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	<title>residuos-solidos &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "residuos-solidos"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 12:46:04 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[3 R (reducir, reutilizar y reciclar)]]></title>
<link>http://aalcubo.wordpress.com/?p=18</link>
<pubDate>Tue, 27 May 2008 00:22:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>aalcubo</dc:creator>
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<description><![CDATA[En esta materia, el circuito conocido como las 3 R (reducir, reutilizar y reciclar) se impone. Una m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>En esta materia, el circuito conocido como las 3 R (reducir, reutilizar y reciclar) se impone. Una manera de reutilizar es desarmar equipos, reemplazar las piezas gastadas y restaurarlas para que cumplan las expectativas de un modelo nuevo. También los equipos usados son desarmados, se clasifican las partes aprovechables como repuestos y el material restante se recicla.</p>
<p>No podemos dejar de mencionar el caso de los teléfonos móviles. Estimamos que en Chile existen unos 9 millones de teléfonos móviles en uso, pero desde los ’90 hasta la actualidad más de 13 millones de estos aparatos estarían ya obsoletos. Sus partes reciclables incluyen los accesorios: cargador, manos libres, antena, teclado, transformadores y terminales que están formados por componentes eléctricos, carcasas, baterías y placas de circuitos. En este campo, la experiencia de España puede resultar muy ilustrativa. En el año 2001 lanzaron una campaña de recolección de teléfonos móviles en poblaciones de más de 50 mil, con más de 300 puntos de entrega. Gracias a este proceso, el 95% de los componentes de los teléfonos móviles se recicla actualmente.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Tratados Ambientales]]></title>
<link>http://aalcubo.wordpress.com/?p=17</link>
<pubDate>Tue, 27 May 2008 00:21:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>aalcubo</dc:creator>
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<description><![CDATA[El Convenio de Basilea es un tratado ambiental global que regula estrictamente el movimiento transfr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>El Convenio de Basilea es un tratado ambiental global que regula estrictamente el movimiento transfronterizo de desechos peligrosos y estipula obligaciones a las Partes para asegurar el manejo ambientalmente racional de los mismos, particularmente su disposición.<br />
<!--more--><br />
El Convenio de Basilea fue adoptado el 22 de marzo de 1989 y entró en vigor el 5 de mayo de 1992. El Convenio es la respuesta de la comunidad internacional a los problemas causados por la producción mundial anual de 400 millones de toneladas de desechos peligrosos para el hombre o para el ambiente debido a su características tóxicas/ecotóxicas, venenosas, explosivas, corrosivas, inflamables o infecciosas.</p>
<p>El Convenio reconoce que la forma más efectiva de proteger la salud humana y el ambiente de daños producidos por los desechos se basa en la máxima reducción de su generación en cantidad y/o en peligrosidad. Los principios básicos del Convenio de Basilea son:</p>
<p>* el tránsito transfronterizo de desechos peligrosos debe ser reducido al mínimo consistente con su manejo ambientalmente apropiado;<br />
* los desechos peligrosos deben ser tratados y dispuestos lo más cerca posible de la fuente de su generación;<br />
* los desechos peligrosos deben ser reducidos y minimizados en su fuente.</p>
<p>Para lograr estos principios, la Convención pretende a través de su Secretaría controlar los movimientos transfronterizos de desechos peligrosos, monitorear y prevenir el tráfico ilícito, proveer asistencia en el manejo ambientalmente adecuado de los desechos, promover la cooperación entre las Partes y desarrollar Guías Técnicas para el manejo de los desechos peligrosos.</p>
<p>Los países parte del Convenio de Basilea de América Latina y el Caribe se encuentran Antigua y Barmuda, Argentina, Bahamas, Barbados, Belice, Bolivia, Brasil, Chile, Colombia, Costa Rica, Cuba, República Dominicana, Ecuador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicaragua, Panamá, Paraguay, Perú, Saint Kitts y Nevis, Santa Lucía, San Vicente y la Grenadines, Trinidad y Tobago, Uruguay yVenezuela (Ultima actualización: Agosto/2000)</p>
<p>El texto completo del Convenio de Basilea sobre el Control de los Movimientos Transfronterizos de los desechos peligrosos y su Eliminación lo puede encontrar en:<br />
http://www.rcctt-lac.org.uy/basilea/convenio.htm</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novo método para reciclagem é apresentado]]></title>
<link>http://flavionogueira.wordpress.com/?p=193</link>
<pubDate>Sun, 25 May 2008 22:36:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flavio Pinho Nogueira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Um novo método para aproveitamento dos resíduos de construção civil e demolição (RCD), 50% mai]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:x-small;font-family:Arial;">Um novo método para aproveitamento dos resíduos de construção civil e demolição (RCD), 50% mais barato e com consumo de energia 80% menor. Esse é o principal resultado de um estudo realizado por pesquisadores da Escola Politécnica da USP (Poli/USP), do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem) e da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). O novo método dispensa a britagem do material a ser reciclado, o que barateia o processo e torna viável a instalação de pequenas usinas de reaproveitamento dos RCD. O método é tão inovador, que está sendo patenteado.</p>
<p>Segundo o professor Vanderley John, do Departamento de Engenharia de Construção Civil da Poli, um dos integrantes da equipe que realizou o estudo, a tecnologia desenvolvida possibilita que usinas de reciclagem simplifiquem a produção de matéria-prima para bases e sub-bases de pavimentação a partir de resíduos da construção civil. “Atualmente, a reciclagem de RCD passa necessariamente pela britagem (quebra dos resíduos em pedaços pequenos, com no máximo 63 milímetros de diâmetro)”, explica. "Isso encarece o processo, pois o britador representa mais da metade do investimento total da montagem de uma usina de reciclagem. O novo método reduz os investimentos iniciais e simplifica a operação das centrais de reciclagem, o que torna viável um maior número de centrais de reciclagem públicas ou privadas".</p>
<p>Aplicações</p>
<p>A nova tecnologia está baseada nos resultados de uma pesquisa com amostras representativas de resíduos coletados em três cidades: Macaé (RJ), Maceió (AL) e São Paulo (SP). “Coletamos 20 toneladas de resíduos dessas três cidades”, explica John. “E constatamos que cerca da metade dos resíduos tinha tamanho inferior a 63 milímetros; ou seja, poderiam ser aplicados diretamente na composição de pavimentos, sem necessidade da britagem”, acrescenta. Esta constatação levou a equipe a propor uma forma extremamente simples de transformar resíduos em agregados: separação manual do material indesejável ao processo, seguido de peneiramento na bitola de 60mm e de uma nova remoção manual dos contaminantes (madeira, papel, cerâmica), remanescentes da fração abaixo de 63mm, que será comercializada como agregado de pavimentação.</p>
<p>Segundo John, o novo método poderá ser aplicado em ambientes urbanos e adotado por prefeituras, cooperativas ou empreendimentos privados. “A redução dos investimentos iniciais, dos custos e da complexidade de operação facilita a introdução da reciclagem, inclusive porque reduz os riscos. Assim, esperamos que essa tecnologia possibilite a ampliação do número de usinas e a margem de lucro desse novo negócio”, ressalta. Em conseqüência, evita-se a deposição ilegal desses resíduos nas margens de ruas e rios, reduzindo os impactos ambientais, além de minimizar os gastos das prefeituras com a gestão deles.</p>
<p>A nova tecnologia tem várias outras vantagens, a exemplo da redução do consumo de energia elétrica (60 a 80%) em relação ao sistema de reciclagem tradicional com britagem. “O novo método também torna possível a implantação das usinas nas proximidades do mercado consumidor, o que significa menores distâncias de transporte, que corresponde a dois terços do preço final do produto”, diz. Outra vantagem é que o sistema reduz de forma significativa a emissão de material particulado e principalmente de ruídos na operação de britagem. Assim, alternativas de desenvolvimento sustentável são incentivadas.</p>
