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	<title>problemas-ambientais &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/problemas-ambientais/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "problemas-ambientais"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 18:28:16 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Problemas ambientais atuais e desenvolvimento sustentável]]></title>
<link>http://geofagos.wordpress.com/?p=173</link>
<pubDate>Thu, 01 May 2008 14:37:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Pacheco</dc:creator>
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<description><![CDATA[ A pressão exercida pelo homem sobre os ecossistemas tem aumentado desde a segunda revolução ind]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"> <span style="font-size:12pt;color:#000000;line-height:150%;"><span style="font-size:8pt;color:#000000;line-height:150%;"><span style="font-size:12pt;color:#000000;line-height:150%;"><span style="font-size:8pt;color:#000000;line-height:150%;">A pressão exercida pelo homem sobre os ecossistemas tem aumentado desde a segunda revolução industrial refletindo na necessidade de desenvolvimento de novas técnicas de conservação, prevenção e mitigação ambientais. Essas técnicas visam reduzir os níveis de degradação ambiental recentemente observados como a contaminação das coleções d'água e dos solos, a poluição atmosférica e a substituição indiscriminada da cobertura vegetal nativa, com a conseqüente redução dos hábitats silvestres, entre outras formas de agressão ao meio ambiente (Silva, 2002).<br />
A mudança da postura do homem com relação à natureza teve início a partir da década de 60. Marco importante no desenvolvimento das ciências ambientais foi o lançamento do livro "Primavera Silenciosa" da britânica Rachel Carson que mostrava os efeitos negativos do uso indiscriminado de insumos agrícolas. Desde então a preocupação de promover a mudança de comportamento no relacionamento entre o homem e a natureza começa a ser observado. O principal objetivo passa a ser o alcance do equilíbrio entre os interesses econômicos e conservacionistas levando à melhorias na qualidade de vida da população, dando origem aos processos que, em conjunto, futuramente seriam denominados de desenvolvimento sustentável. Tal desenvolvimento pode ser entendido como um modelo que visa atender as necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de gerações futuras atenderem suas próprias necessidades.<br />
O desenvolvimento sustentável, além do desenvolvimento social e equilíbrio ecológico, deve ainda ser acrescidos de um enfoque especial no desenvolvimento econômico como uma das principais vertentes. Nesse sentido, acrescido de um espírito de responsabilidade comum, os modelos produtivos são levados a sentidos harmoniosos, o que os torna não mais destrutivos, mas sim construtivos, como ferramenta de manutenção da qualidade de vida das gerações atuais e futuras. Dessa forma, pode-se perceber que o modelo de desenvolvimento atualmente proposto não condena o desenvolvimento econômico, muito pelo contrário, atribui a ele um importante papel social e ambiental.<br />
O modelo de desenvolvimento atualmente proposto entende que, além da imposição legal como meio de alcance de melhorias ambientais, existem ainda os aspectos éticos, ecológicos e econômicos a ele relacionado. Pode-se entender os aspectos éticos como uma medida do grau de responsabilidade do agente impactante. Já os aspectos ecológicos permitem a escolha de melhores alternativas para minimizar as influências negativas das diversas atividades humanas. Os aspectos econômicos envolvem tanto as vantagens competitivas de uma política ambiental responsável, como a obtenção de certificados ambientais ou mesmo os menores custos das ações preventivas em relação às ações corretivas. Nesse ponto, as técnicas preventivas, como os estudos de vulnerabilidade ambiental vêm ganhando força como ferramentas que permitem planejamentos ambientais mais adequados, eficientes e baratos.<br />
O modelo de desenvolvimento industrial (pode-se incluir nesse ítem o desenvolvimento agroindustrial) implantado após a revolução industrial no século XIX promoveu não só o aumento da extração dos recursos naturais, como também tem emitido cada vez mais produtos de alta sofisticação, cuja composição dificulta sua degradação natural. Muitos destes ao reagirem com substâncias ácidas ou fogo, liberam compostos tóxicos que podem até mesmo ser letais para os seres vivos, além de causarem uma lenta e contínua destruição do ambiente (Pereira Neto, 1996). Pode-se concluir, portanto, que a evolução da população e a forte industrialização aumentaram significativametne a geração de resíduos das mais diversas naturezas, biodegradáveis, não biodegradáveis, recalcitrantes ou xenobióticos, que determinaram um processo contínuo de deterioração ambiental com sérias implicações na qualidade de vida do homem (Bidone e Povinelli, 1999). Nesse ponto é necessário argumentar que, acompanhado de ferramentas de gestão ambiental eficientes, tal desenvolvimento industrial pode ser perfeitamente encarado como um fato positivo e não apenas como agente de degradação ambiental.<br />
Por tudo exposto acima as questões que envolvem o tratamento e a disposição final de resíduos e outros poluentes têm se tornado cada vez mais importantes para o homem moderno. A necessidade de consciliação do desenvolvimento com a sustentabilidade ambiental tem feito com que as diversas questões referentes a esses assuntos sejam exploradas e desenvolvidas continuamente.<br />
Ferramentas preventivas como estudos de vulnerabilidade e risco de contaminação dos diversos compartimentos ambientais (solo, água, ar) também tem sido frequentemente utilizadas como forma de antever e evitar a ocorrência de problemas ambientais. O contato íntimo dos resíduos, ou qualquer outra forma de contato de poluentes provenientes das mais diversas atividades humanas, com os solos e as conseqüências da ocorrência não planejada desses fatos tornam essa questão de vital importância para o desenvolvimento sustentável local e regional.<br />
É importante ressaltar que técnicas para prevenção ou mitigação de impactos ambientais existem. Algumas vezes elas não são economicamente viáveis. Outras, é a falta de vontade por parte do agente impactante que não permite a implantação das mesmas. É importante que os agentes públicos, privados e até mesmo os consumidores façam sua parte. Diversos são os mecanismos que permitem saber se uma empresa é ambientalmente responsável. O principal deles é a certificação ambiental, sendo a mundialmente conhecida série ISO 14000 a mais comumente encontrada. Assim sendo, cabe também a nós observarmos a procedência dos produtos consumidos, dando preferência àqueles que, em sua produção, incorporem um padrão de qualidade ambiental. Só dessa forma podemos esperar que os resultados do meio produtivo se aproximem do desenvolvimento sustentável inicialmente e conceitualmente proposto. Fato esse ainda longe de ocorrer nos dias de hoje.</span></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Olha o Carro!]]></title>
<link>http://animore.wordpress.com/?p=17</link>
<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 15:11:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
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<description><![CDATA[Cataguases, minha cidade natal, nunca foi um exemplo de como se deve ser uma boa cidade. Primeiro qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Cataguases, minha cidade natal, nunca foi um exemplo de como se deve ser uma boa cidade. Primeiro que aqui não existe uma cultura de proteção ambiental, segundo que nós raramente temos boas administraçoes. O Resultado disso tudo é uma cidade de pouco mais de 68000 habitantes com problemas parecidos com os das grandes metrópoles, crimes, tráfico, poluição, o povo do rio que o diga! Uma vez por "nossa culpa" eles ficaram quase uma semana sem agua em casa!</p>
<p>Um dos problemas mais comuns em cidades como Rio ou São Paulo são os alagamentos devido a chuva. Pois bem, a gente também tem!</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/FYq8M0DsQIk'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/FYq8M0DsQIk&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Paulo Mendes da Rocha - A natureza é um trambolho]]></title>
<link>http://arquiteturaearte.wordpress.com/?p=28</link>
<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 19:32:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye18</dc:creator>
<guid>http://arquiteturaearte.wordpress.com/?p=28</guid>
<description><![CDATA[Saudações!
