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	<title>santa-tereza &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/santa-tereza/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "santa-tereza"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 03:19:16 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Segunda-feira desta semana, o livreiro Garnier saiu pela primeira vez de casa para ir a outra parte que não a livraria...]]></title>
<link>http://blogdomachadodeassis.wordpress.com/?p=342</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 00:34:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdomachadodeassis</dc:creator>
<guid>http://blogdomachadodeassis.pt-br.wordpress.com/2008/10/08/segunda-feira-desta-semana-o-livreiro-garnier-saiu-pela-primeira-vez-de-casa-para-ir-a-outra-parte-que-nao-a-livraria/</guid>
<description><![CDATA[
&#8220;Pourriez-vous résister, si vous étiez forcé de ne plus faire ce que vous auriez fait pend]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blogdomachadodeassis.files.wordpress.com/2008/10/garnier.jpg" alt="terra gravida" /><br />
<span style="font-size:xx-small;"><em>"Pourriez-vous résister, si vous étiez forcé de ne plus faire ce que vous auriez fait pendant cinquante ans?"</em></span></p>
<p><strong><em>Nota: A crônica a seguir foi publicada originalmente na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gazeta_de_noticias" target="_blank">Gazeta de Notícias</a>, Rio de Janeiro, em 8 de outubro de 1893, há exatos 115 anos. </em></strong></p>
<p><span style="color:#000000;font-size:medium;"><strong>Segunda-feira desta semana, o livreiro <a href="http://www.geocities.com/athens/olympus/3583/garnier02.htm">Garnier</a> saiu pela primeira vez de casa para ir a outra parte que não a livraria.</strong></span> <strong><a href="#" title="Em latim significa VOLTA AO TEU LUGAR">Revertere ad locum tuum</a></strong> — está escrito no alto da porta do <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cemitério_São_João_Batista_(Rio_de_Janeiro)">cemitério de S. João Baptista</a></strong>. “Não, — murmurou ele talvez dentro do caixão mortuário, quando percebeu para onde o iam conduzindo, — não é este o meu lugar; o meu lugar é na <strong><a href="http://rio-curioso.blogspot.com/2008/03/rua-do-ouvidor.html">rua do Ouvidor</a> 71</strong>, ao pé de uma carteira de trabalho, ao fundo, à esquerda; é ali que estão os meus livros, a minha correspondência, as minhas notas, toda a minha escrituração”.</p>
<p>Durante meio século, Garnier não fez outra coisa senão estar ali, naquele mesmo lugar, trabalhando. Já enfermo desde alguns anos, com a morte no peito, descia todos os dias de <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Teresa_(Rio_de_Janeiro)">Santa Tereza</a></strong> para a loja, de onde regressava antes de cair a noite. Uma tarde, ao encontrá-lo na rua, quando se recolhia, andando vagaroso, com os seus pés direitos, metido em um sobretudo, perguntei-lhe porque não descansava algum tempo. Respondeu-me com outra pergunta: <span style="color:#000000;font-size:medium;"><strong><a href="#" title="Você resistiria, se fosse forçado a parar de fazer aquilo que tem feito há cinqüenta anos?">Pourriez-vous résister, si vous étiez forcé de ne plus faire ce que vous auriez fait pendant cinquante ans?</a></strong></span> Na véspera da morte, se estou bem informado, achando-se de pé, ainda planejou descer na manhã seguinte, para dar uma vista de olhos à livraria.</p>
<p>Essa livraria é uma das últimas casas da rua do Ouvidor; falo de uma rua anterior e acabada. Não cito os nomes das que se foram, porque não as conhecereis, vós que sois mais rapazes que eu, e abristes os olhos em uma rua animada e populosa onde se vendem, ao par de belas jóias, excelentes queijos. Uma das últimas figuras desaparecidas foi o <strong><a href="http://www.biblio.com.br/conteudo/JoaquimManueldeMacedo/mmemoriasdarua.htm">Bernardo</a></strong>, o perpétuo Bernardo, cujo nome achei ligado aos charutos do <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Alves_de_Lima_e_Silva">duque de Caxias</a></strong>, que tinha fama de os fumar únicos, ou quase únicos. Há casas como a <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Laemmert">Laemmert</a></strong> e o <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jornal_do_Commercio">Jornal do Commercio</a></strong>, que ficaram e prosperaram, embora os fundadores se fossem; a maior parte, porém, desfizeram-se com os donos.</p>
