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	<title>o-ponto-em-comum &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/o-ponto-em-comum/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "o-ponto-em-comum"</description>
	<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 17:44:23 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Crossover: Baú das Séries x O Ponto em Comum]]></title>
<link>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1607</link>
<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 00:04:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Victor Regis</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Duas colunas para serem atualiazadas, então como a gente mata dois coelhos com uma cajadada só? F]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://seriemaniacos.files.wordpress.com/2008/04/friends.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1606" src="http://seriemaniacos.wordpress.com/files/2008/04/friends.jpg" alt="Friends x Will &#38; Grace" width="250" height="320" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Duas colunas para serem atualiazadas, então como a gente mata dois coelhos com uma cajadada só? Fazendo um <em>crossover</em>, é claro!</p>
<p style="text-align:justify;">Portanto, nessa semana a gente relembra e relaciona as sitcoms <em>Will &#38; Grace </em>e <em>Friends</em>.</p>
<p><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Bom, para não causar muita confusão, primeiro eu falarei sobre a série, aí a gente vai analisando os pontos em comum e depois mata a saudade, ok?</p>
<p style="text-align:justify;">Então, o que falar de <em>Friends</em>? Sua estreía em 1994 definiu o rumo de qualquer sitcom produzida após, e se tornou a comédia mais popular exibida por uma televisão americana (sim, porque para mim <em>Seinfeld</em> não tem o mesmo apelo que a série de David Crane).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Pontos a serem lembrados: </strong>Nunca uma série retratou tão bem os percalços que um jovem enfrenta para tornar-se adulto. O público, que envelheceu junto com a série via-se retratado por esses seis amigos nova-iorquinos, que acima de tudo, têm uns aos outros.</p>
<p style="text-align:justify;">Quatro anos depois, quando <em>Friends </em>já se consagrava como uma potência cômica, surgia <em>Will &#38; Grace</em>, sitcom da mesma NBC que produzia a série anterior. Em nenhum momento a série sobre o advogado gay que mora com a decoradora neurótica conseguiu repetir o fênomeno anterior, mas o programa, conseguiu chamar a atenção por méritos próprios.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Pontos a serem lembrados: </strong>Se <em>Friends</em> conseguiu mostrar o surgimento de um adulto como nenhuma série havia feito, <em>Will &#38; Grace</em> conseguiu ter um protagonista gay que fugia aos estereótipos comuns, e obteve sucesso de um público que encarou com naturalidade sua opção sexual. Apesar de se manter satisfatoriamente com apenas quatro personagens centrais durante um bom tempo, a  série foi perdendo o fôlego na reta final, alternando episódios hilários com outros sofríveis.</p>
<p style="text-align:justify;">Feitas as considerações sobre cada série, qual seria o ponto em comum?</p>
<p style="text-align:justify;">Muitos, pra falar a verdade, e isso é fácil de se perceber, mas o principal não é o fato delas serem comédias bem sucedidas da mesma emissora, e sim o esforço. Esforço esse que é indispensável para que seis humanos totalmente diferentes consigam conviver e se divertirem juntos, e para que um homem gay e uma uma ruiva que já foi apaixonada por ele consigam, mesmo com inúmeras brigas e discussões, continuarem morando juntos e dividindo absolutamente tudo o que se passa na vida um do outro.</p>
<p style="text-align:justify;">Não só o esforço entre os personagens, mas entre o público que os acompanhou, porque convenhamos, em algumas horas era difícil, principalmente na série mais nova. Mas mesmo nessa hora o esforço dos telespectadores esteve presente no <em>series finale</em>, em que boa parte da audiência que havia abandonado o show voltou para uma despedida em grande estilo.</p>
