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	<title>revista-digital &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/revista-digital/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "revista-digital"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 23:12:04 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[El diseño y la realidad]]></title>
<link>http://fusiontribal.wordpress.com/?p=978</link>
<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 15:25:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>MAS2</dc:creator>
<guid>http://fusiontribal.pt-br.wordpress.com/2008/09/17/el-diseno-y-la-realidad/</guid>
<description><![CDATA[

por Javier González Solas
Se pueden considerar al menos dos realidades de la profesión: la de la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://foroalfa.org/autores/176/Javier_Solas.jpg" alt="Javier Gonzalez Solas" /><br />
<em><strong></strong></em></p>
<p><em><strong>por Javier González Solas</strong></em></p>
<blockquote><p><strong>Se pueden considerar al menos dos realidades de la profesión: la de la producción material y la de las condiciones de esa producción. La primera reduce el diseño a un papel instrumental. La segunda lo sitúa en una perspectiva política.</strong></p></blockquote>
<p>En el mismo día en que me llega una notificación de la organización de la BID (Bienal Iberoamericana de Diseño), leo —con retraso— un artículo de Raúl Belluccia en FOROALFA, y alguien me dice que lo que se enseña en la universidad no tiene que ver con la realidad de la vida. Con todo mi apoyo a una iniciativa en principio prometedora, con todo respeto al autor, y con la mejor receptividad para opiniones provenientes unas veces de un simple sentido común y otras de meros clichés, pienso que en los tres casos se trata de manifestaciones de superficie sobre cuyo origen vale la pena hacerse alguna pregunta.</p>
<p><a title="Foro Alfa" href="http://foroalfa.org/A.php/El_diseno_y_la_realidad/151">Leer artículo completo...</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cesto de revistas em vime ]]></title>
<link>http://7razoes.wordpress.com/?p=408</link>
<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 03:50:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Antonio Hermida</dc:creator>
<guid>http://7razoes.pt-br.wordpress.com/2008/09/10/cesto-de-revistas-em-vime/</guid>
<description><![CDATA[Quer ler alguma coisa?
Literatura -&gt; Está no ar a décima edição da Revista [Literária] Malag]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Quer ler alguma coisa?</p>
<p>Literatura -&#62; Está no ar a <a href="http://revistamalagueta.com/" target="_blank">décima edição da Revista [Literária] Malagueta</a> - Contos inéditos, poesias inéditas, crônicas inéditas, resenhas inéditas... e o que eu considero mais importante: autores inéditos!</p>
<p>Ciência -&#62; <a href="http://www.revistapesquisa.fapesp.br/index.php" target="_blank">Fapesp online</a> - Matérias como: <em><span class="link_2"><span class="titulo_aba3">Mama África não pode ser mãe solteira</span> <a class="link_2_chamada" href="http://www.revistapesquisa.fapesp.br/index.php?art=3614&#38;bd=1&#38;pg=1&#38;lg=">Especialistas defendem estreitamento de relações entre o Brasil e o continente africano</a> </span></em><span class="link_2"><span class="titulo_aba3">ou</span></span><em><span class="link_home"> </span><a class="link_home" href="http://www.revistapesquisa.fapesp.br/index.php?art=4977&#38;bd=2&#38;pg=1&#38;lg="><span class="chamada1">Evolução não é seleção</span><br />
<span class="chamada2"><br />
</span></a><a class="link_home" href="http://www.revistapesquisa.fapesp.br/index.php?art=4977&#38;bd=2&#38;pg=1&#38;lg="> </a></em></p>
<p>E ainda, a <strong>novidade</strong> do dia. <a href="http://www.mygazines.com/" target="_blank">MyGazines</a> Site que disponibiliza para <em>download</em> um monte de revistas, de todos os tipos, de Iatismo à Fotografia, passando por Literatura, Armas, Aviões...</p>
<p><strong>Favoritado</strong>.</p>
<p>Atualizando pessoas que me cobram -como o <em>Recruta Almeida e Werner Bonitão</em>-, escrevi 2 contos recentemente, quer dizer, escrever, escrever não, mas gravei a idéia no gravador que carrego comigo, falta só passar para o computador com os devidos floreios. Aliás, um está escrito sim, e por milagre é um <a title="302" href="http://7razoes.wordpress.com/2008/01/22/conto-ruim/" target="_blank"><strong>dos poucos que eu gostei </strong></a>(apesar de me assustar um pouco). O fato é que ando sem tempo por conta da faculdade, do trabalho, do taekwondo, e do site que estou fazendo com meu comparsas. Se tudo der certo acabo de instalar as coisas no servidor essa semana e começo a divulgar.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Revista Digital | O retrato dos novos consumidores brasileiros.]]></title>
<link>http://midiacasalsemfilhos.wordpress.com/?p=39</link>
<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 20:12:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Edson Scorcelli |www.casalsemfilhos.com|</dc:creator>
<guid>http://midiacasalsemfilhos.pt-br.wordpress.com/2008/08/19/revista-digital-o-retrato-dos-novos-consumidores-brasileiros/</guid>
<description><![CDATA[Com 190 milhões de habitantes espalhados no quinto maior território do planeta, o Brasil é saudad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:small;font-family:arial;">Com 190 milhões de habitantes espalhados no quinto maior território do planeta, o Brasil é saudado em seu hino como um "gigante pela própria natureza". Depois de uma longa e tenebrosa hibernação, parece que o gigante começou a se mexer -- e, quando um país desse tamanho resolve sair do lugar, a repercussão costuma ser mundial. É o que se vê atualmente. Crescimento econômico acima de 4% ao ano, multiplicação de empregos, acesso ao crédito e elevação da renda estão reproduzindo no país um fenômeno típico de sociedades avançadas: a criação de um mercado consumidor de massa, forte e cada vez mais complexo. Milhões de brasileiros têm aproveitado o bom momento da economia para experimentar, pela primeira vez, as delícias do consumo -- e legiões de outros esperam, ansiosos, a sua vez chegar. De acordo com um estudo feito pelas consultorias Bain &#38; Company, de estratégia empresarial, e Euromonitor, de pesquisa e inteligência de mercado, o consumo anual no Brasil deve crescer de 780 bilhões de dólares em 2007 para 1 trilhão em 2012. Com esse aumento -- de 220 bilhões de dólares --, o mercado brasileiro será o terceiro entre os que mais contribuirão para o crescimento do consumo no mundo nos próximos cinco anos, um adicional calculado em 3,5 trilhões de dólares. Segundo os especialistas da Bain e da Euromonitor, apenas Estados Unidos e China darão contribuições maiores. "O Brasil passa por um momento raro, com forte crescimento da classe média, e esse movimento deve se intensificar nos próximos anos", diz o americano John Naisbitt, pesquisador de tendências de consumo e autor do livro Megatrends. "É natural que uma população mais madura e com mais renda passe a ter acesso a mais e melhores bens e serviços".</span></p>
<p><!--more--></p>
<p>O lado mais visível da transformação em curso é a recente escalada de uma massa de pessoas para classes superiores de consumo. A maior variação deu-se na faixa intermediária, a chamada classe C, com renda mensal entre 1 062 e 2 017 reais. De acordo com pesquisa realizada pelo instituto Ipsos para a financeira Cetelem, em apenas dois anos, de 2005 a 2007, um contingente de 23,5 milhões de pessoas passou a fazer parte desse estrato. Com esse deslocamento, a classe C tornou-se a maior em número absoluto de pessoas na pirâmide social brasileira, superando os 86 milhões do ano passado. Somada aos 28 milhões que formam as classes A e B, isso significa que já são 114 milhões os brasileiros que podem ser considerados consumidores. Outro estudo, da consultoria Value Partners, estima que, numa hipótese conservadora, o número de consumidores no país aumentará pelo menos 7,5 milhões até 2010. A ascensão de milhões de pessoas à classe C não é um fenômeno que se esgota em si mesmo. Mais pessoas consumindo na base significa que quem produz e vende -- normalmente aqueles que estão no topo da pirâmide social -- também tem mais chance de enriquecer. Essa progressão da renda é o único lado bom de eventos que viraram notícia nos últimos tempos -- como o caos nos aeroportos ou o virtual estrangulamento no trânsito de metrópoles como São Paulo. A frota de veículos no país aumenta 2,5 milhões por ano. E as viagens aéreas deixaram de ser artigo de luxo, premissa que anos atrás levou à criação da Gol e que hoje atrai novos nomes para o país, como a americana JetBlue. "Nos próximos cinco a sete anos o mercado brasileiro vai dobrar de tamanho", afirma David Barioni, presidente da TAM. Se Barioni estiver certo, o número de passageiros nesse período passará de 50 milhões para 100 milhões por ano. Segundo projeções da operadora de telefonia Vivo, até 2012 o número de celulares no país superará 200 milhões. Até lá, em média, cada brasileiro terá seu telefone móvel. Cifras de crescimento dessa magnitude são inimagináveis em mercados maduros, mas fazem parte do dia-a-dia dos negócios em países emergentes mais pujantes, como a China.</p>
<p>A estabilidade econômica mantida até agora é um dos pilares do atual vigor do mercado brasileiro. Preservá-la é condição para que as coisas continuem assim. O outro pilar, menos perceptível, é a transformação benigna da demografia do país. O Brasil vive hoje uma transição que a grande maioria dos países desenvolvidos já atravessou, resultado de mudanças que começaram a ocorrer seis décadas atrás. Nos anos 50, a população brasileira apresentava elevadas taxas de crescimento, fruto da combinação de uma natalidade alta com a redução da mortalidade infantil. A população crescia à média de 3% ao ano -- taxa que, nas décadas seguintes, caiu até o 1,4% atual. Se o ritmo de crescimento populacional daqueles anos fosse mantido por todo o período, em vez de 190 milhões de habitantes o Brasil contaria hoje com quase 270 milhões -- adicional equivalente a uma Alemanha ou duas Argentinas. Com a tendência de queda da fecundidade, o Brasil deverá alcançar o máximo de 264 milhões de habitantes em 2062 e daí em diante a população entrará em declínio.</p>
<p><strong>Um país em transformação</strong></p>
<p>AO MESMO TEMPO, A EXPECTATIVA DE VIDA NO PAIS cresceu da média de 51 anos em 1950 para quase 73 atualmente. Nesse ritmo de avanço, em 2050, ao nascer, os brasileiros terão uma esperança de vida de 81 anos -- mesma taxa hoje verificada entre os japoneses, o povo com a maior longevidade do mundo. A contínua queda da taxa de nascimentos e o aumento da expectativa de vida têm ampliado o peso dos adultos na população, criando um fenômeno demográfico favorável à economia do país: os brasileiros na faixa de idade mais ativa -- entre 15 e 64 anos -- já são dois terços da população total, uma proporção inédita na história. Até 2040, haverá acréscimo de 30 milhões de pessoas nessa faixa de idade produtiva. Conhecido como bônus demográfico, o fenômeno ocorre porque a força de trabalho cresce num ritmo maior do que a população que depende dela -- ou seja, crianças e idosos. Com menos dependentes, sobrarão mais recursos para que as famílias aumentem o nível de consumo e de investimento. "Essa situação favorece negócios dos mais diferentes setores", diz o demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, do IBGE. "O país e as empresas não podem desperdiçar este momento".</p>
