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	<title>pinacoteca-do-estado &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/pinacoteca-do-estado/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "pinacoteca-do-estado"</description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 21:32:26 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[última semana: nicolas-antonine taunay no brasil]]></title>
<link>http://ouiouioui.wordpress.com/?p=1206</link>
<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 12:39:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>luanazeredo</dc:creator>
<guid>http://ouiouioui.pt-br.wordpress.com/2008/09/02/ultima-semana-nicolas-antonine-taunay-no-brasil/</guid>
<description><![CDATA[Esta é a última semana para ver a exposição &#8220;Nicolas-Antoine Taunay no Brasil: Uma Leitura]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é a última semana para ver a exposição <strong>"Nicolas-Antoine Taunay no Brasil: Uma Leitura dos Trópicos"</strong> que mostra paisagens cariocas à maneira de vila italiana, raros escravos em cena e uma luminosidade um tanto fosca.</p>
<p><a href="http://ouiouioui.files.wordpress.com/2008/09/missao_francesa.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1211" src="http://ouiouioui.wordpress.com/files/2008/09/missao_francesa.jpg" alt="" width="440" height="320" /></a></p>
<p>A pintura<em>Vista do Pão-de-Açúcar a Partir do Terraço de Sir Henry Chamberlain</em> resume bem as marcas de Nicolas-Antoine Taunay (1755-1830): um paisagista francês pouco afeito à escravidão e que veio para cá em busca da beleza dos trópicos. Assim como Jean-Baptiste Debret (1768-1848), ele integrou o grupo de artistas da Missão Francesa, que atuou no Brasil durante os tempos de dom João VI. Com curadoria de Lilia Moritz Schwarcz, a retrospectiva revela um forte teor histórico em boa parte das setenta pinturas reunidas. Além das imagens do Rio de Janeiro, a exposição apresenta retratos que Taunay fez de seus familiares, um lado menos conhecido de sua obra. Veja também na Pinacoteca: <em><strong>O ArtDeco Brasileiro: a Coleção Fulvia e Adolpho Leirner</strong></em><strong> </strong>(mostra com 38 peças, entre mobiliário, tapeçarias, pinturas e esculturas)</p>
<p><strong>Na Pinacoteca do Estado, até domingo dia 7 de agosto.</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[o dia em que eu vi o monte fuji]]></title>
<link>http://japas.wordpress.com/?p=589</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 15:01:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>luanazeredo</dc:creator>
<guid>http://japas.pt-br.wordpress.com/2008/05/13/o-dia-em-que-eu-vi-o-monte-fuji/</guid>
<description><![CDATA[
Apaixonada pelos trabalhos de Hokusai (1760 a 1849) e Hiroshige (1797 a 1858), eu tinha guardado um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://japas.wordpress.com/files/2008/05/inume-pass.jpg"></a><img class="aligncenter size-full wp-image-607" src="http://japas.wordpress.com/files/2008/05/fuji18.jpg" alt="" width="500" height="348" /></span></p>
<p>Apaixonada pelos trabalhos de Hokusai (1760 a 1849) e Hiroshige (1797 a 1858), eu tinha guardado uma grande expectativa para quando chegasse em Tóquio: <strong>ver o Monte Fuji</strong>. Nos primeiros dias que estive por lá, o céu nublado (em Tóquio e no Monte) dificultava a visibilidade. Eu nem consegui saber para que lado ele ficava.</p>
<p>Subi na Mori Tower (que dá uma visão de 360graus da cidade e arredores) e nada. Na foto abaixo, ele estaria bem atrás de mim, um pouco à direita da torre laranja (Tokio Tower), caso o dia estivesse mais claro.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://japas.files.wordpress.com/2008/05/img_4409.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-606" src="http://japas.wordpress.com/files/2008/05/img_4409.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Os dias se passaram, o tempo não abria, e eu fui achando que aquele fascinante vulcão adormecido, "pintado" de gelo no topo, não faria parte da minha paisagem nipônica.</p>
