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	<title>primeiro-beijo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/primeiro-beijo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "primeiro-beijo"</description>
	<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 20:28:15 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Da série: a-do-ra-va!]]></title>
<link>http://marianamarques.wordpress.com/?p=306</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 01:28:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>marianamarques</dc:creator>
<guid>http://marianamarques.pt-br.wordpress.com/2008/10/06/da-serie-a-do-ra-va/</guid>
<description><![CDATA[
- Você foi a primeira menina que eu beijei. 
- Eu também!
Hah. Adorava!
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/z-tUwOcz8X4'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/z-tUwOcz8X4&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><em>- Você foi a primeira menina que eu beijei. <br />
- Eu também!</em></p>
<p>Hah. Adorava!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Primeiro, Segundo, Terceiro...]]></title>
<link>http://sexoerosas.wordpress.com/?p=184</link>
<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 17:43:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Delayla Taylor</dc:creator>
<guid>http://sexoerosas.pt-br.wordpress.com/2008/09/01/primeiro-segundo-terceiro/</guid>
<description><![CDATA[Tem coisas que agente não esquece.
O primeiro beijo pode ser uma dessas coisas para algumas pessoas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Tem coisas que agente não esquece.<br />
O primeiro beijo pode ser uma dessas coisas para algumas pessoas mais para mim na verdade é motivo para esquecer.<br />
Mais já o segundo...<br />
Bem, o Primeiro além de ter sido muito ruim eu não gostava do cara, tava mesmo era curiosa.<br />
O Segundo sim, um ano tinha se passado e eu estava loucamente apaixonada. Mais não deu certo.<br />
O tempo passou e houve um Terceiro. Também foi por beijar, sem emoções envolvidas.<br />
E agora quero o quarto...<br />
Meu affair daqui de perto não tá dando muitos sinais de reações, então decidi voltar as raízaes...<br />
Entrei em contato com o Segundo e marcamos um encontro para daqui a dus semanas.<br />
Enquanto isso, não vou deixar o Daqui de lado, quem sabe não rola algo mais sério com ele?</p>
<p>Afinal, beijar é bom, mais com quem você gosta é melhor ainda né?</p>
<p><a href="http://sexoerosas.files.wordpress.com/2008/09/beijo33.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-185" src="http://sexoerosas.wordpress.com/files/2008/09/beijo33.jpg" alt="" width="301" height="450" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O primeiro beijo]]></title>
<link>http://beijonosso.wordpress.com/?p=17</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 22:57:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>beijonosso</dc:creator>
<guid>http://beijonosso.pt-br.wordpress.com/2008/07/24/o-primeiro-beijo/</guid>
<description><![CDATA[A determinada altura trocámos msn e fomos falando por aí.
Normalmente falávamos as quatro ao mesm]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A determinada altura trocámos msn e fomos falando por aí.</strong></p>
<p><strong>Normalmente falávamos as quatro ao mesmo tempo, elas num msn e eu e a minha namorada no meu mas sempre que surgia oportunidade ficávamos apenas as duas e uma noite não sei como nem de onde a conversa surgiu, falámos de nós.</strong></p>
<p><strong>Ela perguntou-me se eu também sentia que algo se passa entre nós e aí não tive como escapar, caí em mim e admiti primeiro para mim mesma e depois a ela. </strong></p>
<p><strong>Sim, algo se passava entre nós, o que era?</strong></p>
<p><strong>A vontade de estar com ela era cada vez maior mas como? </strong></p>
<p><strong>Uma noite, estava em minha casa e ela ia ter com a minha namorada, aproveitei a ocasião e fui ter com ela. Esperei que saísse de perto da minha namorada e encontrámo-nos. Precisávamos de conversar, de entender o que se passava.</strong></p>
<p><strong>Entrei no seu carro e olhei nos seus olhos. Não consegui falar, fiquei paralizada. Ela agarrou-me na mão e eu tremi.</strong></p>
<p><strong>Perguntei o que se passava connosco, a sua resposta foi um simples "não sei"  e com a outra mão segura-me na cabeça e dá-me um beijo.</strong></p>
