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	<title>inflacao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/inflacao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "inflacao"</description>
	<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 21:01:29 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Churrasco está 180% mais caro - Quem não abre mão do petisco nos finais de semana está optando pelas carnes mais baratas]]></title>
<link>http://roteirodecompras.wordpress.com/?p=121</link>
<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 13:34:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>ROTEIRO</dc:creator>
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<description><![CDATA[


 



A opção é pesquisar o preço da carne, para não ficar sem o tradicional churrasco




19]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="165" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><a href="popup_imagem('fotos/foto036735.jpg','200','150','Churrasco est%C3%A1 180% mais caro','Churrasco est%C3%A1 180% mais caro','30','30')"> <img src="http://www.jornaloprogresso.com.br/fotos/foto036735_peq.jpg" border="0" alt="Clique para ampliar!" /></a></td>
<td width="15"></td>
</tr>
<tr>
<td class="legenda-capa">A opção é pesquisar o preço da carne, para não ficar sem o tradicional churrasco</td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span class="data-noticias">19.Jul.2008 &#124;</span> Dourados - Depois de afetar os itens básicos, como o arroz e o feijão, a inflação vem atingindo um importante prato brasileiro: o churrasco. Nos últimos dez anos o preço da iguaria subiu 180%, segundo o professor PHD Marcos Crivelaro, consultor financeiro da Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP), que fez um trabalho direcionado ao tema. Ele aponta que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de junho de 1998 a junho de 2008, subiu 90,97%.<!--more--><br />
O consultor explica que detalhou o percentual de cada item que compõe o churrasco e percebeu que todos os alimentos tiveram aumento superior à inflação. A costela de boi aumentou 207,13%; a carne bovina de primeira, 169,08%; frango, 135,57%; alface crespa, 123,61%; cebola, 123,61%; e pimentão, 101,61. Segundo ele, apenas a inflação dos ingredientes da salada de maionese ficou abaixo do IPCA. A batata, 81,81%; cenoura, 73,21%; tomate, 64,98%; cheiro verde e temperos, 54,99%.<br />
Em Dourados muitas famílias tiveram que adotar hábitos diferentes, como por exemplo, parar de fazer churrasco todos os finais de semana ou optar por carnes mais baratas. "Quem tem poder aquisitivo mais alto não deixou de fazer seu churrasquinho todos finais de semana. Quem não tem, faz apenas uma vez por mês para reunir a família", ressalta o gerente de um supermercado localizado na periferia da cidade.<br />
Ele diz que depois do aumento do preço da carne bovina, houve uma retração significativa nas vendas. Muitas pessoas passaram a optar pelas carnes suínas ou de frango, que são mais baratas e que também são boas opções para churrasco.<br />
O encarregado de açougue de um supermercado na área central, Aldair Mandacari, diz que as vendas continuam altas, principalmente nos finais de semana. No entanto, muitas pessoas optam pelas carnes mais baratas, como miolo de acém, fraudinha e ponta de peito que estão sendo vendidas, em média, a R$ 9,99. Quem não abre mão de carnes de primeira para o churrasco, opta pela alcatra ou contra filé, que estão custando, em média, R$ 11,99. "Além de optar pelas carnes mais baratas ainda aproveitam as promoções de final de semana", ressalta.<br />
Para a aposentada Geni Floriano, 64, a saída para driblar o aumento nos preços é pesquisar. "Vou a vários supermercados mais de uma vez por semana e pesquiso bastante", diz.</p>
<p>PESQUISA É TUDO<br />
A receita seguida intuitivamente pela aposentada é a mesma recomendada por especialistas. "A principal dica para economizar na hora das compras é pesquisar muito. O consumidor deve ficar atento às promoções dos supermercados, principalmente nos finais de semana", ensina a diretora-executiva do Procon, Odila Lange. Segundo ela, outra opção é o consumidor tentar substituir alimentos que tenham o mesmo valor nutricional, como a carne bovina pela carne branca.<br />
Por conta da inflação, Odila acredita que a população deve mudar de hábitos, aproveitando a concorrência acirrada que existe entre os supermercados. "No caso da carnes em promoção, se puder comprar em grande quantidade e guardar num freezer, é uma boa opção ", ressalta. No caso de um churrasco, outra dica é oferecer de entrada aperitivos como por exemplo, pão feito à base de alho ou a lingüiça, pois são alimentos que ajudam a saciar a fome e, consequentemente, ajuda a reduzir o consumo de carne.</p>
<p>FONTE: Progresso.com.br</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[inflação]]></title>
<link>http://ocavirtual.wordpress.com/?p=183</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 19:59:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>ocavirtual</dc:creator>
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<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ocavirtual.files.wordpress.com/2008/07/em-alta_frank4.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-182" src="http://ocavirtual.wordpress.com/files/2008/07/em-alta_frank4.jpg?w=300" alt="" width="397" height="215" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inflação afasta consumidores dos supermercados ]]></title>
<link>http://kiminda.wordpress.com/?p=3297</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 16:00:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nilnews</dc:creator>
<guid>http://kiminda.wordpress.com/?p=3297</guid>
<description><![CDATA[A inflação dos alimentos está afastando os mais pobres dos supermercados. Segundo a Latin Panel, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.bemsimples.com/download/attachments/622698/dinheiro-como-economizar-supermercado-460x345-br.jpg" alt="" width="241" height="322" />A inflação dos alimentos está afastando os mais pobres dos supermercados. Segundo a Latin Panel, que faz pesquisas sobre os hábitos de consumo das famílias latino-americanas, cerca de 880 mil lares brasileiros — 2% do total — deixaram de consumir produtos básicos em conseqüência do aumento de preços.</p>
<p>O custo das cestas de alimentos, bebidas, higiene pessoal e limpeza  cresceu 9%, em média, nos primeiros quatro meses do ano em comparação com igual período de 2007. Famílias de classes A, B e C estão gastando entre 5% e 6% a mais, mas não foi registrada queda no consumo desta faixa da população.</p>
<p>A carne perdeu espaço para o peixe, o arroz deu lugar à massa e o feijão não aparece na mesa toda a semana em grande parte das famílias brasileiras. A carne vermelha foi um dos primeiros itens da cesta básica a ser reduzido. Entra desde filé a sardinha, e inclusive frango. O arroz continua diariamente na mesa, mas em menor quantidade.</p>
<p>O tradicional acompanhamento da refeição ganha reforço de legumes refogados ou, ainda, de macarrão. Igual arranjo foi feito com o feijão. Por estar com o preço mais elevado, o grão aparece a cada duas semanas. No intervalo, entra em cena a lentilha. Para a Abras - Associação Brasileira de Supermercados -, a substituição de alimentos será o comportamento padrão das famílias nos próximos meses.</p>
<p>E-Press</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A visão do FMI para a economia mundial - e o seu crédito]]></title>
<link>http://blogdocredito.wordpress.com/?p=91</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 15:04:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Blanco</dc:creator>
<guid>http://blogdocredito.wordpress.com/?p=91</guid>
<description><![CDATA[Olhem, o FMI acaba de divulgar que espera melhora na economia mundial, que cresceria 4,1% este ano. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Olhem, o FMI acaba de divulgar que espera melhora na economia mundial, que cresceria 4,1% este ano. Se acontecer, será fantástico e devo encerrar a minha carreira de blogueiro. (ver o link)</p>
<p>Com o festival de más notícias nos EUA, e a Europa crescendo a passos mais lentos do que o usual - com inflação e juros em alta -, o mundo só cresce 4% se China <em>et caterva</em> crescerem muito (!!) mais do que o nornal. E "normal" na China é 10%...</p>
<p>Bom, cada um que faça o seu juízo. Quanto ao crédito, aqui continuará caro - talvez mais caro ainda -, porque a inflação está atazanando a vida do Banco Central. Pode piorar muito se a crise que temo vier mesmo; pode ficar na mesma se o FMI estiver certo.</p>
<p>Abraços, FB</p>
