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	<title>politica-nacional &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/politica-nacional/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "politica-nacional"</description>
	<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 20:30:06 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Marcelo Rebelo de Sousa...]]></title>
<link>http://blasfemias.wordpress.com/?p=7233</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 20:24:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>CAA</dc:creator>
<guid>http://blasfemias.net/2008/10/12/marcelo-rebelo-de-sousa/</guid>
<description><![CDATA[&#8230; acabou de fazer a crítica mais dolorosa que a insípida e alheada liderança do PSD recebeu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>... acabou de fazer a crítica mais dolorosa que a insípida e alheada liderança do PSD recebeu. Claro que não vai adiantar nada em relação aos destinatários directos. Veremos os seus efeitos face ao descontentamento soamuitos que não conseguem ver qualquer esboço de alternativa ao <em>socratismo</em>...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Bem-vinda"]]></title>
<link>http://blasfemias.wordpress.com/?p=7226</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 18:08:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>CAA</dc:creator>
<guid>http://blasfemias.net/2008/10/12/bem-vinda/</guid>
<description><![CDATA[«O vice-presidente do PSD, António Borges, considerou este domingo como “bem-vinda” a medida a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://diario.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/9865643/235" alt="" width="80" height="60" />«<a href="http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&#38;contentid=22CD7042-BB6E-420C-A2CD-87309E6FE6A1">O vice-presidente do PSD, António Borges, considerou este domingo como “bem-vinda” a medida anunciada pelo Governo socialista de prestar uma garantia até 20 mil milhões de euros às operações de financiamento dos bancos</a>.»</p>
<p>Em nome da coerência táctico-política a que esta liderança do PSD nos habituou, aceitam-se apostas para saber qual o outro vice-presidente ou o alto dirigente laranja que irá surgir em primeiro lugar a atacar esta medida governamental.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Patriotismo de hojalata]]></title>
<link>http://repercusionespoliticas.wordpress.com/?p=131</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 13:21:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alfonso</dc:creator>
<guid>http://repercusionespoliticas.pt-br.wordpress.com/2008/10/12/patriotismo-de-hojalata/</guid>
<description><![CDATA[Mariano Rajoy
No quiero ser el clásico amarillista que pondría a caer de un burro a un político p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="" align="aligncenter" width="358" caption="Mariano Rajoy"]<img src="http://elblogdelcapi.files.wordpress.com/2007/10/rajoy.jpg" alt="Mariano Rajoy" width="358" height="265" />[/caption]
<p>No quiero ser el clásico amarillista que pondría a caer de un burro a un político por unas desafortunadas hechos. Lo cierto es que Rajoy, que no es santo de mi devoción, ha tenido una pifia de proporciones épicas: decir que <strong>el desfile de la Fiesta Nacional es "un coñazo"</strong> cuando creía que nadie le escuchaba. Esto, siendo el líder de un partido <em>a priori</em> de derechas, es imperdonable. Un auténtico patinazo precisamente cuando parecía que el PP <a href="http://repercusionespoliticas.wordpress.com/2008/09/30/el-pp-aventaja-al-psoe-en-intencion-de-voto/">empezaba a remontar el vuelo</a> como alternativa al PSOE.</p>
<p>Ya tuvo problemas después de las elecciones para continuar en el puesto las pasadas elecciones: las historias oscuras de San Gil, Oreja y puñaladas traperas varias que sufrió le dejaron tocado. Ahora, con este incidente, <strong>no podrá evitar el linchamiento mediático</strong> que comenzará el lunes y que vendrá de ambos bandos: desde la COPE a la SER, desde el ABC a Público, desde LibertadDigital a la Sexta. Quedarse sin apoyos es un suicidio político, tener pocos y dejarles en mal lugar es para dimitir. Ahora bien, si lo hiciera, el carroñeo de sus restos daría comienzo a una batalla política estéril. Un pésimo comienzo de curso.</p>
<p><!--more--></p>
<p>Este desafortunado accidente es similar al <a href="http://www.elmundo.es/elmundo/2008/02/13/eleccionesgenerales/1202928653.html?a=094c64427f23c0aa58fa0267d50c3ddc&#38;t=1202929857">"tensión y a dramatizar"</a> preelectoral de Zapatero, pero no tiene las mismas circunstancias. En primer lugar porque Zapatero tenía al servicio de su causa a casi todos los medios y bufones diseminados por toda la geografía, todo lo contrario que Rajoy, al que no le apoyan ni los medios teóricamente afines a su partido. Losantos y Pedro J. ya declararon hace tiempo la guerra a Rajoy y ahora apuestan por UPyD, Intereconomía no se sitúa y a ABC le queda poco tiempo para renegar de él. Todo por estas desafortunadas declaraciones.</p>
<p>Además de eso, esto ha dado pie para que la <em>chupiprogre</em> Leire Pajín le saque un poco de punta y diga que para Rajoy "todos los asuntos del Estado son un coñazo". Obviamente, el PSOE machacará y rentabilizará el error de Rajoy todo lo que pueda y, de paso, evitará así hablar de economía.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/CV9JhXoOO_g'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/CV9JhXoOO_g&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>No obstante, aunque haya informado con urgencia de que se trata de un malentendido afirmando que todos conocemos ya su postura patriótica, no podrá evitar lo inevitable. No puede dejar de parecer una metedura de pata.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Campanha Para Integração dos Imigrantes em Odemira]]></title>
<link>http://dementia1.wordpress.com/?p=114</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 00:17:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>gideon99</dc:creator>
<guid>http://dementia1.pt-br.wordpress.com/2008/10/12/campanha-para-integracao-dos-imigrantes-em-odemira/</guid>
<description><![CDATA[
Hoje dia, 11 de Outubro, vai ser promovida uma acção de sensibilização e informação para escl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://img147.imageshack.us/img147/1636/mapaimigrazo9.jpg" alt="" width="392" height="276" /></p>
<p style="text-align:justify;">Hoje dia, 11 de Outubro, vai ser promovida uma acção de sensibilização e informação para esclarecimento de dúvidas dos trabalhadores imigrantes, na localidade de S.Teotónio, no concelho de Odemira. A iniciativa surge no âmbito da Campanha de Integração de Imigrantes, numa iniciativa da Autoridade para as Condições do Trabalho, com o apoio do Município de Odemira.</p>
<p style="text-align:justify;">É sempre bom ouvir falar destas acções de sensibilização, mostra que realmente o país começa a evoluir. Não podemos ver a imigração como algo negativo, mas sim como algo positivo que temos de aproveitar. Com descriminação e estupidez não podemos ir a lado nenhum, este país não é e nunca foi um país de racismo e estas acções só vêm reforçar este facto. Este país não precisa de <span style="font-size:10pt;">mais "Mários Machados", este país necessita de pessoas inteligentes que trabalhem para um Portugal melhor.</span></p>
<p style="text-align:justify;">Para nós esta é uma notícia óptima, mas para estes:</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://img159.imageshack.us/img159/5209/outdoorms8.jpg" alt="" width="406" height="146" /></p>
<p style="text-align:justify;">a notícia é péssima. Pois esse grande partido que é o PNR (Partido Nacional Renovador) está contra a imigração. Estes auto-intitulados nacionalistas que começamos a conhecer melhor, culpam os imigrantes de todos os problemas do país. O que se formos ver tem alguma lógica, pois não se iam culpar a eles próprios. Este partido de atrasados mentais, opta claro está, pela descriminação, porque de certa maneira é mais fácil culpar alguém pelos problemas do país do que realmente fazer alguma coisa para os resolver. O problema é a imigração, ou seja, entram mais pessoas no país do que saem e isso é um facto. No entanto os génios deste partido esquecem-se de algo fundamental, o facto de Portugal já ter sido um país de emigração, isto é, um país em que saiam mais pessoas do que entravam. Agora imaginem que nos países onde fomos também existiam PNR's, mas só que estes estavam no poder. O que acontecia era muito simples: "Portugueses na MERDA!" era isto que acontecia. Ou seja, neste momento estávamos numa situação ainda pior. Portanto só quem não sabe "montar puzzles" é que dá atenção a este partido de anormais.</p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong>Dementia </strong></em>é: votar no PNR</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EL TREN BALA TENDRÁ QUE ESPERAR]]></title>
<link>http://saragoza.wordpress.com/?p=58</link>
<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 03:40:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>punto20producciones</dc:creator>
<guid>http://saragoza.pt-br.wordpress.com/2008/10/11/el-tren-bala-tendra-que-esperar/</guid>
<description><![CDATA[
A raíz de la crisis financiera que se vive globalmente, los inversionistas que se disponían a des]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-left:6pt;margin-right:6pt;">
<div style="margin-left:6pt;margin-right:6pt;"><strong>A raíz de la crisis financiera que se vive globalmente, los inversionistas que se disponían a desembolsar una fortuna para el proyecto impulsado por Cristina K habrían decidido desensillar hasta que aclare.</strong></div>
<div style="margin-left:6pt;margin-right:6pt;">     El gobierno nacional vive momentos de zozobra y no es para menos. Debido al caos que impera en las bolsas de todo el mundo, el proyecto más ambicioso de la presidencia se vería al menos postergado. Es que quienes tenían que tenían que aportar los millones de dólares necesarios para la construcción y el emplazamiento del primer tren bala de Argentina ya no están tan seguros de poder recuperar su inversión. Por lo pronto presentaron una propuesta alternativa, algo menos ambiciosa, por cierto, que allegados a la Casa Rosada aseguran que se está analizando: reflotar el viejo tren fantasma del Italpark.</div>
<div style="margin-left:6pt;margin-right:6pt;">     Si bien es cierto que las diferencias entre los proyectos son sustanciales, comparado con los ferrocarriles que transitan por el conurbano, el tren fantasma presenta  características similares y, en algunos casos, hasta ventajosas. Su velocidad promedio no difere mucho de la que tienen, por ejemplo, los cowboys de la línea Roca. Carece de techo, lo que hace imposible quedar debajo de una gotera en días de lluvia. No posee ni pasillos ni estribos, por lo cual se viajará cómodamente sentado. Y lo principal: en el tren fantasma, los que meten miedo son mucho más inofensivos.</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Es hora de que pidan perdón]]></title>
<link>http://yeray.wordpress.com/?p=288</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 23:55:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>yeray</dc:creator>
<guid>http://yeray.pt-br.wordpress.com/2008/10/10/es-hora-de-que-pidan-perdon/</guid>
<description><![CDATA[
Si hay algo que hace bien el PP, y no estoy delirando, es asustar a la gente. Sí, son unos experto]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;"><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3016/2930529192_c2fc50d524.jpg" alt="" width="500" height="281" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Si hay algo que hace bien el PP, y no estoy delirando, es asustar a la gente. Sí, son unos expertos en agitar la bandera del miedo cuando las cosas no les van bien, y es que parece que todo vale para sacar un puñado de votos… que si España se rompe…, que si ZP es amiguito de Marruecos y de los terroristas, que si patatín y patatán… Pero lo que es intolerable, y en política no vale todo, es jugar con las familias, esas que les importan tanto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Cuando el Gobierno de España anunció el Plan de Transición del Ejército, los miembros del PP de Melilla encabezados por su Presidente, toparon con una brecha para meter miedo a los ciudadanos y en especial a las familias de los y las militares melillenses, buscando unos votos extra.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Se dijeron en prensa muchas barbaridades como estas: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Imbroda, Presidente de Melilla: “Se va a reducir hasta en un 60% el número de efectivos”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Gutierrez, Diputado por Melilla: “</span><span style="font-size:10pt;color:#666666;line-height:115%;font-family:&#34;">la disminución en el número de mandos, tropas y efectivos tendrá una gran repercusión tanto en el futuro de la economía «como en la vertebración social”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Jesús García: “Aumentará el paro juvenil porque los jóvenes no podrán meterse al ejercito profesional”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:small;">Todo esto con las coletillas como -muchas familias melillenses tendrán que abandonar su tierra- o <span> </span>-</span><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">quedarán familias rotas- y con un medio digital que nacía con esta portada: “<span class="titsecs1"><span style="line-height:115%;font-family:&#34;">Zapatero, dispuesto a negociar la cosoberanía de Ceuta y Melilla”.</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Expertos, sin duda, que llevaron a movilizarse a las mujeres de los militares y a muchos melillenses frente a la Delegación del Gobierno, pidiendo la dimisión de Zapatero, asustados por las mentiras <span> </span>de estos individuos que se hacen llamar garantes de los intereses de los y las melillenses.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Pues bien, después de unos meses, después de haber entrado en funcionamiento el Plan de Transición, no han sido mas de 40 los militares que han cambiado su destino, se van a aumentar los miembros del Ejército en Melilla en 300 efectivos y Melilla, como Ceuta, siguen siendo españolas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Pero lo mejor de todo, han sido las declaraciones del Presidente Nacional del PP, Mariano Rajoy con la cúpula del Ejército, en el que decía estar de acuerdo con el Plan y el aumento de efectivos en Ceuta y Melilla.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><strong>Interviú 29/09/08</strong><br />
