<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>pesquisas-e-estatisticas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/pesquisas-e-estatisticas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "pesquisas-e-estatisticas"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 00:15:56 +0000</pubDate>

	<generator>http://wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Seminário INFO sobre Internet Móvel]]></title>
<link>http://julianaconstantino.wordpress.com/?p=188</link>
<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 16:07:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Teixeira</dc:creator>
<guid>http://julianaconstantino.wordpress.com/?p=188</guid>
<description><![CDATA[ Ontem tive a chance de participar do Seminário INFO sobre Internet Móvel, aqui em São Paulo, e g]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/seminariosinfo/internetmovel/default.shtml"><img class="alignleft size-medium wp-image-189" src="http://julianaconstantino.wordpress.com/files/2008/06/info.jpg?w=277" alt="Seminário INFO - Internet Móvel" width="277" height="147" /></a> Ontem tive a chance de participar do <a title="Seminário INFO sobre Internet Móvel" href="http://info.abril.com.br/seminariosinfo/internetmovel/programacao.shtml"><strong>Seminário INFO sobre Internet Móvel</strong></a>, aqui em São Paulo, e gostaria de compartilhar algumas coisas aqui no blog.</p>
<p>As palestras passaram por vários temas relacionados a <em>internet mobile</em>, da parte técnica (licenciamento de freqüência das operadoras, plataformas de desenvolvimento e sistemas operacionais) à criativa (exemplos de ações feitas com <em>m-commerce</em>, <em>m-banking</em> e serviços de <em>SMS</em>), passando também pela parte prática, que diz respeito à rentabilidade dos serviços e à publicidade.</p>
<p>Mas a menina dos olhos do evento foi a <strong>tecnologia 3G</strong>, recém-chegada ao Brasil. Para quem não está familiarizado com o termo, trata-se da geração de celulares e dispositivos móveis que possui (além dos serviços convencionais) banda larga para transferência de dados e serviço de posicionamento por triangulação de antenas e por <em>GPS </em>- somados a telas maiores, processamento mais rápido, maior capacidade de memória e, em alguns casos, tecnologia <em>touch screen</em>. O assunto, que norteou quase todos os debates do Seminário, está causando furor entre desenvolvedores, operadoras, fabricantes, agências e demais <em>players</em> desse mercado. Isso porque as possibilidades que surgem com o 3G são inúmeras: viabilidade de novos serviços e aprimoramento dos já existentes, novas formas de publicidade, transmissão de vídeos e rádios <em>web </em>no celular, barateamento dos serviços de dados, massificação do uso de internet e o que segue.</p>
<p>Duas discussões interessantes que foram levantadas nas palestras:</p>
<ul>
<li> <strong>Mobile Banking.</strong> Com a nova tecnologia 3G e o aumento do número de pessoas com acesso a banda larga no celular, os serviços de <em>Mobile Banking</em> vão se popularizar. Alguns defendem o desenvolvimento de aplicativos e interfaces próprias para celular, enquanto outros dizem que, com o advento dos novos browsers e das telas maiores, os usuários poderão usar os próprios <em>Internet Banking</em> já disponíveis na web para fazer suas transações.</li>
<li><strong>Publicidade.</strong> A publicidade no celular ainda não está bem resolvida. A tendência é usar cada vez menos os formatos tradicionais (<em>banners </em>e <em>SMS-spam</em>) e partir para ações mais imersivas. Nas palavras de Abel Reis, presidente da <a title="AgênciaClick" href="http://clickaqui.agenciaclick.com.br/">AgênciaClick</a> e um dos palestrantes do Seminário, cases como o <a href="http://www.okiki.net/2007/fiatideaadventure/acaocinema/en/">Cinema Interativo Idea Adventure</a> ou o da <a title="Campanha de lançamento do Fiat Punto" href="http://www.vimeo.com/957440">campanha de lançamento do </a><a title="Ação Mobile de lançamento do Fiat Punto" href="http://www.vimeo.com/957440">Fiat Punto</a> são apenas alguns dos experimentos que têm sido feitos pela agência, mas ainda não definem nenhuma “fórmula mágica” a ser seguida em outras ações. Dois bons caminhos apontados por ele são: 1. a publicidade enquanto serviço, que seja útil ao consumidor, e 2. a publicidade enquanto rede social, que se torne relevante à medida que interliga pessoas.</li>
</ul>
<p>Em tempo, uma curiosidade interessante: esses celulares temáticos que vemos por aí e que já trazem algumas músicas na  memória – <span class="GramE">o Motorola</span> da <span class="SpellE">Fergie</span>, o Sony Ericsson da Cláudia Leitte – são formas de  incentivar o uso do celular como <em><span style="font-style:italic;">media  player </span></em>e quebrar a barreira da experimentação. Foi estatisticamente  comprovado que os aparelhos que já vêm com mp3 são muito mais usados como tocadores de música do que os outros modelos que possuem as mesmas funções. Bastava <span class="GramE">as</span> pessoas experimentarem.</p>
<p>Outros assuntos abordados no evento: <a title="Google Android" href="http://code.google.com/android/">Google Android</a>, lançamento do <a title="Yahoo! Go 3.0" href="http://mobile.yahoo.com/">Yahoo! Go 3.0</a>, <a title="Google Maps BR" href="http://www.google.com.br/mapas">Google Maps</a>, <a title="Onde Estou" href="http://www.ondeestou.com.br">Fusão entre Apontador e MapLink</a>, carros com <a title="SIM Cards na Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sim_card">SIM Cards</a>, <a title="GPS na Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/GPS">GPS</a>, <a title="M-Payment" href="http://cio.uol.com.br/estrategias/2007/06/14/idgnoticia.2007-06-14.2257467005/">M-Payment</a> e o tão esperado <a title="iPhone 3G" href="http://www.apple.com/iphone/">iPhone 3G</a>. Confira a <a title="Cobertura do Seminário INFO sobre Internet Móvel" href="http://info.abril.com.br/seminariosinfo/internetmovel/cobertura/">cobertura do evento no site da INFO</a>.</p>
