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	<title>reino-unido-filme &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "reino-unido-filme"</description>
	<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 09:51:40 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[WΔZ (W Delta Z)]]></title>
<link>http://lella.wordpress.com/?p=959</link>
<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 22:44:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Quando o amor é cego, não medimos as conseqüências, temos atitudes que irão trazer sérias con]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#033200;"><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/09/waz.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-960" title="waz" src="http://lella.wordpress.com/files/2008/09/waz.jpg?w=500" alt="" width="500" height="285" /></a></span></p>
<p><span style="color:#033200;">Quando o amor é cego, não medimos as conseqüências, temos atitudes que irão trazer sérias conseqüências para o resto da vida, mentimos, escondemos fatos para salvar uma relação e pior, você sempre daremos cobertura a todos os erros do amado...</span></p>
<p><span style="color:#033200;"><strong>WΔZ</strong>, esse filme segue a linha de Seven e Saw. Um serial killer, que deixa pistas para policiais tentarem desvendar seus assassinatos e motivos.</span></p>
<p><span style="color:#033200;">É a história do detetive Argo (Stellan Skarsgård) e sua inexperiente parceira, que investigam misteriosos crimes em New York, sendo que cada vitima, tem uma equação (WΔZ), cravada em seu corpo. Tortura e mutilação também fazem parte do enredo. A medida que a investigação se desenrola, eles descobrem que cada vitima teve que escolher entre morrer ou matar alguém próximo e querido. O Detetive Argos, também percebe que deverá pagar por algum erro do passado.</span></p>
<blockquote><p><span style="color:#033200;"><strong>Quanta dor você suporta até ter que matar um ser amado</strong>?</span></p></blockquote>
<p><span style="color:#033200;">Obs: acho que o diretor desse filme subestimou a sua platéia, pois tem uma cena em o detetive Argos, vai de madrugada na casa de um negão com uma garrafa de vinho... Para mim essa cena denunciou tudo... O final do filme é uma surpresa. Enfim, acompanha de um gostoso balde de pipoca é diversão garantida :)</span></p>
<p><span style="color:#033200;">Por: Mariposo.  Blog <a href="http://mariposos.wordpress.com/">Mariposo</a>.</span></p>
<p><span style="color:#033200;"><strong>W</strong></span><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;                                                                                                                                            &#60;![endif]--><span style="color:#033200;"><strong><!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Verdana; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin:4.3pt; 	mso-pagination:none; 	mso-hyphenate:none; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Verdana","sans-serif"; 	mso-fareast-font-family:Verdana; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:EN-US; 	mso-fareast-language:#00FF;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	font-size:10.0pt; 	mso-ansi-font-size:10.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} -->A</strong><strong>Z (W Delta Z)</strong>. 2007. Reino Unido. Diretor: Tom Shankland. Argumento: Clive Bradley. Atores: Stellan Skarsgård, Melissa George, Selma Blair, Ashley Walters, John Sharian. Gênero: Crime, Drama, Terror, Thriller. Duração: 104 minutos.</span><!--[if gte mso 10]&#62; &#60;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} --></p>
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<title><![CDATA[MAMMA MIA!]]></title>
<link>http://lella.wordpress.com/?p=930</link>
<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 09:26:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
<guid>http://lella.pt-br.wordpress.com/2008/09/16/mamma-mia/</guid>
<description><![CDATA[
Há muito motivos para ver o filme musical de Phyllida Lloyd: &#8220;Mamma Mia&#8220;. Para ouvir t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#040661;"><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/09/mamma-mia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-931" title="mamma-mia" src="http://lella.wordpress.com/files/2008/09/mamma-mia.jpg" alt="" width="500" height="307" /></a></span></p>
