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	<title>projetando-websites &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/projetando-websites/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "projetando-websites"</description>
	<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 20:28:46 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Quer que eu desenhe?]]></title>
<link>http://exvertebrum.wordpress.com/?p=191</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 18:34:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Rez Oliveira</dc:creator>
<guid>http://exvertebrum.pt-br.wordpress.com/2008/07/26/quer-que-eu-desenhe/</guid>
<description><![CDATA[
Esta coleção de protótipos de papel foi exaustivamente linkada em diversos blogs nas últimas se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://keisukeomi.com/img/720/homepage_design_paper.jpg" target="_blank"><img src="http://keisukeomi.com/img/720/homepage_design_paper.jpg" border="0" alt="" width="360" height="203" /></a></p>
<p>Esta <strong><a href="http://deeplinking.net/paper-web/" target="_blank">coleção de protótipos de papel</a></strong> foi exaustivamente linkada em diversos blogs nas últimas semanas. O texto <strong><em>The Paper Version Of The Web</em></strong> reúne protótipos de algumas interfaces famosas e outras nem tanto, ilustrando a tese de que tudo pode [ou deve?] começar no papel.</p>
<p>A razão desta popularidade reside no fato de que as pessoas tem enorme dificuldade em comunicar suas idéias e materializar estas idéias investindo o mínimo de tempo e recursos para comunicar a essência do que estão pensando, antes de poderem investir mais tempo no aprofundamento da idéia.</p>
<p>Um protótipo permite rascunhar rapidamente uma interface, planejando o mínimo e testando o mais prematuramente possível se a idéia funciona. Prototipar com antecedência e frequência é um hábito que só não é mais recorrente por falta de uma cultura de fazer protótipos.</p>
<p>Todo mundo reclama da falta de tempo, mas investe um tempo valioso para fazer protótipos detalhados com telas e mais telas muito cedo, quando ainda daria para rabiscar alguns papéis e reunir o máximo possível de gente para opinar a enriquecer a idéias <strong>antes de partir para um protótipo mais detalhado</strong>.</p>
<p>O desenho nem mesmo precisa ser bonito. Afinal, é um protótipo, <strong><a href="http://www.slideshare.net/toddwarfel/7-prototyping-principles" target="_blank">e não a Monalisa</a></strong>. Claro que tem umas imagens de protótipos por aí que são <strong>muito feios</strong>, até mesmo em testes, quando já deveriam estar mais caprichados. Se já foram feitos vários rabiscos, não custa nada passar à limpo no papel mesmo e <strong><a href="http://www.flickr.com/photos/cesarastudillo/1275797028/" target="_blank">apresentar uma idéia mais detalhada</a></strong>.</p>
<p>Enfim, a função do protótipo de papel tem sido aos poucos melhor compreendida e estamos perdendo a vergonha de mostrar desenhos crus, acreditando que <strong>a colaboração coletiva fará de uma idéia crua uma idéia genial</strong>.</p>
<p>Nesta <strong><a href="http://exvertebrum.wordpress.com/2008/05/31/colecao-de-videos-paper-prototyping-sketchoards-da-adaptive-path-wireframes-e-mais/" target="_self">coleção de vídeos</a></strong> dá para ver como a Adaptive Path (por exemplo) trabalha com uso de papel e um mural para gerar e discutir idéias e alguns testes com protótipos de papel.</p>
<p>Por isso, <strong>a pergunta de ouro do Arquiteto de Informação</strong> deve ser:</p>
<h2>"Deu para entender... ou quer que eu desenhe?"</h2>
<p>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nielsen chama usuários de preguiçosos]]></title>
<link>http://exvertebrum.wordpress.com/?p=176</link>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 11:35:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Rez Oliveira</dc:creator>
<guid>http://exvertebrum.pt-br.wordpress.com/2008/06/02/nielsen-chama-usuarios-de-preguicosos/</guid>
