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	<title>instituto-rio-branco &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "instituto-rio-branco"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 22:20:18 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Exercício Congresso de Viena]]></title>
<link>http://institutoriobranco.wordpress.com/?p=28</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 18:25:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Danilo Bueno</dc:creator>
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<description><![CDATA[Proponho aqui um exercício referente aos capítulos do livro de “Relações Internacionais: Teori]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Proponho aqui um exercício referente aos capítulos do livro de “Relações Internacionais: Teoria e História”, de Demétrio Magnoli, que tratam do contexto político europeu depois dos tratados de Westfália até o advento da Primeira Guerra Mundial.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Dê um panorama de como funcionou o equilíbrio entre os Estados europeus a partir dos tratados de Westfália até o advento da Primeira Guerra Mundial, explicando quando e porque o equilíbrio esteve ameaçado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">14h47</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Os tratados de Westfália consolidaram o sistemas de Estados europeu, garantindo às monarquias nacionais uma certa estabilidade por meio de um sistema de equilíbrio entre os Estados. Os diversos conflitos não conseguiram desfazer a ordem instituída no continente. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">A Revolução Francesa em 1789 e o início das guerras napoleônicas quebram de vez o sistema de Westfália colocando em risco a ascendente influência britânica sobre a Europa e sobre o mundo. A oposição entre a Europa continental quase inteiramente dominada por Napoleão e a Grã Bretanha, dona de um poderio naval gigantesco chegou no seu auge com o Bloqueio Marítimo imposto por Napoleão aos navios com bandeira inglesa em toda a Europa. Ao mesmo tempo a Grã-Bretanha atacava as colônias francesas espalhadas pelo mundo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">A derrota de Napoleão pela liga de nações comandada pela Inglaterra deu início ao Congresso de Viena que redefiniu as fronteiras européias devolvendo o poder aos monarcas. A prioridade da Grã-Bretanha no congresso era retomar o equilíbrio europeu de forma a garantir a estabilidade necessária para seu expansionismo colonial. Enquanto os diversos estados continentais estivessem se neutralizando uns aos outros a segurança da Grã-Bretanha estaria assegurada. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Formou-se assim uma Europa dividida entre seis grandes potências continentais: a Rússia, a Prússia em conflito com o império Austro-Húngaro, a França e a Grã-Bretanha. A política do Congresso de Viena tinha vistas também a manter a desintegração dos estados germânicos. Desta forma as províncias do norte foram anexadas à Prússia, as do sul foram anexadas ao território austríaco e foram mantidas outras províncias germânicas a oeste.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><img class="alignright" src="http://cache.eb.com/eb/image?id=81674&#38;rendTypeId=4" alt="Otto Von Bismarck" width="219" height="270" />Esta política garantiu estabilidade na Europa até a ascensão de Oto Von Bismarck que empreendeu um processo para a unificação das províncias germânicas. Depois de retomar as províncias germânicas na guerra contra o império Austro-Húngaro, começaram em 1870 as hostilidades contra a França. A vitória contra a França, festejada no palácio de Versalhes foi o marco para a unificação alemã, com a coroação do imperador Guilherme I.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">A humilhação sofrida pela França com esta derrota, acompanhada da perda da Alsacia e Lorena e das compensações de guerra imposta pelos vencedores foram as sementes da 1ª Guerra Mundial que colocaria novamente estas potências em choque. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">15h20, 360 palavras</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aprovados na 3a fase]]></title>
<link>http://institutoriobranco.wordpress.com/?p=22</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 03:36:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Danilo Bueno</dc:creator>