<p>Garnier é das figuras derradeiras. <span style="color:#000000;font-size:medium;"><strong>Não aparecia muito; durante os 20 anos das nossas relações, conheci-o sempre no mesmo lugar, ao fundo da livraria, que a princípio era em outra casa, nº 69, abaixo da rua Nova</strong></span>. Não pude conhecê-lo na da <strong>Quitanda</strong>, onde se estabeleceu primeiro. A carteira é que pode ser a mesma, como o banco alto onde ele repousava, às vezes, de estar em pé. Aí vivia sempre, pena na mão, diante de um grande livro, notas soltas, cartas que assinava ou lia. Com o gesto obsequioso, a fala lenta, os olhos mansos, atendia a toda gente. Gostava de conversar o seu pouco. Neste caso, quando a pessoa amiga chegava, se não era dia de mala, ou se o trabalho ia adiantado e não era urgente, tirava logo os óculos, deixando ver no centro do nariz uma depressão do longo uso deles. Depois vinham duas cadeiras. Pouco sabia de política da terra, acompanhava a de França, mas só o ouvi falar com interesse por ocasião da guerra de 1870. O francês sentiu-se francês. Não sei se tinha partido; presumo que haveria trazido da pátria, quando aqui aportou, as simpatias da classe média para com a monarquia orleanista. Não gostava do império napoleônico. Aceitou a república, e era grande admirador de <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Léon_Gambetta">Gambetta</a></strong>.</p>
<p>Daquelas conversações tranqüilas, algumas longas, estão mortos quase todos os interlocutores, <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Liais">Liais</a></strong>, <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/José_Feliciano_Fernandes_Pinheiro">Fernandes Pinheiro</a></strong>, <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Manuel_de_Macedo">Macedo</a></strong>, <strong><a href="http://books.google.com.br/books?id=3X6hu3e3KbUC&#38;pg=PA368&#38;lpg=PA368&#38;dq=Joaquim+Norberto&#38;source=web&#38;ots=vkZMpfc0BI&#38;sig=hA4scV50q41xWLAVZForEAWVel8&#38;hl=pt-BR&#38;sa=X&#38;oi=book_result&#38;resnum=9&#38;ct=result">Joaquim Norberto</a></strong>, <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_de_Alencar">José de Alencar</a></strong>, para só indicar estes. De resto, a livraria era um ponto de conversação e de encontro. Pouco me dei com Macedo, o mais popular dos nossos autores, pela <strong><a href="http://www.klickeducacao.com.br/2006/obralit/obras/130/Joaquim_Manuel_de_Macedo_a_moreninha.pdf">Moreninha</a></strong> e pelo <strong>Fantasma Branco</strong>, romance e comédia que fizeram as delícias de uma geração inteira. Com <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_de_Alencar">José de Alencar</a></strong> foi diferente; ali travamos as nossas relações literárias. Sentados os dois, em frente à rua, quantas vezes tratamos daqueles negócios de arte e poesia, de estilo e imaginação, que valem todas as canseiras deste mundo. <span style="color:#000000;font-size:medium;"><strong>Muitos outros iam ao mesmo ponto de palestra. Não os cito, porque teria de nomear um cemitério, e os cemitérios são tristes, não em si mesmos, ao contrário.</strong></span> Quando outro dia fui a enterrar o nosso velho livreiro, vi entrar no de S. João Batista, já acabada a cerimônia e o trabalho, um bando de crianças que iam divertir-se. Iam alegres, como quem não pisa memorial nem saudades. As figuras sepulcrais eram, para elas, lindas bonecas de pedra; todos esses mármores faziam um mundo único, sem embargo das suas flores mofinas, ou por elas mesmas, tal é a visão dos primeiros anos.</p>
<p>Não citemos nomes.</p>
<p>Nem mortos, nem vivos. Vivos há-os ainda, e dos bons, que alguma coisa se lembrarão daquela casa e do homem que a fez e perfez. Editar obras jurídicas ou escolares não é mui difícil; a necessidade é grande, a procura certa. Garnier, que fez custosas edições dessas, foi também editor de obras literárias, o primeiro e o maior de todos. Os seus catálogos estão cheios dos nomes principais, entre os nossos homens de letras. Macedo e Alencar, que eram os mais fecundos, sem igualdade de mérito, <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bernardo_Guimar%C3%A3es">Bernardo Guimarães</a></strong>, que também produziu muito nos seus últimos anos, figuram ao pé de outros, que entraram já consagrados, ou acharam naquela casa a porta da publicidade e o caminho da reputação.</p>
