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	<title>justificacao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/justificacao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "justificacao"</description>
	<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 14:36:28 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Porque Devemos Pedir Perdão?]]></title>
<link>http://verboeterno.wordpress.com/?p=575</link>
<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 19:54:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Adelson</dc:creator>
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<description><![CDATA[ 
Pergunta: 
 
Pr. José Adelson, por que devemos pedir perdão? E como sabemos que fomos perdoado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://farm1.static.flickr.com/69/221323405_c2ed8550ca_m.jpg"><img class="alignnone" src="http://farm1.static.flickr.com/69/221323405_c2ed8550ca_m.jpg" alt="" width="240" height="160" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;"><strong>Pergunta: </strong></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;">Pr. José Adelson, por que devemos pedir perdão? E como sabemos que fomos perdoados? Sds, Ramos. </span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;"><strong>Resposta: </strong></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;">Amado, sabemos que estamos perdoados porque Jesus ressuscitou. Ele foi entregue por causa dos nossos pecados, mas ressuscitou por causa da nossa justificação. Estamos todos justificados, isto é, sem condenação alguma, eternamente. Por isso podemos ter paz com Deus.</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;"><em>"Abraão, esperando contra a esperança, creu, para vir a ser pai de muitas nações, segundo lhe fora dito: Assim será a tua descendência. E, sem enfraquecer na fé, embora levasse em conta o seu próprio corpo amortecido, sendo já de cem anos, e a idade avançada de Sara, não duvidou, por incredulidade, da promessa de Deus; mas, pela fé, se fortaleceu, dando glória a Deus, estando plenamente convicto de que ele era poderoso para cumprir o que prometera. Pelo que isso lhe foi também imputado para justiça.</em></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;"><em>E não somente por causa dele está escrito que lhe foi levado em conta, mas também por nossa causa, posto que a nós igualmente nos será imputado, a saber, a nós que cremos naquele que ressuscitou dentre os mortos a Jesus, nosso Senhor, <strong>o qual foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação.</strong></em></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;"><em>Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo;"</em> (Rm 4:18-5:1) Grifo meu.</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;">Se Jesus não tivesse ressuscitado, poderíamos ter dúvidas se Deus aceitou ou não o sacrifício dele a nosso favor. Mas porque o Espírito Santo O ressuscitou ao terceiro dia, podemos ter absoluta certeza do perdão de todos os nossos pecados, inclusive dos que ainda iremos cometer. <em>"Agora, pois, já <strong>nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus</strong>. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte"</em> (Rm 8:1,2). Grifo meu.</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;">E por que então pedimos perdão, se já estamos perdoados de antemão?</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;">Porque isso é sinal de arrependimento. Sinal para nós que somos débeis por natureza em crer na Graça e na Misericórdia do Pai. Humilhar-se perante Deus é bom para nós, pecadores. Faz bem à nossa alma saber que, embora pequemos, não é isso que queremos. </span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;">Faz bem à nossa alma ajoelhar-se perante um Deus tão amoroso e misericordioso, que nada nos cobra, a não ser que deixemo-lO amar-nos e relacionar-se conosco eternamente. </span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;">Faz bem à nossa alma amar Deus como Pai bondoso e não como Senhor vingador. </span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;">Faz bem à nossa alma andar na luz. Pedimos perdão porque não queremos ter nada se interpondo entre Deus e nós.</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;"><em>"Ora, a mensagem que, da parte dele, temos ouvido e vos anunciamos é esta: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma. Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado. Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. <strong>Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.</strong> Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.</em></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;"><em>Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro"</em> (1 Jo 1:5-2:2). Grifo meu.</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;">Amado, não devemos pecar, mas se pecarmos, basta ir ao Pai e pedir perdão e Ele, imediatamente, nos consola, dizendo: <em>"Já o perdoei, meu filho, a pedido de meu Filho, Jesus! Julguei n´Ele, na cruz do Calvário, os seus pecados. O sangue d´Ele lhe purifica de todo o pecado. Vai em paz e não peques mais!"</em>.</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;">Que o Senhor Jesus lhe conceda pleno entendimento de Sua graça e que você ande sempre na luz, diante de Deus e dos homens. </span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana, sans-serif;"><span style="font-size:small;">José Adelson de Noronha</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Panorama de Romanos]]></title>
<link>http://minhahorasilenciosa.wordpress.com/?p=44</link>
<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 12:26:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>alanjulio</dc:creator>
<guid>http://minhahorasilenciosa.wordpress.com/?p=44</guid>
<description><![CDATA[Panorama da carta de Paulo aos Romanos
Aspectos da carta
Autor: apóstolo Paulo (Rm 1:1)
Quando: pro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="font-size:14pt;line-height:115%;">Panorama da carta de Paulo aos Romanos</span></h1>
<h2>Aspectos da carta</h2>
<p class="MsoNormal"><strong>Autor</strong>: apóstolo Paulo (Rm 1:1)</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Quando</strong>:<span> </span>provavelmente entre 57 e 59 d.C. Data da terceira viagem missionária e antes da prisão em Jerusalém (60 d.C.) e do martírio em Roma (67 d.C)</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Indícios</strong>:</p>
<ul style="margin-top:0;" type="disc">
<li class="MsoNormal">Rm 1:10-12; Rm 15:23; At 19:21 – Paulo desejava visitar Roma (ainda não os conhecia pessoalmente) de passagem para a Espanha.</li>
<li class="MsoNormal">Paulo tinha que ir para Jerusalém para levar ofertas para<span> </span>esta igreja. Seria preso como narrado em At 21-22.</li>
</ul>
<p class="MsoNormal"><strong>Onde foi escrito</strong>: provavelmente em Corinto ou Éfeso (lugares onde ficou mais tempo segundo a narrativa da 3ª viagem missionária em Atos 18 (Rm 15:23).</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Destinatários da carta:</strong> <strong>cristãos</strong> da igreja em Roma (Rm 1:6-7). Igreja fundada por judeus (At 18:12 e Rm 16:13) mas com a presença de muitos gentios (Rm 11:13; 15:15-16).</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Contexto cultural e político:</strong> Roma, a capital do império, era o centro do mundo greco-romano civilizado. Era uma cidade “cosmopolita”.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Tema: </strong>“A justiça exigida por Deus é a fé no Evangelho” (ver Rm 1:16).</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Objetivo:</strong><span> </span>reforçar para a igreja de Roma os fundamentos do Evangelho de Cristo testemunhados e revelados ao próprio Paulo (Rm 15:15-18).</p>
<h2>Temáticas da carta:</h2>
<p class="MsoNormal">A necessária justificação do homem injusto (Rm 1:20; Rm 3:23).</p>
<p class="MsoNormal">Aspectos da justificação (Rm 5:1, Rm 5:18)</p>
<p class="MsoNormal">Obras (Lei) ou fé (Rm 3:28)? Justificação pela graça X a lei e o pecado (Rm 6:1-5; Rm 8:1-2).</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:12pt;">A rejeição e o futuro de Israel<span> </span>(Rm 9:33; Rm 11:11; Rm 11:25-26).</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:12pt;">Relacionamentos com o próximo, a igreja e o governo (Rm 12:8; Rm 12:14-15; Rm 13:1 Rm 15:1)</p>
<h2>Despretensioso resumo de Romanos</h2>
<p class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="text-indent:-36pt;margin:12pt 0 10pt 54pt;"><span><span>I. </span></span>A<span> </span>justiça de Deus contra o homem. Deus justo X Homem injusto (1-3)</p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent:-36pt;margin:12pt 0 10pt 54pt;"><span><span>II.<span style="font-family:&#34;line-height:normal;"> </span></span></span>A justificação perante Deus é pela fé (3-5)</p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent:-36pt;margin:12pt 0 10pt 54pt;"><span><span>III.<span style="font-family:&#34;line-height:normal;"> </span></span></span>A justificação é por meio da obra de Jesus Cristo (5)</p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent:-36pt;margin:12pt 0 10pt 54pt;"><span><span>IV.<span style="font-family:&#34;line-height:normal;"> </span></span></span>A nova condição do homem justificado (6-8)</p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent:-36pt;margin:12pt 0 10pt 54pt;"><span><span>V.<span style="font-family:&#34;line-height:normal;"> </span></span></span>A rejeição e a promessa final para Israel (9-11)</p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent:-36pt;margin:12pt 0 10pt 54pt;"><span><span>VI.<span style="font-family:&#34;line-height:normal;"> </span></span></span>Implicações práticas dos regenerados pelo Espírito na vida comunitária (12-15)</p>
<p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="text-indent:-36pt;margin:12pt 0 10pt 54pt;"><span><span>VII.</span></span> Saudações finais e avisos importantes (15-16)</p>
<p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="text-indent:-36pt;margin:12pt 0 10pt 54pt;">Veja em café na meia-noite o modo <a href="http://cafenameianoite.wordpress.com/2008/08/06/inicio-de-uma-jornadainicio-de-uma-jornada/" target="_blank">espresso</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Início de uma jornada]]></title>
<link>http://cafenameianoite.wordpress.com/?p=196</link>
<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 12:48:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>alanjulio</dc:creator>
<guid>http://cafenameianoite.wordpress.com/?p=196</guid>
<description><![CDATA[Começo com o PG - Jaguaré da IBAB uma jornada pelo livro de Romanos. Estudaremos juntos este compl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Começo com o PG - Jaguaré da IBAB uma jornada pelo livro de Romanos. Estudaremos juntos este complexo e básico livro escrito pelo apóstolo Paulo.</p>
<p>Os esboços estarão disponíveis no blog "<a href="http://minhahorasilenciosa.wordpress.com" target="_blank">minha hora silenciosa</a>".</p>
<p>Romanos sempre foi tratado pela Teologia como o básico da fé cristã. Porém devido ao método "cut &#38; paste" de leitura da Bíblia, ignoramos diversos aspectos desta carta. Mutilamos os temas do livro desde o argumento para a justificação em Cristo passando pelo escândalo da graça, e o controverso futuro de Israel e sua relação com a igreja. Os aspectos mais relevantes tem sido diluídos pela tal "Teologia Sistemática" que transforma o livro de Romanos em uma cartilha da fé. Do outro lado da cerca, os <a href="http://emergingchurch.info/" target="_blank">neo-teólogos emergentes</a> pintam os primeiros capítulos de Romanos de cor de rosa tentando expor um <a href="http://www.ricardogondim.com.br/Artigos/artigos.info.asp?tp=104&#38;sg=0&#38;id=1936" target="_blank">homem menos pecador</a> e um deus mais justo (ou menos cruel)  aos olhos dos <a href="http://www.brianmclaren.net/" target="_blank">teólogos</a> <a href="http://www.ricardogondim.com.br/" target="_blank">descolados</a>.</p>
<p>Complexo mesmo é viver tudo o que Paulo propõe nos capítulos finais. Será possível amar o próximo mais do que o próprio estômago?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Leading note]]></title>
<link>http://fabriciopontin.wordpress.com/?p=669</link>
<pubDate>Tue, 20 May 2008 08:20:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>fabriciopontin</dc:creator>
<guid>http://fabriciopontin.wordpress.com/?p=669</guid>
<description><![CDATA[(&#8230;) A linguagem, enquanto memória histórica consciente, mais não é que o desespero que nos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>(...) A linguagem, enquanto memória histórica consciente, mais não é que o desespero que nos vem do confronto com as dificuldades da tradição. Ao julgarem que transmitem uma língua, os homens dão-se de facto reciprocamente uma voz; e, ao falarem, entregam-se sem remissão à justiça. (Agamben, 1999[1985]:73)</p></blockquote>
<blockquote><p>After these things God tested Abraham, and said to him, "Abraham!" And he said, "Here am I."[<strong>2</strong>] He said, "Take your son, your only son Isaac, whom you love, and go to the land of Mori'ah, and offer him there as a burnt offering upon one of the mountains of which I shall tell you." [<strong>3</strong>] So Abraham rose early in the morning, saddled his ass, and took two of his young men with him, and his son Isaac; and he cut the wood for the burnt offering, and arose and went to the place of which God had told him. (DEUS, Genesis -22,1-3)</p></blockquote>
<blockquote><p><!--  cell for lyrics  --> <!--  lyrics  --> Oh God said to Abraham, "Kill me a son"/Abe says, "Man, you must be puttin' me on"/God say, "No." Abe say, "What?"/God say, "You can do what you want Abe, but/The next time you see me comin' you better run"/Well Abe says, "Where do you want this killin' done?"/God says, "Out on Highway 61." (Highway 61 Revisited, Bob Dylan)</p></blockquote>
<p>Ok, isto deve me manter ocupado pelas próximas semanas. Se eu conseguir realizar este troço, pode ter uma pesquisa de pequeno termo aí.</p>
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]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[“Também a graça reinasse pela justiça” - Romanos 5:21]]></title>
<link>http://evangelhodedeus.wordpress.com/?p=18</link>
<pubDate>Fri, 16 May 2008 20:22:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ian Potts</dc:creator>
<guid>http://evangelhodedeus.wordpress.com/?p=18</guid>
<description><![CDATA[Trabalho de Ian Potts
Novembro 1, 2007
 
Tradução por Luís Gomes
&#8220;Para que, assim como o p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Trabalho de </strong><strong>Ian Potts</strong></p>