<p><strong>Um beijo doce, suave mas ao mesmo tempo intenso, cheio de medos dos sentires, das sensações, do que pudesse provocar. A sua boca era de mel, macia, de um encaixe perfeito na minha. A pele do rosto, colada à minha como um íman, sem querer sair e o seu cheiro? Um cheiro que entranhou na minha pele, que me tirou do sério.</strong></p>
<p><strong>Quando este beijo acabou, olhei-a de novo nos olhos, o seu olhar penetrava-me, desconcertava-me, queria mais, muito mais...</strong></p>
<p><strong>Há muito tempo que não vibrava assim por uma mulher.</strong></p>
<p><strong>As suas mãos tocavam-me nas pernas, nas mãos, os calores aumentavam, o desejo era forte e estávamos dentro do carro, paradas numa rua movimentada.</strong></p>
<p><strong>O encontro foi curto mas a partir daí a troca de mensagens foi constante, cada vez mais intensas e cheias de desejos mútuos.</strong></p>
<p><strong>Quando seria a próxima vez que a iría beijar?</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Namoradinhas de uma infância incrível...]]></title>
<link>http://entrequatroparedes.wordpress.com/?p=52</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 12:52:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Léo Dias</dc:creator>
<guid>http://entrequatroparedes.pt-br.wordpress.com/2008/07/08/namoradinhas-de-uma-infancia-incrivel/</guid>
<description><![CDATA[Nesse último sábado eu estava em casa, fazendo nada de minha vida, apenas descansado de uma pequen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;">Nesse último sábado eu estava em casa, fazendo nada de minha vida, apenas descansado de uma pequena intervenção médica que necessitava repouso. Para isso, liguei a TV, esparramei-me no sofá e aproveitei o friozinho, com direito a alguns cafés, muita preguiça e sem horário pra nada.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Calibri;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">E em meio a tantos canais e programas chatos, alguma emissora passou um clássico pastelão americano, na linha de “Quero ser grande” com Tom Hanks, e com seu humor água com açúcar.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Calibri;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">Na trama uma mulher acorda de repente com 30 anos e seus amores do passado voltam à tona, suas angústias e sonhos também. O filme acabou e eu comecei a lembrar dos meus namoricos de colégio, daqueles inocentes e que deixaram uma boa lembrança de uma fase mágica em minha vida.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Calibri;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">Lembrei-me então da Bia, uma mocinha que namorei na 1ª série e que cheguei a lascar-lhe um beijo no meio da aula. Esse feito romântico me garantiu um belo puxão de orelhas da coordenação, mas eu não ligava. Ela era uma morena muito bonita, tinha uma mancha de nascença na barriga, mancha essa que ela fez questão de não me contar para não magoar, mas que nada valia, não importava. E hoje me questiono onde estão todas aquelas pessoas, aquelas histórias e belas crônicas infantis.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Calibri;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">A Tatiana foi outra namoradinha. Era mais avassaladora, jurávamos amor por cartinhas  e nos dias de hoje ter uma lembrança dessas é valioso. Não gostaria de ter que lembrar de e-mails, mas sim de cartas, da letra ainda redonda e sem erros, do cuidado com as palavras e do sentimento puro.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Calibri;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">Você deve estar se perguntando por que eu não fui ao orkut e as encontrei? Lamentavelmente eu não lembro os sobrenomes delas, não sei onde moram ou para onde foram. Mas tudo bem, ficará na memória o Colégio Ricardo Nunes - Clodiam, os amigos, as festinhas, o primeiro beijo e muitas outras lembranças que trarei aqui, na seção “Fundo do Baú”.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O primeiro beijo e etc.]]></title>
<link>http://caentrenos.wordpress.com/?p=65</link>
<pubDate>Sat, 17 May 2008 16:32:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>pscpsicologiaclinica</dc:creator>
<guid>http://caentrenos.pt-br.wordpress.com/2008/05/17/o-primeiro-beijo-e-etc/</guid>
<description><![CDATA[
Tisa Paloma Longo CRP 08\11412
Psicoterapeuta Cognitivo-Comportamental
