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	<title>interacao-mediada-por-computador &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/interacao-mediada-por-computador/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "interacao-mediada-por-computador"</description>
	<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 19:41:23 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Ganhe o livro "Interação Mediada por Computador" - 2a. edição]]></title>
<link>http://alexprimo.wordpress.com/?p=342</link>
<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 13:34:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>alexprimo</dc:creator>
<guid>http://alexprimo.com/2008/10/13/ganhe-o-livro-interacao-mediada-por-computador-2a-edicao/</guid>
<description><![CDATA[
Não pude esconder minha alegria ao ouvir de Luis Gomes, editor da Sulina, que a primeira edição ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="border:1px solid black;margin:10px;" src="http://www6.ufrgs.br/limc/livroimc/capa%20imc.jpg" alt="" width="173" height="194" /></p>
<p>Não pude esconder minha alegria ao ouvir de <a href="http://www.maquinariadelinguagem.blogspot.com/">Luis Gome</a>s, editor da <a href="http://www.editorasulina.com.br/">Sulina</a>, que a primeira edição de meu livro havia esgotado. Em um país que pouco lê, e tratando-se de um livro teórico, a venda de 1000 exemplares da primeira fornada em pouco mais de um ano é uma honra.</p>
<p>Por isso, queria celebrar com vocês o lançamento da segunda edição de meu livro "<a title="Visite o site oficial do livro" href="http://www6.ufrgs.br/limc/livroimc">Interação Mediada por Computador: comunicação, cibercultura, cognição</a>".</p>
<p>No dia 27 de outubro, vou sortear 3 livros para aqueles que responderem esta questão até o dia 26: </p>
<ul>
<li>"O que estão perdendo aquelas pessoas que não lêem blogs?"</li>
</ul>
<p>Para participar, utilize o formulário de <a href="http://alexprimo.com/contato/">contato</a> deste blog (encontre essa aba no topo da página). As respostas não podem ter mais de 300 caracteres. Ao final do texto, por favor inclua uma autorização de publicação de seu texto aqui neste blog.</p>
<p>Ah, claro, vale apenas uma resposta por pessoa! :-)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em defesa da liberdade e do progresso do conhecimento na internet brasileira]]></title>
<link>http://alexprimo.wordpress.com/?p=153</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 00:49:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>alexprimo</dc:creator>
<guid>http://alexprimo.com/2008/07/08/em-defesa-da-liberdade-e-do-progresso-do-conhecimento-na-internet-brasileira/</guid>
<description><![CDATA[Como membro da diretoria da ABCiber, reproduzo aqui a nota pública que estamos divulgando.
&#8212;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Como membro da diretoria da ABCiber, reproduzo aqui a nota pública que estamos divulgando.</p>
<p>-------</p>
<p>A ABCIBER - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISADORES EM CIBERCULTURA, preocupada com o teor do Projeto de Lei Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo, que conjuga o PLC n. 89, de 2003, e os PLSs n. 76 e 137, ambos de 2000, e que tramita no Senado Federal para votação em breve, faz saber à sociedade brasileira e, em particular, às autoridades constituídas e à comunidade científica nacional o seu INTEGRAL APOIO, na forma da presente NOTA PÚBLICA, à carta-aberta de autoria dos Profs. Drs. André Lemos (UFBA) e Sérgio Amadeu da Silveira (Cásper Líbero), membros do Conselho Científico Deliberativo desta Associação, conforme segue:</p>
<p><strong>EM DEFESA DA LIBERDADE E DO PROGRESSO DO CONHECIMENTO NA INTERNET BRASILEIRA</strong></p>
<p>A Internet ampliou de forma inédita a comunicação humana, permitindo um avanço planetário na maneira de produzir, distribuir e consumir conhecimento, seja ele escrito, imagético ou sonoro. Construída colaborativamente, a rede é uma das maiores expressões da diversidade cultural e da criatividade social do século XX. Descentralizada, a Internet baseia-se na interatividade e na possibilidade de todos tornarem-se produtores e não apenas consumidores de informação, como impera ainda na era das mídias de massa. Na Internet, a liberdade de criação de conteúdos alimenta, e é alimentada, pela liberdade de criação de novos formatos midiáticos, de novos programas, de novas tecnologias, de novas redes sociais. A liberdade é a base da criação do conhecimento. E ela está na base do desenvolvimento e da sobrevivência da Internet.</p>
<p>A Internet é uma rede de redes, sempre em construção e coletiva. Ela é o palco de uma nova cultura humanista que coloca, pela primeira vez, a humanidade perante ela mesma ao oferecer oportunidades reais de comunicação entre os povos. E não falamos do futuro. Estamos falando do presente. Uma realidade com desigualdades regionais, mas planetária em seu crescimento.</p>
