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	<title>medo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/medo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "medo"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 12:45:06 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Lost and lost and lost]]></title>
<link>http://ohdearmaria.wordpress.com/?p=19</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 06:36:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maria Clara</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nem assim, nem assim eu páro de te ver como copycat. Eu li sobre umas patologias estranhas relacion]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Nem assim, <em>nem assim</em> eu páro de te ver como copycat. Eu li sobre umas patologias estranhas relacionadas ao assunto e confesso: tenho medo.</p>
<p>Será que essas coisas que acontecem comigo é por falta de fé nessas coisas de santo etc? Porque eu só acredito em Deus, cara. O resto pra mim é simplesmente muito estranho e muita viagem pra eu acreditar. Mas sei lá, é a única explicação. Minha mãe comentou hoje que só não ficou nervosa e claustrofóbica na hora da ressonância porque começou a rezar e pedir forças pra Jesus, Maria etc. Mas vai que é porque ela tá acreditando em algo... Então, jogaram macumba pra cima de mim, só pode! Na hooooora que eu me vejo bem, vem um pensamento ruim na cabeça. É sempre assim!</p>
<p>Como diria o Charlie, eu só queria parar de pensar, de vez em quando.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Medo]]></title>
<link>http://betharr.wordpress.com/?p=177</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 18:15:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>betharr</dc:creator>
<guid>http://betharr.wordpress.com/?p=177</guid>
<description><![CDATA[Em verdade temos medo.
Nascemos escuro.
As existências são poucas:
Carteiro, ditador, soldado.
Nos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h5 style="text-align:center;">Em verdade temos medo.<br />
Nascemos escuro.<br />
As existências são poucas:<br />
Carteiro, ditador, soldado.<br />
Nosso destino, incompleto.</h5>
<h5 style="text-align:center;">E fomos educados para o medo.<br />
Cheiramos flores de medo.<br />
Vestimos panos de medo.<br />
De medo, vermelhos rios<br />
vadeamos.</h5>
<h5 style="text-align:center;">Somos apenas uns homens<br />
e a natureza traiu-nos.<br />
Há as árvores, as fábricas,<br />
Doenças galopantes, fomes.</h5>
<h5 style="text-align:center;">Refugiamo-nos no amor,<br />
este célebre sentimento,<br />
e o amor faltou: chovia,<br />
ventava, fazia frio em São Paulo.</h5>
<h5>Fazia frio em São Paulo...<br />
Nevava.<br />
O medo, com sua capa,<br />
nos dissimula e nos berça.</h5>
<h5>Fiquei com medo de ti,<br />
meu companheiro moreno,<br />
De nós, de vós: e de tudo.<br />
Estou com medo da honra.</h5>
<h5>Assim nos criam burgueses,<br />
Nosso caminho: traçado.<br />
Por que morrer em conjunto?<br />
E se todos nós vivêssemos?</h5>
<h5>Vem, harmonia do medo,<br />
vem, ó terror das estradas,<br />
susto na noite, receio<br />
de águas poluídas. Muletas</h5>
<h5>do homem só. Ajudai-nos,<br />
lentos poderes do láudano.<br />
Até a canção medrosa<br />
se parte, se transe e cala-se.</h5>
<h5>Faremos casas de medo,<br />
duros tijolos de medo,<br />
medrosos caules, repuxos,<br />
ruas só de medo e calma.</h5>
<h5 style="text-align:center;">E com asas de prudência,<br />
com resplendores covardes,<br />
atingiremos o cimo<br />
de nossa cauta subida.</h5>
<h5>O medo, com sua física,<br />
tanto produz: carcereiros,<br />
edifícios, escritores,<br />
este poema; outras vidas.</h5>
<h5>Tenhamos o maior pavor,<br />
Os mais velhos compreendem.<br />
O medo cristalizou-os.<br />
Estátuas sábias, adeus.</h5>
<h5>Adeus: vamos para a frente,<br />
recuando de olhos acesos.<br />
Nossos filhos tão felizes...<br />
Fiéis herdeiros do medo,</h5>
<h5 style="text-align:center;">eles povoam a cidade.<br />
Depois da cidade, o mundo.<br />
Depois do mundo, as estrelas,<br />
dançando o baile do medo.</h5>
<h6 style="text-align:center;"> "O Medo" de Carlos Drummond in "A Rosa do Povo", José Olympio Editora 1945</h6>
<h6 style="text-align:justify;">                      "Qual o teu maior medo", costumava perguntar aos pequenos leitores. A maioria respondia que é o medo da morte. E eu me perguntava se seria uma inquietação generalizada ou seria medo da própria morte. Passei a buscar então a entidade que simboliza este sentimento, o medo. A mais próxima é o deus grego Pã, pânico. Devorei na época "A História do Medo no Ocidente" de Jean Delumeau, Cia das Letras. Ficou claro que o tema é recalcado no mundo ocidental mas 'bem' utilizado pelas entidades religiosas.<br />
                       Medo é paixão das mais dolorosas.</h6>
<p style="text-align:center;" align="left">
<div style="text-align:justify;"><span style="font-size:x-small;font-family:Trebuchet MS;">                       <br />
<a href="http://betharr.files.wordpress.com/2008/07/pa.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-181" src="http://betharr.wordpress.com/files/2008/07/pa.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></span></div>
<p align="left">
<div style="text-align:justify;"><span style="font-size:x-small;font-family:Trebuchet MS;">         fonte: banco de img do <a href="http://www.flickr.com/photos/troybthompson/16948715/"><strong>Flikr.</strong></a>              </span></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Extra! Extra! Extra!]]></title>
<link>http://donasdocirco.wordpress.com/?p=173</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 12:23:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>didirix</dc:creator>
<guid>http://donasdocirco.wordpress.com/?p=173</guid>
<description><![CDATA[Essa notícia, regularmente, faria parte do Donas do Circo Informa! (onde a gente coloca umas notíc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Essa notícia, regularmente, faria parte do Donas do Circo Informa! (onde a gente coloca umas notícinhas bizarras que a gente adoooora).</p>
<p>Mas essa vai em um post só pra ela, separada de todas as outras, por um simples motivo: É UMA <strong>HOMENAGEM À CHIRRA</strong>!!! haahahahahah</p>
<p>Quem sabe sobre o seu enorme <a href="http://donasdocirco.wordpress.com/2008/07/15/medo-de-anao/" target="_blank">medo de anão</a> vai entender. Só um recado para você Chirra: Cuidado com as suas malas!!! hahahahaha</p>
<ul>
<li><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2008/07/25/anao_tenta_embarcar_em_voo_sueco_dentro_de_uma_mala__1468998.html" target="_blank"><strong>Anão tenta embarcar em vôo sueco dentro de uma mala</strong></a></li>
</ul>
<p>Queria tanto uma foto disso....</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mineiros do CxExMx disponibilizam no Myspace seu último trabalho.]]></title>
<link>http://verbalence.wordpress.com/?p=77</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 04:33:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Mauro Pimentel</dc:creator>
<guid>http://verbalence.wordpress.com/?p=77</guid>
<description><![CDATA[A banda, juiz-forana, soltou na rede seu novo EP intitulado &#8220;Mais forte que nunca&#8221;. Junt]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A banda, juiz-forana, soltou na rede seu novo EP intitulado "Mais forte que nunca". Junto das cinco canções que formam o trabalho, estão inclusas fotos, letras e formas de contato com o grupo.</p>
<p style="text-align:justify;">Constante Estado de Medo, o nome por trás da sigla, lançou o EP fisicamente em março desse ano e logo na primeira semana vendeu 100 cópias do trabalho que mostra uma banda sedimentada no NYHC. Fãs de Hatebreed, Sick Of It All e Madball irão gostar do som.</p>
<p style="text-align:justify;">Segue o link do MYSPACE do CxExMx onde se encontra o EP para download:</p>
<p><a href="http://www.myspace.com/constanteestadodemedo">www.myspace.com/constanteestadodemedo</a></p>