<p><a href="http://economia.uol.com.br/ultnot/2008/07/17/ult1767u124425.jhtm">http://economia.uol.com.br/ultnot/2008/07/17/ult1767u124425.jhtm</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Será que só eu estou vendo crise?]]></title>
<link>http://blogdocredito.wordpress.com/?p=87</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 12:12:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Blanco</dc:creator>
<guid>http://blogdocredito.wordpress.com/?p=87</guid>
<description><![CDATA[A página A16 do Valor Econômico de 3af davam a entender que o Brasil vive num planeta à parte. S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A página A16 do Valor Econômico de 3af davam a entender que o Brasil vive num planeta à parte. São duas reportagens:</p>
<ol>
<li>A primeira discutindo o pleno emprego e o efeitValor Econômico de hoje (3af)o sobre a inflação.</li>
<li>A segunda entrevista o economista Regis Bonelli, que acredita que o investimento continuará crescendo, apesar da alta dos juros.</li>
</ol>
<p>Nota: não envio os links, pois este jornal tem senha e depois ninguém consegue ler a matéria.</p>
<p>As duas reportagens fariam todo sentido se não estivessemos vendo o atual cenário econômico mundial se deteriorar rapidamente! E aí o Brasil vai parar também. Sofreremosá menos que a maioria dos demais países, mas estamos longe da tão falada (até por mim!) 'blindagem'. Nossa blindagem chama-se China e ela encontrará sérios desafios pela frente, e os problemas chineses serão nossos também.</p>
<p>Em suma, acho que está na hora de levar mais a sério o cenário internacional e como este irá impactar nosso país. Tem um mundo de gente endividada, que vai sofrer muito quando a economia desacelerar (e o desemprego subir, as vendas cairem...).</p>
<p>A situação americana está tão complexa, com quebra de bancos, restrição ao crédito e uma inflação que os assusta (ver abaixo), que me parece impossível que não vá se alastrar por outras partes ainda sem crise do mundo.</p>
<p><a href="http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200807162257_BBB_77214865&#38;idtel">http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200807162257_BBB_77214865&#38;idtel</a>=</p>
<p>Acho que já passou da hora da mídia abordar possíveis consequências de uma crise global atingir o Brasil de forma mais séria. Voltarei com mais detalhes sobre o tema ao longo da semna.</p>
<p>Atenção!! Abraços, FB</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mesmo com inflação, vendas no varejo têm forte alta em maio ]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/?p=2756</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 04:02:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
<guid>http://rizzolot.wordpress.com/?p=2756</guid>
<description><![CDATA[Depois da perda de fôlego em abril, as vendas no comércio varejista voltaram a crescer com força ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da perda de fôlego em abril, as vendas no comércio varejista voltaram a crescer com força em maio, exibindo alta de 10,5% em relação ao mesmo mês do ano passado e de 0,6% sobre o mês anterior, na série com ajuste sazonal. O segmento de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que havia patinado em abril, subiu 8,4% na comparação com maio de 2007, mesmo num cenário de aumento da inflação.</p>
<p>As vendas de alguns bens fortemente dependentes de crédito seguiram robustas: as de equipamento e material para escritório, informática e comunicação aumentaram 29,9%, enquanto as de móveis e eletrodomésticos tiveram alta de 16,1%. Já o comércio varejista ampliado, que inclui veículos e motos e material de construção, teve um desempenho mais fraco, com avanço de 11,3% em relação a maio de 2007. Em abril, a alta tinha sido de 15,8%. </p>
<p>De janeiro a maio, o comércio varejista cresceu 10,9% em relação aos cinco primeiros meses de 2007, mais do que os 10,3% registrados nos 12 meses até maio e os 9,7% de 2007. </p>
<p>Em abril, o segmento de hiper e supermercados cresceu apenas 0,5% sobre o mesmo mês do ano anterior e recuou 0,2% na comparação com março, na série com ajuste sazonal. Um dos motivos que explicam o resultado fraco é que a Páscoa neste ano caiu em março, como explica o economista-chefe da corretora Convenção, Fernando Montero. </p>
<p>Em maio, as vendas do segmento voltaram a subir com força, respondendo por 39% da alta do comércio varejista no mês e sendo "responsáveis pela maior contribuição à taxa global do varejo", segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta dos preços de alimentos afeta o poder de compra dos consumidores, especialmente dos mais pobres, mas o aumento do salário mínimo pode ter ajudado a conter esse impacto negativo, acredita o analista Alexandre Andrade, da Tendências Consultoria Integrada. O reajuste de R$ 380 para R$ 415 entrou em vigor em março e entrou pela primeira vez no bolso de aposentados, pensionistas e assalariados em abril. </p>
<p>O Instituto para Estudos do Desenvolvimento Industrial (Iedi) viu sinais de moderação do ritmo de crescimento das vendas já em maio. O Iedi observa que, no caso do comércio varejista ampliado, a alta de maio, de 11,3%, foi inferior aos 14,2% do acumulado no ano. Esse indicador inclui o segmento de veículos e motos, partes e peças e o de material de construção, que tiveram vendas muito significativas em abril. O primeiro aumentou 29,3% e o segundo, 19,5%. Em maio, o ritmo arrefeceu, mas os percentuais permaneceram elevados. As vendas de veículos e motos, partes e peças subiram 14%, acumulando alta de 21,4% no ano. No caso de material de construção, a elevação foi de 6,3% em maio. Nos cinco primeiros meses do ano, o crescimento ficou em 11,5%. </p>
<p>Fonte: Valor Econômico<br />
<strong>Rizzolo</strong>: O aumento das vendas em maio demonstra a robustez da nossa economia muito embora exista um componente inflacionário. Com efeito, não há como vivenciarmos um aquecimento do mercado sem uma pequena inflação. Pior com certeza, é o que está ocorrendo nos EUA, recessão com inflação. No nosso caso estamos ainda dentro da meta inflacionária anual, e não há porque os profetas do apocalipse se apressarem apregoarem mais altas de juros. Nossa economia está se fortalecendo face a um aumento do mercado interno, à oferta de crédito; do outro lado da ponta, temos a produção ou a oferta nos níveis adequados à demanda e isso é muito bom.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Master que? OMG]]></title>
<link>http://slescarnioemaldizer.wordpress.com/?p=139</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 00:14:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tpglourenco Forcella</dc:creator>
<guid>http://slescarnioemaldizer.wordpress.com/?p=139</guid>
<description><![CDATA[
As &#8220;tags&#8221; do post são propositadas porque quem procura estas palavras todas juntas al]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/ikp9zDmoyX0'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/ikp9zDmoyX0&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;">As "tags" do post são propositadas porque quem procura estas palavras todas juntas além de ser maniaco depressivo so merece mesmo apanhar este choque.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[No Zimabábue do ditador Mugabe, inflação anual atinge 2,2 milhões por cento]]></title>
<link>http://kalikalache.wordpress.com/?p=783</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 16:53:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kali Kalache</dc:creator>
<guid>http://kalikalache.wordpress.com/?p=783</guid>
<description><![CDATA[SEM EMPREGO, SEM COMIDA E SEM ESPERANÇA: Voltando a falar no Zimbábue, o problema, obviamente, nã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color:#000080;">SEM EMPREGO, SEM COMIDA E SEM ESPERANÇA: </span></strong>Voltando a falar no Zimbábue, o problema, obviamente, não está apenas no ditador Mugabe que está no poder há 28 anos e que não permite a democracia no país.</p>
<p>Veja o que disse hoje a BBC Brasil:</p>
<p class="storytext"><strong>A taxa anual de inflação do Zimbábue chegou a 2,2 milhões por cento ao ano, segundo dados oficiais.</strong></p>
<p class="storytext"><strong></strong>A <strong>inflação </strong>força os varejistas a <strong>aumentar os preços várias vezes ao dia</strong>, e o número de pessoas na <strong>pobreza </strong>está <strong>aumentando</strong>.</p>
<p class="storytext"><!-- end_story -->Em maio, o Banco Central do país lançou a <strong>nota de 500 milhões de dólares zimbabuanos</strong>, que vale US$ 2, para tentar combater                   a falta de papel moeda.</p>
<p class="storytext">O Zimbábue já foi um dos países mais ricos da África, mas vive uma situação de caos econômico, e as políticas do presidente                   Robert Mugabe são responsabilizadas pela crise.</p>
