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	<title>mitologia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/mitologia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "mitologia"</description>
	<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 20:40:51 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Kane (Pt.1)]]></title>
<link>http://mahalokapoeapau.wordpress.com/?p=58</link>
<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 14:50:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>mahalokapoeapau</dc:creator>
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<description><![CDATA[El culto a Kane 
KANE fue el principal dios entre los grandes dioses nombrados por el hawaianos en e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align:left;"><span>El culto a Kane </span></h3>
<p><span>KANE fue el principal dios entre los grandes dioses nombrados por el hawaianos en el momento de la llegada de los misioneros en las islas.</span> <span> Representó al dios de la procreación y fue adorado como ancestro de los jefes y plebeyos.</span> <span> Según posiblemente a finales de la edición de la leyenda Kumuhonua, formó los tres mundos: el superior el cielo de los dioses, el cielo más bajo sobre la tierra, y de la tierra como un jardín para la humanidad; él equipadas con las criaturas del mar, las plantas , Y los animales, y forma el hombre y la mujer a lo habitan.</span> <span>Una cuenta de la creación del mundo que aparece en la genealogía de Kumuhonua leyenda, el primer hombre creado por los dioses, representa Kane como jugando un papel dominante como creador, pero asistida por Ku y Lono, una trilogía llamada Lahui akua (Unión de dioses) o el papa Kane (Kane clase) dice que adoraron bajo el nombre de Ku-kauakahi.</span> El<span> culto de Tane (Kane), Ro'o (Lono), y Tu (Ku) por el manahune en Tahití, a la que pertenecen la mitología polinesia cifras también de Atea (Wakea), Ti'i (Ki'i o Tiki ), Y Maui, está estrechamente comparable con el hawaiano Kane culto.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Polia e a Arquitectura]]></title>
<link>http://marialynce.wordpress.com/?p=252</link>
<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 10:41:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>marialynce</dc:creator>
<guid>http://marialynce.pt-br.wordpress.com/2008/10/15/polia-e-a-arquitectura/</guid>
<description><![CDATA[ Na história da &#8220;Hypnerotomachia Poliphili&#8221;, a magnífica obra publicada pela primeira]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"> Na história da "Hypnerotomachia Poliphili", a magnífica obra publicada pela primeira vez em 1499 em Veneza, é contada a história do sonho do protagonista, Poliphilo, que retrata a sua luta amorosa pela conquista de Polia, e que aliás, foi a inspiração que presidiu à criação deste blog, <a href="http://marialynce.wordpress.com/2008/05/29/hypnerotomachia-poliphili/">como já antes referi.</a></p>
<p style="text-align:justify;">A obra está dividida em dois livros, sendo que o primeiro desenvolve-se em vários capítulos num género de "épico pagão", recheados de numerosas descrições sobre mitologia clássica, antiguidades romanas, obras de arte e arquitectura, jardins, que transportam a história amorosa de Polia e Poliphilo para um segundo nível de significado.</p>
<p style="text-align:justify;">No primeiro livro <span style="color:#ff0000;">Poliphilo </span>( literalmente, <span style="color:#ff0000;"><em>"aquele que ama Polia",</em> </span>sendo que <span style="color:#ff9900;">Polia</span> se identifica como a <em><span style="color:#ff9900;">"Sapiência Divina" </span>,</em> e então <a href="http://marialynce.wordpress.com/2008/05/28/polia-a-sapiencia-divina/">Poliphilo é um filósofo, <em>"PoliaePhilos" ,</em> enamorou-se pela Sapiência </a>) descreve o caminho que o conduz até à amada como um percurso em cinco etapas semeadas de obstáculos e provações, em analogia com uma purificação interior inspirada pela imagem da amada. (Voltarei a esta obra para contar essa longa história)</p>
<p style="text-align:justify;">E será este aspecto que torna tão vivo o sonho de Poliphilo, e tão importante enquanto testemunho do seu tempo : o protagonista repetidamente se "distrái" da sua demanda perante os vários monumentos e obras de arquitectura que vai encontrando. Descreve obras de arte do passado clássico (afinal a obsessão do homem do renascimento), aponta detalhes de edifícios da antiguidade, apoiando-se nos tratados de Vitrúvio e de Alberti. Poliphilo está obsecado pela arquitectura romana e vive-a intensamente, tornando o passado presente através da sua glorificação pelo recurso ao mundo do mito.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas o tempo e o espaço, a acção, do sonho de Poliphilo, não correspondem ao mundo real : "os monumentos antigos do seu sonho excedem em tamanho e riqueza até as descrições dos autores clássicos, na ilha de Cítera, a natureza floresce em simbiose com a arquitectura (...) trata-se de uma Primavera perpétua, sem princípio nem fim. Nem sequer existe qualquer indicação sobre quando é que o lugar foi planeado ou construído: é um todo acabado e perfeito, para além do tempo e da mutabilidade." (J. Godwin)</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff6600;">"Poliphilo é o protagonista [o homem moderno] da narração de um itinerário espiritual pelas ruínas do passado."</span> (E. Kretzulesco)</p>
<p style="text-align:justify;">Na  apresentação abaixo mostro alguns exemplos das arquitecturas vividas por Poliphilo, e Polia, retiradas da arte e literatura antigas e representadas em gravuras sobre madeira.</p>
<p style="text-align:justify;"> [slideshare id=652907&#38;doc=apresentao1-1223841201694661-9&#38;w=425]</p>
<p style="text-align:justify;">Séculos mais tarde, também outro artista soube transmitir magistralmente essa noção de tempo e espaço perdidos entre o mito e o real : Giorgio de Chirico (1888-1978). Este pintor, expressão máxima da estética metafísica percursora do surrealismo,  utilizou até à exaustão o motivo da arquitectura romana através da representação de múltiplas arcadas que percorrem os seus quadros, em perspectivas deslocadas de praças vazias e enigmáticas.</p>
<p style="text-align:justify;">"As <em>Piazze d'Italia </em>são, em si mesmas, nada menos que labirintos dentro dos quais os sistemas de perspectiva se multiplicam e as leis da natureza se contradizem umas às outras. São quadros cujos espaços possívelmente não podem existir na forma que aparentam e onde espaços e tempos diferentes coexistem em aparente harmonia." (Magdalena Holzhey)</p>
<p style="text-align:justify;">A linguagem poética de Chirico "provoca um sentimento imediato de inquietação pela combinação incompreensível de vários elementos (...) A justaposição de mundos diferentes - o antigo e o moderno, a memória e o presente, o mito e a realidade - é, por assim dizer, captada num momento intemporal..." (M.H.)</p>
<p style="text-align:justify;">Na apresentação seguinte, é possível observar alguns exemplos dessa linguagem metafísica de Chirico, para a qual o recurso à arquitectura clássica (tal como à mitologia) foi determinante, na criação dos seus <span style="color:#ff6600;">espaços intemporais, também eles ruínas do passado numa reflexão do homem moderno.</span></p>
<p> [slideshare id=656027&#38;doc=arquitectura-de-chirico-1223942446546691-8&#38;w=425]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem é Pandora?]]></title>
<link>http://epimeteuepandora.wordpress.com/?p=6</link>
<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 01:41:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>portillorafael</dc:creator>
<guid>http://epimeteuepandora.pt-br.wordpress.com/2008/10/15/quem-e-pandora/</guid>
<description><![CDATA[Pandora foi criada por Zeus para castigar a humanidade, Prometeu e Epimeteu, por Prometeu ter roubad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pandora foi criada por Zeus para castigar a humanidade, Prometeu e Epimeteu, por Prometeu ter roubado o segredo do fogo para os homens. Zeus pediu a Hephaestus que criase da terra um criatura parecida com Gaia, de forma feminina. Cada um dos Deuses deu um dom a Pandora, principalmente a beleza, a bondade e a inteligência. Entretanto, Hermes deu a ela a curiosidade.</p>
<p>Dada de presente a Epimeteu, que se apaixonou por ela, foi entregue a eles um jarro que nunca poderia ser aberto. Pandora se casou com Epimeteu, mas sua curiosidade a levou a abrir o jarro, que continha diversos males, que fugiram a passaram a atormentar os homens. Pandora ainda conseguiu fecha o jarro novamente, antes que a Esperança fugisse dele. Desde então, Pandora busca zelar pelos seres humanos.</p>
<p>Apesar disso, não houve nenhuma maldade no ato de Pandora, sendo apenas o resultado da curiosidade dada por Hermes.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem é Epimeteu?]]></title>