<div><a href="http://verbalence.files.wordpress.com/2008/07/banner-teste.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-78" src="http://verbalence.wordpress.com/files/2008/07/banner-teste.jpg?w=300" alt="" width="300" height="94" /></a></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Medo]]></title>
<link>http://amorinhas.wordpress.com/?p=75</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 19:36:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>luarmax</dc:creator>
<guid>http://amorinhas.wordpress.com/?p=75</guid>
<description><![CDATA[Mais uma vez quero falar a respeito do medo, este sentimento, que pra mim, é o pior que alguém pod]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez quero falar a respeito do medo, este sentimento, que pra mim, é o pior que alguém pode sentir.</p>
<p>E porque eu acho isso?</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://amorinhas.files.wordpress.com/2008/07/medo121.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-77" src="http://amorinhas.wordpress.com/files/2008/07/medo121.jpg?w=300" alt="Ai ai ai será que devo sair da cama?" width="422" height="266" /></a></p>
<p>Eu acredito que na vida, a gente deve agir, fazer, mover. Acredito que se ficarmos parados as coisas não acontecem, ou até acontecem, mas a gente que não vive.</p>
<p>Acho que uma das coisas mais importantes que a humanidade precisa aprender é a agir e não simplesmente reagir. Quase sempre reagimos aos nossos impulsos e aos acontecimentos, e nos esquecemos que somos autores e atores de nossas próprias vidas. E que a cada segundo, nós que escolhemos o que queremos sentir ou não.</p>
<p>Pode parecer exagero esta frase, mas não é. Porque mesmo que alguém brigue, eu posso querer ser alegre, mesmo que me magoem, eu posso escolher não magoar alguém. E o medo, não deixa que esta naturalidade aconteça.</p>
<p>O medo é um sentimento que faz com que fiquemos parados, independente do lugar, pode ser que o lugar que nos encontremos seja péssimo, mas mesmo assim ficamos imobilizados. A raiva, o ódio, a mágoa, tudo te faz fazer algo, te leva em direção a alguém ou a alguma coisa. Nos movemos, movemos as pessoas, mesmo que de forma negativa, nossos atos passam a ter consequências e temos atitudes.</p>
<p>Mas o medo nos deixa ali, sofridos, amedontrados. Não conseguimos ir pra frente nem pra trás, somos imobilizados por que as coisas podem piorar, posso sofrer ou perder. Mas esquecemos, com estas atitudes, que ao fazer nada, perdemos a vida, perdemos a chance de errar, de mudar, de crescer com algo.</p>
<p>Quantas vezes perdemos as coisas boas da vida por causa do medo. Por medo de ficarmos sozinhos nos prendemos a uma relação que nos faz mal. Por medo de ficar sem emprego, nos mantemos em um lugar que não nos deixa felizes, por medo de brigar com alguém, aceitamos ofensas que nos machucam.</p>
<p>Devemos lembrar sempre que nascemos sozinhos e somos sozinhos. Que antes de arrumar este emprego, não precisávamos dele, que antes de conhecer aquela pessoa, você vivia muito bem sem ela, que você já teve conflitos e mesmo assim continuou bem. Nós caímos pra aprender a andar, nós ralamos para entendermos nossos limites e mesmo assim, continuamos a fazer estripulias.</p>
<p>Porque será que quando ficamos adultos perdemos a coragem? O motor que nos faz viver?</p>
<p>Porque hoje em dia as pessoas tem tanto medo de amar? De sofrer? O medo de sofrer já não causa sofrimento? A insegurança da vida, não é suficiente para sabermos que nada é fixo e que nada vai ser do mesmo jeito pra sempre? Porque até nós mesmo mudamos. Eu sinto algo hoje e amanha já não sinto mais. Hoje eu gosto de verde e amanhã vou preferir rosa. A cada dia eu me movo e mudo, meus conceitos minhas atitudes, minhas vontades.</p>
<p>Então, porque ter medo de viver? O amor vivido um dia, intensamente não é válido? As lágrimas do passado não nos ensinaram nada? E hoje, você lembra que sofreu, mas não consegue mais sentir a dor. O que dói é o medo, medo de acontecer de novo. Mas ter medo porque, se você nem lembra a sensação.. Ter medo do  que então?</p>
<p>Esta semana eu senti novamente o poder do medo. Por causa de uma briga com meu namorado, por uma questão boba, me vi com dor, por medo de que a relação acabasse, medo de que não nos entendessemos, que algo sem sentido acabasse com o sentimento bonito que vivemos.</p>
<p>Quando sinto medo, eu me fecho, eu não ajo como sou naturalmente, eu fico receosa e piso sobre ovos a cada momento. Como fico com medo me afasto, pois tenho medo de errar e de afastá-lo mais, mas como não sou natural ele não me reconhece nas minhas atitudes também e acaba se afastando mesmo de mim.</p>
<p>Quando esqueço do medo, esqueço que devo receber segurança do outro para agir. Eu fico livre para amar, para manifestar o melhor que eu sinto e poder então mostrar que realmente não aconteceu nada. E foi assim, quando esqueci que devia ter medo, e que eu podia amá-lo mesmo que ele não estivesse me apoiando, eu me senti confortável de novo na relação, pra ser eu mesma. Quando sou eu mesma, eu possibilito que ele também perca o medo e se envolva novamente comigo. E as coisas realmente voltaram ao normal.</p>
<p>O que posso dizer é simplesmente, vivam sem medo. Amem sem esperar nada de volta. Amem por sentirem amor dentro de vocês, e não por acreditar que a pessoa quer isso. Busquem um novo emprego por acreditarem que merecem algo melhor. Não aceitem menos do que merecem para serem felizes, e não tenham  medo dos conflitos que surgirão para isso.</p>
<p>A gente cai, levanta, fica sem dinheiro, e sem amor, sem emprego e sem família, mas sempre a gente pode contar com algo. Seja a fé em Deus, em nossas famílias ou em nosso próprio esforço. Seja os amigos, a namorada, ou até a esperança de que o melhor aconteça. Acredite e consiga forças no que quiser, mas não desista de ser você e de buscar o melhor pra si.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[&gt; A importância da linguagem no desenvolvimento psíquico do indivíduo [2005][Publicação]]]></title>
<link>http://sociedadedepsicologia.wordpress.com/?p=190</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 00:43:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>sociedadedepsicologia</dc:creator>
<guid>http://sociedadedepsicologia.wordpress.com/?p=190</guid>
<description><![CDATA[
A linguagem representa um papel fundamental na interacção do ser humano com o meio e subsequente ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://sociedadedepsicologia.files.wordpress.com/2008/07/ab24.jpg"><img class="size-medium wp-image-191 aligncenter" src="http://sociedadedepsicologia.wordpress.com/files/2008/07/ab24.jpg?w=244" alt="" width="244" height="245" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">A linguagem representa um papel fundamental na interacção do ser humano com o meio e subsequente formação de vínculos. Permite ao indivíduo estruturar o seu pensamento, traduzir o que sente, expressar o que já conhece e comunicar com os demais.</p>
<p style="text-align:justify;">As dificuldades manifestadas por alguns indivíduos ao nível da aquisição e/ou domínio da linguagem remetem para repercussões profundas a outros níveis, nomeadamente ao nível da comunicação e consequente sociabilidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Pessoas com transtornos específicos de linguagem tendem a encontrar dificuldades ou limitações na sua vida social. Esta situação pode suscitar problemas emocionais secundários, gerados pelas próprias dificuldades de comunicação, pois são, tendencialmente, mais isoladas, menos interactivas, mais ansiosas e, acima de tudo, menos confiantes na comunicação.</p>