<p>Além do professor Vanderley John, entre os pesquisadores da Poli também participaram da pesquisa o professor Artur Pinto Chaves e a pesquisadora Carina Ulsen, ambos do Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo, e os pesquisadores Francisco Mariano Sérgio Ângulo (atualmente no do IPT).</span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;font-family:Arial;"><strong>Fonte:  itu.com.br</strong></span></p>
<p><strong><span style="font-size:xx-small;">Pesquisa: FPN-SP-Brasil</span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Abriu crematório de animais em Beja]]></title>
<link>http://denuncianimal.wordpress.com/?p=210</link>
<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 00:32:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>adolfus</dc:creator>
<guid>http://denuncianimal.wordpress.com/?p=210</guid>
<description><![CDATA[ 

Começou ontem a funcionar em Beja, no Parque Ambiental da Associação de Municípios Alentejano]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://denuncianimal.files.wordpress.com/2008/04/pet_cemetary.jpg"> </a></p>
<p><a href="http://denuncianimal.files.wordpress.com/2008/04/pet_cemetary.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-211" src="http://denuncianimal.wordpress.com/files/2008/04/pet_cemetary.jpg" alt="" width="461" height="172" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-weight:normal;">Começou ontem a funcionar em Beja, no Parque Ambiental da Associação de Municípios Alentejanos para a Gestão do Ambiente, um crematório que vai incinerar cadáveres de animais provenientes de particulares, canis municipais, clínicas veterinárias, zoológicos, circos, laboratórios de investigação veterinária e instituições ligadas à vida animal. Segundo José Manuel Palma, da <a href="http://www.ambimed.pt/">Ambimed</a>, “<em>o crematório vem dar resposta às exigências da nova legislação comunitária e nacional. Antes os cadáveres de animais de companhia, como cães e gatos, eram classificados como resíduos sólidos urbanos e depositados nos contentores de lixo normais, com grandes riscos de contaminação biológica. A maior parte das pessoas ainda não sabe, mas, actualmente, há legislação que obriga à imediata incineração do cadáver de um animal doméstico, devido ao potencial risco de contaminação biológica.”</em></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Simpósio sobre Biomassa é realizado com sucesso em São Sebastião]]></title>
<link>http://valeambiental.wordpress.com/?p=16</link>
<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 13:26:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>valeambiental</dc:creator>
<guid>http://valeambiental.wordpress.com/?p=16</guid>
<description><![CDATA[06/03/2008 09h26


Celso Moraes/PMSS

O 1º Simpósio de Energia de Biomassa Brasil-Alemanha, realiz]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>06/03/2008 09h26</p>
<table border="0" width="100%" cellPadding="0" cellSpacing="0" style="border-collapse:collapse;">
<tr>
<td width="210"><i><font size="1">Celso Moraes/PMSS</font></i></td>
<td rowSpan="3">
<p align="justify"><font size="2">O 1º Simpósio de Energia de Biomassa Brasil-Alemanha, realizado durante toda esta quarta-feira (5), levou aproximadamente 300 pessoas ao Teatro Municipal de São Sebastião.</font></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="210"><img border="0" width="200" src="http://www.pindavale.com.br/agoravale/fotos/060308_1.jpg" height="150" /></td>
</tr>
<tr>
<td width="210"><b><font size="1">Encontrou reuniu 300 pessoas em São Sebastião</font></b></td>
</tr>
</table>
<p> O evento foi promovido pela Prefeitura, a empresa Faber e o Ministério da Economia de Baden-Württemberg, na Alemanha, com apoio do Senai/Paraná e Federação das Indústrias do Estado da Bahia. O objetivo do encontro foi o de destacar a importância do uso da biomassa como madeira, resíduos de madeira, cereais, palha, resíduo orgânico, entre outros, para o aproveitamento energético.</p>
<p>Durante o encontro, o público participou de diversas palestras e tomou ciência sobre as possibilidades de soluções técnicas para a geração de energia, além da divulgação de informações com relação ao estado atual da pesquisa e as condições políticas gerais em Baden-Württemberg e no Brasil.</p>
<p>O prefeito Dr. Juan Garcia, que foi um dos palestrantes e procurou enfocar como os governos podem participar nas questões das fontes renováveis de energia, disse, durante a abertura do simpósio, que o município sente-se honrado em receber a comitiva de um país que está à frente nas questões ambientais.</p>
<p>O tema apresentado pelo prefeito foi relacionado a "Biomassa: uma ferramenta de ajuste social", que abordou a criação do Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos de São Sebastião (PRESS) para ter crescimento pedagógico, tecnologia e geração de emprego e renda. "O volume de lixo verde (podas, restos de jardins, entre outros) é grande ao longo do município. Identificamos 150 mil metros quadrados de área que são utilizados como locais para o depósito desses resíduos, os quais podem ser reaproveitados, além dos resíduos da construção civil", revela.</p>
<p>Voltado para cientistas e peritos em bioenergia da esfera pública e privada, estudantes, empresários, representantes de associações florestais e da agricultura, madeireiras e organizações internacionais estatais e privadas, o evento contou com a participação de vários palestrantes, especialistas da área, entre brasileiros e alemães.</p>
<p>O cronograma das palestras podem ser obtidas na homepage oficial da Prefeitura (<a target="_blank" href="http://www.saosebastiao.sp.gov.br/">http://www.saosebastiao.sp.gov.br/</a>) ou do Senai <a target="_blank" href="http://www.pr.senai.br/simposioenergiabiomassa">www.pr.senai.br/simposioenergiabiomassa</a></p>
<p><b>Próximo encontro</b></p>
<p>O próximo simpósio sobre o tema acontece na sexta-feira (7) e será realizada em Salvador (BA).</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrevista - Sabetai Calderoni]]></title>
<link>http://carolineborja.wordpress.com/?p=17</link>
<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 16:54:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>carolineborja</dc:creator>
<guid>http://carolineborja.wordpress.com/?p=17</guid>
<description><![CDATA[Por Germana Barata e Caroline Borja
O lixo, conjunto de matérias-primas de alto valor econômico, m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:9pt;color:black;font-family:Arial;">Por Germana Barata e Caroline Borja</span></p>
<p><b><span style="font-size:9pt;color:black;font-family:Arial;">O lixo, conjunto de matérias-primas de alto valor econômico, merece um ministério exclusivo – o único sem custos, defende o economista Sabetai Calderoni. O autor do livro <em>Os bilhões perdidos no lixo</em> vê com otimismo as mudanças que têm ocorrido no modelo tradicional de gestão de resíduos sólidos. “Estamos diante de uma nova era na área de resíduos”, comemora.</span></b></p>
<p><b><span style="font-size:9pt;color:black;font-family:Arial;"></span></b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">O lixo está longe de ser apenas resíduo, é na verdade um conjunto de matérias-primas preciosas de alto valor econômico. A opinião é do economista e advogado Sabetai Calderoni, presidente do Instituto Brasil Ambiente, que presta consultoria a governos e empresas que buscam soluções relativas a resíduos sólidos. Um país populoso como o Brasil, descarta todos os dias uma montanha de cerca de 190 mil quilos de lixo doméstico e outros 270 mil de entulhos que poderiam gerar uma riqueza anual estimada em US$ 10 bilhões. A questão tornou-se urgente, afirma o especialista, porque os problemas começaram a pipocar, ficando impossível ignorá-la. Mas ainda falta muito para tornar-se prioridade perante os governos. O resultado é que a minoria dos mais de 5 mil municípios possui usinas de reciclagem de entulhos, conhecem a coleta seletiva ou investem em aterros sanitários. “Se tivéssemos um 'Ministério do Lixo', seria o único ministério da República que não teria custos, seria sem dotação orçamentária”, sugere. Calderoni contribuiu com propostas para a Política Nacional de Resíduos Sólidos, entre elas a do sistema de auto-declaração de empresas geradoras e transportadoras de resíduos, que permitiria aos governos maior controle, aproveitamento e redução do lixo gerado. Mas enfatiza que a Política precisa ser aperfeiçoada: “a grande deficiência está na área da reciclagem, na falta de adequação de instrumentos econômicos para assegurá-la.