<link>http://epimeteuepandora.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 01:16:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>portillorafael</dc:creator>
<guid>http://epimeteuepandora.pt-br.wordpress.com/2008/10/15/quem-e-epimeteu/</guid>
<description><![CDATA[Na mitologia grega, Epimeteu é um titã, filho do titã Jápeto e da ninfa ou oceânide Ásia, tamb]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Na mitologia grega, Epimeteu é um titã, filho do titã Jápeto e da ninfa ou oceânide Ásia, também chamada de Clímene e irmão de Atlas, Prometeu, Hésperos e Menoécio.</p>
<p>Epimeteu criou os animais e deu-lhes os atributos. Quando chegou ao homem, não havia mais nenhuma qualidade para dar-lhe. Pediu socorro ao seu irmão Prometeu, que então roubou o fogo dos deuses e o ofertou aos homens, ensinando-lhe também como trabalhar com ele. Enfurecido, Zeus prendeu Prometeu no topo de uma montanha, onde todos os dias uma águia comeria seu fígado. Como Prometeu era um Titãs, e imortal, seu fígado regenerava, e a águia voltava.</p>
<p>Mas para Zeus não era o suficiente. Zeus deu um presente a Epimeteu: Pandora, a primeira mulher, belissima, ávida, caridosa e curiosa, junto a um jarro, o qual, segundo Zeus, ninguem deveria abri-lo. Epimeteu se apaixonara por Pandora, e apesar dos avisos de Prometeu, ele aceitou ambos, casando-se com Pandora. Um dia, a curiosidade Pandora a fez abrir o jarro, soltando diversos males aos homens. Desde então Epimeteu e Pandora olham pelos homens, tentando impedir os males do jarro.</p>
<p>Após este desastre, Epimeteu e Pandora tiveram uma filha chamada Pirra, que mais tarde esposa de Deucalião (filho de Prometeu e sobrevivente do Dilúvio).</p>
<p>Foi dado o nome de Epimeteu a um dos satélites de Saturno.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Supremum vale]]></title>
<link>http://catalansreaccionem.wordpress.com/?p=813</link>
<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 12:21:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>actorsecundario</dc:creator>
<guid>http://catalansreaccionem.pt-br.wordpress.com/2008/10/14/supremun-vale/</guid>
<description><![CDATA[No tinguis por, no et sentis sol. Allò que guia les estrelles també et guia a tu&#8230;

Islas de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>No tinguis por, no et sentis sol. Allò que guia les estrelles també et guia a tu...</em></p>
<p><a title="islas-griegas-001.jpg" rel="attachment wp-att-3962" href="http://catalansreaccionem.wordpress.com/?attachment_id=3962"><img style="width:457px;height:369px;" src="http://quiron.wordpress.com/files/2007/10/islas-griegas-001.jpg" alt="islas-griegas-001.jpg" width="969" height="861" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Islas de Grecia soleadas, islas que gozáis de la frescura del mar</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Islas desnudas, con pequeñas aldeas que trepan hasta los extremos de las rocas contemplando el mar azul.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Islas llenas de olivos, pinos y arbustos.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Con costas blanquísimas y puertecillos pesqueros.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Con castillos, monasteiros y numerosas iglesias.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>El aire nos trae el mensaje. Sí, vendremos a vosotras. Nosotros que os conocemos, porque nos sentimos muy unidos a vosotras, tanto que no sois imprescindibles.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Y nosotros, los otros, que no los conocemos,</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>ya que conoceros es una ilusión que anhelamos llevar a cabo.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Descifrar la identidad de Grecia requiere un largo viaje en el tiempo e incluso en el espacio. Los griegos se llamaban a sí mismos "romii", es decir romanos, porque recuerdan habían sido dominado por Roma.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em> </em><strong>Carme, </strong><em>Isabel, la emperatriz de Austria,  más conocida por el nombre de Sissí, fue la primera viajera moderna que apreció esos paisajes verdes y rosáceos que emergen de un Mediterráneo que parece haber sido domado por la razón occidental. Para ella Corfú, lugar donde mandó edificar su palacio, el "Achilleion", representaba el maridaje entre la mitología clásica y la cultura cosmopolita. Bajo su luz tierna, le gustaba pasear y discutir horas y horas con su profesor griego de arte y filosofía.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong>Dulce Carme</strong>, las islas griegas se abren al mundo: Apolo nació aquí y Ulises tras su naufragio, encontró refugio. En ellas el laberinto y el Minotauro han  simbolizado el destino del hombre y Europa vio en ellas la luz antes de ser secuestrada por Zeus; Tasos, la verde Samotracia,cuya victoria consolidó su fama, Lemnos y sus pasisajes volcánicos, que la mitología convirtió en morada de Hefesto,el dios de las forjas y el fuego; Militine, más conocida  con el nombre de Lesbos, patria de la poetisa Safo; Samos, supuesta patria nativa de la diosa Hera e Icaria, que debe nombre a Ícaro, cuyas alas de cera se fundieron y se ahogó en sus costas, sin olvidar , Psara y Quíos donde los turcos perpetraron sus peores matanzas.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Desaparicíon de Hércules; un relato de Eurípides que lo escribió para que yo lo mirara y leyera</strong>:</p>
<p style="text-align:justify;">Un día un hombre le dijo a Deyanira- esposa de Hércules-, que el héroe se había enamorado de Iole, bella doncella de Deyanira, hija de Eurito. La noticia no afligió a Dyanira como podía esperarse, pues poseía filtro de amor que guardaba desde hace años para prevenir cualquier desgracia de este tipo. Cuando después de una boda Hércules la conducía a casa vieron interceptado su viaje por la crecida de un río; el centauro Neso, que con su barca transportaba viajeros de una a otra orilla, tomó a Deyanira sobre sus espaldas y en mitad del río la ultrajó. Gritó ella y Hércules, desde la otra orilla, le atravesó con una flecha. Pero antes de morir dijo a Deyanira que recogiera un poco de su sangre y la utilizara como filtro de amor si Hércules, algún día, prefiera a otra mujer. Cuando oyó hablar de Iote, Deyanira creyó llegado el momento: tomó una túnica espléndida, la untó con aquella sangre y encargó al mensajero que la llevara a Hércules.</p>
<p style="text-align:justify;">Cuando el héroe se la puso le produjo el mismo efecto que la ropa enviada por Medea a la rival con quién Jasón se proponía casarse. En su agonía, se volvió contra el mensajero de Deyanira, que nada sabía, le agarró  le precipitó al mar. Pero aquel atroz sufrimiento apenas le debilitaba, pues todavía tuvo fuerzas para matar a otros. Lo que en un instante pudo acabar con la princesa de Corinto parecía impotente para matar a Hércules. Para él era un tormento, pero aún vivía. Y le llevaron a su casa. Deyanira, al ver los efectos de su presente, se suicidió, y Hércules hizo lo mismo. Ya que la muerte no quería venir, él iria hacia la muerte. Ordenó a quienes le rodeaban que erigieran una gran pira en el monte Eta y le llevaron allí. Cuando llegó y vio que podía morir, se alegró: <em>"Aquí está mi reposo</em>-dijo<em>-Esto es el fin".</em>  Le levantaron y le depositaron sobre la pira, en donde se reclinó como quien se echa sobre unos cojines ante la mesa del banquete.</p>
<p style="text-align:justify;">Pidió a su amigo Filotectes que prendiera fuego a la leña y le dio su arco y sus flechas, que en manos del joven serían tan célebres en Troya. Las llamas se elevaron y no volvieron a ver Hércules en la Tierra. Fue arrebatado al cielo, donde se reconcilió con Hera, con cuya hija Hebe se casó  y</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Después de sus grandiosos trabajos, encontró el reposo</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>y su más bella victoria, la paz perpetua</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>en la morada de la eterna  felicidad.</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">No es fácil imaginarle gozoso, contento,   satisfecho de la paz y del reposo, y permitiendo que los dioses disfrutaran felices estos dones.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tristán e Isolda]]></title>
<link>http://catalansreaccionem.wordpress.com/?p=793</link>
<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 11:45:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>actorsecundario</dc:creator>
<guid>http://catalansreaccionem.pt-br.wordpress.com/2008/10/14/tristan-e-isolda/</guid>
<description><![CDATA[Vida y muerte de dos amantes que no mueren por amor , sino por la ausencia del otro.
