simples e com um estilo marcado pela ironia, profundidade e perfeição técnica, trabalhou como jornalista quase que a sua vida toda. Traduziu mais de cento e trinta obras da literatura universal, entre elas Em busca do tempo perdido de Marcel Proust, Mrs. Dalloway de Virginia Woolf, e Palavras e sangue, de Giovanni Papini.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial;">Em 1940 lançou o seu primeiro livro de poesias, A rua dos cataventos, iniciando a sua carreira de poeta, escritor e autor infantil. Em 1966 foi publicada a sua Antologia poética, com 60 poemas inéditos, organizada por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, e lançada para comemorar seus 60 anos, sendo por esta razão o poeta saudado na Academia Brasileira de Letras por Augusto Meyer e Manuel Bandeira, que recita o poema Quintanares, de sua autoria, em homenagem ao colega gaúcho. No mesmo ano ganhou o Prêmio Fernando Chinaglia da União Brasileira de Escritores de melhor livro do ano. Em 1980 recebeu o prêmio Machado de Assis, da ABL, pelo conjunto da obra.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Welcome to the Jungle!]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=229</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2008 11:41:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Sábado passado eu fui à floresta. Mais precisamente eu fui à uma reserva florestal que há cont]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://byfiles.storage.msn.com/y1pbgDWJ0ZD_U1r7UPWEX9N13OSR9qzwAJYeq7mmRWtg20dx872mEkIArLkM0SYMkxn" alt="floresta" /></div>
<div style="text-align:justify;">Sábado passado eu fui à floresta. Mais precisamente eu fui à uma reserva florestal que há contígua à Praia do Tupé. Apesar de já ter adentrado florestas antes, como dessa vez eu possuía mais conhecimento, parei mais coisas que da última vez em que fiz isso.</p>
<p>Uma coisa que as pessoas têm trabalho para fazer é ambientar legal um grupo de jogadores. Mesmo que você descreva uma floresta, por exemplo, vai ser difícil para alguém que nunca esteve lá saber como é isso. É por isso que os escritores costumam viajar muito para poder escrever sobre os mais diversos personagens, ou ainda fazem como Jorge Amado, que só fala do que ele conhece muito bem, que é o lugar que ele nasceu e as coisas como são por lá.</p>
<p>Pois bem. A primeira coisa que as pessoas não lembram sobre as florestas é que é abafado e úmido. Úmido de verdade! Não é que as coisas estão todas molhadas à sua volta – elas estão – o que acontece é que há tanta umidade no ar que sua respiração começa a ficar pesada, você pensa que está suando demais, mas o que está de fato acontecendo é que sua pele não pode absorver mais nada de água, te deixando ensopado. Os índios não “trabalham” por seis meses dentro da mata por uma única razão: a floresta os deixaria todos com infecções nos pulmões. Nenhuma madeireira funciona deste período pelo mesmo motivo.</p>
<p>Outra coisa que você não lembra é que a floresta tropical não é um tapete verde. Se vista de cima, até parece mesmo, mas por dentro o que você vê é um monte de coisas radicalmente diferentes de tapetes. O chão é um sobe e desce sem fim, com muitos obstáculos grandes e pequenos no caminho, de maneira que andar para um lugar dois mil metros à frente leva muito mais que dois mil metros, devido aos desvios. E falando nos obstáculos, a maior parte será composta por árvores caídas, pois a regeneração natural das florestas desse tipo se dão através destas clareiras naturais. Imagine agora que as árvores que caem são aquelas mais altas, que ultrapassam o “teto” da mata... imagine agora que os obstáculos pequenos serão cobras venenosas que se escondem próximas à essas árvores, dentro ou fora destas, milhões de vespas extremamente agressivas e outras coisas que se te picarem, dificilmente te darão tempo para voltar à civilização.</p>
<p>Para se ter uma idéia, aquele lugar era tão cheio de onças e suçuaranas que não parávamos de encontrar marcas arvores marcadas com suas garras, uma vez que elas afiam e limpas as unhas nas envireiras, e vez em quando sentíamos o cheiro de carniça de suas refeições, mas não tínhamos medo, pois com o barulho elas fugiam. Cobras venenosas não fogem, mas se escondem, e se elas acham que você passou perto demais...</p>
<p>A terceira coisa que se deve lembrar é que há gente por todo o lado. Passamos por duas nações indígenas antes mesmo de entrarmos na mata, e lá dentro encontramos marcas de civilização, como lixo plástico, além de rastros de caçadores e mesmo velas vermelhas, pretas e roxas acesas perto de uma cachoeira para o seu orixá.</p>
<p>Imagine isso por semanas ou meses. Como afetará a cabeça de um urbano? Mesmo alguém acostumado com a vida dura nas montanhas ou no deserto vai sofrer muito por aqui.</p>
<p>Da próxima vez em que for descrever uma passagem por uma floresta tropical úmida (existem na África, Malásia, China, Brasil...), não se contente em dizer que a floresta é exuberante, quente, verde, interminável, cheia de insetos. Tudo isso está lá e muito mais, mais do que se poderia contar aqui. Há rios correndo lá, animais que avisam aos outros da sua presença, predadores e rebanhos de porcos selvagens com mais de setecentos indivíduos. Quanto mais se conhece, mas se percebe que as espécies de árvores mudam conforme se vai andando e o chão muda junto, se tornando arenoso, argiloso, encharcado, rico, pobre.</p>
<p>O ideal é falar de mudanças constantes, ou se o grupo está sendo guiado por alguém que sabe muito mais do que eles, como um guia local, dizer que o guia toma atalhos demorados demais, aparentemente sem razão e que este não vê problemas em andar demais para chegar em algum lugar apenas para mostrar uma plantação de mandioca ou uma vista bonita. Um local só mora em um lugar inóspito porque não conhece outra vida ou porque ama esse lugar, conhecendo-o muito bem de qualquer modo.
</p></div>
<div style="text-align:justify;">Vai entrar na floresta? Errado! A floresta vai engolir você!</div>
<div style="text-align:justify;">Texto por: Ricardo "Cão Babão"</div>
<div style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://www.paraty.tur.br/culturasetradicoes/img/curupira.jpg" alt="curupira" /></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Casa de Chá - Segunda Parte]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=226</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 11:22:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
<guid>http://suserania.wordpress.com/?p=226</guid>
<description><![CDATA[
A sala era só bancadas, como uma oficina. Superexcitado com a descoberta, me afastei o mais que eu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:center;"><img class="alignnone aligncenter" src="http://www.lazyhiker.com/photo/hike/japan/50_honshu/1125_nara/tips--travel_info/061125160524_food--nara_tea_house.jpg" alt="tea house" width="460" height="273" /></div>
<div style="text-align:justify;">A sala era só bancadas, como uma oficina. Superexcitado com a descoberta, me afastei o mais que eu pude da bancada do zumbi para olhá-lo debaixo da mesa. A criatura estava imóvel, finalmente morta, mas aí outro zumbi veio da bancada mais próxima à minha e tentou se abraçar comigo. Mais do que depressa, meti o cano da Colt .45 na boca dele e explodi-lhe a cabeça. Nem me lembro como foi que a arma foi parar lá tão depressa, nunca me movi tão rápido, nem quando eu era menino. Mas aí foi a vez do cérebro trabalhar rápido: percebi que o barulho atrairia outros, já que o morto do outro John não era um caso isolado, que a vila estava desabitada porque seus habitantes sofreram a conversão maldita e que existem muitas maneiras de se produzir um zumbi, mas em grande quantidade só maldição ou vírus e daí lembrei que o bom doutor que iríamos encontrar era especialista em criptozoologia e em microbiologia.</p>
<p>- Temos de sair rápido daqui e sem barulho, mas mortos virão rápido para cá.<br />
- Tem mais?<br />
- Sim, com certeza. Somem dois mais dois: a agência trabalha com o oculto e nosso doutor é microbiólogo e criptozoólogo. Foi ele quem criou estas coisas, e por vírus.</p>
<p>Quando estávamos para sair, o outro John ouviu um gemido. De alguma maneira, ele sabia que não eram mortos e gritou que a ajuda já havia chegado. Depois de uns dez segundos, que pareceram uma eternidade, uma voz de garotinha deu graças à Deus e abriu a porta do quarto ao lado. Ela tinha um atiçador de lareira na mão.</p>
<p>A garota nos contou que a irmã disse que iria cuidar dos pais e lhe pediu que se trancasse até a ajuda voltar. Antes que algum bocudo começasse a falar, eu disse que o pessoal da vila já estava sendo evacuado, que é por isso que não havia ninguém.</p>
<p>Mas o pior estava por vir. O outro John, sempre ele, decidiu dar uma de chefinho e não ouviu o meu conselho de sacar fora de lá. Simplesmente não estávamos equipados para uma empreitada como essa, eu disse, sou o especialista, eu disse, mas não quiseram me ouvir. E ainda iríamos levar a garotinha conosco montanha acima.</p>