<p>A transição demográfica deixará uma série de implicações para o futuro dos negócios. A mais importante talvez seja o envelhecimento da população. Hoje, há no país 19 milhões de pessoas com idade acima de 60 anos. Mas, em 2020, o grupo de idosos já será de quase 30 milhões. E, olhando mais à frente ainda, em 2050, haverá um contingente de 64 milhões de brasileiros na terceira idade. Desse total, 160 000 serão centenários. "São pessoas que terão tempo e renda para gastar", diz Ana Maria Camarano, pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. "Por isso, a demanda por serviços nas áreas de lazer e turismo para a terceira idade será enorme". A massa de rendimentos dos idosos já é relevante: foi de 16 bilhões de reais mensais em 2006, de acordo com análises do demógrafo José Ribeiro Soares Guimarães sobre dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada em 2006.</p>
<p>Isso não tem passado despercebido às empresas, que começam a desenvolver produtos para esse público. A Natura já está testando em seus laboratórios cremes voltados para mulheres de 80 anos. A experiência é resultado das incursões da empresa no mercado internacional. Ao observar os hábitos de consumidores nos países da Europa e no Japão, seus executivos perceberam a importância desse mercado. "Poderemos antecipar tendências que já ocorreram lá fora", diz Joel Ponte, diretor de marketing de inovação da Natura. A LG está trazendo para o Brasil os produtos focados na terceira idade que desenvolve na Coréia. Celulares com teclas maiores já são oferecidos no mercado nacional. A última novidade, ainda não disponível aqui, são aparelhos que, além de ser telefones, são capazes de tirar a pressão arterial ou medir o nível de glicose do usuário. "É algo que devemos lançar em 2010", diz Eduardo Toni, diretor de marketing da LG.</p>
<p>A força da terceira idade como consumidora já é bem real para empresas como a CVC, maior operadora de turismo do Brasil. No ano passado, 40% do 1,5 milhão de consumidores que procuraram a agência para viajar pelo país ou para o exterior tinham mais de 50 anos. Nos cruzeiros marítimos, com roteiros que passam de 18 dias, a faixa etária média é acima dos 60 anos. "Em nossa primeira viagem longa de navio, em 2002, me assustei com o número de passageiros mais velhos", diz Guilherme Paulus, dono da CVC. Desde então, a tripulação dos navios tem sido preparada para lidar com esse público, com orientações que vão desde como administrar injeções de insulina em passageiros diabéticos até nunca se esquecer de oferecer um cobertor extra nos dias frios. A expectativa é que a CVC transporte pelo menos 1,4 milhão de passageiros com mais de 50 anos em 2011. A base desse prognóstico é a expectativa de que os idosos do futuro, além de mais numerosos devido ao aumento da esperança de vida, tenham mais dinheiro. "Quem adquire hoje uma previdência privada deverá se aposentar com uma renda média bem maior", diz Patrick Larragoiti, presidente da seguradora SulAmérica.</p>
<p>Não será apenas o avanço etário no Brasil que representará novos desafios às empresas. Novos arranjos sociais e familiares vão lentamente determinando mudanças no comportamento dos consumidores. <strong>Uma categoria que se tornou obsessão nos departamentos de marketing de muitas empresas é a dos casais sem filhos. Nos Estados Unidos, esses casais são chamados de <em>dinks</em> -- abreviatura de double income, <em>no  kids</em> ("dupla renda, sem filhos"). Nesse grupo estão incluídos os jovens que protelam a chegada dos herdeiros, pessoas de meia-idade que já criaram os filhos, os parceiros gays e os casais que não podem ou não querem se tornar pais. A percepção sobre os <em>dinks</em> é que eles consomem mais porque somam dois salários no orçamento doméstico e não têm gastos com dependentes. Portanto, é uma turma que gasta mais com bens de consumo e lazer. No Brasil, a Pnad de 2006 identificou 8,6 milhões de residências de casais sem filhos -- o que representa um aumento de 60% sobre o número de 1996. "Essa parcela da população deve dobrar na próxima década", diz Diniz, do IBGE. No mesmo foco estão os que vivem sozinhos. Assim como os <em>dinks</em>, eles têm uma renda que não precisa ser dividida. "No mercado imobiliário, os solteiros e os sem-filhos já representam 27% das vendas de imóveis novos", diz Paulo Secches, diretor da empresa de pesquisa TNS InterScience. "Esses dois grupos têm perfis muito parecidos de consumo".</strong></p>
<p><strong>O mercado imobiliário é o grande campo de experimentação dessas novas configurações familiares. A construtora paulista Tecnisa entregou em maio um edifício residencial no bairro da Pompéia, na zona oeste de São Paulo, com um espaço dedicado exclusivamente a animais de estimação. O que motivou a inclusão da área na planta do prédio foi a estimativa de que no país haja mais de 60 milhões de cães e gatos domésticos. Na cidade de São Paulo, 65% dos moradores de prédios possuem algum animal de estimação. "Muitos casais estão preferindo arrumar um bichinho a ter um filho", diz Romeo Busarello, diretor de marketing da Tecnisa. O perfil dos compradores do novo edifício, com apartamentos que custam 350 000 reais, é considerado um microuniverso de tendências mais gerais que proliferam nas metrópoles. Entre os moradores, que têm idade média próxima dos 35 anos, 45% são casais sem filhos, 42% são solteiros, 8% são idosos e apenas 5% são famílias com filhos. Esse perfil não se encontra apenas nas classes A e B -- embora seja entre os com maior renda que essas tendências se materializam mais rápido. Nos empreendimentos da construtora Goldfarb, voltados prioritariamente para a classe C, os jovens casais sem filhos são 80% dos compradores.<br />
</strong><br />
O VAREJO É UM DOS SETORES MAIS SENSIVEIS às mudanças no perfil do consumidor. É onde se percebe mais rapidamente as transformações na renda e no comportamento de compra. Os supermercados, por exemplo, estão tendo de se reinventar para atender um novo mercado. O grupo Pão de Açúcar lançou no ano passado a bandeira Extra Fácil, para lojas com área de no máximo 200 metros quadrados. A nova rede já conta com 19 unidades, de início na capital paulista, e até o final deste ano deve ganhar outras 80, algumas delas em outras cidades grandes do país. A nova marca do grupo é um misto de padaria e loja de conveniência, instalado em áreas de passagem (próximas, por exemplo, às estações do metrô) e nos bairros de renda mais alta. "Notamos que os solteiros e os sem-filhos não costumam ir a um grande supermercado", diz Sylvia Leão, diretora da Extra Fácil. Boa parte dos 3 000 itens oferecidos nas lojas é vendida nas menores porções disponíveis pelos fabricantes. Pode parecer um mercado pequeno, mas não é. De acordo com a empresa de pesquisa Nielsen, os supermercados com até quatro guichês movimentam 50 bilhões de reais por ano no Brasil e representam o segmento que mais cresce no setor. O Carrefour testa em Porto Alegre o mesmo estilo de loja, sob a marca Carrefour Express. Os dois varejistas não estão inventando a roda. Na França, o Casino (acionista do Pão de Açúcar) tem 6 000 lojas com a marca Petit Casino.</p>
<p>Embora os idosos e os solitários despertem o interesse das empresas, nada é mais urgente do que satisfazer uma categoria especial -- e numerosa -- de consumidores: as mulheres. Elas são 96 milhões no Brasil. De acordo com dados do IBGE, as mulheres com mais de 16 anos de idade tiveram rendimento mensal de 34 bilhões de reais em 2006. O montante representa 70% do que os homens ganhavam no mesmo ano. Hoje, a participação feminina na população economicamente ativa brasileira é 44%. As mulheres também são as responsáveis financeiras por 31% dos domicílios brasileiros, ante 19% em 1991. O inegável avanço na estrutura econômica das mulheres só reforça um componente social e comportamental: as decisões de compra nas famílias estão cada vez mais nas mãos delas. E entender o que as mulheres querem virou prioridade dentro das empresas. A montadora Renault mantém um grupo de estudos de mercado voltado apenas para o perfil de consumo feminino -- elas respondem por 52% das vendas da marca francesa. A montadora acaba de inaugurar um centro de design instalado na região dos Jardins, área nobre de São Paulo, onde está concentrada a maioria das lojas de luxo da cidade. Isso porque, segundo pesquisas, a escolha das mulheres é fortemente influenciada pelo design dos produtos. Com o estúdio nos Jardins, a montadora pretende captar as tendências de moda, decoração e comportamento que podem ser traduzidas para o universo automotivo. "Nosso presidente mundial, Carlos Ghosn, definiu que as mulheres são um mercado estratégico no Brasil", diz Jérôme Stoll, presidente da Renault no país.</p>
<p>No setor imobiliário, a evolução das mulheres como consumidoras tem tradução em números. Há dez anos, 5% dos apartamentos de dois ou três dormitórios estavam no nome delas. Hoje são 38%. Para conquistar esse mercado em ascensão, a construtora Tecnisa pesquisou os gostos femininos e se adaptou a eles. Desde 2005, a empresa possui um programa de relacionamento com os clientes que envolve o envio de mimos em uma caixa. "Mulheres adoram caixas", diz Carlos Alberto Julio, presidente da empresa. Uma semana após fechar um negócio, a Tecnisa manda à casa de seus novos clientes, por exemplo, uma caixa com duas taças e uma garrafa de champanhe. "Cada vez mais, vemos as mulheres tomando as decisões de consumo em vários setores", diz Franck Rosez, diretor de marketing da financeira Cetelem. "Descobrimos que isso se dá até em produtos voltados para os homens". Foi o que pôde ser constatado na análise do banco de dados dos cartões de crédito de um dos clientes da financeira, a Camisaria Colombo, rede de moda masculina com 128 lojas em 17 estados. "Dos 300 000 nomes cadastrados com nosso cartão, 30% são mulheres", afirma Álvaro Jabour, dono da rede. "Elas são clientes assíduas, com renda própria para comprar roupas para marido e filhos". A descoberta fez com que a empresa abandonasse uma antiga tradição de ter apenas vendedores homens. Hoje, metade de seus atendentes nas lojas são mulheres.</p>
<p>Captar os humores do mercado será cada vez mais importante daqui em diante -- tudo indica que o país vive os primeiros contornos de uma mudança radical na economia. A teoria econômica ensina que o tamanho dos mercados importa, pois só a escala permite oportunidades de segmentação e sofisticação. A emergência de milhões de consumidores à classe C abre espaço para crescimento de padrão chinês em inúmeros segmentos, mas a mudança vai muito além desse fato. Paralelamente, os segmentos mais abastados da classe C estão migrando para a B -- e o mesmo ocorre da B para a A. Ou seja, oportunidades de negócios vão surgir dos mercados populares aos artigos de alto luxo. Vai se dar bem quem souber entender o que quer, afinal, seu consumidor. Recentemente, a TAM detectou, com base em pesquisas, a necessidade de um programa de bandas tarifárias para oferecer produtos que se encaixem às necessidades e possibilidades de diferentes clientes. "Há desde passagens mais baratas, para quem não faz questão de acumular milhas, de levar muita bagagem ou de flexibilidade para mudar horários, até mais caras, para o consumidor de altíssimo padrão, que quer o conforto da primeira classe para ir a Paris", diz Barioni. Ou seja, não dá para cobrar muito de quem quer viajar barato -- mas não dá para oferecer um serviço muito simples a quem quer conforto. Na nova etapa de pujança do mercado brasileiro, decifrar o que quer o novo consumidor brasileiro virou questão de sobrevivência.</p>