El líder del PP se mostró conforme con la integración de escalas en la Armada, algo que su portavoz había denunciado. También estuvo de acuerdo con los contingentes establecidos para la defensa de Ceuta y Melilla, que no disminuyen, como ha denunciado Salmones, sino que aumentan en 300 militares en ambas ciudades.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Por eso yo creo que es el Momento que los miembros del Partido Popular de Melilla utilicen sus medios de comunicación y rectifiquen, que pidan perdón a toda la ciudad por la innecesaria alarma social que generaron y que seguramente provocó el insomnio de más de una familia.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Evidencias]]></title>
<link>http://miradainconformista.wordpress.com/?p=274</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 16:57:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>miradaincorfomista</dc:creator>
<guid>http://miradainconformista.com/2008/10/10/evidencias/</guid>
<description><![CDATA[Como he reflejado en varios artículos anteriores si las administraciones realmente quisieran, se po]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Tahoma;"><a href="http://miradainconformista.files.wordpress.com/2008/10/construccion.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-275" title="construccion" src="http://miradainconformista.wordpress.com/files/2008/10/construccion.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a>Como he reflejado en varios artículos anteriores si las administraciones realmente quisieran, se podría solucionar uno de los problemas más acuciantes que tiene la población española, esto es, el acceso a la vivienda.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Tahoma;">La siguiente <a href="http://http://www.cadenaser.com/espana/articulo/ayuntamientos-autonomias-tienen-suelo-construir/csrcsrpor/20081010csrcsrnac_3/Tes">noticia</a> no hace más que demostrar que no me faltaba razón en lo que comentaba en dichos artículos: hay suelo para edificar viviendas de protección oficial, hay licencias para construir, hay demanda de viviendas, las entidades financieras ya disponen de líquido (dinero) como para volver a conceder hipotecas a quiénes estemos dispuestos/as (más bien por que con las actuales condiciones no nos queda otra) a encadenar nuestras vidas al pago de sus letras,…</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Tahoma;">¿A qué están esperando las administraciones para construir todas esas viviendas? no redundaré nuevamente en la explicación que hay detrás, para ello sólo tienes que visitar los artículos anteriores que sobre este tema he escrito.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TRABAJO-UE: Fuerte oposición al aumento de horas laborales ]]></title>
<link>http://bonsaidelainformacion.wordpress.com/?p=3438</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 15:37:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>bonsaidelainformacion</dc:creator>
<guid>http://bonsaidelainformacion.pt-br.wordpress.com/2008/10/10/trabajo-ue-fuerte-oposicion-al-aumento-de-horas-laborales/</guid>
<description><![CDATA[MADRID, 9 oct Por Tito Drago
 (IPS) - Si prosperase la iniciativa presentada en la Unión Europea (]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">MADRID, 9 oct <strong><span style="color:#000080;">Por Tito Drago</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"><span> </span>(IPS) - Si prosperase la iniciativa presentada en la Unión Europea (UE) de aumentar de 45 a 65 el tope de horas semanales de trabajo, socialmente se estaría regresando al siglo XIX.<!--more--><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">El ministro de Trabajo de España, Celestino Corbacho, calificó de "retroceso en la agenda social" el acuerdo alcanzado el 10 de junio pasado por sus pares de la UE de proponer al parlamento del bloque que autorice a sus estados miembros a ampliar por encima de las 48 horas la semana laboral. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Meses después de esa decisión, en septiembre, fue aprobada por unanimidad una propuesta presentada por el gobernante Partido Socialista Obrero Español (PSOE) en el Parlamento nacional rechazando la iniciativa. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">A ese respecto, fuentes de la OIT informaron a IPS que sus directores nacionales se reunirán en los próximos días en Ginebra para decidir las medidas que adoptarán en relación a la misma. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">El tema no será fácil, añadieron, ya que la Directiva de la UE todavía no tiene una definición, pues debe ser aprobada por el Parlamento Europeo, que todavía no comenzó a tratarla y en el que cada uno de los 27 países hará llegar su propia posición. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">El establecimiento de 48 horas máximas de trabajo por semana vigente en la actualidad en el bloque europeo y en la mayoría de países del resto de mundo fue una consecuencia del acuerdo logrado en 1889 en París por el Congreso Obrero Socialista, organizado por la Segunda Internacional. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Ese acuerdo se adoptó a modo de reivindicación y como homenaje a los Mártires de Chicago, como se conoce a los sindicalistas anarquistas ejecutados el 11 de noviembre de 1887 en Estados Unidos por participar en la lucha para lograr la jornada laboral de ocho horas, que hace 91 años fue consagrado por la Organización Internacional del Trabajo (OIT). </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Como recuerdo de los trabajadores asesinados, tras ser detenidos y sentenciados por la justicia por participar en las manifestaciones realizadas en los primeros días de mayo de 1886, y a la lucha desplegada en esos días, surgió y se impuso en el mundo la celebración cada 1 de mayo del Día del Trabajo, o Día Internacional de los Trabajadores. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">El secretario general de la Unión General de Trabajadores (UGT, pro socialista) de Madrid, José Ricardo Martínez, calificó el tope de 65 horas semanales de trabajo de "retroceso histórico que avala posturas neoliberales", política que, recalcó, son la principal causa de la crisis económica mundial que se afronta hoy. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">El respeto a la norma de las 48 horas y en especial la negativa a ampliarla fue reclamado por los sindicatos al celebrarse el martes la Jornada Mundial por el Trabajo Decente, convocada por la Confederación Sindical Internacional (CSI). </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">En el acto central de España, realizado en la Plaza Mayor de Madrid, se reunieron más de 20.000 personas convocadas por cuatro centenares de organizaciones sociales y contó con la asistencia de los líderes de UGT y CCOO, las dos centrales sindicales mayoritarias del país, de la minoritaria Unión Sindical Obrera (USO) y de representantes del PSOE y de la coalición Izquierda Unida (IU). </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">El gobierno presidido por el socialista José Luis Rodríguez Zapatero expresó su apoyo a las organizaciones sindicales. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">La vicepresidenta primera, María Teresa Fernández de la Vega, informó en rueda de prensa que el gobierno rechaza la propuesta europea de aumentar las horas de trabajo, "porque representa un paso atrás en la conquista de derechos laborales". </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Después de recibir en el Palacio de la Moncloa a los secretarios generales Guy Ryder, de la CSI, José María Fidalgo, de las CCOO, Cándido Méndez, de la UGT, y a Julio Salazar, de la USO, Fernández de la Vega recordó que hoy en el mundo hay más de 12 millones de personas que trabajan en condiciones de esclavitud. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">También indicó que más de 200 millones de niños menores de 15 años trabajan en lugar de ir a la escuela y más de dos millones de personas mueren a causa de algún accidente o enfermedad laboral. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Una posición similar al gobierno español adoptaron los de Italia, Grecia y Chipre, que rechazan ampliar el tope laboral hasta 65 horas semanales y también hicieron públicas sus reservas Portugal y Malta. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Pero también se manifiestan posiciones a favor, como la de Alfonso Caldevilla, abogado copropietario de una consultora empresarial, quien afirma que para lograr economías competitivas habrá que crear una modalidad de horas extraordinarias complementarias, o sea un sistema para aumentar las horas de trabajo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">En su opinión, "Europa tiene que competir, en un mundo globalizado, con otras economías emergentes que operan con gran flexibilidad y muy bajos costes sociales". </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Además, en un artículo publicado en el madrileño diario El País, señaló que "la realidad en España es que en multitud de empresas se supera ampliamente el máximo anual de horas extraordinarias, que se camuflan de las formas más variopintas". </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Por ello, Caldevilla concluyó diciendo que "lo más adecuado es que el gobierno y los interlocutores sociales reconozcan, de una vez por todas, esta realidad y acometan la flexibilización de la jornada en términos de razonabilidad". Es decir, aumentando las horas de trabajo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Con motivo de la movilización a favor del trabajo decente, Javier López, secretario general de las CCOO en la Comunidad Autónoma de Madrid, puso el acento en señalar que "en muchos países la mitad de los trabajadores carecen de derechos laborales porque no hay sindicatos organizados para defenderlos". </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Por ello, añadió, "se necesita un trabajo decente en un mundo donde la mitad de la población cobra menos de dos dólares diarios, donde millones de niños no acceden a la educación y donde hay 12 millones de personas en situación de esclavitud". </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">CCOO y UGT emitieron un Manifiesto afirmando que "los beneficios de la globalización se han distribuido de forma extraordinariamente desigual entre países y grupos sociales. Al mismo tiempo, se ha incrementado la brecha que separa a los más pobres de los más ricos" y esto es así porque "las desigualdades se han acentuado entre los países y también en su interior". </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">La CSI</span><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> fue creada en 2006 mediante la fusión de la Confederación Internacional de Organizaciones Sindicales Libres (Ciosl) y la Confederación Mundial del Trabajo (CMT), siendo considerada en la actualidad la mayor organización sindical del mundo, ya que representa a más de 300 centrales que suman más de 170 millones de afiliados. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Los actos celebrados el martes en España fueron apoyados por otras organizaciones sociales, como la Asamblea de Cooperación por la Paz, la Coordinadora de Organizaciones no Gubernamentales para el Desarrollo, el estatal Consejo de la Juventud, Intermon Oxfam y la Red de Fundaciones Paz y Solidaridad, entre otras. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">(FIN/2008)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:#000000;font-family:Verdana;">© “Todos los Derechos Reservados, IPS Inter Press Service, (2008)” ©El Bonsai</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PS - Casamento "Gay" Deixa De Ser Uma Promessa Eleitoral]]></title>
<link>http://dementia1.wordpress.com/?p=51</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 10:23:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>gideon99</dc:creator>
<guid>http://dementia1.pt-br.wordpress.com/2008/10/10/ps-casamento-gay-deixa-de-ser-uma-promessa-eleitoral/</guid>
<description><![CDATA[
Casamento &#8220;gay&#8221;. O que era claro em 2007 deixou agora de o ser. O PS deixou de se compr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://img511.imageshack.us/img511/7506/067785cw1.jpg" alt="" width="285" height="167" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Casamento "gay"</strong>. O que era claro em 2007 deixou agora de o ser. O PS deixou de se comprometer com a ideia de que fará do casamento 'gay' uma promessa eleitoral nas legislativas do 2009.</p>
