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	<title>folksonomia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/folksonomia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "folksonomia"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 21:48:28 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Tagging e Folksonomia]]></title>
<link>http://aqueleblogdesoa.wordpress.com/?p=29</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 22:45:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>aqueleblogdesoa</dc:creator>
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<description><![CDATA[(por José Vahl e Eduardo Machado)
Tagging, no contexto de compartilhamento de conteúdo digital, é]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>(por José Vahl e Eduardo Machado)</em></p>
<p>Tagging, no contexto de compartilhamento de conteúdo digital, é um conceito onde alguém pode associar palavras-chave - as tags - de forma a criar algum vínculo de interesse entre elas e o conteúdo. Em geral, tagging pode ser utilizada como meta-informação no apoio a tarefas <img class="alignright" src="http://www.digitalassets.com.br/newsletter-digitalassets/junho2008/imagem-folksonomia-small.jpg" alt="" />de descoberta e pré-avaliação, antes mesmo de acessar a informação.</p>
<p>Os consumidores de conteúdo podem ter um papel ativo em tagging. E isso cria um novo conceito: folksonomia! Caracterizada pela construção colaborativa da classificação do conteúdo digital a partir da linguagem natural da comunidade que a utiliza, folksonomia é uma analogia à taxonomia (ciência da classificação), mas inclui o prefixo “folks”, palavra da língua inglesa que significa pessoas.</p>
<p>A correta aplicação da folksonomia aumenta a taxa de sucesso na localização da informação e torna disponível uma classificação que não é disjunta do vocabulário da comunidade. Mas, para obter uma visão articulada do assunto, é necessário avaliar como folksonomia é entendida e usada.</p>
<p>Então, nada melhor do que ir direto à fonte e compilar um conjunto de idéias a partir da análise de diversas aplicações web que implementam tagging e folksonomia (como blogs, feeds, repositório de ativos digitais, portais, etc.).</p>
<p>- Classificação versus Tags: A categorização organiza informação usando uma abordagem formal, onde a própria classificação é controlada por especialistas e o vocabulário é igualmente controlado. Já a folksonomia propõe uma alternativa informal, onde o conjunto de tags pode ser pensado como uma classificação comunitária e colaborativa, de forma a utilizar a inteligência coletiva em prol do próprio objetivo de melhor identificar e distribuir a informação.</p>
<p>- Folksonomia é um atributo obrigatório? : Dependendo do tipo de conteúdo digital (imagem, som ou conteúdo binário em geral), a opção de metadados pode ser a mais eficiente ou até a única praticável. É neste ponto que entra a escolha entre classificação ou tagging.</p>
<p>- Sugestão de tags: Algumas ambigüidades certamente surgem com a folksonomia, mas podem ser atenuadas. Uma solução muito usada é a sugestão ou recomendação de tags. De modo geral, a reutilização de tags consolida um vocabulário, sem que a informação cognitiva do usuário seja perdida, fazendo com que as buscas tragam, na média, resultados mais relevantes.</p>
<p>- Informação temporal nas tags: O recurso de timestamps é útil na medida em que permite inclusão de filtros para exibição de tags (tags da última semana, por exemplo).</p>
<p>- Tags com peso: A tag count é uma métrica muito comum, que indica a popularidade da tag, isto é, o quanto ela é usada pela comunidade para anotar o universo de artefatos compartilhados. É a métrica mais usada para construir tag clouds, onde o volume de conteúdo é representado proporcionalmente ao tamanho da fonte usada.</p>
<p>Evidentemente, implementar ou não uma funcionalidade merece sempre uma boa análise. É preciso analisar se o conjunto de requisitos direciona a uma solução de folksonomia. Em linhas gerais, o benefício com essa solução é prover uma alternativa à classificação hierárquica complexa, que seja de esforço menor, mas de grande valor agregado para usuários, administradores e produtores de conteúdo.</p>
<p>Folksonomia traz uma nova forma de interagir com os artefatos digitais, com o sistema e, indiretamente, entre os próprios usuários. Devido à inerente facilidade que folksonomia traz para o aumento da participação do usuário, uma grande quantidade de informação pode ser gerada em um período curto de tempo, tornando informações relevantes cada vez mais acessíveis e as aplicações mais ricas e interativas. É a mais pura representação da Web 2.0!</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[compós 2008]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=395</link>
<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 20:59:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
<guid>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=395</guid>
<description><![CDATA[Semana passada estive em São Paulo participando da Compós. Como alguns disseram, fiz o meu debut n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Semana passada estive em São Paulo participando da <a href="http://compos.org.br" target="_blank">Compós</a>. Como alguns disseram, fiz o meu debut no GT de Cibercultura, apresentando meu traballho sobre folksonomia. Pra quem não conhece a dinâmica do GT, funciona assim: dentre os textos enviados são selecionados dez. Cada participante tem vinte minutos para apresentar seu trabalho e logo depois é relatado por outro participante do GT. Os relatos são previamente trocados entre os participantes, para que uma réplica possa ser construída com calma e fundamentação (assim como o relato). Esse ano ficou combinado que não haveria tréplica, devido ao tempo de apresentação e discussão de cada trabalho.</p>
