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	<title>relacoes-de-poder &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/relacoes-de-poder/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "relacoes-de-poder"</description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 04:10:22 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Un poquito de tanta verdad]]></title>
<link>http://ideiacentral.wordpress.com/2007/11/08/un-poquito-de-tanta-verdad/</link>
<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 14:14:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>cris euclydes</dc:creator>
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<description><![CDATA[O título acima é de um documentário que fala sobre a situação do estado de Oaxaca, o mais pobr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O título acima é de um documentário que fala sobre a situação do estado de Oaxaca, o mais pobre do México, durante boa parte do ano passado. Ele está circulando entre os alunos de Comunicação da Ufes, e possui  a marca Crative Commonds. Confira os primeiros dez minutos da documentário:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/NKLdaPz2AR0'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/NKLdaPz2AR0&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Tudo começou com uma greve de professores por melhores condições de ensino, e então se formou a Assembléia Popular dos Povos de Oaxaca(APPO). A APPO ganhou força com rádios comunitárias (também crescentes no Brasil, segundo <a target="_blank" href="http://dialogico.blogspot.com/2007/10/ibge-perfil-dos-municpios-brasileiros.html">Dialógico</a>), que divulgava suas ações, já que os meios de televisão e rádios tradicionais distorciam completamente os fatos. </p>
<p>A APPO tinha como principal objetivo a retirada do governador Ulises Ruiz, que segundo ela era corrupto e foi eleito por uma fraude. A situação, porém, se tornou crítica, pois a APPO praticava ações não violência e a desobediência civil para provocar a ingovernabilidade de Ruiz. O governo respondeu com perseguições e prisões, criando um clima semelhante ao das ditaduta militares na américa do sul, como a vivida no Brasil.</p>
<p>O interessante (e triste) é que isso tudo quase não foi divulgado. Só quando um cinegrafista de Nova York morreu em Oaxaca, após cinco meses de conflitos, a <a target="_blank" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u101283.shtml">mídia em geral </a>publicou sobre o acontecido. Esse é o nosso jornalismo...</p>
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<title><![CDATA[Participação na Política  ]]></title>
<link>http://ideiacentral.wordpress.com/2007/09/13/participacao-na-politica/</link>
<pubDate>Thu, 13 Sep 2007 16:06:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>cris euclydes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Na primeira semana de setembro, a semana da pátria, ocorreu em todo o Brasil um plebiscito popular]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Na primeira semana de setembro, a semana da pátria, ocorreu em todo o Brasil um plebiscito popular entitulado <a target="_blank" href="http://http://www.avaleenossa.org.br">"A Vale é Nossa". </a>O plebiscito visava consultar a população sobre a privatização da empresa CVRD, cuja legalidade é questionável, uma vez que a empresa foi leiloada por muito menos do que valia e, segundo alguns juristas, desrespeitou a Lei de Licitação.</p>
<p>Tudo bem. Mas o que é um plebiscito? Está na Wikipédia: </p>
<blockquote>
<blockquote>
<blockquote><p>"é uma consulta ao povo <strong>antes</strong> de uma lei ser constituída, de modo a aprovar ou rejeitar as opções que lhe são propostas."</p></blockquote>
</blockquote>
</blockquote>
<p>Os movimentos sociais, pastorais e centrais sindicais que organizaram o plesbiscito se propuseram a isso: pediram audiência com o governo federal e se dirigem a candidatos a eleições pedindo um posicionamento.</p>
<p>Mas e a população? É traço marcante na nossa sociedade a falta de participação nas questões políticas, bem como o descrédito com os políticos. A grande mídia faz questão de sustentar ativamente o quanto nossos políticos são corruptos, e o quanto nós precisamos cada vez menos do Estado.</p>
<p>Por isso, o debate levantado pelo plebiscito é interessante: faz as pessoas pensarem na coresponsabilidade que têm pelas decisões tomadas em seu país. Faz as pessoas refletirem sobre a necessidade do Estado como órgão administrador e regulador da sociedade, pra garantir o seu bom funcionamento.</p>
<p>Colocado o debate, parece que a maioria das pessoas é contra a privatizalção: já exitem mais de 100 ações na justiça contra ela!</p>