<p>E foi no meu último dia de Tóquio, me preparando para seguir viagem para Kioto que, da janela do hotel, eu fui agraciada com a seguinte - e emocionante - vista!</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://japas.wordpress.com/files/2008/05/img_4533.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-603 aligncenter" src="http://japas.wordpress.com/files/2008/05/img_4533.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://japas.wordpress.com/files/2008/05/img_4534.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-604 aligncenter" src="http://japas.wordpress.com/files/2008/05/img_4534.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://japas.wordpress.com/files/2008/05/img_4535.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-605 aligncenter" src="http://japas.wordpress.com/files/2008/05/img_4535.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><span style="color:#800080;">Para ver o Monte Fuji sem ir até Tokyo: </span><strong><span style="color:#800080;">AS 36 VISTAS DO MONTE FUJI</span></strong><span style="color:#800080;"> - exposição com a famosa série de 36 retratos diferentes do monte em gravuras do artista Utagawa Hiroshige. Até 25/5 na Pinacoteca do Estado (São Paulo) </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Paulo Mendes da Rocha - A natureza é um trambolho]]></title>
<link>http://arquiteturaearte.wordpress.com/?p=28</link>
<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 19:32:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye18</dc:creator>
<guid>http://arquiteturaearte.pt-br.wordpress.com/2008/04/11/paulo-mendes-da-rocha-a-natureza-e-um-trambolho/</guid>
<description><![CDATA[Saudações!
Estava eu navegando na &#8216;extensa rede&#8217; e vi essa entrevista do grande e mara]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div><span style="color:#888888;"><span><em>Saudações!</em></span></span></div>
<p><span style="color:#888888;"><span><em>Estava eu navegando na 'extensa rede' e vi essa entrevista do grande e maravilhoso Paulo Mendes da Rocha... Vou copiar uns trechinhos aqui que vale a pena! </em></span></p>
<p><span><em>Abraços ;)</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:16pt;color:#808080;font-family:Verdana;">A natureza é um trambolho</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em>A conversa foi longa, e podia ser muito mais. A platéia, quer dizer, os entrevistadores ficou – para usar o adjetivo justo – embevecida. Paulo Mendes da Rocha é o retrato do arquiteto, o artista, aquele que une à técnica uma visão cósmica, espiritual, política do homem. E ele consegue expor esse pensamento com outra virtude humana indispensável: o humor, e colocações desconcertantes – como a do título abaixo..</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em> </em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em>(...)</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em> </em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em> </em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em> </em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em> </em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;">São Paulo é caótica ou não?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<div class="MsoNormal" style="margin:0;"></div>
<p><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em>Paulo Mendes da Rocha</em> - São Paulo é e não tem nada de fenômeno urbano, ela metodicamente se torna horrível pela especulação imobiliária, pela exploração de tudo isso como mercadoria. Tudo isso o quê? As virtudes da natureza. Você quer ver uma evidente virtude da natureza destruída pelo mercado e tida entre nós como supremo bem? O que a Light fez em São Paulo. Construir uma barragem hidrelétrica de 700 metros sobre o mar, sugar a água do Tietê através do Pinheiros, inverter tudo, jogar essa água lá pra baixo para produzir 800.000 quilowatts é uma besteira que não tem tamanho. Nós nunca faríamos isso. Não se produz 1 quilowatt com uma água que não seja para beber depois, porque senão é perder a virtude da água. A graça é dizer que essa