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	<title>review-de-jogos &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "review-de-jogos"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 01:36:29 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Review: Frontlines Fuel of War demo]]></title>
<link>http://gamexperience.wordpress.com/?p=187</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 23:59:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiago</dc:creator>
<guid>http://gamexperience.pt-br.wordpress.com/2008/07/14/review-frontlines-fuel-of-war-demo/</guid>
<description><![CDATA[
REVIEW
Como noticiado aqui mesmo no blog, ontem saiu o demo do Frontlines Fuel of War. Eu havia par]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.xlife.nl/files/Frontlines_Fuel_War_Logo.jpg" alt="" width="328" height="125" /></p>
<h1 style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>REVIEW</strong></span></h1>
<p style="text-align:justify;">Como noticiado aqui mesmo no blog, ontem saiu o demo do Frontlines Fuel of War. Eu havia participado do beta-testing fechado dele, acompanhei parte do progresso do jogo, quando baixei o demo esperava encontrar um jogo otimizado, e melhor do que aquele que eu joguei no beta, mas infelizmente não foi exatamente o que eu vi.</p>
<p style="text-align:justify;">Frontlines veio como promessa de ser o jogo "dominante" no que se refere a multiplayer no Xbox 360. Suportando 64 jogadores, isso somado a quantidade de objetos que podem ser destruídos no jogo, sistema avançado de contra-medidas do jogo e tudo mais.</p>
<p style="text-align:justify;">O resultado dessa ambição: servidores que não conseguiram aguentar tantos jogadores num mesmo servidor, bugs, glitches e outros problemas.</p>
<p style="text-align:justify;">Jogando a versão do computador, não pude deixar de notar que o jogo parecia um daqueles <em>ports </em>feitos de video-games para computador. Porque não houveram grandes melhorias com relação a versão beta e essa demo, que corresponde a versão 1.1.1 do jogo.</p>
<p>Confira o review...</p>
<p><!--more--></p>
<h3>Jogabilidade</h3>
<p style="text-align:justify;">A parte principal do jogo, e onde residem os seus maiores problemas, para o padrão de jogos de FPS para PC, Frontlines tem uma movimentação bastante travada e complicada, é como se você se sentisse preso, você sente que pode fazer mais, mas por mero capricho do jogo você não pode. A movimentação, na parte de andar, é até bem fluída, mas parece que falta algo. Não sei precisar exatamente, mas o jogo é esquisito, você tem uma boa capacidade de corrida no jogo, o sprint é interminável, que dá mais velocidade, mas o jogo não é daquele tipo que você pode bancar o rambo sua melhor chance pra se proteger é se deitar no chão.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://gamexperience.wordpress.com/files/2008/07/43149.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-193" src="http://gamexperience.wordpress.com/files/2008/07/43149.jpg?w=128" alt="" width="128" height="69" /></a>O jogo faz uma mistura esquisita, entre 2 estilos, lento e rápido. Saia correndo pra cima dos seus inimigos e morra, fique parado e atire, você terá que passar um belo tempo gastando balas tentando acertar seus inimigos, já que o sistema de danos do jogo é o mesmo que o do Call of Duty, após tomar alguns tiros, a tela fica avermelhada, e segundos depois você está curado e pronto pra outra. Talvez esta seja uma das coisas chatas do jogo, porque mesmo você atirando antes, o inimigo tem uma boa chance de se virar e atirar em você e acabar te matando, já que no combate corpo-a-corpo, geralmente o mais sortudo, ou o que tiver menos lag, ganha.</p>
<p style="text-align:justify;">Como não consigo falar exatamente o que falta na jogabilidade, vou falar como o jogo é em geral, e a partir daí faça seus próprios critérios.</p>
<h2>Armas</h2>
<p style="text-align:justify;">O sistema de mira e tiro, esse sim, é feito no melhor estilo <em>console</em>, pois conforme você atira a mira abre, então o correto é dar pequenas rajadas, certo? Bom, fazendo isso você espanta seu inimigo e denuncia sua posição a toa, pelo menos é o que acontece na maioria das vezes, principalmente com lag.</p>
<p style="text-align:justify;">A mira, todas são iguais, quando você puxa a mira da arma, outra cruz de mira aparece na tela. As armas possuem 50 tiros em geral, realmente o número é apropriado, pois com menos balas, é muito provável que você não consiga matar seu inimigo, pois ele logo pode fugir, se recuperar e voltar pra briga, novo em folha.</p>
<p style="text-align:justify;">Aí está outro grande problema do jogo, ele <em>mixa</em> a jogabilidade do Battlefield 2 com o Call of Duty 4, o <a href="http://gamexperience.wordpress.com/files/2008/07/43134.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-192" src="http://gamexperience.wordpress.com/files/2008/07/43134.jpg?w=128" alt="" width="128" height="67" /></a>sistema de tiro e danos dos soldados é muito mais parecido com o do Call of Duty 4, mas você pode levar muito mais dano no Frontlines, do que usando aquele <em>perk</em> apelativo do CoD4 que torna você quase indestrutível.</p>
<h2>Veículos</h2>
<p style="text-align:justify;">No combate veículo-veículo não há nada de especial. O que fico realmente mal feito, e faltou ser trabalhado, é a movimentação dos veículos, que deveria ser um dos destaques do jogo, ela é simplesmente horrível. Tanques, jipes e demais blindados, simplesmente demoram a responder aos seus comandos, é travado, e o campo de visão na tela do veículo é outro aspecto negativo do jogo, você não consegue ter noção de onde está o corpo do seu veículo, você apenas vê o canhão, e não há nenhum ícone nada, indicando a posição da torre com relação ao corpo do veículo.</p>
<p style="text-align:justify;">Os veículos ainda por cima são praticamente inúteis no jogo, dificilmente você vê alguém utilizando eles em mapas urbanos, pela facilidade de acertarem mísseis em você sem precisar travar a mira.</p>
<p style="text-align:justify;">Por outro lado, na questão veículos x infantaria, há bastante balanço, mas os veículos tendem a perder a luta quase sempre se houver a presença de anti-tanques na área.</p>
