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	<title>futurismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/futurismo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "futurismo"</description>
	<pubDate>Thu, 15 May 2008 18:10:25 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[La realización en vías de desarrollo]]></title>
<link>http://hortensia.wordpress.com/?p=270</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 03:29:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tamara</dc:creator>
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<description><![CDATA[A los 14 empecé a planear mi vida. Hoy supe que tranquilamente puedo continuar haciéndolo.
Admirad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:0;">A los 14 empecé a planear mi vida. Hoy supe que tranquilamente puedo continuar haciéndolo.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Admirada del primer departamentito de Simone (obvio, qué más), quise el mío y convertirme en una señorita independiente. No pensé en pintarrajearme los labios de rojo, o tal vez lo pretendí en ese tiempo, pero a estas alturas ya no quiero eso.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Estoy con varias posibilidades para tomar o desechar. Creo que ya tengo un poco mi decisión tomada, en pos de lo que he esperado hacer ya tantos años ha. Guiarme por impulsos o caprichos sería eliminar todo cuando ya queda muy poco... y las ansias me comen.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Cuento un poco los meses y llegado el momento creo que me diré: “Ya, ¿y ahora qué hago?” Y algo haré, siempre me las arreglo en esos momentos que espero pero no sé bien para qué (como el momento mismo de entrar a la universidad).</p>
<p style="margin-bottom:0;">Todas las noches me acuesto y pienso en las cosas que he querido tanto y que ya podré empezar a concretar. Por mientras busco una AFP y me quejo de que las Isapres me discriminen por haber nacido con un útero y que no me den la oportunidad de parir si se me da la gana. Parece que me quedaré en el sistema público, porque mujer no pretendo dejar de ser (eso está dentro del plan maestro, jajajaja).</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Parole audaci. Noi NetFuturisti]]></title>
<link>http://neoballa.wordpress.com/?p=7</link>
<pubDate>Fri, 09 May 2008 11:46:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Deinos</dc:creator>
<guid>http://neoballa.wordpress.com/?p=7</guid>
<description><![CDATA[Accade che la storia si ripete. Una ripetizione di sintesi del buono del passato con le prospettive ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Accade che la storia si ripete. Una ripetizione di sintesi del buono del passato con le prospettive ottimistiche per il <a href="http://www.neofuturismo.it" target="_blank">futuro</a>.</p>
<p>Una sintesi che si fa superamento di tutto il marcio e corrotto sistema che innalza timbrando questa o quella opera d'arte secondo la squallida moda vigente.</p>
<p><strong>Noi NetFuturisti</strong> portiamo a ranghi serrati ben <strong>alto il nostro ideale</strong>. Non i nostri nomi.</p>
<p>Portiamo compattamente l'idea di <strong>comunicazione interattiva</strong>. Non la sottomissione all'infrormazione imposta.</p>
<p>Il nostro grido non è un urlo disperato di lamento.</p>
<p>Il grido netfuturista è un ritmo scandito dalle nostre <strong>parole audaci</strong>. Il nostro è un <strong>grido di rivalza</strong>, un grido di esortazione al risveglio delle coscienze assopite e sopraffatte da un<a href="http://liberidallaforma.blogspot.com/2008/04/arte-e-sistema-dellarte.html" target="_blank"> sistema</a> che non è solo quello dell'arte.</p>
<p>Da un sistema che è quello in cui viviamo. Il sistema della <strong>comunicazione monodirezionale </strong>dall'alto di pochi verso il basso di molti.</p>
<p>Oggi abbiamo gli strumenti per impedirlo. Oggi abbiamo la lucidità per insorgere ed inondare il mondo delle nostre idee <strong>avanguardistiche</strong>. Idee che <strong>anticipano un futuro</strong> che ancora non c'è. Che presto sarà.</p>
<p>=&#62;F</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pra quem só pensa no futuro...]]></title>
<link>http://diegocasaes.wordpress.com/?p=25</link>
<pubDate>Sat, 03 May 2008 14:40:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Diego Casaes</dc:creator>
<guid>http://diegocasaes.wordpress.com/?p=25</guid>
<description><![CDATA[Hoje mais cedo enquanto estava batendo papo no IRC fiquei imaginando o que escrever no blog antes de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje mais cedo enquanto estava batendo papo no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet_Relay_Chat">IRC</a> fiquei imaginando o que escrever no blog antes de sair para o <a href="http://www.afbahia.com.br/">curso de Francês</a>. Daí pensei rapidamente em retomar o tema de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ghost_in_the_Shell">Ghost in the Shell</a> e apimentá-lo com outra discussão: qual o futuro da humanidade?</p>
<p>Não quero dar uma de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nostradamus">Nostradamus</a> aqui mas vamos pensar coletivamente sobre o que restará do homem em si. Debate-se hoje em dia muito sobre o uso de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9lula_tronco">células-tronco</a> e desenvolvimento artificial de órgãos para utilização em humanos, e no Brasil isso está criando uma discussão imensa e gerando uma reviravolta por parte de partidos políticos fundamentados nos princípios religiosos da boa moral.</p>
<p>Em Gits, o uso de peças mecânicas e órgãos criados em laboratórios é "comum". Trazendo para a atualidade e para a esfera de pensamento brasileira eu imagino que nós brasileiros estamos fechando os olhos para o futuro. Não quero dizer com isso que daqui a 100 anos o apocalypse chegará e todos seremos robotizados, mas que a robotização e as tecnologias de criação de órgãos a partir de células-tronco é um artifício que deve ser utilizado e enxergado como algo benéfico.</p>
<p>Obviamente, haverá muitos casos em que a venda desses órgãos será muito cara, não abrangendo esse direito à maior parcela da população em si, mas deve-se pensar em barateamento de custos após massificação do uso.</p>
<p>Gits traz ainda ao discurso questões filosóficas sobre quem somos nós realmente. Será que o ser humano sabe se identificar como humano? Não somente analisando as características físicas de outrem, mas tentando compreendê-los inteiramente. O que faz dos homens, homens de fato, segundo a filosofia de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Masamune_Shirow">Shirow-sama</a>, são as memórias. O resto se fabrica.</p>
<p>Conceituações de identidade deste tipo também são vistas em célebres produções como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Battlestar_Galactica">Battlestar Galactica</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/I%2C_Robot_%28filme%29">Eu, Robô</a>, e mais uma série de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sci-fi">Sci-fi</a> espalhados pela rede :P</p>
<p>Trazendo "identidade" para a esfera da internet, as relações humanas na Internet são espelho das relações humanas do plano físico. E tanto o homem virtual como o físico deixam impressões e constrõem uma cadeia de informações que caracterizam seu ser.</p>
<p>Acho que não tenho mais muita coisa pra falar. Até que tenho, mas não tenho tanto tempo e palavras assim.</p>
<p>Comments go fine, so please comment! :D</p>
<p>Jyaa ne miina-san</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Convidado: Walter J. Kovacs]]></title>
<link>http://hmilen.wordpress.com/?p=399</link>
<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 15:38:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Henrique Milen</dc:creator>
<guid>http://hmilen.wordpress.com/?p=399</guid>
<description><![CDATA[
Do diário de Rorschach
Torrentes desafinadas anunciam o outono do novo ano. A década acabou e uma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://hmilen.files.wordpress.com/2008/04/rorschach.jpg"></a><a href="http://hmilen.files.wordpress.com/2008/04/rorschach1.jpg"></a><a href="http://hmilen.files.wordpress.com/2008/04/roscharch2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-400" src="http://hmilen.wordpress.com/files/2008/04/roscharch2.jpg" alt="A cidade tem medo de mim." /></a></p>
<p><strong>Do diário de Rorschach</strong></p>
<p>Torrentes desafinadas anunciam o outono do novo ano. A década acabou e uma juventude envelhecida não tem o que gritar. Nem sonho que não caiba num sonho de consumo.</p>
<p>O presidente é fofo e o País brilha, diz o jornal inglês. Janotas e calhordas resmungam no aeroporto e comungam na missa do cardeal televisivo e dos concílios midiáticos.</p>
<p>Uma melancólica banda de rock esteve na cidade. A cidade tem medo dela -- e de tudo mais que trespasse o imediato sentido das evidências.</p>
<p>("É uma queda e tanto").</p>
<p>* * *</p>
<p>Nos Hospitais, entro num ônibus verde para ganhar alguns minutos rumo a Downtown.</p>
<p>Num banco sujo rumino mentalmente investigações passadas e futuras. Deixo raciocínios em ponto morto, psicografo os ectoplasmas do fim da tarde.</p>
<p>O motorista desliga o motor. E então percebo que se passaram dez minutos sem que o ônibus saísse do lugar.</p>
<p>Desço e vou andando sem pressa. Um dólar deixado num ônibus parado.</p>
<p>Apenas outra tarde de sexta.</p>
<p>* * *</p>
<p>Há 99 anos, o Le Figaro publicava o Manifesto Futurista:</p>
<p>1. Nós queremos cantar o amor ao perigo, o hábito à energia e à temeridade.</p>
<p>2. Os elementos essenciais de nossa poesia serão a coragem, a audácia e a revolta.</p>
<p>3. Tendo a literatura até aqui enaltecido a imobilidade pensativa, o êxtase e o sono, nós queremos exaltar o movimento agressivo, a insônia febril, o passo ginástico, o salto mortal, a bofetada e o soco.</p>
<p>4. Nós declaramos que o esplendor do mundo se enriqueceu com uma beleza nova: a beleza da velocidade. Um automóvel de corrida com seu cofre adornado de grossos tubos como serpentes de fôlego explosivo... um automóvel rugidor, que parece correr sobre a metralha, é mais belo que a Vitória de Somotrácia.</p>