<p>Saí do evento bastante animado com os caminhos que se abrem com o 3G e cheio de idéias na cabeça.</p>
<p>Mais alguém foi? Deixe sua impressão nos comentários =)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dia do RSS]]></title>
<link>http://julianaconstantino.wordpress.com/?p=175</link>
<pubDate>Mon, 05 May 2008 15:19:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Silvia Melo</dc:creator>
<guid>http://julianaconstantino.wordpress.com/?p=175</guid>
<description><![CDATA[Na última semana uma data que passou despercebida foi o RSS Awareness Day, ou o Dia da Consciência]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Na última semana uma data que passou despercebida foi o <a title="RSS Day" href="http://rssday.org/" target="_blank">RSS Awareness Day</a>, ou o Dia da Consciência do RSS. Também não dá pra competir com o feriadão do 1º de maio, né? A iniciativa, da <a title="Daily Blog Tips" href="http://www.dailyblogtips.com/" target="_blank">Blog Daily Tips</a>, visa disseminar o uso da <em>really simple sindycation</em>. Estima-se que apenas 5,4% dos usuários de <em>internet</em> no mundo utilizem o recurso – cálculo feito com base no número de assinantes do <a href="http://www.feedburner.com/fb/a/home" target="_blank">Feedburner</a>, atualmente na casa dos 60 milhões (a pesquisa da <a href="http://www.feedburner.com/fb/a/home" target="_self">Avenue A &#124; Razorfish</a>, feita com o público norte-americano, tem números mais otimistas).</p>
<p>E você, usa leitores de RSS? Eu não vivo sem. Um dado curioso: 2/3 dos acessos do <a href="http://www.arquiteturadeinformacao.com">Arquitetura de Informação</a> provêm de <em>feeds</em>.</p>
<p>Abaixo, um vídeo da <a href="http://www.commoncraft.com/may-1st-rss-awarness-day" target="_blank">Common Craft Store</a> sobre o assunto:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/0klgLsSxGsU'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/0klgLsSxGsU&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O promissor casamento do e-commerce com a social media]]></title>
<link>http://julianaconstantino.wordpress.com/?p=171</link>
<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 06:00:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Silvia Melo</dc:creator>
<guid>http://julianaconstantino.wordpress.com/?p=171</guid>
<description><![CDATA[Pesquisa realizada em março deste ano pela Guidance/Synovate com 1.000 consumidores mostrou que os ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mediabuyerplanner.com/2008/04/18/consumers-return-to-online-shopping-sites-that-embrace-web-20/">Pesquisa</a> realizada em março deste ano pela <a title="Guidance" href="http://www.guidance.com" target="_blank">Guidance</a>/<a title="Synovate" href="http://www.synovate.com" target="_blank">Synovate</a> com 1.000 consumidores mostrou que os recursos de <em>social media</em> são um importante diferencial para quem realiza compras <em>online</em>.</p>
<p>Mais de 60% dos entrevistados mencionaram as ferramentas  web 2.0 como o provável motivo de seu retorno a uma determinada loja. Veja as principais respostas para a pergunta “O que te faz voltar a uma loja virtual?”:</p>
<ul>
<li>Recomendações de produtos ou serviços (35%)</li>
<li>Uma “experiência única” a cada compra (26%)</li>
<li>Possibilidade de avaliar produtos ou serviços adquiridos (18%)</li>
<li>Boas-vindas (16%)</li>
<li>Os consumidores são tratados como membros de uma comunidade (6%)</li>
</ul>
<p>Lindsay Wong, do <a href="http://www.digitaldesignblog.com/2008/04/27/emerging-media-trends-plum-crazy-shopping-20-and-sonys-bubble-bath/" target="_blank">Digital Design Blog</a>, destacou três lojas que estão em plena lua-de-mel com a <em>social media</em>. Como você vai notar, nem cara de loja elas têm.</p>
<p><a href="http://www.thisnext.com/" target="_blank">ThisNext</a></p>
<p><a href="http://www.shopstyle.com/" target="_blank">ShopStyle</a></p>
<p><a href="http://www.stylefeeder.com/" target="_blank">StyleFeeder</a></p>
<p>Vejo que teremos que ter mais cuidado para não cair nas pegadinhas do consumo, cada vez mais divertidas e sofisticadas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A morte da homepage]]></title>
<link>http://julianaconstantino.wordpress.com/?p=165</link>
<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 08:00:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Silvia Melo</dc:creator>
<guid>http://julianaconstantino.wordpress.com/?p=165</guid>
<description><![CDATA[A homepage, aquele modelo de página tal qual conhecemos hoje, está morrendo. Pelo menos é o que i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>homepage</em>, aquele modelo de página tal qual conhecemos hoje, está morrendo. Pelo menos é o que indica o estudo da <a href="http://www.avenuea-razorfish.com" target="_blank">Avenue A &#124; Razorfish</a>, realizado com 475 consumidores norte-americanos em julho do ano passado. Alguns números foram apresentados pelo vice-presidente Garrick Schmitt no último <a href="http://www.iasummit.org/2008/" target="_blank">IA Summit</a> no painel “<a href="http://www.digitaldesignblog.com/2008/04/11/ia-summit-2008-do-real-people-really-use-tag-clouds/" target="_blank">Do Real People Really Use Tag Clouds?: Research To Help Separate Web 2.0’s Hits From Hype</a>”.</p>
<p>Os resultados da pesquisa deixam claro que a web 2.0, que tem a colaboratividade como principal característica, deixou de ser moda – é um sucesso mais do que consolidado, mas ao mesmo tempo um vasto campo a ser explorado. Entenda um pouco melhor o comportamento digital dos entrevistados:</p>
<ul>
<li>60% já customizaram páginas com RSS, agenda ou outro aplicativo</li>
<li>70% lêem <em>blogs</em></li>
<li>40% escrevem em <em>blogs</em></li>
<li>44% consomem conteúdo via RSS</li>
<li>35% já usaram <em>tag clouds</em></li>
<li>85% guiam sua navegação pelos mais populares ou mais enviados</li>
<li>55% iniciam o processo de compra pela busca</li>
</ul>
<p>Resumindo: a <em>homepage</em> não é mais o principal ponto de contato digital do consumidor com a marca. A <a href="http://www.avenuea-razorfish.com" target="_blank">Avenue A &#124; Razorfish</a> traduziu algumas tendências deste novo usuário em 5 recomendações básicas:</p>
