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	<title>mario-quintana &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/mario-quintana/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "mario-quintana"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 06:31:33 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo!]]></title>
<link>http://paraeliane.wordpress.com/?p=56</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 06:15:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>teencontrar</dc:creator>
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<description><![CDATA[Você escreveu:
Pensamentos de Immanuel Kant
A amizade é semelhante a um bom café; uma vez frio, n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-decoration:underline;"><em><span style="font-size:1px;"><a href="http://farm4.static.flickr.com/3032/2573345623_0e341cd2fa_o.jpg" target="_blank"><em><img class="alignright" style="border:0;margin:1px 5px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3032/2573345623_ef5b68c338_m.jpg" alt="Mais um lindo desenho seu publicado naquela revista na década de 80" width="200" height="240" /></em></a></span>Você escreveu:<span style="font-size:1px;"><a href="http://farm4.static.flickr.com/3032/2573345623_0e341cd2fa_o.jpg" target="_blank"><em></em></a></span></em></span></p>
<p><em>Pensamentos de Immanuel Kant<br />
</em><em><strong><span style="color:#003366;">A amizade é semelhante a um bom café; uma vez frio, não se aquece sem perder bastante do primeiro sabor.</span></strong></em></p>
<p><em>mas ele disse tbm...</em></p>
<p><em><span style="color:#003366;"><strong>A sabedoria das mulheres não é raciocinar, é sentir.<br />
</strong></span></em><em>Isso eu discordo, em parte. Afinal não estamos no século XVIII...</em></p>
<p><em>Tem coisas, que embora belas e intemporais, são impraticáveis.</em></p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Eu respondi:</span></p>
<p>Nada se compara à amizade; nada se compara à paixão; nada se compara ao amor. Eles são únicos.</p>
<p>Prefiro ir de Fernando Pessoa, quando se refere à esperança e aos perigos da vida:<br />
<span style="color:#003366;"><strong>Valeu a pena? Tudo vale a pena<br />
Se a alma não é pequena.<br />
Quem quer passar além do Bojador<br />
Tem que passar além da dor.<br />
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,<br />
Mas nele é que espelhou o céu.</strong></span></p>
<p>Minha amada<br />
Prefiro ainda Mário quintana, que diminui Kant quando afirma:<br />
<strong><span style="color:#003366;">O tempo não pára! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo!</span></strong></p>
<p>Minha mulher<br />
Ao invés de Kant, acredite em Clarice:<br />
<strong><span style="color:#003366;">Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.</span></strong></p>
<p>Enfim, Kant diz "mulheres" quando deveria falar em "artistas". Sua incrível sensibilidade às vezes atrapalha seu raciocínio. Minha musa, acredite... sou sob medida para os carinhos seus; se ajeite comigo e dê graças a Deus! (Ah, esse Chico!).</p>
<p>Não quero te forçar a nada.</p>
<p>Mas, devias vir...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A arte de viver]]></title>
<link>http://samacc.wordpress.com/?p=267</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 23:05:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>samacc</dc:creator>
<guid>http://samacc.wordpress.com/?p=267</guid>
<description><![CDATA[


A arte de viver é simplesmente a arte de conviver ... simplesmente, disse eu? 
Mas como é difí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong><img class="aligncenter size-medium wp-image-266" src="http://samacc.wordpress.com/files/2008/07/imagem21.jpg?w=300" alt="" width="300" height="300" /></strong></p>
<h4 style="margin:0;">
<blockquote>
<pre style="text-align:center;margin:0;"><em>A arte de viver é simplesmente a arte de conviver ... simplesmente, disse eu? </em></pre>
<pre style="text-align:center;margin:0;"><em>Mas como é difícil!</em></pre>
</blockquote>
</h4>
<pre class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span class="aut1"><span> </span></span><span class="aut1">* <strong>Mário Quintana</strong> * </span></pre>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Viagens - Jacqueline de Cássia ]]></title>
<link>http://bancodavitoria.wordpress.com/?p=41</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 15:58:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>resolveagora</dc:creator>
<guid>http://bancodavitoria.wordpress.com/?p=41</guid>
<description><![CDATA[
Viagens
Por Jacqueline de Cássia 
Oi caros leitores, me chamo Jacqueline e vivi muito bem até a m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;   &#60;![endif]--></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;">Viagens</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><strong><span style="font-family:Arial;">Por Jacqueline de Cássia </span></strong><a href="http://bancodavitoria.wordpress.com/files/2008/07/jaque1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-46" src="http://bancodavitoria.wordpress.com/files/2008/07/jaque1.jpg?w=137" alt="" width="137" height="253" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Oi caros leitores, me chamo Jacqueline e vivi muito bem até a minha adolescência nesse lugar único que é o Banco da Vitória.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;">
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">O tema VIAGEM que vamos abordar tem muito que falar, aprender, aprender e aprender.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Aqueles que me conhecem e os que não me conhecem, quero dizer que está sendo um grande prazer participar desse projeto que irá me dá a oportunidade de contar e também aprender com vocês sobre as viagens que já fiz e as que iremos fazer juntos.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;">
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Sim, convido a todos a participar das viagens. Que tal sugerir lugares por onde vamos viajar? Informações, curiosidades, linguagens que são sotaques muito diversos desse Brasil tão nosso! Com isso, iremos interagir e teremos oportunidade de conhecer várias situações que muitas vezes não temos acesso e gostaríamos muito de conhecer.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;">
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Se não passei por lugares que queiram essas informações, vou pesquisar e com certeza revelo tudo que conseguir saber.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;">
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">São várias as passagens que posso falar e também contar as grandes experiências vividas por mim nessa opção que fiz e que afirmo: foi a melhor escolha na minha vida! Viajar, viajar e viajar! </span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Foi, é e sempre será gratificante pro meu aprendizado. Espero com a ajuda de todos nós termos momentos deliciosos nos contatos que faremos a partir desse hábito tão prazeroso que é a leitura.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;">
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Gosto de entretenimento nas leituras que faço e por esse motivo deixo pra vocês uma poesia do Mário Quintana para despertar a fantasia, para ver com olhos de primeira vez, para perceber a arte, para chegar mais perto dos poetas, para notar diferenças, para alimentar mistério, para reparar, para mirar no espelho, para seguir em frente, para ler em boa companhia, para clarear sentimento, para provocar inquietudes, para amansar o coração, para dar corda na preguiça, para suspeitar, para aproveitar todo e qualquer percurso e para viver com POESIA.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;">