<p><strong>Novembro 1, 2007</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Tradução por Luís Gomes</strong></p>
<p>"<em>Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor.</em>" <strong>Romanos 5:21</strong></p>
<p><strong>Que a graça de Deus reine...</strong></p>
<p>Este verso que se apresenta perante nós marca o contraste entre dois reinos - dois domínios, dois poderes, e o efeito de cada dos reinos: um para a morte e o outro para a vida eterna.</p>
<p>O contraste entre estes dois reinos não poderia ser mais real, e vivido. As consequências não poderiam ser mais opostas, e a sua importância destacada em superabundância.</p>
<p>Um reino reina para a morte e o outro para a vida eterna.</p>
<p>O primeiro é o reino do pecado. E como este reina sobre o homem e como é devastador as suas consequências - morte... quanto longe vai o efeito do pecado e o quanto é vasto este reino. Este pecado cativa e governa os corações dos homens. Como nós podemos ler em Romanos 5:12:</p>
<p>"<em>Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.</em>"</p>
<p>Todos nós temos pecado. Não há nem uma pessoa que não tenha sido um subordinado deste reino e que não estivesse sobre o seu domínio. Este reino entrou no mundo por uma só pessoa, por Adão quando ele se virou do seu Deus seu Criador em desobediência e rebeldia. Passando este efeito e domínio sobre toda a sua posteridade. Todos nós nascemos com a mesma natureza da qual Adão caiu, e dando-nos uma natureza pecadora, rebelde e egotista a carne fazendo o homem desobediente a Deus. A consequência do pecado foi dar entrada a morte neste mundo. "<em>Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.</em>"</p>
<p>Nós não podemos escapar as consequências do pecado - morte - como também não podemos ignorar nem escapar a ‘causa' do pecado nem os seus efeitos perpétuos sobre tudo que fazemos e dizemos.</p>
<p>O pecado reina este mundo e a humanidade encontra-se acorrentada sem poder de fuga. Não só nós nos encontramos acorrentados a este reino pútrido como a morte tem domínio sobre nós. Não só vemos os efeitos da morte nos nossos corpos pelo envelhecimento, mas também pelo sofrimento e pela amargura. Doenças, cansaço, miséria em todos os dias da nossa vida são alguns dos seus efeitos. Sabemos bem qual é a conclusão de tudo isto. Sendo o seu resultado inevitável - morte. Mas há uma outra morte.</p>
<p>A morte espiritual. Esta é semelhante a morte natural. Apesar de andarmos pelo mundo e de respirar e ter pulso, para Deus estamos como mortos. Vemo-nos sem vontade para nos virarmos a Deus. O pecado guia-nos numa outra direcção. A verdadeira relação que o homem tinha para com Deus foi quebrada quando Adão mudou de direcção afastando-se de Deus. O SENHOR Deus andou com Adão no jardim, mas quando o pecado entrou no mundo Deus expulsou Adão da Sua presença deixando um intervalo entre o homem e Deus do qual homem nenhum consegue por si mesmo atravessar. A causa deste espaço foi o pecado e o efeito do pecado foi a morte não só natural mas como também a morte espiritual.</p>
<p>Quando Adão escolheu virar a costas a Árvore da Vida que estava no meio do jardim em comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal - pelo comer daquilo que desejava para se tornar deus, - <strong>Génesis 3:5</strong> "<em>Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal</em>." Ele escolheu um terrível caminho que o levou a morte física e espiritual. Ele escolheu em colocar-se sobre o domínio de um outro reino invés do domínio de Deus, toda a humanidade ficou prisioneira pela sua decisão. O homem na sua ganância por poder desejou governar-se a si mesmo, mas com isto o seu pecado tomou as arredias assumindo o poder e o homem caiu em escravidão. O pecado cobiça e motiva as intenções do homem sempre numa só direcção - sempre para longe de Deus e daquele Único em que há vida. O pecado conduz o homem na direcção oposta de Jesus Cristo que é a vida eterna, para a morte, porque o pecado reina para a morte.</p>
<p>Mas que reinado que o pecado tem sobre nós. Como nós somos escravos dele e sobre o efeito alicio que ele tem sobre o homem. Não só o pecado tem reinado, mas de boa vontade aceitamos o seu domínio. Não só somos incapazes de nos virar contra o pecado e virar-nos para Deus, mas como estamos sempre sem vontade de o fazer. Como disse Adão no jardim, - <strong>Génesis 3:10</strong> "<em>E ele disse: Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me.</em>" Nós escolhemos sempre este caminho.</p>
<p>Como Paulo escreve em <strong>Romanos 3:10-11</strong> "<em>Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus</em>."</p>
<p>Nenhum de nós pode disser que é inocente porque tal como o nosso pai Adão aceitamos de boa vontade a queda, porque nós dissemos sobre Jesus Cristo o Filho de Deus, <strong>Lucas 19:14</strong> "<em>Mas os seus concidadãos odiavam-no, e mandaram após ele embaixadores, dizendo: Não queremos que este reine sobre nós</em>" e no nosso orgulho e ganância por poder, procuramos colocar-nos sobre o trono de Deus.</p>
<p>Nós iremos reinar, não acha.</p>
<p>Não será desta forma que os nossos corações falam.</p>
<p>Que parvoíce é esta, que leva o pecado a nos cativar desta forma irresistível, tornando-se indiscutível o domínio que tem sobre nós levando-nos para a morte.</p>
<p>Mas graças ao SENHOR isto não termina assim falando de um só reino. Dêem louvor ao SENHOR porque há outro reino, um reino glorioso no poder de Deus e com resultados diferentes daquele do pecado. Apesar do reino do pecado em toda a sua majestade com o seu efeito devastador e vicioso a humanidade não se encontra desculpada pois é de boa vontade que o aceita trazendo a si mesma a morte pelo pecado. Mas agora a graça de Deus reina na justiça em Cristo para a vida eterna para todos aqueles que acreditam, como podemos ler no verso 5:21 da carta de Paulo para romanos.    </p>
<p><strong>Romanos 5:21</strong> " <em>Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor</em>."</p>
<p>Na verdade Deus seria justo em deixar o homem sem fuga, sem qualquer forma de salvação, como também seria justo se Deus destruísse a Sua criação com todas as criaturas rebeldes que se têm virado contra Ele, mas apesar disto tudo Deus escolheu ser gracioso. Deus é um Deus que gosta de mostrar misericórdia, sendo perseverante como um Deus de amor salvando o Seu povo e graciosamente enviou o Seu Filho para redimir e libertar o Seu povo das correntes e domínio do pecado. Porque há um reino muito mais poderoso do que o do pecado - o reino da graça. Podemos agora ver o contraste destes dois reinos, o pecado reina para a morte, mas a graça de Deus reina para a vida eterna.</p>
<p>O reino do pecado foi o reinado da rebeldia e desobediência do homem perante Deus, do qual trouxe a morte. Mas o reino da graça de Deus mostra o favor que Deus oferece ao homem sem este ter qualquer mérito a fim de o salvar e lhe dar vida eterna em Jesus Cristo apesar da sua rebeldia.</p>
<p>Um reino começou com o homem (Adão) e o outro com Deus. Um reino traz morte mas o outro reino traz vida eterna. O anterior foi ganho pela acção e mérito do homem, mas o de agora é recebido sem mérito, sem qualquer preço, oferecido ao homem sendo uma oferta de Deus sem qualquer aparente razão a não ser a Sua misericórdia e amor para todos aqueles que Ele escolheu. Um reino foi escolhido pelo homem através da sua livre vontade, mas o outro é oferecido livremente por Deus através da Sua Soberania. Um reino está debaixo da lei exigindo obras e condenando o homem pelas suas ofensas, mas o outro reino existe sendo oferecido a pecadores arrependidos, tendo-lhes sido perdoado todos os pecados e ofensas.</p>
<p>Mas que contraste entre estes dois reinos. Podemos agora ver que apesar do reino do pecado ser muito soberbo e poderoso o reino da graça de Deus é muito mais. Apesar do poder e forca que o pecado tenha, este não se pode comparar com a graça. Mesmo forte que seja o domínio do pecado sobre o homem, este não pode fazer frente a Deus todo-poderoso em salvar pecadores. Porque nós podemos ler em <strong>Romanos 5:20</strong> " <em>Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça;</em> " mesmo que por a ofensa de um (Adão) muitos estão mortos "<em>Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa. Porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus, e o dom pela graça, que é de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos</em>. " (<strong>Romanos 5:15</strong>), e "<em>Porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo</em>." (<strong>Romanos 5:17</strong>).</p>
<p>O reino e o poder do pecado não importa o quanto forte é porque quando Deus destina a Sua graça sobre um pecador a fim de o salvar nada o pode fazer frente quanto menos o vencer, porque quando o reino da graça tem domínio todos os outros reinos são postos de fora. Porque o pecado não terá domínio sobre nós, (aquele que acredita e foi justificado em Cristo) como podemos ler em (<strong>Romanos 6:14</strong>) "<em>Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça</em>."</p>
<p>O facto é este: o homem não tem poder em se libertar do domínio do pecado. A única esperança do homem em ser liberto é a Graça de Deus. O pecado encontra-se no homem, tendo total controlo sobre ele dominando-o e motivando-o. Somente através de um acto da Graça de Deus em o libertar e em lhe retirar o pecado, afim de nunca mais se poder ver, é que o homem pode ser liberto desse domínio. Uma simples alteração de carácter não tem efeito sobre o domínio do pecado nem forca para o libertar das correntes do qual o prende. Não há obra nenhuma nem esforço por parte do homem em viver justamente que o possa libertar da tirania do pecado do qual ele se encontra. Os melhores actos da humanidade muito nobres que sejam, até mesmo actos de caridade que se possa fazer são sempre contaminados com o pecado para com Deus. Não são nada mais do que trapos sujos. Como disse o profeta Isaías.</p>
<p>"<em>Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam</em>." (<strong>Isaías 64:6</strong>)</p>
<p>As nossas melhores obras estão banhadas em pecado.</p>
<p>Alguns se viram para a lei a fim de poderem controlar o pecado e viver agradando a Deus. Estes pensam que se conseguirem alcançar os requerimentos da lei que vão poder ganhar favor com Deus, mas não poderiam estar mais enganados. Quando o homem que é pecador se coloca debaixo da lei este fica longe de poder controlar o pecado porque a lei inflama e revela esse mesmo pecado. Longe de levar esse homem a vida, a lei mostra-lhe o quanto ele é maligno no seu coração e por fim o condena. Como nós podemos ler em <strong>Romanos 5:20</strong> "<em>Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça;</em> " não para controlar mas sim para que a ofensa abundasse. Foi por isso que Deus deu a lei, para mostrar ao homem o quanto ele é pecador. Para que a ofensa abundasse, para que o homem seja condenado e para que ele fuja para Aquele que o pode salvar e libertar do pecado e morte. Este que salva e liberta é Jesus Cristo que foi crucificado pelo povo de Deus. A lei pode até marcar um ponto para a justiça do qual Deus requer do homem e exige afim que ele nela viva. Mas quando o homem se coloca debaixo da lei o conhecimento que ele recebe por experiencia não é de justificação mas sim de condenação pelo seu mesmo pecado. Foi por esta mesma razão de certos homens quererem viver debaixo da lei que Paulo escreveu na carta para romanos - "<em>Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado.</em> " (<strong>Romanos 3:20</strong>). E novamente em <strong>Romanos 7</strong> - "<em>E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri. E o mandamento que era para vida, achei eu que me era para morte. Porque o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, me enganou, e por ele me matou</em>."</p>
<p>Não há nada de mal com a lei de Deus. O problema é o pecado que existe dentro de nós e o efeito da lei sobre o pecado.</p>
<p>A lei é Santa como podemos ler na observação de Paulo nos seguintes versos.</p>
<p>"<em>E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom. Logo tornou-se-me o bom em morte? De modo nenhum; mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte pelo bem; a fim de que pelo mandamento o pecado se fizesse excessivamente maligno.</em>" (<strong>Romanos 7:12-13</strong>)</p>
<p>Quando a lei veio o pecado abundou como nos é dito em <strong>Romanos 5:20.</strong> A lei não providenciou nenhuma forma de libertação do pecado, mas sim fez as coisas piores afim de poder mostrar-nos o nosso pecado.</p>
<p>Mas dêem louvor a Deus que agora há isenção do domínio do pecado. Há um outro reino muito mais poderoso - o reino da Graça de Deus. Como é magnífico observar nas vidas daqueles que Deus salvou pela Sua graça. Quando lhes foi aplicada a lei mostrando-lhes o quanto são corruptos por natureza. Demonstrando-lhes o pecado e as suas inabilidade de se poderem salvar do reino e domínio do pecado por eles mesmos. Não há pecado tão grande nem pecador que a Graça de Deus não alcance. Porque onde o pecado abundou a Graça abundou muito mais.</p>
<p>A graça reina e que reinado. Como poderosa é a garça de Deus. Como é grandioso este reinado e o reino do céu. Quantos são os habitantes? Numero que homem nenhum consiga contar. Mas a graça e o reino não pode ser considerado fora Daquele que o garante que é Cristo. Como o pecado com o seu reino não pode ser considerado fora daquele que por ele o pecado entrou no mundo, este sendo Adão - mas a graça de Deus veio por meio de um Homem - Jesus Cristo nosso Senhor. É este facto que faz a graça ainda mais deslumbrante e o seu reino triunfante. O primeiro homem é terrestre e com ele trouxe o pecado e a morte, mas o segundo Homem, o ultimo "Adão" que é do céu trazendo consigo a justiça eterna, Cristo o Filho de Deus sendo Homem e Deus tanto divino como humano. Sendo Deus soberano por toda humanidade e criação, e sendo assim Rei dos Reis e Senhor. Eis o porquê que a Sua graça reina pois é a graça de um Rei soberano e eterno. É graça soberana de Deus em Cristo e Cristo é Rei oferece-a essa mesma graça a quem Ele deseja. Como se lê na carta de Paulo para romanos -</p>
<p>"<em>Pois diz a Moisés: Compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia</em>." (<strong>Romanos 9:15</strong>).</p>
<p>Ó como é bom ser recipiente desta graça divina e estar debaixo do Seu reinado.                         </p>
<p><span style="text-decoration:underline;">A graça reina sim, mas reina em através da justiça de Deus.</span></p>
<p>A graça reina através da justiça mas não reina isolada.</p>
