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	<title>meme-literario &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/meme-literario/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "meme-literario"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 18:42:59 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Meme literário]]></title>
<link>http://verblogando.wordpress.com/?p=72</link>
<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 22:11:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Helga Rackel</dc:creator>
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<description><![CDATA[
É, aqui estou! Por conta das atividades acadêmicas (provas e trabalhos), as postagens não são f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">
<p align="justify">É, aqui estou! Por conta das atividades acadêmicas (provas e trabalhos), as postagens não são freqüentes nesse momento. Mas, hoje é um dia especial: meu aniversário! Para registrar algo neste dia :D e demonstrar agradecimento pela gentil indicação do Jorge Alberto - <a title="Recanto das Palavras" href="http://recantodaspalavras.wordpress.com" target="_blank">Recanto das Palavras</a>, aqui faço este <em>meme</em>. Confesso que é minha primeira vez. :) A brincadeira é indicar cinco autores de minha preferência. É difícil escolher... Vamos lá:</p>
<p><a title="José de Alencar" rel="attachment wp-att-73" href="http://verblogando.wordpress.com/2008/04/03/meme-literario/jose-de-alencar/">José de Alencar</a></p>
<p><span style="color:#993366;"><em>O mestre que eu tive foi esta esplêndida natureza que me envolve, e particularmente a magnificência dos desertos que eu perlustrei ao entrar na adolescência, e foram o pórtico majestoso por onde minha alma penetrou no passado de sua pátria.</em></span></p>
<p align="justify">Ahhh... Como não falar do meu conterrâneo? :) José Martiniano de Alencar nasceu em 1829, no distrito de Messejana - hoje, bairro de Fortaleza, Ceará. Atuou como advogado, jornalista, deputado e ministro da justiça; além de ser um dos grandes romancistas brasileiros. Foi patrono da cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras (ABL), a qual veio a ser ocupada por Jorge Amado. Por sinal, foi muito defendido por Machado de Assis para ocupar a de nº 1. Sobre José de Alencar escreveu Machado de Assis: "Nenhum escritor teve em mais alto grau a alma brasileira. E não é só porque houvesse tratado assuntos nossos. Há um modo de ver e de sentir, que dá a nota íntima da nacionalidade, independente da face externa das coisas". Por que citar José de Alencar? Porque um dos seus famosos clássicos, <em>Iracema - Lenda do Ceará</em> (1865), a última obra do indianismo romântico, foi o meu <span style="text-decoration:underline;">real</span> ingresso no mundo da literatura. <em>Iracema, a índia dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira. </em>(cap. 2). Um verdadeiro poema em prosa!</p>
<p><a title="Guy de Maupassant" rel="attachment wp-att-74" href="http://verblogando.wordpress.com/2008/04/03/meme-literario/guy-de-maupassant/">Guy de Maupassant</a></p>
<p><span style="color:#993366;"><em>Fixando meus olhos sobre minha própria imagem refletida no espelho, acredito perder a noção de mim. Nesses momentos, tudo se atrapalha em meu espírito, e eu acho estranho não me reconhecer. É curioso ser o que sou, isto é, qualquer um. E eu sinto que, se esse estado durasse mais um minuto, eu me tornaria completamento louco. Pouco a pouco meu cérebro se esvaziaria de todos os pensamentos.</em></span></p>
