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	<title>placas-tectonicas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/placas-tectonicas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "placas-tectonicas"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 07:03:51 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Perdido na cidade de David]]></title>
<link>http://brasilcomz.wordpress.com/?p=23</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 10:14:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gabriel</dc:creator>
<guid>http://brasilcomz.pt-br.wordpress.com/2008/07/24/perdido-na-cidade-de-david/</guid>
<description><![CDATA[Porta em Tzfat (Safed)
Shalom,
Sou Gabriel Guzovsky, publicitário de 25 anos que vive em Jerusalem.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="attachment_45" align="aligncenter" width="455" caption="Porta em Tzfat (Safed)"]<a href="http://brasilcomz.files.wordpress.com/2008/07/imagem-121.jpg"><img class="size-full wp-image-45" src="http://brasilcomz.wordpress.com/files/2008/07/imagem-121.jpg" alt="Porta em Tzfat (Safed)" width="455" height="341" /></a>[/caption]
<p>Shalom,</p>
<p>Sou Gabriel Guzovsky, publicitário de 25 anos que vive em Jerusalem. Vou escrever neste blog algumas das aventuras e coisas interessantes que há por estas terras.</p>
<p>Israel fica em um zona bastante interessante do mundo, no meio do choque entre as civilizações Ocidentais e Orientais. É um país de diversidade extrema e conseqüentemente, de protecionismos extremos.</p>
<p>A atenção da mídia global se foca no conflito que há por estas terras, não pelas pessoas que nela vivem, mas pelo que representa este conflito - a luta entre o tradicional e o novo, o religioso e o científico, o fanatismo e a paixão...</p>
<p>Em Israel há o choque entre 3 placas tectônicas, Eurasiática - Africana - Arábica. Do choque da placa Arábica com a Eurasiática acredita-se que surgiu o Mar Morto, o ponto mais baixo do planeta, a mais de 400m abaixo do nível do mar.</p>
<p>Por natureza Israel é uma zona de choque entre continentes. Sua realidade política não poderia ser distinta. Palco da redenção para as 3 principais religiões monoteístas, é possível que geopoliticamente falando, se torne realidade a profecia e que nesta terra se inicie o caos que abalará o planeta de maneira avassaladora.</p>
<p>Nossa esperança é que não, e o estado de Israel já vem lutando a anos para evitar essas profecias, pois não acredita em destino e sim que o homem pode fazer a diferença. Acredita na ciência e luta para que a região tenha mais em foco o aspecto científico das coisas, mantendo a religião como suporte moral. Essa mesma luta, acaba entrando em conflito com interesses de fanáticos religiosos nos países árabes que vem mantendo o poder em suas mãos durante séculos através da fé. Israel é uma ameaça para a hegemonia destes homens, e portanto, uma ameaça para o mundo árabe. O conflito é de certa forma antropológico e por isso muito difícil de encontrar uma solução simples, pois há que adaptar a paz para ambas as culturas. O que é paz para um pode ser uma declaração de guerra para o outro e vice versa.</p>
<p>Temos muito que discutir por aqui, vamos ver o que vocês acham que pode ser feito para acabar com o conflito em Israel.</p>
<p>Além de conflito, que por mais que tenha extensa cobertura dos meios de massas (justamente por ter cobertura dos meios de massas não tem cobertura relevante), temos outras coisas interessantes no dia a dia que vale a pena serem discutidas desde um ponto de vista mais terreno.</p>
<p>Lehitraot!</p>
<p>Postado por Gabriel Guzovsky</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A movimentação dos continentes]]></title>
<link>http://conteudodasprovas.wordpress.com/?p=52</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 00:48:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>mari0ju</dc:creator>
<guid>http://conteudodasprovas.pt-br.wordpress.com/2008/07/13/a-movimentacao-dos-continentes/</guid>
<description><![CDATA[Você já deve ter ouvido que os continentem se movem.
