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	<title>redes-de-compartilhamento &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/redes-de-compartilhamento/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "redes-de-compartilhamento"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 09:04:40 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[se você chegou até aqui, isso te interessa MUITO!]]></title>
<link>http://luizabuchaul.wordpress.com/?p=40</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 18:11:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiza</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nas últimas semanas, alguns blogueiros e pesquisadores têm divulgado em seus respectivos blogs man]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Nas últimas semanas, alguns blogueiros e pesquisadores têm divulgado em seus respectivos blogs manifestações contra o Projeto de Lei Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo, já divulgado há alguns anos - e que volta a ganhar destaque e força no Senado - que faz parte de uma ofensiva mundial da indústria de intermediação de bens culturais que quer criminalizar as práticas de compartilhamento na Internet.</p>
<p>O projeto, que inicialmente pode parecer uma luta contra a pedofilia na rede, na realidade proíbe a utilização das redes de compartilhamento P2P, as cópias e o uso justo dos arquivos MP3 e vídeos. O Projeto de Lei volta a instaurar a idéia da propriedade intelectual e dos direitos autorais, sendo julgados como crime a cópia e execução de qualquer obra, agora também na internet.</p>
<p>A fim de vetar o projeto, pesquisadores e professores criaram, há dois dias, uma petição online contra o Projeto de Lei, em defesa da liberdade e do progresso do conhecimento na internet brasileira, que pode (e deve) ser acessada <a href="http://www.petitiononline.com/veto2008/petition.html">aqui</a>.</p>
<p>Um dos criadores da petição, o professor e pesquisador Sérgio Amadeu, desabafa em seu <a href="http://samadeu.blogspot.com/">blog</a> dizendo que <em>"O conhecimento só se dá de forma coletiva e compartilhada. Todo conhecimento se produz coletivamente: estimulado pelos livros que lemos, pelas palestras que assistimos, pelas idéias que nos foram dadas por nossos professores e amigos. (...) Defendemos a liberdade, a inteligência e a troca livre e responsável. Não defendemos o plágio, a cópia indevida ou o roubo de obras. Defendemos a necessidade de garantir a liberdade de troca, o crescimento da criatividade e a expansão do conhecimento no Brasil."</em></p>
<p>Até agora são 9200 assinaturas em dois dias. Um bom número, na minha opinião. :)</p>
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<title><![CDATA[Vírus invade redes de compartilhamento!!!]]></title>
<link>http://farofahitech.wordpress.com/?p=46</link>
<pubDate>Fri, 09 May 2008 14:11:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Farofa Hi-Tech</dc:creator>
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<description><![CDATA[Usuários de redes de compartilhamento, tenham muito cuidado, mais de meio milhão de usuários fora]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://www.maxitmag.com/images/stories/juan/edonkey_closed.jpg" alt="" width="239" height="285" />Usuários de redes de compartilhamento, tenham muito cuidado, mais de meio milhão de usuários foram infectados por vírus através de arquivos de música e vídeo falsos, os chamados “fakes”, segundo informações da empresa de segurança eletrônica McAfee, o foco desse tipo de vírus é o pior visto nos últimos 3 anos.</p>
<p class="MsoNormal">As máquinas infectadas começam a demonstrar sintomas como pop-ups e se arriscam a comprometer a segurança de toda a máquina.</p>
<p class="MsoNormal">Os arquivos falsos são do tipo trojan, e tem vários nomes diferentes, estão atacando principalmente as redes eDonkey e Lime Wire, seus nomes podem estar disfarçados com nomes de músicas, arquivos pornográficos, filmes completos e muitos outros, quem faz o download destes arquivos fakes, ao executa-lo é informado que um pacote de codec será instalado, caso prossiga será introduzido um adware, um programa indesejado.</p>
<p class="MsoNormal">A empresa McAfee afirma que pelo menos 10% dos computadores infectados executaram e instalaram o arquivo, e que o número pode ser bem maior, pois o foco é tão grande que não se tem como obter o número de “hospedeiros” exatamente.</p>
<p class="MsoNormal">Tenham cuidado redobrado ao usar estas redes!!!</p>
<p class="MsoNormal">E eu uso praticamente TODO DIA!!! =(</p>
<p class="MsoNormal"><img style="vertical-align:bottom;" src="http://www.customxp.net/images/PngFactory/png/6402-babasse-LimeWire3D.png" alt="" width="256" height="256" /></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Redes P2P: pirataria ou aliadas do comércio formal?]]></title>
<link>http://umsorriso.wordpress.com/2007/11/15/redes-p2p-pirataria-ou-aliadas-do-comercio-formal/</link>
<pubDate>Thu, 15 Nov 2007 01:57:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Adriana Barros</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quando o estadunidense Shawn Fanning criou, em 1999, a primeira ferramenta para compartilhamento de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Quando o estadunidense Shawn Fanning criou, em 1999, a primeira ferramenta para compartilhamento de músicas em formato MP3, o Napster, ele talvez não fizesse idéia que estaria dando início a uma revolução que atingiria significativamente a indústria do entretenimento. O uso da tecnologia P2P (peer-to-peer) possibilitou o acesso à músicas e filmes, mas acabou acirrando as discussões sobre os limites e consequências da pirataria.<!--more--></p>
<p align="justify">Todos os dias, usuários de todo o mundo se conectam, através de software-clientes,  à redes interligadas a vários computadores. Com o objetivo de compartilhar os mais variados tipos de arquivos, entra em cena a tecnologia P2P, a mesma utilizada pelos protocolos de mensagens instantâneas. É com ela que torna-se possível baixar arquivos livremente pela web, mas foi também com o surgimento dela que o cinema e, principalmente, o mercado da música sentiram os abalos causados por essa nova onda.</p>
<p align="justify">A facilidade em baixar os hits do momento fez a pirataria crescer substancialmente. Filmes que nem entraram em cartaz, podem ser vistos pelo computador ou mesmo na televisão de casa. Assim, produtoras e gravadoras começaram a atribuir às redes P2P o fracasso de vendas em que se tornaram desde a consolidação delas, no ano 2000. À contraponto, a pirataria ganhou força, impulsionada por seu baixo custo, e os softwares de compartilhamento, como kazaa, eMule e LimeWare, alcançaram o auge de sua popularidade.</p>
<p align="justify">Em uma recente pesquisa elaborada pelo governo canadense, entretanto, houve uma surpresa. Os dados apontaram que as mesmas redes de compartilhamento alvo de duras críticas têm um reflexo positivo no mercado fonográfico. Concluiu-se que os usuários de redes P2P são mais sensíveis à compra de músicas, tanto no espaço real quanto virtual, diferente dos que não o fazem. O resultado, até um pouco contraditório, pode ser o início de uma nova maneira de pensar esses tipos de serviços.</p>
]]></content:encoded>
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