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	<title>roy-fielding &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/roy-fielding/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "roy-fielding"</description>
	<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 12:26:50 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[The Power of One]]></title>
<link>http://blpsilva.wordpress.com/2007/12/18/the-power-of-one/</link>
<pubDate>Tue, 18 Dec 2007 03:08:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>blpsilva</dc:creator>
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<description><![CDATA[Atenção, este blog foi migrado para: http://brunopereira.org
O título deste post é o nome de uma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Atenção, este blog foi migrado para: <a href="http://brunopereira.org" target="_self">http://brunopereira.org</a></strong></p>
<p>O título deste post é o nome de uma música do Sonata Arctica, uma das minhas bandas de metal preferidas. Entretanto, não é sobre música que vou falar agora.Este título significa também o poder de um indivíduo. Sendo um engenheiro eletrônico e de computação, e atualmente um profissional de software, eu já estudei e me deparei com diversas obras científicas fabulosas. Ao estudar química pude me fascinar com o legado de Rutherford e Bohr. Ao estudar física clássica, impossível não se impressionar com o trabalho de Isaac Newton. E claro, ao falar de Newton, precisamos falar de seu predecessor, Galileu Galilei. Nas matérias do ciclo básico de engenharia, um desenvolvimento matemático incrível por James Maxwell. Neste mesmo contexto, o trabalho de Lorentz se somou ao de Maxwell na preparação dos fundamentos teóricos e dos questionamentos que seriam respondidos por Einstein durante a sua absolutamente brilhante carreira. Bom lembrar, Einstein fez boa parte de suas formulações mais importantes como "experiências de pensamento". Ele chegou a conclusões impressionantes e altamente revolucionárias em sua época fazendo experiências de pensamento. Claro, depois isto foi ter comprovação experimental, caso contrário ele não teria se tornado o mito que se tornou.</p>
<p>Pois bem, Einstein no ano de 1905 publicou 4 obras de suma importância na história da ciência. Talvez as 2 mais relevantes sejam a do efeito foto-elétrico e a lei da relatividade especial. Não vou entrar em maiores detalhes sobre nenhuma das 2, mas eu até lembro-me razoavelmente bem disso, pois essa era uma das cadeiras mais difíceis do curso. Em 1905 Einstein fez 26 anos. Dia 30 de outubro de 2007 eu completei 26 anos. Claro, não vou cair na asneira de querer comparar nada do que eu faço com a obra dele, senão eu não chegaria a conclusões muito boas a meu respeito :) Porém, uma coisa é importante de se pensar. Aos 26 anos este sujeito publicou 4 obras das mais relevantes na história da física. E nesta época ele ainda era um belo ninguém. Estava longe do prestígio que viria alcançar posteriormente.</p>
<p>Da mesma forma que na área da engenharia e outras ciências exatas, a história da computação também teve já seus fenômenos. Peguemos a obra de Linus Torvalds. Criou em seu tempo vago o que hoje é o Linux que muita gente já conhece. No começo da história do Linux um camarada chamado Alan Cox implementou boa parte da camada de rede do sistema operacional. É simplesmente chocante constatar a produção destes 2. Passemos ao Roy Fielding. O cara foi o principal líder da especificação do HTTP,propôs em sua tese de doutorado o Representational State Transfer (REST, estilo de arquitetura de web services) e foi um dos fundadores da Apache Software Foundation. Shawn Fanning, um moleque de 19 anos criou o Napster no começo de seu curso de computação. Erich Gamma e Kent Beck produziram o Eclipse e são verdadeiros mitos em desenvolvimento de software. Não é possível listar todos os exemplos, pois são inúmeros.</p>
<p>Em comum dentre todos estes exemplos citados está a diferença que um indivíduo fez. Um indivíduo que poderia ter se recolhido à sua insignificância e ter tido uma carreira de sucesso mas sem brilho. Entretanto, estas pessoas citadas tiveram iniciativa e acreditaram no seu poder de causar impacto, realizar mudanças e estabelecer uma obra.</p>
<p>Isto é algo que me fascina, e que me faz refletir com freqüência. Ok, eu posso estar longe da capacidade intelectual dessa turma. Estamos falando de verdadeiros gênios. Porém, será que eu não sou capaz de deixar uma obra também, um legado interessante? Este questionamento incendeia a minha mente. Vendo a beleza e perfeição de algumas obras como estas, me contentarei em apenas fazer o que qualquer outro poderia fazer?? Não! Posso não conseguir chegar a lugar algum de destaque, mas o que há de inquietação científica e de paixão por software aqui dentro de mim não me deixará jamais me contentar em fazer feijão com arroz e me limitar a o que não pode deixar a minha marca registrada.</p>