<p style="text-align:justify;">Já nos mapas mais abertos, no caso <em>Oilfields</em>, os veículos desempenham um papel muito mais importante, <a href="http://gamexperience.wordpress.com/files/2008/07/43133.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-191" src="http://gamexperience.wordpress.com/files/2008/07/43133.jpg?w=128" alt="" width="128" height="76" /></a>relamente, mas a questão é que nesses mapas os veículos parecem ser apenas mais uma coisa no jogo, mas parecem não ter utilidade no final das contas. É extremamente fácil acertar os tanques com mísseis, cada soldado anti-tanque no jogo carrega 9 mísseis, sendo que o tanque precisa ser acertado 3 ou dependendo 2 vezes para serem inutilizados ou destruídos. Agora some essa facilidade de ser destruído à dificuldade de dirigir um desses veículos, já pensou né?</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#808080;"><strong>gameXperience:</strong> </span><span style="color:#808080;">Os tanques poderiam ser um pouco mais fortes, trazendo mais poder de fogo à frente de batalha, mesmo mantendo a blindagem fraca contra anti-tanques, mas ainda assim, se tivessem um melhor poder de fogo seriam muito mais úteis.</span></p>
<p style="text-align:justify;">Os helicópteros são complicados de serem pilotados, mas com certeza isso não é problema para os jogadores, que já conseguiram se acostumar ao estilo, a minha crítica aqui fica com relação ao mapa, Oilfields, que é muito pequeno, e quando você menos se dá conta, está saindo fora da área de combate do mapa, e quando se dá conta, como penalidade por ter ultrapassado a linha, você morre.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#808080;">gameXperience:</span></strong> <span style="color:#808080;">Tirando isso os combates aéreos são bons, e enquanto pude voar, deu pra se divertir bastante.</span></p>
<p style="text-align:justify;">O PONTO FORTE dos veículos, são os sistemas de contra-medidas, que é bastante inovador. A segunda <a href="http://gamexperience.wordpress.com/files/2008/07/43179.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-190" src="http://gamexperience.wordpress.com/files/2008/07/43179.jpg?w=128" alt="" width="128" height="72" /></a>posição nos blindados de assalto, possui uma arma principal que dispara mísseis, e um sistema de contra-medidas. Toda vez que algum projétil de míssil for lançado contra o veículo, o projetil será detectado pelo visor da arma, e você poderá disparar um míssil de detonação contra, o impacto faz com que o míssil disparado contra o seu veículo seja deflagrado, neutralizando a ameaça, algo muito inovador e divertido de se usar.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma questão se formos observar as armas dos tanques, canhões e afins, é que o raio de efeito das explosões é bastante insignificante, pois afinal você está atirando uma bala de canhão, não uma granada. Mas aí já pode ser questão de balanceamento do jogo.</p>
<h2>Mapas</h2>
<p style="text-align:justify;"><strong>Oilfields</strong> - Um mapa no deserto, em meio a campos de petróleo. Ambos os times possuem jipes, tanques, blindados de assalto e helicópteros. O mapa é muito bonito e foi bem projetado, as duas bases principais possuem uma boa quantidade de construções que podem ser usadas para cobertura/defesa.</p>
<p style="text-align:justify;">O terreno ainda propicia bons esconderijos para as infantarias e os tanques, que podem se esconder atrás de pequenas dunas e ter alguma proteção. O jogo flui muito bem aqui, predominam os combates a distância, portanto, é comum morrer e não saber de onde que veio o tiro, o que no final das contas pode ser bem frustrante, mas a distância entre as bases minimiza a frustração, pois diminui o tempo exposição no trânsito entre um objetivo e outro.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma coisa que vale ressaltar do mapa, é que como o mapa é praticamente plano, é bastante divertido de jogar, pois você vê todos os companheiros e inimigos do time se movimentando, isso somado as explosões, tiros e tudo mais, realmente a batalha é intensa e bastante divertida.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>GNAW</strong> - Mapa urbano, uma cidade destruída, prédios altos e ruas com veículos e muitos objetos destruídos, o cenário é pós-apocalíptico, como se toda a cidade tivesse sido bombardeada. A parte gráfica, de construção do mapa, é soberba, prédios bem feitos, objetos e veículos nas ruas, tornam a destruição bastante convincente. No entanto o mapa não convence muito. Os combates como esperado, são praticamente todos corpo-a-corpo, pois quando você faz uma curva no jogo é bem provável que dê de cara com algum inimigo. Aqui veículos são quase inúteis, não por serem veículos, mas os veículos com a sua movimentação deficiente, proporcionam uma experiência extremamente desagradável no jogo, a demora na resposta dos controles torna você um alvo fácil.</p>
<h2>Balanceamento no jogo</h2>
<p style="text-align:justify;">O balanceamento das armas, e dos veículos foi bem trabalhado, isso não se pode negar, tanto que se pode provar isso no jogo, onde se passa praticamente a maior parte do tempo lutando pelos pontos de controle que ficam mais ao centro do mapa, no meio. Realmente a equipe da Kaos Studios fez um excelente trabalho aqui.</p>
<p style="text-align:justify;">Um dos problemas que notei é que isso nos leva a um dos defeitos do jogo que já citei: As armas.</p>
<p style="text-align:justify;">Existe um certo problema no jogo, mesmo atirando antes, as chances do seu inimigo te matar antes, são praticamente as mesmas de você matar ele. E aí temos um problema equivalente: ou os soldados no jogo tem vida demais, ou as armas são muito fracas. A percepção que se tem jogando Frontlines, é que os soldados são praticamente blindados, o jogo não pune você pelos seus erros, por exemplo: Corri no meio da rua, fiquei exposto e um tanque começou a atirar em mim, eu deveria morrer por isso, correto? É assim que funciona na natureza. Mas não no Frontlines, eu posso sair correndo, me esconder, e me vingar do tanque que estava atirando em mim, e o pior, o tanque que atirou em mim, denunciou sua posição a toa. Pra quem conseguiu fugir, maravilha, mas e pro cara que ficou no tanque? É aí que alguns elementos do jogo perdem sentido, e tudo parece ser neutro demais. É quase como se o jogo recompensasse a falta de habilidade dos jogadores.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p style="text-align:justify;">Nos primeiros minutos jogando, tudo no jogo é muito bom, tudo é novo, mas no decorrer da jogatina tudo que era legal se torna repetitivo, os mapas são repetitivos, a matança é sempre a mesma, quando você consegue ter alguma diversão e se acha no jogo, começa a notar alguns defeitos do jogo.</p>