<p>O uso dos computadores e das redes são hoje incontornáveis, oferecendo oportunidades de trabalho, de educação e de lazer a milhares de brasileiros. Vejam o impacto das redes sociais, dos softwares livres, do e-mail, da Web, dos fóruns de discussão, dos telefones celulares cada vez mais integrados à Internet. O que vemos na rede é, efetivamente, troca, colaboração, sociabilidade, produção de informação, ebulição cultural. A Internet requalificou as práticas colaborativas, reunificou as artes e as ciências, superando uma divisão erguida no mundo mecânico da era industrial. A Internet representa, ainda que sempre em potência, a mais nova expressão da liberdade humana.</p>
<p>E nós brasileiros sabemos muito bem disso. A Internet oferece uma oportunidade ímpar a países periféricos e emergentes na nova sociedade da informação. Mesmo com todas as desigualdades sociais, nós, brasileiros, somo usuários criativos e expressivos na rede. Basta ver os números (IBOPE/NetRatikng): somos mais de 22 milhões de usuários, em crescimento a cada mês; somos os usuários que mais ficam on-line no mundo: mais de 22h em média por mês. E notem que as categorias que mais crescem são, justamente,  "Educação e Carreira", ou seja, acesso a sites educacionais e profissionais. Devemos assim, estimular o uso e a democratização da Internet no Brasil. Necessitamos fazer crescer a rede, e não travá-la. Precisamos dar acesso a todos os brasileiros e estimulá-los a produzir conhecimento, cultura, e com isso poder melhorar suas condições de existência.</p>
<p>Um projeto de Lei do Senado brasileiro quer bloquear as práticas criativas e atacar a Internet, enrijecendo todas as convenções do direito autoral. O Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo quer bloquear o uso de redes P2P, quer liquidar com o avanço das redes de conexão abertas (Wi-Fi) e quer exigir que todos os provedores de acesso à Internet se tornem delatores de seus usuários, colocando cada um como provável criminoso. É o reino da suspeita, do medo e da quebra da neutralidade da rede. Caso o projeto Substitutivo do Senador Azeredo seja aprovado, milhares de internautas serão transformados, de um dia para outro, em criminosos. Dezenas de atividades criativas serão consideradas criminosas pelo artigo 285-B do projeto em questão. Esse projeto é uma séria ameaça à diversidade da rede, às possibilidades recombinantes, além de instaurar o medo e a vigilância.</p>
<p>Se, como diz o projeto de lei, é crime "obter ou transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular, quando exigida", não podemos mais fazer nada na rede. O simples ato de acessar um site já seria um crime por "cópia sem pedir autorização" na memória "viva" (RAM) temporária do computador. Deveríamos considerar todos os browsers ilegais por criarem caches de páginas sem pedir autorização, e sem mesmo avisar aos mais comuns dos usuários que eles estão copiando. Citar um trecho de uma matéria de um jornal ou outra publicação on-line em um blog também seria crime. O projeto, se aprovado, colocaria a prática do "blogging" na ilegalidade, bem como as máquinas de busca, já que elas copiam trechos de sites e blogs sem pedir autorização de ninguém!</p>
<p>Se formos aplicar uma lei como essa às universidades, teríamos que considerar a ciência como uma atividade criminosa, já que ela progride ao "transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado", "sem pedir a autorização dos autores"  (citamos, mas não pedimos autorização aos autores para citá-los). Se levarmos o projeto de lei a sério, devemos nos perguntar como poderíamos pensar, criar e difundir conhecimento sem sermos criminosos.</p>
<p>O conhecimento só se dá de forma coletiva e compartilhada. Todo conhecimento se produz coletivamente: estimulado pelos livros que lemos, pelas palestras que assistimos, pelas idéias que nos foram dadas por nossos professores e amigos... Como podemos criar algo que não tenha, de uma forma ou de outra, surgido ou sido transferido por algum "dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular"?<br />
Defendemos a liberdade, a inteligência e a troca livre e responsável. Não defendemos o plágio, a cópia indevida ou o roubo de obras. Defendemos a necessidade de garantir a liberdade de troca, o crescimento da criatividade e a expansão do conhecimento no Brasil. Experiências com Software Livres e Creative Commons já demonstraram que isso é possível. Devemos estimular a colaboração e enriquecimento cultural, não o plágio, o roubo e a cópia improdutiva e estagnante. E a Internet é um importante instrumento nesse sentido. Mas esse projeto coloca tudo no mesmo saco. Uso criativo, com respeito ao outro, passa, na Internet, a ser considerado crime. Projetos como esses prestam um desserviço à sociedade e à cultura brasileiras, travam o desenvolvimento humano e colocam o país definitivamente para debaixo do tapete da história da sociedade da informação no século XXI.</p>