<p>Autores: <strong>Fabiane Stefano, Larissa Santana e Marcelo  Onaga.</strong><br />
Diversos<br />
n.d.</p>
<p>Portal Revista  Exame<br />
Este texto foi extraído da Revista Digital, publicação on-line da agência de desenvolvimento Pólo-RS. Você pode acessar outros conteúdos da revista no endereço <a href="http://www.revistadigital.com.br/">www.revistadigital.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guía infantil. TV para padres.]]></title>
<link>http://maritriniginer.wordpress.com/?p=531</link>
<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 18:04:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mari Trini Giner</dc:creator>
<guid>http://maritriniginer.pt-br.wordpress.com/2008/08/19/guia-infantil-tv-para-padres/</guid>
<description><![CDATA[Guía Infantil. com, revista digital en Internet para padres y madres con hijos, niños y bebés, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.guiainfantil.com" target="_blank"><strong>Guía Infantil. com</strong></a>, revista digital en Internet para padres y madres con hijos, niños y bebés,<strong> </strong>presenta los vídeos de <strong><a href="http://es.youtube.com/view_play_list?p=01DCE77366EA3199" target="_blank">TV para padres</a></strong>, una iniciativa de la <strong><a href="http://www.waece.org/index.php" target="_blank">Asociación Mundial de Educadores Infantiles</a></strong> (AMEI-WAECE).</p>
<p>Para ver los vídeos podéis acceder a <strong><a href="http://es.youtube.com/view_play_list?p=01DCE77366EA3199" target="_blank">su canal</a></strong> en el famoso "Tu tubo" o más conocido como Youtube.</p>
<p>Además Guía Infantil.com ha creado una lista de éxitos entre los vídeos infantiles de Youtube, donde seleccionan los mejores vídeos para niños y bebés con nuevos personajes surgidos en Internet. Así como ha visionado todos los vídeos seleccionados de acuerdo con criterios muy estrictos. Así que desde aquí, al igual que hacen ellos, yo también te invito a sentarte con tu hijo, delante del ordenador y pasar un buen rato entre risas, bailes y buen humor.</p>
<p>Además también presentan las mejores campañas a favor de la infancia y los derechos de los niños y adolescentes.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A peça 'Herótica' discute o comportamento masculino com linguagem cômica .]]></title>
<link>http://revistapodcultura.wordpress.com/2008/08/17/a-peca-herotica-discute-o-comportamento-masculino-com-linguagem-comica/</link>
<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 23:32:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>agenciacinema</dc:creator>
<guid>http://revistapodcultura.pt-br.wordpress.com/2008/08/17/a-peca-herotica-discute-o-comportamento-masculino-com-linguagem-comica/</guid>
<description><![CDATA[


 
Ribeiro interpreta um espectador que ao perceber que o comportamento masculino está sendo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://2.bp.blogspot.com/_VZX1KfNeZJE/SKi7mJH3soI/AAAAAAAAAEI/H1ZNC_i1OV0/s1600-h/125169222.jpg"><img style="float:left;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" src="http://2.bp.blogspot.com/_VZX1KfNeZJE/SKi7mJH3soI/AAAAAAAAAEI/H1ZNC_i1OV0/s400/125169222.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<div><a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM828650-7822-ASSISTA+A+UM+TRECHO+DO+ENSAIO+DA+PECA+DE+SHEILA+MELLO,00.html"><br />
</a></div>
<p> </p>
<div>Ribeiro interpreta um espectador que ao perceber que o comportamento masculino está sendo "colocado em cheque", perde a paciência e entra em cena tornando o espetáculo ainda mais divertido. Envolvida em um diálogo contraditório, a peça enfatiza a maneira como homens e mulheres lidam com seus relacionamentos, intimidade e aceitações.<br />
O texto de Ribeiro foi concebido com base em histórias verídicas, pesquisa em bibliografias especializadas, e com profissionais afins. Por meio de jogos sensuais, músicas e imagens apresentadas de uma forma totalmente descontraída, fazem com que o espetáculo não caia no didatismo comum, sendo assim melhor assimilado pelo público. Temas como sexo seguro e gravidez planejada também ganham destaque na comédia.<br />
Foi falando das experiências vivenciadas na vida pessoal e na dos personagens da peça que nossos convidados responderam às perguntas dos internautas. Bateram papo ainda com a apresentadora Maura Roth sobre as situações que compõe o espetáculo e fazem parte da realidade dos relacionamentos amorosos e conjugais.</div>
<p> </p>
<p>Entre as novidades da peça está a da atriz Sheila Mello, que debuta depois de quatro anos de estudos em teatro. Ela integra o elenco interpretando a mulher na fase dos 30 anos, e segundo seus colegas de palco supreende por sua espontaneidade e versatilidade .</p>
<p> </p>
<p> </p>
<div>A comédia "Cartilha feminina para Homens Machos" pode ser vista aos sábados, às 21h, no Avenida Club ( Rua Pedroso de Moraes, 1036 - Pinheiros).</div>
<p> </p>
<p>A temporada se estende até 30 de agosto.<br />
Para mais informações acesse <a href="http://www.avenidaclub.com.br/" target="_blank">http://www.avenidaclub.com.br/</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[&quot;O Jogo&quot;, uma história de amor, sedução, vida e morte.]]></title>
<link>http://revistapodcultura.wordpress.com/2008/08/17/o-jogo-uma-historia-de-amor-seducao-vida-e-morte/</link>
<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 23:21:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>agenciacinema</dc:creator>
<guid>http://revistapodcultura.pt-br.wordpress.com/2008/08/17/o-jogo-uma-historia-de-amor-seducao-vida-e-morte/</guid>
<description><![CDATA[Release on-line: http://docs.google.com/View?docid=dgtwzqb3_57hfv2jgfr
Fotos do espetáculo: http://]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Release on-line: <a href="http://docs.google.com/View?docid=dgtwzqb3_57hfv2jgfr">http://docs.google.com/View?docid=dgtwzqb3_57hfv2jgfr</a></p>
<p>Fotos do espetáculo: <a href="http://spiritnucleoteatral.blogspot.com/2008/03/o-jogo.html">http://spiritnucleoteatral.blogspot.com/2008/03/o-jogo.html</a></p>
<p>(basta clicar nas miniaturas para obter a foto em resolução mais elevada) O Spirit Núcleo Teatral traz aos palcos "O Jogo", uma história de amor, sedução, vida e morte. "O Jogo" conta a história de um rapaz poeta, "Juventude" (Mário Attab), que tenta o suicídio por acreditar que ninguém entende suas canções. Renata Abreu interpreta "Garota", uma bailarina que tenta suicídio por não ter conhecido o amor verdadeiro em toda a sua vida. No centro desse impasse, a Morte (Luciano Araújo) e a Vida (Danielle Bohnen), disputam o destino dos jovens enquanto lutam e se amam em um relacionamento de amor e ódio intensos. A adaptação de Mário Attab e direção de Renata Mazzei, conta com cenas coreográficas, um ambiente onírico que causa a sensação de consciência e inconsciência que está presente em todos os seres humanos. O espetáculo promete levar a público os anseios e desejos humanos de forma poética e espontânea. "O Jogo" é uma história de amor que trata de compreensão, amor verdadeiro e sua relação com a vida e a morte. Louise Bryant se inspirou no romance que teve com o dramaturgo Eugene O' Neil. Eles advogavam o amor livre e desimpedido, sendo, "O Jogo" uma quebra de paradigmas de uma época em que os valores sociais eram restritos. FICHA TÉCNICA<br />
........Texto: Louise Bryant........Direção: Renata Mazzei........Assistente de Direção: Luciane Gaspar........Adaptação: Mário Attab........Produção: Spirit Núcleo Teatral........Produção executiva: Avenida Cultural........Elenco: Danielle Bohnen, Luciano Araújo, Mário Attab, Renata Abreu........Trilha sonora: Banda Axados e Perdidos, Banda Diafanes, Leonardo Mancini, André Sauer</p>
<p>ESTRÉIADia 16 de agosto - SÁBADO - 21hLocal: Sala Linneu Dias - Espaço 2 de Artes - Barra FundaIngresso: R$ 15,00 (venda pelo <a href="http://www.ingresso.com/">www.ingresso.com</a>)Temporada: 16 de agosto até 13 de setembro (16, 23, 30 e 6 e 13)</p>
<p>Sexta, 8 de agosto, 21h (apenas para convidados)Gênero: Drama Duração: 45 min. Classificação: 18 anosIngresso: grátis (entrada franca)Local: Espaço 2 de Artes / Sala Lineu Dias - Shopping Pompéia Nobre - Rua Clélia, 33 - Barra Funda - São Paulo (SP)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Divina ComédiaDe Dante Alighiieri]]></title>
<link>http://revistapodcultura.wordpress.com/2008/08/17/a-divina-comediade-dante-alighiieri/</link>
<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 23:18:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>agenciacinema</dc:creator>
<guid>http://revistapodcultura.pt-br.wordpress.com/2008/08/17/a-divina-comediade-dante-alighiieri/</guid>
<description><![CDATA[A Divina ComédiaDe Dante Alighiieri
Texto Ketty Mesquita
Elenco: Silio Moura, Iara LourSi, Therezin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Divina ComédiaDe Dante Alighiieri</p>
<p>Texto Ketty Mesquita</p>
<p>Elenco: Silio Moura, Iara LourSi, Therezinha de Campos, Fabiane Ribas, Lu Ferreira e Ataliba Chateaubriand.</p>
<p>Direção e Concepção geral: Silio Moura.</p>
<p>Coreografia: Sandra Salgueiro.</p>
<p>Participação da cantora Lírica: Liriel e Luciano Trevisol.</p>
<p>Trilha sonora original: Markku Lyyra, Marcos Pera e Fabrízio Biliotti.</p>
<p>TEATRO DOS ARCOSRua Jandaia, 218 - Bela Vista (trav.da Brig. Luis Antônio)telefone: 3101.7802 - São Paulo - SP.17, 24 e 31 de agosto de 2008. Domingo - 19 horas.Ingresso: R$30,00 - Meia R$15,00 - Censura 12 anos.Duração: 60 minutos. Estacionamento próximo.160 lugares. Qualquer informação pelo meu e.mail: <a href="mailto:rosasmont@gmail.com">rosasmont@gmail.com</a> ou <a href="mailto:vendedoresdemascaras@gmail.com">vendedoresdemascaras@gmail.com</a>.AtenciosamenteRosana Monteiro.assessora da cia.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Diseñadores golondrina]]></title>
<link>http://fusiontribal.wordpress.com/?p=714</link>
<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 19:53:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>MAS2</dc:creator>
<guid>http://fusiontribal.pt-br.wordpress.com/2008/08/11/disenadores-golondrina/</guid>
<description><![CDATA[
por Adrián Pierini
Un fenómeno preocupante que refleja la pérdida de valores, compromiso y auto-]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://foroalfa.org/autores/176/Adrian_Pierini.jpg" alt="Adrian Pierini" /><br />
<em><strong>por Adrián Pierini</strong></em></p>
<p><strong>Un fenómeno preocupante que refleja la pérdida de valores, compromiso y auto-exigencia en los primeros pasos de los diseñadores.</strong></p>
<p>Como es sabido, el término «trabajadores golondrina» se refiere a los trabajadores que migran una y otra vez en busca de mejores oportunidades laborales. Ese fenómeno se da mayoritariamente en sectores rurales y como consecuencia de un tipo de demanda laboral vinculados a los tiempos de siembra y cosecha.</p>