<p style="text-align:justify;">Com relação ao beta do jogo e a demo, posso dizer que o jogo evoluiu bastante na parte da jogabilidade, principalmente com relação ao uso dos robôs, o drone voador que explode, os ataques aéreos e demais artifícios que podem ser usado, antes podiam ser muito explorados a ponto de você quase não conseguir jogar.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas ainda assim com algumas melhorias, ainda há muito por fazer no que tange o combate entre infantaria, o jogo no momento é bastante desinteressante. Talvez se o sistema de esquadrões fosse melhorado, a adição do VoIP (coisa indispensável nos shooters hoje) com certeza iriam agregar bastante coisa ao frontlines. Tornar os veículos mais fáceis de serem controlados seria uma ótima mudança, já que poderia alterar muita coisa no decorrer do jogo.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas a impressão que fica até o momento é de que Frontlines ainda é um jogo sem sal, fácil demais de ser jogado, falta consistência nas armas e um sistema de danos não muito convincente. Se algumas mudanças fossem feitas aí, talvez Frontlines poderia ser muito melhor do que aquilo que se pode ver agora, aguardemos os próximos <em>patches</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Em um próximo post, relatarei a minha experiência de jogo puramente, no Frontlines, contando os principais problemas que ocorrem, os momentos mais divertidos e etc... e tentar passar assim, uma noção de como o jogo anda e funciona on-line.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Análise Rainbow Six Vegas 2 - Parte #2]]></title>
<link>http://gamexperience.wordpress.com/?p=104</link>
<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 18:21:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiago</dc:creator>
<guid>http://gamexperience.pt-br.wordpress.com/2008/04/24/analise-rainbow-six-vegas-2-2-parte/</guid>
<description><![CDATA[As missões e jogabilidade

Os ambientes são bem construídos, não se pode negar, mas ainda assim ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align:left;"><strong>As missões e jogabilidade<br />
</strong></h3>
<p>Os ambientes são bem construídos, não se pode negar, mas ainda assim o cenário é muito mais fechado e linear do que os R6 clássicos. No máximo 2 portas para você entrar e acabou.</p>
<p>Uma habilidade legal que se encaixou bem nas missões, é a possibilidade de você se escorar contra a parede, e poder atirar com a arma por cima ou pelos lados, podendo matar inimigos com "blind fire" ou fogo-cego, ou ainda atirar a esmo.</p>
<p>A habilidade ajuda e de certa forma foi bem-vinda, era uma das coisas que faltavam nos outros Rainbow Six clássicos, muitos jogos hoje estão adotando essa possibilidade, que realmente foi uma grande evolução para os shooters hoje.</p>
<p>Você também pode se escorar contra a parede, próximo a uma porta, e abrir a porta sem se expor, muito. Aí tive vários estresses no jogo, pois a animação era lenta, e nesse meio tempo os inimigos poderiam estar muito bem lhe esperando do outro lado da porta, e no tempo que o personagem recuava a mão da porta você poderia ser morto. Mas é um pequeno problema, nada que realmente possa tornar o jogo ruim.</p>
<p>Mais uma adição interessante foi o sistema de penetração de materiais, coisa que estranhamente existia desde o Counter Strike 1.5, e só veio ganhar destaque realmente com Battlefield 2 e Call of Duty 4, este último que realmente abusava dessa "novidade". Enfim, Rainbow Six correu atrás e adicionou isso, o que dá uma perspectiva de jogo totalmente diferente, além de adicionar possibilidades e trazer mais dinâmica. O que faltou foi a IA do jogo também usar isso contra você, o que tornaria tudo muito mais interessante e ajudaria a deixar o jogo mais tático, mais planejado, pois você teria que calcular onde poderia ou não se esconder.</p>
<p>Outra coisa legal do jogo, que eu particularmente acho muito interessante, é você customizar o seu personagem e poder ver as mudanças, o jogo é tático e só em alguns momentos você têm acesso a câmera em terceira pessoa, isso é um fato relevante quando você pode customizar seu personagem. Mesmo o jogo sendo de FPS, adiciona a câmera em terceira pessoa nos momentos em que você fica escorado contra as paredes, e isso foi realmente bem-vindo no jogo, e mesmo para um jogo de FPS essa é uma adição que não pode ser explorada, pois seu campo de visão é limitado, e caso você tente olhar para os lados, o seu personagem se posiciona de forma que ele sai da cobertura e pode ser atingido por fogo inimigo. Realmente foi um ponto bem trabalhado pela Ubisoft.</p>
<p><!--more--></p>
<h3><strong>Conclusão</strong></h3>
<p>Rainbow Six é um jogo que inova em certos aspectos no entanto deixou muito a desejar em relação às versões antigas, mas é um bom jogo, divertido e fácil de ser jogado. Para aqueles que preferem uma ação tática mais rápida este é um prato cheio, mas a tática real se faz com calma e planejamento, coisa que pouco adianta no jogo, uma vez que a AI têm alguns problemas que podem arruinar seu dia de estrategista.</p>
<p>A falta de outros esquadrões cooperando simultâaneamente é outra coisa que faz falta no jogo mas que é facilmente superada se formos ver o estilo mais linear e seqüencial do jogo.</p>
<p><strong>PRÓS</strong></p>
<p>+ Jogo divertido de se jogar<br />
+ Oferece boas possibilidades de customização do equipamento a ser utilizado<br />
+ Ótimo sistema de cobertura no jogo<br />
+ Diferente de muitos no estilo, não é repetitivo, apesar de todas as missões serem essencialmente iguais<br />
+ Bons gráficos e som</p>
<p><strong>CONTRAS</strong></p>
<p>- Táticas no jogo são ausentes ou desnecessárias, ajudam, mas não tem a mesma importância<br />
- Interação com o cenário é bastante pobre, poucos efeitos de física, efeitos poderiam ser melhores<br />
- Jogo é muito linear, não há surpresa, você sempre saberá onde os inimigos vão estar, e por mais isso não há necessidade de planejamento<br />
- Em decorrência da linearidade, temos os velhos "triggers", passe do ponto X que um número Y de inimigos irá aparecer de algum lugar<br />
- IA não oferece grande desafio, se posicionam mal demais e geralmente ficam perto em grandes grupos, o que os tornam alvos fáceis<br />
- IA do seu esquadrão no jogo também deixa a desejar as vezes, tempo de reação geralmente é longe e não fogem para cobertura quando estão sob fogo<br />
- Os inimigos antes de terroristas parecem ser suicidas, correm pra cima de você, comportamento extremamente irreal e non-sense<br />
- Missões geralmente baseadas em algum tipo de perseguição pessoal, ao invés de resgate de reféns, foco foi completamente invertido e americanizado</p>
<h1><strong>Nota final: 8.0</strong></h1>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Análise Rainbow Six Vegas 2 - Parte #1]]></title>
<link>http://gamexperience.wordpress.com/?p=102</link>
<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 19:12:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiago</dc:creator>
<guid>http://gamexperience.pt-br.wordpress.com/2008/04/23/analise-rainbow-six-vegas-2-parte-1/</guid>
<description><![CDATA[Devido a falta de tempo, aqui vai a primeira parte do review =).