Especialista em Psicopedagog]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0;" align="right"><img class="size-full wp-image-233" src="http://caentrenos.wordpress.com/files/2008/07/psc-tisa.jpg" alt="Psic. Tisa Paloma Longo" width="87" height="112" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Tisa Paloma Longo </span><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">CRP 08\11412</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Psicoterapeuta Cognitivo-Comportamental</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Especialista em Psicopedagogia</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0;" align="right">
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin:0;">
<div class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Reportagem publicada em 11/05/2008, no Caderno Viver Bem do Jornal <strong><span style="font-family:Verdana;">Gazeta do Povo</span></strong>, por Jennifer Koppe (<a href="mailto:jenniferk@gazetadopovo.com.br"><span style="color:#333333;">jenniferk@gazetadopovo.com.br</span></a>), com a participação da Psic. Tisa Paloma Longo.</span></div>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;color:#008080;font-family:Verdana;"><a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/viverbem/conteudo.phtml?tl=1&#38;id=764728&#38;tit=O-primeiro-beijo-e-etc">O primeiro beijo e etc.<br />
</a></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">A adolescência chegou e junto com ela a paquera, a paixão, o primeiro toque, a conquista, o namoro, o coração partido... Como agir diante dos filhos que estão descobrindo o amor?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Dar o primeiro beijo é um marco na vida de todo ser humano. Assim que a menina ou o garoto entram na adolescência e alguns colegas se tornam mais do que simples amigos(as), beijar é o momento mais esperado, um rito de passagem que prova para eles mesmos e para os outros que não são mais crianças. </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><em><span style="color:#999999;">[clique para continuar a leitura]</span></em></span><!--more--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">O primeiro beijo também é considerado a primeira experiência sexual dos filhos e, por isso mesmo, motivo de preocupação e de dúvida para os pais. “Será que não foi cedo demais?” “Devemos falar sobre o assunto?” “Como agir a partir de agora?” são algumas questões que passam pela cabeça dos adultos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">De acordo com a psicóloga Eloá Andreassa, não existe idade certa para dar o primeiro beijo. “Geralmente, o interesse pelo sexo oposto começa a despertar durante a puberdade, a partir dos 12, 13 anos de idade, mas hoje em dia as crianças estão sendo estimuladas pela mídia e até mesmo por alguns pais a agir como adultos cada vez mais cedo”, afirma.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Mesmo que o beijo ocorra dentro da faixa-etária “esperada”, um pouco antes ou alguns anos depois, não importa. Qualquer que seja a situação, Eloá explica que os pais devem receber a notícia com naturalidade. “Não faça alarde e nem comemore. Tente descobrir como aconteceu e como o seu filho está se sentindo”, explica. Uma reação exagerada dos pais, além de deixar o adolescente envergonhado, também pode comprometer a relação de confiança entre eles.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">“É importante os pais estarem disponíveis para ajudar os filhos a perceber o que sentem, o que pensam e como podem fazer escolhas. Nesse momento, os pais precisam se tornar confidentes de seus filhos, pois eles buscam alguém que os ouça e que os ensine. Durante a conversa, sempre que houver uma brecha, oriente o seu filho e fale de sua própria experiência”, recomenda a psicóloga Tisa Paloma Longo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Brincadeira de criança</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Se bem antes da pré-adolescência o seu filho chegar da escola dizendo que está namorando, não se assuste. É comum que crianças de 3 a 5 anos brinquem de namorar. Da mesma forma que brincam de casinha, escolinha e de polícia e ladrão. Eles observam os adultos e imitam o seu comportamento. Por isso, elegem um amigo especial, mandam cartinhas, dão presentes e até andam de mãos dadas, mas o relacionamento não passa disso.