<p>5. Nós queremos cantar o homem que está na direção, cuja haste ideal atravessa a Terra, arremessada sobre o circuito de sua órbita.</p>
<p>6. É preciso que o poeta se desgaste com calor, brilho e prodigalidade, para aumentar o fervor entusiástico dos elementos primordiais.</p>
<p>7. Não há mais beleza senão na luta. Nada de obra-prima sem um caráter agressivo. A poesia deve ser um assalto violento contra as forças desconhecidas, para intimá-las a deitar-se diante do homem.</p>
<p>8. Nós estamos sobre o promontório extremo dos séculos!... Para que olhar para trás, no momento em que é preciso arrombar as portas misteriosas do impossível? O tempo e o espaço morreram ontem. Nós vivemos já no absoluto, já que nós criamos a eterna velocidade omnipresente.</p>
<p>9. Nós queremos glorificar a guerra - única higiene do mundo - o militarismo, o patriotismo, o gesto destrutor dos anarquistas, as belas idéias que matam, e o menosprezo à mulher.</p>
<p>10. Nós queremos demolir os museus, as bibliotecas, combater o moralismo, o feminismo e todas as covardias oportunistas e utilitárias.</p>
<p>11. Nós cantaremos as grandes multidões movimentadas pelo trabalho, pelo prazer ou pela revolta; as marés multicoloridas e polifônicas das revoluções nas capitais modernas; a vibração noturna dos arsenais e dos estaleiros e suas violentas luas elétricas; as estações glutonas comedoras de serpentes que fumam; as usinas suspensas nas nuvens pelos barbantes de suas fumaças; as pontes para pulos de ginastas lançadas sobre a cutelaria diabólica dos rios ensolarados; os navios aventureiros farejando o horizonte; as locomotivas de grande peito, que entoucinham os trilhos, como enormes cavalos de aço freados por longos trilhos, e o vôo deslizante dos aeroplanos, cuja hélice tem os estalos da bandeira e os aplausos da multidão entusiasta.</p>
<p>(concordo em parte)</p>
<p>* * *</p>
<p><img src="http://hmilen.files.wordpress.com/2008/04/rorschach1.jpg" alt="O crepúsculo fede a fornicação e más consciências" width="500" height="261" /></p>
<p>Mataram uma garotinha na Zona Leste, os canalhas.</p>
<p>São fracos, incapazes de cuidar de alguém ou de criar alguém mais forte do que eles.</p>
<p>São também vaidosos, assoberbados, e se acham bons demais para seus filhos.</p>
<p>São covardes. Abandonam e humilham quem os amam incondicionalmente. E num acesso de "fúria", são capazes de matar quem não tem como se defender. Pois não sabem o que é fúria de verdade.</p>
<p>Acima de tudo são pouco inteligentes. Deixam um rastro de lambança da hora que acordam até o momento em que são pegos e tentam correr para o papai.</p>
<p>Em frente à delegacia, bêbados, serventes e desocupados pedem mais sangue. Escória.</p>
<p>A cidade está morrendo de hidrofobia. Será que só consigo limpar a baba da sua boca? </p>
<p>* * *</p>
<p>Não será aqui, neste ambiente decadente, que eu terei uma epifania.</p>
<p>Um rato olhou para mim. Parecia dizer:</p>
<p>"Mas isso é uma epifania".</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A história do design na TV internacional]]></title>
<link>http://televisionado.wordpress.com/?p=63</link>
<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 03:19:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Morgado</dc:creator>
<guid>http://televisionado.wordpress.com/?p=63</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Na década de 60, o design gráfico expandira-se para áreas anteriormente reguladas por trad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><a href="http://televisionado.files.wordpress.com/2008/04/carboni-3.jpg"></a>"Na década de 60, o design gráfico expandira-se para áreas anteriormente reguladas por tradições de ofício, como o design de jornais, e também para novos meios – televisão e vídeo. As imagens sem movimento dos designers, embora pudessem ser geradas e controladas eletronicamente, tinham de competir – ou mesclar-se – com as imagens em movimento das telas de TV”.</p>
<p>Este trecho do livro “Design Gráfico: uma história concisa”, de Richard Hollis, resume bem a revolução pela qual passava o design no começo dos anos 1950, que, naquele momento, começava a entrar na televisão através dos departamentos de arte das emissoras. Esses departamentos, até então, eram comandados por profissionais que não possuíam métodos e/ou processos constantes de trabalho e se valiam apenas das suas (poucas) experiências na hora de fazer ou não alguma coisa. </p>
<p>Logo depois da 2ª Guerra Mundial, começaram a se destacar diversos nomes que, até hoje, são tidos como referência em todo o mundo, graças aos seus complexos e pioneiros trabalhos de criação de sistemas de identidade visual para grandes emissoras de TV.</p>
<p><strong>William Golden: o olho da CBS</strong></p>
<p>Obcecado pela perfeição. Assim pode se resumir, em poucas palavras, quem foi o criador de um das mais poderosas marcas da História: o olho da CBS (Columbia Broadcasting Company). Após acumular experiências em revistas e agências de propaganda, além de ter passado pelo departamento de publicidade da CBS Radio, William Golden entra em definitivo na CBS logo após o término da 2ª Guerra Mundial chefiando o setor responsável pela publicidade da CBS-TV. Ele foi o primeiro a compreender a identidade visual de um canal de TV de uma forma integrada, unindo, num mesmo conceito, vinhetas, papelaria, peças publicitárias e até o pensamento da programação: “Se você gosta dos programas que a CBS transmite, provavelmente acha que o símbolo é bom”.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-64 aligncenter" src="http://televisionado.wordpress.com/files/2008/04/cbs-1951.jpg" alt="" /></p>
<p>O olho da CBS foi ao ar pela primeira vez (segundo a própria emissora) em 20 de outubro de 1951, um sábado. O impacto foi forte e sentido imediatamente. Era muito grande o contraste entre a apresentação da CBS – baseada agora numa marca clara, de fácil compreensão e perfeitamente alinhada com a idéia de televisão – com a identidade visual das outras estações da época. Essa diferenciação foi decisiva na construção da imagem de “The Tiffany Network” (“a rede Tiffany”: um apelido dado pela imprensa e pelo público da época que associava a CBS com a famosa joalheria de luxo, numa referência direta a alta qualidade das produções e apresentações da emissora, incluindo suas vinhetas).</p>
<p><strong>Paul Rand: uma grande referência</strong></p>
<p>Considerado por muitos como o maior designer da história dos EUA, Paul Rand criou marcas que são empregadas até hoje exatamente como ele as criou originalmente, como IBM, UPS, Cummins, Westinghouse e da ABC (American Broadcasting Company).</p>
<p>O símbolo da ABC foi lançado em 1962. É notória a relação entre esse símbolo e as influências do construtivismo e da Bauhaus, pois é uma marca objetiva, econômica no emprego de elementos e totalmente estruturada em cima de círculos (uma das três formas básicas).</p>
<p>Uma curiosidade: duas marcas de Paul Rand podem ser consideradas como, de certa forma, presentes na história da TV brasileira: a da ABC, que serviu de base para a do SBT, e a da Westinghouse, que lembra a da Rede Manchete, conforme comentou o próprio criador do símbolo da emissora dos Bloch, o publicitário Francesc Petit, em seu livro “Marca”: “Um dia, mostrei um livrinho que tinha editado com algumas marcas a um colega de profissão em Barcelona. Quando chegou na marca da Manchete, ele virou o livrinho de ponta-cabeça e falou: 'Petit, esta é a marca da Westinghouse ao contrário'. Ninguém no Brasil tinha se dado conta dessa coincidência”.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-65 aligncenter" src="http://televisionado.wordpress.com/files/2008/04/abc_sbt.jpg" alt="" width="255" height="127" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-66 aligncenter" src="http://televisionado.wordpress.com/files/2008/04/manchete.jpg" alt="" width="227" height="102" /></p>
<p><strong>Erberto Carboni: o modernismo italiano na TV</strong></p>
<p>Como está descrito no livro “Design Gráfico: uma história concisa”, o modernismo na Itália deve-se muito a um homem: Antonio Boggeri. Ele foi o responsável, através do seu Studio Boggeri, por trabalhos que, a partir da década de 1930, delinearam muito bem esse movimento, que possui fortes raízes no futurismo. Muitos daqueles que, nas décadas seguintes, despontaram como os grandes nomes do design italiano começaram suas carreiras no escritório de Boggeri. Um deles foi Erberto Carboni, que se destacou na área de design de exposições, mas também criou marcas importantes, como a primeira da história da TV italiana, entre 1952 e 1953. É interessante notar a forte geometria desse trabalho (outra característica marcante do modernismo italiano).</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-67" src="http://televisionado.wordpress.com/files/2008/04/carboni-1.jpg" alt="" width="255" height="176" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-71" src="http://televisionado.wordpress.com/files/2008/04/carboni-3.jpg" alt="" width="255" height="198" /></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Pedro Ramírez Vázquez: o olho da Televisa</strong></p>
<p style="text-align:left;">Arquiteto responsável pelo projeto do Estádio Azteca, palco das finais das copas de 1970 e 1986, Pedro Ramírez Vázquez criou, em 1972, a marca que representa a maior empresa de comunicação em espanhol do mundo: a mexicana Televisa (produtora de programas de grande sucesso como “Chaves” e “Chapolin”).</p>
<p style="text-align:left;">A Televisa nasceu da fusão, em 1973, das empresas Telesistema Mexicano e Televisión Independiente de México, compondo assim um grupo de quatro redes de televisão (lideradas pelos canais dois, quatro, cinco e oito), além de editora, gravadora, produtora, rádios, times de futebol e o próprio Estádio Azteca. O nome Televisa é a abreviação de “Televisión Via Satélite”, numa referência a mais nova tecnologia de transmissão de sinais de TV existente na época, que encurtou ainda mais as distâncias e permitiu, de forma menos onerosa e mais ágil, o avanço dos sinais de televisão ao redor do mundo.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-68" src="http://televisionado.wordpress.com/files/2008/04/telesistema.jpg" alt="" width="227" height="173" /></p>