Não vou me ater a detalhes ou a no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Devido a falta de tempo, aqui vai a primeira parte do review =).</p>
<p>Não vou me ater a detalhes ou a nomes, coisas que pouco importam quando voê joga, mas apenas ao jogo em si.</p>
<p>Rainbow Six a até algum tempo atrás era sinônimo de realismo e simulação tática, que envolvia muito planejamento e atenção aos detalhes, cuidados ao virar cada esquina e tudo que se espera de um ambiente altamente hostil. Nos Rainbow Six 1, 2 e 3, as balas matavam, realmente matavam, se você tomava algum tiro ficava capenga da vida e mal podia atirar, basicamente você se tornava um inválido.</p>
<p><!--more--></p>
<h3>As mudanças em relação aos seus antecessores</h3>
<p>O novo Rainbow Six teve mudanças elementares no seu conceito (tipo redondamente redondas), o jogo trocou seu estilo por completo, o que envolvia tática e planejamento agora é voltado para ação e reação, menos pensar, mais agir. Em consequência destas drásticas mudanças Rainbow 6 se tornou aquilo que se chama de shooter (R6 levava o título de tactical-shooter), sites maiores de jogos até podem definir como tático, mas quando um jogo não envolve tática, então este não é tático, o que é o caso do R6 Vegas 2.</p>
<p>Pra começo de história, quando você leva tiros apenas tem sua visão escurecida, após alguns segundos você se recupera e está pronto pra outra, de certa forma isso deu uma continuidade melhor ao jogo, você consegue seguir jogando mais tempo, melhora o ritmo de jogo sem dúvida, agora que R6 é linear e não mais localizado em ambientes fechados.</p>
<p>Outra mudança foi na conceito do jogo, ao invés de ficar meia hora planejando como você quer invadir alguma casa ou ambiente, você pode apenas seguir os waypoints, não existe mais a história de salvar os reféns do banco ou coisa do tipo, que ao meu ver foi a pior coisa que poderiam ter feito ao jogo. Agora você apenas anda e mata, não precisa mais ser tão cauteloso quanto aos tiros como antes, onde qualquer peido poderia fazer com que os terroristas ficassem anciosos e executassem os reféns, em Rainbow Six você passa apenas por um momento como este, mas não há nada de especial como no R6 3 por exemplo, que você realmente tinha de cuidar como iria invadir algum lugar e cuidar para que os reféns não fossem mortos.</p>
<p>O jogo têm lá suas missões de resgatar reféns, mas não são mais o foco do jogo como antigamente.</p>
<p>Ao invés de milhares de comandos para controlar seu esquadrão, que agora foi reduzido para dois membros, você têm dois caras que servem de capachos.</p>
<h2>Lealdade sem fim</h2>
<p>Seus subordinados realmente lhe amam, mande-os abaixo de balas e eles irão, e por incrível que pareça, não morrerão, aqui podemos ver a maior diferença em relação aos antecessores da série R6, ao invés de morrerem com os tiros, sua equipe fica apenas "desorientada" e cai no chão quando são gravemente feridos, e caso algum assassino malvado decida, ele pode meter bala no seus companheiros no chão e você ver um "Restart from last checkpoint" na sua tela.</p>
<p>O jogo agora se parece muito mais com Brothers in Arms em ambientes fechados do que propriamente com Rainbow Six.</p>
<p>Agora nao tem outros esquadrãoes operando em conjunto.</p>
<h3>Táticas?</h3>
<p>Grande melhora no jogo e ao mesmo tempo grande defeito, ficou muito mais fácil comandar o seu esquadrão, mas os mapas e ambientes do jogo proporcionam poucos momentos onde a melhor tática é válida.</p>
<p>Como por exemplo aconteceu comigo, fui entrar em uma espécie de fábrica que possuía alguns geradores, com a "snake cam" que possibilita ver pelo rodapé das portas, consegui rastrear todos os inimigos na sala, um a um fui eliminando cada um, a arma com silenciador e fui indo, matei todos até que restou apenas um. No momento que ia me posicionar para atirar nele ele me avistou com o seu sensor aranha (assim acredito que ele tenha me descoberto embaixo da sua localização, pois ele estava em uma passarela).</p>
<p>Então ele me mata, resultado, de que adiantava planejar? Passei muito tempo tentando ser perfeito em executar minha "super-tática", e no fim levei um tiro na testa, acredito que esse tenha sido uma fator determinante para mim nas continuação do jogo, tirei o silenciador e parti pra bala, e foi assim que consegui terminar o jogo, aqui se vê claramente que R6 Vegas 2 deveria ter mudado de nome. Porque Rainbow Six 1,2 e 3 tinham tática.</p>
<h3>Consoles dominam</h3>
<p>Não precisa ser nenhum gênio pra saber que R6 deixou de ser jogo de Computador pra se tornar jogo de console, afinal é isso que têm acontecido atualmente. Os jogos são desenvolvidos com consoles em mente, e depois adaptados pra computador, as limitações de visão de distância entre outras coisas são todas voltadas aos consoles e infelizmente mantidas também nos PC's. E a tendência é os jogos de computador ficarem cada vez mais parecidos com os de console.</p>
<p>Acho que vou comprar um console...</p>
<p>Continua......</p>
<p><strong>Segunda parte nos próximos dias</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crysis Review]]></title>
<link>http://gamexperience.wordpress.com/?p=73</link>
<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 20:30:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiago</dc:creator>
<guid>http://gamexperience.pt-br.wordpress.com/2008/03/21/crysis-review/</guid>
<description><![CDATA[Antes de mais nada já vou avisando que não vou entrar a fundo na parte gráfica do Crysis, porque ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de mais nada já vou avisando que não vou entrar a fundo na parte gráfica do Crysis, porque se fosse por isso então não iríamos precisar das imagens in-game, não acham? Não há nada para dizer sobre isso a não ser que os gráficos são soberbos.</p>
<h2><b>Resumo</b></h2>
<p>Em Crysis você é um membro de uma Força Especial americana, equipado com um uniforme de última geração que pode lhe oferecer um aumento das suas habilidades naturais, são elas Força, Velocidade e Proteção incluindo Invisibilidade ou Camuflagem.</p>
<p class="western">História do jogo: Em 2019 um meteoro cai numa ilha.O governo da Coréia do Norte envia soldados imediatamente para o local e você, um soldado exemplar da famosa Força Delta do exército dos Estados Unidos da América, é enviado para investigar o local da queda.</p>
<p class="western">Ao chegar lá,uma força alienígena sai do meteoro, congelando o lugar com o propósito de preparar uma terrível invasão ao frágil planeta Terra. Agora, cabe apenas a você salvar a humanidade.</p>
<p class="western">by Wikipedia.</p>
<p class="western">______________________________________________</p>
<p class="western"><!--more--></p>
<p class="western"><i><b>continuação.... </b></i></p>
<h2><b>Direto ao ponto</b></h2>
<p>Vou direto ao centro da questão: jogabilidade.</p>
