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	<title>kyocera-do-brasil-componentes &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "kyocera-do-brasil-componentes"</description>
	<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 06:57:54 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Empresas japonesas expandem negócios em Sorocaba.]]></title>
<link>http://estrategiaempresarial.wordpress.com/?p=1013</link>
<pubDate>Sun, 11 May 2008 21:57:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andrey Cocati</dc:creator>
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<description><![CDATA[A participação de empresas japonesas no desenvolvimento econômico de Sorocaba vem desde a década]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A participação de empresas japonesas no desenvolvimento econômico de Sorocaba vem desde a década de 70, quando aqui foram instaladas as primeiras unidades de multinacionais com matriz no Japão. E, neste ano em que se comemora o centenário da imigração japonesa no Brasil, as multinacionais japonesas em funcionamento na cidade demonstram que os laços afetivos e comerciais estão cada vez mais fortalecidos. Pelo menos três empresas japonesas anunciaram recentemente que vão continuar investindo nas suas unidades locais: <strong><em>YKK, Kyocera e Nipro</em> do Brasil.</strong></p>
<p><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://www.ykk.com.br/hp/images/logoykk120.gif" alt="YKK" /><strong><em><a href="http://www.ykk.com.br/"> YKK</a></em></strong><strong>: melhor performance</strong><br />
Depois de realizar uma expansão física de 10 mil metros quadrados, em 2005, e de novas expansões programadas para os próximos anos, à medida da necessidade da empresa, a <em>YKK</em> divulga que a prioridade agora é a introdução de uma nova geração de máquinas com alta performance que poderá até reduzir a área ocupada atualmente, mesmo aumentando o volume de produção, informa o diretor do Departamento de Produção, <em>Masakazu Matsushita.</em></p>
<p>A <em>YKK</em> está em Sorocaba desde 74 (há 34 anos), fabrica zíperes, botões metálicos, rebites e fechos de adesão e tem como principais clientes as empresas de confecção de calças jeans, calças sociais, bermudas, surf wear, jaquetas, camisas, vestidos e saias, além dos fabricantes de calçados, malas, bolsas, pochetes e carteiras, e também fornece produtos da sua linha para a indústria moveleira e automobilística, entre outras aplicações industriais.</p>
<p>São clientes de todo o Brasil e países como Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai. O diretor <em>Matsushita</em> destaca que para a Argentina e o Chile são fornecidos produtos e componentes somente para as plantas do grupo <em>YKK </em>montadas nesses países. Outras unidades da <em>YKK</em> no Japão, Estados Unidos, Canadá, Turquia, Espanha, Itália, Alemanha e Portugal também recebem os produtos fabricados em Sorocaba, segundo o diretor.</p>
<p>Para atender essa demanda de produção, a <em>YKK</em> emprega 550 funcionários, somente em Sorocaba, onde o faturamento médio da empresa é de R$ 120 milhões por ano. O envolvimento com a cidade inclui contribuição financeira para o Fundo Social de Solidariedade, da Prefeitura Municipal, e a realização de campanhas como doação de alimentos e agasalhos, apoio a projetos sociais, e a realização de campanhas ambientais. Estamos também organizando um comitê de voluntariado na empresa, conclui<em> Matsushita</em>.</p>
<p><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://www.kyotoprize.org/images/LOGO_kyocera.gif" alt="Kyocera" /><strong><em>Kyocera</em>: 2 divisões de negócios</strong><br />
A<em> <strong><a href="http://www.kyocera.com.br/">Kyocera</a></strong></em> do Brasil Componentes instalou-se em Sorocaba há 29 anos (em 79) e, após encerrar as atividades industriais com a fabricação de câmeras fotográficas, atualmente trabalha com duas frentes: uma Divisão de Negócios de Injeção Plástica, que produz peças técnicas, principalmente para indústrias automobilísticas e farmacêuticas; e a Divisão de Negócios de Ferramentas de Corte, que atende ao segmento de usinagem, de acordo com o diretor Adalberto Rossiti.</p>
<p>E, para incrementar ainda mais a linha de produção de injeção plástica, a empresa adquiriu injetoras de última geração, em conformidade com o plano de expansão dos negócios dessa divisão. Ressalta o diretor que a indústria automobilística brasileira está em plena ascensão, e esse cenário também reflete em crescimento para a <em>Kyocera</em>. Por isso, a empresa está investindo em mais equipamentos, para suprir a demanda prevista.</p>