<p style="text-align:justify;">Neste trabalho, e atendendo ao contexto profissional das intervenientes, apresentam-se exemplos de alterações da linguagem - afasia e gaguez. No que respeita à gaguez, pretende-se abordar este tipo de alteração da linguagem falada, à luz dos aspectos psicológicos que podem estar envolvidos. Este problema será ilustrado com um caso clínico em que a gaguez surge como expressão de um conflito na relação com as figuras parentais, nomeadamente uma vivência de abandono materno.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;"><strong></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;"><strong>Catarina Barros</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;">Santa Casa da Misericórdia de Lisboa</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;"><strong>Isa Severino</strong></span></p>
<p><span style="color:#008000;">Instituto Politécnico da Guarda</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Qual o medo delas na cama!]]></title>
<link>http://freakbutterfly.wordpress.com/?p=142</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 01:47:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>FreakButterfly</dc:creator>
<guid>http://freakbutterfly.wordpress.com/?p=142</guid>
<description><![CDATA[
Sabe aquelas inseguranças que toda mulher tem na hora H? Sim, é que todas nós temos nossas paran]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45pt;line-height:150%;">Sabe aquelas inseguranças que toda mulher tem na hora H? Sim, é que todas nós temos nossas paranóias do que o parceiro irá pensar. O medo do julgamento faz com que nós mulheres perdessem segurança na hora do sexo, quer saber quais são? Quer saber por quê? Leia agora:</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45pt;line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45pt;line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45pt;line-height:150%;"><strong>1 – SEREM CONSIDERADAS VULGAR:</strong> que todo homem sonha com uma deusa do sexo, todos já sabem, porém, as mulheres acham que se liberarem sua agressividade na cama, você pode achar ela experiente demais e assim vulgar. Você pode achar besteira, mas ainda há homens que pensam assim. Para que ela não se sinta assim, tome a iniciativa e proponha a ela fantasias, converse com ela, mostre seus interesses e que é uma pessoa de mente bem aberta.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45pt;line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45pt;line-height:150%;"><strong>2 – NÃO ATINGIR O CLÍMAX:</strong> Enquanto você reza para não chegar lá muito rápido, nós rezamos para ter um orgasmo. Todas imaginam que se isso não acontecer é porque há algo errado em nosso funcionamento, mas não é bem assim. Em uma pesquisa feita foi descoberto que apenas 30% das mulheres chegam ao orgasmo através da penetração. Para que ela não se sinta tão mal por não chegar lá, faça-a gozar através de sexo oral e até mesmo masturbação. Lembre-se: se ela gozar e ficar satisfeita, fará de tudo para lhe satisfazer ao máximo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45pt;line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45pt;line-height:150%;"><strong>3 – NÃO SATISFAZER O PARCEIRO:</strong> Enquanto os homens meditam no meio da relação sexual sobre seu desempenho, nós mulheres geralmente meditamos sobre se estamos realmente satisfazendo nossos parceiros ou se eles estão gostando. Então para nos deixar mais relaxadas, diga algo. Diga que esta gostando. Diga depois o que achou, o quanto ela o satisfez. Assim como você gosta de ouvir como é gostoso, como seu pau é grande e suculento e o quanto a satisfaz, nós também gostamos de ouvir que somos gostosas, que somos deusas, que nós a deixamos loucos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45pt;line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45pt;line-height:150%;">Às vezes coisas que parecem bobas, podem mudar muito uma relação. Fique experto caro leitor, preste mais a atenção na sua parceira. Pequenos detalhes podem fazer uma grande diferença.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45pt;line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45pt;line-height:150%;">Fiquem de olho,</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45pt;line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:150%;">Freak Butterfly.</p>
<p><a href="http://freakbutterfly.wordpress.com/files/2008/07/medo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-141" src="http://freakbutterfly.wordpress.com/files/2008/07/medo.jpg?w=300" alt="" width="300" height="221" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os Sapos]]></title>
<link>http://karinizumi.wordpress.com/?p=701</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 01:36:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>karinizumi</dc:creator>
<guid>http://karinizumi.wordpress.com/?p=701</guid>
<description><![CDATA[(desconheço a autoria)
Se existem três sapos numa folha,
e um deles decide pular da folha para a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>(desconheço a autoria)</p>
<p>Se existem três sapos numa folha,<br />
e um deles decide pular da folha para a água,<br />
quantos sapos restam na folha?</p>
<p> </p>
<p>A resposta certa é:<br />
Restam três sapos.<br />
Porque o sapo apenas decidiu pular.<br />
Ele não fez isso.<br />
Nós não somos como o sapo muitas vezes?</p>
<p>Que decide fazer isso, fazer aquilo,</p>
<p>mas ao final acabamos não fazendo nada?</p>
<p> </p>
<p>Na vida temos que tomar muitas decisões.</p>
<p>Algumas fáceis; algumas difíceis.</p>
<p> </p>
<p>A maior parte dos erros que cometemos</p>
<p>não se devem a decisões erradas.</p>
<p>A maior parte dos erros se devem às indecisões.</p>
<p>Temos que viver com a conseqüência das nossas decisões.</p>
<p>E isto é arriscar.</p>
<p>Tudo é arriscar.</p>
<p> </p>
<p>Rir é correr o risco de parecer um tolo.</p>
<p>Chorar é correr o risco de parecer sentimental.</p>
<p>Abrir-se para alguém é arriscar envolvimento.</p>
<p> </p>
<p>Expor os sentimentos é arriscar  expor-se a si mesmo.</p>
<p>Expor suas idéias e sonhos é arriscar-se a perdê-los.</p>
<p>Amar é correr o risco de não ser amado.</p>
<p>Viver é correr o risco de morrer.</p>
<p>Ter esperanças é correr o risco de se decepcionar.</p>
<p>Tentar é correr o risco de falhar.</p>
<p> </p>
<p>Os riscos precisam ser enfrentados,</p>
<p>porque o maior fracasso da vida é não arriscar nada.</p>
<p> </p>
<p>A pessoa que não arrisca nada,</p>
<p>não faz nada, não tem nada, é nada.</p>
<p>Ela pode evitar o sofrimento e a dor,</p>
<p>mas não aprende, não sente,</p>
<p>não muda, não cresce ou vive.</p>
<p> </p>
<p>Presa à sua servidão,</p>
<p>ela é uma escrava que teme a liberdade.</p>
<p> </p>
<p>Apenas quem arrisca é livre.</p>
<p> </p>
<p>O pessimista queixa-se dos ventos.</p>
<p>O otimista espera que mudem.</p>
<p>O realista ajusta as velas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[3,2,1, vai!]]></title>
<link>http://casanaarvore.wordpress.com/?p=15</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 03:43:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>dshiroki</dc:creator>
<guid>http://casanaarvore.wordpress.com/?p=15</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Gostaria muito de pensar em outra coisa. Mas sei que preciso tentar escrever tudo enquanto re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"Gostaria muito de pensar em outra coisa. Mas sei que preciso tentar escrever tudo enquanto restar em mim um pouco da criança que fui." (<em>O dia do Curinga</em>, de Jostein Gaarder)</p>
<p>Agora sim! Resolvi levar esta coisa de escrever a sério. Respeitar critérios e periodicidade. Pra não deixar "morrer a criança". Escrever me faz sentir, ter outro ângulo, manifestar.<br />
Às vezes parece que a vida funciona de modo circular. Às-vezes-quase-sempre. Vez ou outra me pego vendo ou vivendo tudo de novo e o problema é que eu insisto em tentar entender tudo no meu tempo. Sei que é isso que faz doer, mas um dia eu aprendo.</p>
<p> </p>
<p>Enquanto em penso, na casa toca: <a href="http://br.youtube.com/watch?v=hMOkfI7wCrI" target="_blank"><em>Such great heights</em>, The Postal Service</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Você tem medo de que ?]]></title>
<link>http://clubedolivro.wordpress.com/?p=344</link>
<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 18:16:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lys</dc:creator>