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<description><![CDATA[Saiu ontem o nome e a nota provisória dos candidatos que fizeram 3a fase do Concurso Público de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu ontem o nome e a nota provisória dos candidatos que fizeram 3a fase do Concurso Público de Admissão à Carreira de Diplomata. Parabéns a todos os aprovados para a 4a fase! Vocês já estã quase lá! Agora é mandar bala nos estudos para a 4a fase, no dia 8 de junho. E quem for apresentar recurso pra tentar dar uma melhoradinha na nota pode correr!</p>
<p>Pelamordedeus, fiquem atentos aos horários de fechamento dos portões!</p>
<p><a href="http://www.cespe.unb.br/concursos/diplomacia2008/arquivos/EDITAL_IRBR_CACD_2008_RES_FIN_TERCEIRA_FASE___REVISADO.PDF" target="_blank">Resultado da 3a fase do Concurso Público de Admissão à Carreira de Diplomata</a></p>
<p>Sucesso!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Filósofos e a formação do conceito de Estado]]></title>
<link>http://institutoriobranco.wordpress.com/?p=20</link>
<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 07:08:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Danilo Bueno</dc:creator>
<guid>http://institutoriobranco.wordpress.com/?p=20</guid>
<description><![CDATA[
Proponho aqui um exercício sobre História das Relações Internacionais, baseado nos textos inici]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">Proponho aqui um exercício sobre História das Relações Internacionais, baseado nos textos iniciais do livro “Relações Internacionais – teoria e história” do geógrafo e pesquisador do NADD-USP, Demétrio Magnoli.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p><font face="Times New Roman" size="3"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">Descreva brevemente a evolução do conceito de Estado a partir dos principais filósofos que trabalharam na sua formulação. Contextualize o momento histórico das diversas etapas deste processo revelando como o ideal de “liberdade” se inseria nas diversas formulações teóricas sobre o caráter ideal Estado.</p>
<p></font></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">3h31</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">O conceito de Estado sofreu diversas modificações ao longo da história, podendo-se dizer que foi evoluindo paralelamente às corrente econômicas e filosóficas a partir do século XVI. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Os estudiosos de Relações Internacionais consideram os Tratados de Westfália, em 1648 como o marco que configurou o atual sistema de estados europeu. Naquela ocasião, a dinastia dos Habsburgo buscava consolidar uma “Monarquia Católica” para toda a Europa, obrigando a França católica, principal força na Europa da época a formar aliança com outros estados protestantes para resistir aos Habsburgo, colocando os interesses do “Estado” a frente dos interesses religiosos. No entanto, para o estudo da evolução do Estado, convém voltar um pouco mais na história e analisar a formação das primeiras monarquias absolutas na Europa. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Com o renascimento das cidades os príncipes começavam a centralizar o poder antes dissipado entres inúmeros nobres, de acordo com o sistema Feudal. Neste contexto, Nicolau Maquiavel, em seu livro “O Príncipe” justificava a importância do uso da força pelo soberano para unificar o seu reino, pondo fim ao caos que, segundo ele, é inerente ao sistema desprovido de regulação. Ele introduz o conceito de “contrato social”, segundo o qual o cidadão renega à sua liberdade, entregando-a para o soberano com o fim de formar uma sociedade mais organizada.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Seguindo a linha de Maquiavel, Thomas Robbes, com seu livro “O Leviatã” justifica ainda o poder absoluto do soberano como quase “divino”. Ele justifica ainda a centralização do poder e o uso da força pelo príncipe evitar a “guerra de todos contra todos”, que seria inevitável considerando-se a natureza egoísta do ser humano.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Com a decadência do absolutismo começaram a aparecer teorias que propunham uma nova visão da idéia de “Estado” como um poder centralizado. John Locke acreditava que a natureza do ser humano não era ruim e egoísta, apesar de ter este potencial. Para ele, um Estado não significava a renuncia à liberdade, pelo contrário, sua principal função seria garantir esta liberdade concedendo ao cidadão o direito de participar da formulação das leis que ele próprio deveria seguir. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Foi seguindo esta linha de pensamento que Montesquieu propôs a divisão do poder em Executivo, Legislativo e Judiciário. Ele formulou sua teoria no contexto da reforma da monarquia e do parlamento inglês no século XVIII no qual o rei perdera grande parte do seu poder, transformando-se em executor das leis que seriam criadas pelo parlamento. O filósofo Jean Jacques Rousseau defendia a natureza generosa do ser humano, apoiado na idéia do “bom selvagem”. Apesar de seguir as tendências do seu tempo, sendo um liberal, Rousseau foi de certa forma um precursor das teorias utópicas socialistas, afirmando que seria o Estado o verdadeiro corruptor do homem, que em seu estado puro não saberia o que era o bem, tampouco o que seria o mal.<span>  </span>4h01 460 palavras</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Exercício de Direito Internacional - ONU]]></title>
