São todos uns apaixonados: Os Santos. Os Psicopatas. Os artistas. E todos vivem gripados espirrando paixão nas cruzes, cruzes nas covas, covas na alma. Logo, o amor existe. Acontece que somos alérgico… mais →
Miolos de PoteClarrissa Yemisi wrote 1 month ago: São todos uns apaixonados: Os Santos. Os Psicopatas. Os artistas. E todos vivem gripados espirrando … more →
Clarrissa Yemisi wrote 1 month ago: Na frigideira sapateiam óleos de todas as órbitas. Os mais arregalados sonham sentar o ferrão nos de … more →
Clarrissa Yemisi wrote 1 month ago: Não cuspa as costas do meu silêncio: É dormente a carapaça. Cuspa a cara, a cara mesmo, sem rosto um … more →
Clarrissa Yemisi wrote 1 month ago: No céu a clave sem sol voa baixo. Semínimas e máximas sensações sou eu na janela com a cara imprensa … more →
Clarrissa Yemisi wrote 1 month ago: A velha mão esquerda da cidade Com os dedos macerados pelo rio Não sente, em suas linhas, o assobio … more →
Clarrissa Yemisi wrote 1 month ago: Eu nunca reparei no teu vestido Tampouco no colar que te estrangula Mas hoje tu me vens chamar de mu … more →
Clarrissa Yemisi wrote 1 month ago: Desci, da estante, as folhas amarelas Deitei a vista escura sobre elas Nas páginas, os rastros de um … more →
Clarrissa Yemisi wrote 1 month ago: Muco de Humanidade A poesia Esgarça esborra escorre E não é líquida. Não tem carne ou trigo Rosto. S … more →
Clarrissa Yemisi wrote 2 months ago: Uma flor refém nasceu no asfalto. Ainda há Flores nesta está são??? Há As que rasgam asfalto E as qu … more →
Clarrissa Yemisi wrote 3 months ago: Meu pai se chama Aurélio (o pai dos burros) Mamãe se chama Joana e a casa dela Abriga Deus e o mundo … more →
Clarrissa Yemisi wrote 3 months ago: Entorno em tua boca o mesmo Amor Que em outros lábios secos eu verti Pois pode o Bem Amado ser quem … more →
Clarrissa Yemisi wrote 3 months ago: Não é de dor o soluço da criança. Antes de revolta. É que cedo lamentamos a liberdade natimorta. … more →
Clarrissa Yemisi wrote 3 months ago: O tom de voz Exaltado Ponte. Agudo. Ferrão do ódio encravado Na língua que atira A palavra. No olho, … more →
Clarrissa Yemisi wrote 3 months ago: Em cada rosto A cor Do espanto ensaiado Em cada cor O rosto De pedra o corpo De plástico A sala a ce … more →
Clarrissa Yemisi wrote 3 months ago: Era tarde, a sarjeta, o chip, o disco A incerteza da espera, o gole quente O calor derretendo corpo … more →
Clarrissa Yemisi wrote 7 months ago: Lançando aos quatro cantos estilhaços Do peito há muito farto de sentir Eu rogo a Deus que os versos … more →
Clarrissa Yemisi wrote 7 months ago: Eu fui teu verso, eu fui a tua lira! Brinquei, no teu olhar, em trajes de ouro Tornei-me a carapaça … more →
Clarrissa Yemisi wrote 7 months ago: Não tenho vocação para troféu Nem pra morar debaixo de redoma O laço da virtude não me doma Em mim o … more →
Clarrissa Yemisi wrote 7 months ago: (A l’insegnante) Não sou profissional coisa nenhuma! O versejar, pra mim, é um ritual De gozo … more →