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Para Viver com Poesia – Mário Quintana – Editora Globo – 118 páginas</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;">
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">PARA LEVAR A INFÂNCIA A SÉRIO</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">As crianças não brincam de brincar. Brincam de verdade...</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Triste de quem não conserva nenhum vestígio da infância...</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Vocês já repararam no olhar de uma criança quando interroga? A vida, a irrequieta inteligência que ela tem? Pois bem, você lhe dá uma resposta instantânea, definitiva, única – e verá pelos olhos dela que baixou vários risquinhos na sua consideração.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">A criança que brinca e o poeta que faz um poema – Estão ambos na mesma idade mágica!</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Ah, aquela confiança que tem uma criança rezando... Inocente confiança. Alegria. Quem é de nós que reza com alegria? Parece que só existe mesmo o Deus das crianças... Deus é impróprio para adultos.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Hoje ganhei o meu dia. Porque uma meninazinha me perguntou: “O senhor pode me botar uma dedicação neste livro?”. Escrevi, então, sinceramente: “Para a Heloisa Maria, com toda a minha dedicação”.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Não são todos os que realizam os velhos sonhos da infância.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Nunca se deve tirar o brinquedo de uma criança, tenha ela oito ou oitenta anos.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Não importa o enredo das histórias: o que vale é o êxtase de quem as escuta. Por isso é que as crianças gostam de ouvir sempre as mesmas histórias, como se fosse da primeira vez.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Só poderia haver escolas para meninos-poetas, onde cada um estudasse com todo o gosto e vontade o que traz na cabeça e não o que está escrito nos manuais.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Quando a gente era deste tamanhozinho, aí sim, Deus estava logo ali por detrás das estrelas, todas elas muito perto também. Depois nos aconteceu, com a sapiência adulta, essa infinita distância... Mas na verdade as crianças estavam mais próximas da verdade. Pois Deus não será a procura de Deus?</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Oh! Aquele meninozinho que dizia/ “Fessora, eu posso ir lá fora?” / mas apenas ficava um momento/ bebendo o vento azul... / Agora não preciso pedir licença a ninguém. / Mesmo porque não existe paisagem lá fora: / somente o cimento. / O vento não mais me fareja a face como um cão amigo... / Mas o azul irreversível persiste em meus olhos.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Que importa o asfalto, o cimento, isso tudo?</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">As meninazinhas sempre saem da escola correndo descalças sobre a relva...</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Nesses desenhos de crianças – vocês também repararam? – há alguns em que não aparece aquela costumeira estradinha que leva à porta de suas casas...</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Benditos, mil vezes benditos aqueles carrosséis que ensinaram aos meninos de meu tempo a pura ALEGRIA DE VIAJAR!</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Espero que vocês tenham gostado!</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Independente do destino segue a pleno vapor o projeto de nossas viagens. Seja nas rotas nacionais ou internacionais, faremos o melhor.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Espero encontra-los logo e fazer a nossa primeira viagem por esse mundão afora.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Abraços e uma ótima e divertida semana a todos!</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Jacqueline de Cássia </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E o vento levou...]]></title>
<link>http://slsnake.wordpress.com/?p=422</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 21:19:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>S.L. Snake</dc:creator>
<guid>http://slsnake.wordpress.com/?p=422</guid>
<description><![CDATA[No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas
que o vento não conseguiu levar:
um ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas<br />
que o vento não conseguiu levar:<br />
um estribilho antigo<br />
um carinho no momento preciso<br />
o folhear de um livro de poemas<br />
o cheiro que tinha um dia o próprio vento...</p>
<p><strong><a class="autor" href="http://www.pensador.info/autor/Mario_Quintana/">Mário Quintana</a></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alma errada]]></title>
<link>http://philipe.wordpress.com/?p=1110</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 13:24:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>philipe</dc:creator>
<guid>http://philipe.wordpress.com/?p=1110</guid>
<description><![CDATA[Há coisas que a minha alma, já tão mortificada, não admite:
assistir novelas de TV
ouvir música]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Há coisas que a minha alma, já tão mortificada, não admite:<br />
<img class="size-full wp-image-1111 alignright" style="margin-left:5px;margin-right:5px;" src="http://philipe.wordpress.com/files/2008/07/images.jpeg" alt="" width="124" height="83" />assistir novelas de TV<br />
ouvir música Pop<br />
um filme apenas de corridas de automóvel<br />
uma corrida de automóvel num filme<br />
um livro de páginas ligadas<br />
porque, sendo bom, a gente abre sofregamente a dedo:<br />
espátulas não há... e quem é que hoje faz questão de virgindades...<br />
E quando minha alma estraçalhada a todo instante pelos telefones<br />
<img class="size-full wp-image-1112 alignright" style="margin-left:5px;margin-right:5px;" src="http://philipe.wordpress.com/files/2008/07/fotos-13caninib.jpg" alt="" width="100" height="164" /> fugir desesperada<br />
me deixará aqui,<br />
ouvindo o que todos ouvem, bebendo o que todos bebem,<br />
comendo o que todos comem.<br />
A estes, a falta de alma não incomoda. (Desconfio até<br />
que minha pobre alma fora destinada ao habitante de outro mundo)<br />
E ligarei o rádio a todo o volume,<br />
gritarei como um possesso nas partidas de futebol,<br />
seguirei, irresistivelmente, o desfilar das grandes paradas do Exército.<br />
E apenas sentirei, uma vez que outra,<br />
a vaga nostalgia de não sei que mundo perdido...</p>
<p style="text-align:right;"><strong>Mário Quintana</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mario Quintana - A Life in Poems]]></title>
<link>http://eyesonbrazil.wordpress.com/?p=223</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 17:15:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>tudobeleza</dc:creator>
<guid>http://eyesonbrazil.wordpress.com/?p=223</guid>
<description><![CDATA[Mario de Miranda Quintana (July 30, 1906—May 5, 1994), was a Brazilian writer, poet and trans]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Mario de Miranda Quintana (July 30, 1906—May 5, 1994), was a Brazilian writer, poet and translator. Born in Alegrete, state of Rio Grande do Sul. </p>
<p>He was considered a poet of simple things, with a style marked by irony, profundity and technical perfection. He worked as a journalist almost all his life and translated more than one-hundred and thirty works. These literary works include <em>In Search of Lost Time</em> by Marcel Proust, <em>Mrs. Dalloway</em> by Virginia Woolf, and <em>Words and Blood</em> by Giovanni Papini.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://kavorka.files.wordpress.com/2006/09/WindowsLiveWriter/PensamentosMrioQuintana_C322/mario20quintana61.jpg" alt="" width="176" height="202" /></p>