Ninguém pode perceber isso porque esse movim]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Você já deve ter ouvido que os continentem se movem.</p>
<p>Ninguém pode perceber isso porque esse movimeto é muito lento. Poucos centímetros por ano.</p>
<p>Mas como ocorre esse movimento?</p>
<p>Ainda há muitos estudos a respeito, pois entender o que está acontecendo à Terra em grandes profundidades é tarefa muito díficil. Há, entretanto, idéias que parecem explicar os fenômenos originados pelo movimento dos continentes. Uma idéia é relativa à presença de placas tectônicas.</p>
<p>Imagine sobre um manto pastoso uma série de placas sólidas sem estarem unidas.</p>
[caption id="" align="alignnone" width="400" caption="                                                                                                                                   "]<a href="http://mundoeducacao.uol.com.br/upload/conteudo_legenda/8046a0d29e4be7b25df86bcc16d60650.jpg"><img src="http://mundoeducacao.uol.com.br/upload/conteudo_legenda/8046a0d29e4be7b25df86bcc16d60650.jpg" alt="http://mundoeducacao.uol.com.br/upload/conteudo_legenda/8046a0d29e4be7b25df86bcc16d60650.jpg" width="400" height="300" /></a>[/caption]
<p>Sobre as placas ficam partes de continentes e de oceanos.</p>
<p>Essas placas estão sobre um material pastoso que podem mover-se. Com esses movimentos podem ocorrer terremotos e abalos sísmicos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cómo y Cuándo las Placas Tectónicas Se Hunden]]></title>
<link>http://moralesteponealdia.wordpress.com/?p=34</link>
<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 18:20:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ale..Morales</dc:creator>
<guid>http://moralesteponealdia.pt-br.wordpress.com/2008/04/24/como-y-cuando-las-placas-tectonicas-se-hunden/</guid>
<description><![CDATA[Se          ha presentado la primera evidencia directa de cómo y cuándo las placas          tectó]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Se          ha presentado la primera evidencia directa de cómo y cuándo las <strong>placas          tectónicas se mueven hacia las profundidades de la Tierra</strong>. Los expertos          que lo han conseguido esperan que su descripción de cómo colisionan las          placas y una de ellas se desliza por debajo de la otra hacia el manto          terrestre, pueda, potencialmente, incrementar la capacidad científica          para evaluar riesgos sísmicos<span>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span> El equipo de especialistas, de Suiza y del Reino Unido, afirman que <strong>al contrario de las creencias</strong> actuales de la comunidad cientifica, <strong>las placas densas</strong> tienden a <strong>conservarse en el manto superior</strong>, mientras que las placas más          jóvenes y ligeras se hunden con mayor facilidad hacia el manto inferior.</span></p>
<p>El manto es una zona debajo de la corteza terrestre que rodea al núcleo          fundido. Se divide en dos partes, superior e inferior, y          es una agitada masa de roca fundida. Se nutre y renueva continuamente con          materiales proveniente de partes de las placas tectónicas que se          introducen en él desde la superficie.</p>
<p style="text-align:justify;"><span> Los modelos numéricos de los investigadores muestran cómo las placas          antiguas, densas y relativamente rígidas, tienden a hacerse planas al          alcanzar la frontera del manto superior-inferior, envolviéndose          alrededor de ella desde encima. Sus modelos están ayudando a explicar          movimientos de placas, así como terremotos, en el Pacífico occidental,          donde placas antiguas se hunden hoy por debajo de <strong>Tonga, las Islas          Marianas y Japón</strong>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span> Por el contrario, las placas jóvenes y maleables tienden a doblarse y          plegarse sobre la frontera del manto inferior durante decenas de          millones de años hasta alcanzar una masa crítica que puede hundirse          rápidamente en éste.</span></p>
<p>Cuando esta masa se mueve al manto inferior, la porción de la placa que          sigue en la superficie <strong>es arrastrada a gran velocidad</strong>. Esto explica por          qué los movimientos de placas debajo de Centroamérica y Sudamérica son          mayores que los esperados para placas tan jóvenes.</p>
<p>Saskia Goes, del Departamento de Ciencias e Ingeniería de la Tierra del          Imperial College de Londres, es la investigadora principal de este          estudio. Ella cree que aunque es necesaria más investigación, este          estudio es potencialmente útil para ayudar a los científicos a          determinar riesgos por terremotos en áreas de estas zonas donde no se          han registrado antes.</p>
<p style="text-align:justify;">Aqui ademas adjunto un video documental muy interesante con varias teorias relacionadas con la tematica en cuestión, como no, entre ellas la teoria de la deriva continental y tectónica de placas.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/6ztVA2vNYkU'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/6ztVA2vNYkU&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Terremotos no Brasil]]></title>