<p>A misericórdia de Deus para com o homem não vem ao custo da Sua mesma justiça. A graça de Deus reina através da justificação na justiça de Deus. Sem justiça o reino não poderia existir nem poderia vencer o reino do pecado. O pecado tem de ser tratado para que Deus seja justo e o justificador de pecadores. Novamente se afirma que a graça reina mas reina em justiça.</p>
<p>O tema central do Evangelho é a justificação e a revelação da justiça de Deus. São estas mesmas revelações que dão poder ao Evangelho, e eis a razão de Paulo ao escrever, "<em>Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego</em>." (<strong>Romanos 1:16</strong>). Porquê? "<em>Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé,</em>".</p>
<p>É esta a revelação da justiça de Deus que da o poder ao Evangelho. É através da Justiça de Deus em Cristo que os pecados do Seu povo são julgados, sendo Cristo o Salvador e o libertador do poder e reino do pecado. É através da revelação da justiça de Deus na redenção efectuada por Cristo, que leva Deus a justificar o Seu povo livremente pela Sua graça. Tendo compreendido esta magnífica revelação da justiça de Deus, podemos agora ler o que Paulo escreveu na carta para <strong>Romanos 3:24-26</strong></p>
<p>"<em>Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus. Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus; Para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus</em>"</p>
<p>Deus revela a Sua justiça no Evangelho quando julgou o pecado e o seu reino, destruindo esse mesmo domínio do qual o Seu povo era subordinado no substituto - Seu Filho Jesus Cristo. Cristo quando sofreu e morrer no lugar deles libertou-os do pecado, morte e da condenação, fazendo-os justos perante Deus em Si mesmo. Agora esse povo é justificado pelo Seu sangue e morte na cruz. Eis que Deus justificou o Seu povo "<em>Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus</em>"</p>
<p>Foi Deus que fez isto ao Seu Filho. Só há um Homem que poderia morrer no lugar de pecadores a fim de os redimir do reino do pecado, e esse Homem é Jesus Cristo. Só Cristo é que os poderia libertar do pecado. Porque Ele não tinha pecado, sendo perfeito justo e santo. Deus que tomou em Si mesmo a forma e natureza humana do homem em perfeita união com a Sua divindade, foi feito em todos os aspectos tal como nós, mas sem pecado. Deus Incarnado - Jesus Cristo, sendo somente Ele o único sacrifício perfeito e aceitável para com Deus a fim de morrer no lugar de pecadores.</p>
<p>E assim Deus declarou e declara a Sua perfeita justiça em julgar o pecado do Seu povo no Seu querido Filho sobre a cruz. Sobre aquele que foi feito - "<em>Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.</em>" (<strong>2 Coríntios 5:21</strong>)</p>
<p>Cristo nunca soube o que era pecado. Durante mais de trinta anos Cristo viveu e andou neste mundo. Nasceu como homem debaixo da lei, mas vivendo em perfeição. Cristo nunca pecou como nunca deixou de acreditar, obedecer, confiar e de adorar Deus Pai com todo o Seu coração mente e alma. Ele nunca pecou - Ele não sobe o que é pecado. Cristo foi feito debaixo da lei a fim de redimir aqueles que estavam debaixo da lei.</p>
<p>Cristo foi testado pela lei de Deus em todos aspectos e em total rigorosidade. Foi testado ao limite da justiça, mas nada Lhe foi encontrado que o condenasse. Porque Cristo foi e é perfeito tendo ampliado a lei fazendo-a honrada. Assim de livre vontade submeteu-se a morte sobre a cruz no lugar do Seu povo, mesmo sendo perfeito e inocente, e sem qualquer falha ou razão para condenação. Cristo submeteu-se a vontade do Seu Pai, dando-se a Si mesmo para ser levado por mãos de homens corruptos para ser pregado na cruz a fim de sofrer e morrer no lugar de transgressores.</p>
<p>Mas a pergunta surge, o que é que aconteceu quando Jesus Cristo foi pregado na cruz e erguido para morrer? O que foi que aconteceu quando a luz do sol foi escurecida a nona hora?</p>
<p>Isto foi um mistério do qual foi escondido aos olhos naturais do homem. O que é que aconteceu durante essas horas de escuridão enquanto Cristo sofria no lugar do Seu povo, foi uma tremenda transacção entre Deus Pai e o Seu Filho do qual nenhum homem natural poderia compreender. Esta morte não foi uma morte ordinária como muitas outras, não senhor, nem foi um sofrimento banal. Quando Cristo sofreu sobre o madeiro não foi a dor e sofrimento natural que o matou, mas sim a ira de Deus que Lhe foi derramada sobrenaturalmente. Isto tudo juntamente com o sofrimento de se tornar indirectamente no lugar do Seu povo, (sendo sido feito pecado). No madeiro, Cristo e o Seu povo foram feitos num só, unidos na morte. Como Eva foi retirada do lado de Adão enquanto ele dormia da mesma forma na morte de Cristo a Sua Noiva - Igreja - foram unidos a Ele e trazidos do Seu lado sendo lavados no Seu precioso sangue justificando e purificando-os de todos os pecados.</p>
<p>Na cruz Cristo se tornou um com a Sua noiva, unido com ela, sendo sido feito naquilo que ela era - pecado. O pecado dela traduziu-se para Cristo. As transgressões dela fizeram-se Dele quando Cristo as carregou no Seu corpo sobre o madeiro, e em resposta a ira de Deus Pai foi-lhe derramada dos cofres do céu sendo feito sacrifício para julgar o pecado a fim de serem totalmente consumados, destruídos, e apagado para sempre. Enquanto Cristo suportava a cruz para a alegria do que Lhe estava proposto - enquanto olhava para o Pai com fé na esperança da gloriosa ressurreição em justiça com o Seu povo justificado - Cristo tolerou por completo o castigo da justiça de Deus. Justiça esta definida por Deus contra todo o pecado e transgressões do Seu povo. Cristo tolerou e suportou horas de tormento, horas de sofrimento imaginável para nós.</p>
<p>Porquê? "<em>pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus</em>" (<strong>Hebreus 12:2</strong>)</p>
<p>Por fim Cristo poderia ver o esforço da Sua alma e se satisfazer. (<strong>Isaías 53:11) </strong>" <em>Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu servo, o justo, justificará a muitos; porque as iniqüidades deles levará sobre si.</em>"</p>
<p>Através da morte Cristo justificou o Seu povo, gratuitamente pela graça. Pois graça não é barata, mas sim veio com um preço. A graça reina e Deus justifica o Seu povo livremente pela graça, mas vem com um custo, vem através da justiça. Cristo deu a Sua vida pelos Seus - foi este o custo. Mas porquê que Ele fez isto? Porque Cristo os amou. Como nós podemos ler no seguinte verso:</p>
<p>"<em>Mas Deus prova o seu amor para connosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira</em>." (<strong>Romanos 5:8-9</strong>)</p>
<p>  Foi por Cristo amar a Sua igreja que Ele deu a Sua vida por ela. "<em>Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela</em>," (<strong>Efésios 5:25</strong>)</p>
<p>Quando Cristo morreu por aqueles que amou, Cristo colocou-se debaixo da justiça de Deus, e ao fazer isto a justiça de Deus foi declarada no Evangelho e Deus julgou os pecados do Seu povo de acordo com a Sua mesma justiça. Não só de acordo com a justiça da lei, mas de acordo com a justiça de Deus não só para justificar para a vida nem somente para este mundo, mas sim para o próximo mundo que há-de vir. Justificados para toda eternidade a fim de reconciliar um povo para com Deus, trazendo-os para Si mesmo. "<em>Mas agora se manifestou sem a lei a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos profetas; Isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem; porque não há diferença.</em>" (<strong>Romanos 3:21-22</strong>)</p>
<p>Foi desta forma e é a única forma de que Deus poderia justificar o Seu povo e os libertar do domínio do reino do pecado. Foi desta forma que o reino do pecado foi conquistado e agora o reino da graça reina em triunfo. A graça reina mas sim através da justiça.</p>
<p>No madeiro Deus justificou o Seu povo livremente pela Sua graça. O amor de Deus foi destinado para com um povo que o não merecia, um povo rebelde dados ao pecado e subordinados do reino do pecado e da morte. Mesmo assim, Deus manifestou a Sua justiça na cruz através da fé de Jesus Cristo, a fim de destruir o pecado e o seu reino e libertando assim o Seu povo que se encontrava nele acorrentado. Deus mostrou compaixão e graça para com um povo que o não procurava e essa graça que lhes deu veio, mas veio por um preço - custou a vida do Salvador (Cristo). Cristo deu-se a Si mesmo por todos aqueles que Lhe pertencem.</p>
<p>(<strong>Gálatas 2:20</strong>) "<em>Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.</em>"</p>
<p>A graça de Deus e gratuita para o Seu povo mas como podemos ver, esta graça veio através de um preço. Veio através da justiça de Deus executada sobre o Seu santo Filho quando Ele se apresentou no lugar do Seu povo, unido com eles a fim de os trazer através do julgamento para a vida eterna, levando-os através da Sua fé na promessa do Seu Pai. Na cruz a misericórdia e a verdade de Deus se encontraram, e a justiça e a paz se beijaram. Mas que ponto de encontro, e que grandiosa a reconciliação entre Deus e o homem. Esta reconciliação foi executada quando Cristo deu a Sua vida para que o Seu povo pudesse viver. Cristo foi feito pecado para que o Seu povo em Si fosse feito a justiça de Deus alcançando assim paz para com Deus.</p>
<p>(Salmos 85:10) "A misericórdia e a verdade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram."</p>
<p>Através da obediência de Cristo, a obediência da fé, em dar-se a Si mesmo pelo Seu povo, eles agora são justificados em Si, livres da condenação, lavados de todos os pecados pelo Seu sangue, e justificados livremente pela Sua graça. Foi em justa justiça que Deus em Cristo julgou os pecados do Seu povo apagando assim os pecados pelo sangue de Cristo derramado na cruz. Não só os pecados foram julgados em Cristo e apagados, mas como também a natureza do pecado na sua forma natural recebida por herança através de Adão em destruindo tudo isto no corpo de Cristo enquanto no madeiro. Tudo foi consumindo na sua totalidade através da incendiada ira e indignação de Deus, fazendo aquele povo em Cristo perfeito como Cristo é perfeito. E por esta razão Deus é justo e o justificador de todos aqueles que acreditam em Jesus Cristo Seu Filho. Desta forma Deus mostra a Sua misericórdia para com o Seu povo e lhes garante perdão, e assim podendo salvar o Seu povo do pecado através da Sua graça - libertando-os do pecado.</p>
<p>(<strong>Romanos 6:6</strong>) "<em>Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado</em>. " Agora reina a graça - através da justiça fazendo este reino vitorioso e triunfante. Reino que ultrapassa qualquer outro reino até mesmo o reino da morte e do pecado, porque foi Cristo que os conquistou através da Sua morte retirando a maldição do pecado por ter-se tornado maldição pelo Seu povo na cruz. E a morte não tendo força nem domínio sobre Ele, Cristo ressuscitou no terceiro dia com vida eterna como está escrito nas escrituras. Cristo agora vitorioso sobre todos ‘note' não só um ou dois mas sim todos inimigos. Nada Lhe pode fazer frente nem de o impedir nem mesmo a morte teve poder sobre a graça e reinado de Jesus Cristo.</p>
<p>A graça reina e reina através da justiça para a vida eterna em Cristo nosso Senhor.</p>
<p>A graça de Deus tem um objectivo, um fim triunfante e magnifico - vida eterna. Em contra partida o pecado trouxe miséria e morte mas a graça traz vida eterna em Jesus Cristo. Mas que gloriosa revelação e esperança que é proposta ao que acredita - vida eterna, vida sem fim. Uma vida sem fim e sem morte. Vida livre da miséria e da tristeza liberta do domínio e reino do pecado.</p>
<p>E como é que veio este reino? E quem foi que o trouxe? Foi Jesus Cristo nosso Senhor. O autor e realizador o principio e o fim o Alfa e Ómega. A graça reina para a vida eterna porque Cristo é vida eterna - a palavra da vida como está escrito em <strong>1João 1:2 </strong>"<em>Porque a vida foi manifestada, e nós a vimos, e testificamos dela, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai, e nos foi manifestada</em>". Conhecer Cristo é saber o que é a vida, conhecer Cristo é vida eterna pois Cristo é vida eterna. É isto que a graça traz - vida eterna em Jesus Cristo.</p>
<p>"<em>Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida. Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deus. </em>" <strong>1João 5:12-13</strong></p>
<p>Ter vida eterna é ter Cristo. Ter Cristo é se estar em Cristo, e se nós estamos em Cristo, nós somos feitos na justiça de Deus em Cristo (<strong>2 Coríntios 5:21</strong>) porque nós somos justificados pela graça em Cristo e se justificados então justificados para a vida.</p>
<p>(<strong>Romanos 5:18</strong>) "<em>Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida</em>"</p>
<p>E se tudo isto é verdade sobre nós então estamos agora sobre o domínio de um novo reino - o reino da graça tendo sido libertos do reino do pecado e da morte por Cristo.</p>
<p>Ó que libertação. Ó que preço.</p>
<p> A graça reina através da justiça. Cristo morreu no lugar do Seu povo afim de os poder salvar. Cristo suportou a cruz apesar da vergonha (<strong>Hebreus 12:2</strong>). Porquê? "<em>pelo gozo que lhe estava proposto</em>".</p>
<p>Que gozo é este? De poder salvar o Seu povo da morte e do pecado e de os reconciliar para com o Pai.</p>
<p>Ó que gloria.</p>
<p><strong>Romanos 5:21</strong> "<em>Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor.</em>"</p>
<p>Quem são aqueles que têm vida eterna? São todos aqueles que Deus escolheu em Cristo muito antes de este mundo ter sido feito, a fim de serem salvos por Cristo, o autor e consumador da fé. Leia como Paulo explica em <strong>Efésios 1:3-12</strong> ousadamente e escreve sobre o propósito de Deus em Cristo Jesus<strong>.</strong></p>
<p><strong>Romanos 11:5</strong> "<em>Assim, pois, também agora neste tempo ficou um remanescente, segundo a eleição da graça</em>."</p>
<p>Adão através da sua desobediência trouxe o pecado e a morte resultando em condenação para toda a sua posteridade, mas Cristo que é o ultimo Adão através da Sua obediência trouxe justiça e justificação para a vida para toda a Sua posteridade segundo a eleição da graça.</p>
<p><strong>Romanos 5:18</strong> "<em>Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida</em>"</p>
<p>Onde o pecado exuberou a graça exubera muito mais. <strong>Romanos 5:21</strong> " <em>Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor.</em> "</p>
<p>Agora podemos perguntar a seguinte pergunta a nós mesmos:</p>
<p>Em que reinado nos encontramos neste momento? Do qual amamos mais - pecado ou graça? O que é que nos motiva? Qual é o governo que controla a nossa vida, pensamentos e acções?</p>
<p>Para onde é que nós vamos?</p>