<p>Na Divisão de Injeção Plástica, os clientes mais representativos estão no segmento automobilístico, como a <em>Tyco</em> e a <em>Continental</em>. No segmento de instrumentos laboratoriais está a <em>Millipore</em>. Todos os clientes desta Divisão encontram-se no mercado nacional, detalha Rossiti.</p>
<p>Quanto à Divisão de Ferramentas de Corte, os produtos abastecem as principais indústrias automotivas do Brasil e também a indústria de implementos agrícolas. Temos clientes na Argentina e Chile, entre outros países da América do Sul, afirma o diretor. Com faturamento médio anual em torno de R$ 30 milhões, a <em>Kyocera</em> emprega 150 pessoas, e investe na formação de novos talentos, com a destinação de vagas para jovens em busca do primeiro emprego.</p>
<p><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://www.nipro.com/images/NM_Logo.gif" alt="Nipro Medical" /><strong><em>Nipro</em>: novos produtos</strong><br />
A produção e comercialização de produtos para as áreas de hemodiálise, cirurgias cardíacas, terapia intensiva e diagnóstico caracterizam a <strong><em><a href="http://www.nipro.com/">Nipro</a></em></strong>, que fabrica na unidade de Sorocaba 40 milhões de agulhas hipodérmicas/mês, 1,8 milhão de agulhas para fístula artério-venosa/mês, 5,5 milhões de cateteres intravenosos/mês e 75 mil oxigenadores por ano. E divulga que está desenvolvendo novos produtos para lançamento ainda este ano.</p>
<p>Os cateteres intravenosos são comercializados em toda a América Latina, enquanto os oxigenadores são vendidos na América Latina, Europa, Ásia e África. O Brasil, no entanto, ainda é o maior mercado da empresa, considerando-se todas as linhas de produtos, destaca o departamento de Comunicação da empresa.</p>
<p>A <em>Nipro </em>foi constituída no Brasil em 95, inicialmente com um escritório de vendas em São Paulo e, posteriormente, foi construída a fábrica em Sorocaba, que iniciou as atividades em 97. A fábrica local foi a primeira da <em>Nipro</em> na América, sendo que a empresa possui unidades na Tailândia, China e Japão, e também escritórios comerciais em todo o mundo. Atualmente, a <em>Nipro</em> tem 385 funcionários, que prestam serviços à empresa na unidade de Sorocaba, São Paulo, e também nas regiões Nordeste, Centro Oeste e Sul, vinculados às áreas de Marketing e Vendas.</p>
<p><strong>Adaptação e crescimento</strong><br />
Para o vice-diretor da regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp/Sorocaba), Mário Tanigawa (ex-diretor da <em>Nipro</em>), a contribuição das empresas japonesas para o desenvolvimento econômico de Sorocaba é inquestionável, mas ele salienta que as primeiras a se instalarem na cidade foram as precursoras da vinda de outras multinacionais nipônicas.</p>
<p>A localização geográfica de Sorocaba, que facilita a logística na distribuição dos produtos aqui fabricados, o nível da mão-de-obra local e os incentivos governamentais foram fatores determinantes para a vinda dessas e de outras indústrias. Mas as empresas japonesas também contribuiram decisivamente para a melhoria do nível econômico e social da população local, por preservar os colaboradores. As empresas japonesas valorizam seus funcionários, não costumam demitir. E os brasileiros também têm se adaptado à cultura dessas empresas e, no final, todos ganham, promovendo o crescimento da empresa e a evolução do próprio mercado, afirma.</p>
<p>Tanigawa lembra que a relação de Sorocaba com as empresas vindas do Japão começou na década de 70 e foi se fortalecendo ao longo dos anos, com a presença ativa hoje de outras empresas com matriz no Japão, como a <em>Iharabras e Seiren</em>, além dos vários estabelecimentos comerciais de propriedade de japoneses ou seus descendentes.</p>
<p>Em Sorocaba, há, ainda, a União Cultural e Esportiva Nipo-Brasileira (Ucens), que agrega mais de 500 famílias japonesas, numa associação que preserva a cultura nipônica trazida pelos imigrantes. E a imigração contrária também continua forte: hoje há mais de 300 mil brasileiros (descendentes de japoneses) trabalhando em empresas do Japão e, da mesma forma, colaborando com a manutenção do intercâmbio comercial entre os dois países.</p>
<p>Via <em><a href="http://www.cruzeirodosul.inf.br/">Jornal Cruzeiro do Sul</a></em></p>
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