<p align="justify">Escritor francês, Henri René Albert Guy de Maupassant nasceu em 1850, no Castelo de Miromensil - Normandia. Considerado um escritor objetivista, Maupassant observava a realidade, tentando ser exato na forma de descrever a vida. Seus textos são espelho da hipocrisia francesa vivida naquela época. Por que citar Guy de Maupassant? Porque eu e Guy nos conhecemos na disciplina de Leitura e Produção Textual I, no 4º semestre do curso de jornalismo. Foi amor à primeira vista! :) Li seus maravilhosos contos e me envolvi de tal forma, que a professora até hoje, quando me encontra, diz que um faz lembrar o outro. Um de seus famosos contos, <em>Bola de Sebo</em> (1880), foi minha estréia. Baseado em fatos reais, o conto retrata a sociedade francesa no final do séc. XIX, subjugada pela ocupação dos alemães, após sua derrota na guerra franco-prussiana. Maravilhoso e bastante atual, comparando à nossa sociedade (apesar de não sermos franceses!).</p>
<p><a title="Fiodor Dostoievski" rel="attachment wp-att-75" href="http://verblogando.wordpress.com/2008/04/03/meme-literario/fiodor-dostoievski/">Fiodor Dostoievski</a></p>
<p><span style="color:#993366;"><em>Ame cada folha, cada raio de luz.<br />
Ame os animais, ame as plantas, ame cada coisa.<br />
Amando tudo, você perceberá o mistério de Deus em tudo.</em></span></p>
<p align="justify">Um dos maiores escritores da literatura russa, fundador do existencialismo, Fiodor Mikhailovich Dostoievski nasceu em 1821, em Moscovo. Inspirado pelo cristianismo protestante, seus textos são envoltos na relação do homem consigo, com o mundo e com Deus. Algo que reflete a real busca do ser (travado pela humanidade desde sua criação). Ler <em>Crime e Castigo </em>(1866), foi uma experiência instigante. Já tinha ouvido falar em Dostoievski, mas não imaginava quão extrordinária era sua obra. O livro narra a história de Rodion Raskólnikov em sua saga existencial e naturalmente humana. O jovem estudante comete um assassinato e passa a viver suas incapacidades, suas fraquezas em reconhecer a si, o mundo e a Deus. Esplêndido! ;)</p>
<p><a title="José Saramago" rel="attachment wp-att-76" href="http://verblogando.wordpress.com/2008/04/03/meme-literario/jose-saramago/">José Saramago</a></p>
<p><span style="color:#993366;"><em>Todos os meus livros partem do impossível!</em></span></p>
<p align="justify">Prêmio Nobel em 1998, José Saramago nasceu em 1922, de uma família de camponeses da província do Ribatejo, Portugal. Exerceu diversas profissões: serralheiro, desenhista, funcionário público e jornalista, antes de se dedicar só à literatura. Romancista contemporâneo, sua linguagem é uma maestria no tratamento da língua portuguesa. Seu estilo é muito interessante: não usa travessão ou dois pontos nos diálogos e sim, vírgulas. Mas não é difícil seguir seu rítimo. É um autor que escreve de forma crítica, irônica, cômica... sarcástica, dialogando com o leitor. Ler Saramago é uma experiência inédita. Nosso encontro surgiu quando descobri <em>As intermitências da Morte </em>(2005). De forma impressionante e criativa, ele nos revela esse personagem tão temido pela humanidade. "A propósito, não resistiremos a recordar que a morte, por si mesma, sozinha, sem qualquer ajuda externa, sempre matou muito menos que o homem." (pág. 107). Ótimo para discutir sobre as nuances da vida social e política; e claro, sem perder o humor! :D</p>
<p><a title="Max Lucado" rel="attachment wp-att-77" href="http://verblogando.wordpress.com/2008/04/03/meme-literario/max-lucado/">Max Lucado</a></p>
<p><span style="color:#993366;"><em>Escolho a paz... Viverei perdoado. Perdoarei para que possa viver.</em></span></p>