<p>Acho que não mencionei, mas há uma pequena montanha no centro da ilha e o nosso bom doutor ficava lá no topo. A montanha é cercada por uma floresta de coníferas e tem uma estrada de barro, pouco mais larga que um carro, circundando ela. Como o monte era muito pouco íngreme, não havia paredões de lado algum da estrada, o que poderia significar ataques por todos os lados.</p></div>
<div style="text-align:justify;"><em>Texto por: Ricardo "Cão Babão"</em></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem eram os celtas ? Parte 4 - A arte celta]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=221</link>
<pubDate>Sat, 10 May 2008 19:32:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
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<description><![CDATA[A arte celta

Para examinar a arte dos celtas é necessário retroceder até à segunda idade do fer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">A arte celta</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-family:&#34;"></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Para examinar a arte dos celtas é necessário retroceder até à segunda idade do ferro, ou seja, à época chamada de “La Tène”, cerca de 500 a.C.; por seu turno, a arte dos celtas nos leva a um período de se alonga desde cerca de 700 a.C. até o último século do Império Romano do Ocidente, quando se afirma uma outra arte já completamente medieval e que se costuma designar “arte bárbara”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><br />
<span style="font-size:small;">Celtas e nômades da Ásia têm de comum o gosto pelas formas que criam a ilusão de movimento. De feição puramente decorativa, a arte de “La Tène” exclui a concretização naturalista da forma e, baseando-se nas combinações de linhas espirais, foge a qualquer eixo de simetria; vai direta à sensibilidade física e dir-se-ia que o seu fim é impor um ritmo; não é apenas um espetáculo para o contemplador, mas exige dele uma espécie de participação.<br />
Quanto à arte das estepes, ao mesmo tempo que o céltico da “La Tène”, vai influir em toda a arte do metal do Centro e Ocidente da Europa, influência que se exerce também numa área vastíssima que se estende desde os Cárpatos até o coração da Ásia (a sua penetração na China foi artisticamente decisiva sob vários aspectos). É uma arte que procura manter-se no próprio limite exato em que as formas naturais deixam de ser reconhecíveis. Mas estas estilizações de formas são combinadas em estruturas lineares dominadas pela curva e torções numa contínua transformação de umas formas nas outras. Assim é obtida uma rítmica tão musical como a que nos sugerem as combinações próprias da arte decorativa céltica.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><br />
<span style="font-size:small;">Os celtas, na fase a que chamamos a segunda idade do ferro, ou período de “La Tène” (do nome de um lugar nas margens do lago de Neuchâtel, na Suíça), entre os séculos V e IV a.C., ocupavam já há muito tempo o Centro e Oeste da Europa. Essa arte de “La Tène” em breve se espalhou desde o Mosa até o Marne, e pelas duas margens do Reno, para se estender depois a toda atual França e penetrar no Noroeste da Península Ibérica; século III ao I a.C. introduzir-se-ia na Grã-Bretanha e Irlanda. Mas já desde meados do século IV a.C. houvera uma grande expansão céltica para sul e para oriente.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><br />
<span style="font-size:small;">Convém saber os caminhos destas grandes migrações, que, segundo Tito Lívio, partiram da Gália, onde se tinham confederado as tribos celtas chefiadas por Ambicatus, rei dos bitúriges (ou seja, de Burges), o qual confiou aos seus sobrinhos Sigoveso e Beloveso, no dizer do historiador romano, partiu para a Itália e, abatendo os etruscos, chegou a Roma, enquanto Sigoveso, pelo vale do Danúbio, se dirigia à Hungria e aos Balcãs, até ser detido na Galácia (Ásia Menor).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><br />
<span style="font-size:small;">Na realidade, foram deslocações diferentes de dois grupos do mesmo povo, que desde o ano de 500 a.C. se tinha revelado tão movediço (houve nova penetração céltica na Espanha durante o século V a.C. e a invasão da Grã-Bretanha pelos bretões sucedeu entre 323 e 321).<br />
A conquista de Roma (ficaram célebres o cerco do Capitólio e a dura frase de Breno: Vae victis!) deu-se em 381 a.C., ao passo que a invasão da Trácia e da Macedônia foi realizada muito mais tarde. Lembremos que os gauleses efetuaram o saque do santuário de Delfos entre os anos 279 e 278, antes de se transferirem para a Ásia Menor.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><br />
<span style="font-size:small;">Pelos fins do século III a.C., os povos célticos estendiam-se, pois, desde a Galiza e a Gália até à Galácia; porém, não tardariam muito as campanhas militares romanas que, a seguir à destruição de Cartago, conteriam a expansão dos celtas os subjugariam, arruinando sua cultura. Mas, desde as grandes invasões, a arte de “La Tène” ressurge, libertada das influências clássicas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><br />
<span style="font-size:small;">A arte céltica do período de “La Tène” manifesta aspectos variados. São notáveis as vasilhas metálicas, de grande elegância de formas, com decoração incrustada e asas de corpo de quadrúpede, além das suas armas características, o punhal e a espada. Os gauleses e os celtas da Grã-Bretanha usavam escudos de madeira chapeados de ferro e com adornos de bronze e capacetes pontiagudos ou redondos, de uma grande variedade.<br />
Os adereços pessoais mais característicos sãos os braceletes, as axorcas, as fíbulas (freqüentemente em forma de meia-lua, como as mais antigas lúnulas irlandesas) e os típicos colares usados pelos homens e que se chamavam “torques”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><br />
<span style="font-size:small;">A ornamentação repuxada denota muitas vezes uma imaginação sutil, como muito bem se pode apreciar numa das peças de maior fama da arte céltica, o “caldeiro de Gandestrup”, descoberto na Dinamarca, para onde teria sido levado durante o século II ou I a.C. Esta época, em que toda a arte céltica sofreu uma rápida evolução, está bem representada em numerosos espólios de túmulos encontrados nas margens do Reno médio e na Borgonha.<br />
Há várias fases na evolução da arte decorativa dos celtas. Já desde o século IV a.C. que se desenvolvia o segundo estilo de “La Tène”, o qual se caracteriza por um notável<br />
aumento da abstração curvilínea. Nos meados do século seguinte, na Suíça e na Hungria, aparecerá um terceiro estilo, caracterizado por arabescos de motivos vegetais combinados com alusivas esquematizações zoormóficas. Na Grã-Bretanha, tais arabescos alcançarão durante o quarto estilo (ou seja, desde o século I a.C.) um alto grau de esplendor. Então os ornatos, de inspiração naturalista, num enlace harmonioso de curvas, volutas e círculos, evidenciam-se pelo seu forte relevo, que lhes aumenta a importância plástica. Citemos, entre os exemplares famosos pertences a esta fase (todos eles atualmente no Museu Britânico), o escudo de Wandsworth, o de Battersea, encontrado no Tâmisa e decorado com botões esmaltados, o espelho de bronze de Desborough, em cujo reverso está finamente gravado um harmonioso desenho de folhagem enrolada.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><br />
<span style="font-size:small;">Na França, especialmente no Sul, na Provença, os celtas deixaram os exemplares mais representativos da sua arquitetura e da sua escultura, artes que contrastam, pelo caráter rudimentar, com a finura e a originalidade que encontramos na ornamentação do metal.<br />
As suas povoações pertenciam ao tipo de oppidum, ou pequena cidade fortificada de que César nos fala no De Bello Gallico, cujas muralhas de pedra eram reforçadas com paliçadas de madeira. Quanto aos santuários, os que se encontraram em Roquespertuse, Autremont, Sant-Rémy (foz do Ródano) e Ollioules (departamento do Var) são do gênero do heróon grego, ou sepulcro em honra de um herói. A escultura, de pedra calcária, é, em geral, expressiva, ainda que tosca. Não obstante, há alguns exemplares extraordinários que costumam ser incluídos na chamada arte celto-lígure, de provável influência etrusca, assim, temos o monstro antropófago chamado Tarasca de Noves (no Museu Calvet, de Avignon), sentado e apoiando as patas dianteiras nas cabeças barbudas das vítimas que decapitara, ou o deus sentado, hoje sem cabeça, procedente de Roquepertuse (Museu de Marselha), ou, no centro da antiga Gália, a estatueta chamada Dieu de Bouray (encontrada perto de Ferté-Alais), que representa um personagem nu, sentado e com o torque no pescoço (Museu de Sant-Germain-en-Laye). As moedas, de influência grega nas regiões do Sul, são também merecedoras de interesse.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><br />
<span style="font-size:small;">É difícil encontrar os motivos por que um grupo étnico tão importante como o dos celtas nos deixou, à parte os seus artefatos decorados, tão poucas obras de arte.<br />