<description><![CDATA[Que o Chuck Norris da usabilidade é bom de polêmica todo mundo sabe. Mas dessa vez ele acertou em ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="border:0 none;float:left;margin:4px 8px;" src="http://newsimg.bbc.co.uk/media/images/42921000/jpg/_42921213_webtwohype-nielsen203.jpg" alt="Jakob Nielsen, o Chuck Norris da usabilidade" width="203" height="152" />Que o <a title="Jakob Nielsen é o Chuck Norris da usabilidade" href="http://www.useit.com" target="_blank"><strong>Chuck Norris</strong></a> da usabilidade é bom de polêmica todo mundo sabe. Mas dessa vez ele acertou em cheio!</p>
<p>Ao chamar os usuários de egoístas e negligentes, <strong>Jakob Nielsen</strong> conseguiu chamar a atenção para o tema da usabilidade. Talvez ele tenha exagerado, mas o senhor dos cabelos estilosos nunca foi muito afeito a sutilezas.</p>
<p>Trechos interessantes:</p>
<p><em>"As pessoas querem sites que vão direto ao ponto, elas têm pouca paciência". </em></p>
<p class="storytext"><em>"Apesar de os designers terem melhorado, os usuários também se habituaram com o ambiente interativo".</em></p>
<p class="storytext"><em>"Agora, quando estão online, as pessoas sabem o que querem e como fazer para achar".</em></p>
<p class="storytext"><em>"Os designers e proprietários dos sites ainda pensam que possuem um site especial e interessante e que as pessoas ficarão felizes com tudo o que for jogado para elas".</em></p>
<p>Leia a <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/05/080524_internetusuarionielsen_np.shtml" target="_blank"><strong>matéria</strong></a> na BBC Brasil.</p>
<p>Leia a <a href="http://news.bbc.co.uk/1/hi/technology/6653119.stm" target="_blank"><strong>matéria original em inglês</strong></a>.</p>
<p>A dica do texto na BBC Brasil quem postou primeiro foi o sinistro <a title="Blog do Fabio Caparica de Luna" href="http://sinistras.aranha.com.br/" target="_blank"><strong>Caparica</strong></a>, amigo e velho combatente das trinceiras do design da informação!</p>
<p>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Coleção de vídeos: Paper Prototyping, Sketchboards da Adaptive Path, Wireframes e mais]]></title>
<link>http://exvertebrum.wordpress.com/?p=174</link>
<pubDate>Sat, 31 May 2008 18:17:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Rez Oliveira</dc:creator>
<guid>http://exvertebrum.pt-br.wordpress.com/2008/05/31/colecao-de-videos-paper-prototyping-sketchoards-da-adaptive-path-wireframes-e-mais/</guid>
<description><![CDATA[Sketchboards da Adaptive Path
Esse já um clássico. Como toda coleção deve ter um clássico, prim]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sketchboards da Adaptive Path</strong><br />
Esse já um clássico. Como toda coleção deve ter um clássico, primeiro esse!</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/iVFTBj_BYy0'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/iVFTBj_BYy0&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><strong>Paper Prototyping Test</strong><br />
Protótipos coloridos são bem mais legais! Esse vídeo é super recente, quando acessei não tinha nem 10 pageviews ainda. Repare no tamanho do protótipo, para permitir que a usuária do teste consiga ler todas as instruções em texto que aparecem nas telas. Ainda assim, por vezes ela tem de chegar mais perto do protótipo. Hmmm, texto demais talvez?</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/oITeUEjrY3Q'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/oITeUEjrY3Q&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><strong>Uma explicação sobre o que são Wireframes</strong><br />
No melhor estilo bem intensionado de "imitação-sem-iluminação-dos-vídeos-da-Common-Craft". Apesar da toscosidade da produção e de certa "agressividade" ao jogar dólares na mesa, valeu a boa intenção (!):</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/pY3t80k-yT8'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/pY3t80k-yT8&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><strong>Teste de protótipo de papel de um "totem" multi-drive para lojas de revelação de fotos</strong><br />
Esse é mais longo, tem em torno de 8 minutos. O protótipo é bem curioso, cheio de recursos!:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/jkvqLd-CMyY'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/jkvqLd-CMyY&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><strong>Teste de interface de transferência de arquivos para dispositivos móveis</strong><br />
