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	<title>ideacoes-suicidas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/ideacoes-suicidas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ideacoes-suicidas"</description>
	<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 01:00:27 +0000</pubDate>

	<generator>http://wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[As Relações entre a Idade e o Suicídio]]></title>
<link>http://suicidionuncamais.wordpress.com/?p=292</link>
<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 19:49:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>soares7</dc:creator>
<guid>http://suicidionuncamais.pt-br.wordpress.com/2008/10/05/as-relacoes-entre-a-idade-e-o-suicidio-2/</guid>
<description><![CDATA[As Relações entre a Idade e o Suicídio não são as mesmas em todas as culturas,em todos os país]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>As Relações entre a Idade e o Suicídio não são as mesmas em todas as culturas,em todos os países, em todos os tempos. Não obstante, há <em>padrões</em>. Padrões, por definição, se repetem. Estudando o suicídio entre os homens portugueses, de 1980 a 2002, verifiquei que o que acontece em Portugal se encaixa no padrão quase-linear. Não é estritamente retilinear porque a taxa aumenta nos grupos superiores de idade. Em verdade, talvez devêssemos construir os padrões a partir do valor das derivadas segunda, porque em muitos países eles tendem a aumentar com a idade, mas a aceleração nas idades maiores varia muito entre os países. O chamado <em>padrão húngaro</em> exibe uma alta aceleração, mas muitos países se caracterizam pelo aumento das taxas com a idade, mas não aumentam tanto nos intervalos superiores de idade. O conhecimento dessa relação pode nos ajudar a formular políticas públicas que sejam mais adequadas. Muitas coisas acontecem com a idade, como o aparecimento de mais doenças, taxas mais altas de viuvez, em muitos países maiores problemas financeiros; em outros, como o Brasil, somente para os que não estão vinculados ao setor público, particularmente o setor público federal.<br />
Esse conhecimento nos permite adequar as políticas públicas às necessidades dos grupos-alvo. Uma política de prevenção do suicídio e de preservação da vida requer essas informações, mas esses subsídios não existirão enquanto nossos sociólogos se satisfizerem com citar autores clássicos, particularmente Dürkheim, sem pesquisar as características dos suicídios.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aprendendo com as diferenças: suicídios na Etiópia]]></title>
<link>http://conjunturacriminal.wordpress.com/2008/10/01/aprendendo-com-as-diferencas-suicidios-na-etiopia/</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 23:46:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>soares7</dc:creator>
<guid>http://conjunturacriminal.pt-br.wordpress.com/2008/10/01/aprendendo-com-as-diferencas-suicidios-na-etiopia/</guid>
<description><![CDATA[Entre os fatores com maior poder de previsão do suicídio completo encontramos o(s) suicídio(s) te]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:14pt;">Entre os fatores com maior poder de previsão do suicídio completo encontramos o(s) suicídio(s) tentados. Juntamente com algumas doenças mentais, a existência de tentativas de suicídio é um fator que separa uma população em dois grupos, um com baixa taxa de suicídios e outro com uma taxa mais alta. As ideações suicidas são um fenômeno muito mais freqüente do que as tentativas, e admitem graus de seriedade. Muita gente pensa no suicídio em algum momento da vida; um número muito o faz com freqüência; um grupo menor ainda chega a fazer planos e um grupo ainda menor realiza alguma ação nesse sentido (como comprar uma arma). Felizmente, os que chegam a tentar o suicídio são um número ainda menor e os que se suicidam são o menor total de todos. Todos os processos que não chegam a uma ação de qualquer tipo são chamados de ideações suicidas. Kebede e Alem estudaram as relações entre as ideações, as tentativas e os suicídios, levando em consideração muitas outras variáveis. Pesquisaram mais de dez mil adultos em Addis Ababa. O campo foi feito em 1994. Menos de 1% tinha tentado o suicídio, mas 2,7% tinham tido ideações suicidas. Dois em cada três ocorreram <em>antes</em> de cumprir 25 anos de idade.<br />
</span></p>