Estava eu navegando na &#8216;extensa rede&#8217; e vi essa entrevista do grande e mara]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div><span style="color:#888888;"><span><em>Saudações!</em></span></span></div>
<p><span style="color:#888888;"><span><em>Estava eu navegando na 'extensa rede' e vi essa entrevista do grande e maravilhoso Paulo Mendes da Rocha... Vou copiar uns trechinhos aqui que vale a pena! </em></span></p>
<p><span><em>Abraços ;)</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:16pt;color:#808080;font-family:Verdana;">A natureza é um trambolho</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em>A conversa foi longa, e podia ser muito mais. A platéia, quer dizer, os entrevistadores ficou – para usar o adjetivo justo – embevecida. Paulo Mendes da Rocha é o retrato do arquiteto, o artista, aquele que une à técnica uma visão cósmica, espiritual, política do homem. E ele consegue expor esse pensamento com outra virtude humana indispensável: o humor, e colocações desconcertantes – como a do título abaixo..</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em> </em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em>(...)</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em> </em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em> </em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em> </em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em> </em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;">São Paulo é caótica ou não?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<div class="MsoNormal" style="margin:0;"></div>
<p><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em>Paulo Mendes da Rocha</em> - São Paulo é e não tem nada de fenômeno urbano, ela metodicamente se torna horrível pela especulação imobiliária, pela exploração de tudo isso como mercadoria. Tudo isso o quê? As virtudes da natureza. Você quer ver uma evidente virtude da natureza destruída pelo mercado e tida entre nós como supremo bem? O que a Light fez em São Paulo. Construir uma barragem hidrelétrica de 700 metros sobre o mar, sugar a água do Tietê através do Pinheiros, inverter tudo, jogar essa água lá pra baixo para produzir 800.000 quilowatts é uma besteira que não tem tamanho. Nós nunca faríamos isso. Não se produz 1 quilowatt com uma água que não seja para beber depois, porque senão é perder a virtude da água. A graça é dizer que essa água que você está bebendo já foi a luzinha ou vai ser a luzinha de amanhã – e a mesma se joga no mar! Depois, essa Light botou um bonde, fez a linha ir para os arrabaldes, que não valiam nada, comprou tudo, loteou e vendeu esses bairros horríveis que se dizem exclusivamente residenciais. Como se você pudesse exclusivamente residir. “O senhor está fazendo o quê?” “Estou residindo...” Não tem sentido nenhum. E a Light ainda foi vendida para nós e disse que devemos a ela o desenvolvimento de São Paulo. Urubupungá tem 6 milhões de quilowatts, uma barragem de 800.000 quilowatts é o mínimo que se pode fazer, jogando água fora, ainda por cima! Isso eles não fazem no país deles, os canadenses, os americanos, os ingleses. Portanto, somos uma conseqüência dessa visão predadora do nosso território, que vem desde a mentalidade colonial, e devíamos ser a suprema crítica contemporânea sobre essas questões.</p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left"><strong><span style="font-size:11pt;color:#808080;"><span style="font-family:Verdana;">Os arquitetos?</span></span></strong></p>
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left">
<div class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;"></div>
<p><span style="font-size:11pt;color:#808080;"><span style="font-family:Verdana;"><em>Paulo Mendes da Rocha</em> - Nós, os americanos, porque temos a peculiar experiência. É engraçada a história dos americanos. Sou italiano por parte de mãe, sou baiano por parte de pai, sou negro possivelmente, portanto não é uma raça brasileira, somos um grupo que tem a obrigação de ter uma reflexão peculiar, uma experiência peculiar de inaugurar a questão do hábitat humano num território em que estava uma população pequena que foi destruída pelo colonialismo. Essa visão crítica entre nós é indispensável. Uma revisão crítica capaz de criar expectativas de esperança e futuro, existir um peculiar traço de uma experiência interessante quanto à ocupação de território. O que se diz é o seguinte: uma cidade existe antes que a construam, é um desejo nosso, e ela é vista antes como se nós aqui, um grupo, estivéssemos procurando um lugar – aconteceu tantas vezes em grupos humanos –, e suponha que chegássemos por terra, não sei de que modo, no Outeiro da Glória, no Rio de Janeiro. Com certeza, iríamos parar e dizer assim: “Vamos ficar por aqui. Ali faremos o porto; lá embaixo tem muita inundação, muito pernilongo, vamos morar um pouquinho nesse outeiro, aqui as casas etc. etc.”. Inclusive, você enfrenta uma adversidade que não havia, que você cria. Os problemas nós é que criamos. Se é boa a baía porque abriga os navios, entretanto a terra ali não serve para habitar, porque são baixios, mangues, vou ter que fazer uma muralha de cais, aterrar esse baixio, construir novos territórios e uma nova conformação geográfica. O Rio de Janeiro é uma cidade que descreve com muita clareza as virtudes dessa transformação, por exemplo, depois que abriram a avenida Rio Branco. Sobrou um morrinho lá, que é o famoso morro do Castelo, raro no Rio de Janeiro por não conter granito, era só terra, e ele dividia ou tolhia a visão da entrada da baía. Pra frente, era aquilo que já estava lá, a baía do Flamengo e, logo adiante, a ilha de Villegaignon, a 1 quilômetro, 800 metros, onde já estava instalada a Escola Naval. Fizeram uma obra notável no Rio de Janeiro: o desmonte hidráulico do morro, quer dizer, a jato de água, como você desmantela um formigueiro com a mangueira de jardim. A engenharia faz isso. Estabelece a tubulação toda e desmonta o morro de terra a jato de água, transforma em lama. Essa lama é conduzida nessa tubulação e vai ser depositada num certo lugar. Que lugar? Um retângulo perfeito, um tanque construído com pedras adequadas para enfrentar o mar, dentro da água, inundado de água, um enrocamento de pedras arrebentadas a dinamite das pedreiras e adequadamente depositadas no mar. Essa lama jogada lá dentro decanta, sedimenta a terra e aquilo que ficou é o aeroporto Santos Dumont. Você transforma o território, isso é que é arquitetura, para mim, e não pequenas coisas, uma varandinha, nada disso e os edifícios são instrumentos de realização dessa cidade onde todos querem morar.</span></p>
<p></span></p>
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left"><span style="font-size:11pt;color:#808080;"><br />
<strong><br />
<span style="font-family:Verdana;">Dessa sua visão sobre pensar o território brasileiro, quanto tem da visão do Darcy Ribeiro, no sentido de que podemos construir aqui uma quase civilização tropical, e quanto também da produção e do pensamento do professor Milton Santos, no caso do território?</span></strong></span></p>
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left">
<div class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;"></div>
<p><span style="font-size:11pt;color:#808080;"><span style="font-family:Verdana;"><em>Paulo Mendes da Rocha</em> - A história do gênero humano é indizível, claro, mas, se quiséssemos conversar, poderíamos pensar, por exemplo, num dilema da nossa condição humana, entre tantos. Um deles é a questão de uma separação, que pode ser convocada para refletir, entre ciências naturais – que é toda ciência, física, astronomia, mecânica celeste – e essa preocupação com nossas origens, que se estabeleceu que chamamos de ciências humanas. Justamente o que fica para as realizações de caráter político, o que vamos fazer, o modo humano de existir, obrigatoriamente esses âmbitos de conhecimento têm de andar juntos, você só pode realmente avançar quando raciocina com uma totalidade. Isso é da nossa época, vivemos isso, que foi posto pelos artistas, os supremos inventores de como pensarmos. No caso, um homem de teatro, Durrenmatt, escreveu Os Físicos, a questão da descoberta da energia, do átomo, da constituição da matéria e a bomba atômica. Ora, tínhamos que dizer que nenhum cientista inventou uma bomba, eles morreram todos de desgosto, digamos assim, é o que está decantado em Galileu Galilei, do Brecht, em Os Físicos, do Durrenmatt. A idéia não é fazer uma bomba, a idéia é não resistir a especular e acabar sabendo que certos códigos revelam que são partes, partículas materiais, que a luz é pedaço de coisas, e que tudo isso se equilibra por força desse certo universo, ou seja, que somos feitos da mesma matéria da qual é feita a luz das estrelas, não existe outra matéria no universo, quarks, elétrons, nêutrons, ela produz um fígado ou uma fagulha de estrelas. Portanto, não é que sejam verdades, são códigos que vão dando certo, códigos matemáticos, você reproduz e vê que aquilo é isso. Mas a idéia é realizar a nossa existência no universo.</span></p>
<p></span></p>
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left"><span style="font-size:11pt;color:#808080;"><span style="font-family:Verdana;"> </span></span></p>
<p style="margin-bottom:12pt;"><strong><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;">Isso não é uma visão de Deus?</span></strong></p>
<p style="margin-bottom:12pt;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left"><span><span style="font-family:Verdana;"><em>Paulo Mendes da Rocha</em> – Eu não sei qual é a visão de Deus, quem me dera. </span></span></p>
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left"><span style="font-size:11pt;color:#808080;"><em><span style="font-family:Verdana;">(...)</span></em></span></p>
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left"><span style="font-size:11pt;color:#808080;"><em></em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><span style="font-size:12pt;"><a href="http://arquiteturaearte.files.wordpress.com/2008/04/paulao.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-29" src="http://arquiteturaearte.wordpress.com/files/2008/04/paulao.jpeg" alt="" width="489" height="354" /></a></span> </span></p>
