<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>rosario &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/rosario/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "rosario"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 23:47:36 +0000</pubDate>

	<generator>http://wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Rosario+Vampire]]></title>
<link>http://deknisone.wordpress.com/?p=14</link>
<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 20:51:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>deknisone</dc:creator>
<guid>http://deknisone.pt-br.wordpress.com/2008/10/13/rosariovampire/</guid>
<description><![CDATA[
Titulo Original: Rosario+Vampire
Autor: Akihisa Ikeda
Género: Acción-Comedia-Romance-Ecchi
Public]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img2.isoshu.com/cover/manga/L/1Rosario-Vampire.jpg" alt="" /></p>
<p>Titulo Original: Rosario+Vampire<br />
Autor: Akihisa Ikeda<br />
Género: Acción-Comedia-Romance-Ecchi<br />
Publicación: Jump Comics<br />
Tomos (Volumenes): ??<br />
Fansub: Tsuki no Fansub, amante_anime, UTJ<br />
Idioma: Español<br />
Reseña<br />
Rosario+Vampire es la historia de un chico, que luego de no conseguir entrar a ninguno de los institutos a los cuales se presentó, termina por asistir a una misteriosa escuela en medio de la nada. Pronto se entera de que en esa escuela todos son monstruos, tanto alumnos como profesores. Apenas llega, se hace amigo de una chica llamada Maka, quien resulta ser un vampiro, que sólo se interesa en el porque le gusta mucho el sabor de su sangre.<br />
<a href="http://deknisone.foroactivo.net/animemanga-y-comins-f4/rosariovampire-seriemangaost-t50.htm"><strong><em><span style="color:#f98d06;">Da click aqui para ver los capitulos en dd</span></em></strong></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Historia de un nacimiento]]></title>
<link>http://comunidadmadrededios.wordpress.com/?p=241</link>
<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 20:05:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>comunidadmadrededios</dc:creator>
<guid>http://comunidadmadrededios.pt-br.wordpress.com/2008/10/13/historia-de-un-nacimiento/</guid>
<description><![CDATA[Pues sí, ya somos uno más en la comunidad. Y la cosa parece que nos motiva, oiga.
Martín ya está]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pues sí, ya somos uno más en la comunidad. Y la cosa parece que nos motiva, oiga.</p>
<p>Martín ya está con nosotros y no ha tenido mes más bonito que nacer que el mes del Rosario. Por ello os invito a dos cosas:</p>
<p>- Primero, a que en este mes recemos un rosario (o al menos un misterio) y que lo ofrezcamos por Martín, su madre que lo parió, su hijo que lo acogió y su padre que ni una se perdió.</p>
<p>- Segundo, que veais este documento de <a href="http://comunidadmadrededios.wordpress.com/files/2008/10/silvia-y-martin.pdf">silvia-y-martin </a></p>
<p>Besos</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Glória Polo, um testemunho de fé e amor]]></title>
<link>http://adlane.wordpress.com/?p=288</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 15:53:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>O Deserto é Fértil</dc:creator>
<guid>http://adlane.pt-br.wordpress.com/2008/10/12/gloria-polo/</guid>
<description><![CDATA[Extraído de uma das entrevistas feitas à Dra. Glória Polo na Rádio Maria (Colômbia)
Irmãos! Re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span style="color:#0099cc;">Extraído de uma das entrevistas feitas à Dra. Glória Polo na Rádio Maria (Colômbia)</span></strong></h2>
<blockquote><p>Irmãos! Realmente é muito lindo poder estar aqui compartilhando esse maravilhoso presente que o Senhor me deu há mais de 10 anos. Isso aconteceu em 8 de maio de 1995 na Universidade Nacional de Bogotá. Eu e um sobrinho estávamos nos especializando em odontologia e tínhamos que buscar uns livros na Faculdade de Odontologia numa sexta-feira à tarde. Meu esposo estava conosco. Estava chovendo muito forte, eu e meu sobrinho estávamos debaixo de um pequeno guarda-chuva e meu esposo tinha sua jaqueta impermeável e se aproximou da parede da Biblioteca Geral, e nós, enquanto saltávamos as poças d’água, sem perceber nos aproximamos de umas árvores. Quando fomos saltar uma grande poça, caiu um raio sobre nós. Nos deixou carbonizados e meu sobrinho faleceu ali. Ele era um rapaz, apesar da pouca idade, muito entregue ao Senhor e era muito devoto do Menino Jesus. Ele usava uma medalhinha do Menino Jesus no peito, dentro de uma moldura de cristal. Segundo o laudo, o raio entrou através da medalha e atingiu-lhe o coração, queimando-o por dentro e saindo pelo pé, mas por fora ele não se carbonizou, nem se queimou. Por outro lado, o raio entrou em mim pelo braço, me queimou de forma espantosa todo o meu corpo, por fora e por dentro. Isso que estão vendo aqui, este corpo reconstituído, é misericórdia de Nosso Senhor. Fui carbonizada, fiquei sem seios, praticamente me desapareceu toda minha carne e minhas costelas, o ventre, as pernas... o raio saiu pelo meu pé direito, me carbonizou o fígado, se queimaram os rins, os pulmões... Eu usava DIU, de maneira que o T de cobre, bom condutor elétrico, me carbonizou, me pulverizou os ovários, tive uma parada cardíaca, fiquei ali, sem vida, meu corpo pulava por causa da eletricidade que ficou por todo este local. Mas vejam, esta é só a parte física. A parte mais bonita, a parte mais linda, é que enquanto meu corpo estava ali carbonizado, eu, neste instante, me encontrava dentro de um lindo túnel branco, era uma delícia, uma paz, uma felicidade que não há palavras humanas para descrever a grandeza deste momento, era um êxtase imenso, eu ia muito feliz, nada me pesava dentro deste túnel, olhei ao fundo desse túnel e havia como um sol, uma luz lindíssima. Eu digo que é branco para colocar uma cor, mas nenhuma das cores é comparável humanamente a essa luz maravilhosa. Eu sentia a fonte de todo esse Amor, dessa paz...<br />
Quando eu vou subindo, digo... “Quarta-feira! Eu morri!” E nesse instante penso nos meus filhos e digo: “Ai meu Deus, meus filhos! O que vai ser deles? Essa mãe tão ocupada, nunca teve tempo para eles.” Aí me dou conta da minha realidade de vida e me sinto triste. Saí de minha casa para transformar o mundo e meu lar, meus filhos, pareciam demais para mim.<br />
Neste instante de vazio pelos meus filhos, dou uma olhada e vejo algo belo... Meu corpo já não estava nas medidas de tempo nem de espaço daqui da Terra, e vi todas as pessoas num mesmo instante, num mesmo momento, todas as pessoas, as vivas e as mortas e abracei os meus bisavós. Abracei meus pais que já haviam falecido, abracei a todos e foi um momento pleno e maravilhoso. Aí me dei conta de que havia caído por terra a teoria da reencarnação e eu via meu avô, meu bisavô, eles me abraçaram por um momento e encontrei com todas as pessoas que tiveram a ver comigo em minha vida, em todo lugar, ao mesmo instante. Só minha filha de 9 anos (que estava viva) que se assustou quando a abracei, ela sim sentiu meu abraço. Não havia passado nada de tempo nesse momento tão lindo, e que maravilha estar sem o corpo! Já não via as coisas como antes, quando só olhava se alguém era gordo, ou magro, ou feio, ou negro, sempre olhando com critérios. Não era assim quando não tinha meu corpo humano. Eu podia ver o interior das pessoas, como é lindo poder ver o interior das pessoas! Ver nelas seus pensamentos, seus sentimentos. Abracei a todos em um instante e, no entanto, eu continuava subindo e subindo, cheia de alegria. Quando senti que ia desfrutar de uma vista fantástica onde havia no fundo um lago belíssimo, neste mesmo instante, ouço a voz do meu esposo, ele chora e com um grito profundo e cheio de sentimento me grita: “O que aconteceu? Gloria! Por favor, não se vá! Volte, Gloria! As crianças, Gloria! Não seja covarde!” Neste instante, dou uma olhada como que global e o vejo chorando, com muita dor e então o Senhor me concede regressar. Eu não queria vir, de tanta alegria, paz e felicidade. Então, comecei a descer devagar, buscando meu corpo e me encontrei sem vida. Meu corpo estava na maca da enfermaria da Universidade Nacional de Enfermagem, via como os médicos davam choques elétricos em meu coração para me salvar da parada cardíaca. Durante duas horas e meia fiquei ali jogada, porque não podiam nos levar dali porque “lhes passávamos corrente” a todo mundo, até que finalmente deixamos de “passar corrente” e puderam nos atender. Começaram a me reanimar. Eu cheguei e pus os meus pés aqui no topo de minha cabeça e com violência uma faísca entrou em mim. Eu entrei no meu corpo, me doeu muito entrar e senti que saíam faíscas por todos os lados. Eu sentia encapsular-me nisto “tão pequenininho”. E a dor que sentia, minha carne queimava, como me doía! Saía fumaça e vapor. E a dor mais terrível, a dor de minha vaidade. Eu tinha critérios para tudo, era uma mulher executiva, era a intelectual, a estudante, a escravizada pelo corpo, escrava da beleza e da moda: 4 horas diárias de exercícios aeróbicos. Escravizada para ter um corpo bonito. Massagens, dietas, bem... de tudo o que possam imaginar, essa era minha vida. Uma rotina de escravidão por um belo corpo. E eu dizia: Bem...se tenho seios bonitos é para mostrar, assim como minhas pernas, porque sentia que tinha pernas esculturais, assim como os seios, e num instante via tudo com horror. Toda uma vida cuidando do corpo. Isso era o centro da minha vida, o amor ao meu corpo. E já não havia corpo. Nem seios. Havia uns buracos impressionantes em todo o seio esquerdo, estava praticamente desaparecido, e minhas pernas, era o mais terrível, havia pedaços vazios e sem carne, tudo preto, carbonizado...<br />
Dali me levaram ao Seguro Social, rapidamente me operaram e começaram a raspar todos os meus tecidos queimados. Quando estou anestesiada, volto a sair do meu corpo. Estava olhando o que faziam os médicos com o meu corpo. Estava preocupada com minhas pernas. De repente aconteceu algo terrivelmente horroroso. Porque conto a vocês, irmãos, eu fui uma “Católica Dietética” durante toda a minha vida. Minha relação com o Senhor era uma eucaristia aos domingos, em missas de 25 minutos, onde o padre falasse menos, porque que desespero e que angústia! Essa era minha relação com Deus. E como essa era a relação que eu tinha com Deus, todas as correntes do mundo me arrastavam como um cata-vento, a ponto de que quando já estava me especializando nos estudos, o mundo me dizia que o inferno não existia, que os diabos não existiam. Medo? Quem disse? Mas vergonhosamente confesso que a única coisa que me mantinha na igreja era o medo do diabo. Quando me diziam que não existe, que luta! E eu dizia: “Bem...Todos vamos para o Céu, não importa como somos.” Então, isso terminou afastando-me de uma vez do Senhor. O pecado não ficou só em mim e começo a piorar ainda mais minha relação com o Senhor. Começo a dizer a todo mundo que os demônios não existem, que são invenção dos padres, que são manipulações. Com meus companheiros da Nacional, comecei a acreditar no conto de que Deus não existia e que éramos produto da evolução. Vejam, quando me vejo neste instante, que susto terrível! Vejo uns demônios que vêm buscar seu pagamento: Eu! Nesse instante, começo a ver como da parede do centro cirúrgico começam a brotar muitíssimas pessoas. Aparentemente pessoas comuns, mas com um olhar de ódio tão grande, um olhar espantoso, e me dou conta que neste instante que em meu corpo há uma sabedoria especial e percebo que devo algo a todos eles, que o pecado não foi grátis e que a principal infâmia e mentira do demônio foi dizer que não existia, e vejo que vêm ao meu encontro e começam a me rodear e querem me levar. Vocês façam idéia do susto, do terror que senti. Essa mente científica e intelectual já não me servia de nada. Eu caía ao chão, tentava voltar para dentro do meu corpo, mas minha carne não me recebia. Neste susto tão terrível, saí correndo e não sei em que instante atravessei a parede do centro cirúrgico. Eu pretendia me esconder pelos corredores do hospital, mas quando passei pela parede do centro cirúrgico... “zas”, dei um salto no vazio...<br />
Entrei por uma quantidade de túneis que vão para baixo. No princípio tinham luz e eram luzes como colméias de abelhas, onde havia muitíssima gente. Mas eu vou descendo e a luz vai se perdendo e começo a andar nos túneis de trevas espantosas e quando chego a umas trevas, essas não se coparam com as trevas que conhecemos. Imagine que o mais escuro do escuro que conhecemos se parece à luz de meio-dia comparado a essas trevas que vi. Não se pode comparar. Elas mesmas ocasionam dor, horror, vergonha e cheiram mal. E eu termino essa descida por entre todos os túneis e chego desesperada a uma parte plana... Essa vontade de ferro que eu dizia que tinha, onde me sentia capaz de tudo, já não me servia de nada. Eu queria subir, mas não podia, e estava ali. Vejo como nesse piso se abre uma boca enorme e sinto um vazio impressionante em meu corpo, um abismo ao fundo inenarrável, porque o mais espantoso desse oco era que não se sentia nem um pouco o Amor de Deus, nem uma gota de esperança e esse oco tem algo que me suga para dentro e eu grito aterrorizada. Eu sabia que se entrasse aí, minha alma estaria morta. Esse horror era tão grande e quando estou entrando, algo me sustenta pelos pés. Meu corpo entrou neste oco, mas meus pés estavam sustentados para cima. Foi um momento muito doloroso e terrível. Vejam só... Meu ateísmo ficou pelo caminho e comecei a gritar: “Almas do purgatório! Por favor, me tirem daqui!” Quando eu estava gritando, foi um momento de uma dor imensa, porque me dou conta de que aí se encontram milhares e milhares de pessoas neste oco, sobretudo jovens, e com dor me dou conta que começo a escutar ranger de dentes, com uns gritos e lamentações que me estremeciam. Muitos anos me custaram para assimilar isso, porque eu me punha a chorar cada vez que me lembrava do sofrimento destas pessoas, e percebo que ali estavam todas as pessoas que em um segundo de desespero se haviam suicidado e estavam nestes tormentos com todas as coisas que ai se encontravam, mas o mais terrível destes tormentos é a ausência de Deus. Não se sentia o Senhor. Nessa dor, começo a gritar: “Quem se equivocou? Olhem como sou santa! Jamais roubei, eu nunca matei, eu fazia compras para os pobres, eu extraía dentes de graça ajudando os que necessitavam. O que faço aqui? Eu ia à Missa aos domingos, apesar de que me considerasse atéia, nunca faltei, se faltei cinco vezes à Missa em toda a minha vida foi muito. Eu era alma que sempre ia à Missa. E o que faço aqui? Eu sou católica, por favor, eu sou católica, tirem-me daqui!” Quando estou gritando que sou católica, vejo uma pequena luz. Entendam que uma luz nestas trevas é o maior presente que alguém poderia receber. Vejo umas escadas por cima deste oco, vejo meu pai, que havia falecido cinco anos atrás, ele estava quase atrás do oco, tinha um pouquinho de luz e quatro degraus mais acima vejo minha mãe, com muito mais luz e numa posição de oração. Quando os vi me deu uma alegria tão grande e comecei a gritar: “Paizinho, mãezinha, por favor, me tirem daqui, eu suplico, me tirem daqui!” Quando eles baixaram a vista e meu pai me viu ali... se houvessem visto que dor tão grande eles sentiram; neste lugar podemos sentir os sentimentos dos outros, podemos ‘ver’ essa parte e ‘vi’ essa dor tão grande. Meu pai começou a chorar e colocava as mãos na cabeça e tremia: “Minha filha, minha filha!” E minha mãe orava, então percebo que eles não podem me tirar dali e a dor que me inundava era sentir a dor que eles sentiam e estavam compartilhando essa dor comigo. Começo a gritar de novo: “Por favor, vejam, me tirem daqui, eu sou católica! Quem se enganou? Por favor, me tirem daqui!” E quando estou gritando pela segunda vez, se escuta uma voz, é uma voz doce, é uma voz que quando a escuto, se estremece toda a minha alma, e tudo se inundou de amor e de paz, e todas estas criaturas saíram apavoradas, porque elas não resistem ao Amor, nem à paz e eu sinto essa paz, e essa voz me diz: “Muito bem, se você é católica, diga-me os dez mandamentos da lei de Deus.”<br />