Vídeo em português, com uma produção muito bem cuidada:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/RTwfz9x98A8'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/RTwfz9x98A8&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Agile User Experience e o Chaos Report]]></title>
<link>http://exvertebrum.wordpress.com/?p=175</link>
<pubDate>Fri, 30 May 2008 04:50:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Rez Oliveira</dc:creator>
<guid>http://exvertebrum.pt-br.wordpress.com/2008/05/30/agile-user-experience-e-o-chaos-report/</guid>
<description><![CDATA[Este vídeo de 7 minutos mostra uma apresentação editada do Declan Whelan sobre a experiência de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Este vídeo de 7 minutos mostra uma apresentação editada do <a href="http://www.dpwhelan.com/" target="_blank"><strong>Declan Whelan</strong></a> sobre a experiência de usuário integrada à processos de desenvolvimento ágeis de software. Logo no começo ele comenta do <a title="The Chaos Report, The Standish Group" href="http://www.standishgroup.com/sample_research/" target="_blank"><strong>Chaos Report</strong></a>, do <strong>The Standish Group</strong>.</p>
<p>Já é a segunda vez que ouço falar desse relatório em uma semana. <strong>Vá gostar de caos assim <span style="text-decoration:line-through;">no inferno</span> em laboratório de astronomia!</strong></p>
<p>Será que ninguém nunca vai aprender a gerenciar projeto de software nesse planeta? <strong>31% de projetos descontinuados</strong> é muita coisa! Isso só prova que ainda estamos, mesmo depois de 14 anos do relatório do<em> Standish Group</em>, muito longe de um ambiente aceitável de projeto e gerenciamento de projetos de base tecnológica. E muito mais longe ainda do <em>Estado da Arte</em> no desenvolvimento destes projetos.</p>
<p>A certa altura, Declan coloca que "<em>software development is not a repeatable process</em>" (desenvolvimento de sofware não é um processo [facilmente] repetível), de forma a mostrar que a abordagem da questão não é um simples manual de métodos e processos.</p>
<p>Mas <strong>a tela mais fundamental</strong> da apresentação é essa:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-177" src="http://exvertebrum.wordpress.com/files/2008/05/declan.jpg" alt="" width="400" height="299" /></p>
<p><strong>"Desenvolvedores focam em <em>stakeholders</em>. Designers focam em usuários."</strong> Essa entrou para o rol de frases para momentos oportunos.</p>
<p>Apesar da filmagem colocar Declan em primeiro plano e os slides em segundo, os slides são excelentes, com textos hiper-concisos e dá para ler tudo numa boa (dá para ter uma idéia na imagem acima).</p>
<p>É fundamental <strong>integrar mais os mundos</strong> de desenvolvimento de software (especialmente a análise de sistemas) e a arquitetura da informação.</p>
<p>Cada vez que vejo Arquitetos de Informação tentando reinventar a roda com coisas que os Analistas podem resolver (e que já tem fundamentação há bastante tempo) e Analistas se matando para resolver problemas que os Arquitetos já consideram <em>patterns</em>, vejo que ainda temos um longo caminho a trilhar.</p>
<p>Porém, enquanto Arquitetos virem Analistas comos "os caras da TI" e os Analistas virem os Arquitetos e Designers como "os caras cheios de idéias", vamos continuar caindo nos mesmos problemas que o <em>Chaos Report</em> documentou há 14 anos.</p>
<p><strong>Por isso, esse vídeo é altamente recomendado a ambos os públicos!</strong></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/tea_CtOsCKw'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/tea_CtOsCKw&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Design Web Design - Luli Radfahrer]]></title>
<link>http://exvertebrum.wordpress.com/?p=131</link>
<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 19:03:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Rez Oliveira</dc:creator>
<guid>http://exvertebrum.pt-br.wordpress.com/2008/04/15/design-web-design-luli-radfahrer/</guid>
<description><![CDATA[O Luli Radfahrer é um cara bem diferente, no mínimo. A primeira vez que vi uma palestra dele foi n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Luli Radfahrer</strong> é um cara bem diferente, no mínimo. A primeira vez que vi uma palestra dele foi no Interdesigners de Bauru, em 1999. Depois vi o figura novamente no Encontro de Web Design no Rio de Janeiro, em 2000 ou 2001. Foi praticamente a mesma palestra, no melhor estilo "estou aqui para divertir vocês", com direito a calça de vaquinha e muitas piadas sobre a rotina de designers e publicitários. Na época,  ele escrevia (não sei se ainda escreve) colunas divertidíssimas na revista Design Gráfico.</p>
