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	<title>juristas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/juristas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "juristas"</description>
	<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 20:37:17 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Cidadania e Empregabilidade - segunda ficha de trabalho sobre a organização política dos Estados Democráticos]]></title>
<link>http://efanovasoportunidades.wordpress.com/?p=291</link>
<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 15:55:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>barkpt</dc:creator>
<guid>http://efanovasoportunidades.pt-br.wordpress.com/2008/09/24/cidadania-e-empregabilidade-segunda-ficha-de-trabalho-sobre-a-organizacao-politica-dos-estados-democraticos/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Novo Endereço do EFA Novas Oportunidades&#8221;
Caros visitantes, devido à evolução deste]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h1><a href="http://novasoportunidades.eu">"Novo Endereço do EFA Novas Oportunidades"</a></h1>
<p>Caros visitantes, devido à evolução deste blog e às limitações que são criadas pelo serviço da Wordpress, fomos forçados a mudar de endereço e alojamento. Agora, podem encontrar-nos no link abaixo indicado, onde estão todos os materiais aqui publicados, assim como iremos publicar mais materiais novos, bem como informações e orientações sobre os Cursos Novas Oportunidades:</p>
<h1><a href="http://novasoportunidades.eu">"Novo Endereço do EFA Novas Oportunidades"</a></h1>
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<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;">Curso de Educação e Formação de Adultos (EFA Nível Básico)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;">Modalidades de desenvolvimento: Educação e Formação de Adultos - Tipologias de nível básico, Formação Base</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;">Referencial de Formação: Formação de Base</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;">Formação de Base - Unidades de Competência</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;">CE - Cidadania e Empregabilidade (área considerada transversal face às outras áreas de formação dos Cursos EFA Nível Básico: Linguagem e Comunicação, Tecnologias de Informação e Comunicação, Matemática para a Vida) </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;">Tema: Organização política dos estados democráticos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:center;margin:0;" align="center"><strong><span style="font-family:&#34;">O conceito moderno de cidadania</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:center;margin:0;" align="center"><strong><span style="font-family:&#34;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;">O conceito moderno de cidadania surge por contraste com o absolutismo monárquico, ou seja, contra a concepção de que uma autoridade (geralmente um monarca) é o representante de Deus na Terra e de que o poder deve ser absoluto e concentrado numa só pessoa. A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (1789) contém os fundamentos do actual significado dos direitos e garantias basilares dos cidadãos. Assim, logo no primeiro artigo deste documento é-nos dito que “os homens nascem e são livres e iguais em direitos” e o segundo artigo refere-se a esses direitos: “a finalidade de toda associação política é a conservação dos direitos naturais e imprescritíveis do homem. Esses direitos são a liberdade, a prosperidade, a segurança e a resistência à opressão”. Portanto, o Estado soberano salvaguarda os direitos fundamentais dos cidadãos e coloca o poder ao serviço dos interesses do povo como é referido no 3º artigo da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão “o princípio de toda a soberania reside, essencialmente, na nação. Nenhuma operação, nenhum indivíduo pode exercer autoridade que dela não emane expressamente”; ou ainda no artigo 6: “a lei é a expressão da vontade geral. Todos os cidadãos têm o direito de concorrer, pessoalmente ou