<div></div>
<p><span style="color:#888888;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em>Bacana, né?</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em> </em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em>Se quiser ler o resto da entrevista é só entrar aqui:</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><a title="entrevista na ntegra" href="http://carosamigos.terra.com.br/da_revista/edicoes/ed61/paulo30.asp" target="_blank"><span style="color:#808080;">http://carosamigos.terra.com.br/da_revista/edicoes/ed61/paulo30.asp</span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left"><strong><span style="font-size:10pt;color:#808080;"><span style="font-family:Verdana;">Principais trabalhos e prêmios: </span></span></strong><span style="font-size:10pt;color:#808080;"><br />
<span style="font-family:Verdana;">Museu de Arte de Campinas, na Unicamp, SP.<br />
Museu de Arte Comtemporânea, com Jorge Wilheim, SP.<br />
Museu Brasileiro de Arquitetura, SP.<br />
Centro Cultural da Fiesp, SP.<br />
Pinacoteca do Estado, Renovação, SP.<br />
Ginásio do Clube Atlético Paulistano, SP.<br />
Terminal Rodoviário de Goiânia, GO.<br />
Estádio Serra Dourada, GO.<br />
Terminal Rodoviário de Cuiabá, GO.<br />
Pavilhão do Brasil na Exposição Mundial de Osaka, Japão.</span></span></p>
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left"><span style="font-size:10pt;color:#808080;"><br />
<span style="font-family:Verdana;"><strong>Prêmios:</strong><br />
Bienal Ibero-Americana de Madri (Trajetória Profissional).<br />
Museu Nacional de Belas-Artes (Prêmio Vitrúvio).<br />
Arquitetura Latino-Americana (Prêmio Mies van der Rohe).<br />
Bienal Internacional de São Paulo (Ginásio do Clube Paulistano). </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em> <strong> </strong></em><a title="SANTIAGO CALATRAVA - arquiteto" href="http://arquiteturaearte.wordpress.com/2008/04/03/santiago-calatrava-arquiteto/"></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em>Para ler outras matérias interessantes:</em></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><a title="Tendências… A vez das fachadas sustentáveis" href="http://arquiteturaearte.wordpress.com/2008/04/01/tendencias-a-vez-das-fachadas-sustentaveis/"><strong><span style="color:#808080;">Tendências… A vez das fachadas sustentáveis</span></strong></a></span><strong><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><a title="SANTIAGO CALATRAVA - arquiteto" href="http://arquiteturaearte.wordpress.com/2008/04/03/santiago-calatrava-arquiteto/"><strong><span style="color:#808080;">SANTIAGO CALATRAVA - arquiteto</span></strong></a></span><strong><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><a title="Cultura nunca é demais." href="http://arquiteturaearte.wordpress.com/2008/04/09/27/"><strong><span style="color:#808080;">Cultura nunca é demais.</span></strong></a> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:small;color:#888888;font-family:Times New Roman;"> </span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#888888;"><em><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left"><em></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p><span style="color:#888888;"> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[INCINERADORES DE LIXO - PROBLEMA AMBIENTAL]]></title>
<link>http://termpapermonografia.wordpress.com/?p=29</link>
<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 02:36:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>termpapermonografia</dc:creator>
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<description><![CDATA[Este artigo trata sobre os problemas da incineração de resíduos: emissões contaminantes, tanto a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Este artigo trata sobre os problemas da incineração de resíduos: emissões contaminantes, tanto ao ar como a outros meios; custos econômicos e custos trabalhistas; perda de energia; insustentabilidade; e incompatibilidade com outros sistemas de manejo de resíduos. <!--more-->Também trata sobre os problemas específicos para os países do sul.</p>
<p align="justify">O artigo foi trazido pelo setor de <a title="elaboração de monografias sobre meio ambiente - Monografia AD" href="http://www.monografiaad.com.br" target="_blank">elaboração de monografias sobre meio ambiente - Monografia AD</a></p>
<p align="justify">As dioxinas são o contaminante mais conhecido associado aos incineradores. Causam uma grande variedade de problemas na saúde, incluindo câncer, danos ao sistema imunológico, e problemas reprodutivos e no desenvolvimento. As dioxinas se biomagnificam, o que significa que passam através da cadeia alimentar desde a presa ao predador, concentrando-se nos produtos a base de carne e lácteos e, finalmente, nos humanos.</p>
<p align="justify">Tais toxinas são de particular interesse porque estão por todas as partes presentes no meio ambiente (e nos humanos) a níveis que demonstraram causar problemas na saúde, o que implica que a população inteira está sofrendo seus efeitos agora.</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify">Em todo mundo, os incineradores são a fonte primária de dioxinas. Estes são também uma fonte principal de contaminação com mercúrio.</p>
<p align="justify">O mercúrio é uma poderosa neurotoxina, que deteriora as funções motoras, sensoriais e cognoscitivas, e a contaminação com mercúrio está espalhada.</p>
<p align="justify">Os incineradores são também uma fonte significativa de outros metais pesados contaminantes, como o chumbo, cádmio, arsênico, cromo e berílio.</p>
<p align="justify">Outros contaminantes de interesse emitidos pelos incineradores incluem a outros hidrocarbonetos halogenados (que não são as dioxinas); gases ácidos, precursores da chuva ácida; efluentes particulados, que deterioram as funções pulmonares; e gases do efeito estufa.</p>
<p align="justify">No entanto, a caracterização das emissões contaminantes dos incineradores se acha ainda incompleta, e muitos compostos ainda não identificados estão presentes nas emissões ao ar e nas cinzas.</p>
<p align="justify">Os operadores dos incineradores com freqüência alegam que as emissões ao ar estão "sob controle", mas a evidência indica que isto não é assim. Primeiro, para muitos contaminantes, como as dioxinas, qualquer emissão adicional resulta inaceitável.</p>
<p align="justify">Segundo, o monitoramento das emissões é irregular e sumamente defeituoso, pelo que nem sequer se conhecem verdadeiramente os níveis de emissões atuais. Terceiro, a informação existente indica que os incineradores são incapazes inclusive de ajustar-se aos padrões reguladores atuais.</p>
<p align="justify">Quando as equipes de controle da contaminação do ar funcionam, removem os contaminantes do ar e os concentram na cinza volante, criando uma massa de resíduos perigosos que precisa de um posterior tratamento.</p>
<p align="justify">Nós podemos elaborar um <a title="projeto de pesquisa para ampliar suas idéias sobre problemas ambientais e ecologia" href="http://www.monografiaad.com.br/04_projetodepesquisa.html" target="_blank">projeto de pesquisa para ampliar suas idéias sobre problemas ambientais e ecologia</a></p>
<p align="justify">Portanto, o problema das emissões contaminantes não está resolvido; os contaminantes são simplesmente transladados de um meio (ar) a outro (sólidos ou água). A cinza dos incineradores é altamente perigosa, mas pelo geral está deficientemente regulada. Nem sequer é segura sua disposição em recheados sanitários; já que os recheados sanitários têm perdas; mas em alguns lugares a cinza é deixada exposta aos elementos ou inclusive espalhada em áreas residenciais ou produtoras de alimentos.</p>
<p align="justify">Com freqüência os incineradores são instalados em bairros de baixos rendimentos com populações minoritárias deliberadamente, com a teoria de que os setores da população politicamente débeis serão menos capazes de resistir-se.</p>
<p align="justify">Isto é uma violação aos princípios básicos da justiça ambiental</p>
<p align="justify">Os incineradores modernos são de longe a proposta mais custosa para o manejo de resíduos; os custos de construção somente podem ser de milhões de dólares, sendo que tais custos de construção e operação de um incinerador são inevitavelmente sustentados pelo público.</p>
<p align="justify">As companhias de incineração criaram vários esquemas financeiros complicados para prender aos governos em pagamentos a longo prazo, que demonstraram freqüentemente resultar desastrosos para os governos locais.</p>
<p align="justify">Muitos povos nos Estados Unidos foram levados ao endividamento por seus incineradores.</p>
<p align="justify">Os incineradores geram muitos menos postos de trabalho por tonelada de resíduos do que as tecnologias e práticas alternativas, como o reciclagem. Pelo geral os incineradores também deslocam às redes informais de reciclagem já existentes, causando maiores privações aos mais pobres entre os pobres.</p>
<p align="justify">Os incineradores são freqüentemente promovidos como produtores de energia, já que podem gerar eletricidade. No entanto, uma análise detalhada do ciclo de vida completo revela que os incineradores gastam mais energia da que produzem.</p>
<p align="justify">Isto é devido a que os produtos que são incinerados devem ser substituídos com novos produtos. Extrair e processar materiais virgens e convertê-los em novos produtos consome muita mais energia - e causa mais danos ambientais - que a que consumiria reusar, ou fabricar a partir de materiais reciclados.</p>
<p align="justify">A <a title="Monografia Alpha pode realizar ótimas monografias em gestao ambiental e ecologia" href="http://www.monografiaalpha.com.br" target="_blank">Monografia Alpha pode realizar ótimas monografias em gestão ambiental e ecologia</a></p>
<p align="justify">A história da incineração de resíduos decorreu maiormente nos países do Norte; parece ser que os contextos dos países em desenvolvimento são propensos a ser ainda mais problemáticos para esta tecnologia.</p>
<p align="justify">A falta de capacidade de monitoramento significa que os incineradores poderão ser ainda mais contaminantes do que no Norte. Os problemas administrativos, como os orçamentos irregulares e a corrupção, podem interferir em sua necessária manutenção.</p>
