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	<title>heranca-genetica &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/heranca-genetica/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "heranca-genetica"</description>
	<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 21:12:06 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Sites Inúteis? - Parte IV]]></title>
<link>http://musashinm.wordpress.com/?p=661</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 14:00:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>musashinm</dc:creator>
<guid>http://musashinm.pt-br.wordpress.com/2008/10/08/sites-inuteis-parte-iv/</guid>
<description><![CDATA[
Sinceramente? Minha criatividade anda meio limitada, para os textos de introdução, do Sites Inút]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://musashinm.files.wordpress.com/2008/06/site-inutil.jpg" border="0" alt="Sites Inúteis" width="96" height="128" align="left" /></p>
<p style="text-align:justify;">Sinceramente? Minha criatividade anda meio limitada, para os textos de introdução, do <strong>Sites Inúteis</strong> (rs). São tantos, que eu já nem sei como começar os posts.</p>
<p style="text-align:justify;">Se ainda restam muitos? Pra caralho (desculpem o palavreado). O que eu posso fazer? Para suprir toda essa demanda, eu teria que postar, uma lista de sites, todos os dias. E isso seria inviável, não é mesmo? Senão, não sobraria espaço (e nem tempo) para assuntos mais interessantes.</p>
<p><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Bom, mas vamos lá. Vamos deixar o papo-furado de lado, e ir para o que realmente interessa!</p>
<p style="text-align:justify;">O primeiro (e, talvez, o mais inútil de hoje) é o <a href="http://home.earthlink.net/~mthyen/" target="_blank"><strong>555-List</strong></a>. O que este site oferece? Vocês conhecem os famosos <em>prefixos</em> (telefônicos) <em>hollywoodianos</em>? Não? Então, segue uma pequena explicação. Por convenção, os números telefônicos usados em filmes (seriados, novelas ou qualquer outra coisa) devem ter o prefixo <em>555</em>. Por quê? Simples, no Estados Unidos não existe este prefixo. Desta forma, as indústrias cinematográficas, conseguem evitar eventuais dores-de-cabeça.</p>
<p style="text-align:justify;">Se eu tô de brincadeira? Não, é isso mesmo que vocês deduziram. O 555-List oferece uma lista com todos (em teoria) os números já usados (em filmes, seriados, etc.). Querem maior inutilidade que isso (rs)?</p>
<p style="text-align:justify;">Então, vamos ao segundo: o <a href="http://www.makemebabies.com/" target="_blank"><strong>MakeMeBabies</strong></a>. Que porra é essa? Foi, exatamente, isso que eu pensei quando o vi pela primeira vez (rs). Este site, em teoria, oferece a oportunidade de descobrir a aparência do seu rebento. Por quê <em>em teoria</em>? Já ouviram falar de Herança Genética? Pois é, obviamente, este site não leva em conta isso (ou, muito menos, qualquer outra base científica). Tudo que o MakeMeBabies faz, é combinar as fotografias dos pais.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.makemebabies.com/" target="_blank" title="MakeMeBabies"><img src="http://musashinm.wordpress.com/files/2008/10/makemebabies.jpg" alt="MakeMeBabies" border="0" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Mas deixo aqui uma pergunta (para vocês tirarem suas próprias conclusões): "Eu que sou nerd demais, para entender este site?".</p>
<p style="text-align:justify;">E, para finalizar, o terceiro é o <a href="http://musashinm.myminicity.com/" target="_blank"><strong>MyMiniCity</strong></a>. O que é este site? O MyMiniCity é um <em>WebBrowser Game</em> (ou, <em>Jogo de Navegador</em>). Porém, na minha opinião, os desenvolvedores esqueceram do termo <em>Game</em>. Tudo bem, o ideal, deste jogo, é determinar o quão popular você é. Mas, se iam catalogá-lo como Jogo, deveriam ter dado mais opções de interação.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://musashinm.myminicity.com/" target="_blank" title="MyMiniCity"><img src="http://musashinm.wordpress.com/files/2008/10/myminicity.jpg" alt="MyMiniCity" border="0" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">O jogo se resume em divulgar o link para a sua cidade (fazendo-a crescer). Só isso! Por isso, nada mais justo que incluí-lo na lista de Sites Inúteis.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Americano se mata após receber coração de suicida]]></title>
<link>http://barrildeporva.wordpress.com/?p=2096</link>
<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 10:45:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>barrildeporva</dc:creator>
<guid>http://barrildeporva.pt-br.wordpress.com/2008/04/08/americano-se-mata-apos-receber-coracao-de-suicida/</guid>
