<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>pedologia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/pedologia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "pedologia"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 11:48:57 +0000</pubDate>

	<generator>http://wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Manual Técnico de Pedologia]]></title>
<link>http://geotecnologias.wordpress.com/?p=64</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 18:15:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>sadeckgeo</dc:creator>
<guid>http://geotecnologias.wordpress.com/?p=64</guid>
<description><![CDATA[
O IBGE, através da Diretoria de Geociências, tem a satisfação de apresentar à sociedade brasil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img class="alignnone size-full wp-image-62" src="http://geotecnologias.wordpress.com/files/2008/05/banner_manual.png" alt="" width="510" height="85" /></p>
<p align="justify">O IBGE, através da Diretoria de Geociências, tem a satisfação de apresentar à sociedade brasileira o Manual Técnico de Pedologia, com a expectativa de atender a setores da sociedade que necessitam deste tipo de informação, cumprindo parte de sua missão institucional de retratar o Brasil com informações necessárias ao conhecimento de sua realidade e ao exercício da cidadania.</p>
<p align="justify">Os Manuais Técnicos para os vários temas ambientais foram divulgados a partir de 1991, inicialmente com o objetivo de uniformizar e definir critérios para todos os trabalhos realizados pelo IBGE no âmbito nacional e, posteriormente, visando contribuir para a disponibilização de metodologias e padronizações também no campo extra-institucional.</p>
<p align="justify">Esta edição oferece uma versão atualizada do Manual Técnico de Pedologia, lançado em 1995, abordando, em documento único e conciso, todas as modificações e evoluções ocorridas no Brasil na área de gênese e classificação de solos, com destaque especial para as modificações inerentes ao recém lançado Sistema Brasileiro de Classificação de Solos - SiBCS.</p>
<p align="justify">A Diretoria de Geociências do IBGE, através da equipe executora deste projeto, agradece a todos que  colaboraram de alguma forma para a realização do mesmo, entre os quais pessoas físicas, jurídicas e empresas estatais e privadas.</p>
<p>Luiz Paulo Souto Fortes<br />
Diretor de Geociências</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.4shared.com/file/46772685/f729fa3/manual_tecnico_pedologia.html" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-35 aligncenter" style="border:0;" src="http://geotecnologias.wordpress.com/files/2008/04/download_sadeck.png" alt="" width="175" height="75" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Intemperismo químico de rochas e salinização de solos do semi-árido]]></title>
<link>http://geofagos.wordpress.com/?p=156</link>
<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 17:02:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Italo M. R. Guedes</dc:creator>
<guid>http://geofagos.wordpress.com/?p=156</guid>
<description><![CDATA[Em certo trecho no último post comentei sobre a inadequação do uso de águas subterrâneas na irr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em certo trecho no último post comentei sobre a inadequação do uso de águas subterrâneas na irrigação em solos do semi-árido desenvolvidos sobre rochas que chamei de cristalinas. Este assunto, parece-me, merece um pouco mais de explicação. As rochas do mundo dividem-se em três grandes grupos: <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rocha_%C3%ADgnea">rochas ígneas</a>, <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rocha_sedimentar">rochas</a> <a target="_blank" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sedimentary_rock">sedimentares</a> e <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rocha_metam%C3%B3rfica">rochas metamórficas</a>. As rochas ígneas são aquelas que se originam do resfriamento do magma, quer no interior de câmaras magmáticas, quer no ambiente externo, como exemplos de rochas ígneas pode-se citar os granitos e os basaltos. Rochas sedimentares são aquelas originadas a partir da litificação ("petrificação") de sedimentos. Os sedimentos podem originar-se da intemperização de outras rochas, da precipitação de compostos, como o carbonato de cálcio, ou de restos de organismos vivos. Os exemplos são o arenito, o calcário e os