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	<title>placebo-cultural &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/placebo-cultural/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "placebo-cultural"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 14:28:50 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[I love you]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/?p=232</link>
<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 17:53:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
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<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://fabriciokc.files.wordpress.com/2008/06/valentinesday1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-233" src="http://fabriciokc.wordpress.com/files/2008/06/valentinesday1.jpg" alt="" width="473" height="183" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Selvagens nas ruas]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/?p=222</link>
<pubDate>Thu, 29 May 2008 23:39:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nós fomos transformados de um corpo em êxtase dançando loucamente em uma montanha num par de olho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><img src="/DOCUME%7E1/PC/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-2.jpg" alt="" />Nós fomos transformados de um corpo em êxtase dançando loucamente em uma montanha num par de olhos fitando a escuridão.’ <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jim_Morrison">Jim Morrison</a></p></blockquote>
<p><a href="http://fabriciokc.files.wordpress.com/2008/05/music-rev1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-224" style="float:right;" src="http://fabriciokc.wordpress.com/files/2008/05/music-rev1.jpg?w=289" alt="" width="203" height="211" /></a>Em maio de 68, contudo, muitos pares de olhos enxergaram o ocidente como um fluxo incandescente de energia que questionou o sentido de uma sociedade com atmosfera de estupro – a sociedade inerte, anômala, da sombra das bombas e dos colonialismos. Deve ter sido uma viagem caótica, um momento em que a paz conseguiu uma chance sonora embalada, sobretudo, pela música.</p>
<p>Músicas que ajudaram a espalhar pelo mundo a essência de uma revolução cultural, simbolizando o inconformismo e a insurgência:</p>
<div class="lista">
<ul>
<li><a href="http://www.elmundo.es/especiales/2008/04/internacional/mayo_68/canciones/canciones.html">Il est cinq heures, Paris S'éveille </a></li>
<li><a href="http://www.elmundo.es/especiales/2008/04/internacional/mayo_68/canciones/cancion02.html">Papá cuéntame otra vez</a></li>
<li><a href="http://www.elmundo.es/especiales/2008/04/internacional/mayo_68/canciones/cancion03.html">Piece of my Heart</a></li>
<li><a href="http://www.elmundo.es/especiales/2008/04/internacional/mayo_68/canciones/cancion04.html">Sympathy for the Devil</a></li>
<li><a href="http://www.elmundo.es/especiales/2008/04/internacional/mayo_68/canciones/cancion05.html">La Marsellesa</a></li>
<li><a href="http://www.elmundo.es/especiales/2008/04/internacional/mayo_68/canciones/cancion06.html">La Internacional</a></li>
<li><a href="http://www.elmundo.es/especiales/2008/04/internacional/mayo_68/canciones/cancion07.html">I'll be your Baby Tonight</a></li>
<li><a href="http://www.elmundo.es/especiales/2008/04/internacional/mayo_68/canciones/cancion08.html">Aquarius (Musical: Hair)</a></li>
<li><a href="http://www.elmundo.es/especiales/2008/04/internacional/mayo_68/canciones/cancion09.html">Unknown Soldier </a></li>
<li><a href="http://www.elmundo.es/especiales/2008/04/internacional/mayo_68/canciones/cancion10.html">La, la, la</a></li>
<li><a href="http://www.elmundo.es/especiales/2008/04/internacional/mayo_68/canciones/cancion11.html">Yer Blues </a></li>
<li><a href="http://www.elmundo.es/especiales/2008/04/internacional/mayo_68/canciones/cancion12.html">Poco antes de que den las diez</a></li>
<li><a href="http://www.elmundo.es/especiales/2008/04/internacional/mayo_68/canciones/cancion13.html">Pata Pata</a></li>
<li><a href="http://www.elmundo.es/especiales/2008/04/internacional/mayo_68/canciones/cancion14.html">Get on your Knees</a></li>
</ul>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Polícia do pensamento]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/?p=217</link>
<pubDate>Sun, 18 May 2008 15:01:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
<guid>http://fabriciokc.wordpress.com/?p=217</guid>
<description><![CDATA[
O xadrez, cujas origens remontam a milênios, é – no dizer de vários grandes mestres – arte e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://fabriciokc.files.wordpress.com/2008/05/17-05-08_2054.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-216 alignright" style="float:right;" src="http://fabriciokc.wordpress.com/files/2008/05/17-05-08_2054.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>O xadrez, cujas origens remontam a milênios, é – no dizer de vários grandes mestres – arte e ciência. Ainda que tardiamente, o xadrez vem sendo inserido nos processos educacionais no Brasil (eu mesmo dei cursos de capacitação de professores para a aplicação pedagógica do xadrez em salas de aula - suas potencialidades educacionais são tão infinitas quanto suas possibilidades no tabuleiro).</p>
<p>Contudo, o xadrez ainda é, infelizmente, algo essencialmente desconhecido para muitos. Estávamos a jogar uma equilibradíssima partida – eu e meu amigo Fábio Henrique – na varanda do Salvador Shopping. De repente, nos vimos cercados por dois seguranças taticamente posicionados, que educadamente informaram que ‘é proibido ali qualquer <strong>JOGO DE AZAR</strong>’, ordenando, gentilmente, que interrompêssemos a partida imediatamente – pois havia câmeras nos mirando e eles tinham que executar as ordens que lhe foram dadas.</p>
<p>Creio que não seria prudente tentar explicar a diferença entre o xadrez e jogos de azar – afinal, os guardas estavam apenas a cumprir ordens (há gente assim, <em>heteromotivada</em>, que por escolha, necessidade ou alienação de si vivem a cumprir ordens alheias – geralmente usam fardas). Sem levantar discussões, prontamente interrompemos a partida – não sem antes memorizarmos a posição, pois a partida não estava para ser esquecida. Fábio só teve a feliz idéia de, olhando em volta enquanto acendia um cigarro, perguntar aos guardas: <strong>‘mas beber e fumar e suicidar-se pode não é? Só não pode jogar xadrez!’</strong>...</p>
<p>Todos rimos, afinal ainda havia cerveja e mulheres...</p>