<p>Será que nós sabemos o que é a graça e seu reino sobre nós? Será que já nos foi doada esta graça? Somos agora neste momento recipientes desta graça? Será que já gritamos por misericórdia e por graça? Será que já fomos levados pela obra e trabalho do Espírito santo a ver o quanto necessitamos de graça? Será que conhecemos e sentimos o reino da graça nos nossos corações? Será que o reino da graça de Deus reina sobre as nossas vidas princípio e fim?</p>
<p>Será que conhecemos o Rei Soberano, supremo e absoluto que nos concede esta maravilhosa graça? Somos nós habitantes do Seu reino? Será que conhecemos Jesus Cristo como Senhor e Rei de tudo e todos?</p>
<p>Será que podemos dizer com toda a firmeza tal como Paulo disse "<em>também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor"</em> Como é bom poder juntar-se a Paulo e disser "<em>Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim."</em> <strong>Gálatas 2:20.</strong></p>
<p>Que Deus abençoe a Sua palavra para a Sua gloria,</p>
<p>AMEM</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Justificação – Abraão Acreditou em Deus – Romanos 3:27 - 4:25]]></title>
<link>http://evangelhodedeus.wordpress.com/?p=16</link>
<pubDate>Fri, 16 May 2008 20:04:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ian Potts</dc:creator>
<guid>http://evangelhodedeus.wordpress.com/?p=16</guid>
<description><![CDATA[Trabalho de:
Ian Potts
Fevereiro 6, 2007
 
Tradução por Luís Gomes
 
Abraão acreditou em Deus.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Trabalho de:</strong></p>
<p><strong>Ian Potts</strong></p>
<p><strong>Fevereiro 6, 2007</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Tradução por Luís Gomes</strong></p>
<p> </p>
<p>Abraão acreditou em Deus.</p>
<p> </p>
<p>Tendo apresentado o trabalho de Deus na justificação de pecadores, "<em>Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus.</em>", no fechar do capitulo 3 Paulo apresenta 3 perguntas hipotéticas das quais alguém poderia vir a perguntar em resposta a doutrina e ênfase colocada sobre a fé e trabalho de Deus.</p>
<p>Com três breves respostas Paulo afirma a verdade sobre a justificação pela fé perante uma eventual oposição céptica.</p>
<p> </p>
<p><strong>Romanos 3:27</strong> "<em>Onde está logo a jactância? É excluída. Por qual lei? Das obras? Näo; mas pela lei da fé.</em>"</p>
<p> </p>
<p><strong>Romanos 3:29 </strong>"<em>É porventura Deus somente dos judeus? E não o é também dos gentios? </em><em>Também dos gentios, certamente</em>,"</p>
<p> </p>
<p>São estas três perguntas e respostas que Paulo procede em abrir, expandindo mais profundamente o seu significado no capítulo 4. Usando a crença de Abraão como exemplo, ilustra o contraste entre a justificação procurada por meio de obras da lei, e a justificação pela gratuita graça de Deus. Pelo qual Deus justifica pecadores não meritórios através da fé, fazendo assim todas as bases para orgulho e formas de vaidade excluídas por completo.</p>
<p>Paulo mostra a bênção que é em ter todos os pecados perdoados e de ser justificado, e por fim revela o peso e medida da misericórdia de Deus para com o judeu e o grego. Ele faz isto por mostrar que a lei é estabelecida através da justiça da fé, que é oferecida a todos do qual pertence a promessa, como "<em>da fé que teve Abraão,"</em>                           </p>
<p> </p>
<p>Orgulho excluído pela lei da fé... <strong>Romanos 4:</strong><strong>1-8</strong></p>
<p>"<em>Que diremos, pois, ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne? Porque, se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus. Pois, que diz a Escritura? Creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça. Ora, àquele que faz qualquer obra não lhe é imputado o galardão segundo a graça, mas segundo a dívida. Mas, àquele que não prática, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça. Assim também Davi declara bem-aventurado o homem a quem Deus imputa a justiça sem as obras, dizendo: Bem-aventurados aqueles cujas maldades são perdoadas, E cujos pecados são cobertos. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa o pecado.</em></p>
<p>Paulo começa por perguntar o que é que Abraão descobriu e o que é que lhe foi ensinado por Deus (4:1) sobre a salvação, e justificação. Estes factores são de grande importante a fim de compreender seu significado antes de sabermos o que é ser abençoado com o perdão dos nossos pecados.</p>
<p>Abraão foi ensinado "<em>segundo a carne</em>", que as suas obras e seus esforços religiosos nada poderiam fazer para o salvar - absolutamente nada. Essas obras não são nada mais do que trapos imundos perante Deus. O melhor que poderia ser feito é sempre contaminado com o pecado. Essas obras ou boas acções podem aparecer significantes e comemoráveis aos homens. Podem até dar a Abraão espaço para se gloriar perante os homens, mas não perante Deus, porque perante Deus Abraão se apresentaria como o resto dos homens, pecador e injustificado. Seja Abraão ó qualquer outro homem, mulher ou mesmo criança por mérito próprio ou esforço, muito que tente nunca conseguira produzir a perfeição que Deus demanda.  </p>
<p>Repare como Paulo responde em Romanos 3:27 "<em>jactância É excluída pela lei da fé". </em>Paulo refere-se aqui ao Evangelho e àquela fé que se encontra no coração do Evangelho como uma lei e princípio, encontraste com a lei de obras. Paulo faz isto para por ênfase no contraste entre a fé e aquilo que caracteriza a lei - obras. Eis o porquê que o Evangelho é referido como lei mas sim uma lei caracterizada pela fé. Aqui está a lei executada não por obras mas sim por acreditar sendo esta uma lei que trás justiça não por obras, mas sim por fé - "<em>a justiça da fé</em>".</p>
<p>Esta justiça é trazida por Deus para a conta do Se povo. É lhes é imputada. Mas é de relembrar que aquele que acredita não tem qualquer mérito em a receber. Porque Deus imputa e declara o crente justificado gratuitamente por Sua livre vontade. Quando um crente acredita em Jesus Cristo a crença ou o acreditar não é a causa da justificação mas sim o efeito, é sim o resultado do trabalho do Espírito Santo na alma do crente que a leva há acreditar em Cristo. Esta justificação foi importada pela fé de Cristo e é recebida pela fé do crente como uma oferta de Deus.</p>
<p>Eis o porquê de não haver origem de orgulho. Sendo assim leva todos os esforços e obras dos homens a nada - foi assim que Deus salvou Abraão. Não por obras mas sim por graça. Não pela lei, mas sim através da fé. Se Abraão fosse justificado pelas suas obras teria algum para se orgulhar e a salvação seria uma recompensa das suas obras uma divida que teria de ser paga. Ele teria tido mérito e por fim ele á teria merecido (4:4) mas como poderia ele a ter a tido merecido sendo Abraão visto por Deus como ímpio?</p>
<p>O que Abraão descobriu e veio acreditar foi que a salvação é e tem de ser por meio da graça gratuita de Deus, porque ainda em seus pecados e enquanto ímpio, Deus o justificou e o perdoou de todas iniquidades e pecados. (4:7)  </p>
<p>A fé de Abraão foi-lhe contada como justificação. (4:5) Agora isto não quer dizer que a fé de Abraão por si é justificação mas sim que Deus contou como justificação. Foi Deus que imputou essa justificação em Abraão por causa da justiça de Deus em Cristo do qual Abraão olhou e descasou em fé que a justiça que Cristo trouxe para a conta do Seu povo quando Ele sofreu e morreu na cruz em lugar do Seu povo removendo por completo todos os pecados do Seu povo. Cristo ao sofrer na cruz tomo em Si o derrame da ira de Deus, o castigo pelos pecados de muitos retirando assim os pecados e cobrindo o Seu povo com o Seu Santo sangue que por e só para eles foi derramado.</p>
<p>Foi desta forma que Abraão foi justificado e é este o alvo do qual a sua fé descansou. A graça de Deus trouxe Abraão há acreditar, abrindo-lhe os olhos para a verdade. Abraão vendo o seu estado perante Deus compreendeu a necessidade em ter os seus pecados perdoados, então Deus na Sua grandeza o abençoo. Abraão entrou na mesma bênção do qual Davi falou e se alegrou quando escreveu no <strong>Salmo 32:</strong></p>
<p>"<em>BEM-AVENTURADO aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto.  Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não imputa maldade, e em cujo espírito não há engano.</em>"</p>
<p>Ó a bênção de ter os pecados perdoados. Ser justo perante Deus - ser perdoado. Ser contado como justificado perante o Santo Deus.</p>
<p>É esta mesma bênção do qual Abraão e Davi falaram e acreditaram.</p>
<p>Romanos 4:9-12 "<em>Vem, pois, esta bem-aventurança sobre a circuncisão somente, ou também sobre a incircuncisão? Porque dizemos que a fé foi imputada como justiça a Abraão. Como lhe foi, pois, imputada? Estando na circuncisão ou na incircuncisão? Não na circuncisão, mas na incircuncisão.  E recebeu o sinal da circuncisão, selo da justiça da fé, quando estava na incircuncisão, para que fosse pai de todos os que crêem, estando eles também na incircuncisão; a fim de que também a justiça lhes seja imputada; E fosse pai da circuncisão, daqueles que não somente são da circuncisão, mas que também andam nas pisadas daquela fé que teve nosso pai Abraão, que tivera na incircuncisão.</em>"</p>
<p>Desde do verso 9 até o verso 12 Paulo fala sobre a seguinte pergunta: quais são aqueles que Deus justifica. Será que esta bênção de justificação só cai sobre os judeus ou também sobre os gentis. Será que é só sobre os que estão na circuncisão ou também na incircuncisão.</p>
<p>A resposta é solene. Não somente sobre os judeus mas também sobre gentios, mas como é que Paulo se prova nesta questão? Ele o faz mostrando que a fé de Abraão foi imputada como justiça. Não quando ele estava em circuncisão mas sim antes de ter sido circuncidado. A circuncisão é vista pelos judeus como uma representação da lei deles, mas a lei foi dada somente 430 anos depois e foi dada por causa da especial relação daquela nação com Deus. Mas a circuncisão de Abraão foi como um selo da justiça da fé que ele recebeu antes de ter sido circuncidado. Abraão não foi justificado pelas obras da lei nem pela natureza do seu nascimento nem pela obediência ao comando de Deus no acordo da circuncisão, mas sim pela fé no trabalho de Deus. Deus justificou Abraão através da morte de Cristo, morte do qual trouxe a justificação que Deus gratuitamente atribuiu a Abraão e para todos os seus descendentes que acreditam na promessa. Dos mesmos que são levados como Davi a conhecer a bênção em ter suas iniquidades perdoadas e em justificação imputada por meio da graça divina de Deus.</p>
<p>Uma geração de pessoas com a mesma fé de Abraão. Sendo estes ambos judeus e gentios. Abraão sendo assim o pai de muitas nações e de uma multidão impossível ao homem de contar.</p>
<p>Pessoas que têm isto em comum: são todas elas que se encontram em Cristo. são estes a verdadeira semente de Abraão. Sendo Cristo o primogénito de muitos filhos Aquele que pela Sua morte trouxe a prometida herança para todos aqueles que acreditam tanto judeu como gentio. Como nós podemos ler em <strong>Gálatas 3:11-18</strong></p>
<p>"<em>E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá da fé. Ora, a lei não é da fé; mas o homem, que fizer estas coisas, por elas viverá. </em></p>
<p><em>Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro; Para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo, e para que pela fé nós recebamos a promessa do Espírito.</em></p>
<p><em> Irmãos, como homem falo; se a aliança de um homem for confirmada, ninguém a anula nem a acrescenta. Ora, as promessas foram feitas a Abraão e à sua descendência. Não diz: E às descendências, como falando de muitas, mas como de uma só: E à tua descendência, que é Cristo. Mas digo isto: </em></p>
<p><em>Que tendo sido a aliança anteriormente confirmada por Deus em Cristo, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não a invalida, de forma a abolir a promessa. Porque, se a herança provém da lei, já não provém da promessa; mas Deus pela promessa a deu gratuitamente a Abraão.</em>"</p>
<p> </p>
<p>Qual é a sinal ou marca deste povo? Paulo diz que a marca ou sinal é a seguinte:</p>
<p><strong>Romanos 4:12</strong> "<em>E fosse pai da circuncisão, daqueles que não somente são da circuncisão, mas que também andam nas pisadas daquela fé que teve nosso pai Abraão, que tivera na incircuncisão,</em>" eles acreditaram em Deus e lhes foi contado como justificação, como diz as escrituras e Paulo o também afirma em <strong>Romanos 4:3</strong> "<em>Pois, que diz a Escritura? Creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça.</em>"</p>
<p>Quem instituiu a lei da fé?</p>
<p>A resposta está em <strong>Romanos 4:13-25</strong></p>
<p>"<em> Porque a promessa de que havia de ser herdeiro do mundo não foi feita pela lei a Abraão, ou à sua posteridade, mas pela justiça da fé. Porque, se os que são da lei são herdeiros, logo a fé é vä e a promessa é aniquilada. Porque a lei opera a ira. Porque onde não há lei também não há transgressão. Portanto, é pela fé, para que seja segundo a graça, a fim de que a promessa seja firme a toda a posteridade, não somente à que é da lei, mas também à que é da fé que teve Abraão, o qual é pai de todos nós, (Como está escrito: Por pai de muitas nações te constituí) perante aquele no qual creu, a saber, Deus, o qual vivifica os mortos, e chama as coisas que não são como se já fossem. O qual, em esperança, creu contra a esperança, tanto que ele tornou-se pai de muitas nações, conforme o que lhe fora dito: Assim será a tua descendência. E não enfraquecendo na fé, não atentou para o seu próprio corpo já amortecido, pois era já de quase cem anos, nem tampouco para o amortecimento do ventre de Sara. E não duvidou da promessa de Deus por incredulidade, mas foi fortificado na fé, dando glória a Deus, E estando certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para o fazer. Assim isso lhe foi também imputado como justiça. Ora, não só por causa dele está escrito, que lhe fosse tomado em conta, Mas também por nós, a quem será tomado em conta, os que cremos naquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus nosso Senhor; O qual por nossos pecados foi entregue, e ressuscitou para nossa justificação.</em>"</p>
<p>Desde o verso 13 do capítulo 4 Paulo vira a atenção a terceira e ultima pergunta levantada no final do capítulo 3, "<em>Anulamos, pois, a lei pela fé?</em>"</p>
<p>Como é importante em responder a esta pergunta. Paulo já tendo tratado com o desacreditar encontrado na pergunta - responde com toda a firmeza - "<em>De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei.</em>" Agora Paulo procura demonstrar através do exemplo da promessa feita a Abraão e da fé de Abraão que a fé estabelece a lei.</p>