água que você está bebendo já foi a luzinha ou vai ser a luzinha de amanhã – e a mesma se joga no mar! Depois, essa Light botou um bonde, fez a linha ir para os arrabaldes, que não valiam nada, comprou tudo, loteou e vendeu esses bairros horríveis que se dizem exclusivamente residenciais. Como se você pudesse exclusivamente residir. “O senhor está fazendo o quê?” “Estou residindo...” Não tem sentido nenhum. E a Light ainda foi vendida para nós e disse que devemos a ela o desenvolvimento de São Paulo. Urubupungá tem 6 milhões de quilowatts, uma barragem de 800.000 quilowatts é o mínimo que se pode fazer, jogando água fora, ainda por cima! Isso eles não fazem no país deles, os canadenses, os americanos, os ingleses. Portanto, somos uma conseqüência dessa visão predadora do nosso território, que vem desde a mentalidade colonial, e devíamos ser a suprema crítica contemporânea sobre essas questões.</p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left"><strong><span style="font-size:11pt;color:#808080;"><span style="font-family:Verdana;">Os arquitetos?</span></span></strong></p>
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left">
<div class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;"></div>
<p><span style="font-size:11pt;color:#808080;"><span style="font-family:Verdana;"><em>Paulo Mendes da Rocha</em> - Nós, os americanos, porque temos a peculiar experiência. É engraçada a história dos americanos. Sou italiano por parte de mãe, sou baiano por parte de pai, sou negro possivelmente, portanto não é uma raça brasileira, somos um grupo que tem a obrigação de ter uma reflexão peculiar, uma experiência peculiar de inaugurar a questão do hábitat humano num território em que estava uma população pequena que foi destruída pelo colonialismo. Essa visão crítica entre nós é indispensável. Uma revisão crítica capaz de criar expectativas de esperança e futuro, existir um peculiar traço de uma experiência interessante quanto à ocupação de território. O que se diz é o seguinte: uma cidade existe antes que a construam, é um desejo nosso, e ela é vista antes como se nós aqui, um grupo, estivéssemos procurando um lugar – aconteceu tantas vezes em grupos humanos –, e suponha que chegássemos por terra, não sei de que modo, no Outeiro da Glória, no Rio de Janeiro. Com certeza, iríamos parar e dizer assim: “Vamos ficar por aqui. Ali faremos o porto; lá embaixo tem muita inundação, muito pernilongo, vamos morar um pouquinho nesse outeiro, aqui as casas etc. etc.”. Inclusive, você enfrenta uma adversidade que não havia, que você cria. Os problemas nós é que criamos. Se é boa a baía porque abriga os navios, entretanto a terra ali não serve para habitar, porque são baixios, mangues, vou ter que fazer uma muralha de cais, aterrar esse baixio, construir novos territórios e uma nova conformação geográfica. O Rio de Janeiro é uma cidade que descreve com muita clareza as virtudes dessa transformação, por exemplo, depois que abriram a avenida Rio Branco. Sobrou um morrinho lá, que é o famoso morro do Castelo, raro no Rio de Janeiro por não conter granito, era só terra, e ele dividia ou tolhia a visão da entrada da baía. Pra frente, era aquilo que já estava lá, a baía do Flamengo e, logo adiante, a ilha de Villegaignon, a 1 quilômetro, 800 metros, onde já estava instalada a Escola Naval. Fizeram uma obra notável no Rio de Janeiro: o desmonte hidráulico do morro, quer dizer, a jato de água, como você desmantela um formigueiro com a mangueira de jardim. A engenharia faz isso. Estabelece a tubulação toda e desmonta o morro de terra a jato de água, transforma em lama. Essa lama é conduzida nessa tubulação e vai ser depositada num certo lugar. Que lugar? Um retângulo perfeito, um tanque construído com pedras adequadas para enfrentar o mar, dentro da água, inundado de água, um enrocamento de pedras arrebentadas a dinamite das pedreiras e adequadamente depositadas no mar. Essa lama jogada lá dentro decanta, sedimenta a terra e aquilo que ficou é o aeroporto Santos Dumont. Você transforma o território, isso é que é arquitetura, para mim, e não pequenas coisas, uma varandinha, nada disso e os edifícios são instrumentos de realização dessa cidade onde todos querem morar.</span></p>