<link>http://pontodvista.wordpress.com/?p=191</link>
<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 13:02:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>loscarrj</dc:creator>
<guid>http://pontodvista.pt-br.wordpress.com/2008/04/24/terremotos-no-brasil/</guid>
<description><![CDATA[No último dia 22 de abril, um tremor de terra de 5,2 graus na escala Richter foi sentido no final d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">No último dia 22 de abril, um tremor de terra de 5,2 graus na escala Richter foi sentido no final da noite em São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro. De acordo com o Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB) o tremor ocorreu a 270 km de São Paulo, às 21h e durou cerca de cinco segundos. O epicentro foi localizado no Oceano Atlântico. </p>
<p>Durante muito tempo acreditava-se que no Brasil não ocorria terremotos, no entanto, essa afirmação é um tanto quanto precipitada. Se comparar os abalos sísmicos ocorridos nos Andes com os ocorridos no Brasil, os do Brasil podem ser classificados como modestos, embora a quantidade de abalos sejam muitas e com escalas acima de 5,0 graus, não ignorando a possibilidade de tremores mais intensos, uma vez que o planeta é dinâmico e está em constante transformação.</p>
<p>Foram muitos os terremotos ocorridos no Brasil no decorrer da história, com destaque para o Ceará, em 1980 / mb=5,2, João Câmara (RN) 1986 / mb=5,1. Em outros casos os tremores tiveram proporções maiores como no Mato Grosso 1955/mb=6,6, Espírito Santo 1955/mb=6,3 e Amazonas 1983/mb=5,5, essas regiões não eram habitadas.</p>
<p>Os abalos sísmicos podem emergir a qualquer instante e lugar, dessa forma não se deve descartar a possibilidade de ocorrer tremores com grandes conseqüências em algum centro urbano brasileiro. A pouca incidência de terremotos no Brasil é proveniente de sua localização no centro da placa Sul-americana.</p>
<p>No fim de 2007, mais precisamente em 9 de dezembro desse ano, na cidade mineira de Itacarambi ocorreu um terremoto, o abalo derrubou 76 casas, condenou várias outras, e levou a óbito uma criança. Esse abalo foi um dos maiores ocorridos no Brasil e o primeiro com vítima fatal. O tremor teve intensidade de 4,9 graus na escala Richter, segundo o Professor Lucas Vieira Barros da Universidade de Brasília, os tremores ocorriam desde maio. A explicação não é definitiva, mas é provável que o agente causador seja uma falha geológica, localizada a 5 quilômetros abaixo da superfície.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://pontodvista.wordpress.com/files/2008/04/tremores_no_br.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-192" src="http://pontodvista.wordpress.com/files/2008/04/tremores_no_br.jpg" alt="" width="283" height="258" /></a></p>
<p style="text-align:left;"><em>Retirado do Site <a href="http://www.brasilescola.com/brasil/terremotos-no-brasil.htm" target="_blank">Brasil Escola</a></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CANTANDO LAS 40 AL EVOLUCIONISMO.]]></title>
<link>http://jolimu.wordpress.com/2008/01/23/cantando-las-40-al-evolucionismo/</link>
<pubDate>Wed, 23 Jan 2008 22:45:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>jolimu</dc:creator>
<guid>http://jolimu.pt-br.wordpress.com/2008/01/23/cantando-las-40-al-evolucionismo/</guid>
<description><![CDATA[Enero 23/2008
¿CREACIÓN DE MILLONES DE AÑOS?
Años después de exhibir su teoría, Carlos Darwin ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><i><font color="#000080">Enero 23/2008</font></i></p>
<p align="center"><b><i><font color="#000080">¿CREACIÓN DE MILLONES DE AÑOS?</font></i></b></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080">Años después de exhibir su teoría, Carlos Darwin comprendió la dificultad de explicar la visión humana u animal desde la evolución. En un libro suyo, manifestó:</font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080"><i>'Suponer que el ojo con toda su inimitable complejidad para ajustar su centro focal a distintas distancias, para reconocer distintas cantidades de luz, y para corregir las desviaciones esféricas y cromáticas, pudiera haber sido formado por la selección natural, parece, y lo confieso francamente, absurdo en sobremanera.'</i></font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080">Sin embargo, más adelante, explica ambiguamente por qué, de todos modos, creía que el ojo evolucionó y que el 'absurdo' solo era ilusorio. Con el conocimiento actual acerca del ojo y sus sistemas asociados (el cual es mucho mayor que en su tiempo), habría abandonado su teoría naturalista sobre el origen de los seres vivos.</font></font></font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080">Más de un siglo después recibió ayuda del Papa Juan Pablo II, pues este dinamitó la Biblia entera, al exponer <span>e</span>l 23 de octubre de 1996, en la Academia de Ciencias Obispales que: <i>"el nuevo conocimiento lleva al reconocimiento de que la teoría de la evolución es más que una hipótesis".