<blockquote><p>1. <strong>Torne o seu conteúdo portátil</strong>. Permita que os usuários levem-no para onde acharem melhor consumi-lo. RSS e <em>widgets</em> são um bom caminho para a portabilidade</p>
<p>2. <strong>Permita aos usuários</strong> <strong>avaliar e comentar o conteúdo</strong>. Isso dará mais credibilidade a ele</p>
<p>3. <strong>Invista em videos <em>online</em>. </strong>Eles são a próxima grande onda de crescimento no segmento. Descubra como ganhar dinheiro com eles para monetizar o investimento</p>
<p>4. <strong>Pense além da <em>homepage</em></strong> – elas não têm mais um papel central na experiência <em>online</em> do consumidor. Pense em como explorar o seu conteúdo em ferramentas de busca, publicidade, <em>blogs</em> e <em>social media</em></p>
<p>5. <strong>Aproxime-se do celular</strong>, mesmo que com pequenos passos, e fique de olho nos avanços da área. O iPhone da Apple é um ótimo alvo</p></blockquote>
<p>A apresentação de Garrick Schmitt (<em>abaixo</em>) mostra algumas empresas que já entenderam este caminho. Eu, particularmente, vejo no <a href="http://www.bbc.co.uk/" target="_blank">novo site da BBC</a> um ótimo exemplo dessa transformação. E por que não incluir também o azedinho <a href="http://www.limao.com.br" target="_blank">Limão</a> nessa lista?</p>
<p style="text-align:center;">[slideshare id=344495&#38;doc=dorealpeopleusetagcloudsia08gschmitt-1207763072608807-8&#38;w=425]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como as crianças vêem os laptops dos pais]]></title>
<link>http://julianaconstantino.wordpress.com/?p=162</link>
<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 16:00:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Teixeira</dc:creator>
<guid>http://julianaconstantino.wordpress.com/?p=162</guid>
<description><![CDATA[
Amy Tiemann, além de neurocientista, mãe e escritora, dá aulas em uma escola de ensino fundament]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.themorningnews.org/archives/galleries/the_laptop_club/"><img class="alignnone size-full wp-image-164" src="http://julianaconstantino.wordpress.com/files/2008/04/laptops.jpg" alt="Alguns desenhos das crianças do laptop club" width="500" height="519" /></a></p>
<p>Amy Tiemann, além de neurocientista, mãe e escritora, dá aulas em uma escola de ensino fundamental na Carolina do Norte. Foi nessa escola que Amy coletou estes e outros desenhos, feitos por crianças de 7 a 9 anos que têm contato direto com os laptops dos pais.</p>
<blockquote><p>Kids are intensely social creatures and you can really see what is important to them by looking at their designs. I love all the keys dedicated to pets. Where my friends and I used to have imaginary horses, now these girls have imaginary pets with an online identity.</p></blockquote>
<p>Achei interessante observar como as crianças simplificam ao extremo a relação entre o que elas vêem na tela e os botões que seus pais apertam no teclado. Ou a gente que complica demais. rs</p>
<p>Confira a <a title="Entrevista com Amy Tiemann" href="http://www.themorningnews.org/archives/galleries/the_laptop_club/">entrevista completa e os outros desenhos</a>.</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aprendendo a ler estatísticas]]></title>
<link>http://julianaconstantino.wordpress.com/?p=144</link>
<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 22:34:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Silvia Melo</dc:creator>
<guid>http://julianaconstantino.wordpress.com/?p=144</guid>
<description><![CDATA[Lou Rosenfeld está finalizando seu novo livro, Search Analytics for Your Site: Conversations with y]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://louisrosenfeld.com/home/bloug_archive/2008/03/slides_for_my_new_workshop.html" target="_blank">Lou Rosenfeld</a> está finalizando seu novo livro, <a href="http://www.rosenfeldmedia.com/books/searchanalytics/" target="_blank">Search Analytics for Your Site: Conversations</a><a href="http://www.rosenfeldmedia.com/books/searchanalytics/" target="_blank"> with your Customers</a>. Mas em seu novo <em>workshop</em>, disponível no Slideshare, já é possível ter uma prévia da publicação:</p>
<p>[slideshare id=323514&#38;doc=site-search-analytics-workshop-presentation-1206591636862053-4&#38;w=425]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nós somos diferentes]]></title>
<link>http://arquiteturadeinformacao.com/?p=130</link>
<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 17:48:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Silvia Melo</dc:creator>
<guid>http://arquiteturadeinformacao.com/?p=130</guid>
<description><![CDATA[Que as multinacionais incorporam a diversidade cultural em seus produtos e serviços não é novidad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Que as multinacionais incorporam a diversidade cultural em seus produtos e serviços não é novidade. Basta ver como o cardápio do McDonalds varia mundo afora: no Brasil tem <i>sundae</i> de manga; na Índia McCurry, entre outras opções de sanduíches vegetarianos.</p>
<p>O que é regra de ouro no mundo globalizado ainda é um metal a ser purificado no mundo virtual. Não são raros os casos de grandes empresas que simplesmente desconsideram as características locais em seus <i>websites</i>.</p>
<p>A companhia aérea <a href="http://www.iberia.com/" target="_blank">Iberia</a>, por exemplo, tem a preocupação de perguntar em seu sistema de reservas qual o tipo de comida que mais lhe agrada: kosher, mulçumana, hindu... É um verdadeiro banquete com mais de 20 opções promovendo a união dos povos. E tem mais: ao entrar no <i>site</i>, nada de identificações. O sistema já reconhece que o acesso provém do Brasil e apresenta as informações em português.</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://julianaconstantino.wordpress.com/files/2008/03/iberiaopcoes.jpg" alt="Cardápio Iberia" /></div>