<link>http://institutoriobranco.wordpress.com/?p=19</link>
<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 02:34:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Danilo Bueno</dc:creator>
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<description><![CDATA[Proponho aqui um exercício relacionado à minha última leitura sobre Direito Internacional, o Trat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Proponho aqui um exercício relacionado à minha última leitura sobre Direito Internacional, o Tratado de Direito dos Mares e a carta da ONU que estabeleceu as diretrizes de funcionamento do órgão.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span><span style="font-size:small;">1)</span><span style="font:7pt &#34;">      </span></span><span style="font-size:small;">Explique sucintamente o funcionamento da Organização das Nações Unidas do ponto de vista das leis que regem a entidade e da sua formação administrativa, contextualizando com a história de sua criação.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">17h34 </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">As Organização das Nações Unidas foi criada no contexto da Segunda Guerra Mundial pelo grupo que combatia o Japão, a Alemanha e a Itália, com o objetivo de garantir a paz mundial, estabelecer regras gerais que garantisse as liberdades individuais dentro dos Estados, buscar a cooperação interestatal para a resolução de problemas como a fome, as epidemias e a pobreza, criar mecanismos jurídicos para resolver conflitos internacionais e promover a desmilitarização global.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Para dar cabo destas missões a ONU criou diversas instâncias dentro da própria instituição, são elas: Assembléia Geral, Conselho de Segurança, Conselho de Tutela, Conselho Econômico e Social, Secretariado e Corte Internacional de Justiça.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">O Conselho de Segurança é, de certa forma, a instância mais importante da ONU. É formado por quinze membros, dez eleitos para mandatos de 3 anos pela Assembléia Geral e cinco com assento permanente e com o direito de veto. São eles: República Popular da China, Reino da Grã Bretanha, Estados Unidos da América, França e Rússia. É o Conselho de Segurança que recebe as manifestações de qualquer membro das Nações Unidas no que diz respeito aos conflitos externos destes países. Ele tem a competência de intervir militarmente em nome das Nações Unidas quando algum Estado ou força paralela agir contra as indicações da Carta da ONU, pode também consultar a Corte Internacional de Justiça quando o conflito apresentar questões jurídicas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">A Assembléia Geral congrega todos os Estados membros da ONU. Ela regula a atuação das diversas entidades especializadas, como Unesco, Unicef, OMC e Banco Mundial.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">A Corte Internacional de Justiça é responsável por julgar os Estados ou representantes destes que agiram em desacordo com a carta da ONU, desrespeitando os direitos humanos, cerceando as liberdades individuais ou atacando indevidamente outros Estados.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">O Conselho Econômico e Social realiza estudos, promove conferências mundiais e propõe projetos para desenvolver a integração entre os países no que diz respeito à cultura, economia, educação e direitos humanos. É formada por 54 membros eleitos pela Assembléia Geral das Nações Unidas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">O Secretariado forma a parte administrativa da organização. O Secretário Geral é indicado pelo Conselho de Segurança e eleito pela Assembléia Geral. Ele tem a competência de chamar a atenção do Conselho de Segurança sobre qualquer situação que coloque em risco a paz mundial. Também é responsável<span>  </span>por produzir relatórios sobre as atividades do Conselho e apresentar para a Assembléia Geral, para a apreciação de todos os membros das Nações Unidas. 18h05 403 palavras</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Buemba! Buemba! Buemba!]]></title>