<p><strong>Auto-biography</strong></p>
<p><span>I was born in Alegrete, on the 30th of July of 1906. I believe that was the first thing that happened to me. And now they have asked me to speak of myself. Well! I always thought that every confession that wasn’t altered by art is indecent. My life is in my poems, my poems are myself, never have I written a comma that wasn’t a confession. Ah! but what they want are details, rawness, gossip...Here we go! I am 78 years old, but without age. Of ages, there are only two: either you are alive or dead. In the latter case, it is too old, because what was promised to us was Eternity.</span></p>
<p><span>I was born in the rigor of the Winter, temperature: 1 degree; and still I was premature, which would leave me kind of complex because I used to think I wasn’t ready. One day I discovered that someone as complete as Winston Churchill was born premature - the same thing happened to Sir Issac Newton! Excusez du peu...(To name a few...)</span></p>
<p><span>I prefer to cite the opinion of others about me. They say I am modest. On the contrary, I am so proud that I think I never reached the height of my writing. Because poetry is insatisfaction, an affliction of self-elevation. A satisfied poet doesn’t satisfy. They say I am timid. Nothing of the sort! I am very quiet, introspective. I don’t know why they subject the introverts to treatment. Only for not being as annoying at the rest? It's exactly for detesting annoyingness, the lengthiness, that I love synthesis. Another element of poetry is the search for the form (not of the form), the dosage of words. Perhaps what contributes to my safety is the fact that I have been a practitioner of pharmacy for five years. Note that the same happened with Carlos Drummond de Andrade, Alberto de Oliveira, Erico Verissimo - they well know (or knew) what a loving fight with words means.</span></p>
<p><em><span style="color:#ff0000;">O Que Eu Não Quero</span></em> (What I Don't Want)</p>
<p>(an excerpt of a piece he wrote, which I translated)</p>
<p>"I don't want someone that dies of love for me...I only need someone that lives for me, that wants to be together with me, hugging me. I don't demand that this someone loves me like I love them, I just want that they love me, it doesn't matter with what intensity. I don't have the intention that all the people I like, like me...It's not even about if they miss me as much as I miss them, what is important for me is to know that I, in some moment, was irreplacable...and that that moment is unforgetable...I only want my feeling to be worth something."</p>
<p>In the Praça da Alfândega in Porto Alegre, capital of Rio Grande do Sul, one can find a sculpture with Carlos Drummond de Andrade (standing) and Mario Quintana. There is something similar of Andrade alone in Ipanema.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/fb/Drummond_e_Quintana.jpg" alt="" width="410" height="560" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[por hoje... quintana como companheiro]]></title>
<link>http://pinkbottles.wordpress.com/?p=133</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 13:09:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>annnja</dc:creator>
<guid>http://pinkbottles.wordpress.com/?p=133</guid>
<description><![CDATA[“Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim. Nem que eu faça a falt]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff6600;">“Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim. Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível. E que esse momento será inesquecível“</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;"><br />
(Mário Quintana)</span></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://tn3-2.deviantart.com/fs18/300W/f/2007/140/5/7/This_is_Freedom__by_DreamingPhotographer.jpg" alt="" width="300" height="231" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Biografia - Mário Quintana]]></title>
<link>http://blogmais.wordpress.com/?p=1674</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 20:03:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Áulus Silva</dc:creator>
<guid>http://blogmais.wordpress.com/?p=1674</guid>
<description><![CDATA[

Mário de Miranda Quintana nasceu na cidade de Alegrete (RS), no dia 30 de julho de 1906, quarto f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1676" src="http://blogmais.wordpress.com/files/2008/07/mario-quintana.jpg" alt="" width="250" height="250" /></p>
<p style="text-align:center;">
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Mário de Miranda Quintana nasceu na cidade de Alegrete (RS), no dia 30 de julho de 1906, quarto filho de Celso de Oliveira Quintana, farmacêutico, e de D. Virgínia de Miranda Quintana. Com 7 anos, auxiliado pelos pais, aprende a ler tendo como cartilha o jornal <em>Correio do Povo</em>. Seus pais ensinam-lhe, também, rudimentos de francês.</strong></span></p>
<p><strong>No ano de 1914 inicia seus estudos na Escola Elementar Mista de Dona Mimi Contino. </strong></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Em 1915, ainda em Alegrete, freqüentou pela a escola do mestre português Antônio Cabral Beirão, onde conclui o curso primário. Nessa época trabalhou na farmácia da família. Foi matriculado no Colégio Militar de Porto Alegre, em regime de internato, no ano de 1919.  Começa a produzir seus primeiros trabalhos, que são publicados na revista <em>Hyloea</em>, órgão da    Sociedade Cívica e Literária dos alunos do Colégio.</span></strong></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Por motivos de saúde, em 1924 deixa o Colégio Militar. Emprega-se na <em>Livraria do    Globo,</em> onde trabalha por três meses com <em>Mansueto Bernardi. </em>A <em>Livraria </em>era uma editora de renome nacional.</span></strong></p>
<p align="justify"><!--more--><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>No ano seguinte, 1925, retorna a Alegrete e passa a trabalhar na farmácia de seu pai.    No ano seguinte sua mãe falece. Seu conto, <em>A Sétima Personagem</em>, é premiado em concurso promovido pelo jornal <em>Diário de Notícias</em>,    de Porto Alegre.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>O pai de Quintana falece em 1927. A revista <em>Para Todos</em>, do Rio de Janeiro,    publica um poema de sua autoria, por iniciativa do cronista <em>Álvaro Moreyra, </em>diretor da citada publicação.</strong></span></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Em 1929, começa a trabalhar na redação do diário <em>O Estado do Rio Grande, </em>que era    dirigida por <em>Raul Pilla. </em>No ano seguinte a <em>Revista do Globo e o Correio do Povo </em>publicam seus poemas. </span></strong></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Vem, em 1930, por seis meses, para o Rio de Janeiro, entusiasmado com a revolução    liderada por Getúlio Vargas, também gaúcho, como voluntário do Sétimo Batalhão de Caçadores de Porto Alegre.</span></strong></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Volta a Porto Alegre, em 1931, e à redação de <em>O Estado do Rio Grande.</em></span></strong></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>O ano de 1934 marca a primeira publicação de uma tradução de sua autoria: </strong><em><strong> Palavras e Sangue, </strong></em><strong>de <em>Giovanni</em> <em>Papini. </em>Começa a traduzir para a <em>Editora Globo </em>obras de diversos escritores    estrangeiros: <em>Fred Marsyat</em>, <em>Charles Morgan, Rosamond Lehman, Lin Yutang, Proust, Voltaire, Virginia Woolf, Papini, Maupassant, </em>dentre outros<em>. </em>O poeta deu uma imensa colaboração para que obras como o denso <em>Em Busca do Tempo Perdido</em>, do francês <em> Marcel</em> <em>Proust</em>, fossem lidas pelos brasileiros que não dominavam a língua<em> </em>francesa.</strong></span></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Retorna à <em>Livraria do Globo, </em>onde trabalha sob a direção de Érico Veríssimo, em    1936.</span></strong></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Em 1939, <em>Monteiro Lobato</em> lê doze quartetos de Quintana na revista <em>lbirapuitan</em>,    de Alegrete, e escreve-lhe encomendando um livro. Com o título </strong><em><strong>Espelho Mágico </strong></em><strong>o livro</strong><em><strong> </strong></em><strong>vem a ser    publicado em 1951, pela <em>Editora Globo.</em></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>A primeira edição de seu livro  <em>A Rua dos Cataventos</em>, é lançada em 1940 pela    Editora Globo. Obtém ótima repercussão e seus sonetos passam a figurar em livros escolares e antologias.</strong></span></p>