  
&#8220;La ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Vida y muerte de dos amantes que no mueren por amor , sino por la ausencia del otro.</p>
<p><a title="para-las-almas-sensibles-del-blog.jpg" rel="attachment wp-att-4656" href="http://catalansreaccionem.wordpress.com/?attachment_id=4656"><img src="http://quiron.wordpress.com/files/2008/01/para-las-almas-sensibles-del-blog.jpg" alt="para-las-almas-sensibles-del-blog.jpg" /></a>  </p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>"La rosa de l´adéu" , J.M. Serrat</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em></em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>La llarga nit de l´hivern</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>s´ha encès quan de sotamà</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>el roser ha fet una rosa</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>més vermella que la sang.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Ésta es una leyenda de amor trágico y fatal, que se difunde pronto  por toda Europa a comienzos del siglo XII. Es mito de origen céltico, que impresiona al público por su tremenda fueza pasional, y se constituye en el paradigma de la fuerza trágica del amor fatal, de un amor sin barreras, que arrastra a los amantes a desafiar al mundo entero y que culmina en la destrucción de ambos.</p>
<p style="text-align:justify;">"Señores ,os gustaría escuchar una hermosa historia de amor y muerte? Es de Tristán y de la reina Isolda. Sabréis del goce y del dolor con que se amaron y cómo murieron, en el mismo día, él por ella, ella por él..." Así comienza el relato en la versión medievalista .  ¿Quién puede resistirse a tal reclamo? ¿Cabe mejor comienzo para una historia de amor tan trágico?.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Darrer sospir de l´estiu.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Penyora de la bonança.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Ocell que ha caigut del niu.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Festeja amb un raig de sol</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>arrecerada a un xiprer;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>fas tard o véns massa d´hora,</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>meravellós malentès?</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em></em></p>
<p style="text-align:justify;">El escritor suizo Denis de Rougemont subraya la ejemplaridad literaria de esta trágica leyenda: ".. .el amor dichoso no tiene historia en la literatura occidental. Y el amor que no es recíproco no se tiene por amor verdadero. El gran hallazgo de los poetas de Europa, lo que los distingue ante todo en la literatura mundial, lo que expresa del dolor, es el secreto del mito de Tristán, el amor-pasión a la vez compartido y combatido ansioso de una dicha que rechaza, magnificado por su catrástorfe, el amor recíproco desdichado...".</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Nascuda contra corrent</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>desafiant les gelades</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>i plantat-li cara al vent.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Resumo en pocas líneas la leyenda: Tristán va a Irlanda a conquistar la mano de la rubia Isolda para su tío y soberano, el rey Marc de Cornualles. En la travesía entre Irlanda y Gales, Isolda y Tristán beben el filtro de amor. Ese filtro mágico , preparado por la madre de la princesa se lo sirve por error la fiel sirvienta Brengaine, los ligará para siempre. El filtro sirve para explicar la atracción fatal que determina su destino. Isolda se convierte en la esposa del rey Marc, pero su pasión por Tristán es invencible. Ambos amantes huyen al bosque. El rey los encuentra dormidos y recobra a Isolda. Tristán se casa con otra princesa del mismo nombre: Isolda de las Blancas Manos. Pero no consuma su matrimonio, leal a su amor único. Todo remedio es vano. Tristán enferma y en su agonía manda llamar a su amada. Expira ya cuando apenas llega Isolda, y ella, con el corazón roto de dolor, muere sobre él. De las dos tumbas surgirán dos rosales que entrelazan sus ramas para siempre.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Com una flor de paper</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>no escoltaràs el zum-zum</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>de les abelles xuclant-te</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>ni escamparàs cap perfum.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Desde un comienzo la fatalidad extiende su lazo sobre los amantes.Y su historia es trágica porque el duro conflicto de lealtades en que se debaten ambos no tiene más solución que la muerte. Contra la fidelidad que debe a su rey y pariente, contra el vínculo del matrimonio, contra las normas sagradas de la sociedad feudal. Tristán ama a Isolda, e Isolda a Tristán. No pueden vivir uno sin otro. El mito proporciona a la pasión de los amantes un halo de fatalidad. El amor por fuerza los arrastra a su dicha profunda y su perdición final.</p>
<p style="text-align:justify;">A diferencia de los amores de Lancelot y Ginebra-que se dibujan sobre un esquema parecido, pero que por un tiempo sirven a la gloria de la caballería y del reino de Arturo-, significan un desafío y revelan la tendencia anárquica de un amor que no reconoce más autoridad que la de su pasión.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Mai no et regalarà el sol</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>la son de les migdiades</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>ni els capvespres de juliol.</em></p>
<p style="text-align:justify;">La tensión es, sin embargo, es esencial en la trama. El retiro de los amantes a la soledad de los bosques expresa simbólicamente su renuncia a la vida en sociedad. El bosque que los cobija es, en la mentalidad medieval , el hogar de los perseguidos, de quienes niegan la civilización. Pero el peligro acrecienta el goce de sus encuentros, el verdadero amor se tensa ante los obstáculos, necesita lo prohibido, se acrecienta con la ausencia y la nostalgia.</p>
<p style="text-align:justify;">Se compusieron algunos episodios en los que destacaba el amor y la astucia de los enamorados para burlar los obstáculos. Así en el libro  de Maria de Francia se cuenta la cita furtiva de ambos en el bosque mediante la contraseña de un ramo de madreselva, en la anónima "Folie Tristan" se  presenta Tristán disfrazado de loco bufón en el castillo de Tintangel ( rey Marc de Cornualles) para llegar a la presencia de su amada, y en un poema anónimo alemán va disfrazado de monje.  Ya en la novela , Tristán recurre a otro disfraz, el de mendigo, para transportar, en el cruce del pantano, sobre sus hombros a Isolda a la ordalía donde ella, jura que sólo ha estado en los brazos del rey marc y del mendigo que la cruzó el vado. Todos esos disfraces y ardides sirven a los amantes para transgredir las barreras: su ingenio ayuda a su amor furtivo.</p>