<p align="justify">As condições físicas diferentes, tais como o clima e as características dos resíduos, podem tornar às operações difíceis ou até impossíveis.</p>
<p align="justify">Finalmente, deve compreender-se que os incineradores são incompatíveis com outras formas de manejo de resíduos, já que competem com outras formas de tratamento de resíduos pelo mesmo orçamento e os mesmos materiais em desuso, e socavam a ética da segregação na fonte, que conduz a um manejo apropriado dos resíduos.</p>
<p align="justify">Conheça o trabalho de <a title="elaboração de monografias da Monografia AD" href="http://www.monografiaad.com.br/20_importancia.html" target="_blank">elaboração de monografias da Monografia AD</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SANTIAGO CALATRAVA - arquiteto ]]></title>
<link>http://arquiteturaearte.wordpress.com/2008/04/03/santiago-calatrava-arquiteto/</link>
<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 20:58:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye18</dc:creator>
<guid>http://arquiteturaearte.wordpress.com/2008/04/03/santiago-calatrava-arquiteto/</guid>
<description><![CDATA[


&nbsp;
O arquiteto da ampliação e reforma do museu da arte de Milwaukee é espanhol e conta com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><a href="http://arquiteturaearte.wordpress.com/files/2008/04/calatravao-fodao.jpeg" title="calatravao-fodao.jpeg"></p>
<div style="text-align:center;"><img width="761" src="http://arquiteturaearte.wordpress.com/files/2008/04/calatravao-fodao.jpeg" alt="calatravao-fodao.jpeg" height="310" style="width:486px;height:262px;" /></div>
<p></a></p>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">O arquiteto da ampliação e reforma do museu da arte de Milwaukee é espanhol e conta com escritórios em Zurique, Paris e Valença, Espanha.</p>
<p>Projetou e construiu edifícios por toda Europa e ganhou concorrências internacionais, entre outras a conclusão da catedral de St. John New York e uma para uma ponte através do Grande Canal em Veneza, Itália.</p>
<p>Calatrava projetou numerosas pontes, escritórios, uma biblioteca, High School, estúdio de televisão, teatros, armazéns e ampliação de estádios.The MAM será seu primeiro edifício terminado nos E.U.A.</p>
<p>Nascido próximo de Valença , Espanha , em 28 de julho de 1951, Calatrava estudou arquitetura em Valença, e fez cursos de pos graduação em urbanismo e em engenharia civil. Tem um Ph.D. de ciências técnicas do instituto de tecnologia federal suíço, e doutorado honorário das universidades: Politécnica de Valença, universidade de Sevilha, universidade de Heriot-Watt em Edimburgo, em Scotland, e da escola de engenharia de Milwaukee .</p>
<p>Entre as maiores estruturas públicas que Calatrava projetou estão:</p>
<p>• Estação ferroviária de Stadelhofen, Zurique, Suíça, (1983-90)</p>
<p>• Pavilhão de Kuwait , Expo '92, Sevilha, Espanha (1991-92)</p>
<p>• Estação Ferroviária do Aeroporto de Lyon, França (1989-94)</p>
<p>• Museu da Ciência e Planetário, Valença, Espanha (1991-)</p>
<p>• Sala de Concertos de Tenerife, Consoles Amarelos (1991-)</p>
<p>• Estação Oriente, Parque das Nações, em Lisboa, Portugal</p>
<p>Seus trabalhos foram exibidos no museu da arte moderna em New York, e em museus em Londres, Tokyo, Moscou, Copenhague, Munich, Estocolmo, Rotterdam e Zurique.</p>
<p>Calatrava, talvez mais conhecido pelas suas numerosas pontes, comentou que uma ponte é um ponto importante da referência em uma cidade, e pode ser usado para complementar a paisagem.</p>
<p>Em todos seus projetos, Calatrava enfrentou desafios complexos, com soluções técnicas notavelmente simples e elegantes. Suas soluções são inspiradas freqüentemente pela natureza, mas as formas orgânicas são transformadas pelas arrojadas soluções técnicas usando materiais tais como o aço e o vidro - criando uma síntese da luz, do espaço, do material, da forma e da estrutura.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tendências... A vez das fachadas sustentáveis]]></title>
<link>http://arquiteturaearte.wordpress.com/?p=20</link>
<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 20:04:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye18</dc:creator>
<guid>http://arquiteturaearte.wordpress.com/?p=20</guid>
<description><![CDATA[

 A vez das fachadas sustentáveis


 

&#8212;&#8211;

O arquiteto brasileiro Edson Yabiku, que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"> <span style="font-size:20pt;color:gray;font-family:'Trebuchet MS';">A vez das fachadas sustentáveis</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:20pt;color:gray;font-family:'Trebuchet MS';"></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:20pt;color:gray;font-family:'Trebuchet MS';"></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><img src="http://arquiteturaearte.wordpress.com/files/2008/04/copanpanpanpan.jpg" alt="copanpanpanpan.jpg" /> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">-----</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">O arquiteto brasileiro Edson Yabiku, que morou 5 anos em Tóquio e mora há 11 em Londres, desembarcou em São Paulo anteontem e, no trajeto entre o aeroporto de Cumbica e o Copan, a primeira coisa em que reparou foi nas numerosas pichações da cidade. Cidade limpa? Yabiku elogia a iniciativa de reduzir as propagandas e os letreiros das ruas e lojas. Mas esse paranaense de Maringá que trabalha no escritório Norman Foster + Partners – do famoso arquiteto inglês que acaba de assinar o novo aeroporto de Pequim – está em São Paulo para falar sobre a importância muito maior da fachada na arquitetura atual. E o que ele descreve tem raros exemplos na cidade.</span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">-----</span></p>
<p>Yabiku é um dos participantes do 1º Encontro Nacional sobre Fachadas, fórum organizado pela Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (AsBEA), amanhã e depois de amanhã, no Hotel Renaissance. Foi ele quem sugeriu ao Estado o encontro em frente ao Copan, projetado por Oscar Niemeyer. Ele queria rever o brise-soleil (quebra-sol) que cobre toda a fachada curva do edifício. “O brise-soleil voltou a ser muito usado”, comenta Yabiku, que no momento trabalha no desenho de uma universidade em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, que terá brise-soleil de titânio. A razão está na necessidade atual de construções que economizem energia e carbono.</span></span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">-----</span></p>
<p>Na arquitetura americana, diz Yabiku, predominou o arranha-céu que usa uma planta quadrada e obriga boa parte dos ocupantes do prédio a ficar em áreas centrais mal iluminadas e com forte ar-condicionado. Hoje, principalmente na Alemanha, usa-se no máximo uma fachada com 18 metros contínuos de largura para que ninguém fique distante da iluminação natural – caso do prédio do Commerzbank, em Frankfurt, projetado pelo escritório de Norman Foster. A fachada também recebe recortes e reentrâncias que impedem essas regiões mais escuras dentro do ambiente de trabalho. “Num país de pouco sol como a Inglaterra, esse balanço entre luz natural e ar-condicionado é importante até para ter locais de trabalho menos depressivos.”</span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">-----</span></p>
<p>Curiosamente, Yabiku nota que o Copan, além do mau estado de conservação, tem um problema em seu projeto: como o brise-soleil fixo de concreto fica na horizontal e o prédio tem face voltada para o norte, o sol que incide de manhã cedo a leste e no fim de tarde a oeste bate diretamente no interior dos apartamentos. Além disso, o concreto já não é tão usado por ter cimento, cuja fabricação emite gás carbônico para a atmosfera. É por isso que o desenho de fachadas, segundo Yabiku, é cada vez mais fundamental numa era que preza cada vez mais a sustentabilidade ambiental. A fachada não é mais um cartão de visitas ou a face mais pública de uma obra.</span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">-----</span></p>
<p>“A fachada é parte integrante da estrutura. Nos trabalhos do escritório, a fachada já é a própria estrutura”, diz, citando outro exemplo, o prédio Swiss Re (hoje não mais pertencente à seguradora), considerado o primeiro arranha-céu ecológico de Londres. É um edifício em forma de projétil que tem muita iluminação e ventilação naturais. Yabiku conta que em Londres foi aprovada regulamentação, conhecida como “Part L”, de 2006, que estabelece limites para a carga térmica de uma construção urbana. O efeito tem sido o uso menos abundante de vidros no revestimento dos edifícios e, quando usados, a adoção do vidro duplo ou triplo.</span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">-----</span></p>
<p>Para observar alguns exemplos de arquitetura recém-erguida em São Paulo, o Estado levou Yabiku ao cruzamento das Avenidas Nova Faria Lima e Juscelino Kubitschek. Ele não encontrou nada parecido com o que vem sendo feito pelos grandes escritórios de arquitetura mundiais, como aquele em que trabalha ao lado de 1.200 profissionais. Não se vê, por exemplo, o vidro triplo: um sanduíche de vidro complementado por outra camada com intervalo de ventilação. No caso de lugares com muito calor e luz, como as cidades brasileiras, esse tipo de revestimento – com o terceiro vidro no lado mais externo do prédio – seria o mais indicado para reduzir o uso do ar-condicionado.</span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">-----</span></p>
<p>Yabiku nota também a preferência por vidros escuros, em tons de azul ou verde, e o convencionalismo das estruturas. “Quando o prédio rompe com a forma quadrada, é apenas para acrescentar uma decoração, não algo que tem lógica interna. No nosso escritório questionamos tudo: se vamos usar um volume chanfrado, por exemplo”, diz apontando para um prédio na Nova Faria Lima, “queremos ter um porquê.” Ele também diz que, apesar do custo maior de projetos menos convencionais, há ganhos para quem investe em fachadas sustentáveis. “Prédios que fizemos economizam até 40% em energia, reduzindo custo de manutenção. Além disso, o empreendedor vai ganhar muito ao vender o prédio, que se tornará um marco. O Swiss Re foi vendido pelo triplo do que custou quatro anos antes.” </span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">-----</span></p>