<description><![CDATA[Um americano que havia recebido o coração de um suicida em um transplante, há 13 anos, se matou d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://tbn0.google.com/images?q=tbn:5Z9s-Fc2DBnTSM:http://www.metade.com.br/d/coracao2tf.jpg" alt="" width="115" height="126" />Um americano que havia recebido o coração de um suicida em um transplante, há 13 anos, se matou da mesma forma que seu doador, afirma uma reportagem do jornal americano Beaufort Gazette.</p>
<p>Segundo o jornal, Sonny Graham sofria de insuficiência cardíaca congestiva quando recebeu, em 1995, o coração de Terry Cottle, que havia se matado com um tiro na cabeça.</p>
<p>Depois de um ano com o novo órgão, ele procurou a família de Cottle para agradecer pelo órgão e acabou se envolvendo e casando com a viúva de seu doador, Cheryl Cottle, em 2004.</p>
<p>O jornal cita fontes da polícia e afirma que, na semana passada, Sonny Graham, que morava no Estado americano da Geórgia com a esposa e tinha 69 anos, se matou com um tiro na garganta na garagem da residência do casal.</p>
<p>De acordo com um amigo de Graham, cerca de 300 pesssoas compareceram ao funeral, realizado na sexta-feira na cidade de Viladia, na Geórgia.</p>
<p>Segundo os amigos do casal, Graham não aparentava estar deprimido.</p>
<p><strong>Herança<br />
</strong>O fenômeno da herança de traços da personalidade do doador em transplantados já foi estudado por cientistas.</p>
<p>Em 2002, a revista científica Journal of Near-Death Studies publicou uma pesquisa extensiva realizada pelo neuroimunologista Paul Pearsall sobre o assunto.</p>
<p>Pearsall havia entrevistado cerca de 150 receptores que haviam passado por transplantes de coração ou de pulmão e afirmou que as células vivas do tecido do órgão transplantado tinham a capacidade de memória.</p>
<p>A teoria, conhecida como "memória celular", foi tema de um livro escrito por Pearsall e inspirou ainda outra publicação - A Voz do Coração, da professora de dança Claire Sylvia.</p>
<p>Ela, que havia sido entrevistada por Pearsall, descreve sua experiência depois que recebeu o coração de um jovem em um transplante. Sylvia, que nunca havia bebido cerveja, acordou da cirurgia pedindo pela bebida - a preferida de seu doador.</p>
<p>Apesar das pesquisas sobre a herança da personalidade dos doadores, vários especialistas em transplantes afirmam que ainda há pouca prova científica sobre esta relação.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Som do Coração (August Rush)]]></title>
<link>http://lella.wordpress.com/?p=204</link>
<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 01:51:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
<guid>http://lella.pt-br.wordpress.com/2008/03/27/o-som-do-coracao-august-rush/</guid>
<description><![CDATA[
Pode alguém separar uma mãe de seu filho achando que ele impediria a carreira dela? Ainda mais se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a title="august-rush02.jpg" href="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/august-rush02.jpg"><img src="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/august-rush02.jpg" alt="august-rush02.jpg" width="509" height="362" /></a></p>
<p><span style="color:#336600;">Pode alguém separar uma mãe de seu filho achando que ele impediria a carreira dela? Ainda mais sendo o avô dessa criança? Por conta de ainda não ter nascido, nem um pouco de amor existe para o seu neto? Pois é o que temos aqui, nesse filme. E é essa criança que nos conta essa história.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#336600;">Às vésperas de completar 12 anos de idade, ainda num orfanato, o pequeno Evan (Freddie Highmore) acredita que seus pais estão vivos. Que a música o levará até eles. E por que a música, se ali no orfanato são impedidos de ouvir? Porque o dom em ouvir a música, ou a musicalidade que há nos movimentos tanto da natureza, como do que foi construído pelo homem, esse dom ele recebeu dos pais. Como ele mesmo diz: "A música está em tudo, basta saber ouvir." E mais, acredita também que fora concebido ao som, pelo som de uma linda música. E estava certo.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#336600;">Por conta de uma nova faixa etária, ao ser entrevistado por um do Conselho Tutelar, em lágrimas, pede que gostaria de permanecer ali. Por receio de dificultar os pais de chegarem até ele. E ao ficar encantado com o assobio do cara, que diz que apenas segue o ritmo da música que sai no balanço dos sinos de vento... Ele marca a diferença para o Jeffries (<a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/terrence-howard.jpg">Terrence Howard</a>), que lhe dá um cartão para que ligue para ele sempre que precisar.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#336600;">Ao voltar ao quarto, em conversa com um amigo, resolve ir ao encontro dos pais. Como um ponto por onde começar, segue para Nova Iorque, a procura de Jeffries. E assim começa a sua longa jornada. De cá, acompanhamos essa trajetória ora com alegria, ora com aflição, mas sem perder o encanto. Quem assistiu "Em Busca da Terra do Nunca" (Finding neverland) irá sorrir com um pensamento do Evan após um pesadelo.