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	<title>luis-bunuel &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/luis-bunuel/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "luis-bunuel"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 18:13:05 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Tops! Décadas: 60]]></title>
<link>http://multiplot.wordpress.com/?p=803</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 00:27:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>silvaccc</dc:creator>
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<description><![CDATA[E dando prosseguimento ao nosso tour pelas décadas do cinema, trazemos para vocês os tops da déca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">E dando prosseguimento ao nosso tour pelas décadas do cinema, trazemos para vocês os tops da década de 60, que rivaliza com a de 70 e a de 50 como uma das mais importantes. E, como é de praxe, o primeiro top dos comentários virá aqui para cima do post.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Top! do leitor:</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Fábio Rockenbach</strong></p>
<div class="entry">
<p style="text-align:justify;">Não é minha década preferida, nem de longe, mas preciso reconhecer que não foi fácil escolher apenas 10 - como de praxe. Difícil mesmo foi nos anos 40 e 50, meus preferidos. Mas se há algo que prova a riqueza da década para me contradizer, é a relação dos nomes <a href="http://multiplot.wordpress.com/especiais/stanley-kubrick/">Kubrick</a>, Peckinpah, Lean, Kurosawa, Visconti, Penn… Kubrick ganhou a brincadeira com 2 filmes entre os dez…</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://upload.moldova.org/movie/movies/2/2001_a_space_odyssey/thumbnails/tn2_2001_a_space_odyssey_2.jpg" alt="" /></p>
<p>01. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/07/12/2001-uma-odisseia-no-espaco-stanley-kubrick-1968-2/">2001: Uma Odisséia no Espaço</a> (Stanley Kubrick, 1968)<br />
02. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/era-uma-vez-no-oeste-sergio-leone-1968/">Era uma Vez no Oeste</a> (Sergio Leone, 1968)<br />
03. Meu ódio será tua herança (Sam Peckinpah, 1969)<br />
04. Doutor Jivago (David Lean, 1965)<br />
05. Yojimbo (Akira Kurosawa, 1961)<br />
06. Psicose (Alfred Hitchcok, 1960)<br />
07. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/12/o-ano-passado-em-marienbad-alain-resnais-1961/">O Ano Passado em Marienbad</a> (Alan Resnais, 1961)<br />
08. O Leopardo (Luchino Visconti, 1963)<br />
09. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/07/11/dr-fantastico-stanley-kubrick-1964-2/">Dr. Fantástico</a> (Stanley Kubrick, 1964)<br />
10. Bonnie &#38; Clyde (Arthur Penn, 1967)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Tops! da Equipe:</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Marcelo Dillenburg</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Uma década em que gênios resolveram complicar nosso trabalho de fazer tops, criando duas ou três obras magníficas. Foi assim com Hitchcock, <a href="http://multiplot.wordpress.com/especiais/stanley-kubrick/">Kubrick</a>, Leone e Lean. Juntos, eles abocanharam 70% da minha lista, e poderia ter sido mais. Ah, sim, um detalhe, os dois primeiros estão também no meu top 10 de todos os tempos.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://multiplot.files.wordpress.com/2008/07/strangelove1.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-815" src="http://multiplot.wordpress.com/files/2008/07/strangelove1.jpeg" alt="" width="400" height="397" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">01. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/07/11/dr-fantastico-stanley-kubrick-1964-2/">Dr. Fantástico</a> (Stanley Kubrick, 1964)<br />
02. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/trilogia-dos-dolares-sergio-leone-196419651966/" target="_blank">Três Homens em Conflito</a> (Sergio Leone, 1966)<br />
03. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/07/12/2001-uma-odisseia-no-espaco-stanley-kubrick-1968-2/">2001: Uma Odisséia no Espaço</a> (Stanley Kubrick, 1968)<br />
04. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/era-uma-vez-no-oeste-sergio-leone-1968/" target="_blank">Era uma Vez no Oeste</a> (Sergio Leone, 1968)<br />
05. Psicose (Alfred Hitchcock, 1960)<br />
06. O Homem que Matou o Facínora (John Ford, 1962)<br />
07. A Noite dos Mortos-Vivos (George Romero, 1968)<br />
08. Lawrence da Arábia (David Lean, 1962)<br />
09. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/26/os-passaros-alfred-hitchcock-1963/" target="_blank">Os Pássaros</a> (Alfred Hitchcock, 1963)<br />
10. A Primeira Noite de um Homem (Mike Nichols, 1967)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Daniel Dalpizzolo</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Cinco dos dez filmes que atualmente compõem meu top pessoal na seção Equipe são dessa década, e para dar espaço a outros diretores e filmes que eu aprecio tanto quanto resolvi sacar fora esses filmes (O Demônio das Onze Horas, Meu Ódio Será Tua Herança, O Anjo Exterminador, <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/12/o-ano-passado-em-marienbad-alain-resnais-1961/">O Ano Passado em Marienbad</a> e a Trilogia da Incomunicabilidade de Antonioni) e fazer deles meras menções. Nem assim consegui citar um quinto de tudo o que eu queria, mas definitivamente desisti de lutar contra esses tops. Dez é muito pouco, gente. É torturante.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://multiplot.files.wordpress.com/2008/07/blowup4601.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-814" src="http://multiplot.wordpress.com/files/2008/07/blowup4601.jpg" alt="" width="460" height="300" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">01. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/06/13/blow-up-depois-daquele-beijo-michelangelo-antonioni-1966/">Blow up - Depois Daquele Beijo</a> (Michelangelo Antonioni, 1966)<br />
02. Repulsa ao Sexo (Roman Polanski, 1965)<br />
03. Hatari! (Howard Hawks, 1962)<br />
04. Weekend à Francesa (Jean-Luc Godard, 1967)<br />
05. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/12/a-tortura-do-medo-michael-powell-1960/" target="_blank">A Tortura do Medo</a> (Michael Powell, 1960)<br />
06. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/06/11/a-hora-do-lobo-ingmar-bergman-1968-2/" target="_blank">A Hora do Lobo</a> (Ingmar Bergman, 1968)<br />
07. Badaladas à Meia Noite (Orson Welles, 1965)<br />
08. O Beijo Amargo (Samuel Fuller, 1965)<br />
09. São Paulo S.A. (Luis Sergio Person, 1963)<br />
10. O Desprezo (Jean-Luc Godard, 1963)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Adney Silva</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Essa é a década mais complicada para fazer um top, na minha opinião. O grande diferencial desse top é que muitas das técnicas e temáticas utilizadas no cinema atual foram utilizadas primeiramente nessa década, além de ser uma das mais importantes (perdendo apenas para a de 50). Hitchcock, Polanski e Romero investido no terror; <a href="http://multiplot.wordpress.com/especiais/stanley-kubrick/">Kubrick</a> e Edwards na comédia; Mike Nichols nos relacionamentos; Arthur Penn no road-movies; Franklin J. Schafner na ficção -científica (com alegorias políticas); o velho-oeste (na visão clássica norte-americana e italiana); e David Lean nos proporcionando algumas das imagens mais lindas e poéticas do cinema.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://multiplot.files.wordpress.com/2008/07/the-birds-alfred-hitchcock-pic-44.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-813" src="http://multiplot.wordpress.com/files/2008/07/the-birds-alfred-hitchcock-pic-44.jpg" alt="" width="500" height="272" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">01. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/26/os-passaros-alfred-hitchcock-1963/" target="_blank">Os Pássaros</a> (Alfred Hitchcock, 1963)<br />
02. Repulsa ao Sexo (Roman Polanski, 1965)<br />
03. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/era-uma-vez-no-oeste-sergio-leone-1968/">Era uma Vez no Oeste</a> (Sergio Leone, 1967)<br />
04. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/07/11/dr-fantastico-stanley-kubrick-1964-2/">Dr. Fantástico</a> (Stanley Kubrick, 1964)<br />
05. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/14/bonnie-clyde-uma-rajada-de-balas-arthur-penn-1967/" target="_blank">Bonnie &#38; Clyde</a> (Arthur Penn, 1967)<br />
06. O Planeta dos Macacos (Franklin J. Schafner, 1968)<br />
07. O Homem que Matou o Facínora (John Ford, 1962)<br />
08. A Noite dos Mortos Vivos (George A. Romero, 1968)<br />
09. A Corrida do Século (Blake Edwards, 1965)<br />
10. Dr. Jivago (David Lean, 1965)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Pedro Kerr</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Uma década muito interessante, que também é de sofrer pra fazer um top. Foi quando começaram a se abrir as portas para experimentar de tudo, refletindo tudo o que você já ouviu e não ouviu falar sobre os anos 60.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://multiplot.files.wordpress.com/2008/07/tres_homens_conflito_1967_032.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-812" src="http://multiplot.wordpress.com/files/2008/07/tres_homens_conflito_1967_032.jpg" alt="" width="500" height="248" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">01. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/trilogia-dos-dolares-sergio-leone-196419651966/" target="_blank">Três Homens em Conflito</a> (Sergio Leone, 1966)<br />
02. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/era-uma-vez-no-oeste-sergio-leone-1968/" target="_blank">Era Uma Vez no Oeste</a> (Sergio Leone, 1968)<br />
03. O Demônio das Onze Horas (Jean-Luc Godard, 1965)<br />
04. Meu Ódio Será Sua Herança (Sam Peckinpah, 1969)<br />
05. Viridiana (Luis Buñuel, 1961)<br />
06. O Beijo Amargo (Sam Fuller, 1964)<br />
07. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/06/13/blow-up-depois-daquele-beijo-michelangelo-antonioni-1966/">Blow up - Depois Daquele Beijo</a> (Michelangelo Antonioni, 1966)<br />
08. O Bebê de Rosemary (Roman Polanski, 1968)<br />
09. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/26/os-passaros-alfred-hitchcock-1963/" target="_blank">Os Pássaros</a> (Alfred Hitchcock, 1963)<br />
10. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/07/12/2001-uma-odisseia-no-espaco-stanley-kubrick-1968-2/">2001: Uma Odisséia no Espaço</a> (Stanley Kubrick, 1968)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Djonata Ramos</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A década de Sergio Leone e sua aula de como fazer um épico do <a href="http://multiplot.wordpress.com/especiais/western/">Western</a>. <a href="http://multiplot.wordpress.com/especiais/stanley-kubrick/">Kubrick</a> na maior ficção de todos os tempos. Polanski e Hitch tocando o terror, e o restante, bem... veja você mesmo.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://moviepatron.com/blog/wp-content/uploads/2007/11/once-upon-opening.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><a href="http://multiplot.files.wordpress.com/2008/07/west12.jpg"></a></p>
<p style="text-align:justify;">01. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/era-uma-vez-no-oeste-sergio-leone-1968/" target="_blank">Era Uma Vez no Oeste</a> (Sergio Leone, 1968)<br />
02. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/07/12/2001-uma-odisseia-no-espaco-stanley-kubrick-1968-2/">2001: Uma Odisséia no Espaço</a> (Stanley Kubrick, 1968)<br />
03. O Bebê de Rosemary (Roman Polanski, 1968)<br />
04. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/trilogia-dos-dolares-sergio-leone-196419651966/" target="_blank">Três Homens em Conflito</a> (Sergio Leone, 1966)<br />
05. Psicose (Alfred Hitchcock, 1960)<br />
06. O Demônio das Onze Horas (Jean-Luc Godard, 1965)<br />
07. Repulsa ao Sexo (Roman Polanski, 1965)<br />
08. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/26/os-passaros-alfred-hitchcock-1963/" target="_blank">Os Pássaros</a> (Alfred Hitchcock, 1963)<br />
09. A Noite dos Mortos Vivos (George A. Romero, 1968)<br />
10. A Primeira Noite de um Homem (Mike Nichols, 1967)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Luis Henrique Boaventura</strong></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.bergmanorama.com/gallery4/hour-37.jpg" alt="" width="480" height="367" /></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><a href="http://multiplot.files.wordpress.com/2008/07/vargtimmen14410.jpg"></a></p>
<p style="text-align:justify;">Bah, malditos tops!. Ficando de fora <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/12/muriel-ou-o-tempo-de-um-retorno-alain-resnais-1963/">Muriel</a>, Psicose, O Leopardo, O Homem que Matou o Facínora, A Doce Vida e as duas primeiras partes da trilogia das doletas. De qualquer forma, década absolutamente sensacional. Bergman e Resnais enlouquecendo o espectador pelos seus labirintos do tempo e da memória, Buñuel partindo de um dos plots mais geniais do cinema, <a href="http://multiplot.wordpress.com/especiais/stanley-kubrick/">Kubrick</a> espumando sarcasmo, Jean Pierre-Melville numa simbiose absoluta com Alain Delon entregando a forma mais pulsante de vida em apenas 5 segundos de um filme todo esmaltado num metodismo gélido, Powell e Antonioni destruindo com obras-primas de metacinema, e Sergio Leone sendo simplesmente o melhor de todos.</p>