<p>Encuentro que esa realidad, esa forma de trabajo inestable y poco formadora vinculada específicamente a los no profesionales, ha cobrado cuerpo en muchos jóvenes universitarios. Cabe aclarar que no se pretende aquí realizar un análisis sociológico, ni criticar a los diseñadores que se ven obligados a cambiar de trabajo por malos tratos, explotaciones o despidos injustificados. Apenas busco hacer un llamado de atención frente a una actitud poco comprometida que va creciendo cada vez más en las nuevas generaciones: muchos recién egresados migran de manera continua hacia y desde distintos estudios de diseño con el objetivo de encontrar el «paraíso proyectual», un lugar mágico en donde los conocimientos fluyan, los jefes no exijan siempre resultados óptimos, los proyectos sean ideales, los clientes respeten 100% su trabajo y la creatividad jamás, pero jamás, sea cuestionada.</p>
<p>Para avalar un poco más esta observación quiero dar algunos detalles de mi propia experiencia. Durante los últimos años he recibido cientos de curriculums en los que se observa la increíblemente corta permanencia que los postulantes han tenido en cada uno de los establecimientos en los que han incursionado. Más allá de la forma tan singular y poco estratégica de presentarse (algunos ni siquiera personalizan el mensaje de correo electrónico, enviando la misma reseña con copia a tantos estudios como les es posible), resulta increíble constatar que: Roberto estuvo cambiando de agencia cada dos meses, Juan cada mes y medio, Laura cada cuatro, Miguel cada cinco y la lista continúa. Paralelamente, en un acto de inocencia mezclado con una peligrosa deformación del término «experiencia», esas mismas personas hacen mención de los numerosos proyectos encarados durante esos breves períodos.</p>
<p>Es común leer descripciones como: «en este tiempo (dos o tres meses) desarrollé marcas para diversas empresas, diseño de packaging, armado de originales, diseño de folletería y material POP, dirección y supervisión de diversos proyectos...». Ese tipo de declaraciones es fiel reflejo de una importante confusión, ya que es imposible afirmar que en lapsos temporales tan estrechos pueda desarrollarse seriamente la mayoría de los proyectos mencionados. Lo cierto es que, por lo general, los diseñadores necesitamos años de pruebas, equivocaciones y nuevas pruebas para aprender a desarrollar un envase mínimamente efectivo.</p>
<p>Resulta curioso, por otro lado, que una vez seleccionados y en la mesa de entrevista estos «jóvenes golondrina» hablan de compromiso, esfuerzo de superación, necesidad de aprendizaje, etc., cuando en la práctica su objetivo es otro: sumar una estrella más a su larga lista de establecimientos incursionados. Tras su paso fugaz, argumentos como: «cerré una etapa» (¿?), «ya aprendí suficiente» (cuando la permanencia fue de dos meses), «quiero incursionar otras áreas del diseño», se convierten en un claro reflejo de la extrema ansiedad formativa.</p>
<p>Surge la siguiente pregunta: esta visión de muchos recién graduados, ¿es consecuencia de una nueva cultura que fomenta la inmediatez, la superficialidad y la mediocridad creativa como rasgos valorables? Cuando mi padre me hablaba del empleado histórico, aquel que nacía, se formaba y se jubilaba en la misma empresa, me resultaba ridículo. En ese entonces pensaba, y aún lo sostengo, que la diversidad en su justa medida es enriquecedora, sin embargo hoy en día, estamos presenciando una circunstancia preocupante que es alentada por una visión pasajera y sintética de la realidad.</p>
<p>Muchos jóvenes con los que he intercambiado opiniones sobre este tema expresan que se «picotea» un poco en cada lado, porque de esa manera su experiencia es más variada y su conocimiento más completo. Considero que en esa concepción de la realidad se encuentra el centro de la problemática. Frente a ella debo enfatizar que los cursos express nunca han sido buenos formadores. Aquel que desee ser un verdadero profesional debe sacrificarse, esforzarse, aprender seriamente de aquellos que día a día demuestran una capacidad adquirida a lo largo de los años.</p>
<p>¿Cómo se aprende seriamente? Con la práctica intensiva y duradera. El «observo y me voy» es una práctica para ingenuos y facilistas. Los recién egresados deben entender que el proceso de aprendizaje no es mágico y que deben vivir la experiencia de diseñar una y otra vez. Deben comprender que sólo tras haber enfrentado durante años una problemática proyectual determinada podrán decir, con real conocimiento de causa, que han alcanzado métodos inteligentes que le permitirán resolver con éxito apenas una parte de los desafíos proyectuales venideros.</p>
<p>La intención de estas líneas es alertar sobre esta forma pasatista y vacía de adquirir una pseudo-experiencia que sumerge al novato en una equívoca idea de idoneidad, que redundará en una confusión altamente peligrosa tanto para su capacidad proyectual como para su valoración profesional a largo plazo. Rechazo profundamente a aquellos jóvenes que inscriben orgullosos en sus currículums una trayectoria basada en breves permanencias, cuando éstas son fruto de una inestabilidad buscada y cuya argumentación se sustenta simplemente en la obtención de mayores espacios de experimentación.</p>
<p>Quiénes comienzan su carrera de diseñadores deben comprender que el tiempo de permanencia en un trabajo es muy importante para solidificar en la mente lo que se incorpora el la práctica de cada día. Sería bueno que se recuperara apenas un poco de aquella vieja tradición histórica del trabajo, porque la «práctica constante en un entorno estable» es la única manera de construir una propia experiencia enriquecedora y aplicable a desarrollos exitosos.</p>
<p>Fuente: <a href="http://foroalfa.org/A.php/Disenadores_golondrina/149">Foro Alfa</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lo funcional como categoría estética]]></title>
<link>http://fusiontribal.wordpress.com/?p=716</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 19:53:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>MAS2</dc:creator>
<guid>http://fusiontribal.pt-br.wordpress.com/2008/08/08/lo-funcional-como-categoria-estetica/</guid>
<description><![CDATA[
por Isabel Campi
Sobre la consideración de la belleza de lo práctico en el diseño.
Con éste ens]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://foroalfa.org/autores/176/Isabel_Campi.jpg" alt="Isabel Campi" /><br />
<em><strong>por Isabel Campi</strong></em></p>
<p>Sobre la consideración de la belleza de lo práctico en el diseño.</p>
<p>Con éste ensayo me gustaría ayudar a los diseñadores a comprender que el funcionalismo en el diseño no es una simple valoración positiva de lo práctico, sino que es en realidad una categoría estética.</p>
<p>Como veremos se trata de una teoría muy antigua, cuya evolución Edward Robert de Zurko analizó muy bien en su obra Origins of Functionalist Theory1 (1957). Este autor emprendió la exploración de las teorías funcionalistas a través de las obras literarias de arquitectos, artistas, filósofos y moralistas. Aunque las teorías de Zurko se dirigen a los arquitectos son lo suficientemente abstractas como para poder ser aplicadas al diseño de cualquier objeto que, como los edificios, tenga que compaginar funciones de tipo práctico con funciones de tipo simbólico.</p>
<p><a href="http://foroalfa.org/A.php/Lo_funcional_como_categoria_estetica/150">Leer artículo completo...</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1528 Uruguay, Medias y modas.com, revista digital, 6 de agosto de 2008]]></title>
<link>http://octavioislas.wordpress.com/?p=2532</link>
<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 17:41:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>octavioislas</dc:creator>
<guid>http://octavioislas.pt-br.wordpress.com/2008/08/06/1528-uruguay-medias-y-modascom-revista-digital-6-de-agosto-de-2008/</guid>
<description><![CDATA[









Â© Copyright [        mediasymodas.com - 2008 ]
Revista digital de actualizaciÃ³n sema]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="750" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://www.mediasymodas.com/" target="_blank"><img src="http://www.mediasymodas.com/TARJETAS/cabezal.gif" border="0" alt="" width="750" height="100" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.mediasymodas.com/" target="_blank"><img src="http://www.mediasymodas.com/TARJETAS/tarjeta_050.jpg" border="0" alt="" width="750" height="377" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#732179">
<p align="center"><span>Â© Copyright [        <a href="http://mediasymodas.com/" target="_blank">mediasymodas.com</a> - 2008 ]<br />
Revista digital de actualizaciÃ³n semanal,        con los derechos exclusivos de informaciÃ³n del Observatorio de Medios del        Claeh.</span></p>
<p align="center">DirecciÃ³n general: Esteban        Perroni &#124; DirecciÃ³n comercial: Alejandro OtazÃº<br />
DiseÃ±o y producciÃ³n:        MarÃ­a FernÃ¡ndez &#124; Caricatura: maria &#124; Colaboradores: Leonardo        Aguirre Di Matteo        (Arte)<br />
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::        <a href="mailto:info@mediasymodas.com" target="_blank">info@mediasymodas.com</a> ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::</p>
<p align="center">Este sitio esta optimizado        para ser visualizado en Firefox, Opera, IE  7</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Retórica visual, retórica virtual]]></title>
<link>http://fusiontribal.wordpress.com/?p=635</link>
<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 23:06:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>MAS2</dc:creator>
<guid>http://fusiontribal.pt-br.wordpress.com/2008/07/31/retorica-visual-retorica-virtual/</guid>
<description><![CDATA[
por Lucas López
Verdad de Perogrullo, los distintos mecanismos de persuasión de la retórica enri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://foroalfa.org/autores/176/Lucas_Lopez.jpg" alt="" width="176" height="176" /></p>
<p><em><strong>por Lucas López</strong></em></p>
<p><strong>Verdad de Perogrullo, los distintos mecanismos de persuasión de la retórica enriquecen la comunicación visual.</strong></p>
<p>Objeto de estudio de lingüistas como Roland Barthes, Tzvetan Todorov, Jacques Durand, Roman Jakobson, Jean Cohen y el célebre Grupo µ de Lieja, entre muchos otros, la transposición de figuras retóricas aplicada al proceso creativo, en tanto consciente o intuitiva, merece una puesta al día dada su riqueza aún en ciernes. En efecto, en el ámbito de la virtualidad hay infinitos aspectos de retórica de la imagen en muchas de sus manifestaciones que merecen la pena contemplarse y que ponen en tela de juicio todo vestigio de anacronismo. La retórica virtual del hipertexto, los portales de internet, Second Life, los dialog-box, los emoticons, las video conferencias, el spam, la guerra vista a través de internet, los hackers, el racismo y un largo etcétera, sirven de arena para un relevamiento que adquiere una dimensión inalcanzable.</p>
<p>Apocalípticos e integrados como Humberto Eco, Derrick de Kerkhove, Nicholas Negroponte, Philippe Quéau, Jacques Attali y Lev Manovich legan un corpus teórico que enriquece el fenómeno aunque no lo abarcan en su totalidad. En el extenso artículo «De Borges al HTML» —título de por sí elíptico— acerca de la sociedad y los nuevos medios tecnológicos, Manovich asocia la rutina de la actual sociedad en interacción absoluta con la computadora, donde las técnicas interactivas de comunicación adquieren status a partir de los nuevos medios en la era de la información.</p>