<p>Não é mister lembrar o que era essa livraria tão copiosa e tão variada, em que havia tudo, desde a teologia até à novela, o livro clássico, a composição recente, a ciência e a imaginação, a moral e a técnica. Já a achei feita; mas vi-a crescer ainda mais, por longos anos. Quem a vê agora, fechadas as portas, trancados os mostradores, à espera da justiça, do inventário e dos herdeiros, há de sentir que falta alguma coisa à rua. Com efeito, falta uma grande parte dela, e bem pode ser que não volte, se a casa não conservar a mesma tradição e o mesmo espírito.</p>
<p>Pessoalmente, que proveito deram a esse homem as suas labutações? O gosto do trabalho, um gosto que se transformou em pena, porque no dia em que devera libertar-se dele, não pôde mais; o instrumento da riqueza era também o do castigo. Esta é uma das misericórdias da Divina Natureza. Não importa: laboremos. Valha sequer a memória, ainda que perdida nas páginas dos dicionários biográficos. <span style="color:#000000;font-size:medium;"><strong>Perdure a notícia, ao menos, de alguém que neste pais novo ocupou a vida inteira em criar uma indústria liberal, ganhar alguns milhares de contos de réis, para ir afinal dormir em sete palmos de uma sepultura perpétua. Perpétua!</strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rio para visitantes]]></title>
<link>http://racosta.wordpress.com/?p=33</link>
<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 22:05:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>anônimo</dc:creator>
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Dizer que o Rio de Janeiro continua lindo é “chover no molhado”. Mas nunca custa repetir. A c]]></description>
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<p class="MsoNormal">Dizer que o Rio de Janeiro continua lindo é “chover no molhado”. Mas nunca custa repetir. A cidade, cantada por poetas, músicos, literatos e afins, ainda mantém seu charme. Mesmo com os noticiários diários de violência.</p>
<p class="MsoNormal">E, mais que praia, Pão de Açúcar e Cristo, existem outros Rios a serem descobertos. Uma boa dica de passeio, é partindo do Largo do Carioca, acessível por <a href="http://www.metrorio.com.br/">metrô</a>. <span> </span></p>
[caption id="attachment_34" align="aligncenter" width="300" caption="Estação da carioca e arredores"]<a href="http://racosta.files.wordpress.com/2008/08/mapa_carioca.jpg"><img class="size-medium wp-image-34" src="http://racosta.wordpress.com/files/2008/08/mapa_carioca.jpg?w=300" alt="Estação da carioca e arredores" width="300" height="175" /></a>[/caption]
<p class="MsoNormal">A estação é bem central, e de lá, com pequenas caminhadas, é possível acessar o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%A7o_Imperial">Paço Imperial</a>, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pal%C3%A1cio_Tiradentes">Palácio Tiradentes</a>, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Theatro_Municipal_do_Rio_de_Janeiro">Teatro Municipal</a> e a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Biblioteca_Nacional_do_Brasil">Biblioteca Nacional</a>. Essas são apenas algumas das atrações famosas e próximas, mas, claro, um passeio por essa área revela várias outras surpresas não catalogadas.</p>
<p class="MsoNormal">Mas ficamos aqui com duas sugestões principais, feitas a partir do Carioca: uma visita à <a href="http://www.confeitariacolombo.com.br/">Confeitaria Colombo</a> e um passeio de bonde ao bairro Santa Tereza.</p>
<p class="MsoNormal">A Confeitaria Colombo fica na Rua Gonçalves Dias (nº 32), perto da esquina com Sete de Setembro.</p>
[caption id="attachment_36" align="aligncenter" width="225" caption="Interior da Confeitaria Colombo, com seus mais de cem anos de tradição no Centro do Rio"]<a href="http://racosta.files.wordpress.com/2008/08/turismo_vi1.jpg"><img class="size-medium wp-image-36" src="http://racosta.wordpress.com/files/2008/08/turismo_vi1.jpg?w=225" alt="Interior da Confeitaria Colombo, com seus mais de cem anos de tradição no Centro do Rio" width="225" height="300" /></a>[/caption]
