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	<title>hierarquia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/hierarquia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "hierarquia"</description>
	<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 10:12:44 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[hierarquia empresarial.]]></title>
<link>http://cartafora.wordpress.com/?p=145</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 23:57:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>cartafora</dc:creator>
<guid>http://cartafora.pt-br.wordpress.com/2008/10/01/hierarquia-empresarial/</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cartafora.files.wordpress.com/2008/10/organograma.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-146" title="organograma" src="http://cartafora.wordpress.com/files/2008/10/organograma.jpg" alt="" width="360" height="567" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Níveis de acesso no moodle]]></title>
<link>http://moodlelivre.wordpress.com/?p=55</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 13:30:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Adriane Consolo</dc:creator>
<guid>http://moodlelivre.pt-br.wordpress.com/2008/10/01/niveis-de-acesso-no-moodle/</guid>
<description><![CDATA[Dentro do moodle é possível criar usuários com maiores ou menores atribuições, ou seja, são di]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Dentro do moodle é possível criar usuários com maiores ou menores atribuições, ou seja, são diferentes níveis que possibilitam um usuário ter mais áreas acessíveis do que outro. Temos no moodle status de visitante, estudante, moderador, tutor, autor de curso e administrador.</p>
<p>O <strong>visitante </strong>tem a possibilidade de apenas visualizar o curso e seu conteúdo, ele não pode participar das atividades, se comportando apenas como um observador. Temos que prestar atenção em uma questão que eu enfrentei esses dias. Os cursos do moodle, em suas configurações, têm uma opção que permite o acesso de visitantes ou não, isso elimina a possível senha do curso e não restringe o acesso de ninguém. Isso pode ser um problema quanto a direitos autorais dos materiais produzidos. A configuração permite escolhermos cadastro de usuários com status de visitante junto com a criação de uma senha. Ao criar uma senha para o visitante restringimos quem está acessando o ambiente, assim não é qualquer pessoa que pode acessar, apenas para quem eu forneci essa senha, ao mesmo tempo esse visitante pode ver o curso sem problemas.</p>
<p>O <strong>estudante </strong>é quem faz o curso, ele é quem recebe o conteúdo do professor, interage com os colegas, ele envia material, contribui no fórum, vê suas notas, o curso é dado para ele.</p>
<p>O <strong>moderador</strong>, geralmente é uma função dada à professores colaboradores, ou professores que apenas vão acompanhar o curso, ele nao pode editar nenhum material.</p>
<p>O <strong>tutor </strong>é quem produz o material e pode acrescentar os conteúdos no ambiente, ele quem molda o ambiente, tem atribuições de criar atividades, recursos, inserir alunos no curso que já estejam cadastrados no moodle, configurar notas e o formato de curso que ele pretende que tenha seu curso.</p>
<p><strong>Autor de curso</strong>, basicamente tem as mesmas funções do professor, ele quem cria o curso por isso o nome diferente. Em um curso a distância é importante os alunos saberem com quem estão lidando, por isso o status, possibilitando que ele saiba quem é professor e quem é aluno.</p>
<p><strong>Administrador </strong>é quem tem as atribuições máximas no moodle, ele pode configurar todo o ambiente, tanto a página inicial e as categorias de curso quanto os próprios cursos, ele tem possibilidade também de entrar como professores, alunos, o que é muito utilizado para testes. Geralmente sobre ele que cai a responsabilidade dos problemas que o ambiente venha a ter, ele quem tem atribuição de instalar o moodle, quem tem acesso a senhas de ftp, de banco de dados, e quem pode baixar plugins, temas. Ele tem acesso a todas as areas do ambiente, pode excluir e inserir usuários e dar suas atribuições, pode alterar materiais e organizar o ambiente.</p>
<p>Além dessas atribuições é possível também criar novos status e restringir áreas de acesso a eles, como eu disse é muito importante que o aluno veja os usuários e sua status para saberem quem são as pessoas participantes de um curso.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Caos no atendimento da RFB: "a nova estrutura vai definir melhor "quem manda e quem obedece""]]></title>
<link>http://rfbalemdosmuros.wordpress.com/?p=966</link>
<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 02:10:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberto Carlos dos Santos</dc:creator>
<guid>http://rfbalemdosmuros.pt-br.wordpress.com/2008/09/25/caos-no-atendimento-da-rfb-a-nova-estrutura-vai-definir-melhor-quem-manda-e-quem-obedece/</guid>
<description><![CDATA[Prezados leitores,
Impressionante a eficiência da nova equipe da cúpula da RFB. Em menos de dois m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Prezados leitores,</p>
<p style="text-align:justify;">Impressionante a eficiência da nova equipe da cúpula da RFB. Em menos de dois meses (e, conforme a notícia abaixo, o novo secretário-adjunto assumiu o cargo na semana passada), já está a conseguir "<strong>amenizar o caos no atendimento</strong>". Pelo menos, uma coisa é certa: com o agendamento de senhas virtuais, pela Internet, tende-se a amenizar a politicamente incômoda existência de imensas filas de atendimento presencial, nos Centros de Atendimento ao Contribuinte, que, desse modo, continuam a existir, com a mesma, ou maior intensidade, mas, como a triagem  passa a ser majoritariamente virtual, ficam assim "invisíveis" aos olhos da opinião pública.</p>
<p style="text-align:justify;">É, no mínimo, enigmática a expressão: "a nova estrutura vai definir melhor "quem manda e quem obedece"". Será que, a esta altura dos fatos, ainda não há clareza sobre uma coisa dessas? Evidentemente, "quem manda" são as verdadeiras autoridades administrativas da RFB: os servidores com poder de decisão e, no que tange às questões de gestão de pessoal, os que têm poder hierárquico em relação a seus respectivos subordinados: os chefes, de um modo geral. Como esse entendimento transcende à RFB, não deve, ou não deveria, mudar muita coisa. A menos que, subjacente a esse discurso,  esteja  a  defesa, consciente ou subconsciente, da campanha, do sindicato dos Auditores-Fiscais,  pelo "resgate da autoridade fiscal". </p>
<p style="text-align:justify;">Aliás, cabe aqui uma reflexão: alguém resgata algo que não perdeu?</p>
<p style="text-align:justify;">Logicamente:</p>
<p style="text-align:justify;">1) <strong>Se perdeu</strong>, cabe efetivamente o resgate;</p>
<p style="text-align:justify;">2) Se nunca teve, não é apropriada a menção a resgate;</p>
<p style="text-align:justify;">3) Se já tem, também não cabe o resgate.</p>
<p style="text-align:justify;">Daí que a conclusão lógica dessa campanha sindical, a partir de seus próprios pressupostos, é de que houve uma <strong>pretensa perda de autoridade</strong>. Como autoridade implica poder de decisão, os promotores dessa campanha julgam, ou tentam convencer a opinião pública, que perderam algum poder de decisão, inerente ao próprio exercício do cargo, que deva ser "resgatado". Bem, se a campanha fosse somente para valorizar o cargo de Auditor-Fiscal, nada teríamos a lamentar. Ocorre que o discurso tende ao acirramento de injustificados e ilegítimos (porquanto não compatíveis com as situações fáticas) monopólios atributivos, e ao aumento das resistências à evolução funcional de outros cargos (no que nos diz respeito, ao cargo de Analista-Tributário), em prejuízo da higidez do ambiente de trabalho e da eficiência da Administração Tributária.</p>