<p style="text-align:left;">01. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/19/a-hora-do-lobo-ingmar-bergman-1968/">A Hora do Lobo</a> (Ingmar Bergman, 1968)<br />
02. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/era-uma-vez-no-oeste-sergio-leone-1968/" target="_blank">Era Uma Vez no Oeste</a> (Sergio Leone, 1968)<br />
03. O Samurai (Jean Pierre-Melville, 1967)<br />
04. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/trilogia-dos-dolares-sergio-leone-196419651966/" target="_blank">Três Homens em Conflito</a> (Sergio Leone, 1966)<br />
05. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/12/o-ano-passado-em-marienbad-alain-resnais-1961/">O Ano Passado em Marienbad</a> (Alain Resnais, 1961)<br />
06. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/07/16/persona-ingmar-bergman-1966/">Persona</a> (Ingmar Bergman, 1966)<br />
07. O Anjo Exterminador (Luis Buñuel, 1962)<br />
08. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/12/a-tortura-do-medo-michael-powell-1960/" target="_blank">A Tortura do Medo</a> (Michael Powell, 1960)<br />
09. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/07/11/dr-fantastico-stanley-kubrick-1964-2/">Dr. Fantástico</a> (Stanley Kubrick, 1964)<br />
10. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/06/13/blow-up-depois-daquele-beijo-michelangelo-antonioni-1966/">Blow up - Depois Daquele Beijo</a> (Michelangelo Antonioni, 1966)</p>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fantasmas da Liberdade[Le fantôme de la liberté] 1974]]></title>
<link>http://dadagaio.wordpress.com/?p=3185</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 15:04:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>samdrade</dc:creator>
<guid>http://dadagaio.wordpress.com/?p=3185</guid>
<description><![CDATA[  A dreamlike, surrealistic film that playfully looks at politics, religion and sex. The film offers]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://dadagaio.files.wordpress.com/2008/07/bunuel.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3186" src="http://dadagaio.wordpress.com/files/2008/07/bunuel.jpg" alt="" width="500" height="293" /></a> <span style="display:none;"> A dreamlike, surrealistic film that playfully looks at politics, religion and sex. The film offers tantalizing fragments of narrative that it explores briefly and then leaves behind: a child accepts some strange photographs from an unsavory character in a playground -- only the images...</span> <span style="display:inline;"></span></p>
<p><span style="display:inline;">Talvez não seja a grande obra prima do diretor <strong>Luis Bunuel</strong>, mas é o mais surrealista de seus filmes. E o diretor ainda viciado em seus truques de crítica à política, religião e sexo. São fragmentos de estórias pseudo bizarras que se entrelaçam de forma inesperada. Às vezes você acha tudo meio perdido e ainda dá uma sensação de parecer que os atores meio que brincam de interpretar, basta prestar atenção nas atuações na parte da musa Monica Vitti. Destaque às partes do carinha que atira nas pessoas na rua de cima de um super prédio e à cena do pessoal no "lavabo" de estar. </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Debaser?]]></title>
<link>http://filipatorres.wordpress.com/?p=45</link>
<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 14:11:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Filipa Torres</dc:creator>
<guid>http://filipatorres.wordpress.com/?p=45</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/LUd48jRKzBo'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/LUd48jRKzBo&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Las Hurdes, tierra sin pan: Las Hurdes de Buñuel]]></title>
<link>http://leticiasinzeta.wordpress.com/?p=118</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 14:44:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>leticiasinzeta</dc:creator>
<guid>http://leticiasinzeta.wordpress.com/?p=118</guid>
<description><![CDATA[ 
                                                 ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><a href="http://www.jgcinema.org/img_articoli/193.jpg"></a><img class="alignnone" src="http://www.jgcinema.org/img_articoli/193.jpg" alt="" width="280" height="222" />                                                 <a href="http://www.jgcinema.org/img_articoli/193.jpg"></a><a href="http://www.jgcinema.org/img_articoli/193.jpg"></a></p>
<p style="text-align:justify;">Llevo mucho tiempo pensando si hacer o no hacer esto. Es decir, si comentar o no <em>Tierra sin pan.</em></p>
<p style="text-align:justify;">No me atrevía; en primer lugar porque no sé de cine ni nunca antes había visto las obras de Buñuel y en segundo lugar porque en un blog llamado LAS HURDES: PARAÍSO DESCONOCIDO, esto no pega. Pero finalmente me atreví. Me decidí cuando recordé que precisamente llamé así el blog por esta película, porque la mayoría de la gente no conoce las hurdes y, si sabe algo de estas tierras, es lo que Buñuel nos mostró aquí, es decir, que no sabe nada.</p>
<p style="text-align:justify;">Por eso, y aprovechando que alguien tuvo la amabilidad de colgar los videos con subtítulos en Youtube (hasta hace poco no estaban), los comentaré uno por uno (están expuestos en tres partes). No pretendo ser objetiva, quiero que quede bien claro. No se puede ser objetivo con nada y menos con el cine asi que no seré yo quien lo intente.</p>
<p style="text-align:justify;">La primera vez que ví esta película estaba en casa de la familia, en Salamanca y recuerdo cómo me ardía la sangre, cómo me retorcía en el asiento. Por entonces no sabía nada de Buñuel, sólo me dieron ganas de cortarle el pescuezo al que hubiera echo esa película ¡quién podía atreverse a hablar así de Las Hurdes!. Ahora que ya sé algo más reconozco que esa sensación de rabia contenida no se me ha pasado del todo y cada vez que vuelvo a ver la película, vuelvo a respirar hondo.</p>
<p style="text-align:justify;">Yo no vivo en Las Hurdes, pero mi familia es de allí y allí es donde yo he pasado todos los veranos de mi infancia. Desde que ví esta película, quiero más esas tierras.</p>
<p style="text-align:justify;">Ya sabía del pasado de Las Hurdes porque mis abuelos y mi padre me han contado. Sé de un pasado muy pobre, donde había que trabajar duro para sacarle provecho a un trozo de tierra y también sé que esto es una PELÍCULA. Pero, ¿por qué exactamente? a mí me quedó bastante claro desde el primer momento que esto tiene mucho de película y bastante menos de documental. No sé si a los amantes del cine de Buñuel les quedaría tan claro ¡espero que sí!</p>
<p style="text-align:justify;">Como cineasta no puedo rebatirlos, sin duda Buñuel era un genio pero ¿qué pretendía conseguir con <em>Tierra sin pan </em>?. Era una denuncia social para llamar la atención sobre la miseria de Las Hurdes pero ¿por qué recurrió a métodos como la manipulación de imágenes o los comentarios exagerados y fuera de contexto?</p>
<p style="text-align:justify;"> Pero no quiero adelantarme demasiado, ya iré repasando cada escena en su momento. Y a los que quieran llevarme la contraria ¡que escriban comentarios, que me gusta discutir!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Belle de jour]]></title>
<link>http://sabanasblancas.wordpress.com/?p=166</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 19:01:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>sabanasblancas</dc:creator>
<guid>http://sabanasblancas.wordpress.com/?p=166</guid>
<description><![CDATA[...















.
.
Catherine Deneuve interpreta a una joven y fría esposa de un aséptico médi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong><span style="color:#ffffff;">..</span></strong></span><strong><span style="font-family:Times New Roman;color:#ffffff;">.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong><a href="http://sabanasblancas.files.wordpress.com/2008/06/20080605194223-belledejour1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-167" src="http://sabanasblancas.wordpress.com/files/2008/06/20080605194223-belledejour1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="177" /></a></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p><strong>Catherine Deneuve </strong>interpreta a una joven y fría esposa de un aséptico médico. La chica tiene sueños y visiones donde es atada y humillada. Las relaciones que mantiene con su esposo son tan tórridas como un congelador. La curiosidad y el morbo la llevan a un prostíbulo donde, con el nombre de <em>Belle de jour</em>, empezará a descubrir un mundo que le traerá -¡qué cosas!- la felicidad conyugal.<br />
Una de las más aclamadas películas de <strong>Luis Buñuel</strong>.<br />
Pese a ser sumamente escandalosa, no esperéis ver nada atrevido (para nuestros tiempos) aunque si lo fue en 1967, cuando se estrenó.<br />
<a title="Belle de jour" href="http://www.filmaffinity.com/es/film601862.html" target="_blank"> http://www.filmaffinity.com/es/film601862.html</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Un chien andalou &amp; the alien bitches]]></title>
<link>http://ethnicrhino.wordpress.com/?p=50</link>
<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 11:32:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethnicrhino</dc:creator>
<guid>http://ethnicrhino.wordpress.com/?p=50</guid>
<description><![CDATA[We follow last week&#8217;s clip by Zizek on reality as 1/ stupid reality, 2/ external appearance]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>We follow last week's clip by Zizek on reality as 1/ stupid reality, 2/ external appearance and 3/ the appearance of the spectral,  phantasmatic Real. In the clip below, the results of the opinion poll are far from imaginary: that's the kind of 'reality', we silly Basque ethnic cows, have to put up with. In the aftermath of the Madrid bombings a politician said that they are all terrorists, whether they put a beret or a turbant on and why not? since almost 80% of the population seems to believe so.</strong> <strong>Everything goes! So, out of the blue, here is another story, neboulous and ghosty.<!--more--> </strong></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/1P3giK9DQD4'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/1P3giK9DQD4&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>I was dreaming-like in the airplane and I kind of half-viewed images of the most strongly ferocious of clans among my legendary Basque ancestors. They were just meeting a bunch of beautiful little Martian lady fighters. Both gangs of Basque male and alien female were lost somewhere there in the outer space. "And that's how - I heard from an distant echoing voice of what seemed to be a galactic chronicler - and that's how were born the real progenitors of your country's current cyborg-terminator-terrorists, out of a wild group orgy and consented sideral love  . "No way - answered what was now a totally flat and plain terrestrial voice- no way, no way! there is no historical evidence of that happening. This is a myth with no empirical basis whatsoever! According to the few existing documents what ocurred then was only the outcome of a classical male gang rape, under no circumstances the result of consented sex. The Martian Amazons never said yes to such a Dionisiac extravaganza... and in any case - continued the dry voice of scientific truth - it'd be much better should you work on the paper you must deliver about  the films <em>Un Chien Andalou</em> (1929) and <em>Las Hurdes: Tierra sin Pan</em>, (1932) by Luis Buñuel.</p>
<p>Ah yes, the academic chit-chat - responded the galactic chronicler-. I'll help you out: according to Luis Buñuel <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Csm-1Sv-zKY">Un Chien Andalou </a></em>is the outcome of two dreams coming together: his envisioning of a cloud that cuts across the moon while a knife slashes an eyeball and Salvador Daly’s vision of a hand-palm full of ants. The idea emerged then of producing a film from assembling together such images and others without any prior evaluative calculation. The script was written in less than a week and followed a very simple rule: do not acept any image which could lead to a rational, psychological or cultural interpretation. When Buñuel presented this work to the surrealists it was accepted as the film manifest of the group although the public showing and the ‘obscene’ and ‘cruel’ character of the film provoked a scandal only to be matched with his next devastating critique against the decadent moral values of bourgeois society in <a href="http://www.youtube.com/watch?v=lcasqBRzeeA"><em>L'age d'or</em> </a>(1930).      </p>
<p>The surrealist movement -continued the sidereal chronicler's echoing galactic voice - was influenced by Freud’s psychoanalytic theories of dreams but also with a sense of deep pessimism that characterized most of the avant-gard artistic movements that emerged in Europe following WWI. Surrealism as such emerged in France in the 1920s and was an aesthetic movement with important inputs in poetry, painting, theater and cinema. The surrealists called for a break away from any pre-established logical order and proposed that individuals should liberate themselves form all religious and social constraints by freely embracing sexuality and the unbound powers stemming from the unconscious and the irrational. Having said this, from the point of view of an informed viewer and consumer of images one cannot avoid a cultural interpretation of<em>Un Chien Andalou</em> without invoking Freud’s own “<em>Interpretation of dreams</em>”. This would not necessarily require a rational but rather a semiotic approach to understand the ordering of the imagery from the apparent chaos that pervades the short film. Suffice to say here, for instance, that according to Freud this very endless amount of explicit objects and locations (knifes and clouds, cyclist in empty road, thrown books and paper, frenetic running downstairs, closed room, open windows and doors, staircases, ants, crabs, a baton, a tennis racket, a cord, a melon, a butterfly, water… ) could easily be said to signify a relentless engagement with phallic iconography whereby implicit masculine fantasies of unrestrained sexual intercourse occur in a foregone past (<em>Erase una vez</em>, “Once upon a time”.)</p>