<div style="text-align:center;"><i>Usuário pode indicar a sua refeição favorita no sistema de reservas da Iberia</i></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<p>Mas as relações diplomáticas terminam por aí. Ao se identificar o usuário encontra um sério problema de usabilidade: tem que informar seu nome em três campos nada convencionais – nome, apelido paterno e apelido materno. O preenchimento errado com certeza implicará em alguns inconvenientes na emissão da passagem.</p>
<p align="center"><img src="http://julianaconstantino.wordpress.com/files/2008/03/formiberia.jpg" alt="formiberia.jpg" /></p>
<p align="center"><i>Campos para a identificação do passageiro</i></p>
<p align="center">&#160;</p>
<p>Quem procura por uma concessionária no <a href="https://www.ford.com.br/" target="_blank">site brasileiro da Ford</a> vai ampliar seu vocabulário, já que a empresa, por uma decisão da matriz, prefere chamar suas lojas de “distribuidores”. Nas palavras do atendimento<i> online</i> da montadora:</p>
<p align="center"><img src="http://julianaconstantino.wordpress.com/files/2008/03/12.jpg" alt="12.jpg" /></p>
<p> O antropólogo <a href="http://www.geert-hofstede.com/" target="_blank">Geert Hofstede</a>, autor de “<a href="http://preco.buscape.com.br/mylivro_resposta.asp?isbn=0071439595&#38;data=27/03/2008&#38;dollar=1.72800&#38;eur=2.73370&#38;libra=3.46810&#38;dollarc=1.69445&#38;id=3482&#38;raiz=3482&#38;or=&#38;site_origem=&#38;auto=0&#38;pr=" target="_blank">Cultures and Organizations: Software for the Mind</a>”, identificou 5 principais valores que  podem ser utilizados para entender as diferenças culturais:</p>
<blockquote><p><b>Distância ao poder</b>: Até que ponto os membros de uma sociedade aceitam a distribuição desigual de poder? Isso com certeza afeta o comportamento dos menos poderosos em relação aos mais poderosos<b></b></p>
<p><b>Individualismo x coletivismo</b>: Culturas individualistas preferem uma estrutura social frouxa, em que cada indivíduo cuida apenas de si mesmo e de sua família. As coletivistas primam mais por um comportamento social de solidariedade, em que cada indivíduo espera que seus parentes ou grupo a que pertença cuidem dele, em troca de lealdade. O ponto básico é qual o grau de interdependência que a sociedade mantém entre seus membros</p>
<p><b>Masculinidade x feminilidade</b>: Enquanto as sociedades mais masculinizadas expressam a preferência por sucesso material, competitividade, agressividade e desempenho as mais femininas valorizam a qualidade de vida, relações humanas, dedicação e solidariedade</p>
<p><b>Aversão à incerteza</b>: Qual o grau de desconforto que os membros de uma sociedade sentem com a incerteza e a ambigüidade? Essa característica irá demonstrar a preferência por situações mais ou menos estruturadas<b></b></p>
<p><b>Orientação a longo prazo</b>: Os valores positivos de austeridade e tenacidade e aos valores negativos de respeito pelas tradições e conformismo social - o medo do que “os outros dirão”</p></blockquote>
<p>Resumindo as palavras de Hofstede: nós somos diferentes. E a usabilidade, pelo visto, ainda não carimbou o passaporte para a questão da multiculturalidade.</p>
<p><b>MAIS SOBRE O TEMA</b></p>
<p>Um estudo realizado em 1994 na Universidade de Twente, na Holanda, mostrou a influência desses diferentes valores em testes de usabilidade:  "<a href="http://doc.utwente.nl/51012/1/Cultural_differences_and_usability_evaluation.pdf" target="_blank">Cultural Differences and Usability Evaluation: Individualistic and Collectivistic Participants Compared</a>". Nos Estados Unidos, Ravi Vatrapu e Manuel A. Perez-Quiñones conduziram um estudo semelhante em 2006: "<a href="http://doc.utwente.nl/51012/1/Cultural_differences_and_usability_evaluation.pdf">Culture and Usability Evaluation: The Effects of Culture in Structured Interviews</a>".</p>
<blockquote></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Feiúra que vende]]></title>
<link>http://julianaconstantino.wordpress.com/?p=106</link>
<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 17:01:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Silvia Melo</dc:creator>
<guid>http://julianaconstantino.wordpress.com/?p=106</guid>
<description><![CDATA[Faz um tempo que não vejo a TV aberta. Aliás, TV alguma, já que tenho feito minha própria progra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Faz um tempo que não vejo a TV aberta. Aliás, TV alguma, já que tenho feito minha própria programação no computador ou no DVD. Mas na última semana não escapei. Após o tradicional almoço de família acabei dando uma “zapeada” nos programas dominicais. E o que me chamou a atenção dessa vez não foi nem o conteúdo, sempre questionável, mas sim a feiúra desses programas – cores aberrantes, cortes de câmera grotescos, shows em <i>playback</i>, brilho e muito plástico na tela. Mas como líderes de audiência que são, eles continuam cheios de anunciantes, combustível que vem garantindo a continuação dessa estética há anos.</p>
<p>Um curioso artigo de Mark Daoust mostra que a feiúra também faz sucesso na internet. Em “<a href="http://www.site-reference.com/articles/Website-Development/The-Surprising-Truth-About-Ugly-Websites.html" target="_blank">The Surprising Truth About Ugly Websites</a>” ele descreve o fenômeno de sites como <a href="http://www.google.com" target="_blank">Google</a>, <a href="http://www.craigslist.org" target="_blank">Craig’s List</a> e <a href="http://www.imdb.com" target="_blank">IMDB</a>, que estão na lista de favoritos de muita gente – e faturando alto – apesar do visual. Mas o grande destaque dessa seleção é mesmo o site de namoros <a href="http://www.plentyoffish.com/" target="_blank">Plenty of Fish</a>, campeão de vendas de links patrocinados – US$ 10 mil/dia. Isso mesmo, US$ 3,6 milhões/ano.</p>
<p><a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2008/03/03/feiura-que-vende/plenty-of-fish/" target="_blank" rel="attachment wp-att-107" title="Plenty of Fish"></a></p>
<div style="text-align:center;"><a href="http://www.plentyoffish.com/" target="_blank"><img src="http://julianaconstantino.wordpress.com/files/2008/03/plenty.jpg" alt="Plenty of Fish" align="middle" hspace="0" vspace="0" /></a></div>