<p>Por conta destas referências que tinha dele, comprei a primeira edição do livro <em><strong><span style="color:#ff6600;">Design/Web/Design</span></strong></em>. Foi um dos melhores livros sobre internet que já tive o prazer de ler!</p>
<p>Agora o Luli colocou <strong>o livro todo online, de graça.</strong> Este comentário que copiei do site explica porquê:</p>
<p>"O livro <em><strong><span style="color:#ff6600;">Design/Web/Design:2</span></strong> </em>foi escrito em 1999 e publicado em 2000, portanto já está um bocado velho. Alguns aspectos técnicos e profissionais ainda se mantêm. Outros, felizmente, mudaram bastante. Ele foi disponibilizado neste site na forma de páginas abertas a comentários porque gostaria de ouvir de vocês sua opinião com relação às mudanças. Não tenho dúvidas que em alguns pontos ele foi superficial demais; ou mesmo em que em outras ele está completamente ultrapassado.</p>
<p>Na minha opinião, livros têm a mesma função das obras de arte: estimular a discussão e a reflexão. Não devem ser considerados fontes de saber ou beleza, mas elementos vivos que promovam dentro das cabeças das pessoas verdadeiras revoluções na forma de se pensar e encarar o mundo - essa, sim, uma belíssima e indiscutível habilidade humana."</p>
<p>Vale muito a pena baixar para (re)ler e/ou guardar:</p>
<p><a href="http://www.luli.com.br/dwd2/" target="_blank"><strong>http://www.luli.com.br/dwd2/</strong></a></p>
<p><strong>Índice do livro:</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.luli.com.br/dwd2/introducao/">Introdução</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.luli.com.br/dwd2/1-design-a-cara-do-mundo-civilizado/"> 1: Design: a cara do mundo civilizado</a></strong><br />
1-1: “Qualquer imbecil faz design”: design, designers e Frankensteins<br />
1-2: Talento vs. Preguiça<br />
1-3: Carta da Califórnia<br />
1-4: Pensando visualmente<br />
1-5: Tintim por tintim: o impacto dos mínimos detalhes<br />
1-6: Identidade corporativa: missão e visão empresarial<br />
1-7: Cada coisa com seu porquê<br />
1-8: Percepção: um processo ativo<br />
1-9: Relação palavra / imagem</p>
<p><strong><a href="http://www.luli.com.br/dwd2/2-preparando-o-terreno/">2: Preparando o terreno</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.luli.com.br/dwd2/3-principios-de-design/">3: Princípios de design</a></strong><br />
3-1: Grids: cada coisa em seu lugar<br />
3-2: Fazendo um grid<br />
3-3: Caligrafia, tipografia e legibilidade</p>
<p><strong><a href="http://www.luli.com.br/dwd2/4-a-internet-e-a-resposta-qual-era-mesmo-a-pergunta/">4: A Internet é a resposta. Qual era mesmo a pergunta?</a></strong><br />
4-1: Design gráfico vs. design digital: berimbau não é gaita<br />
4-2: O que você precisa saber<br />
4-3: O que você não precisa saber<br />
4-4: Possibilidades e limitações<br />
4-5: Tecnologia<br />
4-6: Páginas pessoais</p>
<p><strong><a href="http://www.luli.com.br/dwd2/5-interface/">5: Interface</a></strong><br />
5-1: Características de uma interface<br />
5-2: Elementos de uma interface<br />
5-3: Por uma estética digital<br />
5-4: Interatividade</p>
<p><strong><a href="http://www.luli.com.br/dwd2/6-arquitetura-de-informacao/">6: Arquitetura de informação</a></strong><br />
6-1: Design estrutural<br />
6-2: Grupos de dados<br />
6-3: Hipertexto<br />
6-4: Roteiros<br />
6-5: Paisagens informativas</p>
<p><strong><a href="http://www.luli.com.br/dwd2/7-quem-precisa-de-um-website/">7: Quem precisa de um website?</a></strong><br />
7-1: Tipos de websites<br />
7-2: Publicidade de massa e internet<br />
7-3: Porque banners não prestam<br />
7-4: Qualidade da experiência: “foi bom pra você, meu bem?<br />
7-5: Do que as pessoas mais gostam (e o que elas odeiam) nos sites</p>
<p><strong><a href="http://www.luli.com.br/dwd2/8-o-processo-de-producao-e-suas-etapas/">8: O processo de produção e suas etapas</a></strong><br />
8-1: Algumas dicas de marketing<br />
8-2: Especificações, planejamento e cronograma<br />
8-3: Organização dos grupos de informação<br />