E que golpe tão horrível! Ouviram? Eu sabia que eram dez, mas daí em diante, nada! “Quarta-feira! O que vou fazer aqui?” Minha mãe sempre me falava do primeiro mandamento de Amor. Finalmente me serviu para alguma coisa. Vamos ver como me sairei dessa, pensava... Tomara que não se lembrem dos demais mandamentos. Pensava em manipular a situação, como sempre costumava fazer por aqui, eu sempre tinha resposta para tudo, tinha a desculpa perfeita, e sempre me justificava e me defendia de tal maneira que ninguém perceberia o que eu não sabia. Então começo a dizer: “O primeiro: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”... “Muito bem” – e me dizem: “Você O tem amado?” E eu digo: “Sim, eu sim, eu sim!” E é quando me dizem: “Não!” Vejam, quando me disseram “não!”, aí sim senti a corrente elétrica daquele raio, porque eu não percebi em que parte me havia caído o raio, não sentia nada, e me dizem: “Não! Você não tem amado ao seu Senhor sobre todas as coisas, e muitíssimo menos ao seu próximo como a você mesma. Você fez um deus e o acomodou à sua vida só nos momentos de necessidade! Você se prostrava diante Dele quando era pobre, quando sua família era humilde, quando queria se tornar uma profissional! Aí sim todos os dias você rezava, e se prostrava tempos inteiros, horas inteiras suplicando ao seu Senhor! Orando e pedindo para que Ele a tirasse dessa pobreza e permitisse que fosse uma profissional , que fosse alguém! Quando tinha necessidade, ou queria dinheiro, então rezava um Rosário ao Senhor. Essa era a relação que você tinha com o Senhor!” Eu via ao meu Senhor de verdade com tristeza. Comento que minha relação com Deus era de ‘caixa automático’. Rezava um Rosário e tinha que aparecer dinheiro, essa era minha relação com Ele. E me mostram, tão logo o Senhor me permitiu que tivesse uma profissão, que começo a ter um nome e começava a ganhar dinheiro, então o Senhor já me parecia “pequenininho”, e já comecei a ficar orgulhosa, nem sequer expressava uma mínima relação de amor com o Senhor. Ser agradecida? Jamais! Nem sequer abria os olhos dizendo... ‘Senhor, obrigada por este dia, obrigada por minha saúde, pela vida dos meus filhos, pela minha casa, coitadinhos dos que não tem casa, nem comida, Senhor!’ Nada. Era muito mal agradecida. E a voz seguia dizendo... “Fora isso, você pos o Senhor num nível tão baixo, que acreditava mais em Mercúrio e Vênus para ter sorte, andava cegada pela astrologia, dizendo que os astros conduziam a sua vida. Começou a andar em todas as doutrinas que o mundo oferecia. Começou a acreditar que simplesmente você morria e voltava para recomeçar. Você se esqueceu da ‘Graça!’, que havia custado um preço de sangue ao seu Senhor.” Me fazem um exame dos Dez Mandamentos. Mostram-me que eu dizia que adorava, que amava a Deus com minhas palavras, mas na verdade eu adorava a Satanás. Porque em meu consultório chegava uma senhora que fazia ‘mandingas’, e eu dizia... ‘Eu não acredito nisso, mas pode fazer, porque se não fizer bem, mal tampouco fará.’ E ela começava a fazer suas ‘mandingas’ para dar boa sorte. Ela havia posto num canto onde não se podia ver uma penca de aloés com uma ferradura para afastar as más energias.<br />
Olhem tudo isso, que vergonhoso! Fazem uma análise da minha vida sobre os dez mandamentos, me mostram como atuei com o próximo, como dizia a Deus que o amava quando ainda não havia me afastado Dele, quando ainda não havia começado a andar no ateísmo eu dizia: “Meu Deus, eu te amo!” Mas com essa mesma língua que eu louvava o Senhor, com essa mesma língua eu falava mal de todo mundo, criticava, apontava com o dedo, sempre a ‘santa Gloria’, e me mostravam que eu dizia que amava a Deus, mas era uma invejosa, mal agradecida, jamais reconheci todo o esforço e o amor, a entrega de meus pais para me dar uma profissão, para me levantar. “Tão rápido você alcançou uma profissão, mas até seus pais já não tinham importância, a ponto de chegar a se envergonhar de sua mãe, pela humildade e pela pobreza dela.”<br />
E me mostram como esposa...Quem era? Passava todo o dia renegando, desde que me levantava. Meu esposo me dizia: “Bom dia!” E eu respondia: “Que bom dia? Não vê que está chovendo?” Eu o renegava o tempo todo. E com meus filhos? Mostram-me que nunca, jamais tive compaixão para com o próximo, por meus irmãos de fora. E o Senhor me dizia: “Você nunca pensou: coitadinhos dos doentes, Senhor! Dá-me a graça de poder acompanhá-los em sua solidão. As crianças que não tem mãe, os órfãos, quantas crianças sofrendo, Senhor!” ...Meu coração era de pedra...no exame dos dez mandamentos não passei nem meio. Terrível! Espantoso! Vivia um verdadeiro caos. Como que eu não havia matado e assassinado tanta gente? Por exemplo, eu fiz muitas compras de supermercado para as pessoas que necessitavam, mas não dava por amor, dava pela imagem, porque como eu era muito rica eu queria ‘fazer bonito’ diante dos outros e assim eu manipulava as pessoas.<br />
E então eu dizia: “Toma, lhe dou essa compra, mas você me faz o favor e vá à reunião do colégio dos meus filhos, porque eu não tenho tempo de ir a essas reuniões.” E assim eu dava coisas a todo mundo, mas eu os manipulava, além disso eu adorava que houvesse um montão de gente atrás me mim me dizendo que eu era bondosa, que eu era uma santa. Eu me criei uma imagem! E me dizem: “É que você tinha um deus e esse deus era o dinheiro! Por ele você se condenou! Por ele você afundou no abismo e se afastou do Senhor.” Nós havíamos tido muito dinheiro, mas estávamos quebrados, endividadíssimos, havia acabado nosso dinheiro, então, quando me dizem do ‘deus dinheiro’ eu gritei: “Mas que dinheiro se deixei muitas dívidas lá na terra?”<br />
Quando me falaram, por exemplo, do segundo mandamento, via que eu, pequenina, infelizmente aprendi que para evitar os castigos da minha mãe que eram bastante severos, aprendi que as mentiras eram excelentes e comecei a caminhar com o pai da mentira (Satanás), e comecei a ficar mentirosa e à medida que meus pecados iam crescendo, as mentiras iam aumentando. Percebia que minha mãe respeitava muito o Senhor e para ela o nome do Senhor era santíssimo, então eu pensei e disse: “Aqui tenho a arma perfeita.” E comecei a jurar em vão, e lhe dizia: “Mãe, eu juro por Deus!” e assim evitava os castigos. Imaginem, quando metia eu colocava o Santíssimo nome do Senhor nas minhas porcarias, na minha imundície, porque eu estava tão cheia de sujeira e de tanto pecado...<br />
E vejam, irmãos, aprendi que as palavras não se perdem ao vento. Quando minha mãe ficava irredutível eu lhe dizia: “Mãe, que me parta um raio se estou mentindo!”, e a palavra vagou pelo tempo e vejam que por misericórdia de Deus eu estou aqui, porque na realidade o raio entrou em mim e me partiu praticamente ao meio e me queimou.<br />
Mostravam-me como eu, que me dizia católica, era uma pessoa que não tinha palavra e sempre me antepunha ao Santo nome do Senhor.<br />
Fiquei impressionada ao ver como o Senhor mostrava a todas as criaturas estas coisas espantosas e se prostravam ao chão, numa adoração impressionante. Vi a Santíssima Virgem prostrada aos pés do Senhor, orando por mim, numa extrema adoração, e eu, pecadora, desde minha imundície, cara a cara com o Senhor. Como fui ‘tão boa’, renegando e maldizendo o Senhor...<br />
Sobre o santificar as festas, foi espantoso. Senti uma imensa dor. A voz me dizia que eu dedicava de quatro a cinco horas ao meu corpo e nem sequer dez minutos diários de profundo amor ao Senhor, de agradecimento ou de uma oração. Começava a rezar o Rosário com tamanha velocidade e eu dizia: “Nos comerciais da novela consigo terminar o Rosário”. Mostravam como nunca fui agradecida ao Senhor, e também me mostravam o que eu dizia quando me dava preguiça de ir à Missa: “Mas mãe, se Deus está em todo lugar, que necessidade tenho de ir à Missa?” Claro que era muito cômodo dizer isso; e a voz me repetia que eu tinha ao Senhor por vinte e quatro horas ao dia disponível para mim, e eu não rezava nem um pouquinho, nem agradecia no domingo. Dediquei-me a cuidar do meu corpo, me tornei escrava, e me esqueci de um detalhe, que tinha uma alma e que jamais cuidei dela, nunca a alimentei com a Palavra de Deus porque eu, muito comodamente, dizia que quem lia a Palavra de Deus ficava louco.<br />
Quanto aos sacramentos, nada! Como que eu poderia me confessar com ‘esse velhos que eram piores que eu’? Para mim era muito cômodo não ir confessar, o maligno me tirou da confissão e assim foi como me afastou da cura e limpeza da minha alma, porque cada vez que eu cometia um pecado, não era grátis, Satanás punha dentro da brancura de minha alma a sua marca, uma marca de trevas. Jamais, só em minha primeira comunhão fiz uma boa confissão, daí por diante, nunca mais, e recebia o Senhor indignamente. Chegou a tal ponto a blasfêmia, a incoerência da minha vida, que cheguei a dizer: “Que Santíssimo? Deus está vivo num pedaço de pão? Estes sacerdotes deveriam comê-lo com um pouco de doce de leite, quem sabe ficaria mais saboroso”...até este ponto chegou a degradação da minha relação com Deus.<br />
Jamais alimentei minha alma, e para completar, só sabia criticar os sacerdotes. Se tivessem visto como foi terrível isso, na minha família, desde muito pequenos, criticávamos os sacerdotes, começando pelo meu pai...diziam que são mulherengos e que têm mais dinheiro do que nós e repetíamos estas coisas. E nosso Senhor me dizia: “Quem você pensava que era para se fazer passar por Deus e julgar meus ungidos?”, me dizia: “Eles são de carne, e é a comunidade que faz a santidade de um sacerdote, rezando, amando e apoiando quando um sacerdote cai em pecado.” O Senhor me mostrava que cada vez que eu criticava um sacerdote, me tomavam uns demônios. Fora isso, quanto mal eu fiz quando acusei um sacerdote de homossexual e toda a comunidade se interou, não imaginam quanto dano causei.<br />
Do quarto mandamento: honrar pai e mãe. O Senhor me mostrava como já lhes comentei, como fui mal agradecida com meus pais, como os amaldiçoava e os renegava porque não podiam me dar tudo o que minhas amigas tinham. Como fui uma filha que não valorizava o que tinha, cheguei a ponto de dizer que aquela não era a minha mãe, porque parecia muito pouco para mim.<br />
Foi espantoso ver o resumo de uma mulher sem Deus e como uma mulher sem Deus destrói tudo o que lhe rodeia, e ainda por cima, o pior de tudo é que eu achava que era boa e santa! O Senhor também me mostrou como eu achava que me sairia bem neste mandamento, só pelo fato de haver pago as consultas médicas e os remédios dos meus pais quando ficaram doentes, também como eu analisava tudo através do dinheiro e como eu os manipulei quando tinha dinheiro. Até me aproveitei deles, o dinheiro me endeusou e eu os pisoteei. Sabem o que me doeu? Ver meu pai chorando com tristeza, apesar de tudo ele havia sido um bom pai, que me havia ensinado a ser trabalhadora, empreendedora, e que devia ser honesta, porque só aquele que trabalha pode progredir. Mas ele se esqueceu de um detalhe, que eu tinha uma alma e que ele era um evangelizador com seu testemunho e como toda a minha vida começou a afundar por causa de tudo isso. Via o meu pai com dor quando era mulherengo, ele era feliz dizendo à minha mãe e a todo mundo que ele era ‘muito macho’ porque tinha muitas mulheres e que podia com todas, e que ademais fumava e bebia. Estes vícios o faziam sentir-se orgulhoso, pois ele não pensava que eram vícios, mas sim virtudes. Comecei a ver como minha mãe se cobria de lágrimas quando meu pai começava a falar das outras mulheres. Comecei a me encher de raiva, de ressentimento e começo a ver como o ressentimento leva à morte espiritual, sentia uma raiva espantosa de ver como meu pai humilhava minha mãe diante de todo mundo. Fiquei rebelde e disse á minha mãe: "Eu nunca serei como você, por isso nós mulheres não valemos nada, por culpa de mulheres como você, sem dignidade, sem orgulho, que se deixam pisotear pelos homens.” Quando já estava maior eu dizia ao meu pai: “Preste atenção pai, jamais vou permitir que um homem me humilhe como você humilha a minha mãe, se um homem chegar a ser infiel comigo, eu me separo.” Meu pai me bateu e me disse: “Como se atreve?” Meu pai era muito machista e eu lhe disse: “Então me bata e me mate se eu chegar a me casar e tiver um marido infiel. Eu me separo, para que os homens entendam como sofre uma mulher quando um homem a pisoteia.” Esse ressentimento e essa raiva tomaram conta de mim, e quando já tinha algum dinheiro, comecei a dizer à minha mãe: “Sabe de uma coisa? Separe-se do meu pai. Eu gosto muito dele, mas é impossível que você agüente um homem assim, seja digna, você tem que se dar valor, mãe.” Imaginem! Eu queria divorciar meus pais. Minha mãe me dizia: “Não filha, não é que não me doa, sim me dói muito, mas eu me sacrifico porque vocês são sete filhos e eu sou só uma. Eu me sacrifico porque afinal seu pai é um bom pai, e eu seria incapaz de ir e deixá-los sem pai, ademais, se eu me separo, quem vai orar para que seu pai se salve? Sou eu quem pode orar para que seu pai encontre a salvação, porque a dor e o sofrimento que ele me ocasiona eu uno às dores da cruz, e todos os dias digo ao Senhor; ‘esta dor não é nada unida à tua cruz, me permita que meu esposo se salve, assim como meus filhos.’ Eu não entendia isso. E sabem do que mais? Me deu tanta raiva... e isso fez com que minha vida mudasse e fiquei muito rebelde e comecei a me empenhar para defender os direitos da mulher. Comecei a defender o aborto, a eutanásia, o divórcio e a defender a lei de Talião, aquela que diz ‘olho por olho, dente por dente’. Nunca fui infiel fisicamente, mas prejudiquei muita gente com meus conselhos.<br />