<p>Por estas razões, nós, abaixo assinados, pesquisadores e professores universitários, apelamos aos congressistas brasileiros que rejeitem o projeto Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo ao projeto de Lei da Câmara n. 89/2003, e Projetos de Lei do Senado n. 137/2000 e n. 76/2000, pois atenta contra a liberdade, a criatividade, a privacidade e a disseminação de conhecimento na Internet brasileira.</p>
<p>São Paulo, 07 de julho de 2007.</p>
<p>ABCIBER - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISADORES EM CIBERCULTURA</p>
<p>DIRETORIA<br />
[Gestão 2007-2009]</p>
<p>Presidência<br />
Eugênio Trivinho (PUC-SP)</p>
<p>Vice-Presidência<br />
Theóphilos Rifiotis (UFSC)</p>
<p>Secretaria Executiva<br />
Henrique Antoun (UFRJ)</p>
<p>Secretaria de Finanças<br />
Alex Primo (UFRGS)</p>
<p>Diretoria Científica<br />
Vinicius Andrade Pereira (UERJ)</p>
<p>Diretoria de Comunicação<br />
Fernanda Bruno (UFRJ)</p>
<p>Diretoria Cultural<br />
Simone Pereira de Sá (UFF)</p>
<p>Diretoria Editorial<br />
Marcos Palacios (UFBA)</p>
<p>Conselho Fiscal<br />
Francisco Rüdiger (PUC/RS)</p>
<p>Gilbertto Prado (USP)<br />
Marco Silva (UERJ e UNESA)</p>
<p>CONSELHO CIENTÍFICO DELIBERATIVO (CCD)<br />
[Gestão 2007-2009]</p>
<p>Adriana Amaral (UTP)<br />
André Lemos (UFBA)<br />
Diana Domingues (UCS)<br />
Erick Felinto de Oliveira (UERJ)<br />
Fátima Régis (UERJ)<br />
Francisco Coelho dos Santos (UFMG)<br />
Francisco Menezes Martins (UTP)<br />
Gisela Castro (ESPM)<br />
Juremir Machado da Silva (PUC/RS)<br />
Lucia Santaella (PUC-SP)<br />
Lucrécia D´Alessio Ferrara (PUC-SP)<br />
Luisa Paraguai Donati (UNISO)<br />
Othon Jambeiro (UFBA)<br />
Rogério da Costa (PUC-SP)<br />
Rosa Maria Leite Ribeiro Pedro (UFRJ)<br />
Sandra Portella Montardo (FEEVALE)<br />
Sebastião Squirra (UMESP)<br />
Sérgio Amadeu da Silveira (Cásper Líbero)<br />
Sueli Mara Ferreira (USP)<br />
Suely Fragoso (Unisinos)<br />
Yara Rondon Guasque Araujo (UDESC)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Interatividade 2]]></title>
<link>http://oficinajol.wordpress.com/?p=30</link>
<pubDate>Wed, 21 May 2008 04:14:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Holanda</dc:creator>
<guid>http://oficinajol.pt-br.wordpress.com/2008/05/21/interatividade-2/</guid>
<description><![CDATA[Vejam a proposta apresentada por Alex Primo para facilitar a compreensão da Interação Mediada por]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="border:1px solid black;float:left;margin:5px;" src="http://www6.ufrgs.br/limc/livroimc/capa%20imc.jpg" alt="" width="173" height="194" />Vejam a <a title="Apresentação " href="http://www6.ufrgs.br/limc/livroimc/oquee.htm" target="_blank">proposta</a> apresentada por Alex Primo para facilitar a compreensão da <a title="Livro do Alex Primo" href="http://www.bondfaro.com.br/livros.html?auto=1&#38;kw=Intera%E7%E3o+Mediada+por+Computador" target="_blank">Interação Mediada por Computador</a>. O autor realiza aqui uma síntese do seu posicionamento frente ao tema da definição e abordagem dos fenômenos de interação implicados nos processos comunicativos,  através  do computador ou não. Criticando visões tecnicistas,  antropocêntricas, apreensões parciais e mercadológicas, Primo apresenta de forma rápida e bem-humorada uma defesa da perspectiva sistêmico-relacional como solução para os impasses e insuficiências apresentadas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ética na criação de mailing lists e vírus social]]></title>
<link>http://alexprimo.wordpress.com/?p=128</link>
<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 15:28:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>alexprimo</dc:creator>
<guid>http://alexprimo.com/2008/03/31/etica-na-criacao-de-mailing-lists-e-virus-social/</guid>
<description><![CDATA[Tendo em vista um incidente que ocorreu neste fim-de-semana na lista de discussão da Compós, quero]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img.skitch.com/20080331-85kqax7krgdt8ckg2pndd6wnwx.jpg" alt="Spam" align="left" height="188" hspace="10" vspace="10" width="171" />Tendo em vista um incidente que ocorreu neste fim-de-semana na lista de discussão da <a href="http://www.compos.org.br/" title="Site da Compós">Compós</a>, quero aqui discutir alguns procedimentos éticos no desenvolvimento de mailing lists.</p>
<p>Neste domingo, um relações públicas envia uma mensagem para a lista (também traduzida para o inglês!) com a seguinte informação:</p>
<blockquote><p><i>É um prazer contar com seu endereço eletrônico em meu cadastro para envio de informações sobre eventos culturais, entre outros.<br />
</i></p>
<p><i>Respeitando a política anti-spam, solicito que responda a este e-mail caso deseje ser removido deste mailing com a palavra REMOVER no campo assunto.</i></p></blockquote>