através de mandatários, para a sua formação. Ela deve ser a mesma para todos, seja para proteger, seja para punir. Todos os cidadãos são iguais a seus olhos e igualmente admissíveis a todas as dignidades, lugares e empregos públicos, segundo a sua capacidade e sem outra distinção que não seja a das suas virtudes e dos seus talentos”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-family:&#34;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><strong><span style="font-family:&#34;">O conceito de Estado de Direito como condição essencial do Estado Democrático</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:13pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;">“Numa democracia representativa realizam-se eleições nas quais os eleitores seleccionam os seus representantes preferidos. Estes representantes participam então no processo quotidiano de decisão (…). </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span>          </span>(…) Ter eleições frequentes é uma garantia contra o abuso de poder: os representantes que não respeitarem os desejos do eleitorado têm poucas probabilidades de ser reeleitos.”<span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0 0 0 177pt;"><span style="font-family:&#34;"><span> </span>Warburton, <em>Elementos Básicos de Filosofia</em>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;">I - Das questões que se seguem escolha a alínea que melhor responde ao problema:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;">1</span><span style="font-size:13pt;font-family:&#34;">. A necessidade da política surge a partir:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:13pt;font-family:&#34;"><span>a)<span style="font-family:&#34;">    </span></span></span><span style="font-size:13pt;font-family:&#34;">Da irracionalidade humana;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:13pt;font-family:&#34;"><span>b)<span style="font-family:&#34;">    </span></span></span><span style="font-size:13pt;font-family:&#34;">Da falta de melhores armas de defesa;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:13pt;font-family:&#34;"><span>c)<span style="font-family:&#34;">    </span></span></span><span style="font-size:13pt;font-family:&#34;">Da incapacidade humana para reconhecer as normas morais;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:13pt;font-family:&#34;"><span>d)<span style="font-family:&#34;">    </span></span></span><span style="font-size:13pt;font-family:&#34;">Dos conflitos de interesses próprios da vida em sociedade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&#34;">2. O Estado de Direito é um Estado que:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-family:&#34;"><span>a)<span style="font-family:&#34;">    </span></span></span><span style="font-family:&#34;">Visa representar a vontade dos cidadãos com direito ao voto;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-family:&#34;"><span>b)<span style="font-family:&#34;">    </span></span></span><span style="font-family:&#34;">Se preocupa fundamentalmente em punir os cidadãos que não respeitam as leis;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-family:&#34;"><span>c)<span style="font-family:&#34;">     </span></span></span><span style="font-family:&#34;">Está subordinado à promoção da segurança e das liberdades fundamentais;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-family:&#34;"><span>d)<span style="font-family:&#34;">    </span></span></span><span style="font-family:&#34;">Visa aniquilar gradualmente a liberdade dos cidadãos numa tentativa de pacificar a sociedade.</span></p>
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<title><![CDATA[Voltando a falar de democracia]]></title>
<link>http://maripimenta.wordpress.com/?p=195</link>
<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 19:20:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>maripimenta</dc:creator>
<guid>http://maripimenta.pt-br.wordpress.com/2008/08/12/voltando-a-falar-de-democracia/</guid>