<p><span style="font-size:14pt;">Outros dados demonstram o caráter fortemente cultural do suicídio. As ideações <em>diminuíram</em> com a idade e com a educação. Em alguns países, o suicídio aumenta sistematicamente com a idade, particularmente entre os idosos. Não foi a única diferença: o estado civil, a etnia e a religião não se associavam com as ideações suicidas.<br />
</span></p>
<div>
<table style="border-collapse:collapse;" border="0"><col></col></p>
<tbody>
<tr>
<td valign="middle"><span style="font-size:14pt;">Fonte: Kebede D.; Alem A.<strong><br />
</strong> "Suicide attempts and ideation among adults in Addis Ababa, Ethiopia", <em>Acta Psychiatrica Scandinavica</em>, Supplement, Volume 99, Issue 397, 1999, pgs. 35-39.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aprendendo com as diferenças: suicídios na Etiópia]]></title>
<link>http://suicidionuncamais.wordpress.com/2008/10/01/aprendendo-com-as-diferencas-suicidios-na-etiopia-2/</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 23:46:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>soares7</dc:creator>
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<description><![CDATA[Entre os fatores com maior poder de previsão do suicídio completo encontramos o(s) suicídio(s) te]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span><span>Entre os fatores com maior poder de previsão do suicídio completo encontramos o(s) suicídio(s) tentados. Juntamente com algumas doenças mentais, a existência de tentativas de suicídio é um fator que separa uma população em dois grupos, um com baixa taxa de suicídios e outro com uma taxa mais alta. As ideações suicidas são um fenômeno muito mais freqüente do que as tentativas, e admitem graus de seriedade. Muita gente pensa no suicídio em algum momento da vida; um número muito o faz com freqüência; um grupo menor ainda chega a fazer planos e um grupo ainda menor realiza alguma ação nesse sentido (como comprar uma arma). Felizmente, os que chegam a tentar o suicídio são um número ainda menor e os que se suicidam são o menor total de todos. Todos os processos que não chegam a uma ação de qualquer tipo são chamados de ideações suicidas. Kebede e Alem estudaram as relações entre as ideações, as tentativas e os suicídios, levando em consideração muitas outras variáveis. Pesquisaram mais de dez mil adultos em Addis Ababa. O campo foi feito em 1994. Menos de 1% tinha tentado o suicídio, mas 2,7% tinham tido ideações suicidas. Dois em cada três ocorreram <em>antes</em> de cumprir 25 anos de idade.<br />
</span></p>
<p><span>Outros dados demonstram o caráter fortemente cultural do suicídio. As ideações <em>diminuíram</em> com a idade e com a educação. Em alguns países, o suicídio aumenta sistematicamente com a idade, particularmente entre os idosos. Não foi a única diferença: o estado civil, a etnia e a religião não se associavam com as ideações suicidas.<br />
</span></p>
<div>
<table border="0"><col></col></p>
<tbody>
<tr>
<td valign="middle"><span>Fonte: Kebede D.; Alem A.<strong><br />
</strong> "Suicide attempts and ideation among adults in Addis Ababa, Ethiopia", <em>Acta Psychiatrica Scandinavica</em>, Supplement, Volume 99, Issue 397, 1999, pgs. 35-39.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mitos sobre o suicídio e suas consequências ]]></title>
<link>http://suicidionuncamais.wordpress.com/2008/01/06/mitos-sobre-o-suicidio-e-suas-consequencias/</link>
<pubDate>Mon, 07 Jan 2008 00:14:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>soares7</dc:creator>
<guid>http://suicidionuncamais.pt-br.wordpress.com/2008/01/06/mitos-sobre-o-suicidio-e-suas-consequencias/</guid>
<description><![CDATA[Três mitos comuns sobre o suicídio 
1.    Mito: &#8220;Quem fala não faz.&#8221; As pesquisas mos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<li><b><font color="#3366ff">Três mitos comuns sobre o suicídio </font></b></li>
<p><b><font color="#3366ff">1.    <i>Mito: "Quem fala não faz."</i> As pesquisas mostram que 75% das pessoas que se suicidaram deram dicas de que estavam desesperadas nas semanas anteriores ao suicídio. Quem quer que seja que expresse sentimentos e ideações suicidas necessita de atenção imediata, possivelmente psicológica ou clinica. </font></b></p>