A literatura celta — A arte literária céltica está dividida em quatro: as literaturas em gaélico da Irlanda, em gaélico da Escócia, em galês e em bretão são das mais antigas da Europa; têm origens pré-cristãs. Levam hoje existência precária, com exceção da literatura do País de Gales. Em dois momentos históricos exerceram influência profunda sobre todas as outras literaturas européias: na Idade Média, pela difusão das lendas do rei Artur, da Távola Redonda e da procura do Santo Graal; no séc. XVIII, pelo sucesso fulminante das poesias atribuídas a Ossian, sucesso do qual dá testemunho, até hoje, a freqüência dos prenomes Oscar e Selma, que ocorrem naquelas poesias.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><br />
<span style="font-size:small;">Nas origens semimíticas do gaélico da Irlanda existem numerosos fragmentos de canções épicas pré-cristãs, atribuídas a bardos de existência mais ou menos histórica. Esses fragmentos foram nos sécs. XI a XIV reunidos em várias coleções de lendas, genealogias fantásticas etc. As canções lembram, de longe, as sagas islandesas da época pagã e, como nestas, as lendas incluem muito material semi-histórico. Os fragmentos formam ciclos em torno de famosos personagens lendários como Cuchulainn e Deirdre, que reaparecerão no séc. XX em obras de escritores irlandeses de expressão inglesa, como Yeats e Synge. A cristianização da Irlanda foi iniciada no séc. V por São Patrício (Patrick), ao qual se atribuem alguns hinos em língua gaélica, assim como ao maior dos monges irlandeses, são Columba. Em mosteiros como Bangos, Iona, Lindisfarne e outros, desenvolveu-se uma igreja semi-independente de Roma, governada por abades em vez de bispos, e de alto nível cultural. São Columba e outros monges itinerantes difundiram essa cultura no continente europeu, fundando em Luxeuil, St. Gallen, Bobbio etc. conventos famosos pela abertura das florestas virgens e pelo culto das letras clássicas. A literatura dos monges irlandeses é escrita principalmente em latim. Na Irlanda, o paganismo sobreviveu em simbiose com o cristianismo, manifestando-se nas “visões”, relatos de viagens fantásticas para remotas ilhas de felicidade, meio paraíso erótico e meio paraíso cristão. As canções populares dessa época são francamente eróticas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><br />
<span style="font-size:small;">A partir da conquista da Irlanda pelos Ingleses, no séc. XII, os bardos relatam os feitos heróicos das grandes famílias a que pertencem: agora já se trata de personagens históricos, alguns de notáveis talento poético, como Donough Mór O’Daly ou Tadhg Óg O’Higgin. Intensificam-se as relações com o continente europeu e aparecem versões gaélicas do ciclo de Tróia, do ciclo de Alexandre Magno, mas também de lendas especificamente célticas: as lendas do rei Artur e Távola Redonda e do Santo Graal. São numerosas as biografias de santos e os anais, como os do mosteiro de Innisfalle e outros.<br />
No País de Gales a literatura celta é a única que sobrevive até hoje. Mas é também aquela da qual subsistem as mais antigas poesias de valor indubitável. No séc. VI d.C., Taliesin, Myrddin e Llywarch Hen são três poetas de expressividade surpreendente, antecipando o lirismo (de outras literaturas européias) da Idade Média. É na literatura galesa que sobrevivem as versões mais antigas das lendas em torno do Rei Artur e dos seus cavaleiros. A fonte é a Historia Britonum, de Geoffrey of Monmouth, que conta a história lendária dos bretões, de Brutus até o séc. VII. A versão poética desse ciclo de lendas é o Mabinogion (Disciplina), a obra principal da literatura galesa antiga. Em sua forma atual, o livro é do séc. XIV, mas os 11 relatos que o compõem são de origem muito mais antiga. O conteúdo é semi-histórico.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><br />
<span style="font-size:small;">Assim como a literatura escocesa exerceu no séc. XVIII influência decisiva em todas as literaturas européias, assim na Idade Média a literatura da Bretanha: as lendas do Rei Artur e dos Cavaleiros da Távola Redonda e as do Santo Graal formam a Matière de Bretagne, isto é: através da Bretanha chegaram essas lendas à França, e da França espalharam-se na Europa inteira. Mas em língua bretã só subsistem fragmentos dessa “matéria”, que datam do séc. XV.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"></p>
<p></span><span style="font-size:7.5pt;font-family:&#34;">Bibliografia Consultada:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:7.5pt;font-family:&#34;">FRAZER, Sir James George. O Ramo de Ouro. Zahar Editores S.A., Rio de Janeiro, 1982.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:7.5pt;font-family:&#34;">CÉZAR, Júlio. Comentários Sobre a Guerra Gálica. Coleção Universidade de Bolso. Ediouro, Rio de Janeiro – RJ.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:7.5pt;font-family:&#34;">SALVAT EDITORA DO BRASIL. História da Arte, Tomo 3. São Paulo, 1978.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:7.5pt;font-family:&#34;">ENCICLOPÉDIA MIRADOR.</span></p>
<p><!--~-&#124;**&#124;PrettyHtmlStart&#124;**&#124;-~--> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inspiração em Avatar]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=219</link>
<pubDate>Thu, 08 May 2008 13:31:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Uma coisa boa de estar em casa pela manhã a maior parte da semana é a possibilidade de assistir a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://www.aolcdn.com/ch_kids/avatar-last-airbender-300b0507.jpg" alt="" /></p>
<p>Uma coisa boa de estar em casa pela manhã a maior parte da semana é a possibilidade de assistir aos desenhos animados. Um que eu gosto muito e que venho assistindo com interesse é o Avatar.</p>
<p>Um avatar é uma criatura, pessoa, planta ou objeto que carrega parte do poder de um deus, como que para lembrar aos súditos que ele existe e está por perto. O Avatar do desenho era um homem que dominava os elementos básicos da natureza, fogo, terra, água e ar, que morreu há mais de 100 anos e que agora reencarnou como um menino, um monge que sabe apenas as técnicas referentes ao ar.</p>
<p>A nação do fogo entrou em guerra contra o resto do mundo por entender que o fogo é o elemento superior e pretendem capturar o Avatar vivo, pois este é contra este desequilíbrio. O Senhor do Fogo tem de capturar o Avatar vivo, pois sua morte simplesmente o levaria a renascer em um outro corpo e demandaria mais tempo para ser localizado (a China é enorme).</p>
<p>O caso é que o Avatar é uma criança e não sabe a real importância que tem. Por isso mesmo, vi um episódio hoje em que ele é capturado. Esse episódio me interessou muito porque um ninja desconhecido parte em seu resgate.</p>
<p>Esse ninja, que não sabe manipular as chamas como seus inimigos o fazem, consegue libertar o Avatar simplesmente porque foge dos confrontos e entra sorrateiro. Quando precisa enfrentar quatro guardas, os atrai um por um até um esquina de maneira que o próximo guarda percebesse que algo estava errado, caindo na armadilha em seguida. Ele tomava o cuidado de não matar os guardas, usando sua espada mais como ferramenta do que como arma. Ele a usou para partir grilhões e correntes, para destruir e bloquear as armas dos adversários. Assim conseguiu pegar todos eles, soltar o Avatar e quase escapa sem ser notado pelo batalhão. Ele foi localizado porque o Avatar não conhece as técnicas de evasão que ele conhecia e chamou atenção para si.</p>
<p>Quando cercado pelo inimigo, de costas para o portão principal, escuta o general dizer “peguem o Avatar vivo”, daí imediatamente põe as duas espadas no pescoço do Avatar, obrigando ao exército que o libertassem. Fez tudo isso sem sequem abrir a boca para se apresentar ao Avatar.</p>
<p>O caso é que o garoto havia sido capturado por arqueiros lendários, que podiam fixar uma mosca em uma árvore a 100 metros de distância. Um desses arqueiros recebeu ordem de exterminar o ladrão, para que depois se reiniciasse a captura do menino.</p>
<p>O ninja levou uma flecha na testa, mas sobreviveu. Ele usou de um subterfúgio bem conhecido mas pouco usado: sua máscara era de ferro colorido com azul, imitando o rosto de um demônio sorridente. Com todo o corpo enegrecido, seu rosto atraía os ataques para lá, mas seu rosto era o mais protegido pedaço do seu corpo. Ainda assim o ninja desmaiou com o impacto (pouca gente sabe, mas uma flecha viaja a mais de 200 quilômetros por hora).e foi carregado pelo Avatar, que pode correr mais rápido que o vento e que usou uma lufada de poeira para se esconder.</p>
<p>O mais interessante é que o Avatar removeu a máscara do ninja e descobriu que este era o Príncipe da Nação do Fogo. O Avatar não sabe, mas se o Príncipe quiser assumir o trono, tem que trazer o Avatar ao Senhor do Fogo, seu pai.</p>