<p><span style="color:#040661;">Há muito motivos para ver o filme musical de Phyllida Lloyd: "<strong><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/09/mamma-mia-poster.jpg">Mamma Mia</a></strong>". Para ouvir todos os hits de <strong>Abba</strong>, grupo POP-brega e maravilhoso que atravessou duas décadas de pleno sucesso, para ver <a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/09/meryl-streep-mamma-mia.jpg">Meryl Streep</a>, linda, madura e encantadora ou simplesmente para se sentir feliz numa paradisíaca ilha grega cheia de gente simples e alegre.</span></p>
<p><span style="color:#040661;">O enredo é um fio de estória alinhavado para conter, em certos momentos à força, as músicas do famoso grupo sueco. A afinação também não é, com exceção de Meryl, definitivamente o forte do elenco. Mas quem se importa com esses detalhes? Acho até que confere um charme descontraído que contribui para o clima festivo e naturalista ao filme.</span></p>
<p><span style="color:#040661;">O musical estreou em Londres em 1999 e é um grande sucesso até hoje em vários lugares do mundo. Madonna aproveitou para pegar carona nesse revival, quando escolheu o sample de "Gimme, gimme, gimme" para seu show/CD "Confessions". É mesmo difícil se conter na poltrona ao ouvir "Dancing Queen" e dá vontade de cantar junto com mãe e filha a emocionante: "Slipping Through my Fingers", separadas por um casamento que está para acontecer. Mas o grande momento é a música: "The Winner Takes it All", uma canção linda e chorosa sobre separação que parece ter sido o ponto de partida para o projeto do musical.</span></p>
<p><span style="color:#040661;">Donna (Meryl) é a mãe e Sophie (Amanda Seyfried) a filha que não sabe quem é o pai e a partir de um diário perdido, decide convidar os três prováveis <a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/09/mammamia1.jpg">genitores</a> para sua festa de casamento e assim tentar descobrir sua origem. Nada para ser levado muito a sério, se bem que as soluções do roteiro são até muito boas, e como os tempos mudaram, há espaço para sutilezas gay. Relaxe e aproveite esta grande diversão até o fim dos créditos. Não há contra-indicações.</span></p>
<p><span style="color:#040661;">Por: Carlos Henry.</span></p>
<p><span style="color:#040661;"><strong>MAMMA MIA!</strong>. 2008. Reino Unido. Direção: Phyllida Lloyd. Elenco: Meryl Streep, Pierce Brosnan, Amanda Seyfried, Colin Firth, Stellan Skarsgård, Julie Walters, Christine Baranski, Dominic Cooper. Gênero: omédia, Musical, Romance. Duração: 108 minutos. Censura: 10 anos.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Efeito Dominó (The Bank Job)]]></title>
<link>http://lella.wordpress.com/?p=702</link>
<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 07:51:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
<guid>http://lella.pt-br.wordpress.com/2008/08/09/efeito-domino-the-bank-job/</guid>
<description><![CDATA[
&#8220;Entre todos os envolvidos os que assaltaram o banco eram os mais inocentes.&#8220;
O motivo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#0a3b01;"><img class="aligncenter size-full wp-image-836" src="http://lella.wordpress.com/files/2008/08/the-bank-job.jpg" alt="" width="457" height="332" /></span></p>
<blockquote><p><span style="color:#0a3b01;">"<strong><em>Entre todos os envolvidos os que assaltaram o banco eram os mais inocentes.</em></strong>"</span></p></blockquote>
<p><span style="color:#0a3b01;">O motivo maior para assistir a esse filme foi por ser baseado numa história real. E vindo de onde veio, além de saber o que fizeram... ou melhor, pelo o que não fizeram... aumentou ainda mais o meu interesse.</span></p>
<p><span style="color:#0a3b01;">Deixo como sugestão que acompanhem todo o percurso. Àqueles que ligam um reloginho para ir em disparada querendo descobrir tudo, vai perder o melhor da história. Do que está por trás desse grande roubo a um banco. Londres, 1971.</span></p>
<p><span style="color:#0a3b01;">Um grupo, de posse de uma informação... teriam um final de semana livre para assaltar um certo banco em Londres. E o fazem.</span></p>
<p><span style="color:#0a3b01;">Se por um lado, tudo parecia estar indo bem... por outro, surge algo que poderia por tudo a perder. Mas... E se acharam que todos no grupo, seriam otários... Leather (Jason Statham) não era. Agora, ele só não contava com o tamanho da enrascada que entraram.</span></p>
<p><span style="color:#0a3b01;">No roubo, levaram o conteúdo de dezenas de caixas de depósitos. O que os clientes guardam nesses pequenos cofres, não precisa ser discriminado. Logo, após um roubo nem todos terão como recuperar.</span></p>