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">”</span><span style="font-size:7.5pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">ComCiência – Os dados relativos à gestão e produção de lixo no país são desatualizados, desconexos, e não parecem muito confiáveis. Como é possível fazer uma Política Nacional de Resíduos Sólidos se não temos dados confiáveis?</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span></strong><b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"><strong>Calderoni – </strong></span></b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Se você pega uma fonte das indústrias, elas vão querer divulgar certos dados, se a fonte é das empresas que prestam serviços de reciclagem, vão te mostrar outros dados, conforme o interesse. Respondi a essa pergunta em palestras para a Câmara dos Deputados e para o Senado da República. A minha proposta é uma política que busca implantar um sistema de auto-declaração, como o imposto de renda no Brasil. A pessoa fica responsável durante tantos anos por aquela informação. Se não bater, se tiver alguma coisa ilógica, ela é responsabilizada depois. Não tem fiscal para fazer a declaração por nós. Tudo que depende de fiscalização é complicado, é caro e sujeito a muita corrupção. Então esse é um esquema simples, que estabelece quatro sistemas de auto-declaração: o gerador do resíduo, o transportador, os governos municipal e estadual e depois um outro sistema centralizado no federal. O gerador tem que declarar qual foi a quantidade de resíduos licenciados em relação ao total da sua produção. Ele tem que dizer qual foi o total de produto que ele produziu durante aquele ano, copiando (as informações) das notas fiscais. Só com esses dois itens, você já faz uma revolução no Brasil. Pela primeira vez se cruza dados fazendários, dados fiscais, com dados de licenciamento ambiental. Se as notas fiscais coincidiram com as licenças ambientais concedidas às empresas, ele (o gerador) já está em dia. Não tem fiscalização, é malha final automática por computação. A terceira das quatro informações que ele precisa dar é qual foi o destino que ele atribuiu a cada quilo de lixo que gerou. A lei obriga a fazer o registro também de quanto manda pra onde. Dessa forma, ele vai ficar amarrado. Depois vamos poder checar com as empresas que receberam, para ver se elas, de fato, receberam as quantias informadas. E as tecnologias adotadas para fazer o transporte e quem transportou é a quarta informação. Então, são só quatro informações por ano, todas elas copiadas dos documentos oficiais da empresa. Mas nunca ninguém tem acesso a isso reunido. (...) E assim, todos eles vão estar sujeitos a todo momento a cair na malha fina.</span><span style="font-size:7.5pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Que tipo de resíduo que é e para onde a empresa levou e a licença que ela tem pra poder fazer isso. As empresas que prestam serviço de aterro ou de reciclagem vão ter que dizer de quem recebeu, quanto recebeu e que tipo de tratamento deu, que tecnologia adotou e que licença ela tem pra fazer isso. Então, temos todo um sistema de auto-declaração que, aí sim, permite um planejamento. Uma base de informação por empresa. Automaticamente, os governos municipal e estadual vão poder fazer uma totalização de quanto foi gerado de cada resíduo naquele ano. Em vez de isso gerar problema, gera negócios. Quando você diz que gerou amônia num lugar e enxofre no outro, enxofre com amônia dá um belíssimo de um fertilizante. Quer dizer, vamos transformar aquilo que é resíduo em produtos. Então, cria-se uma informação que é fundamental para a sociedade e essencial para evitar o descarte e permitir a reciclagem. E, portanto, vai atribuir valor econômico àquilo que hoje é um custo, diminuindo então os custos das empresas e melhorando a eficiência.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:7.5pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">ComCiência – Como foi a recepção desta proposta pelos representantes do governo para quem o senhor as apresentou? Há alguma previsão dela ser colocada em prática?</span></strong><b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"><strong> </strong></span></b></p>
<p><b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"><strong>Calderoni – </strong></span></b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Foi excelente. Na Fiesp, houve apenas um pedido de que houvesse uma moratória para dar um tempo para que que os geradores pudessem se recompor e adotar essa nova sistemática. Essa porposta já entrou num dos projetos da Política Nacional de Resíduos. Mas a estadual também já tem. A partir de 2008 já pode funcionar em São Paulo.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:7.5pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">ComCiência – C</span></strong><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">omo o senhor avalia a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que tenta agregar valor ao lixo, regulamentar o tratamento e a destinação final do lixo dos municípios?</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span></strong><b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"><strong>Calderoni – </strong></span></b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">A grande deficiência está na área da reciclagem, na falta de adequação de instrumentos econômicos para assegurá-la. Eles fazem uma listagem de instrumentos, que é muito mal colocada, mas não estabelecem metas. Essa é a grande falha, que só fica na conversa, na listagem de instrumentos, na listagem de obrigações, mas sem amarração que permita depois aferir se está tendo benefício ou não. Tem que ter uma forma de medir os resultados, no tempo e ação, deve ter uma responsabilização clara para medirmos o que foi cumprido em relação às metas estabelecidas. Se sou um produtor de papel e tenho que reciclar 30%, mas só reciclei 18%, tem que ter uma pena. Se não tiver penalidades, a lei também não funciona. Esse é o problema da Política, está um pouco desamarrada, solta.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">ComCiência – Sobre a gestão do lixo pelos municípios, sabemos que são muito freqüentes os casos de licitação que geram contratos milionários por um tempo bastante longo. Como podemos minimizar esse problema?</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span></strong><b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"><strong>Calderoni – </strong></span></b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">A solução está na central da reciclagem. Essa central de reciclagem tem que ter uma responsabilidade operacional, tem que ter funcionários, uma coisa que não é muito complexa, mas tem que ser feito, tem ser feito investimento, tem que ser organizado isso. E na verdade, você não tem que investir um único centavo. Pode ser feito pelo esquema de PPP (Parcerias Público-Privadas). O investimento pode ser 100% do setor privado. No lugar de fazer licitação pra aterro, faz pra central de reciclagem. Você vai fazer um bem pra sociedade, vai gerar emprego, vai usar uma área pequena, mínima. A central usa quase nada de área. O aterro pra acumular lixo é de 20 anos, e 20 anos são 7 mil e poucos dias. E aqui na central de reciclagem, o lixo que entra de manhã sai à noite, é lixo de um dia. O agravante do aterro é que acaba essa área, tem que fazer outro mais longe e fica mais caro para transportar depois. A central nunca acaba. É uma indústria de reciclagem. Com isso, podemos fazer uma PPP e evitar os custos enormes que o município tem, porque ele não vai fazer investimento e não vai fazer transporte para tão longe. Cada vez que acaba um aterro, ele tem que pagar mais e mais com lixo e transporte.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">ComCiência – Se não precisa de investimento, pois acaba gerando recurso, se é tão simples, por que os municípios ainda não fazem nada disso?</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span></strong><b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"><strong>Calderoni – </strong></span></b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Esse esquema da Parceria Público-Privado no Brasil é resistente. Alguns municípios desenvolveram uma legislação específica para resíduos. Outro problema é a corrupção. Tem muitos interesses envolvidos, porque os valores econômicos são muito elevados e eles acabam por criar um mecanismo de dependência. Nós, do Instituto Brasil Ambiente, desenvolvemos isso e colocamos gratuitamente à disposição de todos os municípios que quiserem essa legislação. Alguns aprovaram a legislação. Há muitos interesses, os valores econômicos são muito elevados e há um relacionamento de dependência, até de acomodação, inércia cultural, resistência à inovação, isso tudo faz com que a implantação demore. Mas já temos municípios no Brasil fazendo a triagem, a reciclagem de lixo, tem muita coisa rolando já no país.