<p style="text-align:left;">Pedro Ramírez Vázquez criou um olho composto por várias linhas horizontais de espessuras diferentes, tendo ao centro a forma de um círculo. Esse símbolo possui uma forma que lembra muito o mapa-mundi planificado, ao mesmo tempo que o círculo do centro remete ao nascer do Sol no horizonte, como se anunciasse um novo dia, um novo começo. O olho (já empregado por emissoras como a CBS e a Bandeirantes) representa não somente o olho do espectador (o “olho público”, como dizia o presidente da CBS na época do lançamento da marca de William Golden, Frank Stanton), mas também a visão da própria emissora frente aos acontecimentos do país e do exterior (numa referência ao jornalismo) e frente ao mercado de comunicação nacional e internacional.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-69" src="http://televisionado.wordpress.com/files/2008/04/cbs_bandeirantes.jpg" alt="" width="255" height="127" /></p>
<p style="text-align:left;">Em janeiro de 2001, foi lançada uma nova versão da marca de Vázquez, criada pela vice-presidência de imagem corporativa (liderada por Virna Winckelmann). O objetivo agora era o de marcar a chegada da nova geração da família Azcárraga ao comando da organização, além de explicitar ainda mais o caráter global do negócio (através da inclusão de uma esfera tridimensional no centro do olho). O azul, cor que é muito associada à idéia de mundo e seriedade, foi incorporado pela identidade visual, contrastando com o calor do laranja, que permaneceu no símbolo. Como forma de facilitar a reprodução do logotipo por parte de todos os que trabalham com a marca Televisa, foi incorporada como tipografia a Helvetica Black.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-70" src="http://televisionado.wordpress.com/files/2008/04/televisa.jpg" alt="" width="227" height="355" /></p>
<p style="text-align:left;">Assista a uma reportagem produzida pela CBS News que conta a história de mais de meio século do "CBS eye": o olho da CBS criado por William Golden (postado por <a href="http://www.youtube.com/user/eyeontv">http://www.youtube.com/user/eyeontv</a>).</p>
<p style="text-align:left;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/wB63odkphhg'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/wB63odkphhg&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:left;">Veja também um excelente curta, produzido pela Imaginary Forces, em homenagem ao grande designer Paul Rand (postado por <a href="http://www.youtube.com/user/llaven">http://www.youtube.com/user/llaven</a>).</p>
<p style="text-align:left;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/uK-lr_QeI_g'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/uK-lr_QeI_g&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:left;">Clicando nesse link, você pode baixar a fonte "Telerisa" (para PC), criada a partir da tipografia adotada para o logotipo da Televisa de 1973. <a href="http://www.tiypo.com/downloads/images/fuentes/telerisa-pc.zip">http://www.tiypo.com/downloads/images/fuentes/telerisa-pc.zip</a></p>
<p style="text-align:left;">Não deixe de ver esse site: <a href="http://www.tiypo.com">http://www.tiypo.com</a> Além da "Telerisa", estão disponíveis outras várias fontes gratuitas, além de muitas referências sobre tipografia.</p>
<p style="text-align:left;">Para saber mais, não deixe de ler os livros: "Marca", de Francesc Petit, da Editora Futura, e "Design Gráfico: uma história concisa", de Richard Hollis, publicado pela Martins Fontes.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Zang tumb tumb!]]></title>
<link>http://bananasso.wordpress.com/?p=189</link>
<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 15:34:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>pijotr</dc:creator>
<guid>http://bananasso.wordpress.com/?p=189</guid>
<description><![CDATA[ 
Intro di &#8220;Zang tumb tumb&#8221; degli Zetazeroalfa dell&#8217;album &#8220;La ballata dello]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>Intro di "Zang tumb tumb" degli Zetazeroalfa dell'album "La ballata dello stoccafisso".</p>
<p>E non ditemi che anche voi non vi sentite un poco futuristi.</p>
<p> </p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Ul1lPRfdLJY'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/Ul1lPRfdLJY&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Minority Report]]></title>
<link>http://outrasondas.wordpress.com/?p=32</link>
<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 20:53:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Outras Ondas</dc:creator>
<guid>http://outrasondas.wordpress.com/?p=32</guid>
<description><![CDATA[ E eis que o futuro se aproxima velozmente:

Já em fase de testes as primeiras lentes de contacto c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> E eis que o futuro se aproxima velozmente:</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://outrasondas.wordpress.com/files/2008/03/digitaleye.jpg" alt="Digital Eye" /></div>
<p>Já em fase de testes <a href="http://blog.wired.com/defense/2008/03/darpa-wants-con.html" target="_blank">as primeiras lentes de contacto com circuitos digitais</a> que permitem visualizações directamente na retina; Daqui a uns anos, adeus TV, adeus computador; tudo se passará directamente nos nossos olhos.</p>
<p>Bolas, que falta tanto tempo para o futuro..</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[QUARTO D'ORA DI POESIA DELLA X MAS]]></title>
<link>http://bargello.wordpress.com/?p=358</link>
<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 01:29:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>bargello</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quarto d&#8217;ora di poesia della Xa MAS





F. T. Marinetti dedicò nel 1944, poco prima di morir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3 align="center" class="post-title entry-title"><a href="http://associazioneitalia.blogspot.com/2008/03/il-grande-poeta-ezra-pound-1885-1972.html">Quarto d'ora di poesia della Xa MAS</a></h3>
<div align="center" class="post-header-line-1"></div>
<p align="center" class="post-body entry-content"><a href="http://bp0.blogger.com/_DRt1yBEwYQs/R8wr4R-ROBI/AAAAAAAAAXg/Xv6kLTgwm4E/s1600-h/Marinetti-780599.jpg"><img border="0" src="http://bp0.blogger.com/_DRt1yBEwYQs/R8wr4R-ROBI/AAAAAAAAAXg/Xv6kLTgwm4E/s320/Marinetti-780599.jpg" style="cursor:hand;" /></a></p>
<div align="center" class="post-body entry-content"></div>
<div align="center" class="post-body entry-content"></div>
<div class="post-body entry-content"></div>
<p class="post-body entry-content"><u>F. T. Marinetti dedicò nel 1944, poco prima di morire, la seguente poesia alla Xa MAS</u>:</p>
<div class="post-body entry-content"></div>
<h4 align="justify" class="post-body entry-content"><em><font color="#008000">Salite in autocarro aeropoeti e via che si va finalmente a farsi benedire dopo tanti striduli fischi di ruote rondini criticomani lambicchi di ventosi pessimismi. Guasto al motore fermarsi fra italiani ma voi voi ventenni siete gli ormai famosi renitenti alla leva dell'Ideale e tengo a dirvi che spesso si tentò assolvervi accusando l'opprimente pedantismo di carta bollata burocrazie divieti censure formalismi meschinerie e passatismi torturatori con cui impantanarono il ritmo bollente adamantino del vostro volontariato sorgivo a mezzo il campo di battaglia. Non vi grido arrivederci in Paradiso che lassù vi toccherebbe ubbidire all'infinito amore purissimo di Dio mentre voi ora smaniate dal desiderio di comandare un esercito di ragionamenti e perciò avanti autocarri. Urbanismi officine banche e campi arati andate a scuola da questi solenni professori di sociologia formiche termiti api castori. Io non ho nulla da insegnarvi mondo come sono d'ogni quotidianismo e faro di un' aeropoesia fuori tempo spazio. I cimiteri dei grandi Italiani slacciano i loro muretti agresti nella viltà dello scirocco e danno iraconde scintille crepitano impazienze di polveriera senza dubbio esploderanno esplodono morti unghiuti dunque autocarri avanti. Voi pontieristi frenatori del passo calcolato voi becchini cocciuti nello sforzo di seppellire primavere, entusiaste di gloria ditemi siete soddisfatti d'aver potuto cacciare in fondo fondo al vostro letamaio ideologico la fragile e deliziosa Italia ferita che non muore. Autocarri avanti e tu non distrarti raggomitola il tuo corpo ardito a brandelli che la rapidità crudele vuol sbalestrarti in cielo prima del tempo. Scoppia un cimitero di grandi Italiani e chiama Fermatevi fermatevi volantisti italiani avete bisogno di tritolo ve lo regaliamo noi ve lo regaliamo noi noi ottimo tritolo estratto dal midollo dello scheletro. E sia quel che sia la parola ossa si sposi colla parola possa con la rima vetusta frusti le froge dell'Avvenire accese dai biondeggianti fieni di un primato. Ci siamo finalmente e si scende in terra quasi santa. Beatitudine scabrosa di colline inferocite sparano. Vibra a lunghe corde tese che i proiettili strimpellano la voluttuosa prima linea di combattimento ed è una tuonante catedrale coricata a implorere Gesù con schianti di petti lacerati. Saremo siamo le inginocchiate mitragliatrici a canne palpitanti di preghiere. Bacio ribaciare le armi chiodate di mille mille mille cuori tutti traforati dal veemente oblio eterno.</font></em></h4>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Tragédia de Alex J. Murphy]]></title>
<link>http://boruandnorthernpolivia.wordpress.com/2008/03/22/15/</link>
<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 01:43:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz de Barcellos</dc:creator>
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<description><![CDATA[I.