<p><a title="Foro Alfa" href="http://foroalfa.org/A.php/Retorica_visual__retorica_virtual/148">Leer artículo completo...</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Turning the Pages | Biblioteca Británica]]></title>
<link>http://fusiontribal.wordpress.com/?p=613</link>
<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 22:09:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>MAS2</dc:creator>
<guid>http://fusiontribal.pt-br.wordpress.com/2008/07/29/turning-the-pages/</guid>
<description><![CDATA[La Biblioteca Britanica cuenta entre sus servicios con una increible galeria de libros digitalizados]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>La Biblioteca Britanica cuenta entre sus servicios con una increible galeria de libros digitalizados de sus ediciones originales, entre los que podemos encontrar el Diario Musical de Mozart, Alicia en el País de las Maravillas, escrito e ilustrado por Lewis Carroll y Bocetos de Leonardo Davinci.</p>
<p><a href="http://fusiontribal.files.wordpress.com/2008/07/turnthepages_leonardodavinci.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-614" src="http://fusiontribal.wordpress.com/files/2008/07/turnthepages_leonardodavinci.jpg" alt="" width="406" height="282" /></a></p>
<p>La sección se llama <a href="http://www.bl.uk/onlinegallery/ttp/ttpbooks.html">Turning The Pages</a>, necesitaras instalar el conector de Shockwave, vale la pena tomarse un tiempo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Creando una revista fotográfica digital]]></title>
<link>http://ialconblog.wordpress.com/?p=59</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 20:23:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jordi Bernal</dc:creator>
<guid>http://ialconblog.pt-br.wordpress.com/2008/07/15/creando-una-revista-fotografica-digital/</guid>
<description><![CDATA[En oftalmología, la imagen es un recurso imprescindible que tiene la curiosa tendencia a multiplica]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ialconblog.files.wordpress.com/2008/07/issuu.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-63" src="http://ialconblog.wordpress.com/files/2008/07/issuu.jpg?w=180" alt="" width="180" height="56" /></a>En oftalmología, la imagen es un recurso imprescindible que tiene la curiosa tendencia a multiplicarse y hacer de su gestión un pequeño galimatías. Hoy no hablaremos de sistemas de gestión de imágenes (si se considera un tema interesante lo podemos tratar en próximos posts), pero sí de una herramienta que viene a facilitar la publicación en internet de una revista digital en la que la fotografía tenga una presencia fundamental. La mayoría de sistemas para gestionar y compartir imágenes desde internet tienen una presentación y un modo de funcionamiento pragmáticos y tendentes al minimalismo. En cambio, <a href="http://issuu.com/" target="_blank">Issuu </a>intenta reproducir en la pantalla una de las sensaciones que más asociamos con las revistas, la de pasar hojas, haciendo que la experiencia sea más cercana a la que tenemos en el mundo físico.</p>
<p>Con <a href="http://issuu.com/" target="_blank">Issuu </a>se pueden publicar contenidos y compartirlos,como en otros servicios, de manera pública o privada con diferentes usuarios. Además, la revista digital creada por un usuario se puede incrustar en cualquier otra web suya, como por ejemplo un blog o la web de una clínica. En el momento de redactar esta entrada no he visto en el sitio web de <a href="http://issuu.com/" target="_blank">Issuu </a>muchos ejemplos de revistas sobre temas médicos. Será interesante comprobar si este dato cambia con el tiempo</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Puro diseño]]></title>
<link>http://fusiontribal.wordpress.com/?p=453</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 14:05:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>MAS2</dc:creator>
<guid>http://fusiontribal.pt-br.wordpress.com/2008/07/15/puro-diseno/</guid>
<description><![CDATA[
por Andrés Muglia
Cuando el diseño se interpone entre nosotros y la felicidad.
Los mass media, la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://foroalfa.org/autores/176/Andres_Muglia.jpg" alt="Andrés Muglia" /></p>
<p>por Andrés Muglia</p>
<p><strong>Cuando el diseño se interpone entre nosotros y la felicidad.</strong></p>
<p>Los mass media, las revistas de toda índole y dirigidas a los más diversos públicos, el cine, el video, Internet; se ven inmersos, atravesados, por medio de esa influencia tan poderosa en el diseño contemporáneo como es la moda, de una serie de significantes carentes de mensaje (y por tanto intercambiables y renovables) que configuran, en un horizonte sobreabundante en formas, las imágenes siempre seductoras del diseño posmoderno. Estamos viviendo a pleno el diseño posmoderno, de eso ya no caben dudas. La silueta de este diseño actual, sus formas y sus concepciones no siempre comprometidas, como antaño, con la «función», invitan a veces, como los ritmos hipnóticos y pegadizos del corso, a que uno mueva el pie al ritmo que le dicta estos comparsas prestidigitadores de lo visual.</p>
<p>Sin embargo, y a pesar de que en algunas ocasiones uno se deja llevar de forma hedonista (a todos nos gusta gozar) por esta explosión visual detrás de la que a veces no existe mayor: contenido, pensamiento, teoría; y que de algún modo se relaciona con la plástica, detrás de la que sí (no siempre) encontramos contenido, pensamiento, teoría. A pesar de esto y de ya nuestras mentes estar adaptadas (bombardeo mediático-visual mediante) a decodificar mensajes plagados de interferencias de toda índole; a veces, algunas veces, muchas veces, extrañamos no ya un rigor (que suena a botas lustradas, a reglas y a enemas) sino un resabio raquítico de, por llamarlo de alguna manera lo suficientemente polisémica (¡!), sentido común.</p>
<p>La moderna tecnología ha posibilitado (bomba de agua mediante) que nuestras duchas no carezcan, como las de nuestra infancia que dependían de la presión de la red comunitaria, de la potencia que hace de una mera lluvia artificial un antídoto contra los males del alma. Hoy giramos la fría llave y disfrutamos de un chorro de agua vehemente, viril, relajante y reparador. Si es invierno, éste se verá acompañado de la consecuente nube de vapor, que dará a esta escena plagada de los escalofríos de un cuerpo sometido a un cambio abrupto de temperatura, ribetes oníricos. En medio de esta tempestad de placer, de este agua que se filtra secreta e irreverente por nuestros recodos más íntimos y recónditos, deberemos, una vez superado el primer momento de retozar puro debajo del agua, acicalarnos.</p>
<p>Aquí y más que nunca, aunque inesperadamente tal vez (sobre todo para el lector) se presenta un repetido inconveniente de diseño. El buen cristiano, el hombre de juicio, comienza a bañarse por la cabeza; esto es un axioma que subvertido pone en riesgo, estamos casi seguros de ello (de ser ciertas las teorías holísticas), el equilibrio todo del universo. Buscaremos entre la bruma el preciado shampoo que nos ayude a este menester y aquí, en este medio húmedo y vaporoso que conspira contra  nuestra mirada, nos encontraremos ante la visión de dos gemelos envases, que como siameses idénticos e inquietantes esperan nuestra decisión. No hay pistas que nos delaten cuál es el shampoo y cuál la crema de enjuague. Para colmo nuestra amante esposa, mareada tal vez por las insistentes pantallas que en las góndolas del supermarket le insisten que compre tal o cual cosa, decide predeciblemente comprar el combo que garantiza un «tratamiento» completo a base de nuez de cajú y que promete además revitalizar nuestro cuero cabelludo y quizás, en una velada alusión, aumentar nuestra libido.</p>
<p>Un eterno segundo de espera, que recuerda a cowboys con las piernas separadas y las manos en la empuñadura de los revólveres en los dos extremos opuestos de la calle principal de un pueblo olvidado (una mata de pasto pasa rodando entre ellos), se solidifica entre nosotros y estos dos envases gemelos. Los estudiamos, conscientes de que la energía que gastemos en levantar el equivocado no volverá jamás, y que asesinaremos así un preciado segundo de nuestras vidas en tamaña nimiedad; pero los envases nada nos dicen, porfiados en su mutismo. Dos idénticas e inalcanzables morochas nos miran sonrientes y letales como Judith. Sobre ellas letras rojas y doradas sobre fondo turquesa nos aseguran que este brebaje nos dará los rulos más rotundos y brillantes de la historia de la humanidad. Más abajo la representación de cierta raíz oriental que recuerda a la germinación del poroto entre dos algodones húmedos, rechaza nuevamente nuestra mirada. Miles de firuletes multicolores y letritas que nada aclaran eluden nuevamente lo que buscamos.</p>
<p>Lo sé, estoy perdido de antemano, las cartas están ya echadas. Sé que el diseñador colocó lo más importante de los dos envases (la indicación de si se trata de shampoo o crema de enjuague), en letra demi de cuerpo ocho color celeste oscuro sobre fondo azul claro. Sé que nunca podré diferenciar los dos envases. Me remito al azar, extiendo la mano, resignado. Murphy tenía toda la razón, escojo el equivocado.</p>
<p>Como renegando de la férrea mano del destino y sus tragos amargos, dejando de lado cientos de años de ascendientes que llenan mi genealogía y que jamás condescendieron a utilizar en sus recios y pardos cabellos un cosmético tan femenino como de difusos cometidos; me lavo la cabeza con crema de enjuague; tendré el pelo sucio pero la conciencia tranquila. Gracias señor diseñador. Gracias por las letritas chiquititititititititititititititas.</p>
<p>Estas y otras escenas repetidas de la vida diaria nos dan la pauta de que en el diseño no está, ni mucho menos, todo sabido. Que a veces, profesionales e idóneos (los dos por igual) se dejan llevar por quién sabe qué ideas seductoras ¿publicitarias? ¿efectistas? dejando de lado la más pura lógica (la más esencial) (la que no necesita de grandes teorías ni profundas consideraciones) la del sentido común. Mientras esto ocurra podremos seguir remando por lo que consideramos correcto sin temor a pensar que hay cosas ya sabidas (así sean las más esenciales) en el diseño visual, y que nuestro esfuerzo es vano. A ver muchachos si ponemos un poco más de coco y menos de firuletes (¡condescendiente!). Sin llegar al frío racionalismo (100% coco), ni al sensual posmodernismo (100% firulete). El que logre la síntesis se lleva la palma. Seguimos esperando.</p>
<p>Fuente: <a href="http://foroalfa.org/A.php/Puro_diseno/147">Foro Alfa</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los 50 grandes personajes del comic]]></title>
<link>http://fusiontribal.wordpress.com/?p=436</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 14:00:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>MAS2</dc:creator>
<guid>http://fusiontribal.pt-br.wordpress.com/2008/07/14/los-50-grandes-personajes-del-comic/</guid>
<description><![CDATA[

Ver la lista completa
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://fusiontribal.wordpress.com/files/2008/07/50greatestcomicbookcharacters.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-437" src="http://fusiontribal.wordpress.com/files/2008/07/50greatestcomicbookcharacters.jpg" alt="" width="397" height="79" /></a></p>
<p><a href="http://fusiontribal.files.wordpress.com/2008/07/50g-comic-characters.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-438" src="http://fusiontribal.wordpress.com/files/2008/07/50g-comic-characters.jpg" alt="" width="455" height="363" /></a></p>