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">ComCiência – O mercado imobiliário é um dos que mais crescem no país. Cresce, com ele, a produção de entulho. Qual o destino deste lixo? Qual a quantidade de usinas de reciclagem desses materiais funcionando hoje e como deveria ser este tratamento de lixo?</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span></strong><b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"><strong>Calderoni – </strong></span></b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Sabe o que faz com a fração de entulho (tijolos, laje, madeira, terra, etc)? Quatro programas municipais: programa habitacional (para fazer tijolo, por exemplo, encanamentos elétricos, hidráulicos, telefonia); programa de pavimentação, porque serve de base de asfalto; programa de drenagem, como sarjeta, boca-de-lobo, manilha; e o programa de mobiliário urbano, pode-se fazer poste, mesas, cadeiras, placas, cercas e uma infinidade de coisas a partir desse material que ia ser em grande quantidade jogado clandestinamente nas ruas, porque não é obrigação da prefeitura recolher. Belo Horizonte (MG) tem uma central de reciclagem grande, uma em Campinas (SP), uma em Piracicaba (SP), mas elas estão sendo usadas só na metade da capacidade. E tem uma razão para não estarem cuidando direitinho da reciclagem. Uma razão econômica, para variar. A prefeitura pode estar comprometida com o aproveitamento para esses quatro programas que eu mencionei, mas de repente não chega o lixo. Porque é muito mais em conta, às vezes, contratar um caçambeiro fajuto que aceita descartar o entulho, geralmente nos córregos, rios, nas áreas públicas. Aquilo que é uma obrigação do gerador (de entulho) e não da prefeitura, mas acaba virando problema só da prefeitura, que tem que recolher isso. Tem um esquema que eu montei que também evita isso. Há dois momentos para que aconteça a construção de um prédio, de um edifício ou uma casa. No momento do licenciamento da obra e o do habite-se. Por ocasião do licenciamento, deve ser cobrada taxa de reciclagem e transporte do entulho, ou a obra não será autorizada. A lei obriga o gerador a se preocupar com o entulho, que ele coloque a caçamba na porta da construção, contrate o caçambeiro. Neste caso, o gerador entregaria ao caçambeiro um vale para que ele receba o pagamento lá na central de reciclagem. Quando chegar no fim da obra o gerador vai receber o habite-se, que fica condicionado à entrega do lixo. Não tem necessidade de fiscalização, não criei custo nenhum adicional para o gerador, que a lei não estabelecia, não criei nenhum custo para o transportador, ele vai conseguir receber, só que não recebe direto da mão do gerador, vai receber da central.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:7.5pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">ComCiência – Mas muitas obras, como reformas de imóveis, não têm necessidade de licenciamento...</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span></strong><b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"><strong>Calderoni – </strong></span></b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Setenta por cento das obras são pequenas, não têm licenças, são clandestinas. Trinta porcento são obras maiores e licenciadas, que geram 80 a 90% do total do resíduo, são as grandes geradoras. As pequenas são em grande número, mas o total de resíduo gerado é pequeno em relação ao conjunto da cidade.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:7.5pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">ComCiência – Pensamos em diminuir a quantidade de lixo, mas vivemos numa sociedade que é totalmente consumista e cada vez mais somos motivados a consumir. Como é possível continuar consumindo, para que os países continuem crescendo, mas, ao mesmo tempo, de uma forma sustentável em relação à geração de lixo?</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span></strong><b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"><strong>Calderoni – </strong></span></b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Reciclando.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:7.5pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">ComCiência – Não está faltando que os governos pressionem a indústria a se responsabilizar pela geração e destino dos produtos que geram, que amanhã se transformarão em resíduos? Por exemplo, a Intel resolveu suspender a produção de chips com chumbo, e outras empresas, como a Natura, produzem produtos com refil. Mas o fazem por iniciativa própria, para criar um diferencial no mercado, agregar valor à sua imagem em prol do meio ambiente, mas não há legislação que as obriguem a tomar providências como estas.</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span></strong><b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"><strong>Calderoni – </strong></span></b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">De fato, legislação não tem aquelas metas e ferramentas de comprovação de que a meta foi alcançada, de que eu falei, então é vazio. Tem que ter um Ministério do Lixo. Ele seria o único ministério da República que não teria custos, seria sem dotação orçamentária. Ao contrário, geraria recursos para o país. Porque o lixo é o único produto da economia com preço negativo, temos que pagar para nos livrarmos dele. Por exemplo, estou gastando R$ 8 milhões em uma cidade de 200 mil habitantes para enterrar o lixo; se R$ 15 milhões é o valor econômico desse lixo, estou economizando 8 mais 15 milhões, são R$ 26 milhões de ganho. Fora a geração de emprego, equilíbrio ambiental, saúde pública, ia evitar muito transporte no meio da cidade, poluição que se gera, acidentes...</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:7.5pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">ComCiência – E o que falta para que o lixo se torne uma questão prioritária?</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span></strong><b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"><strong>Calderoni – </strong></span></b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Falta o pessoal entender que lixo não é apenas resíduo. Esse nome, resíduo, ilude muito. É preciso entender que lixo é um produto de olhar equivocado, que são materiais preciosos, que são, na verdade. matérias-primas de alto valor econômico. Toda a produção mundial, nacional, regional, toda produção da humanidade é produção de lixo, porque em menos de 1% da sua vida, esses materiais ficam como produtos de consumo. Imagine, por exemplo, uma roupa, um televisor, uma garrafa, um pedaço de papel, quanto tempo da sua vida ele passa na superfície como produto de uso? Estamos produzindo lixo o tempo todo. Não tem nada que estejamos usando, na sua frente agora, que, rapidamente, não vá virar lixo. Quando entendermos um pouco isso, e o imenso valor econômico do lixo, poderemos chegar à conclusão inicial que eu cheguei no meu livro (<em>Os bilhões perdidos no lixo</em>), de conseguir US$ 10 bilhões por ano no Brasil, todos os anos, com a reciclagem. Essa quantia é suficiente para dar uma cesta básica todos os meses para todas as famílias pobres do Brasil. Então, acabaríamos com o problema da fome já. E quando acaba o problema da fome, diminui o problema na saúde, na educação, na segurança. Esse Ministério do Lixo, Ministério dos Resíduos Sólidos, seria fundamental na saúde pública, na geração de emprego, na geração de renda, para o equilíbrio ambiental. Faria uma revolução no país e seria um ministério sem custo.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:7.5pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">ComCiência – Como tem evoluído a reciclagem do lixo na última década?</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span></strong><b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"><strong>Calderoni – </strong></span></b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Aumentou muito a consciência, a legislação, houve muito mais ação do ministério público, se tornou agora uma questão social. Estão se esgotando aqueles aterros que as cidades tinham para fazer a disposição do lixo próximo, então as prefeituras estão sendo obrigadas a adotar a reciclagem. Elas não vão poder manter o velho modelo, mesmo que queiram, mesmo que achem que é melhor enterrar do que reciclar. Agora não há mais condições econômicas, porque os municípios estão ilhados entre o mar e a montanha. Estamos diante de uma nova era na área de resíduos.