<p>Crysis prometeu gráficos, iluminação e física ultra-realísticos, mas como tudo na vida isso teve um preço. O jogo não roda direito nem nos computadores mais possantes de hoje. Se você possui uma configuração modesta vai ter de rodar o jogo no infame "Low" pra poder jogar sem grandes perdas de performance.</p>
<p>Mas tudo isso é banal pois em todos os outros jogos funciona assim, certo? Errado. Crysis possui uma opção particular na qualidade física, somente em DirectX 10 você põe isso no máximo. Bom mas e o que isso têm haver? Tudo. Pra dar uma idéia, colocando a física em "Low", o cenário será praticamente todo estático, a vegetação não vai mais reagir quando você passar por ela, casas e outros objetos não poderão ser destruídos, mas pelo menos você poderá cortar as árvores. Já quando a opção física for colocada no "Medium" você poderá destruir estruturas parcialmente, e ter uma boa interação com os demais objetos em redor, incluindo árvores.</p>
<p>O problema disso é que jogar no "low" em relação ao "medium" faz muita diferença, por exemplo, dentro do jogo existem pequenas casamatas, ou postos de vigilância que são altos, em alguns momentos alguns inimigos chatos com rifle de Sniper atiram em você, e você como bom gamer revoltado dispara uma míssil contra ele correto? Aí é onde mora o perigo, no "low", você acerta a estrutura e nada acontece com o soldado lá dentro, já no "medium", você pode muito bem derrubar a casa inteira abaixo juntamente com o soldado, e algumas vezes é desanimador, você ver um jogo com tantas possibilidades, mas só porque você não têm dinheiro pra comprar um PC da NASA não consegue desfrutar de tudo que o jogo têm de bom a oferecer. E isso, apesar de deixar mais versátil pra funcionar em todos os computadores nas mais variadas configurações, por outro lado poderá deixar alguns jogadores frustrados.</p>
<h2><b>O terno de um bilhão de dólares</b></h2>
<p>Sua Nanosuit lhe rende as vezes bons momentos, mas ainda assim o uso dela é insatisfatório. Por exemplo, a habilidade de aumento de força você pouco usa no jogo, com ela você pode ganhar um pouco mais de estabilidade na hora de atirar, ou pode também ficar mais forte para poder dar um belo sopapo nos inimigos e arremessar objetos, incluindo soldados, no ar, e com um adendo que você pode usar isso pra derrubar algumas árvores e casas.</p>
<p>Mas isso é bastante superficial, porque o jogo, apesar de ter isso, ainda se resume basicamente em sair matando tudo pelo caminho, a única habilidade que na minha opinião achei útil é a de invisibilidade que nos momentos em que você se encontra sob fogo ou quando está mal de vida pode dar uma acalmada e continuar.</p>
<p>O poder de velocidade é bastante útil e poderia ter sido mais interessante se o tempo de duração dele não fosse tão curto, porque com apenas alguns segundos correndo a barra de energia da sua roupa já acaba. Acho que muita coisa divertida poderia ter saído disso se os jogadores pudessem se aproveitar melhor dessa habilidade.</p>
<p>Muita coisa interessante foi adicionada no jogo mas pouca coisa você pode realmente usar. Uma coisa interessante seria a possibilidade de combinar as suas várias habilidades como em combos, por exemplo sair correndo com sua "super" velocidade e na hora que você chegasse em cima do inimigo trocar para a habilidade de força em questão de milésimos de segundo e dar um belo soco nele e ele sair voando por exemplo, mas isso seria coisa de profissional no jogo pois provavelmente você não seria rápido o suficiente para fazer a troca de habilidades ou não teria energia no momento de desferir o golpe.</p>
<h2><b>Armas </b></h2>
<p>Nesse quesito posso até dizer que Crysis deixou um pouco a desejar, você realmente tem poucas armas, e todas são basicamente semelhantes, pistolas, rifles de assalto, bazucas, granadas e uma arma alienígena que atira farpas de gelo, nada de muito diferente.</p>
<p>O interessante aqui é o sistema de customização de armas que ficou muito bonito e bem feito, pressionando a tecla "C", a sua arma aparece na tela, e através do mouse você seleciona os acessórios dela, é muito interessante porque as mudanças ocorrem em tempo real na sua frente, isso realmente ficou muito prático e muito rápido no jogo, na hora de alternar o equipamento acoplado na arma.</p>
<h2><b>Veículos</b></h2>
<p>Como todos os bons jogos hoje em dia, você pode pilotar veículos em tempo real, no momento que você vê ele, você pode entrar e já sair pilotando. Os veículos são a melhor parte do jogo, você tem uma variedade de formas para destruir estes veículos, em particular os jipes, que podem ser destruídos atirando no galão de combustível do lado de fora do veículo, eliminando os inimigos dentro ou ainda furar o pneu, com balas mesmo ou lança granada, a qual proporciona um efeito mais cinematográfico. =D</p>
<p>Dentre estes veículos você pode pilotar botes, carros civis e tanques além de uma espécie de nave/helicóptero de transporte.</p>
<p>Há duas fases que são dedicadas a pilotar veículos, numa delas você começa com um tanque e vai andando e destruindo tudo, e em outro pilotando uma nave de transporte, bastante divertido e oferece maior variação ao jogo.</p>
<h2><b>Aliens tentam invadir a terra pela 30000000000 ª vez</b></h2>
<p>O jogo começa interessante, mas o nível de intensidade e entretenimento decai na mesma proporção que você avança no jogo, no início você tem a impressão que o jogo terá muito mais enredo, pelo assassinato dos seus companheiros e o sumiço do líder do esquadrão e o mistério do alien estripador, mas depois, do nada, o jogo parece que toma outra forma, fica muito superficial, e tudo caminha de forma como se nada tivesse acontecido, de certa forma, por momentos, até as missões parecem sem sentido. É como se começasse como um jogo de suspense e acabasse naquele estilo de filme onde todo mundo morre no final (aqui ninguém morre no final em especial, mas é completamente diferente do que você pensava).</p>
<p>O detalhe é que no início do jogo um alien mata seu companheiro, pra início de conversa parece até que os outros soldados não se importam com isso, do pouco conhecimento que tenho de exército, companheirismo está acima de tudo. Voltando, então esse alien aparece de uma forma tão rápida que você fica curioso pra descobrir o que é exatamente isso, e conforme você vai jogando, nada disso é explicado e tudo parece que sempre é um mistério, no melhor estilo "Arquivo X", isso desperta um pouco da sua curiosidade, o enredo inicial valoriza os aliens e mistério do porque eles estarem ali.</p>
<p>Até que em um momento do jogo você chega perto do tal lugar onde os aliens instalaram sua nave, e do nada, aquele alien estranho que matou o seu companheiro, na verdade é apenas um dos tantos aliens existentes que de uma hora pra outra aparecem na sua tela voando por todos os lados como se fosse a coisa mais comum do mundo, mas o iníco valoriza demais a aparição deles, porque você quase nem consegue vê-los, e nota: esse tipo de alien fica sem aparecer por um bom tempo enquanto você joga, o que deixa a estória bastante incoerente e confusa.</p>