<p>Se o Príncipe pedisse o Avatar dos seus captores, estes não estariam autorizados a entregá-lo, pois o Príncipe é um tipo de proscrito. O ponto a que quero chegar aqui é o seguinte: o ninja se adapta à situação, como no caso de seu alvo, o Avatar, se tornar o seu refém, por um deslize verbalizado do General. Apesar de ser um grande guerreiro e melhor manipulador de fogo que qualquer um dos que enfrentou, só o silêncio e a astúcia poderia garantir a sua vitória contra tantos oponentes. O próprio Avatar, por ser destreinado, quase pôs tudo a perder, mesmo sendo mais poderoso que todos ali.</p>
<p>Graça, sutileza, leveza, tática. Isso é poder. Isso vence força bruta.</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone aligncenter" src="http://i.gametap.com/web30/eMagazine/emag_avatar_110707_1_b0d93.jpg" alt="" width="448" height="197" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem eram os Celtas? - Parte 3]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=203</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 10:02:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
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<description><![CDATA[3 – Costumes religiosos dos celta



3.1 - O culto do carvalho

Na história religiosa da raça ar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span>3 – Costumes religiosos dos celta</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><img class="alignnone aligncenter" src="http://www.iboeiras.org/conteudos/uploads/userpics/iboeiras/P7-Arvore-Sol.jpg" alt="Carvalho" width="256" height="132" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span>3.1 - O culto do carvalho</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Na história religiosa da raça ariana na Europa, o culto das árvores teve um papel importante. Nada podia ser mais natural, pois, no alvorecer da história, a Europa estava coberta de imensas florestas primevas, onde as clareiras esparsas devem ter parecido pequenas ilhas num oceano verde.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Entre os celtas, o culto do carvalho pelos druidas é conhecido de todos, e a palavra antiga que usavam para santuário parece ser idêntica, na sua origem, ao latim nemus (“bosque”) que ainda sobrevive no nome de Nemi.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span><br />
(...) Ao passarmos do sul para o centro da Europa, continuamos a encontrar o grande deus do carvalho e do trovão entre os árias bárbaros que viviam nas florestas primevas. Assim, entre os celtas da Gália, nada havia de mais sagrado para os druidas do que o visco e o carvalho no qual este crescia: escolhiam os bosques dessa árvore como cenário de suas celebrações solenes e nenhum dos ritos era celebrado sem as suas folhas. “Os celtas”, diz um autor grego, “adoram <strong>Zeus</strong>, e a imagem celta de <strong>Zeus</strong> é um alto carvalho”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span><br />
</span><img class="alignnone" src="http://www.historiadomundo.com.br/imagens/celta_religiao1.jpg" alt="" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;"><span><strong><span>3.2 - Veneração do visco</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Desde os tempos imemoriais, o visco era objeto de veneração supersticiosa na Europa. Foi cultuado pelos druidas, como nos diz um trecho de Plínio. Depois de enumerar os diferentes tipos de visco, ele prossegue: “Ao tratar o assunto, a admiração que se tem pelo visco em toda a Gália não deve passar despercebida. Os druidas, pois é assim que os gauleses chamam seus magos, não consideram nada mais sagrado que o visco e a árvore na qual ele cresce, desde que essa árvore seja um carvalho. Mas, à parte isso, eles sempre escolhem bosques de carvalhos para seus bosques sagrados e não realizam nenhum rito sagrado sem as folhas dessa árvore; de modo que o próprio nome de druidas pode ser considerado como um nome grego derivado de seu culto do carvalho. Eles acreditam que tudo o que cresce nessas árvores é proveniente do céu e constitui sinal de que a árvore foi escolhida pelo próprio deus. O visco é encontrado raramente; mas quando o encontram, colhem-no com solenidade. E o fazem, sobretudo no sexto dia da lua, do qual datam o início de seus meses, de seus anos e de seu cilho de trinta anos, porque, no sexto dia, a lua tem muito vigor e não percorreu ainda metade de seu curso. Depois dos devidos preparativos para um sacrifício e uma festa sob a árvore, eles a saúdam como um remédio universal e levam ao local dois touros brancos cujos chifres nunca foram aparados. Um sacerdote vestido de branco sobe na árvore e, com uma foice de ouro, corta o visco, que é colhido numa toalha branca. Em seguida sacrificam as vítimas, orando para que Deus possa fazer prosperar seus escolhidos. Acreditam que uma poção preparada com o cisco fará com que os animais estéreis reproduzam e que a plante é remédio que vale contra todos os venenos. Uma parte tão grande da religião dos homens é habitualmente dedicada a essas insignificâncias”.<br />
Num outro trecho, Plínio nos diz que o visco que cresce num carvalho era considerado o mais eficaz na medicina e que sua eficácia era tida, por pessoas supersticiosas, como maior se a planta fosse colhida no primeiro dia da lua sem o uso de ferro e se, ao ser colhida, não tocasse a terra. O visco do carvalho assim obtido era considerado como um remédio para a epilepsia; se fosse sempre levado pelas mulheres, ajudava-as a conceber; curava ulcerações com grande eficiência, se o enfermo mastigasse um pedaço da planta e colocasse outro sobre a ferida. Plínio diz ainda que o visco era considerado, como o vinagre e o ovo, um meio excelente para extinguir o fogo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://br.geocities.com/occultportal_8/medieval/the_celtic_ones/pics/I_celtic.jpg" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[AS CRÔNICAS DE FABLE]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=202</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 04:52:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>espiritodapedra</dc:creator>
<guid>http://suserania.wordpress.com/?p=202</guid>
<description><![CDATA[
AS CRÔNICAS DE FABLE
– Relatos de Ivan Maldovan –
Parte 1: Lágrimas em correntes de ferro
 
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://suserania.files.wordpress.com/2008/05/stimulus20120lesson2012028insane20girl20in20dungeon291.jpg" alt="" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">AS CRÔNICAS DE FABLE</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">– Relatos de Ivan Maldovan –</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Parte 1: Lágrimas em correntes de ferro</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Tentava recordar tudo aquilo que havíamos enfrentado desde quando recebemos a missão de ir para Everhate para recolher informações sobre a Horda que parecia mais poderosa a cada dia. Dentre orcs furiosos, um verme púrpura e um esqueleto enorme, tentava consolar-me com os itens encontrados naquele covil colossal: para mim, uma espada longa com a habilidade de decepar a cabeça de meus oponentes, um manto que me permitia aumentar minhas resistências físicas e mentais, e um cetro com a habilidade de realizar 3 desejos menores.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Mas antes que pudesse imaginar suas possíveis utilizações, meu raciocínio foi interrompido por um grito...era um grito familiar, era o grito de Dante...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Um temor me tomava... nunca ouvira Dante gritar daquele jeito... eu sempre o via como um bon-vivant... um ser de extrema alegria e vontade de viver... e pensar nisso, minhas preocupações aumentaram...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Corri em direção ao meu amigo, junto com o guerreiro Albafica... no caminho, Lockheart, o mago auxiliava Silverfire, a Ladina... Lockheart me olhou e percebi que Dante tornou-se prioridade naquele momento... </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Encontrei Dante de joelhos em frente a uma mulher acorrentada... e a julgar pelas características raciais e a idade aparente, pude deduzir que se tratava da mãe de Dante... Ela parecia ter sofrido as piores torturas mas ainda lutava para preservar a vida em seu fragilizado corpo... De fato ela estava ali há muito tempo e antes que pudesse impedir... Dante, num gesto desesperado, a soltou, acionando um dispositivo que ativava a magia <em>alarme...</em>informando imediatamente o dono daquele covil que seu mais precioso “tesouro” estava sendo levado...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Não haviam escolhas, e não era necessário pensar muito para perceber que o melhor que faríamos era sair dali o mais rápido possível... e assim nos reagrupamos e iniciamos nossa fuga...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Corremos por algum tempo, quando senti que algo estava errado...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Subitamente... O ar mudou... </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Uma escuridão sobrenatural nos envolvia...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">E o som de passos colossais cresciam mais e mais...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">E então clamei: “<em>Que meus olhos vejam além das trevas...Visão no Escuro!