<p>Daoust tentou usar a psicologia para entender o que as pessoas pensam quando usam uma ferramenta “feiosa” como o <a href="http://www.plentyoffish.com/" target="_blank">Plenty of Fish</a>:</p>
<blockquote><p>1. É um negócio familiar que não conta com profissionais de <i>marketing</i><br />
2. O objetivo é servir os clientes, não aprender HMTL<br />
3. A falta de profissionalismo dá a impressão de que o usuário está lidando com indivíduos ao invés de grandes corporações. As pessoas confiam em pessoas, não em websites</p></blockquote>
<p>Mas em uma investigação mais racional Daoust acabou encontrando duas qualidades comuns a todos estes sites: <b>usabilidade </b>e<b> simplicidade</b>. Ou seja, não é a feiúra que vende, mas sim a facilidade de uso.</p>
<p>Agora é preciso entender a mensagem que empresa quer passar – ela é uma Ferrari ou um Fusquinha? Casas Bahia ou Bang &#38; Olufsen? O <i>design</i> com certeza dirá de forma muito mais precisa do que qualquer palavra. A galera do <a href="http://www.designbyfire.com" target="_blank">Design by Fire</a> mostrou que o casamento entre <i>design</i> e usabilidade é possível no divertido artigo "<a href="http://www.designbyfire.com/000094.html" target="_blank">Design Eye for the Usability Guy</a>", publicado em 2004.</p>
<p>E já que o assunto é feiúra, dê uma olhadinha na pavorosa lista do <a href="http://www.webpagesthatsuck.com/worst-web-sites-of-2007.html" target="_blank">Web Pages that Suck com os 10 mais feiosos de 2007</a>. Tem peixe grande na lista, como a <a href="http://www.webpagesthatsuck.com/worst-web-sites-of-2007-number2-Microsoft.html" target="_blank">Microsoft</a>. E um exemplo que só vai estimular ainda mais a rixa dentre <i>designers</i> e arquitetos de informação: <a href="http://www.usabilitynet.org/home.htm" target="_blank">Usability Net</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O usuário tem sempre a razão?]]></title>
<link>http://julianaconstantino.wordpress.com/?p=101</link>
<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 21:00:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Silvia Melo</dc:creator>
<guid>http://julianaconstantino.wordpress.com/?p=101</guid>
<description><![CDATA[Recentemente um cliente me perguntou se deveria mudar a cor do site da sua empresa. Os layouts inici]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente um cliente me perguntou se deveria mudar a cor do site da sua empresa. Os <i>layouts</i> iniciais traziam uma cor quente e pouco usual, até mesmo para destacar a personalidade da marca. Mas a equipe não estava muito confiante na escolha porque na concorrência o que predominava era o branquinho básico. E o resultado de uma pesquisa também não havia deixado muito claro que a opção era segura.</p>
<p>Mesmo não sendo diretora de arte (e não entendendo muito de arte também) argumentei que as impressões das pessoas sobre as cores variam de acordo com o sexo, a idade e as referências culturais, mas que para uma boa leitura na tela (seja no computador, palm ou celular) o importante mesmo é um boa combinação entre as cores de fundo e de texto, independente de quais elas sejam. Quanto maior o contraste melhor a leitura e um problema a menos de usabilidade.</p>
<p>Não sei o quão úteis (ou furadas) foram as minhas considerações, mas na volta da reunião lembrei de um ótimo artigo do Steve Mulder publicado no <a href="http://molecularvoices.molecular.com" target="_blank">Molecular Voices</a>. Em “<a href="http://molecularvoices.molecular.com/2007/dont-just-listen-to-what-users-say/" target="_blank">Don’t (just) listen to what users say</a>” Mulder faz um alerta sobre os métodos de pesquisa, especialmente as qualitativas.</p>
<p>Ele cita um <i>focus group</i> que a Sony fez há alguns anos para escolher a cor de seu novo <i>microsystem</i>. Os participantes tinham que optar pelo aparelho amarelo ou preto e justificar a escolha. Eles foram unânimes na decisão: o amarelo era dinâmico, único e perfeito para o mercado.</p>
<p>Ok. A Sony agradeceu e presenteou os entrevistados com um aparelho na saída. Eles poderiam escolher novamente entre as duas cores. Resultado: todos acabaram levando um <i>microsystem</i> preto para casa.</p>
<p>A conclusão se resume a máxima popular: faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.  “A opinião do usuário pode te conduzir para a direção errada”, observa Mulder.</p>
<p>No fim do ano passado lembro da polêmica nas listas de discussão sobre o novo<i> layout</i> do <a href="http://www.g1.com.br" target="_blank">G1</a>, que começou ousado, cheio de personalidade, e voltou ao branquinho básico, deixando alguns usuários (olha eu aqui!) órfãos da originalidade anterior. Mas o teste disse que a nova versão era melhor. Será mesmo? Espero ver em um novo <i>case</i> da Globo.com os resultados da mudança.</p>
<p><a href="http://www.g1.com.br" target="_blank" title="G1 antes e depois"></a></p>
<div style="text-align:center;"><a href="http://www.g1.com.br" target="_blank" title="G1 antes e depois"><img src="http://julianaconstantino.wordpress.com/files/2008/02/g1.jpg" alt="G1 antes e depois" border="0" hspace="0" vspace="0" /></a></div>
<div style="text-align:center;"><i>G1 antes e depois</i></div>
<p>Nas novelas brasileiras, pelo menos, as pesquisas de <i>focus group </i>têm levado os autores para o enfadonho e previsível final feliz. Para quem trabalha no desenvolvimento de interfaces esse tipo de pesquisa também está parecendo um caminho sem escolha.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Privacidade e o medo do Big Brother]]></title>
<link>http://julianaconstantino.wordpress.com/2008/01/16/privacidade-e-o-medo-do-big-brother/</link>
<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 21:30:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>elisavolpato</dc:creator>
<guid>http://julianaconstantino.wordpress.com/2008/01/16/privacidade-e-o-medo-do-big-brother/</guid>
<description><![CDATA[(do Orwell, não do Bial!)