Quando chegamos ao quinto mandamento, o Senhor me mostrava que eu era uma assassina espantosa e que cometi o que é pior e mais abominável diante dos olhos de Deus, o aborto. O poder que me deu o dinheiro me serviu para financiar vários abortos, porque eu dizia: “A mulher tem direito a escolher quando quer ficar grávida ou não.” Olhei o Livro da Vida e me doeu tanto quando vi uma menina de catorze anos abortando. Eu a havia ensinado, porque sabem que quando uma pessoa está envenenada, nada fica bom e tudo o que está ao redor dela se envenena. Umas meninas, três sobrinhas minhas e a namorada do meu sobrinho abortaram. Deixavam-nas ir à minha casa porque eu tinha dinheiro. Eu as convidava, falava de moda, de glamour, de como exibir o corpo. Minha irmã as mandava aí. Olhem como eu as prostituí, prostituí menores, que foi outro pecado espantoso depois do aborto, porque eu lhes dizia: “Não sejam bobinhas minhas filhas, suas mães lhes falam de virgindade e de castidade, mas estão fora de moda, elas falam de uma Bíblia que foi escrita há mais de dois mil anos, e os sacerdotes não quiseram se modernizar, elas falam o que dizia o Papa, mas esse Papa está fora de moda.”<br />
Imaginem meu veneno e eu ensinei a estas meninas que tinham que aproveitar, desfrutar do corpo, mas que tinham que se prevenir. Ensinei-lhes os métodos de planificação. “Mulher perfeita”, e essa menina de catorze anos, namorada do meu sobrinho chega um dia ao meu consultório chorando (eu vi no Livro da Vida) e me diz: “Gloria! Ainda sou criança e estou grávida!”, e eu lhe disse: “Tonta! Eu não lhe ensinei a se prevenir?” E então ela me disse: “Sim, mas não funcionou”. Então olhei, e o Senhor me colocava essa menina diante de mim para que não se afundasse no abismo, para que não fosse abortar, porque o aborto é uma corrente que pesa tanto, que arrasta e pisoteia, é uma dor que nunca se acaba, é o vazio de haver sido um assassino. E o que foi pior para essa menina, foi que em vez de falar-lhe do Senhor, lhe dei dinheiro para que fosse abortar num lugar muito bom para que não a prejudicassem. Assim como este aborto financiei vários outros. Cada vez que o sangue de um bebê se derrama, é como um holocausto a Satanás, é um holocausto, ao Senhor lhe dói muito e se estremece cada vez que se mata um bebê, porque no Livro da Vida, vi como nossa alma se apodera de nosso corpo tão somente quando se tocam o óvulo e o espermatozóide, surgindo como uma faísca linda de luz colhida do Sol de Deus Pai. O ventre de uma mãe, tão somente é fecundado e já se ilumina com o brilho dessa alma e quando se aborta, essa alma grita e geme de dor, ainda que não tenha olhos, nem um corpo formado, se escuta este grito quando lhe estão assassinando e o Céu se estremece e no inferno se escuta outro grito, mas de júbilo, e imediatamente do inferno, se abrem uns tipos de selos de onde saem umas larvas para seguir assediando a humanidade, e seguir fazendo-a escrava da carne e de todas estas coisas que existem e que estarão cada dia pior. Quantos bebês são mortos por dia? Isso é um triunfo para Satanás. Esse preço de sangue forma mais um demônio, então me lavam neste sangue e minha alma branca começou a ficar absolutamente escura. Depois dos abortos, perdi a convicção do pecado, para mim estava tudo bem. Foi triste ver como que neste compromisso com o maligno, pude ver todos os bebês que eu havia matado também, e sabem por que? Eu planificava com o uso do DIU (T de cobre) e foi doloroso ver quantos bebês haviam sido fecundados, e se haviam brilhado essas faíscas do Sol de Deus Pai, mas estes bebês, gritando, se desgarraram das mãos de Deus Pai. Era a razão que explicava meu constante mau humor, caras feias, vivia frustrada com todos e com muita depressão. Claro! Eu havia me tornado uma máquina de matar bebês. E isso me afundou mais no abismo... e pensava: “Como que não havia matado?” E o que dizer de cada pessoa que eu odiava, que eu detestava? Continuava sendo uma assassina, porque não é só com um disparo que se mata uma pessoa, basta odiá-la, fazer-lhe o mal, ter inveja dela, como isso já se pode matá-la.<br />
Quanto ao sexto mandamento, de não pecar contra a castidade, eu disse: “Aqui não vão me falar de nenhum amante, porque por toda a vida só tive um homem que é meu esposo”. Quando me mostram que cada vez que eu estava com meus seios a mostra e meu corpo com minhas roupas insinuantes, estava incitando os homens a que me olhassem e tivessem maus pensamentos, e eu os fazia pecar e assim foi como entrei no adultério. Eu aconselhava as mulheres a serem infiéis com seus esposos e lhes dizia: “Não sejam bobas, divorciem-se, não os perdoem.” Já com isso estava cometendo um abominável adultério. E me dei conta que os pecados da carne são espantosos e são condenatórios, mas o mundo nos incita a atuarmos como animais. Infelizmente me soltei da mão do Senhor, porque os pecados estão nos pensamentos, na alma e na ação de cada pessoa. Foi tão doloroso ver todo esse pecado, por exemplo, esse pecado do adultério do meu pai, que causou dano e desgarrou seus filhos. A mim me causou ressentimento contra os homens, e meus irmãos se transformaram em três fiéis fotocópias do meu pai, felizes por serem ‘muito machos’, mulherengos e alcoólatras... Eles não percebiam como prejudicavam seus filhos. Por isso meu pai chorava, com tanta dor, vendo como seu pecado havia sido herdado por eles, por mim, prejudicando assim toda a obra de Deus.<br />
O sétimo mandamento, o de não roubar, eu me considerava honesta, e o Senhor me mostrava como desperdiçávamos comida em minha casa. O mundo padecia de tanta fome, e Ele me dizia: “Eu tinha fome, e veja o que você fazia com o que eu te dava, desperdiçava tudo, eu tinha frio e olhe o que você fazia, escravizada pela moda, vivendo de aparências, gastando muito dinheiro em injeções para estar mais magra, escravizada pelo corpo. Em poucas palavras, você fez do seu corpo um deus.” O Senhor me mostrava que eu era culpada pela miséria do meu país e que sim, eu tinha a ver com isso. Também me mostrava que cada vez que eu falava mal de alguém, eu lhe roubava a honra e era difícil devolvê-la. Que era mais fácil reparar o roubo de um dinheiro, porque poderia devolver o valor roubado, do que restaurar o bom nome de uma pessoa. Eu me arrependia por não ter sido uma mãe carinhosa com meus filhos, por não haver ficado mais com eles em casa, por tê-los deixado tanto com a ‘mamãe televisão’, ‘o papai computador’, ou com os videogames e para acalmar minha consciência, lhes comprava roupas de marca. Mas me horrorizou ver minha mãe que se questionava, - e minha mãe foi uma santa mãe, que nos corrigia e nos amava, assim como meu pai -, e pude ver quando ela disse: “O que será de mim que nunca consegui dar nada para os meus filhos?” Que espanto, que dor tão grande...<br />
Senti muita vergonha, porque no Livro da Vida a pessoa vê tudo como num filme, e meus filhos diziam: “Tomara que a mamãe demore, que tenham muito trânsito, porque ela é muito chata e só vive reclamando.” Que tristeza um menino de três anos e uma menina um pouco maior dizendo estas coisas...eu lhes roubei a sua mãe, lhes roubei a paz que eu daria à minha casa e não lhes deixei conhecer a Deus através de mim, e não lhes ensinei a amar o próximo. Se eu não amo ao meu próximo, eu não tenho nada a ver com o Senhor, se não tenho misericórdia, não tenho laços com o Senhor. Porque Deus é Amor...<br />
Vou lhes falar sobre levantar falsos testemunhos. Eu sabia mentir muito bem e Satanás se tornou meu pai. Se Deus é Amor e eu odeio, então, quem é meu pai? Não era difícil de adivinhar e se Deus me fala do perdão e de amar meus inimigos eu dizia, “quem me prejudica, me paga!” Então, quem era meu pai? Se Deus é a verdade e Satanás é a mentira, quem era meu pai? Não há mentira rosa, nem amarela, nem verde, todas as mentiras são mentiras, e Satanás é o pai de todas elas. Tão terríveis foram os pecados da minha língua. Eu vi quanto dano causei com a minha língua. Eu fofocava, quando falava mal dos outros, causava complexos de inferioridade às pessoas gordinhas pondo-lhes apelidos pejorativos. Uma palavra mal dirigida sempre termina numa ação e causa dano.Quando me fazem o exame dos dez mandamentos, pude ver a cobiça que tomava conta de mim. Eu pensava que seria feliz tendo muito dinheiro e passei a ter uma obsessão por ficar rica. Que tristeza. Quando tive muito dinheiro, foi o pior momento que viveu minha alma, a ponto de querer me suicidar. Tinha tanto dinheiro e me sentia sozinha, vazia, amargurada e frustrada. A cobiça de desejar ter muito dinheiro foi o caminho que me levou pela mão e me extraviei, me soltei da mão do Senhor. Depois desse exame dos dez mandamentos, me mostram o Livro da Vida, lindo, eu queria ter palavras para descrever “O Livro da Vida”. Começou desde a concepção, assim que se uniram o par de células dos meus pais. De imediato houve um ‘zas’, uma faísca, uma linda explosão e se formou minha alma, colhida da mão de Deus Pai, encontrei um Deus Pai tão lindo, que me cuidava 24 horas por dia e o que eu via como um castigo, nada mais era que Amor, porque Ele consegue ver minha alma e percebia como eu ia me afastando da Salvação. Para terminar, vou lhes dar um exemplo de como é maravilhoso o “Livro da Vida”. Eu era muito hipócrita e eu dizia a alguém: “Nossa! Como você está linda, que vestido lindo!” Mas por dentro, em meus pensamentos eu dizia: “Que mulher mais asquerosa, e ainda se acha uma rainha!” Nesse livro se podia ver exatamente como eu pensava, se podia ver o interior de minha alma. Todas as minhas mentiras ficaram à vista, vivas, todo mundo se deu conta. Quantas vezes eu menti para minha mãe porque ela não me deixava sair a lugar nenhum, então dizia que tinha que fazer um trabalho em grupo na biblioteca, mas saía para ver algum filme pornográfico ou ia a algum bar tomar cerveja com minhas amigas. E lá estava minha mãe, vendo minha vida, nada escapou.<br />
Meus pais me davam banana para levar de lanche na escola. Meus pais eram pobres e só podiam me dar banana, leite e algum petisco para colocar na lancheira. Eu comia a banana e jogava a casca pelo caminho. Nunca tive a consciência de que alguém poderia se ferir ou escorregar na casca de banana que eu costumava jogar no chão, e o Senhor me mostrou as pessoas que poderiam ter se matado por causa dessas quedas causadas por minha imprudência e falta de misericórdia. Também pude ver como só uma vez fiz uma boa confissão, bem feita. Foi quando uma senhora me deu 4.500 pesos a mais de troco num supermercado em Bogotá. E meu pai nos havia ensinado a sermos honestos e nunca tocar em nenhum centavo de ninguém. Então me dei conta quando já estava no carro. Estava a caminho do meu consultório e pensei... “Ai, essa velha distraída, essa tonta me deu 4.500 pesos a mais e agora tenho que voltar para devolver” e logo vi um engarrafamento gigante e disse: “Quer saber? Não vou devolver nada, quem mandou ela ser tão distraída?” Mas fiquei com a dor de ter feito isso, porque me pai me ensinou a ser honesta, então me confessei no domingo e disse: “Padre, eu roubei 4.500 pesos porque não os devolvi a uma senhora que se equivocou no troco.” Nem prestei atenção no que o padre me disse. O maligno não pode me acusar de ladra, mas sabem o que me disse o Senhor? Ele me disse: “Essa falta de caridade sua, quando não devolveu o dinheiro para aquela senhora não reparando o pecado cometido, 4.500 pesos para você não eram nada, mas para aquela mulher que ganhava um salário mínimo, significava a alimentação de três dias.” O mais triste foi quando me mostrou como sofreu, agüentando a fome um par de dias. Por minha culpa, passou fome com seus dois filhos pequenos, porque assim me mostra o Senhor, me mostra quando eu faço algo, quem sofreu, quem atua e como atua.<br />
O Senhor me perguntou: “Que tesouros espirituais você me trouxe?” Minhas mãos iam vazias, não levava nada, minhas mãos iam absolutamente desocupadas. Foi então que me disse: “De que te servem os dois apartamentos que você tinha, as casas e consultórios? Você não se considerava uma profissional de muitíssimo êxito? Acaso pode trazer o pó de um tijolo até aqui? O que fez com os talentos que Eu te dei?” Talentos? Eu tinha uma missão. A missão de defender o reino de Amor. O reino de Deus. Eu me havia esquecido que tinha uma alma, e muito menos que tinha talentos, muito menos que o bem que deixei de fazer doeu muito ao Senhor. Sabem o que sempre me perguntava o Senhor? Sempre me perguntava sobre o Amor. Citava a falta de caridade pelo próximo. Ele me dizia que eu estava morta espiritualmente. Estava viva, porém morta. Se pudessem ver o que é a ‘morte espiritual’, como é uma alma que odeia...Como é uma alma espantosamente terrível de amargurada e fastidiosa, que faz mal a todo mundo... Quando uma pessoa está cheia de pecados, por fora tudo parece ser bonito e cheirar bem, com boas roupas, mas minha alma cheirava muito mal e vivia nos abismos. Isso justifica tanta depressão e amargura. Então o Senhor me disse: “É que sua morte espiritual começou quando você deixou de sentir dor pelos seus irmãos. Quando você via o sofrimento dos seus irmãos, era um alerta. Quando via nos meios de comunicação, dizendo que os mataram, que os seqüestraram, que os desalojaram, você dizia ‘da boca para fora’: ‘Coitadinhos! Que pecado!’ Mas isso não te doía por dentro. Você não sentia nada no coração, era uma pedra, o pecado te petrificou.<br />