<p>No, no and no, -cuts sharp the serious scientific voice of the positivist historian now with a social conscience- there is more to it than that. Other than a call for the inner discovery of our own unconsciously computed sexual drives, commitment to individual and social change through scandal and irrationalism were, simultaneously, important trademarks in the way surrealists dealt with the external world. Indeed as Buñuel himself would elaborate at the time: “I think that a film […] always must defend and communicate indirectly the idea that we live in a brutal, hypocritical and unjust world.” As a consequence, moreover, the documentary film <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=P5gWFzQb2Vk">Las Hurdes</a> / <a href="http://www.youtube.com/watch?v=EtaJXoxrlvY&#38;feature=related">Tierra</a> / <a href="http://www.youtube.com/watch?v=4gOVVHKDMqY&#38;feature=related">sin Pan </a></em>could also be read in terms of its Surrealist elements. Certainly, as Gary W. Tooze’s review goes (2004) in this film “Buñuel used a very practical documentary styling to convey the true horror of these people […] It is shown as accurate, not melodramatic. In this sense I view it as ‘objective’” But, at the same time, “the images that are showed in the film are so absurd they become surreal” and thus they serve following Doug Spurling’s own review (1998) to denounce the “scandalous backwardness of the Hurdanos […] Irrationalism, in the form of acts that would elicit “scandal” can be seen as a tool in the pursuit of social change.”</p>
<p>Yes, yes and yes, -answers now the galactic chronicler- although paradoxically perhaps the Surrealist scandal at the center of <em>Las Hurdes </em>is not the backwardness of its inbreed and destitute population. As Spurling concludes: “To the extent that Buñuel cultivated a surrealist antipathy towards the church, the monarchy, and the rationalism that tied them together, the true scandal of <em>las Hurdes</em> is a documentary that questions notions of progress”. Notions, that is to say, in which unlike the appeals to irrational excess privileged by surrealism, access to modernity could only be secured by embracing the hierarchical, rationalist and orderly social organization of modern Europe as based on the cult of private property (think of the school’s blackboard message: <em>Respetad los bienes ajenos </em>“Respect other’s property”). It is no wonder, therefore, that in a time when ideological cleavages were radically poised against each other, such an ambiguity and ambivalence towards private and public affairs on the part of the surrealist movement was met with horror and disgust by the sociological right but also with suspicion and a fair amount of disdain by the political left... and this is why perhaps - kind of continued the echoing voice-, this is why one could also reclaim Luis Buñuel as the real precursor of proto-cyborg-terrorism!</p>
<p>No, no, no - said the flat scientific voice as we were told to put our sit-belts before arrival-, this is no way to land a conclusion. .. Oh shush you idiot, why not? I say as I woke up and clear the eyes with the tips of my un-sharp fingers. Nothing is what it seems. Everything is surreal! Why don't we comission  an opinion poll on the issue? <em>Do you think the alien bitches had sexual intercourse with: 1/ a signed consent form; 2/ a beret on; and/or 3/  Bin Laden?</em> ... Reality? Whose reality?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lanzamiento Luis Buñuel]]></title>
<link>http://mentesynquietas.wordpress.com/?p=782</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 09:15:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>andystardust</dc:creator>
<guid>http://mentesynquietas.wordpress.com/?p=782</guid>
<description><![CDATA[Tribanda Pictures tiene el  placer de informarles que a partir del 25 de junio, estará a la venta ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">Tribanda Pictures tiene el<span>  </span>placer de informarles que a partir del 25 de junio, estará a la venta el cine más personal de LUIS BUÑUEL (1900-1983). A punto de cumplirse el 25 aniversario de la muerte del genial cineasta nacido en Calanda, Tribanda Pictures lanza al mercado tres de sus obras más emblemáticas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">VIRIDIANA</span></strong></p>
<p><img src="http://s248.photobucket.com/albums/gg195/bobisreal/th_image003-1.jpg" border="2" alt="" align="left" /></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">Don Jaime, viejo hidalgo español, vive retirado en una hacienda abandonada desde la muerte de su esposa ocurrida el mismo día de su boda. Allí recibe la visita de su sobrina Viridiana, de gran parecido físico con su mujer y novicia en un convento. Don Jaime la intenta seducir, pero viendo que no puede retenerla se suicida y Viridiana, sintiéndose culpable de esta muerte, renuncia a su vida de monja.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"><!--more-->Festival C. de Cannes (1961): Palma de Oro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">INTÉRPRETES:</span></strong><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"> Fernando Rey, Silvia Pinal, Francisco Rabal, Margarita Lozano, Victoria Zinny</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">IDIOMA:</span></strong><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"> castellano</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">SUBTÍTULOS:</span></strong><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"> castellano, Inglés, Francés</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">4/3 1.77:1</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">PVP: 14.99€</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">EL ÁNGEL EXTERMINADOR</span></strong></p>
<p> <img src="http://s248.photobucket.com/albums/gg195/bobisreal/th_image005.jpg" border="2" alt="" align="left" /></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">Buñuel, que sentía horror a las multitudes, no concebía la sociedad como un bien, sino como una farsa del bien y pensaba que las ideologías y las religiones no eran sino disfraces de intereses puramente egoístas. En "<em>El Ángel Exterminador</em>", el director aragonés desarrolló estas y otras de sus premisas antisociales. El film es una alegoría imaginativa sobre el carácter del hombre, representado aquí por los dirigentes de una sociedad cuyo desfavorecedor retrato niega la misma sociedad, desde el ejército a la iglesia. Todo comienza cuando los invitados a una fiesta de la alta burguesía no pueden abandonar el salón. Simplemente, tienen miedo a salir. El miedo les llevará a una convivencia forzada que, a medida que pasa el tiempo, va cobrando violencia y dramatismo llegando incluso a las consecuencias trágicas cuando el hambre, la sed y la desesperación se apoderan de los individuos. Mediante este, nada absurdo aunque lo parezca, planteamiento, Buñuel desenmascara los instintos e intenciones encubiertas por una imagen de urbanidad dejando a la vista el grado de egoísmo e incomunicación latente en toda sociedad.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">INTÉRPRETES:</span></strong><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"> Silvia Pinal, Enrique Rambal, Claudio Brook, José Baviera, Lucy Gallardo</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">IDIOMA:</span></strong><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"> Castellano</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">SUBTÍTULOS:</span></strong><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"> Castellano, Inglés</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">4/3 1.33:1</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">PVP: 11.99€</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">SIMÓN DEL DESIERTO</span></strong></p>
<p> <img src="http://s248.photobucket.com/albums/gg195/bobisreal/th_FRONTA_CAJA_BUUEL.jpg" border="2" alt="" align="left" /></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">Simón es uno de los numerosísimos estilistas que proliferan en Egipto al comienzo de la Era Cristiana, santos o ascetas que, sobre todo lo alto de una columna, oraban en medio del desierto. El personaje es histórico. A sus pies se agrupan los creyentes, a los cuales predica. Así pasó catorce años. Le subían la comida con una cuerda. En el filme Simón se muda a una nueva columna que para él ha edificado un creyente. Emprende sabrosas discusiones con los monjes; realiza milagros, ante la total indiferencia de todos, que no se los celebran; se entretiene con un enano; lucha con las tentaciones del diablo, que se le aparece bajo la forma de una bella mujer; bendice todo lo que ve, bueno o malo, incluso insectos. Al final, Satán consigue trasladarlo al Nueva York de la época, donde Simón contemplará bares nocturnos con gente bailando el "rock and roll". "Vade Retro", murmura, par ahuyentar a Satanás, sin resultado. Sus ideales cristianos se desmoronan ante la realidad, sin poder transformarla, y el santo terminará sumido en la duda, bajo la forma de un epílogo alegórico.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">Basado en un tema esbozado por Federico García Lorca y Luis Buñuel en 1922, inspirado en la vida de San Simeón el Estilita.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">VENECIA 1965: LEON DE PLATA Y PREMIO FIPRESCI.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">INTÉRPRETES:</span></strong><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"> Silvia Pinal, Claudio Brook, Enrique del castillo, Enrique Álvarez Félix, Hortensia Santoveña.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">PACK 3 PELÍCULAS 29.99€</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;">::Mentes Inquietas::</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Il fantasma della libertà (Le fantôme de la liberté)]]></title>
<link>http://giardinidipietra.wordpress.com/?p=33</link>
<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 12:30:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>invisig0th</dc:creator>
<guid>http://giardinidipietra.wordpress.com/?p=33</guid>
<description><![CDATA[
Cast: Monica Vitti, Michel Piccoli, Adriana Asti, Julien Bertheau, Adolfo Celi
Director: Luis Buñu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://giardinidipietra.wordpress.com/files/2008/06/1974_le_fantome_de_la_liberte.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-36" src="http://giardinidipietra.wordpress.com/files/2008/06/1974_le_fantome_de_la_liberte.jpg?w=228" alt="" width="228" height="300" /></a></p>
<p><strong>Cast</strong>: Monica Vitti, Michel Piccoli, Adriana Asti, Julien Bertheau, Adolfo Celi</p>
<p><strong>Director</strong>: Luis Buñuel</p>
<p><strong>Genere</strong>: surrealista                                                                                                                                                                                                                                              <strong>Produzione</strong>: Francia 1974</p>
<p><strong>InVoto</strong>: 8</p>
<p>Film a episodi, concatenati alla maniera di Buñuel e della sua "casualità non casuale", che ci conduce in un viaggio fra conscio ed inconscio, fra morale ed immorale, con situazioni da teatro dell'assurdo che spesso ci fanno prima sorridere e poi riflettere su come, spesso, la nostra vita non sia dettata da convenzioni che esaminate a fondo potrebbero essere assurde ma che invece siamo portati per abitudine a seguire ciecamente come Comandamenti.</p>
<p>Penultimo film di Don Luis, che tocca i più alti picchi del surrealismo su celluloide, grazie anche alla splendida sceneggiatura di  Jean-Claude Carrière. Lo sceneggiatore francese parlando del film disse: "C'è una frase di André Breton del Secondo Manifesto del Surrealismo in cui dice che tutto induce a credere che esista un certo punto nella mente in cui l'alto e il basso, il nero e il bianco, ciò che è espresso e ciò che non lo è, il freddo e il caldo sono il risultato dei contrari. [...] Nell'attività surrealista non abbiamo fatto altro che cercare quel punto. e io l'ho trovato, in <em>Il fantasma della libertà </em>due o tre volte". E sicuramente, una delle volte in questione è la scena della bambina "scomparsa", che secondo Carrière era anche la scena che Don Luis preferiva fra tutte quelle da lui girate nella sua intera carriera di regista. Semplicemente sublime.</p>
<p><em></em><em><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/mkiWNQOB3Wc'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/mkiWNQOB3Wc&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span><br />
</em></p>
<p>Buona visione!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Puente aéreo Huesca-Zaragoza]]></title>