<p><span style="color:#0a3b01;">Agora, alguns sim. E quem seriam eles? O que tinha nas caixas que os interessavam tanto? Eles vão da realeza, passando por políticos, seguidos por policiais corruptos, também por cafetinas, escroques, produtores de filmes pornô, além de um ilustre e controverso personagem.</span></p>
<p><span style="color:#0a3b01;">Enfim, a fina flor da sociedade londrina da década de setenta tinha interesse nesse roubo.</span></p>
<p><span style="color:#0a3b01;">A trilha sonora é ótima! A começar por: 'Get It On', TRex.</span></p>
<p><span style="color:#0a3b01;">Eu gostei do filme!</span></p>
<p><span style="color:#0a3b01;">Por: Valéria Miguez (LELLA).</span></p>
<p><span style="color:#0a3b01;"><strong>Efeito Dominó (The Banker Job)</strong>. 2008. Reino Unido. Direção: Roger Donaldson. Elenco: Jason Statham, Saffron Burrows, Stephen Campbell Moore, Richard Litern. Gênero: Crime, Thriller. Duração: 111 minutos.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ponto Final (Match Point)]]></title>
<link>http://lella.wordpress.com/?p=539</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 15:18:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
<guid>http://lella.pt-br.wordpress.com/2008/07/14/ponto-final-match-point/</guid>
<description><![CDATA[
Tem gente que é bom pra caramba no que faz. Tem gente que além de ser bom dá uma sorte danada! T]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/07/match-point.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-540" src="http://lella.wordpress.com/files/2008/07/match-point.jpg" alt="" width="379" height="355" /></a></p>
<blockquote><p><em>Tem gente que é bom pra caramba no que faz. Tem gente que além de ser bom dá uma sorte danada! Tem gente que é bom mas vive na obscuridade da ausência de notoriedade! Outros não chegam à fama... Notoriedade pra mim é reconhecimento mesmo que por parte de uma circunscrita platéia. Agora, não podemos negar que há os sem-talento que acreditam no que fazem e, a despeito da sua mediocridade artística vão pro teatro, fazem o filme, escrevem o livro, aparecem na TV e vendem isso tudo! Não sei exatamente se sinto uma dor de cotovelo aguda ou se minha ética está em convulsões, quem sabe os dois</em>?</p></blockquote>
<p>Deve haver um crivo do destino que abençoe aqueles que terão sucesso. Independentemente da genialidade.</p>
<p>Eu nunca acreditei em sorte, eu achava que bastava ter talento, trabalhar muito e o resultado positivo, em sucesso, fama ou grana seria conseqüência. Enganei-me! Percebi isso depois que vi o filme Match Point.</p>
<p>Você viu esse filme? Veja.</p>
<p>Basta um segundo de sorte pra catapultar qualquer FDP ao sucesso e, abre parênteses, tem gente que é FDP mas cria oportunidades e, conforme as oportunidades criadas, tornam-se exatamente por isso, uns FDP genuínos com discursos prontos e requentados do tipo: “<em>os fins justificam os meios</em>” ou “<em>preciso arrancar algo da vida já que nada ela me deu</em>”.</p>
<p>Tenho dúvidas cruéis a respeito do filme...</p>
<p>Não sei exatamente se é um filme a respeito do que desejamos alcançar. Se uma fábula sobre o que estamos dispostos a fazer para chegarmos a um objetivo. Sobre onde pode nos levar nossa ambição, ou nosso desejo visceral de obter algo. Seria um comentário a respeito do nosso medo de perder? Sobre o que nos leva a perder-nos de nós mesmos? Seria um filme que aborda uma renúncia ou destituição de valores, já que, o personagem principal parece jamais ter tido...</p>
<p>Mas principalmente tenho dúvidas se não é um filme a respeito do que é possível perder... Não sei.</p>
<p>De tanto não saber, esse filme de certa forma mudou algo em mim, algo que me deixou profundamente calada. O “<em>ponto final não é nosso</em>”. A “<em>cereja do bolo</em>”, não é competência das nossas mãos...  Tudo é muito mais que a moeda do “<em>cara ou coroa</em>”.</p>
<p>Se aquela aliança caísse um centímetro mais distante da margem, as razões mudariam de dono e todo um universo pessoal mudaria de curso. Voltaríamos pra casa com a alma lavada e sonharíamos com um mundo mais justo e eu não teria mudado minhas percepções a respeito da sorte, do destino e do acaso...</p>
<p>É só um filme, porém um decalque do que há e pode vir acontecer.</p>