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:7.5pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">ComCiência – O senhor está otimista em relação ao futuro do tratamento do lixo?</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span></strong><b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"><strong>Calderoni – </strong></span></b><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Não porque as pessoas queiram, mas porque o valor econômico é grande. Quanto tem questão econômica, o olho do empresário rapidamente cresce. E também eu vejo a impossibilidade econômica de manter o velho modelo, o que vai nos levar nesse avanço que nós tanto desejamos. E é o nosso trabalho. Também acredito muito no nosso trabalho, da Brasil Ambiente, estamos difundindo essa idéia pelo Brasil todo, tanto na legislação quanto na modelagem econômica, na montagem das PPPs, na mobilização do capital nacional e internacional, com grandes projetos de investimento para o país e para os empresários.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Publicado na ComCiência 10 de fevereiro de 2008.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FASE 2. Balsillas. DIAGNÓSTICO para MANEJO INTEGRAL DE RESIDUOS SOLIDOS]]></title>
<link>http://laborincondelmar.wordpress.com/?p=37</link>
<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 15:28:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>ciruela</dc:creator>
<guid>http://laborincondelmar.wordpress.com/?p=37</guid>
<description><![CDATA[En julio del 2007 invitamos a Felipe Guerra de eReciclaje, para que se empezara con un diagnóstico ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>En julio del 2007 invitamos a Felipe Guerra de <a href="http://www.ereciclaje.com" title="empresa de reciclaje en medellin" target="_blank">eReciclaje</a>, para que se empezara con un diagnóstico de la zona principalmente del manejo de residuos en Balsillas.</p>
<p>Felipe Guerra tiene una experiencia bastante interesante en esta área y conoce lo que es el trabajo en la zona. Estuvo manejando una brigada con <a href="http://http://www.ereciclaje.com/aislados/index.htm" title="Brigada de manejo de basuras AISLADOS" target="_blank">AISLADOS</a> en el islote, islas de San Bernardo.  También ha trabajado con varias urbanizaciones en Medellín y Envigado montando todo el <a href="http://www.ereciclaje.com/cultura/urbanizaciones_medellin/index.htm" target="_blank">sistema de reciclaje</a> y reducción de residuos sólidos.</p>
<p>¿Cuál es la situación entonces de Balsillas y del Rincón del mar?</p>
<p>(este espacio del diagnóstico de Balsillas se borró accidentalmente, en pocos días vamos a restaurar el texto) disculpen los lectores por este problema técnico... pero sigan leyendo que parte del texto no se perdió.</p>
<p>Hay entonces un deterioro evidente del ecosistema de manglar también por causa del cierre de las bocas que lo comunican con el mar permitiendo el intercambio de agua dulce y salada. La acumulación de plásticos en el agua y desechos de toda índole que son utilizados para hacer relleno de construcción de vivienda reducen abrumadoramente el intercambio de oxígeno vital para ese habitat. Los rellenos hacen barrera en épocas invernales causando inundaciones con las consecuencias en serie que estas generan: problemas de salud, plagas, extensión de las basuras por zonas donde no las habían, contaminación, muerte de peces, etc.</p>
<p>La calidad y disponibilidad del agua dulce está en disminución. Los pozos de agua dulce presentan salinidad por la entrada del agua de mar a ocupar el espacio desocupado por el uso indiscriminado del pozo, se sabe que hay que rotar en el uso de aguas profundas para no agotarlas y alcancen a renovarse. Es alarmante saber que la los pozos también sufren la filtración de sustancias nocivas provenientes de sistemas de aguas residuales, quema y mala disposición de basuras.</p>
<p>Los lugares que se han usado o se usan para quemar y enterrar la basura no se han recuperado y presentan deterioro por ausencia de materia            vegetal.<br />
La comunidad de las dos partes es consciente de manera parcial del problema por lo tanto no toma medidas adecuadas para solucionarlo.</p>
<p>El reciclaje y separación adecuada desde la fuente es el primer paso hacia la conversión de una comunidad ecológica, ecopropietarios y ecocineras, se generan multiples oportunidades a nivel social y ecológico para generar una dinámica constructiva en la población. Un sistema completo debe ponerse en práctica.</p>
<p>La tendencia a no reciclar hace al medio ambiente más débil e improductivo. La quema constante, la tala de manglar, hacen que no se renueve el ciclo del carbono, esencial para la vida.</p>
<p>No existen zonas de reserva, protección del agua y la biodiversidad en la zona. El pronóstico es desolador si no se toman medidas inmediatas.</p>
<p>La situación social es bastante compleja conociendo la situación de conflicto armado del pais que ha afectado a la población directa e indirectamente. Pero lo que es bien importante es que quedan muchas personas del Rincón motivadas y activas en áreas de la cultura, educación, manejo ambiental y sotenimiento de las tradiciones: como es el grupo de baile cantao, la biblioteca mariamulata lectora, el grupo ecológico de niños, y varias otras coorporaciones sin ánimo de lucro que nacieron con iniciativa de la gente local.</p>
<div><embed src='http://widget-0f.slide.com/widgets/slideticker.swf' type='application/x-shockwave-flash' quality='high' scale='noscale' salign='l' wmode='transparent' flashvars='site=widget-0f.slide.com&channel=2161727821142611727&cy=wp&il=1' width='426' height='320' name='flashticker' align='middle' />
<div style='width: 426px;text-align:left;'><a href='http://www.slide.com/pivot?ad=0&tt=0&sk=0&cy=wp&th=0&id=2161727821142611727&map=1' target='_blank'><img src='http://widget-0f.slide.com/p1/2161727821142611727/wp_t000_v000_a000_f00/images/xslide1.gif' border='0' ismap='ismap' /></a> <a href='http://www.slide.com/pivot?ad=0&tt=0&sk=0&cy=wp&th=0&id=2161727821142611727&map=2' target='_blank'><img src='http://widget-0f.slide.com/p2/2161727821142611727/wp_t000_v000_a000_f00/images/xslide2.gif' border='0' ismap='ismap' /></a></div>
</div>
<p><b>PLAN DE ACCIÓN</b></p>
<p>Que lleve a Balsillas en conjunto con el Rincón a convertirse e un lugar sostenible, hermoso, divertido, próspero y en paz. (la primera parte del proceso comienza en Balsillas y pronto va extendiéndose e implementándose el sistema en el Rincón con la participación necesaria de la comunidad)</p>
<p><b><a href="http://www.ereciclaje.com/clientes/balsillas/album/index.html" title="Fotos Diagnóstico Balsillas Basura" target="_blank">DIAGNOSTICO EN FOTOS. eReciclaje</a></b><br />
(son 16 páginas de fotos con el diagnóstico detallado, vale la pena mirarlo)</p>
<p><b>I. Diseño de <a href="http://www.ereciclaje.com/clientes/balsillas/Principios%20de%20Diseno%20Permacultural.htm">Permacultura</a></b><br />
<b>1. </b>Detener la basura:<br />
a) Creación de Grupo de Trabajo: eRECICLAJE, Corporimar, Balsillas<br />
b) Definición de responsabilidades: Comunitario e Individual<br />
c) Alternativas de Uso:<br />
- Materia Orgánica: compost, camas de siembra, alimento para lombrices<br />
- Plástico: botella mini relleno sanitario para construcciónes de tanques y otras edificaciones<br />
- Reciclable: diferenciable para su reutilización y/o venta<br />
<b>2.</b> Almacenamiento de la basura<br />
Construcción bodega de reciclaje: pilares con botellas, zonas de almacenamiento de plásticos, metales, vidrio, papel. Mesa de trabajo para desmantelamiento, reparación, espacio para tulas y costales.<br />
<b>3.</b> Recolección de Aguas Lluvias<br />
- Construcción de Canales de recolección<br />
- Tanques de almacenamiento<br />
- Diseño de la tierra para recarga de acuíferos subterráneos e irrigación de bosque frutal<br />
<b>4. </b>Producción de Materia Orgánica<br />
- Composteras<br />
- Baños ecológicos (letrinas secas)<br />
- Material vegetal (huertas, viveros, jardines)</p>
<p><b>5.</b> Seguridad Alimentaria<br />
- Huertas y viveros ecológicas (buena producción de Banano, papaya, melón, piña, coco, etc.)<br />
- Pesca artesanal<br />
- Ventas y excedentes para el intercambio y/o compra de otros productos<br />
<b>6. </b>Cultura Ecológica<br />
- Talleres Reciclaje<br />
- Teatro, Danza, Música y Tradición Oral<br />
- Huertas Comunitarias<br />