<link>http://institutoriobranco.wordpress.com/?p=16</link>
<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 04:41:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Danilo Bueno</dc:creator>
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<description><![CDATA[Invoco este grande ícone da conversa-fiada brasileira, José Simão, para expressar o meu espanto ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" style="float:right;" src="http://www.podflash.com.br/data/images/amaury/jose_simao_capa.jpg" alt="José Simão! Buemba! Buemba!" />Invoco este grande ícone da conversa-fiada brasileira, José Simão, para expressar o meu espanto com a nota que eu alcancei na prova que compreende Direito, Economia e Inglês na primeira fase do Rio Banco.</p>
<p>Eu tinha postado aqui outro dia que na prova de português tinha feito 42%. Pois bem, desta vez eu fiz apertados 39,8333, com dízima periódica e tudo!!! Tudo bem que estes resultados não dizem muita coisa nem positiva nem negativa, mas achei interessante eu ter conseguido um resultado tão próximo em duas provas com matérias tão diferentes. Eu esperava ir muito pior na segunda prova que tem direito e economia, materias com as quais eu não estou familiarizado. Podemos tirar talvez só uma conclusão disso tudo: é difícil ser desclassificado logo de cara se você deu pelo menos uma estudadinha...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dicas de um veterano]]></title>
<link>http://institutoriobranco.wordpress.com/?p=14</link>
<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 06:56:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Danilo Bueno</dc:creator>
<guid>http://institutoriobranco.wordpress.com/?p=14</guid>
<description><![CDATA[http://diplomatizzando.blogspot.com/2007/02/698-concurso-do-rio-branco-algumas.html
Aí vai, pessoin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diplomatizzando.blogspot.com/2007/02/698-concurso-do-rio-branco-algumas.html">http://diplomatizzando.blogspot.com/2007/02/698-concurso-do-rio-branco-algumas.html</a></p>
<p>Aí vai, pessoinhas do meu coração, dicas de um velho lobo do mar das diplomacias que se preocupa com os sujeitos que estão ainda na linha de partida. Ele dá algumas dicas estratégicas em relação a forma de responder às questões.</p>
<p>Ele ressalta a importância de se estudar, além do conteúdo, a prova em si.</p>
<p>Eu, enquanto estudava para as provas da Fuvest desenvolvi um sistema de exclusão das opções esdrúxulas que existem nas provas, consegui com um pouco de prática excluir essas opções muito rapidamente. A prova de primeira fase do Rio Branco não é diferente das provas de vestibulares comuns. É possível perceber a malícia do examinador quando ele te apresenta uma questão.</p>
<p>Algo que eu reparei, por exemplo, é que as questões são críticas. Sim, elas criticam coisas, por isso seja pessimista. Se você ver uma questão que exalta um pouco exageradamente qualquer atitude política dos Estados Unidos, desconfie... uma evolução pra melhor em relação ao meio ambiente, desconfie... uma atitude socialmente positiva da elite rural durante o segundo reinado, desconfie... qualquer coisa boa em relação à questão do conflito na Palestina, desconfie...</p>
<p>Outra coisa interessante que nosso amigo Paulo Roberto Almeida ressaltou foi o processo de você pular sempre aquelas questões que estão dando muito trabalho, ao invés de chutar logo de cara. A idéia é a de<img class="alignright" style="float:right;" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img3/239063.jpg" alt="" width="180" height="180" /> você nunca, mas nunca mesmo fazer relaxada uma questão fácil (que provavelmente iria acertar) por gastar tempo demais em uma questão difícil (que você provavelmente iria errar). Deixe as difíceis por último, para aquele improdutivo finalzinho de prova.</p>
<p>Terminando o post de hoje, só queria dizer que no post relatado no link logo acima Paulo Roberto Almeida sugeriu o livro de Demetrio Magnoli: "Relações internacionais: teoria e pratica" e "Os primeiros anos do século XXI: o Brasil e as relações internacionais contemporâneas" do próprio Paulo Roberto. Este primeiro livro eu já encomendei e ele será discutido neste blog em breve.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Teste de Primeira Fase]]></title>
<link>http://institutoriobranco.wordpress.com/?p=13</link>
<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 17:24:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Danilo Bueno</dc:creator>
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<description><![CDATA[Como diria o Worms, do joguinho de computador honônimo: Graças a Deus!!!