<p><b><font color="#3366ff">2.      <i>Mito: "Quem tenta se matar está louco."</i> Um dos erros é pensar os problemas mentais como "loucura". Estima-se que menos de 10% de todos os suicidas são psicóticos ou tem sérias crenças fantasiosas a respeito da realidade. A grande maioria sofre de doenças mentais, particularmente depressão e bipolaridade, que são tratáveis e controláveis. Hoje há um grande número de pessoas enfrentando depressões sérias que continuam funcionando graças à terapia e tratamento com remédios adequados. Outra lição importante é que a ausência de "loucura" não quer dizer que não há risco de suicídio.  </font></b></p>
<p><b><font color="#3366ff">3.    <i>Mito: "Ninguém se suicida por problemas como esses". </i>Palavras freqüentes sobre suicidas, ditas antes do suicídio. O erro é pensar que as coisas que <i>você</i> acha que não são sérias, não sejam sérias para outras pessoas. É o drama freqüente de pais em relação a filhos, entre esposos, e com relação a idosos. Infelizmente, é somente depois do suicídio que muitas pessoas se dão conta de que seus valores e prioridades não são os mesmos de outras pessoas.</font></b></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Necrópsia Psicológica]]></title>
<link>http://derramenuncamais.wordpress.com/2007/08/26/necropsia-psicologica/</link>
<pubDate>Sun, 26 Aug 2007 23:07:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>soares7</dc:creator>
<guid>http://derramenuncamais.pt-br.wordpress.com/2007/08/26/necropsia-psicologica/</guid>
<description><![CDATA[Necrópsia Psicológica   é um conceito usado em pesquisas sobre o suicídio (mas pode ser aplicada]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font size="4">Necrópsia Psicológica </font>  é um conceito usado em pesquisas sobre o suicídio (mas pode ser aplicada a outras mortes). Usualmente é erroneamente chamado de <em>psychological autopsy. </em>O </strong><em><strong>Los Angeles Medical Examiner's Office</strong></em><strong><em> </em></strong><strong>teria sido a primeira instituição a usar esse termo, em 1977.<br />
É necrópsia porque a pessoa estudada já faleceu. É uma tentativa de reconstruir a personalidade do falecido, suas interações sociais, com freqüência objetivando identificar a <em>causa mortis</em>. Não há, ainda, regras estabelecidas para serem seguidas. Se diferencia de todas as demais técnicas porque o sujeito faleceu e não pode responder a perguntas. Usualmente se busca preencher um formulário sobre a vítima, seja através da necrópsia propriamente dita, seja através de entrevistas com pessoas que a conheciam, seja através de provas técnicas. </strong></p>
<p align="left"><strong>    1. Alcohol and drug history, decedent's history of  dealing with stress, medical history, family medical history, recent stressors  in the victim's life, military history, employment history, educational history,  sexual history, dietary history<br />
2. Interpersonal relationships, writings by the deceased, books and music  owned by the deceased, web sites visited, phone calls made, recent conversations  with friends, acquaintances, relatives, co-workers, and teachers, interests and  hobbies shared with others, old and current enemies<br />
3. Reactions by any of the above parties to the victim's death, especially  as to the degree of lethality, as well as the usual questions about early  warning signs and who might have intended harm<br />
4. Assessment of intention about the role of the decedent in their own  demise, including any sub-intentional, covert, or unconscious role, this  obtained by analyzing the pattern of how the victim went about accomplishing  their goals or life plans<br />
5. Fantasies, dreams, thoughts, premonitions, fears, or phobias of the  victim, socio-emotional mood swings, mental status exam, concentration and  judgment abilities, IQ<br />
6. Timeline of events leading up to the day of the deceased's death</strong></p>
<p class="poweredbyperformancing">Powered by <a href="http://scribefire.com/">ScribeFire</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A construção da necrópsia psicológica]]></title>
<link>http://suicidionuncamais.wordpress.com/2007/08/24/a-construcao-da-necropsia-psicologica/</link>
<pubDate>Fri, 24 Aug 2007 03:06:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>soares7</dc:creator>
<guid>http://suicidionuncamais.pt-br.wordpress.com/2007/08/24/a-construcao-da-necropsia-psicologica/</guid>