<p style="text-align:justify;">Si estos episodios concluyen en el triunfo de los amantes, la trama reclama un final fatídicamente triste. La fatalidad de la pasión viene simbolizada, por la fuerza mágica del filtro. Algunos dicen que la bebida hechicera es la causa directa del mutuo amor. Para otros, en cambio, la cosideran un símbolo de la embriaguez erótica, ya latente en ambos desde antes. En el libro de  Gottfried von Srassburg acentúa esa interpretación, aceptando en el filtro un cierto poder mágico, ve la causa de la pasión en los sentimientos de los protagonistas. Richard Wagner, que se inpira para su ópera en esa recreación poética ,considerará el filtro bebido en el barco como un factor desencadenante de la pasión, que ya apuntaba ardiente en las almas de Tristán  e Isolda.</p>
<p style="text-align:justify;">De ahí se derivan las numerosas y polémicas interpretaciones de la obra, que lejos de producir un consenso entre los estudiosos , no hacen sino sugerir la inagotable vigencia que anima esta historia de extraña e intensa belleza</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Però abans no t´escanyin</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>les impacients mans de l´hivern</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>la tarda et mira i  s´alegra,</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>es detura i es sorprèn</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>amb una petita i breu</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>- talment la flor dels teus llavis-</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>rosa roja de l´adèu</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Livraria Nobel de Perdizes, Academia Mental apresenta: Reflexão do mito de Psiquê]]></title>
<link>http://livrarianobelperdizes.wordpress.com/?p=268</link>
<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 02:29:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>nobelperdizes</dc:creator>
<guid>http://livrarianobelperdizes.pt-br.wordpress.com/2008/10/14/palestra-na-livraria-nobel-de-perdizes-academia-mental-apresenta-reflexao-do-mito-de-psique/</guid>
<description><![CDATA[O Mito a ser trabalhado na última terça-feira de outubro será o de Psiquê.

 A Academia Mental ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3>O Mito a ser trabalhado na última terça-feira de outubro será o de Psiquê.<br />
<img class="alignleft" src="http://records.viu.ca/~mcneil/jpg/Bouguereau.jpg" alt="" width="291" height="551" /></h3>
<p style="text-align:justify;"> A <strong>Academia Mental</strong> fará a palestra na <strong><span style="color:#800080;">Livraria Nobel de Perdizes</span></strong> às 19:30, entrada <strong>franca</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;"> Todos estão convidados a participar da palestra e da reflexão que a Academia apresentará. Posteriormente, um espaço para debate será aberto.</p>
<p style="text-align:justify;"> O mito de <strong>Psiquê</strong> é um dos mitos mais belos e complexos da Mitologia Grega que elucida o amor, a inveja, o ciúmes e a insegurança, entre outros, expondo a natureza humana através desta história recheada de simbolismo. Mesmo criado a milênios atrás, na Era Clássica, este mito continua sendo muito atual. </p>
<p style="text-align:justify;"> <strong><span style="color:#3366ff;">Esperamos vocês!</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"> <strong><span style="color:#800080;">Livraria Nobel Perdizes</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"> Rua Cardoso de Almeida, 477 - Perdizes<br />
 <strong>Tel.:</strong> 38255918 <br />
 <strong>E-mail:</strong> livrarianobelperdizes@uol.com.br</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O segredo dos predestinados]]></title>
<link>http://blogdokelmer.wordpress.com/?p=1074</link>
<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 01:27:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>ricardokelmer</dc:creator>
<guid>http://blogdokelmer.pt-br.wordpress.com/2008/10/13/o-segredo-dos-predestinados/</guid>
<description><![CDATA[Matrix (The Matrix, EUA, 1999)
Argumento, roteiro e direção: Andy e Larry Wachowski.
Elenco: Keanu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdokelmer.files.wordpress.com/2008/10/neodesperta1.jpg"><img class="size-full wp-image-1075 alignleft" title="neodesperta1" src="http://blogdokelmer.wordpress.com/files/2008/10/neodesperta1.jpg" alt="" width="221" height="300" /></a><span style="color:#800000;">Matrix (The Matrix, EUA, 1999)<br />
Argumento, roteiro e direção: Andy e Larry Wachowski.<br />
Elenco: Keanu Reaves, Lawrence Fishburne, Carrie-Anne Moss e Hugo Weaving</span></p>
<p><span style="color:#800000;"><em>No futuro a humanidade é prisioneira de sua própria criação, a Inteligência Artificial, que criou a Matrix, uma realidade virtual onde foram inseridos todos os seres humanos para que eles não oponham resistência ao poder das máquinas. Todos não, pois um grupo de rebeldes mantém-se fora dessa realidade e luta para libertar o restante da humanidade. Eles crêem na profecia do Oráculo que diz que um Predestinado um dia virá para vencer as poderosas máquinas e salvar a todos. Para eles Neo, um jovem que vive na Matrix, é o Predestinado. Neo de fato desconfia que há algo errado com a realidade mas não pode aceitar que ele seja o tão aguardado salvador.</em></span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p>Depois de ver o filme <em>Matrix</em> várias e entusiasmadas vezes e ler certas críticas (que o filme não tem história ou que ela é confusa demais, que vale apenas pelos efeitos especiais, que é só uma colagem de citações...) decidi meter o nariz onde não fui chamado. E contar do segredo.</p>
<p><em>Matrix</em> é grandioso. Sua história é densa e intrincada, sim, mas para quem anda familiarizado com certas questões atuais, <em>Matrix</em> é claro. Trata-se de uma ótima história em ritmo de cinemão e expõe ao grande público uma nova e intrigante fronteira que de agora em diante não mais poderemos evitar: a questão do que é de fato a realidade. Com o advento da realidade virtual, ultrapassamos o ponto de retorno e teremos agora que encarar mais esse desafio sobre as possibilidades da psique. <em>Matrix</em> é forte e seu conteúdo tão rico que pode-se abordá-lo sob diversos ângulos. Escolhi o ângulo da mitologia.</p>
<p>Mitos são como esqueletos da psique, imprescindíveis a quem busca entendê-la. <em>Matrix</em> reedita um velho tema mitológico que se repete desde nossos peludos antepassados: a jornada do herói. Trata-se de uma metáfora do processo de crescimento psicológico, autoconhecimento e verdadeira realização do ser humano. O herói, nos mitos, somos cada um de nós, representados no personagem que abandona sua terra (a segurança de velhas certezas) e parte em busca de algo precioso (verdades mais úteis e abrangentes) e enfrenta inimigos terríveis (encarar os próprios medos e bloqueios e aquilo que desconhece de si mesmo). Jornada difícil e perigosa, que requer coragem, obstinação e honestidade. Mas o herói vence o desafio e volta à sua terra, levando benfeitorias a seu povo e às vezes substituindo um velho rei doente ou injusto (renovação).</p>