<p>No verso 13 Paulo afirma a verdade do Evangelho levando-nos ao primeiro livro da Bíblia afim dos nos relembrar a promessa de Deus feita a Abraão em <strong>Génesis 17</strong> que por sua vez mostra a eterna aliança da graça. Lá em Génesis Deus prometeu Abraão que ele seria o pai de muitas nações, isto a fim de estabelecer uma aliança com ele e com a sua semente em ser seu Deus e lhe dar a terra onde se encontrava como um estranho a fim de a possuir para sempre. É esta promessa em <strong>Génesis 15</strong> que Deus da fé a Abraão para a acreditar, fé que Deus contou a ele para justificação, (<strong>leia Génesis 15:6</strong>). Foi isto feito em circuncisão? Não, mas sim em incircuncisão, porque não foi até depois de as promessas terem sido feitas que a circuncisão foi instituída como um selo de acordo. <strong>Romanos 4:11 </strong></p>
<p>"<em>E recebeu o sinal da circuncisão, selo da justiça da fé, quando estava na incircuncisão, para que fosse pai de todos os que crêem, estando eles também na incircuncisão; a fim de que também a justiça lhes seja imputada;</em>"</p>
<p>Eis o porquê que a promessa não foi feita através da lei, sendo visto que a circuncisão é um figurativo da lei, mas sim ter sido instituída através da justiça da fé, (4:13). A promessa e a bênção da mesma são consumadas por Cristo no Evangelho, sendo Cristo a semente de Abraão. Não veio por obras mas sim por fé, não pela lei mas por graça. Mas qual foi a promessa? Em forma superficial pode parecer ter sido aquela terra física de Cana que veio a ser Israel do qual Abraão se encontrava como um estranho, mas tudo isso é somente uma figura e sombra para o qual a promessa se refere. Cana ou Israel nunca foi e nunca será para a posse eterna de Abraão ou dos judeus. Então o que é que indica está figura, o que é que representa quando fala numa posse eterna para todos aqueles que são as verdadeiras crianças de Abraão? O que representa é aquela eterna posse e herança do novo mundo que há-de vir do qual Abraão e seus descendentes são herdeiros mas não através da lei, mas sim pela justiça da fé. <strong>Romanos 13:14 </strong>"<em>Porque a promessa de que havia de ser herdeiro do mundo não foi feita pela lei a Abraão, ou à sua posteridade, mas pela justiça da fé. Porque, se os que são da lei são herdeiros, logo a fé é vã e a promessa é aniquilada.</em>"</p>
<p>Não em tempo mas sim em eternidade na glória da ressurreição. Um mundo em que o povo de Deus que foi comprado com o sangue de Cristo ressuscitara para uma nova vida em Cristo. Sendo ressuscitados e incorruptíveis tendo posto incorrupção na ressurreição para vir com gloriosos corpos espirituais. Este povo vivera para sempre em justiça no novo céu e na nova terra. Leia <strong>Coríntios 15 e Pedro 3:13 Apocalipse 21:1</strong>. É esta a herança que foi prometida a Abraão e aos que estão em Cristo Pelas obras e trabalhos do homem? Não, mas sim por fé.                                </p>
<p>Abraão acreditou em Deus sabendo que Deus iria lhe trazer esta herança através da morte. Nisto Abraão foi instruído através do teste quando lhe foi pedido para oferecer Isaac o filho que Deus lhe tinha prometido. Abraão obedeceu ou seu Senhor acreditando não só que Deus iria ressuscitar Isaac dos mortos, mas sabendo que tinha em figura Aquele que iria vir em tempos futuro. Aquele que tinha sido prometido que seria ressuscitado dos mortos em ordem de poder trazer a herança prometida para o seu povo tornando assim consumada a aliança. <em></em></p>
<p>Para que uma herança ou aliança seja concluída é sempre necessário que haja morte e é através da morte daquele que foi prometido que a promessa do novo mundo se realiza para todos que se encontram Nele, (Cristo). Leia <strong>Hebreus 11:8-19</strong></p>
<p>É esta a promessa feita a Abraão. E se é por fé então não é por obras. Mas será que isto faz o anulo da lei? Claro que não - mas em contrário: estabelece a lei de Deus. Estabelece a lei pela morte de Cristo que por si mesmo sofreu o castigo que a lei exigia ao Seu povo. Cristo em Si sofreu a ira de Deus que por justiça pertencia ao Seu povo. Morrendo a morte que lhes pertencia, tendo sido feito anátema por eles e desta forma libertou-os do julgamento libertando-os do pecado. Por esta morte Cristo trouxe o seu povo pelas águas da morte para a vida eterna. Como em tempos antigos quando o povo de Israel atravessou o mar de Jordão para a terra prometida através da liderança de Josué o que é uma imagem do que o Senhor Jesus Cristo fez pelo Seu povo. Note que não foi Moisés que liderou o povo a atravessar o mar de Jordão para a terra prometida porque Moisés teve de morrer primeiro afim do povo poder atravessar o mar, mas sendo Josué que conduziu o povo de Israel.  </p>
<p><strong>Deuteronômio 1:38</strong> "<em>Josué, filho de Num, que está diante de ti, ele ali entrará; fortalece-o, porque ele a fará herdar a Israel</em>."</p>
<p><strong>Êxodos 15:16-17</strong> "<em>Espanto e pavor caiu sobre eles; pela grandeza do teu braço emudeceram como pedra; até que o teu povo houvesse passado, ó SENHOR, até que passasse este povo que adquiriste. Tu os introduzirás, e os plantarás no monte da tua herança, no lugar que tu, ó SENHOR, aparelhaste para a tua habitação, no santuário, ó Senhor, que as tuas mãos estabeleceram.</em>"</p>
<p> O que é uma imagem da obra de Cristo. É Cristo que faz o seu povo atravessar este tempo finito para a eternidade, e liberta-os da escravidão e do domínio da lei para a liberdade do Evangelho. Transacção do reino da morte para o reino da graça. É tudo isto que estabelece a lei. Assim satisfazendo todos os seus mandos e consumando todo o castigo que a lei mandava trazendo justiça para toda a eternidade para todos os descendentes prometidos - e só Cristo que o faz e mais ninguém. E é nisto do qual a fé se prende e se afirma - justificação pelo sangue de Cristo.</p>
<p>Será que a fé faz o anulo da lei? No verso 14 Paulo vira a mesa á esta pergunta hipotética do verso 3:31. Longe disso a fé não faz anulo há lei mas sim o oposto. A fé e a justiça vinda pela fé ambas as coisas instituem a lei, (consumando todas as promessas que por sua vez apontam ao tipo e figura estabelecendo aquela justiça que é exigida a fim de ser imputada para todos aqueles que acreditam.) aqueles que se viram para as obras da lei, a fim de poderem estabelecerem as suas mesmas justificações fazem por sua vez o anulo e o desfeito das promessas. Longe de se poderem justificar debaixo do domínio da lei, porque a lei trabalha ira condenando os pecados daqueles que por ela (lei) são dominados deixando-os condenados a morte. Longe de ser uma forma de viver a lei mostra-se como ordenança de morte, tornado a palavra numa assassina. A lei não deve nada a fé nem tem domínio nem dependência. <strong>Gálatas 3:12</strong> "<em>Ora, a lei não é da fé; mas o homem, que fizer estas coisas, por elas viverá</em>"</p>
<p>A lei ordena obras sobre todos aqueles que por ela são subordinados. Trabalhos do qual os subordinados se encontram sem a habilidade necessária para lhe render em perfeição. Porque a lei de Deus exige perfeição e está longe de poder trazer a promessa, como nos é dito em, <strong>Gálatas 2:21 </strong>"<em>Não aniquilo a graça de Deus; porque, se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu debalde"</em> e a Abraão Deus ensinou-lhe o contrario.</p>
<p>Abraão sabia que a promessa só poderia vir pela fé, somente pelo trabalho de Deus em sua vez, e só pela graça. Ele sabia que a justificação não poderia ser alcançada pelo seu poder ou habilidade em cumprir a lei, porque lhe faltava a força por natureza estando morto em trespasses e pecados. Ele sabia que é Deus que traz a justificação ao pecador e é por Deus imputada - ainda em pecado para que a herança viesse através da morte de Um outro. Por duas vezes Deus ensinou Abraão a necessidade da ressurreição. Deus tendo prometido ao Abraão e a Sara uma criança, criança que só veio pelo comando de Deus enquanto ambos ainda estavam mortos espiritualmente pelos pecados. E esta criança veio quando Sara já tinha ultrapassado a idade de poder conceber naturalmente (Romanos 4:19). Mesmo assim olhando para a idade passando toda a esperança de poder dar a luz naturalmente, quando a fé foi testada até ao limite, só depois é que Deus recompensou a fé de Abraão, (<strong>Romanos 4:18</strong>) "<em>O qual, em esperança, creu contra a esperança, tanto que ele tornou-se pai de muitas nações, conforme o que lhe fora dito: Assim será a tua descendência</em>" dando-lhe a criança que lhe tinha prometido.</p>
<p>E noutra vez Deus ensina Abraão sobre a herança na ressurreição, quando Deus ordenou que o filho prometido de Abraão fosse sacrificado. Agora como podemos ver Abraão acreditou em Deus, sendo "<em>E estando certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para o fazer.</em>" (<strong>Romanos 4:21)</strong> contando Deus "<em>que Deus era poderoso para até dentre os mortos o ressuscitar; E daí também em figura ele o recobrou." </em>(<strong>Hebreus 11:1819</strong>) uma figura de quê? figura de ressuscitar dos mortos o nosso Senhor Jesus Cristo.</p>
<p><strong>Romanos 4:25</strong> "<em>O qual por nossos pecados foi entregue, e ressuscitou para nossa justificação.</em>"</p>
<p> </p>
<p>Foi nisto que Abraão acreditou, e em que Deus lhe contou como justificação, tendo trazido a justificação pela fé de Jesus Cristo imputando a todos que acreditam. Aquela justificação que estabelece e conclui a lei divina de Deus, e é nisto que todas as crianças de Deus e todas as de Abraão se encontram em descanso pela fé: porque nós não anulamos a lei de Deus, <strong>Romanos 3:31</strong> "<em>Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei.</em>"</p>
<p>AMEM</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Conceitos fundamentais: estereótipos e racionalização]]></title>
<link>http://estereotipos.wordpress.com/?p=755</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 14:33:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.wordpress.com/?p=755</guid>
<description><![CDATA[Jost e Banaji consideram duas possibilidades dos estereótipos servirem como instrumentos para a rac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Jost e Banaji consideram duas possibilidades dos estereótipos servirem como instrumentos para a racionalização. Em um nível mais individual, os estereótipos servem como justificativas para o próprio eu, permitindo que o indivíduo lide melhor e de uma forma mais confortável com as suas próprias atitudes preconceituosas e excludentes. Em um nível mais contextual, os estereótipos também cumpririam uma função de justificar as ações grupais, enquanto em um plano mais geral os estereótipos cumpririam a função de justificar o sistema, oferecendo os recursos cognitivos que permitam a manutenção da estrutura atual da sociedade em que os percebedores se situam</p>
<h4 style="text-align:right;">Fonte: Marcos Emanoel Pereira. Psicologia Social dos Estereótipos. SP: EPU, 2002</h4>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[VIVER PELA FÉ]]></title>
<link>http://averdaderevelada.wordpress.com/2008/04/03/viver-pela-fe/</link>
<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 21:01:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>averdaderevelada</dc:creator>
<guid>http://averdaderevelada.wordpress.com/2008/04/03/viver-pela-fe/</guid>
<description><![CDATA[Duas declarações feitas pelo apóstolo  Paulo nos ajudam a entender o que significa viver pela fé]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Duas declarações feitas pelo apóstolo  Paulo nos ajudam a entender o que significa viver pela fé em Deus. <b><i>“O  justo pela fé viverá.”</i></b>  Romanos  1:17. <b><i> “...E tudo o que não provém de  fé é pecado.”</i></b> Romanos 14:23. O viver do cristão deve ser segundo a  vontade e o poder de Deus.</p>
<p>Sobre a primeira declaração falaremos um pouco mais no próximo post. Mas vamos adiantar um pouco o assunto. Paulo está firmando que aqueles que, pela fé, se unem a Deus, e nEle confiam, viverão eternamente. Ele está respondendo à pergunta:  Quem, no final, terá a vida eterna?  E sua resposta a este questionamento é: Aquele que confia no Senhor, faz do Senhor sua Rocha e seu refúgio. Aquele que aceitou a Jesus como seu Salvador e Senhor, pois Jesus é o remédio proposto por Deus para curar a doença chamada Pecado. Viverá porque se uniu a Jesus Cristo, o Filho de Deus. A segunda declaração paulina afirma que todos os atos de um pecador arrependido devem estar fundamentados em Deus, pela fé. O crente é aquele que age com a convicção de estar sempre fazendo a vontade de Deus. Sua ações refletem sua fé em Deus. Se o crente não está convencido de que algo reflete a vontade de Deus para sua vida, então rejeita tal coisa, pois sua fé em Deus a recusa. Isto também significa viver pela fé. Viver pela fé significa consagração total da vida a Deus. Viver para servir a Deus, de coração alegre.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os Aspectos Legais e Morais da Salvação - I ]]></title>
<link>http://ministerioss.wordpress.com/2008/01/03/os-aspectos-legais-e-morais-da-salvacao-i/</link>
<pubDate>Thu, 03 Jan 2008 19:32:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>vandehugo</dc:creator>
<guid>http://ministerioss.wordpress.com/2008/01/03/os-aspectos-legais-e-morais-da-salvacao-i/</guid>
<description><![CDATA[Dr. Samuelle Bacchiocchi
Há dois aspectos a considerar no exame do tema bíblico da salvação–o ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="right">Dr. Samuelle Bacchiocchi</p>
<p>Há dois aspectos a considerar no exame do tema bíblico da salvação–o legal e o moral. O pecado tanto é culpa (legal) quanto poluição (moral). A expiação foi uma satisfação feita à lei divina (legal) bem como uma demonstração do amor de Deus para mudar nossos corações (moral).<br />
A salvação consiste numa mudança em nossa postura perante a lei, o que se chama justificação (legal), bem como uma mudança em nosso estado, que é chamado de santificação (moral).</p>
<p><!--more--><br />
Nos séculos que se seguiram à era apostólica a Igreja crescentemente confundiu esses dois aspectos da redenção. Isso significou que a correta postura do homem perante Deus ou sua aceitação por Ele jazia sobre sua renovação moral pessoal Conquanto se mantinha que essa renovação moral era cumprida pela graça, a salvação ainda repousava sobre a justiça interna do homem religioso.<br />
Não é exagero que Koslin (The Theology of Luther, págs. 77, 78) diga que Lutero foi “o primeiro grande pregador claro de justificação pela fé enviado para a Igreja Cristã desde os dias do apóstolo Paulo”. É duvidoso se a Igreja primitiva realmente entendia ou apreciava a real força da doutrina de justificação por uma justiça imputada, de São Paulo. Niebuhr está provavelmente correto quando sugere que a Igreja foi incapaz de assimilar a verdade da teologia paulina até ter adequadamente tentado as alternativas e constatar que eram falidas.<br />