<p>Logo em seguida, diversas mensagens aparecem na lista com o título "REMOVER". Outros tantos e-mails são enviados em protesto à prática daquele RP. Mesmo que o autor da mensagem inicial tenha voltado à lista para pedir desculpas pelo "transtorno", a enxurrada de mensagens ainda prossegue.</p>
<p>Há muito tempo se discute, principalmente na <a href="http://www.euro.cauce.org/en/optinvsoptout.html" title="Opt In Vs. Opt-Out">Europa</a>, quais seriam as boas práticas para a criação e assinatura de newsletters. Existem dois procedimentos básicos para a sua criação (veja os <a href="http://www.glocksoft.com/ep/creating_mailing_list.htm" title="subtipos">sub-tipos aqui</a>):</p>
<ul>
<li><b>Opt-in</b>: o internauta deliberadamente solicita a assinatura de uma newsletter. No caso do uso de um site para esse fim, a caixa para a seleção dessa opção deve vir desmarcada. Tal prática em sites que exigem algum tipo de cadastro garante ao internauta o direito de não assinar um serviço de forma desavisada;</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Opt-out</b>: os internautas são incluídos na lista de distribuição por uma empresa ou profissional interessado em divulgar suas informações. As pessoas que não tem interesse naquelas newsletters precisam entrar em contato para pedir a remoção de seus endereços eletrônicos. No que toca o preenchimento de cadastros em sites, o método opt-out já apresenta a caixa de assinatura marcada. O internauta precisa desmarcar essa opção se não deseja passar a receber a newsletter ou propagandas de "parceiros".</li>
</ul>
<p>Do ponto de vista de quem produz as newsletters, todas as pessoas que ele incluiu no mailing list devem ter interesse em suas informações. Por outro lado, ele dirá que as pessoas insatisfeitas com o serviço têm o direito de solicitar o cancelamento da assinatura. Mas, pergunto, quem lhe deu o direito de cadastrar os endereços eletrônicos de todas aquelas pessoas, para quem ele passa a "empurrar" todo o tipo de informações? Nesse sentido, mesmo que o produtor da newsletter possa insistir que têm uma política anti-spam, o envio não solicitado de uma newsletter, mesmo que apenas em uma oportunidade, já se configura como prática de spam.</p>
<p><img src="http://img.skitch.com/20080331-bwqu468ng4gf1cq4dbbyda2jyn.jpg" alt="V�rus" align="right" height="145" hspace="10" vspace="10" width="150" />Além de não ter seguido os procedimentos éticos da criação de uma newsletter (mesmo que se diga que aquele RP tenha incluído o endereço da lista da Compós de maneira inadvertida), ele desencadeou um processo que muitos chamam de "vírus social".</p>
<p>Todos sabemos que um vírus de computador é um pequeno programa que prejudica o desempenho da máquina. Por outro lado, a prática do envio de e-mails seqüenciais acaba causando um problema equivalente. Ter de apagar sucessivos repasses de correntes, rumores e pedidos demandam tempo e fazem uso desnecessário da conexão à Internet. Ou seja, o vírus social se refere a uma prática que onera a rede e não um software maligno.</p>
<p>É justamente isso que vem agora acontecendo na lista da Compós. O envio de pedidos de remoção do endereço de e-mail solicitado pelo e-mail do RP exige que todos os outros assinantes recebam a mesma mensagem. Ou seja, sua prática spammer não apenas incluiu o endereço da lista de discussão da Compós (utilizando o modelo opt-out) como gerou um efeito de "vírus social".</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A formiga, a cigarra e o filósofo homossexual]]></title>
<link>http://alexprimo.com/2007/11/21/a-formiga-a-cigarra-e-o-filosofo-homossexual/</link>
<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 17:05:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>alexprimo</dc:creator>
<guid>http://alexprimo.com/2007/11/21/a-formiga-a-cigarra-e-o-filosofo-homossexual/</guid>
<description><![CDATA[
Era uma vez uma formiguinha chamada Selma. Quando o tempo esquentava, ela trabalhava, trabalhava, t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img src="http://br.geocities.com/fel9fe/imagens/formiga_cig.gif" alt="A cigarra e a formiga" height="71" width="331" /></p>
<p>Era uma vez uma formiguinha chamada Selma. Quando o tempo esquentava, ela trabalhava, trabalhava, trabalhava. Em fila com suas colegas, carregava pesadíssimas folhas para dentro do formigueiro. Essas eram as reservas que garantiriam a vida no inverno.</p>
<p>Enquanto isso, a cigarra, de nome Pedro, cantava no tronco de um eucalipto. Sua voz tão bela atraía o interesse de todas as cigarras moças. Mas de tanto cantar, deixou todo o trabalho de lado. Morreu seco, queimado pelo sol.</p>
<p>Moças definitivamente não chamavam a atenção de outro personagem de nossa história. Este filósofo francês cedo percebeu que gostava de rapazes. Depois de escutar por diversas vezes que tal comportamento não era "natural" e que Deus não havia criado o homem para esse tipo de coisa, decidiu estudar isso tudo na academia.</p>