<p class="storytext" style="text-align:center;"><a href="http://kalikalache.files.wordpress.com/2008/07/zimbabwe10a.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-784" src="http://kalikalache.wordpress.com/files/2008/07/zimbabwe10a.jpg" alt="" width="460" height="276" /></a></p>
<h5 class="storytext" style="text-align:right;">Foto: Alexander Joe/AFP/Getty images</h5>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bolsas da Ásia têm pior nível em dois anos por setor financeiro]]></title>
<link>http://luishipolito.wordpress.com/?p=4288</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 12:55:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Hipolito @ The Blogger</dc:creator>
<guid>http://luishipolito.wordpress.com/?p=4288</guid>
<description><![CDATA[ESTADÃO
Crise imobiliária leva tensão aos mercados mundiais; na Europa, bolsas operam em queda ac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color:#ff6600;">ESTADÃO</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Crise imobiliária leva tensão aos mercados mundiais; na Europa, bolsas operam em queda acentuada</strong></p>
<div class="grupoC2">
<p class="fonte"><strong>KEVIN PLUMBERG - REUTERS</strong></p>
<p class="tmTexto" style="text-align:justify;">HONG KONG - As principais bolsas asiáticas fecharam em queda nesta terça-feira, 15, recuando para os piores níveis em dois anos à medida em que a confiança do investidor diminui perante o setor financeiro da região, que enfrenta <a href="http://busca.estadao.com.br/JSearch/CBQM!cBQM.action?e=&#38;s=infla%E7%E3o">inflação</a>, ambiente de crédito restrito e forte volatilidade vinda dos mercados internacionais.  </p>
</div>
<div id="corpoNoticia">
<p>Os principais mercados acionários da Europa também operam em queda acentuada, refletindo as contínuas preocupações dos investidores com o setor financeiro. Às 8h27 (de Brasília), a Bolsa de Frankfurt liderava a queda na Europa, com recuo de 2,51%, seguida por Londres (2,29%) e Paris (1,99%). </p>
<p style="text-align:justify;">Às 7h48 (horário de Brasília), o índice MSCI que reúne mercados da região Ásia-Pacífico exceto do Japão apresentava desvalorização de 3,09%, a 404 pontos, pior nível desde 2006. O índice Nikkei da bolsa de Tóquio recuou 1,96%, a 12.754 pontos, pior nível desde 1º de abril. </p>
<p style="text-align:justify;">A bolsa de Seul perdeu 3,16%, para 1.509 pontos, enquanto a bolsa de Sydney perdeu 2,14%, aos 4.815 pontos.  Xangai recuou 3,43%, Taiwan despencou 4,51% e Cingapura registrou desvalorização de 2,53%.</p>
<p style="text-align:justify;">Grandes bancos no Japão, maior economia da Ásia, possuem aproximadamente 4,7 trilhões de ienes (US$ 44,3 bilhões) em dívida emitida pelas financiadoras imobiliárias norte-americanas Fannie Mae e Freddie Mac, cujas ações despencaram na semana passada por temores de solvência, afirmou um artigo nesta terça-feira, acrescentando mais temores sobre as ações.</p>
<p style="text-align:justify;">O apetite ao risco dos investidores foi drenado ainda por uma mudança no foco das instituições financiadoras muito grandes, que acredita-se não poderem falir, para as pequenas o bastante para entrar em colapso.</p>
<p style="text-align:justify;">"A confiança está muito frágil", afirmou Louis Wong, diretor de pesquisa na Phillip Securities em Hong Kong. "Os investidores estão preocupados de que possa haver mais falência de bancos, especialmente bancos pequenos nos Estados Unidos. Sempre que ocorre esse tipo de turbulência financeira, o setor bancário é atingido."</p>
<p style="text-align:justify;">As ações do maior banco japonês, o Mitsubishi UFJ Financial Group, despencaram 5,3% e o Mizuho Financial Group, segundo maior banco, caiu 5% depois que o jornal Nikkei afirmou que estes bancos tinham algumas das maiores exposições do Japão em débito emitido pela Fannie Mae e Freddie Mac.</p>
<p style="text-align:justify;">O índice Hang Seng, da bolsa de HONG KONG, perdeu 3,81%, aos 21.174 pontos, com o HSBC, maior banco da Europa, derrubando o índice novamente pelo segundo dia consecutivo</p>
<p style="text-align:justify;">"Com a inflação, espera-se que os bancos centrais elevem os juros, o que irá reduzir a curva de lucro - e isso significa que os bancos não serão lucrativos aqui", afirmou Mixo Das, estrategista de ações no Lehman Brothers em Hong Kong. </p>
<p style="text-align:justify;">A inflação também preocupa a Europa. A taxa do Reino Unido atingiu nível recorde em junho, conforme levantamento do Escritório Nacional de Estatísticas divulgado nesta terça. O índice de preços ao consumidor subiu 0,7% em junho ante maio e 3,8% em comparação a junho do ano passado, a maior taxa anual desde que os números começaram a ser compilados em janeiro de 1997 e o segundo mês consecutivo em que a inflação ficou mais de um ponto porcentual acima da meta do BoE, de 2%. </p>
<p style="text-align:justify;">O mercado aguarda nesta manhã os comentários do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, e do secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson, sobre a economia, perante o Comitê Bancário do Senado norte-americano, às 11h (de Brasília). As informações são da Dow Jones.  </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>(com Agência Estado)</strong></p>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aos 80 anos, a inflação reaviva a ambição de Delfim ]]></title>
<link>http://luishipolito.wordpress.com/?p=4282</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 12:43:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Hipolito @ The Blogger</dc:creator>
<guid>http://luishipolito.wordpress.com/?p=4282</guid>
<description><![CDATA[TRIBUNA DA IMPRENSA
Ministro em 3 &#8220;governos&#8221;, embaixador em outro, não foi governador o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color:#ff6600;">TRIBUNA DA IMPRENSA</span></strong></p>
<h5 style="text-align:justify;">Ministro em 3 "governos", embaixador em outro, não foi governador ou presidente</h5>
<p style="text-align:justify;">Delfim Netto, 12 anos e meio senhor da economia brasileira (com os "presidentes" Costa e Silva, Medici e João Figueiredo), não tendo mais acesso fácil a Lula, manda recado a ele pelo jornal.</p>
<p style="text-align:justify;">Cita e transcreve Paul Volker, um dos seus ídolos na economia dos Estados Unidos. Principalmente nos tempos de inflação interna, quando o país tinha que usar o dólar verdadeiro, consagrado em 1944 em Bretton Woods, com a ajuda generosa (para os dois lados) do economista inglês, John Maynard Keynes.</p>
<p style="text-align:justify;">O ex-poderoso ministro quer aparecer como campeão do combate à inflação. Não só porque essa seria uma glória da qual está precisando, mas também porque se vingaria dos empresários de São Paulo. Ninguém ajudou mais os empresários paulistas, principalmente banqueiros e "trabalhadores financeiros", do que Delfim Netto, sempre que era ministro. O único "presidente" que tinha horror a ele, Ernesto Geisel, não queria que fizesse parte do seu governo.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas um acidente de percurso, provocado por esses mesmos empresários, obrigou Ernesto Geisel a fazer de Delfim Netto embaixador na França. Motivo: o "governador" de SP, escolhido e nomeado por Geisel, se queixou a ele: "Presidente, não posso governar com Delfim em SP. Nas reuniões da Fiesp, ninguém fala comigo, todos ficam girando em volta de Delfim". Pragmático, sem fé e sem convicção, Geisel perguntou, "o que você quer que eu faça?". O "governador", rapidíssimo: "Por favor, mande ele para o exterior". E Delfim foi feito embaixador na França.</p>
<p style="text-align:justify;">De 1986 em diante, Delfim foi feito deputado votadíssimo para a Câmara Federal. Só foi derrotado, a primeira vez na vida, 20 anos depois, em 2006. Mudou de partido, foi para o <strong>PMDB</strong>, os empresários se vingaram, não queriam que entrasse nesse partido, não mandaram votar nele. Eis Delfim Netto sem mandato.</p>
<p style="text-align:justify;">Delfim esconde muita coisa que fez na vida, incluindo o financiamento colossal para a Ponte Rio-Niterói. Mas não pode esconder a frase genial de Médici (ditada para ele pelo brilhante então coronel Otávio Costa): "A economia vai bem, mas o povo vai mal". Médici nunca percebeu o que estava dizendo, mas também jamais alguém lhe "soprou" nada mais importante.</p>
<p style="text-align:justify;">(Quase a mesma coisa dita pelo general-presidente Eisenhower ao deixar o governo em 1960: "O mundo é dominado pelo complexo industrial-militar". Também genial, inspiração do seu "vice-timoneiro" de 8 anos, Richard Nixon, que acabou injustiçado).</p>