<link>http://josefluzo.wordpress.com/?p=77</link>
<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 23:34:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>josefluzo</dc:creator>
<guid>http://josefluzo.wordpress.com/?p=77</guid>
<description><![CDATA[
Días intensos los pasados las últimas semanas. Pocas horas de sueño y mucho material por renderi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://josefluzo.files.wordpress.com/2008/06/blog-foto-0020-bielsa.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-78" src="http://josefluzo.wordpress.com/files/2008/06/blog-foto-0020-bielsa.jpg" alt="" width="440" height="142" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Días intensos los pasados las últimas semanas. Pocas horas de sueño y mucho material por renderizar.</p>
<p style="text-align:justify;">Pero entre tanto jaleo hemos volado de Huesca a Zaragoza y de Zaragoza a Huesca, terminando, entre otras cosas, el documental <a href="http://www.huesca-filmfestival.com/es/FichaPelicula.aspx?id=02642e18-a5d7-4532-a737-6858f7d48d13" target="_blank">"La Bolsa de Bielsa. El puerto de hielo"</a>. El viernes 6 de junio <a href="http://www.cartv.es/index.php/mod.noticias/mem.detalle/idnoticia.21152/idmenu./chk.686056ba85065b6085768de660b88cd2.html" target="_blank">se presentó en Bielsa</a>, delante de cuatrocientas o quinientas personas y con evento organizado por Aragón Televisión. El viernes siguiente se proyectó <a href="http://www.aragontelevision.es/index.php/mod.noticias/mem.detalle/idnoticia.21350/relcategoria.1093/idmenu./chk.91e3550c0d8ab658c0efc1fb760e3737.html" target="_blank">en el Teatro Olimpia</a>, dentro de la programación no competitiva del Festival de Cine de Huesca. Y no ha sido cosa fácil sacar adelante una producción de estas características en un par de meses, en la que hemos combinado testimonios de personas que vivieron el episodio histórico, entrevistas a historiadores, recreaciones con la gente de la zona y los bloques de animación de Albert. Una combinación de la que hemos quedado satisfechos y que consideramos un buen producto de divulgación, con un enorme agradecimiento al equipo y a la gente que ha vivido y vive de cerca esta historia. Iremos conociendo su aceptación a partir de ahora porque en breve se emitirá en televisión y editará en DVD.</p>
<p style="text-align:justify;">En paralelo a todo esto, hemos realizado desde nuestra productora los microespacios informativos del 36 <a href="http://www.huesca-filmfestival.com/" target="_blank">Festival de Cine de Huesca</a>, trabajo meritorio que hubiera sido inviable sin Salomé, Jorge, Raquel y Elena, junto con unas cuantas colaboraciones. Trabajo no siempre fácil de sacar adelante por las trabas del camino.</p>
<p><a href="http://josefluzo.files.wordpress.com/2008/06/blog-foto-0020-salome.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-79" src="http://josefluzo.wordpress.com/files/2008/06/blog-foto-0020-salome.jpg" alt="" width="440" height="142" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://es.youtube.com/user/sintreguacom" target="_blank">Vamos colgando las piezas en el CANAL SINTREGUA DE YOUTUBE.</a></p>
<p style="text-align:justify;">Y hablando de trabas y de impedimentos, vuelvo como cada año de los recientes últimos con sensaciones agridulces del festival de cine más importante de mi tierra. No es nueva la alergia que parece producir al festival la modesta producción aragonesa en este evento, pero este año se ha oficializado con la desaparición del premio "Los Olvidados", triste título -por muy buñueliano que sea- para la sección aragonesa asentada desde hace un tiempo gracias a gente como Alberto Sánchez y otros pocos cuantos. Y es una pena que desaparezca, porque a los creadores aragoneses nos va a seguir gustando el festival por mucho que sea un amor no correspondido. Estaría bien que la organización se lo replanteara el año que viene. De verdad, Buñuel no necesita la sección, pero a aquellos que ruedan hoy en día sí les viene bien.</p>
<p style="text-align:justify;">Insisto. No se nos escapa que lo aragonés no tiene por qué tener protagonismo especial en un festival cuyo carácter internacional es lo importante, pero de ahí a que se arrincone con gestos que muchos sabemos entender, va un trecho. En muchos lugares del mundo, los festivales de cine cumplen, entre otras muchas funciones, una misión de conexión, pasarela o intercambio entre las cinematografías propias y las vecinas. Está claro que gracias a Huesca, esto ocurre de vez en cuando, pero mucho menos de lo que podría ser. Siendo el más importante de Aragón y con el mayor apoyo del Gobierno de la Comunidad, esto debería ser misión obligada. Por no hablar de lo mucho que podría fomentarse la difusión del certamen en los medios de comunicación. Paradójicamente, me temo que eso funcionaría mucho mejor si se empezará haciendo bien los deberes en casa. Que pregunten a los festivales de las comunidades vecinas si tienen esto en cuenta.</p>
<p style="text-align:justify;">[Por cierto, puntazo el del representante de la embajada de Australia recogiendo el premio de su convecino <a href="http://www.imdb.com/name/nm1168172/" target="_blank">Dennis Tupicoff</a>.]</p>
<p style="text-align:justify;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The Science of Sleep]]></title>
<link>http://tivlepo.wordpress.com/?p=693</link>
<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 15:41:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>tivlepo</dc:creator>
<guid>http://tivlepo.wordpress.com/?p=693</guid>
<description><![CDATA[Το πρόβλημα με τα όνειρα είναι ότι ποτέ δεν γίνονται κα]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://tivlepo.wordpress.com/files/2008/06/science1.jpg" alt="" width="149" height="220" class="alignleft size-full wp-image-695" />Το πρόβλημα με τα όνειρα είναι ότι ποτέ δεν γίνονται καλές ταινίες. Το προσπάθησαν διάφοροι όπως ο Luis Buñuel και Salvador Dali όταν ο κινηματογράφος ήταν ακόμη νήπιο, αργότερα πολλοί καλλιτέχνες έκαναν πειράματα προσπαθώντας να αφηγηθούν τα όνειρά τους μέσα από τις κινούμενες εικόνες του κινηματογράφου, αλλά το αποτέλεσμα έχει πάντα το ίδιο πρόβλημα: δεν ξέρεις τι να δεις! Τις όμορφες εικόνες; Την υποσυνείδητη σχέση όσων βλέπεις; Μεγάλο μπέρδεμα. Ο Michel Gondry την πάτησε με το <em>The Science of Sleep (2006) </em>γιατί προτίμησε να εστιάσει στα όνειρα αντί στην ιστορία. Ένας τυπάκος ντροπαλός και καλοσυνάτος ερωτεύεται την γειτόνισσά του και ντρέπεται να της το πει. Αυτό τώρα σου κάνει για ιστορία που μπορεί να γεμίσει 100 λεπτά ταινία; Εμένα καθόλου. </p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/PRwLjXFBQj4'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/PRwLjXFBQj4&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Εντάξει, ο Michel Gondry δίνει τον καλύτερο εαυτό του, σκηνοθετώντας την ταινία σαν video-clip της Bjork. Tα όνειρα διαδέχονται το ένα το άλλο, παρανοϊκοί συνειρμοί, υποσυνείδητα ταξίδια, πανέμορφες εικόνες γεμίζουν την οθόνη. Ο Gael García Bernal είναι από τους σπουδαιότερους νέους ηθοποιούς, αμόλυντος ακόμη από το Hollywood, η Charlotte Gainsbourg είναι η κοσμοπολίτισσα παριζιάνα έτσι όπως αξίζει στην κληρονομιά του ονόματός της και τα CGI κάνουν θαύματα. Το σενάριο όμως πάσχει και είναι εμφανής η έλλειψη ενός συνεργάτη του επιπέδου του Charlie Kaufman με τον οποίο είχαν δημιουργήσει από κοινού το σενάριο του πολύ καλού <em>Eternal Sunshine of the Spotless Mind</em>. Αν εξαιρέσεις τα όνειρα, η ασήμαντη ιστορία δεν βγάζει ζουμί για τα 100 λεπτά που πηγαινοέρχεται ανάμεσα στα όνειρα και την πραγαμτικότητα. Θα μπορούσε να είναι μία εξαιρετική ταινία μικρού μήκους. Μέχρι εκεί.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Buñuel y Viridiana]]></title>
<link>http://mobtomas.wordpress.com/?p=40</link>
<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 13:35:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>mobtomas</dc:creator>
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<description><![CDATA[Yo sólo he visto Viridiana, y algunas escenas de los olvidados que preferiría ignorar. Me gusta lo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div>Yo sólo he visto Viridiana, y algunas escenas de los olvidados que preferiría ignorar. Me gusta lo mucho que dicen las palabras en sus películas, pero me gusta más el universo de imágenes y que el espectador se las interprete a su manera y de acuerdo a sus propias experiencias, eso para mí es arte, no dar todo digerido a la gente fomentando la pereza de pensamiento. Blanco y negro, religión y sexualidad en toneladas, ¿en verdad el tío tenía alguna fijación en la niña que salta la cuerda?, o será que la sospecha es sólo mía. Sospecha también el fetichismo chino de Buñuel por los pies, pero no sé, tendría que ver más películas de él. En México se presume mucho de actrices internacionales, y siempre salen a mención tres: Dolores del Río, María Félix y Salma Hayek. De la primera casi nos estamos olvidando, de la segunda aún hay ecos de sus incendiarias declaraciones y su reciente muerte hace que se le recuerde, de la tercera, bueno se acaba de casar con un magnate. No digo que ninguna de ellas sea mala actriz, ni que sean tan buenas, pero es curioso que sus incursiones en el cine internacional hayan sido en su mayoría papeles secundarios, como de adorno, y si hicieron estelares fueron bastante olvidables. De Salma Hayek, fuera de una escena bailando con una serpiente, dudo mucho que se le recuerde, sin embargo hay una película que merece ser mencionada, pero que pasó sin pena ni gloria, en la que demostró que sí puede actuar, se trataba de unos asesinos seriales, salía con Jay Leto y John Travolta, pero del nombre ni me acuerdo. Se habla ahora de Martha Higareda, como la nueva María Félix, si eso es a todo lo que aspira, creo que ya casi lo logra, salió ‘de adorno’ en una película con un guión flojo de James Elroy, su papel lo pudo haber hecho María Conchita Alonso, o alguien igual, no puedo decir más, porque sólo la he visto en esa película. En fin, a lo que iba, de todas las actrices mexicanas que han ‘triunfado en el extranjero’ sólo una puede presumir de haber tenido el papel protagónico en una película que haya ganado la palma de oro de Cannes, ella fue Silvia Pinal en Viridiana. Y no intento hacer ninguna alegoría de ella, sólo digo que es un tanto injusto que jamás se le mencione, aunque tiene su prestigio dentro de las fronteras mexicanas. Viridiana es una historia en la que se ve que a veces la humildad tiene mucho de orgullo terrenal, la lucha del sermón de la montaña y las realidades que son el pan nuestro de cada día, quizás la idea de que en un mundo material el cuerpo pesa más que el alma, ya sabes, cosas de la ley de gravedad, en ambos sentidos de la palabra. Me pregunto qué tanto tendrá que ver esa película de Buñuel con el título del “Beggars Banquet” de los Rolling Stones.</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Belle de Jour / Bella de Día]]></title>
<link>http://cineenlinea.wordpress.com/?p=15</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 10:22:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guillermo</dc:creator>
<guid>http://cineenlinea.wordpress.com/?p=15</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Belle de Jour&#8221; es una coproducción franco italiana del año 1967, dirigida por Luis Bu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><em>"Belle de Jour" es una coproducción franco italiana del año 1967, dirigida por Luis Buñuel, que narra un melodrama con incursiones surrealistas, y que fuese ganadora del León de Venecia, premio a la mejor película del festival de igual nombre. Se basa en la novela de igual nombre de Joseph Kessel, profundamente modificada.</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>Calificación</strong></span>: 5 celuloides</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;"><img class="alignright" style="float:right;" src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/c5ch.jpg" alt="5 celuloides" width="54" height="30" /></p>
<h1><img class="alignleft" style="float:left;margin-left:10px;margin-right:10px;" src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/Belle%20de%20Jour/posterfrances01.jpg" alt="cartel promocional frances belle de jour" width="270" height="366" />Resumen</h1>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Una mujer de clase alta y con un bello marido se rehúsa a mantener con él intimidad sexual. Sin embargo, fantasea escenas sadomasoquistas. De forma casual conseguirá la dirección de un burdel parisino, y allí llegará, consiguiendo en él una plaza como trabajadora sexual.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Pasarán por su vida diferentes personajes, hasta que un joven delincuente quede prendado de ella. En esos momentos, un conocido de su pareja, que comparte con ella y su esposo los lujosos ambientes y relaciones, descubrirá su doble vida. Ella abandonará el prostíbulo, pero su amante delincuente creerá que es a él a quién deja. Éste la hará seguir, y al no conseguir de ella lo que pretende, baleará al marido, siendo luego muerto en la fuga.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">El marido quedará inválido y ella lo atenderá dulcemente. Finalmente ese amigo de vida disoluta que descubriese su conducta oculta le revela al hombre la realidad que se le oculta.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Todo salpicado de ensoñaciones y fantasías, que no siempre se disciernen convencionalmente.</p>