<p class="MsoNormal">O espaço existe desde 1894 e já foi freqüentado por Ruy Barbosa, Olavo Bilac e Chiquinha Gonzaga, entre outros. Em seu interior, uma profusão de luzes e espelhos impressiona. Inevitável não se sentir inspirado pelo clima da Confeitaria. Vale testar os dotes literários e escrever um poema no guardanapo enquanto se espera pelo café.</p>
<p class="MsoNormal">De lá, a estação de embarque para o bondinho é bem perto. Uma boa referência é o prédio da Petrobras (a estação fica logo atrás e a construção é bem fácil de identificar). Para embarcar, basta pagar R$ 0,60. O passeio dura em média 20’, com direito a atravessar os famosos Arcos da Lapa. São duas rotas percorridas pelo bondinho, que saem em horários diferentes.</p>
[caption id="attachment_37" align="aligncenter" width="300" caption="Um jeito diferente de ver os famosos Arcos da Lapa"]<a href="http://racosta.files.wordpress.com/2008/08/turismo_xii.jpg"><img class="size-medium wp-image-37" src="http://racosta.wordpress.com/files/2008/08/turismo_xii.jpg?w=300" alt="Um jeito diferente de ver os famosos Arcos da Lapa" width="300" height="225" /></a>[/caption]
<p class="MsoNormal">A dica para quem vai é seguir o percurso todo até o fim e, na volta descer para um passeio a pé pelas ruas do bairro, onde há várias <a href="http://www.rio.rj.gov.br/riotur/pt/atracao/?CodAtr=1410">atrações</a>. Dentre elas, restaurantes variados, à escolha do freguês.</p>
<p class="MsoNormal">Para quem gosta de roupas customizadas e propostas diferentes, vale uma parada na lojinha da <a href="http://www.favelahype.com/"><em>Favela Hype</em></a><em>. </em>Fica<em> </em>na altura do número 592, da Rua Almirante Alexandrino (que é por onde passa o bonde). A marca surgiu ali mesmo, no bairro Santa Tereza e trabalha sob duas orientações bem legais: a valorização de nosso clima tropical e o trabalho social junto a moradoras de favelas cariocas. Tentação inevitável para umas comprinhas.</p>
<p class="MsoNormal">Para sair do Santa Tereza, uma opção é, novamente, o bonde. Mas atenção: na volta, como o carro já está cheio, é difícil viajar sentado. Então, quem entra no meio do caminho acaba tendo que voltar pendurado no bonde. Opção ruim para quem não gosta de altura (já que os Arcos da Lapa são altos) ou para quem fez compras. Nesses casos, vale pegar o microônibus, que tem ponto final em frente à <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Esta%C3%A7%C3%A3o_Central_do_Brasil">Estação Central do Brasil</a>.</p>
<p class="MsoNormal">Belo ponto para o fim desse passeio pela história do Brasil.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um doce sorriso]]></title>
<link>http://leandrodeoliveira.wordpress.com/?p=11</link>
<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 02:51:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>leandrodeoliveira</dc:creator>
<guid>http://leandrodeoliveira.pt-br.wordpress.com/2008/08/01/um-doce-sorriso/</guid>
<description><![CDATA[Captura digital, editada para simular o slide Provia 400F

Bom, meu primeiro post é sobre uma coisa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="" align="aligncenter" width="425" caption="Captura digital, editada para simular o slide Provia 400F"]<img src="http://i264.photobucket.com/albums/ii189/leandrovsoliveira/DSC_5289-copy.jpg" alt="Captura digital, editada para simular o slide Provia 400" width="425" height="640" />[/caption]
<p><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE                             &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;                                                                                                                                            &#60;![endif]--></p>
<p class="MsoNormal">Bom, meu primeiro post é sobre uma coisa que eu gostei muito de fazer, e que de certa forma pra mim, deu um novo rumo na minha estrada fotográfica.</p>
<p class="MsoNormal">Essa foto significa muita coisa pra mim. Nem de longe está entre as melhores que ja fiz, mas significa muito. Ela foi feita durante uma das sessões de fotos para uma exposição (Ballet de Portas Abertas, no Ballet de Santa Tereza - uma magnífica obra social), e neste dia em particular eu não estava muito inspirado.</p>