</i></font></font></font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080">Con esas palabras autorizaba que <i>creación y evolución</i> convivieran juntas sin ningún conflicto, en una manifestación de debilidad, incongruente con alguien que con tanto valor se opuso siempre al comunismo, el aborto, las abominaciones sexuales, y todo lo que atentaba contra la Palabra de Dios. Una <i>concesión</i> <i>filosófica</i> para lograr mantener al menos, que solo Dios puede crear el alma humana.</font></font></font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font color="#000080">Los medios de comunicación fueron al árbol caído, como el oso al panal de miel. La noticia siguiente hizo ver que la expresión papal se convertía en la mortaja definitiva sobre una Biblia caduca. ¿Cuál fue la consecuencia de esta postura del líder católico? Pues inducir la pérdida de la Credibilidad de la Palabra de Dios; si el Génesis no era fiable, ¿cuándo entonces comenzaba a serlo el libro Sagrado? No solo atacaba la <i>Verdad de la Creación</i>, sino que arruinaba la fiabilidad de los otros 65 libros que el propio Creador ordenó que se escribieran, y que jamás han resultado contradictorios en sus afirmaciones y enseñanzas.</font></font></font></font></font></font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font color="#000080">Sembró duda sobre lo escrito: la deidad de Jesús, sus milagros y enseñanzas, su agonía en la cruz y, lo más importante, el motivo por el cual se sometió a ese inenarrable martirio: el perdón de los pecados de toda la humanidad y su resurrección, que implicó la esperanza de resurgir a una vida eterna con Él. Es decir, también arruinaba la solidez de los escritos del Nuevo Testamento: las enseñanzas recibidas por apóstoles directos e indirectos del Redentor, plasmadas por escrito por orden de este, como testimonio para las siguientes generaciones, pues el mismo libro que dice que Dios <i>creó </i>el mundo y todo lo que existe, da alegato de los hechos anteriores.</font></font></font></font></font></font></p>
<p><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font color="#000080"></font><font color="#000080"></font></font></font></font></font></font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font color="#000080">A partir de ahí, entre los propios creyentes comenzaron a fluir los <i>'iluminados'.</i> Un ejemplo lo vemos en la teoría de una <i>'Creación progresiva'</i>, ideada por el Dr. Hugh Ross en <i>'Cómo interpretar el libro de Génesis'</i>, respaldada por varios líderes <i>¿religiosos?</i> y por iglesias, seminarios, y universidades cristianas; como si después de Dios, alguien tuviera que agregar algo. Respaldando la postura de <i>'Respuestas en Génesis'</i>, creo que es vital citar aquí el aviso legado desde Hechos 17:11</font></font></font></font></font></font></p>
<p><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font color="#000080"></font><font color="#000080"></font></font></font></font></font></font></p>
<p align="center"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font color="#000080"><i>"</i><i>Y éstos judíos eran más nobles que los que estaban en Tesalónica, pues recibieron la palabra con toda solicitud, escudriñando cada día las Escrituras <u>para ver si estas cosas eran así</u>."</i><i></i></font></font></font></font></font></font></p>
<p><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font color="#000080"></font><font color="#000080"></font></font></font></font></font></font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font color="#000080">El Dr. Ross se manifiesta 'cristiano', pero aúna criterios con astrónomos y geólogos evolucionistas: algo incompatible. Veamos sus planteamientos y mis respuestas desde 'Bereshit', el libro judío original al que acudía Jesús, que después se llamó 'Génesis' en la traducción griega:</font></font></font></font></font></font></p>
<p><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font color="#000080"></font><font color="#000080"></font></font></font></font></font></font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font color="#000080"><i>1- 'El gran Estallido ('Big Bang'), origen del universo, surgió 16 mil millones de años atrás; por tanto, la muerte, la violencia y la enfermedad existieron antes de Adán y Eva.'</i></font></font></font></font></font></font></p>
<p><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font color="#000080"><b><i></i></b></font><font color="#000080"><b><i></i></b></font></font></font></font></font></font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font color="#000080"><b><i>Nota: </i></b><i>Bereshit 1:1'En el <i>comienzo de la creación</i> de Dios del cielo y la tierra, 2cuando la tierra estaba informe y vacía, con oscuridad sobre la superficie del abismo, y la Presencia Divina flotaba sobre la superficie de las aguas, 3dijo Dios: «Que haya luz», y hubo luz. 4Dios vio que la luz era buena, y Dios separó la luz de la oscuridad. 5Dios llamó a la luz «Día» y a la oscuridad la llamó «Noche». '<u>Y fue de tarde, y fue de mañana, un día</u>.'</i></font></font></font></font></font></font></p>