- Vecinos voluntarios</p>
<p>Más adelante se podría extender la iniciativa en la zona involucrando vecinos como Punta Seca y asociando fuerzas con otros vecinos en el golfo de Morrosquillo que tienen planes similares y en las islas de San Bernardo. Por la posición estratégica de Balsillas y Rincón es posible pensar en extender la red de ejemplo ecológico en la región.</p>
<p><b>II. Metodología</b><br />
<b>1.</b> Diseño de Permacultura – Creación Comunidad Ecológica<br />
<b>2.</b> Análisis de Costos<br />
a. Por Proyectos: Construcción con recursos locales, y presupuesto participativo.<br />
b. Consultoría por un tiempo razonable y suficiente hasta que la Balsillas implemente el sistema y la comunidad tenga un grupo de personas con estabilidad laboral y económica trabajando con el manejo integral de residuos sólidos, reciclaje y venta de material recuperado a las industrias que lo utilizan.</p>
<p><b>3.</b>Tiempos estipulados de implementación, seguimiento y consultaría.<br />
a. Frenamos la basura en 90% inmediatamente, tiempo de trabajo 1 mes aprox. = durante toda la temporada alta en Balsillas a final de año.</p>
<p>b. En temporada donde la ocupación de casas es reducido se hace un seguimiento una vez por mes durante una semana de trabajo. Se aseguran resultados inmediatos mientras se hagan estos seguimientos durante 2 años consecutivos. De ahí en adelante todo depende de la voluntad y trabajo constante de Balsillas y la comunidad.</p>
<p>c. eReciclaje propone prolongar el trabajo, este acompañamiento durante 6 años. Para no detener el proceso de recuperación y transformación. Esto tan pronto Balsillas compruebe los beneficios y progreso que la implementación que la permacultura aporta.</p>
<p><b>III. Proyección</b><br />
Hacer esta inversión deja al grupo de CORPORIMAR montado para hacer lo mismo en Rincón.<br />
Este es el primer paso para empezar. Otros aspectos a escala mayor pueden implementarse.</p>
<p>IV. Visión</p>
<p>Después de conocer Balsillas y el Rincón del Mar, Felipe Guerra hizo una descripción de cómo soñaba o cómo creía que el Rincón podría llegar a ser si con el pueblo se lograra llegar a tener una conciencia ecológica con acciones concretas.</p>
<p>Aquí pego el texto del sueño de Felipe.</p>
<p>A Balsillas llegan las cocineras del pueblo por la mañana. Traen en su cabeza una batea, con piña, sandía, papaya, bananos, mangos y otras frutas. Las han recogido a lo largo del camino que las conduce hacia sus lugares de trabajo. Antes en la mañana los caseros han recogido huevos. En el gallinero los hombre alimentan a las gallinas dejándolas pastorear por las camas antes de ser cultivadas para que preparen el terreno y tambien por las pilas de compost donde comen lombrices y gusanos. Son gordas y felices, activas y alerta de cuidar a sus pollitos.<br />
Mientras las mujeres hacen los desayunos a los turistas. Ofrecen deliciosos jugos helados a los sedientos y rostizados por el sol de la playa y con la            garganta salada de nadar, bucear y pescar en el mar. En las neveras, eléctricas que funcionan 24 horas, un verdadero lujo, pues se cuenta con autonomía de combustible producido de biodigestores y aceites producidos en la finca.<br />
Se ven hombres bajando cocos y se escucha el pasar del tractor que mueve los residuos. Su potencia y versatilidad le permite moler los residuos            orgánicos mientras anda, trayendo gran aporte de nutrientes a los suelos agradecidos que entregan toda clase de frutos. Un grupo de niños viene cantando canciones alusivas al agua y los peces pues han atrapado un gran pez dorado cuando se estaban bañando en los manatiales y arroyos de agua dulce del bosque. Vienen contando historias de todos los animales que han visto y como se han hecho amigos de un grupo de monos que saltaban de rama en rama.<br />
Las mujeres del pueblo ofrecen una gran variedad de jabones naturales que ellas mismas preparan a base de mantequilla, aceite de coco,miel, flores            y hierbas aromáticas. Todas las mujeres lucen hermosas y huelen muy bien. En Rincón del Mar, festejan la cosecha, la abundancia y la vida, la llegada de los turistas y la ida de los turistas, compartiendo ron producido en caseros alambiques. La producción de caña ni puede ser mejor. La ganadería va viento en popa cada vez con más vacas lecheras, que se alimentan con las hojas de la caña y otros forrajes cultivados, y no en potreros fumigados y secos. Y el pequeño muelle construido con madera plástica y Ecoplak, maravilla a todos al alojar uno de los más vistosos veleros en            los que su grupo de Gestión Ambiental comparte los beneficios y riquezas de tener un sistema de reciclaje organizado, productivo y abierto a la vida en todas las direcciones.</p>
<p>Los turistas quedan maravillados al ser recibidos por los alegres habitantes de Rincón del Mar, observan que pueden consumir de toda variedad            de productos en sus tiendas y disfrutar los servicios de recreación y atención que ofrecen los locales. La gente reconoce los puntos de recolección de residuos y los usa adecuadamente, mientras que siempre hay alguien dispuesto a indicarle que hacer con un residuo. Los tanques de agua lluvia, construidos con botellas plásticas llenas de elementos inservibles, alimentan el sistema de duchas y baños públicos. La playa siempre está limpia y los habitantes y turistas se alegran de haberse conocido.</p>
<p><a href="http://www.ereciclaje.com/clientes/balsillas/album/index.html" title="Fotos Diagnóstico Balsillas Basura" target="_blank"><br />
</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comisión Europea: Los europeos pagaremos solo tres euros por habitante y semana para ayudar a frenar el ambio climático.]]></title>
<link>http://laveudelpoble.wordpress.com/?p=77</link>
<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 17:12:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vicent Vercher Garrigós</dc:creator>
<guid>http://laveudelpoble.wordpress.com/?p=77</guid>
<description><![CDATA[


Los europeos pagaremos sólo tres euros por habitante y semana para ayudar a frenar el cambio cli]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://laveudelpoble.wordpress.com/files/2008/02/734158.jpg" title="734158.jpg"></a><a href="http://laveudelpoble.wordpress.com/files/2008/02/734158.jpg" title="734158.jpg"><img src="http://laveudelpoble.wordpress.com/files/2008/02/734158.jpg" alt="734158.jpg" /></a></p>
<table border="0" cellPadding="0" cellSpacing="2">
<tr>
<td class="p13a"><strong>Los europeos pagaremos sólo tres euros por habitante y semana para ayudar a frenar el cambio climático </strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="p13a">
<table border="0" align="center" width="100%" cellPadding="0" cellSpacing="0">
<tr>
<td height="1"><img width="2" src="http://laveudelpoble.wordpress.com/images/fondos/shim_azul_palido.gif" height="2" /></td>
</tr>
</table>
</td>
</tr>
</table>
<table border="0" width="98%" cellPadding="0" cellSpacing="0">
<tr>
<td>
<div align="left" class="p9n">23-01-2008</div>
</td>
</tr>
</table>
<table border="0" width="98%" cellPadding="0" cellSpacing="0">
<tr>
<td> </td>
</tr>
</table>
<table border="0" width="98%" cellPadding="0" cellSpacing="0">
<tr>
<td class="p9">
<div align="justify"><strong><em>La Comisión Europea desveló hoy unas ambiciosas propuestas para combatir el cambio climático en la próxima década, contra las que la industria y muchos países han presionado en las últimas semanas y cuya aprobación definitiva exigirá probablemente duras negociaciones.</em></strong></div>
</td>
</tr>
</table>
<table border="0" align="center" width="98%" cellPadding="0" cellSpacing="0">
<tr>
<td> </td>
</tr>
</table>
<table border="0" width="98%" cellPadding="0" cellSpacing="0">
<tr>
<td class="p9g">
<div align="justify">Bruselas, 23 de enero de 2008Las consecuencias serían más caras: 60 euros por persona y semana.</p>
<p>Objetivo: reforzar la seguridad energética.</p>
<p>La UE desvela su ambicioso plan para combatir el calentamiento global en los próximos años</p>
<p>La estrategia quiere hacer realidad los compromisos que la UE asumió el pasado mes de marzo para reducir las emisiones contaminantes y promover el uso de las energías renovables.</p>
<p>Para ello, plantea cinco propuestas que impondrán grandes esfuerzos a las empresas de la Unión, pero que a la vez les ofrecerán la oportunidad de liderar los cambios necesarios para combatir el calentamiento global, según subrayó hoy el presidente de la Comisión Europea, José Manuel Durao Barroso.</p>