<p></span></p>
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left"><span style="font-size:11pt;color:#808080;"><br />
<strong><br />
<span style="font-family:Verdana;">Dessa sua visão sobre pensar o território brasileiro, quanto tem da visão do Darcy Ribeiro, no sentido de que podemos construir aqui uma quase civilização tropical, e quanto também da produção e do pensamento do professor Milton Santos, no caso do território?</span></strong></span></p>
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left">
<div class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;"></div>
<p><span style="font-size:11pt;color:#808080;"><span style="font-family:Verdana;"><em>Paulo Mendes da Rocha</em> - A história do gênero humano é indizível, claro, mas, se quiséssemos conversar, poderíamos pensar, por exemplo, num dilema da nossa condição humana, entre tantos. Um deles é a questão de uma separação, que pode ser convocada para refletir, entre ciências naturais – que é toda ciência, física, astronomia, mecânica celeste – e essa preocupação com nossas origens, que se estabeleceu que chamamos de ciências humanas. Justamente o que fica para as realizações de caráter político, o que vamos fazer, o modo humano de existir, obrigatoriamente esses âmbitos de conhecimento têm de andar juntos, você só pode realmente avançar quando raciocina com uma totalidade. Isso é da nossa época, vivemos isso, que foi posto pelos artistas, os supremos inventores de como pensarmos. No caso, um homem de teatro, Durrenmatt, escreveu Os Físicos, a questão da descoberta da energia, do átomo, da constituição da matéria e a bomba atômica. Ora, tínhamos que dizer que nenhum cientista inventou uma bomba, eles morreram todos de desgosto, digamos assim, é o que está decantado em Galileu Galilei, do Brecht, em Os Físicos, do Durrenmatt. A idéia não é fazer uma bomba, a idéia é não resistir a especular e acabar sabendo que certos códigos revelam que são partes, partículas materiais, que a luz é pedaço de coisas, e que tudo isso se equilibra por força desse certo universo, ou seja, que somos feitos da mesma matéria da qual é feita a luz das estrelas, não existe outra matéria no universo, quarks, elétrons, nêutrons, ela produz um fígado ou uma fagulha de estrelas. Portanto, não é que sejam verdades, são códigos que vão dando certo, códigos matemáticos, você reproduz e vê que aquilo é isso. Mas a idéia é realizar a nossa existência no universo.</span></p>
<p></span></p>
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left"><span style="font-size:11pt;color:#808080;"><span style="font-family:Verdana;"> </span></span></p>
<p style="margin-bottom:12pt;"><strong><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;">Isso não é uma visão de Deus?</span></strong></p>
<p style="margin-bottom:12pt;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left"><span><span style="font-family:Verdana;"><em>Paulo Mendes da Rocha</em> – Eu não sei qual é a visão de Deus, quem me dera. </span></span></p>
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left"><span style="font-size:11pt;color:#808080;"><em><span style="font-family:Verdana;">(...)</span></em></span></p>
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left"><span style="font-size:11pt;color:#808080;"><em></em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><span style="font-size:12pt;"><a href="http://arquiteturaearte.files.wordpress.com/2008/04/paulao.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-29" src="http://arquiteturaearte.wordpress.com/files/2008/04/paulao.jpeg" alt="" width="489" height="354" /></a></span> </span></p>
<div></div>