<guid>http://clubedolivro.wordpress.com/?p=344</guid>
<description><![CDATA[Minha ideia hoje era publicar algo sobre um artigo que saiu na Scientific American sobre a Neurologi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Minha ideia hoje era publicar algo sobre um artigo que saiu na Scientific American sobre a Neurologia do Medo. Li o artigo e achei no final que seria pouco interessante para o Clube, pois a maior parte do artigo fala sobre experiências com macacos. Tudo bem que segundo o autor, as reações são basicamente as mesmas, mas achei chato portanto preferi não entrar em detalhes por aqui.</p>
<p>Essa semana combinamos de responder a pergunta da Dani, que foi: Quem tem medo de sentir medo ? Vou então mudar a pergunta para: Você tem medo de que ?</p>
<p>Eu concordo com o <a href="http://clubedolivro.wordpress.com/2008/07/14/qual-e-o-sentido-do-medo/">Lino</a> que disse que o medo é uma coisa natural.  Medo é um estado emocional que nosso corpo experienta quando estamos expostos ao perigo. O medo é um dos maiores responsáveis pela sobrevivência de uma espécie (e isso vale para todas) e é ativado com um estímulo negativo, como a dor ou a raiva entre outros. É o próprio que ativa nosso organismo rapidamente para a resposta correr ou lutar (<em>fight-or-flight</em>). Sob a menor experiência do medo nossa pupila se dilata, todos nossos sentidos se tornam mais sensíveis e aguçados, o coração acelera e outros orgãos menos importantes para a ação entram em estado de baixa requisição de energia. Os nutrientes vão diretamente para os músculos e recebemos uma carga extra de adrenalina para correr o mais rápido possível ou lutar até a morte.</p>
<p>Por outro lado também concordo com a <a href="http://clubedolivro.wordpress.com/2008/07/15/medos-e-limites/">Mércia</a> que disse que tem o lado bom de sentir medo e, melhor ainda, de vencer os nossos medos.</p>
<p>A <a href="http://clubedolivro.wordpress.com/2008/07/17/medo-e-coragem/" target="_self">Scliar abordou muito bem no post</a> dela dessa semana as várias facetas do medo, que pode ir das mais fúteis como o medo de quebrar a unha até as mais inevitáveis e assustadoras como o medo da morte. Mas eu também não acho que é possível classificar medos corretos e incorretos, portanto, nesse post não vou entrar no mérito de cada medo e, <a href="http://clubedolivro.wordpress.com/2008/07/19/quem-tem-medo-de-sentir-medo-2/" target="_self">assim como a Dani fez no post dela</a>, vou falar sobre o medo de forma bem genérica e dividir o mesmo em apenas duas faces: o medo imaginario e o medo real.</p>
<p>O medo do imaginário muitas vezes está associado às nossas crenças. O medo real já é outra história e ai entra a questão da  sobrevivência e até mesmo o desenvolvimento da espécie. Note que essas definições são minhas, e o limite entre medo imaginário e medo real é complicado de definir diante de tanta manipulação e interesses que se baseiam única e exclusivamente em nossos medos nesse mundo cão.</p>
[caption id="" align="alignright" width="251" caption="O Exorcista"]<img src="http://img2.timeinc.net/ew/dynamic/imgs/071029/horrormovies/exorcist_l.jpg" alt="O Exorcista" width="251" height="335" />[/caption]
<p>O medo do imaginário é sedutor. Por isso que existem tantos filmes e livros de terror que fazem sempre o maior sucesso. A Scliar <a href="http://clubedolivro.wordpress.com/2008/06/19/medos-e-terrores/" target="_self">nesse post aqui</a> nos contou sobre uma pesquisa interessante incluindo o terror e sexualiadade e é fácil de entender o porque dessa relação já que temos todos os sentido aguçados como descrevi no parágrafo acima e não precisamos nem correr e nem lutar... a solução é achar outras alternativas para gastar tanta energia :) . Nesses medos imaginários entram os vampiros, os zumbies, os espiritos, sacis, e quem aí lembra do chupa-cabras ? Tudo o que sejamos capzes de criar e acreditar ! Todos esses medos imaginários são formas divertidas de encarar nossas próprias crenças e um friozinho na barriga não faz mal para ninguém. Sem falar que esses medos fazem a alegria da garotada nos acampamentos de férias.</p>
<p>O medo do real é um pouco mais complicado e nesses casos entram o medo de ser assaltado, medo de morrer, medo de bater o carro, medo da guerra, enfim, tudo que pode colocar nossa vida em risco de fato. Esses medos por um lado podem ajudar a nos manter vivos, mas por outro lado também podem impedir-nos de viver. Já que não somos mais homens das savanas e tão pouco temos que dividir o mesmo espaço de terra com animais ferozes, só nos sobrou então o medo dos nossos semelhantes. O Marcelo citou um exemplo bastante interessante nesse post dele aqui. Hoje em dia há condomínios fechados por todos os lados em São Paulo, entupidos de seguranças particulares, redes de câmeras de seguranças para todos os lados e enfim... uma falta de privacidade imensa e um pânico geral financiado pela indústria do medo.</p>
<p>Concordo que ser assaltado ou ter uma arma apontada para sua cabeça não é o tipo de medo que diverte, no entanto, até que ponto devemos deixar nossos medos nos levar a viver sob a vigilância atenta de um Big Brother ?</p>
[caption id="" align="aligncenter" width="457" caption="Contraste Social"]<img src="http://img2.travelblog.org/Photos/20104/74455/f/452235-Rochina-Favela-0.jpg" alt="Contraste Social" width="457" height="342" />[/caption]
<p>Não consegui entender se existe um limite claro entre o que é saudável e o que é doença, mas acho que a cada ano que passa rumamos para uma civilização cada vez mais frágil, impotente e amedrontada, que está disposta a pagar e muito por seus próprios medos. O que é claro para mim é que a cada ano que passa nos aproximamos ainda mais de uma completa segregação social, dos que vivem em seus condomínios protegidos como uma caixa forte considerados como a verdadeira civilização, condomínios esses que são vendidos com panfletos mostrando crianças loirinhas a correr livremente com os pés descalços na grama verde de um pátio arborizado. Do lado de fora desse muro fica a selvageria como já falamos tanto aqui na ocasião do livro <a href="http://clubedolivro.wordpress.com/category/admiravel-mundo-novo/">Admirável Mundo Novo</a>. Muitas vezes ao lado desses condomínios de luxo podemos encontrar as favelas, escondidas atrás de projetos Cingapuras (em Sampa), que funcionam como tapetes para deixar o lixo embaixo apenas para não agredir a vista dos moradores dos condomínios. Como surgem as favelas nesses lugares ? Quem você acha que vai limpar o banheiro dos moradores da tal caixa forte ? Simples assim e dá-se então o contraste social que é imediatamente seguido de uma revolta natural e que por sua vez é seguido por mais violência.</p>
<p>Depois de todo esse post posso responder finalmente para a Dani que sim, eu tenho medo de sentir medo... pois o medo nos está levando a uma sociedade infeliz e completamente desequilibrada. Nesse caso, termino meu post concordando com o <a href="http://clubedolivro.wordpress.com/2008/07/19/fobia-prazer-e-o-que-nao-se-mostra-ou-por-baixo-do-tapete-do-porao/" target="_self">Marcelo que disse que</a> está na hora de refletir o que se esconde por baixo desse tapete e tentar achar meios reais para acabar com esses nossos medos reais e não apenas nos esconder por trás de nossas fobias dentro de uma caixa forte ou carro blindado.</p>
<p>Uma ótima semana para todos e semana que vem tem livro novo aqui no nosso Clube !</p>
<p>Lys</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Explosão de Esfera]]></title>
<link>http://metaonirico.wordpress.com/?p=27</link>
<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 15:18:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>metaphizika</dc:creator>
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<description><![CDATA[Estava na refinaria, e a partir de onde me lembro, houve um chamado no rádio para informar que a pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Estava na refinaria, e a partir de onde me lembro, houve um chamado no rádio para informar que a pressão de uma das esferas de GLP estava com pressão alta. Yel* estava operando a área, e para conter o aumento da pressão, deveria despejar uma garrafa de um produto que eu não conheço na esfera.</p>