<p class="MsoNormal">O local não é o tipo de lugar que eu estou acostumado a fotografar. É um pequeno salão onde são ministradas aulas de ballet para crianças carentes, com uma luz ruim para equipamento limitado (que é meu caso, mas que atende muito bem às necessidades deles) e com um nº maior de alunos bem maior do que eu esperava. Eu estava passando por um momento difícil profissionalmente falando e nessas horas, algumas coisas passam realmente despercebidas. Eu estava realmente sem idéia do que eu estava fazendo ali. Da magnitude da obra. Das pessoas que estavam ao meu redor. Eu simplesmente estava clicando, sem estar realmente focado no assunto (trocadilhos à parte...), mas não havia percebido isso.</p>
<p class="MsoNormal">Daí cheguei em casa. Hora de ver as fotos no PC. É, pois no display da D50, tudo parece lindo e maravilhoso, mas eu sei que não era o caso. As fotos provavelmente estariam sub-expostas e eu teria de editar tudo no Capture NX, selecionar as melhores, o que no meu estado de espírito seria "tirar leite de pedra" apesar de todo o incentivo das pessoas que me apoiaram na realização deste trabalho. Daí me dei conta desse sorriso. Não apenas esse, mas muitos outros da turma do pré-ballet.</p>
<p class="MsoNormal">Essas crianças estavam felizes. Percebi que com um simples instrumento e com uma simples atitude de mostrar que naquele momento elas eram o centro das atenções, deixou-as felizes. E por incrível que pareça, as coisas parecem que foram clareando e eu percebi o bem que estávamos fazendo a elas, mostrando como o empenho e o esforço delas era importante. Claro, não para as pequenas, mas certamente para as maiores.<span> </span>Nas sessões seguintes pude perceber um maior empenho e até mesmo orgulho por parte delas.</p>
<p class="MsoNormal">Foi realmente recompensador ver que minhas fotos e de meus colegas estavam fazendo bem a elas. Foi mágico ver o brilho nos olhos de algumas delas, ao se verem nas fotos. Foi maravilhoso saber que tive parte nisso e que também tinha "culpa" por aqueles sorrisos.<span> </span>Por isso, pela bilionésima vez, agradeço a minha mentora fotográfica, Bruna Prado. Dona de um grande olhar e de um coração maior ainda, foi a grande responsável por tudo isso acontecer. Agradeço também, a Vânia Farias. Não por ter me autorizado a fotografar, mas por ser tão altruísta, e por me mostrar que vale a pena fazer o bem ao próximo.</p>
<p class="MsoNormal">Confiram:</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://">http://www.bst.org.br/</a></p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://">http://www.flickr.com/photos/brunaprado/</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Encanta, Santa]]></title>
<link>http://outrasdoses.wordpress.com/?p=86</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 02:10:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>tatisgfernandes</dc:creator>
<guid>http://outrasdoses.pt-br.wordpress.com/2008/07/08/encanta-santa/</guid>
<description><![CDATA[Dia de chuva forte, tempestade e milhões de pendências a se fazer e uma gostosa preguiça ao acord]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Dia de chuva forte, tempestade e milhões de pendências a se fazer e uma gostosa preguiça ao acordar envolta em cheiros, beber cerveja com os amigos, gargalhar de doer a barriga, percorrer a Voluntários. E esse friozinho gostoso tem deixado o Rio com gostinho especial a esses olhos miúdos e nariz gelado.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim percorro os bairros, metrô, taxi, a pé. Definitivamente me apaixono por Santa Tereza cada dia mais, pelo climinha frio, pelas ruas, pela vista a um céu de estrelas, a delicinha que é estar lá, no alto, ver a cidade dormir e amanhecer, ouvir os pássaros, descer ladeira de pedra sabão, passar no caminho do bondinho e por alguns bons instantes respirar o ar nostálgico tão natural a Caxambu. Ver e sentir o dia amanhecer, sentir o cheiro das flores, andar e ir até os Arcos da Lapa, com muita cerveja ou pão com polenghi e suco de laranja, companhias agradáveis, afáveis e amáveis e mesmo cansada após maracatu, música africana e de quebra juntar os pés e dançar Céu de olhos fechados, juntos e sorrir feliz por dentro, solitária e feliz na cama espaçosa de domingo, recheada de lembranças e torcendo por mais dias de Santa, Voluntários, Ipanema, amigos, chêros, chêros e chêros...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bar do Mineiro]]></title>