<p style="text-align:justify;">----------------</p>
<p style="text-align:justify;">25/09/2008 - 17h32<br />
<strong>Caos no atendimento da Receita já foi amenizado, diz novo secretário-adjunto</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Fonte (acesso em 25/09/2008):<br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u448926.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u448926.shtml</a></p>
<p style="text-align:justify;">EDUARDO CUCOLO<br />
da Folha Online, em Brasília</p>
<p style="text-align:justify;">O novo secretário-adjunto da Receita Federal, [...], afirmou hoje que o "caos" nos postos de atendimento do órgão ao público está sendo amenizado.</p>
<p style="text-align:justify;">No início de agosto, logo após assumir o cargo, a nova secretária da Receita Federal, [...], disse que a criação da Super Receita gerou problemas no atendimento ao cidadão. Segundo a secretária, o problema estaria na integração dos funcionários que vieram da Previdência.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje, o novo secretário-adjunto, que assumiu o cargo na semana passada, disse que foi criado um grupo de trabalho para identificar esses problemas de atendimento e apontar soluções. "Já foi bem amenizado", disse.</p>
<p style="text-align:justify;">Cartaxo afirmou também que na próxima semana deve ser apresentado o plano de reestruturação da Receita. "Algumas atividades foram reagrupadas."</p>
<p style="text-align:justify;">Ele não quis adiantar as medidas que serão anunciadas pela secretária e pelo ministro [...] (Fazenda), mas afirmou a nova estrutura vai definir melhor "quem manda e quem obedece".</p>
<p style="text-align:justify;">As mudanças na Receita começaram no final de julho com a demissão do ex-secretário [...], que estava no cargo desde a época do ex-ministro [...]. [...]também havia sido secretário-adjunto no governo FHC.</p>
<p style="text-align:justify;">Desde que assumiu o cargo, [...] já nomeou dois novos adjuntos --ainda se espera a indicação de mais dois subordinados-- e trocou o comando da Receita em São Paulo, principal comando regional do país.</p>
<p style="text-align:justify;">O novo secretário-adjunto participou hoje da divulgação da arrecadação em agosto, que cresceu 10,33% nos oito primeiros meses de 2008 e atingiu novo recorde. Mesmo com o fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), a Receita Federal arrecadou R$ 452 bilhões no período.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Episódio 8 – Sociedade Utópica]]></title>
<link>http://cogumelando.wordpress.com/?p=53</link>
<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 02:24:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mr.Cogu</dc:creator>
<guid>http://cogumelando.pt-br.wordpress.com/2008/09/05/ep8-2/</guid>
<description><![CDATA[Sua dieta?

Esse assunto é perigoso, muitos podem concordar, muitos descordar&#8230; outros porra n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="attachment_58" align="aligncenter" width="300" caption="Sua dieta?"]<a href="http://cogumelando.wordpress.com/files/2008/09/8-utopia.png"><img class="size-medium wp-image-58" title="8-utopia" src="http://cogumelando.wordpress.com/files/2008/09/8-utopia.png?w=300" alt="Sua dieta?" width="300" height="300" /></a>[/caption]
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:20pt;color:green;">E</span></strong>sse assunto é perigoso, muitos podem concordar, muitos descordar... outros porra nenhuma, apenas me perdoe sem não gostou, mas é sempre bom mostrar outros métodos.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Primeiramente, preciso contar como surgiu a idéia do tópico. Foi com a música This is a Man’s Man’s Man’s World, do The Residents.</p>
<p class="MsoNormal">Aí conversando aqui em casa com meus pais, conversando sobre as questões da vida e tal, e começamos a falar ao famoso “sistema” que os punks e anarquistas falam tanto.</p>
<p class="MsoNormal">Hoje vou falar sobre a minha repugnância para com o sistema capitalista em que vivemos, sobre uma sociedade evoluída que apoio, alias as criticas ao capitalismo não importam, hoje vou falar sobre o tipo de sociedade que eu almejo. E antes que comecem as criticas, vou deixar claro: Não sou nenhum entendido de política, tão pouco da sociedade, mas eu tenho olhos, olhos que observam a tudo e a todos e é daí que tiro minhas conclusões! Se eu estiver errado em algo, perdão. Peço que me ensine através dos comentários! Vivemos pra aprender, concordam? Haha</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Bom, pra começar a falar da utopia, precisamos falar da atualidade.</p>
<p class="MsoNormal">O homem nasce, cresce, reproduz e morre, certo?<br />
Ao meu ver é esse: O homem nasce, trabalha, aposenta e morre.</p>
<p class="MsoNormal">Aonde ta o reproduz? Dentro do “trabalha”. Quando o homem aposenta, ele cuida dos netos e toma remédios usando do dinheiro que deveria usar para curtir a vida.</p>
<p class="MsoNormal">E quando o homem trabalha? É a pergunta que eu te faço.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">O mundo atualmente está em transição de minuto a minuto, efeito da globalização? Creio que sim, e o interessante é que isso é justamente feito pelos homens que trabalham a todo instante, eu os chamo de arvores do dinheiro.</p>
<p class="MsoNormal">O curioso é que muita gente diz “só pobre trabalha” mas essa é errado, o homem no topo, de terno e gravata trabalha, trabalha pra caralho, ele não segue ordens, ele comanda, administra...</p>
<p class="MsoNormal">Isso apenas prova que TODOS trabalham na atualização do mundo.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Mas, você leitor, é satisfeito com isso?<br />
Nasce, estuda coisas sem interesse, trabalha, fica velho, morre...</p>
<p class="MsoNormal">Não é uma visão pessimista, vamos deixar isso claro, é apenas a verdade da maioria.</p>
<p class="MsoNormal">Pra mim isso não é vida, ser escravo da tecnologia, ao invés de usa-la ao seu favor, também não é vida. Mas, vamos ver... Como seria se não fosse assim, se estivéssemos em um patamar alem, evoluído... Que fosse o Homo-Evoluidus...</p>
<p class="MsoNormal">Vamos ver...</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Primeiro de tudo, eliminação do dinheiro. Mas confesso que eu o guardaria como recordação de um pesadelo subliminar. Bom, com a eliminação de dinheiro acabaria de imediato o valor material das coisas e tudo seria igual e claro, o homem não estaria mais a venda.</p>
<p class="MsoNormal">Acabaria a questão cruel “Mercado de Trabalho”, e chamaríamos de “Troca de Trabalho”. Viveríamos como os índios, auto-suficientes, com acesso ao ensino e com prazer em aprender, trocariamos, juntaríamos e seriamos amigáveis.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Detalhando mais:</p>
<p class="MsoNormal">Iríamos nascer livres do plano de saúde, morreríamos livres do plano funerário. Não haveria pessoas trabalhando por dinheiro, haveriam pessoas trabalhando por boa vontade, voluntários. Mas aí você me pergunta, e se não quisessem trabalhar? Bom, eles trabalhariam, pois assim dividiriam para ter, visto que outras pessoas trabalhariam em conjunto, e o melhor, quando quisessem, com prazer. É lógico que pra isso, seria necessário uma mudança no pensamento humano... (Por isso eu disse que é utopia).</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Mas espera, como seria o sistema de troca, compra? Eu lhes explico, caros amigos!</p>