Dá medo pensar na quantidade de informações sobre mim a que outras pes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>(<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1984_(livro)" title="do Orwell" target="_blank">do Orwell</a>, não do Bial!)<img src="http://www.geocities.com/CapitolHill/Lobby/2554/bigbrother.jpg" alt="do filme " align="right" height="210" width="148" /></p>
<p>Dá medo pensar na quantidade de informações sobre mim a que outras pessoas podem ter acesso sem que eu perceba. E hoje parece que meus feeds de notícias resolveram alimentar minha pequena paranóia.</p>
<p>No Estadão de hoje, "<a href="http://www.estadao.com.br/tecnologia/not_tec110231,0.htm" title="Programa da Microsoft permite vigilância total de funcionários" target="_blank">Programa da Microsoft permite vigilância total de funcionários</a>" (<a href="http://technology.timesonline.co.uk/tol/news/tech_and_web/article3193480.ece" title="matéria original do Times" target="_blank">matéria original do Times</a>). O software teria a capacidade de monitorar "o ritmo cardíaco, a resposta elétrica da pele, os sinais cerebrais, o registro das correntes elétricas geradas num músculo, as expressões faciais e a pressão sanguínea" e ainda "detectar automaticamente a frustração ou o estresse do usuário e oferecer ajuda quando for necessário".</p>
<p>Deixando de lado o medo de um futuro sinistro, acho que esse monitoramento tem implicações  interessantes para nós, arquitetos. Se o usuário está frustrado, o site pode se transformar de forma a gerar mais interesse. Um texto institucional chato pode dar lugar a um vídeo bacana que o faça relaxar um pouco e se interessar de novo pelo conteúdo do site. Se ele está em um game, a frustração pode ser a deixa para que o sistema indique sutilmente o que fazer ou a saída.</p>
<p>Na BBC, "<a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/7187680.stm" title="Researchers plunder social networks" target="_blank">Researchers plunder social networks</a>" (Pesquisadores fazem algo entre invadir e saquear redes sociais). Fala sobre como o Facebook pode ser utilizado como uma grande base de dados sobre preferências, hábitos e relacionamentos. O fato de ser uma base de dados não é novidade, mas me impressionei um pouco com o uso oficial disso para mapear os rastros digitais que estamos deixando por aí. E espero que esse tipo de pesquisa não caia em mãos erradas. :&#124;</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Catequização 2.0]]></title>
<link>http://julianaconstantino.wordpress.com/2008/01/04/catequizacao-20/</link>
<pubDate>Fri, 04 Jan 2008 11:19:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Teixeira</dc:creator>
<guid>http://julianaconstantino.wordpress.com/2008/01/04/catequizacao-20/</guid>
<description><![CDATA[Um estudo recente do Pew Internet &amp; American Life Project mostra que os jovens estão criando ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Um <a href="http://www.pewinternet.org/PPF/r/230/report_display.asp" title="teens and social media">estudo recente</a> do Pew Internet &#38; American Life Project mostra que <b>os jovens estão criando cada vez mais conteúdo online</b>, inspirados no crescente sucesso das redes sociais como MySpace e Facebook. Os resultados do estudo não trazem nenhuma novidade surpreendente, mas confirmam alguns fatos interessantes.</p>
<p>Algumas curiosidades reportadas:</p>
<ul>
<li>Garotas postam muito mais em blogs do que os garotos.</li>
<li>Os garotos, por sua vez, preferem subir vídeos em sites de compartilhamento.</li>
<li>Pasmem: os teens estão restringindo cada vez mais o acesso de outros usuários a suas fotos e vídeos online, contrariando o pensamento generalizado de que os teens usam essas ferramentas por puro exibicionismo.</li>
<li>O e-mail tem se mostrado uma ferramenta típica de pessoas mais velhas. "Eu não uso muito o e-mail porque eu não sei o e-mail dos meus amigos", diz uma entrevistada. Será que é hora de repensar o "Enviar por e-mail" em sites teen?</li>
</ul>
<p>No entanto, acredito que o dado mais importante do estudo seja a constatação que <b>os adolescentes estão dominando as ferramentas online cada vez mais cedo</b>, o que mais pra frente poderá lhes conferir vantagens na vida social e profissional.</p>
<p>No Brasil não é diferente. Redes sociais como o Orkut estão ensinando os usuários, em doses homeopáticas, a formatarem recados em html, <a href="http://googlediscovery.com/2007/08/10/orkut-ganha-novos-recursos-que-permitem-incrementar-os-recados/" title="Orkut ganha novos recursos que permitem incrementar os recados">embedarem vídeos e widgets</a>, <a href="http://googlediscovery.com/2007/05/17/picasa-web-albums-ganha-slideshow/" title="Picasa web albums ganha slideshow">montarem slideshows</a>, <a href="http://googlediscovery.com/2007/05/30/usuario-do-orkut-pode-integrar-feeds-fotos-e-blog-ao-perfil/" title="Usuário do orkut pode integrar feeds, fotos e blog ao perfil">cadastrarem feeds</a> e até a realizarem funções mais simples, como <a href="http://googlediscovery.com/2008/01/04/orkut-permite-organizar-fotos-em-albuns-individuais/" title="Orkut permite organizar fotos em álbuns individuais">organizar fotos em álbuns</a>. Sempre existem os mais conservadores que dizem que "o orkut está ficando muito complicado", mas no geral a aceitação é boa. Se não fosse boa, sua página de recados não estaria tão recheada de scraps automáticos, vídeos do youtube e irritantes slideshows musicais =)</p>