No Japão eles se dedicam ao curioso mercado do carbono derivado de ossos humanos. Os produtores]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">I.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">No Japão eles se dedicam ao curioso mercado do carbono derivado de ossos humanos. Os produtores de pólvora trabalham na fabricação de um novo explosivo muito mais mortífero que os atuais. O novo e terrível componente usa carbono extraído de ossos humanos como o principal ingrediente, uma vez que ele tem a propriedade de absorver rapidamente gases e líquidos. Por esta razão, inúmeros comerciantes japoneses estão vasculhando os campos de batalha da Manchuria, que estão cobertos de cadáveres. Cheios de entusiasmo, por todo lado naquelas terras estão eles desenterrando pilhas de esqueletos. Cem <em>tsin</em> (7 Kg) de ossos humanos rendem 92 <em>kopek</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Glória às cinzas irredentas que retornam à vida na artilharia japonesa. Meus amigos, aplaudamos esse nobre exemplo de engenhosa violência. Rápido! Para limpar as ruas, deixem que os cadáveres de seus amados e venerados sejam, sem demora, enfiados nas gargantas dos canhões! <em>[<strong>Guerra sola igiene del mondo]</strong></em></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">II.</p>
<p style="text-align:justify;">Embora F.T. Marinetti tenha imaginado, em 1910,<sup>1</sup> que o <em>«homem ampliado»</em>, o homem unido à máquina, produto de seu Futurismo, jamais fosse experimentar a tragédia, a lenda do policial Alex J. Murphy nos mostra o contrário; o que não é, sabe-se bem, nenhuma surpresa, dado que o Futurismo marinettiano esteve sempre embebido de um romantismo trágico-bélico-lírico que não teria palco senão o da velha natureza humana tão rechaçada por ele próprio.</p>
<p style="text-align:justify;">Se Nietzsche nos passa a impressão de que escrevia de pau duro, Marinetti é uma ereção alfabetizada. Portanto, inútil esperar coerência da parte menos hemo-irrigada do corpo do italiano. Na ânsia de destruir o decrépito homem romântico Marinetti ligou o herísmo à tecnologia. O seu Futurismo, a prometida facada final no coração do Don Juan, acabou por unir-se à máquina. O que Marinetti imaginou foi só <em>«Humanismo Futurista»</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Após voltar da I Guerra Mundial, Ernst Jünger se convenceu de que o futuro do indivíduo era a sua submissão à tecnologia até o ponto da extinção, transferindo tudo o que o homem tem para a máquina.<sup>2</sup> Tanto a <em>«passividade heróica perante a technik»</em> de Jünger como o «homem-ampliado» de Marinetti são formas de um pastiche de heroísmo misturado com masoquismo e deslumbre que, embora vulgar e simplório, tem lastro pra caralho.</p>
<p style="text-align:justify;">Longe de ser exclusividade de Marinetti e Jünger, o <em>«Humanismo Futurista»</em> -- e o nome não é deles, é meu -- é o fundamento do homem moderno, e pode ser observado num incontrolável oba-oba contemporâneo em relação à vontade de unir-se integralmente com eficiência da máquina, dado que para esse homem maquino-deslumbrado, a tecnologia é a única forma de suplantar a contingência humana. A planificação, e sua promessa de jamais falhar, é, e sempre foi, tentadora. Mas a tragédia de Murphy nos apresenta algumas questões interessantes sobre o tema.</p>
<p style="text-align:justify;">III.</p>
<p style="text-align:justify;">O personagem Robocop é a exata formação do <em>«Humanismo Futurista»</em>: é a tecnologia cobrindo-se do trágico e do romântico. O policial Alex J. Murphy se deu mal -- deve ser do conhecimento de todos --, e após combater um grupo de arruaceiros da pesada, foi covardemente torturado e deixado a morrer, feito um soldado japonês na Manchuria, com diversas partes de seu corpo irreversivelmente comprometidas. E assim como os ossos dos soldados japoneses, sua carcaça remanescente é o que os manda-chuvas da empresa <em>Omni Consumer Products</em>, <em>OCP</em>, responsável pela segurança da cidade de Detroit, precisam para introduzir no mercado o conceito do policial robótico, ou Robocop: metade homem, metade máquina.</p>
<p style="text-align:justify;">Robocop será -- espera-se -- o mesmo homem de sempre, apenas protegido por uma armadura de aço, retaguardado por uma prodigiosa memória computadorizada e empurrado ao extenuante trabalho por um alentante maquinário super-humano. Robocop é a manifestação das idéias futuristas de outro italiano, Vinicio Paladini, que, em 1922, em seu Manifesto da Arte Mecânica Futurista, idealizava um homem do futuro que fosse feito de aço, que nunca experimentasse a fadiga, fraqueza ou nostalgia, e que jamais sentisse tentado por <em>sentimentos femininos</em>.<sup>3</sup> Assim, o <em>Robocop, muito além de uma simples ereção de aço, é todo um sistema </em>conquistado<em>, longe das trevas femininas, protegido das entropias da encantadora e bocó Mãe Natureza [...] e todos foram levados a acreditar que, ao compreender o Robocop, estariam compreendendo a própria masculinidade...</em><sup>4</sup></p>
<p style="text-align:justify;">IV.</p>
<p style="text-align:justify;">A Detroit do Robocop representa o caos, e onde há caos exige-se a ordem. Detroit poderia ser, caso queiramos -- e eu quero --, qualquer metrópole ocidental do início do século XX, especialmente Chicago. E acima de todas Viena. Principalmente Berlin. E também Paris, mas esta sem exagero retórico. E é o caos instalado e a mentalidade faroéstico-fascista do slogan «se não há lei, eu sou a lei»<sup>5</sup> que catapultarão o homem à fantasia justiceira de 1914. Robocop é a Primeira Guerra: trágica mas humana; aliás, mais humana porque trágica, e mais trágica porque mecânica. 1914 foi idealizada como qualquer guerra, mas lutada como nenhuma. Em 1914 o romantismo casou-se com o Fosgênio, e o heroísmo uniu-se à Maschinengewehr 08.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando a correlação dos fatores se torna complexa demais, a adoção de um supersistema ordenador é a pedida. A aceitação do super-humano sistema cibernético para pôr fim ao caos de Detroit é semelhante à adoção do super-humano sistema bélico para pôr fim no caos europeu. O policial para acabar com todos os crimes é a guerra para acabar com todas as guerras. <em>«Com essas armas»</em>, pensaram os cobrões da OCP, <em>«não há criminoso humano que resista, e findará o crime em Detroit»</em>. <em>«Com essas Vickers e esse Cloro»</em>, pensaram os cobrões da Europa, <em>«não há conflito que resista, e findará o caos na Europa»</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Entretanto é curioso notar que ambos os momentos (1914-1918 e Robocop) são convertidos em plateaux. A tragédia de Murphy chama à realidade a humanidade: a tecnologia criou algo que a supera; ela acredita controlar a tecnologia, mas tem fungando em seu cangote a morte. O poder das máquinas simplesmente aniquilou a velha guerra e todos os seus valores, como escreveu Ernst Jünger sobre a Batalha de Somme:</p>
<blockquote><p>Aqui o cavalheirismo desapareceu para sempre. Como todos os sentimentos nobres, acabou por dar lugar ao novo ritmo da batalha e ao comando da máquina. Aqui a nova Europa se revelou em combate pela primeira vez. <sup>6</sup><em></em></p></blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>«E o que virá depois?»</em>, poderia se perguntar um hipotético e raro ser vivo europeu após 1918. <em>«Não há perigo»</em>, pensaram os cabeças da OCP, <em>«pois assim como atrás do trêsoitão há um homem de bem, atrás do Robo há um Cop. A tecnologia do Robocop pode exterminar uma quantidade desproporcional de seres humanos em segundos, mas ela ainda é controlada pelo homem»</em>. <em>«Não há perigo»</em>, pensaram os cabeças da Europa, <em>«pois assim como atrás do aço havia o bom Fritz, atrás da MG08 há um representante da Kultur. A tecnologia da guerra pode exterminar uma quantidade desproporcional de seres humanos em segundos, mas ela ainda é controlada pelo homem»</em>. A mensagem de 1914/Robocop é simples: temos condições de nos matar em quantidades desproporcionais.</p>
<p style="text-align:justify;">Robocop, por ser metade homem e metade máquina, é o primeiro susto. Controlador do homem o homem nunca foi, e é bom que se diga; acontece que a questão agora é que além disso, seus instintos assassinos estão reforçados por aço inoxidável e um gatilho infalível. A certeza de que Alex J. Murphy, o bom homem e cidadão modelo, triunfará sobre o crime se espalha pela cidade; a convicção de que Murphy protegerá a todos neutralizada o medo de que a outra metade, a tecnológica, poderia lhes impor belos paletós de madeira. A raiz humana do Robocop não poderá falhar.</p>
<p style="text-align:justify;">Entretanto os bam-bam-bams da OCP avançam: ED-209, a máquina total, a máquina sem a metade lacrimosa. Eles acreditam que a justiça justiceira toda-máquina e toda-plano é superior. Se a Detroit do Robocop é beligerância pré-14, e os criminosos são Entente e Aliados, numa I Guerra Mundial simbólica, a Detroit do ED-209 é Peenemünde, e os criminosos são qualquer um, numa II Guerra Mundial igualmente simbólica, representada pela carnificina autônoma.</p>
<p style="text-align:justify;">Tal qual Robocop, parcialmente máquina, venceu ED-209, a máquina total; no Dia D, os aliados, parcialmente modernos, salvaram a humanidade de Buchenwald. Até quando a idéia de autonomia científica do homem será anulada pelo próprio homem assim que se der conta que ela o destruirá ninguém sabe, o que é certo é que as fantasias de planificação humana -- universalismo, globalismo, equalitarismo etc. -- continuarão a se esboçar. A primeira, o Robo-comunismo-nazi-fascista, não sobreviveu por uma simples razão: era localizada. Rodeava-a uma Europa ainda lastreada em Alex J. Murphy, mesmo que parcialmente. Detroit foi salva tão-só porque Murphy, antes de se tornar parte máquina, deixara se corromper pelos sentimentalismos que todos os modernistas abominavam e caminhara pela <em>«dirrita via»</em>, ilustrado abaixo pela capacidade do Robocop de descer escadas:</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/J6Rh2TbHZTM'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/J6Rh2TbHZTM&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">V.</p>