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#336600;">Sempre seguindo a música, ele termina por conhecer o Mago (Robin Williams). Esse reúne crianças de ruas com dons artísticos num prédio abandonado. Mas não é um mecenas. Pelo contrário, é um explorador do talento daquelas crianças. E que o olho cresce diante do potencial talento nato de Evan. Ele quem escolhe um novo nome para ele: August Rush.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#336600;">Paralelo a isso, sua mãe (Keri Russell) toma conhecimento de que seu filho não morrera no acidente de carro. E se dispõe a procurá-lo. Nessa busca, o destino conspirando a favor, a faz encontrar Jeffries...<br />
</span></p>
<p><span style="color:#336600;">August Rush, percebe que com o Mago não irá muito longe. Como se ficando com ele, o som do dinheiro o fará não ouvir o som do seu coração. E esse, quer ouvir o som que o levará até seus pais.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#336600;">Continuando na busca... ele ouve "Raise it up" e conhece Hope (Jamila Simone Nash). Que nome significativo para que o ajude a seguir em frente!<br />
</span></p>
<p><span style="color:#336600;">A cena onde pai (Jonathan Rhys Meyers) e filho se encontram, arrepia! Não apenas por não saberem quem são, mas também pelo talento musical dos dois. Os dois, sentados na praça dão um show para duas pessoas: eles mesmo.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#336600;">Se alguém já detona um filme por ele ter um final previsível, é melhor assistir outro filme. Agora, irá perder um lindo final! Algo que nossos corações aceleram nos quinze minutos finais.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#336600;">Dizer que a trilha musical é linda, creio que possa parecer redundante.</span></p>
<p><span style="color:#336600;">Nota: 10.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#336600;">Por: Valéria Miguez.</span></p>
<p><span style="color:#336600;"><strong>O Som do Coração (August Rush)</strong>. 2007. EUA. Direção: Kirsten Sheridan. Elenco: Freddie Highmore, Keri Russell, Jonathan Rhys Meyers, Terrence Howard, Robin Williams, William Sadler, Marian Seldes, Jamia Simone Nash, Leon Thomas III. Gênero: Drama. Duração: 100 minutos.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As Leis de Família (Derecho de Familia)]]></title>
<link>http://lella.wordpress.com/?p=134</link>
<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 11:15:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
<guid>http://lella.pt-br.wordpress.com/2008/03/14/as-leis-de-familia-derecho-de-familia/</guid>
<description><![CDATA[
As Leis de Família (Derecho de Familia). 2006. Argentina. Direção e Roteiro: Daniel Burman (O Ab]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/leis-de-familia03.jpg" title="leis-de-familia03.jpg"><img src="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/leis-de-familia03.jpg" alt="leis-de-familia03.jpg" height="239" width="367" /></a></p>
<p><font color="#663333"><b>As Leis de Família (Derecho de Familia)</b>. 2006. Argentina. Direção e Roteiro: Daniel Burman (O Abraço Partido). Elenco: Daniel Hendler, Arturo Goetz, Eloy Burman, Julieta Díaz, Adriana Aizemberg. Gênero: Drama. Duração: 102 minutos. Classificação: 12 anos.<br />
</font></p>
<p><font color="#663333">Parece uma história banal, mas como nos é contada, é que faz toda a diferença!</font></p>
<p><font color="#663333"> Centrada num período na vida de três gerações: pai, filho e neto. Mais precisamente numa re-aproximação entre pai e filho. Muito embora até podemos lembrar de outros filmes onde há reencontros assim. Mas esse foca o de seguir a carreira do pai. Pesando isso. Numa de filho de peixe, peixinho é? Bate até o medo de ser uma mera cópia. Até onde manter a tradição familiar. O peso do sobrenome. A carreira como um tipo de herança genética. O querer ser diferente, mesmo sendo igual.<br />
</font></p>
<p><font color="#663333">O filme inicia com o Ariel nos... nos apresentando seu pai. Contando em off. Sob o ângulo dele. Hehe... É divertido! Até porque enquanto ele nos mostra o... o jogo de cena que seu pai faz diariamente... ao longo do filme nós identificamos que ele também tem o seu. Os dois então teriam mais pontos em comum? Será? Como ele mesmo salientou: "<b>Mas não gosto de Direito. Gosto da Justiça.</b>" Direito e Justiça não trabalhariam juntos para uma mesma causa?</font></p>
<p><font color="#663333">Esse período onde o seu pai volta a se aproximar, ele se "descobre" ser pai. Seria a criança que traria o... o "Acorda!"? Temos o mesmo sangue... Já registrando aqui que o menino é um encanto! Ele atua brilhantemente! Me deixou encantada ao longo do filme. E me levou as lágrimas no final!</font></p>