Quando se fecha o meu Livro, imaginem como era grande a minha tristeza. Quanta dor! Fora isso, por ter me comportado assim com Deus Pai, porque apesar de todos os meus pecados, apesar de toda a minha imundície e de toda a minha indiferença e de todos os sentimentos horríveis, o Senhor, sempre, até o último instante me buscou, sempre me enviava instrumentos, pessoas, me falava, me gritava, me tirava coisas para me buscar, ele me buscou até o último instante. Eu costumava dizer: “O Senhor me condenou”. Claro que não! No meu livre arbítrio eu escolhi quem seria o meu pai, e não foi Deus Pai. Escolhi Satanás, esse foi o meu pai, e quando esse Livro se fechou, vi em minha mente que estava de ponta-cabeça, porque começava a cair naquele buraco e depois deste oco ia se abrir uma porta. Então começo a ir, e começo a gritar a todos os santos, para que me salvassem. Vocês não têm idéia da quantidade de santos que eu vi, eu não tinha idéia de que havia tantos santos, eu era tão má católica. Pensava que dava na mesma que me salvasse São Isidro ou São Francisco de Assis, e quando acabaram todos os santos, veio o silêncio. Sentia um vazio, uma dor tão grande. E eu pensava: “Todos estão lá na terra dizendo: ‘como era santa!’”, esperando que eu morresse para me pedir um milagre. E olhem para onde vou! Levanto os olhos e vejo os olhos de minha mãe. Com muita dor eu lhe grito: “Mãezinha! Que vergonha! Me condenei, mãe, aonde vou? Nunca mais vou te ver...” E nesse momento lhe concederam a ela uma graça muito grande. Estava imóvel e lhe permitem mover seus dois dedos para cima e ela dá um sinal e saltam dos meus dois olhos duas crostas espantosamente dolorosas, era minha cegueira espiritual. Então, vejo um momento lindo, quando uma paciente me havia dito: “Olhe doutora, a senhora é muito materialista e um dia vai precisar Dele. Quando estiver em ambiente de perigo, qualquer que seja, peça a Jesus Cristo que a cubra com o Seu sangue, Ele nunca irá abandoná-la, porque Ele pagou um preço se sangue pela senhora.” E com essa vergonha tão grande e essa dor, comecei a gritar: “Jesus Cristo! Senhor, tenha compaixão de mim! Perdoe-me! Por favor, me dê uma segunda oportunidade!” E este foi o momento mais belo, não tenho palavras para descrever este momento. Ele baixa e me tira daquele oco. Quando Ele me recolhe, todas estas coisas caíram ao chão. Ele me levanta e me leva a uma parte plana, e me diz com todo esse Amor: “Vamos voltar, você vai ter uma segunda oportunidade” (...), e me diz que não é pela oração da minha família. Porque “é normal que eles orem e clamem por você, mas foi pela intercessão de todas as pessoas alheias ao seu sangue, que não te conhecem e choraram, oraram e elevaram seu coração com muitíssimo amor por você.” E começo a ver como se acendem uma porção de luzinhas que são como chaminhas brancas cheias de amor. Eu vejo as pessoas que estão rezando por mim! Mas havia uma chama grande, era a luz que mais brilhava. A que mais amor dava. Eu olhava quem era essa pessoa que me amava tanto. E o Senhor me diz: “Essa pessoa que você vê ali, é uma pessoa que te ama tanto, tanto, e nem sequer te conhece.” E me mostrava que essa pessoa havia visto a folha de jornal do dia anterior. Era um camponês de um povoado, bem pobre, que vivia ao pé da Serra Nevada de Santa Marta. O pobre homem comprou uma panela e a embrulharam numa folha do jornal “Espectador” do dia anterior. Minha fotografia onde eu aparecia toda queimada estava aí, ilustrando a matéria que falava sobre o acidente. Quando este homem viu a notícia, se pôs a chorar com um amor tão grande, e disse: “Pai, Senhor, tem compaixão desta minha irmãzinha. Senhor, salve-a! Se o Senhor salvá-la, prometo que irei ao ‘Santuário de Buga’ e cumpro a promessa, mas salve-a!” Imaginem um homem pobrezinho, não estava revoltado nem amaldiçoando porque passava fome, com essa capacidade de amor para se oferecer a atravessar todo o país por alguém que não conhecia. E o Senhor me disse: “Isso é Amor ao Próximo” (...) e logo me disse: “Você vai voltar, mas não vai contar o que viu 1000 vezes, mas sim 1000 vezes 1000. E ai daqueles que ouvindo, não decidam mudar de vida. Porque eles serão julgados com mais severidade. Assim como você será em seu segundo regresso. Que prestem atenção os ungidos, que são seus sacerdotes, ou qualquer um deles, porque não há pior surdo que aquele que não quer ouvir, nem pior cego que aquele que não quer ver.” E isto, meus queridos irmãos, não é uma ameaça, O Senhor não necessita nos ameaçar, esta é a segunda oportunidade que vocês têm, e graças a Deus que vivi o que vivi! Porque quando lhes abram o Livro da Vida a cada um de vocês, quando cada um de vocês morra, vamos ver este momento, de igual maneira, e vamos nos ver tal como estamos, vamos ver nossos pensamentos e nossos sentimentos na presença de Deus, e o mais bonito é que cada pessoa verá o Senhor em frente de cada um de nós, outra vez perguntando o que lhe temos a oferecer.</p>
<p>Que o Senhor abençoe a todos grandemente.<br />
Glória a Deus! Glória a Nosso Senhor Jesus Cristo!</p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[14 y 15 de octubre Ciclo de Teatro en Rosario]]></title>
<link>http://ciclomigraciones.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 15:40:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>miraloquedice</dc:creator>
<guid>http://ciclomigraciones.pt-br.wordpress.com/2008/10/12/14-y-15-de-octubre-ciclo-de-teatro-en-rosario/</guid>
<description><![CDATA[Un intercambio de producciones teatrales entre diferentes grupos del país, donde podremos ver las h]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span>Un intercambio de producciones teatrales entre diferentes grupos del país, donde podremos ver las heterogéneas formas de producción y de sentir el teatro.</span></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_EEjF5G-CaoA/SPH-V8_LUYI/AAAAAAAABfU/V2RL4TNmG8g/s400/Ciclo+Migraciones.JPG" alt="" width="400" height="280" /></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;"><a href="http://ciclomigraciones.blogspot.com/2008/10/15-de-octubre.html"><span style="color:blue;">14 de octubre</span></a> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="background:gray none repeat scroll 0;font-size:12pt;font-family:&#34;">20hs.</span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;"> Sala Lavardén (Sarmiento y Mendoza.)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><em><span style="background:gray none repeat scroll 0;font-size:12pt;font-family:&#34;color:white;">Quijote</span></em></strong><strong><em><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;color:black;"> </span></em></strong><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;color:black;">(de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires)</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;color:black;">Elenco: </span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;color:black;">Mónica Felippa, Marina Svartzman, Soledad Vidal, Hugo Dezilio, Diego Ferrari, Gustavo Manzanal, Jorge Sánchez y Mimi Rodríguez.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;color:black;">Dirección general</span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;color:black;"><br />
</span><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;color:black;">Luis Rivera López</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="background:gray none repeat scroll 0;font-size:12pt;font-family:&#34;">21:30hs.</span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;"> Sala Cultural de Abajo. (San Lorenzo y Entre Ríos.)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="background:gray none repeat scroll 0;font-size:12pt;font-family:&#34;color:white;" lang="PT-BR">PARAÍSO AGAPORNI</span></strong><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;" lang="PT-BR"> </span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;" lang="PT-BR">(de</span><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;" lang="ES-AR"> Tucumán</span><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;" lang="PT-BR">)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;" lang="ES-AR">del</span><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;" lang="PT-BR"> GRUPO<strong> </strong>TIA</span><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;" lang="ES-AR"> ENCARNACIÓN</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;" lang="ES-AR">Dirección del Espectáculo</span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;" lang="PT-BR">:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;" lang="PT-BR">Marina</span><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;" lang="ES-TRAD"> Rosenzvaig</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;" lang="PT-BR">Actores:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;" lang="PT-BR">Nadina Acosta, Alejandro Garay y </span><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Rosa López Vallejo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;">
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;"><a href="http://ciclomigraciones.blogspot.com/2008/10/15-de-octubre.html"><span style="color:blue;">15 de octubre</span></a> </span></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="background:gray none repeat scroll 0;font-size:12pt;font-family:&#34;">20hs.</span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;"> Sala Lavardén (</span><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Sarmiento</span><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;"> y Mendoza.)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="background:gray none repeat scroll 0;font-size:12pt;font-family:&#34;color:white;">EL CLÁSICO BINOMIO</span></strong><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;"> </span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">(de Santa Fe) </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Actores:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Rafael Bruza (Chiquito) y Jorge Ricci (Chiche)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Autores</span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Rafael Bruza y Jorge Ricci</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Dirección</span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Mauricio Kartun</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="background:gray none repeat scroll 0;font-size:12pt;font-family:&#34;">21:30hs.</span></strong><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;"> </span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Sala Lavardén (</span><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Sarmiento</span><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;"> y Mendoza.)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="background:gray none repeat scroll 0;font-size:12pt;font-family:&#34;color:white;">Insoportable, el término de un largo día</span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;"> (de Rosario)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Actúan:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Elisabet Cunsolo / Solange, Paula García Jurado / Silvia, Bárbara Peters / Clara y</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Ricardo Arias / Oscar</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Dramaturgia y Dirección:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Romina Mazzadi Arro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Ganadora Fiesta Provincial de Teatro Rosario 2007.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Ganadora Fiesta Regional de Teatro Paraná 2008.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Seleccionada Fiesta Nacional de Teatro Formosa 2008.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Entrada general $10.- Bono 4 funciones: $25.-</span></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white none repeat scroll 0;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Anticipadas en venta en la Sala Lavardén </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Never forget]]></title>
<link>http://collegerita.wordpress.com/?p=12</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 12:34:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>collegerita</dc:creator>
<guid>http://collegerita.pt-br.wordpress.com/2008/10/12/never-forget/</guid>
<description><![CDATA[It&#8217;s my second year at college (even tough, I&#8217;m on the first year of my new course), and]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>It's my second year at college (even tough, I'm on the first year of my new course), and one of my priorities throughout these two years is to never forget my High School friends. We were so very close and I didn't want to lose that. So we all try as much as we can to hang out and still be in each others lives. Every chance we have. Which, unfortunately, ends up being only Friday night. And some times, Saturday night.</p>
<p>On the other side, I also made good friends last year that I have to keep talking to. I just <em>have</em>. They're that awesome. So it can get a little *busy* around my social life: HS, boyfriend, Science geeks and Hazing. I guess that's what college is all about: meeting people, having fun, learning new things (and now necessarily school-related).</p>
<p>For example, this year I learnt that going to a local festival/pilgrimage of sorts is tremendously expensive but worth it. I must admit that going in al those super machines is a bit scary, but once you're getting spun around upside down oh-so-fast, it's incredibly fun!</p>
<p><img class="alignnone" title="Rosário" src="http://img.photobucket.com/albums/v428/Ritinha/Photos/DSC02043-1.png" alt="" width="435" height="325" /></p>
<p>Oh yeah \n/</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oscar Niemeyer construirá en Rosario su primera obra en Argentina]]></title>
<link>http://arquitecturas.wordpress.com/?p=3115</link>
<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 23:00:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>arquitecturas</dc:creator>
<guid>http://arquitecturas.pt-br.wordpress.com/2008/10/12/oscar-niemeyer-construira-en-rosario-su-primera-obra-en-argentina/</guid>
<description><![CDATA[Oscar Niemeyer:  Centenario
El reconocido y centenario arquitecto brasileño Oscar Niemeyer construi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="attachment_3117" align="alignleft" width="300" caption="Oscar Niemeyer:  Centenario"]<a href="http://arquitecturas.files.wordpress.com/2008/10/niemeyer.jpg"><img class="size-medium wp-image-3117" title="niemeyer" src="http://arquitecturas.wordpress.com/files/2008/10/niemeyer.jpg?w=300" alt="Centenario" width="300" height="225" /></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;">El reconocido y centenario arquitecto brasileño <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Oscar_Niemeyer">Oscar Niemeyer</a> construirá su primera obra en <a href="http://maps.google.es/maps?t=h&#38;hl=es&#38;ie=UTF8&#38;ll=-38.416097,-63.616672&#38;spn=33.147056,78.75&#38;z=4">Argentina</a>. El viernes, el gobernador de Santa Fe Hermes Binner y el intendente de <a href="http://maps.google.es/maps?t=h&#38;hl=es&#38;ie=UTF8&#38;ll=-32.949999,-60.666666&#38;spn=0.278879,0.615234&#38;z=11">Rosario</a>, Miguel Lifschitz, presentarán en esa ciudad el proyecto del <a href="http://www.rosarionet.com.ar/rnet/locales/notas.vsp?nid=42362">Puerto de la Música</a>, un complejo cultural que incluirá un auditorio, salas de exposiciones, escuela de artes y una explanada para espectáculos.</p>