<p>Según Barroso, estos planes permitirán reforzar la seguridad energética en la UE con un coste que cifró en 3 euros (4,35 dólares al cambio de hoy) por ciudadano europeo y semana, muy inferior, dijo, del derivado de no hacer nada frente al cambio climático.</p>
<p>Los jefes de Estado y de Gobierno acordaron el pasado marzo, con vistas a 2020, reducir en un 20 por ciento las emisiones de CO2 respecto a 1990, obligar a que el 20 por ciento de la energía que se consuma en la UE proceda de fuentes renovables y que el 10 por ciento de los carburantes sean biocombustibles.</p>
<p>Para conseguirlo, la estrategia presentada hoy fija, entre otros aspectos, los compromisos de que los sectores no incluidos en el sistema europeo de comercio de emisiones (como el transporte o la vivienda) asuman su papel en cada país para combatir el cambio climático en la próxima década.</p>
<p>En su conjunto, deberán reducir sus emisiones un 10 por ciento frente a las de 2005.</p>
<p>Bruselas plantea que el reparto se haga en función del PIB per cápita de los países, por lo que los estados más ricos tendrán que recortar considerablemente sus emisiones, mientras que los menos desarrollados (los nuevos socios del Este) podrán, en algunos casos, hasta aumentarlas, aunque de forma limitada.</p>
<p>Para España, la CE pide que el recorte de las emisiones sea del 10 por ciento en el año 2020 con respecto a los niveles de 2005.</p>
<p>Otra de las propuestas establece el porcentaje de energías renovables que cada país deberá utilizar al final de la segunda década del Siglo, que en el caso de España sitúa en el 20 por ciento del consumo total de energía, más del doble de la cifra actual.</p>
<p>También exige a España cumplir el objetivo general de usar un 10 por ciento de biocombustibles en el transporte.</p>
<p>Por otra parte, la estrategia incluye la revisión del sistema de comercio de emisiones contaminantes, que obligará a las industrias que participan en el mismo a recortar sus gases de efecto invernadero en un 21 por ciento con respecto a 2005.</p>
<p>Además, se prevé la introducción gradual de un sistema de subasta por el que las instalaciones industriales deberán comprar los permisos necesarios para poder emitir CO2, derechos que ahora conceden los Gobiernos de forma gratuita.</p>
<p>Una cuarta propuesta pretende regular la captura y almacenamiento de CO2 para su posterior inserción en formaciones geológicas, tecnología que la legislación comunitaria actual no permite y en la que, sin embargo, están interesados varios Estados miembros, como Alemania y el Reino Unido.</p>
<p>Paralelamente, Bruselas presentó hoy unas directrices que pretenden elevar la cuantía de las ayudas públicas que los Estados miembros pueden conceder a las empresas para el desarrollo de proyectos que permitan reducir las emisiones contaminantes.</p>
<p>Las reacciones de la industria y sindicatos al paquete presentado valoraron el paso pero alertaron del impacto que puede tener sobre el empleo.</p>
<p>La patronal de la UE, BusinessEurope, advirtió del efecto negativo que las propuestas pueden tener sobre la competitividad de la industria comunitaria e insistió en que cualquier solución debe garantizar el mantenimiento de la competitividad.</p>
<p>Por su parte, los sindicatos europeos calificaron la estrategia de "paso significativo", aunque insistieron en que se han de tener en cuenta las cuestiones sociales.</p>
<p>Las organizaciones ecologistas, por su parte, valoraron la iniciativa, aunque lamentaron la insuficiente ambición de los planes para reducir los gases contaminantes y consideraron "preocupante" la voluntad de aumentar el uso de biocombustibles.</p>
<p>La aprobación de este paquete exigirá el visto bueno tanto de los países como del Parlamento Europeo.</p>
<p>Fuente:<a href="http://www.buenosdiasplanera.org"> buenosdiasplaneta.org</a></div>
</td>
</tr>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Consejo de Ministros aprueba el Real Decreto que regula la gestión de los residuos de construcción y demolición.]]></title>
<link>http://laveudelpoble.wordpress.com/?p=71</link>
<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 18:17:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vicent Vercher Garrigós</dc:creator>
<guid>http://laveudelpoble.wordpress.com/?p=71</guid>
<description><![CDATA[


Nota de prensa

Consejo de Ministros    www.mma.es

El Consejo de Ministros aprueba el Real De]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="1" face="Arial"></font><font size="1" face="Arial"></font><font size="1" face="Arial"></p>
<p align="left"><font size="1" face="GillSansMT"><a href="http://laveudelpoble.wordpress.com/files/2008/02/cristina-narbona.jpg" title="cristina-narbona.jpg"><img src="http://laveudelpoble.wordpress.com/files/2008/02/cristina-narbona.jpg" alt="cristina-narbona.jpg" /></a></font></p>
<p></font><b><font size="7" color="#818181" face="Arial"></font></b><b><font size="7" color="#818181" face="Arial"></font></b><b><font size="7" color="#818181" face="Arial"></p>
<p align="left">Nota de prensa</p>
<p></font></b><font size="4" face="Arial Narrow"></font><font size="4" face="Arial Narrow"></font><font size="4" face="Arial Narrow"></p>
<p align="left">Consejo de Ministros    <a href="http://www.mma.es/">www.mma.es</a></p>
<p></font><b><font size="6" face="Arial Narrow"></font></b><b><font size="6" face="Arial Narrow"></font></b><b><font size="6" face="Arial Narrow"></p>
<p align="left">El Consejo de Ministros aprueba el Real Decreto</p>
<p align="left">que regula la gestión de los residuos de</p>
<p align="left">construcción y demolición</p>
<p></font></b><font size="4" face="Impact"></font><font size="4" face="Impact"></font><font size="4" face="Impact"></p>
<p align="left">• <b><font size="4" face="Arial Narrow">El Real Decreto establece la obligación de incluir en el proyecto un estudio de gestión de los residuos de construcción y demolición con estimación de cantidades generadas, medidas a adoptar y la inclusión de los costes por parte del ontratista</font></b></p>
<p></font><font size="4" face="Impact"></font><font size="4" face="Impact"></font><font size="4" face="Impact"></p>
<p align="left">• <b><font size="4" face="Arial Narrow">Del mismo modo, se exige separar los residuos de construcción y demolición en origen (en la obra), lo que puede generar beneficio de la venta directa de dichos materiales separados para los que ya existe un mercado.</font></b></p>
<p></font><font size="4" face="Impact">• </font><b><font size="4" face="Arial Narrow">El texto también establece que las administraciones públicas que intervengan como promotores deberán fomentar las medidas para la prevención de residuos de construcción y demolición y la utilización de áridos y otros productos procedentes de su valorización</font></b><b><font size="4" face="Arial Narrow">1 feb. 08.- </font></b><font size="4" face="Arial Narrow">Teniendo en cuenta el fuerte crecimiento de los residuos de construcción y demolición en los últimos años, el Consejo de Ministros ha aprobado hoy el Real Decreto que regula la producción y gestión estos residuos con el fin de evitar la contaminación de suelos y acuíferos en vertederos incontrolados y el deterioro paisajístico, así como la eliminación de estos residuos sin aprovechamiento de sus recursos valorizables.</font><font size="4" face="Arial Narrow"></font><font size="4" face="Arial Narrow"></font><font size="4" face="Arial Narrow"></p>
<p align="left">El problema ambiental que plantean los residuos de construcción y demolición (RCD) se deriva no sólo del creciente volumen de su generación, sino de su tratamiento, que todavía hoy es insatisfactorio. El 90% de estos residuos van a vertedero y sólo un 5% se recicla.</p>
<p>En la actualidad su regulación estaba vigente mediante el Plan Nacional de gestión de residuos de construcción y demolición (RCD), aprobado en 2001, que había realizado unas previsiones de generación de 42 millones de toneladas </font><font size="4" face="Arial Narrow">(aprox. 1Ton/hab/año) de residuos. Sin embargo, los datos reales demuestran que dicha previsión, ha sido superada debido a la fuerte actividad de la construcción, especialmente en algunas comunidades autónomas.</font><font size="4" face="Arial Narrow"></font><font size="4" face="Arial Narrow"></font><font size="4" face="Arial Narrow"></p>
<p align="left">Por ello, el Consejo de Ministros ha aprobado este Real Decreto para garantizar la mejor gestión ambiental de los RCD, yendo más allá de la normativa europea, que no contempla todavía la concreta aplicación del principio de responsabilidad del productor a estos residuos.</p>