<p style="text-align:justify;">Não, a sério! Mas a sério mesmo?! O mundo inteiro passa por uma das maiores crises financeiras que já se viu, o nosso país passa também por uma crise interna grave, e existem pessoas que querem que o <strong>Casamento "gay" </strong>seja uma prioridade! Alguém acha que esta é a altura própria para discutir isto? Nós não temos nada contra esta questão, mas é preciso haver  bom senso, porque verdade seja dita, numa lista de prioridades do governo, o <strong>Casamento "gay" </strong>está muito provavelmente em último lugar. Ainda não compreendem que se nesta altura o Governo estivesse realmente interessado nesta questão, isto só poderia significar que éramos governados por atrasados mentais. Existem assuntos mais importantes porra! Aliás, de certa forma esta devia ser a resposta do Governo:</p>
<p style="text-align:justify;">- Governo - Crise porra! Nós estamos no meio de uma crise interna, estamos a passar por uma crise mundial! Quê que vocês querem "carai"! Ou nos ajudam a combater a crise ou estão calados! Como se o povo português estivesse agora muito interessado no <strong>Casamento "gay"</strong>! Cambada de atrasados mentais, vocês fazem o Projecto de Lei e apresentam precisamente nesta altura em que temos assuntos mais importantes para discutir? Na minha terra só se faz isso quando se quer que as pessoas rejeitem as propostas! Ou então quando se é profundamente burro.<strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;">Quem adora estes assuntos fora de tempo, são o Bloco De Esquerda e o<em> </em>Partido Ecologista "Os Verdes", que escolheram precisamente esta altura - como já referi anteriormente -  para apresentarem os seus Projectos De Lei. É caso para perguntar: "O quê que estes partidos do "carai" têm na cabeça!", porque ninguém no seu perfeito juízo levanta estas questões quando existem outras muito mais sérias que podem afectar a estabilidade do nosso país. Será que eles querem realmente o <strong>Casamento "gay"</strong>? É que vendo as coisas assim, parece que eles querem é que os Projectos De Lei sejam chumbados. Agora já se começa a perceber a razão pela qual ninguém vota nestes partidos estúpidos!</p>
<p style="text-align:justify;">Levantar a questão do <strong>Casamento "gay" </strong>nesta altura, é o mesmo quando um militar interrompe uma reuinão onde se discutem estratégias para a guerra, para perguntar quando vão organizar o próximo torneio de futebol entre militares. A resposta seria:</p>
<p style="text-align:justify;">- Militares Em Reunião - Fodasse ó Manel! Um gajo está aqui a falar de merdas sérias e chegas tu com a conversa do torneio! Temos mais em que pensar "carai"! Mas tu és burro ou só finges?!</p>
<p style="text-align:justify;">- Um Dos Militares - Este "filha da..." deve comer gelados com a testa - acrescentava falando baixo para os companheiros da reunião.</p>
<p style="text-align:justify;">O <strong>Casamento "gay" </strong>será importante na altura devida, não é no meio de uma crise mundial que se vai discutir essa questão, até porque dá a impressão que os autores dos projectos de lei queriam que estes fossem chumbados e escolheram a altura indicada para que isso acontecesse. Ou isso ou são simplesmente burros. E tenho impressão que a maior parte dos gays e lésbicas concordam comigo.</p>
<p style="text-align:center;"><em><strong>Dementia </strong></em>é: achar que partidos como o Bloco De Esquerda ou "Os Verdes", são realmente diferentes dos outros todos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La mala educación]]></title>
<link>http://repercusionespoliticas.wordpress.com/?p=118</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 08:55:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alfonso</dc:creator>
<guid>http://repercusionespoliticas.pt-br.wordpress.com/2008/10/10/la-mala-educacion/</guid>
<description><![CDATA[La educación española, en el mismo estado que la economía
El panorama que la educación española]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="" align="aligncenter" width="338" caption="La educación española, en el mismo estado que la economía"]<img src="http://www.pnte.cfnavarra.es/cpcascan/COLEGIO2.jpg" alt="La educación española, en el mismo estado que la economia" width="338" height="254" />[/caption]
<p>El panorama que la educación española arroja no es mucho mejor que el de la economía, pues sólo la mitad de los españoles han obtenido estudios obligatorios (Primaria y la primera parte de la Secundaria) y, de esta forma, nuestro puesto en la UE es de penúltimos, sólo por delante de Portugal. En ese aspecto estamos 20 puntos por debajo de la UE, mientras que la cifra de los españoles que han terminado el bachillerato es del 36%, otros 15 por debajo. De esta forma, el bache económico en el que nos encontramos no podremos superarlo hasta pasadas unas décadas.</p>
<p>El <a href="http://www.adn.es/files/ADNFIL20080909_0016">informe [PDF]</a> de la <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/OCDE">OCDE</a> <strong>nos lleva a dos conclusiones</strong>: una pésima educación para ser la undécima economía mundial y que España es de los pocos países del mundo donde un universitario no tiene más oportunidades para encontrar un empleo. No obstante, los <strong>profesores</strong> son suficientes (un profesor por cada 14 alumnos, algo superior que la media, que es de 16 alumnos por profesor) y están lo suficientemente bien formados; además de que los alumnos reciben un número similar de horas lectivas. Obviando que los alumnos no son menos capaces aquí que en otro sitio, el problema hemos de encontrarlo en otro sitio: los valores de la juventud, algo que ya no parecen tener<strong>. La falta de autoridad del profesorado, la pérdida de valores básicos y la inutilidad del título son los principales factores que motivan estos resultados.</strong></p>
<p><!--more--></p>
<p>El esfuerzo, la superación o la obediencia son <strong>términos peyorativos </strong>para el estudiante de hoy; son palabras que el niño mimado español no va a tolerar que se le impongan y mucho menos va a considerarlos como un objetivo en la vida. Pero no sólo por los estudiantes, sino también por los adultos. Atrás queda un modelo de educación en el que, si se esforzaba el alumno, llegaría a ser lo que éste quisiera, eliminando las barreras de clase en pro de la validez personal de cada uno; ahora es una simple barrera de contención, <strong>un lugar de obligada asistencia cuyo título no vale de nada</strong>. De esto tienen culpa algunos políticos, al no premiar el esfuerzo sino el que los alumnos estén en el redil y se integren los inmigrantes menores de edad. Porque ni una cosa ni otra.</p>
<p>Sí es cierto que, todos los que ya tenemos cierta edad, notamos que los jóvenes de hoy, como también se quejaba Sócrates ya en su época, "son unos tirano". Notamos que, efectivamente, tienen peor educación aunque por lo general mejor formación. En un<a href="http://www.cadenaser.com/sociedad/articulo/alumnos-ahora-peores-conocimiento-comportamiento/csrcsrpor/20081008csrcsrsoc_8/Tes"> estudio realizado por la editorial SM</a> y apoyado por docentes españoles, se decreta que la obediencia de los estudiantes es mínima, su esfuerzo es nulo y su educación en valores prácticamente no existe. Aquí no hay que echar la culpa únicamente a los políticos de turno, sino también a los padres. Mientras criaban a esos pequeños delincuentes y tiranos de las aulas, ¿en qué pensaban? En gran parte, esto sucede porque lo tienen todo y hacen lo que quieren en cada momento. Y no voy a decir que no exista gente de mi generación que se ajuste a esa descripción, pero es que en las nuevas es la norma.</p>
<p>La solución pasa por que el profesor consiga imponer su <strong>autoridad</strong> en las aulas, y que esos pequeños que no estén por la labor de aprender aprendan, lo primero, el respeto y el esfuerzo. No se trata de invertir más o menos en docencia (aunque invirtamos el 3,5% del PIB en ella y nos falten 1,5 puntos para alcanzar la media de la UE) sino de invertir en educación, algo que no se consigue ni mediante dinero ni Educación para la Ciudadanía: hablo de que los héroes para los niños sean Santiago Ramón y Cajal o Miguel Servet, no Ronaldo. Sólo así se conseguiría mejorar la educación que, a día de hoy, es bochornosa.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TENERIFE: Miembros de las fuerzas de orden público impiden el trabajo de los periodistas en Cho Vito]]></title>
<link>http://bonsaidelainformacion.wordpress.com/?p=3389</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 14:45:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>bonsaidelainformacion</dc:creator>
<guid>http://bonsaidelainformacion.pt-br.wordpress.com/2008/10/09/tenerife-miembros-de-las-fuerzas-de-orden-publico-impiden-el-trabajo-de-los-periodistas-en-cho-vito/</guid>
<description><![CDATA[Tenerife 9 de Octubre de 2008: Fotoperiodistas, redactores y operadores de cámara reclaman que se r]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Tenerife 9 de Octubre de 2008: Fotoperiodistas, redactores y operadores de cámara reclaman que se respete su profesionalidad y que no obstaculicen su labor<!--more--><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">La Unión</span><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> de Profesionales de la Comunicación de Canarias, UPCC, ha recibido múltiples quejas por el comportamiento de algunos miembros de las Fuerzas y Cuerpos de Seguridad del Estado que,<span>  </span>el pasado martes, impidieron y obstaculizaron su labor profesional en el seguimiento informativo del desalojo del pueblo candelariero de Cho Vito.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Fotoperiodistas, redactores y operadores de cámara de diversos medios de comunicación fueron apartados de la zona por integrantes de la Guardia Civil cuando no había razones objetivas para ello.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Estos profesionales, que cubrieron informativamente la tensa mañana del martes en este núcleo costero de Tenerife, sufrieron diversas situaciones que nada tienen que ver con el respeto al derecho a la información de los ciudadanos y que ejercen en los trabajadores de la comunicación. Además varios profesionales destacados en el lugar se quejaron del trato desigual a distintos medios de comunicación, así como de las continuas indicaciones y discusiones con los agentes destacados en el lugar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Especial mención hay que hacer a las maniobras realizadas por miembros de la Guardia Civil que, suponemos siguiendo órdenes de sus mandos, obstaculizaron la posibilidad de tomar imágenes a fotoperiodistas y operadores de cámara de distintas televisiones. Los afectados han asegurado que incluso llegaron a instalar unas vallas con una malla tupida para evitar que siguieran realizando su trabajo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Por último, estos profesionales recuerdan a las Fuerzas y Cuerpos de Seguridad del Estado y a sus responsables que no estaban allí ni como curiosos, ni buscando un espectáculo público, tan sólo cumpliendo con su obligación y deber de informar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Fuente: eldigitalsur</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ESPAÑA: La crisis nos volverá 'locos'      ]]></title>
<link>http://bonsaidelainformacion.wordpress.com/?p=3387</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 14:44:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>bonsaidelainformacion</dc:creator>
<guid>http://bonsaidelainformacion.pt-br.wordpress.com/2008/10/09/espana-la-crisis-nos-volvera-locos/</guid>
<description><![CDATA[Madrid 09 de octubre/ Isabel Saco/EFE: Por  La crisis financiera repercutirá en la salud mental de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Madrid 09 de octubre/ <strong><span style="color:#000080;">Isabel Saco/EFE: </span></strong>Por <span> </span>La crisis financiera repercutirá en la salud mental de las poblaciones y provocará un aumento de los casos de estrés, depresión y desórdenes mentales, según la OMS. <!--more--><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Y además: · La crisis nos trae de cabeza · Uno de cada seis tendremos depresión </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Así lo señaló hoy la directora general de la Organización Mundial de la Salud (OMS), Margaret Chan, al lanzar un programa internacional que busca mejorar el acceso a los tratamientos de enfermedades mentales, neurológicas y aquellas provocadas por el consumo de drogas y alcohol. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">"La pobreza y el estrés que la acompaña a causa del desempleo, la violencia, la exclusión social y la inseguridad constante están muy relacionadas con el origen de los desórdenes mentales", declaró Chan en la presentación del programa, que coincidió con el Día Mundial de la Salud Mental. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Según los datos del organismo de la ONU, la depresión es uno de los principales motivos de discapacidad en el mundo, el consumo excesivo de alcohol causa la muerte de dos millones de personas cada año y cada 40 segundos una persona se quita la vida en el mundo, lo que representa un millón de suicidios anuales. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Chan sostuvo que la solución a estas situaciones no es -como se hacía antes- encerrar al afectado en una institución psiquiátrica, lo que, además de dejar sin resolver el origen de la dolencia, resulta costoso y puede exponer al enfermo a abusos. La evidencia recogida por la comunidad médica es que la atención médica primaria para tratar los transtornos mentales es, de lejos, mucho más efectiva, humana y barata, agregó. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">El director del área de Salud Mental de la OMS, Benedetto Saraseno, recalcó que la prevalencia de las enfermedades mentales es mucho más alta de lo que se cree y, como ejemplo, mencionó que una de cada cuatro personas en el mundo estará afectada por un dolencia de este tipo en algún momento de su vida. De hecho, los transtornos neuropsiquiátricos -que también incluyen la esquizofrenia, la demencia y la epilepsia- son el 30 por ciento de todas las enfermedades no transmisibles. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">A ese respecto, Chan precisó también que "el 75 por ciento de esos desórdenes se presentan en países de ingresos bajos y medios". En el lanzamiento del programa participaron representantes de países como Ruanda, donde el genocidio de 1994 dejó graves secuelas en la salud mental de la población, y de Sri Lanka, donde un conflicto interno que ya dura treinta años también ha tenido un impacto similar en la población. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Para ilustrar todo lo que queda por hacer en este ámbito, Saraseno aludió a un reciente estudio de la OMS en 14 países que evidenció que entre el 76 y 85 por ciento de los casos graves no recibieron un tratamiento en el año anterior en naciones de ingresos medios. Pero aún más chocante fue -agregó- descubrir que "en países de ingresos altos entre el 35 y el 50 por ciento de los casos tampoco recibieron ningún tratamiento" en los doce meses previos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Un problema mayor que ha constatado la OMS es que la mayoría de países dedican menos del dos por ciento de su presupuesto sanitario a la salud mental, lo que carece de sentido en términos económicos ya ese tipo de enfermedades tienen un alto coste no sólo para las familias, sino para las economías. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">"Tomar acciones al respecto tiene sentido económico. Estos desórdenes interfieren de manera sustancial con la capacidad de los niños para aprender y de los adultos para funcionar en familia, en sus trabajos y en la sociedad en general", subrayó la directora general de la organización sanitaria. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Fuente: Quedigital</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ESPAÑA: Aseguran que aviones de la CIA hicieron escala en Tenerife]]></title>
<link>http://bonsaidelainformacion.wordpress.com/?p=3385</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 14:43:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>bonsaidelainformacion</dc:creator>
<guid>http://bonsaidelainformacion.pt-br.wordpress.com/2008/10/09/espana-aseguran-que-aviones-de-la-cia-hicieron-escala-en-tenerife/</guid>
<description><![CDATA[Un informe de Amnistía Internacional sostiene que 15 aeropuertos españoles prestaron cobertura a m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Un informe de Amnistía Internacional sostiene que 15 aeropuertos españoles prestaron cobertura a misiones secretas de EEUU y que la Unidad Exterior de Policía participó en los interrogatorios de trece presos de Guantánamo. <!--more--></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Amnistía Internacional (AI) denunció ayer que entre 2002 y 2007 unos noventa vuelos de la Agencia Central de Inteligencia (CIA) con origen o destino a centros de detención secreta como la base militar de Guantánamo (Cuba) hicieron escala en quince aeropuertos españoles, principalmente en Palma de Mallorca y Tenerife. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">El director de AI en España, Esteban Beltrán, aseguró que, como otros países europeos, durante más de cuatro años España dejó que la CIA utilizase los aeropuertos y el espacio aéreo español en operaciones de detenciones secretas y entregas extraordinarias que vulneran el derecho internacional y los derechos humanos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Según recoge el informe al margen de lo que puedan añadir otras investigaciones como la que se está llevando a cabo en la Audiencia Nacional, el Parlamento Europeo ha demostrado que hasta finales de 2005, 68 aviones supuestamente vinculados a la CIA hicieron escala en España. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">A su vez, investigaciones posteriores constataron que otra docena de vuelos de la CIA recalaron en aeródromos españoles, amparados por un convenio de Cooperación y Defensa suscrito entre España y el Gobierno de los Estados Unidos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Según el informe de Amnistía Internacional varios de estos aviones podrían haber trasladado a personas detenidas ilegalmente. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">En cualquier caso, unas doscientas personas llegaron a Guantánamo en aviones militares estadounidenses que, aunque no siempre despegaron de bases españolas, sí cruzaron el espacio aéreo español, cuyo uso está controlado por las autoridades españolas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Además de denunciar el uso de los aeropuertos y del espacio aéreo español para operaciones vinculadas a la llamada "guerra contra el terror", el informe de AI critica que el Gobierno nunca haya informado de estos vuelos ni al Parlamento Europeo, ni al Consejo de Europa, ni al Congreso de los Diputados. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">El documento también acusa a la Unidad Exterior de la Policía (UEP) de haber participado en los interrogatorios de al menos trece presos de Guantánamo en julio de 2002 y de ser cómplices de las torturas cometidas por los estadounidenses en esa prisión "con el propósito de obtener información". </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Igualmente, califica de "inquietantes" las extradiciones y expulsiones aprobadas por el Ejecutivo español y que, firmadas con el pretexto de luchar contra el terrorismo, permiten que solicitantes de asilo político sean devueltos a países como Marruecos, Argelia, Egipto o Estados Unidos, donde no se garantiza la salvaguarda de los derechos humanos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Por todo ello, exige al Gobierno que colabore "activamente" con la Audiencia Nacional, que investiga en qué medida se ha implicado España en estos hechos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Fuente: El Día - Tenerife</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Press Room: Público x 3]]></title>
<link>http://esferadohorizonte.wordpress.com/?p=627</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 14:42:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>maverick47</dc:creator>
<guid>http://esferadohorizonte.pt-br.wordpress.com/2008/10/09/press-room-publico-x-3/</guid>
<description><![CDATA[Três notícias do Público merecem especial destaque. Desde logo, a notícia de que, afinal, a redu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Três notícias do Público merecem especial destaque. Desde logo, a notícia de que, <a href="http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1345411&#38;idCanal=57">afinal, a redução fiscal ontem anunciada por José Sócrates poderá não passar de mais um engodo</a>, fruto da propaganda balofa a que nos fomos habituando com este Governo. O PM garantia que 80% das empresas beneficiariam deste pequeno choque fiscal,</p>
<blockquote><p>Mas segundo as estatísticas da Direcção-geral dos Impostos (DGCI) e respostas dadas por fonte oficial do Ministério das Finanças à Agência Lusa, a medida poderá não atingir a maioria das empresas. Primeiro, porque as estatísticas da DGCI referentes a 2006, as únicas publicadas, mostram que das mais de 317 mil declarações de imposto entregues naquele ano, apenas <strong>36 por cento</strong> apresentaram resultados suficientes para que tivessem de pagar imposto. <strong>Logo, se tal se mantiver, só estas empresas irão beneficiar desta redução de taxa porque, na prática, as restantes já não pagam IRC. </strong></p>
<p>Mas é o próprio Ministério das Finanças a admitir que a medida apenas irá beneficiar 80 por cento das empresas, se estas passarem a apresentar resultados diferentes dos que têm vindo a apresentar.</p>
<p>Em declarações à Lusa, fonte oficial daquele Ministério garante que serão beneficiadas 100.797 empresas que apresentaram, em 2007, matéria colectável entre zero e 12.500 euros e mais de 66 mil empresas que declararam uma matéria colectável superior a 12.500 euros. Depois, a estas, juntam-se 201.094 empresas que naquele mesmo ano apresentaram matéria colectável nula ou negativa. Assim, estas mais de 200 mil empresas apenas beneficiarão da redução de taxa se passarem a apresentar uma matéria colectável positiva. E é essa a conta que José Sócrates terá feito. Somou algumas destas mais de 200 mil empresas às restantes cerca de 167 mil de forma a chegar a um número que corresponde a 80 por cento do universo total das mais de 367 mil declarações entregues em 2007.</p>
<p>O PÚBLICO confrontou as Finanças com os dados estatísticos da DGCI, mas não obteve resposta.</p></blockquote>
<p><strong>Quando li que as empresas iam pagar menos impostos, não queria acreditar. <em>Até que enfim uma boa notícia!</em><a href="http://esferadohorizonte.wordpress.com/2008/10/08/jose-socrates-anuncia-baixa-de-impostos/">Elogiei sinceramente o Governo</a>. Mas, pelos vistos, era mesmo bom demais para ser verdade.</strong></p>
<p style="text-align:center;">---------------------------------------</p>
<p>Do outro lado da fronteira, agora também se aproveita a situação internacional para sacudir a água do capote. <a href="http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1345423&#38;idCanal=57">Zapatero, cujo Governo é tido como o principal responsável pela recessão da economia espanhola, vem agora dizer que o FMI, veja-se, não tem feito suficiente para evitar a crise</a>. Mas parece que há uma razão para a escolha deste alvo (e não da UE, da ONU, ou até da NATO): é que a instituição tornou recentemente públicas previsões bastante negras para o futuro próximo em Espanha. <strong>Para Zapatero, a melhor defesa contra a verdade é atacar o emissor, e não corrigir o que está mal. O preconceito turva o juízo.</strong></p>
<blockquote><p>“O FMI, após tudo o que se passou neste último mês, não o tenho visto a tomar uma iniciativa, porque ele é o organismo que é e que tem o seu papel” neste processo, declarou Zapatero, numa conferência conjunta como o homólogo polaco, Donald Tursk.</p>
<p>Na sequência das previsões fortemente recessivas apresentadas ontem pelo FMI, José Luis Zapatero sublinha que respeita os dados do Fundo, que apontam para um período de recessão no próximo ano, acrescentando que o seu Governo está a trabalhar para melhorar o comportamento da economia. O FMI antecipa uma contracção de 0,2 por cento do Produto Interno Bruto espanhol em 2009, depois de atingir uma progressão de 1,4 por cento ainda este ano.</p>
<p>A recessão económica em Espanha será acompanhada pelo agravamento do desemprego, cuja taxa irá aumentar para 11,2 por cento este ano e saltar para 14,7 por cento no ano seguinte, prevê ainda o FMI. “As previsões [do FMI] são um pouco negativas em comparação com as que temos em vista”, reconheceu o ministro espanhol da Economia, Pedro Solbes.</p></blockquote>
<p style="text-align:center;">---------------------------------------</p>
<p style="text-align:left;">Por fim, a segurança nacional. <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1345450&#38;idCanal=12">Os dois principais partidos não chegam ao necessário consenso sobre que nomes indicar para o órgão que fiscaliza o corpo de intelligence</a>. Um impasse que levanta especulações:</p>
<blockquote><p>O presidente da Assembleia da República (AR) desmarcou hoje a eleição dos membros do Conselho de Fiscalização do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP), agendadas para amanhã, por falta de indicação dos candidatos, que devia ser feita pelos dois maiores partidos. PS e PSD ainda não chegaram a acordo quanto aos três nomes a indigitar, cuja eleição depende dos votos favoráveis de dois terços dos deputados em funções.</p>
<p>As eleições foram marcadas em Setembro em conferência de líderes e deviam decorrer no mesmo dia que a eleição do novo provedor de Justiça, mas esta votação já tinha sido adiada sem data na semana passada, por falta de tempo para cumprir as formalidades legais para eleger o sucessor de Nascimento Rodrigues. De acordo com o Regimento da AR, a apresentação de candidaturas aos cargos exteriores à Assembleia devem ser apresentadas até 30 dias antes da data da eleição, mas tal não aconteceu nem no caso do provedor nem dos membros do CFSIRP.<span style="font-size:11px;"><br />
</span></p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sorprendentes cambios de opinión ante la crisis]]></title>
<link>http://repercusionespoliticas.wordpress.com/?p=101</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 22:39:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alfonso</dc:creator>
<guid>http://repercusionespoliticas.pt-br.wordpress.com/2008/10/09/sorprendentes-cambios-de-opinion-ante-la-crisis/</guid>
<description><![CDATA[
Ya comentaba el pasado martes la extraña relación del PSOE con la economía y sus cambios. Pero e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.diariocritico.com/diariocritico/nacional/pieza/1223381849_pieza.jpg" alt="" width="500" height="150" /></p>
<p>Ya comentaba el pasado martes la <a href="http://repercusionespoliticas.wordpress.com/2008/10/06/merito-mio-culpa-de-los-demas/">extraña relación</a> del PSOE con la economía y sus cambios. Pero el cambio actual de opinión sobre la crisis es todo un escándalo. Leo en el blog de <a href="http://repercusionespoliticas.wordpress.com/2008/10/06/merito-mio-culpa-de-los-demas/">Alberto Noguera</a> la cronología de los cambios de opinión de Zapatero ante la crisis. Copio desde su blog esta aportación:</p>
<ul>
<li><em>5 de Febrero: <a href="http://www.soitu.es/soitu/2008/02/25/info/1203976856_011862.html">La <strong>desaceleración</strong> "no será ni profunda ni prolongada"</a>.</em></li>