<p><span style="color:#888888;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em>Bacana, né?</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em> </em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em>Se quiser ler o resto da entrevista é só entrar aqui:</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><a title="entrevista na ntegra" href="http://carosamigos.terra.com.br/da_revista/edicoes/ed61/paulo30.asp" target="_blank"><span style="color:#808080;">http://carosamigos.terra.com.br/da_revista/edicoes/ed61/paulo30.asp</span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left"><strong><span style="font-size:10pt;color:#808080;"><span style="font-family:Verdana;">Principais trabalhos e prêmios: </span></span></strong><span style="font-size:10pt;color:#808080;"><br />
<span style="font-family:Verdana;">Museu de Arte de Campinas, na Unicamp, SP.<br />
Museu de Arte Comtemporânea, com Jorge Wilheim, SP.<br />
Museu Brasileiro de Arquitetura, SP.<br />
Centro Cultural da Fiesp, SP.<br />
Pinacoteca do Estado, Renovação, SP.<br />
Ginásio do Clube Atlético Paulistano, SP.<br />
Terminal Rodoviário de Goiânia, GO.<br />
Estádio Serra Dourada, GO.<br />
Terminal Rodoviário de Cuiabá, GO.<br />
Pavilhão do Brasil na Exposição Mundial de Osaka, Japão.</span></span></p>
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left"><span style="font-size:10pt;color:#808080;"><br />
<span style="font-family:Verdana;"><strong>Prêmios:</strong><br />
Bienal Ibero-Americana de Madri (Trajetória Profissional).<br />
Museu Nacional de Belas-Artes (Prêmio Vitrúvio).<br />
Arquitetura Latino-Americana (Prêmio Mies van der Rohe).<br />
Bienal Internacional de São Paulo (Ginásio do Clube Paulistano). </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em> <strong> </strong></em><a title="SANTIAGO CALATRAVA - arquiteto" href="http://arquiteturaearte.wordpress.com/2008/04/03/santiago-calatrava-arquiteto/"></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><em>Para ler outras matérias interessantes:</em></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><a title="Tendências… A vez das fachadas sustentáveis" href="http://arquiteturaearte.wordpress.com/2008/04/01/tendencias-a-vez-das-fachadas-sustentaveis/"><strong><span style="color:#808080;">Tendências… A vez das fachadas sustentáveis</span></strong></a></span><strong><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><a title="SANTIAGO CALATRAVA - arquiteto" href="http://arquiteturaearte.wordpress.com/2008/04/03/santiago-calatrava-arquiteto/"><strong><span style="color:#808080;">SANTIAGO CALATRAVA - arquiteto</span></strong></a></span><strong><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"><a title="Cultura nunca é demais." href="http://arquiteturaearte.wordpress.com/2008/04/09/27/"><strong><span style="color:#808080;">Cultura nunca é demais.</span></strong></a> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#808080;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:small;color:#888888;font-family:Times New Roman;"> </span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#888888;"><em><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<p class="texto" style="text-align:left;margin:auto 0;" align="left"><em></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p><span style="color:#888888;"> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pinacoteca do Estado exibe exposição de Tarsila do Amaral]]></title>
<link>http://blogdosirmaos.wordpress.com/2008/01/23/pinacoteca-do-estado-exibe-exposicao-de-tarsila-do-amaral/</link>
<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 21:16:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberto Sena</dc:creator>
<guid>http://blogdosirmaos.pt-br.wordpress.com/2008/01/23/pinacoteca-do-estado-exibe-exposicao-de-tarsila-do-amaral/</guid>
<description><![CDATA[A Pinacoteca do Estado exibe até o dia 16 de fevereiro a exposição &#8220;Tarsila Viajante&#8221;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A Pinacoteca do Estado exibe até o dia 16 de fevereiro a exposição "Tarsila Viajante", que deve reunir 36 telas da artista paulista, entre outros 106 desenhos.</p>
<p>Endereço:<br />
Praça da Luz, 2 Jardim da Luz CEP 01120-010 São Paulo - SP<br />
Telefone: (0xx11) 3229-9844<br />
Fax: (0xx11) 3229-9844, ramal 229</p>