<description><![CDATA[Recomendo a leitura da matéria da Carta Maior &#8220;Manifesto de juristas defende processo contra ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Recomendo a leitura da matéria da Carta Maior "Manifesto de juristas defende processo contra torturadores", em que o manifesto pode ser lido na íntegra.</p>
<p><a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=15184&#38;boletim_id=450&#38;componente_id=8078" target="_blank">http://www.cartamaior.com.br/templates/<br />
materiaMostrar.cfm?materia_id=15184&#38;boletim_id=450&#38;componente_id=8078</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Seja um articulista da Jurisprudência em Revista]]></title>
<link>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=692</link>
<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 01:01:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jurisprudência em Revista</dc:creator>
<guid>http://jurisprudenciaemrevista.pt-br.wordpress.com/2008/08/03/seja-um-articulista-da-jurisprudencia-em-revista/</guid>
<description><![CDATA[Prezado leitor(a),
A Jurisprudência em Revista está convidando a comunidade jurídica e acadêmic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado leitor(a),</p>
<p>A Jurisprudência em Revista está convidando a comunidade jurídica e acadêmica a participar de nosso corpo de articulistas voluntários.</p>
<p>O colaborador poderá postar artigos, mensagens, comentários, jurisprudências e reportagens diretamente no site da Revista. Em contrapartida, divulgamos na homepage, durante um mês, um banner com seus dados profissionais.</p>
<p>O periódico conta com mais de 1.000 por dia. É a oportunidade de mostrar o seu trabalho.</p>
<p>Os interessados deverão enviar um e-mail para <strong>jurisprudenciaemrevista<img src="http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/files/2008/03/at.thumbnail.jpg" alt="at.jpg" />gmail<img src="http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/files/2008/03/pont4thumbnail.jpg" alt="pont4thumbnail.jpg" />com</strong></p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p>Corpo Editorial</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Teoria Geral do Direito]]></title>
<link>http://framos.wordpress.com/?p=93</link>
<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 11:38:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>framos</dc:creator>
<guid>http://framos.pt-br.wordpress.com/2008/04/08/teoria-geral-do-direito/</guid>
<description><![CDATA[Gosto de uma piada que critica simultaneamente a hiperespecialização e os profissionais do Direito]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Gosto de uma piada que critica simultaneamente a hiperespecialização e os profissionais do Direito. Conta que um rapaz estava com forte dor no testículo esquerdo e se dirigiu à um amigo que era clínico geral. Ele disse não poder fazer muito, mas lhe deu um cartão de um médico urologista amigo seu. Na pressa, pegou o cartão errado e encaminhou o amigo para um advogado. Chegando ao rústico escritório cheio de livros não-lidos, típico dos advogados, o rapaz se impressionou pela singularidade do consultório. A dor, contudo, retirou-lhe de suas divagações. Finalmente atendido pelo "médico", foi perguntado no que gostaria de ser ajudado, ao que o rapaz abriu o botão e o zíper da calça, retirou o bagulho pra fora, pôs em cima da mesa do atônito "doutor" e disse: "é que estou com uma dor terrível no meu testículo esquerdo". Catando palavras, o "doutor" responde: "deve haver algum engano aqui - minha especialidade é o Direito!". O rapaz inconformado, sai do consultório irritadíssimo: "vá ser especialista assim na casa da porra!".</p>