Por que estou expressando]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://img.qj.net/uploads/articles_module/72291/worms_qjpreviewth.jpeg" alt="Graças a Deus!" width="178" height="249" />Como diria o Worms, do joguinho de computador honônimo: Graças a Deus!!!</p>
<p>Por que estou expressando todo este cristianismo?</p>
<p>Ontem eu peguei para fazer a prova da primeira fase do Instituto Rio Branco. Eu comeceifazendo a prova de testes que tinha português, história e geografia, e me dei bem, em termos... Consegui acertar 42,5% da prova, o que significa que eu pelo menos entraria na classificação geral, não seria humilhantemente desclassificado pois, para entrar na classificação você precisa fazer pelo menos 40% da prova. Ainda falta fazer a prova "nabo" que contém as questões com que eu não estou familiarizado como inglês, direito e economia... assim que terminar de fazer eu publico aqui!</p>
<p>Bom, fazendo a prova ontem eu comecei a entender como eu devo estudar. A minha próxima prioridade é estudar "História das relações Internacionais" pois tenho até um conhecimento razoável de história geral, mas eles cobram muito esta específica. Eu percebi também que é muito cobrado em português interpretação de texto, gramática e figuras de linguagem. A parte ruim é que eu não entendo porcaria nenhuma de gramática. A parte boa é que isso é possível de ser estudado, ao contrário de interpretação  de texto, que eu não tenho a menor idéia de como estudar... Na geografia eu percebi a necessidade da leitura diária de jornais, as questões compreendem temas bem mais corriqueiros como a questão de Israel, do comércio entre do Brasil com a UE, Índia e EUA, etc...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Exercício Vidas Secas]]></title>
<link>http://institutoriobranco.wordpress.com/?p=4</link>
<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 19:03:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Danilo Bueno</dc:creator>
<guid>http://institutoriobranco.wordpress.com/?p=4</guid>
<description><![CDATA[Eu proponho aqui um exercício sobre a leitura do romance/novela Vida Secas, de Graciliano Ramos, co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Eu proponho aqui um exercício sobre a leitura do romance/novela Vida Secas, de Graciliano Ramos, com um tempo limitado e sem a possibilidade de fazer grandes correções no texto que já foi escrito, assim como ocorreria em uma prova normal escrita.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Faça uma análise do romance Vida Secas, contextualizando este livro com a vida e a obra de Graciliano Ramos.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">15:14 - Início</p>
<p class="MsoNormal">-Filosofia niilista/naturalista – um destino inevitável, um homem bicho, levado pelos seus instintos</p>
<p class="MsoNormal">-visão intimista do personagem – análise psicológica, tempo psicológico</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">A vida e a obra de Graciliano Ramos se cruzam no seu livro Infância. É este que explica de forma mais clara possível as inspirações da infância, os traumas e os questionamentos que formaram o autor e por conseqüência a obra. Ela revela os pontos de convergência que formaram um autor preocupado em explorar o interior dos seus personagens, mas sempre sob uma perspectiva cética com relação às forças que fazem com que o homem siga seu destino.</p>
<p class="MsoNormal">Considerado a sua obra prima, o romance Angústia é escrito sob uma história bastante comum: um homem pequeno burguês conhece uma moça, se apaixona e marca seu casamento com ela, em seguida aparece um outro personagem que tem uma relação amorosa com sua noiva, o protagonista decidindo então matá-lo. Sob este tema clássico, muito comum na literatura mundial, Graciliano escreve um romance surpreendende, forte e revelador usando como matéria prima a densidade psicológica deste processo. O protagonista sofre um processo que o faz cometer um crime. Desde o momento em que reconhece em um cano uma arma perigosíssima, até a hora em que enforca seu rival com as cordas que havia ganhado de presente, Graciliano vai construindo um drama focado na decadência e no destino trágico inerente à existência humana.</p>