<p>Seu argumento também tem uma perspectiva histórica. “No passado, quando começaram a fazer piso elevado para poder embutir as fiações, muitos construtores disseram que aquilo encarecia a obra. Depois, como o cliente pedia, todo mundo passou a usar piso elevado. O mesmo vale para o vidro: ninguém mais usa vidro simples. Agora os prédios se voltam para a iluminação natural, o que pede variações de fachadas.” As fachadas, além de limpas, cada vez mais terão a obrigação de ser sustentáveis. </span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">-----</span></p>
<p><img src="http://arquiteturaearte.wordpress.com/files/2008/04/copan.jpg" alt="copan.jpg" /></p>
<p></span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">-----</span></p>
<p>é isso aí.</p>
<p></span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"> </span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"> </span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Parque de Pituaçu vem sofrendo com problemas ambientais e de ocupação desordenada]]></title>
<link>http://leituraimediata.wordpress.com/2007/11/29/o-parque-de-pituacu-vem-sofrendo-com-problemas-ambientais-e-de-ocupacao-desordenada/</link>
<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 23:40:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thiago U.</dc:creator>
<guid>http://leituraimediata.wordpress.com/2007/11/29/o-parque-de-pituacu-vem-sofrendo-com-problemas-ambientais-e-de-ocupacao-desordenada/</guid>
<description><![CDATA[	O Parque de Pituaçu vem sofrendo com problemas de poluição, desmatamento, queimadas, ocupação ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p ALIGN="justify">	O <a HREF="http://taisaane.wordpress.com/2007/11/30/o-parque-de-pituacu-e-a-maior-reserva-ecologica-dentro-do-perimetro-urbano-de-salvador/">Parque</a> <a HREF="http://taisaane.wordpress.com/2007/11/30/o-parque-de-pituacu-e-a-maior-reserva-ecologica-dentro-do-perimetro-urbano-de-salvador/">de</a> <a HREF="http://taisaane.wordpress.com/2007/11/30/o-parque-de-pituacu-e-a-maior-reserva-ecologica-dentro-do-perimetro-urbano-de-salvador/">Pituaçu</a> vem sofrendo com problemas de poluição, desmatamento, queimadas, ocupação desordenada por falta de fiscalização, tanto de órgãos ambientais, quanto de segurança do parque. Segundo Felipe Santos, vendedor local, o parque só tem fiscalização durante o fim de semana. “Não vem quase ninguém no parque nos dias de semana porque as pessoas têm medo de serem assaltadas.”, afirma Felipe.</p>
<p ALIGN="justify">A estagiária de políticas públicas do Grupo Ambientalista da Bahia - Gambá, Aline Amoedo, afirma que “a ocupação desordenada contribuiu para a degradação ambiental de parte do Parque de Pituaçu. As comunidades, alheia ao que vem acontecendo de fato com a área do Parque, aos direitos como cidadãos e às graves conseqüências para o ecossistema urbano, avalia como boa a administração”.</p>
<p ALIGN="justify">Em documentos do Gambá constam que além dos problemas de ocupação desordenada, o Parque de Pituaçu sofre de outros problemas. Mesmo tombado como unidade de conservação, Pituaçu ainda não possui Plano de Manejo e apresenta problemas ambientais como lançamento de esgotos, desmatamentos, queimadas, introdução de animais silvestres, descrição da vegetação ciliar e caça entre outros. A lagoa está cada vez mais poluída, atualmente é possível encontrar sacos e garrafas plásticas, isopor, outros materiais poluentes boiando na lagoa.</p>
<p ALIGN="justify">Segundo a Urbanista, Jeruza Jesus do Rosário, a qual fez um estudo sobre a ocupação desordenada do parque e sobre os trabalhos ambientais desenvolvidos no mesmo, “Tanto o Estado como as comunidades, se mostram conscientes da importância do Parque, mas o que se vê na prática, não é condizente com o discurso de senso de preservação; cada vez mais a área vem sendo ferozmente devastada sem a implantação de mecanismos que venham barrar o avanço de tal situação. O Parque é vitima da falta de sincronia entre os serviços dos órgãos que deveria, primar pela sua saúde e das manobras políticas acerca da valorização imobiliária diagnosticada na área”.</p>
<p ALIGN="justify">A administração do Parque de Pituaçu afirmou que tomará as devidas providências, sobre os problemas causados pela falta de fiscalização no parque, já sobre a ocupação desordenada, a administração afirmou que não é responsabilidade dela.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como seria o Mundo se a espécie humana desaparecesse de repente]]></title>
<link>http://geographicae.wordpress.com/2007/10/28/como-seria-o-mundo-se-a-especie-humana-desaparecesse-de-repente/</link>
<pubDate>Sun, 28 Oct 2007 12:13:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>pedrotildes</dc:creator>
<guid>http://geographicae.wordpress.com/2007/10/28/como-seria-o-mundo-se-a-especie-humana-desaparecesse-de-repente/</guid>
<description><![CDATA[ 
No Jornal Expresso desta semana é publicado um ensaio sobre um hipotético desaparecimento da es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://geographicae.wordpress.com/files/2007/10/alan-weisman.jpg" title="alan-weisman.jpg"></a> <a href="http://geographicae.wordpress.com/files/2007/10/25deabril.jpg" title="25deabril.jpg"><img width="535" src="http://geographicae.wordpress.com/files/2007/10/25deabril.jpg" alt="25deabril.jpg" height="376" style="width:468px;height:340px;" /></a></p>
<p>No <a href="http://expresso.clix.pt/gen.pl?p=stories&#38;op=view&#38;fokey=ex.stories/150899"><strong>Jornal Expresso</strong> </a>desta semana é publicado um ensaio sobre um hipotético desaparecimento da espécie humana do planeta e o que isso implicaria na paisagem da Terra, sobretudo nas áreas de maior influência humana. O resultado é mostrado numa série de imagens de lugares bem conhecidos mundialmente, em que a primeira é a vista da Ponte 25 de Abril do lado de Almada, 300 anos depois. Lisboa está irreconhecível!!!</p>
<p><span style="font-family:Georgia;">Estes cenários foram elaborados com base numa investigação do jornalista norte-americano Alan Weisman que tenta mostrar cenários da Terra até 15 mil anos após o desaparecimento do Homem. As ilustrações são de Kenn Brown e podem ser vistas seguindo o link em baixo.</span></p>
<p><span style="font-family:Georgia;"></span><a href="http://expresso.clix.pt/gen.pl?p=stories&#38;op=view&#38;fokey=ex.stories/150899">Podem seguir ente Link para ver as imagens</a></p>
<p>Podem verificar que, de facto, o Homem é um poderoso agente modelador de paisagem, mas na sua ausência, as extraordinárias construções serão inevitavelmente e gradualmente "apagadas" pela força regenadora da Natureza.</p>
<p>A entrevista com o Jornalista segue em baixo, retirada do <strong>Expresso</strong>.</p>
<p>  </p>
<table border="0" width="100%" cellPadding="0" cellSpacing="0" style="width:100%;" class="MsoNormalTable">
<tr>
<td style="background-color:transparent;border:#f0f0f0;padding:0;">
<p style="line-height:10.5pt;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:8.5pt;color:black;font-family:Arial;">Alan Weisman, autor de "O Mundo sem nós" </span></p>
<p><!-- end st_tag_pretitle --><span style="font-size:15pt;color:#333333;font-family:Arial;">"Devemos pensar em reduzir a população antes que a Natureza o faça"</span></p>
<p><span style="font-size:15pt;color:#333333;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10.5pt;color:#7d7d7d;font-family:Verdana;">Se nada fizermos para travar a explosão demográfica e a sobre-exploração dos recursos, bastarão algumas décadas para a Humanidade entrar em colapso. </span><!-- end st_tag_intro --><span style="font-size:8.5pt;color:#666666;font-family:Arial;">Nelson Marques</span></p>
<p><span style="font-size:8.5pt;color:#666666;font-family:Arial;"></span></td>
</tr>
<tr>
<td vAlign="bottom" style="background-color:transparent;border:#f0f0f0;padding:0;">
<table border="0" width="100%" cellPadding="0" cellSpacing="0" style="width:100%;" class="MsoNormalTable">
<tr>
<td style="background-color:transparent;border:#f0f0f0;padding:0;">
<table border="0" cellPadding="0" cellSpacing="0" class="MsoNormalTable">
<tr>
<td style="background-color:transparent;border:#f0f0f0;padding:0;"><span style="font-size:8.5pt;color:#989898;font-family:Arial;">15:35 &#124; Segunda-feira, 22 de Out de 2007</span></td>
</tr>
</table>
<p><span style="font-size:8.5pt;color:black;font-family:Arial;"><a href="http://geographicae.wordpress.com/files/2007/10/alan-weisman.jpg" title="alan-weisman.jpg"></a></span><span style="font-size:8.5pt;color:black;font-family:Arial;"><a href="http://geographicae.wordpress.com/files/2007/10/alan-weisman.jpg" title="alan-weisman.jpg"></a></span><span style="font-size:8.5pt;color:black;font-family:Arial;"><a href="http://geographicae.wordpress.com/files/2007/10/alan-weisman.jpg" title="alan-weisman.jpg"></a></span><span style="font-size:8.5pt;color:black;font-family:Arial;"><a href="http://geographicae.wordpress.com/files/2007/10/alan-weisman.jpg" title="alan-weisman.jpg"></a></span><span style="font-size:8.5pt;color:black;font-family:Arial;"><a href="http://geographicae.wordpress.com/files/2007/10/alan-weisman.jpg" title="alan-weisman.jpg"></a></span><span style="font-size:8.5pt;color:black;font-family:Arial;"><a href="http://geographicae.wordpress.com/files/2007/10/alan-weisman.jpg" title="alan-weisman.jpg"></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://geographicae.wordpress.com/files/2007/10/alan-weisman.jpg" alt="alan-weisman.jpg" /></p>
<p></a></span></td>
<td style="background-color:transparent;border:#f0f0f0;padding:0;"><!-- begin st_icons_ststory --><span style="font-size:8.5pt;color:black;font-family:Arial;"></span></td>
</tr>
</table>
<p><span style="font-size:8.5pt;color:black;font-family:Arial;"> </span><span style="font-size:8.5pt;color:black;font-family:Arial;"></span> </td>
</tr>
<tr>