<p>O filme mostra que existem casos em que a justiça não é feita por simples conivência do “acaso” e que este acaso não toma partido... Pequenos fatos indigentes acabam por determinar a sorte de renome, não importando o que ela (sorte) possa carregar em si.</p>
<blockquote><p><em><strong>A sorte existe e ela é imparcial nas suas bênçãos!</strong></em></p></blockquote>
<p>Aqui na minha casa há uma controvérsia. Tem gente que detesta Woody Allen! Eu, pior que detestar, era uma ignorante no assunto. Não vejo filmes por direção, me guio pelos releases, bonequinhos e estrelas. Quanto menos estrelas, mas vontade de ir assistir. Meu gosto costuma ser o oposto do bonequinho que na minha ridícula opinião, vê mas não entende nada, porque ele não vê os filmes com os olhos da emoção.</p>
<p>Assisti Match Point em setembro/2007 já em DVD, só a partir daí fui rastrear este diretor, pois havia visto há tempos o “Rosa Púrpura do Cairo”. Descobri que este Match Point é o primeiro filme dele em cenário Londrino. Descobri o quanto Woody Allen pode ser ardiloso, quando num filme como este, logo nas cenas iniciais, vemos Chris lendo “Crime e Castigo” de Dostoyevsky. Descobri que o cinema, assim como a vida, é lotado de sutilezas e são essas sutilezas, tanto na vida quanto no filme, que fazem a diferença e, muitas delas sequer percebidas por nós, permitem que pensemos no quanto somos geniais.</p>
<blockquote><p><strong><em> Match Point é um filme (crime?) perfeito!</em></strong></p></blockquote>
<p>Por: Rozzi Brasil, Rio 13/07/2008. Blog: <a href="http://exoticum.blogspot.com/">Exoticum</a>.</p>
<p><strong>Ponto Final (Match Point)</strong>. 2005. Reino Unido. Direção e Roteiro: Woody Allen. Elenco: Jonathan Rhys-Meyers, Scarlet Johansson, Alexander Armstrong, Mattew Goode, Brian Cox, Emily Mortimer. Gênero: Crime, Drama, Romance. Duração: 124 minutos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Três Vezes Amor (Definitely, Maybe)]]></title>
<link>http://lella.wordpress.com/?p=520</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 02:10:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
<guid>http://lella.pt-br.wordpress.com/2008/07/09/tres-vezes-amor-definitely-maybe/</guid>
<description><![CDATA[
&#8220;O coração humano tem tesouros ocultos. No segredo mantido, No silêncio selado&#8230; Os p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#003333;"><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/07/definitely-maybe.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-521" src="http://lella.wordpress.com/files/2008/07/definitely-maybe.jpg" alt="" width="499" height="210" /></a></span></p>
<blockquote><p><span style="color:#003333;">"<strong><em>O coração humano tem tesouros ocultos. No segredo mantido, No silêncio selado... Os pensamentos, as esperanças, os sonhos, os prazeres... Cujo charme se romperia se revelado.</em></strong>"<br />
</span></p></blockquote>
<p><span style="color:#003333;">O filme tem um início empolgante! Que alguns de nós já passou por algo assim. Mesmo que não tenha filhos. É quando as crianças têm sua primeira aula de educação sexual na escola.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#003333;">É, Will (Ryan Reynolds) ao chegar na escola da filha, Maya (Abigail Breslin), encontra os alunos eufóricos com a aula. O lance era ver a reação dela. Ela não deixa por menos. Numa única frase, já mostrou que aquilo iria render. E rende, a caminho de casa, com perguntas do tipo: "<em>Quando é que o homem tira o pênis do pijama e enfia na vagina da mulher?</em>" Ou ainda com algo dito por um coleguinha, de que ele fora por um acidente.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#003333;">O assunto vai se estreitando até por conta dele estar sozinho. Dela querer saber se também fora um acidente o seu nascimento.  Pedindo para ele contar a história dele com a mãe dela.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#003333;">Vendo que ela não iria dormir... Ele resolve contar. Mesmo tendo saído com algumas mulheres, se amor fora dado a poucas... Então, trocaria nomes, omitiria certos fatos, e ela é que teria que descobrir qual delas era a sua mãe.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#003333;">E assim, ele faz uma viagem ao seu passado... A cada intervenção dela é divertido, é emocionante... O que eu acho que deveriam ter explorado mais vezes. Pois teve longos espaços entre algumas delas. Ficando um pouco lento onde eram mostrados a história contada por ele. Perdendo apenas o ritmo. Mas como isso ajudou a ele a se conhecer mais, é válido.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#003333;">A menininha é um encanto! Sobrepõe aos demais. Embora os outros também atuaram bem. O roteiro, se o enxugassem um pouquinho, o filme ficaria perfeito.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#003333;">A trilha musical é legal. Confesso que lágrimas brotaram em algumas cenas mais para o final. Enfim, gostei do filme. Mas rever? Seria mais pelo início e final, eu correria um pouquinho a fita em trechos pelo meio.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#003333;">Por: Valéria Miguez (LELLA).<br />