<p style="text-align:justify;">Aqui é necessário tratar de outro personagem. Anne Lewis, a antiga parceira de policiamento de Murphy, jamais o abandona à própria sorte na <em>selva oscura</em>. Ela tenta fazer com que o Robocop dê vazão ao homem que existe dentro dele. Há uma famosa cena em que ela o observa descansar após sua ronda diária e, olhando-o nariz a nariz, diz <em>«Guardaci ben! Ben son, ben son Anne.»</em> Ela passa a mão em sua testa, continua pela cabeça e toca sua nuca onde, ao sentir o aço da armadura, continua docemente <em>«Veggio te ne lo ‘ntelleto fatto di pietra...»</em></p>
<p style="text-align:justify;">Contrastando com a doçura de Anne, os intelectuais da <em>OCP</em> tentam a todo custo tratá-lo como pura máquina: tratam-no como um meio até a planificação total, até que cheguem ao sistema que superará o homem, o sistema sobre o homem, e se, como escreveu Nietzsche, o homem é somente um meio até o super-homem, Murphy/Robocop é somente um meio até ED-209. Murphy foi o último suspiro da retidão. Após sua morte, aí então Marinetti estará certo e findará a possibilidade de tragédia com a vitória do otimismo histérico-futurista, uma vez que <em>histerical optimism will prevail until the world again admits the existence of tragedy, and it cannot admit the existence of tragedy until it again distinguishes between good and evil.<sup>7</sup></em></p>
<p style="text-align:justify;">==============</p>
<p style="text-align:justify;">1 F.T. Marinetti, The Critical Writings.</p>
<p style="text-align:justify;">2 Ernst Jünger, Feuer und Blut.</p>
<p style="text-align:justify;">3 Donatello among the Blackshirts, editado por Claudia Lazzaro.</p>
<p style="text-align:justify;">4 Thomas Pynchon, Gravity's Rainbow, levemente alterado, como vocês podem perceber na página 329 da edição em paperback da Penguin.</p>
<p style="text-align:justify;">5 E havia uma música com esse refrão. Tosca que só ela...se não me engano era da banda de Oi! Bandeira de Combate.</p>
<p style="text-align:justify;">6 Ernst Jünger, In Stahlgewittern.</p>
<p style="text-align:justify;">7 Richard M. Weaver, Ideas Have Consequences.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O jornalismo no ano 2000]]></title>
<link>http://dezanove.wordpress.com/?p=19</link>
<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 17:50:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gabriel Silva</dc:creator>
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<description><![CDATA[Considerando no que é hoje, observando as suas tendências, pode conjecturar-se, aproximadamente, o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Considerando no que é hoje, observando as suas tendências, pode conjecturar-se, aproximadamente, o que virá a ser. Um curioso aprofundou esta questão e lisonjeia-se de ter descoberto, com plausibilidade, as condições em que há-de achar-se o jornalismo no ano 2000.<br />
Há fome e sede de notícias: todos querem saber tudo – o que pode e deve saber-se e o que não pode nem deve saber-se -, a máquina reproduz em minutos o pensamento, para ser transmitido a todos os pontos da terra, e já não é só a máquina para estampar o jornal, é também a máquina para compor; inventou-se o tipógrafo-máquina e deve esperar-se, portanto, que venha a idear-se o redactor-máquina.<br />
O jornal é hoje diário e o mais é que chega a reproduzir a mesma folha em duas ou três edições, com alguns aditamentos ou notícias. Isto será atraso e fossilismo no ano 2000. Daqui a 50 anos, os jornais publicarão uma folha, inteiramente nova, de hora a hora, e, daqui a 100 anos, de minuto a minuto, de instante a instante. Será um moto-contínuo e ainda não satisfará a curiosidade pública. Cada cidadão fará um jornal: o artigo de fundo constará sempre das notícias da sua vida pública e íntima.<br />
Como o jornalismo assume tais proporções, talvez se pense que faltará papel, porque é necessário advertir que de cada jornal se tirarão, de minuto a minuto, milhares de folhas; mas a isto há-de ocorrer-se com facilidade, porque, assim como o jornal é instantâneo, instantânea há-de ser a leitura; e o papel vai, minutos depois de lido, para a fábrica, a fim de se reproduzir [...] apenas o superfino será reservado para os brindes aos assinantes, os quais, ao cabo da sua assinatura, já possuirão uma biblioteca de 525 000 volumes, pois tantos são os minutos que tem o ano; já se vê que a cada folha acompanhará um brinde.<br />
O telégrafo eléctrico generalizar-se-á, cada cidadão terá o seu telégrafo em correspondência mútua, de maneira que em um minuto se saberá o que se passa nos pontos mais afastados e, em Lisboa, se poderá saber, de instante a instante, até à vida caseira do mais boçal esquimó; com o que os povos hão-de folgar, deleitar-se e instruir-se.<br />
O jornal caseiro será alheio à política; para esta haverá jornais especialíssimos e os seus redactores nem serão amigos, nem distintos, quando não forem da mesma parcialidade;quando, porém, comungarem na mesma pia (também em 2000 se darão destas), então serão  inteligências robustas, caracteres provados... no que forem.<br />
Mas como é de crer que no ano 2000 já exista a paz universal e a união entre todos os homens, acabará a política, os governos governarão sempre conforme... à nossa vontade, portanto, serão inúteis os jornais políticos; não haverá, pois, nem turibulários, nem oposicionistas; todos serão amigos e distintíssimos cavalheiros, unidos no pensamento comum de amarem a sua pátria. Assim seja.</p>
<p align="justify">in <b><i>Jornal do Comércio</i></b>, de 25-02-1868</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Antonio Sant'Elia]]></title>
<link>http://freakarq.wordpress.com/?p=200</link>
<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 08:00:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>niñoC</dc:creator>
<guid>http://freakarq.wordpress.com/?p=200</guid>
<description><![CDATA[Recientemente he conocido la existencia de este arquitecto considerado como uno de los exponentes de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Recientemente he conocido la existencia de este arquitecto considerado como uno de los exponentes del movimiento <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Futurismo" target="_blank">futurista</a>. Aquí os dejo un breve resúmen de quien fue, extraído de la <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Antonio_Sant%27Elia" target="_blank">wikipedia</a>.</p>
<blockquote>
<p align="justify"><span style="color:#999999;"><strong>Antonio Sant'Elia</strong> (1888 - 1916) fue un arquitecto y urbanista italiano. Cursó estudios técnicos y trabajó desde los 17 años en Milán como maestro de obras. Más adelante se licenció en arquitectura en Bolonia y abrió un estudio profesional en Milán. Se adherió al futurismo, publicando en 1914 el Manifiesto</span> <span style="color:#999999;">de la Arquitectura Futurista. Participó voluntariamente en la Primera Guerra Mundial donde murió.</span></p>
</blockquote>
<p align="justify">Podéis encontrar las imágenes a mayor tamaño en <a href="http://commons.wikimedia.org/wiki/Antonio_Sant%27Elia" target="_blank">Commons</a>.</p>
<p align="center"><img src="http://freakarq.wordpress.com/files/2008/03/santelia.jpg" alt="santelia.jpg" /></p>
<blockquote>
<p align="justify"><span style="color:#999999;">El <strong>Manifiesto de la Arquitectura Futurista</strong> era proyecto utópico que cristalizó en las imágenes de la Ciudad Nueva: la nueva medida ya no era el edificio, sino la estructura urbana, y apostaba, además, por las nuevas tipologías, como estaciones de trenes y aeroplanos, centrales eléctricas, casas escalonadas con ascensores… Se trataba de un nuevo mundo vertical y mecánico, conectado a través de redes de ascensores de hierro y cristal.</span></p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Le Anteprime Futuriste al M.i.c.r.o.]]></title>
<link>http://unosguardodalponte.wordpress.com/?p=28</link>
<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 15:13:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>unosguardodalponte</dc:creator>
<guid>http://unosguardodalponte.wordpress.com/?p=28</guid>
<description><![CDATA[4 Serate Evento dedicate al Futurismo


Dal 7 al 21marzo 2008
a cura di MAURIZIO SCUDIERO
orario: 10]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><b>4 Serate Evento dedicate al Futurismo</b><i><br />
</i><i></i></p>
<p><img src="http://unosguardodalponte.wordpress.com/files/2008/03/0-063.jpg" border="0" height="161" hspace="5" vspace="5" width="260" /><i><br />
Dal 7 al 21marzo 2008<br />
a cura di MAURIZIO SCUDIERO<br />
orario: 10.00 – 13.30 / 15.00 – 19.00</i><a href="http://unosguardodalponte.wordpress.com/files/2008/03/0-063.jpg" title="0-063.jpg"></a><br />
Nell’ambito della vivace e poliedrica attività di MICRO, Movimento Internazionale Culturale Roma,  particolare rilievo ha assunto il percorso di ricerca rivolto all’approfondimento e alla rilettura del Futurismo come fondamentale<!--more--> movimento di avanguardia del XX secolo che ha incarnato, attraverso un coinvolgimento trainante e dirompente, gli impulsi irrefrenabili e la congenita necessità di cambiamento avvertita nei primi del Novecento, fornendo un’efficace risposta ideologica alla volontà di radicale revisione dei parametri culturali in ogni attività di espressione e di pensiero creativo. <!--more--></p>
<p>A tal proposito va ricordato che M.I.C.RO. ha già dedicato  due appuntamenti culturali – Roma Maggio 2005 ed Erice Maggio 2006 - alla riproposta del “clima” delle famose serate marinettiane per “sintonizzare le sensibilità del pubblico, esplorandone e risvegliandone con ogni mezzo le propaggini più pigre; eliminando il preconcetto della ribalta lanciando delle reti di sensazioni tra palcoscenico e pubblico”.</p>
