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	<title>rouba &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/rouba/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "rouba"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 19:00:57 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Das catacumbas eleitorais. ]]></title>
<link>http://pucf5.wordpress.com/?p=832</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 18:57:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>jolpuc</dc:creator>
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<description><![CDATA[


Maluf, o lado mau da força. 

por Jéferson Peres.
 
Velhas figuras, velhos palanques. Como exp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignnone">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://pucf5.files.wordpress.com/2008/10/eu-robo-maluf-1.jpg"><img class="size-full wp-image-833" title="eu-robo-maluf-1" src="http://pucf5.wordpress.com/files/2008/10/eu-robo-maluf-1.jpg" alt="Maluf, o lado mau da força. " width="477" height="648" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Maluf, o lado mau da força. </dd>
</dl>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">por Jéferson Peres.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Velhas figuras, velhos palanques. Como explicar que políticos íntimos das páginas policiais continuem permeando o cenário eleitoral brasileiro ano após ano?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Na década de 90, sob uma enxurrada de denúncias, protestos e acusações de corrupção, o então prefeito da capital paulista, Paulo Maluf inaugurou um discurso que faria escola, o “rouba, mas faz”. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Por incrível que pareça, uma razoável parcela do eleitorado assimilou esta idéia e passou a tomar a corrupção e os escândalos no poder como características inerentes à política, como males necessários ao exercício do poder. Para alguns, há até mesmo uma lógica de justiça no superfaturamento e alienação dos bens e obras públicas, afinal, são conseqüências inseparáveis do processo político brasileiro.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Para Silke Pfeiffer, diretora regional das Américas da Transparência Internacional, a desmoralização da classe política nas últimas décadas e o conformismo e decepção dos eleitores criaram um certo estado de anestesia no eleitorado mais pobre. Acostumado a ser abandonado pelas políticas públicas, este eleitor por vezes se torna acrítico e prefere votar no “menos pior”, mesmo este sendo um conhecido da polícia federal ou da Interpol. <span> </span>Assim, pequenas benfeitorias tornam-se moedas de troca durante a campanha eleitoral, apagando as mais extensas fichas criminais.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">E agora? Onde vamos parar?</span></span></p>
</div>
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