<p>Dá a impressão de que a história era uma coisa e depois foi mudada no meio do caminho, o tal alien aparece no início várias vezes, mata 2 companheiros e leva 1 outro junto. Mas porque depois disso o tal alien pára de perseguir vocês? Porque o alien não tenta atacar você várias vezes durante o jogo? Ao invés disso ele simplesmente desaparece, e na próxima vez que você o vê, existem uns 2 ou 3 voando por todos os lados.</p>
<p>Não preciso nem falar que o barco congelado no meio do mato ficou sem explicação né?</p>
<h2><b>GameXperience</b></h2>
<p>O review foi curto, e eu o fiz assim porque não acho que seja válido alongar demais e explicar detalhadamente que os helicópteros e a maioria dos veículos tem danos separados, por exemplo atirar na hélice traseira do helicóptero faz com que o mesmo perca o controle facilmente e caia, sem a necessidade de atirar mísseis nele, pois isso se usa só no início do jogo e se você não sabe destes detalhes, dificilmente descobre isso.</p>
<p>Porque fiz isso? Porque Crysis, apesar de sua engine poderosa, é apenas mais um shooter como os muitos que estão saindo, você pode controlar veículos, o jogo te oferece alguns momentos no melhor estilo Medal of Honor (lembra daquelas fases onde você estava em cima de um jipe ou caminhão e ia atirando em tudo enquanto um NPC dirigia?), como se espera num FPS, o jogo é bastante intenso nessa parte, constantes tiroteios, mas ainda assim em alguns momentos você pode escolher se vai eliminar todos os inimigos espalhados pela fase ou você vai direto a sua missão.</p>
<p>A questão de que o jogo seria altamente explorável com áreas abertas é balela, o jogo é como os de antigamente, a questão é que hoje as engines permitem jogos em áreas mais abertas e espaçosas, mas você não pode ir para onde você quiser e nem escolher a estratégia a ser usada, o jogo não é muito dinâmico e nem oferece muitas opções de ataque.</p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p>Crysis começa como um jogo interessante, dando a impressão de que vai ser um bom jogo, com características superiores, mas no decorrer o mesmo perde a profundidade inicial e vai aos poucos se reduzindo ao nível de outros FPS comuns que são lançados todos os dias, e no fim o jogo se resume a uma imensa caminhada por dentro de um porta aviões.</p>
<p>Crysis criou expectativa demais para um jogo que seria diferente dos outros, e assim foi apenas na parte técnica, pois o jogo segue a receita da maioria dos outros jogos, tirando as incoerências da estória.</p>
<p>Por outro lado é um jogo bom de se jogar, você pode passar a tarde toda jogando ele facilmente, pois as falhas são compensadas pelo acerto técnico do jogo, a física, o sistema das armas e veículos conseguem ajudar e muito o jogo a despontar como um ótimo jogo de FPS.</p>
<p><b>PRÓS</b></p>
<p>- Divertido em momentos, principalmente pelos veículos;</p>
<p>- Sistema de customização das armas muito bacana;</p>
<p>- Camuflagem da nanosuit foi uma ótima idéia;</p>
<p>- Destruição e intereação com o ambiente é suficiente;</p>
<p>- Sistema de danos nos veículos separado por parte é divertida, várias formas de se destruir os veículos;</p>
<p>- Efeitos espetaculares;</p>
<p>- Lindas paisagens;</p>
<p><b>CONTRAS</b></p>
<p>- IA bastante burra e possui olhos atrás da cabeça, conseguem te enxergar de qualquer forma;</p>
<p>- Estória não faz a mínima diferença;</p>
<p>- Cenas de conversa e animação são ridículas as vezes, sem falar chatas;</p>
<p>- Final do jogo extremamente entediante, atira mata e caminha;</p>
<p>- Habilidades são interessantes porém sub-utilizadas e até desnecessárias no jogo;</p>
<p>- A liberdade oferecida no jogo é bastante restrita, em alguns lugares mesmo em espaços abertos você possui apenas uma forma de ataque;</p>
<p>- Colocar opções físicas no máximo ou no mínimo influem diretamente na experiência de jogo.</p>
<p>Considerações Gerais</p>
<p>Diversão: 9</p>
<p>Jogabilidade: 8</p>
<p>Gráficos: 10</p>
<p>Som: 8</p>
<p>Estória/Enredo: 7</p>
<p>Criatividade: 8</p>
<p>Inovação: 8</p>
<p>Engine x Performance: 8</p>
<h1 align="center"><b>Nota 8,5</b></h1>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lost Via Domus Review - Nota 6/10]]></title>
<link>http://gamexperience.wordpress.com/?p=49</link>
<pubDate>Sun, 09 Mar 2008 02:34:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiago</dc:creator>
<guid>http://gamexperience.pt-br.wordpress.com/2008/03/08/lost-via-domus-review/</guid>
<description><![CDATA[Este é a primeira análise que faço de um jogo, e o primeiro jogo a ser analisado é Lost Via Domu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Este é a primeira análise que faço de um jogo, e o primeiro jogo a ser analisado é Lost Via Domus.</p>
<p><b>Resumo</b></p>
<p>Produzido pela Ubisoft, Lost Via Domus é baseado numa das séries de maior sucesso no mundo que chama-se Lost, de produção da rede ABC de televisão.<br />
No jogo você assume o papel de um personagem novo, não existente na série, que juntamente com os outros tripulantes do vôo 815 da Oceanic, cai numa ilha misteriosa. Ainda há outro personagem junto, que fica fazendo ameaças, falando pra você entregar uma suposto foto para ele.</p>
<p><!--more--></p>
<p>------------------------------------REVIEW</p>
<p><b>Jogabilidade</b></p>
<p>A sua principal tarefa dentro do jogo é sair catando coquinhos no sentido literal da palavra, o jogo possui esse "sistema econômico", onde você coleta frutas e objetos, que podem ser usados em trocas por outros objetos, como lampiões, armas, munição e tochas. Cada objeto tem um valor agregado, e com base nesse valor em dólares, que o seu personagem pode comprar outros objetos.</p>
<p>A movimentação do personagem se resume em correr e caminhar, você pode direcionar o mouse e o personagem irá ir nessa direção. O jogo possui alguma interatividade com o ambiente, você anda pelo meio das gramas e folhagens e elas reagem conforme você passa.</p>
<p>O ambiente é todo fechado, a mata não é um lugar aberto onde você possa ir pra onde quiser, ao invés, é tudo na forma de corredor, para você se movimentar de um lugar para outro você usa marcadores na mata, que servem pra lhe orientar e chegar no destino desejado.</p>
<p>Você pode também se comunicar com os outros personagens da série, Kate, Jack, Sawyer, Hurley, Locke e afins... O jogo progride da mesma forma que a série, de início o John Locke parece um hippie, fica falando da beleza da vida, de começar de novo. Depois a trama se desenrola conforme a série, a escotilha, o urso polar e afins.</p>
<address><b>GameXperience:</b> Sobre coletar frutas e outras coisas, é realmente um aspecto interessante que pertence à série, porém, as frutas estão geralmente no chão, nunca em árvores, o jogo poderia ter investido um pouco mais na ambientação, coletar frutas que estão sempre no seu caminho se torna bastante irrelevante e sem sentido.<br />