<p>Selma nunca pensou em contestar nada. Desde que nasceu, sabia exatamente qual era o seu lugar na sociedade. Herdeira dos compromissos da casta, trabalhava, trabalhava, trabalhava. Apesar de tanta dedicação, suas parentes, da geração seguinte, nunca ouviram falar dela.</p>
<p>Pedro também se foi. Mas não fez falta. Tantos outros machos cantaram no eucalipto. E encataram as meninas cigarras da época. E quantas delas deram a luz a outros cantores magníficos...que também não faziam a mínima idéia de quem teria sido Pedro.</p>
<p>O filósofo homossexual nunca deu muita bola para o barulho das cigarras. O que lhe preocupava de fato era como sua forma de amar era interpretada de formas diferentes em épocas distintas. Ele queria compreender como uma prática social compartilhada pelos homens da Grécia antiga havia sido mais tarde registrada nos manuais de medicina como uma doença, um comportamento que rompia com o funcionamento "normal" do corpo e da sociedade.</p>
<p>Selma, pelo contrário, sempre respeitou a ordem das coisas. Nunca revoltou-se com o trabalho pesado, muito menos com a hierarquia no formigueiro. As jovens cigarras também eram muito respeitosas com Pedro. Reconheciam nele a autoridade e a força, própria de todo bom cantor.</p>
<p>Poder, para o filósofo homossexual, nunca foi algo herdado, nem uma concessão ao soberano. Trata-se de uma relação de forças, que repercurte não apenas na relação entre os corpos, mas no próprio saber.</p>
<p>Ei, mas o que essas histórias têm em comum? Humm...de fato nada! Mas tem gente que acha que é <a href="http://alexprimo.com/2007/11/19/nao-a-comunicacao-nao-e-viral/" title="Não, a comunicação não é viral">tudo a mesma coisa</a>!</p>
<p><em>Update: não deixe de ler o post anterior para compreender o contexto desta "pseudo-fábula".</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não, a comunicação não é viral]]></title>
<link>http://alexprimo.com/2007/11/19/nao-a-comunicacao-nao-e-viral/</link>
<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 17:49:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>alexprimo</dc:creator>
<guid>http://alexprimo.com/2007/11/19/nao-a-comunicacao-nao-e-viral/</guid>
<description><![CDATA[Dois temas que andam hoje muito populares: marketing viral e memes. Contudo, preocupa-me o fato de q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Dois temas que andam hoje muito populares: marketing viral e memes. Contudo, preocupa-me o fato de que tanto um quanto o outro partem de uma visão que aborda a comunicação como mero processo transmissionista. Lava-se tudo o que se sabe sobre subjetividade, discurso, implicações sócio-políticas, condicionamentos dos dispositivos materiais, etc. Por outro lado, o <em>hype</em> em torno  das pesquisas sobre aquelas temáticas têm conferido sobrevida à perspectiva de difusão de inovações, muito popular nos anos 60-70, mas que perdeu força em virtude de seu viés funcionalista.</p>
<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2292/1808433598_2445e1ff35_o.jpg" alt="Meme e v�rus conversando" align="left" height="213" hspace="5" width="300" /></p>
<p>A ressurreição de tal aboradagem alimentou-se da chamada “nova” ciência das redes e das discussões sobre emergência. Barabási, expoente do primeiro grupo, lidera aqueles que não se cansam em comparar processos sociais à disseminação de epidemias. O jornalista Steven Johnson, por sua vez, prefere comparar o comportamento social humano à formação e manutenção de formigueiros e colméias. (Em tempo: utilizo muito esses autores, mas discordo das analogias que utilizam).</p>
<p>Apesar da sedução dessas metáforas, tão didáticas e bonitinhas (!), não podemos esquecer que a transmissão viral é um processo aditivo. Uma pessoa infectada transmite o vírus, que passa para outra, que repassa para um terceiro e assim por diante. Qualquer criança que já brincou de telefone sem fio sabe que a comunicação interpessoal não funciona dessa forma. Mesmo assim, no imaginário da cibercultura, como nos lembra meu amigo Erick Felinto, tudo é traduzido em termos informacionais.</p>
<p>No último congresso da IAMCR, realizado em Paris (<a href="http://alexprimo.com/2007/08/28/paris/" title="Meu v�deo sobre Paris">ah, Paris!</a>), a pesquisadora Virginia Nightingale fez uma dura crítica ao determinismo biológico que tanto aparece em periódicos, livros e congressos sem encontrar uma maior análise crítica. Ironicamente, ela comenta que a própria idéia de teia (web) nos coloca no mundo dos insetos antes que nos demos conta!</p>
<p>Virginia afirma que a simples inteligência dos insetos é um dos modelos preferidos em pesquisas de inteligência artificial. Contudo, essas explicações biológicas, reduzem a agência humana às respostas intuitivas dos “insetos sociais”. Para ela, o perigo de tais analogias, que naturalizam as relações sociais e descrevem a cibercultura como sendo determinada biologicamente, reside no fato que elas ignoram as estruturas de poder que limitam a expressão e os relacionamentos.</p>