<p class="MsoNormal">As pessoas seriam auto-suficientes, certo? Certo. Mas isso não faria as pessoas se tornarem individualistas demais? Não.</p>
<p class="MsoNormal">Em uma sociedade evoluída, as pessoas cuidariam de suas próprias coisas, mas não precisariam de grandes plantações, ou algo do gênero. Apenas se baseariam em um tipo de cultura. Como a colheita seria abundante, haveria a troca, visto que cada pessoa plantaria um tipo de coisa.</p>
<p class="MsoNormal">Isso faria todos terem todas as coisas.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">E os instrumentos, tecnologia e tal? Seria criadas com grande gosto e com uma pitada bem grande de dom, criatividade. Porque? Porque as pessoas poderiam executar seus dons, simplesmente seria feito aquilo que cada pessoa gosta. Cada humano seria único e importante, dividindo si mesmo com os outros. Isso já eliminaria a violência e faria de todos irmãos, vivendo em uma grande fraternidade.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Teríamos mais filósofos, mais professores, idealizadores, construtores... E juntos, criaríamos o planeta com carinho e respeito que ele merece.</p>
<p class="MsoNormal">Como o conhecimento seria dedicado e aberto a todos, e seguindo a trilha da auto-suficiência, hierarquias seriam desnecessárias pois uma harmonia teria sido alcançada.</p>
<p class="MsoNormal">Mas ainda assim, como o humano viveria assim? Eu lhes digo, jovens lobos. O humano não precisa de hierarquia. Quando o humano for evoluído, ele simplesmente vai fazer o que for o bem para todos, esse sentimento vai ser estimulado com a divisão de bens e do conhecimento.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">É lógico que em uma sociedade assim não existiriam malandros e ladrões, porque os malandros não teriam nada se não ajudassem e os ladrões não teriam mais porque roubar, visto que todos dividiriam as coisas.</p>
<p class="MsoNormal">Atualmente, esse conceito não pode ser aplicado, o humano ainda está cego, está desorientado. Mas acredito que dentro de uns anos, pessoas de boa fé vão guiar a nossa raça, para a evolução. E com o conhecimento na mão daqueles que merecem, teremos uma vida melhor, e uma pós vida melhor.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Faltaram muitas coisas aqui, mas o que eu lembrar eu edito no post.</p>
<p class="MsoNormal">Essa é minha visão sobre o que deveria ser a sociedade, assim que o humano deveria viver. Junto, de mãos dadas, para um bem-estar coletivo.</p>
<p class="MsoNormal">Sem preconceitos, sem discriminação, sem hierarquia, sem egoísmo... Apenas o desenvolvimento de dons, aprendizado, realização de sonhos. Essa sociedade seria guiada pelo pensamento coletivo, seria uma maquina de sorrisos.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">O que eu faço pra isso? Nada. Aquele ditado que eu até hoje não entendi diz que uma andorinha só não faz verão, é o mesmo comigo, inclusive apoio o capitalismo indiretamente comprando no mercado, andando de onibus... Estou preso. Mas se eu encontrasse um grupo disposto a mudar, realmente mudar e não querer aparecer, querer ganhar em cima dos outros, eu começaria a lutar em prol disso. Eu espero um dia poder fazer isso, ou qualquer outra coisa que seja boa para a coletividade, que leve o humano pra frente. Já é hora de pararmos de olhar apenas para nossos pés, e ser boas ovelhas, concordam?</p>
<p class="MsoNormal">Dinheiro é verde, mas não se come na salada.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Por hoje é só, amigos! Abraços fraternos, e até o próximo episódio!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Professor X diretor / orientador da escola]]></title>
<link>http://questaodeclasse.wordpress.com/?p=62</link>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 03:34:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>zailda</dc:creator>
<guid>http://questaodeclasse.pt-br.wordpress.com/2008/09/05/professor-x-diretor-orientador-da-escola/</guid>
<description><![CDATA[Recebi hoje um comentário na página &#8220;Razões de Ser&#8221; aqui do blog e acho um ponto muit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font face="verdana">Recebi hoje um comentário na página "Razões de Ser" aqui do blog e acho um ponto muito interessante: o que fazer quando temos idéias e nossa veia criativa anda a mil, mas somos podados pelo diretor ou orientador da escola?</p>
<p>Há algumas alternativas, mais ou menos indolores, dependendo do caso. Já me aconteceu de trabalhar em escolas onde todas as vezes em que eu queria fazer algo diferente ou tentar resolver alguns problemas de forma mais "moderninha" ou criativa, logo me aconselhavam a fazer meu trabalho da forma mais tradicional possível, que tudo daria certo no final, porque era assim que sempre tinha sido - e deveria continuar sendo, como faziam questão de frisar.</p>
<p>E me vinham lá com citações de filósofos, psicólogos e pedagogos que já estavam na ativa quando eu era criança, e no final arrematavam com o "papa" Piaget. Isso quando não alegavam "30 e tantos anos de magistério" para tirar logo qualquer dúvida de que realmente sabiam do que falavam.</p>
<p>Eu considero de uma pobreza de espírito descomunal estudar Piaget na escola e depois de 30 anos ainda só se guiar pelo que ele disse, pois isso demonstra que a pessoa não criou nem aprendeu nada com seus 30 e tantos anos de magistério, continua empacada lá no início.</p>
<p>Acho que ensinar pressupõe adequar o método à realidade da classe e às necessidades individuais dos seus alunos, e que sabia Piaget dos seus alunos? Como regra geral tudo o que ele disse pode ser até irrefutável, mas imagino que qualquer pensador deva ser apenas um ponto de partida, depois de alguns anos todos temos nossas próprias idéias, podemos e devemos compartilhá-las e desenvolvê-las. E sobretudo aplicá-las, restando para os autores das idéias o ônus e a responsabilidade do resultado.</p>
<p>Uma opção que a mim sempre pareceu covarde foi abaixar a cabeça e calar a boca temendo ser taxada de reclamona e inconveniente. Nunca me curvei a isso e sempre defendi minhas idéias, e mesmo que parecessem amalucadas a princípio sempre surtiram algum resultado quando me permitiram aplicá-las. E se o resultado não foi sempre o esperado, sempre há a auto-análise e o aperfeiçoamento para reaplicá-las novamente com maior chance de acerto.</p>
<p>Em última instância, se a escola tem uma filosofia totalmente contrária à sua, só resta uma saída: a porta da frente. E foi o que fiz, quando realmente não me compreendiam nem me deixavam tentar o que eu acreditava ser o correto dentro da situação, quando não me davam espaço para pensar ou criar, para fazer algo que fosse meu, tirado de minha cabeça e de minha experiência, eu simplesmente ia embora, enfiava a viola no saco e ia cantar em outra freguesia.</p>
<p>Não dá para trabalhar em um ambiente hostil e onde as idéias são sufocadas em nome de uma pretensa segurança e ordem. Se caminhos há, lá estão para serem testados, aprovados ou reprovados, reinventados. A cada dia aprendemos algo com nossos alunos e dessa troca tem que nascer algo de positivo e proveitoso para todas as partes. Tudo o que está estagnado em pouco tempo fica podre e morre.</p>
<p>O modelo de ensino de 5 anos atrás já não se encaixa na realidade do aluno de hoje e nós professores temos que estar antenados e sempre à procura de caminhos novos para chegar até eles, depertar-lhes o prazer de aprender e partilhar com ele o pouco ou muito que sabemos, da forma mais agradável e simples possível.</p>