<p><span style="color:#888888;">foto: varanda do Salvador Shopping, por fabriciokc.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O amor natural de Drummond]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/?p=194</link>
<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 00:58:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
<guid>http://fabriciokc.wordpress.com/?p=194</guid>
<description><![CDATA[Eu já conhecia Drummond quando li pela primeira vez &#8216;O Amor Natural&#8217; e fiquei gratament]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" style="float:right;" src="http://www.memoriaviva.com.br/drummond/drumlyra.gif" alt="" width="200" height="314" />Eu já conhecia Drummond quando li pela primeira vez 'O Amor Natural' e fiquei gratamente surpreso de saber que, para o poeta, a 'máquina do mundo' era movida também a sacanagem... Escolhi três poemas que compõem a obra lançada em 1992, emblemas do despudor poético do cara:</p>
<p style="padding-left:30px;">
<blockquote>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Sem que eu pedisse, fizeste-me a graça</strong></p>
</blockquote>
<p>Sem que eu pedisse, fizeste-me a graça<br />
de magnificar meu membro.<br />
Sem que eu esperasse, ficaste de joelhos<br />
em posição devota.<br />
O que passou não é passado morto.<br />
Para sempre e um dia<br />
o pênis recolhe a piedade osculante de tua boca.</p>
<p>Hoje não estás nem sei onde estarás,<br />
na total impossibilidade de gesto ou comunicação.<br />
Não te vejo não te escuto não te aperto<br />
mas tua boca está presente, adorando.</p>
<p>Adorando.</p>
<p>Nunca pensei ter entre as coxas um deus.</p>
<p style="padding-left:30px;">
<p style="padding-left:30px;">
<blockquote>
<p style="padding-left:30px;"><strong>A castidade com que abria as coxas</strong></p>
</blockquote>
<p>A castidade com que abria as coxas<br />
e reluzia a sua flora brava.<br />
Na mansuetude das ovelhas mochas,<br />
e tão estreita, como se alargava.</p>
<p>Ah, coito, coito, morte de tão vida,<br />
sepultura na grama, sem dizeres.<br />
Em minha ardente substância esvaída,<br />
eu não era ninguém e era mil seres</p>
<p>em mim ressuscitados. Era Adão,<br />
primeiro gesto nu ante a primeira<br />
negritude de corpo feminino.</p>
<p>Roupa e tempo jaziam pelo chão.<br />
E nem restava mais o mundo, à beira<br />
dessa moita orvalhada, nem destino.</p>
<p style="padding-left:30px;">
<p style="padding-left:30px;">
<blockquote>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Mimosa boca errante</strong></p>
</blockquote>
<p>Mimosa boca errante<br />
à superfície até achar o ponto<br />
em que te apraz colher o fruto em fogo<br />
que não será comido mas fruído<br />
até se lhe esgotar o sumo cálido<br />
e ele deixar-te, ou o deixares, flácido,<br />
mas rorejando a baba de delícias<br />
que fruto e boca se permitem, dádiva.</p>
<p>Boca mimosa e sábia,<br />
impaciente de sugar e clausurar<br />
inteiro, em ti, o talo rígido<br />
mas varado de gozo ao confinar-se<br />
no limitado espaço que ofereces<br />
a seu volume e jato apaixonados<br />
como podes tornar-te, assim aberta,<br />
recurvo céu infindo e sepultura?</p>
<p>Mimosa boca e santa,<br />
que devagar vais desfolhando a líquida<br />
espuma do prazer em rito mudo,<br />
lenta-lambente-lambilusamente<br />
ligada à forma ereta qual se fossem<br />
a boca o próprio fruto, e o fruto a boca,<br />
oh chega, chega, chega de beber-me,<br />
de matar-me, e, na morte, de viver-me.</p>
<p>Já sei a eternidade: é puro orgasmo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um pouco de insanidade]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/?p=178</link>
<pubDate>Sat, 05 Apr 2008 03:25:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
<guid>http://fabriciokc.wordpress.com/?p=178</guid>
<description><![CDATA[
O sexto número da revista de quadrinhos independente Quadrinhópole - lançado hoje em Curitiba - ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://fabriciokc.wordpress.com/files/2008/04/quadrinhopoleseis.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-179" src="http://fabriciokc.wordpress.com/files/2008/04/quadrinhopoleseis.jpg?w=400" alt="" width="400" height="591" /></a></p>
<p>O sexto número da revista de quadrinhos independente <em>Quadrinhópole</em> - lançado hoje em Curitiba - dedica suas páginas à loucura com a história 'Insanidade', que narra o drama do jovem Leonard Nicholson, internado pela família num hospital psiquiátrico sem ter idéia do motivo. Situação kafkiana, tão angustiante quanto o processo de Joseph K., porém, creio, mais brutal.</p>
<p>A loucura é um tema fascinante. Através das emoções mais intensas participamos das mais felizes idéias e inspirações - e, embora não nos seja dado discernir em que grau, todos experimentamos a loucura em algum rincão de nós, nem que seja uma esquizofrenia pequena, cinza e castrada. A <a href="http://fabriciokc.wordpress.com/2008/02/03/koyaanisqatsi/">vida em processo de desequilíbrio</a> resultante de todo o fardo da cultura e da história, além do fluxo contínuo de informações e sensações que nos atinge hoje, põe o mundo num estado de superexcitação nervosa capaz de perturbar ousados alienistas.</p>
<p>Nietzsche, que sabiamente enlouqueceu, foi causa e sintoma de tudo o que é louco em nosso tempo e anunciou iluminadamente que '<strong>a loucura é algo raro em indivíduos - mas em grupos, partidos, povos e épocas é a norma</strong>'. Nada mais alucinadamente lúcido...</p>
<p>Saiba mais sobre a edição 6 da <em>Quadrinhópole</em> no <a href="http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br/arch2008-04-01_2008-04-30.html#2008_04-03_21_55_57-10623622-28">Blog dos quadrinhos</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Momento xadrez]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/?p=177</link>
<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 16:58:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
<guid>http://fabriciokc.wordpress.com/?p=177</guid>
<description><![CDATA[ Segue um link para um embate brutal entre Fischer e Tal, em 1961.  O vídeo que segue mostra Petro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://www.chessgames.com/perl/chessgame?gid=1008404">Segue um link</a> para um embate brutal entre Fischer e Tal, em 1961.  O vídeo que segue mostra Petrosian, Keres, Smyslov, Tal e Fischer em Belgrado 1959. Pérola:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Vj5oiglNsWY'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/Vj5oiglNsWY&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TV on the Radio]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/?p=176</link>