<p><strong>Em 1943, começa a publicar o <em>Do Caderno H, </em>espaço diário<em> </em>na <em>Revista Província de São Pedro. </em></strong></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong><em>Canções</em>, seu segundo livro de poemas, é lançado em 1946 pela Editora Globo. O    livro traz ilustrações de <em>Noêmia. </em></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Lança, em 1948, </strong><em><strong>Sapato Florido</strong></em><strong>, poesia e prosa, também editado    pela Globo. Nesse mesmo ano é publicado <em>O Batalhão de Letras</em>, pela mesma editora. </strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Seu quinto livro, <em>O Aprendiz de Feiticeiro</em>, versos, de 1950, é uma modesta plaquete que, no entanto, obtém grande repercussão nos meios literários. Foi publicado pela Editora Fronteira, de Porto Alegre.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Em 1951 é publicado, pela Editora Globo, o livro <em>Espelho Mágico</em>, uma coleção de    quartetos, que trazia na orelha comentários de <em>Monteiro Lobato.</em></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Com seu ingresso no <em>Correio do Povo</em>, em 1953, reinicia a publicação de sua    coluna diária <em>Do Caderno H (até 1967)</em>. Publica, também, <em>Inéditos e Esparsos</em>, pela Editora Cadernos de Extremo Sul - Alegrete    (RS).</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Em 1962, sob o título <em>Poesias</em>, reúne em um só volume seus livros <em>A Rua dos    Cataventos, Canções, Sapato Florido, espelho Mágico </em>e<em> O Aprendiz de Feiticeiro, </em>tendo a primeira edição, pela Globo, sido    patrocinada pela Secretaria de Educação e Cultura do Rio Grande do Sul.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Com 60 poemas inéditos, organizada por <em>Rubem Braga</em> e <em>Paulo Mendes Campos</em>,    é publicada sua </strong><em><strong>Antologia Poética</strong></em><strong>, em 1966, pela Editora do Autor - Rio de Janeiro. Lançada para comemorar seus 60    anos, em 25 de agosto o poeta é saudado na <em>Academia Brasileira de Letras</em> por <em>Augusto Meyer</em> e <em>Manuel Bandeira</em>, que    recita o seguinte poema, de sua autoria, em homenagem a Quintana:</strong></span></p>
<p align="center"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Meu Quintana, os teus cantares<br />
Não são, Quintana, cantares:<br />
São, Quintana, quintanares.</span></strong></p>
<p><strong>Quinta-essência de cantares...<br />
Insólitos, singulares...<br />
Cantares? Não! Quintanares!</strong></p>
<p><strong>Quer livres, quer regulares,<br />
Abrem sempre os teus cantares<br />
Como flor de quintanares.</strong></p>
<p><strong>São cantigas sem esgares.<br />
Onde as lágrimas são mares<br />
De amor, os teus quintanares.</strong></p>
<p align="center"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">São feitos esses cantares<br />
De um tudo-nada: ao falares,<br />
Luzem estrelas luares.</span></strong></p>
<p><strong>São para dizer em bares<br />
Como em mansões seculares<br />
Quintana, os teus quintanares.</strong></p>
<p><strong>Sim, em bares, onde os pares<br />
Se beijam sem que repares<br />
Que são casais exemplares.</strong></p>
<p><strong>E quer no pudor dos lares.<br />
Quer no horror dos lupanares.<br />
Cheiram sempre os teus cantares</strong></p>
<p align="center"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Ao ar dos melhores ares,<br />
Pois são simples, invulgares.<br />
Quintana, os teus quintanares.</span></strong></p>
<p><strong>Por isso peço não pares,<br />
Quintana, nos teus cantares...<br />
Perdão! digo quintanares.</strong></p>
<p align="center"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> </span></strong></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>A <em>Antologia Poética</em> recebe em dezembro daquele ano o Prêmio Fernando Chinaglia, por ter sido considerado o melhor livro do ano. Recebe inúmeras homenagens pelos seus 60 anos, inclusive crônica de autoria de <em>Paulo    Mendes Campos </em>publicada na revista <em>Manchete </em>no dia 30 de julho.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Preso à sua querida Porto Alegre, mesmo assim Quintana fez excelentes amigos entre os    grandes intelectuais da época. Seus trabalhos eram elogiados por <em>Carlos Drummond de Andrade, Vinícius de Morais, Cecília Meireles e    João Cabral de Melo Neto</em>, além de <em>Manuel Bandeira</em>. O fato de não ter ocupado uma vaga na Academia Brasileira de Letras só fez    aguçar seu conhecido humor e sarcasmo. Perdida a terceira indicação para aquele sodalício, compôs o conhecido </strong></span></p>
<p align="center"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong><em><span style="text-decoration:underline;">Poeminha do Contra</span></em> </strong></span></p>
<p align="center"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><em>Todos esses que aí estão<br />
atravancando meu caminho,<br />
eles passarão...<br />
eu passarinho!</em> </span></strong></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">A Câmara de Vereadores da capital do Rio Grande do Sul — Porto Alegre — concede-lhe o    título de Cidadão Honorário, em 1967. Passa a publicar <em>Do Caderno H</em> no <em>Caderno de Sábado</em> do <em>Correio do Povo</em> (até    1980). </span></strong></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Em 1968, Quintana é homenageado pela Prefeitura de Alegrete  com  placa de bronze na    praça principal da cidade, onde estão palavras do poeta: "<em>Um engano em bronze, um engano eterno". </em>Falece seu irmão Milton, o mais    velho.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>1973. Nesse ano o poeta e prosador lançou, pela <em>Editora Globo </em>— <em>Coleção    Sagitário</em> — o livro </strong><em><strong>Do Caderno H</strong></em><strong>. Nele estão seus pensamentos sobre poesia e literatura, escritos desde os anos    40, selecionados pelo autor.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Em 1975 publica o poema infanto-juvenil <em>Pé de Pilão</em>, co-edição do Instituto    Estadual do Livro com a Editora Garatuja, com introdução de Érico Veríssimo. Obtém extraordinária acolhida pelas crianças.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong><em>Quintanares</em> é impresso em 1976, em edição especial, para ser distribuído aos clientes da empresa de publicidade e propaganda MPM. Por ocasião de seus 70 anos, o poeta é alvo de excepcionais homenagens. O Governo do Estado concede-lhe a medalha do Negrinho do Pastoreio — o mais alto galardão estadual. É lançado o seu livro de poemas <em>Apontamentos de    História Sobrenatural</em>, pelo Instituto Estadual do Livro e Editora Globo.