<description><![CDATA[Necrópsia Psicológica   é um conceito usado em pesquisas sobre o suicídio (mas pode ser aplicada]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><strong><font size="4">Necrópsia Psicológica </font>  é um conceito usado em pesquisas sobre o suicídio (mas pode ser aplicada a outras mortes). Usualmente é erroneamente chamado de <em>psychological autopsy. </em>O </strong><em><strong>Los Angeles Medical Examiner's Office</strong></em><strong><em> </em></strong><strong>teria sido a primeira instituição a usar esse termo, em 1977.<br />
É necrópsia porque a pessoa estudada já faleceu. É uma tentativa de reconstruir a personalidade do falecido, suas interações sociais, com freqüência objetivando identificar a <em>causa mortis</em>. Não há, ainda, regras estabelecidas para serem seguidas. Se diferencia de todas as demais técnicas porque o sujeito faleceu e não pode responder a perguntas. Usualmente se busca preencher um formulário sobre a vítima, seja através da necrópsia propriamente dita, seja através de entrevistas com pessoas que a conheciam, seja através de provas técnicas. </strong> </strong></p>
<p align="left"><strong><strong><br />
Para fins de orientação (e, do nosso ponto de vista, como pesquisadores) um formulário vai sendo preenchido por diversas fontes: </strong></strong></p>
<ul>
<li></li>
<li><strong><strong>histórico de uso de drogas e de bebidas alcoólicas;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>religião e religiosidade, assim como crenças religiosas ou místicas</strong></strong></li>
<li><strong><strong>vida estressante;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>problemas para lidar com estresse;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>histórico médico do suicida;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>histórico médico da família do suicida;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>situações recentes de estresse;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>histórico militar do suicida;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>histórico policial do suicida;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>histórico ocupacional;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>histórico educacional;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>histórico sexual;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>hábitos alimentares;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>relações interpessoais (podem ser centrais ou não)</strong></strong></li>
<li><strong><strong>escritos do suicida (cartas deixadas, correspondência, poemas, diários etc.)</strong></strong></li>
<li><strong><strong>livros e música de propriedade do suicida;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>web sites visitados pelo suicida;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>telefonemas e outras comunicações do suicida, sobretudo as mais recentes com parentes, parceir@s, amig@s, pessoas relevantes como professor@s;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>outras atividades importantes como hobbies e esportes;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>obesidade;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>inimigos, tanto antigos quanto recentes;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>reações e descrições das pessoas mencionadas acima à morte, particularmente no que concerne o meio usado, avisos e ameaças;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>avaliação do papel do suicida - inclusive ações e comunicações sub-intencionais, intenções ocultas e/ou inconscientes;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>fantasias, sonhos, desejos, pensamentos, visões, medos, fobias;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>mudanças de humor;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>estado mental;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>capacidade de se concentrar e tomar decisões acertaas</strong></strong></li>
<li><strong><strong>sequência de eventos que conduziram ao desfecho, não apenas no dia do suicídio.</strong></strong></li>
</ul>
<p><strong><strong>Essa lista é parcial e inclui muitas condições que estão entre as relacionadas com suicídios e suas tentativas. Nenhuma lista para a "necrópsia psicológica" é estática. Ela vai se ampliando em resposta às pesquisas e ao aumento do conhecimento sobre o suicídio. Mudanças na sociedade devem ser incluídas - por exemplo, o estudo das interações do suicida, <font color="#3333ff">hoje</font>, seria incompleto sem a internet. </strong> </strong></p>