<p style="text-align:justify;">Delfim cita o que sabe que não atinge pessoalmente o presidente Lula, coloca bem no alto o que pode criar problemas para Mantega e Meirelles. Apesar de toda a ambição, Delfim, que chegou muito mais longe do que devia, jamais será presidente. Mas fazer parte da equipe econômica num dos lugares chaves (apenas dois) tem certeza de que não é absurdo.</p>
<p style="text-align:justify;">Diz que "a inflação nos <strong>EUA</strong> chegou a incríveis 14% ao ano, com os juros em 21%". Não dá uma palavra sobre o Japão, com juro <strong>ZERO</strong> e nenhuma inflação. Não fala do governo Juscelino, "pai e mãe da inflação moderna", com a maluquice de construir uma capital com todos os materiais (até água) transportados de avião.</p>
<p style="text-align:justify;">Não faz a menor referência aos juros de <strong>FHC</strong>, que chegaram a espantosos 48 por cento ao ano. Mas aí por um fator pouco conhecido: os economistas que trabalhavam no Real estavam perdidos, eles mesmos não sabiam nada do que acontecia. Diante das dificuldades, do medo de "vazamento", do crescimento da inflação e dos juros, a saída foi "comprar mais 4 anos de mandato". Delfim conhece o fato, quem sabe não esteja insinuando a Lula "que com inflação e para combatê-la, o melhor seria o <strong>TERCEIRO</strong> <strong>MANDATO</strong>, igual ao <strong>SEGUNDO</strong> de <strong>FHC</strong>?".</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>PS -</strong> Delfim Netto é resistente e insistente. Em plena ditadura, o adido do Exército na França redigiu e mandou para o Alto Comando o que se chamou de "Relatório Saraiva", que publiquei com exclusividade.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>PS 2 </strong>- Depois de muitas reuniões, apesar do estarrecimento com as denúncias provadas e comprovadas, o Exército tinha que decidir entre um coronel brilhante e um civil ambicioso. Salvou Delfim, que ficou cada vez mais poderoso. E voltaria novamente ao Ministério da Fazenda. Que República. Mas os crimes financeiros praticados por Delfim, não <strong>P-R-E-S-C-R-E-V-E-M.</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[É tempo de reflexão: "Drible na inflação"!!!???]]></title>
<link>http://deimoveis.wordpress.com/?p=160</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 00:16:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>dervillejr</dc:creator>
<guid>http://deimoveis.wordpress.com/?p=160</guid>
<description><![CDATA[Globo, Rodrigo March, 13/jul
 
A difícil tarefa de repassar os aumentos dos fornecedores sem assus]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Globo, Rodrigo March, 13/jul</p>
<p> <a href="http://deimoveis.files.wordpress.com/2008/07/dinero.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-161" src="http://deimoveis.wordpress.com/files/2008/07/dinero.jpg" alt="" width="291" height="341" /></a></p>
<p style="text-align:left;">A difícil tarefa de repassar os aumentos dos fornecedores sem assustar a clientela</p>
<p style="text-align:left;">De um lado, os fornecedores querendo aumentar preços. Na outra ponta, os clientes. No meio desses dois grupos, os empresários, que procuram saídas para pagar mais pela matéria-prima, sem fazer o repasse integral e assustar o freguês. Até porque, acostumado com a estabilidade, o brasileiro já não pensa duas vezes se tiver que trocar de produto por causa do preço.</p>
<p style="text-align:left;">O Boa Chance ouviu empresas de diferentes setores para saber o que elas estão fazendo para atravessar esse momento. Aumentar a produtividade, otimizar as vendas e introduzir processos produtivos novos são algumas das alternativas para compensar o aumento de custos.</p>
<p style="text-align:left;">Para não perder a clientela, o empresário Isnard Manso, dono do Centro Cultural Carioca, casa de shows no Centro da cidade, procura diluir os aumentos em produtos do cardápio que têm maior saída. Outra forma que ele encontrou para minimizar os reajustes é implantar ações que possam aumentar a fidelidade do público e sua permanência na casa. Uma delas é o "cartão bate-ponto", que concede bônus para quem fica por mais tempo no estabelecimento. O Centro Cultural também tem uma escola de dança, e seus alunos contam com 20% de desconto no couvert artístico.</p>
<p>- O que acontece é que, de uns quatro meses para cá, eu venho observando um aumento de preços acima do esperado. Se não tiver criatividade, vou acabar pagando para trabalhar. Manter a casa cheia é uma das maneiras de minimizar o problema - destaca Manso.</p>
<p align="justify">Só 2,9% fizeram repasse integral, mostra pesquisa</p>
<p style="text-align:left;">Para o grupo Publitas, paulista do ramo de comunicação visual, que produz letreiros luminosos, a solução foi partir para a renegociação dos contratos. De porte médio, a empresa viu o preço de seus principais insumos subir nos últimos meses. Segundo o diretor-executivo do grupo, Renato Claro, só o aço aumentou 42% em um ano, e já há mais dois reajustes de 15% previstos para este mês e agosto. Já o salário inicial de engenheiro, ressalta ele, sofreu uma correção de 35% desde janeiro. Matéria-prima e mão-de-obra representam 85% dos custos de produção da empresa.</p>
<p style="text-align:left;">- No nosso caso, não há ganho de produtividade que compense isso. E eu não posso esperar a próxima renovação de contrato para recuperar o prejuízo, porque, como a inflação vinha estável, as empresas se sentiram à vontade para fixar reajustes anuais. A saída é apelar para o bom senso, mostrando que há um desequilíbrio econômico-financeiro - sustenta o diretor, que prevê uma queda no faturamento de pelo menos 15%.</p>
<p style="text-align:left;">Rodrigo Viegas, diretor da Fast Frame, rede de molduras e quadros, afirma que é difícil repassar os custos para os clientes de forma branda. A empresa tem procurado aumentar a eficiência e reduzir gastos da produção, como consumo de energia.</p>
<p style="text-align:left;">- Nos últimos 18 meses, a madeira teve seis aumentos em torno de 80%, em virtude da fiscalização mais rigorosa do Ibama. O vidro subiu 40% e a cola, 30%. Indiretamente, o petróleo participa de quase toda a cadeia produtiva - explica Viegas, ressaltando que os fornecedores também estão em dificuldade. - Além de cara, a matéria-prima está em falta no mercado.</p>
<p style="text-align:left;">O setor da construção civil também já sente o impacto dos reajustes de insumos básicos, conta Rodrigo Conde Caldas, vice-presidente da construtora Concal e da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi/RJ):</p>
<p align="justify">- Com o boom do mercado, a demanda aumentou. Em relação aos insumos, buscamos fazer acordos para evitar que os fornecedores aumentem demais a sua margem de lucro. Além disso, temos que ter mais cuidado no orçamento de obras novas. Quanto aos salários, a solução é qualificar e promover pessoal.</p>
<p align="justify">Na média do mercado, entretanto, a pressão inflacionária e o inchaço da folha de pagamento são menores para as pequenas empresas, como mostra pesquisa do Sebrae-RJ realizada, em maio, junto a 500 empresários do Estado do Rio. Do total, apenas 2,9% repassaram os aumentos de custos integralmente aos preços, enquanto 65,6% o fizeram parcialmente. Já os outros 31,5% ainda não efetuaram o repasse para o consumidor.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crédito, Inflação e o "saco de maldades" do governo]]></title>
<link>http://blogdocredito.wordpress.com/?p=75</link>
<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 22:36:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Blanco</dc:creator>
<guid>http://blogdocredito.wordpress.com/?p=75</guid>
<description><![CDATA[http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080712/not_imp204697,0.php
O link acima nos trás o texto ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080712/not_imp204697,0.php">http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080712/not_imp204697,0.php</a></p>
<p>O link acima nos trás o texto do Editorial do caderno de economia do Estadão de hoje.</p>
<p>Não deveria haver - mas sempre há... - discussão sobre o fato que o aumento do crédito é o grande responsável pelo robusto crescimento econômico que o Brasil teve em 2007 e que vem tendo em 2008.</p>
<p>Mas este mesmo volume de crédito disponível joga contra o esforço do governo para abater este surto inflacionário - por mais que os preços mais recalcitrantes sejam os dos alimentos (e aí a questão é internacional) e não nos eletrodomésticos e automóveis.</p>
<p><strong>Saco de maldades</strong> - no post anterior eu comentei que o Ministro Mantega vem, consistentemente, pegando mais leve do que Henrique Meirelles. Porém, dia desses, o Ministro disse que, se necessário, o governo tem ainda vários instrumentos para atacar a inflação. Isto me lembra a famosa expressão utilizada pelo ex-Presidente do Banco Central, Gustavo Franco, que disse algo do genêro: "<em>Se o mercado não entrar na linha, o 'saco de maldades' do Banco Central é grande e será utilizado".</em></p>
