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	<title>mas-heim &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/mas-heim/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "mas-heim"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 21:27:40 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Mas heim? - Zona Punk Girls Tour]]></title>
<link>http://iamnotarockstar.wordpress.com/?p=14</link>
<pubDate>Fri, 09 May 2008 23:50:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>saymynamebitch</dc:creator>
<guid>http://iamnotarockstar.pt-br.wordpress.com/2008/05/09/mas-heim-zona-punk-girls-tour/</guid>
<description><![CDATA[O site Zona Punk, que não é exclusivamente sobre punk rock, lança o projeto Zona Punk Girls Tour,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O site <a href="http://zonapunk.com.br">Zona Punk</a>, que não é exclusivamente sobre punk rock, lança o projeto Zona Punk Girls Tour, semelhante ao Vans Zona Punk Tour, só que só com bandas de garotas. Inicialmente, antes da divulgação das escolhidas, eu achei que entrariam nessa algumas bandas realmente importantes na cena do rock feminino brasileiro, tipo Dominatrix, mas me enganei e MUITO.</p>
<p>As bandas foram divulgadas e lá fui eu atrás das que eu ainda não conhecia, terminei constatando o seguinte: QUANTA PORCARIA! Nisso ficou uma dúvida na minha cabeça, essa tour é pra arrecadar grana ou pra abrir espaço pra "cena" feminina? Se for pra arrecadar uma graninha e levar algumas bandas pra dar um rolé por aí, parabéns Zona Punk, o objetivo vai ser cumprido, mas escolheram mal , heim.</p>
<p>Chega a dar vergonha ser mulher e ter essas bandas como representantes:</p>
<p><strong><a href="http://www.myspace.com/hyfymusic">Hy-FY</a></strong> - "HardcorePopUnderground"  (ui, mamãe, sou underground, ae!)<br />
<em>"É diferente de tudo o que você já viu, e ouviu até hoje. A melodia do Pop somada com a energia do Hardcore fazem a HY-FY ser uma banda com uma sonoridade única e marcante."</em><br />
Como assim diferente de tudo que eu já ouvi? Quanta pretensão pra uma banda que é só mais uma nesse saco de bandas iguais que estão surgindo. É que nem todas essas bandinhas de chatinhas e melódicas, só que com uma garota cantando. As letras são totalmente fáceis de adivinhar e as guitarras soam totalmente clichês.</p>
<p><strong><a href="http://www.myspace.com/rocklipstick">Lipstick</a></strong> - Eu tenho uma tremenda implicância com essa banda, sério. Totalmente medíocre, pop melado e chiclete. É o NxZero de garotas. Ou talvez uma versão ruim de Luxúria. A típica banda de meninas que se produzem pra balançar o cabelo de um lado pro outro e gritar "uhul!". Preparem-se, daqui a pouco elas viram figurinha da MTV.</p>
<p><a href="http://www.myspace.com/condessasafira"><strong>Condessa Safira</strong></a> - É a melhor das bandas da tour. A parte instrumental é muito boa, tem uma pegada de rock bem legal, um pouco garageiro, inclusive. O vocal da Jups parece um pouco estranho (estranho de diferente, não de ruim) e talvez soasse melhor se fosse inglês, eu pagaria pra vê-los ao vivo, aposto que fazem um show empolgante. Pra alguns talvez valha a pena ouvir. Anyway, recomendo!@!</p>
<p><a href="http://www.myspace.com/bandakilli"><strong>KiLLi</strong></a> - KiLLi já é nome conhecido, tem lá sua marca na cena feminina, mas pra mim é só outro grupo de pop-melado que acha que faz hc. O baixista deles é bom, mas e daí? Vocal chato, letras bocós e mais uma banda igual.</p>
<p><a href="http://www.myspace.com/bandamixtape"><strong>Mixtape</strong></a> - Ao contrário da banda KiLLi, Mixtape é recém-nascida. A típica banda de meninas que se produzem pra balançar o cabelo de um lado pro outro e gritar "uhul!". Preparem-se, daqui a pouco elas viram figurinha da MTV. Déjà vu? Que vocalista chata, meu deus, alguém sufoca essa menina com uma bola de meia, por favor!</p>
<p><a href="http://www.myspace.com/fakenumber"><strong>Fake Number</strong></a> - Hahahahahaha, eu não dei conta, assim que eu entrei no myspace deles eu tive uma bela duma crise de riso com a foto. Que coisa mais ridícula, parecem crianças de 12 anos se fantasiando. Eles preencheram o campo influências assim: <em>"Paramore, Avril Lavigne, Plus 44, Rufio e etc.."</em> Já dá pra ter uma idéia da desgraça, né???</p>
<p>Tá fácil fazer rock, né? Pega uma guitarra, taca um distorçãozinha, faz um tupátupá na bateria, umas letras de pré-púbere apaixonada e você está pronto pra fazer sucesso com essa corja de adolescente de mau gosto. Será que alguém pode me dizer o que esse pessoal entende por Hardcore? É isso que quase todas as bandas dizem fazer, mas a única coisa que eu percebi foi um grude musical. Só faltou chamarem a Pitty pra essa palhaçada. Bom, convenhamos que é isso que a galerinha tá ouvindo, é isso que os atuais freqüentadores do Hangar querem ver, mas por favor. </p>