diatomitos. As rochas metamórficas, por sua vez, formam-se em ambientes de elevadas pressão e temperatura. As metamórficas podem ter origem tanto em rochas ígneas quanto em sedimentares: o gnaisse pode vir tanto de um granito quanto de um argilito. O que eu chamei de rochas cristalinas, muito comuns no semi-árido nordestino, são basicamente rochas ígneas e metamórficas dos grupos do granito e do gnaisse. Estes materiais são compostos predominantemente dos minerais quartzo, micas (biotita e muscovita) e vários feldspatos. Assim como já foi diversas vezes discutido aqui, a ação dos <a target="_blank" href="http://geofagos.wordpress.com/2006/12/14/o-solo-de-ca-nao-e-o-mesmo-de-la/">agentes intempéricos </a>(água, vento, temperatura, organismos vivos...) causa a decomposição da rocha, o intemperismo. O intemperismo físico é resumidamente a quebra da rocha em pedaços menores. O intemperismo químico abrange tanto a perda de elementos químicos como a formação de minerais novos, chamados minerais secundários, em contraste com os minerais primários que compunham as rochas. Em regiões úmidas, a água, principal agente intemperizador químico, dissolve e carrega os elementos químicos em profundidade e superficialmente. <a target="_blank" href="http://geofagos.wordpress.com/2006/10/31/por-que-os-solos-empobrecem-quimicamente-falando/">É por isso que solos de regiões quentes e úmidas são nutricionalmente pobres</a>. Em regiões semi-áridas, os solos costumam ser mais férteis porque o intemperismo tanto de rochas quanto de solos é muito menos intenso. Por esta mesma razão, as águas subterrâneas das áreas sobre material geológico cristalino têm teores de sais (medidos em termos de condutividade elétrica) mais alto. Além de o intemperismo ser incipiente, a alta evaporação muitas vezes faz com que haja ascensão de água subsuperficial por um processo chamado capilaridade. Esta água é rica em sais e, quando evapora, deixa o excesso de sal na superfície dos solos. Quando se irrigam as culturas com água de alta salinidade, é também a evaporação seguida de precipitação dos sais nos solos que causam a salinização. Além dos efeitos deletérios para as espécies vegetais, o excesso de sais pode comprometer também a estrutura dos solos, por causar dispersão de argilas e colóides orgânicos, destruindo os agregados, diminuindo a porosidade, aumentando a densidade do solo e agravando o problema já grave da erosão ao diminuir a infiltração de água nos solos. Assim, tanto a pobreza nutricional de solos de regiões tropicais úmidas, a profundidade do saprolito nestas áreas, quanto a riqueza nutricional de alguns solos do semi-árido e sua predisposição à salinização, dependem da intensidade da ação do intemperismo. </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ciência...do Solo?]]></title>
<link>http://geofagos.wordpress.com/2007/05/09/cienciado-solo/</link>
<pubDate>Wed, 09 May 2007 17:33:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Italo M. R. Guedes</dc:creator>
<guid>http://geofagos.wordpress.com/2007/05/09/cienciado-solo/</guid>
<description><![CDATA[Há talvez uns dois anos um professor me perguntou se eu achava existir um certo estigma cultural em]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Há talvez uns dois anos um professor me perguntou se eu achava existir um certo estigma cultural em relação à Ciência do Solo, algo como um certo preconceito por parte de cientistas de outras áreas, e se este estigma não seria da mesma linhagem do preconceito que existe também em relação a agricultores, aos que cultivam o solo, geralmente taxados de matutos, caipiras, jecas, primitivos. Parece-me que um certo desdém pela agricultura e pelo agricultor tem raízes antiquíssimas na civilização ocidental e cristã. No Velho Testamento, o cruel e pouco razoável deus dos hebreus desprezou a oferta do agricultor Caim, preferindo o sacrifício de animais que lhe oferecia o pastor (pecuarista) Abel, despertando os ciúmes e finalmente o ódio homicida do primeiro. Consta que este conflito mitológico inicial simboliza a preferência do deus JHVH, ou a natural preferência dos hebreus de então, por um estilo de vida mais simples, nômade, pastoril, representado por Abel, em detrimento de um modo de vida sedentarizado, necessário para a prática das atividades agrícolas e que possibilitou a formação dos primeiros ajuntamentos humanos que dariam origem à Cidade (<em>civitas</em>, donde civilização). Assim, a agricultura