<p style="text-align:justify;">O ponto em comum dessa vez foi bem óbvio e simples, indiscutivelmente, mas não é isso que se trata uma amizade? Uma batalha constante guiada pelo esforço, para que no fim das contas possamos contar com uma das coisas mais simples, porém essenciais na vida de qualquer pessoa. E isso é saber que haverá sempre alguém lá pela gente.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Ponto em Comum]]></title>
<link>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1547</link>
<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 03:05:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Victor Regis</dc:creator>
<guid>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1547</guid>
<description><![CDATA[
Amada por uns, renegada por muitos, O Ponto em Comum dessa semana relaciona Nip Tuck e Lost, duas s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://seriemaniacos.wordpress.com/wp-admin/Post URL"><img class="alignnone size-full wp-image-1548" src="http://seriemaniacos.wordpress.com/files/2008/04/nip_tuck.jpg" alt="Nip Tuck x Lost" width="293" height="325" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Amada por uns, renegada por muitos, O Ponto em Comum dessa semana relaciona <em>Nip Tuck</em> e <em>Lost</em>, duas séries aclamadas pelo público e elogiadas pela crítica.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas é claro que só isso não renderia post algum, então resumindo, o que as duas têm em comum?</p>
<p><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Como sempre fazemos, primeiro as considerações:</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Lost</em> é o provavelmente o maior fenômeno televisivo dessa nova geração, o que em nenhum momento faz dela a melhor série do momento, que fique bem claro. Acho que dizer que a série narra a história de sobreviventes de um desastre aéreo exilados em uma ilha supostamente deserta é mais do que desnecessário, já que qualquer pessoa que esteja em um blog de séries sabe isso de cor e salteado.</p>
<p style="text-align:justify;">Já <em>Nip Tuck</em> baseia-se no dia a dia de Sean McNamara e Christian Troy, cirurgiões plásticos em Miami, que além de terem que cuidar de pacientes bizarros, ainda encaram seus próprios problemas pessoais, mais bizarros ainda.</p>
<p style="text-align:justify;">A série pode não ser tão comentada ou popular como a primeira, mas é original, excêntrica e inovadora como há muito não se via na tv, e deliciosamente adulta.</p>
<p style="text-align:justify;">Então qual seria o ponto em comum? As bizarrices da ilha com as bizarrices da clínica?</p>
<p style="text-align:justify;">Nada disso. O lar da família McNamara já sofreu um romance do filho mais velho, Matt, com uma nazista, com sua terapeuta, foi palco da tentativa de auto-circuncisão do próprio, e os adultérios pela parte de Sean, e sua esposa Julia.</p>
<p style="text-align:justify;">Enquanto na ilha os sobreviventes acham escotilhas e franceses embrenhados no mato, mesmo após inúmeros acidentes, as pessoas ainda cismam em guardar suas descobertas apenas para si mesmos, coisas que poderiam ajudar o andamento do grupo como um todo.</p>
<p style="text-align:justify;">E aqui chegamos ao ponto em comum dessa semana: a falta de comunicação. Os habitantes de <em>Lost</em> não estão apenas perdidos geograficamente, mas também ao serem obrigados a coniver com diferentes pessoas, e na maioria das vezes não facilitam a relação de uns com os outros. Em <em>Nip Tuck</em>, porém, os personagens não isolam-se porque querem, como na série anterior, e sim porque não conseguem atravessar o abismo na interação que acontece na maioria das famílias.</p>
<p style="text-align:justify;">Seja em uma ilha paradisíaca ou em uma mansão na Flórida a incapacidade do ser humano de conseguir comunicar-se plenamente está presente. E as vezes, mesmo com toda a evolução tecnológica que atravessamos, o primordial é se sentir como uma criança tentando fazer amizade em um novo colégio e voltar ao básico, e falar. E torcer para ser ouvido.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Ponto em Comum]]></title>