</span></p>
<p><span style="color:#003333;"><strong>Três Vezes Amor (Definitely, Maybe)</strong>. 2008. Reino Unido. Direção e Roteiro: Adam Brooks. Elenco: Ryan Reynolds, Abigail Breslin, Isla Fisher, Rachel Weiz, Derek Luke, Kevin Kline, Daniel Eric Gold, Adam Ferrara, Nestor Serrano. Gênero: Comédia, Drama, Romance. Duração: 112 minutos.<br />
</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Barato de Grace (Saving Grace)]]></title>
<link>http://lella.wordpress.com/?p=437</link>
<pubDate>Sat, 07 Jun 2008 19:12:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
<guid>http://lella.pt-br.wordpress.com/2008/06/07/o-barato-de-grace-saving-grace/</guid>
<description><![CDATA[
&#8220;É comovente ver a Grace levar adiante a tradição local de desrespeitar a lei. Isso nos de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/06/saving-grace.jpg"><span style="color:#000033;"><img class="aligncenter size-full wp-image-440" src="http://lella.wordpress.com/files/2008/06/saving-grace.jpg" alt="" width="350" height="263" /></span></a></p>
<p><span style="color:#000033;">"<em><strong>É comovente ver a Grace levar adiante a tradição local de desrespeitar a lei. Isso nos deixa orgulhosos.</strong></em>"</span></p>
<p><span style="color:#000033;">Grace (Brenda Blelthyn) após o suicídio do marido, descobre que além das muitas dívidas que ele lhe deixou, poderá também perder a casa que já pertence a sua família a muitas gerações. Suas habilidades são com plantas. Mas suas orquídeas não lhe darão o retorno financeiro e imediato que precisa.</span></p>
<p><span style="color:#000033;">Paralelo a isso e por ela entender de plantas... seu empregado, Mathew (Craig Ferguson), lhe pede para ir ver o porque umas plantinhas deles que estão se definhando. Que ele as tem escondidas no terreno dos fundos da Igreja. Mesmo sabendo que se trata de mudas de maconha, condoída, ela resolve levar para a estufa em sua casa. No dia seguinte, Mathew fica admirado com a recuperação da planta. E Brenda ainda lhe mostra umas gemas aparecendo.</span></p>
<p><span style="color:#000033;">Mathew então lhe propõe uma sociedade. Brenda recusa, mas... Com a casa posta à Leilão, ela aceita.</span></p>
<p><span style="color:#000033;">Grace e Mathew, já de posse de uma boa quantidade da erva irão tentar vendê-la. De um traficante menor, um maior fica interessado. Pela erva ser de primeira qualidade. É, é algo criminoso. Eles estão cientes dos riscos. Mas que não deixa de ser engraçado para nós. É filme, esqueçam o politicamente correto. Relaxem! Nem é preciso um baseado para curtir o filme.</span></p>
<p><span style="color:#000033;">Essa comédia inglesa é de ver com sorriso nos olhos! Os moradores são divertidíssimos. A frase que coloquei no início já mostra um pouco do humor, do jeito displicente de ser dessa gente. De curtirem, todos sentados na pracinha, algo novo que vem da casa de Grace, à noite.</span></p>
<p><span style="color:#000033;">O cenário é lindo! O lugarejo fica à beira-mar! A trilha sonora é ótima! Esse filme entrou para a minha lista de que vale a pena rever. Ah! No final além de um - Pena que acabou! -  Eu fiquei com lágrimas nos olhos.</span></p>
<p><span style="color:#000033;">Por: Valéria Miguez (LELLA).</span></p>
<p><span style="color:#000033;"><strong>O Barato de Grace (Saving Grace)</strong>. 2000. Inglaterra. Direção: Nigel Cole. Roteiro: Craig Ferguson. Elenco: Brenda Blethyn, Craig Ferguson, Martin Clunes, Tchéky Karyo, Jamie Foreman, Bill Bailey, Valerie Edmond, Tristan Sturrock, Clive Merrison, Leslie Phillips, Diana Quick, Phyllida Law, Linda Kerr Scott, Ken Campbell, Philip Wright, John Fortune, Bill Wheston. Gênero: Comédia. Duração: 98 minutos.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nunca Te Vi, Sempre Te Amei (84 Charing Cross Road)]]></title>
<link>http://lella.wordpress.com/?p=314</link>