<p>Talvez eu seja apenas uma pessoa teimosa, mas se teimosia é sinônimo de não abrir mão de minha filosofia, das coisas nas quais acredito, de bater de frente com quem quer que seja para defender o que julgo certo, de não aceitar que me enfiem goela abaixo teorias que não são nem poderiam ser minhas, então eu sou uma mula, estou piorando com os anos e com certeza vou morrer mais teimosa do que nunca.</p>
<p>Sempre que há a opção de baixar a cabeça, calar e abrir mão de tudo o que acredito ou abrir mão do emprego, nunca tive dúvidas. Sempre saí serenamente e de cabeça erguida, porque não trabalho onde as pessoas já decidiram tudo antes de eu chegar. Se não faço diferença, também não faço falta, então que arranjem uma peça de reposição.</p>
<p>(zailda coirano)</font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pedaços da Bureaucracia]]></title>
<link>http://dagligvara.wordpress.com/?p=53</link>
<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 17:21:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>rimonier</dc:creator>
<guid>http://dagligvara.pt-br.wordpress.com/2008/08/18/pedacos-da-bureaucracia/</guid>
<description><![CDATA[Repare na quantidade de vezes que o processo vai e volta para as mãos da Dona Relatora Sra. Senador]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Repare na quantidade de vezes que o processo vai e volta para as mãos da Dona Relatora Sra. Senadora Lúcia Vânia. Quando deus inventou a autoridade - e o homem criou a Burocracia - a idéia era tornar a coisa institucionalizada, para que uma cabeça pensando a idéia bolada por mil pudesse resolver os temas controversos rapidamente. Mas em algum momento o homem se perdeu deste princípio. Restou a tramitação a seguir.</p>
<p>Apenas em resumo: a tramitação em 3 comissões especializadas tem o propósito de fazer com que os mais sabidos em cada tema analisem a proposta. A CCJ (Comichão de Constituição e Justiça) deve observar se o projeto não ofende a Constituição Federal.</p>
<p>Na CCJ foi aprovado o projeto pois a especialista, Senadora Lúcia Vânia,  considerou conforme a Constituição.</p>
<p>Algumas emendas - normais -  e o projeto finalmente foi para a CDR (Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo - sobrou um T para fora na sigla, talvez porque o sistema informático do congresso só saiba contar até 3).</p>
<p>Pois bem. Na Comissão DR(T) o projeto foi avocado* pela presidente. Senadora Lúcia Vânia (!!!). Isto. Para poupar discussão (ou dar uma voltinha nesta burocracia toda) a Sra. Do. Presidenta pegou o processo. Vamos saber o que ela vai fazer nas cenas do próximo capítulo.</p>
<p>Depois da CDRT, o processo vai para a CAÊ (Comissão de Assuntos Econômicos-ou não). Surgirá a Sra. Lúcia Vânia de sopetão, e chutará este processo para a frente? E depois de tantas comissões? Resistirá a Sra. Lúcia Vânia ao plenário, ou esforço terá sido em vão?</p>
<p>Santa Burocracia, Batman!!!</p>
<p>*Em tempo: avocar é o ato em que o superior hierárquico toma para si a realização de um ato que seria do seu subordinado.</p>
<p>O fato da senadora avocar a realização do ato na segunda comissão pode tanto demonstrar que ela deseja acelerar a burocracia, uma vez que conhecia bem o projeto por ter sido relatora no outro, assim como pode significar que o processo é de seu interesse e está tentando acelerar o andamento. Se for a segunda hipótese, é ruim porque o Congresso não é lugar para interesse pessoal. Se for a primeira hipótese, então é pior porque demonstra que até mesmo as regras de procedimento legislativo no Congresso têm algo de supérfluo. Que dizer da própria Casa?</p>
<p><span class="destaque"><strong>PLC  								00119 /  								2006</strong> </span><br />
<strong>15/08/2008</strong> CDR - Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo<br />
Situação:  MATÉRIA COM A RELATORIA<br />
Avocado pela Presidente da Comissão, Senadora Lúcia Vânia.</p>
<p><strong>07/08/2008</strong> CDR - Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo<br />
Situação:  AGUARDANDO DESIGNAÇÃO DO RELATOR<br />
Recebido nesta Comissão em 07.08.08.</p>
<p><strong>06/08/2008</strong> CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania<br />
Situação:  APROVADO PARECER NA COMISSÃO<br />
Em Reunião Ordinária realizada nesta data, é aprovado o Relatório da Senadora Lúcia Vânia, que passa a constituir Parecer da CCJ, favorável ao Projeto e contrário às Emendas nºs 1 a 3. À Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo, para prosseguimento da tramitação.</p>
<p><strong>16/07/2008</strong> CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania<br />
Situação:  PEDIDO DE VISTA CONCEDIDO<br />
Em Reunião Ordinária realizada nesta data, a Presidência concede vista coletiva, nos termos regimentais. Encaminhadas cópias do Relatório da Senadora Lúcia Vânia, das Emendas nºs 1 a 3, e do avulso do Projeto às Senhoras Senadoras e aos Senhores Senadores.</p>
<p><strong>16/07/2008</strong> CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania<br />
Situação:  INCLUÍDO NA PAUTA DA REUNIÃO<br />
Recebido o Relatório reformulado pela Senadora Lúcia Vânia, com voto pela aprovação do Projeto e pela rejeição das Emendas nºs 1 a 3. Matéria incluída na Pauta da Comissão.</p>
<p><strong>25/03/2008</strong> CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania<br />
Situação:  INCLUÍDO NA PAUTA DA REUNIÃO<br />
Recebido o relatório da Senadora Lúcia Vânia com voto pela aprovação do Projeto e das Emendas nºs 1 a 3, na forma do Substitutivo que apresenta. Matéria incluída na Pauta da Comissão.</p>
<p><strong>13/02/2008</strong> CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania<br />
Situação:  MATÉRIA COM A RELATORIA<br />
Anexei as Emendas nºs 2 e 3, de autoria do Senador Marconi Perillo (fls.nºs 26 a 29).      Encaminhado à Senadora Lúcia Vânia, para análise das Emendas.</p>
<p><strong>03/09/2007</strong> CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania<br />
Situação:  MATÉRIA COM A RELATORIA<br />
Anexei a Emenda nº 1, de autoria do Senador Valter Pereira (fls.nº 25).      Encaminhado à Senadora Lúcia Vânia, para análise da Emenda.</p>
<p><strong>28/06/2007</strong> CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania<br />
Situação:  MATÉRIA COM A RELATORIA<br />
Distribuído à Senadora Lúcia Vânia, para emitir relatório.</p>
<p><strong>25/04/2007</strong> CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania<br />
Situação:  AGUARDANDO DESIGNAÇÃO DO RELATOR<br />
Retorna à CCJ nesta data. Matéria aguardando distribuição.</p>
<p><strong>24/04/2007</strong> SSCLSF - SUBSEC. COORDENAÇÃO LEGISLATIVA DO SENADO<br />
Devolvido à CCJ.</p>
<p><strong>17/04/2007</strong> SSCLSF - SUBSEC. COORDENAÇÃO LEGISLATIVA DO SENADO<br />
Recebido neste Órgão, nesta data.</p>
<p><strong>09/04/2007</strong> CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania<br />
Encaminhado à Secretaria-Geral da Mesa, para atender solicitação constante do Ofício nº 398, de 2007, referente a requerimento de redistribuição. À SSCLSF.</p>
<p><strong>24/01/2007</strong> CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania<br />
Situação:  AGUARDANDO DESIGNAÇÃO DO RELATOR<br />
Retorna à CCJ. Matéria aguardando instalação da Comissão para posterior distribuição.</p>
<p><strong>16/01/2007</strong> SSCLSF - SUBSEC. COORDENAÇÃO LEGISLATIVA DO SENADO<br />
A presente proposição continua a tramitar, nos termos dos incisos do art. 332 do Regimento Interno e do Ato nº 97, de 2002, do Presidente do Senado Federal. A matéria volta à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.</p>