<p align="justify">Escritor e pastor evangélico norte-americano, Max Lucado nasceu no ano de 1955, em San Angelo. É um autor bastante conhecido no meio cristão. Suas obras possuem linguagem jovial e atraente, cuja abordagem vai além do que os olhos podem ver. Trata de forma clara, com toques de humor, da vida de Cristo e seus propósitos sem perder a realidade da natureza humana. Max nos apresenta um cristianismo diferente, sem religiosidade e sim, cheio de amor, paz, alegria e salvação. Sou leitora assídua de suas obras. Fomos apresentados através do livro <em>Ele escolheu os cravos </em>(2006). Fala sobre o amor de Cristo por mim e por você, revelando o por quê desse amor em cada detalhe da crucificação. É apaixonante! :)</p>
<p align="justify"><span style="color:#ff9900;">Indico para participar do <em>meme</em>:</span></p>
<p><a title="O Livreiro Assassino" href="http://livreiroassassino.blogspot.com/" target="_blank">O Livreiro Assassino</a></p>
<p><a title="Blog do Mel" href="http://blogdomel.zip.net/" target="_blank">Blog do Mel</a></p>
<p><a title="Condenados à liberdade" href="http://condenadosaliberdade.blogspot.com/" target="_blank">Condenados à liberdade</a></p>
<p><a title="Condenados à liberdade" href="http://condenadosaliberdade.blogspot.com/2008/04/03/meme-literario/" target="_blank"><br />
</a></p>
<p><span style="color:#ff9900;"><a href="http://condenadosaliberdade.blogspot.com/2008/04/03/meme-literario/"><br />
</a></span></p>
<p align="justify"><span style="color:#993366;">P.S.: Não citei o ano da morte dos autores José de Alencar, Guy de Maupassant e Fiódor Dostoiévski porque - ao meu ver - todo escritor detentor de alguma obra marcante é eterno enquanto suas palavras ecoam ao longo do tempo e espaço. ;)</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Meme literário]]></title>
<link>http://cetica.wordpress.com/?p=145</link>
<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 22:23:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Angustiada Consciência</dc:creator>
<guid>http://cetica.pt-br.wordpress.com/2008/04/01/meme-literario/</guid>
<description><![CDATA[O Jorge pediu para que eu escrevesse algumas coisas sobre cinco autores preferidos. Bom, é complica]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">O <a href="http://recantodaspalavras.wordpress.com/2008/03/31/meme-literario/">Jorge</a> pediu para que eu escrevesse algumas coisas sobre cinco autores preferidos. Bom, é complicado, pois ele citou ‘’meme literário’’, mas nem sempre eu consigo limitar um autor à literatura ou até mesmo dizer o que é literatura. Espero que vocês gostem, falei dos seguintes pensadores: Emil Cioran, Fiodor Dostoiévski, Ivan Turgueniev, Jean-Jacques Rousseau e Mario Quintana. No final, indicarei três blogs para participar também. Lembrando: não precisa colocar trecho de obra, eu o fiz porque sou exagerada. </span><b><span style="font-family:Arial;"></span></b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"> <img src="http://pagespro-orange.fr/darreau.com/cioran/images/emil_cioran.jpg" align="middle" height="70" width="100" /><b><span style="font-family:Arial;">   E</span></b><b><span style="font-family:Arial;">mil Cioran (1911 – 1995)</span></b><b><span style="font-family:Arial;"> </span></b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Paulo Ghiraldelli Jr (se não engano) falou que aforismos são como bombas, basta um aforismo para nos destruir. Concordo. Se não for assim não faz sentido.<span>  </span>Cioran é mestre nesta arte. Provavelmente muitas pessoas não conseguem ler Cioran, filósofo romeno (quer duas coisas mais esquisitas, filósofo e ainda romeno?!) conseguiu viver bastante tempo na França (acho que uma década) com bolsas de estudo, deve ter lido bastante, mas viveu mais ainda. Ele é um filósofo admirável por conseguir conciliar a Filosofia ao modo de vida, ele vivia a Filosofia, na verdade. Eu sinto muito por ele não ser muito conhecido ou valorizado, talvez justamente por ‘’fugir’’ dos padrões exigidos pela sociedade. Isto me faz sofrer porque, inclusive, é difícil de encontrar livros dele na nossa língua. Mas enfim, Cioran é ácido, não recomendo a qualquer um, recomendo apenas aos que tem bom senso. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Trechos da obra <b>Silogismos da Amargura</b>:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><i><span style="font-family:Arial;">‘’Muito antes da física e da psicologia nascerem, a dor desintegrava a matéria e a angústia a alma.’’</span></i></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><i><span style="font-family:Arial;"> </span></i></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><i><span style="font-family:Arial;">‘’Há dois mil anos Jesus se vinga de nós por não ter morrido em um sofá.’’</span></i></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><i><span style="font-family:Arial;"> </span></i></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><i><span style="font-family:Arial;">‘’Só vivo porque posso morrer quando quiser, sem a Idéia do suicídio já teria me matado há muito tempo.’’</span></i></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span><b><span style="font-family:Arial;">Fiodor Dostoiévski (1821 – 1881)</span></b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span><img src="http://www.escaner.cl/escaner72/otero72a.jpg" height="80" width="100" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Dostoiévski, ah Dostoiévski! Sem Dostoiévski eu seria menos lúcida, seria também menos realista. Dostoiévski tirou parte da minha inocência. Ele me ensinou a enxergar as pessoas como elas são. Nas obras de Dostoiévski os personagens possuem certa pluralidade de vozes, – aliás, aspecto chave na compreensão do autor -- vozes essas que muitas vezes se chocam ou se contradizem e o autor nos faz acompanhar o duelo dos seus personagens, muitas vezes com tanto realismo que poderíamos muito bem nos encaixar em determinado momento. Nietzsche já dizia que aprendeu psicologia com Dostoiévski. Eu também estou apta a dizer o mesmo. <span> </span>Obrigada, Dostoiévski. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><i><span style="font-family:Arial;">‘’Comparadas com as personagens de Dostoiévski, as figuras da literatura mais antiga parecem ser sempre mais ou menos idílicas e neutras...(...) Dostoiévski descobre o mais importante princípio da psicologia moderna: a ambivalência dos sentimentos e a natureza dividida de todas as atitudes espirituais...(...)Não só o amor e o ódio, mas também orgulho e humildade, vaidade de auto-humilhação, crueldade e masoquismo, o anseio do sublime e a ‘nostalgia da torpeza’ estão interligados em suas personagens’’</span></i><span style="font-family:Arial;">. (Palavras do crítico <b>Arnold Hauser</b> em <i>História  Social</i><i> da arte e da literatura</i>).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">&#160;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><b><span style="font-family:Arial;"></span></b><b><span style="font-family:Arial;"> </span></b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span><img src="http://www.spitbooks.com/images/spitbooks/author/128.jpg" height="100" width="128" /><b><span style="font-family:Arial;"></span></b><b><span style="font-family:Arial;">  Ivan Turgueniev (1818 – 1883)<br />
</span></b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Turgueniev é o autor que fala da juventude, dos ideais, da filosofia de uma época. Mas ele fala sobre esses temas nos <i>romances</i>. Turgueniev é o único autor que fala de amor e eu consigo ‘’digerir’’. Ele consegue contrapor o contexto sócio-cultural de uma época aos anseios por liberdade dos jovens e o melhor de tudo: com equilíbrio, com realismo. Não preciso dizer que muitos dos romances não dão certo e é neste ponto que Turgueniev me atrai, ele desperta a idéia de <i>n</i>ecessidade <i>versus</i> contingência, nos faz questionar acerca dos valores mais íntimos e de seus significados na ‘’síntese’’ da vida. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Reproduzo um trecho do final da obra chamada <b>Ássia:</b></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><i><span style="font-family:Arial;">‘’O que restou de mim, daqueles dias felizes e inquietos, daquelas esperanças e aspirações aladas? O aroma tênue de uma planta insignificante sobrevive a todas as alegrias e a todos os sofrimentos do homem – sobrevive ao próprio homem.’’</span></i></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><b><span style="font-family:Arial;">Jean-Jacques Rousseau (1712 – 1778)</span></b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span><img src="http://cepa.newschool.edu/het/profiles/image/Rousseau.gif" height="120" width="100" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Rousseau é um filósofo maravilhoso, tão bom que eu posso colocá-lo aqui no meio da literatura. Exerceu influência até no gênio Kant. Eu sempre sinto uma angústia enorme ao ler Filosofia, mas com Rousseau é um pouco diferente: eu o leio, mas eu me sinto bem por lê-lo, ele dá a impressão que viveu realmente tudo o que escreveu, é uma paixão tão grande, uma maneira tão bonita. Não tenho como eu não me apaixonar. Admiro Rousseau talvez por ele não se enquadrar no perfil de filósofo apenas, mas livre-pensador. Ele sofreu demais e também cometeu atos imperdoáveis, mas não desistiu de escrever, não desistiu do conhecimento. Para vocês terem uma idéia: eu tenho vontade de ler <i>Confissões</i>, uma obra com mais de quinhentas páginas apenas sobre a vida dele, uma autobiografia riquíssima. Abaixo um trecho retirado do <b><i>Discurso sobre as ciências e as artes</i></b>:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">‘’De onde nascem esses abusos senão da funesta desigualdade, introduzida entre os homens pela distinção dos talentos e pelo aviltamento das virtudes? Eis os mais evidentes efeito de todos os nossos estudos e a mais perigosa de todas as suas conseqüências. Não mais se pergunta a um homem se possui probidade, mas sim se tem talento; nem de um livro se é útil, mas se está bem escrito. As recompensas são prodigalizadas às belezas do espírito, e permanece a virtude desprovida de honrarias.’’</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><b>        </b><img src="http://www.pmf.sc.gov.br/ebm_batistapereira/webquest-MariaLucia/Mario%20Quintana.JPG" height="100" width="120" /><b>    </b><b><span style="font-family:Arial;">Mario Quintana (1906 – 1994) </span></b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Um brasileiro!! Mario Quintana é sutil, é doce. É doce, mas também é irônico. Foi tradutor, foi jornalista e sempre terá um local no meu coração, talvez pela escrita simples, mas original. A leitura que eu faço na espera de uma fila e que me faz rir do mundo, da simplicidade do mundo. Ele é minha fuga, é meu ‘’porto-seguro’’, é meu lugar calmo quando quero fugir da Filosofia. Salve, salve, Mario Quintana!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p><b><i>Recordo ainda<br />
</i></b><i><br />
</i><i>Recordo ainda... e nada mais me importa...<br />
Aqueles dias de uma luz tão mansa<br />
Que me deixavam, sempre, de lembrança,<br />
Algum brinquedo novo à minha porta...</i></p>
<p><i>Mas veio um vento de Desesperança<br />
Soprando cinzas pela noite morta!<br />
E eu pendurei na galharia torta<br />
Todos os meus brinquedos de criança...</i></p>
<p><i>Estrada afora após segui... Mas, aí,<br />
Embora idade e senso eu aparente<br />
Não vos iludais o velho que aqui vai:</i></p>
<p><i>Eu quero os meus brinquedos novamente!<br />
Sou um pobre menino... acreditai!...<br />
Que envelheceu, um dia, de repente!...</i></p>