<p>Enquanto você pensa em seu comentário, vou ali fazer um pouquinho de mel com as abelhas companheiras...</p>
<p>PS: Este post se inspira no trabalho que apresentei na Intercom deste ano, onde proponho e utilizo um método para o estudo das relações sociais na blogosfera.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sessão de autógrafos]]></title>
<link>http://alexprimo.com/2007/11/08/sessao-de-autografos/</link>
<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 11:01:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>alexprimo</dc:creator>
<guid>http://alexprimo.com/2007/11/08/sessao-de-autografos/</guid>
<description><![CDATA[Se você estiver em Porto Alegre nesta sexta, está convidado a participar da sessão de autógrafos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Se você estiver em Porto Alegre nesta sexta, está convidado a participar da sessão de autógrafos de meu livro "Interação Mediada por Computador: comunicação, cibercultura, cognição" na Feira do Livro de Porto Alegre, às 19h30min.</p>
<p>Mais informações sobre o livro e arquivos multimídia sobre o tema podem ser acessados no <a href="http://www.ufrgs.br/limc/livroimc/" title="Visite o site do livro">site oficial do livro</a>.</p>
<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2115/1917049306_4e4bd53e6f.jpg" alt="Convite para lançamento de meu livro" height="334" width="500" /></p>
<p>PS: na semana que vem o blog voltará ao seu ritmo normal.</p>
<p>PS2: hoje é meu aniverário!</p>
<p><strong>Compartilhe: </strong><img src="http://alexprimo.wordpress.com/files/2007/09/email_go.png" /><a href="mailto:?body=Veja%20este%20post%20que%20encontrei:%20http://alexprimo.wordpress.com/2007/11/08/sess%C3%A3o-de-aut%C3%B3grafos&#38;subject=Sess%C3%A3o+de+aut%C3%B3grafos" target="_blank" title="Post 'Sessão de autógrafos"> Envie este post para um amigo</a> &#124;  <img src="http://alexprimo.wordpress.com/files/2007/09/delicious.png" /><a href="http://del.icio.us/post?url=http://alexprimo.wordpress.com/2007/11/08/sess%C3%A3o-de-aut%C3%B3grafos&#38;title=Sess%C3%A3o+de+aut%C3%B3grafos" target="_blank" title="Post 'Sessão de autógrafos">  Salve no del.icio.us</a> &#124;  <img src="http://lorelle.files.wordpress.com/2007/02/rss.png" /><a href="http://feeds.feedburner.com/DossieAlexPrimo">  Assine o blog (RSS)</a> &#124;  <img src="http://lorelle.files.wordpress.com/2007/03/email.gif" /><a href="http://www.feedblitz.com/f/f.fbz?Sub=259593">  Receba novos posts por e-mail</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gerador de poesias dadaístas]]></title>
<link>http://alexprimo.com/2007/10/23/gerador-de-poesias-dadaistas/</link>
<pubDate>Tue, 23 Oct 2007 19:18:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>alexprimo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Depois de publicar minha &#8220;Fantástica Coleção de Geradores de Texto&#8220;, lembrei que eu m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de publicar minha "<a href="http://alexprimo.com/2007/10/19/geradores-de-texto-para-todos-os-gostos/" title="Geradores de texto para todos os gostos">Fantástica Coleção de Geradores de Texto</a>", lembrei que eu mesmo tinha produzido anos atrás alguns geradores de texto. O primeiro traz uma versão digital da receita de poesia dadaísta do Tristan Tzara, que produzi juntamente com Camila Gonzatto em 1999. Para visualizar o projeto, clique na imagem abaixo (você precisará instalar o plug-in <a href="http://www.adobe.com/products/shockwaveplayer/" title="Instalar plug-in Shockewave">Shockwave</a>, que era popular na época. A instalação é muito rápida!).</p>
<p align="center"><a href="http://www6.ufrgs.br/limc/dada/dada.htm" target="_blank" title="Clique para interagir no gerador de poesia dada�sta"><img src="http://i226.photobucket.com/albums/dd317/alexprimo/antimecanismo.png" alt="Tela inicial do antimecanismo" height="296" width="402" /></a></p>
<p>Leia abaixo o texto que escrevi na época sobre este projeto experimental, que visava criticar a navegação determinística do que chamo de hipertextos potenciais:</p>
<blockquote><p><em>A tela inicial do "Antimecanismo" apresenta um inusitado readymade. No dadaísmo, essas peças tinham o intuito de dessacralizar os conceitos de arte e artista, expondo objetos do dia-a-dia como esculturas. Os antimecanismos eram máquinas produzidas com o único objetivo de desconcertar e provocar o público. A combinação de um cabide comum de lavanderia com um vulgar mata-moscas (foto e escultura produzidas especialmente para este hipertexto) põe em conflito duas situações contraditórias do movimento: o dinâmico (o mata-moscas) e o estático (o cabide).</em></p>