8-4: Direção de criação, projeto gráfico e linha de design<br />
8-5: Protótipos e aprovação<br />
8-6: Mãos à obra<br />
8-7: Controlando as entranhas do código<br />
8-8: Registro em mecanismos de busca<br />
8-9: Auditoria e medição do tráfego<br />
8-10: Manutenção e acompanhamento do usuário</p>
<p><strong><a href="http://www.luli.com.br/dwd2/9-equipe/">9: Equipe</a></strong><br />
9-1: O “webdesigner”, esse pobre centauro<br />
9-2: Incubação e novos produtos</p>
<p><strong><a href="http://www.luli.com.br/dwd2/10-vamos-falar-de-voce/">10: Vamos falar de você</a></strong><br />
10-1: Seu estúdio<br />
10-2: Seu portfólio e promoção: como tornar as suas peças conhecidas?</p>
<p><strong><a href="http://www.luli.com.br/dwd2/11-modernidades/">11: Modernidades</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.luli.com.br/dwd2/12-comunicacao-nao-linear-se-e-que-ela-existe/">12: Comunicação não-linear, se é que ela existe</a></strong><br />
12-1: Hiperespaço e ciberespaço<br />
12-2: Comunidades digitais: as novas igrejas, partidos, padarias<br />
12-3: Ansiedade de informação<br />
12-4: O ciclo da descoberta</p>
<p>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Webwriting, Redação &amp; Informação para a Web - Bruno Rodrigues]]></title>
<link>http://exvertebrum.wordpress.com/?p=83</link>
<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 01:19:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Rez Oliveira</dc:creator>
<guid>http://exvertebrum.pt-br.wordpress.com/2008/02/18/webwriting-redacao-informacao-para-a-web-bruno-rodrigues/</guid>
<description><![CDATA[Autor: Bruno Rodrigues
Tempo Estimado de Leitura: 3 horas
Linguagem: Simples
Diagramação: Tradicio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img8/1548118.jpg" alt="Webwriting - Redação &#38; Informação para a Web" align="left" border="0" height="180" width="180" /><b>Autor:</b> Bruno Rodrigues<br />
<b>Tempo Estimado de Leitura:</b> 3 horas<br />
<b>Linguagem:</b> Simples<br />
<b>Diagramação:</b> Tradicional<br />
<b>Custo-Benefício: </b>Bom<br />
<b>Páginas: </b>125<br />
<b>Editora:</b> Brasport<br />
<b>Lido em: </b>Mai/2005<br />
<b>Onde encontrar:</b> <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&#38;ProdTypeId=1&#38;ProdId=1548118&#38;ST=SE&#38;franq=139463" target="_blank"><font color="#557799"><b>Submarino<img src="http://www.interactis.com.br/wallynovo/imagens/icone_compre.gif" align="absmiddle" border="0" hspace="5" /></b></font></a></p>
<p>Bruno Rodrigues é jornalista, webwriter e consultor de mídia do portal da Petrobrás. A Petrobrás, aliás, é também onde atua o Vicente Tardin, editor do <a href="http://www.webinsider.com.br" target="_blank"><b>WebInsider</b></a>, a revista para profissionais de web mais respeitada no país, na qual o Bruno Rodrigues é colunista de destaque. Ambos estão entre os profissionais pré-bolha (final de 1999) que ajudaram a dar "personalidade" para a internet brasileira.</p>
<p>Esta é a segunda edição do livro, que foi o primeiro em língua portuguesa e o terceiro publicado no mundo especificamente sobre o assunto. A edição que li e tenho é a primeira, que tinha capa azul e amarela. O subtítulo também era diferente: "Pensando o texto para a Mídia Digital".</p>
<p>Mas as diferenças vão além da capa. A primeira edição era mais leve, mais descontraída e com abundância de dicas e macetes, mas com poucos exemplos práticos de aplicação, como fez Steve Krug em um dos capítulos de seu clássico <a href="http://exvertebrum.wordpress.com/2007/11/23/nao-me-faca-pensar-steve-krug/"><b>Não Me Faça Pensar</b></a>.</p>
<p>Bruno Rodrigues tem uma grande afinidade com Arquitetos de Informação, e de forma muito coerente comenta com frequência as interações entre ambos os profissionais em seu <a href="http://bruno-rodrigues.blog.uol.com.br/" target="_blank"><b>blog</b></a>.</p>
<p>Nesta versão, o livro aborda os principais temas que deveriam fazer parte das preocupações cotidianas de um webwriter. Entre outros temas, Bruno aborda a densidade da informação, gestão do conteúdo, hierarquia de prioridades, personalização, pesquisa online e linguagem contextual.</p>