<p>Neo, o herói de <em>Matrix</em>, aventura-se entre sonho e realidade, um mistério que pode enlouquecê-lo e até matá-lo. Ele, naturalmente, se recusa a crer que possa ser o Predestinado de que fala a profecia e que salvará as pessoas. Essa dúvida faz com que o Oráculo consultado não o esclareça. Oráculos são meros instrumentos de auto-investigação psicológica onde podemos obter respostas sobre nós mesmos pela concentração e meditação. Até que nem tanto esotérico assim. A rigor ninguém precisa de um oráculo para saber sobre si. No entanto, o ritmo de vida atual nos afastou de nosso mundo interior e são exatamente o simbolismo e a ritualística dos oráculos que propiciam essa interiorização. Na verdade quem responde à questão lançada somos nós mesmos, ou melhor, uma parte de nós que é mais sábia e mais antiga e que não costumamos ouvir no dia-a-dia. Se a resposta é obscura, é porque a pergunta também o foi. A pergunta certa já contém em si a resposta.</p>
<p>Neo consulta o Oráculo. Mas a idéia de ser o Predestinado o incomoda e ele obtém a resposta que deseja ouvir. Porém, atente: o Oráculo não diz em momento algum que ele não é o Predestinado. Diz apenas que ele tem o dom mas parece estar esperando algo. E quanto a isso ninguém pode fazer nada, nem oráculos nem deuses nem ninguém. Somente o próprio herói pode trilhar seu caminho. Somente ele pode encontrar sua própria verdade, aquela que concretizará todos os seus dons e finalmente o libertará.</p>
<p>autoconscientização</p>
<p><a href="http://blogdokelmer.files.wordpress.com/2008/10/neotrinity1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1077" title="matrixneotrinity01" src="http://blogdokelmer.wordpress.com/files/2008/10/neotrinity1.jpg?w=300" alt="" width="273" height="182" /></a></p>
<p>A jornada pessoal de auto-realização nos põe em situações onde não confiamos em nosso potencial. Somos capazes de grandes proezas quando temos perfeita consciência de quem somos e o que podemos fazer. Porém chegar a essa autoconscientização é difícil. Conhecer verdadeiramente quem somos é luta armada travada no campos da consciência e do inconsciente, guerra de toda uma vida onde cada auto-revelação representa uma importante batalha vencida. O verdadeiro autoconhecer-se dói bastante porque implica necessariamente enfrentar o que se teme, tornar-se o que se evita ser, entrar no fogo dos piores medos. A recompensa é o mundo novo que só a realização mais íntima nos traz.</p>
<p>No mundo de <em>Matrix</em> as pessoas estão adormecidas, sem senso crítico. Crêem no que lhes é dado a crer. Nada muito diferente de nosso mundo atual, onde a massificação das idéias faz as pessoas perderem a noção de si mesmas, onde querem nos convencer que numa sociedade desonesta e violenta temos de ser mais violentos e desonestos que os outros. Difícil fugir desse círculo vicioso. Em <em>Matrix</em> Neo sofre o diabo para aprender que tudo que precisa é... mudar a visão que tem de si próprio, só isso. Não pense que é, saiba que é. A profecia diz que o Predestinado mudará o mundo e salvará a humanidade. Neo não pode acreditar que seja capaz disso tudo. Mas o segredo da vitória do herói esconde uma simples e irônica verdade: para mudar o mundo, basta mudar a si mesmo. Transforme-se e tudo em volta se transformará - eis o segredo! Porque a aparente separação das coisas esconde a unicidade de tudo que existe. Talvez seja impossível dobrar uma colher com o pensamento. Mas se você sabe que a colher e você são a mesma coisa, então basta dobrar a si mesmo!</p>
<p>O mito da jornada do herói ensina que o destino de cada um de nós é realizar o que verdadeiramente somos mas ainda não aceitamos. A aventura de Neo é a de nós todos em busca de nossa essência mais legítima, aquela que enfim nos libertará. Até alcançá-la a vida nos provará de muitos modos e teremos de conviver com dolorosas incertezas e auto-enganações. Porém, indo do micro para o macro, a aventura de Neo é a aventura da humanidade inteira, em busca de sua sobrevivência como espécie. Num tempo de tecnologia idolatrada e valores essenciais esquecidos, corremos o risco de ver nossa própria criação voltar-se contra nós. Diante disso a única saída parece ser, ainda, seguir o que dizia, logo em sua entrada, o Oráculo de Delphos na Grécia antiga: Conhece-te a ti mesmo. A tecnologia não tem sentimento. Nós temos. Uma máquina não é capaz de amar. Nós somos. Essa diferença óbvia pode pesar bastante no roteiro do nosso filme.</p>
<p>Um certo nazareno revolucionário, dois mil anos atrás, já nos ensinava que somos todos deuses. Sigamos pelo mesmo caminho: igual a Neo, somos todos heróis. Heróis de nossas próprias vidas. Como Neo, nascemos predestinados a realizarmos a nós mesmos. Feito um Salvador, cada um de nós tem o poder de mudar o mundo. Mas é preciso antes mudar a forma como entendemos a nós próprios. Eis o segredo que se esconde por trás do filme <em>Matrix</em> e também de toda a vida. O segredo que de tão óbvio não se vê mas que aguarda pacientemente por todos os predestinados.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color:#c0c0c0;"><strong>Ricardo Kelmer, 1999 - blogdokelmer.wordpress.com</strong></span></p>
<p>Este texto integra o livro <a href="http://blogdokelmer.wordpress.com/livros/a-arte-zen-de-tanger-caranguejos">A Arte Zen de Tanger Caranguejos</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pioruny Bogów]]></title>
<link>http://innacywilizacja.wordpress.com/?p=29</link>
<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 21:36:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sothis</dc:creator>
<guid>http://innacywilizacja.pt-br.wordpress.com/2008/10/13/pioruny-bogow/</guid>
<description><![CDATA[
Pioruny Bogów (Thunderbolts of the Gods) to dokument na temat elektrycznego charakteru otaczające]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>[googlevideo=http://video.google.com/videoplay?docid=4709040975433652394]</p>
<p>Pioruny Bogów (Thunderbolts of the Gods) to dokument na temat elektrycznego charakteru otaczającego nas wszechświata.</p>
<p>Thunderbolts of the Gods (Pioruny Bogów)<br />
czas trwania: 1:03:47</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pero sin duda habrás oido del que...]]></title>
<link>http://filosofiaycafe.wordpress.com/?p=146</link>
<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 16:34:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alejandro</dc:creator>
<guid>http://filosofiaycafe.pt-br.wordpress.com/2008/10/13/pero-sin-duda-habras-oido-del-que/</guid>
<description><![CDATA[1.- Pertenece a una trinidad.
2.- Es uno con el dios creador del mundo,.