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]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mais mitos e debates sobre o suicídio]]></title>
<link>http://suicidionuncamais.wordpress.com/2007/03/03/mais-mitos-e-debates-sobre-o-suicidio/</link>
<pubDate>Sat, 03 Mar 2007 15:20:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>soares7</dc:creator>
<guid>http://suicidionuncamais.pt-br.wordpress.com/2007/03/03/mais-mitos-e-debates-sobre-o-suicidio/</guid>
<description><![CDATA[Continuamos a expor mitos sobre o suicidio, assim como informar sobre as quëstões ainda não resol]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight:bold;">Continuamos a expor mitos sobre o suicidio, assim como informar sobre as quëstões ainda não resolvidas. </span></p>
<blockquote><p>Continuamos com David Lester, um estudioso do suicídio, e mais alguns mitos.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">O MITO: Uma vez suicida, suicida para sempre<br />
<span style="color:#3333ff;">As pessoas não estão condenadas a tentar o suicídio repetidas vezes. O impulso suicida tem janelas, períodos nos que ele aparece, mas as janelas não voltam sempre. Muitas pessoas respondem mal a certas conjunturas, mas muitas entre elas não tentam ou, se tentam, escapam e superam os problemas. Reconstroem suas vidas que podem passar a ser felizes, úteis, cheias de significado. Se há imponderáveis "ruins", que criam problemas, também há imponderáveis "bons", que abrem caminhos, trazem felicidade. Podem ser novas situações, como trabalhos, superação de drogas, flertes e namoros, casamento, filho, ativismo, ajudar o próximo, religião, hobbies, muitas coisas diferentes. Não podemos deixar de fora a auto-superação que às vezes aparece onde menos se espera<span style="color:#000000;"> </span></span></span></p>
<p>O MITO: há um mito contrário: uma vez superada uma crise, acaba o risco<br />
<span style="color:#3333ff;">A superação traz efeitos muito variáveis. Crises podem reaparecer ou não; novas crises podem aparecer ou não. Toda análise deve incluir a idéia de que a vida não para, de que as pessoas mudam e o mundo ao redor das pessoas também<span style="color:#000000;"> </span></span></p>
<p>O MITO: os suicídas são de uma classe social determinada<br />
<span style="color:#3333ff;">Não é verdade. O suicídio atinge todas as classes e raças, ainda que não de maneira igual. </span></p>
<blockquote><p><em><strong><span style="color:#3333ff;"></span>Cada ano o suicidio mata entre 8 e 11 mil brasileiros. Podemos evitar muitos.</strong></em><span style="color:#000000;"> </span></p></blockquote>
</blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mitos sobre o suicidio]]></title>
<link>http://conjunturacriminal.wordpress.com/2007/02/27/mitos-sobre-o-suicidio-2/</link>
<pubDate>Tue, 27 Feb 2007 16:16:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>soares7</dc:creator>
<guid>http://conjunturacriminal.pt-br.wordpress.com/2007/02/27/mitos-sobre-o-suicidio-2/</guid>
<description><![CDATA[Hã muitos mitos sobre o suicidio, assim como sobre o homicidio. Creio importante desfazer esses mit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight:bold;">Hã muitos mitos sobre o suicidio, assim como sobre o homicidio. Creio importante desfazer esses mitos para poder salvar vidas com politicas inteligentes e bem informadas.</span></p>
<blockquote><p>David Lester, um estudioso do suicídio, lista vários mitos sobre o suicídio e o que se sabe sobre esses mitos. Elaboro com base em Lester. Inicio com apenas 3 de muitos mitos.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">O MITO: Cão que ladra não morde. Gente que fala sobre suicídio não se suicida.<br /><span style="color:rgb(51, 51, 255);">Oito em dez suicidas sinalizam suas intenções.Quem fala sobre suicídio e tem ideações suicidas deve ser levado(a) em sério e com cautela.<span style="color:rgb(0, 0, 0);"> </p>
<p>O MITO: o suicídio não avisa<br /><span style="color:rgb(51, 51, 255);">A maioria dos suicidas dá sinais de que pode/deseja/vai se matar<span style="color:rgb(0, 0, 0);"> </p>