<p>Confondere arte e vita, realtà e rappresentazione, coinvolgere il pubblico, scuotendolo e risvegliandolo con ogni mezzo provocatorio. Questo è stato lo spirito delle serate-evento proposte come esperienza e viaggio immaginario, quanto più divertente e giocoso possibile, fornendo un’originale chiave di lettura di questa significativa pagina della cultura italiana. L’evento si carica di una forte valenza comunicativa offrendosi come un invito al pubblico a partecipare ad un momento di festa, in cui il clima culturale futurista, spaziando dalla letteratura alla musica, alla danza, al teatro, alle arti figurative e plastiche, al cinema, proietta tutta la poliedricità delle proprie istanze ideologiche.</p>
<p>L’obbiettivo nell’ideazione dell’evento in quest’ottica pluridisciplinare e nel suo allestimento, vuole essere quello di fornire, attraverso una ricostruzione quanto più possibile verisimile e filologicamente fondata, una testimonianza dell’apporto storico-culturale della Sicilia al movimento futurista italiano, riproponendone appunto la complessa matrice di pensiero. Una manifestazione ispirata al valore creativo dell’interazione artistica ed alla volontà divulgativa dei principi cardine del movimento in cui il fruitore possa ripercorrere la storia che lega in modo inequivocabile e attuale la cultura futurista agli esiti dell’arte contemporanea. Alcune performances realizzate da giovani alunni di scuola media, sono espressione tangibile dello slancio divulgativo e della partecipazione attiva che l’Associazione promuove anche nelle scuole.</p>
<p>Alle serate futuriste farà da cornice la mostra dedicata al movimento. L’esposizione include opere prodotte dagli artisti siciliani in una più ampia cornice di riferimento nazionale.</p>
<p>PROGRAMMA<br />
Venerdì 7 Marzo 2008:</p>
<p>Introduzione alla mostra Anteprime Futuriste, lettura brani tratti dal manifesto della pittura futurista e dal Manifesto sulla danza futurista.</p>
<p>Spettacolo di danza futurista, realizzato da giovani allievi della scuola media Teodoro Mommsen.<br />
Performance teatrali a cura di Giampaolo Innocentini, attore, regista, drammaturgo.</p>
<p>Sabato 8 Marzo 2008 ore 19.30:</p>
<p>In occasione della giornata dedicata alla donna:</p>
<p>Performance teatrale “Le Donne del Ventennio”, a cura di Franco Fontana.<br />
Declamazione di poesie di Giacomo Giardina, Enrico Cavacchioli e Francesco De Maria.<br />
Giochi onomatopeici in interazione con il pubblico.</p>
<p>Dopo la performance è possibile trattenersi a cena alla Taverna dei Futuristi, spazio interno all’associazione, luogo privilegiato di incontro e riscoperta della complessa dimensione estetica del mangiare. Per prenotazioni chiamare i numeri: 06/45494495 o 347/0165025.</p>
<p>Venerdì 14 Marzo 2008 ore 19.30:</p>
<p>Concerto futurista con il gruppo musicale Alea Nova.<br />
Letture recitate dal Manifesto dei musicisti futuristi.<br />
Vita passatista, performance realizzata dagli alunni della scuola media Ettore Majorana, a cura di Gianpaolo Innocentini.</p>
<p>Sabato 15 Marzo 2008 ore 19.30:</p>
<p>Lettura del manifesto sulla Cucina futurista.<br />
Degustazione futurista e giochi di interazione con il pubblico.<br />
Intervento introduttivo sulla Cinematografia futurista a cura di Ester Carbone e proiezione di segmenti di film d’avanguardia: Entr’acte (1924 Regia di René Clair); Metropolis (1927, Regia Fritz Lang); Il gabinetto del Dottor Caligari (1919, Regia Robert  Wiene).</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Futurismo e business]]></title>
<link>http://panettore.wordpress.com/2008/02/21/futurismo-e-business/</link>
<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 18:50:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>panettore</dc:creator>
<guid>http://panettore.wordpress.com/2008/02/21/futurismo-e-business/</guid>
<description><![CDATA[Ultime notizie sul nostro eroe Graziano Cecchini:
Non di sola arte campa l’artista. E così Grazia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ultime notizie sul nostro eroe Graziano Cecchini:</p>
<blockquote><p>Non di sola arte campa l’artista. E così Graziano Cecchini, noto per le pierinate futuriste (come la Fontana di Trevi in rosso e le palline colorate giù da Trinità dei Monti), ha messo in moto il merchandising. Ha registrato due marchi: <a href="http://www.rossotrevi.com">Rossotrevi</a>, con Oliviero Toscani, e <a href="http://www.futurzig.it/it/index.html">Futurzig</a>. Il secondo è anche un sito che a suo dire «farà concorrenza a Youtube». Ha anche disegnato una linea di occhiali e una di jeans. In cantiere pure un fumetto, un corto, un videogioco, un libro e una mostra. Parte del ricavato andrà in solidarietà. E per la prossima performance nel mirino c’è Parigi.</p></blockquote>
<p><i>[Panorama, via Dagospia]</i></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[temerariamente !!]]></title>
<link>http://asturiesnr.wordpress.com/2008/02/17/temerariamente/</link>
<pubDate>Sun, 17 Feb 2008 20:03:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>eltexu</dc:creator>
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<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/X402kBJv7mc'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/X402kBJv7mc&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Futuro do Pretérito]]></title>
<link>http://xande43.wordpress.com/?p=65</link>
<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 11:10:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>xande43</dc:creator>
<guid>http://xande43.wordpress.com/?p=65</guid>
<description><![CDATA[Uma questão considerada entre as mais intrigantes pela comunidade científica é a possibilidade ou]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><font size="-2">Uma questão considerada entre as mais intrigantes pela comunidade científica é a possibilidade ou não de se viajar no tempo. Há alguns cientistas que acreditam na concretização desse sonho, outros julgam que é possível, mas não haveria condições de sobrevivermos a jornada - ou seja, uma pedra viajaria bem - e há os mais céticos que julgam qualquer tentativa impossível.</font></p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><font size="-2">Eu não sei qual grupo tem razão, não passo de mero mortal, muitos degraus abaixo do  pedestal da genialidade habitada por eles, para discutir o assunto de igual para igual, mas particularmente prefiro desacreditar na possibilidade da viagem.</font></p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><font size="-2">Minha teoria cabe contestação, mas penso que se fosse possível viajar no tempo, porque ninguém até agora apareceu para nos ajudar a resolver muitos dos nossos problemas atuais, como a cura da AIDS, a correta utilização de nossos recursos naturais e propostas efetivas de soluções pacíficas para o Oriente Médio e demais zonas de conflito?</font></p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><font size="-2">Além disso, se ninguém do futuro apareceu até agora, podemos imaginar três cenários: (a) realmente não é possível viajar no tempo; (b) viajar no tempo é possível, mas vivemos em uma época histórica tão sem graça para a humanidade futurista que ninguém julgou valer a pena nos visitar; (c) não teremos tempo de construir o mecanismo que viabilize semelhante viagem, tendo a humanidade sido extinta antes por qualquer razão. Assim, das três opções, prefiro acreditar na primeira.</font></p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><font size="-2">Viagens à parte, o que eu acho mais difícil do que isso é tentarmos imaginar corretamente como será o futuro distante. Como será a vida no ano de 2300? Viajaremos pela nossa galáxia como fazia a Enterprise? E em 5800, que tipo de comida estaremos consumindo e que roupa usaremos? como se medica um resfriado? E no ano 9999, como será resolvido o bug do ano 10000?</font></p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><font size="-2">Tarefa ingrata essa, pois quando se tenta fazer algo do tipo, em geral não se consegue ir além de misturar elementos da nossa própria época com coisas mirabolantes como voar ou atravessar paredes. Acaba virando uma espécie de mico pré-datado, que quem emitiu nem tem como saber do resultado. Exemplo disso são essas gravuras que encontrei em um dos muitos blogs que as vezes visito.</font></p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><font size="-2"><a href="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/1.jpg"><img src="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/1s.jpg" /></a></font></p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><font size="-2"><a href="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/4.jpg"><img src="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/4s.jpg" /></a></font></p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><font size="-2"><a href="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/5.jpg"><img src="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/5s.jpg" /></a></font></p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><font size="-2"><a href="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/9.jpg"><img src="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/9s.jpg" /></a></font></p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><font size="-2"><a href="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/10.jpg"><img src="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/10s.jpg" /></a></font></p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><font size="-2"><a href="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/12.jpg"><img src="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/12s.jpg" /></a></font></p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><font size="-2"><!--more--></font></p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><font size="-2"><a href="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/2.jpg"><img src="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/2s.jpg" /></a></font></p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><font size="-2"><a href="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/3.jpg"><img src="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/3s.jpg" /></a></font></p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><font size="-2"><a href="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/6.jpg"><img src="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/6s.jpg" /></a></font></p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><font size="-2"><a href="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/7.jpg"><img src="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/7s.jpg" /></a></font></p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><font size="-2"><a href="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/8.jpg"><img src="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/8s.jpg" /></a></font></p>