<h2>Comentario</h2>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Una película que reviste tanto interés puede ser comentada a partir de muy diferentes enfoques. Cuando además es intención del realizador -intención expresamente revelada en entrevistas- que no exista una lectura oficial de ella, más aún.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Así las cosas, hacer este comentario sobre la que es una de mis películas favoritas no parece sencillo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Comencemos pues por decir que se trata de la primera película de lo que habitualmente se refiere como el "período francés" de la obra de Luis Buñuel. En él no sólo se opera un cambio en la lengua en que son filmadas varias películas y en los recursos técnicos puestos a su alcance. Además el realizador optará por una serie de cambios que atienen a las formas de la narración cinematográfica y a el uso de elementos del lenguaje cinematográfico propiamente dicho.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">En cuanto a la narración, ésta tiende a hacerse imprecisa. Todo lo dicho es dicho es afirmado en un plano igual, dependiendo de la interpretación que el público hace de la realidad, que lo visto en pantalla se interprete como realidad, sueño, ensueño, o fantasía. Hasta este momento, en las películas de Buñuel se diferenciaba un período inicial, el que incluiría a "Un Chien Andalou", "L'Age D'Or" y "Las Hurdes" en el que lo mostrado es conmovedoramente real/irreal. Es el rostro de lo que la realidad de lo inconsciente proyecta, o es la realidad documentalizada que se muestra desafiante a cualquier fantasía del horror. En el "período mexicano" se recoge esta última apreciación de la realidad, que se va conjugando con pasajes imaginarios, y oníricos, en un señalamiento en el que se privilegia la oposición entre ambas como forma de marcar su dialéctica. En esta etapa, los bordes entre ambos espacios -el real y el imaginario- se difuminan, exigiendo al espectador la tarea de demarcar los contenidos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">De algún modo esto permite un cine de superficies más sedosas, cosa que se traslada al uso de menos elementos chocantes en la imagen -no más ojos cortados, no más cadáveres putrefactos, no más cuerpos olvidados en la basura, no más referencia salvaje a la religión. Pero esta superficie sedosa, al recubrir contenidos voluntariamente unidos más desiguales, obliga al espectador a la tarea de discernir ensueño y vigilia. Y por cierto, esta tarea no siempre resulta complaciente.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Para el caso de esta película podemos decir que la misma transcurre como si fuese un melodrama erótico, cuyo guión perfectamente pudo haber sido utilizado para una película de la Coca Sarli. ¡Incluso algunos diálogos!. Sin embargo, esto lo que hace es convalidar uno de los aspectos de la oposición que late bajo la tela: el mundo real es un mundo en el que nada es tan real como pudiese parecer.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Así, la protagonista virtuosa, resulta ser una prostituta; la madama que la intenta besar al conocerla, rechaza luego el beso; la amiga con un corte de pelo muy semejante al de la colega en la antigua profesión, el remesero rehuye al transeúnte de aspecto rufianesco para ir al ascensor del rufián de aspecto respetable.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">La sociedad burguesa, y la sociedad que la burguesía produce para ser satisfecha -incluyendo los espacios del delito que en definitiva ahí están para permitir al burgués saciar sus deseos- se muestran de un lado de la tela, del lado suave. La tela sin embargo oculta otras tramas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Los sueños de Severine, las ensoñaciones, los recuerdos, todo ello indistintamente presentado de forma que no sepamos si es real o fantaseado, muestran como esa sociedad reclama ser completada. El acto de violencia que importa la instauración de su régimen, se traslada por debajo de la fachada casta y severa, para implicar un acto de afirmación del yo, que no puede darse como afirmación liberadora, sino que necesita hacerlo como negación esclavizante.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Así Belle de Jour será sometida, y ese sometimiento será precisamente su triunfo. Triunfo que se constituye en su acceso al mundo de los toscos enriquecidos, de los asiáticos incomprensibles, de los necrófilos, y de los rufianes. Mientras que sus colegas viven su tarea como una forma de ganar sus sustento, la burguesa halla en ella sólo una forma de satisfacer su fantasía, en la negación de su vida, sin perderla.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Nuestro amo juega al esclavo, dirían los Redondos de Ricota.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Por eso cuando la trama de la tela es cortada y las caras opuestas de un sólo mundo que es se ven las caras, la respuesta se hace imposible. Hay dos personajes instalados como los portadores de un mundo hacia el otro, en otro juego de antagónica dialéctica.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">De un lado Michelle Piccoli, el amigo burgués quién no se deja engañar por la convencionalidad superficial de la vida sexual de su clase; del otro Pierre Clémenti, el amante que niega le sea escatimada la totalidad de la mujer que ama.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Belle de Jour huirá del prostíbulo por temor al primero, pero será interpretado por su jefa y sus compañeras como una huída del segundo. Éste también creerá que huye de él, y finalmente dejará inválido al marido, para ser luego muerto. De igual modo que el bandolerismo puede herir a la burguesía, pero nunca acabar con ella.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Siendo la burguesía la clase imperante, corresponderá a Michel Piccoli ser quién finalmente exprese la unión de los mundos exponiendo al marido paralítico, la realidad de su casta mujer. Sin embargo, al no ser un agente de liberación, sino sólo la expresión individual de alguien que puede ver lo que realmente ocurre en los dos mundos, su vos llegará solo a un hombre aislado de la realidad, incapaz de actuar sobre ella, de verla o de decir siquiera si ha oído.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Sólo el gesto de su mano, como intentado aferrar algo que ahí no está, pareciendo indicar que todo se desenvuelve aún como en un mundo fantasma.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Por eso al final, Catherine Deneuve, Belle de Jour, puede seguir sonriendo en la bella sala, y fantasear con una charla amable con su esposo, y abandonando la fantasía en la que era sometida, fantasear con el poder que ahora tiene sobre aquél que fue antes su esposo en un matrimonio que nunca se ha consumado.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">La película está llena de detalles, de pequeñas cosas que en una escena y otra van armando este cuadro, y para tratarlos todos sería por cierto necesario un pequeño libro. Permítaseme señalar simplemente la escena en que el marido, Jean Sorel, fuma un cigarrillo apagado. Y no es un error de la película.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Por lo demás vale decir que recomiendo muy especialmente observar los encuadres, el cuidado por los planos de detalle, los movimientos de la cámara. Todo tiene mucho que decir.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Esta película es un clásico.</p>
<h2>Imágenes</h2>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj01.jpg" alt="Belle de Jour 01" width="540" height="320" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj02.jpg" alt="Belle de Jour 02" width="540" height="321" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj03.jpg" alt="Belle de Jour 03" width="540" height="321" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj04.jpg" alt="Belle de Jour 04" width="540" height="321" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj05.jpg" alt="Belle de Jour 05" width="540" height="321" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj06.jpg" alt="Belle de Jour 06" width="540" height="321" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj07.jpg" alt="Belle de Jour 07" width="540" height="321" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj08.jpg" alt="Belle de Jour 067" width="540" height="321" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj09.jpg" alt="Belle de Jour 09" width="540" height="321" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj10.jpg" alt="Belle de Jour 10" width="540" height="321" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj11.jpg" alt="Belle de Jour 11" width="540" height="321" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj12.jpg" alt="Belle de Jour 12" width="540" height="321" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj13.jpg" alt="Belle de Jour 13" width="540" height="321" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj14.jpg" alt="Belle de Jour 14" width="540" height="321" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj15.jpg" alt="Belle de Jour 15" width="540" height="321" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj16.jpg" alt="Belle de Jour 16" width="540" height="321" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj17.jpg" alt="Belle de Jour 17" width="540" height="321" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj18.jpg" alt="Belle de Jour 18" width="540" height="321" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj19.jpg" alt="Belle de Jour 19" width="540" height="321" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj20.jpg" alt="Belle de Jour 20" width="540" height="321" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj21.jpg" alt="Belle de Jour 21" width="540" height="321" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i298.photobucket.com/albums/mm271/hardland/peliculas/bdj22.jpg" alt="Belle de Jour 22" width="540" height="321" /></p>
<h2>Enlaces</h2>
<p class="MsoNormal"><a href="http://www.imdb.com/title/tt0061395/" target="_blank">http://www.imdb.com/title/tt0061395/</a> para ver detalles de la película en IMDB (en inglés)</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Belle_de_Jour" target="_blank">http://es.wikipedia.org/wiki/Belle_de_Jour</a> artículo de la Wikipedia de habla castellana sobre la película</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Luis_Bu%C3%B1uel" target="_blank">http://es.wikipedia.org/wiki/Luis_Bu%C3%B1uel</a> artículo sobre Luis Buñuel en la misma Wikipedia</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://www.luisbunuel.org" target="_blank">http://www.luisbunuel.org</a> sitio oficial sobre Luis Buñuel, el más grande director de todos los tiempos</p>
<h2>Para verla</h2>
<p class="MsoNormal">Bajé mediante el E-mule (programa de intercambio de archivos P2P que puedes conseguir haciendo clic <a href="http://www.emule-project.net/" target="_blank">aquí</a>) una versión con excelente calidad de imagen y sonido. Tiene una pista en castellano y otra en francés.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Charmed, I'm Sure]]></title>
<link>http://desultorydreams.wordpress.com/?p=12</link>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 22:10:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>mochablue</dc:creator>
<guid>http://desultorydreams.wordpress.com/?p=12</guid>
<description><![CDATA[The Discreet Charm of the Bourgeoisie (1972, Luis Buñuel)
This was my first Buñuel film. I had see]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.imdb.com/title/tt0068361/"><em>The Discreet Charm of the Bourgeoisie</em></a> (1972, Luis Buñuel)</p>
<p>This was my first Buñuel film. I had seen a decent portion of it previously on a cable movie network. Indieplex perhaps? Anyway, it was extremely fascinating and well-crafted to say the least. The cinematography, the framing of the shots and the set pieces were all exquisite.</p>
<p>I couldn't help but notice that David Lynch's style is very much informed by Buñuel's aesthetic. They share a fascination with sex, personal conflict, decorums, the facades we put up and how they get torn down, revealing the fragility of human existence.</p>
<p><em>The Discreet Charm of the Bourgeoisie</em> is at first glance a simple story told in a distracted and complex manner, but the structure of the narrative, while exhilarating for its own sake, may distract some from a less superficial complexity; the disparate and equally powerful elucidative viewpoints that can be applied to the film.</p>
<p>The film is a dark and dry comedy critical of the rich, imperialism, hypocrisy, religion, political corruption, classism, entitlement, pseudo-intellectualism, and the oft-absurd social mores that these people adhere to however bizarre or dire their situation may be.</p>
<p>When I woke up this morning I finally felt I had my interpretation of the strange sequences that intersect the "narrative" in which the sextet are walking silently along a road to some unknown location. To me this represents the silent march toward and the inevitability of the ultimate silence, namely death. These social mores, class divisions, religions, facades and dinner parties that these people are so eager to celebrate are merely opiates to distract them from the realities of life, death and the more base desires of all humanity. They feel superior to people like the ambassador's chauffeur because they know how to drink a martini correctly. However, their personal and internal lives are corrosive and morally bankrupt by their own standards; they are liars, drug traders and adulterers; they are unable to control their carnal desires despite trying to appear so above them. These are pathetic and hypocritical people.</p>