<p style="text-align:justify;">O Direito brasileiro - não sei se o de outros países é assim; com certeza, não os da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Common-law">Common Law</a> - é representante fidedigno da papelada kafkiana e da linguagem parnasiana. Os caras - auto-intitulados e intitulados por imbecis de juristas - escrevem com um português que não existe mais e usam milhões de termos em latim. Tudo para manter a distância privilegiada entre leigos e especialistas. Pecado que as outras ciências humanas e sociais também cometem, mas ainda é possível entender alguns textos de sociologia ou ciência política (ainda que muitas vezes seja um exercício entediante). Tenho estudado alguns ramos do Direito com três dicionários ao lado: um de português, um de latim e um de juridiquês.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas o pior é que toda esta parafernalha linguística encobre orações de significados simples. Por exemplo, Celso Antônio Bandeira de Mello define "cargo" assim: "são as mais simples e indivisíveis unidades de competência". Considero cargo uma palavra simples, que prescinde de conceituação, devido à ampla consciência comum de sua significação. Tente conceituar "bola", por exemplo. Vai sair algo mais difícil de se fazer compreender do que simplesmente dizendo: bola.</p>
<p style="text-align:justify;">O Direito é tão estranho que as pessoas que dizem o óbvio são consideradas geniais e revolucionárias no âmbito da doutrina. Como Hans Kelsen, que disse que o Direito é histórico e virou um mito. Acreditem: grande parte dos estudantes e professores <span style="text-decoration:line-through;">discordam disso</span> não entendem isso!</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje, eu diria que Kelsen acertou duplamente: o Direito é histórico - socialmente construído - e histórico - peça de museu. Só que uma peça de museu que prende. E quem manda prender é o cara do "deve haver algum engano aqui - minha especialidade é o Direito!". Humpf!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As vantagens econômicas e sociais na contratação de ex-detentos para diminuir a reincidência criminal no Brasil.  ]]></title>
<link>http://estrategiaempresarial.wordpress.com/?p=223</link>
<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 06:10:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andrey Cocati</dc:creator>
<guid>http://estrategiaempresarial.pt-br.wordpress.com/2008/02/28/as-vantagens-economicas-e-sociais-na-contratacao-de-ex-detentos-para-diminuir-a-reincidencia-criminal-no-brasil/</guid>
<description><![CDATA[

Alguns dados alarmantes

O Ministro da Justiça confirmou: 
“de cada dez detentos postos em libe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://estrategiaempresarial.wordpress.com/files/2008/03/image611.gif" title="image611.gif"></a></p>
<div style="text-align:center;"><a href="http://estrategiaempresarial.wordpress.com/files/2008/03/image611.gif" title="image611.gif"><img src="http://estrategiaempresarial.wordpress.com/files/2008/03/image611.gif" alt="image611.gif" /></a></div>
<p><b>Alguns dados alarmantes<br />
</b></p>
<p><span class="text">O Ministro da Justiça <b><a href="http://estrategiaempresarial.wordpress.com/wp-admin/O%20Estado%20de%20S.%20Paulo%20,%2025/01/08,%20p.%20C4">confirmou</a></b>: </span></p>
<blockquote><p><span class="text">“de cada dez detentos postos em liberdade sete voltam à prisão por novos delitos." </span></p></blockquote>
<p><span class="text">O índice de “produtividade” dos presídios brasileiros é de 70%. Em virtude das condições atuais dos presídios, o mais lógico e natural seria uma reincidência de 100%.  </span></p>
<p><span class="text">O Brasil é o quarto país do mundo no item explosão carcerária. De 1990 até 2008 o crescimento populacional penitenciário foi de 500%. Fechará o ano de 2008 com cerca de 500 mil presos. </span></p>
<p><span class="text"><b><a href="http://estrategiaempresarial.wordpress.com/wp-admin/cf.%20Julita%20Lemgruber,%20em%20Di%C3%A1rio%20de%20Not%EF%BF%BDcias%20,%2029/11/07,%20p.%201">Alcançamos</a></b> o quarto posto mundial em número de presos.</span></p>
<p>Neste <b><a href="http://estrategiaempresarial.wordpress.com/wp-admin/cf.%20World%20Prison%20Population%20List,%20do%20International%20Center%20for%20Prison%20Studies%20do%20King%E2%80%99s%20College%20de%20Londres">item</a></b>, o Brasil só perde para os EUA (cerca de 2,2 milhões), China (1,6 milhões) e Rússia (cerca de 0,8 milhão). Já ultrapassou a Índia, que conta com mais de um bilhão de habitantes.</p>