<p align="justify">Para saber mais sobre a Pinacoteca do Estado, e ver mais de 150 fotos, acesse o <a href="http://www.sampameulugar.wordpress.com"><strong><em>Sampa Meu Lugar</em></strong></a>.</p>
<p><img src='http://blogdosirmaos.wordpress.com/files/2008/01/tarsila-do-amaral.jpg' alt='tarsila-do-amaral.jpg' /></p>
<p>Acesse o site da Pinacoteca <a href="http://www.saopaulo.sp.gov.br/saopaulo/cultura/museus_pinac.htm"><strong>clicando aqui</strong></a>.</p>
<p><img src='http://blogdosirmaos.wordpress.com/files/2008/01/ss1.png' alt='ss1.png' /><br />
<a href="http://sampameulugar.wordpress.com/"><img src='http://blogdosirmaos.wordpress.com/files/2007/10/visitar.png' alt='visitar.png' /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pinacoteca do Estado: o mais belo museu]]></title>
<link>http://sampameulugar.wordpress.com/2008/01/19/pinacoteca-do-estado-o-mais-belo-museu-de-todos/</link>
<pubDate>Sat, 19 Jan 2008 01:32:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberto Sena</dc:creator>
<guid>http://sampameulugar.pt-br.wordpress.com/2008/01/19/pinacoteca-do-estado-o-mais-belo-museu-de-todos/</guid>
<description><![CDATA[Foto: Roberto Sena

Com mais de 4 mil peças, a Pinacoteca do Estado, localizada na região central ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Foto: Roberto Sena</em><br />
<img src='http://sampameulugar.wordpress.com/files/2008/01/2130610057_a038095342_b-s.jpg' alt='2130610057_a038095342_b-s.jpg' /></p>
<p align="justify">Com mais de 4 mil peças, a Pinacoteca do Estado, localizada na região central de São Paulo mantém um dos maiores acervos de arte do país. Durante o governo de Mário Covas, o prédio passou por uma enorme reforma e hoje, por exemplo, com seu pátio coberto, o lugar ganhou mais um ambiente para seus visitantes apreciarem.</p>
<p align="justify">Lá estão expostas algumas das obras de grandes artistas, tais como Almeida Júnior, Pedro Alexandrino e Oscar Pereira da Silva, além de obras representativas de Cândido Portinari, Anita Malfatti, Victor Brecheret, Tarsila do Amaral e Di Cavalcanti.</p>
<p align="justify">A magia do lugar, pelo menos pra mim, traz uma paz incalculável, e a visita com certeza será uma das melhores para quem for visitar o espaço.</p>
<p>Endereço:<br />
Praça da Luz, 2 Jardim da Luz<br />
CEP 01120-010 São Paulo - SP<br />
Telefone: (0xx11) 3229-9844<br />
Fax: (0xx11) 3229-9844, ramal 229 </p>
<p>Acesse o site da Pinacoteca <a href="http://www.saopaulo.sp.gov.br/saopaulo/cultura/museus_pinac.htm"><strong>clicando aqui</strong></a>.</p>
<p align="center"><a href="http://maps.google.com.br/maps?f=q&#38;hl=pt-BR&#38;geocode=&#38;q=Pra%C3%A7a+da+Luz,+2+&#38;sll=-23.523346,-46.668634&#38;sspn=0.016527,0.028925&#38;ie=UTF8&#38;ll=-23.533734,-46.633701&#38;spn=0.008263,0.014462&#38;z=16&#38;iwloc=addr"><img src='http://sampameulugar.wordpress.com/files/2008/03/4201.jpg' alt='4201.jpg' /></a></p>
<p align="center"><a href="http://www.flickr.com/photos/robertosena/sets/72157603531413207/"><img src='http://sampameulugar.wordpress.com/files/2008/03/4202.jpg' /></a></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Pinacoteca do Estado]]></title>
<link>http://fotosdesaopaulo.wordpress.com/2006/12/27/pinacoteca-do-estado/</link>
<pubDate>Wed, 27 Dec 2006 12:18:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>fotosdesaopaulo</dc:creator>
<guid>http://fotosdesaopaulo.pt-br.wordpress.com/2006/12/27/pinacoteca-do-estado/</guid>
<description><![CDATA[A Pinacoteca do Estado é um lugar belíssimo, que psssou por uma grande reforma e  que conta com um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Pinacoteca do Estado é um lugar belíssimo, que psssou por uma grande reforma e  que conta com um acervo de importantes artistas, Almeida Júnior, Pedro Alexandrino e Oscar Pereira da Silva, além de obras representativas de Cândido Portinari, Anita Malfatti, Victor Brecheret, Tarsila do Amaral e Di Cavalcanti.</p>
<p><img src='http://fotosdesaopaulo.wordpress.com/files/2006/12/pinacoteca.jpg' alt='Pinacoteca' /></p>
]]></content:encoded>
</item>

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