<p>Uma crítica ao plebiscito é em relação às perguntas, que claramente induziam à resposta negativa. Mas essa crítica não anula o fato de que ele troxe benefícios para a população   por colocar questões importantes em discussão.</p>
<p>O vídeo abaixo mostra as perguntas (e respostas...) do plebiscito:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/-nmG086HOJk'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/-nmG086HOJk&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
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<item>
<title><![CDATA[Holisticamente]]></title>
<link>http://ideiacentral.wordpress.com/2007/09/05/holisticamente/</link>
<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 15:35:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>cris euclydes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Conta Luis Fernando Verissimo a história de um casal. A esposa era muito culta, sábia, e sempre fa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Conta Luis Fernando Verissimo a história de um casal. A esposa era muito culta, sábia, e sempre falava sobre todos os assuntos nos encontros com os amigos. O marido, porém, era mais quieto, e sempre que abria a boca pra falar a esposa o reprimia, dizendo que ele só falava besteira.</p>
<p>Um dia, cansados daquilo, os amigos se reuniram e treinaram o marido. Combinaram um encontro e, depois de um longo discurso da esposa, o marido falou que discordava dela. Ela quase teve um troço! Como assim? Do que ele estava falando? "Você não está vendo a coisa holisticamente", disse o marido. Daí em diante, a esposa teve tanto orgulho do marido que até a vida sexual dos dois melhorou.</p>
<p>Essa pequena história, presente no livro "O Melhor das Comédias da Vida Privada", mostra a importância que damos a termos tidos como difíceis. Se uma pessoa fala com pompa e segurança, nem importa o que ela disse. O mesmo vale para os textos acadêmicos. Havia uma época em que o "intelectual" era o que não era acessível a todos.</p>
<p>Muitas críticas vieram, como mostra o <a target="_blank" href="http://http://pt.wikipedia.org/wiki/Caso_Sokal">Caso Sokal</a>. Segundo Alan Sokal, muitos intelectuais "abusam da ciência", e diz que textos incompreencíveis podem não dizer nada. Alguns usam como argumento que tornar textos científicos mais fáceis de ler é dizer que os pessoas não tem capacidade para compreendê-los. Pode ser. Mas abusar de palavras pomposas para se vangloriar da ignorância dos outros, como fazem alguns, é erro crasso. Aposto que eles não vêem a coisa holisticamente.</p>
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<title><![CDATA[A Elite é o Lado Bom do Brasil]]></title>
<link>http://ideiacentral.wordpress.com/2007/09/05/a-elite-e-o-lado-bom-do-brasil/</link>
<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 10:52:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>cris euclydes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Essa chamada realmente chamou a atenção, com o perdão do trocadilho. Ela foi usada para falar de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Essa chamada realmente chamou a atenção, com o perdão do trocadilho. Ela foi usada para falar de um livro lançado pelo sociólogo Alberto Carlos Almeida, entitulado "<a target="_blank" href="http://http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=2197123">A Cabeça do Brasileiro</a>". O livro consiste em uma pesquisa de campo realizada pelo instituto DataUff, da Federal Fluminense. Foram entrevistadas 2363 pessoas de 103 munípios diferentes, e elas respondiam a perguntas como "Se os moradores permitirem, os empregados devem usar o elevador social?". Logicamente, a maioria das pessoas com nível superior respondia que sim, e a maioria dos analfabetos respondia que não.</p>
<p>Dessa forma, a reportagem reduz todas as divergências de opinião ao nível de ensino que a pessoa recebeu. E o contexto social? Uma pessoa usou elevador de serviço a vida toda. Por que, do nada, vai achar que deve usar o elevador social? Ela não tem ética e valores por causa disso? Francamente.</p>
<p>O que mais se destaca na reportagem, publicada na revista Veja do dia 22 de agosto de 2007 (sério?), é que só se começa a falar do livro na segunda página. Até então, é dito como a elite é boa para o Brasil, porque ela traz a modernidade, ela tem os pensamentos "certos", tem a "iniciativa, energia criadora, conhecimento avançado e valores democráticos" necessários para desenvolver o país. Pobre do que não tem dinheiro! (outro trocadilho...)</p>
<p>A impressão que se tem é que com dinheiro e estudos você sabe o que é ético, e sem dinheiro e escolaridade você apenas perpetua a desigualdade. Sim,  quem é pobre quer ser pobre! </p>
<p>Agora sim, a cabeça do brasileiro foi desvendada... E viva a elite do Brasil!</p>
]]></content:encoded>
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