<td style="background-color:transparent;border:#f0f0f0;padding:9pt 0 0;"><!-- begin st_tag_autorimageright --><!-- end st_tag_autorimageright --><span><!-- begin st_tag_p --><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;">Alan Weisman passou mais de três anos a viajar pelo mundo e a conversar com centenas de especialistas para responder a uma pergunta: como evoluiria o planeta se os humanos desaparecessem? A resposta está em "O Mundo sem nós", um livro tão fascinante quanto provocador que chega esta semana a Portugal com a chancela da "Estrela Polar".</span><!-- end st_tag_p --><!-- begin st_tag_p --><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;">De passagem pelo nosso país, a convite da APDC-Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações, onde participará, esta terça-feira no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, na conferência "As TIC ao serviço do ambiente", Weisman falou ao Expresso.</span></span><span><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;"></span></span><span><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;"></span><!-- end st_tag_p --><!-- begin st_tag_p --><strong><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;">O que o levou a escrever este livro?</span></strong></span><span><!-- begin st_tag_br --><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;"><br />
<!-- end st_tag_br -->Há anos que escrevo sobre o Ambiente e cubro assuntos ambientais em todo o planeta. Estas são questões urgentes que as pessoas necessitam saber. Quando olhamos para a questão do aquecimento global, percebemos que os assuntos ambientais estão todos relacionados entre si. Há pormenores que podem ser muito deprimentes, muito assustadores para as pessoas. Muitas pessoas que precisam saber o que se está a passar no nosso planeta, não querem pegar num livro que descreve em detalhe esta crise ambiental global. Por isso, tenho andado à procura de uma forma de escrever sobre isso sem afugentar os leitores e também conquistando uma audiência mais vasta que as pessoas que já têm consciência ambiental.</span></span></p>
<p><span><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;"></span><!-- end st_tag_p --><!-- begin st_tag_p --><strong><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;">Porque decidiu criar um cenário onde a Humanidade já tinha desaparecido?</span></strong><!-- begin st_tag_br --><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;"><br />
<!-- end st_tag_br -->O que fiz foi, em vez de escrever um livro que afugenta as pessoas porque elas, ao lerem-no, pensam "Oh, este é um livro que diz que se não mudarmos o que estamos a fazer vamos todos morrer", escrever um livro em que já estamos todos mortos. A partir daí, o planeta começa a recuperar sem nós. Como se desenvolveria o resto da Natureza sem a pressão que lhe impomos todos os dias? Como lidaria com as coisas que deixaríamos? Por exemplo, lançamos muito dióxido de carbono na atmosfera. Quanto tempo levaria a Natureza a reabsorver esse dióxido de carbono? E em relação aos químicos, plásticos e material radioactivo? Poderá a Natureza curar-se do que lhe fizemos? E todos os nossos edifícios, todas as nossas cidades? O que lhes aconteceria? Poderia a Natureza apagar todos os nossos vestígios? São perguntas como essas que o livro tenta responder. As pessoas podem olhar para o futuro sem se preocuparem com o que lhes vai acontecer. No livro, já estão todas mortas.</span></span></p>
<p><span><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;"></span><!-- end st_tag_p --><!-- begin st_tag_p --><strong><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;">As suas conclusões são baseadas em factos científicos?</span></strong><!-- begin st_tag_br --><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;"><br />
<!-- end st_tag_br -->Todo o que está no livro resulta de uma apurada pesquisa. Foram quase três anos e meio de investigação, mas muita da pesquisa que fiz no passado foi útil. Visitei muitos lugares em todo o Mundo e falei com centenas de cientistas e pessoas. Perguntei-lhes o que aconteceria se todos desaparecêssemos subitamente.</span></span></p>
<p><span><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;"></span><!-- end st_tag_p --><!-- begin st_tag_p --><strong><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;">De certa forma, essa viagem ao futuro é também um regresso a um passado sem humanos.</span></strong><!-- begin st_tag_br --><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;"><br />
<!-- end st_tag_br -->No livro, falo com muitos paleontólogos e paleoecologistas para perceber como o mundo era antes das pessoas. Fui, por exemplo, a África para perceber como as pessoas evoluíram e fui a outros continentes, como a América do Norte, para perceber que animais viveram aqui antes da chegada dos humanos. Existiam muitos mais animais grandes, com mais de uma tonelada, que desapareceram com a chegada dos humanos.</span></span></p>
<p><span><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;"></span><!-- end st_tag_p --><!-- begin st_tag_p --><strong><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;">Que conclusão o surpreendeu mais?</span></strong><!-- begin st_tag_br --><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;"><br />
<!-- end st_tag_br -->Diria duas coisas. Em primeiro lugar, fiquei muito surpreendido por perceber que havia tanto plástico no Mundo. A maioria dos resíduos de plástico acaba rapidamente a boiar no mar, porque é muito leve. Porque não temos micróbios na Terra capazes de comer o plástico - pode demorar milhares ou centenas de milhares de anos até tal acontecer -, este é quebrado pela força do mar em pedaços mais pequenos, que são comidos por muitas criaturas marinhas. É algo que me preocupa muito. A segunda situação é muito reconfortante. A vida é extremamente resistente. Tem uma força enorme e surpreendente. Irá encontrar sempre uma forma de regressar, mesmo quando acontecerem coisas más. Não estou preocupado com o planeta, porque a vida na Terra já passou por várias extinções e depois de partirmos a vida voltará. Poderá é ser diferente do que vemos hoje.</span></span></p>
<p><span><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;"></span><!-- end st_tag_p --><!-- begin st_tag_p --><strong><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;">Ou seja, há vida na Terra para lá dos humanos.</span></strong><!-- begin st_tag_br --><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;"><br />
<!-- end st_tag_br -->Há, mas isso não quer dizer que não tenhamos que cuidar melhor o planeta. Não escrevi este livro porque pense que as pessoas devam desaparecer. Acredito que pertencemos a este planeta como as outras espécies. Trabalhamos muito para nos desenvolver, mas crescemos demasiado e tornamo-nos tão poderosos que estamos desequilibrados em relação ao resto da Natureza. Estamos a causar a destruição de outras espécies, incluindo espécies que precisamos, e, por isso, não conseguiremos sobreviver. O que espero que os leitores vejam no meu livro é como o mundo recuperaria e seria bonito sem os humanos e, com isso, pensar se existe uma forma de ficarmos na Terra e deixar que o resto da Natureza floresça de novo para que tenhamos um ambiente mais saudável.</span></span></p>
<p><span><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;"></span><!-- end st_tag_p --><!-- begin st_tag_p --><strong><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;">É uma questão para desenvolver num próximo livro?</span></strong><!-- begin st_tag_br --><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;"><br />
<!-- end st_tag_br -->Talvez. No final deste, levanto uma questão que tem a ver com o facto de, a cada quatro dias, haver mais um milhão de pessoas na Terra. Deixo o leitor pensar como seria o Mundo se não nos estivéssemos a reproduzir à velocidade que estamos. Sempre que, na história da Terra, uma espécie cresceu demasiado, a sua população entrou em colapso. Algumas espécies extinguiram-se por completo. Se os seres humanos continuarem a crescer da forma que estão a crescer, se atingirmos nove mil milhões de seres humanos a meio deste século, isso talvez seja demasiado e a nossa população entre em colapso. Acho que devemos pensar em reduzir a população antes que a Natureza o faça por nós.</span></span></p>
<p><span><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;"></span><!-- end st_tag_p --><!-- begin st_tag_p --><strong><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;">Devemos estar preocupados com o fim da Humanidade?</span></strong><!-- begin st_tag_br --><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;"><br />
<!-- end st_tag_br -->Acho que toda a gente já está. Mesmo os mais egoístas sabem que estamos a usar demasiados recursos e a criar demasiada poluição. As pessoas estão hoje muito preocupadas com o aquecimento global, muito mais que há 10 anos. Estas ideias são hoje importantes para muita, muita gente. O livro tem sido um "best-seller" nos Estados Unidos, no Canadá e na Alemanha, e está agora a ser publicado em 27 línguas diferentes. Não é apenas um livro para ambientalistas e ecologistas. O facto de estar a vender tantas cópias é a prova que muita gente está atenta, não apenas as pessoas que amam as árvores e a Natureza.</span></span></p>
<p><span><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;"></span><!-- end st_tag_p --><!-- begin st_tag_p --><strong><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;">Esperava este sucesso?</span></strong><!-- begin st_tag_br --><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;"><br />
<!-- end st_tag_br -->De certa forma. Não queria escrever mais um livro sobre o ambiente que apenas algumas pessoas lessem. Quis escrever um livro que fosse acessível a muita gente e que fosse, simultaneamente, um livro interessante de se ler e não afugentasse os leitores. Estou muito grato por isso ter sido conseguido</span></span></td>
</tr>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Haja esperança - um trabalho do João Pessoa e Silva (7ºE)]]></title>
<link>http://geographicae.wordpress.com/2007/05/19/haja-esperanca-um-trabalho-do-joao-pessoa-e-silva-7%c2%bae/</link>
<pubDate>Sat, 19 May 2007 16:54:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>pedrotildes</dc:creator>
<guid>http://geographicae.wordpress.com/2007/05/19/haja-esperanca-um-trabalho-do-joao-pessoa-e-silva-7%c2%bae/</guid>
<description><![CDATA[Haja esperança! 