<p><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font color="#000080"></font><font color="#000080"></font></font></font></font></font></font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font color="#000080">Es decir, 'en el <i>comienzo'</i>, o dicho de otra forma, <i>durante</i> <i>el comienzo</i>, cuando la tierra <i>recién hecha</i> estaba <i>vacía</i>', <i>creó luz con su Palabra, dando órdenes</i>. Al final puntualiza: <i>'y fue la tarde y fue la mañana: un día'</i>, mostrando por vez primera su definición de 'día': una tarde y luego la mañana. ¿Existe algo de lo 'hecho', antes de un comenzar a hacerlo? <i>¡Big Bang no</i>! Lo dice el Señor.</font></font></font></font></font></font></p>
<p><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font color="#000080"><i>2-' La Creación no fue en 6 días, sino que atañe a las eras geológicas establecidas'.</i></font></font></font></font></font></font></p>
<p><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font color="#000080"><b><i></i></b></font></font></font></font></font></font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font color="#000080"><b><i>Nota</i></b>- Si seguimos leyendo Bereshit 1, hasta el 1:31, veremos cómo a cada obra finalizada Dios sentencia: 'y <i>fue de tarde y de mañana, el segundo día', el tercero, el cuarto, el quinto, el sexto...</i> es decir, establece antes de construirlos, los ciclos que corresponderían al día y a la noche. El sol y la luna fueron hechos el cuarto día, pero ya desde los anteriores, desde que creó la luz, fijó <i>la tarde y la mañana</i>: <i>la puesta y salida solar del futuro inmediato,</i> marcando el inicio de una nueva jornada y dejando evidencia de su propósito: <i>6 días de 24 hs</i>., al concluir en 1:31:<b> <i>Y Dios vio todo lo que había hecho, y he aquí que era muy bueno</i></b><i>. 'Y fue de tarde, y fue de mañana, el sexto día.' Lo de una sola </i>era geológica podrá verlo explicado puntualmente en el artículo<i> ¡Mi planeta es un chavalito!<u></u></i></font></font></font></font></font></font></p>
<p><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font color="#000080"><i>3-</i> <i>'El Diluvio de Noé fue un evento local.'</i></font></font></font></font></font></font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font color="#000080"><b><i>Nota-</i></b> Veamos esto, que es interesante; primero, la distribución original del planeta. (Gn 1:9):</font></font></font></font></font></font></p>
<p><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font color="#000080"><i>'Dijo Dios</i>: <i>«Que las aguas debajo del cielo se reúnan en un área, y que aparezca la tierra seca». Y así fue. Dios llamó a la tierra seca «Tierra», y a la reunión de aguas la llamó «Mares».'</i></font></font></font></font></font></font><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"></font></font></font></font></font><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"> </font></font></font></font></font><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"></font></font></font></font></font><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"></font></font></font></font></font><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"></font></font></font></font></font><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"></font></font></font></font></font><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"></font></font></font></font></font><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"><font size="+0"><font color="#000080"></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080">Es decir, <i>una tierra y mares</i>. Cada día más, los estudiosos coinciden en que, al principio, todos los continentes estaban unidos, confirmando el saber bíblico. Actualmente sabemos que el movimiento de las llamadas placas tectónicas, producen terremotos y tsunamis catastróficos. Pero veamos qué dice el libro del Conocimiento y la Sabiduría sobre el diluvio de Noé:</font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080">Según Bereshit (ó Génesis) 7:11<b><i> '</i></b><i><u>En el año seiscientos de la vida de Noaj</u></i><i> (Noé), en el segundo mes, el diecisiete del mes, ese día, se <u>rompieron todas</u> las fuentes del gran abismo y se abrieron las ventanas de los cielos.'</i></font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080">Todas las fuentes en todo el planeta; de local, nada. El cimiento continental se partió y dividió; esto tuvo más consecuencia de lo que muchos imaginan, porque se originaron los continentes... y la única glaciación que existió. También se explicará en el artículo llamado 'Una edad: una glaciación.'</font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080">4- <i>'El pecado tiene sólo un efecto regionalmente limitado en el mundo.'</i></font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080"><i><u>Nota</u>: Induzco al Dr. Ross a que le eche un vistazo a lo que dice Ro 5:12:</i></font></p>