</em>” e assim, meus olhos começavam a ver claramente em meio aquela escuridão e olhei para trás... </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Para meu desespero, pude ver o Dracolich que ali vivia vindo em nossa direção...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Nesse momento, olhei para Lockheart e vi que ele parou e virou-se para o dragão... desafiando-o...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Olhei para Albafica e ambos sorrimos por pensar a mesma coisa: “Se esse for o momento de nossa morte, que ela seja honrosa... que seja lutando!”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Paramos também, mas o terror que ali imperava era mais forte... e algo precisava ser feito...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">Clamei: “Que <em>a coragem aqueça nossos corações neste momento de necessidade... Heroísmo Maior!</em>” <em></em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">E assim, nós nos erguemos e encaramos nosso algoz de frente...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Mas surpresos, vimos Lockheart conversar com o dracolich como mestre e discípulo... entretanto não era uma conversa amigável... e receávamos o que poderia acontecer...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Até que o dracolich voltou sua atenção para nós...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">ele disse: “sei o que vocês anseiam... e tenho uma proposta!”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Perguntamos qual seria a proposta...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">E ele disse: “Sobrevivam!”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">E assim, um portal dimencional surgiu e fomos sugados para o desconhecido.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:1cm;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">(Continua...)</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frase do Dia - 30/09/2008]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=198</link>
<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 16:43:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Você nunca conhece realmente as pessoas. O ser humano é mesmo o mais imprevisível dos anim]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong><span style="font-size:20pt;line-height:115%;">"Você nunca conhece realmente as pessoas. O ser humano é mesmo o mais imprevisível dos animais. Das criaturas."</span></strong></p>
<p align="center"><span style="font-size:medium;font-family:Nokia Sans;">(Hilda Hilst)</span></p>
<p><strong><span style="font-family:Nokia Sans;">Hilda de Almeida Prado Hilst mais conhecida como Hilda Hilst, (Jaú, 21 de abril, 1930</span> <span style="font-family:Tahoma;">—</span><span style="font-family:Nokia Sans;"> Campinas, 4 de fevereiro de 2004)</span></strong> <span style="font-family:Nokia Sans;">foi uma poeta, escritora e dramaturga brasileira. Em 1948, entrou para a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (Largo São Francisco), formando-se em 1952. Foi na universidade que conheceu sua melhor amiga, a escritora, Lygia Fagundes Telles. Em 1966, mudou-se para a Casa do Sol, uma chácara próxima a Campinas, onde hospedou diversos escritores e artistas por vários anos. Ali dedicou todo seu tempo à criação literária.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como interpretar um personagem diferente de você?]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=197</link>
<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 11:18:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
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<description><![CDATA[Muita gente quer fazer um personagem que é bem diferente dele mesmo. Eu sempre fiz isso, mas era f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente quer fazer um personagem que é bem diferente dele mesmo. Eu sempre fiz isso, mas era fácil, porque eu simplesmente dava vazão à Besta interior. Mas como fazer quando se trata de interpretar características que você simplesmente não possui?</p>
<p>Existem duas situações aqui: na primeira você é um mestre, que tem um personagem não jogador para trabalhar no jogo, na segunda situação, você é um jogador com um personagem que possui atributos que você não tem.</p>
<p>Quando se é o mestre é muito fácil resolver esse problema. Como eu sempre digo: não existe uma só maneira de resolver isso, daí a mania de mostrar tudo com exemplos: um cientista do Mal, com o dobro do seu QI, pode ser interpretado simplesmente com o cientista descobrindo todos os planos do grupo de aventureiros do Bem que quer frustrar os planos dele. Um agente secreto inimigo com charme demais conseguirá mulheres demais e estará nas festas de todos os lugares, sem muito esforço. Como eu disse, é fácil.</p>
<p>Mas quando se trata de um personagem muito diferente do jogador é diferente: o cara não tem como saber os planos de antemão ou coisa assim. O que poderia ser feito pelo mestre é dizer que os testes de manipulação são mais fáceis para o personagem se ele tem grande valor em manipulação, ou o que quer que seja, de acordo com o sistema ou tipo de personagem, mas isso não ajuda com a interpretação.</p>
<p>Quando falamos em interpretação, pouco pensamos em coisas como AD&#38;D, mas a verdade é que a interpretação têm sua parcela de importância nesses sistemas também. Ainda que não sejam fundamentados em interpretação, esses sistemas simplesmente perderiam o sentido se um paladino agisse como ladino e o ladino como mago.</p>
<p>O que o cara tem de fazer é o que qualquer ator faz: laboratório, pesquisa mesmo. Vá ver filmes. Quer ser paladino? Assista Coração de Dragão! Quer ser ladino? Assista Zorro! Quer ser um vampiro noviço, que tem uma família de vampiros e uma organização que também funciona como a Camarrila, mas não quer algo manjado? Vai assistir ao Guardiões da Noite (Night Watchers) correndo! O segredo é encontrar um personagem que é o que você está procurando. Se o personagem é conhecido em quadrinhos, vá ler. Depois vá assistir ao filme se já adaptaram.</p>
<p>Esse "estudo" está longe de ser chato ou coisa assim. Você vai ver que é muito bom conhecer mais os tipos humanos, assistir a filmes diferentes, entender as coisas por outra ótica, essas coisas. Você pode inclusive se espelhar em, alguém que você conhece, não tem nada de mais. Eu já fiz isso!</p>
<p>Texto por: Ricardo "Cão Babão"</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frase do Dia - 29/04/2008]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=195</link>
<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 15:22:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;As pessoas sempre põem a culpa nas circunstâncias por serem quem são. Não acredito em cir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><strong><span style="font-size:18pt;line-height:115%;">"As pessoas sempre põem a culpa nas circunstâncias por serem quem são. Não acredito em circunstância: os indivíduos de sucesso são aqueles que saem e procuram as condições que desejam; e, se não as encontram, criam-nas."</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center">(George Bernard Shaw)</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><em>George Bernard Shaw</em> (26 de julho de 1856 - 02 de novembro de 1950). Escritor irlandês, vencedor do prêmio Nobel de literatura em 1925. Filho de uma tradicional mas empobrecida família protestante, foi de início instruído por um tio, mas rejeitou a educação escolar e aos 16 anos empregou-se em um escritório. Adquiriu amplo conhecimento artístico graças à mãe, Lucinda Elizabeth Gurly Shaw, e às freqüentes visitas à National Gallery da Irlanda.</p>
<p class="MsoNormal">Decidido a se tornar escritor foi morar em Londres (1876), porém por mais de dez anos seus romances foram recusados por todos os editores da cidade, assim como a maior parte dos artigos enviados à imprensa. Tornou-se vegetariano, socialista, orador brilhante, polemista e fez as primeiras tentativas como dramaturgo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mestre: Ame ou deixe-o]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=192</link>
<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 11:32:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
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<description><![CDATA[
O mestre tem a prerrogativa de ser o Senhor do jogo, o chefão, o que manda e desmanda, o Juiz, o J]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://br.geocities.com/darshubrasil/o_que_e_um_rpg_01.gif" alt="" /></p>
<p>O mestre tem a prerrogativa de ser o Senhor do jogo, o chefão, o que manda e desmanda, o Juiz, o Júri e o Carrasco. Ainda assim, não se deve ser um Senhor cruel, o que levaria a uma revolução equivalente à Revolução Francesa na mesa de jogo, terminando com o fim do mestre em termos de jogo.</p>
<p>Houve um tempo em que era costume se chamar o mestre de Deus. Isso aparecia inclusive em alguns RPGs, como o brasileiro Monstros. Isso porque o mestre cria o mundo, a história, os inimigos, controla o tempo e essas coisas. Até mesmo os deuses que aparecerem no jogo são controlados por ele.</p>