<p class="MsoNormal">Este destino também se revela no romance São Bernardo. Através deste Graciliano prova que este destino trágico, essa inutilidade da vida nada tem a ver com um situação econômica boa ou ruim. O protagonista deste consegue durante o romance se estabelecer bem economicamente e tem uma vida que pode ser caracterizada de “ascendente”, ao contrário do protagonista de Angústia, que tem uma existência marcada pela decadência. No entanto nenhum destes está livre da decadência instrínseca ao homem.</p>
<p class="MsoNormal">No romance Vidas Secas Graciliano continua sua exploração do intelecto e da psique humana. Para tal ele cria, ou se apropria de um cenário, de um meio físico que influencia de forma devastadora a alma, o corpo e a psique de quem com ele se relaciona: o sertão nordestino. Ele escolhe personagens que estão ainda mais conectados com este cenário, que estão sujeitos a todos os desmandos e vaidades da natureza. Os personagens entram na história fugindo da seca e saem dela também fugindo das dificuldades da falta de água no sertão nordestino.</p>
<p class="MsoNormal">Graciliano escolhe o narrador em terceira pessoa, o narrador que tem acesso a todos os pensamentos e sensações dos membros da família, incluindo a cachorrinha Baleia, para revelar como o isolamento social impõe ao intelecto humano uma simplicidade absurda de pensamento e relacionamento social. O curtíssimo vocabulário a que tem acesso os membros da família prejudica o relacionamento entre eles, a comunicação é feita basicamente através de sons gruturais, gestos e outros mecanismos que acabam por aproximar os homens dos bichos com que também se relacionam bem. É também por causa dessa deficiência, dessa dificuldade com a expressão que Graciliano escolhe o narrador em terceira pessoa. 15:52</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">485 palavras</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oportunidades no serviço público ]]></title>
<link>http://psicopauta.wordpress.com/2008/01/21/oportunidades-no-servico-publico/</link>
<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 01:01:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>psicopauta</dc:creator>
<guid>http://psicopauta.wordpress.com/2008/01/21/oportunidades-no-servico-publico/</guid>
<description><![CDATA[O Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da UnB(Cespe/UnB) está com inscrições abertas pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span class="titulo2"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"></span></span><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"><span class="texto">O Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da UnB(<a href="http://www.cespe.unb.br/concursos" target="_blank"><b>Cespe/UnB</b></a>) está com inscrições abertas para vários <b>concursos</b>: Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (<b>TJDFT</b>), Instituto Nacional do Seguro Social (<b>INSS</b>), <b>Instituto Rio Branco</b>, <b>Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo</b> e <b>Prefeitura Municipal de Vila Velha</b> (ES). O tribunal oferece 89 vagas para Analista Judiciário e Técnico Judiciário, com remunerações que variam entre R$ 3.232,52 e R$ 5.484,08. As inscrições variam entre R$ 60,00 e R$ 80,00. O concurso do INSS oferece 2 mil vagas. Há 1,4 mil vagas para Técnico do Seguro Social e 600 vagas para Analista do Seguro Social. As remunerações são de R$ 1.989,87 e R$ 2.243,78, respectivamente. As inscrições custam entre R$ 47,00 e R$ 56,00. Para os interessados em fazer carreira diplomática, as inscrições vão até o dia14 de fevereiro para o processo seletivo do Instituto Rio Branco. A taxa é de R$ 120,00 e a remuneração inicial é de R$ 7.751,97. </span></span><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"><b><span style="font-family:Verdana;">Informações pelo telefone 3448 0100.</span></b></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Lista de Concursos em 2008]]></title>
<link>http://britescade.wordpress.com/2008/01/18/lista-de-concursos-em-2008/</link>
<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 10:24:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thiago Alexandre</dc:creator>
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]]></description>
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<title><![CDATA[Instituto Rio Branco abre concurso para carreira diplomática]]></title>