<pubDate>Sun, 04 May 2008 05:51:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
<guid>http://lella.pt-br.wordpress.com/2008/05/04/nunca-te-vi-sempre-te-amei-84-charing-cross-road/</guid>
<description><![CDATA[
&#8220;Não posso ir ao seu encontro porque eu já estou com você.&#8221; (Richard Bach)
Na era do]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/84-charing-cross-road.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-322" src="http://lella.wordpress.com/files/2008/05/84-charing-cross-road.jpg" alt="" width="342" height="443" /></a></p>
<p><span style="color:#9d0618;">"<strong><em>Não posso ir ao seu encontro porque eu já estou com você.</em></strong>" (Richard Bach)</span></p>
<p><span style="color:#9d0618;">Na era do mundo virtual onde as mensagens chegam tão rápido. Onde parece que logo tudo é descartado. Me pego a pensar se os jovens entenderiam a amizade que durou quase 20 anos entre Helen e Frank. E que com eles foram por cartas. Num passado não muito distante.</span></p>
<p><span style="color:#9d0618;">O filme é baseado na história da escritora Helene Hanif (Anne Bancroft). Pediram a ela para contar algo sobre a sua vida. E ela nos brinda com parte da sua vida adulta onde pontua um grande e inestimável amigo: Frank P. Doel (Anthony Hopkins).</span></p>
<p><span style="color:#9d0618;">Tudo começou em 1949. Na busca por certos livros, e fora do seu orçamento... um anúncio em uma revista de uma Livraria &#38; Antiquários, em Londres, a leva a escrever uma carta. A primeira de inúmeras... Ah! Ela morando em Nova Iorque. E Frank responde dizendo que parte dos "problemas" dela já estavam resolvidos.</span></p>
<p><span style="color:#9d0618;">Pelo preços muito em conta, pela gentileza nos envios seguindo junto cartas numa linguagem pessoal, também foram fatores que deram início a essa longa amizade. Mas o que contribuiu mesmo, o que enraizou essa relação era o humor de ambos. Da parte dele, por ser tímido, como também casado, ficou mais comedido no início. Agora, o jeito extrovertido de Helen, do jeito divertido até em reclamar, acabou por conquistar de vez não apenas a ele, como os demais funcionários.</span></p>
<p><span style="color:#9d0618;">Além dos pedidos dos livros, Helen passou a confidenciar seu dia-a-dia. Como forma de retribuir o carinho, por eles estarem sobre um racionamentos do pós-guerra no tocante a certos alimentos, ela passou a enviar em datas especiais cestas de alimentos: embutidos, enlatados... Uma empresa na Dinamarca as vendia em catálogos. Para eles, um mimo inestimável.</span></p>
<p><span style="color:#9d0618;">Quando Helen obtinha recursos financeiros para cruzar o Atlântico e então conhecê-los, imprevistos a levava a usar o dinheiro. Assim, o tempo foi passando.</span></p>
<p><span style="color:#9d0618;"> O filme começa quando ela enfim, vai a Londres. A partir dai, é que ficamos conhecendo esses anos todos. Em até que, como numa frase que ela diz no filme (Esqueci a autoria.): "<em>Não sei se eles acreditarão ou não, mas eu estive lá</em>." É, lá está ela, dentro daquele lugar que lhe é tão caro! E eu não consegui reter as lágrimas. Nem não sendo mais a primeira vez que vejo. Filmaço! Eu amo!</span></p>
<p><span style="color:#9d0618;">Ah sim! Eu adoro o título dado no Brasil: "<em><strong>Nunca Te Vi, Sempre Te Amei!</strong></em>" Sou uma eterna romântica.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#9d0618;">Por: Valéria Miguez.</span></p>
<p><span style="color:#9d0618;"><strong>Nunca Te Vi, Sempre Te Amei (84 Charing Cross Road)</strong>. 1987. Reino Unido. Direção: David Hugh Jones. Elenco: Anne Bancroft, Anthony Hopkins, Judi Dench. Gênero: Comédia, Drama, Romance. Duração: 100 minutos.</span></p>
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<title><![CDATA[Nem Tudo é o que parece (Layer Cake)]]></title>
<link>http://lella.wordpress.com/?p=125</link>
<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 14:52:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
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Até boa parte desse filme, eu pensei nessa frase acho que de uma música do Bezerra da Silva: ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a title="layer_cake3.jpg" href="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/layer_cake3.jpg"><img src="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/layer_cake3.jpg" alt="layer_cake3.jpg" /></a></p>