<p>Mas com o passar do tempo todos os jogadores começaram a entender as regras e a mestrar de vez em quando ao menos. Como todos entendiam as regras, ou a maneira de ser dos mestres, vez em quando entravam em desacordo com eles, da mesma maneira que os Titãs faziam com os Deuses do Olimpo.</p>
<p>O que acontece é que, dessa vez, o mestre é o que está mestrando, não alguém que já foi mestre e que agora está jogando. Não importa se a regra diz o contrário: se o mestre faz isso valer para todos, inclusive para os monstros, todos estão em pé de igualdade e o mestre até deve ouvir os seus comentários a respeito, mas no final a decisão é dele e não dá para jogar sendo contestado eternamente. Seu personagem é profissional e tudo mais, mas ocorre que às vezes “merdas acontecem”.</p>
<p>Com um profissional dos bons é difícil acontecerem erros, pode ser inclusive que isso nunca tenha acontecido com trapezistas do Cirque du Soleil, por exemplo, mas um dia vai acontecer... além disso, eles são os melhores do mundo, o que é bem diferente do que acontece com o seu personagem. O seu personagem é um dos melhores, mas deixe seu bárbaro lutar com alguém como o Conan, considerado o maior guerreiro da Era Hiboriana, para que se veja a diferença...</p>
<p>...e as coisas dão errado para ele também!</p>
<p>Ainda assim, você deve saber que existem sistemas que dizem que ao errar o personagem sabe, o que inviabiliza aquelas jogadas que o mestre faz pelo jogador, a fim de que este não saiba o destino do personagem. Beleza, mas o mestre pode decidir mudar isso. Ele é o mestre, afinal.</p>
<p>Se você não concorda com isso, vá mesmo atrás de um mestre mais ligado às regras, mas saiba que aí vai ser mais difícil ele quebrar o seu galho quando necessário, como naquelas situações em que o seu personagem não necessitaria fazer um teste. E acredite: já aconteceu comigo de me lascar todo porque alguém decidiu fazer um teste desnecessário e eu, como todos os bônus a favor, tive uma falha. Essa falha poderia ter sido evitada se o mestre simplesmente dissesse “OK, você consegue isso sem problemas”, mas eu cobrei dele uma jogada para potencializar os efeitos e deu no que deu.</p>
<p>É melhor ver com o mestre essa questão e deixar ele fazer as coisas do jeito dele. Assim fica mais fácil pedir para ele quebrar o seu galho de vez em quando. Se o jogo está fluindo, tanto faz se ele ou você joga os dados, se você vai se safar ou não é aleatório.</p>
<p>...mas se te incomoda de verdade, saia fora. Você tem de se divertir!</p>
<p>Texto por: Ricardo "Cào babão"</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dia D RPG]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=187</link>
<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 18:41:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
<guid>http://suserania.wordpress.com/?p=187</guid>
<description><![CDATA[O Dia D RPG esta chegando perto em, fiquem de olho&#8230;
Este matérial ficou disponvel no sita da ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia D RPG esta chegando perto em, fiquem de olho...</p>
<p>Este matérial ficou disponvel no sita da Ohayo que faz parte da Yamato que esta apoiando o Dia D RPG.</p>
<p>Confiram...</p>
<p><strong><span class="tituloeventos">Dia D RPG: Evento que reúne 30 cidades numa  maratona de diversão </span></strong><br />
<!-- InstanceBeginEditable name="Data" -->23/04/2008<!-- InstanceEndEditable --><br />
<strong>Escrito por:</strong> <!-- InstanceBeginEditable name="Autor" -->Equipe OhaYO! <!-- InstanceEndEditable --><br />
<strong>Editado por:</strong> <!-- InstanceBeginEditable name="Editor" -->Felipe Marcos <!-- InstanceEndEditable --></p>
<table class="texto" border="0" cellspacing="0" cellpadding="5" width="590">
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="370"><!-- InstanceBeginEditable name="Texto" --><strong>A  segunda edição do DIA D RPG America Latina integra simultaneamente 30 cidades  em 19 estados e </strong><strong>milhares de  participantes numa super maratona de diversão. </strong></p>
<p>Sem dúvida, este é um evento único que bate recorde próprio. A primeira edição aconteceu em 2007 com a participação de 21 cidades em 11 estados e mais de sete mil jogadores.</p>
<p>O sucesso do DIA D RPG se deve especialmente à união de esforços dos milhares de jogadores de todas as cidades. A estimativa desse ano é superar os dez mil participantes.</p>
<p><strong>O que é RPG</strong></p>
<p>O termo RPG, do inglês Role-Playing Game, significa Jogo de Interpretação de Papéis. Mas o RPG não é exatamente um jogo. O RPG é uma brincadeira de faz-de-conta, que acontece em grupo, permite a troca de experiências e cria uma narrativa oral.</p>
<p>Costuma-se dizer que a melhor maneira de entender a dinâmica do RPG é brincando! Quem participar do DIA D RPG terá a oportunidade de experimentar uma aventura e descobrir os principais elementos e termos do jogo.</p>
<p><strong>Programação</p>
<p></strong>Confira cada detalhe da  programação em todas as cidades,  notícias e inscrições no site <a href="http://www.diadrpg.com.br/" target="_blank">oficial</a>. Diversas atividades locais estão programadas como torneios e campeonatos, animê, mesas de RPG, demonstrações de jogos e os tradicionais desfiles de fantasias.</p>
<p>Também será disponibilizada uma programação pela internet com jogos on-line e palestras por vídeo-conferência. Entre inúmeras atrações, confira algumas abaixo:</p>
<p><strong>Palestra - O mercado editorial de RPG: </strong>Com Maria do Carmo Zanini, editora de WoD no Brasil e Douglas Ricardo  Guimarães (o D3), editor de D&#38;D no Brasil.</p>
<p><strong>Palestra - RPG e Educação: </strong>Em dois temas importantes: A influência do RPG no hábito de leitura e escrita de seus praticantes; E diversas ações que integram o RPG enquanto ferramenta para didática em escolas, empresas e organizações sem fins lucrativos.  A mediação é de Caco Lourenço, um dos fundadores da Ludus Culturalis, idealizador e co-realizador do Simpósio RPG e Educação e um dos autores da aventura solo “A travessia do Liso do Suçuarão”, publicada e distribuída pelo MEC</p>
<p><strong>Palestra - Editores apaixonados e seus RPGs       maravilhosos: </strong>Como o seu hobby pode se transformar no seu trabalho é o que propõe o bate papo com os editores da linhas: D&#38;D - Douglas Ricardo Guimarães (D3) e White Wolf - o novo mundo das trevas, com  Maria do Carmo Zanini.</p>
<p><strong>Desafio       D&#38;D Brasil: </strong>Com a duração de 2h30 min, participam simultaneamente 30 grupos, um para cada uma das 30 cidades. O cenário do jogo é o recém lançado D&#38;D SYSTEM FAROESTE DO ARCADO, pela Devir. O grupo vencedor será declarado o mais hábil e ágil por resolver todos os enigmas do desafio e ganhará o troféu  Campeão Brasileiro do Desafio D&#38;D.</p>
<p><strong>Cidades participantes</strong></p>
<p>Confira abaixo as cidades que estarão participando do evento:</p>
<p>- Aracaju  (SE)<br />
-  Araraquara  (SP)<br />
- Belém  (PA)<a href="http://www.diadrpg.com.br/programacao_cidade.php?cidade_codigo=5"><br />
</a>- Belo  Horizonte (MG)<a href="http://www.diadrpg.com.br/programacao_cidade.php?cidade_codigo=6"><br />
</a>- Blumenau  (SC)<br />
- Boa  Vista (RR)<br />
- Brasília  (DF)<br />
- Cachoeira  do Sul (RS)<br />
- Crato  (CE)<br />
- Curitiba  (PR)<br />
- Feira  de Santana (BA)<a href="http://www.diadrpg.com.br/programacao_cidade.php?cidade_codigo=25"><br />
</a>- Fortaleza  (CE)<br />
- Franca  (SP)<a href="http://www.diadrpg.com.br/programacao_cidade.php?cidade_codigo=13"><br />
</a>- Goiânia  (GO)<br />
- Itapetininga  (SP)<br />
- Juiz  de Fora (MG)<br />
- Londrina  (PR)<a href="http://www.diadrpg.com.br/programacao_cidade.php?cidade_codigo=19"><br />
</a>- Macapá  (AP)<br />
- Maceió  (AL)<br />
- Manaus  (AM)<br />
- Natal  (RN)<br />
- Ribeirão  Preto (SP)<br />
- Rio  de Janeiro (RJ)<br />
- S.  José do Rio Preto (SP)<a href="http://www.diadrpg.com.br/programacao_cidade.php?cidade_codigo=26"><br />
</a>- Salvador  (BA)<br />
- São  Luis (MA)<br />
- São  Paulo (SP)<br />
- Sorocaba  (SP)<br />
- Teresina  (PI)<br />
- Vitória  (ES)</p>
<p>Além da participação internacional de Ciudad de México (MX).</p>
<p><strong>Serviço:   Dia D RPG Brasil </strong><br />
<strong><em><br />
</em></strong>Data: 17 e 18 de maio de 2008<br />
Local: 30 cidades, em 19 estados</p>
<p>Programação, inscrições e informações:<br />
<a href="http://www.diadrpg.com.br/" target="_blank">http://www.diadrpg.com.br/</a></p>
<p><em>imagens: divulgação</em></p>
<p><!-- InstanceEndEditable --></td>
<td width="200">
<table class="texto" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="200"><!-- InstanceBeginRepeat name="Imagem 200 x 150" --><!-- InstanceBeginRepeatEntry --></p>
<tbody>
<tr>
<td align="center"><!-- InstanceBeginEditable name="Jogue a imagem aqui" --><img src="http://www2.uol.com.br/ohayo/v4b/eventos/diad/abr23_diad_01.jpg" alt="" width="200" height="200" /><!-- InstanceEndEditable --></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://www2.uol.com.br/ohayo/_images/spacer.gif" alt="" width="200" height="10" /></td>