<p>Sem a mesma verve de Franco, Mantega quis dizer a mesma coisa. Acho que já existe consenso no governo, que o crédito é um co-responsável de peso pela alimentação da inflação. Desta forma, o 'saco de maldades' teria as seguintes 'ferramentas' para ação:</p>
<ul>
<li>Restrição aos prazos de diversos tipos de crédito, e.g. ao consumidor, para aquisição de automóveis, leasing, etc.</li>
<li>Aumento do IOF, visando encarecer o custo do dinheiro para toda a cadeia (e de quebra aumentar a arrecadação federal).</li>
<li>Aumento dos depósitos compulsórios que são recolhidos pelos bancos, o que reduz a quantia de recursos disponíveis para empréstimos livres - e que aumenta o custo do dinheiro, por tabela.</li>
</ul>
<p>A lista é longa, mas quanto mais duradouro for este processo infacionário, mais difícil ficará a vida de quem:</p>
<ol>
<li>Tem dificuldade para obter crédito.</li>
<li>Está endividados além da conta.</li>
<li>Tem projetos de expansão e necessitará crédito para financiá-lo.</li>
</ol>
<p>O que fazer? (repetindo o que já foi escrito antes)</p>
<ol>
<li>Reduza seus gastos (PF).</li>
<li>Alongue suas dívidas já (PF e PJ).</li>
<li>Aumente o números de bancos de crédito.</li>
<li>Reduza a dependência de um ou poucos bancos.</li>
<li>Evite sacar/tomar linhas indexadas (e.g. ao CDI). Fixe o custo, no Pré.</li>
</ol>
<p>Abraços, FB</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA['Valor' desdiz 'Globo']]></title>
<link>http://arenapublica.wordpress.com/?p=262</link>
<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 14:52:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nonato Viegas</dc:creator>
<guid>http://arenapublica.wordpress.com/?p=262</guid>
<description><![CDATA[Na quinta, 10, &#8220;Jornal Nacional&#8221;, CBN e &#8220;O Globo&#8221; seguiram em campanha de p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Na quinta, 10, <a href="http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL642989-10406,00-INFLACAO+E+A+PIOR+DESDE+A+CRIACAO+DO+PLANO+REAL.html" target="_blank">"Jornal Nacional"</a>, CBN e <a href="http://www1.oglobodigital.com.br/" target="_blank">"O Globo"</a> seguiram em campanha de pânico e inflação.</p>
<p>Em manchete do "JN", a Globo diz "o primeiro semestre de 2008 tem maior inflação oficial em cinco anos". Já "O Globo", "inflação tem pior semestre em cinco anos". E segue os comentários de Miriam Leitão na CBN.</p>
<p>Na contramão, vem o <a href="http://www.valoronline.com.br/valoreconomico/285/primeirocaderno/Inflacao+da+sinais+de++que+perde+f%c3%b4lego,,,62,5032516.html" target="_blank">"Valor"</a> com "inflação dá sinais de que perde fôlego".</p>
<p>Afirma o jornal econômico que o IPCA de junho "trouxe vários sinais positivos" e "deve perder força nos próximos meses". Em suma, "há uma chance razoável de que o pior da inflação tenha ficado para trás".</p>
<p> </p>
<p>INFLAÇÃO</p>
<p>Em 1999 (governo FHC -PSDB), a inflação atingiu a faixa dos 12%. Em 2002 (ainda com FHC), a inflação ultrapassou os 9%, no ano.</p>
<p>A inflação registrada até aqui é a maior DO governo Lula.</p>
<p>Ao contrário do que nos faz crer os jornais da Globo, já no Plano Real, tivemos inflação maior, no governo de Fernando Henrique Cardoso.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inflação golpeia o cidadão mais humilde]]></title>
<link>http://blogdocredito.wordpress.com/?p=66</link>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 22:48:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Blanco</dc:creator>
<guid>http://blogdocredito.wordpress.com/?p=66</guid>
<description><![CDATA[http://www.investnews.com.br/DiretoRedacao_Interna.aspx?parms=1936214,683,20,4
Boa noite,
O link aci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.investnews.com.br/DiretoRedacao_Interna.aspx?parms=1936214,683,20,4">http://www.investnews.com.br/DiretoRedacao_Interna.aspx?parms=1936214,683,20,4</a></p>
<p>Boa noite,</p>
<p>O link acima indica que a inflação que ronda nossa economia machuca mais os mais necessitados. Nenhuma novidade, mas desta vez o problema é maior porque estamos falando da carestia dos alimentos, coisa que não se via há muitos anos (uma década?) e que, de fato, aumentou a renda real desta fatia da população.</p>
<p>A Jô, moça que é funcionária lá em casa - salário de R$ 1.500 - tem dois cartões de crédito. Nenhum de banco de 1a linha, mas daquelas financeiras que tiram o fígado do devedor. Ela, alma santa que é, às vezes os usa para sacar dinheiro e emprestar para a empregada amiga do apartamento ao lado; ou para que uma vizinha do bairro distante onde mora compre um bem qualquer. Já tomou todos os calotes que possamos imaginar. O que paga de juros? Não faz idéia, mas é muito, muito mesmo!</p>
<p>Faz parte de uma parcela da população que compra um rádio à prazo e deixa de comprar uma televisão, por conta do endividamento.</p>
<p>E é a Jô que está sofrendo mais com esta inflação. E que irá ter o crédito cortado na primeira 'derrapada' que der. Complicado.</p>
<p>A falta de educação financeira do nosso povo assusta. Algo tem que ser feito - e rápido. Teremos novidades neste espaço.</p>
<p>Abraços, F.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inflação pelo IPCA no 1º semestre é a maior em cinco anos]]></title>
<link>http://luishipolito.wordpress.com/?p=3968</link>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 14:08:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Hipolito @ The Blogger</dc:creator>
<guid>http://luishipolito.wordpress.com/?p=3968</guid>
<description><![CDATA[ESTADÃO
Índice cai para 0,74% em junho, mas alimentos ainda pressionam; indicador é usado pelo BC]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ff6600;"><strong>ESTADÃO</strong></span></p>
<p><strong>Índice cai para 0,74% em junho, mas alimentos ainda pressionam; indicador é usado pelo BC para definir metas</strong></p>
<div class="grupoC2">
<p class="fonte"><strong> Jacqueline Farid, da Agência Estado</strong></p>
</div>
<div id="corpoNoticia" style="text-align:justify;">SÃO PAULO - A inflação de junho pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (<a href="http://busca.estadao.com.br/JSearch/CBQM%21cBQM.action?e=&#38;s=IPCA">IPCA</a>) foi de 0,74% ante 0,79% em maio, segundo divulgou nesta quinta-feira, 10, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice acumula alta de 3,64% no primeiro semestre até junho. Trata-se da maior taxa para um primeiro semestre apurada no IPCA desde 2003 (quando chegou a 6,64%). Já no período de 12 meses, até o mês passado, a inflação pelo indicador é de 6,06%, a maior variação acumulada em 12 meses desde novembro de 2005.<strong></strong>O IPCA é o índice oficial utilizado pelo Banco Central para cumprir o regime de metas de inflação, determinado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O centro da meta de inflação para 2008 foi estabelecido em 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos porcentuais para cima ou para baixo.</p>
<p>O grupo de alimentos contribuiu com 0,47 ponto porcentual, ou 63% da inflação apurada no mês. Os produtos alimentícios registraram alta de 2,11% no IPCA em junho, ante 1,95% em maio. Os alimentícios já acumulam alta de 8,64% no primeiro semestre e de 15,79% em 12 meses. As principais variações nesse grupo em junho foram registradas no arroz (9,90%); feijão carioca (15,55%) e carnes (6,91%). O item carnes deu a maior contribuição individual (0,14 ponto porcentual) no IPCA de junho.</p>
<p>A "pequena desaceleração" apurada no IPCA de junho (0,74%) em relação a maio (0,79%) foi provocada pelo grupo dos produtos não alimentícios, segundo observou a coordenadora de índices de preços do IBGE, Eulina Nunes dos Santos. Em junho, esse grupo registrou alta de 0,34%, ante 0,46% em maio.</p>
<p>Os reajustes registrados nesse grupo em junho foram apurados no gás encanado (8,76%); gás veicular (8,31%); passagens aéreas (3,70%); artigos de higiene pessoal (1,29%), artigos de limpeza (1,33%) e salário de empregado doméstico (1,04%).</p>
<p style="text-align:justify;">No que diz respeito aos combustíveis, não houve variação de preços em junho, já que as altas no gás veicular e no óleo diesel (1,53%) foram compensadas pelas quedas nos preços do álcool (-1,94%) e da gasolina (-0,08%).</p>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inflação sobe em junho e fica em 1,89%, maior desde 2003, diz FGV]]></title>
<link>http://luishipolito.wordpress.com/?p=3887</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 15:07:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Hipolito @ The Blogger</dc:creator>
<guid>http://luishipolito.wordpress.com/?p=3887</guid>