-Andar na mata é bem interessante pois apesar de tudo ser linear, e os caminhos serem pré-definidos, você realmente pode perder a noção de direção dentro do jogo, e realmente ficar "perdido".<br />
- Os diálogos na maioria das vezes são inconsistentes e desnecessários, não quando você pode perguntar "como nosso avião caiu?", mas como na hora, logo após o avião ter caído, com pessoas mortas no chão, aquele suposto "pânico" pós-queda, quando você vai conversar perguntas como "você me conhece?" são além de irrelevantes para o momento, completamente sem sentido pra não dizer idiotas.</address>
<address>- A Movimentação é horrível e a câmera é difícil de focar e controlar, o que piora ainda mais a situação. </address>
<address>- Na configuração das teclas há realmente uma quebra na convenção mundial de jogos, pois para obter informações sobre um item, você deve pressionar a tecla "espaço", depois pra interagir com alguma coisa é "enter" ou botão esquerdo do mouse, e o pior, pra sair dos diálogos você deve pressionar backspace, ao invés da tecla "esc", geralmente padrão nesse tipo de situação, me peguei várias vezes entrando no menu pra sair de uma conversa.  </address>
<p><b>O homem das cavernas</b></p>
<p>Na maioria dos seus objetivos, você sempre sai do acampamento na praia e vai até seu objetivo, atravessa um trecho de mata até chegar em uma caverna, que no jogo, geralmente faz a ligação entre a mata e o local do seu objetivo. As cavernas são sempre escuras, obviamente, e para andar nelas você deve carregar consigo uma tocha, pra poder enxergar, do contrário, andar no breu da caverna faz com que a infame tela "game over" apareça, isso se você não cair nos buracos que existem dentro.</p>
<address><b>GameXperience:</b> Aqui outro problema do jogo, na própria série, não havia esse tipo de caverna, e nota-se claramente uma técnica de enrolação do jogo, pois é realmente muito frustrante cair nesses buracos nas cavernas ou morrer porque ficou sem uma tocha, porque na maioria das vezes você começa do início, e isso realmente frustra a ponto de não querer mais jogar o jogo.</address>
<p><b> Loading.......</b></p>
<p>Uma coisa que pode frustrar muitos jogadores são os tempos de carga do jogo, ou as telas de loading, que demoram em média 30 segundos, é muito tempo gasto pra pouca coisa acontecer no jogo. É loading pra animação, loading pra trocar de ambiente, simplesmente tudo tem loading.</p>
<p><b>Flashbacks e mais flashbacks</b></p>
<p>Assim como na série, o seu personagem constantemente têm flashbacks, de coisas que aconteceram antes, geralmente quando você está necessitando alguma coisa que algum personagem da original de série têm, você ganha um flashback, nesse flashback você tem que ficar tirando fotos das situações ou momentos em que  o personagem em questão aparece. Quando você entra neste modo, aparece uma foto rasgada, e essa foto você deve usar como referência para poder tirar a foto daquele momento, então você fica observando até que esse momento aconteça, você tira a foto e passa do flashback, geralmente isso tudo vem acompanhado de alguma conversa com outros personagens.</p>
<p>Quando você sai do flashback, o seu personagem ganha magicamente um argumento para usar contra esta pessoa, assim você consegue obter aquilo que você necessita daquele personagem.</p>
<address><b>GameXperience:</b> Aí mais uma coisa pra tirar qualquer jogador do sério, você deve ficar esperando o tal momento certo pra conseguir adquirir a mesma imagem da foto que representa a sua lembrança, nisso já vai um bom tempo até você achar a posição certa e ajustar o foco de maneira apropriada. Depois disso geralmente tem mais alguma embromação, como interagir com um objeto ou uma pessoa. Coisa que poderia muito bem ser executada automaticamente, sem a necessidade do jogador ficar gastando tempo desnecessariamente para poder prosseguir com o jogo. </address>
<address> </address>
<p><b>Era pra ser um episódio ou um jogo?</b></p>
<p>Durante o jogo você se depara com coisas características da série, os flashbacks, aquelas horas que aparece o letreiro do Lost com uma som bizarro, o olho do personagem abrindo no início, ou aquele outro letreiro que aparece quando um episódio acaba, isso usado quando você completa uma parte do jogo.<br />
Isso tudo ainda com direito ao "previously on Lost", e não podemos esquecer também as pequenas sequências de animação, onde alguma coisa especial acontece.</p>
<address><b>GameXperience:</b>  Aqui está a grande porcaria (pra não dizer outra coisa) do jogo, logo após você ter concluído uma etapa do jogo, aparece a seção "previously on Lost", nisso você perde alguns minutos olhando coisas repetidas, tendo que ver diálogos chatos e repetidos, que não adicionam absolutamente nada ao jogo, em resumo, você só perde tempo. É tanta embromação com essas animações que você não aguenta jogar mais do que meia hora, os mais impacientes, como eu, realmente serão testados no jogo.</address>
<p><b>Gráficos</b></p>
<p>O jogo não oferece nada de especial na parte gráfica, as texturas mesmo no modo "HD" são fracas, os efeitos de shader são existentes porém limitados. As folhagens também têm pouca consistência mas cumprem o trabalho. O jogo não possui nenhum tipo de interação física, como bolas rolando ou coisa do tipo, é tudo estático, a não ser a vegetação que oferece alguma "vida" ao ambiente.</p>
<p>E mesmo não tendo nada de especial graficamente e os cenários serem pequenos e limitados o jogo consegue ser extremamente pesado, o que realmente corta boa parte do ritmo do jogo, ou seja, você parece que sempre está jogando em câmera lenta e parece que "a coisa não anda."</p>
<address><b>GameXperience:</b> Não bastasse o jogo ter tantos problemas com diálogos e jogabilidade que o próprio jogo em si consegue ter problemas de performance. </address>
<address> </address>
<address> </address>
<address> </address>
<address> </address>
<address> </address>
<address> </address>
<p><b>Conclusão</b></p>
<p>Esse jogo além de levar o nome e tema da série Lost, conseguiu copiar até a embromação e o tédio que os últimos episódios da série vinham tendo, o jogo é um tanto fútil de ser jogado pra quem conhece a história, porque você não vai encontrar nada de diferente no jogo, apenas uma recapitulação dos acontecimentos principais da série. O jogo reserva algumas coisas quando você joga, coisas diferentes da série, que tornam o enredo é até bem interessante, mesmo pra quem conhece a série de ponta-a-ponta.<br />
Faltou mais liberdade no jogo, que poderia muito bem ter mais características de RPG do que um adventure comum em terceira pessoa, por vezes, muitas coisas no jogo são sem sentido e desnecessárias.</p>
<p><u><b>PRÓS</b></u></p>
<p>- Puzzles são divertidos e desafiadores;<br />
- O jogo possui momentos altos na partida, principalmente dentro de ambientes, como no bunker e outros momentos que envolvem "xeretar" pelo cenário;<br />
- Os personagens têm comportamentos coerentes com os da série;</p>
<p><u><b>CONTRAS</b></u></p>