</tr>
<p><!-- InstanceEndRepeatEntry --><!-- InstanceBeginRepeatEntry --></p>
<tr>
<td align="center"><!-- InstanceBeginEditable name="Jogue a imagem aqui" --><img src="http://www2.uol.com.br/ohayo/v4b/eventos/diad/abr23_diad_00.jpg" alt="" width="200" height="100" /><!-- InstanceEndEditable --></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://www2.uol.com.br/ohayo/_images/spacer.gif" alt="" width="200" height="10" /></td>
</tr>
<p><!-- InstanceEndRepeatEntry --><!-- InstanceBeginRepeatEntry --></p>
<tr>
<td align="center"><!-- InstanceBeginEditable name="Jogue a imagem aqui" --><img src="http://www2.uol.com.br/ohayo/v4b/eventos/diad/abr23_diad_02.jpg" alt="" width="200" height="200" /><!-- InstanceEndEditable --></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://www2.uol.com.br/ohayo/_images/spacer.gif" alt="" width="200" height="10" /></td>
</tr>
<p><!-- InstanceEndRepeatEntry --><!-- InstanceEndRepeat --></tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="texto" border="0" cellspacing="0" cellpadding="5" width="590">
<tbody>
<tr>
<td align="right"><!-- InstanceBeginEditable name="Acrescente aqui quantos links precisar" --><!-- InstanceEndEditable --></td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um paladino, um destino, um caminho e varias escolhas – Parte 06]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=183</link>
<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 16:09:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
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<description><![CDATA[

Na presença dos dragões e do sacerdote ele se posta de joelho já demonstrando um pouco de deses]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]&#38;gt;     &#38;lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#38;gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE                           &#38;lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#38;gt;                                                                                                                                            &#38;lt;![endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://www.ashoftitans.altervista.org/modules/cjaycontent/images/paladino.jpg" alt="" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Na presença dos dragões e do sacerdote ele se posta de joelho já demonstrando um pouco de desespero por não ter capacidade de lutar e de proteger ate mesmo o seu reinado. Comenta a eles que tudo que aconteceu com ele e o reinado desde seu ultimo comunicado. O Paladino após o seu relato pede aos grandes dragões de ametista que melhorem a sua arma, para que possa tentar ter mais força para combater o mal que se aproxima e ter chance de vencer e sobreviver, o que não tem realmente acontecido.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Um dos sacerdotes vem a frete e fala ao Paladino que deve lutar contra ele, quem acerta o outro primeiro ganhara a disputa. Dependendo do resultado o beneficio será maior ou não e também poderão julgar a competência do que o Paladino tanto fala.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Começa o embate entre os dois, que faz resumir pelo salão o choque das duas espadas de ametistas. Movimentos rápidos e fortes ate que um momento do combate o Paladino erra o seu golpe dando chance para que o sarcedote de um golpe acertando o Paladino, assim ponto fim ao combate.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Com um sinal positivo dos dragões o sacerdote pega a espada de ametista do Paladino e cola ela dentro de um balde. Ao colocar ele lança uma magia sônica que faz com que a espada vire um punhado de pó dentro do balde, ele recolhe o balde e leva para forja que se encontra mais ao fundo do grande salão após um pesada porta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>O Paladino chocado com o que viu a sua espada sendo destruída simplesmente, sem o menor remorso ou interesse de perguntar a ele se poderia ser feito aquilo. Ele se recolhe a um canto do salão e começa a meditar enquanto espera para ver que vai acontecer.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Passa-se em torno de 2 horas quando o sacerdote volta ao salão com a espada do Paladino, aparentemente maior e mesmo volume. Joga a espada para o Paladino, quando o segura ainda queima a sua mão por estar muito quente ainda. Parece uma espada bastarda, mas tem um peso e mobilidade de uma espada longa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Os dragões resolvem mandar de volta o Paladino, informa a ele que agora suas responsabilidades aumentaram e ainda no seu caminho de volta terá novas responsabilidades e encontrar uma parte de seu destino.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>O Paladino agradece aos dragões de ametista e ao sacerdote sai voando, enquanto das sombras sai uma figura pesada e com um sorriso sarcástico no rosto e vira para o sacerdote.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Figura Pesada: “Ele esta começando a se desesperar e a se perder”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Sacerdote: “Realmente, isto esta me preocupando. Não sei se ele vai conseguir chegar aonde ele deve chegar.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Figura Pesada: “Bom, isso logo vamos descobrir. Algo me diz que meu tempo esta finalmente chegando. Logo terei minha oportunidade.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Sacerdote: “Vamos ver se realmente emergira das sombras e como será sua aparição. Mas como você disse isto poderá acontecerá logo.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>A figura pesada volta para as sombras com seu sorriso sarcástico, deixando o sacerdote preocupado para os novos acontecimentos que esta para acontecendo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>(Continua...)</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Momento Comedia - Dia 24/04/2008]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=182</link>
<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 12:04:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
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<description><![CDATA[O caipira entrou no consultório e meio sem jeito foi falando:
- Doutor, o negócio não sobe mais.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O caipira entrou no consultório e meio sem jeito foi falando:</p>
<p>- Doutor, o negócio não sobe mais.   Já tomei de tudo quanto foi chá de pranta mas não sobe mais mesmo.</p>
<p>- Ah não, meu amigo.  Vou te passar um medicamento que vai deixar você novo em folha.  São cinqüenta comprimidos, um por dia.</p>
<p>- Mas doutor, eu sou um homem simples da roça.   Só sei contar até dez nos dedos e mais nada.</p>
<p>- Então você vai numa papelaria, compra um caderno de cinqüenta folhas.<br />
Cada folha um comprimido.  Quando o caderno acabar você já vai estar curado.</p>
<p>A receita está aqui.</p>
<p>- Brigado doutor.   Vou agora mesmo comprar o tal caderno.</p>
<p>E logo que saiu do prédio avistou de fato uma papelaria ali perto.  Entrou, a moça veio atender.</p>
<p>- Eu precisava de um caderno de cinqüenta fôia.</p>
<p>- É brochura?</p>
<p>- Médico fia da puta.  Já andou espaiando meu pobrema por aí .</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frase do Dia - 23/04/2008]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=180</link>
<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 13:58:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Com ordem e tempo se encontra o segredo de fazer tudo, e fazê-lo bem.&#8221;
(Pitágoras)
Pi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>"Com ordem e tempo se encontra o segredo de fazer tudo, e fazê-lo bem."<br />
(Pitágoras)</strong></p>
<p>Pitágoras de Samos (do grego Πυθαγόρας) foi um filósofo e matemático grego que nasceu em Samos pelos anos de 571 a.C. e 570 a.C. e morreu provavelmente em 497 a. C. ou 496 a.C. em Metaponto.</p>
<p>A sua biografia está envolta em lendas. Diz-se que o nome significa altar da Pítia ou o que foi anunciado pela Pítia, pois sua mãe ao consultar a pitonisa soube que a criança seria um ser excepcional.</p>
<p>Pitágoras foi o fundador de uma escola de pensamento grega chamada em sua homenagem de pitagórica.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A história do RPG]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=172</link>
<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 11:51:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
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<description><![CDATA[A História do RPG e da TSR
A história da TSR e do RPG se confundem de tal forma, que se torna impo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:18px;line-height:normal;"><span style="font-family:Arial;">A História do RPG e da TSR</span></span></p>
<p>A história da TSR e do RPG se confundem de tal forma, que se torna impossível falar de um sem tocar no outro.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">GARY GYGAX</span></p>