<p>Acho que não estavam conseguindo contato com ele, e eu senti que o tempo não ia ser suficiente para conter a pressão. Estava com medo e me desloquei na área, em direção ao portão de saída. Estava a pé.</p>
<p>Quando cheguei no portão, havia uma multidão de gente do administrativo, que estava fazendo fila para entrar em um ônibus que os levaria para longe da refinaria a fim de protegê-los. Não havia ninguém da operação, e eu não deveria estar alí, mas eu queria fugir também, pois sabia que a situação não poderia ser contornada. Entrei na fila para o ônibus e estava bantante tenso. Sentia medo que alguém percebesse que eu estava fugindo da refinaria. Eu não deveria estar fugindo.</p>
<p>Quando percebi já estava do lado de fora, mas não havia nada de especial no ambiente, era vago, amplo, e sem construções ou árvores. Sem nada. Soube que a esfera explodiu, mas não vi nem ouvi. Tive a impressão de que ela estivesse voando, e acabou por cair neste lugar onde eu estava próximo, mas quando atingiu o chão, fez uma cratera que mais parecia ter sido feita por um tanque. Um buraco circular no chão, que se aprofundava na forma de um cilindro.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Contrastes]]></title>
<link>http://romahribeiro.wordpress.com/?p=294</link>
<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 01:52:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>romahribeiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Rio de Janeiro é realmente lindo. Abençoado com uma natureza esplêndida, com praias belíssimas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro é realmente lindo. Abençoado com uma natureza esplêndida, com praias belíssimas, um visual de tirar o fôlego. Infelizmente, não é só isso.</p>
<p>Aqui, lembramos o que é medo, o que é pobreza, o que significa falta de condições mínimas de vida. Não falo só do Centro, da praça Tiradentes, da Rio Branco, do Largo da Carioca, tristemente deteriorados. Falo de Ipanema, onde é mais nítida a diferença. Na mesma calçada, turistas endinheirados, quase transparentes e falando em outra língua e gente que não tem dinheiro para comprar um picolé de limão. Gente que vai à praia e não pode comprar um biquini ou sunga, supérfluos, mas que faz a disparidade ainda mais clara.</p>
<p>Percebemos o quanto somos higienistas mesmo sem querer. Como não ficar desconfortável quando se vê meninos apontando uns para os outros quem será a próxima vítima de assalto? Como não achar, depois disso, que todos os garotos pobres são prováveis assaltantes? :(</p>
<p>São Paulo não é segura, bem sei. Mas, pelo menos lá eu sei onde e como agir. Aqui, sinto-me completamente indefesa. O Rio é uma ilha, cercada de violência e medos por todos os lados. Triste.</p>
<p>E não, isso não é uma crítica à pobreza. É auto-crítica, de quem não se manifesta quando os ladrões e corruptos agem, de quem deixou há muito de se indignar e permite que o povo, aquele que mais precisa de ajuda, seja negligenciado até chegar a este ponto. Vergonha de mim. Vergonha dessa classe média babaca e hipócrita.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Medo de quê?]]></title>
<link>http://karinizumi.wordpress.com/?p=606</link>
<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 01:26:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>karinizumi</dc:creator>
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<description><![CDATA[O medo era meu companheiro constante, eu vivia com medo de perder
o que tinha ou de não conseguir o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O medo era meu companheiro constante, eu vivia com medo de perder<br />
o que tinha ou de não conseguir o que queria ter.<br />
E se meus cabelos caírem?<br />
E se eu não conseguir comprar a casa que eu quero?<br />
E se eu engordar, ficar flácido e deixar de ser atraente?<br />
E se eu tiver uma deficiência física e não puder jogar bola com o meu filho?<br />
E se eu ficar velho, frágil e não tiver nada a oferecer aos que me rodeiam?<br />
Mas a vida ensina a quem quer aprender e hoje eu sei.<br />
Se meus cabelos caírem, vou ser o careca mais simpático e agradecer<br />
pelas idéias que a minha cabeça produzir, apesar da falta de cabelo.<br />
Não é a casa que faz alguém feliz, um coração infeliz não se sente<br />
melhor em nenhuma casa, mas um coração<br />
em paz torna qualquer casa feliz.<br />
Se eu dedicar mais tempo a me desenvolver emocional, mental e<br />
espiritualmente, em vez de só me preocupar com o físico,<br />
vou me sentir cada vez mais atraente.<br />
Se uma deficiência física me impedir de ensinar meu filho<br />
a encestar uma bola, vai me sobrar tempo para ensinar-lhe a<br />
resolver os problemas da vida,<br />
o que é um aprendizado muito mais útil.<br />
E se a idade for me roubando as forças, a agilidade mental<br />
e a resistência física, posso oferecer aos que conviverem<br />
comigo a forçadas minhas convicções, a profundidade do meu amor<br />
e a solidez espiritual de uma alma cuidadosamente esculpida<br />
pelas arestas de uma longa vida.<br />
Se o destino me trouxer perdas e desilusões,<br />
vou enfrentar os desafios com dignidade e determinação,<br />
porque são muitas as dádivas de Deus e posso substtituir<br />
cada dádiva perdida por outras dez que eu nunca<br />
perceberia se a vida sempre fosse um mar-de-rosas.<br />
Quando eu não puder mais dançar, vou cantar com alegria,<br />
quando não tiver mais forças para cantar,<br />
vou ouvir as músicas de que mais gosto.<br />
Quando minha respiração for apenas um sopro,<br />
vou pensar nos meus entes queridos e meu coração<br />
vai se aquecer de amor.<br />
E quando a luz mais brilhante se aproximar,<br />
vou rezar em silêncio e entrar nela.<br />
Então terá chegado a hora de ir ao encontro de Deus<br />
e vou ter medo de quê???</p>
<p>Desconheço a autoria</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Why So Serious? ]]></title>
<link>http://nettosonic.wordpress.com/?p=432</link>
<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 23:40:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Armando Netto</dc:creator>
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<description><![CDATA[O N&#8217;Sonic Blog já entrou no clima do Batman Dark Knight! Apesar de eu não ter visto o filme(]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O N'Sonic Blog já entrou no clima do Batman Dark Knight! Apesar de eu não ter visto o filme(ainda), sei que tá sendo um grande sucesso.</p>
<p>Para a promoção desse sucesso, foram criados vários "Virais" sobre o filme. Um deles, é no site do <a href="http://www.ibelieveinharveydent.com/" target="_blank">Harvey Dent</a>(candidato a prefeitura de Gotham City), até algum tempo, o site parecia normal, mas um belo dia, ele foi "hackeado" pelo Coringa e ficou assim:</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://nettosonic.files.wordpress.com/2008/07/site-harvey-dent-hackeado.jpg"><img class="size-medium wp-image-433 aligncenter" src="http://nettosonic.wordpress.com/files/2008/07/site-harvey-dent-hackeado.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:left;">Adoro esse tipo de Virais, mas esse ai bateu o recorde! Por essas e outras e o coringa é meu vilão favorito! Espero que ele não invada este blog :D.</p>
<p style="text-align:left;">Ah, e no cabeçalho do blog, sou Eu, versão Coringa.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inocência]]></title>
<link>http://karinizumi.wordpress.com/?p=375</link>
<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 20:55:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>karinizumi</dc:creator>
<guid>http://karinizumi.wordpress.com/?p=375</guid>
<description><![CDATA[Quando nascemos somos conscientes da alma,
inocentes do medo e das negatividades.