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">As especialistas recomendam: se é uma brincadeira, trate como tal, ou seja, não dê muita importância para o assunto. “Não proíba, nem estimule. Se quiser conversar com a criança sobre o que está acontecendo, procure mostrar a importância da amizade, do afeto e do respeito por si e pelos outros”, explica Tisa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Se surgirem dúvidas a respeito de sexo, não deixe de falar com eles sobre o assunto, mas não transforme uma simples resposta em sermão. “É interessante aproveitar a curiosidade das crianças para falar sobre sexo, mas responda apenas o necessário e à medida que as dúvidas surgirem”, orienta Eloá. Se esse tipo de orientação for dada desde cedo e nas doses certas, falar do tema será mais confortável tanto para os pais quanto para os filhos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Vai dar namoro?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">No caso dos adolescentes, é fundamental que, antes que se envolvam afetivamente com outra pessoa, já tenham um bom conhecimento sobre sexo e suas conseqüências, entre elas a gravidez e as doenças sexualmente transmissíveis. “Mas essas conversas não devem se limitar à educação sexual. É muito importante que os pais transmitam valores positivos sobre o tema e que associem o sexo com afeto e compromisso. Nesta era do ‘ficar’, é cada vez mais difícil os adolescentes namorarem. Uma pena, pois namorar, ter um primeiro amor, é uma experiência muito enriquecedora, essencial para a formação e para o amadurecimento do indivíduo”, lembra Eloá Andreassa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Embora seja recomendável deixar o adolescente vivenciar o namoro sem culpa ou constrangimentos, é necessário que os pais imponham alguns limites e regras para o relacionamento. Estabelecer horários e locais definidos para que o casal se encontre, por exemplo, é interessante para que o filho mantenha a sua rotina de estudos e atividades. “Senão, eles vão ficar 24 horas grudados um no outro”, brinca a psicóloga.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Ciúmes de você</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Não é fácil ver a sua garotinha nos braços de outro, ou então, ouvir o filhão se derreter em elogios por uma amiga da escola. Sentir ciúmes dos rebentos é normal, passageiro e comum tanto para mães quanto para pais. “É um momento muito difícil para os pais, pois os adolescentes costumam se afastar da família para buscar independência, e os pais percebem que não são mais o centro da vida de seus filhos. Por isso, encaram essa fase como uma perda, que gera dor, desconforto e até inveja daqueles que estão recebendo mais atenção do que eles”, explica Tisa Paloma Longo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Mas, por mais que o ciúme seja aceitável, não deve provocar conflitos. Querer competir com a namorada ou namorado está fora de questão. Além de não ser um comportamento saudável, é bem provável que você saia perdendo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:8pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Serviço</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:8pt;color:#008080;font-family:Verdana;">Tisa Paloma Longo (psicóloga e psicopedagoga)</span></strong><span style="font-size:8pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> – Psicologia Clínica, fone (41) 3014-8779 / Eloá Andreassa (psicóloga clínica) – Valle do Sol, fone (41) 3016-5036.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Revelando Segredos: o primeiro beijo e o beijo proibido...]]></title>
<link>http://minhazalma.wordpress.com/?p=42</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 04:43:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>zibizabe</dc:creator>
<guid>http://minhazalma.pt-br.wordpress.com/2008/05/02/revelando-segredos-o-primeiro-beijo-e-o-beijo-proibido/</guid>
<description><![CDATA[ 
É certo. Quando te encontrei, sabia que seria minha. Pode rir, fica à vontade, mas senti algo d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://minhazalma.files.wordpress.com/2008/05/foca.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-44" src="http://minhazalma.wordpress.com/files/2008/05/foca.jpg" alt="" width="210" height="178" /></a> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">É certo. Quando te encontrei, sabia que seria minha. Pode rir, fica à vontade, mas senti algo diferente, seríamos um do outro. Algo em seu sorriso de Monalisa, no seu olhar numa foto que traduzia quem tu és. O humor estava estampado em seu semblante. Desejei você. Quis compartilhar a vida com você.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Por outro lado, algumas coisas me levavam a crer que não poderia confiar tanto naquela primeira impressão que tive de você. O que você escreveu em teu perfil foi algo que me agradou, mas pensei: ela está do outro lado do país e tem 1,80 m, não vai dar confiança a um baiano baixinho. Provavelmente nem vai responder...