<p>However, Buñuel seems to understand at the same time that we are all a bit hypocritical and give in to absurd social conventions. He knows that we are after all human, and therefore prone to be deeply flawed, but that knowledge doesn't prevent him from being critical of these contradictions, to great affect here.</p>
<p><a href="http://rogerebert.suntimes.com/apps/pbcs.dll/article?AID=/20000625/REVIEWS08/6250301/1023"><img src="http://img5.allocine.fr/acmedia/rsz/434/x/x/x/medias/nmedia/18/36/14/04/18455612.jpg" alt="" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Stargazers]]></title>
<link>http://briancarnold.wordpress.com/?p=200</link>
<pubDate>Thu, 22 May 2008 18:10:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>briancarnold</dc:creator>
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<description><![CDATA[


]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://briancarnold.files.wordpress.com/2008/05/brian-arnold-double-portrait.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-201" src="http://briancarnold.wordpress.com/files/2008/05/brian-arnold-double-portrait.jpg" alt="" /></a></p>
<p><a href="http://briancarnold.files.wordpress.com/2008/05/brian-arnold-stargazing.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-203" src="http://briancarnold.wordpress.com/files/2008/05/brian-arnold-stargazing.jpg" alt="" width="266" height="391" /></a></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/A24ABgDuR4k'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/A24ABgDuR4k&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
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<title><![CDATA[Luis Anamaría: El pincel en ristre de Carlos Alberto Ostolaza]]></title>
<link>http://elgatodescalzo.wordpress.com/?p=705</link>
<pubDate>Sun, 18 May 2008 19:01:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Germán</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por estos días en la Casona de San Marcos se está presentando Justo, cuando ya llegaba el mediodí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Por estos días en la Casona de San Marcos se está presentando <em>Justo, cuando ya llegaba el mediodía</em> de <strong><a href="http://elgatodescalzo.wordpress.com/2008/05/08/muestra-antologica-del-pintor-carlos-alberto-ostolaza/" target="_blank">Carlos Alberto Ostolaza Ramirez</a></strong>, muestra antológica que durará hasta el 5 de julio.</p>
<p>El poeta <a href="http://elgatodescalzo.wordpress.com/2008/01/21/catedra-cesar-vallejo/" target="_blank"><strong>Luis Anamaría</strong></a> conversó con el artista plástico revisando su carrera artística:</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Carlos Ostolaza :  Pincel en ristre</strong></p>
<p style="text-align:right;"><em>Lo importante no es luchar, sino saber si hay razones para luchar</em>.<br />
CAMUS</p>
<p style="text-align:right;"><em>Lo importante no es sólo pintar,<br />
sino saber si hay causas, motivos para pintar,<br />
para escribir, para amar<br />
para cultivar, cantar, soñar</em>.<br />
(anónimo)</p>
<p>El primer encuentro que sostuve con Carlos Ostolaza, en la reunión en su casa cercana a  San Marcos, con <a href="http://elgatodescalzo.wordpress.com/?s=rosina+valc%C3%A1rcel" target="_blank"><strong>Rosina Valcárcel</strong></a>, Miguel Aragon y Juan Cristóbal fue durante una sesión del proceso de la literatura. Tuvimos buena acogida se notó su predilección por el arte de <a href="http://elgatodescalzo.wordpress.com/2008/05/12/danilo-sanchez-lihon-la-madre-en-cesar-vallejo/" target="_blank"><strong>Vallejo</strong></a> e igualmente  gran conocedor de la pintura nacional.  Luego hemos tenido otras conversas, encuentros, ...</p>
<p>Puedo resumir lo siguiente Carlos Ostolaza tiene calle, estudios y sensibilidad eso le da  prestancia  y nos da gusto escucharlo. He aquí la reciente  plática con Carlos Ostolaza.</p>
<p><strong>1. La influencia que tuvo Humareda en tu vida? Qué recuerdos</strong></p>
<p>Conocí al Maestro Humareda en la calle, él dibujaba la Iglesia Santa Clara, yo sólo tenía 16 o 17 años. Pensé; " Me gustaría pintar como ese Señor... mi timidez me impidió acercarme a él.  Cuando voy a una exhibición de Humareda en 1965, me impacta su obra expresionista de gran calidad. Un cuadro "El velatorio de su madre" me pareció genial. Cuando Humareda visita Bellas Artes, y ve -por azar- un cuadro mío en grises, oscuros... le sorprende. Pero un profesor le dice: -"Ostolaza es sólo un estudiante que empieza...". Humareda, replica, "los años no interesan en el arte, ese cuadro es bueno, llegará lejos...".</p>
<p>En los bares y restaurantes nos vemos, Wony, Palermo, Chino Chino, Bon Bufette, conversamos un poco de la historia del arte. Le mostré dibujos, los miró y se fue...</p>
<p>Años después volvió a contemplarlos y le convencieron. Que limpiara bien mis pinceles, porque estaban descuidados y así no durarían. Le agradó un perfil de un Viejo.</p>
<p><strong>2. Te nutres de otras artes: la literatura, poesía, el cine, etc.</strong></p>
<p>Cuando tenia 7 u 8 años leí versos de Mariano Melgar. Luego la novela Crimen y castigo, esa obra genial rusa. De Truman Capote: Los pedros ladran y la caravana sigue. Vallejo, Oquendo de Amat, Calvo, Julia Ferrer, Juan Gonzalo Rose, Gustavo Valcárcel, Guillermo Cúneo, <strong><a href="http://elgatodescalzo.wordpress.com/2007/09/26/ayuda-para-dos-artistas-juan-ramirez-ruiz-y-jorge-salazar/" target="_blank">Juan Ramírez Ruiz</a></strong>, Pimentel, Verástegui, Rosina,... Sandro Chiri, Domingo de Ramos, Roy Santivañez, Willy Gómez.</p>
<p>Cine: el latinoamericano, mexicano, En busca de un muro, biografía de Orozco, con la actuación de López Tarso. Buñuel Viridiana, Silvia Pinal. Iba al cine club del Museo de Arte, ahí Los tres mosqueteros; vi El angel exterminador. Lo que el viento se llevó. La vida de las hermanas Bronté...</p>
<p><strong>3. Como influyen en ti Juan Ramírez Ruiz y Hora Zero</strong></p>
<p>Con Juan Ramírez nos conocimos en el centro de Lima, compartimos tertulia, vivencias, lecturas, caminatas, bromas, almuerzos, nos identificábamos mucho, éramos dos marginales, al margen de la cultura oficial. Un par de vueltas por la realidad... y "mírame a los ojos"...</p>
<p>Hora Zero se influyó de mi obra y de mi libertad, hasta el día de hoy. Cultivo amistad con Pimentel, somos cómplices y compinches, patas y hermanos. Me ha ganado una faena. Aprecio a la mayoría, a Tulio, a Verastegui, a Nájar (que desde París me envía condones, broma); a Ricardo Paredes..., a Angel Garrido, a Oswaldo Higuchi, mi condiscipulo y amigo, y a Lala , su esposa...HZ fue un movimiento de jóvenes rebeldes con causa, aun somos jóvenes, Hicieron de la calle poesía y trataron de romper puertas...para acabar un poco con la pobreza, el silencio, las argollas, y que la gente sin rostro tenga derecho a la palabra, las niñas, los niños, todos.</p>
<p><strong>4. ¿Szyszlo y los pintores burgueses, qué piensas?</strong></p>
<p>¿Existen?</p>
<p><strong>5. Picasso y Goya con cuál te quedas.</strong></p>
<p>Con ambos, porque los tiempos son incomparables, siempre está vigente su obra genial, es trascendente.... pues pintaban lo humano, pintaban a los seres vivos y no a la naturaleza muerta ni temas abstractos...  "Pinta tu aldea y serás universal", escribió un escritor ruso reconocido..., que <a href="http://elgatodescalzo.wordpress.com/2007/06/20/arteidea-13-anos-de-impulso-al-libro-peruano/" target="_blank"><strong>Julio Nelson</strong></a> aprecia mucho.</p>
<p>Luis Anamaría,<br />
Miraflores, 8 mayo 2008, 12.45 pm.</p>
<p>(asesoría Chaska).</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[En el cine ...]]></title>
<link>http://arbolcharyou.wordpress.com/?p=473</link>
<pubDate>Fri, 16 May 2008 18:03:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>DiS</dc:creator>
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<description><![CDATA[“En el  				cine, me divierte la perversión sexual, en la vida me repugna.  				El erotismo va a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><em>“En el  				cine, me divierte la perversión sexual, en la vida me repugna.  				El erotismo va a la par con el sentimiento de pecado. Sin la  				religión, el erotismo es menos interesante.”</em></p>
<p style="text-align:center;">(Luis Buñuel)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Un Perro Andalúz]]></title>
<link>http://cyb3rpunk.wordpress.com/?p=116</link>
<pubDate>Fri, 16 May 2008 04:32:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Teh</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ese es el nombre que dá a uno de los primeros trabajos de Luis Buñuel.
CLICK AQUI
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;">Ese es el nombre que dá a uno de los primeros trabajos de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Luis_Bu%C3%B1uel">Luis Buñuel</a>.</p>
<h1 style="text-align:center;"><a href="http://www.veoh.com/videos/v9008070KDF5KHn3">CLICK AQUI</a></h1>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Google | Logo Conmemorativo: Cine Español]]></title>
<link>http://fusiontribal.wordpress.com/?p=199</link>
<pubDate>Fri, 16 May 2008 02:07:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>MAS2</dc:creator>
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<description><![CDATA[
El cine español tiene una enorme importancia documental para conocer la evolución histórica de l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://fusiontribal.files.wordpress.com/2008/05/google_logo_cine.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-200" src="http://fusiontribal.wordpress.com/files/2008/05/google_logo_cine.gif" alt="" width="290" height="120" /></a></p>
<p>El <strong><a title="Cine Español" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Cine_español">cine español</a></strong> tiene una enorme importancia documental para conocer la evolución histórica de la sociedad en España. No sólo ha sido durante décadas un entretenimiento de masas, sino también un documento histórico y artístico de primer orden. Ocupa actualmente y de modo general una posición secundaria a nivel mundial si se compara con el cine producido por los países anglosajones, sobre todo Estados Unidos, destacando principalmente por la gran figura de <strong><a title="Luis Buñuel" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Luis_Buñuel">Luis Buñuel</a></strong>, director cuya producción tuvo una gran influencia en Europa (a través de Francia) e Iberoamérica (a través de México) y los esporádicos éxitos internacionales de directores como <strong>Segundo de Chomón</strong>,<strong> Florián Rey</strong>, <strong>Juan Antonio Bardem</strong>, <strong>Luis García Berlanga</strong>,<strong> Carlos Saura</strong>,<strong> Jesús Franco</strong>, <strong>Pedro Almodóvar</strong> o <strong>Alejandro Amenábar</strong>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Fantasma da Liberdade (Luis Buñuel, 1974)]]></title>
<link>http://multiplot.wordpress.com/?p=139</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2008 02:37:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel Dalpizzolo</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Quem nunca sentiu um inebriante desejo de subverter todas as regras de conduta social, desligar-se ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img src="http://www.dvdbeaver.com/FILM/DVDReviews14/a%20luis%20bunuel%20the%20phantom%20of%20liberty%20criterion%20dvd%20review%204/a%20%20luis%20bunuel%20the%20phantom%20of%20liberty%20dvd%20review%20PDVD_012.jpg" alt="" width="471" height="294" /></p>
<p style="text-align:justify;">Quem nunca sentiu um inebriante desejo de subverter todas as regras de conduta social, desligar-se daquele paradoxo enfático que distingue o certo do errado e experimentar sensações que contrariam todo e qualquer padrão ordinário de ética? Garanto que, se este “ser” existe, ele não é nada, mas nada normal. O Fantasma da Liberdade, penúltima obra do mestre espanhol Luis Buñuel, é um filme que compactua “pessoalmente” com este tipo de sentimento. Aliás, é com ele que Buñuel finalmente liberta de seu corpo aquele espectro maldito que lhe assombrara durante toda a vida, o próprio “fantasma da liberdade”; afinal, o diretor nunca estivera tão livre para emaranhar o espectador em situações de pura oniricidade surrealística quanto agora, tendo como mote apenas aqueles supracitados questionamentos, entre algumas outras cositas más. </p>
<p style="text-align:justify;">É por isso que, a grosso modo, O Fantasma da Liberdade não possui nem ao menos uma história. Ou melhor, até poderíamos definir uma linha de condução narrativa para este grande conjunto de situações aparentemente desconexas que Buñuel utiliza para a composição da obra, mas ela passaria muito, mas muito longe de poder ser considerada uma trama, propriamente dita. Não é um filme que apresenta uma continuidade entre as seqüências, mas todas elas, por mais que sejam cabalisticamente surreais, servem para estruturar e ilustrar a mensagem que Luis tenta transmitir ao espectador: de que a liberdade, em virtude das amarras sociais e de nossa própria voluntariedade em segui-las, só pode ser experimentada por nós na forma de arte, sonho ou de pura ilusão. É uma utopia que, infelizmente, será irreversivelmente mantida como tal. </p>