<p>Se eu fosse fazer algo com o intuito de ser a primeira turnê feminina do Brasil eu chamaria uma galera mais responsa. Aliás, taí o meu lineup pra uma tour com esse nome e desse naipe:</p>
<p>-Dominatrix (não achei nenhum myspace, trama virtual ou semelhante)<br />
-<a href="http://www.myspace.com/thebiggsrock">Biggs</a><br />
-<a href="http://www.myspace.com/hatsrock">Hats</a><br />
-<a href="http://myspace.com/cinica">Cínica</a><br />
-<a href="http://www.myspace.com/lasdirces">Las Dirces</a><br />
-<a href="http://www.myspace.com/lunettes">Lunettes</a></p>
<p>E olha que eu tive dificuldade pra montar um lineup só com 6, tem muuuuuuuita banda melhor que as escolhidas pelo Zona Punk. Ah, sim, não esqueçamos de que o critério de crítica e escolha utilizado nesse post se baseia única e exclusivamente no MEU gosto musical, no MEU senso e no MEU entendimento de música. É a minha opinião, não concorda? Faça a sua própria lista, defenda alguma das bandas, vá catar coquinho ou então ignore, ora bolas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cine Falcatrua: Como assim?]]></title>
<link>http://cinefalcatrua.wordpress.com/2006/12/05/resume/</link>
<pubDate>Wed, 06 Dec 2006 01:40:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>cinefalcatrua</dc:creator>
<guid>http://cinefalcatrua.pt-br.wordpress.com/2006/12/05/resume/</guid>
<description><![CDATA[1) O Cine Falcatrua é um projeto de extensão da Universidade Federal do Espírito Santo que busca ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">1) O Cine Falcatrua é um projeto de extensão da Universidade Federal do Espírito Santo que busca repensar a indústria cinematográfica através do uso de tecnologias digitais, e problematizar a distribuição e exibição audiovisual dentro de uma nova ecologia de mídias.</p>
<p>2) O Cine Falcatrua é uma sala de projeção nômade, que utiliza equipamentos caseiros – CPUs obsoletas, datashow, amplificadores Marshall, uma tela branca e cabos, muitos cabos – para emular o funcionamento de um circuito cinematográfico convencional. Desde o início de 2004, ele exibe filmes baixados da Internet em sessões semanais gratuitas, já tendo atingido um público direto de mais de 30000 pessoas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"> 3) O Cine Falcatrua é um grupo que – produzindo, distribuindo e exibindo filmes – pretende colocar diversas mídias umas contra as outras, subvertendo-as e potencializando-as. Essa prática já foi chamada de mídia-artivismo e outros nomes feios, mas não está longe do que é o Cinema em sua forma mais pura, a invenção humana.<br />
<!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">E, quando falamos em Cinema, o que está em jogo não são discussões conceituais sobre a produção ou o significado dos filmes, e sim questões práticas normalmente deixadas de lado. O que fazer com um filme depois que ele é terminado? Como fazê-lo chegar aos espectadores? Qual a influência do tecido social nos critérios das distribuidoras? Qual o lugar ocupado pelas salas de projeção no espaço urbano?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A atuação do Cine Falcatrua se baseia em sessões ordinárias de exibição cinematográfica, gratuitas e semanais. O projeto já organizou sessões em salas de cinema, quadras de esporte, auditórios, galerias de arte, inferninhos <em>indie</em> e até em um baile funk.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Mostras Falcatrua de Conteúdos Livres (2004-)</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">As Mostras Falcatrua de Conteúdos Livres comportam produções de diversos países e gêneros, obtidas através da Internet, livres para a difusão e exibição sem fins-lucrativos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O objetivo desta programação é principalmente levantar o debate sobre as relações entre tecnologias digitais e produção cinematográfica, oferecendo uma vitrine transparente do poder que a Internet pode fazer para o audiovisual atingir seu termo - isto é, o público.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Durante a mostra, são distribuídas cartilhas com as URLs onde as obras podem ser obtidas, além de instruções sobre como montar um própria exibição cinematográfica utilizando equipamentos caseiros – um convite para que o público se torne também curador.