<p><a href="http://www.empireonline.com/50greatestcomiccharacters/">Ver la lista completa</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1325 Uruguay, Medias y modas.com, revista digital]]></title>
<link>http://octavioislas.wordpress.com/?p=1954</link>
<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 18:01:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>octavioislas</dc:creator>
<guid>http://octavioislas.pt-br.wordpress.com/2008/06/30/1325-uruguay-medias-y-modascom-revista-digital/</guid>
<description><![CDATA[ 
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mediasymodas.com/" target="_blank"><img src="http://www.mediasymodas.com/TARJETAS/cabezal.gif" border="0" alt="" width="750" height="100" /></a> <a href="http://www.mediasymodas.com/" target="_blank"><img src="http://www.mediasymodas.com/TARJETAS/tarjeta_002.jpg" alt="" width="750" height="377" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El diseño en la sociedad del espectáculo]]></title>
<link>http://fusiontribal.wordpress.com/?p=341</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 17:29:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>MAS2</dc:creator>
<guid>http://fusiontribal.pt-br.wordpress.com/2008/06/24/el-diseno-en-la-sociedad-del-espectaculo/</guid>
<description><![CDATA[
 por André Ricard
El diseño debe modificar su imagen frívola y lúdica, por la de una disciplina]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.foroalfa.com/autores/176/Andre_Ricard_2.jpg" alt="Andre Ricard" /></p>
<p><em><strong> por <a title="Andre Ricard" href="http://www.foroalfa.com/Au.php/Ricard/11">André Ricard</a></strong></em></p>
<p><strong>El diseño debe modificar su imagen frívola y lúdica, por la de una disciplina útil al desarrollo y al progreso.</strong></p>
<p>El mundo occidental es una sociedad que reclama emociones fuertes, en la que los pequeños placeres ya resultan demasiado pequeños. Una sociedad de gente sin grandes problemas, que se aburre. Gente a la que hay que estar sorprendiendo para distraerla. Mirones pasivos que piden que se les ofrezca cada día algo nuevo, distinto, insólito: auténticos consumidores de noticias impactantes, de escándalos y desastres.</p>
<p>Gracias a la inmediata interrelación informativa entre pueblos y culturas, por muy distantes que estos sean, hoy es el mundo el territorio en que hallar temas. Ya nada nos es ajeno, en cualquier momento sabemos lo que pasa en cualquier otro lugar. Esta información globalizada facilita tal aluvión de noticias, que siempre habrá algo sensacional a mano que reclame nuestra atención. De tal suerte que lo sensacional se ha vuelto la norma y lo normal ya no interesa. En cada momento habrá un scoop que los medios de comunicación, interesados en retener audiencia, se ocuparan en difundir.</p>
<p>Creemos saber más sobre más cosas. Sin embargo, ese saber es tan superficial y efímero —tal es la inflación de noticias— que es imposible interesarse por algo en particular. A menudo, un acontecimiento importante es percibido como un simple titular, sin adentrarnos en detalles. Siempre hay algo que está a punto de suceder que sustituirá a lo que acaba de ocurrir. Este modo de atender livianamente cualquier tema —a veces muy serios y graves— nos ha llevado a mirar la vida, los acontecimientos, como parte de un espectáculo del que somos meros espectadores. Ya no nos sentimos implicados en lo que está ocurriendo. Hubo un tiempo en que podíamos sentirnos partícipes de lo que acontecía en nuestra propia «aldea». Las noticias eran menores en número y el área informativa que cubrían no daba para más. Entonces no era posible la indiferencia. Eran noticias próximas, en todo su significado. Había tiempo para atenderlas y para reaccionar ante pequeños acontecimientos, entraba entonces en juego el lado afectivo de nuestra naturaleza. Esto ha cambiado. En la misma medida en que se ha ido agrandando el horizonte de nuestro mundo, también nos hemos ido distanciando emocionalmente de lo que en él ocurre. Se han ido estructurando comportamientos individuales o colectivos adaptados a este estado de cosas.</p>
<p>En esta sociedad que prima los impactos fuertes, quienes quieren ser invitados al banquete informativo han de asumir las reglas del sistema llamando la atención a toda costa para así llegar a ser noticia. Hoy todo es noticiable, no solo las personas, sino también las cosas, los objetos. Hoy lo nuevo no es que una obra sea noticia. Lo que si lo es, es que lo sea por su descaro y no por su calidad. Vemos como lo que se expone en primera línea de exposiciones y publicaciones son obras que destacan por ser aun más bizarras que las que hasta entonces nos habían mostrado. Es como si lo que buscaran sus autores fuera superar en desvarío a todo lo precedente.</p>
<p>Es cierto que siempre han habido creativos que se desmadran por su cuenta y riesgo. Lo nuevo es que son los propios medios de comunicación los que los estimulan y nodrizan. Y es que en una sociedad tan ávida de espectáculo sólo es mostrando lo más sorprendente que se logra captar audiencia. Así se ensalzan obras estrafalarias al límite de la sensatez. Y es que existe un perfecta simbiosis entre aquellos que apuestan por la osadía y los medios en busca de lo más osado. Un sistema que se auto-alimenta con unos diseños que el propio sistema ha engendrado.</p>
<p>Estando así las cosas no es de extrañar que el público (y también las empresas) vean el diseño como algo frívolo, lúdico. No es pues este el camino para que el diseño ocupe el papel creativo ponderado que le corresponde. Creo que se ha cumplido una etapa, necesaria quizás, pues ese tirón mediático ha permitido que se sepa que el diseño existe. Pero es hora de cambiar de rumbo. Hemos de lograr ahora que el diseño sea visto como una disciplina mas entre las que la sociedad dispone para desarrollarse y progresar. Para ello el diseño ha de interesarse por algo mas que por sillas y lámparas de las que ya existe un repertorio harto suficiente. Debiera ahora centrarse en atender a esos otros productos menos vistosos pero básicos que una mayoría utiliza a diario. Las instituciones han de fomentar para que el buen diseño llegue a estos otros productos populares que no sólo mejoran la calidad de vida colectiva, sino que son, finalmente, los que impulsan la economía de un país. Una economía que no vive del espectáculo mediático de unos cuantos diseños bandera sino de la excelente calidad de su producción industrial de base.</p>
<p>Fuente: <a title="Foro Alfa" href="http://www.foroalfa.com/A.php/El_diseno_en_la_sociedad_del_espectaculo/140">Foro Alfa</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1288 Medias y modas.com, revista digital, 22 de junio de 2008]]></title>
<link>http://octavioislas.wordpress.com/?p=1674</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 16:20:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>octavioislas</dc:creator>
<guid>http://octavioislas.pt-br.wordpress.com/2008/06/24/1288-medias-y-modascom-revista-digital-22-de-junio-de-2008/</guid>
<description><![CDATA[










Â© Copyright [        mediasymodas.com - 2008 ]
Revista digital de actualizaciÃ³n sem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="750" align="center">
<tbody>
<tr>
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</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.mediasymodas.com/" target="_blank"><img src="http://www.mediasymodas.com/TARJETAS/tarjeta_002.jpg" alt="" width="750" height="377" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#732179">
<p align="center">
<span>Â© Copyright [        <a href="http://mediasymodas.com/" target="_blank">mediasymodas.com</a> - 2008 ]<br />
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</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El séptimo mandamiento]]></title>
<link>http://fusiontribal.wordpress.com/?p=337</link>
<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 14:47:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>MAS2</dc:creator>
<guid>http://fusiontribal.pt-br.wordpress.com/2008/06/20/septimo-mandamiento/</guid>
<description><![CDATA[
por Erik Spiekermann
El homenaje, el robo y el hurto de autoría, tienen fronteras desdibujadas en ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.foroalfa.com/autores/176/Erik_Spiekermann.jpg" alt="Erik Spiekermann" /></p>
<p><strong><em>por Erik Spiekermann</em></strong></p>
<p><strong>El homenaje, el robo y el hurto de autoría, tienen fronteras desdibujadas en la práctica del diseño.</strong></p>
<p>Recientemente entraron ladrones dos veces en nuestra oficina. Sorpresivamente, no se robaron nada, al menos nada que pudiéramos notar. No tenemos idea de si se llevaron secretamente algún dato del servidor o si copiaron ideas de los informes y notas pegadas en las paredes. Pero si fuera el caso, ¿cómo medir esa clase de daño para informar a la compañía de seguros?</p>
<p>Puede resultar halagador toparse proyectos de diseño que ha sido influenciados por el propio trabajo. El problema es que hay una línea muy delgada en nuestra actividad entre copiar, adaptar, imitar, o solamente inspirarse. Y, admitámoslo: es raro que un proyecto requiera de una invención, porque la mayoría de los clientes se sienten más cómodos con algo ya probado.</p>
<p>En ocasiones los ladrones se entregan a si mismos sin darse cuenta. He visto montones de portfolios en los que alguien se atribuye la autoría sin justificación. Los grandes proyectos siempre implican a más de un diseñador. Muchas veces se ve involucrados otros participantes, sean programadores, tipógrafos, administradores de proyectos o colaboradores de todo tipo. Y todos ellos pueden atribuirse una parte del proyecto. Pero eso no significa cada uno de ellos solos sea «el diseñador».</p>
<p>Cuando muestro un proyecto hablo de «nosotros». Y me siento orgulloso al escuchar a alguien referirse al trabajo que hicimos juntos, en la medida en que lo que digan sea verdad. Debería ser tan sencillo como: mostrar el proyecto, explicar cuál fue tu trabajo y dar crédito a la agencia o estudio para el que trabajabas en ese momento, sea como empleado o en forma freelance. No hay que olvidar que los clientes potenciales y los empleadores saben que es muy fácil copiar y pegar un portfolio completo.</p>
<p>Lo que más me sorprende es la estupidez: me han mostrado proyectos en los que yo trabajé y ellos no, y me han mostrado trabajos que incluyen versiones de fuentes tipográficas que jamás estuvieron a la venta. Y aunque no me envíen los portfolios directamente a mi, de todos modos los veo al evaluar concursos o al visitar estudios amigos. Este es un negocio pequeño. Y hablamos sobre los postulantes a puestos laborales.</p>
<p>Atribuirse el trabajo de otro no es picardía sino hurto. Y no ser claro respecto a la autoría exacta en forma deliberada, no es modestia sino deshonestidad. Lo que hacemos es propiedad intelectual. Y quitarle éso a un diseñador no es un halago por imitación sino un crimen.</p>
<p>Fuente: <a href="http://www.foroalfa.com/A.php/El_septimo_mandamiento/144">Foro Alfa</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El diseño gráfico en su techo de calidad]]></title>
<link>http://fusiontribal.wordpress.com/?p=238</link>
<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 14:47:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>MAS2</dc:creator>
<guid>http://fusiontribal.pt-br.wordpress.com/2008/06/10/el-diseno-grafico-en-su-techo-de-calidad/</guid>