<h4><a href="http://www.revistaenie.clarin.com/notas/2008/10/09/_-01777903.htm">Nota en Ñ, Revista de Cultura</a></h4>
<div class="nota-LN" style="text-align:justify;"></div>
<div class="nota-LN" style="text-align:justify;"></div>
<div class="nota-LN" style="text-align:justify;"><em><span class="volanta">Un nuevo complejo cultural / Lo diseñó el brasileño Oscar Niemeyer</span></em></div>
<div class="nota-LN" style="text-align:justify;"><strong><span class="nota-titulo"><a title="Ir a la nota en LANACION.com" href="http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1058516" target="_blank">Rosario crece con el Puerto de la Música </a></span></strong></div>
<div class="nota-LN" style="text-align:justify;">
<p><em>Busca reproducir el impacto económico que en Bilbao produjo la construcción del Museo Guggenheim</em></p>
<div class="path-fecha">
<div><span>&#62;</span> <a title="Ir a la nota en lanacion.com" href="http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1058516" target="_blank">Ir a la nota</a></div>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.lanacion.com.ar"><strong>lanacion.com</strong></a><strong> </strong>&#124; Cultura &#124; Domingo 12 de octubre de 2008</p>
</div>
</div>
<p style="text-align:justify;"><!-- @import "http://www.lanacion.com.ar/css/nocache/notaembed.css"; --></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://www.revistaenie.clarin.com/notas/2007/12/28/01573475.html">Oscar Niemeyer, un genio de las formas</a></strong><br />
<em>El <a href="http://www.epdlp.com/arquitecto.php?id=120">genial arquitecto brasileño</a> acaba de cumplir 100 años y sigue en plena actividad. Ligado profundamente al espíritu sensual de su pueblo, en esta entrevista habla de sus trabajos y de sus ideas innovadoras.</em></p>
<h4 style="text-align:justify;"><strong><a href="http://www.revistaenie.clarin.com/notas/2007/12/28/01573470.html">Crear emociones visuales</a></strong></h4>
</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://www.revistaenie.clarin.com/notas/2008/08/07/_-01732116.htm"><br />
Niemeyer tiene listo el diseño de la universidad latinoamericana en la Triple Frontera</a></strong><br />
<em>El centenario arquitecto brasileño Oscar Niemeyer sigue vigente. Señaló que para realizar el diseño de la futura Universidad Federal para la Integración Latinoamericana (Unila) en <a href="http://maps.google.es/maps?t=h&#38;hl=es&#38;ie=UTF8&#38;ll=-25.546898,-54.588172&#38;spn=0.599685,1.230469&#38;z=10">Foz do Iguaçu</a> se inspiró en la libanesa "Constantina, la de sus sueños". </em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://www.revistaenie.clarin.com/notas/2008/03/07/01623201.html"><br />
Oscar Niemeyer construirá un museo para homenajear a Pelé</a></strong><br />
<em>El reconocido y centenario arquitecto brasileño Oscar Niemeyer presentó el jueves en <a href="http://maps.google.es/maps?t=h&#38;hl=es&#38;ie=UTF8&#38;ll=-22.903538,-43.209587&#38;spn=0.612266,1.230469&#38;z=10">Río de Janeiro</a> su último proyecto denominado 'Casa Pelé', con el que pretende rendir culto a uno de los mejores futbolistas de la historia. El museo expondrá la trayectoria de deportista, que triunfó con Santos y la selección de su país. </em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><br />
<a href="http://www.revistaenie.clarin.com/notas/2008/01/29/01596075.html">Oscar Niemeyer construye en Cuba</a></strong>
</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Una escultura en homenaje al pueblo cubano del centenario arquitecto brasileño Oscar Niemeyer fue inaugurada este martes en la Universidad de las Ciencias Informáticas de <a href="http://maps.google.es/maps?t=h&#38;hl=es&#38;ie=UTF8&#38;ll=23.133331,-82.366668&#38;spn=0.076404,0.153809&#38;z=13">La Habana</a>. Además, ya trabaja en varios proyectos edilicios y culturales en la isla.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.anxo.org/artigos/190201.html"><br />
O arquitecto Óscar Niemeyer, un brasileiro universal</a></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Testimonio del siglo 20</em><br />
<a href="http://www.estudiocaos.com/molodoi64/niemeyer.htm">Oscar Niemeyer: El arquitecto de las curvas y los grandes palacios</a></p>
<h3 style="text-align:justify;"><a href="http://www.niemeyer.org.br/home.html"><strong>Fundação Oscar Niemeyer</strong></a></h3></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tres razones para crear el Puerto de la M&uacute;sica &laquo; El economista en piyama]]></title>
<link>http://habituesdelteatrocolon.wordpress.com/2008/10/11/tres-razones-para-crear-el-puerto-de-la-msica-el-economista-en-piyama/</link>
<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 12:42:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>habitués</dc:creator>
<guid>http://habituesdelteatrocolon.pt-br.wordpress.com/2008/10/11/tres-razones-para-crear-el-puerto-de-la-msica-el-economista-en-piyama/</guid>
<description><![CDATA[Octubre 11, 2008
Tres razones para crear el Puerto de la Música
Ayer se presentó el proyecto del P]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Octubre 11, 2008</p>
<p>Tres razones para crear el Puerto de la Música</p>
<p>Ayer se presentó el proyecto del <a href="http://www.lacapital.com.ar/contenidos/2008/10/11/noticia_5321.html">Puerto de la Música</a>, en Rosario. Es (va a ser) un edificio emblemático, diseñado por Oscar Niemeyer (el arquitecto de Brasilia), enplazado a orillas del río Paraná y dedicado a la música. Un teatro para 2.500 personas, pero diseñado de forma que otras 25.000 personas más puedan disfrutar del espectáculo, desde la plaza central del complejo. ¿Porqué hacerlo? Escribí un pequeño documento a pedido del Gobierno Provincial, dando mi punto de vista. Tres razones para crear el puerto de la música. Lo que sigue es un resumen de ese documento, que será publicado en Rosario Express como mi columna de este mes:</p>
<p><!--more-->
<p><strong><img style="border-bottom:0;border-left:0;border-top:0;border-right:0;" border="0" alt="rosario" src="http://habituesdelteatrocolon.files.wordpress.com/2008/10/rosario.png" width="440" height="205"/>&#160;</strong></p>
<p><strong>Puerto de la Música: tres razones para invertir en cultura</strong></p>
<p><strong>Eduardo Remolins</strong> </p>
<p><em>“Oscar Niemeyer es el mejor símbolo de una arquitectura que es conciente de su papel social, su verdadera función”.</em> </p>
<p><em>Jorge Amado</em> </p>
<p>En 2012 Latinoamérica tendrá un nuevo ícono arquitectónico y Rosario será otra ciudad. Emplazado sobre la costa del Paraná, entre el puerto rosarino y el Parque a la Bandera estará el Puerto de la Música, un complejo cultural de sala de conciertos, centro de exposiciones y escuela de música, de las dimensiones del Teatro Colón (inaugurado hace cien años, en la cúspide del esplendor económico argentino de comienzos del siglo XX), pero con un impactante perfil curvilíneo que lo asemejará en estilo y complejidad constructiva a la Opera de Sidney o la Catedral de Brasilia. </p>
<p>Esta última comparación no es gratuita, ya que el autor del proyecto es quizás uno de los cinco arquitectos más importantes del mundo: Oscar Niemeyer. El “arquitecto de Brasilia”, como se lo conoce por ser el autor de la mayoría de los edificios emblemáticos de la vanguardista capital brasileña, es una de las leyendas vivas de Latinoamérica. Niemeyer es dueño de un estilo revolucionario, de complejos diseños repletos de curvas y formas antes impensadas. </p>
<p>Una obra de tamaña magnitud e impacto en una ciudad como la nuestra despertará casi con seguridad tanto entusiasmo como interrogantes y dudas. ¿Es Rosario una ciudad para semejante proyecto? ¿Es una inversión razonable y adecuada para nuestra situación económica y social? ¿Es un proyecto conveniente? ¿Tiene valor social y económico, además de cultural? </p>
<p>Lo que sigue es un intento por explicitar los argumentos y objetivos sociales, económicos y políticos que impulsaron y justifican, en mi opinión, la creación del Puerto de la Música. </p>
<p><strong>Primera razón: el “Efecto Bilbao” ¿Qué valor tiene un ícono?</strong> </p>
<p>La primera razón es la búsqueda de producir en Santa Fe el “Efecto Bilbao”, es decir reproducir un impacto económico similar al que generó en el País Vasco la construcción del Museo Guggenheim. </p>
<p>A comienzos de la década de los noventa Bilbao era un centro industrial regional del norte español, con una peligrosa dependencia de industrias maduras y relativamente poco dinámicas, como el acero y los astilleros. Por esa misma época el Museo Guggenheim de Nueva York había comenzado a explorar la posibilidad de desarrollar asociaciones con ciudades europeas, como Venecia y Salzburgo.  </p>
<p>El resto es historia. Una historia extremadamente corta. El acuerdo implicó una inversión por parte del Estado Vasco de US$125 millones y la contratación, en enero de 1992, del arquitecto británico Frank Ghery, famoso por lo audaz de sus propuestas.  </p>
<p>El edificio comenzó a construirse en 1993 y fue inaugurado, puntualmente, en octubre de 1997. Es en ese punto que la historia verdaderamente sorprendente comienza. </p>
<p><strong>Los visitantes comenzaron a llegar a Bilbao, antes una ciudad casi ignota en términos turísticos, en cantidades que oscilaron entre los 800.000 y un millón de personas por año, cantidades que se mantuvieron desde su inauguración hasta nuestros días. </strong>El 90% de ese número corresponde a visitantes de fuera del País Vasco y aproximadamente el 50% a turistas internacionales.  </p>
<p><strong>La inversión que realizó el estado vasco fue recuperada ya varias veces. En efecto, la contribución del museo al PBI vasco se calcula en más de 290 millones de dólares anuales, da empleo a 4.200 personas en forma directa y genera ingresos para el Tesoro por más de US$ 40 millones anuales. </strong> </p>
<p>Más aún, la transformación que trajo consigo el nuevo museo no se agota en sí mismo, sino que fue el factor que atrajo el desarrollo de nuevos hoteles, una sala de conciertos, nuevos museos, un centro de convenciones, nuevos sistemas de transporte y una explanada sobre el río que funciona como lugar de recreo y esparcimiento para locales y visitantes, en un área privilegiada, salpicada de estatuas y cafés al aire libre. Bilbao se convirtió, en un abrir y cerrar de ojos, en un destino turístico cultural y un ícono global del nuevo milenio, gracias a un solo edificio. </p>
<p>Tan impactante fue la transformación que el habla popular incorporó la expresión “efecto Bilbao” para referirse a ella y para identificar un proceso de transformación socio-económico que se convirtió en el objeto del deseo de decenas de ciudades en todo el mundo<strong>: la creación de identidad y reconocimiento global, con su correlato de transformación urbana y riqueza económica derivada del turismo cultural.</strong> </p>
<p>Pero la de Bilbao no es la única historia de transformación (aunque sí sea quizás la más impactante). Sidney y su emblemática Opera ejemplifican, de hecho, el mismo fenómeno. </p>
<p>Otros (y más recientes) edificios o complejos emblemáticos son La Ciudad de las Artes y las Ciencias, en Valencia, el Museumsquartier, en Viena, The Lowry en Salford, Reino Unido y el Denver Art Museum en Colorado, EEUU.  </p>
<p>El primer motivo para la creación del Puerto de la Música, entonces, es el valor económico que representará para Santa Fe contar con una ciudad con reconocimiento turístico y cultural internacional y con las transformaciones urbanas y económicas que traerá aparejadas.  </p>
<p>En este sentido, el Puerto de la Música es el vehículo que llevará a Rosario de su lugar actual como polo agroindustrial a un lugar de urbe con reconocimiento global y perfil económico basado en el conocimiento. </p>
<p>Podría decirse que Rosario llegó a la “mayoría de edad” como ciudad, este es el momento en que puede sumar a su peso e identidad productivas actuales, un reconocimiento como referente internacional de la cultura.  </p>
<p><strong>Segunda razón: La democratización del acceso a los bienes intangibles. ¿Cuál es el valor económico de la cultura?</strong> </p>
<p>El siglo XXI será con seguridad un período en el que se intensifiquen y aceleren dos fenómenos socio-económicos de gran trascendencia. </p>
<p><strong>El primero</strong> será el paso, aún más marcado, hacia una economía de los intangibles. En otras palabras, los sectores más dinámicos de la economía serán cada vez más aquellos vinculados a los activos intangibles (ciencia, tecnología y arte/cultura), a su producción o a su uso como insumos de bienes de alto valor agregado. </p>
<p>Correspondientemente, las industrias tecnológicas y culturales acelerarán su predominio en este siglo, redefiniendo también las habilidades que se requerirán a individuos y sociedades para generar condiciones de prosperidad.  </p>
<p><strong>El segundo </strong>será el desafío de la extensión progresiva de la “ciudadanía económica” en los países en desarrollo. Esta es la búsqueda por ampliar el acceso pleno a los beneficios de la economía de mercado para sectores sociales que hoy se encuentran marginados y excluidos de su disfrute. </p>
<p><strong>Nunca antes la humanidad tuvo mayor capacidad de generar riqueza. Pero también nunca antes fue mayor el desafío por cerrar la brecha entre quienes participan y disfrutan de los procesos de creación de valor económico y aquellos que se encuentran en los márgenes de ese sistema.</strong> </p>
<p>El problema central, especialmente para los países en desarrollo, <strong>es el de la inclusión y la distribución de la riqueza y los medios más adecuados para resolverlo parecen ser la ampliación progresiva del acceso a la propiedad y el capital, de todos los sectores sociales.</strong> </p>
<p>Ahora bien, <strong><em>si el objetivo es ampliar el acceso al capital para todos los sectores sociales sin distinción y si el capital principal de la era actual es el conocimiento (en sus variaciones científica, tecnológica y cultural), la conclusión lógica es que para “democratizar la economía”, es necesario democratizar primero el conocimiento, incluyendo la cultura.</em></strong> </p>
<p><strong>Eso es exactamente el Puerto de la Música, una herramienta de democratización cultural, tanto por la capacidad de atraer a la provincia las expresiones musicales que sólo la programación de un complejo como éste puede atraer, como por las características de su escuela de música, abierta de forma gratuita a todas las personas, independientemente de sus medios económicos. </strong> </p>
<p><strong>Tercera razón</strong>:<strong> El</strong> <strong>“manifiesto físico”. ¿Qué valor tiene una visión?</strong> </p>