<p style="text-align:justify;">Porém, mesmo com uma mensagem sutilmente amarga, Buñuel constrói em O Fantasma da Liberdade aquela que pode facilmente ser reconhecida como a obra mais hilariante de sua carreira – o que é um inestimável elogio, já que, mesmo quando não tem realmente esta intenção, o diretor nos brinda com momentos de extrema inteligência e sofisticação cômica. É um filme que se utiliza de absurdos, devaneios cáusticos da mente afiadamente genial de Buñuel, que compõem uma das maiores coletâneas surrealistas do cinema. Desde o início, passado na época das guerras napoleônicas, até o alucinado final, o que vemos é uma colagem preciosa de seqüências surtadas que apostam em uma sensacional inversão de valores para criticar, sempre de maneira embasada e, claro, cômica, os valores sociais mais desprezados pelo diretor – além, claro, de conter aquelas habituais alfinetadas na burguesia e no clericalismo (no caso do segundo, dessa vez, uma bela duma flechada, isso sim).</p>
<p style="text-align:justify;">A maneira utilizada por Buñuel para conectar uma seqüência à outra, por sinal, é extremamente brilhante, e faz com que a mudança de situação não ocorra de maneira tão abrupta quanto se fossem divididas em simples esquetes – o que seria, certamente, a opção utilizada por um realizador mais ordinário. O diretor, em O Fantasma da Liberdade, sempre procura ligar os fatos através de uma personagem em comum entre as seqüências, ou seja, o figurante de uma cena passa a ser o protagonista de outra, que por sua vez resulta em algum fato que sucede um encontro entre a câmera e mais outro personagem, que virá a ter seu sonho relatado numa próxima seqüência, e por ai vai. Tudo é devidamente encaixado, passando uma sensação de pseudo-conectividade que realmente faz sentido aos olhos do espectador - pseudo em virtude de não terem, na verdade, uma relação entre si, a não ser esta que acabo de citar, forjada pelo diretor.</p>
<p style="text-align:justify;">Um bom exemplo desta “conectividade artificial” (na verdade, todas as seqüências poderiam ser citadas aqui, mas tive de escolher apenas uma) é o momento em que, após ter passado a noite em uma pousada de estrada (em um dos momentos mais hilários do filme, onde o diretor deixa a câmera no corredor do hotel e passa a acompanhar as desventuras de uma gama de personagens excêntricos, desde padres viciados em jogatina até um casal sadomasoquista), uma personagem vai se preparar para prosseguir a viagem que realiza. A câmera desce com ela até o saguão, onde acaba por filmar sua conversa com outro homem. Quando se separam, ao invés de prosseguir junto à moça, Buñuel passa a acompanhar os movimentos do segundo elemento, no caso, o homem, iniciando uma nova seqüência. </p>
<p style="text-align:justify;">Esta seqüência, aliás, resulta em um dos momentos mais excêntricos e fantásticos de todo o cinema. É uma daquelas amostras completas da genialidade de um realizador, que não nos permitem desfrutar do benefício da dúvida. Trato de uma história contada pelo professor de uma academia policial, na qual Buñuel utiliza-se de uma irônica e finíssima inversão de valores para reforçar de maneira ainda mais explícita suas idéias contra as convenções pré-estabelecidas da sociedade, forçando seus personagens a protagonizarem uma descaracterização total de uma das práticas burguesas mais características (e bastante enfatizada pelo diretor): o jantar. É o relato de uma sociedade onde as pessoas se reúnem ao redor da mesa para defecar e, às escondidas, no “banheiro”, praticam o ato da alimentação. Um momento de pura genialidade - reflexo da mente doentia de Luis Buñuel -, que faz parte da conjuntura de um dos filmes mais singulares da carreira deste que fora um dos diretores mais autorais de toda a história. Uma verdadeira e imperdível obra-de-arte surrealística.</p>
<p style="text-align:justify;">4/4</p>
<p style="text-align:right;"><em>Daniel Dalpizzolo</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bunuel / On Love]]></title>
<link>http://alexistioseco.wordpress.com/?p=107</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 06:28:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alexis</dc:creator>
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<description><![CDATA[1. What sort of hopes do you place in love?
Luis Buñuel: If I&#8217;m in love, all hopes. It not, n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>1. What sort of hopes do you place in love?</strong></p>
<p>Luis Buñuel: If I'm in love, all hopes. It not, none.</p></blockquote>
<p><em>(From the French. Interview published in </em>Le Revolution surrealiste<em>, no.12, December 15, 1929. Reprinted in </em>An Unspeakable Betrayal: The Selected Writings of Luis Buñuel<em>).<br />
</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ensaio de um Crime (Luis Buñuel, 1955)]]></title>
<link>http://multiplot.wordpress.com/?p=103</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 23:33:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel Dalpizzolo</dc:creator>
<guid>http://multiplot.wordpress.com/?p=103</guid>
<description><![CDATA[
Só os primeiros seis minutos desta obra-prima do humor negro já deixariam qualquer filminho que t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img src="http://cinema16.mty.itesm.mx/folder_bunuel/film%20frames%20bunuel/ensayo_crimen_01.gif" alt="" width="311" height="240" /></p>
<p style="text-align:justify;">Só os primeiros seis minutos desta obra-prima do humor negro já deixariam qualquer filminho que tenta-brincar-com-a-morte-como-se-estivesse-projetando-imagens-de-pegapega-em-um-parquinho-infantil no chinelo: ainda enquanto criança, o bizarro protagonista de Ensaio de um Crime se mostra vislumbrado pela caixinha de música de sua mãe. Com pressa para sair com o marido, sua genitora pede para a empregada que invente uma história qualquer sobre a caixinha, a fim de entretê-lo. A imaginação da mulher, em pleno auge da revolução mexicana, muda o rumo de toda a vida do moleque.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo ela, a caixinha teria sido projetada por um rei, de qualquer longínquo reino de um tempo do qual não se tem mais registros. O objetivo do monarca, ao requerir tal objeto para um gênio (no sentido de gênio-da-lâmpada mesmo), era aniquilar todas as pessoas que lhe importunassem. A cada vez que a música soasse do brinquedo, alguém morria. Um homem com controle total sobre seu mundo. Enquanto conta toda esta história, a moça se dirige até a janela para ver o tiroteio que acontecia logo ali, na rua, no mesmo momento em que o garotinho faz um pedido: se a caixinha realmente tem este poder, que alguém morra neste exato momento.</p>
<p style="text-align:justify;">E é o que acontece. Atravessando a vidraça, a bala de um revólver se assenta bem em meio à nuca da empregada, que vai ao chão sem qualquer resistência. Uma criança, diante de tal situação, normalmente restaria em estado de choque, ou até mesmo se sentiria culpada por ter influenciado, mesmo que indiretamente, na morte da moça. Archibaldo de la Cruz não. Ele, sorri. O momento de total controle sobre seu pequeno mundo lhe gerara fartas doses de gozo indisciplinado. É um prólogo de perturbação instantânea arquitetado por Buñuel, ao mesmo tempo em que serve pra apresentar o tom desta que é uma das mais mordazes brincadeiras sexuais de toda a sua carreira.</p>
<p style="text-align:justify;">Porque mais do que um filme sobre a morte, Ensaio de um Crime é um filme sobre o sexo. Talvez não o ato em si, mas tudo aquilo que representa, tanto no aspecto físico quanto no controle impositivo do macho sobre a fêmea – ou vice-e-versa. E é desta forma que Archibaldo leva sua vida daqui por diante, realizando uma grande miscelânea entre o sexo e a morte, a busca do prazer através do assassinato, ou melhor, a busca do assassinato através do prazer – já que todas as suas vítimas subseqüentes foram escolhidas seguindo apenas um critério: o tesão. Archibaldo não mata, simplesmente, porque matar, para ele, é atingir o orgasmo. Assassinato é sexo. Sexo é morte.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas nada é tão simples, já que, para Buñuel, não basta atingir o máximo do absurdo. É preciso ultrapassá-lo. E o maior escultor de obras-primas de todo o cinema, através de uma jogada de mestre, propulciona a comicidade mórbida da obra a níveis de puro delírio cinematográfico, já que a envoltura de impotência e mediocridade recebida pelo protagonista, que jamais consegue efetivamente assassinar qualquer uma de suas vítimas – as moças sempre morrem em algum tipo de acidente antes de ele finalmente praticar o crime-, resulta em uma de suas seqüências mais geniais e memoráveis: a simulação da masturbação através de uma das metáforas mais significativas de todo o cinema, um manequim queimando em um forno gigante.</p>
<p style="text-align:justify;">Archibaldo consegue atingir o orgasmo – mesmo que o sexo tenha sido simulado.</p>
<p style="text-align:justify;">4/4</p>
<p style="text-align:right;"><em>Daniel Dalpizzolo</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[L'Âge d'Or]]></title>
<link>http://andrewsidea.wordpress.com/?p=63</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 17:23:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>ZC</dc:creator>
<guid>http://andrewsidea.wordpress.com/?p=63</guid>
<description><![CDATA[The second and last collaboration between Luis Buñuel and Salvador Dalí, L&#8217;Âge d&#8217;Or i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>The second and last collaboration between Luis Buñuel and Salvador Dalí, <em>L'</em><em>Â</em><em>ge d'Or</em> is quite a bit more than <em>Un Chien Andalou</em>. Though the latter was shorter and perhaps more shocking originally (though that is arguable), this film is more complex and slightly more withheld. The outburst and subsequent ban it received for many decades would not be surprising for that time period, otherwise.</p>
<p>Since the two films were joint efforts between the two artists, a comparison of the two films seems fair. Both were concerned with similar themes/objects: insects, eroticism, and the church.<em> Un Chien Andalou</em> featured a man with a hole in his hand from which ants poured forth. I believe there were also flies at various points also coming into contact with humans. <em>L'</em><em>Â</em><em>ge d'Or</em> began with what appeared to be a documentary about scorpions. The scorpion shown attached and devoured a mouse, with intermittent paragraphs about the scorpion for the viewer's enlightenment. Later in the film, while a man is being escorted through rocky terrain, the camera closes in for a shot of a beetle on the ground. The man immediately and deliberately squashes the bug. Then the forced escort resumes.</p>
<p><img src="http://i300.photobucket.com/albums/nn33/zacheney/sjff_01_img0013.jpg" alt="" width="517" height="392" /></p>
<p><img src="http://pic.photobucket.com/spacer.gif" alt="" width="1" height="1" /><em>Un Chien Andalou</em> contained obviously erotic scenes, which, like <em>L'</em><em>Â</em><em>ge d'Or</em>, were quite shocking for their time: the groping scene, the "beard," and the woman's bare back, most notably. This film, though comprised of a series of vignettes, largely revolved around the unconsummated love between the man and woman. The woman in particular couldn't seem to quench her thirst from the man, even transferring her affections to a passer-by after becoming bored with her first partner. The toe-sucking scene is famous, but prior to that both characters engaged in suckling of their digits, which seemed more suggestive than the statue's toes. Perhaps that the toes belonged to the statue of a religious figure made it more controversial. <em>L'</em><em>Â</em><em>ge d'Or</em> also featured the scene of the couple attempting to make love in a mud puddle next to a large crowd of people in an otherwise dry and rocky area. The couple was broken apart against their wills, illustrating the repeated theme of very strong, uncontrollable erotic desire in Buñuel's characters. In both films, seemingly at random, characters cannot restrain their highly sexual thoughts and actions.</p>
<p>The only theme of these films to which the aforementioned takes a back seat is church imagery. <em>Un Chien Andalou</em> had the two priests being drug underneath the pianos with rotting donkey carcasses on them. The priests in this scene are shown very comfortably despite their situation, chatting with hands folded across their chests. Similarly, <em>L'Âge d'Or </em>has numerous scenes with clergy in perilous or blasphemous situations, but they do not protest their predicaments. Early on, three bishops are scene in all their pomp seated amidst the rocks as the Majorcan tribe makes their way through the area looking for food. As the tribe comes back through the area, the bishops are still there but have been reduced to skeletons. Toward the end, a character by the name of "Duke de Blangis" emerges from a castle where he has just enjoyed 120 days of orgiastic living with numerous adolescent girls. When he emerges, he looks very much like the popular conception of Jesus, with white robes, a dark beard, and long-ish dark hair. A scream is heard, and he re-enters the castle. When he leaves the second time, his beard is gone. The camera cuts to a shot of heavy snow coming down on a crooked cross with seven scalps (presumably belonging to the girls) hanging on it, to the accompaniment of some very jolly-sounding music.</p>