<link>http://banheirospublicos.wordpress.com/?p=82</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 17:13:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>pablocanano</dc:creator>
<guid>http://banheirospublicos.pt-br.wordpress.com/2008/06/24/bar-do-mineiro/</guid>
<description><![CDATA[
Fotos Enviadas pelo correspondente no front :DNoli
 

Fotos Enviadas pelo correspondente no front ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://banheirospublicos.files.wordpress.com/2008/06/mineira_04.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-84" src="http://banheirospublicos.wordpress.com/files/2008/06/mineira_04.jpg?w=224" alt="" width="224" height="300" /></a><br />
Fotos Enviadas pelo correspondente no front :DNoli</p>
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<p><a href="http://banheirospublicos.files.wordpress.com/2008/06/mineira_02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-83" src="http://banheirospublicos.wordpress.com/files/2008/06/mineira_02.jpg?w=300" alt="" width="300" height="224" /></a><br />
Fotos Enviadas pelo correspondente no front :DNoli</p>
<p><a href="http://banheirospublicos.files.wordpress.com/2008/06/mineira_01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-85" src="http://banheirospublicos.wordpress.com/files/2008/06/mineira_01.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a><br />
Fotos Enviadas pelo correspondente no front :DNoli</p>
<hr /><strong>Informações:</strong></p>
<p> </p>
<p><strong>Pra cagar:</strong> Aos que se arriscam ainda é possível que se atualizem com as notícas dos jornais espalhados pelo chão.</p>
<p><strong>Guarda-volume:</strong> Isso é um boteco meu amigo, não a DASLU,</p>
<p><strong>Deficiente fisico:</strong> Não arriscaria mesmo</p>
<p><strong>Cabines:</strong> Única.</p>
<p><strong>Adicionais:</strong> No momento de nossa reportagem o mictório estava desabilitado. Porém a feijoada do Mineiro aos domingos é imabtível. Amigos (!)  recomendo muito a gastronomia do local, cercado pelas tradicionais figuras de Santa Tereza, porém deixem para ir ao baneiro em casa. </p>
<p>Mulherada, vamos mandar fotos também!</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Viaduto Santa Tereza]]></title>
<link>http://sanderkelsen.wordpress.com/2008/03/02/160/</link>
<pubDate>Sun, 02 Mar 2008 00:14:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>sanderkelsen</dc:creator>
<guid>http://sanderkelsen.pt-br.wordpress.com/2008/03/02/160/</guid>
<description><![CDATA[ Gravação do curta BH-pós.
Atuação: Verônica Fraga
Roteiro: Sander Kelsen
Clique nas imagens ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> Gravação do curta BH-pós.</p>
<p>Atuação: Verônica Fraga</p>
<p>Roteiro: Sander Kelsen</p>
<blockquote><p>Clique nas imagens para melhor visualização</p></blockquote>
<p><a href="http://sanderkelsen.wordpress.com/files/2008/03/002.jpg" title="002.jpg"><img src="http://sanderkelsen.wordpress.com/files/2008/03/002.thumbnail.jpg" alt="002.jpg" /></a><a href="http://sanderkelsen.wordpress.com/files/2008/03/003.jpg" title="003.jpg"><img src="http://sanderkelsen.wordpress.com/files/2008/03/003.thumbnail.jpg" alt="003.jpg" /></a><a href="http://sanderkelsen.wordpress.com/files/2008/03/005.jpg" title="005.jpg"><img src="http://sanderkelsen.wordpress.com/files/2008/03/005.thumbnail.jpg" alt="005.jpg" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[para carioca e gringo visitarem]]></title>
<link>http://mundafora.wordpress.com/2008/01/18/para-carioca-e-gringo-visitarem/</link>
<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 10:31:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dulce Nascimento</dc:creator>
<guid>http://mundafora.pt-br.wordpress.com/2008/01/18/para-carioca-e-gringo-visitarem/</guid>
<description><![CDATA[
Está no site do New York Times uma crítica de um dos lugares mais charmosos de Santa Teresa, Rio ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brazilcenter.co.kr/pics/rio%20de%20janeiro/museu%20da%20chacara%20do%20ceu.jpg"><img border="0" src="http://www.brazilcenter.co.kr/pics/rio%20de%20janeiro/museu%20da%20chacara%20do%20ceu.jpg" style="display:block;width:450px;cursor:hand;text-align:center;margin:0 auto 10px;" /></a><br />