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">E você respondeu. Fiquei feliz, principalmente em saber que tínhamos gostos parecidos, apreciávamos a leitura e outras coisas mais. Então começávamos uma gostosa jornada em busca de conhecimento mútuo. Cada mensagem que recebia de você me deixava imensamente alegre, principalmente porque você revelava coisas de sua vida. Então escrevia para você com entusiasmo idêntico.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> <a href="http://minhazalma.files.wordpress.com/2008/05/beijo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-43 aligncenter" src="http://minhazalma.wordpress.com/files/2008/05/beijo.jpg?w=300" alt="" width="163" height="144" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Jamais me esquecerei quando cheguei a Curitiba na primeira vez. A felicidade em poder te abraçar foi tamanha que, enquanto andávamos para que eu deixasse a mala no hotel, quis abraçar-te novamente. Nunca iria imaginar que, ao puxar-te para o abraço, você me beijaria. Que delícia! Nossos lábios se encontraram, meio que indecisos, em plena Praça XV de Novembro e a felicidade invadiu meu peito.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Guardo ainda, em minha mente, os beijos que trocamos na biblioteca, até que, flagrados por uma funcionária, esta nos pediu para deixar o local, pois era exclusivo a funcionários. Você estava vermelha de vergonha. Imagina, ser chamada a atenção pela funcionária da biblioteca por estar aos agarros e beijos. O medo de quase ter sido expulsa da biblioteca, rsrs. Mas, como o proibido é mais gostoso, logo encontramos outra ala para continuar nossa conversa labial. Santos Dumont que nos perdoe, mas assunto mais interessante não havia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Como toda mulher, não adianta te mostrar dia a dia o quanto te amo através dos mais variados gestos. Toda a atenção do mundo não basta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">O mundo da mulher é verbal, não importa o que se faça. Sua insegurança ou necessidade de reafirmação dos sentimentos são inacreditáveis. No entanto, não vejo nada de mal nisto, e, confesso, preciso te dizer algo importante:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">EU TE AMO! Sou feliz com você! Preciso de você, pois sem você, não sou mais eu</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Beijos, Zabe.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">P.S.: Uma poesia para sonhar...</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;">O Que Tenho de Ti?</span></p>
<p>Tua alegria silenciosa invadiu meu ser<br />
Me fez crer no inacreditável... tão profundo<br />
Minha inocência se foi... que fazer?<br />
Outra minha vida, outro meu mundo.</p>
<p>Sem culpas, tenho a ti, ainda distante<br />
Tão perto dos meus sentimentos<br />
Teu sorriso, tua voz, neste instante<br />
Em belos e afáveis momentos</p>
<p>Se me escondo, como ter a ti?<br />
Como sentir teu tocar que desejo?<br />
Mesmo que num breve lampejo?<br />
Como ter a ti, se não mais estou em mim?</p>
<p>Perdido entre eu e você<br />
Descubro uma vida possível<br />
Um mundo vívido e sensível<br />
Perdido entre eu e você</p>
<p>Feito um sonho sem fim<br />
Que me invade e completa<br />
Certos que nós dois enfim<br />
Teremos uma alegria repleta</p>
<p>Em ti ou em mim, em nós<br />
Que brote esta semente<br />
Que não nos deixe sós<br />
Que frutifique e nos alimente</p>
<p>E se a dor se apossar, surgir<br />
É melhor que caminhar vazio<br />
Prefiro a dor que nunca sentir<br />
O calor que aquece não deixa frio.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[#meuprimeirobeijo]]></title>
<link>http://eugostodeumacoisaerrada.wordpress.com/?p=321</link>
<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 19:25:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rachel Juraski</dc:creator>
<guid>http://eugostodeumacoisaerrada.pt-br.wordpress.com/2008/04/30/meuprimeirobeijo/</guid>