<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 00:21:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
<guid>http://fabriciokc.wordpress.com/?p=176</guid>
<description><![CDATA[TV on the Radio é uma banda novaiorquina formada em 2001. O som, que mistura free-jazz, rock e elet]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tvontheradio.com/">TV on the Radio</a> é uma banda novaiorquina formada em 2001. O som, que mistura free-jazz, rock e eletrônica, prova que - pelo menos no que se refere a Rock'n Roll - os States devem ser reverenciados. Segue a inquieta 'Wolf Like Me' saída dos confins do Brooklyn.<br><br></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/73qBnuzrjx0'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/73qBnuzrjx0&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poema lembrado]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/?p=171</link>
<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 15:29:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
<guid>http://fabriciokc.wordpress.com/?p=171</guid>
<description><![CDATA[Poucas e loucas gozam de novo
e é tão bom&#8230;
faz bem a pele, ao cabelo, a cuca
e ao coração
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Poucas e loucas gozam de novo<br />
e é tão bom...<br />
faz bem a pele, ao cabelo, a cuca<br />
e ao coração<br />
Amam de graça, seja ele pobre ou doidão,<br />
Racham contas, nossa...<br />
Ficam tontas de paixão!<br />
Essa goza, a outra não<br />
A outra quer mesa posta, mesada,<br />
Pai, motorista e patrão<br />
E um homem? não querem não?<br />
Tem gente por aí<br />
Que vai morrer de raiva e indignação,<br />
Podem continuar ouvindo<br />
Prometo não tocar em masturbação.</p>
<p>De <a href="http://www.gloriahorta.net/principal.htm">Glória Horta </a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conferências com grandes nomes da arte e da filosofia em Salvador]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/2008/03/14/conferencias-com-grandes-nomes-da-arte-e-da-filosofia-em-salvador/</link>
<pubDate>Sat, 15 Mar 2008 02:09:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
<guid>http://fabriciokc.wordpress.com/2008/03/14/conferencias-com-grandes-nomes-da-arte-e-da-filosofia-em-salvador/</guid>
<description><![CDATA[
&nbsp;
Terá início dia 18 de março, em Salvador, o projeto &#8216;Fronteiras do Pensamento]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:center;"><img src="http://fabriciokc.wordpress.com/files/2008/03/filosofos-salvador.jpg" alt="filosofos-salvador.jpg" height="239" width="462" /></div>
<p class="MsoNormal">&#160;</p>
<p>Terá início dia 18 de março, em Salvador, o projeto '<a href="http://www.fronteirasdopensamento.com.br/salvador/ba_home.php">Fronteiras do Pensamento</a>', um ciclo de conferências que trará à Bahia grandes nomes da Filosofia, da Arte e da Cultura contemporâneas, entre os quais o cineasta <b>Wim Wenders</b> ('Paris, Texas'; 'Asas do desejo'); os músicos <b>Philip Glass</b> (veja/ouça<i> <a href="http://fabriciokc.wordpress.com/2008/02/03/koyaanisqatsi/">Koyaanisqatsi</a></i>) e <b>David Byrne</b> (fundador da banda/referência Talking Heads); a ativista <b>Ayan Ali</b>, que desafiu o Islã; e o famoso filósofo/intelectual público francês <b>Bernard-Henri Lévy</b>.</p>
<p>O Projeto 'Fronteiras do Pensamento' surgiu em 2007 quando foi realizado em Porto Alegre e este ano inclui a Bahia no cenário cultural internacional. As conferências serão realizadas mensalmente ao longo do ano e se estendem até novembro. O intuito do projeto é promover o diálogo entre culturas, através de debates de temas de vanguarda acerca do estado do pensamento e da arte nos dias atuais.</p>
<p>'Fronteiras do Pensamento' é realizado pela empresa Braskem. O passsaporte para participar das conferências custa R$ 250,00. Para maiores informações acesse o site do projeto:</p>
<p><a href="http://www.fronteirasdopensamento.com.br/salvador/ba_apre.php#">http://www.fronteirasdopensamento.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ilusão de ótica: a realidade é uma ficção dos sentidos]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/2008/03/12/ilusao-de-otica-a-realidade-e-uma-ficcao-dos-sentidos/</link>
<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 15:46:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
<guid>http://fabriciokc.wordpress.com/2008/03/12/ilusao-de-otica-a-realidade-e-uma-ficcao-dos-sentidos/</guid>
<description><![CDATA[A essência de uma partida de xadrez consiste em uma batalha criativa de planos e idéias, baseados ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A essência de uma partida de xadrez consiste em uma batalha criativa de planos e idéias, baseados em conceitos estratégicos. Durante um enfrentamento entre dois enxadristas, espera-se experimentar poderosas idéias vivas e formas de beleza nas combinações, assim como examinar elementos psicológicos como a intuição e a vontade de vencer! O Grande Mestre <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/David_Bronstein">D. Bronstein</a> declarou, algures, que o xadrez está apenas um pouco acima da capacidade da mente humana: 'se estivesse abaixo já teria sido plenamente exaurido em suas possibilidades; se estivesse muito acima, já teria sido esquecido'. Mas são tantas as coisas que estão além de nossa percepção...</p>
<p>Por exemplo, observem a imagem que segue, atentando para as casas marcadas 'A' e 'B':</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://fabriciokc.wordpress.com/files/2008/03/tableroa-ajedrez.jpeg" alt="tableroa-ajedrez.jpeg" height="333" width="333" /></div>
<p class="MsoNormal">&#160;</p>
<p><b>As casas 'A' e 'B' são exatamente da mesma cor!</b> Parece totalmente inacreditável, mas é certo; pode-se comprovar analisando os pixels através de quialquer programa de edição de imagens.</p>
<p>Trata-se, afinal, de uma variante da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Same_color_illusion">ilusão da mesma cor</a>, publicada originalmente por Edward H. Adelson, do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Massachusetts_Institute_of_Technology">M.I.T</a>, en 1995. Dela surgiram diversas outras variantes, inclusive <a href="http://www.moillusions.com/2008/01/color-tile-illusion-new-aspect.html">em cores!</a></p>