<p><span style="color:#800000;">Até boa parte desse filme, eu pensei nessa frase acho que de uma música do Bezerra da Silva: "<em>malandro é malandro, mané é mané</em>". Mas com o desenrolar da trama, a coisa mudou de figura, "<em>é cobra comendo cobra</em>". O filme prende atenção. E foge do estilo hollywood.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">O personagem do Daniel Craig é um traficante que sempre conseguiu se manter no anonimato. Não deixava rastro dos seus atos. Sabia respeitar a hierarquia. Aceitava a sua parte sem reclamar. Ao longo dos anos, montou todo um aparato para não se pego pela polícia; tinha até onde lavar seu dinheiro.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Até que resolve se aposentar. Mas sair de cena assim, ainda mais sendo o melhor no que faz, teria um preço. A princípio, essa última missão até lhe pareceu estranha. Pois seria algo que até um mané poderia fazer. Achando que por ser algo fácil, logo estaria livre para então curtir a sua aposentadoria em alto estilo, aceita a tal incumbência.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">É aí que começa o jogo... E um jogo de cartas marcadas!</span></p>
<p><span style="color:#800000;">E no final... no final eu exclamei um <strong>pqp</strong>!!<br />
</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Ah! Nesse filme, vi a melhor definição para meditação: "<strong><em>Meditar é concentrar parte da mente numa tarefa mundana para que o restante encontre a paz.</em></strong>"</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Nota: 10.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Por: Valéria Miguez.</span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>Nem Tudo é o que parece (Layer Cake)</strong>. Inglaterra. 2004. Direção: Matthew Vaughn. Com: Daniel Craig, Colim Meaney, Francis Magee, Kenneth Cranham, Tom Hardy, Jamie Foreman, Sally Hawkins, Burn Gorman, George Harris, Tamer Hassan, Marcel Iures, Dimitri Andreas, Garry Tubbs, Nathalie Lunghi, Marvin Benoit. Gênero: Ação, Aventura, Drama, Suspense. Duração: 105 minutos. Classificação: 18 anos.</span></p>
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<title><![CDATA[Moça com Brinco de Pérola (Girl with a pearl earning)]]></title>
<link>http://lella.wordpress.com/?p=106</link>
<pubDate>Sun, 09 Mar 2008 06:46:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Que tal uma viagem pelo século XVII? Quase como um conto de fadas&#8230; Mas com mais sensualidade]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a title="girl.jpg" href="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/girl.jpg"><img src="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/girl.jpg" alt="girl.jpg" /></a></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>Que tal uma viagem pelo século XVII?</strong> Quase como um conto de fadas... Mas com mais sensualidade. Temperado com um pouquinho de erotismo e na medida certa. O filme é também como um passeio num Museu. Onde cada cena parece sair de um belo quadro </span></p>
<p><span style="color:#0000ff;">O que temos nessa história? Uma jovem que vai trabalhar na casa de um renomado pintor. Por lá, além da criada com a qual ajudará nos serviços... há a esposa, uma mulher sempre as voltas com os nascimentos dos filhos e as inspirações do marido... uma sogra supervisionando a tudo e a todos... de vez em quando o mecenas que compra e encomenda as pinturas... e um belo e jovem açougueiro a lhe cortejar.</span></p>
<p><span style="color:#0000ff;">A jovem, Griet, ao começar a limpar o ateliê... descobre um mundo novo e fica fascinada. E o pintor, quase fazendo dela uma aluna... nos leva juntos nessa aula de luz e sombras, de cores... onde um olhar, uma respiração, um leve toque... nos seduz, também...</span></p>
<p><span style="color:#0000ff;">Gostei! Nota: 8,5.</span></p>
<p><span style="color:#0000ff;">Por: Valéria Miguez LELLA).</span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>Moça com Brinco de Pérola (Girl with a pearl earning)</strong>. Inglaterra. 2003. Direção: Peter Webber. Com: Scarlett Johansson, Colin Firth, Cillian Murphy, Tom Wikinson. Gênero: Drama. Duração: 95 minutos.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Hotel Ruanda (Hotel Rwanda)]]></title>
<link>http://lella.wordpress.com/?p=57</link>
<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 02:56:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
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<description><![CDATA[
África - Que Continente é este? O que sabemos de seus habitantes, hoje?
