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	<title>supercondutores &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/supercondutores/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "supercondutores"</description>
	<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 19:06:20 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Trem de Levitação Magnética poderá circular na Ilha do Fundão]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=106</link>
<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 13:17:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
<guid>http://comosereformaumplaneta.pt-br.wordpress.com/2008/04/30/trem-de-levitacao-magnetica-podera-circular-na-ilha-do-fundao/</guid>
<description><![CDATA[A Ilha do Fundão poderá ganhar o primeiro trem de levitação magnética desenvolvido no Brasil.
O]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp2.blogger.com/_o-LA2x1osqE/R8HwY5uAO_I/AAAAAAAAEX8/GDSZHgZ9eB4/s1600-h/1133_prot%C3%B3tipo+da+Coppe.jpg"><img style="float:left;cursor:pointer;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp2.blogger.com/_o-LA2x1osqE/R8HwY5uAO_I/AAAAAAAAEX8/GDSZHgZ9eB4/s200/1133_prot%C3%B3tipo+da+Coppe.jpg" border="0" alt="" /></a>A Ilha do Fundão poderá ganhar o primeiro trem de levitação magnética desenvolvido no Brasil.</p>
<p>O projeto inicial (imagem do protótipo à esquerda), que requer R$ 4,1 milhões para ser implantado, foi apresentado recentemente à diretoria do BNDES pelo professor da COPPE, Richard Stephan, coordenador do estudo.</p>
<p>O veículo que dispensa a utilização de trilhos e rodas foi projetado pela equipe do Laboratório de Aplicações de Supercondutores (LASUP) da COPPE e da Escola de Engenharia da UFRJ para percorrer um trecho de 114 metros durante a fase de teste e transportar até seis pessoas por módulo.</p>
<p>A meta, até 2010, é ampliar para 3 km o trajeto na Cidade Universitária e aumentar a capacidade de transporte para 254 passageiros, por viagem, do Hospital Clementino Fraga Filho ao prédio da Reitoria, a uma velocidade de 70 km/h, similar a do metrô que circula no Rio de Janeiro.</p>
<div>
<dd>
<p>O trem, batizado de Maglev-Cobra, será composto por módulos de 1 metro de comprimento. Segundo o professor Richard, a composição em módulos facilitará a adequação do tamanho do veículo à demanda, podendo se locomover em curvas de até 30 metros de raio. A proposta é substituir parte da frota de ônibus que circula no campus da cidade universitária, com a vantagem de ser mais rápido e não poluente. “Esta será uma oportunidade para mostrar as pessoas que o veículo é seguro, eficiente e pode vir a ser uma boa alternativa para centros urbanos”, ressalta o professor.</dd>
</div>
<p>O baixo custo do veículo, incluindo a implantação do sistema, é a principal vantagem sobre outros meios de transporte similares. Enquanto a construção de um metrô subterrâneo no Rio de Janeiro tem o custo de R$ 100 milhões por km, os pesquisadores calculam que o sistema de levitação poderá ser implantado por cerca de R$ 33 milhões, ou seja, um terço deste valor.</p>
<p>O projeto do Maglev também poderá ser utilizado no trajeto entre o Centro do Rio de Janeiro e o de São Paulo, levando apenas 1 hora e 30 minutos, quase o mesmo tempo gasto por um avião. Segundo Eduardo David, outro professor à frente desse projeto, para interligar as duas cidades bastaria construir uma via elevada para o Maglev, aproveitando a faixa de domínio da Rodovia Presidente Dutra ou da ferrovia MRS Logística, com custos bem menores do que o projeto do trem-bala, baseado em contato roda/trilho.</p>