<p>O sistema prisional brasileiro oferece 262 mil vagas. O déficit gira em torno de 260 mil. O governo vai investir este ano R$ 329 milhões para a construção de novos presídios.</p>
<p>O Estado de São Paulo é o campeão nacional em construção de presídios. Mesmo assim, com assombrosos 50 mil vagas de déficit.</p>
<p>Conta com 150 mil presos, 35,7% do País e um “decepcionante” índice de reincidência de 58%. Dos 7.000 presos que o sistema devolve para a sociedade, nada menos que 4.000 reincidem. Via <b><a href="http://www.juristas.com.br/a_3432~p_1~Pres%C3%ADdios+brasileiros+geram+%E2%80%9Cbaixa+produtividade%E2%80%9D:+s%C3%B3+70%25+de+reincid%C3%AAncia">Juristas</a></b>.</p>
<p><b>Uma alternativa viável<br />
</b></p>
<p>Para enfrentar uma das principais causas da reincidência criminal, a Prefeitura de<b> <a href="http://www.sorocaba.sp.gov.br/PortalGOV/do/conhecendoCidade?op=filtroFormConhecendoCidade&#38;coEstruturaPai=12">Sorocaba</a></b>, a 92 quilômetros de São Paulo, decidiu facilitar o acesso de ex-presidiários ao mercado de trabalho.</p>
<p>Um convênio assinado na sexta-feira, 22, com a Fundação Professor Doutor Manoel Pedro Pimentel de Amparo ao Preso (<b><a href="http://www.funap.sp.gov.br/">Funap</a></b>) permitirá a <b>contratação de ex-detentos e de familiares de presos para prestar serviços de manutenção na cidade.</b></p>
<p>O grupo inicial, de 50 contratados, começou a trabalhar nesta segunda-feira, 25, na limpeza de terrenos baldios. Eles receberão cerca de <b>R$</b> <b>700 mensais - quase dois salários mínimos - com direito a vale-transporte e outros benefícios</b>.</p>
<p><b>O valor é bem menor do que os 3,5 salários mínimos mensais que são gastos para manter o detento no sistema prisional.</b></p>
<p>A Funap desenvolve programas visando a contratação de presidiários por empresas e entidades, mas o trabalho com egressos e familiares de presos é inédito.</p>
<p>A expectativa da fundação é de que o projeto no município sirva de piloto para outras cidades do Estado. De acordo com o <a href="http://estrategiaempresarial.wordpress.com/2008/01/27/vitor-lippi-o-prefeito-empreendedor/"><b>prefeito Vítor Lippi</b> </a>(PSDB), a expectativa é de que, com o "empurrãozinho" da prefeitura, essa mão-de-obra seja mais facilmente absorvida pelo mercado de trabalho privado.</p>
<p>A <b>falta de opções de trabalho</b> para o ex-presidiário é a <b>principal causa da volta ao crime</b>. Em Sorocaba, a situação não é diferente, segundo Lippi.</p>
<blockquote><p>"Vamos garantir a elas uma oportunidade de recomeço."</p></blockquote>
<p>Ele decidiu incluir as famílias de presos porque afirmou acreditar que elas também estão em situação de risco.</p>
<blockquote><p>"Quando uma pessoa vai presa, a família corre o risco de desestruturar-se."</p></blockquote>
<p>A seleção dos contratados foi feita pelo setor social da administração municipal.</p>
<p><b>Gastos</b></p>
<p>De acordo com Lippi, os gastos com a mão-de-obra estão previstos no orçamento destinado ao Projeto Cidade Superlimpa. Haverá ainda a receita gerada pela atividade dos ex-presidiários, uma vez que a limpeza de terrenos particulares rende 3,50 reais por metro quadrado ao Poder Executivo Municipal. Via <a href="http://www.estadao.com.br/geral/not_ger130332,0.htm">Estadão</a></p>
<p>Os problemas de uma Justiça morosa, arcaica em conjunto com uma situação precária para quem foi presidiário e a baixa formação educacional resultam nestes números tenebrosos, acerca da população carcerária brasileira.</p>
<p>Cortar este círculo vicioso do mundo do crime é fundamental para ex-detentos e, principalmente, de toda a sociedade.</p>
<p>A administração da cidade de Sorocaba desta forma demonstra que com força de vontade e política é possível contornar este problema social crônico com sensatez, seriedade e objetividade.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reforma Penal: Quanto de culpa tem o "sistema"?]]></title>
<link>http://dandrea.wordpress.com/2007/10/10/reforma-penal-quanto-de-culpa-tem-o-sistema/</link>
<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 23:38:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gustavo D'Andrea</dc:creator>