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Mostras desse gênero já foram realizadas no II Festival do Livre Olhar (RS, 2005), no Museu de Arte do Espírito Santo (ES, 2005), no III Fórum de Software Livre da Bahia (BA, 2006), no Cultura Livre: Processos e Conteúdos (SESC Consolação, SP, 2006), no II Encontro Mineiro de Software Livre (MG, 200¨), e no Piksel06 (Bergen Center for Electronic Arts, Noruega, 2006).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Agosto Cinema Clube (2005-)</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O “festival de discutir cinema no bar”, já em sua segunda edição, joga com as tensões entre espaços e discursos cinematográficos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Quatro cinéfilos tarimbados são convocados a fazer a <em>curadoria subjetiva</em> das sessões do Falcatrua do mês de Agosto. Eles devem escolher um filme de suas videotecas pessoais, um daqueles que tenha marcado suas vidas – sinalizado o primeiro beijo, a descoberta do cinema, uma separação dolorosa.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Daí, superando a parcialidade, cada um escreve uma crítica a ser publicada no jornal do dia, e apresenta o filme antes de sua projeção. Depois, é convidado para ir ao bar junto com o público espectador, e discutir a obra no calor do momento, com base nos gostos e achismos de cada um.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A intenção do Agosto foi controverter a tradicional prática cineclubista de “debater o filme”, forçando-a aos seus dois extremos: o discurso unilateral do <em>expert </em>e a saudável balbúrdia apaixonada.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Festival de Baixa Resolução (2005-)</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Festival competitivo para vídeos de Internet – em salas de cinema de verdade. Buscava delinear o gênero através do choque entre o conteúdo desautorizado da rede e a atmosfera hiper-autorizada da Instituição Cinematográfica.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O Festival de Baixa Resolução procurou aplicar o paradigma de distribuição de vídeos na web à estrutura de um festival de cinema. Até o dia da exibição, tudo aconteceu <em>online</em>: da distribuição do regulamento (por listas de discussão) ao recebimento dos vídeos (via e-mail). A divisão de categorias foi feita por <em>kilobytagem</em> – medida que, como a metragem, também se refere a certo tipo de volume.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Os competidores não precisavam ser autores das obras inscritas. Segundo o próprio regulamento, eles apenas se responsabilizavam pela inscrição. No caso de mais de uma pessoa enviar a mesma obra, ela passava a ser de responsabilidade coletiva. Por isso, apesar da participação de alguns vídeos autorais, podemos dizer que a verdadeira disputa foi entre diferentes <em>prospecções</em> da rede.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Mostra do Filme Livre (Mesmo!) (2006)</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Apanhado de material das Mostras Falcatrua de Conteúdos Livres, preparado para o I Festival Multimídia de Conteúdos Livres do país, dentro do <strong>7º Fórum Internacional de Software Livre</strong>. Sua programação pretendia acabar com a idéia de que liberdade criativa seja uma noção única e indiscutível. As obras que compõem a Mostra, embora sejam todas “livres”, foram licenciadas das mais diversas formas – algumas das quais refletem propostas conflitantes para um novo direito autoral, inclusive no conteúdo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Festival CortaCurtas (2006-)</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Festival de cinema expandido e aos pedaços, realizado em paralelo às exposições do programa <strong>Rumos Itaú Cultural Artes Visuais 2005-2006</strong>. <em>Expandido</em> porque não se deixa limitar por suporte ou gênero. <em>Aos pedaços</em> porque é assim que os filmes aparecem na tela do festival: picotados.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">No CortaCurtas, o controle das exibições não está nas mãos de quem paga ou de quem planeja, mas de quem opera as máquinas. Como na época do primeiro cinema, é o projecionista que decide o que passar e como passar. O festival busca evidenciar que não apenas o modo de fazer o filme se digitalizou, mas o próprio consumo de cinema pode obedecer a um novo paradigma.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Foram realizadas sessões regulares dentro do programa Rumos, no Instituto Itaú Cultural (SP) e no Paço Imperial (RJ). Além disso, o CortaCurtas aconteceu excepcionalmente no nightclub Fosfobox (Rio de Janeiro, RJ), na sala Humberto Mauro (Belo Horizonte, MG), no Beco do Rato (Rio de Janeiro, RJ) e no Teatro Carmélia de Souza (Vitória, ES). O festival também já foi para Belém e Goiânia.<strong><br />