<description><![CDATA[
por Raúl Belluccia
Una reflexión sobre la existencia de ejemplos de alta calidad en todo tipo de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.foroalfa.com/autores/176/Raul_Belluccia.jpg" alt="" width="176" height="176" /></p>
<p><em>por Raúl Belluccia</em></p>
<p><strong>Una reflexión sobre la existencia de ejemplos de alta calidad en todo tipo de mensaje diseñado, y la dificultad de superarlos.</strong></p>
<p>Ya se han diseñado mensajes de todo tipo</p>
<p>Los diseñadores gráficos son, y han sido, convocados por comitentes de toda clase y tamaño para que les diseñen una cantidad vastísima y muy variada de mensajes. Hacer la lista completa de los casos de diseño gráfico realizados hasta el presente sería una tarea gigante (e inútil).</p>
<p>Pero, aunque el número de mensajes diseñados es enorme, puede hacerse una clasificación en grandes grupos según sea su soporte o tipo de pieza (afiche, página web, revista, libro, señal vial, folleto, logotipo, tarjeta personal, planilla, mapas, envases, etc.).</p>
<p>Y dentro de esas grandes divisiones es posible identificar subtipos o subgrupos bastante estables y conocidos por su contenido, estilo o finalidad entre otras características: libro infantil, libro de arte, enciclopedia; afiche de denuncia social, afiche de cine, afiche de propaganda electoral; envase de productos tóxicos, envase de golosinas, envase de perfumes; página web de empresa industrial, página web de periódicos; folleto institucional de empresa, folleto promocional de producto, folleto de educación pública, etc. etc. etc.</p>
<p>Después de sus más de cien años de historia, el diseño gráfico ha sido requerido para participar en la programación y definición formal de todos los tipos de mensajes sociales que lo han necesitado para mejorar su rendimiento (el rendimiento de los mensajes). Debe aclararse que no todos los mensajes que circulan socialmente requieren de la intervención de los diseñadores, pero esto es harina de otro costal.</p>
<p>Es decir que hoy en día no se puede encontrar un pedido o encargo de diseño totalmente novedoso, que no tenga antecedentes similares diseñados con anterioridad; ya nadie diseña por primera vez un tipo o clase de mensaje.<br />
<a title="Foro Alfa" href="http://www.foroalfa.com/A.php/El_diseno_grafico_en_su_techo_de_calidad/137">Leer resto del artículo...</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[links recientes - sempreallegro.org]]></title>
<link>http://administracioncultural.wordpress.com/?p=46</link>
<pubDate>Sun, 08 Jun 2008 21:14:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>la madrina</dc:creator>
<guid>http://administracioncultural.pt-br.wordpress.com/2008/06/08/links-recientes-sempreallegroorg/</guid>
<description><![CDATA[Concursos &amp; Competencias Musicales




Concurso de Composición Musical para la Primera Infancia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Concursos &#38; Competencias Musicales</strong></p>
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<p><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/extcal/event.php?event=128">Concurso de Composición Musical para la Primera Infancia 2008 (Chile) </a><strong>1.1 PRESENTACIÓN.</strong> El Consejo Nacional de la Cultura y las Artes, en adelante “el CNCA”, a través del Consejo de Fomento de la Música Nacional, en conjunto con el Ministerio de Planificación y con el patrocinio de el Fondo de las Naciones Unidas para la Infancia UNICEF, convocan a participar en el Concurso de Composición Musical para la Primera Infancia en el marco del Sistema de Protección Integral a la Infancia Chile Crece Contigo. <strong>Cierre: 13 de junio 2008</strong></div>
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<p><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/extcal/event.php?event=107">1º Concurso Nacional de Dirección Orquestal 2008. (Chile) </a>I. PARTICIPANTES: El concurso está abierto a músicos chilenos y extranjeros (residentes por más de dos años en Chile) sin límite de edad, divididos en 2 niveles según repertorio.<strong> IV. REGLAMENTO: </strong>Artículo 1. El Concurso está abierto a músicos chilenos y extranjeros (residentes por más de 2 años en Chile). Artículo 2. El jurado lo integrarán directores de orquestas e intérpretes del medio nacional. Artículo 3. Un reglamento interno regirá las actuaciones del jurado y será explicado a los concursantes al momento de iniciarse el certamen. Las calificaciones del jurado serán secretas. Las decisiones del jurado serán inapelables. Artículo 4. Los ganadores tendrán la obligación de participar en conciertos de premiación si así les fuere solicitado y se entiende que renuncian a los derechos de grabación y difusión del mismo. <strong>Cierre de inscripción: 30 de junio 2008 a las 18hs.</strong></div>
</div>
</li>
<li><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/extcal/event.php?event=133">2º Concurso para Jóvenes Directores de Orquesta - Orquesta de Córdoba (España)</a> La Orquesta de Córdoba convoca el 2º Concurso para Jóvenes Directores de Orquesta, a celebrar entre los días 25 y 28 de agosto de 2008. 1.- REQUISITOS PARA LOS PARTICIPANTES. 1.1.- El concurso está abierto a todos los directores de orquesta nacidos a partir de 1970. <strong>Cierre de inscripción: 20 de julio 2008</strong></li>
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<p><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/extcal/event.php?event=116">Premio Leonor Hirsch - Obra mixta musical electroacústica y visual. Inscripción hasta: 1.07.2008 (Argentina) </a><span class="style15">1° - El Premio “Leonor Hirsch” (“el Premio”) tiene por objeto promover en el mundo la creación artística de vanguardia utilizando música e imagen. El Premio será otorgado a la mejor obra mixta, compuesta de una parte musical electroacústica y una componente visual basada en video digital. Opcionalmente se podrán agregar instrumentos acústicos dentro del marco estipulado en estas bases. 2° - El Premio será indivisible y adjudicado por un Jurado internacional, que seleccionará entre las tres obras semifinalistas, la adjudicataria del premio. La decisión final del Jurado será anunciada en ocasión de un Concierto de Cierre del Concurso (“el Concierto”). Solamente el primer premio consistirá en la suma de U$S10.000 (Diez Mil Dólares) y la ejecución en concierto de la obra. En cuanto a las restantes obras seleccionadas recibirán menciones de honor y se ejecutarán en el Concierto público. <strong>Cierre: 1 de julio de 2008</strong></span></div>
</div>
</li>
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<p><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/extcal/event.php?event=127">XVIII concurso internacional de piano de ibiza 2008 (España) </a>tendrá lugar del 1 al 7 de septiembre de 2008 en el Centro Cultural de San Carlos, Ibiza, España. los participantes se presentarán el día 1 a las 17'00 horas. participantes podrán participar todos los pianistas, sin limitación de nacionalidad ni residencia, nacidos a partir del 1 de enero de 1978 inclusive. los pianistas juveniles serán los nacidos a partir del 1 de enero de 1992 inclusive.<strong> Cierre de inscripción: 20 de julio 2008.</strong></div>
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<p><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/extcal/event.php?event=103">Premio Estímulo Dr. Bonifacio del Carril 2008 (Argentina)</a><span class="style15"> Art. 1º - La Academia Nacional de Bellas Artes otorgará en 2008 el Premio Estímulo Dr. Bonifacio del Carril a una obra de Música de Cámara, para un conjunto compuesto de tres o más instrumentos y hasta un máximo de seis instrumentos (y el mismo número de ejecutantes) elegibles entre los siguientes: Flauta (con piccolo y flauta en sol), Clarinete (con clarinete bajo), Violín, Viola, Violoncello, Piano. Art. 2º - El Premio será dedicado a la memoria del Maestro Jacobo Ficher. Consistirá en la suma de $ 8.000, diploma de honor y la ejecución pública de la obra. Será indivisible y podrá ser declarado desierto. El Jurado podrá otorgar dos menciones si lo considera adecuado. <strong>Cierre de inscripción: 29 de agosto 2008</strong></span></div>
</div>
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<div><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/extcal/event.php?event=108">2º Concurso Nacional de Violoncello 2008. (Chile) </a><strong>I. PARTICIPANTES:</strong> El concurso está abierto a músicos chilenos y extranjeros (residentes por más de 2 años en Chile) que realicen sus estudios en el país, hasta 25 años de edad (cumplidos al 8 de noviembre de 2008)<strong> 1º Nivel:</strong> Hasta 15 años (cumplidos al 8 de noviembre de 2008) <strong>2º Nivel: </strong>Hasta 18 años (cumplidos al 8 de noviembre de 2008) <strong>3º Nivel:</strong> Hasta 22 años (cumplidos al 8 de noviembre de 2008) <strong>4º Nivel:</strong> Hasta 25 años (cumplidos al 8 de noviembre de 2008).<strong> Cierre de inscripción: 5 de septiembre 2008.</strong></div>
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<div><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/extcal/event.php?event=139">I Concurso Internacional de Creación musical y VideoArt. Inscripción hasta: 31/10/1008 (Andorra)</a> En el marco de la 1ª edición de las Jornadas InNova Música y con motivo de fomentar la creatividad y la innovación musical, se convoca el I Concurso Internacional de Creación musical y VideoArt con la colaboración del Gobierno de Andorra, del Comú d'Andorra la Vella, Andbanc y Grans Magatzems Pyrénées. 1. La convocatoria es abierta tanto a músicos amateurs como profesionales sin ninguna restricción de edad ni nacionalidad. 2. Todas las obras enviadas al concurso tienen que ser originales sin haber sido editadas o publicadas. 3. El objeto del concurso, en todas las categorías, es la creación de obras que destaquen por su originalidad e innovación musical. El jurado valorará especialmente dichos criterios. <strong>4. El concurso consta de 3 categorías: </strong>Categoría A: Música moderna. Categoría B: Música Académica (Culta o clásica). Categoría C: VideoArt musical. <strong>Cierre: 31 de octubre 2008.</strong></div>
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</ul>
<p><strong>Audiciones &#38; Convocatorias</strong></p>
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<div><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/extcal/event.php?event=135">La Orquesta Sinfónica Provincial de Rosario convoca a: audición para establecer un escalafón para cubrir eventuales reemplazos, interinatos y refuerzos en la fila de Trompetas, tanto de Solista como de Fila (Argentina)</a> , desde el 24 de junio por tiempo indeterminado. El resultado de la audición servirá también para establecer un escalafón para cubrir eventuales Interinatos y/o Refuerzos. <strong>Audición: 10 de junio 2008 a las 13.30hs.</strong></div>
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<p><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/extcal/event.php?event=129">Orquesta de Cámara de la Ciudad de Buenos Aires (Argentina)</a><span class="style15"> La Subsecretaría de Gestión Cultural del Ministerio de Cultura porteño llama a audiciones para cubrir los cargos, en todas las especialidades instrumentales, con el objetivo de conformar la Orquesta de Cámara de la Ciudad de Buenos Aires. Las vacantes a cubrir son: 9 Primeros Violines, 7 Segundos Violines, 6 Violas, 6 Violoncellos, 4 Contrabajos, 2 Flautas, 1 Picolo, 3 Oboes, 3 Clarinetes, 2 Fagotes, 4 Cornos, 4 Trompetas, 3 Trombones, 1 Tuba, 4 Percusionistas y 2 Pianistas (para conformar los distintos grupos de cámara). <strong>Inscripción hasta: 12 de mayo 2008.</strong></span></div>