<p><em>“Al proyectar este teatro para Rosario, en Argentina, mi preocupación fue garantizar que el espectáculo no se limite sólo a los que están en la platea, sino que también alcance a los de afuera, veinte o treinta mil, pudiendo participar del mismo. Solución que me espanta no haber adoptado hace más tiempo”.</em> </p>
<p><em>Oscar Niemeyer</em> </p>
<p><em></em> </p>
<p>Aunque el Puerto de la Música es un proyecto que abreva en la experiencia internacional del valor económico y social que tienen los edificios culturales emblemáticos, mantiene sin embargo, características originales que le dan un valor especial. </p>
<p><strong>La principal diferencia que existe entre el Puerto y cualquier teatro de ópera e inclusive cualquier gran museo internacional, es conceptual.</strong> Un teatro de ópera (el Colón o la Ópera de Sidney, por ejemplo), <strong>son activos culturales que tienen llegada a un círculo social inevitablemente restringido.</strong> </p>
<p>El Puerto de la Música encarna en sus formas y funcionalidad un concepto diferente y transformador. El diseño del edificio está pensado para que su escenario sea visible tanto desde el interior de la estructura como desde la plaza central que se encuentra entre éste y el Centro de Exposiciones. </p>
<p>Es decir que mientras que la capacidad interior del teatro es de 2.500 localidades, la capacidad exterior es diez veces superior. <strong>El motivo es claro: el Puerto de la Música está pensado para ser un espacio de cultura masiva, abierta e inclusiva, con recitales y actividades culturales no para pocos sino para decenas de miles. </strong> </p>
<p><strong>Es en ese sentido que el Puerto de la Música es un manifiesto que toma una forma física, una propuesta arquitectónica que encarna una idea de organización social.</strong> Es una expresión clara de los valores y propuestas políticas que puede vehiculizar la arquitectura. El diseño no es arbitrario, ni casual, ni indiferente. Es deliberado, conciente y consistente con una propuesta que se expresa en las distintas áreas de una administración. </p>
<p><strong>Es claro que no habría un Puerto de la Música si en Rosario no se hubiese construido antes el hospital de emergencias y la maternidad más modernas del país. </strong>En ese sentido, se observa que la inversión en salud y bienestar social son anteriores aún al esfuerzo por democratizar y jerarquizar la cultura. </p>
<p>Pero al mismo tiempo es importante destacar que <strong>no existe ninguna expresión política escindida o apartada de la sociedad que le da origen y la sostiene</strong>. No se puede pensar un gobierno, con sus valores y propuestas, independientemente de los valores, aspiraciones y anhelos de la sociedad a la que sirve.  </p>
<p>El Puerto de la Música es, precisamente, <strong>una manifestación de una sociedad en progreso, de sus anhelos y objetivos, </strong>que se van desplegando gradualmente, en un lento florecimiento. Y ese desplegarse de sus anhelos y objetivos, <strong>se articula con un liderazgo que está obligado a ver más lejos. Liderar no es sólo administrar. Para liderar hace falta ver más lejos.</strong> </p>
<p>En 1908 se inauguraba el que hasta hoy es el teatro de ópera más importante de América Latina, el Teatro Colón de Buenos Aires. También él encarnó un modelo de país, una forma de organización, un liderazgo, con sus muchos aciertos y sus muchos errores. <strong>Cien años después estamos comenzando a crear el nuevo gran teatro argentino, posiblemente para un nuevo país.</strong> </p>
<p>El nuevo teatro argentino es el del país del progreso económico inclusivo, el de la extensión de la ciudadanía económica, el de la prosperidad basada en el conocimiento y las artes, el de la proyección internacional del interior, <strong>del país casi oculto que nunca tuvo un Teatro Colón ni una voz en las más altas expresiones de la cultura. </strong>Todo eso es el Puerto de la Música.  </p>
<p>Posiblemente Argentina esté comenzando (quizás lentamente y desde esta provincia), a desarrollar y sostener una visión, posiblemente esté despertando a un nuevo horizonte de oportunidades sociales como lo hicimos antes, durante la Organización Nacional y el proceso de inmigración y colonización agrícola de la pampa, cuyo epicentro fue, precisamente, Santa Fe. </p>
<p>Este nuevo proceso, esta nueva visión, necesita de íconos, necesita ser tangibilizada, necesita herramientas y vehículos. Y en esa perspectiva podría verse este aporte de Rosario. <strong>El Puerto de la Música podría ser el sonido que acompañe a esa visión.</strong> </p>
<p>En 2012 Latinoamérica va a tener otro ícono y Rosario será otra ciudad. Una que se está engendrando hoy pero que habrá florecido totalmente. Rosario será la ciudad del Puerto de la Música y no hará falta decir otra cosa. Ese será nuestro manifiesto. Eso resumirá quiénes elegimos ser. </p>
<p><a href="http://enpiyama.wordpress.com/2008/10/11/tres-razones-para-crear-el-puerto-de-la-musica/">Tres razones para crear el Puerto de la Música « El economista en piyama</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tres razones para crear el Puerto de la Música]]></title>
<link>http://enpiyama.wordpress.com/?p=832</link>
<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 11:58:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>eduardo remolins</dc:creator>
<guid>http://enpiyama.pt-br.wordpress.com/2008/10/11/tres-razones-para-crear-el-puerto-de-la-musica/</guid>
<description><![CDATA[
Ayer se presentó el proyecto del Puerto de la Música, en Rosario. Es (va a ser) un edificio embl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://enpiyama.files.wordpress.com/2008/10/puertodelamusica.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-837" title="puertodelamusica" src="http://enpiyama.wordpress.com/files/2008/10/puertodelamusica.jpg" alt="" width="440" height="205" /></a></p>
<p>Ayer se presentó el proyecto del <a href="http://www.lacapital.com.ar/contenidos/2008/10/11/noticia_5321.html" target="_blank">Puerto de la Música</a>, en Rosario. Es (va a ser) un edificio emblemático, diseñado por Oscar Niemeyer (el arquitecto de Brasilia), enplazado a orillas del río Paraná y dedicado a la música. Un teatro para 2.500 personas, pero diseñado de forma que otras 25.000 personas más puedan disfrutar del espectáculo, desde la plaza central del complejo. ¿Porqué hacerlo? Escribí un pequeño documento a pedido del Gobierno Provincial, dando mi punto de vista. Tres razones para crear el puerto de la música. Lo que sigue es un resumen de ese documento, que será publicado en Rosario Express como mi columna de este mes:<!--more--></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:18pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Puerto de la Música: tres razones para invertir en cultura</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0 0 10pt;" align="right"><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">Eduardo Remolins</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0 0 10pt 124.7pt;" align="right"><em><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;"><span> </span>“Oscar Niemeyer es el mejor símbolo de una arquitectura que es conciente de su papel social, su verdadera función”.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0 0 10pt 124.7pt;" align="right"><em><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Jorge Amado</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">En 2012 Latinoamérica tendrá un nuevo ícono arquitectónico y Rosario será otra ciudad. Emplazado sobre la costa del Paraná, entre el puerto rosarino y el Parque a la Bandera estará el Puerto de la Música, un complejo cultural de sala de conciertos, centro de exposiciones y escuela de música, de las dimensiones del Teatro Colón (inaugurado hace cien años, en la cúspide del esplendor económico argentino de comienzos del siglo XX), pero con un impactante perfil curvilíneo que lo asemejará en estilo y complejidad constructiva a la Opera de Sidney o la Catedral de Brasilia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Esta última comparación no es gratuita, ya que el autor del proyecto es quizás uno de los cinco arquitectos más importantes del mundo: Oscar Niemeyer. El “arquitecto de Brasilia”, como se lo conoce por ser el autor de la mayoría de los edificios emblemáticos de la vanguardista capital brasileña, es una de las leyendas vivas de Latinoamérica. Niemeyer es dueño de un estilo revolucionario, de complejos diseños repletos de curvas y formas antes impensadas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Una obra de tamaña magnitud e impacto en una ciudad como la nuestra despertará casi con seguridad tanto entusiasmo como interrogantes y dudas. ¿Es Rosario una ciudad para semejante proyecto? ¿Es una inversión razonable y adecuada para nuestra situación económica y social? ¿Es un proyecto conveniente? ¿Tiene valor social y económico, además de cultural?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Lo que sigue es un intento por explicitar los argumentos y objetivos sociales, económicos y políticos que impulsaron y justifican, en mi opinión, la creación del Puerto de la Música.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:14pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Primera razón: el “Efecto Bilbao” ¿Qué valor tiene un ícono?</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">La primera razón es la búsqueda de producir en Santa Fe el “Efecto Bilbao”, es decir reproducir un impacto económico similar al que generó en el País Vasco la construcción del Museo Guggenheim.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">A comienzos de la década de los noventa <span> </span>Bilbao era un centro industrial regional del norte español, con una peligrosa dependencia de industrias maduras y relativamente poco dinámicas, como el acero y los astilleros. Por esa misma época el Museo Guggenheim de Nueva York había comenzado a explorar<span>  </span>la posibilidad de desarrollar asociaciones con ciudades europeas, como Venecia y Salzburgo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">El resto es historia. Una historia extremadamente corta.<span>  </span>El acuerdo implicó una inversión por parte del Estado Vasco de US$125 millones y la contratación, en enero de 1992, del arquitecto británico Frank Ghery, famoso por lo audaz de sus propuestas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">El edificio comenzó a construirse en 1993 y fue inaugurado, puntualmente, en octubre de 1997. Es en ese punto que la historia verdaderamente sorprendente comienza.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><strong>Los visitantes comenzaron a llegar a Bilbao, antes una ciudad casi ignota en términos turísticos, en cantidades que oscilaron entre los 800.000 y un millón de personas por año, cantidades que se mantuvieron desde su inauguración hasta nuestros días.<span>  </span></strong>El 90% de ese número corresponde a visitantes de fuera del País Vasco y aproximadamente el 50% a turistas internacionales. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">La inversión que realizó el estado vasco fue recuperada ya varias veces. En efecto, la contribución del museo al PBI vasco se calcula en más de 290 millones de dólares anuales, da empleo a 4.200 personas en forma directa y genera ingresos para el Tesoro por más de US$ 40 millones anuales. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Más aún, la transformación que trajo consigo el nuevo museo no se agota en sí mismo, sino que fue el factor que atrajo el desarrollo de nuevos hoteles, una sala de conciertos, nuevos museos, un centro de convenciones, nuevos sistemas de transporte y una explanada sobre el río que funciona como lugar de recreo y esparcimiento para locales y visitantes, en un área privilegiada, salpicada de estatuas y cafés al aire libre. Bilbao se convirtió, en un abrir y cerrar de ojos, en un destino turístico cultural y un ícono global del nuevo milenio, gracias a un solo edificio.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">Tan impactante fue la transformación que el habla popular incorporó la expresión “efecto Bilbao” para referirse a ella y para identificar un proceso de transformación socio-económico que se convirtió en el objeto del deseo de decenas de ciudades en todo el mundo<strong>: la creación de identidad y reconocimiento global, con su correlato de transformación urbana y riqueza económica derivada del turismo cultural.</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Pero la de Bilbao no es la única historia de transformación (aunque sí sea quizás la más impactante). Sidney y su emblemática Opera ejemplifican, de hecho, el mismo fenómeno.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Otros (y más recientes) edificios o complejos emblemáticos son La Ciudad de las Artes y las Ciencias, en Valencia, el Museumsquartier, en Viena, The Lowry en Salford, Reino Unido y el Denver Art Museum en Colorado, EEUU. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">El primer motivo para la creación del Puerto de la Música, entonces, es el valor económico que representará para Santa Fe contar con una ciudad con reconocimiento turístico y cultural internacional y con las transformaciones urbanas y económicas que traerá aparejadas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">En este sentido, el Puerto de la Música es el vehículo que llevará a Rosario de su lugar actual como polo agroindustrial a un lugar de urbe con reconocimiento global y perfil económico basado en el conocimiento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Podría decirse que Rosario llegó a la “mayoría de edad” como ciudad, este es el momento en que puede sumar a su peso e identidad productivas actuales, un reconocimiento como referente internacional de la cultura. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:14pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Segunda razón: La democratización del acceso a los bienes intangibles. ¿Cuál es el valor económico de la cultura?</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">El siglo XXI será con seguridad un período en el que se intensifiquen y aceleren dos fenómenos socio-económicos de gran trascendencia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><strong>El primero</strong> será el paso, aún más marcado, hacia una economía de los intangibles. En otras palabras, los sectores más dinámicos de la economía serán cada vez más aquellos vinculados a los activos intangibles (ciencia, tecnología y arte/cultura), a su producción o a su uso como insumos de bienes de alto valor agregado.