</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>PIY (2006)</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Obra preparada para a exposição <strong>Die Kunst erlöst uns von gar nichts </strong>(AAC Gallerie Weimar). Consiste em uma série de instruções enviadas por email, que deveriam ser seguidas pela equipe de montagem da exposição para confecção da obra, reunindo arquivos encontrados pela Internet. A correta execução das instruções obrigava a equipe a incorrer em uma série de pequenos delitos e quebras de copyright contra filmes e softwares.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>KinoArcade (2006)</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">KinoArcade é uma mostra de curtas, mas também é um cine-campeonato de fliperama. Os famosos machinimas, filmes feitos com engines de games 3D, se confundem com partidas disputadas ao vivo no telão, testando os limites do jogo como ferramenta de criação e como espetáculo cinematográfico. Evento organizado como parte do <strong>2º Game_Cultura – Passando de Fase</strong> (SESC Pompéia).</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As Farse : RECALL!]]></title>
<link>http://cinefalcatrua.wordpress.com/2006/12/01/asfarse-faq/</link>
<pubDate>Fri, 01 Dec 2006 12:34:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>cinefalcatrua</dc:creator>
<guid>http://cinefalcatrua.pt-br.wordpress.com/2006/12/01/asfarse-faq/</guid>
<description><![CDATA[
Repeats Itself As Farse : FAQ-Regulations
International Video Exhibition – Urban Intervention
Apr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://static.flickr.com/99/311051912_33f6dcd80a.jpg?v=0" align="middle" border="0" height="95" width="450" /></p>
<p><strong>Repeats Itself As Farse : FAQ-Regulations</strong><br />
International Video Exhibition – Urban Intervention<br />
April 2007 – Vitória/ES – Brazil</p>
<p><strong>What is Repeats Itself as Farse?</strong></p>
<p>It is a video exhibition, to be held in a conventional projection space, with a big screen and such. It is also a seminar about the complex relationships between space, image and consumption, involving researchers, artists and even more interesting people.</p>
<p><strong>What kind of work can participate?</strong></p>
<p>Audiovisual records of urban interventions, in any format (MiniDV, super8 film, mpeg files, etc). By urban intervention, we mean critical and creative interferences in the public space of the city.</p>
<p><strong>Can I send you an urban intervention proposal?</strong></p>
<p>If in form of an audiovisual record, be welcome. But we will not provide space nor the necessary infrastructure for whoever wants to make urban interventions during the event.</p>
<p><strong>Can I send you video-art or documentaries about the city?</strong></p>
<p>At first, no. But the boundaries between audiovisual records, video-art and documentaries can be very thin – that’s one of the points we want to speculate about. So, if you think your work fits in the exhibition, please send it. Surprise us.</p>
<p><strong>By submitting a work to the exhibition, what kind of commitments am I assuming?</strong></p>
<p>You are giving us the authorization to exhibit your work during the seminar-exhibition and its occasional development.</p>
<p><strong>And you?</strong></p>
<p>We’ll provide a place for everyone who comes to the seminar-exhibition stay. If you can’t come, we’ll send you the event’s catalog by mail.</p>
<p><strong>How can I submit my work?</strong></p>
<p>We are accepting videos up to <strong>10 minutes</strong>. Send a DVD copy of the work until <strong>January 19th 2007</strong> to the following address:</p>
<blockquote><p><strong>Cine Falcatrua – Se Repete Como Farsa</strong><br />
Caixa Postal 010006<br />
Vitória/ES<br />
ZIP 29001-970<br />
Brazil</p></blockquote>
<p>Informations for the catalog (artist’s statement, technical data, hi-res pictures, etc) can be sent to <em>comofarsa[at]gmail.com</em>, subject “Repeats Itself As Farse – Call for Works”.</p>
<p><strong>Where’s the other call for works? It was so poetical/ confusing!</strong></p>
<p><a href="http://cinefalcatrua.wordpress.com/2006/11/01/comofarsa-eng">Here</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como Farsa : FAQ-REGULAMENTO]]></title>
<link>http://cinefalcatrua.wordpress.com/2006/12/01/como-farsa-faq-regulamento/</link>
<pubDate>Fri, 01 Dec 2006 12:21:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>cinefalcatrua</dc:creator>
<guid>http://cinefalcatrua.pt-br.wordpress.com/2006/12/01/comofarsa-faq/</guid>
<description><![CDATA[
O que é Se Repete Como Farsa?