<description><![CDATA[Meu primeiro beijo aconteceu perto do dia das crianças, não sei exatamente se no dia anterior o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:10pt;font-family:'Trebuchet MS';">Meu primeiro beijo aconteceu perto do dia das crianças, não sei exatamente se no dia anterior ou no seguinte. <strong>Eu tinha 12 anos e estava passando o feriado na cidade da minha avó. </strong>Tinha ido ao clube com meus primos e estávamos tirando os times para jogar futebol. Era só eu de garota mas eles não costumavam se importar. Não que eu fosse boa; sempre fui um fiasco no futebol e na faculdade só quando jogava como goleira era minimamente passável. Mas sabe, né? Menina de fora, magrinha, cabelo claro... eu tinha todos os argumentos para convencer até os menos cristãos à idéia de me deixarem entrar em campo.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:'Trebuchet MS';">Não lembro de muitos lances dos jogos em si, mas lembro que um amigo do meu primo Henrique ficou na equipe adversária e que <strong>eu tinha achado ele interessante</strong>. Tínhamos a mesma altura e a mesma idade, mas ele era bem mais magro. Aos doze anos os moleques são magros esqueléticos ou gordinhos com banhas de pneu, não há meio termo. Já as meninas são todas feiosas e desengonçadas, é um padrão que aparece aos nove anos e permanece até os 14. Pode reparar, não há garota que se salve nessa faixa etária.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:'Trebuchet MS';">Lembro que marquei um gol. Todo mundo deve ter marcado uns quatro ou cinco, e eu consegui a proeza de marcar um único gol. Fiquei feliz com o saldo, comemorei subindo no alambrado, toda pinta de jogador profissional quando quer fazer média com a torcida. No fim de um dos jogos deixei todo mundo sair correndo para o bebedouro e fui ficando para trás. O Henrique me acompanhou e aproveitei a brecha para perguntar a ele sobre o amigo magrelão - vamos chamá-lo de André. Acho que disse que tinha gostado dele, ou algo parecido. Atentem para o detalhe: eu nem sabia o nome do pequeno cidadão. Eu nunca tinha ouvido a voz dele. Mas já tava gostando, dá para crer?</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:'Trebuchet MS';">Depois, muitos anos mais tarde, descobri que <strong>os dois eram os melhores amigos do mundo</strong>, aliás, são amigos até hoje. Isso explica como, naquele mesmo dia, o André soube que a prima do Henrique tava afim dele. Nem preciso dizer que morri de vergonha, né? Mais vergonha ainda tive quando o cara deu um jeito de <strong>ficarmos sozinhos para perguntar se eu queria ficar com ele.</strong></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:'Trebuchet MS';">Gente, um pânico incontrolável me dominou naquele instante. Deve ter sido um dos momentos mais aflitivos da minha vida. <strong>Eu queria, mas parecia errado.</strong> Tipo um daqueles erros terríveis que a gente sabe que vai se arrepender dele para o resto da vida. Fiquei com a mão gelada, o coração batendo pesado, vontade de vomitar, tudo. Era como morrer devagarinho. E tudo isso só para responder a pergunta! Um universo de coisas e gentes (o que a minha mãe ia pensar se descobrisse?) passavam pela minha cabeça naqueles poucos segundos entre a pergunta e a minha resposta. Que foi, como vocês imaginam, 'sim'. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:'Trebuchet MS';">Fomos para os fundos do ginásio, onde guardavam umas cadeiras velhas e todo o tipo de quinquilharias cobertas de pó. <strong>Tenho certeza que estava com cara de boi quando vai para o matadouro.</strong> Ou com cara de choro. Não lembro se rolou alguma conversa, só do moleque me abraçando e dos <strong>nossos dentes batendo desencontradamente</strong>. Na confusão do momento, não sabia se fechava os olhos ou abria a boca e onde pôr as mãos. Mas foi tudo rápido, bem rápido: o tempo suficiente para perceber que não gostava <strong>NADA</strong> daquilo de beijar na boca e fugir correndo do lugar.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:'Trebuchet MS';">Talvez só eu não tenha gostado da experiência, porque o André fez o possível e o impossível para pegar meu telefone e endereço com o Henrique e mandou várias cartinhas apaixonadas, que iam diretamente para o lixo - logo depois de lidas e relidas com as amigas, claro. Fiquei meio que traumatizada por oito meses, com aquele arrependimento de ter gasto o primeiro beijo com um menino de quem nem gostava, mas também <strong>aliviada de ter terminado com aquilo</strong>. Durante a adolescência era quase um crime nunca ter beijado na boca e os pobres BVs (vocês sabem o que significa) eram humilhados e discriminados por todo mundo. Com aquele momento de ousadia no dia das crianças, eu estava entrando na adolescência sem essa pendência, pelo menos.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:'Trebuchet MS';">Acho que essas primeiras vezes nunca são muito boas para ninguém.<strong> É difícil conter a explosiva mistura de ansiedade, vontade e vergonha, e ainda lidar bem com a pressão que amigos fazem.</strong> E acredito que foi bom não ter tido meu primeiro beijo com um cara de quem gostava. Eu teria ficado irremediavelmente apaixonada, como aconteceu com o segundo cara. E teria invariavelmente tomado um pé na bunda, como aconteceu com o segundo cara. Mas isso é história para outro post.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Beijos e filho]]></title>