ONU considera possível e barato combater o aquecimento     

   Antigament]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em><span style="font-size:20pt;color:green;font-family:'Comic Sans MS';"><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-1.jpg" title="fig-1.jpg"></a><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-4.jpg" title="fig-4.jpg"></a><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-8.jpg" title="fig-8.jpg"></a>Haja esperança!</span></em></strong><strong><em><span style="font-size:20pt;color:green;font-family:'Comic Sans MS';"> </span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="font-size:20pt;color:green;font-family:'Comic Sans MS';"></span></em></strong><strong><em><span style="font-size:20pt;color:green;font-family:'Comic Sans MS';"><strong><span style="font-size:14pt;color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';">ONU considera possível e barato combater o aquecimento</span></strong><strong><span style="font-size:14pt;color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"> </span></strong></span></em></strong><strong><em><span style="font-size:20pt;color:green;font-family:'Comic Sans MS';"> </span></em></strong><strong><em><span style="font-size:20pt;color:green;font-family:'Comic Sans MS';"><span style="color:black;font-family:'Comic Sans MS';"><span>   </span></span></span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="font-size:20pt;color:green;font-family:'Comic Sans MS';"><span style="color:black;font-family:'Comic Sans MS';"><span></span></span></span></em></strong><strong><em><span style="font-size:20pt;color:green;font-family:'Comic Sans MS';"><span style="color:black;font-family:'Comic Sans MS';"><span></span></span></span></em></strong></p>
<p><span style="font-size:20pt;color:green;font-family:'Comic Sans MS';"><span style="color:black;font-family:'Comic Sans MS';"><span><span style="color:black;font-family:'Comic Sans MS';"><font size="3"><span>   </span>Antigamente, o clima estava intimamente relacionado com fenómenos naturais. As catástrofes que sempre aconteceram eram o resultado dos “caprichos” da natureza. Agora, sabe-se que as mudanças climáticas e consequentes catástrofes naturais (as quais se têm vindo a intensificar nos últimos anos) são também resultado da actividade humana: a poluição, o aquecimento global do planeta, o efeito estufa, erros ambientais e ecológicos, … são problemas que estão em debate. Será que já não há solução e que a humanidade está a caminhar para <em>o princípio do fim</em>?</font></span><span style="color:black;font-family:'Comic Sans MS';"><font size="3">Segundo um artigo publicado no jornal “Público” (05/ 05/ 07), combater as alterações climáticas é <em>urgente, possível e relativamente barato</em>. É esta a principal conclusão de mais um relatório da ONU sobre o aquecimento global, divulgado em Banguecoque no dia 4 de Maio. O novo relatório, feito a partir de outros, concebidos pelo IPCC (sigla em inglês para Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas) conclui que as emissões de gases que estão a aquecer o planeta – como o dióxido de carbono – subiram setenta po<a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-6.jpg" title="fig-6.jpg"></a>r cento entre 1970 e 2004. A acção tem de ser imediata! Para limitar a dois graus Celsius o aumento da temperatura global até 2100, as emissões de gases só podem continuar a subir até 2015. A partir daí, têm de começar a descer, para estabilizar a temperatura global!</font></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:20pt;color:green;font-family:'Comic Sans MS';"><span style="color:black;font-family:'Comic Sans MS';"><span><span style="color:black;font-family:'Comic Sans MS';"></span></span></span></span></p>
<p><strong><span style="color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"><strong><span style="color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';">Para alcançar tal objectivo, foram propostas as seguintes mudanças:</span></strong></span></strong></p>
<p style="margin:0 -33.8pt 0 -36pt;" class="MsoNormal"><strong><span style="color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"> </span></strong><span style="color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"><span style="color:blue;font-family:'Comic Sans MS';"><span></span><strong>As energias renováveis devem chegar aos 30% - 35&#38; da electricidade consumida em todo o mundo. Estão-se a estudar novas tecnologias em que será possível o armazenamento subterrâneo do dióxido de carbono.</strong></span></span></p>
<p><span style="color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"><span style="color:blue;font-family:'Comic Sans MS';"></span><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-1.jpg" title="fig-1.jpg"><img src="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-1.jpg" alt="fig-1.jpg" /></a></span><span style="color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"> </span><span style="color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"> </span></p>
<p><span style="color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"><strong><span style="font-size:14pt;color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';">Transportes menos poluentes</span></strong></span><span style="color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"> </span></p>
<p><span style="color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"></span><span style="color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"><strong><span style="font-size:14pt;color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"></span></strong><strong><span style="color:blue;font-family:'Comic Sans MS';">Relativamente aos transportes, está-se a pensar utilizar os transportes de massa e também começar uma segunda geração de biocombustíveis, aviões mais eficientes e melhores carros eléctricos e híbridos.</span></strong></span><span style="color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"> </span><span style="color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"><strong><span style="color:blue;font-family:'Comic Sans MS';"></span></strong><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-2.jpg" title="fig-2.jpg"><img src="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-2.jpg" alt="fig-2.jpg" /></a></p>
<p>  </p>
<p><strong><span style="font-size:14pt;color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';">Edifícios inteligentes</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:14pt;color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"></span></strong><strong><span style="color:blue;font-family:'Comic Sans MS';">Cerca de trinta por cento das emissões de gases relacionadas com os edifícios podem ser evitadas até 2030 sem custos e, pelo contrário, com poupanças para o cidadão. Há tecnologias disponíveis em todo mundo: lâmpadas de baixo consumo, electrodomésticos mais eficientes, painéis solares e melhores materiais de construção, entre outros. Espera-se uma maior disseminação de edifícios inteligentes.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:blue;font-family:'Comic Sans MS';"></span><span style="color:blue;"></span></strong><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-3.jpg" title="fig-3.jpg"><img src="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-3.jpg" alt="fig-3.jpg" /></a></p>
<p> <strong><span style="font-size:14pt;color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';">Indústrias mais ecológicas</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:14pt;color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"></span></strong><strong><span style="color:blue;font-family:'Comic Sans MS';">Nas indústrias existem inúmeras opções para reduzir as emissões de energia. No entanto, nem todas estão a ser utilizadas. Melhorias significativas podem ser obtidas através da reconversão das indústrias mais antigas, por exemplo. Aposta-se no armazenamento do dióxido de carbono das fábricas, além de mais avanços na eficiência </span></strong><strong><span style="color:blue;font-family:'Comic Sans MS';">ergética.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:blue;font-family:'Comic Sans MS';"></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:blue;font-family:'Comic Sans MS';"><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-4.jpg" title="fig-4.jpg"><img src="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-4.jpg" alt="fig-4.jpg" /></a></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:14pt;color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';">A importância das florestas</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:14pt;color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"></span></strong><strong><span style="color:blue;font-family:'Comic Sans MS';">Por último, em relação às florestas, será possível reduzir as emissões nas florestas e aumentar a sua capacidade de absorver <span> </span>CO2 carbono. Cerca de sessenta e cinco por cento do potencial para esta última actividade está nos trópicos, metade do qual reduzindo a desflorestação. Conta-se também com o desenvolvimento de espécies mais produtivas de árvores, até 2030.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:blue;font-family:'Comic Sans MS';"></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:blue;font-family:'Comic Sans MS';"></span></strong><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-5.jpg" title="fig-5.jpg"> </a><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-5.jpg" title="fig-5.jpg"><img src="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-5.jpg" alt="fig-5.jpg" /></a><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-5.jpg" title="fig-5.jpg"></a></p>
<p><strong><span style="font-size:16pt;color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"><span></span>Principais conclusões dos relatórios do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC):</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:16pt;color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"></span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"> </span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"><span style="color:green;font-family:Symbol;"><span>·<span style="font:7pt 'Times New Roman';">        </span></span></span><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';">2 de Fevereiro – a base científica</span></strong><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"> </span></strong></span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"> </span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><font color="#32566d"><span>              </span></font></span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:16pt;color:maroon;font-family:'Comic Sans MS';"><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><font color="#32566d"><span></span></font></span></span></strong></p>
<p><span><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><span></span></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Comic Sans MS';"><font color="#32566d">O aquecimento da Terra é uma realidade. Há 90 por cento de certeza de que o ser humano é responsável pela maior parte do aumento da temperatura global desde 1950. Os termómetros poderão, assim, subir entre 1,1 e 6,4 graus Celsius até 2100 e o nível do mar, entre 18 e 59 centímetros.</font></span></span></p>