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong><em>A Vaca e o Hipogrifo</em>, segunda seleção de crônicas, é publicado em 1977 pela    Editora Garatuja. O autor recebe o Prêmio Pen Club de Poesia Brasileira, pelo seu livro <em>Apontamentos de História Sobrenatural.</em></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Em 1978 falece, aos 83 anos, sua irmã D. Marieta Quintana Leães. Realiza-se o    lançamento de <em>Prosa &#38; Verso</em>, antologia para didática, pela Editora Globo. Publica <em>Chew me up slowly</em>, tradução <em>Do Caderno    H</em> por <em>Maria da Glória Bordini e Diane Grosklaus </em>para a Editora Globo e Riocell (indústria de papel).</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong><em>Na Volta da Esquina</em>, coletânea de crônicas que constitui o quarto volume da    Coleção RBS, é lançado em 1979, Editora Globo. <em>Objetos Perdidos y Otros Poemas </em>é publicado em Buenos Aires, tradução de Estela dos    Santos e organização de Santiago Kovadloff.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Seu novo livro de poemas é publicado pela L&#38;PM Editores - Porto Alegre, em 1980: <em> Esconderijos do Tempo</em>. Recebe, no dia 17 de julho, o Prêmio <em>Machado de Assis</em> conferido pela Academia Brasileira de Letras pelo conjunto de sua obra. Participa, com Cecília Meireles, Henrique Lisboa e Vinicius de Moraes, do sexto volume da coleção didática <em>Para    Gostar de Ler, </em>Editora Ática.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Em 1981, participa da Jornada de Literatura Sul Rio-Grandense, uma iniciativa da Universidade de Passo Fundo e Delegacia da Educação do Rio Grande do Sul. Recebe de quase 200 crianças botões de rosa e cravos, em homenagem que lhe é prestada, juntamente com José Guimarães e Deonísio da Silva, pela Câmara de Indústria, Comércio, Agropecuária e Serviços daquela cidade. No <em>Caderno Letras &#38; Livros </em>do <em>Correio do Povo,</em> reinicia a publicação </strong><em><strong>Do Caderno H. Nova    Antologia Poética</strong></em><strong> é publicada pela Editora Codecri - Rio de Janeiro.</strong></span></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">O autor recebe o título de Doutor Honoris Causa, concedido pela Universidade Federal do    Rio Grande do Sul, no dia 29 de outubro de 1982.</span></strong></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>É publicado, em 1983, o IV volume da coleção <em>Os Melhores Poemas</em>, que homenageia Mário Quintana, uma seleção de Fausto Cunha para a Global Editora - São Paulo. Na III Festa Nacional do disco, em Canela (RS), é lançado um álbum duplo: </strong><em><strong>Antologia Poética de Mário Quintana</strong></em><strong>, pela gravadora Polygram. Publicação de Lili Inventa o Mundo,    Editora Mercado Aberto - Porto Alegre, seleção de Mery Weiss de textos publicado em <em>Letras &#38; Livros </em>e outros livros do autor. Por aprovação unânime da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, o prédio do antigo Hotel Magestic (onde o autor viveu por muitos e muitos anos), tombado como patrimônio histórico do Estado em 1982, passa a denominar-se Casa de Cultura Mário Quintana.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Em 1984 ocorrem os lançamentos de <em>Nariz de Vidro</em>, seleção de textos de Mery    Weiss, Editora Moderna - São Paulo, e </strong><em><strong>O Sapo Amarelo</strong></em><strong>, Editora Mercado Aberto - Porto Alegre.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>O álbum <em>Quintana dos 8 aos 80</em> é publicado em 1985, fazendo parte do Relatório da Diretoria da empresa SAMRIG, com texto analítico e pesquisa de Tânia Franco Carvalhal, fotos de Liane Neves e ilustrações de Liana Timm.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Ao completar 80 anos, em 1986, é publicada a coletânea <em>80 Anos de Poesia</em>, organizada por Tânia Carvalhal, Editora Globo. Recebe o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade do Vale dos Sinos (UNISINOS) e pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Lança <em>Baú de Espantos</em>, pela Editora Globo, uma reunião de 99    poemas inéditos.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Em 1987, são publicados </strong><em><strong>Da Preguiça como Método de Trabalho</strong></em><strong>,    Editora Globo, uma coletânea de crônicas publicadas em <em>Do Caderno H, </em>e </strong><em><strong>Preparativos de Viagem</strong></em><strong>, também pela    Globo, reflexões do poeta sobre o mundo.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong><em>Porta Giratória</em>, pela Editora Globo - Rio de Janeiro, é lançada em 1988, uma    reunião de crônicas sobre o cotidiano, o tempo, a infância e a morte.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Em 1989 ocorre o lançamento de <em>A Cor do Invisível</em> pela Editora Globo - Rio de Janeiro. Recebe o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Campinas (UNICAMP) e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É eleito o Príncipe dos Poetas Brasileiros, entre escritores de todo o Brasil.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong><em>Velório sem Defunto</em>, poemas inéditos, é lançado pela Mercado Aberto em 1990.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Em 1992, a editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) reedita, em    comemoração aos 50 anos de sua primeira publicação, <em>A Rua dos Cataventos</em>.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Poemas inéditos são publicados no primeiro número da <em>Revista Poesia Sempre</em>, da    Fundação Biblioteca Nacional/Departamento Nacional do Livro, em 1993. Integra a antologia bilíngüe <em>Marco Sul/Sur - Poesia</em>,    publicada Editora Tchê!, que reúne a poesia de brasileiros, uruguaios e argentinos. Seu texto <em>Lili Inventa o Mundo</em> montado para o    teatro infantil, por <em>Dilmar Messias</em>. Treze de seus poemas são musicados pelo maestro <em>Gil de Rocca Sales</em>, para o recital de    canto Coral Quintanares - apresentado pela <em>Madrigal de Porto Alegre</em> no dia 30 de julho (seu aniversário) na Casa de Cultura Mário    Quintana.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Alguns de seus textos são publicados na revista literária <em>Liberté</em> - editada em    Montreal, Quebec, Canadá - que dedicou seu 211<sup>o</sup> número à literatura brasileira (junto com <em>Assis Brasil </em>e <em>Moacyr    Scliar</em>), em 1994. Publicação de <em>Sapato Furado</em>, pela editora FTD - antologia de poemas e prosas poéticas, infanto - juvenil.    Publicação pelo IEL, de <em>Cantando o Imaginário do Poeta,</em> espetáculo musical apresentado no Teatro Bruno Kiefer pelo Coral da Casa de    Cultura Mário Quintana, constituído de poemas  musicados pelo maestro <em>Adroaldo Cauduro</em>, regente do mesmo Coral.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Falece, em Porto Alegre, no dia 5 de maio de 1994, próximo de seus 87 anos, o poeta e    escritor Mário Quintana.</strong></span></p>
<p align="justify">ufa...</p>
<p align="justify">
<p align="justify">Em breve mais sobre esse brilhante poeta, que eu particulamente, adoro!</p>
<p align="justify">
<p align="justify"><strong>By: Áulus Silva</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amor é Síntese]]></title>
<link>http://luenialua.wordpress.com/?p=90</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 18:34:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>luenialua</dc:creator>
<guid>http://luenialua.wordpress.com/?p=90</guid>
<description><![CDATA[Por favor, não me analise
Não fique procurando cada ponto fraco meu.