Com o tempo a conf]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Quando nascemos somos conscientes da alma,<br />
inocentes do medo e das negatividades.<br />
Com o tempo a confiança é abalada e aprendemos<br />
a desenvolver atitudes defensivas que, aparentemente,<br />
nos protegem da dor. Ocorre uma mudança em nosso<br />
interior e passamos a ser conscientes do corpo.<br />
Adotamos uma identidade que reflete nome,<br />
forma, posição. Mas por trás desse véu ainda<br />
existe a pureza original. Redescobrir a consciência<br />
da alma faz re-emergir nossa inocência.</p>
<p>Dr. Roger Cole, Mission of Love,<br />
Lothian Books, Port Melbourne, 1999 (texto adaptado)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lenine]]></title>
<link>http://raivaescondida.wordpress.com/?p=1553</link>
<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 19:39:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>raiva</dc:creator>
<guid>http://raivaescondida.wordpress.com/?p=1553</guid>
<description><![CDATA[

Tienen miedo del amor y no saber amar
Tienen miedo de la sombra y miedo de la luz
Tienen miedo de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/HZnvUNVkKfY'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/HZnvUNVkKfY&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/s_-3vbMrft4'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/s_-3vbMrft4&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#800080;">Tienen miedo del amor y no saber amar<br />
Tienen miedo de la sombra y miedo de la luz<br />
Tienen miedo de pedir y miedo de callar<br />
Miedo que da miedo del miedo que da</span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#800080;">Tienen miedo de subir y miedo de bajar<br />
Tienen miedo de la noche y miedo del azul<br />
Tienen miedo de escupir y miedo de aguantar<br />
Miedo que da miedo del miedo que da</span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#800080;">El miedo es una sombra que el temor no esquiva<br />
El miedo es una trampa que atrapó al amor<br />
El miedo es la palanca que apagó la vida<br />
El miedo es una grieta que agrandó el dolor</span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#800080;">Tenho medo de gente e de solidão<br />
Tenho medo da vida e medo de morrer<br />
Tenho medo de ficar e medo de escapulir<br />
Medo que dá medo do medo que dá</span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#800080;">Tenho medo de acender e medo de apagar<br />
Tenho medo de esperar e medo de partir<br />
Tenho medo de correr e medo de cair<br />
Medo que dá medo do medo que dá</span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#800080;">O medo é uma linha que separa o mundo<br />
O medo é uma casa aonde ninguém vai<br />
O medo é como um laço que se aperta em nós<br />
O medo é uma força que não me deixa andar</span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#800080;">Tienen miedo de reir y miedo de llorar<br />
Tienen miedo de encontrarse y miedo de no ser<br />
Tienen miedo de decir y miedo de escuchar<br />
Miedo que da miedo del miedo que da</span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#800080;">Tenho medo de parar e medo de avançar<br />
Tenho medo de amarrar e medo de quebrar<br />
Tenho medo de exigir e medo de deixar<br />
Medo que dá medo do medo que dá</span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#800080;">O medo é uma sombra que o temor não desvia<br />
O medo é uma armadilha que pegou o amor<br />
O medo é uma chave, que apagou a vida<br />
O medo é uma brecha que fez crescer a dor</span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#800080;">El miedo es una raya que separa el mundo<br />
El miedo es una casa donde nadie va<br />
El miedo es como un lazo que se apierta en nudo<br />
El miedo es una fuerza que me impide andar</span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#800080;">Medo de olhar no fundo<br />
Medo de dobrar a esquina<br />
Medo de ficar no escuro<br />
De passar em branco, de cruzar a linha<br />
Medo de se achar sozinho<br />
De perder a rédea, a pose e o prumo<br />
Medo de pedir arrego, medo de vagar sem rumo</span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#800080;">Medo estampado na cara ou escondido no porão<br />
O medo circulando nas veias<br />
Ou em rota de colisão<br />
O medo é do Deus ou do demo<br />
É ordem ou é confusão<br />
O medo é medonho, o medo domina<br />
O medo é a medida da indecisão</span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#800080;">Medo de fechar a cara<br />
Medo de encarar<br />
Medo de calar a boca<br />
Medo de escutar<br />
Medo de passar a perna<br />
Medo de cair<br />
Medo de fazer de conta<br />
Medo de dormir<br />
Medo de se arrepender<br />
Medo de deixar por fazer<br />
Medo de se amargurar pelo que não se fez<br />
Medo de perder a vez</span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#800080;">Medo de fugir da raia na hora H<br />
Medo de morrer na praia depois de beber o mar<br />
Medo... que dá medo do medo que dá<br />
Medo... que dá medo do medo que dá</span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inst&aacute;vel]]></title>
<link>http://renatoetc.wordpress.com/2008/07/18/instvel/</link>
<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 02:55:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Renato</dc:creator>
<guid>http://renatoetc.wordpress.com/2008/07/18/instvel/</guid>
<description><![CDATA[- Eu nunca vou ganhar;- Eu não presto;- Não chegarei aos trinta&#8230;
Por que esses tipos de pens]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>- Eu nunca vou ganhar;<br>- Eu não presto;<br>- Não chegarei aos trinta...
<p>Por que esses tipos de pensamentos convivem comigo, me perturbando e muitas vezes me fazendo perder o sono? Em que momento dos meus dezoito anos eu acabei me tornando isso, uma pessoa sem expectativas, reprimida e instável? A culpa é minha, ou de outra pessoa/coisa? Não sei.<br>Só sei que não vou agüentar isso por tanto tempo. Sou fraco.