<p>Com a experiência de quem pesquisa webwriting desde 1995, o autor também fala sobre o mercado, tendências e quais as diferenças que o redator encontrará entre o mundo offline e o mundo online. É uma boa indicaçãopara quem não é jornalista mas quer ter alguma base teórica, para quem está cursando jornalismo, para recém-formados e até mesmo para quem quer se reciclar.</p>
<p>Por este preço, nem dá para usar a desculpa de que a grana está curta!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As Leis da Simplicidade - John Maeda]]></title>
<link>http://exvertebrum.wordpress.com/?p=72</link>
<pubDate>Fri, 08 Feb 2008 01:54:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Rez Oliveira</dc:creator>
<guid>http://exvertebrum.pt-br.wordpress.com/2008/02/07/as-leis-da-simplicidade-john-maeda/</guid>
<description><![CDATA[Autores: John Maeda
Tempo Estimado de Leitura: 3 horas
Linguagem: Intermediária
Diagramação: Trad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img1/1793291.jpg" alt="Vda, Negócios, Tecnologia, Design" align="left" border="0" height="180" width="180" /><b>Autores:</b> John Maeda<br />
<b>Tempo Estimado de Leitura:</b> 3 horas<br />
<b>Linguagem:</b> Intermediária<br />
<b>Diagramação:</b> Tradicional, com bom destaque para a tipografia<br />
<b>Custo-Benefício: </b>Muito bom<br />
<b>Páginas: </b>100<br />
<b>Editora:</b> Novo Conceito<br />
<b>Lido em: </b>Fev/2008<br />
<b>Onde encontrar:</b> <font color="#557799"><b><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&#38;ProdTypeId=1&#38;ProdId=1793291&#38;ST=SR&#38;franq=139463" target="_blank"><font color="#557799">Submarino</font><img src="http://www.interactis.com.br/wallynovo/imagens/icone_compre.gif" align="absmiddle" border="0" hspace="5" /></a> </b></font></p>
<p>John Maeda é professor de <i>Media Arts &#38; Sciences</i> do MIT, fundador do <i>Simplicity Consortium</i> no Laboratório de Mídia do próprio MIT e designer premiado mundialmente, além de conselheiro de empresas como a Philips. Pelo tom espiritualizado de seu texto e pelos pontos de vista que expõe, Maeda é mais artista do que designer, o que acrescenta um ponto de vista poético ao seu pensamento sobre simplicidade. O autor mantém o blog <a href="http://www.lawsofsimplicity.com" target="_blank"><b>Laws of Simplicity</b></a>, onde aprimorou as 10 Leis, que originalmente seriam 16, mas foram resumidas e agrupados pelo processo <b>SLIP</b>.</p>
<p><b>SLIP</b> é um acrônimo de <i><b>S</b>ort</i>, <i><b>L</b>abel</i>, <i><b>I</b>ntegrate</i>, <i><b>P</b>rioritize </i>(Selecionar, Rotular, Integrar e Priorizar), que é como Maeda categoriza e organiza informações, tarefas e qualquer atividade classificável. No livro, ele demonstra com seus <i>post-its</i> como usa o processo.</p>
<p>Maeda gosta de enxergar palavras umas dentro das outras e letras em comum no estilo "caça-palavras". Por exemplo, ele cita as letras <b>MIT</b> dentro da palavra <b>Simplicity</b>. Por causa disso, o livro abusa destes recursos mnemônicos para educar o leitor sobre como projetar e promover a simplicidade. Outros dois acrônimos bastante explorados por Maeda são:</p>
<p><b>ELA</b> (do inglês <i><b>SHE</b></i>): <i>Shrink</i>, <i>Hide</i>, <i>Embody </i>(Encolher, Ocultar e Agregar)</p>
<p><b>BRAIN</b>: <i>Basics</i>, <i>Repeat</i>, <i>Avoid</i>, <i>Inspire</i>, <i>Never</i> (<b>B</b>ásico é o início de tudo, <b>R</b>epita-se com frequência, <b>A</b>bstenha-se de se desesperar, <b>I</b>npire-se com exemplos, <b>N</b>unca deixe de se repetir).</p>
<p>Antes de abordar a simplicidade em si, o autor explica sua linha de pesquisa e o processo de criação do livro. Ao invés de recorrer a regras e fórmulas, Maeda convida o leitor a refletir sobre casos como o do iPod da Apple para demonstrar como e porquê a simplicidade tem se tornado um assunto tão em evidência. Ao abordar o assunto em forma de Leis, evita o simplismo mas mantém o assunto sob controle dentro de uma ótica explícita e compreensível. Em muitos aspectos, o raciocínio de Maeda se assemelha ao pensamento de Richard Saul Wurman em <a href="http://exvertebrum.wordpress.com/2007/11/27/ansiedade-de-informacao-2-richard-saul-wurman/"><b>Ansiedade da Informação 2</b></a>, que li recentemente e comentei aqui.</p>
<p>De fato, não são 10 leis, mas 10 reflexões sobre o que é a simplicidade. Como o blog do livro cita as Leis na íntegra, não vou ser preso por reproduzí-las aqui:</p>
<p><b>As 10 leis da simplicidade</b></p>