<p>O efeito ilusório tem a ver com a disposição das casas no tabuleiro, considerando o contraste entre luz e sombra; e também com o fato de nosso sistema visual ter a tendência a ignorar variações graduais dos níveis de luz.</p>
<p>O xadrez imita a vida em muitos aspectos. E assim como o xadrez, a vida e a realidade - em todas as suas potencialidades - estão além de nossa capacidade, seja sensitiva ou cognitiva. Brincamos, curiosos, durante nossas incursões pela realidade, que não passa de uma ficção dos sentidos.</p>
<p>Por Fabricio Kc</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Edição especial da Revista Filme Cultura]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/?p=163</link>
<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 15:45:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
<guid>http://fabriciokc.wordpress.com/?p=163</guid>
<description><![CDATA[O Centro Técnico Audiovisual (CTAv) - entidade vinculada à Secretaria do Audiovisual do Ministéri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.ctav.gov.br/">Centro Técnico Audiovisual</a> (CTAv) - entidade vinculada à Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura - relança a Revista Filme Cultura em uma edição especial dedicada aos 70 anos de criação do Instituto Nacional de Cinema Educativo (INCE). A revista foi criada em 1965 e circulou até 1988, alcançando 48 edições.</p>
<p>Ao longo dos anos em que foi publicada, a Revista Filme e Cultura funcionou como um fórum aberto acerca das políticas públicas voltadas para a produção audiovisual no Brasil. André Andries, editor dessa edição especial de número 49, fala mais sobre a revista no <a href="http://outrocine.blogspot.com/2008/03/revista-filme-cultura-volta-circulao.html">Outro Cine</a>.</p>
<p><a href="http://www.ctav-sav.com.br/site/FilmeCulturaCor.pdf">Clique aqui</a> para baixar a versão eletrônica da Revista Filme Cultura.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A mulher Lou Andreas-Salomé]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/2008/03/08/a-mulher-lou-andreas-salome/</link>
<pubDate>Sat, 08 Mar 2008 11:27:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
<guid>http://fabriciokc.wordpress.com/2008/03/08/a-mulher-lou-andreas-salome/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Ouse, ouse&#8230; ouse tudo!!
Não tenha necessidade de nada!
Não tente adequar sua vida a m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/19/Salome1.jpg/200px-Salome1.jpg" align="right" /><b><i>"Ouse, ouse... ouse tudo!!<br />
Não tenha necessidade de nada!<br />
Não tente adequar sua vida a modelos,<br />
nem queira você mesmo ser um modelo para ninguém.<br />
Acredite: a vida lhe dará poucos presentes.<br />
Se você quer uma vida, aprenda ... a roubá-la!</i>           </b>                                                      <b></b></p>
<p><b>Lou Salomé</b>.</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lou_Andreas-Salom%C3%A9"><b>Lou Andreas-Salomé</b></a> nasceu em 1861, em São Petesburgo, na Russia. Jovem intelectual, semre se destacou pela intensa vontade de aprender.  Aos 19 anos mudou, sozinha, para Roma, onde conheceu os filósofos <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Paul_R%C3%A9e&#38;action=editredlink" class="new" title="Paul Rée (ainda não escrito)">Paul Rée</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nietzsche" class="mw-redirect" title="Nietzsche">Nietzsche</a> (este a pediu em casamento e foi rejeitado), depois viveu um intenso amor com o poeta Rilke, e também conheceu <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Freud" class="mw-redirect" title="Freud">Freud</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jung" class="mw-redirect" title="Jung">Jung</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Henri_Bergson" title="Henri Bergson">Henri Bergson</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sartre" class="mw-redirect" title="Sartre">Sartre</a>, entre outros grandes vultos de seu tempo.  Colaboradora da Psicanálise, defendia sua liberdade de pensamentos e os direitos da mulher, deixando tudo registrado em suas obras, entre as quais "A humanidade da mulher" e "Reflexões sobre o problema do amor".</p>
<p>Eu a admiro por sua intensidade e vivacidade! Cantava um hino à vida: 'Se não tem mais felicidade a me oferecer, me dê então a sua dor'.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As elites da tropa...]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/2008/02/27/as-elites-da-tropa/</link>
<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 18:24:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
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<description><![CDATA[Assisti o filme no ano passado - não o comentei aqui no blogue, contudo, respondi um tanto indignad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://extra.globo.com/fotos/2008/02/26/26_MHB_cult_lulatropa.jpg" align="right" height="130" width="190" />Assisti o filme no ano passado - não o comentei aqui no blogue, contudo, respondi um tanto indignado a uma <i>carta ao leitor</i> publicada por Marcel Leal, empresário e jornalista de Itabuna, dono do jornal de maior circulação no sul da Bahia - o <a href="http://www2.uol.com.br/aregiao/">A Região</a>. A carta me soou um tanto insensata (parece que foi tirada do ar...).</p>
<p>Agora, com o Urso de Ouro, o filme ganha projeção internacional, e <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/02/17/materia.2008-02-17.1784223075/view">o Presidente Lula diz que 'Tropa de Elite tem qualidades "extraordinárias" e o prêmio em Berlim projeta o Brasil'.</a></p>
<p>Ao meu ver, o filme em si não é reacionário. Mas o ponto de vista do Capitão Nascimento é - além de reacionário - taxativo, limitado e violento. A proposta do filme, no entanto, é outra. Defende claramente a idéia de que o comportamento do homem resulta de circunstâncias (e não só do caráter), inclusive o do próprio capitão da tropa, que, dominado pelo stress da ‘guerra’, sucumbe à violência abusiva nas favelas e ao autoritarismo berrado dentro de casa. O Capitão vira a própria Justiça e dá até corretivo em 'estudante malandro' da classe média. - É preocupante que o Estado decida que matar pessoas é uma boa forma de punir o crime. Mas é trágico que alguém aceite e, pior, defenda que a polícia deve fazê-lo, independente do Estado, que é regido por leis. E tal pensamento surge numa dita ‘democracia’ avançada como a nossa - como seria sob as asas de uma ditadura a aplicação dessas idéias em nome da segurança pública? Pé na porta e tapa na cara!</p>