<p>É, preciso fazer análise.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Se calarem uma voz, mil ouvidos gritarão este silêncio]]></title>
<link>http://nequidnimis.wordpress.com/?p=95</link>
<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 02:01:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>semiramisalencar</dc:creator>
<guid>http://nequidnimis.wordpress.com/?p=95</guid>
<description><![CDATA[E assim começam o regimes totalitários:  a gente se cansa de ser livre, quase sempre reclama com ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">E assim começam o regimes totalitários:  a gente se cansa de ser livre, quase sempre reclama com indignação da sociedade capitalista em que vivemos, da falta de respeito que a TV mostra, com as meninas rebolando alegremente em nanoshortinhos sexys, reclamamos que nosso filho adolescente está conectado direto no computador, que nossa filha fala uma outra língua quando plugada no MSN, enfim, desconfiamos até de nossa sombra e reclamamos de nossa tão recente democracia.</p>
<p>Parece que a gente se esqueçe da vida vigiada... ou gostamos de sofrer. Há pessoas hoje que enaltecem a volta da Censura e da violação de direitos. Estamos tão acostumados a ver um Big Brother que não analisamos, quando pensamos em monitorar a liberdade de expressão e o conteúdo dos sites, as conseqüências que isso pode trazer ao nosso cotidiano. Quando pequenos tememos que nossos pais descubram nossas fraquezas e ao descobrirem nos faça sofrer algum tipo de punição. Ao vir a punição, esta vem sempre sob o argumento de que " é para o nosso próprio bem" . Assim ocorre com a relação oprimido-opressor.</p>
<p>Se pensarmos que com o medo que temos, podemos buscar num poder mais autoritário e mais rígido, a paz e o sossego de que necessitamos, estaremos apenas nos tornando mais fracos. Tal como um pai poderoso e regulador, o opressor pode assumir este papel e nos tornar de oprimidos à protegidos.</p>
<p>Se nos entregamos ao nosso opressor apenas porque não nos acostumamos com as mudanças e com as lutas é porque no fundo acreditamos que somos tão cruéis e tão omissos quanto o próprio opressor, daí tantos desejarem que a censura volte, daí tantos acreditarem que um regime mais centralizador e punitivo poderia ser o fim da violência, o retorno da moral e dos bons costumes, ou seja, medo, medo, medo.</p>
<p>O que se esquecem é que se calarem uma voz, mil ouvidos gritarão o silêncio. Já aconteceu antes, isso eu não temo. Temo sim a mentira deslavada dos políticos, os acordos escusos, os roubos milionários, à extinção das artes e da liberdade do ser humano de reinventar e mostrar para o mundo a maravilha de pensar, amar e se expressar. Censurar a mídia em geral é calar a memória nacional, é sepultar uma jovem democracia. Quem disse que nos interessamos pelos que os jovens têm a dizer.</p>
<p>Um Abraço</p>
<p>Semíramis</p>
<p><a href="http://nequidnimis.files.wordpress.com/2008/07/silencio.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97" src="http://nequidnimis.wordpress.com/files/2008/07/silencio.jpg?w=228" alt="" width="228" height="300" /></a></p>
<p>"Primeiro, mandam-nos calar; depois que calemos nossos filhos</p>
<p>em seguida nos travam o caminhar, nos quebram os ossos., submetendo-nos aos seus caprichos</p>
<p>quando menos esperamos costuram nossos lábios - é o fim de tudo, estamos mortos... "</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pombas!]]></title>
<link>http://vemdonada.wordpress.com/?p=17</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 22:00:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>nanielas</dc:creator>
<guid>http://vemdonada.wordpress.com/?p=17</guid>
<description><![CDATA[Andar pelo centro de São Paulo sempre fora um prazer. Gostava de caminhar observando as pessoas, os]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Andar pelo centro de São Paulo sempre fora um prazer. Gostava de caminhar observando as pessoas, os prédios, imaginando histórias; embora se irritasse um pouco com a sujeira e fedor de mijo humano em alguns pontos – ás vezes não tão escondidos assim. Aquele dia caminhava a trabalho.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Entrou no prédio da prefeitura, local que alguns anos depois abrigaria uma idéia que lhe passou pela cabeça naquele dia. “Poderia ter um concerto da Sinfônica aqui!”. Passeou, olhou e até arriscou entrar no elevador na tentativa de descobrir como funcionam os outros andares, quais são as caras das pessoas que trabalham com e para a prefeita. Nada feito.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Saiu. Parou no farol para decidir se seguia pela Líbero Badaró, a fim de cruzar o Anhangabaú pela tradicional São João, ou se atravessava o viaduto para chegar de vez ao Teatro Municipal. Foi então que um rapaz, que estava parado do outro lado da rua, veio em sua direção. E encarou: “Oi, cheiro de buceta.”!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Ele continuou andando, subindo a rua, como se nada tivesse acontecido. Ela também continuou... parada. Agora, estarrecida. Atravessou a rua rapidamente e ficou olhando, sem reação, para o indivíduo caminhando despreocupadamente rua acima. Esqueceu do trabalho, esqueceu do cigarro, esqueceu do calor, esqueceu da saudade, apenas parou.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> Respirou fundo, num misto de revolta e resignação. Nisso, um senhor do alto de seus 70 e alguns anos, parou na sua frente e fez um barulho que nunca havia ouvido na vida. Daí ficou ali, olhando pra ela, parado, morto. Morto depois do barulho. Poderia ter sido um barulho de “estou morrendo”, mas ele respirava bem – e alto.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Quase desesperada, achando que era folga dos anjos e eles haviam a escolhido como alvo de peripécias nada divinas, entrou no Othon Hotel.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Ah! Agora sim! Othon Hotel do centro, um lugar chique, com elevadores antiqüíssimos, hóspedes importantes, diárias caras, caviar no café-da-manhã, funcionários irritantemente educados... Como é que é? O senhor gerente não sabe onde ficam os elevadores? Seria porque está tão concentrado OLHANDO PROS MEUS PEITOS?!?!?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Andou o mais rápido que pode pra longe daquele cruzamento bizarro. Parou em frente ao Café Girondino, e fumou um cigarro. Chorou um pouco. Não muito. Depois de tudo isso, é capaz de parar um imbecil na sua frente, tirar a camisa e oferecer-lhe o dorso nu cheirando a desodorante barato; e suas absurdas segundas intenções, claro!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Respira...</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Pra tirar a má impressão do dia, resolver comer num restaurante natural nos arredores da Paulista – chega de centro! Comida natural gostosa e um chazinho curam qualquer sentimento de angústia, vergonha e culpa.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Desce até o Emiliano. Está fotografando lobbys para uma pesquisa de locação. Porém, desvirtua-se totalmente quando percebe, debaixo daquele calor infernal, pombas se banhando na água da sarjeta da Oscar Freire, em frente ao tão exclusivo Hotel. Não resistiu! Tirou uma foto, acendeu um cigarro e riu sozinha. Minutos de euforia com a ironia da vida.</span></p>
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<title><![CDATA[Bú]]></title>
<link>http://21gramas.wordpress.com/?p=196</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 21:08:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>21gramas</dc:creator>
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<description><![CDATA[Reflexivos, espelhos ou pronomes, sempre me assustam.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Reflexivos, espelhos ou pronomes, sempre me assustam.</p>
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<title><![CDATA[Pré-Rio]]></title>
<link>http://romahribeiro.wordpress.com/?p=289</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 20:53:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>romahribeiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[De malas prontas para ir ao Rio de Janeiro, último encontro presencial da pós. Depois disso, só p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>De malas prontas para ir ao Rio de Janeiro, último encontro presencial da pós. Depois disso, só para a formatura (!!!). Fófis vai comigo, ela não conhece a cidade. Isso me preocupa, é meio uma baita responsabilidade ter que cuidar da minha mãe enquanto estivermos lá, mas sei que é um sonho que ela irá realizar, então...</p>
<p>Passarei a noite viajando e amanhã pretendo ir ao Cristo Redentor. Veremos.</p>
<p>"Minha alma canta<br />
Vejo o Rio de Janeiro..."</p>
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<title><![CDATA[Um só que faz a diferença]]></title>