<blockquote><p><b>1 Reduzir</b> - A maneira mais simples de alcançar a simplicidade é por meio de uma redução conscienciosa.</p>
<p><b>2 Organizar</b> - A organização faz com que um sistema de muitos pareça de poucos.</p>
<p><b>3 Tempo</b> - Economia de tempo transmite simplicidade.</p>
<p><b>4 Aprender</b> - O conhecimento torna tudo mais simples.</p>
<p><b>5 Diferenças</b> - Simplicidade e complexidade necessitam uma da outra.</p>
<p><b>6 Contexto</b> - O que reside na periferia da simplicidade é definitivamente não periférico.</p>
<p><b>7 Emoção</b> - Mais emoções é melhor que menos.</p>
<p><b>8 Confiança</b> - Na simplicidade nós confiamos.</p>
<p><b>9 Fracasso</b> - Algumas coisas nunca podem ser simples.</p>
<p><b>10 A única</b> - A simplicidade consiste em subtrair o óbvio e acrescentar o significativo.</p></blockquote>
<p>As <b>três soluções</b> propostas por Maeda:</p>
<blockquote><p><b>1 Distanciamento</b> - Mais parece menos simplesmente afastando-se para bem longe.</p>
<p><b>2 Abertura</b> - Abertura significa simplicidade.</p>
<p><b>3 Energia</b> - Use menos, ganhe mais.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O design do dia-a-dia - Donald A. Norman]]></title>
<link>http://exvertebrum.wordpress.com/2007/12/11/o-design-do-dia-a-dia-donald-a-norman/</link>
<pubDate>Tue, 11 Dec 2007 18:51:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Rez Oliveira</dc:creator>
<guid>http://exvertebrum.pt-br.wordpress.com/2007/12/11/o-design-do-dia-a-dia-donald-a-norman/</guid>
<description><![CDATA[Autor: Donald A. Norman
Tempo Estimado de Leitura: 8 horas
Linguagem: Intermediária
Diagramação:]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img border="0" align="left" width="180" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img2/1734852.jpg" height="180" /><strong>Autor:</strong> Donald A. Norman<br />
<strong>Tempo Estimado de Leitura:</strong> 8 horas<br />
<strong>Linguagem:</strong> Intermediária<br />
<strong>Diagramação:</strong> Tradicional<br />
<strong>Custo-Benefício: </strong>Excelente<br />
<strong>Páginas: </strong>271<br />
<strong>Editora: </strong>Rocco<br />
<strong>Lido em: </strong>Out/2007<br />
<strong>Onde encontrar:</strong> <a target="_blank" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&#38;ProdTypeId=1&#38;ProdId=1734852&#38;ST=SR&#38;franq=139463"><font color="#557799">Submarino</font><img border="0" align="absMiddle" src="http://www.interactis.com.br/wallynovo/imagens/icone_compre.gif" hspace="5" /></a></p>
<p>Por que alguns produtos satisfazem as pessoas, enquanto outros as deixam completamente frustradas? Porque muitas vezes nos sentimos incompetentes ao tentar usar alguma coisa que parece simples, mas não é?</p>
<p><strong>O design do dia-a-dia</strong> é um livro de cabeceira para quem analisa o uso de produtos e interfaces pelo usuário final. Donald A. Norman é o <em>Norman</em> do <strong>Norman/Nielsen Group</strong>, a famigerada empresa de <strong>Jakob Nielsen</strong>, o guru da usabilidade. Enquanto Nielsen se intitula um "engenheiro de usabilidade", Norman é um psicólogo que escolheu o design como causa, procurando facilitar a vida das pessoas que usam qualquer artefato que possa ser projetado -  e portanto - melhorado. É por esta abordagem que ele se tornou único, porque trouxe para o campo do design preocupações antes inexploradas.</p>
<p>A abordagem de Norman é franca, baseada em conhecimentos de psicologia e de cognição, e é vastamente ilustrada com exemplos que ele coletou a vida toda. Norman afirma o tempo todo que a dificuldade em usar algum produto é sempre falha de projeto e não culpa do usuário. Esta foi a afirmação que lançou seu nome no Hall da Fama e o tornou mundialmente respeitado.</p>
<p>Ao longo do livro, que originalmente se chamava <strong>The Psicology Of Everyday Things</strong> e só depois virou <strong>The Design Of Everyday Things</strong>, Norman mostra que o conhecimento que carregamos na cabeça interage com o conhecimento que está nos objetos (ao que ele chama de "conhecimento no mundo"), mas que se temos de ler as instruções, algo está errado.</p>