Seja como for, os Reformadores tornaram clara a distinção entre os aspectos legais e morais da redenção (isto é, entre justificação e santificação). Eles foram até mais adiante e mantiveram o primado da consciência legal do homem Ocidental com tão tempestuosa fúria que mudaram a história da Cristandade, religiosa, econômica, política e socialmente.</p>
<p>O Primado do Legal</p>
<p>1. Na Questão do Pecado. O pecado deve ser visto como culpa (Rom. 3:19), bem como poluição (Jó 14:4; Jer. 17:9). Na teologia do romanismo o pecado é tido primariamente em termos de poluição. Conseqüentemente, a salvação é imaginada primariamente em termos de renovação moral. O que torna um pecador aceitável a Deus diz-se ser uma transformação interior (gratia infusa) que remove a ofensa da poluição interior. O protestantismo original, contudo, sendo um reavivamento da teologia paulina, via o pecado primariamente como culpa–o débito do homem para com a lei.<br />
Aqui vemos um estranho paradoxo. Os oponentes da Reforma viam o pecado primariamente como um defeito moral no homem, mas tinham uma visão superficial da ruína completa do homem e de como esse defeito moral permeia toda parte de sua existência. Os proponentes da Reforma viam o pecado primariamente como a culpa do homem perante a lei, contudo foram eles que tiveram uma visão tão profunda da condição moral do homem que mantinham a doutrina da “depravação total”.<br />
2. Na Questão da Expiação. Há dois principais aspectos da expiação. (1) Há o aspecto de Cristo portar nossa punição judicial ou satisfação penal. Isso é amiúde (e corretamente) referido como morte substituinte de Jesus Cristo. (2) Também, há o aspecto da revelação do amor de Deus à mente obscurecida do homem pecador.<br />
Quando o segundo aspecto somente é ressaltado (ou mesmo suplanta o primeiro), temos o que é conhecido em teologia como “a teoria da influência moral da expiação”. Ela acompanha a idéia de que o pecado não é um problema legal (culpa) mas tão-só um problema moral (poluição). Com uma boa dose de plausibilidade alega que não foi Deus, mas o homem, que mudou na Queda, e, portanto, a salvação somente consiste em mudar o homem. O coração do homem carece de reconciliar-se com Deus, e a fim de efetuar essa mudança, Deus precisa dar ao homem uma tal demonstração de Seu amor que operará a necessária mudança de atitude no pecador. A cruz é essa revelação. Nesse teoria, a salvação não foi operada na cruz, mas é um processo subjetivo operado no coração do pecador. Quando se arrepende e crê no amor de Deus (que a cruz o capacita a fazer), ele é declarado justo porque agora está moralmente mudado e, portanto, se acha numa correta relação com Deus.<br />
Não negamos que haja um fator de grande influência moral na expiação. Afinal de contas, não declarou Paulo que o amor de Cristo, demonstrado em Seu morrer “por todos”,  o constrangia a viver para Cristo (2 Cor. 5:14, 15)?  O erro da teoria da influência moral jaz mais no que nega. Para ser específico:</p>
<p>a. Nega a realidade da lei divina, sua sentença contra os pecadores, e a ira de Deus resultante do pecado.</p>
<p>b. Deixa de apreciar que a reconciliação no ato da expiação por Cristo era algo que teve lugar por nós e em nosso interesse enquanto ainda éramos inimigos de Deus (Rom. 5:10; Col. 1:20-22). Isso, portanto, é algo que teve lugar objetivamente, por nós, e não foi um processo subjetivo.</p>
<p>c. Reduz o amor de Deus a mero exibicionismo. Se um homem se lançasse ao mar e morresse apenas para provar o seu “amor”, seria considerado louco. “Amor” que não se baseie em necessidade é exibicionismo. Se, por outro lado, um homem se lança a um mar agitado a fim de salvar alguém de afogar-se mas perde a vida no processo, poderíamos apreciar isto como genuíno amor. De igual maneira, a morte de Cristo foi absolutamente necessária para nossa salvação. A justiça deve ser levada adiante. A honra da lei deve ser sustida. Somente Aquele que é tanto Doador da lei como parte Ofendida poderia salvar-nos nessa situação. “. . . sem derramamento de sangue não há remissão [de pecados]”. (Heb. 9:22). O processo divino de nos salvar foi tão necessário como tinha sido o amor de Deus para nós. Contudo, na teoria de influência moral o processo de expiação torna-se praticamente irrelevante.</p>
<p>Devemos nos lembrar que os apóstolos escreveram tendo o Velho Testamento como pano de fundo e toda a história e educação de Israel. A base desse fundamento era a lei e a demanda por justiça para atender as suas reivindicações. A mensagem evangélica do Novo Testamento é sempre apresentada em sua relação com o requisito legal do Velho Testamento. No livro de Romanos, por exemplo, Paulo é cuidadoso em reiterar a inexorável exigência legal (Rom. 2:13) antes de prosseguir mostrando como essa exigência é atendida na obra substitucionária de Cristo. Isso não é negar a lei, mas honrá-la (Rom. 3:31). Paulo somente nega a lei como um método de salvação, não como uma válida demanda de um Deus justo.<br />
Se alguém tem a mais leve dúvida sobre a supremacia do legal sobre o moral, que considere como Deus lidou com Jesus Cristo sobre a cruz. No que tange a Sua condição moral, Cristo era a justiça de Deus. No que diz respeito a Sua posição legal, ele foi “contado com os transgressores”. A justiça tratou-O, não segundo o que Ele próprio era em Si mesmo, mas segundo Sua postura aos olhos da lei. Podemos até dizer que quando os pecados do mundo foram imputados (legalmente computados) a Jesus Cristo, Ele foi tratado segundo a Sua posição legal, e não de acordo com Sua condição moral. O legal tomou precedência sobre o moral.<br />
Há uma eternidade de conforto aqui para o crente. Nenhum homem sobre a Terra é totalmente isento de pecado. Permanece alguma contaminação da natureza nos melhores santos (1 João 1:8; Sal. 143:2). O homem de Deus é freqüentemente humilhado com um senso de sua própria pecaminosidade, mas ele nunca é lançado fora. Ele percebe que a justiça de Cristo é imputada (legalmente considerada) como sua, e aos olhos da lei apresenta-se como justo como o próprio Cristo. Deus não trata com ele à base de Seu estado, mas com base em Sua postura. Deus não contempla a iniqüidade em Jacó, pois a promessa do novo concerto declara: “. . . buscar-se-á a iniqüidade de Israel, e já não haverá; os pecados de Judá, mas não se acharão . . .” (Jer. 50:20).<br />
Que conforto e segurança, portanto, se acha na verdade de que o legal tem precedência sobre o moral! Deus não lida conosco à base do que somos em nós mesmos, mas nos trata de acordo com o que somos em Jesus Cristo.</p>
<p>3. Na Questão da Soteriologia. Se o pecado é primariamente culpa perante a lei (legal) e se a expiação é uma satisfação à lei (legal), segue-se que o aspecto legal da salvação deve tomar precedência sobre o aspecto moral. A palavra bíblica “justificação” é um termo jurídico relativo a julgamento e lei. É o veredito do Juiz de que aquele que foi julgado apresenta-se justo aos olhos da lei. Os melhores eruditos protestantes sempre mantiveram que o verbo justificar significa declarar justo e não tornar justo. Se justificar é tomado como tornar justo no sentido subjetivo, então se confundirá com santificação.<br />
Quaisquer dúvidas sobre o sentido forênsico de justificação deviam ser postas de lado quando o ‘como’ da justificação é considerado. Em Romanos 4 o apóstolo emprega a palavra logizomai (imputar, considerar, contar como) onze vezes. Seu sentido é transparentemente claro. O crente é creditado com a justiça de Cristo porque Cristo obedeceu, ao ponto da morte, no lugar do crente (Substituto) e em nome do crente (Representante).<br />
Os Reformadores não só foram cuidadosos em manter a natureza legal da justificação e distingui-la da santificação (a mudança moral), mas se batiam pela primazia e supremacia da justificação sobre a santificação. A comunhão com Deus não pode basear-se na experiência de santificação, mas na imputação do atendimento de Cristo das reivindicações da lei por nós. Nunca poderemos alcançar um ponto em santificação em que a comunhão com Deus não repouse sobre o perdão dos pecados.<br />
Era a grande alegação de Roma contra a doutrina Protestante de justiça forênsica que esta era subversiva à santificação. Por fazer a aceitação com Deus repousar sobre a transformação interior, Roma argumentava que estava depositando o real valor sobre a santificação.<br />
Uma verdadeira perspectiva de teologia e história, contudo, nos revelará que aí estava o erro mais fundamental de Roma. O puritanismo de Genebra, ou anglo-saxão, de Calvino não se destacava por sua falta de fervor moral. Poderia o mesmo ser dito de comunidades na Espanha e Europa meridional onde a luz da Reforma nunca penetrou? O fato é que o aspecto legal da salvação é a verdadeira raiz da renovação moral. A justificação é a fonte da santificação. A menos que o aspecto moral repouse sobre o legal e derive sua vida e direção do legal, deve minguar e morrer. De fato, não é mais moral, mas imoral.<br />
Podemos ilustrar nosso ponto referindo-nos à instituição do casamento. O matrimônio é um reflexo do relacionamento divino-humano. Antes que um homem e uma mulher possam legitimamente viver juntos, devem ser legalmente marido e esposa. O contrato matrimonial é um acordo legal. O santo amor é fundamentado sobre um compacto legal. Nenhuma experiência de viver juntos tornará o casamento legal. Há aqueles que depreciam o valor de um contrato matrimonial chamando-o de “mero pedaço de papel”. Julgam que a única coisa que conta é a experiência de duas pessoas que se amem. Mas logo fica provado que o casamento que não se baseie em nada mais do que experiência não tem estabilidade ou segurança e é contaminado por todo tipo de miseráveis dúvidas. É uma prostituição do amor porque não segue o arranjo divino.<br />
Nossa comunhão com Deus não é fundamentada sobre nossa experiência de santificação, mas sobre o juramento do concerto. A idéia do concerto perpassa a Escritura inteira. Concerto é uma palavra legal. É um contrato. A justificação nos constitui “casados” legalmente (com justiça) com Jesus Cristo (Rom. 7:4). Deus não participará de fornicação espiritual. Temos que nos tornar legalmente Seus pelo divino pronunciamento antes que Ele possa viver em união conosco. Ou, para mudar a ilustração (mas não a verdade), devemos ser legalmente adotados como filhos antes que Deus possa enviar o Espírito de Seu Filho para nossos corações (Gál. 4:5, 6).<br />
Se a comunhão com Deus basear-se em santificação, o que pode o crente fazer no dia de escuridão e prova quando tropeçar ou for surpreendido com falhas e erros? Que direito pode agora reivindicar para ter comunhão com Deus quando é vividamente confrontado com a pecaminosidade humana diante da face da divina glória? Quão facilmente poderia a fé falhar, e ele se apresentasse desarmado em meio a seus inimigos, se não tivesse voto e concerto ao qual fugir para buscar refúgio no dia da tempestade! Feliz é o homem que na hora da prova e dificuldade tem algo melhor do que sua hesitante experiência sobre a qual firmar-se.<br />
Uma mulher que ignora um relacionamento legal e tenta estabelecer um relacionamento com um homem somente com base em experiência está prostituindo uma lei da vida fundamental. No Apocalipse de São João, Babilônia (que representa toda religião falsa) é chamada de prostituta (Apo. 17:5). Babilônia é todo sistema que tenta estabelecer um relacionamento com<br />
Deus à base da mudança moral do homem. Santificação é uma mudança moral. Justificação é sua base legal, e sem justificação não pode existir verdadeira santificação.<br />
Que aqueles que imaginem que as transações legais não têm realidade considerem por um momento o mundo da economia e os grandes impérios financeiros que controlam mão de obra e recursos. Em algum lugar num escritório uma decisão é tomada, papéis são impressos e um contrato é assinado, e milhões de dólares são legalmente atribuídos a certo empreendimento. Como resultado desse “pedaço de papel” (se assim prefere), mil homens põem músculos em ação, motoniveladoras movem montanhas, e vidas de uma multidão são vitalmente afetadas. Qualquer empreendimento importante deve ser legalmente transacionado antes que possa ser vitalmente levado a cabo; e nesse respeito as coisas divinas não são diferentes.</p>
<p>Os Resultados de Negligenciar os Aspectos Legais da Salvação</p>
<p>Lutero freqüentemente dizia que se o artigo da justificação fosse perdido, toda verdadeira doutrina cristã é perdida ao mesmo tempo. Chamaremos brevemente sua atenção às conseqüências de negligenciar os aspectos legais da salvação.<br />
1. Primeiro e acima de tudo, a cruz de Cristo é esvaziada de real significado. Se Cristo não satisfez as demandas da lei no Calvário, então a cruz se torna uma tragédia sem sentido ou algum incompreensível exibicionismo.<br />
Também, se o pecador pudesse ser salvo pela renovação moral (Cristo no coração, o batismo do Espírito, etc.), então teria sido realmente desnecessário que Cristo sofresse e morresse. Se não existissem reivindicações legais para a salvação humana a cruz seria desnecessária e irrelevante. Talvez é por isso que ouvimos tão pouca exposição sobre o evento da cruz hoje em dia, e em lugar disso somos mergulhados no “evangelho” da vida transformada.<br />
Nas religiões não-cristãs quaisquer aspectos históricos (se houver algum) podem ser eliminados sem fazer qualquer diferença essencial ao conteúdo dessas religiões. Pareceria como se a mesma coisa poderia ser feita com muito do que se passa como religião cristã hoje.</p>
<p>2. Quando os aspectos legais da redenção são negligenciados em favor da ênfase na renovação moral, o homem se torna o centro, em vez de Deus. Em lugar do ponto focal do Novo Testamento sobre a obra de Deus em Cristo, torna-se a obra de Deus no coração humano. O homem e sua experiência inevitavelmente assumem o centro do cenário. O homem, e não Deus, torna-se o centro da religião.</p>
<p>3. Quando os aspectos legais da redenção são removidos, o crente não tem fundamento objetivo para sua salvação. Os grandes atos de Deus que eram executados fora do crente em Jesus Cristo não são mais o objeto e âncora da fé. Então não há salvação por substituição, representação e imputação. A salvação se reduz a um processo subjetivo no próprio homem.</p>
<p>4. Os aspectos legais da redenção são geralmente negligenciados no interesse de atribuir devida honra à realidade da renovação moral do crente. Mas a santificação que não se baseia em justificação não é legal; e por não ser legal, é imoral. Não edifica realmente a comunidade de crentes, mas a destrói. A menos que a moralidade se baseie na lei divina e na honra dessa lei que teve lugar no Calvário, torna-se imoralidade. É por isso que o Revelador declara que a religião da grande Babilônia corrompe a Terra (Apo. 11:18; 17:5).</p>