<em>Está no site do New York Times uma crítica de um dos lugares mais charmosos de Santa Teresa, Rio de Janeiro: o Museu Chácara do Céu</em>.</p>
<p>A casa de Santa Teresa, conhecida desde 1876 como Chácara do Céu, foi herdada por Castro Maya em 1936. A construção atual, projetada em 1954 pelo arquiteto Wladimir Alves de Souza, destaca-se pela modernidade das soluções arquitetônicas e por sua localização, que integra os jardins e permite magnífica vista de 360 graus sobre a cidade e a baía da Guanabara.</p>
<p>Com seu charmoso jardim e três andares cheio de arte e mobília, este museu parece a casa de alguém. E de facto, é. A moderna estrutura é a casa do industrial Raymundo Ottoni de Castro Maya, que é um ávido colecionador de arte brasileira, européia e asiática. Igualmente fascinante é sua impressiva biblioteca de livros em português antigo e títulos franceses.</p>
<p>A mansão de Raymundo Castro Maya construída em Santa Teresa só revela o eclético gosto do seu dono com suas porcelanas, pinturas e esculturas. A casa, ela mesma, é um charmo com sua estrutura que evoca o trabalho de Frank Lloyd Wright no oeste americano. A vista do jardim é fabuloso. E o museu tem aquele estilo aconchegante duma casa, muito rica, com suas pinturas impressionistas e seus vasos chineses.</p>
<p>Lembro dela em sessões de fotografia, a descoberta dos seus pequenos mistérios guardadas em slides. Quem estiver no Rio, o Museu Chácara do Céu fica na Rua Murtinho Nobre 93, em Santa Teresa. O preço da entrada é dois reais (0,85$) e crianças menores de doze anos não pagam.</p>
<p><a href="http://www.museuscastromaya.com.br/chacara.htm">Museu Chácara do Céu</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Mostra CineBH 2007 - BELO HORIZONTE E CINEMA BRASILEIRO: 110 ANOS EM CARTAZ]]></title>
<link>http://escoladeimagem.wordpress.com/2007/10/30/mostra-cinebh-2007-belo-horizonte-e-cinema-brasileiro-110-anos-em-cartaz/</link>
<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 17:10:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>lafoto</dc:creator>
<guid>http://escoladeimagem.pt-br.wordpress.com/2007/10/30/mostra-cinebh-2007-belo-horizonte-e-cinema-brasileiro-110-anos-em-cartaz/</guid>
<description><![CDATA[BELO HORIZONTE E CINEMA BRASILEIRO: 110 ANOS EM CARTAZ
O encontro da cinematografia brasileira na ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>BELO HORIZONTE E CINEMA BRASILEIRO: 110 ANOS EM CARTAZ<br />
O encontro da cinematografia brasileira na capital mineira<br />
110 anos de Belo Horizonte e 110 anos de Cinema Brasileiro</p>
<p>À Mostra CineBH 2007 é um evento audiovisual de formação, promoção, reflexão, exibição e intercâmbio com ênfase no mercado do cinema.</p>
<p>De 31 de outubro a 06 de novembro de 2007, Belo Horizonte vai ser palco de um acontecimento do cinema brasileiro!</p>
<p>Atrações:<br />
- Exibição de filmes<br />
- Homenagens e retrospetivas<br />
- Mostrinha de Cinema<br />
- Oficinas<br />
- Sessões cine-escola<br />
- Seminários<br />
- Debates<br />
- Exposições<br />
- Atrações artísticas</p>
<p>Cenário do evento: Bairro Santa Tereza</p>
<p>Você está convvidado a participar, desfrutar, ouvir, sentir, assistir e deixar-se impregnar...</p>
<p>Mais informações on site:</p>
<p>http://www.cinebh.com.br</p>
<p><a href="http://escoladeimagem.wordpress.com/files/2007/10/mostra-cine.jpg" title="mostra-cine.jpg"><img src="http://escoladeimagem.wordpress.com/files/2007/10/mostra-cine.jpg" alt="mostra-cine.jpg" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pensamento]]></title>
<link>http://santoscoelho.wordpress.com/2007/09/20/3/</link>
<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 23:44:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dr. José Maria</dc:creator>
<guid>http://santoscoelho.pt-br.wordpress.com/2007/09/20/3/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Diante da sabedoria infinita vale mais um pouco de estudo da humanidade e de um ato de humani]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2 align="left">"Diante da sabedoria infinita vale mais um pouco de estudo da humanidade e de um ato de humanidade do que toda ciência do mundo"  (Santa Tereza)</h2>
]]></content:encoded>
</item>

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