<li><em>29 de Abril: <a href="http://www.elconfidencial.com/cache/2008/04/29/54_zapatero_tacha_antipatriotas_quienes_exageran_sobre_gravedad_crisis.html">Zapatero vuelve a tachar de "antipatriotas" a quienes <strong>"exageran"</strong> la crisis económica</a>.</em></li>
<li><em>9 de Mayo: <a href="http://www.libertaddigital.com/index.php?action=desanoti&#38;cpn=1276329984">"Una <strong>desaceleración transitoria</strong>, ahora más intensa"</a>.</em></li>
<li><em>24 de Junio: <a href="http://www.elpais.com/articulo/economia/Zapatero/asume/crisis/elpepieco/20080624elpepieco_1/Tes">"La economía española experimenta una <strong>fuerte desaceleración</strong>, casi un frenazo"</a>.</em></li>
<li><em>29 de Junio: <a href="http://www.adn.es/politica/20080629/NWS-0157-economia-opinable-crisis-hay.html">"Es <strong>opinable</strong> si hay o no crisis en la economía"</a>.</em></li>
<li><em>2 de Julio: <a href="http://www.elmundo.es/elmundo/2008/07/02/espana/1215009479.html">"La economía vive una <strong>situación "difícil y complicada"</strong></a>.</em></li>
<li><em>7 de Octubre: <a href="http://www.elpais.com/articulo/economia/Zapatero/reclama/esfuerzo/pais/aguda/crisis/internacionales/recuerda/elpepueco/20081007elpepueco_8/Tes">"<strong>La más aguda</strong> de las crisis internacionales que se recuerda"</a>.</em></li>
</ul>
<p><!--more--></p>
<p>Estamos ante la evidencia de que Zapatero mentía en sus declaraciones anteriores. Sabía lo que iba a pasar porque es el Presidente del Ejecutivo, no un economista del tres al cuarto. Si esto no se refleja en las urnas, es que España tiene un problema muy serio como ya lo tuvo en 1993, año en que el PSOE ganaba las elecciones tras los asesinatos del GAL y la corrupción.</p>
<p>Sus cambios de opinión se parece a los del antiguo diario francés "El Monitor", en marzo de 1815 y que he visto en un <a href="http://meneame.net/story/zp-crisis-donde-dije-digo-digo-diego#comment-28">comentario</a> de Menéame:</p>
<ul>
<li><span style="font-family:Verdana;"><em>9 de Marzo: El <strong>Monstruo</strong> se escapó de su destierro. </em></span></li>
<li><span style="font-family:Verdana;"><em>10 de Marzo: El <strong>Ogro</strong> corso ha desembarcado en Cabo Juan.<br />
</em></span></li>
<li><span style="font-family:Verdana;"><em>11 de Marzo: El <strong>Tigre</strong> se ha mostrado en el terreno. Las Tropas avanzan para detener por todos lados su progreso. Asi concluirá su aventura miserable llegando a ser a un vagabundo entre las montañas. </em></span></li>
<li><span style="font-family:Verdana;"><em>12 de Marzo: El <strong>Monstruo</strong> actualmente ha avanzado por Grenoble.<br />
</em></span></li>
<li><span style="font-family:Verdana;"><em>13 de Marzo: El <strong>Tirano</strong> está ahora en Lyon. Cunde el temor en las calles por su aparición.<br />
</em></span></li>
<li><span style="font-family:Verdana;"><em>18 de Marzo: El <strong>Usurpador</strong> se ha aventurado a acercarse. está a 60 horas de marcha de la capital. </em></span></li>
<li><span style="font-family:Verdana;"><em>19 de Marzo: <strong>Bonaparte</strong> avanza con marcha forzada, pero es imposible que él pueda alcanzar París.<br />
</em></span></li>
<li><span style="font-family:Verdana;"><em>20 de Marzo: <strong>Napoleón</strong> llegará a los muros de París mañana. </em></span></li>
<li><span style="font-family:Verdana;"><em>21 de Marzo: El <strong>Emperador</strong> Napoleon está en Fontainebleau.</em></span></li>
<li><span style="font-family:Verdana;"><em>22 de Marzo: La tarde de ayer <strong>Su Majestad El Emperador </strong>hizo su entrada pública y llegó a las Tullerias. Nada puede exceder la alegría universal ¡Viva el Imperio!</em></span></li>
</ul>
<p><span style="font-family:Verdana;"><br />
<em><br />
</em></span><span style="font-family:Verdana;"><em></em></span></p>
<p><em></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chile: &iquest;por qu&eacute; Lagos abandona carrera presidencial (por ahora)?]]></title>
<link>http://aquevedo.wordpress.com/?p=3126</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 21:19:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo Aquevedo</dc:creator>
<guid>http://aquevedo.pt-br.wordpress.com/2008/10/08/chile-%c2%bfpor-que-lagos-abandona-carrera-presidencial-por-ahora/</guid>
<description><![CDATA[Cómo se fue despejando el camino para dar un paso al lado
El puzzle que resolvió Lagos

&nbsp;
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cómo se fue despejando el camino para dar un paso al lado<br /></strong></p>
<div class="art_titulo"><strong><font size="4">El puzzle que resolvió Lagos</font></strong></div>
<div class="art_titulo"></div>
<div class="art_bajada"><em><strong></strong></em>&#160;</div>
<div class="art_bajada"><em><strong>&#160;</strong></em></div>
<p>Las razones del ex mandatario para cerrar un capítulo sobre su eventual candidatura están llenas de sabrosas hipótesis. La mala relación con los partidos, su distancia del clima político que reina en la Concertación y su estancamiento en las encuestas son algunas de las condiciones que el ex presidente habría tomado en cuenta. En la coalición, hoy nadie piensa ir a buscarlo a Caleu, y a él parece no interesarle. Por ahora.</p>
<p>Por Pablo Basadre G.</p>
<p>En el último tiempo el ex presidente Lagos ha conversado con diversos dirigentes políticos internacionales. Su rol como enviado especial de las Naciones Unidas para el Cambio Climático le ha permitido viajar y encontrarse con muchos de ellos. Fue en uno de esos encuentros cuando se juntó con Beatriz Paredes, una de las líderes del poderoso PRI mexicano.</p>
<p>En la charla, la mujer le habría dicho al ex mandatario que su figura para el progresismo latinoamericano representaba una reserva política y moral que no valía la pena dilapidar en una elección. Algo que coincidió con lo que hacía tiempo venía planteándose el ex mandatario en su fuero interno. Las dudas sobre una eventual candidatura lo acechaban, debido al escaso apoyo de los partidos, el desorden de la coalición y su estancamiento en las encuestas. Cercanos a Lagos desconocen la conversación, sin embargo, no descartan que haya ocurrido.</p>
<p>La reacción de los partidos de la Concertación a las palabras del ex mandatario, valorándolas como un despeje del camino presidencial, sobre todo para el PS, confirmaron las dudas de Lagos. “Le quitó la lápida a Insulza”, comentaron cercanos al Pánzer. Por su parte, el presidente del PS, Camilo Escalona, habló “de una decisión definitiva”.</p>
<p>En el PS afirman que Lagos contaba con un buen plan, pero que –al igual que el Transantiago- fue mal implementado. "Desde su entrevista en Punta Arenas que él se instaló como candidato presidencial. Y si tenía la idea de que lo fueran a buscar, debería haber guardado silencio. Lo único que hizo ahora fue despejar el camino", comenta una alta fuente del partido.</p>
<p>Pero en su entorno descartan las hipótesis. Su cuñado, Pedro Durán, quien colabora con él en la confección de su agenda para el apoyo a los candidatos a alcaldes y concejales en las distintas comunas, prefiere restarle importancia. Durán explica a <strong>El Mostrador.cl</strong> que "sólo ha reafirmado algo que ya había dicho. Es muy probable que las lecturas que se hagan puedan ser más ricas que antes, pero sus declaraciones fueron coherentes con lo que dijo en marzo pasado".</p>
<p><strong>El PPD de Auth</strong></p>
<p>Uno de los problemas para la directiva del PPD en este tiempo fue la negativa de Lagos, en privado y en público, de ser la carta del partido para las próximas elecciones. El ex presidente les expresó siempre que no tenía disposición para "bregar por una candidatura presidencial".</p>
<p>Para algunos miembros del PPD, el mayor conflicto de Lagos con su partido está en el poco control que tiene de la directiva actual, con el ingrediente de la fuerte presencia del senador Guido Girardi, con quien nunca se ha entendido bien. Sin embargo, cercanos al actual timonel Pepe Auth, descartan esos problemas y aseguran que nunca se desestimó a Lagos -uno de los fundadores del partido- como un futuro candidato.</p>
<p>En la directiva PPD aseguran que el partido creció con Lagos en La Moneda y que hicieron importantes esfuerzos por incluir a su hijo, el ex ministro Ricardo Lagos Weber, como miembro de la mesa. Sin embargo, insisten que "la condición 0" para ellos era que por lo menos estuviera dispuesto a competir. Un miembro de la directiva comenta que se conversó más de alguna vez la posibilidad de plantear como PPD la fórmula de un precandidato propio y definición a través de encuestas. El camino ideal para Lagos, explican, tomando en cuenta la distancia que existía entre el ex mandatario y los demás aspirantes a la presidencia. “Pero nunca recibimos ninguna señal. No podemos alinearnos con alguien que no quiere ni pública ni privadamente ser candidato. La posibilidad que ve seguramente es que todas las opciones de la Concertación se desplomen y él sea el único sobreviviente, pero por el momento el escenario es otro y muy diferente”, comenta una alta fuente PPD.</p>
<p>En la tienda el problema podría ser mayor, pues con la bajada de Lagos no quedan en buen pie para una negociación de la plantilla parlamentaria. Aunque en la directiva explican que con el escenario actual "el PPD es imprescindible para cualquier candidato de la Concertación".</p>
<p><strong>Tal como le ocurrió a Perón</strong></p>
<p>En el PS están convencidos, tanto en el círculo de Escalona como en la disidencia, que Lagos no será candidato. A propósito de este nuevo escenario, un antiguo dirigente y miembro de la Comisión Política del PS comenta que las palabras del ex ministro Genaro Arriagada, pronunciadas hace pocos días respecto a que Lagos subiría como "espuma" luego de dar un paso al costado, sólo refleja la semejanza que tenemos con el pueblo mexicano: "No hay muertos malos en Chile, los adoramos. Ahora que Lagos se retiró definitivamente, Arriagada configura un salto en las encuestas y es muy probable que la gente comience a decir que hizo un gesto de grandeza al salirse de la carrera presidencial y dejar el camino despejado", explica.</p>
<p>Para la directiva del PS, Insulza se afirma en este escenario. Y no olvidan la "generosidad" que tuvo en la presidencial pasada, cuando podría haberse instalado como candidato y sin embargo, "al ver que Bachelet había explotado en las encuestas de inmediato notificó al PS que se bajaba de cualquier intento", confiesa un cercano. En esos aspectos, dicen, existe una gran diferencia entre Lagos e Insulza.</p>
<p>En la decisión de cuadrarse con Insulza también ha pesado un hecho evidente: Camilo Escalona, su principal líder, no tiene una buena relación con Lagos. En su libro "Chile, 20 años después", el timonel habla del grave error cometido por el gobierno de Lagos al impulsar el Transantiago y desliza criticas al ex mandatario. También influyó el hecho de que el Transantiago ha causado problemas para sus candidatos a alcaldes y concejales. Un cercano a Escalona comenta que éste recibe a diario a distintos candidatos para conversar sobre la campaña y todos le han declarado el mismo problema latente en la ciudadanía: el sistema de transportes.</p>
<p>Sobre las diferencias que ha mostrado Escalona con el laguismo, el círculo del ex presidente dice que el timonel PS habla desde el "búnker", en alusión al cargo que desempeñó en el gobierno de Lagos en una oficina ubicada en el subterráneo de La Moneda cuando era asesor en temas sociales.</p>
<p>Hoy, en el PS, el capitulo de Lagos está cerrado: "Si el ex presidente está esperando que le ocurra lo de Perón y que la Concertación entera viaje a Madrid a buscarlo, está equivocado, los tiempos no están para eso", dice un miembro de la directiva.</p>
<p>Pero con Lagos no se sabe. Un cercano confiesa que el ex presidente no le ha declarado a nadie “personalmente” que no será candidato presidencial de la Concertación. "Es decir, no se ha bajado frente a nadie, lo que lo deja en libertad de acción", comenta. Y agrega: “sin deudas, como se dice en política”. De ahí que muchos crean que lo del domingo pasado no fue su última palabra.</p>
<p><strong><font size="3"></font></strong>&#160;</p>
<p><strong><font size="4">Cómo queda el mapa presidencial tras la notificación de Lagos</font></strong></p>
<p>Nuevos nombres y definiciones en tierra derecha</p>
<div class="art_titulo"></div>
<div class="art_bajada">Luego de la irrupción del ex presidente en la televisión y los diarios, los partidos comenzaron a sacar sus cuentas. Algunos dicen que el camino está despejado y en todas las tiendas concertacionistas aseguran que tendrán precandidatos presidenciales sí o sí. Nadie quiere quedarse fuera de la carrera presidencial. Tampoco la izquierda extraparlamentaria, que se encuentra preparando el desembarco del ex ministro PS Jorge Arrate como su abanderado.</div>
<div class="art_bajada">&#160;</div>
<p>Por Pablo Basadre G.</p>
<p>El ex presidente Ricardo Lagos eligió un diario y un canal de televisión para notificarle al país de que no será candidato en las próximas elecciones presidenciales. A pesar de que en el laguismo aseguran que el ex mandatario “no se ha movido ni una coma” de lo que ha manifestado antes, el mapa se despejó y de inmediato creó un nuevo escenario político.</p>
<p>En su partido, el PPD, reconocen que luego de enterarse a través de los medios de comunicación de la decisión, ellos llevarán sí o sí precandidato presidencial. A la idea que públicamente han declarado, la del ministro Sergio Bitar, se sumaría la posibilidad del senador Guido Girardi y posiblemente la del ex ministro vocero e hijo del ex presidente, Ricardo Lagos Weber. “Vamos a recoger el guante que dejó Lagos al decir que había que dar paso a las nuevas generaciones”, comenta un dirigente de la tienda.</p>