<p align="left">El objetivo ha sido buscar el mayor consenso entre el sector de la construcción, CCAA y Ayuntamientos. Además el texto ha sido debatido en dos reuniones de la Conferencia Sectorial de Medio Ambiente y en el Consejo Asesor de Medio Ambiente.</p>
<p align="left">El ámbito del Real Decreto abarca la construcción, rehabilitación, reparación, reforma o demolición. Una de las dificultades por las que en la actualidad no se alcanzan unos indicadores satisfactorios de reciclado de estos residuos es el hecho de que la mayoría de los casos se depositan en vertedero a coste muy bajo, sin tratamiento previo, y a menudo, sin cumplir con los requisitos establecidos en la normativas sobre vertederos. Para corregir esta situación, el RD prohíbe el depósito sin tratamiento previo.</p>
<p align="left">Entre las obligaciones que establece el RD al productor (identificado como el titular de la licencia) destaca la obligatoria elaboración en el proyecto de obra de un estudio de gestión de RCD, que deberá incluir una estimación de las cantidades generadas, medidas de prevención a adoptar, el destino previsto para los residuos que se produzcan, así como una valoración del coste previsto para su gestión, coste que formará parte del presupuesto del proyecto.</p>
<p align="left">También se fijan obligaciones al contratista (el que ejecuta la obra) quien deberá establecer la clasificación de los residuos, elaborar un plan de ejecución y asumir los costes. Esta obligación de separar lo residuos en origen (en la obra), a partir de ciertos volúmenes de generación, repercutirá en la obtención de beneficios por la venta directa de los materiales separados y ya fue avalada mediante la reforma de la Ley 10/98 de Residuos que se introdujo en la Ley 34/2007, de calidad del aire y protección de la atmósfera.</p>
<p align="left">Con este RD se afianzará la posición empresarial de aquellos materiales para los que ya existe un mercado (metales y maderas principalmente) y adicionalmente servirá para incentivar la creación de otros mercados (áridos reciclados)<font size="1" face="GillSansMT"></font></p>
<p></font></p>
<p align="left"><font size="4" face="Arial Narrow">Cabe destacar que en aquellas obras en que las administraciones públicas intervengan como promotores, se establece que éstas deberán fomentar las medidas para la prevención de residuos de construcción y demolición y la utilización de áridos y otros productos procedentes de su valorización.</font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Compostagem &quot;indoor&quot; simplificada]]></title>
<link>http://ecotecnologia.wordpress.com/2007/12/11/compostagem-indoor-simplificada/</link>
<pubDate>Tue, 11 Dec 2007 21:45:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel</dc:creator>
<guid>http://ecotecnologia.wordpress.com/2007/12/11/compostagem-indoor-simplificada/</guid>
<description><![CDATA[ 
A compostagem é uma técnica geralmente realizada ao ar livre, no fundo do quintal e de preferên]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" height="282" alt="naturemill1" src="http://ecotecnologia.files.wordpress.com/2007/12/naturemill1.jpg" width="460" border="0"> </p>
<p>A <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Compostagem" target="_blank">compostagem</a> é uma técnica geralmente realizada ao ar livre, no fundo do quintal e de preferência escondido para não disseminar os odores desagradáveis. Porém, já há uma alternativa: a composteira "indoor" criada pela empresa america NatureMill. </p>
<p>Produzida para encaixar perfeitamente sob a pia da cozinha, essa composteira pode processar até 55 Kg de resíduos orgânicos por mês consumindo apenas 10 watts de energia. Segundo a empresa, o aparelho não produz nenhum cheiro desagradável e não atrai moscas.</p>
<p>O processo de compostagem é realizado em uma câmara interna selada. Um pequeno ventilador é responsável pela introdução de ar à câmara. O aparelho conta ainda com uma barra misturadora e um aquecedor que mantêm o processo funcionando na temperatura correta. Uma luz vermelha indica quando o composto ficou pronto podendo ser retirado - uma vez a cada duas semanas segundo a empresa fabricante.</p>
<p>A composteira pode receber cerca de 2Kg de resíduos por dia e, diferentemente da compostagem realizada no quintal, pode receber restos de carne, peixe e frango, devido à elevada temperatura do processo e à câmara isolada.</p>
<p>Preços iniciam em U$299.</p>
<p>Via <a href="http://www.naturemill.com/" target="_blank">NatureMill</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Ley General de Residuos Sólidos]]></title>
<link>http://dkabogados.wordpress.com/2006/02/09/ley-general-de-residuos-solidos/</link>
<pubDate>Thu, 09 Feb 2006 23:48:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>dkabogados</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ley General de Residuos Sólidos, publicado el 21 de julio de 2000. Ley que establece derechos, obli]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.delapuentekahatt.com/normas/Ley%2027314.PDF" target="_blank">Ley General de Residuos Sólidos</a>, publicado el 21 de julio de 2000. Ley que establece derechos, obligaciones, atribuciones y responsabilidades de la sociedad en su conjunto, para asegurar una gestión y manejo de los residuos sólidos, sanitaria y ambientalmente adecuada, con sujeción a los principios de minimización, prevención de riesgos ambientales y protección de la salud y el bienestar de la persona humana.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Ley que regula el transporte terrestre de Materiales y Residuos Peligrosos]]></title>
<link>http://dkabogados.wordpress.com/2006/02/09/ley-que-regula-el-transporte-terrestre-de-materiales-y-residuos-peligrosos/</link>
<pubDate>Thu, 09 Feb 2006 23:45:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>dkabogados</dc:creator>
<guid>http://dkabogados.wordpress.com/2006/02/09/ley-que-regula-el-transporte-terrestre-de-materiales-y-residuos-peligrosos/</guid>
<description><![CDATA[Ley que regula el transporte terrestre de Materiales y Residuos Peligrosos, publicado el 19 de junio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.delapuentekahatt.com/normas/Ley%2028256.PDF" target="_blank">Ley que regula el transporte terrestre de Materiales y Residuos Peligrosos</a>, publicado el 19 de junio de 2004. Ley que tiene por objeto regular las actividades, procesos y operaciones del transporte terrestre de los materiales y residuos peligrosos, con sujeción a los principios de prevención y de protección de las personas, el medio ambiente y la propiedad.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aprueban el Reglamento de la Ley 27314, Ley General de Residuos Sólidos]]></title>
<link>http://dkabogados.wordpress.com/2006/02/09/aprueban-el-reglamento-de-la-ley-27314-ley-general-de-residuos-solidos/</link>
<pubDate>Thu, 09 Feb 2006 23:42:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>dkabogados</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aprueban el Reglamento de la Ley 27314, Ley General de Residuos Sólidos, publicado el 24 de julio d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.delapuentekahatt.com/normas/D.S.%20057-2004-PCM.PDF" target="_blank">Aprueban el Reglamento de la Ley 27314, Ley General de Residuos Sólidos</a>, publicado el 24 de julio de 2004. Reglamenta la Ley 27314, Ley General de Residuos Sólidos, a fin de asegurar que la gestión y el manejo de los residuos sólidos sean apropiados para prevenir riesgos sanitarios, proteger y promover la calidad ambiental, la salud y el bienestar de la persona humana.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Anexos del D.S. 057-2004-PCM, Reglamento de la Ley General de Residuos Sólidos]]></title>
<link>http://dkabogados.wordpress.com/2006/02/09/anexos-del-ds-057-2004-pcm-reglamento-de-la-ley-general-de-residuos-solidos/</link>
<pubDate>Thu, 09 Feb 2006 23:39:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>dkabogados</dc:creator>
<guid>http://dkabogados.wordpress.com/2006/02/09/anexos-del-ds-057-2004-pcm-reglamento-de-la-ley-general-de-residuos-solidos/</guid>
<description><![CDATA[Anexos del D.S. 057-2004-PCM, Reglamento de la Ley General de Residuos Sólidos, publicado el 13 de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://www.delapuentekahatt.com/normas/ANEXOS%20-%20D.S.%20057-2004-PCM.PDF" target="_blank">Anexos del D.S. 057-2004-PCM, Reglamento de la Ley General de Residuos Sólidos</a>, publicado el 13 de agosto de 2004. El Decreto Supremo de la referencia fue publicado el día 24 de julio de 2004.</p>
]]></content:encoded>
</item>

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