É uma mostra de vídeo-registro, a ser realizada em um espaço de p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://static.flickr.com/99/311051912_33f6dcd80a.jpg?v=0" align="middle" border="0" height="95" width="450" /></p>
<p><strong>O que é Se Repete Como Farsa?</strong></p>
<p>É uma mostra de vídeo-registro, a ser realizada em um espaço de projeção convencional, com telão, essas coisas. Também é um seminário sobre as complexas relações entre espaço, imagem e consumo, com a participação de pesquisadores, artistas e pessoas ainda mais interessantes.</p>
<p><strong>Afinal, o que pode participar?</strong></p>
<p>Registros audiovisuais de intervenções urbanas, em qualquer suporte (MiniDV, película super8, arquivo mpeg, etc). Por intervenções urbanas, entendam-se interferências críticas e criativas no espaço público da cidade.</p>
<p><strong>Posso enviar uma proposta de intervenção urbana?</strong></p>
<p>Se for em forma de vídeo-registro, num esquema meio arte conceitual, é claro. Mas nós não prevemos espaço nem daremos qualquer suporte para quem quiser fazer intervenções urbanas durante o evento.</p>
<p><strong>Posso enviar vídeoarte ou documentários sobre a cidade?</strong></p>
<p>A princípio, não. Mas os limites entre vídeo-registro, vídeoarte e documentário podem ser tênues – essa é uma das coisas que queremos colocar em questão. Por isso, se você acha que seu trabalho se enquadra, pode mandá-lo. Quem sabe você não nos surpreende?</p>
<p><strong>Ao enviar uma obra para o evento, que tipo de compromisso estou assumindo?</strong></p>
<p>Você está nos dando autorização para exibir a sua obra durante a mostra-seminário e seus eventuais desdobramentos.</p>
<p><strong>E vocês?</strong></p>
<p>Nós nos dispomos a arranjar hospedagem para os participantes que quiserem vir à mostra-seminário. Quem não puder, vai receber o catálogo do evento pelo correio.</p>
<p><strong>Como faço para enviar uma obra?</strong></p>
<p>São aceitos vídeos com duração de até <strong>10 minutos</strong>. Envie uma cópia em DVD do material até dia <strong>19 de Janeiro de 2007</strong> para o endereço:</p>
<blockquote><p><strong>Cine Falcatrua – Se Repete Como Farsa</strong><br />
Caixa Postal 010006<br />
Vitória/ES<br />
CEP 29001-970<br />
Brasil</p></blockquote>
<p>Eventuais informações para catálogo (ficha técnica, sinopse, fotos, etc), podem ser enviadas para o email <em>comofarsa[em]gmail.com</em>, com o assunto “Se Repete Como Farsa – Inscrição”.</p>
<p><strong>Onde está aquela outra chamada de trabalhos, poética/confusa?</strong></p>
<p><a href="http://cinefalcatrua.wordpress.com/2006/11/01/comofarsa-chamada">Aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://cinefalcatrua.wordpress.com/2006/09/15/4/</link>
<pubDate>Fri, 15 Sep 2006 10:39:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>cinefalcatrua</dc:creator>
<guid>http://cinefalcatrua.pt-br.wordpress.com/2006/09/15/4/</guid>
<description><![CDATA[O Cine Falcatrua trabalha na fronteira entre o ambiente hiper-autorizado do cinema e a ecologia flui]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Cine Falcatrua trabalha na fronteira entre o ambiente hiper-autorizado do cinema e a ecologia fluida das novas mídias.</p>
]]></content:encoded>
</item>

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