<p>La idea del PPD no sólo es tener un abanderado para negociar plantillas parlamentarias, sino que también porque quieren evitar quedarse fuera del debate presidencial.</p>
<p>El PRSD hará lo propio y lanzará la precandidatura del senador José Antonio Gómez. Al igual que sus compañeros de pacto municipal recorrerán Chile y tienen pensado incluso una fecha similar de proclamación: 6 de diciembre. Aunque los radicales creen que si los resultados de las municipales del 26 de octubre les favorecen, la opción del senador Gómez podría adelantarse. “Todo esto con el fin de dar a conocer al país lo que queremos como PR”, comenta un cercano a Gómez.</p>
<p>La maniobra del PPD y del PRSD traerá consecuencias para otros partidos de la Concertación, en especial para la Democracia Cristiana. El 14 de diciembre, cuando se realicen las primarias internas para elegir al abanderado de la falange, existirán tres precandidatos: José Miguel Insulza por el PS –proclamado tras la Convención el 29 de noviembre- José Antonio Gómez del PRSD y Girardi, Bitar o Lagos Weber por el PPD.</p>
<p><strong>Creando realidad</strong></p>
<p>Para muchos en la Concertación, luego de la agenda comunicacional de Lagos el fin de semana, se generaron una serie de hechos políticos. En el caso de Insulza, después de una larga reunión con la disidencia del PS, logró que se cuadraran tras su nombre. El camino, según cercanos a Insulza, comenzó a despejarse. Por eso, más allá de la pugna Frei-Alvear, que tendrá su propia definición en diciembre, el Secretario General de la OEA sabe que su tarea no será fácil. Para concitar más apoyo, una de las primeras misiones es recomponer las deterioradas relaciones de su partido con el PPD. Sobre todo luego de la polémica generada tras la entrevista de Auth cuando le dio su apoyo al senador Frei. “Fue muy importante la declaración de Lagos ayer, porque ahora existe claridad para la ciudadanía sobre quiénes son los actores que están en carrera. Ahora la Concertación sabe que el candidato se definirá entre el PS y la DC”, comenta un cercano a Insulza.</p>
<p>El Panzer está entusiasmado y regresará a Chile entre el 18 y el 22 de octubre, pues su intención es estar en Chile días antes de las elecciones y votar en su comuna. Insulza sabe lo importante que será marcar presencia, sobre todo luego que los propios militantes de su partido, tanto del núcleo de Escalona como de la disidencia, se lo pidieran.</p>
<p><strong>Las cuentas alegres de Frei</strong></p>
<p>En el freísmo están satisfechos, pues en estos días han visto cómo las ideas del senador se han materializado poco a poco. “Lo del presidente Lagos es una decisión que respetamos y creemos que ha generado diversos hechos políticos. El más importante es que la idea de Eduardo Frei de hace cuatro meses de llevar un candidato único de la Concertación logró consenso absoluto”, comenta el ex ministro Belisario Velasco.</p>
<p>En el freísmo creen que el senador ha sido capaz de adelantarse a los temas, tal como ocurrió con el Transantiago cuando dijo que el Estado debía tomar el control del plan de transporte, lo que significaba estatizar los recorridos debido a las pérdidas económicas que estaba ocasionando. Pero también sienten que doblegaron la decisión del círculo de la senadora Alvear respecto de llegar hasta el final con una candidatura DC.</p>
<p>Mientras eso ocurre en la Concertación, al otro lado, la izquierda extraparlamentaria tampoco quedó indiferente tras los anuncios de Lagos. Después de la ya famosa notificación y de la decisión del PS por Insulza, comenzó a tomar más fuerza para el Juntos Podemos la posibilidad del ex ministro Jorge Arrate como abanderado. Las conversaciones para su desembarco están avanzadas y según fuentes del PC es el nombre que mayor consenso ha ganado. “La opción de Arrate está por sobre la del senador Alejandro Navarro, pues él podría darle concepto a una candidatura”, comentan en el PC. En la izquierda extraparlamentaria esperan que el ex ministro del Trabajo renuncie a su militancia PS y se convierta en su rostro presidencial.</p>
<p>El Mostrador.cl</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Importancia de la Informetría para la formulación de la política general sobre información científica y técnica nacional]]></title>
<link>http://melvynmorales.wordpress.com/?p=14</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 19:41:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>melvynmorales</dc:creator>
<guid>http://melvynmorales.pt-br.wordpress.com/2008/10/08/importancia-de-la-informetria-para-la-formulacion-de-la-politica-general-sobre-informacion-cientifica-y-tecnica-nacional/</guid>
<description><![CDATA[Melvyn Morales-Morejón
moralesmmm@yahoo.com
Publicado originalmente en: Actualidades de la Informac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Melvyn Morales-Morejón<br />
moralesmmm@yahoo.com</p>
<p>Publicado originalmente en: <strong>Actualidades de la Información Científica y Técnica</strong>. 17(3): 43-52; junio, 1986.</p>
<p><strong>I.</strong> <strong>Consideraciones generales</strong></p>
<p>En el quinquenio 1981-1985 el Estado dedicó recursos humanos, financieros y materiales al desarrollo eficaz de la Actividad Científico Informativa (ACI), dando respuesta a las encomiendas de los Congresos I y II del Partido Comunista de Cuba, dentro del marco de la política científico-informativa. Estos recursos, en dicho quinquenio, fueron asignados, fundamentalmente, al proyecto de la Biblioteca Central de Ciencia y Técnica, que completa las funciones de un Instituto de información, en este caso del Instituto de Documentación e Información Científica y Técnica (IDICT) (al cual se adscribe), entidad de información científica y técnica con status de instituto, no por sus funciones de órgano rector del Sistema Nacional de Información Científica y Técnica (SNICT), sino por sus funciones científico-informativas.</p>
<p>Ambas entidades, en una misma institución, pueden armonizar y complementar entre sí las funciones de la actividad bibliotecaria y de la actividad científico-informativa. Esta ultima actividad, con el fondo de información de que dispone el IDICT en la actualidad, nunca antes visto, podrá desarrollar exitosamente los servicios de documentación y de análisis de información.</p>
<p>Es necesario e importante destacar que confundir las funciones y tareas de la actividad bibliotecaria con las de la ACI significa renunciar a reconocer esta última como una variedad independiente del trabajo científico. “Si esto fuera así, no habría que preparar cuadros especializados para dicha actividad, ni que elaborar su teoría y metodología, etc.” (1, p. 7). Los servicios de análisis de información son característicos de institutos y centros de análisis de información, como son los informes de pronósticos, reseñas analíticas, reseñas analíticas evaluativas sobre el estado y tendencias de desarrollo de la ciencia y la técnica, entre otros; los que sólo pueden ser elaborados con eficiencia por especialistas altamente calificados en sus respectivas disciplinas científicas y técnicas.</p>
<p>En relación con ello, es conveniente señalar que en el Centro de Adiestramiento Técnico del Sistema Nacional de Información Científica y Técnica se preparan (con la asistencia del Instituto para la Evaluación de la Calificación de los Trabajadores de la Información) los primeros especialistas, en su gran mayoría ingenieros, para el análisis de la información. No es casual que exista el cargo de Informático Analista para las actividades de análisis de información, el cual está comprendido entre las medidas tomadas en el quinquenio 81-85 para el perfeccionamiento del SNIICT.</p>
<p>No es fortuito que institutos y centros de información científica y técnica de otros países tengan bien estructuradas y definidas sus respectivas unidades para el análisis de información; por ejemplo, el Instituto Central de Información Científica y Técnica de Bulgaria (CINTI), el Instituto Central de Información y Documentación de la RDA (ZIID), el Centro de Información Científica de la Academia de Ciencias de la RDA (WIZ), el Instituto de Información Científica de Ciencias Sociales de la URSS (INION), la Biblioteca del Congreso de los Estados Unidos de América que tiene un Centro de Análisis de Información con 600 analistas que curiosamente de denomina biblioteca, por cuestiones de tradición, pero que en realidad, es un instituto de información científica y técnica de alto nivel.</p>
<p>El SNICT dispone de una base técnico-material más potente. A través del Subprograma 17 del Programa para el Desarrollo Acelerado de la Ciencia y la Técnica, los órganos nacionales del SNICT han recibido equipos para sus respectivas actividades, dirigiéndose el mayor porcentaje al reforzamiento de la base tecnológica del IDICT, como órgano rector del SNICT. Se instala el Centro de Distribución de Bases de Datos, que dispondrá de los sistemas EC-1035 y ESTEL 4.2 para el Sistema Nacional Automatizado de ICT. Se creó el Centro de Intercambio Automatizado de Información del SNICT, que enlaza a este con los centros de base de datos de otros países, fundamentalmente de países socialistas. Se asignan grandes recursos financieros para la adquisición de literatura científica y técnica. A nivel de SNICT se reciben más de 5 000 títulos de revistas científicas y técnicas en todas las disciplinas por distintas vías de adquisición. Se disponen de mejores repertorios y obras de referencia sofisticados.</p>
<p>No obstante todos los recursos económicos destinados por el Estado a la actividad científico-informativa, no existe una correspondencia de uso de información con los mismos a nivel nacional. Tampoco existe una exhaustiva divulgación de los recursos informativos de que dispone el país, con vistas a que los órganos nacionales, y los propios usuarios, hagan uso de los mismos en función del desarrollo de la ciencia y la técnica nacionales.</p>
<p>En SNICT prevalecen, mayoritariamente, los servicios bibliotecarios masivos (sala de lectura, referencias, información señal de tablas de contenido) sobre los servicios de documentación y de análisis de información. El desarrollo de la ciencia y la técnica exige a todos los órganos nacionales integrantes del SNICT una atención especial a los órganos selectivos, ya que los servicios bibliotecarios masivos, por regla general, saturan en gran medida, el tiempo de los especialistas con información científica y técnica imprecisa para sus intereses; característicos de ello son los servicios de tabla de contenido, los que cumplen una función útil en una etapa dada de la actividad científica del especialista, pero que a partir de un momento, éste siente la necesidad de auxilio de otro servicio, más selectivo, que permita estar mejor informado (con precisión) y disponer de más tiempo para su actividad fundamental.</p>
<p>Sólo los servicios de documentación y de análisis de información pueden salvar esa situación. Es por eso, que en la política científico-informativa se debe contemplar la realización de investigaciones científicas con el propósito de su aplicación para elevar la eficacia de la actividad científico-informativa, en función del desarrollo acelerado de la ciencia y la técnica. Sobre esta base es esencial definir una política científica en la esfera de la informática, que contribuya al desarrollo acelerado de la ciencia.</p>
<p>Todos los recursos y esfuerzos que el Gobierno asigna para uno de los elementos básicos del potencial científico-técnico nacional: la información científica y técnica, deben estar en función del aseguramiento informativo de la política científica y tecnológica nacionales, dentro del marco de los objetivos globales de desarrollo del país.</p>
<p>Sobre este principio deben estar orientadaas las investigaciones informétricas, como medio para el perfeccionamiento y elevación de la eficiencia de los subsistemas del Sistema Nacional de Información Científica y Técnica (SNICT), que redunde en un mejor aseguramiento informativo de las actividades económicas del país.</p>
<p><strong>II. La información científico-técnica en la política científica y tecnológica nacional</strong></p>
<p>Se señala (2, p. 166) que la política tecnológica nacional tiene tres aspectos principales.</p>
<p>1. El desarrollo perspectivo del potencial científico-técnico nacional<br />
2. El uso más efectivo de este potencial para satisfacer las necesidades del desarrollo.<br />
3. La transferencia y asimilación más eficaz del conocimiento científico y tecnológico obtenible de otros países, a través de la asistencia técnica y la transferencia directa.</p>
<p>Como se observa, en los tres aspectos está presente la ICT como recurso esencial en la política científica y tecnológica nacional, lo que no es casual, pues la etapa contemporánea del desarrollo socio-económico y el desarrollo de la ciencia se caracteriza, entre otras cosas también, porque los problemas de la información científica se elevan al nivel de la política estatal. Estos problemas son parte indivisible de los programas de desarrollo nacional.</p>
<p>Como se ha señalado ya, se dedican esfuerzos a nivel de gobierno para desarrollar la actividad científico-informativa, para su coordinación a escala nacional e internacional. Se organizan sistemas nacionales de servicio informativo. Con toda fundamentación puede afirmarse que la elaboración y aplicación de la política científico-informativa (que pudiera denominarse política de información científico-técnica, acorde con la denominación oficial de la actividad científico-informativa en el Clasificador de Actividades Económicas (CAE) de Cuba) es nueva, una función totalmente definida de los órganos estatales, que clasifica en la rama 10.02.00 del Sector “Ciencia y Técnica” de dicho clasificador.</p>