<link>http://eneaotil.wordpress.com/?p=140</link>
<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 13:50:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leonor</dc:creator>
<guid>http://eneaotil.pt-br.wordpress.com/2008/01/29/beijos-e-filho/</guid>
<description><![CDATA[Me lembro que o meu primeiro beijo foi no ginásio. Claro que eu mentia para todas as minhas amigas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Me lembro que o meu primeiro beijo foi no ginásio. Claro que eu mentia para todas as minhas amigas e dizia que tinha sido bem antes.</p>
<p>- Muuuuuuuuuuuuuuuuito antes! Tipo assim, amiga... Eu tinha uns 6 anos de idade, saca?!</p>
<p>Nem sei se era mentira, podia até ser que nas brincadeirinhas de médico da infância eu tivesse dado um beijinho ou outro, mas aquele do ginásio é que é considerado o primeiro beijo. Sob pressão, tenso, no limite da idade permitida para ser a sigla que nenhuma menina queria ser no ginásio: BV. Boca-virgem!</p>
<p>O caso é que naquele sábado o Daniel, um gordinho da sala a quem só restava ser simpático e oferecer festinhas no quintal de casa, ia fazer um mega bailinho para comemorar seu aniversário. E a gente sabia o que significava o bailinho do Daniel: era agarrar a oportunidade de deixar de ser BV com unhas e dentes, ou terminar a festa (lá pelas 10 da noite) segurando um cabo de vassoura (e na época ninguém sabia o que fazer com um cabo de vassoura, ao contrário de você, leitor).</p>
<p>Eu me aprontei toda e subi no FIAT 147 do papai, que me deixou na festinha. Recusei o cachorro quente e a porção de salgadinho cheetos para não ficar com os dentes cheio de craca amarela e me entupi de refrigerante. Estava todo mundo lá! Dançamos músicas da Legião Urbana, falamos besteira e lá pelas tantas o estroboscópio começou a girar ao som de <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=ca0e6fd">Wishing On A Star</a>, aquela canção que ficou famosa por ser o tema da Yasmin (in memorian) e do Guilherme de Pádua.</p>
<p>Foi quando avistei o Renan. Ele não era da minha sala, ele usava o cabelo penteado para o lado e roupas da Fido Dido, além de todas as garotas acharem ele um arraso porque o Renan já era tão crescido que tinha até espinhas na cara. Ele era per-fei-to para o primeiro beijo.</p>
<p>Então eu tomei coragem e o chamei para dançar. E daí para me ver naquela parede da casa do Daniel cheia de heras com o Renan fazendo biquinho na minha frente, foi um pulo, nem me lembro o que aconteceu. Só sei que a teoria do beijo eu já tinha aprendido há séculos na televisão, portanto seria fácil. "Abrir a boca, colocar a língua para fora e girar a cabeça em círculos, que nem o estroboscópio", pensei.</p>
<p>O curioso foi que na hora em que eu estava ali, beijando o Renan, eu pensei na Bruna, na Talita, na Tatiana, na fulana e na beltrana. Eu precisava contar aquilo para todas porque, na bem da verdade, aquele beijo tinha sido para elas.</p>
<p>O Renan recuperou o fôlego, eu também e entramos de novo na festa, sem dizer uma palavra. Nem um "foi bom pra você?" ou "te vejo na escola". Aliás, foi assim pelo resto do ginásio. Porque a minha história com o Renan já tinha sido escrita, com começo, meio e fim, embora tenha durado um minuto.</p>
<p>***********</p>
<p>Recentemente, eu estava no ônibus quando o Renan sentou bem ao meu lado. Ainda tinha espinhas e o cabelo penteado todo para a esquerda. Eu aproveitei que ele falava no celular para puxar um livro da bolsa. Não que ele fosse me reconhecer, mas, por via das dúvidas, não custava afundar a minha cara naquelas páginas. Até porque ninguém usa mais cabelo de lado desde 1990epoucos.</p>
<p>***********</p>
<p>Na época do beijo, nem pensei em contar para minha mãe. Acho que foi um misto de timidez com o fato de me sentir uma fora da lei, o que tornava tudo mais gostoso. Mas sei que a poupei de envelhecer uns 12 anos (pelo menos de cuca).</p>
<p>Luquinhas chegou para mim no ano passado e disse:</p>
<p>- Eu já beijei de língua!</p>
<p>Na hora eu tomava alguma coisa e escorreu tudo pelo nariz.</p>