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Correspondientemente, las industrias tecnológicas y culturales acelerarán su predominio en este siglo, redefiniendo también las habilidades que se requerirán a individuos y sociedades para generar condiciones de prosperidad. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><strong>El segundo </strong>será el desafío de la extensión progresiva de la “ciudadanía económica” en los países en desarrollo. Esta es la búsqueda por ampliar el acceso pleno a los beneficios de la economía de mercado para sectores sociales que hoy se encuentran marginados y excluidos de su disfrute.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">Nunca antes la humanidad tuvo mayor capacidad de generar riqueza. Pero también nunca antes fue mayor el desafío por cerrar la brecha entre quienes participan y disfrutan de los procesos de creación de valor económico y aquellos que se encuentran en los márgenes de ese sistema.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">El problema central, especialmente para los países en desarrollo, <strong>es el de la inclusión y la distribución de la riqueza y los medios más adecuados para resolverlo parecen ser la ampliación progresiva del acceso a la propiedad y el capital, de todos los sectores sociales.</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">Ahora bien, <strong><em>si el objetivo es ampliar el acceso al capital para todos los sectores sociales sin distinción y si el capital principal de la era actual es el conocimiento (en sus variaciones científica, tecnológica y cultural), la conclusión lógica es que <span> </span>para “democratizar la economía”, es necesario democratizar primero el conocimiento, incluyendo la cultura.</em></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">Eso es exactamente el Puerto de la Música, una herramienta de democratización cultural, tanto por la capacidad de atraer a la provincia las expresiones musicales que sólo la programación de un complejo como éste puede atraer, como por las características de su escuela de música, abierta de forma gratuita a todas las personas, independientemente de sus medios económicos. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:14pt;line-height:115%;">Tercera razón</span></strong><span style="font-size:14pt;line-height:115%;">:<strong> El</strong> <strong>“manifiesto físico”. ¿Qué valor tiene una visión?</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt 124.7pt;"><em><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">“Al proyectar este teatro para Rosario, en Argentina, mi preocupación fue garantizar que el espectáculo no se limite sólo a los que están en la platea, sino que también alcance a los de afuera, veinte o treinta mil, pudiendo participar del mismo. Solución que me espanta no haber adoptado hace más tiempo”.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0 0 10pt;" align="right"><em><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">Oscar Niemeyer</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0 0 10pt;" align="right"><em><span style="font-size:small;font-family:Calibri;"> </span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Aunque el Puerto de la Música es un proyecto que abreva en la experiencia internacional del valor económico y social que tienen los edificios culturales emblemáticos, mantiene sin embargo, características originales que le dan un valor especial.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><strong>La principal diferencia que existe entre el Puerto y cualquier teatro de ópera e inclusive cualquier gran museo internacional, es conceptual.</strong><span>  </span>Un teatro de ópera (el Colón o la Ópera de Sidney, por ejemplo), <strong>son activos culturales que tienen llegada a un círculo social inevitablemente restringido.</strong> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">El Puerto de la Música encarna en sus formas y funcionalidad un concepto diferente y transformador. El diseño del edificio está pensado para que su escenario sea visible tanto desde el interior de la estructura <span> </span>como desde la plaza central que se encuentra entre éste y el Centro de Exposiciones.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">Es decir que mientras que la capacidad interior del teatro es de 2.500 localidades, la capacidad exterior es diez veces superior. <strong>El motivo es claro: el Puerto de la Música está pensado para ser un espacio de cultura masiva, abierta e inclusiva, con recitales y actividades culturales no para pocos sino para decenas de miles.<span>  </span></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><strong>Es en ese sentido que el Puerto de la Música es un manifiesto que toma una forma física, una propuesta arquitectónica que encarna una idea de organización social.</strong> Es una expresión clara de los valores y propuestas políticas que puede vehiculizar la arquitectura. El diseño no es arbitrario, ni casual, ni indiferente. Es deliberado, conciente y consistente con una propuesta <span> </span>que se expresa en las distintas áreas de una administración.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><strong>Es claro que no habría un Puerto de la Música si en Rosario no se hubiese construido antes el hospital de emergencias y la maternidad más modernas del país. </strong>En ese sentido, se observa que la inversión en salud y bienestar social son anteriores aún al esfuerzo por democratizar y jerarquizar la cultura.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Pero al mismo tiempo es importante destacar que <strong>no existe ninguna expresión política escindida o apartada de la sociedad que le da origen y la sostiene</strong>. No se puede pensar un gobierno, con sus valores y propuestas, independientemente de los valores, aspiraciones y anhelos de la sociedad a la que sirve. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">El Puerto de la Música es, precisamente, <strong>una manifestación de una sociedad en progreso, de sus anhelos y objetivos, </strong>que se van desplegando gradualmente, en un lento florecimiento. Y ese desplegarse de sus anhelos y objetivos, <strong>se articula con un liderazgo que está obligado a ver más lejos. Liderar no es sólo administrar. Para liderar hace falta ver más lejos.</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">En 1908 se inauguraba el que hasta hoy es el teatro de ópera más importante de América Latina, el Teatro Colón de Buenos Aires. También él encarnó un<span>  </span>modelo de país, una forma de organización, un liderazgo, con sus muchos aciertos y sus muchos errores.<span>  </span><strong>Cien años después estamos comenzando a crear el nuevo gran teatro argentino, posiblemente para un nuevo país.</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">El nuevo teatro argentino es el del país del progreso económico inclusivo, el de la extensión de la ciudadanía económica, el de la prosperidad basada en el conocimiento y las artes, el de la proyección <span> </span>internacional del interior, <strong>del país casi oculto que nunca tuvo un Teatro Colón ni una voz en las más altas expresiones de la cultura. </strong>Todo eso es el Puerto de la Música. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Posiblemente Argentina esté comenzando (quizás lentamente y desde esta provincia), a desarrollar y sostener una visión, posiblemente esté despertando a un nuevo horizonte de oportunidades sociales como lo hicimos antes, durante la Organización Nacional y el proceso de inmigración y colonización agrícola de la pampa, cuyo epicentro fue, precisamente, Santa Fe.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">Este nuevo proceso, esta nueva visión, necesita de íconos, necesita ser tangibilizada, necesita herramientas y vehículos. Y en esa perspectiva podría verse este aporte de Rosario. <strong>El Puerto de la Música podría ser el sonido que acompañe a esa visión.</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">En 2012 Latinoamérica va a tener otro ícono y Rosario será otra ciudad. Una que se está engendrando hoy pero que habrá florecido totalmente. Rosario será la ciudad del Puerto de la Música y no hará falta decir otra cosa. Ese será nuestro manifiesto. Eso resumirá quiénes elegimos ser.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Off to Rosario!]]></title>
<link>http://embracingtherandom.wordpress.com/?p=62</link>
<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 00:23:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Webby</dc:creator>
<guid>http://embracingtherandom.pt-br.wordpress.com/2008/10/11/off-to-rosario/</guid>
<description><![CDATA[Guys, I&#8217;m leaving. My destination: Rosario.

It&#8217;s gonna be first time there and I&#8217;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Guys, I'm leaving. My destination: Rosario.</p>
<p><a href="http://embracingtherandom.wordpress.com/files/2008/10/rosario3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-63" title="rosario3" src="http://embracingtherandom.wordpress.com/files/2008/10/rosario3.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a><br />
It's gonna be first time there and I'm very excited cause I always wanted to go but never had the chance.</p>
<p>Unfortunately we are going for just two days (actually it's even less, because we'll be arriving tomorrow Saturday at 9pm) but we have enough time to see some nice places and hang out with all our "virtual" friends there.</p>
<p>So, you won't see anything happening here until Monday!<br />
Take good care of my blog!</p>
<p>See ya!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[11 de octubre. Último día de libertad indígena.]]></title>
<link>http://santiagodelrio.wordpress.com/?p=2142</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 04:01:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Santiago del Río</dc:creator>
<guid>http://santiagodelrio.pt-br.wordpress.com/2008/10/10/11-de-octubre-ultimo-dia-de-libertad-indigena/</guid>
<description><![CDATA[ 

Los nadies, de Eduardo Galeano.

El inicio de la masacre. Escuchen el lamentable testimonio de l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/pEkyblfn6oo'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/pEkyblfn6oo&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Los nadies, de Eduardo Galeano.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/XXdnEzk5Gjc'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/XXdnEzk5Gjc&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>El inicio de la masacre. Escuchen el lamentable testimonio de los vencedores. </p>
<p>Hoy la conquista sigue, pero ha mutado su rostro.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/EQHQmMiSTQk'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/EQHQmMiSTQk&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/SThs5F52FjA'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/SThs5F52FjA&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/uO80-EfaF3I'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/uO80-EfaF3I&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/cpBUQ6vtfoI'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/cpBUQ6vtfoI&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span><a href="http://www.youtube.com/watch?v=UCtJxkIfZow"></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Feast of the Holy Rosary]]></title>
<link>http://estoryahantayo.wordpress.com/?p=699</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 21:58:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>estoryahantayo</dc:creator>
<guid>http://estoryahantayo.pt-br.wordpress.com/2008/10/09/feast-of-the-holy-rosary/</guid>
<description><![CDATA[Last Tuesday, October 7 our barangay celebrated our 45th feast day as a parish. But according to our]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://estoryahantayo.wordpress.com/files/2008/10/image02.jpg"></a><a href="http://estoryahantayo.wordpress.com/files/2008/10/mary1.jpg"></a>Last Tuesday, October 7 our barangay celebrated our 45th feast day as a parish. But according to our parish priest the devotion of Barangay Rosario’s residents to the Holy Rosary may have been there long time ago. It maybe around 100 years or more.</p>
<p style="text-align:justify;">We heard mass at 6PM and then participated in the procession. It was a day of thanksgiving to God and to our patroness, our dear mother, Mary, for a year that passed and the year to come. :)</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-medium wp-image-701  aligncenter" title="mary1" src="http://estoryahantayo.wordpress.com/files/2008/10/mary1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align:center;">Our patroness during the Annual procession.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://estoryahantayo.wordpress.com/files/2008/10/mary2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-702" title="mary2" src="http://estoryahantayo.wordpress.com/files/2008/10/mary2.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Nonet and I joined the procession from the church up to our house only.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mi presentacion personal Rosario Guzmàn]]></title>
<link>http://pmrosariogm.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 15:52:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>pmrosariogm</dc:creator>
<guid>http://pmrosariogm.pt-br.wordpress.com/2008/10/09/mi-presentacion-personal-rosario-guzman/</guid>
<description><![CDATA[


alumnos


 
 
 
Hola, soy Rosario Guzmàn Miramontes. Esudiante de la Maestria en Educaciòn c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp"><a href="http://pmrosariogm.files.wordpress.com/2008/10/logo20google.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-9" title="logo20google" src="http://pmrosariogm.wordpress.com/files/2008/10/logo20google.jpg?w=128" alt="" width="128" height="72" /></a>
<dl class="wp-caption alignright">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://pmrosariogm.files.wordpress.com/2008/10/dsc02122.jpg"><img class="size-medium wp-image-7" title="dsc02122" src="http://pmrosariogm.wordpress.com/files/2008/10/dsc02122.jpg?w=300" alt="alumnos" width="300" height="225" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">alumnos</dd>
</dl>
</div>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Hola, soy Rosario Guzmàn Miramontes. Esudiante de la Maestria en Educaciòn con enfoque en las TICs. Mi motivaciòn para estudiar esta maestria fuè que considero que es de suma importancia el estar actualizada no solo en las teorìas psicològicas mas recientes de la educaciòn, sino ademas en el uso de las nuevas tecnologias ya que son herramientas indispensables para llevar a cabo el proceso de enseñanza-aprendizaje, en esta epoca donde los adolescentes nos rebasan en el uso y manejo no solo de la computadora sino ademàs de todo lo que tenga que ver con la internet; y por lo tanto debemos de estar empapados de todos estos cambios en los medios de comunicaciòn. ¿o tù  que crees?</p>