3.- Es conocido como el ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>1.- Pertenece a una trinidad.</p>
<p>2.- Es uno con el dios creador del mundo,.</p>
<p>3.- Es conocido como el "juez de las almas".</p>
<p>4.- Es omnisciente.</p>
<p>5.- Es infalible.</p>
<p>6.- Es el destructor de la maldad.</p>
<p>7.- Es el redentor de las almas; quien permite que éstas llegen al paraiso.</p>
<p>¿No?</p>
<p>Hablo de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mithra" target="_blank">Mithra</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pilades e Orestes (miniconto)]]></title>
<link>http://vandosquebrados.wordpress.com/?p=141</link>
<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 16:32:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ragas</dc:creator>
<guid>http://vandosquebrados.pt-br.wordpress.com/2008/10/13/pilades-e-orestes-miniconto/</guid>
<description><![CDATA[Magda vinha de uma família muito conhecida pela quantidade de gêmeos que produzia. Ela mesma tinha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Magda vinha de uma família muito conhecida pela quantidade de gêmeos que produzia. Ela mesma tinha uma irmã gêmea, Magali. Durante toda sua vida teve na irmã a grande e insubstituível companheira. Dividiam tudo. Roupas, brinquedos, sapatos, presentes, e, em algumas oportunidades, até alguns paqueras.</p>
<p>Cresceu e quis ser mãe, mas, claro, queria um par de gêmeos. Para tanto, focava seu relacionamento em tudo aquilo que acreditava aumentar as probabilidades de ver seu sonho realizado. A primeira regra era intransponível e imburlável: O parceiro deveria ter casos de gêmeos na família. Dispensou grandes partidos apenas por acreditar que com esses teria diminuída suas chances. Um dia conheceu Ábaco, um homem de nome e aparência estranhos, que pouco a atraía, mas tinha a família repleta de casos semelhantes. Casou-se com ele. Meses depois, estava grávida.</p>
<p>À medida que a barriga aumentava, crescia com ela a sensação de que teria seu sonho realizado. Quem dera houvesse no mundo alguma maquininha que pudesse dar a ela a certeza que tanto necessitava ouvir. Uma máquina dessas seria tão maravilhosa quanto um televisor com imagens coloridas. Teria que viver com a angústia. Resolveu, então, preparar-se para a chegada de gêmeos. Pilades e Orestes seriam os nomes. Tal qual os dois primos da mitologia grega, amigos inseparáveis. Tal qual os amigos no conto de Machado de Assis. Inseparáveis. Juntos por toda a vida.</p>
<p>Pouco antes do nono mês de gravidez, Ábaco corre em busca da parteira do bairro. Magda sentia dores muito fortes e a barriga atingia dimensões impressionantes. A parteira, uma velha senhora com mais de 40 anos nessa atividade, fincou os olhos e determinou imediatamente: Gêmeos... e apressados. Não havia tempo para mais nada, Magda entrara em trabalho de parto. A mãe ao ouvir o diagnóstico da velha senhora, perdeu-se em imagens futuras, todas mostrando um belo par de garotos ligados entre si de maneira ímpar, com vínculos fortíssimos - assim como os que tinha com a irmã - e sendo, para todo o sempre, inseparáveis.</p>
<p>Foi o momento em que recebeu a avassaladora notícia de que era um par de meninos... Gêmeos... Siameses. Grudados pelo torso que unia costela à costela. Ligados de maneira ímpar, com vínculos fortíssimos, para todo o sempre inseparáveis, bem do jeitinho que Magda sempre quisera.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Al piccolo Jonathan che vive dentro ciascuno di noi]]></title>
<link>http://nunzyconti.wordpress.com/?p=1976</link>
<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 00:38:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>nunzy conti</dc:creator>
<guid>http://nunzyconti.pt-br.wordpress.com/2008/10/13/al-piccolo-jonathan-che-vive-dentro-ciascuno-di-noi/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Ed egli imparò a volare, e non si rammaricava per il prezzo che aveva dovuto pagare.

 Scopr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3><em><span style="color:#ff0000;"><strong>"Ed egli imparò a volare, e non si rammaricava per il prezzo che aveva dovuto pagare.<br />
</strong></span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#ff0000;"><strong> Scoprì che erano la noia e la paura e la rabbia a rendere così breve la vita di un gabbiano.</strong></span></em><span class="label"> </span></h3>
<h5><span class="label"><strong>Dal libro</strong></span><strong>"Il gabbiano Jonathan Livingston" di <a href="http://www.pensieriparole.it/frasi/richard-bach/">Richard Bach</a></strong></h5>
<p><a href="http://nunzyconti.files.wordpress.com/2008/10/gabbiani.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1987" title="gabbiani" src="http://nunzyconti.wordpress.com/files/2008/10/gabbiani.jpg" alt="" width="500" height="294" /></a></p>
<p><strong>Dedicata a tutti i viandanti che  ho incontrato  sul sentiero..</strong></p>
<p><strong>ma in particolare (ahimè al cor non si comanda) a:</strong></p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Donnaemadre ,Arthur, Antonella,Piemme,Osolemia,Ivano,Engels,Stella solitaria,Sonia,Arcangelo,Chiara Inesia,Alberto,Marta</span><span style="color:#ff0000;">,....EMA.</span>..che hanno condiviso con me momenti di grande intensità...<br />
</strong></p>
<p><strong> <span style="color:#ff0000;">"Perchè non c'è dono più grande della semplicità dell'anima" </span></strong></p>
<p>Grazie</p>
<p><strong>Poesia del gabbiano J. Livingston</strong></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/LOCexcJQbvA'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/LOCexcJQbvA&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<h3><span style="color:#ff0000;"><strong>E CRESCENDO IMPARI...</strong></span></h3>
<p><strong>E crescendo impari che la felicità non e' quella delle grandi cose.</strong></p>
<p><strong>Non e' quella che si insegue a vent'anni, quando, come gladiatori si combatte il mondo per uscirne vittoriosi...</strong></p>
<p><strong>La felicità non e' quella che affannosamente si insegue credendo che l'amore sia tutto o niente,...</strong></p>
<p><strong>non e' quella delle emozioni forti che fanno il "botto" e che esplodono fuori con tuoni spettacolari...</strong></p>
<p><strong>la felicità non e' quella di grattacieli da scalare, di sfide da vincere mettendosi continuamente alla prova.</strong></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>Crescendo, impari che la felicità e' fatta di cose piccole ma preziose....</strong></span></p>
<p><strong>...e impari che il profumo del caffe' al mattino e' un piccolo rituale di felicità, che bastano le note di una canzone, le sensazioni di un libro dai colori che scaldano il cuore, che bastano gli aromi di una cucina, la poesia dei pittori della felicità, che basta il muso del tuo gatto o del tuo cane per sentire una felicità lieve. <span style="color:#0000ff;">E impari che la felicità e' fatta di emozioni in punta di piedi, di piccole esplosioni che in sordina allargano il cuore, che le stelle ti possono commuovere e il sole far brillare gli occhi,</span></strong></p>
<p><strong>e impari che un campo di girasoli sa illuminarti il volto, che il profumo della primavera ti sveglia dall'inverno, e che sederti a leggere all'ombra di un albero rilassa e libera i pensieri.</strong></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>E impari che l'amore e' fatto di sensazioni delicate, di piccole scintille allo stomaco, di presenze vicine anche se lontane, e impari che il tempo si dilata e che quei 5 minuti sono preziosi e lunghi più di tante ore,</strong></span></p>
<p><strong>e impari che basta chiudere gli occhi, accendere i sensi, sfornellare in cucina, leggere una poesia, scrivere su un libro o guardare una foto per annullare il tempo e le distanze ed essere con chi ami.</strong></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>E impari che sentire una voce al telefono, ricevere un messaggio inaspettato, sono piccolo attimi felici.</strong></span></p>