<link>http://psicopauta.wordpress.com/2008/01/07/instituto-rio-branco-abre-concurso-para-carreira-diplomatica/</link>
<pubDate>Mon, 07 Jan 2008 18:41:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>psicopauta</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quem gosta de relações internacionais, geopolítica, economia internacional e viagens para o exter]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Quem gosta de relações internacionais, geopolítica, economia internacional e viagens para o exterior pode tentar fazer carreira diplomática no <a target="_blank" href="http://www.irbr.mre.gov.br/">Instituto Rio Branco </a>(IRBr). As inscrições para a próxima seleção estarão abertas de 14 de janeiro a 14 de fevereiro. São 115 vagas (seis delas para portadores de deficiência) e o salário inicial é motivador: R$ 7.751,97. A taxa de inscrição, de R$ 120, reflete o caráter elitista dessa seleção, dividida em quatro etapas, todas com prova escrita. A primeira delas será no dia 09 de março, com prova objetiva contendo questões de português, história do Brasil e mundial, geografia, política internacional, inglês, noções de direito, direito internacional público e economia. Na segunda fase a prova será de língua portuguesa e na terceira, de História do Brasil, Geografia, Política Internacional, Inglês, Noções de Direito, Direito Internacional Público e Economia. A quarta e última fase, apenas classificatória, será uma prova escrita de idioma estrangeiro, que pode ser de alemão, árabe, chinês (mandarim), espanhol, francês, japonês ou russo, conforme a opção do candidato.</span><span style="font-family:Verdana;"></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Haverá provas nos seguintes estados: Pará, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Ceará, Goiás, Amazonas, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Rio de Janeiro, Bahia. Maranhão, São Paulo, Espírito Santo e aqui no Distrito Federal.</span><span style="font-family:Verdana;"></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">As provas serão aplicadas pelo Cespe/UnB. Veja o edital completo <a target="_blank" href="http://www.cespe.unb.br/concursos/IRBR%5F%2D%5FDIPLOMACIA%5F2008/"><b>AQUI</b></a>.</span><span style="font-family:Verdana;"></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Verdana;"></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Os diplomatas, o Estado e a sociedade]]></title>
<link>http://pautaslivres.wordpress.com/2007/11/28/os-diplomatas-o-estado-e-a-sociedade/</link>
<pubDate>Wed, 28 Nov 2007 14:59:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>gustavodepaula</dc:creator>
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<description><![CDATA[Iniciamos, agora, o resumo de uma nova obra, o Manual de Política Internacional para o concurso de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><img src="http://pautaslivres.wordpress.com/files/2007/11/fotodemetrio1_edited.thumbnail.jpg" alt="fotodemetrio1_edited.jpg" /><span style="font-size:10pt;font-family:'Book Antiqua';">Iniciamos, agora, o resumo de uma nova obra, o Manual de Política Internacional para o concurso de admissão à carreira diplomática, publicado pela Fundação Alexandre de Gusmão e escrito pelo sociólogo Demétrio Magnoli. O texto abaixo resume as três primeiras páginas (11 a 13). A primeira unidade leva o título de <em>O sistema internacional de Estados: história e conceitos</em>. O primeiro capítulo é: <em>Os diplomatas, o Estado e a sociedade</em>. Leia baixo:</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:'Book Antiqua';"></span><span style="font-size:10pt;font-family:'Book Antiqua';"><font color="#808000">A origem da diplomacia está na Grécia Antiga. Já naquele tempo, o diplomata personificava a existência de uma entidade política e, portanto, a distinção entre o público e o privado. Foi a diplomacia renascentista italiana, porém, que lançou as bases da moderna atividade diplomática. O Renascimento ficou marcado pela consolidação de embaixadores permanentes; pelo estabelecimento do conceito de extraterritorialidade das missões estrangeiras; pela consolidação das chancelarias estáveis; e pela formulação das garantias de imunidades diplomáticas e dos privilégios de trânsito e acesso a informações. O moderno sistema de Estados, que emergiu na Europa setecentista, foi o ambiente no qual se definiu a missão do diplomata: a defesa do interesse nacional na arena internacional.