Uma parte da história de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a title="hotel-ruanda061.jpg" href="http://lella.wordpress.com/files/2008/02/hotel-ruanda061.jpg"><img src="http://lella.wordpress.com/files/2008/02/hotel-ruanda061.jpg" alt="hotel-ruanda061.jpg" /></a></p>
<p><span style="color:#660000;"><strong>África - Que Continente é este? O que sabemos de seus habitantes, hoje?</strong></span></p>
<p><span style="color:#660000;">Uma parte da história dessa gente, está nos livros. Mas... Ficamos nisso? Será que ao ouvirmos esse nome o que vem de imediato é esse "passado"? Ou os animais nos safáris? Um tempo atrás, tomamos (???) conhecimento de que lá haviam crianças passando fome (Biafra, Nigéria). Foram imagens chocantes; e que nos tocou.</span></p>
<p><span style="color:#660000;">Para quem assistiu, "O Jardineiro Fiel", pode ver do que a indústria farmacêutica é capaz. Parte desse povo, virou "cobaia". Outra grande indústria que usa e abusa de seu poder mundial é a bélica. "Tiros em Columbine" mostrou esse alcance. Visando lucro, ora fornecendo armas para os "governantes", ora para os "rebeldes". Sem se importar com os "inocentes".</span></p>
<p><span style="color:#660000;">Por querer saber mais sobre essas pessoas, sobre a história recente nesse Continente, também motivada pelo ator principal, assisti Hotel Ruanda (Hotel Rwanda). Para alguns, ficará como uma aula de História que pulou das páginas dos livros, ou melhor, da tela da Tv - retrato de uma guerra que dividiu a população de um país. Um genocídio.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Um pouco dessa tragédia: Em um dos massacres mais sanguinários de que se tem notícia, Ruanda foi palco de  política de extermínio. Sem intervenção internacional, um grupo de hutus  radicais matou, usando facões, cerca de 1 milhão de tútsis.</span></p>
<p><span style="color:#660000;">Agora, deixo as minhas impressões em cima de alguns personagens e seus respectivos atores. Mas com certeza o documento histórico é muito importante. O título também tem razão de ser; muito bem escolhido.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#800000;">E o que é mostrado nesse Filme?</span></p>
<p><span style="color:#800000;"> Mais do que mostrar um genocídio, ele traz a determinação de um homem. Alguém que em meio ao caos, ciente das suas limitações ante uma guerra, segue em frente. Poderia ter sido mais um joguete nas mãos dos que detém o poder, mas até nisso ele usou como <em>inspiração</em>. Administrando bem as situações críticas. Por ter pouco tempo, sua tomada de decisão é em cima do fato; e o faz a cada reviravolta.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Quem o interpreta é <strong>Don Cheadle</strong> (Brilhante em "Crash - No Limite"). Faz um gerente de um <strong>Hotel</strong> 4 estrelas; de um Grupo belga. E o que faz? De que <em>armas</em> utiliza? É impressionante! É comovente! Ele, o ator, é perfeito! No olhar, na postura, na expressão! Não cai no caricato.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Por falar em caricato... Há uma cena dele com o <strong>Nick Nolte</strong>, onde a expressão facial desse último, até que veio a calhar. O diálogo, assusta; vendo, entenderão porque. Os dois ali, no bar do Hotel, o <strong>Nolte</strong> sentado num banquinho, o <strong>Cheadle</strong>, em pé, do outro lado do balcão, servindo... A câmera indo de um ao outro... Nos faz pensar: "Quem é ou está subserviente ali? Qual dos dois? E servindo a quem, ou, a que?"...</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Outra cena, tocante, do qual se eu apenas falar que ele se atrapalha em fazer o nó da gravata, vocês não entenderão porque ela emociona. Fiquei com lágrimas nos olhos.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Um momento romântico dele no terraço com a esposa, também nos toca. E ainda nessa cena, um toque alegre com um <em>merchan</em> da Volkswagen.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Ele faz uma "dobradinha" também com <strong>Jean Reno</strong>. Que para mim, suas participações são sempre ótimas! Ele interpreta o presidente da Rede de Hotéis. Aqui também há a tal da subserviência - a serviço de quais valores. A cena final entre eles é tocante! Cada um, sentado em seu escritório, em seu país, ao telefone, dizendo... O texto choca... E a postura de ambos é um brinde em interpretação!</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Ainda citaria o personagem de <strong>Joaquim Phoenix</strong>. Um fotógrafo que por sua ousadia mostra ao mundo o que de fato está acontecendo com aquelas pessoas. E ao se despedir de Paul nos traz uma verdade cruel.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Paul, dos obstáculos retira idéias. E sem contar o antes, nem o depois, trago uma delas. Mais ou menos assim: <em>"Devem contar o que vai nos acontecer. Dizer adeus. Mas ao dizer adeus façam como que se através do telefone segurassem a mão deles. Façam com que saibam que se eles soltarem a mão, morreremos..."</em></span></p>
<p><span style="color:#800000;">Uma trilha sonora linda!</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Assistam! Nota: 09.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Por: Valéria Miguez.</span></p>
<p><span style="color:#660000;"><strong>Hotel Rwanda</strong>. 2004. Reino Unido. Direção: Terry George. Com: Don Cheadle, Sophie Okonedo, Nick Nolte, Cara Seymour, Joaquin Phoenix, Jean Reno. Gênero: Drama, História. Duração: 121 minutos. Classificação: 14 anos.</span></p>
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