<p>O pesquisador explica que o Maglev dispensa a construção de túneis para superar limit<a href="http://bp1.blogger.com/_o-LA2x1osqE/R8HwHpuAO-I/AAAAAAAAEX0/R6exfC_Qct8/s1600-h/1093.jpg"><img style="float:right;cursor:pointer;margin:0 0 10px 10px;" src="http://bp1.blogger.com/_o-LA2x1osqE/R8HwHpuAO-I/AAAAAAAAEX0/R6exfC_Qct8/s200/1093.jpg" border="0" alt="" /></a>es geográficos, como a Serra das Araras, onde os trens precisam trafegar em rampa de no máximo 2% de inclinação, enquanto o trem de levitação, devido ao motor linear, aceita rampas superiores a 10% (ver imagem à direita). “Mas o nosso foco atual é o transporte urbano à baixa velocidade.</p>
<p>Já para ligar duas metrópoles o recomendável, no momento, seria um trem de levitação eletromagnética capaz de alcançar 480 km/h, como o Maglev Transrapid que está em operação na China desde o início de 2003”, afirma Eduardo.</p>
<p>Leia mais na matéria publicada no <a href="http://www.planeta.coppe.ufrj.br/artigo.php?artigo=891">site Planeta Coppe</a>, em agosto de 2007.</p>
<p><span style="font-weight:bold;color:#006600;">Com o estudo do trem de alta velocidade ligando o Rio de Janeiro a São Paulo e Campinas, essa matéria volta à atualidade.</p>
<p></span><span style="font-weight:bold;color:#006600;">Com ela, iniciamos uma série de posts, artigos e entrevistas relativas à tecnologia de levitação magnética, que vem sendo desenvolvida, com sucesso, no Laboratório de Supercondutores da Coppe/UFRJ.</span><br />
<span style="font-weight:bold;color:#006600;"><br />
É importante fazer a distinção de que o protótipo que está em desenvolvimento pela Coppe destina-se ao transporte público urbano. Para ligações regionais, a indicação é o Maglev, da Transrapid alemã.</p>
<p></span><span style="font-weight:bold;color:#006600;"><a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM785801-7823-SUPERCONDUTORES,00.html">Clique aqui</a><a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM785801-7823-SUPERCONDUTORES,00.html"> </a>para ver densa matéria produzida pela Globo News com o Professor Richard, do Laboratório de Supercondutores da Coppe/UFRJ, sobre esse assunto de importância estratégica para o país.</span></p>
<p>Fonte: <em>http://logisticaetransportes.blogspot.com/2008/02/trem-de-levitao-magntica-poder-circular.html</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A morte do chip de Silicio]]></title>
<link>http://snnangola.wordpress.com/?p=372</link>
<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 22:13:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>snnangola</dc:creator>
<guid>http://snnangola.pt-br.wordpress.com/2008/03/28/a-morte-do-chip-de-silicio/</guid>
<description><![CDATA[ 
O grande problema dos chips de silicio com que sao fabricados os processadores de hoje tem que ve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"> <img src="http://www.techshout.com/images/intel-silicon-hybrid-laser-.jpg" align="middle" height="281" width="300" /></p>
<p>O grande problema dos chips de silicio com que sao fabricados os processadores de hoje tem que ver com o seu tamanho que precisa diminuir para aumentar a sua frequencia de operação, ou seja quanto maior a area ocupada pelo numero de transistores, menor será a capacidade de frequencia ou processamento (transmissao de sinais electricos) entre os transistores. Por essa razão ao longo do tempo, o tamanho dos chips foi diminuindo rapidamente até que se chegou a um nivel de transistores com tamanho de 0.18 mícron.</p>
<p>Como se poderia resolver esta situação? Diminuindo até o maximo possivel o tamanho dos transistores e aumentando o seu numero. Adicionar ou duplicar as camadas de chips como aliás fazem agora os processadores da linha Core.</p>
<p>Radicalmente falando e é aí onde entra a historia do nosso querido Silicio. Usar tecnologia que está agora em investigação, os nanotubos, os supercondutores e talvez o Graphene.</p>
<p>Fonte: <a href="http://slashdot.org/">Slashdot </a></p>
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