<p>Norman se baseia em conceitos fundamentais para explicar o que fazer e o que não fazer: <strong>visibilidade</strong>,<strong> modelos conceituais</strong>,<strong> <em>feedback</em></strong>,<strong> restrições </strong>e<strong> <em>affordances</em></strong>. Um dos muitos conceitos elucidantes do livro é o da <em>coerção natural</em>, que obriga o usuário a fazer alguma coisa sem que ele saiba o porquê, mas assim o libera de ter de memorizar uma ação.</p>
<p>Ele exemplifica com o caso do <strong>Nintendo</strong>: as crianças deveriam se lembrar de desligar o console antes de trocar o cartucho do jogo, sob risco de queimar o cartucho, mas não há nada que as lembre disso, exceto o Manual de Instruções. Se fosse inserida no projeto uma coerção natural, como uma trava que tivesse de ser puxada para alcançar o cartucho, desligando assim o videogame, não seria preciso lembrar de desligá-lo todas as vezes. Este tipo de recurso é chamado de <em>interlock</em> e é um recurso conhecido do design industrial há muitos anos.</p>
<p>É de soluções simples assim que Donald Norman fala o tempo todo. Porque será então que elas são tão renegadas nos projetos? A resposta a esta pergunta é o que faz deste livro uma leitura obrigatória!</p>
<p>================================<br />
Leia também neste blog: <a href="http://exvertebrum.wordpress.com/2007/12/14/entrevista-sobre-experiencia-do-usuario-com-donald-norman/"><strong>» Entrevista sobre experiência do usuário com Donald Norman</strong></a></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Ergodesign e Arquitetura de Informação: Trabalhando com o Usuário - Luiz Agner]]></title>
<link>http://exvertebrum.wordpress.com/2007/07/17/ergodesign-e-arquitetura-de-informacao-trabalhando-com-o-usuario-luiz-agner/</link>
<pubDate>Tue, 17 Jul 2007 15:38:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Rez Oliveira</dc:creator>
<guid>http://exvertebrum.pt-br.wordpress.com/2007/07/17/ergodesign-e-arquitetura-de-informacao-trabalhando-com-o-usuario-luiz-agner/</guid>
<description><![CDATA[
Autor: Luiz Agner
Tempo Estimado de Leitura: 3 horas
Linguagem: Simples e direta
Diagramação: Be]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img border="0" align="left" width="180" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img3/1631793.jpg" height="180" /></p>
<p><strong>Autor:</strong> Luiz Agner<br />
<strong>Tempo Estimado de Leitura:</strong> 3 horas<br />
<strong>Linguagem:</strong> Simples e direta<br />
<strong>Diagramação:</strong> Bem bacana<br />
<strong>Custo-Benefício: </strong>Bom<br />
<strong>Páginas: </strong>176<br />
<strong>Editora:</strong> Quartet<br />
<strong>Lido em: </strong>Mai/2007<br />
<strong>Onde encontrar:</strong> <a target="_blank" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&#38;ProdTypeId=1&#38;ProdId=1631793&#38;ST=CW1548118&#38;franq=139463"><font color="#557799">Submarino</font><img border="0" align="absMiddle" src="http://www.interactis.com.br/wallynovo/imagens/icone_compre.gif" hspace="5" /></a></p>
<p>Luiz Agner é o primeiro autor brasileiro a dedicar um livro inteiro ao tema da Arquitetura da Informação. A abordagem utilizada por Agner é simples e direta: relaciona o ergodesign (projeto de design baseado na ergonomia) com o design da informação em diversos capítulos curtos, cada um abordando um tema específico.</p>
<p>A AI é derivada das disciplinas de IHC (Interação Humano Computador) e da Biblioteconomia, valendo-se também da capacidade dos designers de organizar visualmente os sistemas de informação. O profissional que consegue reunir estas habilidades é o Arquiteto da Informação.</p>
<p>Agner se vale de uma linguagem jovem, não-acadêmica e descontraída para tornar o tema mais simples de compreender, e neste questito ele obtém muito sucesso. O livro foi muito bem recebido tanto por profissionais da área quanto por acadêmicos e pesquisadores, que passam a contar com uma bibliografia de apoio mais completa.</p>
<p>Li o livro todo numa só noite, numa tacada só, o que comprova a facilidade de absorvê-lo, mas é bom observar que nem por isso o livro é superficial. Agner se esforçou muito para conseguir fazer dele uma ferramenta de aprendizado completa.</p>
<p>Alguns trechos do livro estão disponíveis em forma de <a target="_blank" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/luiz_agner">artigos no WebInsider</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>

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