<p>A criminalidade está relacionada, (também, mas não somente) às adversas condições sociais do país, mas também à impunidade, esta que, aliás, estimula a corrupção que faz crescer as desigualdades sociais num desumano círculo vicioso. Mas, enfim, porque o BOPE só mata na favela, sob os aplausos de Marcel Leal e <a href="http://erosrj.blogspot.com/2007/10/carta-de-luciano-huck.html">Luciano Huck</a>?</p>
<p>É trágico também não saber o que se passa de verdade em seu país ou em sua cidade. Sem conhecer a verdade, sem observar com cuidado e clareza, livre de preconceitos e de soluções simplistas, é impossível resolver o problema. Estaríamos condenados a repetir os mesmos erros históricos de sempre.</p>
<p>Por fim, é claro que todos nós queremos acabar com o crime, e essa vontade é inerente ao ofício da polícia, inclusive buscando impedir a possibilidade mesma do crime. Mas por isso mesmo não é o papel da polícia fazer as leis – teríamos uma vida muito pouco interessante se assim fosse... Aplaudir e ter como solução a ação violenta e assassina da polícia contra os ‘bandidos irrecuperáveis’ é apostar na repressão como forma de organização social, e já é visível que as até aqui ineficazes políticas públicas de segurança só fazem crescer a necessidade de investimento em estrutura policial e construção de presídios. Assim chegamos a uma estrutura de segurança pública hipertrofiada, com elite e elites da elite das tropas, cujos policiais já não consideram o risco do cidadão, mas apenas o do bandido; e os dirigentes responsáveis só consideram os seus próprios riscos políticos.</p>
<p>Por Fabricio Kc</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nevermind... diria Kurt Cobain]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/?p=126</link>
<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 00:24:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
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<description><![CDATA[
&nbsp;
Entre os meus parênteses, julgo que Beethoven sorriria para Kurt Cobain. O primeiro era um ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:center;"><a href="http://fabriciokc.wordpress.com/files/2008/02/red_skys_with_kurt_cobain.jpg" title="red_skys_with_kurt_cobain.jpg"><img src="http://fabriciokc.wordpress.com/files/2008/02/red_skys_with_kurt_cobain.jpg" alt="red_skys_with_kurt_cobain.jpg" /></a></div>
<p class="MsoNormal">&#160;</p>
<p>Entre os meus parênteses, julgo que Beethoven sorriria para Kurt Cobain. O primeiro era um compositor erudito considerado um dos pilares da Música ocidental; o segundo, um roqueiro canhoto que tocava mal. A sinergia que sugiro entre ambos, entretanto, se deveria ao impacto de suas composições como fonte de energia cultural. Não se trata de uma comparação, mas, antes, de um olhar.</p>
<p>Imagine-se com treze anos em 1991, ainda sem acesso a internet, passando algumas horas do dia em seu quarto ouvindo bandas cujos empresários e advogados ganhavam tanto dinheiro quanto os músicos, e todos tinham como patrão a indústria fonográfica. E de repente, acostumado a ver roqueiros maquiados e calçando sapatinhos brilhantes, você se depara com um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=dXO3OMGKPpw">vídeo como ‘<i>Smell like teen spirit</i>’</a>! uns caras vestidos do mesmo jeito que você se vestia para ir ao maldito shopping, tocando um som diferente, um som-em-si, sem intermediários entre a música e o seu sistema nervoso. O álbum <i>Nevermind</i> sacudiu o mundo marginal da cultura pop, até desbancar Michael Jackson (o cara dos sapatinhos brilhantes) do topo das paradas.</p>
<p>O Nirvana, então, vira <i>mainstream</i>. Kurt, Chris e Dave, acostumados a tocar nos ginásios das high-schools, agora se apresentam em estádios, nos gigantescos palcos dos festivais patrocinados pela indústria do cigarro. Li em alguma revistona que Kurt pediu Courtney Love em casamento: “valho 10 milhões de dólares, sua puta! Quer casar comigo?” – não duvido que tenha sido assim.</p>
<p>Com sua música meio minimalista, com brutalidades melódicas e fugas das estruturas harmônicas com as quais estávamos habituados, o Nirvana trouxe fôlego não só para o Rock, mas para a música – além de ter escancarado a porta para a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Grunge">galera de Seattle.</a> Mas Kurt não enxergava mais o público nos estádios, alegava que estava perdendo o tesão pela música. Obedecia demais aos patrões – tinha que estar sempre a dar entrevistas a todo tipo de veículo e a participar de maratonas exaustivas de shows. Contudo, o que encantava ainda, além da música, era o fato de o Nirvana ser uma banda que, ao mesmo tempo em que abraçava os valores do capital e da indústria, também os parodiava.</p>
<p><img src="http://tn3-1.deviantart.com/300W/images3.deviantart.com/i/2004/105/e/6/Kurt_Cobain.jpg" align="right" height="280" width="255" />Mas Kurt Cobain meteu uma bala na cabeça em abril de 1994 – tinha apenas 27 anos de idade. Nietzsche disse que Jesus morreu cedo: se tivesse vivido um pouco mais, teria renegado a sua doutrina. Penso que poderia ser também o caso de Kurt – as coisas poderiam ser diferentes se ele esperasse um pouco mais. Enxergo na imagem e sensações que guardo do Nirvana o espírito da internet: ‘faça você mesmo, procure outros como você e foda-se o resto’ (<a href="http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,AA1282841-7084,00.html">triunfo do punk no coração da América</a>). Hoje os músicos podem rejeitar a grande, feia e boba empresa fonográfica e distribuir sua música de forma independente. O cara poderia ter mil motivos para se matar, mas creio que hoje poderia encontrar também alguns motivos para continuar compondo.</p>
<p>Mas nunca se sabe! Pode haver circunstâncias em que se dê o direito de se tirar a vida de um homem, mas nunca o de lhe tirar a morte. Talvez a importância do legado de Kurt Cobain se deva, pelo menos em parte, ao fato de ele ter se matado – a música dele continua sincera. Um dos fenômenos mais deprimentes, comum ainda, é ver velhos astros multimilionários do Rock tentando espremer até os últimos centavos das draconianas leis de propriedade intelectual.</p>
<p>Nevermind! diria Kurt...</p>
<p>Por Fabricio Kc</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Sinead O'Connor - War]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/?p=124</link>
<pubDate>Sat, 16 Feb 2008 02:12:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
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<description><![CDATA[Clássico!!