<p>O MITO: os suicídas estão determinados a se matar <br />Corolário extremo: é inútil tentar evitar um suicídio. O mesmo se diz, erroneamente, sobre o homicidio.<br /><span style="color:rgb(51, 51, 255);">A maioria dos suicidas está indecisa até o último momento, muitos arriscam, contando que outras pessoas os salvem. São poucos os que se matam sem avisar alguém, ainda que esse aviso esteja camuflado, às vezes em códigos difíceis de entender</p>
<p><span style="font-style:italic;">O suicidio mata entre 8 e 11 mil brasileiros. Podemos evitar muitos deles</span>.<span style="color:rgb(0, 0, 0);"> </p></blockquote>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mitos sobre o suicidio]]></title>
<link>http://derramenuncamais.wordpress.com/2007/02/27/mitos-sobre-o-suicidio/</link>
<pubDate>Tue, 27 Feb 2007 16:16:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>soares7</dc:creator>
<guid>http://derramenuncamais.pt-br.wordpress.com/2007/02/27/mitos-sobre-o-suicidio/</guid>
<description><![CDATA[Hã muitos mitos sobre o suicidio, assim como sobre o homicidio. Creio importante desfazer esses mit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight:bold;">Hã muitos mitos sobre o suicidio, assim como sobre o homicidio. Creio importante desfazer esses mitos para poder salvar vidas com politicas inteligentes e bem informadas.</span></p>
<blockquote><p>David Lester, um estudioso do suicídio, lista vários mitos sobre o suicídio e o que se sabe sobre esses mitos. Elaboro com base em Lester. Inicio com apenas 3 de muitos mitos.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">O MITO: Cão que ladra não morde. Gente que fala sobre suicídio não se suicida.<br /><span style="color:rgb(51, 51, 255);">Oito em dez suicidas sinalizam suas intenções.Quem fala sobre suicídio e tem ideações suicidas deve ser levado(a) em sério e com cautela.<span style="color:rgb(0, 0, 0);"> </p>
<p>O MITO: o suicídio não avisa<br /><span style="color:rgb(51, 51, 255);">A maioria dos suicidas dá sinais de que pode/deseja/vai se matar<span style="color:rgb(0, 0, 0);"> </p>
<p>O MITO: os suicídas estão determinados a se matar <br />Corolário extremo: é inútil tentar evitar um suicídio. O mesmo se diz, erroneamente, sobre o homicidio.<br /><span style="color:rgb(51, 51, 255);">A maioria dos suicidas está indecisa até o último momento, muitos arriscam, contando que outras pessoas os salvem. São poucos os que se matam sem avisar alguém, ainda que esse aviso esteja camuflado, às vezes em códigos difíceis de entender</p>
<p><span style="font-style:italic;">O suicidio mata entre 8 e 11 mil brasileiros. Podemos evitar muitos deles</span>.<span style="color:rgb(0, 0, 0);"> </p></blockquote>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mitos sobre o suicidio]]></title>
<link>http://soares7.wordpress.com/2007/02/27/mitos-sobre-o-suicidio-2/</link>
<pubDate>Tue, 27 Feb 2007 16:16:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>soares7</dc:creator>
<guid>http://soares7.pt-br.wordpress.com/2007/02/27/mitos-sobre-o-suicidio-2/</guid>
<description><![CDATA[Hã muitos mitos sobre o suicidio, assim como sobre o homicidio. Creio importante desfazer esses mit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight:bold;">Hã muitos mitos sobre o suicidio, assim como sobre o homicidio. Creio importante desfazer esses mitos para poder salvar vidas com politicas inteligentes e bem informadas.</span></p>
<blockquote><p>David Lester, um estudioso do suicídio, lista vários mitos sobre o suicídio e o que se sabe sobre esses mitos. Elaboro com base em Lester. Inicio com apenas 3 de muitos mitos.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">O MITO: Cão que ladra não morde. Gente que fala sobre suicídio não se suicida.<br /><span style="color:rgb(51, 51, 255);">Oito em dez suicidas sinalizam suas intenções.Quem fala sobre suicídio e tem ideações suicidas deve ser levado(a) em sério e com cautela.<span style="color:rgb(0, 0, 0);"> </p>
<p>O MITO: o suicídio não avisa<br /><span style="color:rgb(51, 51, 255);">A maioria dos suicidas dá sinais de que pode/deseja/vai se matar<span style="color:rgb(0, 0, 0);"> </p>
<p>O MITO: os suicídas estão determinados a se matar <br />Corolário extremo: é inútil tentar evitar um suicídio. O mesmo se diz, erroneamente, sobre o homicidio.<br /><span style="color:rgb(51, 51, 255);">A maioria dos suicidas está indecisa até o último momento, muitos arriscam, contando que outras pessoas os salvem. São poucos os que se matam sem avisar alguém, ainda que esse aviso esteja camuflado, às vezes em códigos difíceis de entender</p>