<p><b>(<i>Mario Quintana)</i></b><br />
<b><i></i></b></p>
<p><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><i><span style="font-family:Arial;"></span></i></span></b><i><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span></i></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Indico:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<ol>
<li><span style="font-family:Arial;"><a href="http://ohermenauta.wordpress.com/">O hermenauta</a></span></li>
<li><span style="font-family:Arial;"><a href="http://tyrannosaurus.wordpress.com/">Tyrannosaurus Rex</a></span></li>
<li><a href="http://sblargh.blogspot.com/"><span style="font-family:Arial;">Sblargh</span></a></li>
</ol>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">&#160;</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Meme Literário]]></title>
<link>http://espartilho.wordpress.com/?p=234</link>
<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 03:02:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Chris</dc:creator>
<guid>http://espartilho.pt-br.wordpress.com/2008/04/01/meme-literario/</guid>
<description><![CDATA[Jorge Alberto, do Recanto das Palavras cometeu o abuso de me indicar para um Meme Literário. A hist]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><b>Jorge Alberto</b>, do <a href="http://recantodaspalavras.wordpress.com/" target="_blank">Recanto das Palavras</a> cometeu o <b>abuso</b> de me indicar para um Meme Literário. A história é a seguinte: para participar devo escrever considerações sobre cinco autores preferidos. Faço minhas as palavras dele: "Confesso que é uma tarefa um tanto árdua, pois eu acredito que possa haver este ou aquele autor ou autora que sejam de preferência particular de cada um de nós." Vou indicar cinco, mas posso acabar pecando por deixar algum de fora, entretanto, precisarei correr este risco.</p>
<p><b>Clarice Lispector </b>- escritora e jornalista de origem ucraniana. Sua obra me surpreende todos os dias, por saber imprimir forte realidade em pelo século XXI de situações vivenciadas há mais de meio século. Tenho paixão pelo Correio Feminino e indico o <a href="http://claricelispector.blogspot.com/" target="_blank">blog Clarice Lispector</a> e também indico o site oficial <a href="http://www.claricelispector.com.br/" target="_blank">Clarice Lispector.</a></p>
<p><b>Gabriel Gárcia Márquez </b>- escritor e jornalista colombiano, que consegue imprimir em suas obras forte sentimento e intensidade. Apaixonante, inquietante, supreendente. Teve recentemente a obra "O Amor nos Tempos do Cólera" estrelado no cinema com a deliciosa atuação de Fernanda Montenegro. Outro destaque do autor é a Memórias de minhas putas tristes.</p>
<p><b></b></p>
<p><b>Luis Fernando Veríssimo</b> – texto cotidiano, carregado de humor. Consegue refletir em seus textos e crônicas situações cotidianas que encenam nosso dia a dia. De leitura gostosa e divertida, ótima para os momentos de lazer. Destaco Comédias da Vida Privada - 101 crônicas escolhidas e Gigolô das Palavras (muito bom!). Gostaria de ler Sexo na Cabeça, Comédias da Vida Pública  e Gula - O Clube dos Anjos, da Coleção Plenos Pecados.</p>
<p><b>Aluísio Azevedo</b> - escritor, jornalista e diplomata brasileiro, natural do Maranhão cuja obra perfeita e preferia é O Cortiço. Sua riqueza de detalhes é fantástica. Gostaria de ler sua obra O Mulato.</p>
<p><b>Machado de Assis </b>- escritor carioca, também jornalista. Deu para perceber meu apreço por jornalistas, talvez a origem desse magnetismo por jornalistas esteja no fato de ser uma. Clássicos das literatura destaco Memórias Póstumas de Bras Cubas, Dom Casmurro e o Alienista (muito bom!). Há vários outros dele que ainda não li.</p>
<p><b>Indico os seguintes blogs que visito com regular freqüência:</b></p>