<p align="center"><font color="#000080"><b><i>'Por tanto, como el pecado entró en el mundo por un hombre, y por el pecado la muerte, así la <u>muerte pasó a todos los hombres</u>, por cuanto todos pecaron'</i></b></font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080">5<i>- 'Seres semejantes al hombre pintaron las paredes de las cuevas antes de Adán y Eva, pero no tenían un espíritu y por lo tanto no tenían ninguna salvación'.</i></font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080"><b><em>Nota</em></b>- Es tan absurdo y tan falto de evidencia que no merece otra respuesta que el mismo Génesis 1:1:31. Dios empieza a referir la historia del Mundo con las palabras: <i>'En el comienzo de la Creación'</i> ¿Qué puede haber antes de un comienzo? Sobre las lucubraciones evolucionistas del hombre Neandertal y otros, ver el artículo: '<i>¿Un mono pintor?'</i></font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080">6- <i>'El registro humano de la naturaleza, es tan perfecto como la Palabra de Dios.'</i></font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080"><b><i>Nota-</i></b> El registro humano de la Naturaleza se basa en una suposición tras otra; nadie vivió desde el principio; los estudiosos del tema hacen sus cálculos mediante el sistema radiométrico y otros, considerando, por ejemplo, valores iniciales de carbono14 por concepto, sin tener en cuenta que se desconoce el efecto de la variación de las radiaciones nucleares del Sol desde sus inicios y su influencia sobre esto. Tampoco se sabe si esa cifra, considerada <i>estable, </i>se<i> </i>comportó de esa forma o si varió (como es lógico suponer) con los cambios de temperatura producidos con la glaciación.</font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080">El registro humano es falible; se ha demostrado con lava volcánica de origen conocido (10 años) que sin embargo arrojó varios millones de años en laboratorios evolucionistas cuando se mandó a datar sin informarles su procedencia. También se escribirá sobre esto próximamente.</font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080">7- <i>'Millones de años atrás, Dios creó especies que luego se extinguieron.'</i></font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080"><b><i>Nota</i></b>- Otra fábula desmentida en el Génesis; los animales, todos, incluido el hombre fueron creados entre el 5º y el 6º día. Si la evolución es real, los fósiles deberían ir apareciendo en orden: los primarios debajo y los 'evolucionados encima'; sin embargo, en las capas más inferiores han aparecido animales que existen aún en la actualidad... porque el diluvio, el único desastre reconocido, es el que pudo generar la fosilización por enterramiento inmediato. Recuerden que <i>'se abrieron las fuentes del abismo'. También se profundizará sobre esto en un artículo a punto de salir.<br />
</i></font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080">Los libros del Dr. Ross son publicados por NAVPRESS, el soporte editorial de los Navegantes. Su declaración ante la prensa fue radical: <i>"Nosotros consideramos nuestro privilegio y nuestro llamamiento, sostener a Hugh Ross con nuestro apoyo como su publicador."</i></font></p>
<p align="center"><font color="#000080"><b><i>¡Que Dios les bendiga... y les pille arrepentidos!</i></b></font></p>
<p style="text-indent:15px;text-align:justify;"><font color="#000080"><i>El Señor tiene un plan para usted; solo tiene que hincar su rodilla en lo íntimo y pedirle que le provea de discernimiento sobre estas cosas. Si lo hace de corazón, se asombrará de los resultados.</i></font></p>
<p></font></font></font></font></font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La sismicidad ]]></title>
<link>http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/2007/12/05/la-sismicidad/</link>
<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 14:10:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>degeografiayotrascosas</dc:creator>
<guid>http://degeografiayotrascosas.pt-br.wordpress.com/2007/12/05/la-sismicidad/</guid>
<description><![CDATA[En esta etiqueta, sólo hablaremos de la medición de los sismos y de las zonas sísmicas, pero se h]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3 align="justify">En esta etiqueta, sólo hablaremos de la medición de los sismos y de las zonas sísmicas, pero se hará a través de <strong>explorar la siguiente página. </strong></h3>
<h5><a href="http://redescolar.ilce.edu.mx/redescolar/proyectos/fenomenos_naturales_oto07/eje3.htm" title="Fenómenos naturales y humanos" target="_blank"><strong>http://redescolar.ilce.edu.mx/redescolar/proyectos/fenomenos_naturales_oto07/eje3.htm</strong></a></h5>
<p>Después de lo anterior, conoceremos al Servicio Sismológico Nacional, la instutución que se encarga de explicar los procesos sísmicos.</p>
<p><a href="http://www.ssn.unam.mx/" target="_blank">http://www.ssn.unam.mx/</a></p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p>Para terminar, esta es la historia de los sismos más dañinos para la humanidad y el siguiente documental.</p>
<ul>
<li>1556: Shensi (China): 830.000 muertos</li>
<li>1737: Calcuta (India): 300.000 muertos</li>