<p><strong>18/12/2006</strong> CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania<br />
Encaminhado à Secretaria-Geral da Mesa, para atender ao disposto no art. 332, do Regimento Interno do Senado Federal (Final da 52ª Legislatura). À SSCLSF.</p>
<p><strong>07/12/2006</strong> CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania<br />
Situação:  AGUARDANDO DESIGNAÇÃO DO RELATOR<br />
Retorna à CCJ nesta data. Matéria aguardando distribuição.</p>
<p><a name="1192289"> <strong>07/12/2006</strong> ATA-PLEN - SUBSECRETARIA DE ATA - PLENÁRIO<br />
Lido e deferido o Requerimento nº 1.246, de 2006, de autoria do Senador Arthur Virgílio, solicitando que o Projeto de Lei da Câmara nº 119, de 2006, seja apreciado na seguinte ordem: Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania, Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo e Comissão de Assuntos Econômicos. À Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.<br />
Publicação em 08/12/2006 no DSF Página(s): 37792 		( </a><strong><a class="linkDiario" href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/verDiario.asp?dt=07122006&#38;p=37792" target="_blank"> Ver Diário </a></strong> )</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem você pensa que você é? ]]></title>
<link>http://educarviver.wordpress.com/?p=141</link>
<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 13:36:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>educaçãoevida</dc:creator>
<guid>http://educarviver.pt-br.wordpress.com/2008/08/07/quem-voce-pensa-que-voce-e/</guid>
<description><![CDATA[Já me fizeram esta pergunta algumas vezes&#8230; não assim, desta forma direta. Mas em meio a insi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Já me fizeram esta pergunta algumas vezes... não assim, desta forma direta. Mas em meio a insinuações....a caras e bocas assustadas e questionadoras...quem eu penso que sou para dizer o que eu penso? Para ser o que eu sou? Para expressar o que creio?</p>
<p class="MsoNormal">No mundo hierárquico que em vivemos -  o mundo do “Sol poente” nas palavras do mestre tibetano Chögyam Trungpa - só tem voz quem está no topo. Seja lá o que “estar no topo” queira dizer – no conceito dominante, é ter dinheiro, um certo poder, uma carreira (ou um currículo) “sólida” e claro, se vestir bem. Tem muita gente querendo chegar lá, ao custo de sacrificar sua própria ética e a reputação de pobres coitados que cruzam seu caminho.</p>
<p class="MsoNormal">O mundo hierárquico é cruel. Nele, quem ´realmente´ trabalha e realiza coisas úteis é visto como inferior. Veja o caso das “tias da limpeza”. Você pode até tratá-las bem, cordialmente, pois tem muito gente que não faz isso, mas o simples fato de chamá-las de “tias” denota um pouco a situação em que elas se encontram. Você chamaria o “tiozinho da presidência” ou, a “tia da gerência”? Enfim .... Não que os “tios chefes” não trabalhem de verdade (vide o altíssimo grau de constante stress em que se encontram, motivo, aliás, de orgulho) entretanto, tem muito chefe cujo trabalho muitas vezes gira em círculo e não chega a lugar algum, servindo apenas como ponto de apoio para pessoas se promoverem e se sentirem melhor em sua própria pele....tem tanta gente para quem a carreira pessoal importa muito mais do que o trabalho em si! ... Desculpem, quanta ingenuidade a minha! Isso é a “vida real”, ou “o modo como as coisas funcionam” ou as “regras do jogo”...</p>
<p class="MsoNormal">Mas eu, em minha santa ingenuidade, não posso deixar de perguntar se alguém, em sua sã consciência, questiona a verdadeira e profunda importância da limpeza? Sem ela, nem estaríamos vivos.... Não vou nem falar sobre a comida .... Mas deixa pra lá, nós apenas sujamos – outros, que não estudaram tanto quanto nós e que não tem tanto talento para “lutar por oportunidades”, apenas limpam... e não pensam, de preferência.</p>
<p class="MsoNormal">Quem as tias da limpeza pensam que são para dar qualquer opinião sobre a forma como a empresa em que trabalha é gerida? Quem é você, que nem sabe se vestir direito, para escrever um texto e pensar que pode influenciar alguém? Você tem que construir um “nome” primeiro, tem que criar uma “rede de contatos”, tem que falar bem alto para o seu chefe ver o quanto você é inteligente para daí te dar uma promoção e quem sabe daí você poderá começar a falar coisas que os outros vão ouvir – ou fingir que vão ouvir, porque no fundo vão estar se roendo de inveja e falando mal de você pelas costas (como isso é engraçado!!!)... você, antes, tem que mostrar, mostrar muito, gritar mais alto do que todos ao seu redor, ser “o melhor”... mesmo que você não tenha nada pra mostrar ... daí acho que vão lhe dar algum crédito...</p>
<p class="MsoNormal">É por isso que o mundo de hoje é obcecado pela fama e poder e em fazer coisas para “colocar no currículo” mesmo que não se tenha aprendido nada de fato? Para conseguir ter alguma voz neste barulho incessante? Isso até me comove. No fundo, a gente só quer falar e ser minimamente respeitado em nossas expressões, mesmo que sejam ridículas – vai dizer que um pós-doc na França não ajuda?  Ou ser “amigo íntimo” de tal fulano famosésimo? Ou ser o próprio senhor famoso?</p>
<p class="MsoNormal">Vou contar um segredo para vocês....Nosso mundinho é dominado por coisas “fake”. Adoro este termo. E tem que ser em inglês. Procura no babylon. A fama e a imagem de muita gente é construída em cima do conteúdo e trabalho de outras gentes que você nem fica sabendo que existem! Acredita nisso? Só para dar um exemplo de algo que vocês nunca devem ter percebido: existe um funcionário muito inteligente que produz coisas muito inteligentes, mas como ele só é um simples funcionário pago para não questionar e somente produzir coisas inteligentes, as coisas que ele produz são assinadas pelo seu chefe – que é o único que tem alguma “expressão” e pouca inteligência. Daí, a fama e o reconhecimento irão para o chefe.... que até vai dar um aumento e um presentinho para o funcionário para ele ficar satisfeito e continuar seu trabalho... Isso é a hierarquia que reina por aí.</p>
<p class="MsoNormal">Mas pra não dizerem que só falo mal da hierarquia, ela acaba tendo um lado ironicamente positivo para o funcionário que não é ninguém: se o funcionário é uma pessoa preocupada com os rumos do mundo mais do que com seu próprio ego, vai ficar feliz em saber que seu trabalho, assinado por um chefe muito famoso e reconhecido e consequentemente, com muito poder de voz e expressão,  vai ser visto/lido por milhares de pessoas as quais ele (o funcionário) irá inevitavelmente influenciar.</p>
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<p class="MsoNormal">Ainda bem que pessoas como eu, sem imagem e que não são nada, tem blogs pra escrever e alguns loucos leitores que lêem coisas escritas por uma “maria ninguém”... Vocês são guerreiros! Por que vocês não escrevem também? Eu, pelo menos, vou gostar de ler e saber sobre sua vida e quem sabe assim criamos a “confraria dos que não são ninguém mas que tem algo a dizer”...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eu não te falei?]]></title>
<link>http://feijaocomnutella.wordpress.com/?p=102</link>
<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 19:39:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Feijão com Nutella</dc:creator>
<guid>http://feijaocomnutella.pt-br.wordpress.com/2008/06/22/eu-nao-te-falei/</guid>
<description><![CDATA[ 
-          Sr Rubens, com licença. Posso entrar?