<p>S. Gabrovska y V. Peycheva señalan que:</p>
<p>La superioridad del socialismo como sistema social se manifiesta también en la organización de la actividad científico-informativa. Los países socialistas fueron los primeros en concientizar la necesidad de la formación y la aplicación de la política científico-informativa nacional. A través de la creación de sistemas estatales únicos, elevaron el desarrollo de esta actividad a nivel de tarea con importancia nacional. A principios de la década del 60, en los países capitalistas más desarrollados también se planteó el examen del problema de formación de semejante política (en los EU. Informe de Wenberg al Presidente Kennedy de 1963; en Francia, Informe de una comisión bajo la dirección del Prof. Butri, de 963; en Inglaterra, Informe Shacleton, de 1964, etc.) (3).</p>
<p>Más adelante, estas dos autoras relacionan los factores fundamentales que contribuyen a este nuevo enfoque en la solución de los problemas de la actividad científico-informativa.</p>
<ol>
<li>Papel de la información científica para acelerar los ritmos del desarrollo económico y científico-técnico y elevar la eficiencia de las investigaciones científicas.</li>
<li>Necesidad de utilizar todo el espectro de información relevante en la toma de cada solución socio-política, económica y científico-técnica.</li>
<li>Reconocimiento de los recursos informativos como componente esencial e importante de los recursos nacionales con no menos importancia que las materias primas y las fuentes energéticas.</li>
<li>Grandes recursos empleados en el desarrollo de la actividad científico-informativa (del 5 al 10% de los gastos globales para las investigaciones científicas) y la incorporación a su esfera de un círculo de especialistas cada vez más amplio.</li>
<li>Influencia de los cambios acaecidos en el plano contemporáneo del conocimiento científico (elevación de la parte relativa de las investigaciones complejas, fortalecimiento de los procesos integracionistas y el movimiento interdisciplinario, la mayor diversidad de situaciones investigativas, etc.)</li>
<li>Necesidad social de vencer la desigualdad en el acceso de los usuarios a las fuentes de información científica debido a barreras socio-culturales, lingüísticas y terminológicas.</li>
</ol>
<p>Estos seis factores se corresponden con los principios fundamentales que se deben considerar en la ejecución de una política sobre la ciencia y la técnica (4).</p>
<ol>
<li>Desarrollo planificado de la ciencia y la técnica en función del progreso social.</li>
<li>Combinación adecuada de las investigaciones fundamentales y aplicadas, con mayor énfasis en estas últimas. </li>
<li>Asimilación y aprovechamiento de las tecnologías y avances científico-técnicos de otros países.</li>
<li>Introducción rápida y con criterio económico de los logros de la investigación en la producción y los servicios.</li>
<li>Fortalecimiento progresivo del potencial científico-técnico, mediante el desarrollo de los recursos materiales y humanos.</li>
</ol>
<p>De esto se infiere que, entre los factores fundamentales que influyen en la producción social, encuentra un lugar destacado la dotación informativa.. Al respecto, Yu. I Mijailov expresa que la dotación informativa de la producción social es asegurada no sólo mediante la información científica, técnica, económica, social y productiva nacional, sino también mediante información análoga extranjera, presentada en forma de experiencia extranjera. (5)</p>
<p><strong>Se sabe que</strong></p>
<p>la política científico-informativa es, en sentido general, un curso de acción a largo plazo por parte del gobierno en el campo de la información científica e incluye el sistema de medidas del poder estatal en la dirección de la actividad científico-informativa. Esta política garantiza una combinación óptima de las funciones de la dirección, planificación, cooordinación de control y regulación del servicio informativo a escala nacional.</p>
<p>La política científico-informativa, es, orgánicamente, una parte componente de la política estatal y una parte relativamente independiente de la política científica. Ella responde a los planes perspectivos de desarrollo de la economía nacional y las investigaciones científicas; garantiza una concentración del potencial informativo (de las fuentes informativas, cuadros, medios y base técnico material) en los campos decisivos del conocimiento científico y la actividad práctica para el progreso social. Esta política debe ser dinámica y flexible, para que pueda reaccionar a tiempo a los cambios constantes de las necesidades informativas bajo la influencia de una serie de factores subjetivos y objetivos, relacionados con las regularidades en el desarrollo de la ciencia y la producción. La política científico-informativa abarca los objetos, la estrategia y la téctica de desarrollo de la actividad científico-informativa. (3)</p>
<p><strong>III. La informetría para la formulación de la política científico-informativa</strong></p>
<p>Uno de los objetivos cardinales de las investigaciones informétricas que debe contribuir a la dirección, planificación, coordinación, control, regulación y pronosticación de la actividad científico-informativa en el ámbito del SNICT. Es por eso que el</p>
<p>objetivo de la política científico-informativa sólo puede formularse con la condición de que el sistema nacional de una actividad informativa se examine como subsistema de la sociedad, en su interacción con los demás subsistemas sociales: ciencia, producción, política, ideología, etc. Esto significa que sobre la formación del obejtivo de la política científico-informativa nacional influyen dos circuitos informacionales: 1. Información para las necesidades informacionales del supersistema social, que pueden caracterizarse como solicitudes sociales al sistema de información científica; 2. Información sobre la propia información científica: sobre el nivel alcanzado y las posibilidades del sistema de servicio informacional, sobre el potencial informativo contemporáneo y futuro, sobre las variantes eficaces de desarrollo de la actividad científico-informativa. (3)</p>
<p>Ahora bien, ¿qué importancia tiene la informetría para la elaboración de la estrategia y la táctica de la política científico-informativa, a fin de que se cumple cabalmente su objetivo global?</p>
<p>Antes de que se dé respuesta a esta pregunta, es necesario resaltar que el obejtivo global de una política científico-informativa es estimular:</p>
<p><strong></strong> el perfeccionamiento de la dirección de la ciencia a escala de macro y micronivel;</p>
<p><strong></strong> el desarrollo de las líneas científicas más perspectivas de importancia decisiva para la ciencia, la técnica y la economía de un país dado y la reducción del ciclo ciencia-producción;</p>
<p><strong> </strong>la elevación de la productividad social del trabajo.</p>
<p><strong> </strong>la determinación del objetivo global lo representa sólo la primera etapa. Este debe subdividirse por subobjetivos en forma de árbol de objetivos, en dependencia del nivel de la dirección social, de las actividades científico-investigativas, educacional y productiva. (3)</p>
<p>Sobre la base de la función de estimulación de la política científico-informativa puede relacionarse la importancia de la informetría en la determinación de su estrategia y táctica, que consiste en el aporte del análisis cuantitativo de la estructura y cualidades de la ICT y las regularidades de todos los procesos de comunicación científica en su relación con las demás actividades económicas, disciplinas científicas y técnicas y otras características, en función de la eficiencia social y técnico-económica de la actividad científico-informativa y de los problemas teóricos de la informática dentro del marco del SNICT como subsistema del Sistema de dirección de la Ciencia y la Técnica.</p>
<p>Precisamente aquí radica la importancia de esta disciplina métrica para la política científico-informativa nacional, en el suministro de información factográfica sobre la ACI y su valor para dicha política.</p>
<p>En la medida en que las investigaciones informétricas o informáticas se desarrollen como parte del perfeccionamiento de todo el sistema de las investigaciones científicas que exige el aceleramiento del progreso social, se elevará la eficiencia social de la actividad científico-informativa. Por ejemplo, la informetría mide el nivel de eficiencia del aseguramiento informativo de las necesidades informativas, analiza y compara los métodos empledos para dicho aseguramiento, y sus resultados son utilizados por la informática para elaborar nuevos métodos y evaluar qué medios técnicos son óptimos en la ACI. Los resultados de las investigciones informétricas contribuyen a tomar las decisiones más apropiadas en los sistemas de información, en particular, los sistemas integrales de información, para que “amplien las posibilidades de las funciones integrativas de la actividad científico-informativa e intesifique su papel sintetizador interdisciplinario”. (5)</p>
<p>En el caso de las investigaciones informétricas de flujos informacionales (Fig. 1), de algunos aspectos del tema de estudio de la informática, como por ejemplo, a partir de determinadas cualidades de la información científica (como la naturaleza social, la acumulatividad, la dispersión y la obsolescencia con un enfoque integral y sistémico por regiones geográficas, países, ramas de la economía nacional, disciplinas científicas y técnicas, tipos de producción, tipos de usuarios colectivos e individuales, tipos de fuentes de información, lenguas y otras características) se logra obtener resultados muy interesantes para la toma de decisiones dentro del marco de cualquier subsistema del SNICT y en su conjunto, así como para elaborar la estrategia y la táctica de la política científico-informativa, cuya acción y resultados son a largo plazo. Con el propósito de dar una visión más exacta del campo de aplicación de la informetría para la formulación de la política científico-informativa, se relacionan a continuación algunas aplicaciones.</p>
<p><strong>1.</strong> Determinación del grado de semejanza (coordinabilidad) de los indicadores de los documentos científicos y las necesidades informativas, que permita definir tipos de fuentes para satisfacer las diversas necesidades del ICT. (7)</p>
<p><strong>2.</strong> Cobertua deseable de las publicaciones científicas y técnicas primarias de las que se debe disponer en relación con los servicios de indización y resumen, en forma impresa y en cintas magnéticas.</p>
<p><strong>3.</strong> Determinación de conglomerados (cluster) de revistas científicas y técnicas por disciplinas científicas.</p>
<p><strong>4.</strong> Evaluación de bases de datos en cintas magnéticas con vistas a su adquisición directa o arrendamiento para su explotación por teleacceso (difinición del nivel de representatividad de la información por tipo de documento y factibilidad de adquisición de los mismos).</p>
<p><strong>5.</strong> Evaluación de las tendencias de investigación sobre la base del crecimiento de documentos científicos.</p>
<p><strong>6.</strong> Optimización de las inversiones financieras en la adquisición de fuentes de información y otras actividades informacionales; desarrollo de criterios óptimos de costos para a adquicisión.</p>
<p><strong>7.</strong> Política de conservación o eliminación de fondos informacionales científicos y técnicos.</p>
<p><strong>8.</strong> Organización y desarrollo de nuevos tipos de servicios de información por actividad específicas.</p>
<p><strong>9.</strong> Interrelación de las leyes informétricas y el uso de los servicios informacionales como fenómeno social.</p>
<p><strong>10.</strong> Determinación de las lenguas principales en que la ICT aparece por disciplinas y sugerencias de las lenguas extranjeras que los usuarios y trabajadores de la ACI debe conoceer para tener acceso a la misma; es decir, definición de la política de superación de los cuadros con respecto al conocimiento de lenguas.</p>
<p><strong>11.</strong> Definición del nivel de preparación que requieren los trabajadores de la ACI sobre la base de las tendencias de desarrollo de la ciencia.</p>
<p><strong>12.</strong> Diagnóstico y pronóstico de las necesidades de información a corto, mediano y largo plazo para contribuir a la planificación de los servicios informacionales de sun subsistema de ICT (por actividad económica, por tipo de documento y disciplina científica y problema) dado del SNICT.</p>
<p><strong>13.</strong> Definición de la dotación informativa por actividades económicas y promedio para todo el SNICT.</p>
<p><strong>14.</strong> Determinación del potencial informativo del SNICT en función de las actividades económicas priorizadas.</p>
<p><strong>15.</strong> Determinación de la política de colaboración internacional en el campo de la ICT con instituciones internacionales y nacionales de otros países.</p>
<p><strong>16.</strong> Determinación de indicadores de eficiencia técnico-económica del funcionamiento de servicios informacionales.</p>
<p><strong>17.</strong> Determinación del hábito de cita entre autores de distintas disciplinas.</p>
<p><strong>18.</strong> Determinación del grado de penetración de la literatura científica y técnica de un país a otro, así como su influencia en las soluciones científico-técnicas y económicas. Análisis de la política, criterios y procedimientos de la práctica de “robo de cerebros” a partir de la Ict publicada. Esto pudiera contribuir a la revelación de las intenciones de lograr una dependencia económica, ideológica y política, como manifestaciones subversivas de la actividad de inteligencia.</p>
<p><strong>19.</strong> Planificación y pronosticación del desarrollo de la ICT.</p>