<li>1906: San Francisco (Estados Unidos): 1.000 muertos; 8,2 en la escala Richter.</li>
<li>1908: Messina (Italia): 100.000 muertos; 7,5 en la escala Richter</li>
<li>1920: Kansu y Stransi (China):  200.000 muertos; 8,5 grados en la escala Richter.</li>
<li>1923: Tokio (Japón): 99.000 muertos; 8,3 en la escala Richter</li>
<li>1960: Agadir (Marruecos): 15.000 muertos; 5,8 en la escala Richter</li>
<li>1962: Irán: 20.000 muertos; 7 en la escala Richter</li>
<li>1964: Anchorage (Alaska). 173 muertos; 8,3 en la escala Richter</li>
<li>1976: Guatemala: 22.000 muertos; 7,3 en la escala Richter</li>
<li>1976: China: 650.000 muertos; 7,2 en la escala Richter</li>
<li>1985: Ciudad de México (México): más de 3,000 muertos, pero se cree que fueron miles más. Dos terremotos de 7,9 y 8,3 en la escala Richter</li>
</ul>
<p>Documental:</p>
<p><a href="http://www.tu.tv/videos/el-cinturon-de-fuego" title="El Cinturón de Fuego" target="_blank">http://www.tu.tv/videos/el-cinturon-de-fuego</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Las placas tectónicas y su fenomenología]]></title>
<link>http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/2007/11/28/las-placas-tectonicas-y-su-fenomenologia/</link>
<pubDate>Wed, 28 Nov 2007 14:45:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>degeografiayotrascosas</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uno de los misterios más grandes de nuestro planeta, había sido, hasta hace unos 50 años, su din]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3 align="justify"><a href="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/mapatectonica.jpg" title="Mapa de placas"></a><a href="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/dorsal.jpg" title="Dorsal"></a>Uno de los misterios más grandes de nuestro planeta, había sido, hasta hace unos 50 años, su dinámica interna. Muchos estudiosos del siglo XVIII y XIX vivieron y murieron engañados sobre este tema, pues fue hasta el siglo XX cuando aparecieron las teorías que hoy siguen teniendo vigencia y que parecen ser las más acertadas.</h3>
<h3 align="justify">¿Cómo se da la dinámica interna de la Tierra?</h3>
<p align="justify">1. La primer consideración es que:  <em>La Corteza terrestre está fracturada</em>. Algunos estudios hablan de que la capa donde se encuentran los continentes, está dividida en 8 u 12 partes, llamadas <em>Placas Tectónicas.</em> Esto es como si pidiéramos ver la superficie del planeta como un rompecabezas. El mapa siguiente ilustra lo anterior.</p>
<p align="center"><a href="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/mapatectonica.jpg" title="Mapa de placas"><img src="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/mapatectonica.jpg" alt="Mapa de placas" /></a></p>
<p align="justify">2. La segunda consideración tiene que ver con los fenómenos que ocurren entre los límites de las placas, es decir, entre el contacto de unas con otras. Esos fenómenos pueden ser 3:</p>
<ul>
<li>
<p align="justify"><strong>Choque de placas: esto origina la formación de <em>zonas de subducción</em> y de trincheras. La consecuencia de este fenómeno son intensos sismos y actividad volcánica importante. Se pueden presentar 3 tipos de zonas de subducción</strong>:</p>
</li>
</ul>
<p align="justify">            a) Cuando una placa oceánica choca contra una continental. Si observas bien el esquema, te darás cuenta que la placa oceánica (Oceanic crust) al chocar, se introduce bajo la placa continental (Continental crust), esto forma volcanes cercanos a la costa y sismos (cuadritos amarillos) y una trinchera (trench). La trinchera es una zona profunda, una zanja oceánica. Este tipo de zonas de subducción se da en México, entre la Placa de Cocos y Norteamericana y origina  los sismos que sentimos en la Ciudad de México.</p>
<p align="center"><a href="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/subduccion-1.gif" title="Subducción1"><img src="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/subduccion-1.gif" alt="Subducción1" /></a>   <a href="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/cocos.gif" title="Placa de Cocos"><img src="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/cocos.gif" alt="Placa de Cocos" /></a> <a href="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/volcandecolima2.jpg" title="Volcán de Colima"><img src="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/volcandecolima2.jpg" alt="Volcán de Colima" /></a>   Volcán de Colima, México.</p>
<p align="justify">           b) Cuando las dos placas son océnicas. En este caso, la placa más antigua, por ser más fría, es la que se hunde sobre la otra más reciente. Los sismos son marinos, lo que puede ocasionar <a href="http://www.angelfire.com/nt/tsunamis/#DEFINICION%20DE" target="_blank">Tsunamis</a> en las costas y la formación de islas volcánicas a manera de arcos. Este tipo de subducción lo encontramos en las costas asiáticas, cercanas a Japón, Filipinas ,etc.</p>