Se ninguém resiste a uma an]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Por favor, não me analise<br />
Não fique procurando cada ponto fraco meu.<br />
Se ninguém resiste a uma análise profunda,<br />
Quanto mais eu...<br />
Ciumento, exigente, inseguro, carente<br />
Todo cheio de marcas que a vida deixou<br />
Vejo em cada grito de exigência<br />
Um pedido de carência, um pedido de amor.<span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Amor é síntese<br />
É uma integração de dados<br />
Não há que tirar nem pôr<br />
Não me corte</p>
<p></span><span style="font-size:small;">em fatias<br />
Ninguém consegue abraçar um pedaço<br />
Me envolva todo em seus braços<br />
E eu serei o perfeito amor.</span></span></span><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">em fatias<br />
Ninguém consegue abraçar um pedaço<br />
Me envolva todo em seus braços<br />
E eu serei o perfeito amor.</span></p>
<p></span></span></p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#000000;font-family:Arial;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> &#62;Mario Quintana</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aos mestres as Honras...]]></title>
<link>http://arapariga.wordpress.com/?p=302</link>
<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 17:53:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>A Rapariga</dc:creator>
<guid>http://arapariga.wordpress.com/?p=302</guid>
<description><![CDATA[Mário Quintana com sua delicadeza particular. Abram alas, deixemos passar Quintana e sua descriç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Mário Quintana com sua delicadeza particular. Abram alas, deixemos passar Quintana e sua descrição da Vida ...</p>
<p>Um Beijo da Rapariga a quem aparecer por aqui! Ouçamos...</p>
<p><strong>A canção da vida</strong><br />
A vida é louca<br />
a vida é uma sarabanda<br />
é um corrupio...<br />
A vida múltipla dá-se as mãos como um bando<br />
de raparigas em flor<br />
e está cantando<br />
em torno a ti:<br />
Como eu sou bela<br />
amor!<br />
Entra em mim, como em uma tela<br />
de Renoir<br />
enquanto é primavera,<br />
enquanto o mundo<br />
não poluir<br />
o azul do ar!<br />
Não vás ficar<br />
não vás ficar<br />
aí...<br />
como um salso chorando<br />
na beira do rio...<br />
(Como a vida é bela! como a vida é louca!)</p>
<p>Poema <strong>A Canção da Vida</strong> - Mário Quintana</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://memoriafalha.wordpress.com/2008/07/01/52/</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 02:54:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabiana Satie</dc:creator>
<guid>http://memoriafalha.wordpress.com/2008/07/01/52/</guid>
<description><![CDATA[crônica
sia rosaura tirava a dentadura para comer
por isso ela tinha o sorriso postiço mais sincer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>crônica</p>
<p>sia rosaura tirava a dentadura para comer<br />
por isso ela tinha o sorriso postiço mais sincero da minha rua<br />
dona maruca fazia uns <strong>biscoitinhos minúsculos, estalantes e secos chamados mentirinhas</strong><br />
eduviges era pálida e lia romances lacrimosos de perez escrich<br />
tanto suspirou em cima deles que acabou fugindo com um caixeiro viajante<br />
o tempo se desenrolava como um rio por entre as casas de portas e janela<br />
pequenas vidas<br />
pequenos sonhos<br />
na noite imensa as estrelas eram como girândolas brancas que houvessem parado<br />
sentados à porta<br />
- dois santos, dois mágicos, dois sábios -<br />
meu velho tio libório e o velho farmacêutico<br />
propunham-se e compunham charadas<br />
que depois orgulhosamente remetiam sob nomes supostos<br />
para o grande anuário estatístico recreativo e literário da capital do estado.</p>
<p><em>&#62;&#62; quintana, m.</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://memoriafalha.wordpress.com/?p=50</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 02:53:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabiana Satie</dc:creator>
<guid>http://memoriafalha.wordpress.com/?p=50</guid>
<description><![CDATA[o espião
bem o conheço. num espelho de bar, numa vitrina, ao acaso do footing, em qualquer vidraç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>o espião</p>
<p>bem o conheço. num espelho de bar, numa vitrina, ao acaso do footing, em qualquer vidraça por aí, trocamos às vezes um súbito e inquietante olhar. não, isto não pode continuar assim.<br />
que tens tu de espionar-me? que me censuras, fantasma? que tens a ver com os meus bares, com os meus cigarros, com os <strong>meus delírios ambulatórios</strong>, com tudo o que não faço na vida!?</p>
<p><em>&#62;&#62; quintana, m.</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://memoriafalha.wordpress.com/2008/07/01/49/</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 02:52:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabiana Satie</dc:creator>
<guid>http://memoriafalha.wordpress.com/2008/07/01/49/</guid>
<description><![CDATA[poema
o grilo procura
no escuro
o mais puro diamante perdido.