<p>Hei de tentar! Hei de lutar bravamente e perseguir o que a minha inquietação me mandar buscar!  Um fator importantíssimo é acreditar que cada um de nós, um indivíduo sozinho, tem poder de mudar muito. Tem poder de revolucionar. Basta não se calar e tentar com seu melhor esforço! De uns tempos para cá, venho acreditando cada vez mais no poder que temos individualmente, e sabendo disso, não ficarei satisfeito em pensar que não saí do lugar-comum, que não fiz nada que deixasse a minha marca pessoal.</p>
<p>Eu tentarei com todas as minhas forças responder aos meus questionamentos interiores e alcançar um patamar do qual eu venha a me orgulhar no final da minha estrada! Não tenho absolutamente nada contra chefs de feijão com arroz. Respeito muito as individualidades e crenças de cada um, afinal a busca pela felicidade tem um caminho específico para cada indivíduo. Entretanto, a minha história terá que ser traçada com desafios intelectuais e atividades que fascinem a minha mente. Não consigo me deparar com tantos tópicos estimulantes e deixá-los passar. Eu quero participar, viver desafios e conquistar vitórias e aprender com fracassos, mas sempre ciente de que participei com o melhor que tenho!</p>
<p>That's the fuel that feeds the fire inside me. What's the fuel burning inside thee? Is it burning at all?? Don't let your fire fade away!</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Rohit's SynOA takes the "Sin" out of SOA]]></title>
<link>http://ihack.us/2007/09/24/rohits-synoa-takes-the-sin-out-of-soa/</link>
<pubDate>Mon, 24 Sep 2007 17:48:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dr. Ernie</dc:creator>
<guid>http://ihack.us/2007/09/24/rohits-synoa-takes-the-sin-out-of-soa/</guid>
<description><![CDATA[Many years ago, my buddy Rohit Khare introduced me to a guy named Roy Fielding, and tried to explain]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Many years ago, my buddy <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rohit_Khare">Rohit Khare</a> introduced me to a guy named <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Roy_Fielding">Roy Fielding</a>, and tried to explain how this whole <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_services">web services</a> thing was going in completely the wrong direction. To be honest, I didn't understand what the big deal was, particularly since I wasn't really working with those technologies. Alas, neither did the rest of the industry which <span style="font-weight:bold;" class="Apple-style-span">was</span> rushing headlong into what become <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Service-oriented_architecture">Service-Oriented Architectures</a>.</p>
<p>Fast forward to 2006, when I finally understood (and became enamored of) Roy's <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Representational_State_Transfer">RESTful architectures</a> (which I helped pitch to <a href="http://cwilliams.textdriven.com/articles/2006/06/26/railsconf-and-rails-1-2">DHH for Rails 1.2</a>). The problem now was figuring out how to help people understand REST in terms of a specific implementation, rather than Roy's highly abstract architecture. Several of us have <a href="http://weblogs.java.net/blog/davidvc/archive/2007/03/why_use_atom_pu_1.html">experimented</a> with using the excellent <a href="http://www.xml.com/lpt/a/1663">Atom Publishing Protocol</a> (APP) as both a model and foundation for building a <a href="http://microformats.org/wiki/rest">RESTful alternative</a> to traditional web services, but that was as far as we went.</p>
<p>Rohit (as usual) went one step further by coining (and describing) the term <a href="http://agendabuilder.gartner.com/fsit3/WebPages/SessionDetail.aspx?EventSessionId=923">Syndication-oriented architecture</a> at the <a href="http://www.gartner.com/it/page.jsp?id=498089&#38;tab=overview">Gartner Financial Service Technology Summit</a>. The key idea (IMHO) is to use the additional constraints of REST in general, and APP in particular, to minimize variance and thus enable greater interoperability. His initial paper was <a href="http://www.knownow.com/news_synoa.html">published by KnowNow</a> on August 27, 2007, but only noticed by a few folks like <a href="http://www.brucemacvarish.com/2007/08/synoa---syndica.html">Bruce MacVarish</a>. The meme didn't really gather steam until Rohit was <a href="http://itc.conversationsnetwork.org/shows/detail3275.html">interviewed by Jon Udell</a>. That was in turn blogged in <a href="http://www.oreillynet.com/xml/blog/2007/09/synoa_what.html">Kurt Cagle's O'ReillyNet</a> column (among others), and as of September 24th I count over <a href="http://www.google.com/search?hl=en&#38;client=safari&#38;rls=en&#38;q=synoa+syndication&#38;btnG=Search">10,000 Google hits</a> for "SynOA syndication."</p>
<p>I think SynOA could well turn out to be the "tipping point" for both REST and Syndication; though obviously we still have a <a href="http://www.googlefight.com/index.php?lang=en_GB&#38;word1=synoa&#38;word2=soa">long way to go</a>...</p>
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