<p>A TSR possui uma história que poderia ser toda resumida com uma só palavra... SUCESSO. É um grande exemplo do "Sonho americano que se torna realidade". Começou com uma idéia brilhante, meia dúzia de anotações e voit à la!!! Um rápido sistema de regras.</p>
<p>Ai foi só ir a uma editora, ter seu trabalho recusado... Trabalhar por si e em pouco mais de 5 anos, estar apto a comprar todas as empresas que recusaram seu trabalho inicialmente. Mas o que tinha a TSR para se tornar tão popular?</p>
<p>O homem que iniciou tudo isso se chamava Gary Gygax. Ele desperdiçou anos sentado junto a um amigo “Guerreando” através de jogos de estratégia com miniaturas.</p>
<p>Os Jogos de estratégia com miniaturas (WAR GAMES), sempre forma muito difundido por todo o mundo, enquanto existiram guerras, existiram os War Games, até o Xadez, um dos jogos mais antigos do mundo veio dos War Games. Os war games contemporâneos vieram da Prússia por volta do século 10. O jogo KRIEGSPIEL introduziu a idéia de usar um tabuleiro e dados para determinar elementos aleatórios nas batalhas.Depois da guerra Franco – Prussica, o Inglês ganhou sua versão e foi utilizado para treinar o exercito em táticas militares.</p>
<p>E foi H. G. Wells, com seu brilhantismo que abriu o jogo para amadores e civis. Em 1915 ele publicou um set de regras em um livro chamado Little Wars (Pequenas Regras) hoje visto como a “Bíblia” dos jogadores de War Games. Ele foi o primeiro a introduzir miniaturas para serem colecionadas representando os exércitos.</p>
<p>Porem o jogo não se tornou popular e permaneceu apagado até 1953. Charles Roberts lançou o primeiro tabuleiro de jogo“comercializado”. Robert criou a Avalon-Hill, companhia de jogos.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">TOLKIEN</span><br />
Em 1966, ocorreu uma grande publicação “THE LORD OF THE RINGS” (O senhor dos Anéis), trazendo a tona um intenso e fantástico CENÁRIO, que há muito havia sido esquecido, levando a mente de todo adolescente da época os sonhos de um mundo mágico, de elfos, anões e magos.</p>
<p>Em 1966 também, Gary Gygax e outros jogadores de War games fundaram a Federação internacional de War games(jogos de estratégia com miniaturas)</p>
<p>Com a "febre" TOLKIEN, todos os adolescentes da época estavam num período de êxtase em relação a histórias medievais e Um dia, jogando com um grupo de amigos, por brincadeira introduziram uma miniatura de um Dragão em seus jogos. Conseqüentemente o jogo se tornou "medieval" e agora trazia toda história medieval para dentro daquele jogo. A quantidade de possibilidades que isso acrescentou ao jogo foi infinita e cada dia mais jogavam naquele estilo. Começavam os War Games medievais.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Este jogo se chamava "CHAINMAIL".</span></p>
<p>Em 1969 ocorreu a primeira publicação do Chaimail, pela GUIDON GAMES com um total de 62 paginas (47 numeradas), um conjunto de regras para ser usado em conjunto com o “War game” OUTDOOR SURVIVAL” da Avalon Hill. Um set de regras para utilizar o cenário medieval em War games.</p>
<p>Uma espécie de progenitor do D&#38;D, o Chainmail foi criado como um sistema de regras para ser usado em conjunto com miniaturas.</p>
<p>Na primeira publicação da revista “Best of Dragon” Gygax citou: “ Quando os buracos começaram a aparecer no Chainmail, Dave(Arneson) começou a usar o sistema de regras em suas campanhas e publicar suas ações em forma de artigos numa campanha chamada “Blackmoor”(cenário de combate). Fiquei muito interessado nesta utilização das regras e em poucos meses Dave veio me visitar e jogamos seu modificado Chainmail. Poucas semanas após a visita eu recebi 18 ou mais paginas de regras e anotações de sua campanha e imediatamente comecei a criar um novo manuscrito. Em pouco mais de 3 semanas já eram 100 paginas e começamos um sério teste de jogabilidade. DUNGEONS &#38; DRAGONS nasceu”</p>
<p>Em 1972 veio a segunda edição do Chainmail, com 48 paginas (35 numeradas) uma versão mais fácil de ser lida e entendida, com regras incorporadas da publicação Domesday.</p>
<p>Porém, a editora Avalon Hill não compreendeu as modificações que Gary estava obstinado a fazer e alegavam " Como poderemos determinar o vencedor se supostamente os jogadores devem cooperar? Vocês não tên como criar um jogo que não possui vencedores!"</p>
<p>Então, em 1974, Gary Gyax e seu amigo, Don Kayne, fizeram um investimento e fundaram sua própria editora. A TATICAL STUDIES RULES. Gygax remodelou seu livro de regras e o publicou. Este livro se chamava "DUNGEONS &#38; DRAGONS"</p>
<p>Gygax rapidamente colocou Arneson apenas como co-autor pelas suas “sementes” e a semelhança do D&#38;D com o cenário “Blackmoor”.</p>
<p>Durante o primeiro ano, o jogo vendeu cerca de 1000 cópias e rendeu $50.000 a TSR.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">DAVE ARNESON</span></p>
<p>Como em toda sociedade, divergências acontecem, e em pouco mais de um ano de trabalho ente Gygax e Arneson depois de o D&#38;D ser criado eles se desentenderam e Arneson saiu. A grande injustiça de toda história, é que Gygax hoje é exaltado como criador do RPG, enquanto Arneson foi totalmente esquecido pela industria.</p>
<p>De qualquer forma, os caminhos traçados por Arneson em suas campanhas e a influencia de seu pequeno livro amarelinho no desenvolvimento do D&#38;D é inegável.</p>
<p>Em 1979 existiram rumores que Arneson procurou a justiça para criar uma ação contra a TSR, demandando Royalties pela linha de produtos D&#38;D. Arneson foi listado como co-autor das regras originais de D&#38;D, e como tal, acreditava que uma parcela do sucesso se devia a derivados de seu trabalho. O resultado desta ação nunca se tornou publico, porém existem rumores que Arneson recebeu uma razoável quantia em dólares em troca de cessar a ação judicial.</p>
<p>O Chainmail continuou a ser publicado até 1979 quando ocorreu sua última publicação de 44 paginas. Estima-se hoje, que uma cópia da 1a edição do Chainmail esteja valendo em torno de 1000 dólares.</p>
<p>De 1974 a 1979 muitos livros do D&#38;D original foram lançados. Entre eles GREYHAWK.</p>
<p>Escrito por Gigax e Kuntz, em sua capa já aparecia um Beholder e em seu conteúdo, eram incorporadas novas classes, como paladino e ladrão bem como monstros magias e tesouros</p>
<p>Em 1977 era criada a linha Dungeons &#38; Dragons básico, que persistiu até o fim da TSR em 1999 em desacordo com Gigax, que destinava seu tempo a um projeto mais ambicioso e complexo : o AD&#38;D.</p>
<p>Em junho de 1978 saía o AD&#38;D Players Handbook assinado por Gary Gygax. A partir daí, o AD&#38;D se tornou uma febre mundial e assim permaneceu até a compra da TSR pela Wizards of The Coast em 1999.</p>
<p>Mas qual seria realmente a principal diferença do D&#38;D para o AD&#38;D? Primeiramente, o D&#38;D foi criado baseando-se em um único mundo chamado MYSTARA e com foco na terra de KARAMEIKOS em particular. O jogo tendeu a acompanhar o que seu nome dizia: Aventuras baseadas em labirintos dungeons, coletar tesouros e salvar princesas. Já o AD&#38;D, foi criado para não ser ligado especificamente a nenhum mundo, como resultado, a enorme quantidade de diferentes cenários criados para ele.</p>
<p>Após 02 anos de seu lançamento, o D&#38;D original foi retirado do mercado. Contudo, o Mundo de Mystara foi re-lançado como uma campanha. De 1987 a 1989, todas as suas regras foram reestruturadas, e a partir daí houve uma grande explosão.Era publicada a Segunda edição do AD&#38;D.</p>
<p>Em 1995, um dos criadores da segunda edição escreveu:<br />
“Desde que a segunda edição foi lançada, o AD&#38;D cresceu pelo mundo como nunca foi esperado. Pudemos viajar por mundos fabulosos, como o horror de RAVENLOFT, os exóticos bazares de Al-Qadin, e sobre a superfície arida de Dark Sun. Agora, temos os horizontes sem fim de PLANESCAPE e as bandeiras em flâmula dos exércitos de Birthright. E claro, presidindo, os legendários Forgotten Realms. Produtos mudaram, mas nosso objetivo continua o mesmo: Publicar o que os jogadores desejam encontrar. E nós fazemos isso pelo mesmo motivo que todos jogam: Por diversão!”.</p>
<p>Ao mesmo tempo em que os jogos eram criados, muitas “Crônicas” também começaram a tomar o mercado, e um de seus mais populares autores foi Robert A. Salvatore, baseados no cenário de Forgotten Realms. Estas novelas criaram legendários guerreiros pelos reinos, entre eles, o Elfo Negro Drizzt Do’Urden. Drizzt é um príncipe da capital dos Elfos Negros (Drows), MENZOBERRAZAN.</p>
<p>E como falar nas Crônicas da TSR sem citar os autores MARGARET WEIS e TRACY HICKMAN, com seus Best-sellers “DRAGONS OF AUTUMN TWILIGHT”, DRAGONS OF WINTER NIGHT ee DRAGONS OF SPRING DAWING” ,criando assim a SAGA DE DRAGONLANCE.</p>
<p>Em 1991 algo de muito importante aconteceu: Nasceu a WHITE-WOLF, empresa que mudou os rumos do rpg, trazendo fantásticos cenários, com Vampiro, Lobisomem e muitos outros, acompanhados de regras simples e funcionais. Estava ali, uma das maiores concorrentes da TSR.</p>
<p>A partir dai, temos o RPG moderno que todos nós conhecemos.</p>
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