<p><font color="#663333">Enquanto passam um jeito livre de ser, com desenvoltura em suas "atuações", quer seja lecionando, um; ou, advogando, o outro. Nesse reencontro ficam sem saber o que falar; ou como contar suas próprias histórias entre si.</font></p>
<p><font color="#663333"> Por vezes, algumas pessoas ficam tão presas as suas próprias leis internas, a sua rotina, suas retidões... Que nem percebem que há numa simples aproximação um pedido silencioso de um carinho; de um afeto. Que também quando percebem algo, ao usarem uma balança diferente terminam por interpretar do seu jeito. Acontece, que cada um tem um jeito de contar, de transmitir... Mais do que tentar simplesmente adivinhar, o bom é em ouvir. Mesmo que a linguagem usada seja outra, de difícil acesso. </font></p>
<p><font color="#663333">Para estudantes de Direitos, mais que recomendado! Prestem uma atenção mais detalhada a cena onde um cara interrompe uma aula. E para nós outros, também. Assistam! É um belo filme! Amei!</font></p>
<p><font color="#663333">Nota: 10.</font></p>
<p><font color="#663333">Por: Valéria Miguez.</font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dançando no Escuro (Dancer in the Darker)]]></title>
<link>http://lella.wordpress.com/?p=102</link>
<pubDate>Sat, 08 Mar 2008 18:35:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
<guid>http://lella.pt-br.wordpress.com/2008/03/08/dancando-no-escuro-dancer-in-the-darker/</guid>
<description><![CDATA[
Após assistir esse filme, fiquei pensando em como escreveria para motivar a outras pessoas para qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a title="dancer_in_the_dark21.jpg" href="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/dancer_in_the_dark21.jpg"><img src="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/dancer_in_the_dark21.jpg" alt="dancer_in_the_dark21.jpg" /></a></p>
<p><span style="color:#008000;">Após assistir esse filme, fiquei pensando em como escreveria para motivar a outras pessoas para que o vissem também. Porque eu gostei! Daí veio uma dúvida: e para aqueles que não gostam de musical, como dizer a eles? Bem, para quem passa longe de filmes que não sejam de ação ou suspense, muito embora sempre tenha uma primeira, não sei se serei capaz de demovê-los dessa idéia. Sorry!<br />
</span></p>
<p><span style="color:#008000;">Agora, para quem apenas torça o nariz, creiam, as músicas fazem parte do imaginário da protagonista. Um jeito que ela encontrou de dar um "colorido" a sua vida. Que até poderia ser como uma válvula de escape, mas que para alguém que sabe, desde criança, que seu futuro será de escuridão (ficará cega) essas fantasias ganham um outro peso. Um trechinho, para ilustrar:<br />
</span></p>
<p><span style="color:#008000;">"<em>Eu vi o que escolhi ver. Vi o que precisava ver...<br />
Você já viu tudo isso. Sempre pode rever. Na telinha da sua mente</em>"<br />
</span></p>
<p><span style="color:#008000;">Mas não fica apenas nisso. Mesmo sabendo que um filho teria o mesmo destino, ela o trouxe ao mundo. <strong>E mais do que o amor maternal, veio junto um sentimento de culpa.</strong> E por ele, um drama maior... Mais uma vez, "viver um musical" lhe veio como consolo.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#008000;">"<em>Você só fez o que foi preciso</em>"<br />
</span></p>
<p><span style="color:#008000;">Será? É uma pergunta que me fiz.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#008000;"><strong>O porque desses escapismos nos musicais?</strong> Ela amava os musicais (filmes) americanos desde criança. Dizia que a penúltima música já a avisava que o final estaria próximo. A partir daí, resolveu sair dos filmes aí, nesse momento. Por desejar fazer um outro final, mais alegre, mais colorido, mais claro...<br />
</span></p>
<p><span style="color:#008000;">"<em>Dizem que é a última canção, mas eles não nos conhecem, só será a última canção se deixarmos que seja.</em>"<br />
</span></p>
<p><span style="color:#008000;">E para o filho que ela tanto quis:<br />
</span></p>
<p><span style="color:#008000;">"<strong><em>O tempo que leva para uma lágrima cair, é o tempo que basta para se perdoar. Perdoe-me!</em></strong>" </span></p>
<p><span style="color:#008000;">Como diz uma de nossas canções: "<em>cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é</em>"...<br />
</span></p>
<p><span style="color:#008000;">Eu recomendo! Nota: 09.</span></p>
<p><span style="color:#008000;">Por: Valéria Miguez (LELLA).</span></p>
<p><span style="color:#008000;"><strong>Dançando no Escuro (Dancer in the Darker)</strong>. França. 2000. Direção e Roteiro: Lars Von Trier. Com: Björk, Catherine Deneuve, David Morse, Peter Stormare, Joel Grey, Cara Seymour. Gênero: Drama, Musical. Duração: 140 minutos.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>

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