<guid>http://dandrea.pt-br.wordpress.com/2007/10/10/reforma-penal-quanto-de-culpa-tem-o-sistema/</guid>
<description><![CDATA[Da mesma forma que a maioria dos juristas (jojubras ou mais experimentados), acho muito interessante]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://dandrea.wordpress.com/files/2007/10/reformas.jpg" title="Reformas"><img src="http://dandrea.wordpress.com/files/2007/10/reformas.jpg" alt="Reformas" align="right" height="501" width="161" /></a>Da mesma forma que a maioria dos juristas (<em>jojubras</em> ou mais experimentados), acho muito interessante saber o que outros juristas estão dizendo ou escrevendo sobre o Direito. Eis que abro a Folha de S. Paulo de hoje, na seção "Tendências/Debates" e me deparo com um texto do Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo Sebastião Luiz Amorim. Tendo lido o texto, só uma conclusão pude ter: a de que precisava escrever um post sobre essa leitura que gera mais dúvidas do que respostas.</p>
<p>O artigo de Amorim, intitulado "Basta! Basta! Basta!" fala de violência e criminalidade, e já no início faz referência a uma "sociedade toda, perplexa, em busca de respostas". Ele usa como principal caso-exemplo o que ocorreu recentemente contra dois adolescentes que foram vítimas de abuso sexual e homicídio praticados por um, nas suas palavras, "custodiado do Estado" (ver a notícia, sobre o caso, "<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u332005.shtml">Preso confessa assassinato de irmãos na Cantareira, diz polícia</a>", na <a href="http://www.folha.com.br">Folha Online</a>).</p>
<p>Já na segunda coluna do texto (em geral, os textos do Tendências/Debates têm três colunas), Amorim aceita que parte da culpa seja do "sistema", que define (dentro de uma pergunta) como "um conjunto de regras feito por nós e que, em tese,  deveria servir para nos proteger".</p>
<p>Toda essa introdução, Amorim a fez para falar sobre os esforços da Associação Paulista de Magistrados-APAMAGIS em direção a uma reforma da legislação penal. Ele afirma o seguinte:</p>
<blockquote><p>"(...) reunimos os melhores juristas, debatemos com a sociedade e com os seus representantes - deputados e senadores - e produzimos um anteprojeto de altíssima qualidade técnica para mudarmos o referido 'sistema'."</p></blockquote>
<p>Continuando seu texto, Amorim reclama que a burocracia está prejudicando o andamento do trabalho que vem sendo realizado pela APAMAGIS, e clama para que seja dada a importância devida ao tema segurança pública.</p>
<p>Do que Amorim escreveu em seu texto, surgem muitas perguntas. Algumas delas seriam:</p>
<p><strong>1. Que anteprojeto de lei é esse, da APAMAGIS?</strong><br />
Com certo esforço, encontrei a notícia "<a href="http://www.apamagis.com.br/noticias/lerNoticia2.php?id_new=1400">Anteprojeto de Reforma da Legislação Penal é entregue ao governador de SP</a>", no <a href="http://www.apamagis.com.br">site da APAMAGIS</a>. Na notícia, pode ser lida a íntegra do anteprojeto conforme entregue ao hoje ex-Governador de São Paulo Cláudio Lembo, em setembro de 2006. Não posso afirmar que esta é única forma de se conhecer o conteúdo do anteprojeto pela internet, mas não está sendo muito fácil encontrar <em>online</em> tal conteúdo. Amorim não indica, em seu artigo, nenhum site onde o conteúdo do anteprojeto possa ser lido, quando deveria fazer exatamente isso, já que quanto mais fácil o acesso da população ao referido conteúdo, mais debates podem surgir e, então, poderemos dizer que a população teve mais uma oportunidade de participar da chamada reforma da legislação penal.</p>
<p><strong>2. Os melhores juristas: eles existem?</strong><br />
Acabo de comprar o novo Dicionário Caldas  Aulete da Língua Portuguesa, edição de bolso (editado pela L&#38;PM Pocket e pela Lexikon). Abro na palavra <em>melhor</em>: a primeira definição é "mais bom (comparativo de superioridade de <em>bom</em>)" e a segunda é "o mais bom, o excelente (superlativo de <em>bom</em>)". Bom, se há juristas "mais bons" que outros, então quer dizer que há juristas "menos bons", ou seja, piores. É verdade? É evidente que há juristas renomados, mais conhecidos, mais famosos, mais experientes, com mais anos de estudo, com mais trabalhos publicados, com mais pareceres escritos etc. Mas o que significa "os melhores juristas"? Se alguém souber, poderia me explicar? Porque não imagino um Pontes de Miranda dizendo a um recém-formado em Direito: "eu sou melhor do que você".</p>