<p><strong>20.</strong> Planificación y pronosticación del desarrollo de la ACI.</p>
<p><strong>21.</strong> Planificación de redes de órganos de ICT.</p>
<p><strong>22.</strong> Correlación óptima entre la base técnico material, las fuentes informativas y los recursos humanos para satisfacer las necesidades informativas.</p>
<p>En el análisis del flujo informacional se obtiene un conjunto significativo de datos que son útiles, conjuntamente con otros resultados de otros estudios por tipo de subsistemas del SNICT, para elaborar la estrategia y la táctica de la política de información científico-técnica a escala subramal, ramal, sectorial y nacional.</p>
<p>Fig. 1 págs. 50 y 51</p>
<p>Es conveniente subrayar que, en la política de organización de sistemas de información en le marco del SNICT, debe tomarse en consideración el análisis informétrico de las necesidades informativas como objetivo principal de su funcionamiento y eficiencia, así como el análisis informétrico de los “caracteres cualitativos y cuantitativos de la estructuralización del fondo de información inicial del sistema y el flujo de entrada de información” (7). En relación con el análisis del fondo de información inicial y el flujo de entrada de información en los subsistemas se requiere realizar un estudio informétrico de las necesidades informacionales y del flujo informacional correspondiente, con el propósito de que el subsistema ofrezca “para su utilización y procesamiento, un número óptimo, abarcable y determinado de fuentes informativas de acuerdo con criterios objetivos. (8) Es importante destacar que la investigación de las necesidades informacionales contribuye a la planificación de los servicios informativos para los distintos objetivos económicos del país.</p>
<p>En los centros de estudio del Partido, adjuntos al Comité Central al igual que en otros socialistas, pudiera analizarse la conveniencia de iniciar un programa de estudios sobre política científica, cienciometría e informetría y a su aplicación en la práctica aceleradamente para contribuir, sobre bases rigurosas, al perfeccionamiento y desarrollo de la política científica y tecnológica nacionales.</p>
<p><strong>Bibliografía</strong></p>
<p>1. Mijailov, A.I., Chernii A.I. y Guiliarevskii. La actividad científico-informativa. Su contenido y lugar en la ciencia. Serie “Monografías” La Habana, IDICT, sept. 1972, 72 p.<br />
2. Sáenz, T.W. /y/ García Capote, E. Algunos conceptos básicos sobre política científica. 153-188 En Cuestiones de la ciencia y la tecnología en Cuba. Editado por T.W. Sáenz y E. García Capote. La Habana, Editora ACC, 1981, 501 p.<br />
3. Gabrovska, S., Peycheva V. Strategija i taktika v nauchnoinformacionnata politika. Bolgarska Akademija na naukite. Sofía, 1974.<br />
4. Cuba. Partido Comunista de Cuba. Resolución sobre política científica nacional en el I Congreso del PCC, Diciembre, 1975.<br />
5. Mikhailov, Yu.I. Ehffektivnost i obschestvennogo proizvodstva i nekotorye problemy ispolzovanija zarubeshnogo opyta. Probl. Soversh, upr, i povish, ehffekt, pr-va. Moscú, 1983. 224-234.<br />
6. Vaschekin, N.P. Problemas filosóficos-sociales de la actividad científico-informativa. Actualidades de la Información Científica y Técnica, Año XIV, No. 3 (111) sept/83, p. 1-18.<br />
7. Gorkova, V.I., Kuibysheva, O.V. Necesidades informativas de los trabajadores científicos. Actualidades de la Información Científica y Técnica. Año XIV, No. 1 (109) marzo/1985, p. 1-20.<br />
8. Instituto Central de Información y Documentación (ZIID) de la RDA. Indicaciones metodológicas para la determinación de la adquisición de literatura científica y técnica (traducción). La Habana, IDICT, 1982, 47 p.</p>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[DD HH-ESPAÑA: Resurgen fusilamientos del pasado]]></title>
<link>http://bonsaidelainformacion.wordpress.com/?p=3357</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 17:50:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>bonsaidelainformacion</dc:creator>
<guid>http://bonsaidelainformacion.pt-br.wordpress.com/2008/10/08/dd-hh-espana-resurgen-fusilamientos-del-pasado/</guid>
<description><![CDATA[MADRID, 7 oct Por Tito Drago
 (IPS) - Cuando todo permitía suponer que España había enterrado lo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">MADRID, 7 oct <strong><span style="color:#000080;">Por Tito Drago</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"><span> </span>(IPS) - Cuando todo permitía suponer que España había enterrado los fusilamientos perpetrados en la II República, instaurada en 1931, y en la dictadura de Francisco Franco (1939-1975), la apertura de un proceso judicial hace presente una realidad que ocasionó miles de muertos.<!--more--><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Cifras gubernamentales indican que entre esas fechas fueron encarceladas 400.000 personas y otras 650.00 debieron exiliarse, mientras que las asesindas llegaron a 210.000, unas 60.000 de las cuales fueron víctimas del bando republicano, donde el Partido Comunista jugó un papel decisivo en el campo militar, y las 150.000 restantes murieron a manos del franquismo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">El gobierno aprobó el 3 de este mes cuatro decretos para desarrollar la Ley de Memoria Histórica, aprobada en enero y que entre otras cosas establecen la reparación económica a las víctimas y su rehabilitación pública. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Las indemnizaciones a las familias por cada fallecido irán desde los 135.000 euros (186.000 dólares) y sumas menores para quienes resultaron heridos, con montos que dependerán del grado de discapacidad provocada, la cual será acreditada por la sanidad oficial. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Un par de semanas antes, el juez Baltasar Garzón decidió abrir diligencias en torno a la recuperación de la memoria histórica. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">El magistrado lo hizo respondiendo a la solicitud de la Asociación para la Recuperación de la Memoria Histórica de Valladolid (ARMHV), provincia ubicada en el noroeste de la península ibérica, una de las más castigadas en aquella época. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Fernando Magán, abogado de ARMHV, calcula que en la Guerra Civil Española (1936-1939) fueron fusiladas más de 3.000 personas sólo en esa provincia, cuyos cuerpos todavía no fueron localizados, y calcula que los restos de personas que faltan ubicar en toda España serían unos 130.000. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Tras presentar su demanda ante Garzón, hace dos semanas, declaró que llevaba más de un año poniendo denuncias y aportando documentación y que sólo ahora "parece que estamos llegando a buen puerto". </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">La decisión de Garzón recibió apoyos, pero también críticas como la del coronel retirado Julián Delgado, quien fue uno de los fundadores de la Unión Militar Democrática (UMD), creada para luchar contra la dictadura franquista. Luego de instaurada la democracia fue jefe de la Guardia Urbana de Barcelona, una de las ciudades más pobladas de España. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Delgado dijo a IPS que no considera correcto que se haya abierto un proceso judicial sobre los fusilamientos, ya que "es absurdo remover el dolor". "Esta es otra de las actitudes a las que nos tiene acostumbrados el juez Garzón", criticó. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Porque, añadió, "hay que dividir lo ocurrido entre los que murieron en el frente (de guerra) y los que lo hicieron en la retaguardia, en un enfrentamiento que dejó muchos tipos de víctimas, todas merecen respeto pero no deben ser incluidas todas de manera general". </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">No obstante, aclaró, "otra cosa es que las víctimas y sus familiares que no fueron indemnizados sean apoyados por el Estado, reciban indemnización y cierren su duelo". Pero todo ello debe hacerse "sin cierto revanchismo que se está produciendo y no hace nada bien a la democracia". </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Sobre la cantidad de víctimas no identificadas todavía no hay cifras precisas, aunque a Garzón ya le han presentado unos 130.000 nombres de desaparecidos en aquella época. El problema está en que será muy difícil identificar los restos, casi todos enterrados en fosas comunes. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Un ejemplo está en Valladolid, donde la ARMHV investigó sobre 1.600 personas ejecutadas y solamente logró identificar a 125 de ellas, ya que son grandes fosas comunes en las que resulta muy difícil extraer el ADN de los huesos para compararlos con el de los familiares que hacen las denuncias. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Además, en la posguerra se enterró también en fosas comunes a quienes fallecían por muerte natural o accidentes y sus familiares carecían de dinero para pagar una tumba o nicho. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">El reconocimiento incluirá a los extranjeros, cuyo número será elevado ya que los miembros de las Brigadas Internacionales que se constituyeron para apoyar la República y lucharon fueron más de 35.000 procedentes de medio centenar de países, a quienes se les retiraron los pasaportes para que no pudieran abandonar las filas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Uno de ellos, con 94 años de edad y radicado en Francia, Theo Francos, declaró al diario madrileño El País que se siente apenado porque los brigadistas ofrecieron sus vidas para cambiar el mundo y no lo pudieron lograr. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Sobre la decisión del gobierno del socialista José Luís Rodríguez Zapatero de reconocerle la nacionalidad española a Francos, éste manifestó que "es algo simbólico, pero he estado tres años luchando por España y me apetece ser un ciudadano de ese país". </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">José Antonio de Santiago-Juárez, consejero (ministro) de la presidencia de la Junta de Castilla-León, a la que pertenece Valladolid, se pronunció en contra de la instancia judicial abierta por Garzón. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Santiago-Juárez, del centroderechista Partido Popular (PP), dijo que el juez está haciendo eso "para desviar la atención de la crisis económica por la que atraviesa España" y beneficiar con ello al gobierno de Zapatero. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Garzón, por su parte, requirió información a municipios, ministerios, a los centros documentales e incluso a la Conferencia Episcopal Española, que tiene archivos en los que constan los funerales que ha realizado. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Otra polémica ha surgido en torno al nonagenario dirigente comunista Santiago Carrillo, quien ejerció la Consejería de Orden Público durante la República quien, al preguntársele sobre el asesinato de 2.000 personas en Paracuellos del Jarama, localidad próxima a Madrid, rechaza cualquier responsabilidad. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">"Puse aquella misión en manos de mis colaboradores de la seguridad del traslado", dijo. Un traslado que se interrumpió a poco de salir y que culminó con los asesinatos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Según Carrillo, "la gente que ya había sufrido los ataques fascistas se lanzó a por ellos (por los militares que eran trasladados presos) y la guardia que iba custodiándolos no los defendió". </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">"Si alguna responsabilidad tuve yo de aquello fue la de no tener capacidad para controlar y castigar a los responsables..., fue una desgracia tremenda, pero hubiera sido mucho peor que se hubieran unido al ejército que estaba atacando a Madrid", explicó. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Así queda abierta la tumba histórica, pero quedan muchos pasos por andar. Un ejemplo es el del gran poeta Federico García Lorca, fusilado el 18 de agosto de 1936, cuyos restos puede que sean examinados próximamente si Garzón responde positivamente a la demanda de los familiares de otros dos fusilados junto a él y autoriza la exhumación de los mismos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Pero hay casos que no necesitaron orden judicial para encontrar restos. En las obras para construir un jardín botánico en Mérida, capital de la Comunidad Autónoma de Extremadura, lindante con Portugal, se identificaron unos 1.200 cuerpos que aparecieron en una fosa común descubierta por casualidad. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Algo parecido ocurrió en otras provincias españolas, a lo largo y ancho del país. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Así, entre apoyos y rechazos, el pasado de la Guerra Civil y sus prolegómenos se hacen presentes otra vez en España. Falta saber si todo saldrá a la luz o si se impondrán quienes señalan que desean mirar hacia el futuro, en unidad, paz y democracia. (FIN/2008)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:#000000;font-family:Verdana;">© “Todos los Derechos Reservados, IPS Inter Press Service, (2008)” ©El Bonsai</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
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<title><![CDATA[Política - o acessório e o essencial]]></title>
<link>http://esferadohorizonte.wordpress.com/?p=618</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 17:14:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>maverick47</dc:creator>
<guid>http://esferadohorizonte.pt-br.wordpress.com/2008/10/08/politica-o-acessorio-e-o-essencial/</guid>
<description><![CDATA[Mais uma vez, aproveito este dia pós-debate americano para criticar a