<p>5. O desvio dos aspectos legais da redenção, e em muitos casos seu repúdio direto, trai a causa do verdadeiro protestantismo. Atrai o triunfo dos inimigos da Reforma.</p>
<p>O Legalismo Não É Legal, Mas Ilegal</p>
<p>É comumente pensado que a Reforma, sendo uma revolta contra o legalismo, não tinha interesses vitais nos aspectos legais da redenção. Esse é o ponto de vista superficial  que muitos têm hoje das questões em jogo na teologia da Reforma. De fato, muitos pensam que imitam os Reformadores e demonstram sua antipatia ao legalismo por desprezar os aspectos legais de nossa redenção. Deixam de ver que legal é lícito, justo e correto, enquanto o legalismo é uma perversão do legal. O legalismo não é legal, mas ilegal.<br />
Precisamos de uma detida aplicação para raciocinar corretamente de causa para efeito nesta questão.  A teoria da influência moral  conduz inevitavelmente ao legalismo. A idéia de aceitação com Deus com base na renovação moral é legalismo. O conceito de que o pecado é primariamente poluição (moral) e que a salvação é efetuada meramente pelo processo de eliminação dessa poluição é legalismo. Esse sistema todo propõe que é o agente humano que preenche e satisfaz as reivindicações da justiça por alguma experiência pessoal (conquista) própria.<br />
Por outro lado, o ponto de vista legal do pecado (culpa diante da lei), o ponto vista legal da expiação de Cristo (satisfação à lei), e a doutrina legal da justificação (postura correta aos olhos da lei) matam o legalismo porque colocam a nossa salvação inteiramente no que Outro realizou por nós. O agente humano não é mais deixado com o fardo de tentar satisfazer as reivindicações da lei seja pelo que ele faz ou pelo que foi feito nele. Somente o que satisfaz a lei de Deus pacificará a consciência humana; e o senso de justiça do homem, criado por Deus, nunca realmente será satisfeito com o perdão que não se baseie em absoluta justiça.<br />
Portanto, a elevação dos aspectos morais da salvação, acima do legal, resulta em legalismo e destrói toda verdadeira moralidade. Por outro lado, quando os aspectos legais da redenção recebem sua primazia, o legalismo é lançado fora e é propiciada uma forte e verdadeira base de ação moral. – Condensado de Present Truth Magazine, Vol. 26. Autor R. D. Brinsmead.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PECADO ORIGINAL ? -Transgressão e Justificação (Rm:5)]]></title>
<link>http://javejireh.wordpress.com/2007/12/08/pecado-original-transgressao-justificacao/</link>
<pubDate>Sat, 08 Dec 2007 20:30:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tecelão</dc:creator>
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<description><![CDATA[
 &#8230;Portanto, da mesma forma como o erro (pecado) entrou no mundo através de um homem (exempli]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="color:#3333ff;"><a href="http://bp2.blogger.com/_mNPp-abkuZw/R1cG_pY_3cI/AAAAAAAAARM/Wlf8YFjEz4w/s1600-h/lcpa4101.jpg"><img style="float:right;cursor:pointer;margin:0 0 10px 10px;" src="http://bp2.blogger.com/_mNPp-abkuZw/R1cG_pY_3cI/AAAAAAAAARM/Wlf8YFjEz4w/s320/lcpa4101.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
<a href="http://bp2.blogger.com/_mNPp-abkuZw/R08iDw6y_fI/AAAAAAAAAKs/SKf4lTSVnCg/s1600-h/lcpa4101.jpg"> </a><span style="font-size:14px;font-family:Tahoma;"><span style="color:#3366ff;">...Portanto, da mesma forma como o erro (pecado) entrou no mundo através de um homem (exemplificado em Adão), e pelo erro o afastamento espiritual de Deus (morte espiritual), assim também</span> <span style="color:#99ccff;"><strong>este afastamento foi imposto a todos os homens,</strong></span><span style="font-weight:bold;color:#99ccff;"> </span><span style="color:#99ccff;"><strong>porque todos erraram</strong></span><span style="font-weight:bold;color:#99ccff;">...</span> </span>
</p>
<p class="MsoNormal" style="color:#3333ff;"><span style="font-size:14px;font-family:Tahoma;"><span style="color:#3366ff;">...Este afastamento reinou desde o tempo de Adão até o de Moisés,</span><span style="color:#000099;"> </span><span style="color:#99ccff;"><strong><span>mesmo sobre aqueles que não cometeram o erro semelhante a transgressão de Adão<span>...</span></span><span> </span></strong></span><span style="color:#99ccff;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="color:#3333ff;"><span style="font-size:14px;font-family:Tahoma;"><span style="color:#3366ff;">...Entretanto, não há comparação entre a dádiva e a transgressão...<span> </span></span><span style="color:#000099;"><span style="color:#3366ff;">...</span> </span><span style="color:#99ccff;"><strong><span>Não</span> <span>se pode comparar a dádiva de Deus  com a conseqüência do erro de um só homem</span></strong></span><span style="color:#000099;"><span style="color:#3366ff;">; </span><span style="color:#3366ff;">Através</span> </span><span style="color:#99ccff;"><strong><span>do  erro veio o julgamento que trouxe condenação</span></strong></span><span style="color:#3366ff;">, mas a dádiva relevou muitas transgressões e trouxe justificação...</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="color:#3333ff;"><span style="font-size:14px;font-family:Tahoma;"><span style="color:#3366ff;">...Consequentemente,<span> </span>assim como</span><span style="color:#000099;"> </span><span style="color:#99ccff;"><strong>um</strong></span><span style="color:#99ccff;"> </span><span style="color:#99ccff;"><strong>só tipo de transgressão resultou na</strong><strong>condenação</strong></span> <span style="color:#3366ff;">de todos os homens, assim também</span> <span style="color:#99ccff;"><strong><span>um só ato de justiça</span> <span>resulta na</span></strong></span><span style="color:#99ccff;"> </span><span style="color:#99ccff;"><strong>justificação</strong></span> <span style="color:#3366ff;">que traz vida a todos os homens... </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:14px;font-family:Tahoma;"><span style="color:#99ccff;">...</span><span style="color:#99ccff;"><strong>A vontade de Deus foi introduzida para que a transgressão fosse ressaltada</strong></span><span style="color:#3333ff;"><span style="color:#99ccff;">.</span> <span style="color:#3366ff;">E onde aumentou o erro, transbordou a graça, a fim de que, assim como o erro impôs o afastamento de Deus</span></span><span style="color:#3366ff;"><strong>,<span> </span></strong></span><span style="color:#3366ff;">a graça nos aproxime d'Ele para conceder vida eterna através da justiça ensinada  por J.C.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:14px;font-family:Tahoma;"><span style="font-weight:bold;color:#339999;">Haveria a minha conivência e participação na "transgressão original" negando a vontade de Deus como fez Adão? (afinal todos pecaram!) </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="color:#339999;font-weight:bold;"><span style="font-size:14px;font-family:Tahoma;">Talvez eu tivesse cometido "pecado diferente da transgressão de Adão" ? (o texto sugere essas possibilidades!)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="color:#339999;font-weight:bold;"><span style="font-size:14px;font-family:Tahoma;">E a minha responsabilidade na aliança eterna que me foi proposta por Deus para,<span> </span>com a ajuda d'Ele, através da doação de seu Santo Espírito, conceber e gerar atos de justiça como JC. me ensinou? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="color:#339999;font-weight:bold;"><span style="font-size:14px;font-family:Tahoma;">Seria este o ato de justiça que me traria vida? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="color:#339999;font-weight:bold;"><span style="font-size:14px;font-family:Tahoma;">Continuo acreditando que eu sou o único responsável</span><span style="font-size:16px;"> </span><span style="font-size:14px;font-family:Tahoma;">pelos atos de transgressão e justificação que envolvem a minha existência como filho de Deus. Isso me coloca em igualdade de condições com toda a humanidade; afinal Deus não faz acepção entre seus filhos e nos dá a todos as mesmas chances, com exemplos de conduta entre o certo e o errado, para fazermos nossas escolhas e vivermos por elas ! </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;color:#339999;font-weight:bold;"><span style="font-size:14px;font-family:Tahoma;">Deus com Sua Justiça perfeita não me faria existir a partir de um pecado, herdeiro do pecado dos outros! Mas com certeza me afastou da presença d'Ele por desrespeito a sua vontade, assim como fez com Adão e Eva entregando-os à própria sorte e sobrevivência, e mesmo<span> </span>assim me oferece todas as oportunidades, nesta existência, para rever a minha conduta em relação ao Seu Reino, me dando as respostas corretas e a chance de abrir os meus olhos e enxergar a real importância dos meus atos e, através de minhas escolhas, retornar a Sua presença e ser conduzido pelos caminhos de PAZ que Ele prometeu a todos que aderissem a Sua Aliança perpétua, definitivamente lacrada em J.C.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="color:#3333ff;"><span style="font-size:12px;font-family:Tahoma;color:#3366ff;">Exibição de textos na seguinte ordem: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="color:#3333ff;"><span style="font-size:12px;font-family:Tahoma;color:#3366ff;">Carta aos Romanos cap 5; Vs 12,14,16,18,20 e 21 (Bbl. NVI)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="color:#3333ff;"><span style="font-size:12px;font-family:Tahoma;color:#3366ff;">OBS: Onde encontrava-se o termo "morte", (subentendia-se morte espiritual) leia-se afastamento de Deus. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="color:#3333ff;"><span style="font-size:12px;font-family:Tahoma;color:#3366ff;">O termo "pecado" foi substituído pelo termo "erro"</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Relatório]]></title>
<link>http://desportoenatureza.wordpress.com/2007/12/08/relatorio/</link>
<pubDate>Sat, 08 Dec 2007 01:15:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>desportoenatureza</dc:creator>
<guid>http://desportoenatureza.wordpress.com/2007/12/08/relatorio/</guid>
<description><![CDATA[Ontem, dia 7, entregámos ao nosso professor da disciplina, Nuno Costa,  um Relatório de Sustentaç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem, dia 7, entregámos ao nosso professor da disciplina, Nuno Costa,  um Relatório de Sustentação, no qual para além da justificação deste projecto, já apresentada aqui no passado dia 8 de Novembro, constava uma síntese de todo o nosso trabalho desenvolvido até este momento.</p>
<p>Assim,</p>
<p>"<span style="font-size:12pt;font-family:Verdana;"><span></span>Após tomarmos a decisão em definitivo, falámos com as entidades competentes para averiguarmos a viabilidade do projecto, uma vez que este é dentro e para o colégio. Reunimos-nos com o Director que nos deu um parecer positivo sobre o projecto, dando-nos total apoio na realização do mesmo</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:14pt;font-family:Verdana;"><span>       </span></span><span style="font-size:12pt;font-family:Verdana;">Seguidamente, elaborámos o projecto no seu todo, criando um plano anual de trabalhos e dividindo tarefas entre os cinco elementos no sentido de delinear o percurso, definir o número de estações do circuito e que entidades contactar no sentido de angariar apoios de forma a rentabilizar o nosso trabalho.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:Verdana;"><span>        </span>Primeiramente delineamos o possível trajecto do circuito, em conjunto com o professor Nuno Costa, trajecto esse que foi aprovado pelo director que nos deu alguns conselhos de entidades a contactar, nomeadamente o IDP (Instituto do Desporto de Portugal).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:Verdana;"><span>        </span>De seguida, decidimos criar um site (http://desportoenatureza.wordpress.com/) no sentido de divulgar o nosso projecto a todos e de maneira a disponibilizarmos toda a informação no mesmo, como o Diário de Bordo, contactos (e-mails) efectuados, entre outros.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:Verdana;"><span>        </span>Após várias aulas de pesquisa e de visitarmos a Mata Nacional do Choupal, decidimos que o percurso iria ter 4 estações, que iriam ser, respectivamente, flexões e abdominais, elevações, contorno de obstáculos e por fim passagem de barras transversais. No sentido de rentabilizar mais o percurso, e por consequência da vista ao Choupal, os membros do grupo: Miguel Valença e Gonçalo Martins, decidiram que o percurso deveria ter 6 estações das quais a primeira irá ser uma estação de aquecimento, de seguida seria uma estação em que as pessoas transporiam barras transversais com cerca de 50 cm de altura, em terceiro lugar viria uma estação onde se executariam abdominais e flexões, seguidamente uma estação onde se contornariam árvores, como quinta estação ter-se-ia um exercício de elevações e por fim uma estação de step.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:Verdana;"><span>        </span>O membro Inês Lourenço trabalhou no sentido de construir e actualizar o Diário de Bordo, estruturou o portefólio e também começou a criar o power point, já a pensar na apresentação final.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:Verdana;"><span>        </span>Os membros Mário Correia e Rui Santos criaram o blogue onde, para além de disponibilizarem toda a informação sobre o trabalho, informaram mais sobre a saúde pessoal e cuidados a ter com a mesma. Estes membros também contactaram as mais diversas entidades, nomeadamente, a Câmara Municipal de Coimbra, a Junta de Freguesia de Cernache, a Direcção-Geral dos Recursos Florestais e também, para angariar madeira e por recomendação do professor Nuno Costa, a empresa de madeiras SOPREM."</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;line-height:150%;"><u><font color="#000000">Nota: Este documento encontra-se disponível para download, na barra lateral.</font></u></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;line-height:150%;">Até breve.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A benção tem que ser do seu jeito?]]></title>
<link>http://pastorderville.wordpress.com/2007/09/29/a-bencao-tem-que-ser-do-seu-jeito/</link>
<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 21:00:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pastor Derville</dc:creator>
<guid>http://pastorderville.wordpress.com/2007/09/29/a-bencao-tem-que-ser-do-seu-jeito/</guid>
<description><![CDATA[A benção tem que ser do seu jeito, senão, você não aceita?