<p>Actualmente trabajo en una Preparatoria Bivalente, CECyTEJ (Colegio de Estudios Científicos y Tecnológicos del EStado de Jalisco) en donde nuestros estudiantes manifiestan muchos cambios en su forma de estudiar, comportamiento, valores, etc. y es importante estar preparados para poder encauzarlos de forma más efectiva.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bienvenidos/as a Rodantic!]]></title>
<link>http://rodantic.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 13:25:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>rodantic</dc:creator>
<guid>http://rodantic.pt-br.wordpress.com/2008/10/09/bienvenidosas-a-rodantic/</guid>
<description><![CDATA[Rodantic es el nuevo proyecto que Nodo Tau está llevando adelante. Se trata de un aula rodante, qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Rodantic es el nuevo proyecto que <a href="http://www.tau.org.ar" target="_blank">Nodo Tau</a> está llevando adelante. Se trata de un <strong>aula rodante</strong>, que permitirá dar capacitaciones en diferentes barrios de la ciudad. Este aula ambulante se armó gracias a las donaciones de computadoras de diferentes empresas, y al equipo técnico de Nodo Tau que las recicló para ser utilizadas en los talleres. Rodantic cuenta con el apoyo de la <strong>Secretaría de Desarrollo Social de la Nación</strong> y prevé la capacitación de vecinos y vecinas y miembros de cerca de 30 organizaciones sociales en dos barrios de la ciudad, zona sur y zona oeste. El proyecto también contempla una etapa de formación de formadores para que la experiencia pueda ser replicable, como así también la elaboración del material didáctico facilitador.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La foto 30 mil]]></title>
<link>http://santiagodelrio.wordpress.com/?p=2138</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 12:51:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Santiago del Río</dc:creator>
<guid>http://santiagodelrio.pt-br.wordpress.com/2008/10/09/la-foto-30-mil/</guid>
<description><![CDATA[
La camarita marcó ese número en su kilometraje digital —30.000—. Y no salió algo muy estéti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://santiagodelrio.files.wordpress.com/2008/10/p1300002.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2137" title="mauricio del rio" src="http://santiagodelrio.wordpress.com/files/2008/10/p1300002.jpg" alt="" width="640" height="360" /></a></p>
<p>La camarita marcó ese número en su kilometraje digital —30.000—. Y no salió algo muy estético, ni preparado. Fue la primera fotito de la mañana.</p>
<p>Ahí está mi hermano, despeinado, medio dormido, comiendo algo o sacándose una porquería pegada al paladar. Mirando un escrache en la camarita de video: con ella estamos preparando un gran material para el próximo año. A sus pies el tarrito de plástico donde la guardamos. El plástico es lo mejor para que no se moje con el agua.</p>
<p>Más acá la malencordada, apoyada en un sauce que cuenta las horas para caerse, con todo su raigón al aire. Atrás el río, el principal protagonista de todo esto. También el cielo limpio. A la derecha una pierna, la mía, y una mancha en el lente justo al ladito del muslo, sobre la raíz con algas secas.</p>
<p>Más acá los yuyos. La primavera cada vez verdea más la isla.</p>
<p>Allá vamos. Por 30 mil más.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LA MADONNA DEL ROSARIO]]></title>
<link>http://mirabilissimo100.wordpress.com/?p=503</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 00:35:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>mirabilissimo100</dc:creator>
<guid>http://mirabilissimo100.pt-br.wordpress.com/2008/10/09/la-madonna-del-rosario/</guid>
<description><![CDATA[
LA MADONNA DEL ROSARIO
La Madonna del Rosario ha un culto molto antico, risale all’epoca dell’i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size:medium;color:#008000;"><strong><img src="http://santiebeati.it/immagini/Original/52350/52350G.JPG" alt="" hspace="4" vspace="4" width="400" height="599" /></strong></span></div>
<div><span style="font-size:medium;color:#008000;font-family:Arial;"><strong>LA MADONNA DEL ROSARIO</strong></span></div>
<div><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:medium;color:#008000;"><strong>La Madonna del Rosario ha un culto molto antico, risale all’epoca dell’istituzione dei domenicani (XIII secolo), i quali ne furono i maggiori propagatori. La devozione della recita del rosario, chiamato anche salterio, ebbe larga diffusione per la facilità con cui si poteva pregare; fu chiamato il vangelo dei poveri, che in massima parte non sapevano leggere, perché faceva in modo di poter pregare e nello stesso tempo meditare i misteri cristiani senza la necessità di leggere su un testo.<br />
I misteri contemplati nella recita del rosario sono quindici, cinque gaudiosi, cinque dolorosi, cinque gloriosi. A questi nel 2002 Papa Giovanni Paolo II ha aggiunto i cinque misteri della Luce, che fanno meditare su alcuni momenti particolarmente significativi della vita pubblica di Gesù Cristo.<br />
Alla protezione della Vergine del S. Rosario, fu attribuita la vittoria della flotta cristiana sui turchi musulmani, avvenuta a Lepanto nel 1571. A seguito di ciò il papa s. Pio V (1504-1572), istituì dal 1572 la festa del S. Rosario, alla prima domenica di ottobre, che poi dal 1913 è stata spostata al 7 ottobre.<br />
Il culto per il s. Rosario ebbe un’ulteriore diffusione dopo le apparizioni di Lourdes del 1858, dove la Vergine raccomandò la pratica di questa devozione. La Madonna del Rosario, ebbe nei secoli una vasta gamma di raffigurazioni artistiche, quadri, affreschi, statue, di solito seduta in trono con il Bambino in braccio, in atto di mostrare o dare la corona del rosario; la più conosciuta è quella in cui la corona viene data a s. Caterina da Siena e a s. Domenico di Guzman, inginocchiati ai lati del trono.<br />
Ed è uno di questi quadri che ha dato vita alla devozione tutta mariana di Pompei; a questo punto bisogna parlare dell’iniziatore di questo culto, il beato Bartolo Longo.<br />
L’avvocato Bartolo Longo nacque a Latiano (Brindisi) il 10 febbraio 1841, di temperamento esuberante, da giovane si dedicò al ballo, alla scherma e alla musica; intraprese gli studi superiori in forma privata a Lecce; dopo l’Unità d’Italia, nel 1863, si iscrisse alla Facoltà di Giurisprudenza nell’Università di Napoli.<br />
Fu conquistato dallo spirito anticlericale che in quegli anni dominava nell’Ateneo napoletano, al punto da partecipare a manifestazioni contro il clero e il papa. Dubbioso sulla religione, si lasciò attrarre dallo spiritismo, allora molto praticato a Napoli, fino a diventarne un celebrante dei riti.<br />
In seguito, ebbe contatti con il dotto domenicano padre Radente, che con i suoi consigli e la sua dottrina, lo ricondusse alla fede cattolica e alle pratiche religiose.<br />
Intanto il 12 dicembre 1864 si era laureato in Diritto, ritornò al paese natío e prese a dedicarsi ad una vita piena di carità e opere assistenziali; rinunziò al matrimonio, ricordando le parole del venerabile Emanuele Ribera redentorista: “Il Signore vuole da te grandi cose, sei destinato a compiere un’alta missione”.<br />
Superati gli indugi, abbandonò la professione di avvocato, facendo voto di castità e ritornò a Napoli per dedicarsi in un campo più vasto alle opere di beneficenza; qui incontrò il beato padre Ludovico da Casoria e la beata Caterina Volpicelli, due figure eminenti della santità cattolica dell’800 napoletano, i quali lo consigliarono e indirizzarono ad una santa amicizia con la contessa Marianna De Fusco.<br />
Da qui, il beato Bartolo Longo ebbe una svolta decisiva per la sua vita; divenne compagno inseparabile nelle opere caritatevoli, della contessa che era vedova, inoltre divenne istitutore dei suoi figli e amministratore dei beni. La loro convivenza diede adito a parecchi pettegolezzi, pur avendo il beneplacito dell’arcivescovo di Napoli cardinale Sanfelice; alla fine decisero di sposarsi nell’aprile 1885, con il proposito però di vivere come buoni amici, in amore fraterno, come avevano fatto fino allora.<br />
La contessa De Fusco era proprietaria di terreni ed abitazioni nel territorio di Pompei e Bartolo Longo come amministratore si recava spesso nella Valle; vedendo l’ignoranza religiosa in cui vivevano i contadini sparsi nelle campagne, prese ad insegnare loro il catechismo, a pregare e specialmente a recitare il rosario.<br />
Una pia suora Maria Concetta de Litala, gli donò una vecchia tela raffigurante la Madonna del Rosario, molto rovinata; restauratala alla meglio, Bartolo Longo decise di portarla nella Valle di Pompei e lui stesso racconta, che nel tratto finale, poggiò il quadro per trasportarlo, su un carro, che faceva la spola dalla periferia della città alla campagna, trasportando letame, che allora veniva usato come concime nei campi.<br />
Il 13 febbraio 1876, il quadro venne esposto nella piccola chiesetta parrocchiale, da quel giorno la Madonna elargì con abbondanza grazie e miracoli; la folla di pellegrini e devoti aumentò a tal punto che si rendeva necessario costruire una chiesa più grande.<br />
Bartolo Longo su consiglio anche del vescovo di Nola, Formisano che era l’Ordinario del luogo, iniziò il 9 maggio 1876 la costruzione del tempio che terminò nel 1887. Il quadro della Madonna, dopo essere stato opportunamente restaurato, venne sistemato su un trono splendido; l’immagine poi verrà anche incoronata con un diadema d’oro, ornato da più di 700 pietre preziose, benedetto da papa Leone XIII.<br />
La costruzione venne finanziata da innumerevoli offerte di denaro, proveniente dalle tante Associazioni del Rosario, sparse in tutta Italia, in breve divenne centro di grande spiritualità come lo è tuttora, fu elevata al grado di Santuario, centro del sacramento della confessione di milioni di fedeli, che si accostano alla Santa Comunione tutto l’anno.<br />
Il beato Bartolo Longo istituì per le opere sociali, un orfanotrofio femminile, affidandone la cura alle suore Domenicane Figlie del Rosario di Pompei, da lui fondate; ancora fondò l’Istituto dei Figli dei Carcerati in controtendenza alle teorie di Lombroso, secondo cui i figli dei criminali sono per istinto destinati a delinquere; chiamò a dirigerli i Fratelli delle Scuole Cristiane.<br />
Fondò nel 1884 il periodico “Il Rosario e la Nuova Pompei” che ancora oggi si stampa in centinaia di migliaia di copie, diffuse in tutto il mondo; la stampa era affidata alla tipografia da lui fondata per dare un’avvenire ai suoi orfanelli; altre opere annesse sono asili, scuole, ospizi per anziani, ospedale, laboratori, casa del pellegrino.<br />
Il santuario fu ampliato nel 1933-39, con la costruzione di un massiccio campanile alto 80 metri, un poco isolato dal tempio, Nel 1893 Bartolo Longo offrì a papa Leone XIII la proprietà del santuario con tutte le opere pompeiane, qualche anno più tardi rinunziò anche all’amministrazione che il papa gli aveva lasciato; l’interno è a croce latina, tutta lavorata in marmo, ori, mosaici dorati, quadri ottocenteschi, con immensa cripta, il trono circondato da colonne, sulla crociera vi è l’enorme cupola di 57 metri tutta affrescata.<br />
Il fondatore, morì il 5 ottobre del 1926 e come da suo desiderio fu sepolto nella cripta, in cui riposa anche la contessa De Fusco.<br />
Aveva trovato una zona paludosa e malsana, a causa dello straripamento del vicino fiume Sarno, abbandonata praticamente dal 1659. Alla sua morte lasciò una città ripopolata, salubre, tutta ruotante attorno al Santuario e alle sue numerose opere, a cui poi si affiancò il turismo per i ritrovati scavi della città sepolta dall’eruzione del Vesuvio.<br />
È sua l’iniziativa della supplica, da lui compilata, alla Madonna del Rosario di Pompei che si recita solennemente e con gran concorso di fedeli, l’8 maggio e la prima domenica di ottobre.<br />
Bartolo Longo è stato beatificato il 26 ottobre 1980 da papa Giovanni Paolo II. Il santuario è basilica pontificia e come Loreto è sede di un vescovo (prelatura) con giurisdizione su Pompei. </strong></span><br />
<span style="color:#008000;"><span style="font-size:medium;"><strong>Autore: </strong></span><span style="font-size:medium;"><strong>Antonio Borrelli </strong></span></span></p>
<p><span style="font-size:medium;color:#008000;"><strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size:medium;color:#008000;"><strong>_______________________</strong></span></p>
<p><span style="font-size:medium;color:#008000;"><strong>http://www.santiebeati.it/dettaglio/52350<br />
</strong></span></p>
<p></span></div>
<div><span style="font-size:medium;color:#008000;"><strong></strong></span> </div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[fra. Donato Ramolo]]></title>
<link>http://uomopanda.wordpress.com/?p=593</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 13:25:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>uomopanda</dc:creator>
<guid>http://uomopanda.pt-br.wordpress.com/2008/10/08/fra-donato-ramolo/</guid>
<description><![CDATA[Oggi sono stato al Santuario di Padre Pio dove alle ore 12:00 di ogni mercoledì viene recitato il S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Oggi sono stato al Santuario di Padre Pio dove alle ore 12:00 di ogni mercoledì viene recitato il Santo Rosario recitato da fra. Donato Ramolo per le missione in Chad, lo recita insieme alla mia amica Giovanna, per seguirlo basta collegarsi via satellite su <a href="http://www.teleradiopadrepio.it/" target="_blank">Tele Radio Padre Pio</a>.<br />
Io credo in queste opere perchè sono diverse da quelle che propongono di solito in TV, per prima cosa perchè so che ogni centesimo verrà sfuttato per opere concrete in <a href="http://www.diocesigore.org/" target="_blank">Chad</a>, precisamente nella Diocesi di Gorè.<br />
Io posso andare fiero perchè ho adottatto un bambino del Chad, Fiorenzo, che per me è come un figlio vero, sarebbe bello che ogniuno adottase un africano perchè un giorno anche in Africa ci sia il vero amore di Dio, e noi di sicuro avremo la vita eterna.<br />
Oggi cercavo risposte da Giovanna e anche se sembra strano le ho avute invece dalle parole di fra. Donato, durante la recita del Santo Rosario, qiondi mi impeno da oggi a partecipare quando potrò ai rosari di fra. Donato, sia andando li che atraverso internet.</p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#ff00ff;">Uomo Panda 2008</span></p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