<p><strong>3. Qual a relação do caso-exemplo do artigo e a legislação penal?</strong><br />
Amorim afirma que o mencionado fato criminoso que vitimou dois adolescentes teria como cúmplice "o sistema" (novamente ele). O que sabemos sobre qual engrenagem do "sistema" teria girado para que o "custodiado" fosse solto e fizesse vítimas? Podemos ler as notícias, como a intitulada "<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u331844.shtml">Suspeito de matar irmãos cumpre pena em uma unidade psiquiátrica</a>" (na Folha Online). Na notícia, percebemos que a concessão de desinternação progressiva tem como um de seus requisitos que seja atestada a não-periculosidade do condenado. Entratanto, logo em seguida lemos que, no dia anterior à notícia "a assessoria da Secretaria da Administração Penitenciária afirmou que não poderia fornecer nenhuma informação sobre a condição do preso nem mesmo a unidade e o tempo de prisão". Por várias outras notícias, notamos a dificuldade em sabermos se os juízes e peritos consideravam ou não consideravam o "custodiado" como sendo um risco à sociedade. Isto é um problema legislativo ou pericial? Ou decisório?</p>
<p><strong>4. Uma questão de recurso humano</strong><br />
Amorim reclama dos entraves da burocracia, mas o Judiciário também não é exemplo de celeridade. Claro, há todo o problema da falta de servidores públicos e da alta carga de trabalho, milhões de processos judiciais, necessidades probatórias que demandam tempo etc. Mas seria possível dizer que os juízes, individualmente, todos eles, têm vocação e vontade para serem de fato juízes? O acesso à carreira da magistratura se dá por concurso público, mas os concursos de hoje parecem medir apenas a capacidade do candidato de manter a calma e falar sobre assuntos jurídicos "do momento". Vamos supor (não estamos afirmando) que os peritos ou que o Judiciário tenha errado ao liberar o mencionado "custodiado". Isso é mais falta de preparo do indivíduo que julga e do que faz a perícia, ou é problema do "sistema" penal?</p>
<p>É importante frisar que em nenhum momento pretendi debater, neste post, sobre o conteúdo do mencionado anteprojeto de lei. Apenas entendi como necessário expressar algumas dúvidas que poderiam surgir a partir da leitura do artigo de Amorim, na Folha de S. Paulo de hoje. A população precisa entender melhor como as leis são feitas e por que são feitas. E o artigo não contribuiu para isso.</p>
<p>Se o desembargador Amorim porventura ler este post, espero que entenda como uma crítica construtiva, jamais ofensiva. É a expressão da opinião que pude construir em algumas horas, após ler seu artigo.</p>
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<title><![CDATA[Blogs jurídicos e Facebook]]></title>
<link>http://dandrea.wordpress.com/2007/10/01/blogs-juridicos-e-facebook/</link>
<pubDate>Mon, 01 Oct 2007 03:12:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gustavo D'Andrea</dc:creator>
<guid>http://dandrea.pt-br.wordpress.com/2007/10/01/blogs-juridicos-e-facebook/</guid>
<description><![CDATA[De que forma a rede social Facebook poderia contribuir para o aperfeiçoamento dos blogs jurídicos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://dandrea.wordpress.com/files/2007/09/blogsjuridicosefacebook1.jpg" title="Blogs Jur�dicos e Facebook"><img src="http://dandrea.wordpress.com/files/2007/09/blogsjuridicosefacebook1.jpg" alt="Blogs Jur�dicos e Facebook" align="left" height="149" width="140" /></a>De que forma a rede social <a href="http://www.facebook.com">Facebook</a> poderia contribuir para o aperfeiçoamento dos blogs jurídicos brasileiros? Esta pergunta é a base de uma experiência que se inicia, qual seja, a criação do grupo "<a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=6359466183">Blogs Jurídicos e Facebook</a>" no âmbito daquela rede social, para reunir "blogueiros jurídicos" e outros interessados, com a finalidade de debater sobre a utilidade do Facebook em relação aos blogs jurídicos.</p>