<p>The surrealistic nature of these films is perhaps most "surrealistic" not in its dream-like imagery, but rather in the comfort with which it displays the images. To this day there are many films that have provocative, disturbing images, some of which are dream-like in nature. But they are encoded in such a way that they not be understood as "normal." Buñuel and Dalí here juxtapose the vile and disturbing with the happy and flippant. The music often sounds like we should be seeing a boy running through a field with his dog, while instead we are watching a boy get shot by his father, then shot again once he is down and already dead (meanwhile, onlookers are amused but don't care). It makes one wonder what the point is of surrealism. There are many surrealist paintings that are striking and fascinating in their own right, but they force the onlooker to question them, since the onlooker doesn't have to stare at it for 63 minutes, as he does with this film. Buñuel's belief in the surrealist film movement was that it could not be analyzed theoretically, but rather psychoanalytically. Most critics and academics can't avoid picking apart these films in the way Buñuel said <em>not</em> to do so, which is too bad, because Buñuel's way actually does seem best. Even if I can't figure out why surrealism exists or to what end, it should still be greeted on its own terms. These artists were honest about the fact that they were putting into an art form what came out of their minds, apart from reason or explanation. It can be interesting to look at the sorts of things about which artistic minds obsess. But I think it stops at "interesting." There may even be a certain beauty in it sometimes, but that beauty is incidental, really more accidental. One can no more wonder about this film than one can wonder about the nature of dreams. There is certainly much to wonder about, as Freud has shown. However, dwelling on dreams when reality is before us seems like dwelling on a dark closet when one could instead go outside. Artists who try to swim in the seas of the ineffable can easily end up drowning in them. Thank goodness for us, Buñuel moved on to different styles after this film.</p>
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<title><![CDATA[A Bela da Tarde (Belle de Jour)]]></title>
<link>http://lella.wordpress.com/?p=323</link>
<pubDate>Mon, 05 May 2008 16:02:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
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<description><![CDATA[
&#8220;Uma parte de mim é permanente
Outra parte se sabe de repente
Uma parte de mim é só vertig]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#990000;"><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/belledejour.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-326" src="http://lella.wordpress.com/files/2008/05/belledejour.jpg" alt="" width="500" height="305" /></a></span></p>
<blockquote><p><span style="color:#990000;">"<strong><em>Uma parte de mim é permanente<br />
Outra parte se sabe de repente<br />
Uma parte de mim é só vertigem<br />
Outra parte linguagem<br />
Traduzir uma parte na outra parte...</em></strong>"<br />
</span></p></blockquote>
<p><span style="color:#990000;">Após tantos anos, rever esse filme ficou com sabor de primeira vez. E me peguei a pensar em como motivar a turma mais jovem que ainda não assistiu e tão acostumado a outro tipo de ritmo. Pela história em si, até pode ser que uma versão mais atual daria mais velocidade. Até porque não seria mais a Séverine, de Catherine Deneuve. Bela e elegante! Cujo personagem imortalizou-se na imaginação de homens, como também de mulheres de uma geração. Quem sabe de duas.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#990000;">O lance maior seria que atualmente as "escapulidas" não têm mais o mesmo peso. Embora, em fóruns tenho visto jovens com idéias tão retrógradas, tão preconceituosas, que veriam nisso um pecado. Não que eu concorde também, pois para mim quem tem esse tesão todo por sexo, por orgias sexuais... Deveria romper com o casamento. Ir à luta... O que quero dizer, é o porque dessa personagem cair no gosto popular e dos eruditos também. Creio que o mérito maior é da atriz. Irradiando charme!<br />
</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Esmiuçando o filme... Tentando não revelar tudo. Há pouco tempo de casada, Séverine sente-se mais que entediada, sente a falta de sexo. Não tem o menor tesão pelo marido (Jean Sorel). Embora a trate com carinho, ele não a satisfaz. Não há o gosto de algo proibido. De algo pecaminoso. Não sabemos se é fruto de sua imaginação, ou não, por lembranças rápidas, nos mostra que passou por abusos sexuais, pequenas carícias por um homem adulto. Seu pai? Pode ser. Se não houve de fato, pode ser para tentar dar a si própria uma justificativa para o fogo atual. Um fogo que só tomará proporção ao saber uma história de uma conhecida do Clube de Tênis. E pelo amigo (Michel Piccoli) do marido que conta da Casa da Madama Anais (Geniviève Page).<br />
</span></p>
<p><span style="color:#990000;"><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/belle-de-jour.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-325" src="http://lella.wordpress.com/files/2008/05/belle-de-jour.jpg" alt="" width="500" height="325" /></a></span></p>
<p><span style="color:#990000;">Séverine então passa as suas tardes transando com vários homens. Ganhando a alcunha de Belle de Jour. (Revendo o filme agora, não deu para não pensar na <a href="http://www.youtube.com/watch?v=__2Br3RVSQU">música do Alceu Valença</a>.) Para ela, quanto mais rudes, mais prazer sentia. Seu humor com o marido, melhorava a cada dia. Ele completava um lado seu: o de um marido bonito. Pois é, uma inversão de papéis que nesse caso ainda atual: o de marido objeto em vez da mulher. O que não deixa de ter graça perante aos machistas. Voltando ao marido...<br />
</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Ele nota a mudança dela. Achando que ia tudo bem, fala de terem filhos. Acontece que ser mãe não está nas fantasias dela. Nem nos planos. Ocasionando novos desconfortos entre o casal.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Tudo caminhava a contento, até que um jovem (Pierre Clémenti) se apaixona por ela. Tornando-se obsessivo. Para ela, ele era só mais um homem que a fazia sentir enormes prazeres na cama. Talvez por sentir que está perdendo o companheiro de tráfico, seu comparsa a segue, descobrindo sua verdadeira identidade. Mas antes disso, o amigo de seu marido a flagra num dos quartos da casa da Madama Anais. O que a faz pensar em parar por um tempo. É porque desistir de fato, ela não quer. O jovem vai a sua casa e faz chantagem. Ela consegue ganhar um tempo.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Louco de amor por ela, o jovem resolve, a seu jeito, dar uma solução. Acontece que o resultado foi pior para o lado dele. Para Séverine, veio como uma punição. Peso na consciência. Faltava o tiro de misericórdia. Que veio pelo tal amigo do marido. Alguém que sentia muita inveja do casal.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#990000;">E no final... não, o certo seria: e o final... pois é, o final poderão alguns ficar sem entender. Para mim, o amigo do marido lhe fez foi um grande favor. Tirando-lhe um peso. Dando a ela a chance de voltar a vida dupla; e sem mais barreiras. Livre, leve e solta.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Não darei nota máxima, porque senti falta de música. No meu imaginário, Paris também tem músicas belas e românticas. Como também quero passar um bom tempo até voltar a assistir. Para sentir o mesmo clima.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#990000;">Por: Valéria Miguez.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#990000;"><strong>A Bela da Tarde (Belle de Jour)</strong>. 1967. França. Direção e Roteiro: Luis Buñuel. Elenco: Catherine Deneuve, Jean Sorel, Michel Piccoli, Geniviève Page, Pierre Clémenti. Gênero: Drama. Duração: 100 minutos. Baseado num livro de Joseph Kessel.<br />
</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Viridiana - Luis Buñuel]]></title>
<link>http://caralhissimo.wordpress.com/?p=115</link>
<pubDate>Mon, 05 May 2008 06:51:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Henrique Boaventura</dc:creator>
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<description><![CDATA[Rapidamente&#8230;
 
 
Viridiana é a igreja e a boa fé no ser humano sob a lente vermelha perver]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:&#34;">Rapidamente...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:&#34;"> </span><span style="font-size:8.5pt;font-family:&#34;"><img class="aligncenter" src="http://webs.ono.com/macguffin/otros/viridiana/847.jpg" alt="" width="468" height="250" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:&#34;">Viridiana é a igreja e a boa fé no ser humano sob a lente vermelha pervertida de Luis Buñuel, e se esta descrição parece se aplicar a qualquer filme do diretor, o retrato da santa ceia no último terço do filme é a fotografia do mundo através dos olhos do espanhol. Sinceramente me incomoda umas metáforas idiotas que ele insiste incrustar em cenas auto-explicativas, como o gato pulando sobre o rato (analogia repetida em Diário de uma Camareira) e a coroa de espinhos queimando. De qualquer modo, muito bom e tal. Algo como a matéria-prima de Dogville, não tão barulhento e sem todas aquelas arestas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:&#34;">3/4</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:&#34;"></span></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[IL FASCINO DISCRETO DELLA BORGHESIA]]></title>
<link>http://baronedelmale.wordpress.com/?p=331</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 12:05:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>mimhe</dc:creator>
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<description><![CDATA[Luis Buñuel, 1972

Un onirico affresco sociale sospeso fra realtà e sogno che mira al cuore della ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Luis Buñuel, 1972</p>
<p><code><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/GJ7m-Jb4a5g'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/GJ7m-Jb4a5g&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></code></p>
<p style="margin-bottom:0;text-align:justify;">Un onirico affresco sociale sospeso fra realtà e sogno che mira al cuore della borghesia senza esitare a smascherarne la sua meschinità e mancanza di contenuti, fornendo così allo spettatore una critica quanto mai lucida e crudele dell'inconsistenza della sfarzosa classe sociale.</p>
<p style="margin-bottom:0;text-align:justify;">Sempre in bilico fra immagini orfiche e realtà, fra istinto e formalità, fra comicità e dramma, questo film, del maestro assoluto del surrealismo Luis Buñuel, giunge alla verità dei fatti tramite il sogno e l'onirico, mezzi, con cui il regista esprimere tutto il suo malcontento e la sua obbiettività.</p>
<p style="margin-bottom:0;text-align:justify;">Nella pellicola la narrazione e la successione cronologica sono decostruite e ci proiettano in uno scenario del tutto sconclusionato e dalla struttura ciclica, dove la visone di sogno è splendida epifania dell'arrampicarsi sugli specchi proprio della borghesia francese degli anni '70.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="margin-bottom:0;text-align:justify;">Come in un sogno in cui inseguiti non si riesce a fuggire, ne “Il Fascino Discreto della Borghesia”, i protagonisti non riescono a mangiare (in quanto borghesi e truffatori, loro azione caratterizzante) venendo interrotti di volta in volta da situazioni assurde e sconnesse, che li rendono sempre più ridicole caricature di se stessi. La vita e la morte si susseguono e si alternano continuamente rendendo l'atmosfera filmica ancor più visionaria contrapponendo ad inutili comportamenti i  drammi del reale.</p>
<p style="margin-bottom:0;text-align:justify;">Più che un sogno un incubo, alleggerito dalla sottile e pungente comicità, che si riorganizza, ad intervalli regolari, attorno alla “corale”, lenta ed inesorabile marcia della borghesia verso i propri intenti (nel film appare come una lunga camminata dei protagonisti su una strada asfaltata, dritta, pianeggiante e circondata dalla natura in cui l'orizzonte non rivela nulla); Buñuel inserisce nel suo film tutte le istituzioni, facendole impersonare da beffardi e “plastificati” personaggi come il vescovo (capace di vendersi come giardiniere e lavorare per “il minimo sindacale” presso una ricca coppia) o i vari componenti dell'esercito (che pare uscire direttamente da una partita a Risiko), alternandole al fianco dei sei protagonisti in cerca di cibo.</p>
<p style="margin-bottom:0;text-align:justify;">Eccezionale ed onirico “calvario” impreziosito da curatissimi particolari (anche se non riescono mai ad essere mangiate le portate servite sono sempre diverse e nell'assieme compongono un pranzo completo), da scene memorabili e magistrali (come quelle del teatro o dell'estrema unzione) e da un finale superbo; “Il Fascino Discreto della Borghesia”, premiato con l'oscar come “Miglior Film Straniero”, nella sua lucida unità di intenti usa il surrealismo e l'irrealtà come chiavi di lettura socio culturali nella critica ad una classe sociale che, per quanto vuota, resiste nella sua esistenza come investita da un incomprensibile incarico divino.</p>
<p align="right"><strong> 8,5/10</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>

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