<link>http://euemeueu.wordpress.com/?p=103</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 19:52:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>euemeueu</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Assim como toda noite, dei uma boa olhada no espelho para iniciar meu ritual de beleza noturna (sim]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:x-small;color:#ff0000;font-family:Arial;"><img class="alignleft" src="http://www.prolixaporamor.blogger.com.br/espelho%20quebrado.jpg" alt="" width="237" height="224" /></p>
<p><font face="Arial" size="2" color="#ff0000"><span style="color:#993366;">Assim como toda noite, dei uma boa olhada no espelho para iniciar meu ritual de beleza noturna (sim, desde que virei repórter tenho um!). Foi então que percebi um pequeno brilho, mas minha atenção foi desviada por um choro baixinho.</span></p>
<p><span style="color:#993366;">Vi uma garotinha, escondida debaixo da cama, num quarto escuro, assistindo a mais uma briga dos pais. Ela chorava tanto que mal conseguia abrir os olhos, mas chorava em silêncio, tentando salvar seu orgulho.</span></p>
<p><span style="color:#993366;">Quando ela abriu os olhos viu seu pai e padrasto se batendo e então, sem ser avisada, a colocaram num carro e a esconderam: da família, dos amigos, da escola, do mundo.</span></p>
<p><span style="color:#993366;">Quando ela reapareceu tinha 12 anos de idade. Era gorda, feia, desajeitada. Mas era uma ótima menina: tinha muitos amigos, era convidada para todas as festas, era divertida e engraçada. Mas enquanto suas amigas se aventuravam nas terras dos primeiros beijos, ela era rejeitada por qualquer menino.</span></p>
<p><span style="color:#993366;">Então, retirou-se em um ostracismo social, marcado pelo som de suas lágrimas mudas e duras. Viveu no escuro até cansar de chorar.</span></p>
<p><span style="color:#993366;">Voltou à sociedade linda, deslumbrante e orgulhosa. Era sua vez de se divertir e logo aprendeu o poder da sedução. Não houvesse quem lhe escapasse e o poder subiu-lhe à cabeça.</span></p>
<p><span style="color:#993366;">Subiu tanto que ela pouco se importou quantas pessoas magoou, por cima de quem passou. Tão pouco ligou para sua saúde: bulimia e princípio de anorexia lhe renderam sua primeira paixão e, então, quando se curou, seu coração foi estraçalhado!</span></p>
<p><span style="color:#993366;">Nesse caminho ela sofreu abusos, indiferença, hostilidade, humilhações. Umas eram conseqüência dos seus atos, outras lhe eram dadas gratuitamente.</span></p>
<p><span style="color:#993366;">Um filho perdido, amores perdidos, orgulho perdido, família perdida... ela se perdeu! Ela chorou. Ela gritou. Gritou até perder o ar. Quase desfalecida, alguém a segurou pela anelar direito e ela ficou bem. Bem como nunca mais foi, feliz de verdade com o amor da sua vida.</span></p>
<p><span style="color:#993366;">Mas essa pobre menina fora criada às avessas: não lhe foi ensinado que o que ela tinha era pouco para ela, mas sim que ela nunca seria boa o bastante para tudo que tinha, na versão de sua mãe. Então a garotinha aprendeu a arte da auto-sabotagem, da autodestruição.</span></p>
<p><span style="color:#993366;">Tornou-se Ph.D e tudo que lhe parecia bom demais, seu cérebro processou como algo a ser excluído. Portanto, seu subconsciente tornou-se mais forte que ela mesma.</span></p>
<p><span style="color:#993366;">E assim foi construindo os alicerces de sua vida: seu padrasto morreu, sua família dissolveu-se, o poder aquisitivo diminuiu, sua mãe surtou (de vez) e ela tentou não se importar. Criou seu próprio mundinho por meio de personagens, reais e fictícios.</span></p>
<p><span style="color:#993366;">Erros demais, caprichos demais, estragos demais, ego demais, vícios demais, escolhas erradas demais, sedução de mais, vidas para administrar demais, poder demais... Ah, se eu conseguisse assistir esses relances bem detalhadamente teriam se passado muito mais do que 10 anos.</span></p>
<p><span style="color:#993366;">Mas voltando à mim: aquele brilho estreante no meu pequeno ritual era um enorme fio de cabelo branco; um único, mas tão comprido e iluminado que saltava aos olhos.</span></p>
<p><span style="color:#993366;">E, então, meus 25 anos, 5 meses e 4 dias pareceram pesados demais. Fechei meus olhos até tudo ficar escuro e senti, novamente, o sabor amargo de minhas lágrimas mudas, esperando que meu orgulho ressurgisse...</span></p>
<p></font></span></p>
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<title><![CDATA[Quando eu crescer]]></title>
<link>http://coracional.wordpress.com/?p=8</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 08:39:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>coracional</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8230; talvez eu ganhe o mundo
&#8230; talvez eu vença as ruas
&#8230; talvez eu seja bailarina
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:center;">... talvez eu ganhe o mundo</div>
<div style="text-align:center;">... talvez eu vença as ruas</div>
<div style="text-align:center;">... talvez eu seja bailarina</div>
<div style="text-align:center;">... talvez eu seja atriz de cinema</div>
<div style="text-align:center;">... talvez eu seja cientista</div>
<div style="text-align:center;">... talvez eu seja professora</div>
<div style="text-align:center;">... talvez eu seja freira</div>
<div style="text-align:center;">... talvez eu seja médica</div>
<div style="text-align:center;">... talvez eu seja esportista</div>
<div style="text-align:center;">... talvez eu seja... sei lá...</div>
<div style="text-align:center;">... talvez nem seja...</div>
<div style="text-align:center;">talvez seja mesmo</div>
<div style="text-align:center;">coisa alguma...</div>
<div style="text-align:center;">... mas com certeza serei</div>
<div style="text-align:center;">dona</div>
<div style="text-align:center;">de mim.</div>
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</item>
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<title><![CDATA[&gt; Quem tem medo de ser feliz para sempre? [Artigo]]]></title>
<link>http://sociedadedepsicologia.wordpress.com/?p=36</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 22:42:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>sociedadedepsicologia</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Hoje ouvi numa estação de rádio local uma locutora dizer, acertadamente, que o medo de assumir o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a title="Cama ao centimetro" href="http://subproduto.wordpress.com/files/2008/01/bed.jpg"><img src="http://subproduto.wordpress.com/files/2008/01/bed.jpg" alt="Cama ao centimetro" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Hoje ouvi numa estação de rádio local uma locutora dizer, acertadamente, que o medo de assumir o compromisso e a relação é algo cada vez menos exclusivo dos homens, e cada vez mais partilhado pelas mulheres.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela terminou deixando no ar uma frase que eu achei interessante: “Parece que hoje em dia, há quem tenha medo do lobo mau, e há também quem tenha medo de ser feliz para sempre.”.</p>
<p style="text-align:justify;">Como mulher perguntei-me... Será que este comportamento foi uma aprendizagem, uma reacção ao comportamento deles? Ou será que este é o destino de todos aqueles, que alcançando por fim a sua autonomia como ser humano, têm-na como tão pouco certa, que não arriscam a entrega que o amor implica?</p>
<p style="text-align:justify;">Inclinei-me para a segunda hipótese. E pensei ainda, que este hábito de buscar perfeições que não existem, de não tolerar alterações ao nosso cenário, é apenas uma boa forma de justificar o risco que não se assume e, consequentemente, adiar a partilha do “nós”.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;"><strong><span>Catarina Santos</span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;">Psicóloga Clínica</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;">Psicoterapeuta Psicanalítica</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;">Directora Técnica e Coordenadora da Equipa Psicopedagógica da Instituição A Casa Amarela.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Calmaria?]]></title>
<link>http://quandoonde.wordpress.com/?p=13</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 18:26:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>quandoonde</dc:creator>
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<description><![CDATA[passa passa&#8230; o tempo passa&#8230; Nada de chegar! O e-mail, claro.. num chega num volta, num r]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>passa passa... o tempo passa... Nada de chegar! O e-mail, claro.. num chega num volta, num recebi! E por que? sera que a diversao ta tao divertida? sera que num ta dando tempo? talvez tenha sofrido uma pane, ou perdeu o celular... mas num respondeu. enfim, ontem rolou banho de sal grosso: xô uruca! e rezei bastante pra sair dessa mare... hj to mais calminha... amanha rola almocito com outros, mas eh trabalho...mas do tipo que vem com uma puta vista! :) enfim: semana rolando na calmaria..por enquanto nenhum sonho maluco, por enquanto nehuma urgencia, por enquanto... mas que eu to checando o mail de 5 em 5 eu to messssmo... capaz de chegar alguma coisa, ué...</p>
]]></content:encoded>
</item>

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