<p><font size="-2"><a href="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/11.jpg"><img src="http://i158.photobucket.com/albums/t120/xande43/futuro%201/11s.jpg" /></a></font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Un pel di pota non può cavalcare una trota]]></title>
<link>http://gigionia.wordpress.com/?p=266</link>
<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 20:47:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>2g</dc:creator>
<guid>http://gigionia.wordpress.com/?p=266</guid>
<description><![CDATA[








(da Cesca) proverbio:
quando ghe xè nebia su all&#8217;Agugliana, sta sicuro che piove ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<table>
<tr>
<td colspan="2">
<div style="text-align:center;"><img src="http://i78.photobucket.com/albums/j92/alephzeroblog/paotv/paolo.jpg" alt="tit" /></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<ul>
<li>(<i>da Cesca</i>) proverbio:<br />
<blockquote><p><i>quando ghe xè nebia su all'Agugliana, sta sicuro che piove 'na stimana..</i></p></blockquote>
</li>
<li>(<i>da Emily</i>)
<ul>
<li>il <i>Maggio</i> è stata una pratica dei secoli post-medievali che prevedeva l’affissione di fiori, frutti, erbe o erbacce alle finestre della donna amata da parte dei ragazzi la notte che va dal 30 aprile all’1 maggio. Essa rappresentava una vera e propria pratica amorosa che doveva essere decifrata come fosse un geroglifico (infatti bisognava conoscere l’esatto significato del fiore/frutto appeso e della sua posizione). Siccome tale evento non era ben visto dal clero (perché profano), il concilio di Trento lo trasformò in un’offerta di fiori a Maria. Dall’offerta di fiori si passò negli anni alla pratica dei fioretti.</li>
<li>Marinetti scelse <i>futurismo</i> come nome per il suo movimento culturale-artistico al posto di elettricismo o dinamismo perché in <b>F</b>u<b>T</b>uris<b>M</b>o egli aveva ritrovato le iniziali del suo nome d’arte (<b>F</b>ilippo <b>T</b>ommaso <b>M</b>artinetti)</li>
</ul>
</li>
<li>13.000 degli abitanti di Chioggia condividono solo 2 cognomi: Boscolo e Tiozzo. Ci si distingue col soprannome che viene messo anche sulle carte d'identità.</li>
<li>Una nuova normativa inglese vieterà ai bambini di dire "mamma" e "papà" nelle scuole per non offendere i figli delle<br />
coppie gay.</li>
<li>Il creatore di Nonna Papera si ispirò a sua suocera nel disegnarla.</li>
</ul>
</td>
<td><img src="http://www.venetomare.it/images/chioggia.jpg" alt="chioggia" height="163" width="219" /><img src="http://www.venetomare.it/images/chioggia2.jpg" alt="chioggia 2" height="124" width="221" /></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><b>La domanda dell'angolo:</b></p>
<ul>
<li>Cos'è una pashmina?</li>
<li>Cos'è una maschera per capelli?</li>
<li>Chi era Querini (dell'omonimo parco di Vicenza)?</li>
<li>L'architetto Renzo Piano è di Vicenza?</li>
</ul>
</td>
</tr>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[C08000000006 (M11948649277) - Ancora su NoMA come postfuturismo]]></title>
<link>http://noma08.wordpress.com/?p=53</link>
<pubDate>Sat, 09 Feb 2008 13:13:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>noma08</dc:creator>
<guid>http://noma08.wordpress.com/?p=53</guid>
<description><![CDATA[Torno a parlare di futurismo e del suo sorpassamento in senso antispettacolare con la C06 (ne parlav]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Torno a parlare di futurismo e del suo sorpassamento in senso antispettacolare con la C06 (ne parlavo <a href="http://noma08.wordpress.com/2008/01/16/c08000000002-t15336984993-quadricromia-acroma/">qui</a>, contrapponendo il neo-futurismo di Graziano Cecchini al post-futurismo di NoMA).</p>
<p><a href="http://pics.livejournal.com/noma08/pic/0001qrsx" title="Guarda l'immagine al 100%"><img src="http://pics.livejournal.com/noma08/pic/0001qrsx" height="209" width="288" /></a></p>
<p>La <a href="http://pics.livejournal.com/noma08/pic/0001p3w5" title="Marinetti">citazione è evidente</a>, ed il passaggio piuttosto semplice, ai limiti del banale: dall'onomatopea clamorosa e farstornante del movimento meccanico inneggiato da Filippo Tommaso Marinetti e dai suoi amici, all'onomatopa meno efficace, più convenzionale, che richiama il rumore dei soldi, al loro fruscìo, al loro tintinnìo nel momento dello scambio..</p>
<p><a href="http://pics.livejournal.com/noma08/pic/0001rdx9"><img src="http://pics.livejournal.com/noma08/pic/0001rdx9" height="250" width="283" /></a></p>
<p>Tuttavia si chiarisce solo così l'uscire dell'arte al di fuori dell'opera stessa. Non c'è quel legame diretto fra il segno ed il suo significato, ma c'è il significato che scatta nel momento stesso dell'uso (nel ricollegare l'uso al segno descritto), ed ovviamente al riferimento citazionistico.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Divertente, ma questo non è Futurismo.]]></title>
<link>http://viapoairlines.wordpress.com/2008/01/19/divertente-ma-questo-non-e-futurismo/</link>
<pubDate>Sat, 19 Jan 2008 11:12:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>viapoairlines</dc:creator>
<guid>http://viapoairlines.wordpress.com/2008/01/19/divertente-ma-questo-non-e-futurismo/</guid>
<description><![CDATA[Mi piacciono tantissimo le azioni del Sign. Cecchini, colui che colorò di rosso la fontana di trevi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Mi piacciono tantissimo le azioni del Sign. Cecchini, colui che colorò di rosso la fontana di trevi e buttò giù dalla famosa scalinata di piazza di spagna tantissime palline colorate.</p>
<p>Mi piacciono perchè sono allegre, non fanno danni, non rovinano niente e sono spettacolari: quando hanno mostrato la caduta delle palline sulle scale c'era poca gente e quei pochi erano fermi, mentre il colore usato per la fontana di trevi era particolare, in modo che non rovinasse i materiali della fontana. Sono d'accordo con la motivazione, portare un po' di colore in questo grigiume...o, se mi permettete, in questa merda in cui viviamo. Non sono un critico d'arte, ma preferisco 100 volte di più un'azione come questa che le installazioni del sign. Christò (no, Ray, è un altro) che impacchetta gli edifici....o come quello svedese (credo) che fotografa tantissime persone nude. Nel "nostro" caso le azioni sono fulminee e "improvvisate" (uso le virgolette perchè sono ben progettate, quello che intendo è che non c'è il coinvolgimento delle istituzioni o di chi di dovere......così è troppo facile!)</p>
<p align="center"><img src="http://www.corriere.it/Hermes%20Foto/2007/10/19/0JQ6004A.jpg" height="236" width="356" /></p>
<p>Alcuni dicono che le palline sono una scopiazzatura di una pubblicità per <a href="http://www.youtube.com/watch?v=CSBn3-A2V8o">televisiori HD</a>.....ma chi se ne frega! è stato bellissimo, ed era evidente sui volti di tutti, spazzini, carabinieri, passanti, che si divertivano. Altro che buttarle quelle palline, potevano raccoglierle e metterle in un gioco per bambini in qulche parco giochi. La dimostrazione di quello che scrivo è la puntata dell'altra sera del Costanzo Show, c'era ospite Cecchini e guarda caso sono spuntate delle palline.......il delirio tra il pubblico: tutti che giocavano, se le tiravano, erano tornati bambini. Bellissimo (poi ho cambiato canale, e non credo di dover spiegare il perchè!)</p>
<p align="center"><img src="http://www.estense.com/public_html/photos/00012365-constrain-240x300.jpeg" height="180" width="240" /></p>
<p>Solo una nota. Non chiamatelo <a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Futurismo">futurismo</a>. Ok è qualcosa di rivoluzionario, ma non c'entra con il movimento di Marinetti &#38; Co. e poi, 100 anni dopo, possiamo inventarci un nome nuovo?? Il Futurismo inneggiava alla velocità, la forza dell'uomo sulla natura, icona ne è la scultura di Boccioni ormai stampata dietro i 20 cent. italiani, e con le azioni di Cecchini mi pare non ci sia molto in comune.</p>
<p align="center"><img src="http://www.windoweb.it/guida/arte/arte_foto/umberto_boccioni_6.jpg" height="234" width="181" /></p>
<p>Bellissimo, ma inventatevi un altro nome.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ebay, palline vendonsi...]]></title>
<link>http://gringoire.wordpress.com/2008/01/19/ebay-palline-vendonsi/</link>
<pubDate>Sat, 19 Jan 2008 00:59:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sebastian</dc:creator>
<guid>http://gringoire.wordpress.com/2008/01/19/ebay-palline-vendonsi/</guid>
<description><![CDATA[19 Gennaio 08
Tante le immagini che in questi giorni sono balenate dinanzi agli occhi di tutti noi d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>19 Gennaio 08</p>
<blockquote><p align="justify"><font size="2">Tante le immagini che in questi giorni sono balenate dinanzi agli occhi di tutti noi dalla cronaca: dalla ormai onnipresente <a href="http://gringoire.wordpress.com/2008/01/16/caserta-tra-reggia-e-immondizia-16/">spazzatura non smaltita</a> delle nostre regioni alle <a href="http://www.borsaitaliana.reuters.it/news/NewsArticle.aspx?type=topNews&#38;storyID=2008-01-16T173644Z_01_PAR661737_RTRIDST_0_OITTP-MASTELLA-INDAGATO-PUNTO.XML">indagini sulla moglie del guardasigilli Mastella</a>, dalle <strong>tenerezze dell'orsetto di Norimberga</strong> alle presunte <strong>"censure" papali</strong>.