<p>Há algum tempo, o Facebook começou despertar a minha curiosidade. Seu potencial de interação entre as pessoas foi uma das características que mais despertaram o meu interesse. Resolvi procurar saber mais sobre o Facebook, e encontrei vários textos interessantes, entre os quais um que me pareceu o mais interessante (e que, enfim, inspirou-me a criar o mencionado grupo): trata-se de uma artigo publicado por Pat Walters, no <a href="http://www.poynter.org">Poynter Online</a>. O artigo está em inglês e intitula-se "<a href="http://www.poynter.org/column.asp?id=101&#38;aid=127211">Facebook: What's In It For Journalists?</a>" (o título em português seria algo como "Facebook: O que há nele para jornalistas"). Walters conta a sua experiência em criar um grupo no Facebook com a finalidade de debater sobre como o Facebook poderia ajudar jornalistas. Ele conta sobre o interesse e a participação dos membros de seu grupo, bem como sobre valiosos comentários. O seu grupo, no Facebook, é o "<a href="http://delaware.facebook.com/group.php?gid=2544570126">Journalists and Facebook</a>" e conta com mais de 3.600 membros.</p>
<p>Enquanto eu lia sobre o Facebook, procurava observar diversos blogs jurídicos e pensava: qual o papel deles para o Direito atual? Como os "blogueiros jurídicos" poderia interagir melhor entre si e em relação aos leitores?</p>
<p>Uma das pessoas com que mais falei sobre o assunto, via e-mail, foi jurista Andréa Sá,  autora do blog Diversos Direitos. Desde a postagem coletiva "Vôo JJ 3054 - Uma cena" já conversávamos sobre possíveis formas de avanço e a aperfeiçoamento dos blogs jurídicos. Quando, recentemente, apresentei-lhe a idéia da (então eventual) criação de um grupo no Facebook voltado para o desenvolvimento dos blogs jurídicos, ela recebeu a idéia com muito entusiasmo.</p>
<p>Acabei então por criar o grupo "Blogs Jurídicos e Facebook" com a finalidade de reunir "blogueiros jurídicos" e outros interessados que queiram participar de debates sobre o assunto.</p>
<p>Uma parte essencial de um blogs jurídico é o seu leitor. Em geral, um leitor de blogs jurídicos é uma pessoa que quer saber mais sobre direitos. E o blog jurídico é uma ferramenta bem individualizada, ou seja, ela não substitui nenhum outro meio de comunicação de assuntos relacionados ao direito. Antes, os complementa. Dizendo de outra forma: os blogs não substituirão os livros jurídicos, as aulas das faculdades de Direito, os artigos das revistas jurídicas, nem as revistas de jurisprudência.</p>
<p>O blog jurídico tem o potencial de oferecer informação atualizada, relacionada a direitos, de forma mais rápida e acessível a uma quantidade maior de leitores. Estes leitores estão espalhados pelo Brasil (e pelo mundo) e com sede de informação jurídica de qualidade. Tanto juristas quanto aqueles que não são juristas lêem blogs jurídicos.</p>
<p>É usual que os autores de blogs jurídicos reflitam, a cada post que escrevem, sobre como poderiam tornar seu texto mais próximo daqueles que o lêem. Além disso, é preocupação contínua desses autores os assuntos que devem ser tratados em seus blogs. Enquanto isso, é bem provável que haja "blogueiros jurídicos" em potencial, apenas aguardando um motivo para criarem seus próprios blogs. Pensando nessas situações (que podem ser muito solitárias), pergunto-me: por que não transformar estas situações em debates? O grupo que criei poderá servir a este propósito.</p>
<p>Todos os autores de blogs jurídicos e interessados estão convidados a conhecer e a participar do grupo "<a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=6359466183">Blogs Jurídicos e Facebook</a>". Espero que lá sejam travados ótimos debates que levem os blogs jurídicos a se aproximarem mais dos seus leitores (e por isso mesmo, a opinião do leitor também será muito importante).</p>
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