 
-          Claro, Marcos! ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:silver;line-height:150%;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:10pt;color:silver;"><span><span style="font-family:Times New Roman;">-<span>          </span></span></span></span><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;">Sr Rubens, com licença. Posso entrar?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:10pt;color:silver;"><span><span style="font-family:Times New Roman;">-<span>          </span></span></span></span><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;">Claro, Marcos! Que bons ventos o trazem?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;">Marcos, que passara as últimas 20 horas trabalhando sem pausas, pensou imensamente em responder que, se houve vento que o levou até lá, certeza que bom não era.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:10pt;color:silver;"><span><span style="font-family:Times New Roman;">-<span>          </span></span></span></span><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;">Vim lhe entregar o relatório que o sr havia solicitado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:10pt;color:silver;"><span><span style="font-family:Times New Roman;">-<span>          </span></span></span></span><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;">Que maravilha! Estou muito feliz com a sua eficiência. Parabéns! Deixe-me vê-lo!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;">Marcos apenas sorriu, exausto. Levantou tremulante o relatório e o entregou ao sr Rubens.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:10pt;color:silver;"><span><span style="font-family:Times New Roman;">-<span>          </span></span></span></span><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;">Hum... hum... hum...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;">Ao passo que as folhas do relatório se amontoavam do lado esquerdo, os grunhidos de seu chefe já não mais pareciam tão felizes e o franzido da testa de Rubens pareciam se multiplicar exponencialmente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:10pt;color:silver;"><span><span style="font-family:Times New Roman;">-<span>          </span></span></span></span><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;">Como você montou este relatório, Marcos?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:10pt;color:silver;"><span><span style="font-family:Times New Roman;">-<span>          </span></span></span></span><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;">Peguei como base as informações de fevereiro, que o Cícero colocou na rede.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:10pt;color:silver;"><span><span style="font-family:Times New Roman;">-<span>          </span></span></span></span><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;">Ah!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;">Marcos estremeceu... o “Ah” de Rubens soava como um “Aha” típico de um tio chato que pega o sobrinho com a boa na botija.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:10pt;color:silver;"><span><span style="font-family:Times New Roman;">-<span>          </span></span></span></span><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;">Eu não te falei que era para ignorar estes dados da rede e utilizar os de janeiro?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:10pt;color:silver;"><span><span style="font-family:Times New Roman;">-<span>          </span></span></span></span><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;">Não.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:10pt;color:silver;"><span><span style="font-family:Times New Roman;">-<span>          </span></span></span></span><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;">Infelizmente teremos de refazer este relatório, hein? </span><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;" lang="EN-US">He, he, he. </span><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;">Desculpe-me pelo esquecimento, ok? Você me mostra o novo relatório pela manhã? Tenho de apresentá-lo no horário do almoço.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:silver;font-family:Verdana;">Marcos apenas dignou-se a sorrir, apesar de já ter seus punhos cerrados. Levantou-se e voltou à sua mesa. Ligou para sua esposa e avisou que, novamente, iria varar a noite na empresa, trabalhando em um relatório. Aliás, no relatório.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Verificação de mercadorias e imposição de forçada hierarquia]]></title>
<link>http://rfbalemdosmuros.wordpress.com/?p=92</link>
<pubDate>Sun, 11 May 2008 15:20:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberto Carlos dos Santos</dc:creator>
<guid>http://rfbalemdosmuros.pt-br.wordpress.com/2008/05/11/verificacao-de-mercadorias-e-imposicao-de-forcada-hierarqui/</guid>
<description><![CDATA[A carreira Auditoria da Receita Federal do Brasil é composta pelos cargos de Analista-Tributário d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A carreira Auditoria da Receita Federal do Brasil é composta pelos cargos de Analista-Tributário da Receita Federal do Brasil e Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil. Para ingresso em qualquer um desses cargos é exigida formação de nível superior, sem necessidade de especialização. O conteúdo das provas dos respectivos concursos públicos é bastante semelhante. Freqüentemente, o Analista-Tributário (sobretudo o situado nos padrões finais do cargo) tem até mais experiência do que o Auditor-Fiscal que é colocado em posto de supervisão (principalmente, quando recém-empossado no cargo, o que não é nada raro).</p>
<p style="text-align:justify;">Assim, não há diferenciação substancial entre os cargos que possa justificar que a atividade dos Analistas-Tributários tenha de estar sob a tutela de uma supervisão que, na prática, quando observada, serve mais para engessar as atividades de verificação de mercadorias do que produzir qualquer tipo de benefício ao serviço.</p>
<p style="text-align:justify;">O ideal, em termos de celeridade, e, portanto, de eficiência do serviço, é que o Analista-Tributário possa realizar uma verificação de mercadoria e, sem mais delongas, dar prosseguimento ao desembaraço aduaneiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Na greve dos Auditores-Fiscais realizada no primeiro semestre de 2008, dois fatos foram significativos, para entendimento desse fator de engessamento do serviço. O primeiro foi uma decisão judicial da Justiça Federal de Manaus, que, para evitar maiores prejuízos para o comércio exterior, outorgou aos Analistas-Tributários maior autonomia no despacho aduaneiro. O segundo foi a publicação de uma Portaria do Secretário da Receita Federal do Brasil que autorizou, em caráter temporário, o desembaraço de mercadorias nos postos de fronteira, em determinados casos, mesmo sem a conclusão da conferência aduaneira (Portaria nº 702, de 05/05/2008, publicada no DOU em 07/05/2008). Ou seja: a Administração preferiu liberar mercadorias sem qualquer conferência a designar Analistas-Tributários para essa tarefa.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Capítulo I - Entenda seu Trabalho (Parte II)]]></title>
<link>http://abramente.wordpress.com/?p=17</link>
<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 03:32:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ivan Luis Seibel</dc:creator>
<guid>http://abramente.pt-br.wordpress.com/2008/04/27/capitulo-i-entenda-seu-trabalho-parte-ii/</guid>
<description><![CDATA[ 
Resumo: este post é mais um da série que pretende analisar o livro &#8220;Gerenciamento da Rotin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="float:left;margin:5px;" src="http://seibel.kinghost.net/img/trabalho1.gif" alt="Trabalho" width="148" height="144" /> <strong></strong></p>
<p><em>Resumo: este post é mais um da série que pretende analisar o livro "</em><a title="Gerenciamento da Rotina do Trabalho do Dia-a-Dia" href="http://abramente.wordpress.com/2008/04/12/conhecendo-seu-trabalho/" target="_self"><em>Gerenciamento da Rotina do Trabalho do Dia-a-Dia</em></a><em>" do Falconi.</em></p>