<p><strong>E impari ad avere, nel cassetto e nel cuore, sogni piccoli ma preziosi.</strong></p>
<p><strong>E impari che tenere in braccio un bimbo e' una deliziosa felicità.</strong></p>
<p><strong>E impari che i regali più grandi sono quelli che parlano delle persone che ami...</strong></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>E impari che c'e' felicità anche in quella urgenza di scrivere su un foglio i tuoi pensieri, che c'e' qualcosa di amaramente felice anche nella malininconia.</strong></span></p>
<p><strong>E impari che nonostante le tue difese,</strong></p>
<p><strong>nonostante il tuo volere o il tuo destino,</strong></p>
<p><strong>in ogni gabbiano che vola c'e' nel cuore un piccolo-grande</strong></p>
<p><strong>Jonathan Livingston.</strong></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>E impari quanto sia bella e grandiosa la semplicità.</strong></span></p>
<p><strong><strong><strong><strong><br />
</strong></strong></strong></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alejo Carpentier: "Los Advertidos".-]]></title>
<link>http://aquileana.wordpress.com/?p=1399</link>
<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 23:51:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>aquileana</dc:creator>
<guid>http://aquileana.pt-br.wordpress.com/2008/10/11/alejo-carpentier-los-advertidos/</guid>
<description><![CDATA[Alejo Carpentier: 
&#8220;Los Advertidos&#8221; (Cuento): 

Reseña: 
El relato del diluvio es uno d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">Alejo Carpentier: </span></span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">"Los Advertidos" (Cuento): </span></span></h2>
<p style="text-align:center;"><img src="http://images.google.com/url?q=http://www.scielo.cl/fbpe/img/atenea/n487/img06-02.jpg&#38;usg=AFQjCNFdSJfINOUtTNZ1Bm_NNyvnQBSWAg" alt="" /></p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#000000;">Reseña: </span></span></span></h2>
<p style="text-align:justify;"><strong>El relato del diluvio es uno de los mitos fundadores que arraigan a la comunidad en su territorio y participan de manera relevante en la conformación de su especial modo de ser. Sin embargo, esta identidad que se desarrolla en torno al eje de un mito fundacional excluye a otras realidades culturales diferentes como participantes en su constitución. Pero el mito de la gran inundación está presente en casi todas las culturas del mundo. Alejo Carpentier se vale de este hecho para construir su relato "Los advertidos" como una travestía burlesca, narrada desde la perspectiva de Amaliwak, el héroe amazónico del diluvio. El centro estructural de su narración lo constituye el encuentro de los héroes de los diferentes mitos del diluvio en alta mar. Esta coincidencia le permite resaltar la múltiple ocurrencia y las semejanzas entre las diferentes manifestaciones del mito. El autor termina riéndose de toda pretensión de superioridad que puedan ostentar los respectivos protagonistas del mito, cuando lo piensan como definitivamente único, de pertenencia exclusiva y exigen que sea universalmente aceptado en su versión. En el el relato "Los advertidos" puede leerse tanto como la historia de un fracaso -fracaso del proyecto divino de regenerar a la humanidad- que como una historia de éxito -éxito del aprendizaje cuyo sujeto es Amaliwak. Efectivamente, los dioses no logran realizar su propósito de hacer surgir una humanidad renovada a partir de un proceso que significa exterminar a todos los seres que antes habían poblado la Tierra. Amaliwak, en cambio, aprende de este revés, primero, porque se aflige por el carácter monstruoso de la determinación divina, segundo, porque se da cuenta de que la relación entre los dioses y los hombres no es única y, por eso, no excluyente ni absoluta y, tercero, porque comprueba en el fracaso lo superfluo e inútil del horror universal provocado por la divinidad. El conocimiento que adquiere Amaliwak no es total y seguro como lo es el saber que tiene el héroe mítico de su mundo y de su condición. Su saber es sólo parcial y precario, propio del protagonista de los relatos literarios, pero del cual surge, más allá del retorno a la referencia fundacional y comprensión cíclica del acontecer. Todos estos rasgos conjuntamente con el consecuente travestimento burlesco y carácter satírico del texto explican que Carpentier no sólo re-escriba sino que desmitifique en "Los advertidos", el mito de la gran inundación. </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>_________________________________________________________________</strong></p>
<h3 style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#000000;">A Propósito del Mito del Diluvio Universal: </span></span></h3>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.scielo.cl/fbpe/img/atenea/n487/img06-14.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>La gran inundación, la destrucción del mundo y de los seres vivientes que lo habitan, abre, por eso, el camino para la recreación del universo y la regeneración de la vida en un proceso necesario para contrarrestar su progresiva degradación y decadencia que les son inherentes debido a su condición temporal por cuanto ésta los aleja de los orígenes. </strong><strong>El mito del diluvio se inicia habitualmente con el anuncio del exterminio de todos los seres vivientes, continúa con la exposición de las causas, la explicación de por qué y cómo logran salvarse algunos y concluye con la repoblación de la Tierra. En consecuencia, el proyecto que se actualiza a través del relato, antes que destructivo, es de propósito <em>renovador</em>, y el aniquilamiento de toda la vida resulta ser el medio para alcanzar ese fin. Se trata, pues, de un mito que evoca la recreación del universo a partir del caos de su destrucción, en un acto equivalente al génesis, sólo que -y esto es lo decisivo- a través de un proceso de purificación por el agua.  Es por eso que Mircea Eliade destaca en su reflexión sobre el diluvio que "este fin de mundo no es definitivo; es más bien el fin de un linaje seguido por la aparición de una nueva humanidad. La inmersión total de la tierra en el agua... seguida por la emergencia de una tierra virgen, simboliza, conjuntamente, el regreso al caos y la cosmogonía". La gran inundación, la destrucción del mundo y de los seres vivientes que lo habitan, abre, por eso, el camino para la recreación del universo y la regeneración de la vida en un proceso necesario para contrarrestar su progresiva degradación y decadencia que les son inherentes debido a su condición temporal por cuanto ésta los aleja de los orígenes. Mientras que el <em>mito de la creación </em>sanciona la existencia del universo y de quienes lo habitan, el <em>mito del diluvio</em> legitima su estabilidad, firmeza y duración a través del tiempo.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>___________________________________________________________________</strong></p>
<h3 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">Frases de "Los Advertidos":</span></span></h3>
<p style="text-align:center;"> </p>