<p><span style="font-style:italic;">O suicidio mata entre 8 e 11 mil brasileiros. Podemos evitar muitos deles</span>.<span style="color:rgb(0, 0, 0);"> </p></blockquote>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Idade dos serial killers]]></title>
<link>http://conjunturacriminal.wordpress.com/2006/12/23/idade-dos-serial-killers/</link>
<pubDate>Sat, 23 Dec 2006 13:43:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>soares7</dc:creator>
<guid>http://suicidionuncamais.pt-br.wordpress.com/2006/12/23/idade-dos-serial-killers/</guid>
<description><![CDATA[Talvez o dado mais importante a respeito dos assassinos em série, seja a idade que tinham quando ma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp2.blogger.com/_imdbQPoywXg/RY03GjX5_mI/AAAAAAAAAAM/7zmst_9hI-A/s1600-h/Idade+dos+serial+killers.png"><img style="float:left;cursor:pointer;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp2.blogger.com/_imdbQPoywXg/RY03GjX5_mI/AAAAAAAAAAM/7zmst_9hI-A/s400/Idade+dos+serial+killers.png" alt="" border="0" /></a>Talvez o dado mais importante a respeito dos assassinos em série, seja a idade que tinham quando mataram pela primeira vez.</p>
<p>Construi o gráfico à esquerda baseado nas informações coletadas por Michael Newton. O grupo de mais alta freqüência é o dos que mataram pela primeira vez entre os 20 e os 29 anos de idade, seguidos pelos que mataram pela primeira vez um ser humano quando eram adolescentes e tinham menos de 20, logo seguidos pelos que estavam na faixa dos 30 aos 39.</p>
<p>Raros começaram fora dessas faixas, seja antes de 10, seja depois dos 40.</p>
<p>A teoria explicativa para essa relação ainda não foi adequadamente elaborada, mas ela coincide em parte com a distribuição dos que praticam homicídios comuns e outros crimes violentos.</p>
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<title><![CDATA[Mais mitos e debates sobre o suicídio]]></title>
<link>http://derramenuncamais.wordpress.com/?p=148</link>
<pubDate>Tue, 30 Nov 1999 00:00:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>soares7</dc:creator>
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<description><![CDATA[Continuamos a expor mitos sobre o suicidio, assim como informar sobre as quëstões ainda não resol]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight:bold;">Continuamos a expor mitos sobre o suicidio, assim como informar sobre as quëstões ainda não resolvidas. </span></p>
<blockquote><p>Continuamos com David Lester, um estudioso do suicídio, e mais alguns mitos.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">O MITO: Uma vez suicida, suicida para sempre<br />
<span style="color:#3333ff;">As pessoas não estão condenadas a tentar o suicídio repetidas vezes. O impulso suicida tem janelas, períodos nos que ele aparece, mas as janelas não voltam sempre. Muitas pessoas respondem mal a certas conjunturas, mas muitas entre elas não tentam ou, se tentam, escapam e superam os problemas. Reconstroem suas vidas que podem passar a ser felizes, úteis, cheias de significado. Se há imponderáveis "ruins", que criam problemas, também há imponderáveis "bons", que abrem caminhos, trazem felicidade. Podem ser novas situações, como trabalhos, superação de drogas, flertes e namoros, casamento, filho, ativismo, ajudar o próximo, religião, hobbies, muitas coisas diferentes. Não podemos deixar de fora a auto-superação que às vezes aparece onde menos se espera<span style="color:#000000;"> </span></span></span></p>
<p>O MITO: há um mito contrário: uma vez superada uma crise, acaba o risco<br />
<span style="color:#3333ff;">A superação traz efeitos muito variáveis. Crises podem reaparecer ou não; novas crises podem aparecer ou não. Toda análise deve incluir a idéia de que a vida não para, de que as pessoas mudam e o mundo ao redor das pessoas também<span style="color:#000000;"> </span></span></p>
<p>O MITO: os suicídas são de uma classe social determinada<br />
<span style="color:#3333ff;">Não é verdade. O suicídio atinge todas as classes e raças, ainda que não de maneira igual. </span></p>
<p>Cada ano o suicidio mata entre 8 e 11 mil brasileiros. Podemos evitar muitos.<span style="color:#000000;"> </span></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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