<p><em>A escolha do título é uma brincadeira com este hipertexto que tem por trás um código fechado que potencializa o funcionamento correto do produto. Por outro lado, apesar da estrutura determinística do código, o conteúdo gerado não é nada fechado. Constitui-se então em um mecanismo que não serve para a produção de nenhum texto específico. Mesmo os links no interior de cada texto não levam para nenhum lugar que o leitor/autor planejasse, deixando-o em uma construção aleatória.</em></p>
<p><em>Alguém poderia argumentar que trata-se de um mecanismo para geração de textos inúteis. Um mecanismo de geração de textos que não serve para nada. Finalmente, poderia-se também dizer que o título está dentro da perspectiva dadaísta, no sentido de não ter um comprometimento em dizer qualquer coisa ou explicar a obra.</em></p>
<p><em>Uma das motivações que conduziu à produção deste hipertexto foi o fato de que os links apresentados em sites na Web são normalmente fruto de uma programação estreita que conduz sempre a um mesmo destino, tantas vezes o link ou botão forem clicados. Nesse sentido, e inspirado pelo anarquismo dadá, programou-se uma peça em que os links (com exceção de alguns poucos) despertam sempre resultados aleatórios e imprevisíveis. Portanto, trata-se de um hipertexto onde a relação entre cada palavra-âncora não está rigidamente determinada.</em></p>
<p><em>Entretanto, por trás de "Antimecanismo", mais do que uma obra dadaísta informatizada e que permite a interação de pessoas navegando na Web, há a intenção de por em discussão a questão da seqüencialidade textual. Em muitas discussões emerge uma distinção entre texto impresso seqüencial e hipertexto informático não-sequencial. Será fiel essa dicotomia?</em></p>
<p><img src="http://www.caricatura.ro/tzara_ph.jpg" alt="Tristan Tzara" align="left" height="226" hspace="5" width="180" /><em>A poesia dadaísta, na radicalidade sugerida pela receita de Tzara, toma um texto impresso e estilhaça seu ordenamento. Cada palavra torna-se um fragmento dissociado das outras palavras que compunham a mesma página. Mas, para não dizer que este pequeno pedaço de papel rasgado já não tem nenhum traço de sequencialidade, poderia-se sugerir que no interior da palavra ainda existe uma seqüência de letras que constituem a palavra e seu reconhecimento (mesmo que falte alguma letra ou contenha algum erro de redação).</em></p>
<p><em>Ao serem colocadas todas as palavras recortadas em um saco, os fragmentos serão mais uma vez reaproximados, mas em um novo ordenamento e em diferentes planos. Ao ser agitado o saco, as proximidades e afastamentos entre cada pedaço do texto original serão alteradas randomicamente. Poderia, paradoxalmente, dizer-se que no interior do saco em agitação as palavras não teriam nenhuma ordem entre si, ou, pelo contrário, contra-argumentar-se que estariam compondo breves seqüencialidades que logo dão lugar a outras enquanto o saco é agitado.</em></p>
<p><em>Ao serem dispostas na tela, as palavras sorteadas serão posicionadas com alguma relação espacial entre elas. Como foram ordenadas aleatoriamente, o leitor pode ler cada uma na ordem e direção que desejar: de cima para baixo, em diagonal, etc. Porém, mesmo que faça a leitura de forma não-convencional ele não imprime uma certa seqüência em sua leitura? Logo, poderia se falar em não-linearidade ou seria melhor pensar em multi-seqüencialidade? Uma coisa é tratar de ausência de qualquer seqüência, outra é supor diversos ordenamentos possíveis.</em></p>
<p><em>Finalmente, por detrás do sorteio aleatório das palavras também existe uma programação fechada. Um dos momentos de maior trabalho na produção deste hipertexto localizou-se nessa fase. Queríamos potencializar o caráter não-previsível dessa poesia. Para tanto, foi necessário a redação de várias linhas de código fechado que assegurassem o sorteio dentro dos limites planejados.</em></p>
<p><em>Mesmo que as palavras pareçam estarem impressas sobre os pequenos papéis rasgados, tratam-se na verdade de elementos diferentes. Queríamos que em cada sorteio uma palavra não aparecesse sobre o mesmo papel. Assim, palavras e papéis são sorteados em separado e sobrepostos visualmente. Precisou-se também fazer uso do recurso de "listas" para se evitar que um mesmo papel ou palavra aparecessem duas vezes na interface (pois o sorteio informático comum não evita isso).</em></p>
<p><em>Portanto, mesmo por detrás de todo movimento do aleatório, existe uma programação em um sistema fechado, guiado por um planejamento prévio e determinístico que viabiliza certas ações e proíbe outras. Logo, com este hipertexto, pretendeu-se oferecer uma interface que pudesse servir para a discussão de questões como não-linearidade, imprevisibilidade, leitura e autoria, etc. </em></p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Entrevista com Alex Primo]]></title>
<link>http://herdeirodocaos.wordpress.com/2007/10/01/entrevista-com-alex-primo/</link>
<pubDate>Mon, 01 Oct 2007 05:58:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>herdeirodocaos</dc:creator>