</font></span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:'Book Antiqua';"></span><span style="font-size:10pt;font-family:'Book Antiqua';"><font color="#808000">Se o diplomata representa os interesses de um Estado particular, a diplomacia simboliza a consciência geral de que há uma sociedade internacional. Além dessa função simbólica, Hedley Bull, autor de “A sociedade anárquica”, identifica quatro funções da diplomacia no interior do sistema internacional: 1. Facilitar a comunicação entre os líderes políticos dos Estados; 2. Negociar acordos entre os Estados. Esse papel de mediação e persuasão se baseia no interesse nacional, mas exige a identificação dos interesses compartilhados pelas unidades políticas; 3. Reunir informações relevantes sobre as demais unidades políticas. Essa atividade de inteligência, aceita e reconhecida como legítima no sistema internacional, se realiza num duplo sentido: ao mesmo tempo em obtém acesso a informações vitais sobre os Estados estrangeiros, o diplomata busca preservar na obscuridade as informações percebidas como vitais por seu próprio Estado; 4. Minimizar as fricções no relacionamento entre Estados. Tal função está associada à utilização das convenções diplomáticas, que são instrumentos para o estabelecimento de uma linguagem comum, que enfatiza regras, princípios e direitos, reduzindo os campos do exercício do orgulho e da vaidade nacionais.</font></span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:'Book Antiqua';"></span><font color="#808000"><span style="font-size:10pt;font-family:'Book Antiqua';">A segunda das funções identificada por Bull merece atenção especial, pois dela emerge a distinção entre a política externa em tempos normais e a política externa revolucionária. No moderno sistema internacional, esta última é encarada como patologia, e os períodos nos quais prevalece, como transições turbulentas que provocam a suspensão ou o congelamento dos padrões reconhecidos de relacionamento entre os Estados. Em tempos normais, a política externa baseia-se no reconhecimento da legitimidade dos interesses nacionais estrangeiros. Mas a política externa revolucionária nada reconhece, a não ser o conjunto de princípios em torno dos quais o mundo deve ser transformado. Esse foi o caso da política de Napoleão, voltada para a transformação revolucionária da Europa, cuja meta não se restringia a derrotar os Estados inimigos, mas reinventá-los, suprimindo em todas as partes as dinastias e instituições do Antigo Regime. Em circunstâncias diferentes, a União Soviética de Lênin e Trotsky, entre 1918 e 1921, e a Alemanha de Hitler se engajaram na “reinvenção do mundo”, rompendo as regras reconhecidas da política externa.</span><span style="font-size:10pt;font-family:'Book Antiqua';"> </span></font></p>
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:'Book Antiqua';"></span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal">&#160;</p>
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;"><font color="#808000"><font color="#000000">O interesse nacional</font> </font></span></strong></p>
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;"></span></strong><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;font-family:'Book Antiqua';"><font color="#808000">Na formulação clássica de Aron, em seu “Paz e Guerra entre as Nações”, os objetivos dos Estados definem-se por uma série tríplice de conceitos: a segurança, a potência e a glória. O primeiro referencia-se na defesa e na expansão do território; o segundo na submissão dos homens; e o terceiro no triunfo das idéias e das causas. Mas, o valor relativo e o significado de cada um desses objetivos estão sujeitos às circunstâncias históricas. Cada coletividade política, no seu tempo e em função da sua cultura, confere concretude a tais conceitos, formulando a seu modo o interesse nacional. A política externa é a arte da tradução do interesse nacional nas linguagens da estratégia e da tática. A diplomacia é um dos instrumentos da política externa; o outro é a guerra.</font></span></p>
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