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Clássico!!</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Owa_CFBAWpw'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/Owa_CFBAWpw&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Morreu Bob Fischer]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/2008/01/19/morreu-bob-fischer/</link>
<pubDate>Sat, 19 Jan 2008 00:10:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
<guid>http://fabriciokc.wordpress.com/2008/01/19/morreu-bob-fischer/</guid>
<description><![CDATA[

Bob Fischer foi um gênio. Para muitos especialistas o melhor enxadrista de todos os tempos. Norte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:center;"><img src="http://www.bobby-fischer.net/fischer1972u.jpg" height="217" width="301" /></div>
<p></a><br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bobby_Fischer">Bob Fischer</a> foi um gênio. Para muitos especialistas o melhor enxadrista de todos os tempos. Norte-americano, menino prodígio (recebeu o título de Grande Mestre aos 15 anos), lenda, - jogou o <a href="http://www.bobby-fischer.net/match_of_the_century.htm">Match do Século</a> contra o russo  Boris Spassky no auge da Guerra Fria (1972). E venceu. No tabuleiro, nunca aceitava uma oferta de empate - mesmo em posição supostamente inferior, respondia prontamente às propostas com um 'nem pensar!', cujo efeito psicológico ele julgava importante. Depois de ganhar o título mundial, tornou-se um recluso, morou em vários países. - <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u364825.shtml">Morreu na Islândia, aos 64 anos.</a></p>
<p>O xadrez é um jogo infinito: '...<i>está só um pouco acima da capacidade da mente humana. Se estivesse abaixo já teria sido esgotado! se estivesse muito acima, já teria sido esquecido</i>', dizia o GM Bronstein. Trata-se de uma atividade que exige todas as qualidades humanas para que o jogo seja pleno. Para ser um campeão mundial, não basta dispor apenas de uma alta capacidade de cálculo e memória, nem adotar uma disciplina quase sobrehumana. O jogo começa com equilíbrio de forças em peças e em possibilidades... mas para vencer é preciso ser quase um Bob Fischer.</p>
<p><b>Por <a href="http://fabriciokc.wordpress.com/about/">Fabricio Kc</a></b></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jorge Luis Borges 2.0 e a semântica infinita]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/2008/01/12/97/</link>
<pubDate>Sat, 12 Jan 2008 03:47:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
<guid>http://fabriciokc.wordpress.com/2008/01/12/97/</guid>
<description><![CDATA[
De forma um tanto irresponsável, diversos comentaristas e críticos da cultura - entre os quais fi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:center;"><a href="http://fabriciokc.wordpress.com/files/2008/01/borges-infinito.jpg" title="Borges"><img src="http://fabriciokc.wordpress.com/files/2008/01/borges-infinito.jpg" alt="Borges" height="256" width="325" /></a></div>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">De forma um tanto irresponsável, diversos comentaristas e críticos da cultura - entre os quais figura Umberto Eco - concluem que o escritor argentino Jorge Luis Borges (<a href="http://fabriciokc.wordpress.com/2007/12/19/admirando-jorge-luis-borges/">que eu admiro</a>) é precursor da internet 2.0, posto que suas obras ‘fazem do leitor um participante ativo’. (<i>In</i> <a href="http://www.nytimes.com/2008/01/06/books/06cohenintro.html?_r=3&#38;oref=slogin&#38;oref=slogin&#38;oref=slogin">The New York Times</a>)<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Ora! Para quem leu ‘A Biblioteca de Babel’, por exemplo, a conexão é óbvia! Contudo, a analogia com a internet 2.0, explorada pelo recente livro ‘<a href="http://www.amazon.com/Borges-2-0-Virtual-America-Interdisciplinary/dp/0820497142"><i>Borges 2.0: From Text to Virtual Worlds</i></a>’ de Perla Sassón-Henry, soa, desconfio, demasiado <i>hype</i>, quero dizer, pode tratar-se de uma analogia publicitariamente fabricada, apesar de plausível. A conexão óbvia entre a obra de Borges e a internet é a idéia de um universo do ‘conhecimento total’, ao mesmo tempo concentrado e disperso, hipervisível e secreto, modulado e inesgotável, cujo exemplo é a estrutura descentralizada, espectral e labiríntica da infinita Biblioteca de Babel, imaginada por Borges. Comungar tais características, no entanto, não validam, se não quisermos, a tese de que Borges previu a World Wide Web. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O que Borges previu (ou sentiu), penso eu, foi a expansão quase metafísica do conhecimento humano, virtualizando sua totalidade nas infinitas e interligadas galerias de uma indefinida e eterna biblioteca. Borges não previu a internet, como querem simplificar uns e outros. Ele previu o destino do conhecimento humano,e a internet (seja ela 2.0, semântica ou o que queiram) é uma ferramenta de tal destino, assim como o é o próprio homem. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Borges suspeitava ‘que a espécie humana – a única – está em vias de extinção e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta.’ Sua ironia, por vezes tão ofensivamente sutil, nos atira a cara a eternidade do conhecimento que nós, seres destinados a passar, produzimos. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> A analogia entre Borges e a internet, portanto, seria infinitamente mais sincera e exata se considerasse uma simples frase sua: ‘magnífica ironia de Deus, que me deu ao mesmo tempo os livros e a noite…’ ¹. Concluo que Deus foi irônico com todos nós, e nos contemplou com a Internet – potencial do compartilhamento do ‘conhecimento total’ – precisamente quando a cegueira e a escuridão rondam a humanidade nuclear, petroquímica, sem imaginação,  analfabeta, cinza, estressada, diária... </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal">&#160;</p>