<p>- Co-como assim, Lu?</p>
<p>- Eu voltava do recreio e cheguei antes na sala de aula. A Kathilyn (será que é assim que escreve isso?) também. Estávamos sozinhos. Eu olhei para ela, ela olhou para mim e demos um beijo de língua. Mas olha, mãe, isso é um segredo só nosso, hein?!</p>
<p>Nem sei se quando estiver no ginásio, o Luquinhas vai considerar esse o seu primeiro beijo, mas acho que não. Só sei que ele precisa aprender que alguns segredos não são divididos com a mãe. Principalmente se ela tem um blog.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Momento mágico]]></title>
<link>http://literatices.wordpress.com/2007/12/16/momento-magico/</link>
<pubDate>Sun, 16 Dec 2007 19:24:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ramon Silva</dc:creator>
<guid>http://literatices.pt-br.wordpress.com/2007/12/16/momento-magico/</guid>
<description><![CDATA[Em uma das visitas da Dª Marta, mãe de Luzinha, ao salão de minha mãe, como de praxe, Luzinha fo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma das visitas da Dª Marta, mãe de Luzinha, ao salão de minha mãe, como de praxe, Luzinha foi junto e dessa vez mais extrovertida do que das outras vezes. Eu não sei o que houve com ela, mas estava muito mais amiga e mais próxima de mim do que os demais dias. Nesse dia pude ter certeza que haveria de acontecer alguma coisa mágica:</p>
<p>- Gê, você tá fazendo o que?</p>
<p>- Nada Luzinha. Só estou vendo minha mãe cortar o cabelo da sua mãe. Por quê?</p>
<p>- Vamos brincar?</p>
<p>- Claro! Você quer brincar de quê?</p>
<p>- Não sei. Você tem bonecos no seu quarto? A gente podia brincar de casinha e os seus bonecos podiam ser nossos filhos.</p>
<p>- Vamos então. É por aqui...</p>
<p>Claro que naquela época eu não tinha malícia nas conotações sexuais que tinham os termos "brincar de casinha", "brincar de papai e mamãe", "de médico" e coisas do tipo. Sem pestanejar aceitei o convite de Luzinha e fui correndo arrumar os brinquedos que ficavam jogados no chão. Chegamos ao quarto e perguntei:</p>
<p>- E agora Luzinha, o que a gente pode fazer? Você podia fazer a nossa comida pra jantar.</p>
<p>- É mesmo! Mas a gente não tem fogão nem panelas.</p>
<p>Fui imediatamente pegar umas duas panelas da minha mãe na cozinha e improvisamos um fogãozinho em cima dos travesseiros.</p>
<p>- Agora a gente tem uma cozinha. Você vai fazer a comida e eu vou trabalhar. Quando eu chegar do trabalho, a gente vai jantar, tá bom?</p>
<p>- Tá bom - replicou Luzinha já iniciando suas atividades domésticas.</p>
<p>Eu fui até o salão da minha mãe para ver como estavam as coisas por lá. Elas estavam muito entretidas conversando sobre diversas coisas que eu não fazia idéia, mas que prendia muito a atenção delas. Passaram-se aproximadamente três minutos e eu voltei já incorporado o personagem do "papai".</p>
<p>- Oi amor, cheguei. O que temos pra nosso jantar? - Perguntei meio que sorrindo, com a timidez ainda tomando conta de minhas atitudes.</p>
<p>- Arroz, feijão e bife, amor - Respondeu Luzinha com um sorriso inocente querendo soltar uma gargalhada.</p>
<p>Apesar da brincadeira, o fato de ela ter me chamado de amor, quase me levou às nuvens. Eu me senti cada vez mais envolto pela brincadeira e perguntei, sentindo meu rosto travesso esquentando e ficando vermelho:</p>
<p>- Você não dá um beijo no marido quando ele chega?</p>
<p>De longe se fazia ouvir a voz de Dª Marta:</p>
<p>- Luzinha, vamos embora.</p>
<p>- Já vou mãe... - Imediatamente respondeu Luzinha - Já está na hora de eu ir Gê!</p>
<p>- Mas e o meu beijo? Se não deu de chegada, tem que ter um de despedida... - Respondi sorrateiro!</p>
<p>Ela olhou dentro dos meus olhos, de repente sua fisionomia mudou. Aproximou-se rapidamente de mim. Neste momento não sentia nada, fiquei totalmente teso, imóvel, meu coração batendo na boca. Minhas pernas tremiam como bambus em um vendaval. De repente, a única coisa que eu lembro, é ter sentido os lábios de uma menina nos meus. Luzinha havia me dado um beijo, um estalinho inocente e em seguida corria pela casa, gritando:</p>
<p>- Estou indo mamãe...</p>
<p>Fiquei absolutamente sem ação. Era a primeira vez que eu sentia o beijo de uma mulher. Mulher é mulher, pode ter sete ou setenta anos. E essa mulher foi a quem apertou a tecla "start" do meu coração fazendo-me entender que a relação homem e mulher tinha algo precioso que transcendia os meus entendimentos da época.</p>
<p>***</p>
]]></content:encoded>
</item>

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