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	<title>onibusonibusonibuseca-de-queiroz &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "onibusonibusonibuseca-de-queiroz"</description>
	<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 17:50:56 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[*Achado lingüístico]]></title>
<link>http://galeota.wordpress.com/?p=416</link>
<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 23:25:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>galeota</dc:creator>
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<description><![CDATA[ 
 

Estava eu, no meu eterno, quase interminavel, deleite a ler &#8220;Os Maias&#8221;, de Eça d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://galeota.files.wordpress.com/2008/04/onibus.jpg"></a> <br />
 <a href="http://galeota.files.wordpress.com/2008/04/onibus2.jpg"></a></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-419 aligncenter" src="http://galeota.wordpress.com/files/2008/04/onibus2.jpg" alt="" width="154" height="144" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:8pt;color:#000000;font-family:Verdana;">Estava eu, no meu eterno, quase interminavel, deleite a ler "Os Maias", de Eça de Queiroz, quando de repente... encontrei uma pérola, daquelas negras e valiosíssimas, das profundezas do oceano. Foram duas vezes, duas vezes que a vi. Isso é mais do que comprovar que um dia, um dia... os portugueses também andaram de Ô-NI-BUSSSSSSSSSS (esse pobre veículo de pobre, como eu, em Portugal, chama-se AUTOCARRO). Ou seja, nem sempre o que os brasileiros falam é invenção, anglicanismo e o diabo a quatro, como se costuma dizer. Vejam só (Capítulo VIII):<br />
</span></p>
<p style="text-align:center;"> <em>"Ora ele, bons ares só compreendia os de Sintra; porque ali não eram só os pulmões que lhe respiravam bem, mas também o coração, rapazes!... De sorte que viera na véspera, no <strong>ónibus</strong>."</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>"_Que bom que fizeste em arrastar cá o maestro, filho... Quantas vezes eu tenho dito àquele diabo que se metesse no <strong>ónibus</strong>, viesse passar dois dias a Sintra."</em></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:8pt;color:#000000;font-family:Verdana;">Não faço idéia de como era esse veículo, pois nesse tempo ainda se usavam coches, carruagens. Talvez fosse um veículo que servisse como transporte público. O interessante disso tudo é a existência da palavra e o uso a que o objeto se destinava: transporte de pessoas.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
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