<p><span><span style="font-size:12pt;font-family:'Comic Sans MS';"></span></span><span><span style="font-size:11pt;"><font color="#32566d"><font face="Times New Roman"> <a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-6.jpg" title="fig-6.jpg"><img src="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-6.jpg" alt="fig-6.jpg" /></a><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-6.jpg" title="fig-6.jpg"></a></font></font></span></p>
<p></span></span><span style="font-size:11pt;"><font color="#32566d"><font face="Times New Roman">Veneza está a afundar-se. A frequência e a intensidade das inundações têm vindo a aumentar: desde o início do séc. XX a praça de São Marcos ficava submersa cerca de 10 vezes ao ano; nos anos 80 registaram-se em média 40 ocorrências e em 2000 um destes episódios submergiu 93% de Veneza atingindo uma altura de 65 cm acima da praça de São Marcos. Com a subida do nível das águas a nível mundial e com a degradação ambiental das águas em torno de Veneza o problema agrava-se de dia para dia..<span style="color:#5588aa;"></span></font></font></span></p>
<p><span style="color:green;font-family:Symbol;"><span>·<span style="font:7pt 'Times New Roman';">        </span></span></span><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';">6 de Abril – impactos, adaptação e vulnerabilidade</span></strong><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"> </span></strong><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"> </span></strong><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><font color="#32566d"><span>           </span></font></span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><font color="#32566d"><span> </span>Já estão a ser observados efeitos do aquecimento global nos sistemas naturais. No futuro, alguns impactos prometem ser desastrosos: escassez de água, cheias, secas, espécies em risco de extinção, zonas húmidas destruídas. Os países mais pobres, como sempre, serão os mais afectados. Na Europa, Portugal será um deles.</font></span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"><span style="font-family:'Comic Sans MS';"></span><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-7.jpg" title="fig-7.jpg"><img src="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-7.jpg" alt="fig-7.jpg" /></a></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"></span></strong><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"> </span></strong><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"><span style="font-size:11pt;"><font color="#32566d"><font face="Times New Roman">Em muitas partes do país, o mês de Janeiro de 2005 foi o Janeiro mais seco em mais de 100 anos. O impacto dramático da seca é evidente neste par de imagens. O verde das florestas e campos de Portugal que uma imagem de 11 de Fevereiro de 2004 evidenciava, desapareceu da imagem tirada em 13 de Fevereiro de 2005. Em 2005, a paisagem aparece com uma cor azeitona escura e castanha, reveladora de como a vegetação definha face à seca.</font></font></span></span></strong><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"></span></strong><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"><span style="font-size:11pt;"></span><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><font color="#32566d"> </font></span><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><span style="color:green;font-family:Symbol;"><span>·<span style="font:7pt 'Times New Roman';">        </span></span></span><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';">4 de Maio – mitigação ou prevenção das alterações climáticas?</span></strong><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"> </span></strong></span></p>
<p></span></strong><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><font color="#32566d"><span>          </span>Se nada for feito, as emissões de gases com efeito de estufa poderão subir de 25 a 90 por cento até 2030. É preciso, pois, alterar, URGENTEMENTE, estilos de vida e atribuir um preço ao carbono. Precisamos de apostar na prevenção!</font></span><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><font color="#32566d"> </font></span></p>
<p><span style="font-family:'Comic Sans MS';"></span><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"></span></strong></span><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"></span></strong><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/slide5.jpg" title="slide5.jpg"></a><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/slide5.jpg" title="slide5.jpg"></a></span></strong></span></p>
<p><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-8.jpg" title="fig-8.jpg"><img src="http://geographicae.wordpress.com/files/2007/05/fig-8.thumbnail.jpg" alt="fig-8.jpg" /></a>Fornos Solares</span></strong></span></p>
<p><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"></span></strong></span></p>
<p><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-9.jpg" title="fig-9.jpg"><img src="http://geographicae.wordpress.com/files/2007/05/fig-9.thumbnail.jpg" alt="fig-9.jpg" /></a>Uso controlado de pesticidas, agricultura biológica</span></strong></span></p>
<p><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"></span></strong></span></p>
<p><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-10.jpg" title="fig-10.jpg"><img src="http://geographicae.wordpress.com/files/2007/05/fig-10.thumbnail.jpg" alt="fig-10.jpg" /></a>Habitações ecológicas</span></strong></span></p>
<p><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"></span></strong></span></p>
<p><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"> <a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/fig-11.jpg" title="fig-11.jpg"><img src="http://geographicae.wordpress.com/files/2007/05/fig-11.thumbnail.jpg" alt="fig-11.jpg" /></a>Um pequeno gesto pode fazer a diferença!</span></strong></span></p>
<p><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"></span></strong></span></p>
<p><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"><span style="font-size:11pt;font-family:'Comic Sans MS';"><font color="#32566d"><strong><span>                                               </span><span>       </span><span>      </span>Fonte:</strong></font></span><span style="font-size:10pt;font-family:'Comic Sans MS';"><font color="#32566d"><span>                                                                                              </span>Jornal <u>Público</u>, Sábado 5 de Maio 2007</font></span><span style="font-size:10pt;font-family:'Comic Sans MS';"><font color="#32566d"> </font></p>
<p></span><span style="font-size:10pt;font-family:'Comic Sans MS';"><font color="#32566d"> </font></p>
<p></span><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><font color="#32566d"><span>                                                                           </span>Trabalho realizado por </font></span><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><font color="#32566d"><span>                                                                           </span>João Pessoa e Silva, 7º E</font></span></span></span><span style="font-family:'Comic Sans MS';"><strong><span style="color:green;font-family:'Comic Sans MS';"></span></strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Grandes problemas ambientais.]]></title>
<link>http://geographicae.wordpress.com/2007/05/18/grandes-problemas-ambientais/</link>
<pubDate>Fri, 18 May 2007 14:09:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>pedrotildes</dc:creator>
<guid>http://geographicae.wordpress.com/2007/05/18/grandes-problemas-ambientais/</guid>
<description><![CDATA[




 Caros alunos do 9º ano:
O programa de Geografia está no fim. A última parte da matéria ve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/sunset_mountain.jpg" title="sunset_mountain.jpg"></a><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/sunset_mountain.jpg" title="sunset_mountain.jpg"><img width="514" src="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/sunset_mountain.jpg" alt="sunset_mountain.jpg" height="167" style="width:514px;height:167px;" /></a></strong><strong><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/factory.gif" title="factory.gif"></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/factory.gif" alt="factory.gif" /></p>
<p></a><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/environment.jpg" title="environment.jpg"></p>
<p style="text-align:center;"><img width="331" src="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/environment.jpg" alt="environment.jpg" height="241" style="width:331px;height:241px;" /></p>
<p></a></p>
<p> </strong><strong>Caros alunos do 9º ano</strong>:</p>
<p>O programa de Geografia está no fim. A última parte da matéria versa os "Grandes Problemas Ambientais". Muito de que falta dar já foi abordado anteriormente e, nesta altura, impõe-se uma reflexão sobre os conteúdos anteriores e relacioná-los com os problemas ambientais de escala global regional.</p>
<p>A <strong>Professora Rute Pereira</strong> preparou um <em>Powerpoint</em> que faz uma síntese muito boa desta última parte da matéria e resolveu disponibilizá-lo a todos os alunos interessados .</p>
<p>Podem fazer o download <em>clickando</em> em <a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/grandes_problemas_ambientais.ppt" title="grandes_problemas_ambientais.ppt">grandes_problemas_ambientais.ppt</a>.....</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ciclo da água e recursos hídricos]]></title>
<link>http://geographicae.wordpress.com/2007/05/12/ciclo-da-agua-e-recursos-hidricos/</link>
<pubDate>Sat, 12 May 2007 16:41:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>pedrotildes</dc:creator>
<guid>http://geographicae.wordpress.com/2007/05/12/ciclo-da-agua-e-recursos-hidricos/</guid>
<description><![CDATA[
O Instituto da Água (INAG) tem um sítio na internet com muita informação sobre recursos hídric]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/cicloagua.jpg" title="cicloagua.jpg"><img width="501" src="http://geographicae.files.wordpress.com/2007/05/cicloagua.jpg" alt="cicloagua.jpg" height="320" style="width:501px;height:320px;" /></a></p>
<p>O Instituto da Água (<a href="http://www.inag.pt">INAG</a>) tem um sítio na internet com muita informação sobre recursos hídricos para toda uma gama muito variada de conhecimentos, desde o investigador até ao aluno mais jovem. Por isso, é sempre uma boa ideia fazer uma visita a este site com muita informação sobre recursos hídricos, sobretudo para o caso português.</p>
<p>Dos vários documentos interessantes que lá se podem encontrar, escolhi um sobre recursos hídricos que me parce muito didáctico e acessível, sobretudo para os alunos do 9º ano. Não se esqueçam que os recursos hídricos vão ser tema do próximo teste. Este documento PDF tem o título "<strong><em><a href="http://www.inag.pt/inag2004/port/divulga/pdf/Agterrahomweb.pdf">A água a Terra e o Homem : Ciclo da água</a></em></strong>".</p>
<p>Qualquer dúvida já sabem como fazer...</p>
<p>PTG</p>
]]></content:encoded>
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</channel>
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