<p><a href="http://chermontlopolis.wordpress.com/" target="_blank">Chermontlópolis </a></p>
<p><a href="http://www.compartilhandoasletras.blogspot.com/" target="_blank">Compartilhando as Letras </a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Mítico Meme Literario]]></title>
<link>http://ijuan.wordpress.com/?p=313</link>
<pubDate>Sun, 02 Mar 2008 12:09:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Juan Ángel</dc:creator>
<guid>http://ijuan.pt-br.wordpress.com/2008/03/02/el-mitico-meme-literario/</guid>
<description><![CDATA[Libro más cercano, página 123, 5ª frase, escribe hasta la cuarta frase siguiente. Ese meme me lo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Libro más cercano, página 123, 5ª frase, escribe hasta la cuarta frase siguiente. Ese meme me lo acaba de pasar <a href="http://www.eldiariodejoakin.es/2008/03/02/un-meme-literario/">Joakin</a>, y lo voy a hacer... Vamos a ver...</p>
<p style="margin-left:40px;">[...] Diego de Yepes, que fue confesor del rey, fray José de Sigüenza en la tercera parte de su <span style="font-style:italic;">Historia de la Orden de San Jerónimo</span> (biblioteca de Autores Españoles, vol, 12, págs. 679 a 683; Salazar de Mendoza y, a finales del siglo [...]</p>
<p>Una pena, porque el libro en cuestión, titulado <span style="font-style:italic;">Enigmas de la Historia</span>, de Jeremy Taylor, es bastante interesante.</p>
<p>Voy a ser desobediente, y dejo el meme abierto para que lo haga quie quiera, que no tengo ganas de castigar a nadie xD.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Meme Literário]]></title>
<link>http://fhattori.wordpress.com/2007/10/24/meme-literario/</link>
<pubDate>Wed, 24 Oct 2007 18:55:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Hattori</dc:creator>
<guid>http://fhattori.pt-br.wordpress.com/2007/10/24/meme-literario/</guid>
<description><![CDATA[Mário Kajiya do Life and Death me convidou para o meme literário, no qual preciso abrir o livro ma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mhkshinigami.wordpress.com/2007/10/23/correntes/" title="Mário Kajiya">Mário Kajiya do Life and Death</a> me convidou para o meme literário, no qual preciso abrir o livro mais próximo de mim na página 161 e transcrever a quinta frase.</p>
<p>Escolhi dois livros, um porque é o mais próximo e outro porque o primeiro em um meme literário é sacanagem e ambos estão bem próximos de mim.</p>
<p>Tenenbaum - Estruturas de Dados usando C: "<strong>ii.</strong> Se a for de uma ordem superior a 1, calcule a determinante de a, como segue:"</p>
<p>Entenderam porque sacanagem? Próximo.</p>
<p>Khaled Hosseini = Caçador de Pipas: "Ou quem sabe esse Deus em quem nunca acreditou?"</p>
<p>Feito! Agora, convido para continuarem o meme <a href="http://www.as-vezes-ceu-azul-as-vezes-tempestade.blogspot.com/" title="Ana D">Ana D</a> e <a href="http://massaotm.wordpress.com/" title="Massao">Massao</a>. (se esse dois lerem este post, é claro).</p>
<p align="right">Fernando "não li Caçador de pipas ainda" Hattori</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Cómo empezar una buena novela]]></title>
<link>http://revistapeinate.wordpress.com/2007/10/16/como-comenzar-una-buena-novela/</link>
<pubDate>Tue, 16 Oct 2007 05:05:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Playo</dc:creator>
<guid>http://revistapeinate.pt-br.wordpress.com/2007/10/16/como-comenzar-una-buena-novela/</guid>
<description><![CDATA[Adhiero a lo dicho por Fontanarrosa en su cuento Puto el que lee esto, con respecto a las primeras l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Adhiero a lo dicho por <a href="http://revistapeinate.wordpress.com/2007/07/20/dia-negro/" target="_blank">Fontanarrosa</a> en su cuento <a href="http://elenfatico.blogspot.com/2007/09/puto-el-que-lee-esto-por-el-negro.html" target="_blank">Puto el que lee esto</a>, con respecto a las primeras líneas de algunos textos, que tienen que ser como anzuelos.<br />
