a bunda verde, escândalo da noite, alarga o riso e o sal da madrugada. o sal da alma traveste-se em quesitos de uma avenida torpe, resvalada de merdas e detritos e fosse eu a última morada a claudicar… mais →
Romério RômuloFênix wrote 2 months ago: a bunda verde, escândalo da noite, alarga o riso e o sal da madrugada. o sal da alma traveste-se em … more →
Fênix wrote 3 months ago: acaso na manhã velada ter a matéria de imprimir avesso soltar o cão de asa, uma só fala em extinguir … more →
Fênix wrote 5 months ago: e tal beleza flui teu corpo cru que nego-me a revê-la de manhã. a tua assaz tamanha reticência é um … more →
Fênix wrote 7 months ago: teu encanto é de pedra. teu olho, a paridade do ovo. teu caminho, o lastro do espaço. se vieres, dir … more →
Fênix wrote 8 months ago: 1. posso envernizar minha paixão. posso dar-lhe uma nesga de brilho, poli-la como aos sapatos burgue … more →
Fênix wrote 10 months ago: a pedra que repousa no meu olho carrega o mastro da noite … more →
Fênix wrote 10 months ago: sempre carrego um rio. margens de atropelo, ilhotas ávidas conduzem a água apertada. sobra-lhes um d … more →
Fênix wrote 10 months ago: avó alice tinha como lide mostrar-se sempre em traços de senhora. pisar terras, deixar gados, ancest … more →
Fênix wrote 10 months ago: manhã flagelada do destino, marcas de dedo em sua nuca podre fazem banana e tempo serem unos. o mel … more →
Fênix wrote 1 year ago: travado em pergaminho e vilarejo um hábito de luz corrói seu tempo. o meu extrato de pedra, a minha … more →
Fênix wrote 1 year ago: o tumulto do corpo pode ausências. calar tem por demais, arrefecido instante da manhã chamado vento. … more →
Fênix wrote 1 year ago: sou, por meus inteiros, vários. minhas frações se fazem de repente. o olho, de inteiro e faces, diss … more →
Fênix wrote 1 year ago: rio acima duas canções se fazem. alargado meu peito desfalece. que arcos hão de vir, sombriamente, f … more →
Fênix wrote 1 year ago: 1. túrgida e ventada manhã, toda ela acesa. duro ranço da noite. em verdade martelos são macios se l … more →
Fênix wrote 1 year ago: declaro: carrego no braço os meus rebanhos, o cabresto de toda adjacência, a sobra mais latente de u … more →
Fênix wrote 1 year ago: há um relato de voz naquela voz, tão retorcida voz, toda ela espanto. o corpo que é voz tem um esgar … more →
Fênix wrote 10 months ago: se tua manhã fosse avessa nem moitas lhe sobravam. o mais breve dos anjos tem um justo sono. … more →
jguilherme wrote 11 months ago: “Quando nós podemos gritar, ao invés de murmurar?” O estado bruto da matéria. O sistema … more →
Fênix wrote 1 year ago: Sebastião Nunes A poesia é a mais difícil das artes da palavra. Difícil de escrever, difícil de ler … more →