<p align="center"><a href="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/subduccion-2.gif" title="Subducción2"><img src="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/subduccion-2.gif" alt="Subducción2" /></a>       <a href="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/islas_japon-003.jpg" title="Monte Fuji"><img src="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/islas_japon-003.jpg" alt="Monte Fuji" /></a> Monte Fuji, Isla Yama Honshu.</p>
<p align="justify">           c) Cuando dos placas continentales chocan entre sí. Cuando sucede esto, es más difícil que una placa se hunda frente a la otra, lo que hace que se acumule mucho material en las márgenes y esto ocasione que haya grandes elevaciones del terreno, es decir, montañas muy elevadas. Esto es lo que pasa en la cordillera del Himalaya, cuando la placa Índica choca de frente contra la Euroasiática. Esto origina sismos que se extienden más allá de la placa y por supuesto la formación del Everest (8,848. m.s.n.m)</p>
<p align="center"><a href="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/subduccion-3.gif" title="Subducción3"><img src="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/subduccion-3.gif" alt="Subducción3" /></a>         <a href="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/everest_kalapatthar.jpg" title="Everest"><img src="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/everest_kalapatthar.jpg" alt="Everest" /></a> Everest</p>
<ul>
<li>
<p align="justify"><strong>El segundo fenómeno que se da entre los límites de las placas es la <em>expansión. </em>Esto es lo inverso a la subducción y se da cuando las placas se separan y forman las llamadas <em>Dorsales Oceánicas</em>. Un ejemplo de ésta es la Dorsal del Atlántico, que vista desde el aire, se aprecia una cadena de pequeñas montañas que atraviesa el Atlántico, además de sismos de no muy grande magnitud.</strong></p>
</li>
</ul>
<p align="center"> <a href="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/divergentanimationopt.gif" title="Expansión"><img src="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/divergentanimationopt.gif" alt="Expansión" /></a>  <a href="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/expansion.jpg" title="Expansión"><img src="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/expansion.jpg" alt="Expansión" /></a>           <a href="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/dorsal.jpg" title="Dorsal"><img src="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/dorsal.jpg" alt="Dorsal" /></a> Dorsal del Atlántico<a href="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/dorsal2.gif" title="Dorsal2"><img src="http://degeografiayotrascosas.wordpress.com/files/2007/11/dorsal2.gif" alt="Dorsal2" /></a></p>
<ul>
<li>
<p align="justify">El tercer y último fenómeno entre las placas es del roce o también llamado: <em>Falla de Transformación</em>, el cual se caracteriza por un desplazamiento de las placas en sentido inverso, lo que origina una gran cantidad de sismos y de volcanes no muy elevados, además del desplazamiento del terreno. Esto es característico de la Falla de San Andrés, la cual está entre la Placa Norteamericana y Pacífica. Si somos un poco futuristas, entenderemos que esta falla desplazará una superficie del terreno importante, quitando a México la Península de Baja California, y a EUA una porción de California. el resultado será una gran isla que terminará frente a Canadá. ¿Cuándo? En unos 50,000 años.</p>
</li>
</ul>
<p align="center"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/zTJBFLdN34E'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/zTJBFLdN34E&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p align="justify">Para terminar la lección, lee cada una de las siguiente pestañas y escribe lo que te parezca más importante.</p>
<p><a href="http://recursos.cnice.mec.es/biosfera/alumno/4ESO/MedioNatural1I/activ_video1.htm" target="_blank">http://recursos.cnice.mec.es/biosfera/alumno/4ESO/MedioNatural1I/activ_video1.htm</a></p>
<p align="left">Fuentes: <a href="http://tlacaelel.igeofcu.unam.mx/~GeoD/estudiantes/caridad/Html/placas.html">http://tlacaelel.igeofcu.unam.mx/~GeoD/estudiantes/caridad/Html/placas.html</a>, <a href="http://www.visionlearning.com/library/module_viewer.php?mid=66&#38;l=s">http://www.visionlearning.com/library/module_viewer.php?mid=66&#38;l=s</a>,    <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Monte_Everest">http://es.wikipedia.org/wiki/Monte_Everest</a>,                                                                        <a href="http://www.viajeros.com/article550.html">http://www.viajeros.com/article550.html</a>,                                                                                           <a href="http://www.volcandecolima.com/">http://www.volcandecolima.com/</a> <a href="http://www.practiciencia.com.ar/ctierrayesp/tierra/superficie/hidrosfera/oceanos/relieve/dorsales/index.html">http://www.practiciencia.com.ar/ctierrayesp/tierra/superficie/hidrosfera/oceanos/relieve/dorsales/index.html</a></p>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="center">&#160;</p>
]]></content:encoded>
</item>

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