<p align="center"><img src="http://www.haisentito.it/wp-galleryo/palline-roma/pallineroma1.jpg" alt="" />
<p align="justify">Tra le tante immagini italiane e d'oltreconfine, quelle di <strong>Piazza di Spagna</strong>, o più precisamente della bellissima scalinata di <strong>Trinità dei Monti, a Roma</strong>, hanno fatto il giro del globo, grazie alla trovata del <strong>futurista Graziano Cecchini</strong>, ormai noto alle cronache per le sue... opere dalla preponderante estremizzazione dell'impatto mediatico (molti di voi ricorderanno di certo lo <a href="http://cache.boston.com/resize/bonzai-fba/Globe_Photo/2007/10/23/1193193669_8114/410w.jpg">spargimento di un colorante rosso</a> nelle acque della Fontana di Trevi, qualche mese fa).<br />
Al di là del forte impatto sull'immaginario collettivo e, di conseguenza, mediatico, la cascata <strong>delle 500mila palline colorate</strong> (atto a denuncia, secondo l'artista, della situazione drammatica dei rifiuti in Campania), l'episodio ha scatenato una sorta di <strong>"caccia al reperto artistico"</strong>: come pezzi di un mosaico, le palline colorate sono state infatti raccolte dai passanti e... messe in vendita come <strong>pezzi d'arte</strong>. Cercando infatti sul più diffuso portale per l'e-commerce, <a href="http://ebay.it">ebay</a>, è possibile rilevare <strong>decine e decine di inserzioni</strong> che propongono le "bellissime palline colorate di Trinità dei Monti" a prezzi che oscillano <strong>dai 2-3 Euro a 10 Euro ed oltre</strong>. L'immagine che segue mostra le varie inserzioni al giorno 18 Gennaio (clicca sull'immagine per ingrandirla):</p>
<p><a href='http://gringoire.wordpress.com/files/2008/01/palline-spagna-inserzioni-bay.jpg' title='palline-spagna-inserzioni-bay.jpg'><img src='http://gringoire.wordpress.com/files/2008/01/palline-spagna-inserzioni-bay.thumbnail.jpg' alt='palline-spagna-inserzioni-bay.jpg' /></a></p>
<p>Visibili anche al seguente link (soltanto, naturalmente, per i giorni rimanenti al termine delle aste on-line):</p>
<p><a href="http://search.ebay.it/search/search.dll?from=R40&#38;_trksid=m37&#38;satitle=piazza+spagna&#38;category0=">http://search.ebay.it/search/search.dll?from=R40&#38;_trksid=m37&#38;satitle=piazza+spagna&#38;category0=</a></p>
<p align="justify">
Che questi particolari "pezzi" dell'opera siano autentici o meno non è dato saperlo; appare piuttosto lecito osservare quanto l'arte contemporanea spinga sempre più nella direzione del colpo di scena e dell'oggetto quotidiano come mezzo allegorico per deformare e riformare il reale... e quando l'Arte discende dai piedistalli dei Musei per affacciarsi alla strada e comunicare in maniera diretta e, talvolta, più efficace, allora non c'è più legge che freni la comunicazione... nemmeno quella del libero mercato.</font></p></blockquote>
<p>(Grazie a <em>Mahyo</em> per la segnalazione)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Empresa dos EUA diz ter clonado humanos]]></title>
<link>http://jteixeira.wordpress.com/2008/01/18/empresa-dos-eua-diz-ter-clonado-humanos/</link>
<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 21:39:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>jteixeira</dc:creator>
<guid>http://jteixeira.wordpress.com/2008/01/18/empresa-dos-eua-diz-ter-clonado-humanos/</guid>
<description><![CDATA[A Stemagen anunciou ter criado cinco embriões humanos, com o objectivo de produzir células estamin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;">A Stemagen anunciou ter criado cinco embriões humanos, com o objectivo de produzir células estaminais para pessoas que sofrem determinadas doenças.</div>
<div style="text-align:center;"><img src="http://spikejeko.no.sapo.pt/imagens/clonagem.jpg" /></div>
<div style="text-align:justify;">Responsáveis pela empresa, sedeada na Califórnia, garantem que a “prova de conceito” da clonagem de humanos foi realizada com sucesso, apesar de os cinco embriões clonados terem sido destruídos durante alguns testes.O “feito”, que foi anunciado no jornal Stem Cells, está a gerar polémica e expectativa – enquanto alguns peritos na matéria preferem manter a descrença nos resultados agora anunciados, outros há que acreditam que, pela primeira vez, se conseguiu clonar a vida humana através de células estaminais.</p>
<p>Existem vários tipos de células estaminais. As células recolhidas de recém-nascidos são consideradas as mais “valiosas”, por permitirem servir de base a todos os tipos de células.</p>
<p>Ainda assim, a equipa liderada pelo investigador Andrew French terá optado por criar os cinco embriões a partir de células da pele de dois homens adultos, informa a Reuters.</p>
<p>Fonte: <a href="http://exameinformatica.clix.pt/noticias/futurologia/996046.html" target="_blank">Exame Informática</a></p>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Empresa dos EUA diz ter clonado humanos]]></title>
<link>http://blogmerge.wordpress.com/2008/01/18/empresa-dos-eua-diz-ter-clonado-humanos/</link>
<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 21:39:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>jteixeira</dc:creator>
<guid>http://blogmerge.wordpress.com/2008/01/18/empresa-dos-eua-diz-ter-clonado-humanos/</guid>
<description><![CDATA[A Stemagen anunciou ter criado cinco embriões humanos, com o objectivo de produzir células estamin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;">A Stemagen anunciou ter criado cinco embriões humanos, com o objectivo de produzir células estaminais para pessoas que sofrem determinadas doenças.</div>
<div style="text-align:center;"><img src="http://spikejeko.no.sapo.pt/imagens/clonagem.jpg" /></div>
<div style="text-align:justify;">Responsáveis pela empresa, sedeada na Califórnia, garantem que a “prova de conceito” da clonagem de humanos foi realizada com sucesso, apesar de os cinco embriões clonados terem sido destruídos durante alguns testes.O “feito”, que foi anunciado no jornal Stem Cells, está a gerar polémica e expectativa – enquanto alguns peritos na matéria preferem manter a descrença nos resultados agora anunciados, outros há que acreditam que, pela primeira vez, se conseguiu clonar a vida humana através de células estaminais.</p>
<p>Existem vários tipos de células estaminais. As células recolhidas de recém-nascidos são consideradas as mais “valiosas”, por permitirem servir de base a todos os tipos de células.</p>
<p>Ainda assim, a equipa liderada pelo investigador Andrew French terá optado por criar os cinco embriões a partir de células da pele de dois homens adultos, informa a Reuters.</p>
<p>Fonte: <a href="http://exameinformatica.clix.pt/noticias/futurologia/996046.html" target="_blank">Exame Informática</a></p>
</div>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