<description><![CDATA[FOLHA ONLINE
O IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) subiu 1,89%, em junho - l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff6600;"><strong>FOLHA ONLINE</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;">O IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) subiu 1,89%, em junho - ligeira variação para cima em relação ao registrado em maio, 1,88%. Foi o maior índice desde janeiro de 2003, quando houve alta de 2,17%. No ano, o índice acumula alta de 7,14% e, nos 12 meses até junho, a alta acumulada foi de 13,96%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).</p>
<p style="text-align:justify;">A metodologia aplicada na apuração do IGP-DI é a mesma do IGP-M e do IGP-10 - usados no reajuste, por exemplo, de contratos de aluguel -, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. O IGP-DI de junho foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 30 do mês de referência.</p>
<p style="text-align:justify;">O IPA (Índice de Preços por Atacado) subiu 2,29%, contra 2,22% um mês antes. O índice relativo a Bens Finais desacelerou para 0,99%, contra 1,45% em maio. A principal contribuição para a desaceleração veio do subgrupo alimentos processados (de 3,13% em maio para 1,68% em junho). Excluídos os preços dos alimentos in natura e dos combustíveis, o índice desacelerou para uma alta de 0,52%, contra 1,28% um mês antes, na mesma comparação.</p>
<p style="text-align:justify;">O índice do grupo Bens Intermediários subiu 2,59% em junho, ante 2,32% em maio, com destaque para o subgrupo materiais e componentes para a manufatura (de 0,99% para 1,90%). Excluídos os preços de combustíveis e lubrificantes para a produção, a alta foi de 2,41%, contra 1,88% um mês antes, na mesma comparação.</p>
<p style="text-align:justify;">No estágio das Matérias-Primas Brutas, houve aceleração - de 2,96% em maio para 3,33% em junho, com destaques para soja em grão (0,62% para 10,17%), bovinos (3,98% para 11,29%) e laranja (-18,08% para -10,81%). Já os itens arroz em casca (15,98% para -2,80%), tomate (19,67% para -6,15%) e leite in natura (3,72% para 0,56%) desaceleraram.</p>
<p style="text-align:justify;">O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) desacelerou para 0,77%, contra 0,87% em maio. A maior contribuição para a desaceleração do índice partiu do grupo Alimentação (2,33% para 1,85%), com destaque para hortaliças e legumes (10,20% para 0,83%), panificados e biscoitos (5,12% para 1,61%) e laticínios (1,56% para 0,66%). Também desaceleraram os preços nos grupos Saúde e Cuidados Pessoais (0,81% para 0,58%) e Transportes (0,21% para 0,05%), com destaque para medicamentos em geral (1,39% para 0,23%) e óleo diesel (7,29% para 2,04%).</p>
<p style="text-align:justify;">Já os grupos Habitação (0,18% para 0,33%), Vestuário (0,37% para 0,56%), Educação, Leitura e Recreação (0,34% para 0,37%) e Despesas Diversas (-0,08% para 0,36%) tiveram alta, com destaque para taxa de água e esgoto residencial (0,00% para 1,50%), acessórios do vestuário (-0,78% para 1,48%), show musical (-1,74% para 2,89%) e mensalidade para TV por assinatura (-1,23% para 1,05%). O núcleo do IPC subiu 0,44% em junho, repetindo a taxa referente ao mês de maio.</p>
<p style="text-align:justify;">O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) desacelerou para uma alta de 1,92% no mês passado, contra 2,02% em maio. Apenas o grupo Serviços teve alta (de 0,77% em maio para 1,43% em junho). A taxa do grupo Materiais recuou de 1,77% para 1,68%. O grupo Mão-de-Obra também desacelerou (de 2,50% em maio para 2,25% em junho). Foram decrescentes os impactos dos reajustes salariais nas cidades de Fortaleza, Brasília e São Paulo e crescentes em Goiânia, Curitiba e Florianópolis.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inflação 'está fora de controle' em alguns emergentes, diz FMI]]></title>
<link>http://luishipolito.wordpress.com/?p=3861</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 13:38:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Hipolito @ The Blogger</dc:creator>
<guid>http://luishipolito.wordpress.com/?p=3861</guid>
<description><![CDATA[ESTADÃO
Para o diretor-gerente do Fundo, taxas de juro mais elevadas podem ser necessárias para co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ff6600;"><strong>ESTADÃO</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Para o diretor-gerente do Fundo, taxas de juro mais elevadas podem ser necessárias para controlar os preços</strong></p>
<div class="grupoC2" style="text-align:justify;">
<p class="fonte"><strong> Cynthia Decloedt, da Agência Estado</strong></p>
</div>
<div id="corpoNoticia" style="text-align:justify;">TOYAKO - A <a href="http://busca.estadao.com.br/JSearch/CBQM%21cBQM.action?e=&#38;s=infla%E7%E3o">inflação</a> em alguns países emergentes "está ficando fora de controle" e taxas de juro mais elevadas podem ser necessárias para controlar os preços, disse o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn. A inflação é agora a maior ameaça para a economia global, afirmou em entrevista concedida paralelamente ao encontro do G-8 no Japão.<strong></strong>"Em alguns países emergentes e em alguns países de baixa renda, a inflação está saindo fora do controle", disse. "Isto significa que a política monetária terá, provavelmente, de ser apertada", acrescentou.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele não disse sobre quais países se referia, mas indicou que nesse grupo estão alguns países da América Latina e da África. "A questão do crescimento é importante, mas a inflação é provavelmente hoje a maior ameaça à economia mundial", disse Strauss-Kahn. As informações são da Dow Jones.</p>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Especialista vê boas perspectivas para economia brasileira]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=4286</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 00:48:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
<guid>http://jobagola.wordpress.com/?p=4286</guid>
<description><![CDATA[Brasília - Os países emergentes que compõem o Grupo Bric (Brasil, Rússia, China e Índia) têm c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília - Os países emergentes que compõem o Grupo Bric (Brasil, Rússia, China e Índia) têm condições de atravessar a turbulência que ora se verifica no mercado mundial, mantendo suas economias em expansão, embora tenham que conviver com inflação em alta e algum aperto monetário.<!--more--></p>
<p>A afirmação é do chefe do Núcleo de Negócios Internacionais da Trevisan Consultoria, Pedro Raffy Vartanian, para quem a inflação mais elevada nos países do grupo pode resultar em convergência na taxa de crescimento de seus quatro integrantes, com vantagem para o Brasil, segundo ele.  Vartanian acredita que, embora o Brasil tenha a menor taxa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país,  “é o país que apresenta melhor controle da inflação, dentre eles, e os outros terão que fazer ajuste mais forte”.  De acordo com projeção da agência de classificação de risco Fitch Ratings, o Brasil deve crescer 4,1% em 2009 e 4,3% em 2010, contra expansão média de 10% da China nos dois exercícios, de mais de 8% da Índia e de mais de 6% da Rússia.  Apesar da defasagem percentual, o consultor da Trevisan enumera algumas vantagens adicionais para o Brasil, citadas em recente artigo da revista inglesa The Economist, a começar pelo fato de o Brasil não ter um nacionalismo agressivo, que periodicamente assola os outros três países.</p>
<p class="western">Além disso, conforme registrou a revista inglesa, 83% da população brasileira é urbana. Portanto, a divisão entre campo e cidade não é uma ameaça como na China e na Índia. O fato de o Brasil ter uma democracia multipartidária, associada à liberdade de expressão, também ajuda a negociar mudanças sociais, ao contrário do que ocorre na Índia e na Rússia, de acordo com a The Economist.</p>
<p class="western">==========</p>
<p class="western"><span class="assinatura1">Stênio Ribeiro<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lula diz que combate à inflação requer 'medidas globais']]></title>
<link>http://maria451.wordpress.com/?p=1204</link>
<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 00:14:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula</dc:creator>
<guid>http://maria451.wordpress.com/?p=1204</guid>
<description><![CDATA[sábado, 19 de julho de 2008, 18:05 | Online
Para presidente, uma das maiores razões para aument]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="data">sábado, 19 de julho de 2008, 18:05 &#124; <span>Online</span></p>
<p>Para presidente, uma das maiores razões para aumento de preços é o acesso da população pobre à alimentação </p>