No sé bien qué es un <a href="http://www.zapin.info/memes/" target="_blank">meme</a>, pero hay cada pelotudez bajo ese nombre dando vueltas, que no creo que la blogósfera peligre si yo me armo uno y lo suelto.<br />
La idea de todos los memes es pasárselos a otros bloggers. Yo, que suelo rascarme las partes pudendas con las instrucciones y los preestablecidos, voy a pedirles a los lectores que aporten con sus memorias, porque los bloggers que sé que gustan de la literatura me van a mandar a la madre que me trajo al mundo si les complico la vida con esto.<br />
Contar, con libertad, qué comienzos de qué libros te agarraron de los huevos y no te soltaron más; esa es la idea.<br />
Van las mías:</p>
<blockquote><p>Las primeras investigaciones revelaron que el antiguo Mirador que servía de dormitorio a Alejandra fue cerrado con llave desde dentro por la propia Alejandra. Luego (aunque, lógicamente, no se puede precisar el lapso transcurrido) mató a su padre de cuatro balazos con una pistola calibre 32. Finalmente, echó nafta y prendió fuego.<br />
<b>Sobre Héroes y Tumbas. Ernesto Sábato.</b></p></blockquote>
<p><!--more--></p>
<blockquote><p>¿Encontraría a la Maga?<br />
<b> Rayuela. Julio Cortázar.</b></p></blockquote>
<blockquote><p>Empezó como un error.<br />
<b> Cartero. Charles Bukowski.</b></p></blockquote>
<blockquote><p>¿De modo que aquí vienen las gentes para seguir viviendo? Más bien hubiera pensado que aquí se muere.<br />
<b> Los cuadernos de Malte Laurids Bridge. Rainer Maria Rilke.</b></p></blockquote>
<blockquote><p>Comienzo mi historia como un acontecimiento de la época en que yo tenía diez años e iba al Instituto de letras de nuestra pequeña ciudad.<br />
<b>Demian. Hermann Hesse. </b></p></blockquote>
<blockquote><p>Y al día siguiente no murió nadie.<br />
<b> Intermitencias de la muerte. José Saramago.</b></p></blockquote>
<blockquote><p>En el siglo XVIII vivió en Francia uno de los hombres más geniales y abominables de una época en que no escaseaban los hombres abominables y geniales.<br />
<b> El Perfume. Patrick Süskind.</b></p></blockquote>
<blockquote><p>Tenía cincuenta años y no me había acostado con una mujer desde hacía cuatro.<br />
<b> Mujeres. Charles Bukowski.</b></p></blockquote>
<blockquote><p>El terror, que no terminaría por otros veintiocho años (si acaso terminó alguna vez), comenzó, hasta donde lo sé y puedo decirlo, con un barco hecho de una simple hoja de papel, que flotaba por una alcantarilla henchida por la lluvia.<br />
<b> It. Stephen King.</b></p></blockquote>
<blockquote><p>Un edificio gris, achaparrado, de sólo treinta y cuatro plantas. Encima de la entrada principal las palabras: <i>Centro de Incubación y Condicionamiento de la Central de Londres</i>, y, en un escudo, la divisa del Estado Mundial: <i>Comunidad, Identidad, Estabilidad</i>.<br />
<b> Un mundo feliz. Aldous Huxley.</b></p></blockquote>
<blockquote><p>Yo tenía doce años la primera vez que anduve sobre el agua. El hombre vestido de negro me enseñó a hacerlo, y no voy a presumir de haber aprendido el truco de la noche a la mañana. El maestro Yehudi me encontró cuando yo tenía nueve años y era un huérfano que mendigaba monedas de cinco centavos por las calles de Saint Louis, y trabajó conmigo constantemente durante tres años antes de permitirme mostrar mi número en público. Eso fue en 1927, el año de Babe Ruth y Charles Lindbergh, precisamente el año en que la noche empezó a caer sobre el mundo para siempre.<br />
<b>Mr. Vertigo. Paul Auster.</b></p></blockquote>
<p>.<br />
.<br />
.<br />
.<br />
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