<p>- Huds mal organizados, inventário complicado e demorado pra manipular, tudo travado e cheio de efeitos e telas desnecessárias;<br />
- Não há como cortas os vídeos de animações, mesmo você já tendo visto;<br />
- O jogo tenta imitar um episódio, e muitas das ações que ocorrem no jogo são evidentemente forçadas pra fazer isso; Completamente desnecessário;<br />
- A movimentação é horrível, você deseja parar de jogar nos primeiros instantes;<br />
- Os objetivos do jogo em si são chatos, muitas partes do jogo são enroladas e desnecessárias, sem falar que são entediantes e o nível de entretenimento é 0;<br />
- Os personagens as vezes têm conversas sem sentido, do nada as coisas acontecem muito rápido, sem premissa alguma;<br />
- A "black smoke" é usada pra dar alguma variação ao jogo, mas logo perde a graça, e se torna um elemento sem sentido pelo uso abusivo;<br />
- O jogo não possui conteúdo, muito superficial e artificial, sem profundidade alguma;<br />
- Flashbacks pra recuperar a memória simplesmente acabam de vez com a graça do jogo;<br />
- A estória do jogo, por mais que seja interessante, é desenvolvida de uma forma que não atrai a curiosidade;<br />
- Pouca interação com ambiente, o jogo possui momentos altos, mas que não são mantidos no jogo, logo vem algum filme e termina a graça;<br />
- Em momentos o jogo parece alternar o estilo, em momentos até parece aqueles jogos de point'n click, cheios de diálogos;<br />
- Nem todos os personagens estão presentes, ou você possui pouca interação com eles, geralmente estão envolvidos em diálogos fúteis e forçados, só pra dizer que estão ali;<br />
- Cavernas testam a paciência;<br />
- O jogo é extremamente entediante;</p>
<p><b></b></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hidden &amp; Dangerous, simplesmente único]]></title>
<link>http://gamexperience.wordpress.com/?p=16</link>
<pubDate>Sun, 24 Feb 2008 04:00:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiago</dc:creator>
<guid>http://gamexperience.pt-br.wordpress.com/2008/02/24/hidden-dangerous-simplesmente-unico/</guid>
<description><![CDATA[Eu me lembro ainda do dia em que conheci o Hidden and Dangerous, um colega meu havia comentado sobre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eu me lembro ainda do dia em que conheci o <b>Hidden and Dangerous</b>, um colega meu havia comentado sobre o jogo e fiquei facinado com o que ele tinha me contado, não deu outra, fui lá e comprei também, e não me arrependo, simplesmente o melhor jogo tático de segunda guerra que existe, isso se ele não for o único existente. Agora o H&#38;D como foi chamado, foi disponibilizado gratuitamente para download, ele pode se baixado através deste link:</p>
<p align="center"><a href="http://baixaki.ig.com.br/download/Hidden-and-Dangerous-Deluxe.htm" title="Hidden and Dangerous Deluxe" target="_blank"> http://baixaki.ig.com.br/download/Hidden-and-Dangerous-Deluxe.htm</a></p>
<p>Passei ótimos momentos neste jogo, muitas tardes e noites jogando, na época o jogo não devia nada graficamente, o que segurava ainda mais a atenção. Basicamente, no jogo você faz parte de um esquadrão das forças especiais britânicas, a SAS. O seu grupo é composto por outros 4 soldados, durante as diversas campanhas os seus soldados podem evoluir no seu condicionamento, tornando-os mais resistentes ou dando mais precisão aos seus tiros, da mesma forma, se um soldado do seu esquadrão for morto naquela campanha, você deve continuar as missões dessa campanha com um homem a menos.</p>
<p>Quando a campanha termina, você pode formar um novo esquadrão com soldados de "reposição". Nas campanhas também você pode escolher que tipo de armamento vai levar com você, as missões vão de fáceis a praticamente impossíveis, desde matar todo mundo no mapa até se defender de uma divisão inteira de inimigos, composta por 2 tanques e muitos, muitos soldados. Esse missão eu nunca esqueço, colocava algumas minas nas entradas prováveis dos tanques, outras minas anti-infantaria em outros locais, depois, posicionava os soldados do esquadrão pelo mapa de forma que eu pudesse tirar maior proveito disso, a missão era proteger um avião que serviria de rota de fuga nessa missão.<!--more--></p>
<p>Depois do sufoco apenas 3 dos 4 saíram com vida, uma tarefa bem difícil pois das outras vezes só tinha um vivo que eu controlava, ah, e por falar nisso, esqueci de mencionar que você pode controlar os 4 soldados, e trocar entre eles. Você pode colocá-los em estâncias defensivas ou ofensivas, para segurar o gatilho ou para mandar brasa. Você ainda possuía um mapa de comando no qual podia dar ordens aos seus soldados individualmente, você poderia movimentá-los da forma que quisesse, clicando no mapa e criando waypoints.</p>
<p>Dirigir veículos é outra coisa que apesar de parecer pouco relevante era um recurso utilizado de forma bem interessante no jogo, como em uma missão, que você se encontra dentro de um veículo (na missão anterior você fugia da base, podia escolher o veículo). Na ocasião eu havia pegado um blindado de infantaria, o nome era Hanomag se não estou errado:</p>
<p align="center"> <a href="http://forgottenhope.bf1942files.com/images/news/158%20-%20hanomag_02.jpg"></a></p>
<div style="text-align:center;"><a href="http://forgottenhope.bf1942files.com/images/news/158%20-%20hanomag_02.jpg"><img src="http://forgottenhope.bf1942files.com/images/news/158%20-%20hanomag_02.jpg" height="133" width="178" /></a></p>
<pre><a href="http://forgottenhope.bf1942files.com/images/news/158%20-%20hanomag_02.jpg">Foto mostra hanomag, do mod da segunda guerra mundial
para Battlefield 2, Forgotten Hope 2</a></pre>
</div>
<p align="left">Nesse momento você devia sair correndo adoidado fugindo, o trajeto seria fácil se você não tivesse que passar no meio de uma praia infestada de soldados equipados com bazucas, de tanques, canhões e fogo cerrado do inimigo, cruzando essa parte, próximo do fim do percurso da missão, você subia uma pequena elevação, e logo quando começava a depressão lá estavam, 2 panthers para infortúnio de qualquer jogador. Após 2 horas pensando em como matar os tanques você conclui ao objetivo.</p>
<p align="left">Faz tempo que não me divirto mais como me divertia com jogos com esses, onde o grau de dificuldade apesar de elevado e dos inimigos com sua pontaria precisa, você podia passar horas em frente o computador arquitetando a melhor forma de concluir seu objetivo, eliminando os inimigos no meio do caminho.</p>
<p align="left">O jogo sem dúvida foi um dos melhores que já joguei sobre a segunda-guerra, só não foi o melhor porque o Hidden and Dangerous teve uma sequência, o Hidden and Dangerous 2. De ambos os jogos até hoje recebo e-mails e pedidos de como conseguir completar algum objetivo no jogo. Realmente, quem não jogou, está perdendo tempo. O jogo têm seus bugs, mas nada que você não consiga lidar com o tempo.</p>
<p align="left">Na seqüência falarei sobre o Hidden and Dangerous 2.</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