<link>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1498</link>
<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 03:02:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Victor Regis</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Cada vez mais bizarra e cada vez mais forçada (obrigado pelos comentários, hehe) O Ponto em Comum]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://seriemaniacos.wordpress.com/files/2008/03/damages-postr.jpg" title="damages-postr.jpg"><img src="http://seriemaniacos.wordpress.com/files/2008/03/damages-postr.jpg" alt="damages-postr.jpg" /></a></p>
<p align="justify">Cada vez mais bizarra e cada vez mais forçada (obrigado pelos comentários, hehe) O Ponto em Comum dessa semana compara a feia mais gente boa da tv com a feia mais malvada (brincadeira, Glenn).</p>
<p align="justify">Duas ótimas séries absurdamente diferentes à primeira vista. Ou será que nem tanto?</p>
<p><!--more--></p>
<p align="justify">Certo, primeiro as considerações sobre as duas séries, começando por <i>Betty</i>.</p>
<p align="justify">A deliciosa dramédia é centrada na personagem de Betty, moça inteligente e batalhadora, porém desprovida de beleza, que sofre o pão que o diabo amassou ao trabalhar na redação de uma revista de moda.</p>
<p align="justify">Do outro lado, temos Ellen Parsons. Moça que, assim, como Betty, também é inteligente e batalhadora, só que bem mais bonita, e também se entrega a um trabalho exaustivo com uma chefe doce como o cão.</p>
<p align="justify">No entanto, engana-se quem acha que o ponto em comum aqui é ter duas protagonistas que trabalham duro, ou chefes com corações de pedra. Eu estava relendo alguns comentários antigos de <i>Damages </i>e a Silvia 05, leitora frequente daqui do blog escreveu sabiamente que a série não era só sobre caráter, também sobre motivação.</p>
<p align="justify">E essa é extamente a palavra chave da coluna dessa semana. O que une <i>Ugly Betty</i> e <i>Damages</i> é a motivação de seus personagens, não somente os principais, como muitos dos outros, que faz com que Betty saia de lá do Queens para trabalhar em um lugar onde é constantemente humilhada, ou que leva Patty Hewes a manipular e passar por cima de todos para conseguir o que quer, custe o que custar.</p>
<p align="justify">Motivação essa que, mesmo na falsidade do escritório Hewes ou na superficialidade da revista, conduz a trama com suas ações, sejam elas honestas ou não. Onde os personagens fazem as alterações necessárias em suas próprias histórias ao invés serem apenas guiados por acontecimentos externos. E mais do que isso, alteram de acordo com aquilo que buscam, seja do modo altruísta da Betty ou do destrutivo do Frobisher.</p>
<p align="justify">É bom ver que após duas colunas baseadas em superficialidade e relações através da morte o ponto em comum dessa vez foi algo que em tese seria uma virtude. Mas só em tese.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Ponto em Comum]]></title>
<link>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1454</link>
<pubDate>Sun, 23 Mar 2008 16:48:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Victor Regis</dc:creator>
<guid>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1454</guid>
<description><![CDATA[
Segunda semana da coluna mais sem motivos para existir da internet, e dessa vez resolvi comparar d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://seriemaniacos.wordpress.com/files/2008/03/medium.jpg" title="medium.jpg"><img width="315" src="http://seriemaniacos.wordpress.com/files/2008/03/medium.jpg" alt="medium.jpg" height="421" style="width:306px;height:372px;" /></a></p>
<p align="justify">Segunda semana da coluna mais sem motivos para existir da internet, e dessa vez resolvi comparar duas séries que, ao contrário das da semana passada, são simplesmente encantadoras.</p>
<p align="justify">Comparar <em>Medium</em> com <em>Pushing Daisies</em> obviamente não é tão complicado quanto comparar <em>One Tree Hill </em>com <em>The Sopranos, </em>mas muitas coisas podem ser notadas nas duas analisando-as mais a fundo.</p>
<p><!--more--></p>