o grilo
com as suas frágeis britadeir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>poema</p>
<p>o grilo procura<br />
no escuro<br />
o mais puro diamante perdido.</p>
<p>o grilo<br />
com as suas <strong>frágeis britadeiras de vidro</strong><br />
perfura</p>
<p>as implacáveis solidões noturnas.</p>
<p>e se isso que tanto buscas só existe<br />
em tua límpida loucura</p>
<p>- que importa? -</p>
<p>exatamente isto<br />
é o teu diamante mais puro!</p>
<p><em>&#62;&#62; quintana, m.</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Atos e sentimentos...]]></title>
<link>http://samacc.wordpress.com/?p=203</link>
<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 20:52:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>samacc</dc:creator>
<guid>http://samacc.wordpress.com/?p=203</guid>
<description><![CDATA[


Somos donos de nossos atos,
mas não donos
de nossos sentimentos;
Somos culpados
pelo que fazemos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-204" src="http://samacc.wordpress.com/files/2008/06/free2.jpg?w=300" alt="" width="300" height="197" /></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:12pt;line-height:19.2pt;text-align:center;">Somos donos de nossos atos,<br />
mas não donos<br />
de nossos sentimentos;</p>
<p style="text-align:center;">Somos culpados<br />
pelo que fazemos,<br />
mas não somos culpados<br />
pelo que sentimos;</p>
<p style="text-align:center;">Podemos prometer atos,<br />
mas não podemos prometer<br />
sentimentos...</p>
<p style="text-align:center;">Atos são pássaros engaiolados,<br />
sentimentos são pássaros em vôo.</p>
<p style="text-align:center;">* <strong>Mário Quintana</strong> *</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eu sei que é clichê]]></title>
<link>http://marcotmarcot.wordpress.com/?p=13</link>
<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 03:49:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcotmarcot</dc:creator>
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<description><![CDATA[No retrato que me faço
— traço a traço —
às vezes me pinto nuvem,
às vezes me pinto árvore]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>No retrato que me faço<br />
— traço a traço —<br />
às vezes me pinto nuvem,<br />
às vezes me pinto árvore…</p>
<p>às vezes me pinto coisas<br />
de que nem há mais lembrança…<br />
ou coisas que não existem<br />
mas que um dia existirão…</p>
<p>e, desta lida, em que busco<br />
— pouco a pouco —<br />
minha eterna semelhança,</p>
<p>no final, que restará?<br />
Um desenho de criança…<br />
Corrigido por um louco!</p>
<p>MÁRIO QUINTANA.  <i>O auto-retrato</i>.  p. 49.  In: <i>Apontamentos de história sobrenatural</i>.  p. 43–75.  In:  <i>Quintana de bolso</i>: Rua dos cataventos &#38; outros poemas.  Porto Alegre: L&#38;PM, 2006.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Das Utopias]]></title>
<link>http://eddson.wordpress.com/?p=710</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 11:50:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Edson Duarte</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Se as coisas são inatingíveis&#8230; ora!
não é motivo para não querê-las.
Que tristes os cam]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://eddson.files.wordpress.com/2008/06/estrelas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-711" src="http://eddson.wordpress.com/files/2008/06/estrelas.jpg?w=300" alt="" width="300" height="230" /></a></p>
<p><span><span style="font-size:small;">Se as coisas são inatingíveis... ora!<br />
não é motivo para não querê-las.<br />
Que tristes os caminhos, se não fora<br />
a mágica presença das estrelas!</span></span></p>
<p>Mário Quintana</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sem título - Mário Quintana]]></title>
<link>http://jessiet.wordpress.com/?p=37</link>
<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 02:33:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>jessiet</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sinto uma dor infinita
Das ruas de Porto Alegre
Onde jamais passarei&#8230;
Há tanta esquina esquis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Sinto uma dor infinita</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Das ruas de Porto Alegre</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Onde jamais passarei...</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Há tanta esquina esquisita </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Tanta nuança de paredes;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Há tanta moça bonita</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">nas ruas que não andei.</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Outono - Mário Quintana]]></title>
<link>http://jessiet.wordpress.com/?p=36</link>
<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 02:32:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>jessiet</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8230;
Tuas tristezas&#8230; o que é feio delas?
Tombaram, como folhas amarelas
Sobre os tanques a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">...</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Tuas tristezas... o que é feio delas?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Tombaram, como folhas amarelas</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Sobre os tanques azuis...</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Que desaponto</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">E agora, esse cartaz na alma da gente</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">ADIADOS OS SUICÍDIOS... simplesmente</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Porque é abril em Porto Alegre...</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">E pronto!</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Silêncio - Mário Quintana]]></title>
<link>http://jessiet.wordpress.com/?p=35</link>
<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 02:31:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>jessiet</dc:creator>
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<description><![CDATA[Há um silêncio de antes de abrir-se um telegrama urgente
Há um silêncio de um primeiro olhar de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Há um silêncio de antes de abrir-se um telegrama urgente</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Há um silêncio de um primeiro olhar de desejo</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Há um silêncio trêmulo de teias ao apanhar uma mosca</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">... e o silêncio de uma lápide que ninguém lê.</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Álbum de NF - Mário Quintana]]></title>
<link>http://jessiet.wordpress.com/?p=33</link>
<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 02:30:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>jessiet</dc:creator>
<guid>http://jessiet.wordpress.com/?p=33</guid>
<description><![CDATA[A mocidade , dizem, que não cria ferrugem.