<h3 style="text-align:center;"><a href="http://bp3.blogger.com/_vbdPXDlXEFQ/RckvKQDDPqI/AAAAAAAAACk/XVbsYhlqI9U/s1600-h/312_ilust3.jpg"></a></h3>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.samaelgnosis.net/revista/ser24/arca_noe.gif" alt="" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong>"El amanecer se llenó de canoas... Esa concordia, esa paz universal, asombraba a los recién llegados, cuyas armas, bien preparadas, atadas con cordeles que podían zafarse rápidamente, quedaban, sin mostrarse, en el piso de las canoas, bien al alcance de la mano".</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong>"La Gran-Voz-de-Quien-Todo-lo-Hizo les hablaba. Había roto las fronteras del porvenir y recibía instrucciones del anciano. “Repoblar la tierra de hombres, haciendo que su mujer arrojara semillas de palmera por encima de su hombro". </strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong>"Una masa de rugidos, zarpazos, trompas, morros, corcovaos, encabritamientos, cornadas; una masa arrolladora, tremebunda, presurosa, se iba colando en la embarcación imposible, cubierta por las aves que entraban a todo vuelo, por entre cuernos y cornamentas, patas alzadas, mordiscos lanzados al viento. Después, el suelo hirvió en el mundo de los reptiles de agua y de tierra, y las serpientes menores -ésas, que hacen música con la cola, se disfrazan de ananás o traen pulseras de ámbar y de coral sobre el cuerpo". </strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong>"El cielo de aquel mediodía era negro. Parecía que las tierras negras de las comarcas negras se hubiese subido, de horizonte a horizonte... Lluvia de Cólera de los Dioses, pared de agua de un espesor infinito, bajada de lo alto; techo de agua en desplome perpetuo. Como era imposible respirar, siquiera, bajo semejante lluvia, el viejo entró en la casa. Ya caían goteras, ya lloraban las mujeres, ya chillaban los niños. Y ya no se supo del día ni de la noche. Todo era noche.... Con la ausencia de luz, estaba desconcertado en sus cálculos, dando noches por días y días por noches". </strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong>"El Noé, del arca maciza, propuso que se hiciera algo para saber si toda vida vegetal había desaparecido del mundo. Lanzó una paloma sobre las aguas, quietas aunque fangosas en grado increíble. Al cabo de una larga espera, la paloma regresó con un ramito de olivo en el pico... Las aguas bajaban de nivel. Y, pronto, el anciano Amaliwak se encontró solo con su gente y con sus animales. “Los dioses eran muchos -pensaba-. Y donde hay tantos dioses como pueblos, no puede reinar la concordia, sino que debe vivirse en desavenencia y turbamulta en torno a las cosas del Universo.” Los dioses se le empequeñecían. Pero aún le tocaba una tarea que cumplir. Arrimó la Enorme-Canoa a una orilla y, bajando detrás de una de sus esposas, le hizo arrojar detrás de sus espaldas las semillas de palmera que llevaba en un saco. En el acto -y era maravilloso verlo- las semillas se transformaron en hombres que en pocos instantes crecían".</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>_______________________________________________________________</strong></p>
<h3 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><img src="http://www.elhabanero.cubaweb.cu/2004/diciembre/nro1158_04dic/carpentier.jpg" alt="" /></span></h3>
<h5 style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;">Alejo Carpentier y Valmont (1904/ 1980).-</span></h5>
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<h3 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">Leer este cuento:</span> </span></h3>
<h3 style="text-align:center;"><a href="http://www.ciudadseva.com/textos/cuentos/esp/carpen/adverti.htm"><span style="color:#000000;">http://www.ciudadseva.com/textos/cuentos/esp/carpen/adverti.htm</span></a></h3>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.tierramerica.info/imagenes/13_312_ilust3.jpg" alt="" /></p>
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<h5 style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;"><img src="http://i72.photobucket.com/albums/i189/imaginon/arche_DORE.jpg" alt="" /></span></h5>
<h5 style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;">__________________________________________________________________________</span></h5>
<h5 style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;">Links Post: </span></h5>
<h5 style="text-align:center;"><a href="http://www.scielo.cl/scielo.php?pid=S0718-04622003048700006&#38;script=sci_arttext"><span style="color:#000000;">http://www.scielo.cl/scielo.php?pid=S0718-04622003048700006&#38;script=sci_arttext</span></a></h5>
<h5 style="text-align:center;"><a href="http://www2.udec.cl/~docliter/mecesup/articulos/mito_liter_ident.pdf"><span style="color:#000000;">http://www2.udec.cl/~docliter/mecesup/articulos/mito_liter_ident.pdf</span></a></h5>
<h5 style="text-align:center;"><a href="http://aquileana.wordpress.com/2008/01/28/el-diluvio-universal-en-las-tradiciones-mesopotamica-griega-judeo-cristiana-e-hindu/"><span style="color:#000000;">http://aquileana.wordpress.com/2008/01/28/el-diluvio-universal-en-las-tradiciones-mesopotamica-griega-judeo-cristiana-e-hindu/</span></a></h5>
<h5 style="text-align:center;"><a href="http://aquileana.wordpress.com/2008/03/06/alejo-carpentier-los-pasos-perdidos/"><span style="color:#000000;">http://aquileana.wordpress.com/2008/03/06/alejo-carpentier-los-pasos-perdidos/</span></a></h5>
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<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">Bonustrack: Ismael Serrano: </span></span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">"Si se callase el Ruido":</span></span></h2>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/lMDYwhdeqq8'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/lMDYwhdeqq8&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;">___________________________________________________________________________</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3102/2689818185_5d0787009b.jpg?v=0" alt="" /></p>
<p style="text-align:center;">________________________________________________________________________</p>
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<title><![CDATA["Divinidades Romanas adaptadas de la religión Griega"]]></title>
<link>http://malamalisimaa.wordpress.com/?p=372</link>
<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 22:15:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>malamalisimaa</dc:creator>
<guid>http://malamalisimaa.pt-br.wordpress.com/2008/10/11/divinidades-romanas-adaptadas-de-la-religion-griega/</guid>
<description><![CDATA[Dios Romano: Saturno
Atribuciones:Dios del tiempo
Equivalente griego: Cronos
Dios Romano: Febo
Atrib]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Dios Romano: Saturno<br />
Atribuciones:Dios del tiempo<br />
Equivalente griego: Cronos</p>
<p>Dios Romano: Febo<br />
Atribuciones: Artes, luz del sol y belleza<br />
Equivalente en Griego: Apolo</p>
<p>Dios Romano:Tellus<br />
Atribuciones: Diosa dela tierra<br />
Equivalente griego: Gea</p>
<p>Dios Romano: Marte<br />
Atribuciones:Dios de la guerra<br />
Equivalente Griego: Ares</p>
<p>Dios Romano: Júpiter<br />
Atribuciones: Dios del universo<br />
Equivalente Griego: Zeus</p>
<p>Dios Romano: Mercurio<br />
Atribuciones: Mensajero de los dioses, comercio<br />
Equivalente Griego: Hermes</p>
<p>Dios Romano:Juno<br />
Atribuciones: Diosa del matrimonio<br />
Griego: Era</p>
<p>Dios Romano:Venus<br />
Atribuciones: Diosa de la belleza<br />
Equivalente Griego: Afrodita</p>
<p>Dios Romano: Minerva<br />
Atribuciones: Diosa de la sabiduría<br />
Griego: Atenea</p>
<p>Dios Romano:Vulcano<br />
Atribuciones: Dios del fuego<br />
Equivalente Griego: Efesto</p>
<p>Dios Romano: Diana<br />
Atribuciones: caza<br />
Griego: Artemis</p>
<p>Dios Romano: Cupido<br />
Atribuciones: Dios del amor<br />
Equivalente Griego: Heros</p>
<p>Dios Romano: Neptuno<br />
Atribuciones: Dios del mar<br />
Equivalencia en griego: Poseidón</p>
<p>Dios Romano: Esculapio<br />
Atribuciones: Medicina<br />
Equivalente en griego: Asclepios</p>
<p>Dios Romano: Baco<br />
Atribuciones: Dios del vino<br />
Equivalente en griego: Dionisio</p>
<p>Dios Romano: Plutón<br />
Atribuciones: Muerto y profundidades<br />
Equivalente en Griego: Hades</p>
<p>Dios Romano: Ceres<br />
Atribuciones: Agricultura<br />
Equivalente en griego: Deméter</p>
<p>Dios Romano: Prosepina<br />
Atribuciones: Infiernos<br />
Equivalente en griego: Perséfone</p>
<p>Dios Romano: Hércules<br />
Atribución: héroe divinizado<br />
Equivalente en griego: Heracles</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-373 aligncenter" title="olimpo" src="http://malamalisimaa.wordpress.com/files/2008/10/olimpo.jpg" alt="" width="133" height="104" /></p>
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