é não só o fundamento mas a própria fundação da civilização. Por ser fundação, o que está no início, o que é antigo, nossa era pós-moderna abomina, rejeita. Talvez o progresso material da civilização ocidental, que proporcionou e proporciona quantidades nunca vistas de riqueza e conforto acompanhados de sofisticação cultural, faça com que se sinta um certo desprezo, alguma vergonha até, daquele início mais humilde, como os novos ricos em geral se envergonham das humildes origens, muitíssimas vezes agrárias, chegando a negá-las, ou como os bons cristãos se recusam a admitir descenderem de formas de vidas pretensamente inferiores, talvez geofágicas. Concluo que da mesma forma, a "big science", plena de recursos informacionais, matemáticos, computacionais e metodológicos, prestes a desvendar os segredos universais e de ganhar o próximo milhão, talvez se sinta constrangida em reconhecer como igual e irmã a humilde Ciência (?) do Solo, em que ainda se pega (e a este verbo empresto uma carga emotiva, amorosa) na terra, onde no lugar de colisores de partículas, usam-se ainda martelos, trados e enxadas, quintessência do primitivo. Enfim, mesmo na prática científica, muitas vezes pouco importa a importância e relevância do que se faz se a aparência externa não é o que se espera ou o que está na moda.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O solo de cá não é o mesmo de lá]]></title>
<link>http://geofagos.wordpress.com/2006/12/14/o-solo-de-ca-nao-e-o-mesmo-de-la/</link>
<pubDate>Thu, 14 Dec 2006 19:42:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Italo M. R. Guedes</dc:creator>
<guid>http://geofagos.wordpress.com/2006/12/14/o-solo-de-ca-nao-e-o-mesmo-de-la/</guid>
<description><![CDATA[Tenho me referido aqui muitas vezes ao solo como uma entidade não individualizada e às vezes menci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho me referido aqui muitas vezes ao solo como uma entidade não individualizada e às vezes mencionei <em>solos </em>como se houvesse vários. E realmente há. Se alguém me lê atenta e periodicamente terá notado que em algumas circunstâncias deixei entender (ou pretendi) que há solos diferentes em regiões de climas diferentes. Mas não só. Na verdade poderá haver solos diferentes dentro de uma mesma região climática, afinal de contas o clima não é o único fator que influencia a formação dos solos. Os pedólogos, que são os cientistas que estudam os fatores ambientais que formam os solos e principalmente os diferentes tipos de solos formados, majoritariamente acreditam que o modelo que mais didaticamente explica a variedade dos vários tipos de solo existentes é o modelo conhecido como <em>clorpt</em>, que é na verdade uma forma simplificada de expressar a função s=f(cl, o, r, p, t), que quer dizer que um solo qualquer é função da associação dos fatores clima (cl), organismos (o), relevo (r), material de origem (p) e do tempo (t). Obviamente, em uma pequena distância esses fatores podem variar muito possibilitando a formação de solos distintos em espaço de algumas dezenas de metros. Mas como reconhecer se um solo é diferente de outro? A primeira coisa que um pedólogo faz é observar as camadas mais ou menos horizontais (paralelas à superfície) que compõem um solo, chamadas de horizontes, que geralmente possuem propriedades físicas e químicas próprias de cada classe de solo. Existem, para a maioria dos solos, horizontes chave que indicam de forma razoavelmente clara qual classe determinado solo pertence: são chamados de horizontes diagnósticos; muitas vezes as características necessárias para a identificação preliminar de um solo podem ser visualizadas no campo, sem necessidade de equipamentos especiais, entretanto a identificação completa só é possível depois de uma série de análises físicas, químicas, mineralógicas e biológicas que só podem ser realizadas em laboratórios. Existem vários sistemas de classificação de solos no mundo, o mais abrangente é o americano (<em>Soil Taxonomy</em>) , mas o Brasil tem feito um excelente trabalho no levantamento e na classificação dos solos do território nacional e o <em>Sistema Brasileiro de Classificação de Solos, </em>coordenado pela Embrapa mas com a participação imprescindível de pedólogos de várias universidades e outras instituições de pesquisa, está já em sua segunda edição (publicada em 2006, a primeira edição é de 1999). (<em>Continua</em>)</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