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<p align="justify"><span class="style15"><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/extcal/event.php?event=136">Audición para ingresar al Coro de Niños y al Grupo de Iniciación al Canto Coral del Teatro Argentino de La Plata (Argentina)</a>. Del 20 de mayo al 11 de junio estará abierta la inscripción para participar de la audición pública y abierta destinada a niños de ambos sexos, de entre 5 y 12 años de edad, que quieran integrar el Coro de Niños o el grupo de Iniciación al Canto Coral del Teatro Argentino de La Plata. La prueba se llevará a cabo el sábado 14 de junio, a las 10.30, y consistirá en la interpretación de una canción a elección del postulante, vocalización y juegos vocales de independencia y memoria musicales. Los aspirantes a sumarse al grupo de Iniciación al Canto Coral deben tener entre 5 y 7 años de edad y los interesados en integrar el Coro de Niños, entre 7 y 12 años. En ambos casos deben traer preparada una canción, de libre elección. <strong>Audición: 14 de junio 2008 a las 10.30</strong></span>hs.</p>
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<p align="justify"><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/extcal/event.php?event=132">La Orquesta Joven de la Sinfónica de Galicia selecciona alumnos para el curso 2008/2009 (España)</a><span class="style15"> Las bases rigen los criterios para la selección de estudiantes de música aspirantes a ser miembro integrante de la Orquesta Joven de la Sinfónica de Galicia y con objeto de participar en cursos de práctica orquestal. Los aspirantes deberán estar matriculados en algún conservatorio medio y/o superior de Músicxa, haberse graduado en los últimos cuatro años o ser estudiante de alguna escuela de música. Las bases completas de la convocatoria se pueden descargar desde esta misma web. <strong>El plazo para presentación de instancias finaliza el próximo 14 de junio de 2008.</strong></span></p>
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<p class="style15" align="justify"><span class="style15"><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/extcal/event.php?event=134">Audición para cantantes solistas, tesituras de soprano, contralto/mezzo y tenor, para la realización del Oratorio “El Rey David” - Rosario (Argentina)</a> para la realización del Oratorio “El Rey David” de A. Honegger el 4 de Setiembre de 2008 en el Teatro El Círculo, en la ciudad de Rosario. <strong>Audición: 18 de Junio desde las 14:30 hs</strong></span></p>
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<p><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/extcal/event.php?event=137">Audición para VIOLINISTAS - Orquesta Estable del Teatro Argentino de La Plata (Argentina)</a> Hasta el viernes 20 de junio estará abierta la inscripción a una audición para violinistas, destinada a confeccionar un orden de mérito para la eventual cobertura de vacantes transitorias producidas durante esta temporada, en las filas de violines primeros y segundos de la Orquesta Estable del Teatro Argentino de La Plata.<strong> Audición: 25 de junio 2008.</strong></div>
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<p><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/extcal/event.php?event=138">Audiciones para la Real Orquesta Sinfónica de Sevilla (España)</a> <span class="style15">En orden a cubrir vacantes de la REAL ORQUESTA SINFÓNICA DE SEVILLA se convocan las siguientes plazas, según categorías: PRIMERAS PARTES DE VIENTO Y PERCUSIÓN, Fagot 2º / Contrafagot 1 (prueba el 17 de junio de 2008 a las 9:30 h. AYUDA DE SOLISTAS DE CUERDA: Ayuda de Solista de Viola 1 (prueba el 21 de julio de 2008 a las 11:00 h.) SEGUNDAS PARTES: Violín Tutti 1 (prueba el 22 de julio de 2008 a las 9:30 h.)</span></div>
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<p><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/extcal/event.php?event=123">Audiciones Orquesta de Extremadura 2008. Inscripción hasta: 16/07/08 (España)</a> Se convocan 2 plazas con las siguientes características: 1 plaza de VIOLÍN TUTTI y 1 plaza de VIOLA TUTTI. CAPITULO I: DELIMITACIÓN DE LA CONVOCATORIA. El objeto de la presente es la provisión 1. de dos plazas vacantes, una de Violines por excedencia de su titular, y otra de Viola, ambas de la plantilla de la Orquesta de Extremadura que se detallan en esta convocatoria</div>
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</ul>
<p><strong>Enlaces recientes</strong></p>
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<p><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/weblinks/singlelink.php?lid=71">Departamento de Música de la Universidad de Concepción (Chile)</a><span class="style15"> Te invitamos a conocer el Departamento de Música de la Universidad de Concepción, institución con más de cuarenta años de tradición y prestigio sirviendo en la formación de intérpretes, teóricos y educadores de la música. Difusor del arte musical con estándares de excelencia tanto en el escenario regional como nacional.</span></div>
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<li><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/weblinks/singlelink.php?lid=70">Orquesta Sinfónica de Guayaquil OSG (Ecuador)</a></li>
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<div><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/weblinks/singlelink.php?lid=69">Orquesta Filarmónica de Andalucía (España)</a><span class="style15"> Esta temporada ha sido para la OFA la consolidación como orquesta, obteniendo en todas sus actuaciones gran éxito de crítica y público. En la programación de la pasada temporada se han incluido conciertos muy variados como la 9ª Sinfonía de Beethoven, Concierto de Navidad con los Valses y Polkas de Strauss, Las Cuatro Estaciones de Vivaldi, recital lírico de Ópera y Zarzuela. Se han interpretado los oratorios El Messías de Haendel y La Creación de Haydn.</span></div>
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<div><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/weblinks/singlelink.php?lid=68">Orquesta y Coro de la Comunidad de Madrid (España)</a></div>
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<div><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/weblinks/singlelink.php?lid=67">Oviedo Filarmonía (España)</a></div>
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<div><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/weblinks/singlelink.php?lid=72">Orquesta Sinfónica de Navarra (España)</a><span class="style15"> La actual Orquesta Sinfónica de Navarra fue fundada por Pablo Sarasate en el año 1879, lo que hace de ella el conjunto orquestal en activo más antiguo de España.</span></div>
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<div><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/weblinks/visit.php?lid=66">Orquesta Sinfónica de Euskadi (España)</a></div>
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<div><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/weblinks/singlelink.php?lid=65">Orquesta Sinfónica de Madrid (España)</a> <span class="style15">La Orquesta Sinfónica de Madrid es el conjunto orquestal más antiguo de España, el primero que va a cumplir cien años. Fue fundada en 1903 y dio su primer concierto el 7 de febrero de 1904. Además es la heredera de la primera formación orquestal estable que se creó en nuestro país.</span></div>
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<div><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/weblinks/singlelink.php?lid=64">Festival Mozart Caixagalicia a Coruña (España)</a> <span class="style15">Al delinear la programación trienal 2008-2010 para el Festival Mozart de A Coruña he tenido en cuenta la vitalidad de la ópera en el mundo de hoy. Es evidente que el teatro lírico actual se fundamenta en la capacidad de ser teatro, en el sentido más amplio de la palabra, teatro que consiga hablar al público contemporáneo, que sepa, como escribió Monteverdi en el célebre prefacio al VIII Libro de Madrigales, “muovere gli affetti”, conmover, emocionar.</span></div>
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<div><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/weblinks/singlelink.php?lid=63">Orquesta Sinfónica de Galicia (España)</a></div>
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<div><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/weblinks/singlelink.php?lid=62">Philharmonic Orchestra of the Americas (EEUU)</a><span class="style15"> Under the artistic vision of its Music Director Alondra de la Parra, POA embraces the concept of a contemporary ensemble that stresses the importance of high-caliber music from Latin America and the rest of the world. We see ourselves as a laboratory for artistic expression, embracing our responsibility to support promising young performers, composers, instrumentalists, conductors and all kind of diverse artists from Latin America and beyond.</span></div>
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<div><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/weblinks/singlelink.php?lid=61">Academia Nacional de Bellas Artes (Argentina)</a></div>
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<div><a href="http://www.sempreallegro.org/modules/weblinks/singlelink.php?lid=60">The Young Composers’ Forum (Belgium)</a></div>
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<title><![CDATA[Por favor, pirateen mis diseños]]></title>
<link>http://fusiontribal.wordpress.com/?p=305</link>
<pubDate>Sun, 08 Jun 2008 03:23:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>MAS2</dc:creator>
<guid>http://fusiontribal.pt-br.wordpress.com/2008/06/08/por-favor-pirateen-mis-disenos/</guid>
<description><![CDATA[
por Aitor Méndez
Introducción a dos conceptos básicos y fundamentales para comprender por qué e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.foroalfa.com/autores/176/Aitor_Mendez.jpg" alt="" width="176" height="176" /></p>
<p><em>por Aitor Méndez</em></p>
<p><strong>Introducción a dos conceptos básicos y fundamentales para comprender por qué existimos los diseñadores: «economía de la atención» y «economía en tiempo real».</strong><br />
Me gusta muchísimo comprobar que he sido plagiado o copiado, ver cómo las ideas que crecieron en mi cabeza o arraigaron aquí procedentes de vaya usted a saber dónde, saltarinas y juguetonas, van por ahí colonizando otras mentes. Transformándose, mezclándose o simplemente permaneciendo intactas.</p>
<p>Qué simpático este señor, y qué generoso, dirán ustedes. Sin embargo, confío en que al finalizar esta lectura acaben por ver la realidad incuestionable: ni generoso ni simpático. Sólo otro diseñador con el ego más gordo que un globo, aquejado de una suerte de jerarquitis profesional de lo más elitista y, además, preocupado por su negocio como pocos.</p>
<p>Para explicar estos términos tan chocantes debo ponerles en antecedentes con un poquito de perspectiva en dosis moderadas. Espero que no se aburran.</p>
<p><a href="http://www.foroalfa.com/A.php/Por_favor__pirateen_mis_disenos/139">Leer resto del artículo...</a></p>
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