<guid>http://herdeirodocaos.pt-br.wordpress.com/2007/10/01/entrevista-com-alex-primo/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp;
Entre um vídeo de Led Zepplin e Mr. Bean no You Tube, sabe-se lá como encontrei uma entrevi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="western" style="margin-bottom:0;">&#160;</p>
<p>Entre um vídeo de<a href="http://www.youtube.com/results?search_query=Led+Zeppelin+-+Stairway+to+Heaven+live&#38;search=Search"> Led Zepplin</a> e <a href="http://www.youtube.com/results?search_query=mr+bean&#38;search=Search">Mr. Bean</a> no You Tube, sabe-se lá como encontrei uma entrevista  com <a href="http://alexprimo.com/">Alex Primo </a>comentando o seu livro mais recente, "<a href="http://www6.ufrgs.br/limc/livroimc/index.htm">Interação Mediada por Computador".</a></p>
<p>A entrevista fora realizada por Juremir Machado da Silva, no programa Livro Aberto e esta dividida em<a href="http://www.youtube.com/results?search_query=alex+primo&#38;search=Search"> três vídeos.</a> Seguem abaixo com uma pequena descrição do que será encontrado em cada um deles.</p>
<p>Confira:</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><strong>Parte I</strong></p>
<p>Primo explica o objetivo da sua obra: compreender o indivíduo e sua interação com as máquinas, bem como as influências da rede mundial de computadores sob as relações interpessoais. O foco do livro é analisar o inter (o que estar entre) as interações mediada digitalmente.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/N382tTbebLQ'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/N382tTbebLQ&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><strong>Parte II </strong></p>
<p>É abordado a reconfiguração da cognição após a sociedade em rede. Primo faz uma abordagem sistêmico-racional, onde a alteração de uma PARTE transforma o TODO. Desse modo, a partir do momento em que a tecnologia digital integra a vida humana, novas relações são constituídas.</p>
<p>Há reflexões sobre o tempo (o tempo continua o mesmo, porém o que mudou foi a nossa percepção sobre ele) e crítica à “inteligência coletiva” de Lévy. “Nós não estamos pensando juntos, não há um consenso e os consensos são perigosos porque geram um pensamento comum”, argumenta.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/C3YBwrSJE6Y'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/C3YBwrSJE6Y&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><strong>Parte III </strong></p>
<p class="western">Os questionamentos passam pela “inclusão digital” e defesa da web 2.0 como sinônimo de cooperação e a <a href="http://pt.wikipedia.org/">Wikipedia</a> como o ícone deste estágio. Para Primo, devido a velocidade dos <em>upgrades</em> será difícil ocorrer uma grande revolução no que tange a internet. “ As revoluções serão contínuas”, sustenta.</p>
<p class="western"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/7AEQjRYMQ90'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/7AEQjRYMQ90&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">&#160;</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Entrevista sobre o livro "Interação Mediada por Computador"]]></title>
<link>http://alexprimo.com/2007/08/30/entrevista-sobre-o-livro-interacao-mediada-por-computador/</link>
<pubDate>Fri, 31 Aug 2007 00:01:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>alexprimo</dc:creator>
<guid>http://alexprimo.com/2007/08/30/entrevista-sobre-o-livro-interacao-mediada-por-computador/</guid>
<description><![CDATA[O programa Livro Aberto, produzido pela PUCRS, está veiculando nesta semana uma entrevista sobre me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=4444&#38;tipo=2&#38;isbn=8520504655" title="Compre o livro na Livraria Cultura"><img src="http://tbn0.google.com/images?q=tbn:D5hpuwLBHa96TM:http://www6.ufrgs.br/limc/livroimc/capa%2520imc.jpg" alt="Livro " align="left" border="2" height="103" hspace="10" vspace="10" width="92" /></a>O programa <em>Livro Aberto</em>, produzido pela PUCRS, está veiculando nesta semana uma entrevista sobre meu livro <a href="http://www6.ufrgs.br/limc/livroimc" title="Site do livro"><em>Interação Mediada por Computador: comunicação, cibercultura, cognição</em></a>, recém lançado pela Editora Sulina.</p>
<p>Meu colega Juremir Machado da Silva, como sempre, fez perguntas excelentes sobre a vida online.</p>
<p>Veja abaixo a primeira parte da entrevista.</p>
<p align="center"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/N382tTbebLQ'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/N382tTbebLQ&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p align="left">Você pode ver as partes <a href="http://br.youtube.com/watch?v=C3YBwrSJE6Y" title="Parte 2 da entrevista">dois</a> e <a href="http://br.youtube.com/watch?v=7AEQjRYMQ90" title="Parte 3 da entrevista">três</a> diretamente no site do YouTube.</p>
]]></content:encoded>
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