Mas as tuas sardas, sereiazinha, as tuas maravilhosas sa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">A mocidade , dizem, que não cria ferrugem.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Mas as tuas sardas, sereiazinha, as tuas maravilhosas sardas?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Para a gente as beijar<span> </span>uma a uma.</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[4º Conscurso Literário do Sitnrajufe]]></title>
<link>http://gavetadoautor.wordpress.com/?p=541</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 18:36:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>gavetadoautor</dc:creator>
<guid>http://gavetadoautor.wordpress.com/?p=541</guid>
<description><![CDATA[

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sintrajufe.tempsite.ws/website/default_inicial.asp" target="blank"><br />
<img src="http://gavetadoautor.wordpress.com/files/2008/06/folder-concurso-literario.jpg" alt="" width="468" height="299" class="alignnone size-full wp-image-540" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mário Quintana 07]]></title>
<link>http://cristianccss.wordpress.com/?p=729</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 07:02:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristianccss</dc:creator>
<guid>http://cristianccss.wordpress.com/?p=729</guid>
<description><![CDATA[SIMULTANEIDADE
- Eu amo o mundo! Eu detesto o mundo! Eu creio em Deus! Deus é um absurdo! Eu vou me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>SIMULTANEIDADE</p>
<p>- Eu amo o mundo! Eu detesto o mundo! Eu creio em Deus! Deus é um absurdo! Eu vou me matar! Eu quero viver! - Você é louco? - Não, sou poeta.</p>
<p>"Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o alguém da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!"</p>
<p>UM DIA</p>
<p>Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem.Você não só não esquece a outra como pensa muito mais nela...Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável...Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples...Um dia percebemos que o comum não nos atrai...Um dia saberemos que ser classificado como o "bonzinho" não é bom...Um dia perceberemos que a pessoa que não te liga é a que mais pensa em você...Um dia saberemos a importância da frase:"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas..."Um dia percebemos que somos muito importantes para alguém mas não damos valor a isso...Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais...Enfim...um dia descobrimos que apesar de viver quase 100 anos, esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para dizer tudo o que tem de ser dito...O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras...Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.</p>
<p>"Amor é síntese. É uma integração de dados. Não há que tirar nem pôr. Não me corte em fatias. Ninguém consegue abraçar um pedaço. Me envolva todo em seus braços. E eu serei o perfeito amor".</p>
<p>"Nunca diga "te amo" se não te interessa. Nunca fale sobre sentimentos se estes não existem. Nunca toque numa vida se não pretende romper um coração. Nunca olhe nos olhos de alguém se não quiser vê-lo se derramar em lágrimas por causa de ti. A coisa mais cruel que alguém pode fazer é permitir que alguém se apaixone por você quando você não pretende fazer o mesmo."</p>
<p>"Amor não é se envolver com a "pessoa perfeita",aquela dos nossos sonhos.Não existem príncipes nem princesas.Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos.O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser."</p>
<p>Tão bom morrer de amor e continuar vivendo.</p>
<p>DAS UTOPIAS</p>
<p>Se as coisas são inatingíveis... ora! Não é motivo para não querê-las...Que tristes os caminhos, se não for a presença distante das estrelas!</p>
<p>"Um bom poema é aquele que nos dá a impressão de que está lendo a gente ... e não a gente a ele!"</p>
<p>"Sonhar é acordar-se para dentro".</p>
<p>Amar: "Fechei os olhos para não te vere a minha boca para não dizer... E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei, e da minha boca fechada nasceram sussurros e palavras mudas que te dediquei...O amor é quando a gente mora um no outro."</p>
<p>"Quem não compreende um olhar, tampouco compreenderá uma longa explicação."</p>
<p>"Quem faz um poema abre uma janela. Respira, tu que estás numa cela abafada, esse ar que entra por ela. Por isso é que os poemas têm ritmo - para que possas profundamente respirar.Quem faz um poema salva um afogado."</p>
<p>"Se eu amo o meu semelhante? Sim. Mas onde encontrar o meu semelhante?"</p>
<p>"Nunca ninguém sabe se estou louco para rir ou para chorar. Pois o meu verso tem essa quase imperceptível tremor... A vida é louca, o mundo é triste: vale a pena matar-se por isso? Nem por ninguém! Só se deve morrer de puro amor!"</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ronco do Bugio no Redemoinho]]></title>
<link>http://pontonaquebrada.wordpress.com/?p=30</link>
<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 15:40:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos</dc:creator>
<guid>http://pontonaquebrada.wordpress.com/?p=30</guid>
<description><![CDATA[No programa gravado no dia 08/12, fizemos algumas entrevistas no IV Encontro do Redemoinho (Moviment]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" style="float:left;margin:5px;" src="http://naquebrada.noblogs.org/gallery/2744/previews-med/ronco_do_bugio.jpg" alt="" width="300" height="225" /><span style="font-size:small;font-family:verdana,geneva;">No programa gravado no dia 08/12, fizemos algumas entrevistas no IV Encontro do Redemoinho (Movimento Brasileiro de Espaços de Criação, compartilhamento e Pesquisa Teatral), que rolou nos dias 3 a 5 de dezembro na Terreira da Tribo, em Porto Alegre. Também estivemos no lançamento do cd da banda Udi e a Geral no dia 06 de dezembro no Teatro Bruno Kiefer, na Casa de Cultura Mario Quintana.</span> <span style="font-size:small;font-family:verdana,geneva;"><span style="font-size:small;font-family:verdana,geneva;"><span style="font-size:small;font-family:verdana,geneva;">Clique nos links abaixo para fazer o download do programa: </span></span></span></p>
<div style="text-align:justify;"></div>
<p><span style="font-size:small;font-family:verdana,geneva;"><span style="font-size:small;font-family:verdana,geneva;"> </span></span></p>
<div style="text-align:justify;"></div>
<p><span style="font-size:small;font-family:verdana,geneva;"><span style="font-size:small;font-family:verdana,geneva;"><span style="font-size:small;font-family:verdana,geneva;">&#124; <a href="http://www.estudiolivre.org/el-download.php?arquivo=5416&#38;action=download">Bloco 1</a> &#124; <a href="http://www.estudiolivre.org/el-download.php?arquivo=5417&#38;action=download">Bloco 2</a> &#124; <a href="http://www.estudiolivre.org/el-download.php?arquivo=5418&#38;action=download">Bloco 3</a> &#124; <a href="http://www.estudiolivre.org/el-download.php?arquivo=5419&#38;action=download">Bloco 4</a> &#124; </span></span></span></p>
<div style="text-align:justify;"></div>
<p><span style="font-size:small;font-family:verdana,geneva;"><span style="font-size:small;font-family:verdana,geneva;"> </span></span></p>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">
<div style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;font-family:verdana,geneva;"><span style="font-size:small;font-family:verdana,geneva;"><span style="font-size:small;font-family:verdana,geneva;">Se você preferir por ouvir apenas, <a href="http://www.estudiolivre.org/el-user.php?view_user=marcospiros#gallery" target="_blank">clique aqui</a>. </span></span></span></div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[amar:]]></title>
<link>http://beforeesunsett.wordpress.com/?p=118</link>
<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 17:13:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>beforeesunsett</dc:creator>
<guid>http://beforeesunsett.wordpress.com/?p=118</guid>
<description><![CDATA[Fechei os olhos para não te ver
E a minha boca para não dizer…
E dos meus olhos fechados descer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Fechei os olhos para não te ver<br />
E a minha boca para não dizer…<br />
E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei,<br />
E da minha boca fechada nasceram sussurros<br />
E palavras mudas que te dediquei…<br />
O amor é quando a gente mora um no outro.</p>
<p> </p>
<p>-<strong> Mário Quintana</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