<p>Esta parte do capítulo faz um reforço em um concento que é básico, mas que muita gente ainda desconhece ou confunde. Isso é devido ao fato de estarmos acostumados a compreender a distribuição do trabalho baseando-nos em uma visão de hierarquia. Mas se quisermos realmente caminhar em direção à qualidade, precisamos mudar essa percepção.</p>
<p>As empresas que trabalham hoje orientando-se hoje nos requisitos mundiais de qualidade organizam seu trabalho com foco em processos e é isso que vamos começar a perceber a partir desse momento.</p>
<p><strong>Como é conduzido o trabalho dentro de uma empresa</strong></p>
<p>Essencialmente uma empresa é composta de duas estruturas básicas: a organização hierárquica e as funções. As funções representam o tipo de trabalho que é realizado dentro de uma organização, e esta pode ser representada através de um organograma com a sua estrutura de cargos.</p>
<p>Resumindo, função significa o tipo de trabalho e cargo é posição em uma hierarquia.</p>
<p>As funções são classificadas em funções gerenciais e funções operacionais. Dentro das funções gerenciais temos as funções de direção e gerenciamento. As funções operacionais são compostas pelas funções de supervisão e operação. Na figura abaixo podemos ver graficamente esta subdivisão.</p>
<p style="text-align:center;"><img style="vertical-align:middle;" src="http://seibel.kinghost.net/img/diagramafuncoes.JPG" alt="Diagrama de Funções" /></p>
<p>Dentro de uma empresa as pessoas ocupam um cargo, mas podem desempenhar várias funções, o que quer dizer que não é o cargo que limita as funções que uma pessoa pode desempenhar. Na verdade, o que deveria determinar as funções que uma pessoa vai exercer são as suas capacidades, que podem ser desenvolvidas tanto para funções operacionais, quanto para gerenciais. Além disso, ainda pode ocorrer a situação onde várias pessoas, ocupando cargos diferentes, estão executando a mesma função.</p>
<p>As funções que foram anteriormente apresentadas nunca mudarão em uma empresa, elas poderão ter uma diferenciação no foco e no tempo gasto em cada uma, mas sempre serão as mesmas. Já a organização hierárquica pode e deverá mudar muitas vezes ao longo da vida da empresa. As mudanças podem acontecer em função de fatores como:</p>
<ul>
<li>Modificações do mercado;</li>
<li>Crescimento profissional das pessoas em decorrência da educação e do treinamento;</li>
<li>Influência da tecnologia da informação;</li>
<li>Mudanças mercadológicas;</li>
<li>Influência da cultura local;</li>
<li>Influência das pessoas, etc.</li>
</ul>
<p>Creio que com estas poucas linhas já temos condições de diferenciar de forma clara a hierarquia das funções de trabalho. Na próxima parte deste capítulo falaremos sobre o tipo de trabalho realizado em cada função, onde será também apresentado um gráfico com o cerne do fluxo de trabalho de uma empresa.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Back to the Future...]]></title>
<link>http://combustao.wordpress.com/?p=23</link>
<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 20:30:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>arquiteto</dc:creator>
<guid>http://combustao.pt-br.wordpress.com/2008/04/25/23/</guid>
<description><![CDATA[Como será o futuro??? A empresa CSIS - Center for Strategic &amp; International Studies, fez uma pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://Em um futuro próximo..." alt="" />Como será o futuro??? A empresa <strong>CSIS - Center for Strategic &#38; International Studies</strong>, fez uma previsão muito maneira e, principalmente, utilizou um formato gráfico super interessante e que pode ser utilizado como referencia para diversos trabalhos. É conhecido como <strong>Subway Chart</strong></p>
<p>Vejamos...</p>
<p><a href="http://combustao.files.wordpress.com/2008/04/mappingthefuturebig2.pdf">mappingthefuturebig2 (pdf-5.6mb)<br />
</a></p>
<p>Sem mais para o momento....</p>
<p>O Arquiteto</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novos Postos]]></title>
<link>http://movimentoencalhados.wordpress.com/?p=32</link>
<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 14:50:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>undomiel</dc:creator>
<guid>http://movimentoencalhados.pt-br.wordpress.com/2008/03/26/novos-postos/</guid>
<description><![CDATA[Do primeiro jantar de encalhados de 2008, segundo da história deste movimento, resultou]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Do primeiro jantar de encalhados de 2008, segundo da história deste movimento, resultou um novo grupo de 'direcção'.</p>
<p>Temos, então:</p>
<blockquote><p><strong>Presidente</strong>: Maura (3 votos para Hugo e 8 votos para Couto e 9 para Maura)</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Vice-Presidente</strong>: Marília Figueiredo (Miguel Delgado, votado por maioria para o cargo de vice-presidente renunciou ao cargo em favor de Marília Figueiredo)</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Vogal</strong>: Rafael Calçada</p></blockquote>
<p>Surgiram ainda propostas para novos cargos. Como este éé um movimento realmente igualitário, todas essas propostas foram aceites. O resultado foi:</p>
<blockquote><p><strong>Numero Binário: </strong>Miguel Delgado<br />
<strong>Consoante</strong>: Elisabete Morais<br />
<strong>Damo de honor</strong>: Luís<br />
<strong>Chefe da Arrecadação</strong>: Rita Sousa<br />
<strong>'o' Nada/Degostador: </strong>Hugo Pereira<br />
<strong>Contra-Vontade</strong>: Gonçalo<br />
<strong>Manutençao da cozinha/aquela que dá à luz</strong>: Cristina Silva (de Vasconcelos)</p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nem Tudo é o que parece (Layer Cake)]]></title>
<link>http://lella.wordpress.com/?p=125</link>
<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 14:52:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
<guid>http://lella.pt-br.wordpress.com/2008/03/12/nem-tudo-e-o-que-parece-layer-cake/</guid>
<description><![CDATA[
Até boa parte desse filme, eu pensei nessa frase acho que de uma música do Bezerra da Silva: ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a title="layer_cake3.jpg" href="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/layer_cake3.jpg"><img src="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/layer_cake3.jpg" alt="layer_cake3.jpg" /></a></p>
<p><span style="color:#800000;">Até boa parte desse filme, eu pensei nessa frase acho que de uma música do Bezerra da Silva: "<em>malandro é malandro, mané é mané</em>". Mas com o desenrolar da trama, a coisa mudou de figura, "<em>é cobra comendo cobra</em>". O filme prende atenção. E foge do estilo hollywood.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">O personagem do Daniel Craig é um traficante que sempre conseguiu se manter no anonimato. Não deixava rastro dos seus atos. Sabia respeitar a hierarquia. Aceitava a sua parte sem reclamar. Ao longo dos anos, montou todo um aparato para não se pego pela polícia; tinha até onde lavar seu dinheiro.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Até que resolve se aposentar. Mas sair de cena assim, ainda mais sendo o melhor no que faz, teria um preço. A princípio, essa última missão até lhe pareceu estranha. Pois seria algo que até um mané poderia fazer. Achando que por ser algo fácil, logo estaria livre para então curtir a sua aposentadoria em alto estilo, aceita a tal incumbência.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">É aí que começa o jogo... E um jogo de cartas marcadas!</span></p>
<p><span style="color:#800000;">E no final... no final eu exclamei um <strong>pqp</strong>!!<br />
</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Ah! Nesse filme, vi a melhor definição para meditação: "<strong><em>Meditar é concentrar parte da mente numa tarefa mundana para que o restante encontre a paz.</em></strong>"</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Nota: 10.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Por: Valéria Miguez.</span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>Nem Tudo é o que parece (Layer Cake)</strong>. Inglaterra. 2004. Direção: Matthew Vaughn. Com: Daniel Craig, Colim Meaney, Francis Magee, Kenneth Cranham, Tom Hardy, Jamie Foreman, Sally Hawkins, Burn Gorman, George Harris, Tamer Hassan, Marcel Iures, Dimitri Andreas, Garry Tubbs, Nathalie Lunghi, Marvin Benoit. Gênero: Ação, Aventura, Drama, Suspense. Duração: 105 minutos. Classificação: 18 anos.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sucessão Empresarial]]></title>