<p>Motivados pelas redes sociais, os jovens estão aprendendo a gerar e gerenciar conteúdos cada vez mais ricos, o que acaba demandando interfaces que prezem pela simplicidade e facilidade de uso. Se utilizadas com cautela e dosadas com muita usabilidade, redes sociais e outras ferramentas "2.0" podem se tornar grandes democratizadores e catequizadores da internet, levando recursos que antes eram complicadíssimos e típicos de nichos geeks da web a cada vez mais usuários. Não é só de <a href="http://www.useit.com/alertbox/web-2.html">lucro</a> que vive a internet, não é mesmo?</p>
<p>Via <a href="http://www.sfgate.com/cgi-bin/article.cgi?f=/c/a/2007/12/20/BU4KU1CU6.DTL&#38;type=tech" title="Inspired by networking sites, teens creating more online content">SFGate.com</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nova pesquisa sobre o perfil do arquiteto de informação]]></title>
<link>http://julianaconstantino.wordpress.com/2007/12/14/nova-pesquisa-sobre-o-perfil-do-arquiteto-de-informacao/</link>
<pubDate>Fri, 14 Dec 2007 15:17:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Silvia Melo</dc:creator>
<guid>http://julianaconstantino.wordpress.com/2007/12/14/nova-pesquisa-sobre-o-perfil-do-arquiteto-de-informacao/</guid>
<description><![CDATA[Recentemente publiquei um post sobre os salários dos arquitetos de informação no mundo – pelo m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente publiquei <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2007/11/29/arquitetos-de-informacao-tem-os-melhores-salarios-da-web/">um post sobre os salários dos arquitetos de informação no mundo</a> – pelo menos no exterior eles são os melhores da web. A <a href="http://iainstitute.org/en/learn/research/salary_survey_2007.php" target="_blank">pesquisa anual do IA Institute</a>, realizada entre junho e outubro deste ano com 575 profissionais do segmento, comprova o quão a disciplina é valorizada no segmento.</p>
<p>Vou pegar carona no <a href="http://lauralessa.net/blog1/?p=76" target="_blank">blog da Laura Lessa</a>, que comenta alguns dos resultados da pesquisa. Vale ressaltar que estes dados não refletem a realidade brasileira: apenas 5,3% das respostas vieram da América do Sul (incluindo Brasil), contra 71% dos Estados Unidos.</p>
<ul>
<li>Cerca de 33% ganham salários anuais superiores a US$ 100 mil (um dia chego lá)</li>
<li>Os padrões salariais são bem mais altos que os nossos – em Londres um AI ganha uma diária de até 500 libras como <em>freelancer</em> (temos que colocar na conta o alto custo de vida de lá)</li>
<li>80% dos entrevistados estão envolvidos com testes de usabilidade</li>
<li>A mesma quantidade também trabalha na definição de metadados e de estratégia</li>
<li>Um terço trabalha em empresas de grande porte, com mais de 3 mil funcionários</li>
<li>A maior parte dos profissionais (31%) está na casa dos 31 e 35 anos (olha eu aqui!)</li>
<li>O número de homens e de mulheres na profissão é praticamente o mesmo</li>
<li>Mais de metade possui mestrado ou doutorado</li>
</ul>
<p>Minha interpretação é a de que apesar da valorização existe uma grande cobrança do arquiteto – conhecimento, estratégia e resultados. A falta de cursos de especialização no Brasil ainda é uma realidade que de certa forma nos distancia destes profissionais.</p>
<blockquote><p><strong>SAIBA MAIS</strong></p>
<p><a href="http://iainstitute.org/en/learn/research/salary_survey_2007.php" target="_blank">Pesquisa completa do IA Institute</a><br />
<a href="http://lauralessa.net/blog1/?p=76" target="_blank">Post da Laura Lessa</a><br />
<a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2007/11/29/arquitetos-de-informacao-tem-os-melhores-salarios-da-web/">Pesquisa da revista A List Apart</a><br />
<a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2007/11/22/malas-prontas-para-2008/" target="_blank">Eventos de arquitetura de informação e de usabilidade</a></p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Arquitetos de informação (pelo menos lá fora) são os mais bem pagos da web. Por quê?]]></title>
<link>http://arquiteturadeinformacao.com/2007/11/29/arquitetos-de-informacao-tem-os-melhores-salarios-da-web/</link>
<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 10:00:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Silvia Melo</dc:creator>
<guid>http://arquiteturadeinformacao.com/2007/11/29/arquitetos-de-informacao-tem-os-melhores-salarios-da-web/</guid>
<description><![CDATA[Pesquisas sobre o mercado de trabalho ajudam a entender como estamos, para onde vamos e se realmente]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisas sobre o mercado de trabalho ajudam a entender como estamos, para onde vamos e se realmente devemos ir. Em abril deste ano a revista <a href="http://www.alistapart.com/articles/2007surveyresults/" target="_blank">A List Apart</a> convocou profissionais do mundo inteiro para a <a href="http://www.alistapart.com/d/2007surveyresults/2007surveyresults.pdf" target="_blank">Web Design Survey</a>. <em>Designers</em>, programadores, gerentes de projetos, redatores, arquitetos de informação e toda a beligerância que atua no desenvolvimento de <em>websites</em> foi convidada a responder um questionário bem servido com três dúzias de perguntas – quase 33 mil pessoas atenderam o chamado.</p>
<p>As descobertas do estudo, apesar de retratarem pouco a realidade brasileira (enquanto a metade dos entrevistados estava nos Estados Unidos, ínfimos 2,6% residiam na América do Sul), comprovam em números parte do que gente já sabia sobre a atividade web:</p>
<blockquote><p><strong>Demanda tempo</strong> – 60% dos entrevistados trabalham bem mais de 40 horas por semana<br />
<strong>Exige conhecimento</strong> – Quase metade atua há mais de 5 anos na área<br />
<strong>Tem alta rotatividade</strong> – 1/3 está há menos de 1 ano na empresa atual<br />