<p class="MsoNormal"><font color="#808080"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">¹ ‘Poema de los Dones’. Excerto do original: <i>Nadie rebaje a lágrima o reproche / esta declaración de la maestría / <span> </span>de Dios, que con magnífica ironía / <span> </span>me dio a la vez los libros y la noche.</i> Borges tornou-se diretor da Biblioteca Nacional precisamente quando sua cegueira agravou-se.</span></font></p>
<p class="MsoNormal">&#160;</p>
<p class="MsoNormal"><b>Por <a href="http://fabriciokc.wordpress.com/about/">Fabricio Kc</a></b></p>
<p class="MsoNormal">&#160;</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lisa Hannigan]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/2008/01/11/lisa-hannigan/</link>
<pubDate>Fri, 11 Jan 2008 03:55:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
<guid>http://fabriciokc.wordpress.com/2008/01/11/lisa-hannigan/</guid>
<description><![CDATA[
Lisa Hannigan,  cantora e instrumentista irlandesa, estudante de arte, bela! Divide a sua doce voz ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/L84VcH_9PbA'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/L84VcH_9PbA&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span><br />
<a href="http://www.brcpress.com/lisahannigan.html">Lisa Hannigan</a>,  cantora e instrumentista irlandesa, estudante de arte, bela! Divide a sua doce voz com Damien Rice. Influenciada, segundo ela mesma, por Nina Simone e Joni  Mitchell, encanta em cada movimento, faz com que todo tipo de arte sonhe em ser música...</p>
<p>Ouça:</p>
<p><font face="Arial" size="2">&#160;<a target="_blank" href="http://www.mp3tube.net/musics/damien-rice-lisa-hannigan-once-i-loved/38707/">damien rice &#38; lisa hannigan - once i loved</a></font><br></p>
<p>Por <b><a href="../http://fabriciokc.wordpress.com/about///">Fabricio Kc</a></b></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Santuário das letras]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/2008/01/04/santuario-das-letras/</link>
<pubDate>Fri, 04 Jan 2008 19:08:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
<guid>http://fabriciokc.wordpress.com/2008/01/04/santuario-das-letras/</guid>
<description><![CDATA[A dupla de arquitetos Merkx+Girod conquistou o Prêmio Lensvelt de Arquitetura para Interiores em 20]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A dupla de arquitetos <a href="http://www.merkx-girod.nl/">Merkx+Girod</a> conquistou o Prêmio Lensvelt de Arquitetura para Interiores em 2007. Seu projeto consistiu em montar uma moderna livraria dentro de uma Igreja Dominicana, preservando a estrutura original do lugar.</p>
<p><img src="http://www.dezeen.com/wp-content/uploads/2007/12/2007_000190.jpg" height="450" width="450" /></p>
<p><img src="http://www.dezeen.com/wp-content/uploads/2007/12/2007_000234.jpg" height="305" width="450" /></p>
<p>A Igreja está situada em Maastricht, antiga cidade da Holanda. Um ambiente impressionante, cujos ecos, fico a imaginar, remetem a uma espécie de santuário do conhecimento. Se a ciência e a razão fossem uma religião (não estou bem certo de que não o são) seria este o seu templo - lugar de suas cerimônias e cultos. Seria até um ato sagrado tomar um venerável café num lugar como esse:</p>
<p><img src="http://www.dezeen.com/wp-content/uploads/2007/12/2007_000307.jpg" height="576" width="450" /></p>
<p>Mais informações <a href="http://www.dezeen.com/2007/12/04/a-shop-in-a-church-by-merkx-girod-architecten/">aqui.</a></p>
<p>Por <b><a href="http://fabriciokc.wordpress.com/about/">Fabricio Kc </a></b></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os viralata - literatura independente na internet]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/2007/12/24/os-viralata-literatura-independente-na-internet/</link>
<pubDate>Mon, 24 Dec 2007 13:56:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
<guid>http://fabriciokc.wordpress.com/2007/12/24/os-viralata-literatura-independente-na-internet/</guid>
<description><![CDATA[ 
O site Os Viralata divulga gratuitamente os trabalhos de escritores independentes, expondo as ob]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img border="0" width="412" src="http://www.quelquechose.net/qq/arquivos/viralata.jpg" height="272" style="width:266px;height:207px;" /> </p>
<p>O site <a href="http://www.osviralata.com.br/index.html">Os Viralata</a> divulga gratuitamente os trabalhos de escritores independentes, expondo as obras para venda sem intermediários - uma alternativa (oportunidade) para quem 'opta' por um modelo alternativo de publicação e distribuição de suas obras. Trata-se de um exemplo das novas formas de 'praticar  a cultura', sem ter que recorrer aos (ou depender dos) já desnecessários desaforos da indústria.</p>
<p>Os críticos que acusam tais iniciativas de estimular a <a href="http://fabriciokc.wordpress.com/2007/11/22/o-culto-do-amador/">proliferação do amadorismo</a> na internet - como se 'amador' fosse sinônimo de 'má qualidade' e 'profissional' sinônimo de 'boa qualidade' - deveriam não reivindicar o elitismo, mas praticá-lo, pois a qualidade das produções amadoras se eleva na mesma medida em que decai a das produções profissionais. Na internet, rótulos de 'amador' e 'profissional' certamente já não servem de parâmetro para apontar qualidade no que se refere à cultura, e o papel de 'editor' cabe agora  diretamente ao público. O fato de haver ou não uma grande estrutura empresarial por trás das publicações, ou mesmo se o autor ganha ou não dinheiro com o seu trabalho literário, já não é fator determinante do caráter da obra - não do bom-caráter, pelo menos.</p>
<p>Quando se trata de conhecimento, informação e cultura, qualidade tem mais a ver  com independência do que com dinheiro. Liberdade é sempre fundamental.</p>