<p align="justify">"Der, o Ponto em comum é a morte" dirá o leitor mais impaciente logo de cara, mas isso é apenas o pano de fundo presente nas duas, já que ambas utlizam essa característica fúnebre de diferentes formas para narrarem suas histórias.</p>
<p align="justify"><em>Medium</em> é usualmente rotulada com uma série sobrenatural, mas 10 entre 10 fãs do programa diriam numa boa que o que veêm é um drama familiar de uma moça que tem o dom de ver (e prever) espíritos e sua relação com filhos e marido, e as dificuldades que permeiam a interação entre diferentes pessoas para se construir algo chamado família.</p>
<p align="justify"><em> </em>Já em <em>Pushing Daisies</em>, Ned também um dom, mas ao invés de ver os espíritos, ele os traz de volta à vida, e sua dificuldade em se relacionar com a Chuck, aqui pelo fato de não poder tocá-la, é apenas mais um modo de se demonstrar as dificuldades das relações humanas, só que de modo implícito.</p>
<p align="justify">Certo, podem até qustionar: Mas que série hoje em dia não fala das diferentes relações humanas, seja em <em>Grey's</em> ou em <em>Brothers and Sisters</em>?</p>
<p align="justify">É verdade, mas o ponto em comum, que as unem e diferenciam das demais séries é partir da premissa da morte para utilizá-la a favor de uma história, que no fim das contas tem como principal intuito mostrar um outro modo de se observar a vida, seja pelo realismo de <em>Medium</em> ou pelo surrealismo de <em>Pushing,</em>  um modo que demosntra como um pouco de morte pode realçar a vida.</p>
<p align="justify">Ah, e Feliz Páscoa =]</p>
<p><a href="http://seriemaniacos.wordpress.com/files/2008/03/medium.jpg" title="medium.jpg"></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Ponto em Comum]]></title>
<link>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1409</link>
<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 23:08:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Victor Regis</dc:creator>
<guid>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1409</guid>
<description><![CDATA[
Para desespero de alguns (leia-se Eric, hehe) surge mais uma coluna bisonha, em que eu provo (ou pe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://seriemaniacos.wordpress.com/files/2008/03/dsm.jpg" alt="dsm.jpg" /></p>
<p>Para desespero de alguns (leia-se Eric, hehe) surge mais uma coluna bisonha, em que eu provo (ou pelo menos tento provar) que duas séries aparentemente desconexas possuem sim coisas em comum.</p>
<p>E para primeira comparação, duas séries que me irritaram essa semana:<i> Dirty Sexy Money</i> e <i>Skins</i>.</p>
<p><!--more--></p>
<p>Primeiro os mais jovens. <i>Skins</i> estreou essa semana no meu pc com um hype gigantesco e ótimas críticas de pessoas que entendem do assunto (leia-se Daniel) e eu que nem sou viciado em um bom drama teen resolvi experimentar assistindo os dois primeiros episódios de uma tacada só.</p>
<p>E não fiquei muito feliz com o que vi não, principalmente por ter errado em um ponto chave nos programas que dispoem de liberdade para se considerarem realista: a falta de tom. Muitas série pensam (erroneamente) que para se aproximar da realidade, dá-lhe cenas de sexo e drogas. Mas só um minuto, na minha vida não há nem um vestígio de drogas (e diga-se de passagem, quase nehum de sexo também, hehe) então o problema é comigo? Ou vivo em um mundo irreal de unicórnios alados?</p>
<p>Skins é fútil até a medula, e é aqui que entramos no ponto em comum do título, ao comparar a primeira com a dramédia novelesca dos <i>Darlings</i>. <i>Skins </i>é fútil, mas também é a adolescência. Já <i>Dirty Sexy Money</i> não retrata adolescente algum, mas alguma palavra vem mais à mente do que superficial para definir a série?</p>
<p><i>DSM</i> é um novelão teen-não teen. É espalhafatosa, irreal, irritante, e que tem um poder incrível de me fazer continuar assistindo, mesmo não gostando.</p>
<p>O ponto em comum aqui é a futilidade, e seus diversos modos de ser retratada, como por exemplo por esse texto. Duas série antagônicas à primeira vista, mas bem similares, cada uma à sua maneira.</p>
<p>É isso. Alguma sugestão de séries para ser achado o ponto em comum?</p>
]]></content:encoded>
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