<strong>Paga bem</strong> – mais de 70% têm ganhos anuais superiores a US$ 20 mil, cerca de R$ 3 mil/mês<br />
<strong>Mas não dá folga</strong> – Apenas 12% conseguem tirar anualmente as sonhadas férias de 30 dias<br />
<strong>Estimula o marketing pessoal</strong> – 72% possuem um <em>site</em> ou um <em>blog</em>, a maior parte com idade superior a 2 anos<br />
<strong>Te faz “pedalar”</strong> – Mais da metade tem nível superior sendo que outros 16% já subiram os degraus do mestrado e do doutorado</p></blockquote>
<p>Se você ainda não desistiu, continue pois também tem boas notícias. Os arquitetos de informação estão entre os profissionais mais bem pagos do meio (pelo menos no exterior) – um motivo bem razoável para continuar investindo na carreira.</p>
<p align="center"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2359/2073714390_c4925b4204_o.jpg" /></p>
<p>A própria pesquisa traz indícios de porque isso acontece. Os arquitetos de informação geralmente têm as principais qualidades desejadas do setor: pensamento orientado para usabilidade e acessibilidade, conhecimentos de design e de interface, noções de programação e domínio da escrita, entre outras (aqui incluo também a visão estratégica do negócio).</p>
<p align="center"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2387/2073714416_d482f88e46_o.jpg" /></p>
<p>Quem quer mapear melhor o terreno antes de ingressar na área pode conferir a pesquisa sobre a <a href="http://www.slideshare.net/usabilidoido/a-prtica-de-arquitetura-de-informao-de-websites-no-brasil/" target="_blank">prática de Arquitetura de Informação de Websites no Brasil</a>, realizada por Guilhermo Reis.</p>
<p>E como dinheiro sempre gera polêmica, eu pergunto: você acha mesmo que os arquitetos de informação devem ter remuneração superior a de <em>designers</em> e programadores, por exemplo?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A usabilidade pode influenciar no preço das ações de uma empresa?]]></title>
<link>http://julianaconstantino.wordpress.com/2007/11/19/a-usabilidade-pode-influenciar-no-preco-das-acoes-de-uma-empresa/</link>
<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 11:59:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Silvia Melo</dc:creator>
<guid>http://julianaconstantino.wordpress.com/2007/11/19/a-usabilidade-pode-influenciar-no-preco-das-acoes-de-uma-empresa/</guid>
<description><![CDATA[Um estudo divulgado pelo Nielsen Norman Group em 2003 já havia mostrado como a usabilidade impacta ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Um <a href="http://www.useit.com/alertbox/20030107.html" target="_blank">estudo divulgado pelo Nielsen Norman Group em 2003</a> já havia mostrado como a usabilidade impacta positivamente nos resultados de um site. Com um <em>redesign</em> bem mais centrado no usuário, os sites das 42 empresas envolvidas no estudo registraram um aumento médio de 135% nas métricas desejadas – tráfego, conversão de vendas, performance do usuário e uso de funções específicas.</p>
<p>A <a href="http://www.uxmag.com/" target="_blank">UX Magazine</a> divulgou no começo do mês os resultados de um estudo também focado no retorno de investimento em usabilidade. Desta vez o objetivo era saber o quão as iniciativas de uma empresa no setor seriam capazes de refletir no preço de suas ações na bolsa de valores.</p>
<p>Para isso a própria UX Magazine investiu US$ 50 mil em ações de 10 companhias que tinham realizado recentemente grandes trabalhos de <em>user experience</em> (aqui foram estabelecidos alguns critérios). O resultado deste UX Fund, como foi batizado o investimento, mostra o que aconteceu com essas ações após 1 ano:</p>
<blockquote><p><a href="http://www.rim.com/" target="_blank">Research In Motion</a> (RIMM) + 207.97% $10,387.44<br />
<a href="http://www.apple.com" target="_blank">Apple</a> (AAPL) + 131.81% $6,607.96<br />
<a href="http://www.google.com" target="_blank">Google</a> (GOOG) + 47% $2,248.40<br />
<a href="http://www.nike.com" target="_blank">Nike</a> (NKE) + 38.65% $1,921.32<br />
<a href="http://www.ea.com" target="_blank">Electronic Arts</a> (ERTS) + 10.62% $530.16<br />
<a href="http://www.yahoo.com" target="_blank">Yahoo</a> (YHOO) + 15.61% $775.20<br />
<a href="http://www.target.com" target="_blank">Target</a> (TGT) - 2.09% ($104.16)<br />
<a href="http://www.netflix.com" target="_blank">Netflix</a> (NFLX) - 4.82% ($239.40)<br />
<a href="http://www.progressive.com/" target="_blank">Progressive Insurance</a> (PGR) - 23.27% ($1,165.41)<br />
<a href="http://www.jetblue.com/" target="_blank">JetBlue Airways</a> (JBLU) - 29.36% ($1,476.00)</p></blockquote>
<p>Na minha opinião, apesar de lucrativo (o portifólio cresceu quase 40%) o resultado do estudo ainda é pouco conclusivo, uma vez que vários fatores podem influenciar no preço das ações - a <a href="http://www.apple.com" target="_blank">Apple</a>, por exemplo, lançou o iPhone neste período.</p>
<p>Nas palavras da UX, o estudo provou que "usabilidade não é tudo". Muitas empresas, apesar de atenderem bem os seus usuários <em>online</em>, estão sujeitas a realidade do negócio. Este foi o caso da companhia aérea <a href="http://www.jetblue.com/" target="_blank">JetBlue Airways</a>, prejudicada por uma forte tempestade de inverno bem no Dia dos Namorados.</p>
<p>De qualquer forma temos aqui mais alguns argumentos (se é que é preciso) para vender a usabilidade como uma importante (mas não única) aliada na geração de resultados. <a href="http://www.uxmag.com/strategy/327/investing-in-ux" target="_blank">Não deixem de ver o estudo completo</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