<p>Por <strong><a href="http:http://fabriciokc.wordpress.com/about///">Fabricio Kc</a></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Admirando Jorge Luis Borges]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/2007/12/19/admirando-jorge-luis-borges/</link>
<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 05:00:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
<guid>http://fabriciokc.wordpress.com/2007/12/19/admirando-jorge-luis-borges/</guid>
<description><![CDATA[
Jorge Luis Borges era mesmo diabólico.  Um provável devorador de enciclopédias, jamais escrevia ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d5/Jorge_Luis_Borges_Hotel.jpg/250px-Jorge_Luis_Borges_Hotel.jpg" /></p>
<p><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_Luis_Borges">Jorge Luis Borges</a></strong> era mesmo diabólico.  Um provável devorador de enciclopédias, jamais escrevia vastos romances, mas apenas contos, poemas e notas. Fascinado por labirintos, mestre da ironia, da metáfora e da análise matemática e lógica das idéias, abordava sempre temáticas ligadas à filosofia, à teologia, à metafísica e à mitologia. Compor vastos livros, para ele, era um 'desvario trabalhoso e empobrecedor - espraiar em quinhentas páginas uma idéia cuja perfeita exposição oral cabe em poucos minutos'. Ele preferia escrever notas sobre livros imaginários: propunha resumos, comentários de livros por ele diabolicamente inventados.</p>
<p>Borges admirava Schopenhauer! e se bem me lembro, ofendeu Nietzsche, duvidando seriamente da inteligência do pensador alemão que imaginou 'o eterno retorno' - uma idéia, convenhamos, cuja validade, ou não,  é absolutamente irrelevante.  Eu entendo que Nietzsche quis destruir a metafísica, enquanto Borges a destruiu de fato, lançando-a nas ruínas circulares e fazendo arte dos escombros. 'A metafísica é um ramo da literatura fantástica. Um sistema não é outra coisa além da subordinação de todos os aspectos do universo a qualquer um deles.' Isso despedaça todas as filosofias.</p>
<p>Questionou a moral do próprio Deus quando pensou sobre a 'Duração do Inferno' - um castigo eterno por causa de delitos temporais não seria justo! além do mais, eternizar o inferno seria eternizar o mal. Borges, Borges! Resumir em tão poucas palavras o tempo, a eternidade e o infinito. Enquanto Nietzsche se perguntava 'se existisse um Deus, como eu suportaria não sê-lo?', Borges dizia que nós, de certo modo, o somos: 'somos todos fragmentos de um Deus que, ávido de não ser, se autodestruiu'.  Borges era mais sutil do que Nietzsche...</p>
<p><strong>Por <a href="http://fabriciokc.wordpress.com/about/">Fabricio Kc </a></strong></p>
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<title><![CDATA[O livro 'Free Culture', de Lawrence Lessig, está disponível online e em português]]></title>
<link>http://fabriciokc.wordpress.com/2007/12/11/traducao-para-o-portugues-do-livro-free-culture-de-lawrence-lessig/</link>
<pubDate>Tue, 11 Dec 2007 16:26:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
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<description><![CDATA[
CULTURA LIVRE -  como a grande mídia usa a tecnologia e a lei para barrar a criação cultural e c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img src="http://free-culture.org/images/cover2.gif" height="369" width="247" /></p>
<p><strong>CULTURA LIVRE -  como a grande mídia usa a tecnologia e a lei para barrar a criação cultural e controlar a criatividade. </strong><em>Autor: Lawrence Lessig.</em></p>
<p><a href="http://www.lessig.org/">Lawrence Lessig</a> é a figura mais proeminente no campo do ciberdireito. Catedrático da Universidade de Stanford e presidente do <a href="http://www.creativecommons.org.br/">Creative Commons</a> - um modelo de licença e difusão de conteúdos que reescreve o conceito de propriedade intelectual para além das travas impostas hoje pelo copyright - é autor de obras fundamentais como '<em>The Future of Ideas</em>' e '<span class="oncepix"><em>Code and Other Laws of Cyberspace'. </em></span></p>
<p>O livro <em>Free Culture</em> foi lançado na rede precisamente sob uma licença Creative Commons (a mesma deste blog), que permite todo tipo de uso e difusão, desde que não seja para fins comerciais e se atribua sempre a autoria ao criador original. A tradução foi feita por Fábio Emilio Costa (<a href="mailto:fabiocosta0305@yahoo.com.br">fabiocosta0305@yahoo.com.br</a>), que, por sua vez, manteve a mesma licença da obra original.</p>
<p>Versão traduzida no formato PDF:</p>
<p><a href="http://www.quilombodigital.org/culturalivre.pdf">http://www.quilombodigital.org/culturalivre.pdf</a></p>
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<title><![CDATA[Marvel disponibiliza online 2500 títulos de HQs]]></title>
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<pubDate>Tue, 11 Dec 2007 04:22:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Kc</dc:creator>
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<description><![CDATA[
A Marvel digitalizou 2.500 títulos de seu acervo dos últimos 40 anos e os disponibilizou no site ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.marvel.com/i/content/2019header_new_main7319779.jpg" height="171" width="454" /></p>
<p>A Marvel digitalizou 2.500 títulos de seu acervo dos últimos 40 anos e os disponibilizou no <a href="http://www.marvel.com/">site</a> da editora! Claro que o serviço é oferecido mediante assinatura mensal (US$ 9,99) ou anual (US$ 59,88), e os quadrinhos só poderão ser vistos no navegador, não sendo possível fazer download do material - pelo menos é o que a Marvel diz.</p>
<p>O objetivo da investida é impulsionar as vendas de revistas em quadrinhos e ocupar um espaço perdido no estilo de vida da molecada, cujo principal ambiente hoje é... a internet.</p>
<p>Nostálgico! resta-nos a esperança de que algum ativista 'open source' consiga baixar as histórias! Caiu na rede, <a href="http://fabriciokc.wordpress.com/2007/11/20/12/">já vimos!</a></p>
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