<p class="tmTexto"> </p>
<div id="corpoNoticia">BOGOTÁ - O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, disse neste sábado, 19, que o aumento da inflação devido à alta nos preços dos alimentos e matérias-primas requer medidas globais, e pediu explicações de organizações multilaterais para o assunto. </div>
<p><strong>Veja também:</strong><a title="Supermercados se recuperam e vendas crescem em maio" href="http://www.estadao.com.br/economia/not_eco206162,0.htm"></a><a href="http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowEspeciais.action?destaque.idGuidSelect=2AFC8800D3C040D6A73112FFB79C2574"><strong>De olho na inflação, preço por preço</strong></a><a title="Supermercados se recuperam e vendas crescem em maio" href="http://www.estadao.com.br/economia/not_eco206162,0.htm"></a><a title="Entenda os principais �ndices de inflação" href="http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowEspeciais!destaque.action?destaque.idEspeciais=489"><strong><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" border="0" alt="link" />Entenda os principais índices de inflação</strong></a><a title="Supermercados se recuperam e vendas crescem em maio" href="http://www.estadao.com.br/economia/not_eco206162,0.htm"><strong> <img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-infografico.gif" border="0" alt="especial" /><br />
</strong></a><a title="Entenda a crise dos alimentos" href="http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowEspeciais!destaque.action?destaque.idEspeciais=588"><strong><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" border="0" alt="link" />Entenda a crise dos alimentos</strong></a><strong> <img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-infografico.gif" border="0" alt="especial" /></strong> </p>
<p><strong><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" border="0" alt="link" /></strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>No entanto, Lula admitiu que uma das maiores razões para a pressão inflacionária é o maior acesso dos pobres à alimentação e revelou que o Brasil está adotando medidas para aumentar a produção agrícola.</p>
<p> </p>
<p>"Quando a inflação é mundial não tem uma solução caseira, quando a inflação é de "commodities" não tem uma solução nacional, é necessário encontrar medidas globais para resolver um problema global", disse Lula em uma reunião com empresários durante sua visita à Colômbia.</p>
<p> </p>
<p>Os preços altos têm levado alguns países a elevar significativamente as taxas de juros e a rever seus dispositivos contra a inflação, o que em alguns casos coloca em risco a sustentabilidade do crescimento da economia."O povo está consumindo mais leite, mais arroz, mais carne", afirmou Lula.</p>
<p> </p>
<p>O presidente também pediu para os organismos multilaterais prestarem contas sobre a escalada do preço do petróleo, que recentemente chegou ao recorde de mais de US$ 147 por barril.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Lula também criticou as potências mundiais por criarem problemas financeiros que acabam bloqueando a possibilidade de crescimento das nações da região, "porque alguns bancos ou alguns países decidiram fazer de sua economia um verdadeiro cassino", como foi o caso dos empréstimos de alto risco nos Estados Unidos, segundo Lula.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inflação na alimentação]]></title>
<link>http://caideboca.wordpress.com/?p=701</link>
<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 15:15:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thiago Cruz</dc:creator>
<guid>http://caideboca.wordpress.com/?p=701</guid>
<description><![CDATA[
Posts anteriores relacionados:
Política: modo de fazer
Uma nova bandeira do Brasil
Milagre da mult]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://caideboca.files.wordpress.com/2008/07/inflacao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-700" src="http://caideboca.wordpress.com/files/2008/07/inflacao.jpg" alt="" width="400" height="271" /></a></p>
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<a href="http://caideboca.wordpress.com/2008/03/27/politica-modo-de-fazer/" target="_blank">Política: modo de fazer</a><br />
<a href="http://caideboca.wordpress.com/2007/11/29/uma-nova-bandeira-do-brasil/" target="_blank">Uma nova bandeira do Brasil</a><br />
<a href="http://caideboca.wordpress.com/2008/06/25/milagre-da-multiplicacaomilagre-da-multiplicacao/" target="_blank">Milagre da multiplicação</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Atendendo a pedidos: um pouco sobre inflação (by Cris)]]></title>
<link>http://patoquantico.wordpress.com/?p=88</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 04:24:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cris</dc:creator>
<guid>http://patoquantico.wordpress.com/?p=88</guid>
<description><![CDATA[Eu, devo confessar, passei uns meses afastada do noticiário econômico. Mas dia desses me pediram: ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Eu, devo confessar, passei uns meses afastada do noticiário econômico. Mas dia desses me pediram: quando tiver um tempinho, posta algumas linhas sobre essa história de inflação lá no PQ. Então, aqui estou eu.</p>
<p class="MsoNormal"><em>Back to basics</em>. A inflação nada mais é do que a perda de poder aquisitivo de uma moeda, medida pela alta dos preços de uma economia. Ao longo da história, diferentes escolas de pensamento econômico identificam diferentes causas do processo inflacionário. Atualmente, dá-se como certo que a inflação é causada por um descompasso entre oferta e demanda. Se o descompasso é causado por um aumento do consumo agregado (consumo do governo, consumo das famílias e consumo externo), a inflação é de <em>demanda</em>. Se é causado por  aumento dos custos de produção, a inflação é de <em>custos</em>. O combate a inflação consiste no ajuste de oferta e demanda da economia, por meio de medidas que estimulem o lado em defasagem e/ou que segurem o lado aquecido.</p>
<p class="MsoNormal">Além disso, a teoria das expectativas racionais nos mostra que uma âncora nominal minimiza os custos da política monetária, isto é, faz com que o esforço para se conter a inflação dentro de um patamar considerado aceitável comprometa menos o crescimento econômico. No caso brasileiro, assim como na maior parte dos países avançados hoje, a âncora nominal é a meta de inflação. Uma vez definida a meta nominal de inflação, os agentes (que são racionais), tem um único parâmetro para ancorar suas expectativas e basear suas ações. Para que a âncora seja eficiente, porém, é preciso que a autoridade monetária tenha credibilidade. Se os agentes não acreditam que a meta será alcançada, a economia funciona como se não existisse uma âncora. Assim, o BC <em>deve</em> responder a qualquer crise para manter crível sua disposição em cumprir a meta.</p>
<p class="MsoNormal"><em>Da teoria ao mundo real</em>. Se na teoria a inflação é causada por um ou outro fator, o mundo real não é tão simples assim. Atualmente, é possível dizer que a inflação no Brasil é tanto uma inflação de custos como de demanda. A alta internacional dos preços das matérias primas aumenta os custos de produção em toda a cadeia produtiva e gera descompasso entre oferta e demanda. Por outro lado, o crescimento da economia brasileira tem como conseqüência direta o aumento do consumo das famílias. Sem falar que estamos em ano eleitoral, o que de praxe aumenta também o consumo do governo.</p>
<p>Quando a inflação é gerada por fatores distintos, o combate - claro - se torna mais complexo. Se a inflação é de custos, o mais plausível é que sejam tomadas medida que estimulem a produção: redução de juros, de impostos, etc. Se o problema é o consumo, a melhor saída é contê-lo: redução de crédito ao consumidor e, claro, aumento de juros. A atual alta nos preços do petróleo e dos alimentos (inflação de custos) não é causada por fatores internos a economia brasileira, de modo que estimular a oferta não evitaria que os preços continuassem em  alta. <a href="http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowEspeciais!destaque.action?destaque.idEspeciais=588">Aqui</a> um bom resumo sobre a famosa crise dos alimentos, deixando claro que o buraco é mais embaixo. Resta, então, o combate a inflação de demanda. E é isso que o BC vem fazendo: controle de crédito ao consumidor e aumento dos juros.</p>