<link>http://mdpadvocacia.wordpress.com/2007/12/04/sucessao-empresarial/</link>
<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 19:24:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>mdpadvocacia</dc:creator>
<guid>http://mdpadvocacia.pt-br.wordpress.com/2007/12/04/sucessao-empresarial/</guid>
<description><![CDATA[Você conferiu no post anterior, como a pessoa jurídica, não tendo sentimentos e, por isso, não p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Você conferiu no post anterior, como a pessoa jurídica, não tendo sentimentos e, por isso, não poderem responder por uma moral baseada em valores éticos, podem ser restituídos por danos relativos a imagem da mesma, entre outras formas de danos. Aprofundaremos agora neste post a questão dos problemas que ocorrem em empresas formadas por parentes próximos quando da sua dissolução. Como recorrer à doutrina do direito para que a empresa não estabeleça um caos?</p>
<p align="justify"><!--more--></p>
<p align="justify">Modernamente as empresas constituídas de forma familiar, invariavelmente encontram problemas na sucessão das gerações. Uma das alternativas interessantes para evitar-se a desarmonia e até mesmo a extinção do patrimônio é adotar a constituição de uma <em>holding</em> com capital fechado. O patrimônio pessoal pode ser doado em vida para a entidade, evitando-se no evento morte o ITCMD(Imposto de Transmissão Causa Mortes) que sobre bens e imóveis é de 4%(por cento), incidindo sobre a doação o ITBI(Imposto de Transmissão de Bens Intervivos), cuja  aliquota é 50%(por cento) inferior à outra.</p>
<p align="justify">Por outro lado, resolvida a questão patrimonial, a entidade estando constituída na forma de capital fechado também ja produziu o efeito sucessório, vez que as ações distribuidas ficam fora do processo. Evitando-se solução de continuidade nos negócios. É importante salientar a necessidade da profissionalização da entidade a qual não pode depender de decisões de um único dono.</p>
<p align="center"><em>"Esta forma de solução tem se mostrado muito eficaz na continuidade dos negócios em familia."</em></p>
<p align="right"> André Carlos Martins</p>
<p align="left">Precisa de ajuda nos processos desta área? Entre em contato conosco. <a href="http://mdpadvocacia.wordpress.com/localizacao/"><em>Clique aqui</em></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Contagem de espingardas]]></title>
<link>http://sipnawedo.wordpress.com/2007/10/12/contagem-de-espingardas/</link>
<pubDate>Fri, 12 Oct 2007 13:47:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>sipwedo</dc:creator>
<guid>http://sipnawedo.pt-br.wordpress.com/2007/10/12/contagem-de-espingardas/</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img border="0" width="145" src="http://www.cgtp.pt/images/stories/imagens/2005/09/euquerosindicalizar.gif" height="135" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Maslow e o Marketing]]></title>
<link>http://rmmmarketing.wordpress.com/2006/10/23/maslow-e-o-marketing/</link>
<pubDate>Mon, 23 Oct 2006 14:37:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Mauricio Menshhein</dc:creator>
<guid>http://rmmmarketing.pt-br.wordpress.com/2006/10/23/maslow-e-o-marketing/</guid>
<description><![CDATA[Algumas das ferramentas usadas pelo Marketing abrangem outras ciências, como a Psicologia e a Hiera]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:trebuchet ms;">Algumas das ferramentas usadas pelo Marketing abrangem outras ciências, como a Psicologia e a Hierarquia das Necessidades de Maslow, onde há uma divisão psicológica das necessidades de cada consumidor, é estruturar e descobrir qual é o seu atual ponto dentro desta escala, permitindo elaborar estratégias exatamente direcionadas ao público-alvo.<br />
Sem compreender um pouco de Psicologia não há como entender o consumidor, nem mesmo do seu próprio produto, pois há uma personalidade por trás de cada item do seu portfólio, são expectativas, desejos, necessidades, status e demais variáveis inclusas em qualquer um dos produtos criados, bem como suas estratégias seguem a mesma linha, passando a mensagem ideal para o consumidor certo.<br />
Cada uma destas escalas ou níveis da Pirâmide de Maslow representa um conjunto de fatores que dão referências para os profissionais de Marketing entenderem a mente do consumidor e o que é importante ressaltar aos seus olhos, as informações a serem passadas e o que é seu produto para o mercado, dando vida ao produto.<br />
<span style="font-family:trebuchet ms;">Esta Pirâmide é composta por:</span><br />
</span></p>
<ul>
<li><span style="font-family:trebuchet ms;">Necessidades fisiológicas (básicas): é o mínimo que uma pessoa precisa para viver, é o nível inicial da Pirâmide e sua base agrupa todos os consumidores, pois dentro deste nível todos necessitam de coisas básicas como alimentação, vestimentas etc;</span></li>
<li><span style="font-family:trebuchet ms;">Necessidade de segurança: partindo de uma necessidade de estar seguro dentro da própria casa, uma segurança espiritual por meio da religião, uma condição mais confortável em um emprego melhor que proporciona a segurança para manter-se em um nível um pouco melhor;</span></li>
<li><span style="font-family:trebuchet ms;">Necessidades sociais: é um nível onde os consumidores procuram ter afeto, carinho, amor, das demais pessoas, é vital para o convívio social de cada um e uma necessidade a ser suprida quando é atingido um nível mais elevado e intermediário na Pirâmide;</span></li>
<li><span style="font-family:trebuchet ms;">Necessidade de auto-estima: é ter reconhecido o valor de realizar as tarefas e a avaliação positiva advinda dos demais para reconhecer a adaptação das capacidades ao trabalho que desempenham na organização;</span></li>
<li><span style="font-family:trebuchet ms;">Necessidade de auto-realização: o ser humano chega no ponto mais elevado, busca ser o que pode ser, é ser reconhecido pelos demais por meio de seu trabalho, atingindo seu desempenho máximo.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-family:trebuchet ms;">Claramente cada um destes pontos é fundamental para os profissionais de Marketing, mas quando não há conhecimento da Psicologia envolvida por trás de cada um destes níveis, pode perder-se facilmente um grupo de consumidores e acabar com qualquer estratégia elaborada com muitos estudos e que não foram utilizados e compreendidos da forma correta.<br />
Cada vez mais é importante ter em mãos informações coerentes com o mercado, adivinhar ou achar no mercado não é possível, pois a concorrência está constantemente evoluindo e trará para o mercado seu melhor produto, direcionado ao consumidor certo e com as características ideais.<br />
Logicamente é possível compreender os desejos e necessidades do consumidor com fatos simples como a Psicologia envolvida por trás de cada "tipo" de consumidor, entrar em sua mente é ter um mar de informações e saber como aproveitá-las ao máximo é um dever de cada um dos profissionais de Marketing das organizações, pois quanto maior a interação entre todas as ciências, maior é a força que o Marketing ganha para compreender melhor o mercado consumidor e seus desejos e necessidades mais secretas.<br />
<span style="font-style:italic;font-family:trebuchet ms;"></span></span></p>
<p style="font-style:italic;font-family:trebuchet ms;">Maslow define um conjunto de cinco necessidades:</p>
<ul>
<li>necessidades fisiológicas (básicas), tais como a fome, a sede, o sexo;</li>
<li>necessidades de segurança, que vão da simples necessidade de  estar seguro dentro de uma casa, a formas mais elaboradas de segurança, como um  emprego, uma religião, a ciência, entre outras;</li>
<li>necessidades de amor, afeição e  sentimentos de pertença tais como o afeto e o carinho dos  outros;</li>
<li>necessidades de estima, que passam por duas vertentes, o reconhecimento das  nossas capacidades pessoais e o reconhecimento dos outros face à nossa  capacidade de adequação às funções que desempenhamos;</li>
<li><span style="font-style:italic;font-family:trebuchet ms;">necessidades de auto-realização, em que o indivíduo procura tornar-se aquilo  que ele pode ser: "What humans can be, they must be: they must be true to their  own nature!".</span></li>
</ul>
</div>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