 Texto: Marcos 6:1-6
Isaías 14:24 ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman" size="2">A benção tem que ser do seu jeito, senão, você não aceita?</font></p>
<p><font size="2"><font face="Times New Roman"> </font></font><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Texto</span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">: Marcos 6:1-6</span></p>
<p style="margin:0 0 0 35.4pt;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman" size="2">Isaías 14:24 Jurou o SENHOR dos Exércitos, dizendo: Como pensei, assim sucederá, e, como determinei, assim se efetuará.</font></p>
<p><font size="2"><font face="Times New Roman">Judas 1:4<span>  </span>Pois certos indivíduos se introduziram com dissimulação, os quais, desde muito, foram antecipadamente pronunciados para esta condenação, homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo.</font></font></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> </span><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Introdução</span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">:</span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> </span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">A benção tem que ser do seu jeito? Ou do jeito de Deus?</span></p>
<p><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Vamos tentar descobrir a razão pela qual muitos da cidade de Nazaré ficaram privados da manifestação do poder que emanava de Jesus.</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Imaginação humana – tentando estabelecer os critérios de como um homem ou mulher de Deus deve ser, se comportar, etc.</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Justiça Própria:</span></p>
<p style="margin:0 0 0 36pt;" class="MsoBodyTextIndent"><font face="Times New Roman" size="2">Romanos 10:3<span>  </span>Porquanto, desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à que vem de Deus.</font></p>
<p><font size="2"><font face="Times New Roman">Filipenses 3:9 e ser achado nele, não tendo justiça própria, que procede de lei, senão a que é mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus, baseada na fé;<span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span></font></font><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">A Benção tem que necessariamente ser do seu jeito? Ou do jeito de Deus?</span></b></p>
<p><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">REBELDIA:</span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> agir contra Deus, tentar ser Deus ou mais que ele!</span><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> </span></b></p>
<p><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span></b><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Qual é a atitude dos que só reconhecem a benção do seu próprio jeito?</span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> </span><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span></b></p>
<p><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">1- Reconhece o Poder, mas questionando a Fonte</span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">.</span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2"></font></span></p>
<p><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Os habitantes de Nazaré, ao analisarem o ministério de Jesus, embora reconhecessem Sua sabedoria, bem como os milagres por Ele operados tinham dificuldades de identificar a fonte de todo esse poder. Não percebiam que tudo provinha de Deus.</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Por ser Jesus uma pessoa tão conhecida na cidade, lugar onde viveu sua infância, sendo dali toda a sua parentela, ficava difícil para muitas pessoas dissociar o menino de Nazaré, do homem que fazia proezas. Como alguém conhecido desde pequeno, como uma pessoa comum e igual a todas as demais, poderia agora estar realizando milagres da parte de Deus? Alguns pensavam ser uma técnica especial aprendida; outros artes mágicas; menos, poder do Alto.</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Os que viveram longe de Cristo no passado, mas voltaram para o seu lugar de origem depois da experiência do novo nascimento, estão sujeitos às mesmas dificuldades. Pode ser difícil para os amigos mais íntimos acreditarem numa mudança de vida, principalmente quando a imagem de quem a pessoa era, ainda esteja tão nítida na memória (Mt 10.34-36).</span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2"></font></span></p>
<p><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Mas a transformação genuína não ficará encoberta. Muitos hão de perceber que algo novo aconteceu e glorificarão a Deus por esse motivo.</span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">2 – Sentem-se ofendidos e enganados por Jesus</span></b></p>
<p><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Quando a Bíblia diz que os de Nazaré “escandalizavam-se n'Ele”, quer dizer que muitas pessoas estavam se sentindo enganadas por um suposto falso profeta. Era como se Ele fosse uma pedra de tropeço no caminho, da qual todos deviam se afastar. Eles se sentiam ofendidos e traídos por alguém da própria terra e, definitivamente, não estavam dispostos a crer que o filho do carpinteiro pudesse ser o Messias prometido.</span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2"></font></span></p>
<p><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Para muitas pessoas a mensagem do Evangelho também lhes parece loucura. Eles se justificam alegando insensatez acreditar num livro escrito por homens, ou aceitar a história do Jardim do Éden (I Coríntios 1:18). No entanto, para nós, o Evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo o que crê (Romanos 1:16).</span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> </span><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span></b></p>
<p><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">3 – Desenvolvem a incredulidade e a dúvida, privando-se das melhores Bênçãos </span></b></p>
<p><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Tudo isso termina de forma muito triste. A cidade na qual Jesus gostaria de ver os maiores milagres, acabou deixando de ver a glória de Deus passando por ali. A única razão que a Bíblia registra para tamanha ausência de poder, não estava numa eventual falta de inspiração para curar ou realizar milagres, e sim, na incredulidade daqueles que não conseguiam ver em Jesus, o Filho do Deus Vivo. A lembrança do “carpinteiro” ainda era mais forte do que a visão de quem havia descido dos Céus. Por causa disso, ficaram privados de uma bênção maior (Hebreus 3:12-19).</span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2"></font></span></p>
<p><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Muitas pessoas, infelizmente, continuam se privando do melhor que Deus tem a oferecer quando deixam de conhecer a Jesus de uma forma íntima e pessoal.</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Se cada pessoa abrisse o coração e deixasse a Palavra penetrar revelando Cristo dentro dele, todas as coisas passariam a ter um significado especial. Todos poderiam falar do Filho de Deus, não como alguém comentado em livros e biografias, mas de um Cristo pessoal, revelado no íntimo do coração. A Bíblia, a Igreja, e todas as demais coisas relacionadas ao Reino de Deus, não seriam mais vistas como coisas estranhas, e sim como recursos divinos para aproximar o homem do caminho celestial.</span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Conclusão</span></b></p>
<p><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">As pessoas de Nazaré deixaram passar a oportunidade de ter suas vidas totalmente transformadas.</span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2"></font></span></p>
<p><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Não conseguiram perceber que Aquele homem era o Deus que se fez carne e habitou entre nós.</span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2"></font></span></p>
<p><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Deixaram de ver milagres, curas e, acima de tudo, perderam a oportunidade de receber o Evangelho que transforma corações.</span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Aplicação</span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span></p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 18pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Neste período de reflexão, procure se lembrar de alguma situação em que você tenha se privado de uma bênção, por causa da aparência da pessoa que ministrava na ocasião.</span></p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 18pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Se isso aconteceu, peça perdão a Deus por haver julgado alguém por sua aparência, desprezando o poder do Alto manifestado no seu interior.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Justificados pela fé na obra de Cristo]]></title>
<link>http://umpipvg.wordpress.com/2007/04/17/justificados-pela-fe-na-obra-de-cristo/</link>
<pubDate>Tue, 17 Apr 2007 11:27:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>umpipvg</dc:creator>
<guid>http://umpipvg.wordpress.com/2007/04/17/justificados-pela-fe-na-obra-de-cristo/</guid>
<description><![CDATA[  Texto básico: Romano 3.21-26
     Esta passagem é central para o entendimento do Evangelho ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><a href="http://umpipvg.files.wordpress.com/2007/04/cruz.jpg" title="cruz.jpg"><img align="left" src="http://umpipvg.wordpress.com/files/2007/04/cruz.thumbnail.jpg" alt="cruz.jpg" /></a>  Texto básico: Romano 3.21-26</p>
<p align="left">     Esta passagem é central para o entendimento do Evangelho e da Bíblia como um todo. No que é considerada a 1ª parte do evangelho, Paulo demonstra como todos são igualmente culpados e merecedores de condenação. Muitos poderiam se perguntar “por que os pecados cometidos durante 70 anos em média são capazes de nos condenar eternamente?” O que precisamos entender é que pecamos contra um Deus infinitamente santo, infinitamente justo, portanto, nosso pecado passa a ser infinito. Nosso pecado cria um abismo infinito entre nós e Deus e nem todo ato de justiça bastaria para preencher este abismo, pois somos seres finitos. Então, não há esperança para a humanidade? Antes, vamos dar uma breve revisada na situação humana:</p>
<p align="left"><!--more--></p>
<h3>A realidade humana</h3>
<p><strong>1. Culpado</strong> – Todos estão debaixo da ira de Deus, são igualmente culpados</p>
<table>
<tr>
<td><strong>Grupo</strong></td>
<td><strong>Alegação</strong></td>
<td><strong>Realidade</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Gentios – Sem bíblia</td>
<td>Ignorância da existência de Deus</td>
<td>A criação testemunha a existência de Deus</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>Ignorância da lei de Deus</td>
<td>Cada ser humano tem uma lei moral no coração</td>
</tr>
<tr>
<td>Judeus / Cristãos – Com bíblia</td>
<td>Guardiões da lei</td>
<td>Quebraram a lei que guardavam</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>Praticavam a circuncisão / batismo / profissão de fé</td>
<td>Não era acompanhada por uma vida pura</td>
</tr>
</table>
<p><strong>2. Incapaz</strong> – O homem não consegue se auto-justificar perante Deus por seus próprios méritos ou obras da lei. (Rm 3.20)</p>
<p><strong>3. Rebelde</strong> – O ser humano está em desespero espiritual e não apenas sem condições próprias de sair dessa situação, como também sem esse desejo. (Rm 3.10,11)</p>
<p>            Diante deste quadro, todo ser humano está condenado e a justiça de Deus precisa ser manifesta, pois Ele mesmo é a própria justiça, como podemos verificar no catecismo. Porém Deus, em sua infinita misericórdia e graça, já havia elaborado um plano para nos livrar dos nossos próprios pecados e nos justificar diante de seu juízo. O que nós não conseguimos fazer sozinhos, Ele nos concedeu de graça.</p>
<p><strong>E por que de graça? </strong></p>
<p><strong>Homem                                                   Deus</strong></p>
<p>1º Não merecemos, somos culpados.   Resolveu nos salvar mesmo assim.</p>
<p>2º Incapaz de se auto-justificar.        Enviou Jesus para nos justificar</p>
<p>3º Rebeldes sem iniciativa                  Nos procurou, nos buscou.</p>
<h3>A obra de Cristo: o fundamento da justificação</h3>
<p>Nós fomos justificados. A justificação é um termos dos tribunais de justiça, um termo legal que se refere ao ato ou efeito de <em>declarar justa</em> uma pessoa. Isso não significa que um pecador passa a ser justo, é apenas uma declaração. Mas como um Deus santo pode declarar os pecadores culpados e absolve-los dos pecados? Não é contraditório? Seria se a base da