<p><em>Perigo a vista? </em>Como vemos, a atual crise de preços não é um fenômeno isolado nem setorialmente, nem geograficamente. Em um mundo global, os problemas suas causas e conseqüências também são globais. Uma resposta isolada do BC brasileiro, do FED americano não são mais suficientes para controlar a crise. É preciso uma ação global. Manobrar um barquinho é fácil. Manobrar o transatlântico que é a economia mundial é uma tarefa bem mais complexa. Exige coordenação, tempo e paciência. Durante a manobra, ou derrubamos a demanda e causamos uma recessão, ou convivemos com uma inflação um pouco mais salgada, próxima ao teto da meta. E é aqui que mora o perigo. Conviver com uma inflação mais salgada significa perder renda real e ninguém quer perder renda real. Então, o que fazemos? Ah! Claro, trazemos de volta nossa velha amiga conhecida: a correção monetária!</p>
<p>Se existe um perigo na atual crise de preços é a discussão acerca da volta da indexação. A hiperinflação dos anos 80/90 no Brasil só foi possível graças a correção monetária. Os preços subiam exageradamente? Sem problemas: impostos, tarifas, aluguéis e salários iam atrás, automaticamente. O problema da correção monetária é que ela encomenda para o futuro a inflação corrente, de modo que a política monetária é bem menos eficiente. Com o Plano Real, a cultura da correção monetária perdeu força, mas, não se enganem, não morreu. Contratos de aluguel, planos de saúde e mensalidades escolares, por exemplo, continuam sendo atrelados a índices de inflação passada. Isso sem falar de quase todas as tarifas públicas. Com o tempo, na medida em que a inflação se mantinha “comportada”, a indexação nesses contratos foi perdendo importância, mas não foi extinta. Porém, só isso não seria capaz de trazer o monstro da inflação de volta. Afinal, tudo isso está ai desde 1994. O perigo existe quando os custos mais importantes para as empresas são automaticamente ajustados pela inflação: impostos e salários.</p>
<p class="MsoNormal">Admitir a volta da indexação seria tomar a crise atual como um novo paradigma, aceitar que, com algum atraso, Malthus estava certo. A perda de renda real dos trabalhadores deve sim ser compensada com reajustes salariais. Mesmo porque, a economia se encontra num momento de crescimento. Mas admitir a volta de mecanismos de correção monetária, isso sim, seria uma herança maldita.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ínflação medida pelo IGP-10 tem alta de 2% em julho]]></title>
<link>http://brasilagora.wordpress.com/?p=795</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 19:39:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>baixarjogos</dc:creator>
<guid>http://brasilagora.wordpress.com/?p=795</guid>
<description><![CDATA[A inflação medida pelo Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) registrou alta de 2% em julho, na comp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A inflação medida pelo Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) registrou alta de 2% em julho, na comparação com junho. O dado consta de pesquisa divulgada hoje</p>
<p>(16) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).</p>
<p><a title="Ínflação medida pelo IGP-10 tem alta de 2% em julho" href="http://www.tudoagora.com.br/noticia/3456/Inflacao-medida-pelo-IGP-10-tem-alta-de-2-em-julho.html" target="_blank"><strong>Leia a matéria na íntegra</strong></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inflação ainda não afetou vendas do varejo, diz IBGE]]></title>
<link>http://mineiroinformado.wordpress.com/?p=168</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 14:02:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>METADATA</dc:creator>
<guid>http://mineiroinformado.wordpress.com/?p=168</guid>
<description><![CDATA[Inflação ainda não afetou vendas do varejo, diz IBGE






Agência Estado 













A alta d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h1>Inflação ainda não afetou vendas do varejo, diz IBGE</h1>
<p><!--fim do titulo--></p>
<div id="noticia_palavras" class="autor" style="padding:5px 0 0;"><em></em></div>
<div id="noticia_autor" class="autor" style="padding:5px 0 9px;">
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="autor"><em><span style="text-decoration:underline;">Agência Estado </span></em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="25" valign="top"><img src="http://www.uai.com.br/UAI/imgs/barra_texto.png" border="0" alt="" width="25" height="149" /></td>
<td class="txt" style="border-left:#cccccc 1px solid;" width="430" valign="top">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="439">
<tbody>
<tr>
<td style="padding:0 0 0 5px;" colspan="2" width="434">
<div id="noticia_corpo" class="txt" style="font-size:12px;padding:0;"><!--inicio do corpo-->A alta da inflação ainda não afetou os resultados do varejo brasileiro, avaliou nesta terça-feira o técnico da coordenação de serviços e comércio do IBGE, Reinaldo Pereira. Segundo ele, os dados do comércio varejista relativos a maio, que apontam crescimento de 0,6% em maio ante abril e aumento de 10,5% ante igual período de 2007, mostram que a desaceleração dos resultados do setor, que havia sido apurada em abril, resultou de um efeito calendário provocado pelo feriado da Páscoa - que este ano foi em março e, no ano passado, em abril.</p>
<p>"As variações em maio foram significativas, o varejo voltou aos níveis do primeiro trimestre (de 2008). Como já tínhamos previsto, o varejo ainda não sofreu repercussão da inflação e do aumento do preço dos alimentos", disse</p>
<p>Segundo Pereira, os dados do varejo em maio mostram que o aumento da renda e do crédito continuam impulsionando as vendas do setor.</p>
<p><strong>Segmentos</strong></p>
<p>Das 10 atividades do varejo pesquisadas pelo IBGE, apenas os grupos de tecidos, vestuário e calçados (-1,0%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-0,1%) mostraram queda nas vendas em maio ante abril, segundo a pesquisa mensal de comércio. Na comparação com o mês anterior, o maior aumento em maio foi registrado no grupo de equipamentos para escritório, informática e comunicação (5,1%).</p>
<p>Na comparação com maio do ano passado, todas as 10 atividades mostraram expansão nas vendas. As maiores altas foram apuradas em equipamentos para escritório, informática e comunicação (29 9%) e móveis e eletrodomésticos (16,1%).</p>
<p>Já as vendas do segmento de hiper e supermercados, que tinham mostrado forte perda de ritmo em abril, registraram recuperação em maio, segundo o IBGE. O grupo de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, cujas vendas tinham caído 0,2% em abril ante março, mostrou alta de 1,1% em maio ante abril. Na comparação com igual mês do ano passado, as vendas em maio cresceram 8,4%.</p>
<p>O segmento de hiper e supermercados é o que tem o maior peso (cerca de 30%) nos resultados da pesquisa mensal de comércio do IBGE.<!--fim do corpo--></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[IBGE divulga índices de inflação de junho]]></title>
<link>http://brasilagora.wordpress.com/?p=598</link>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 21:23:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>baixarjogos</dc:creator>
<guid>http://brasilagora.wordpress.com/?p=598</guid>
<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga hoje (10), às 9h, em entrevista c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga hoje (10), às 9h, em entrevista coletiva, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) referentes a junho deste ano.</p>
<p><a title="IBGE divulga ndices de inflação de junho" href="http://www.tudoagora.com.br/noticia/3001/IBGE-divulga-indices-de-inflacao-de-junho.html" target="_blank"><strong>Leia a matéria na íntegra</strong></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A economia sueca também sofre... (?)]]></title>
<link>http://aspinola.wordpress.com/?p=81</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 10:49:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>aspinola</dc:creator>
<guid>http://aspinola.wordpress.com/?p=81</guid>
<description><![CDATA[Para os que lêem o que se tem dito sobre economia no Brasil, uma notícia interessante:
 
O Riksba]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Para os que lêem o que se tem dito sobre economia no Brasil, uma notícia interessante:</p>
<p> </p>
<p>O Riksbanken, o Banco Central sueco, acaba de aumentar a taxa básica de juros em 0.25 ponto percentual por causa da INFLAÇÃO.</p>
<p> </p>
<p>O dragão sueco atingiu o maior índice dos últimos 15 anos e chega próximo do teto da meta, 3%, em 2008.</p>
<p>A razão, segundo o BC sueco, é a alta das commodities, alimento e petróleo.</p>
<p>Alguns começam a dizer que a Suécia não tomou as medidas necessárias para se proteger da crise americana. No entanto, os outros números da economia mostram que o consumo continua aquecido e a Suécia deve ser, entre os chamados países desenvolvidos, um dos que mais crescerão em 2008.</p>
<p>Alguma coincidência com o Brasil? </p>
<p> </p>
<p>Abraços,</p>
<p>André</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