<p class="MsoNormal">No meu caso, quem me relatou foi a <a href="http://dispositivodevisibilidade.blogspot.com/" target="_blank">Fernanda Bruno</a>, da UFRJ. Logo que li o relato fiquei aliviada (claro, néééamm hehehe) e muito contente :) Fernanda fez considerações e questionamentos altamente relevantes para minha pesquisa, bem como outros participantes do GT que comentaram e questionaram partes do meu artigo. Posso dizer que, em termos de aproveitamento, com certeza a Compós é o congresso brasileiro onde mais se pode discutir e realmente voltar pra casa com quase outro artigo pronto na cabeça. <span> </span>Foi muito bom!</p>
<p class="MsoNormal">Destaco aqui os trabalhos que mais gostei: da Fernanda Bruno; da <a href="http://www.tekhne.blogspot.com/" target="_blank">Sandra Montardo</a> e da Liliane Passerino; da Maria Cristina Franco Ferraz; do Vinícius Pereira. Excelentes! Estão todos no <a href="http://compos.org.br" target="_blank">site da Compós</a> (é só acessar a biblioteca digitando parte do nome dos autores ou do título do texto).</p>
<p class="MsoNormal">Além das risadas com as amigas, uma sobremesa divina de churros e sorvete, a outra parte boa da ida à São Paulo, além da Compós, foi uma visita ao <a href="http://google.com.br" target="_blank">Google</a>, a convite do <strong>André Pecini</strong>, que há três meses está trabalhando lá e, gentilmente, me convidou pra um almoço/tour pelos dois andares que a sede de São Paulo ocupa num prédio da Brigadeiro Faria Lima.</p>
<p class="MsoNormal">Sim, é a Disney dos Nerds! Fliperama e pembolim (totó) no refeitório, pufs coloridos gigantes nos lounges, TVs, impressoras com nome de jogadores de futebol, máquinas de café, comidas por tudo, salas com nome de lugares e brinquedos e estações de trabalho lotadas de quinquilharias nerds (acho que o que mais vi foi coisa de Star Wars). O lounge mais concorrido, obviamente, é aquele que tem os videogames (todos os consoles e controles, sim!), uma mesa de sinuca, um fliperama do Star Wars (claro) e coincidentemente uma geladeira da Red Bull. Eu conseguiria passar muitas horas nesse lounge, definitivamente heheheh <span style="font-family:Wingdings;"><span>J</span></span> Óbvio que eu não poderia perder a chance de jogar um guitar hero no Google; assim já experimentei a guitarra do <a href="http://www.xbox.com/" target="_blank">Xbox</a>, com a qual nunca tinha jogado.</p>
<p class="MsoNormal">Na volta um pouco de stress em aeroporto, aquela falta de respeito com os consumidores, comum das companhias aéreas brasileiras (nos deixaram 50 minutos dentro do avião, parado na pista, quase nos matando de calor), mas nada que a chegada em casa não amenize. Passei o fim-de-semana trancada em casa, só matando a saudade do Tugo, comendo, estudando e jogando videogame... ô vida! :)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Evento - Martedì 10 giugno 2008, ore 21.30 - Apprendimento esperienziale (SL-experiential learning) e apprendimento collaborativo (SL-collaborative learning) in Second Life]]></title>
<link>http://communicationvillageblog.wordpress.com/?p=28</link>
<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 11:14:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Communication Village</dc:creator>
<guid>http://communicationvillageblog.wordpress.com/?p=28</guid>
<description><![CDATA[
Martedì 10 giugno 2008, ore 21.30
Apprendimento esperienziale (SL-experiential learning)
e apprend]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.communicationvillage.com/images/background/CV-agora-project-400x202.jpg" border="0" alt="Agora SL Project di Communication Village" width="200" height="101" /></p>
<p align="center">Martedì 10 giugno 2008, ore 21.30</p>
<p align="center"><strong><span style="font-weight:bold;font-family:Verdana;">Apprendimento esperienziale (SL-experiential learning)<br />
e apprendimento collaborativo (SL-collaborative learning)<br />
in Second Life</span></strong></p>
<p align="center">Relatrice: Arianna Bernardini (Vaniglia Oh in Second Life)</p>
<p align="center">Luogo di incontro: auditorium di <a href="http://www.communicationvillage.com/" target="_blank"><strong>Communication Village</strong></a><br />
a <a href="http://slurl.com/secondlife/Wonderland%20Island/75/8/24/?x=400&#38;y=300&#38;img=http%3A//www.communicationvillage.com/logo-communication-village-slurl.jpg&#38;title=Communication%20Village&#38;msg=Communication%2C%20marketing%2C%20SL-commerce%2C%20didactics%2C%20SL-learning" target="_blank"><strong>Wonderland Island 75, 8, 24</strong></a> (Second Life)</p>
<p>L’evento si incentra su Second Life come piattaforma innovativa di insegnamento, formazione e apprendimento e contestualmente come punto di rottura rispetto a FAD (formazione a distanza), e-learning e corsi in presenza.</p>
<p>Second Life implica un approccio diverso.</p>
<p>Il docente è inizialmente discente poiché deve acquisire precise abilità e imparare a svolgere determinati compiti in-world; non sono quindi più sufficienti le nozioni e la pratica dell’insegnamento in aula, a distanza o attraverso piattaforme di e-learning tradizionali.<br />
Inoltre il docente può assumere vari ruoli (es. docente-tutor, docente-guida, docente mimetizzato, ecc.) a seconda degli obiettivi formativi.</p>
<p>Il discente, laddove non abbia già maturato un’esperienza individuale in-world, in Second Life  è talora “contemporaneamente doppiamente discente” nel caso non avesse mai effettuato l’accesso alla piattaforma e deve perciò assimilare abilità e compiti appena indicati per il docente, oltre all’apprendimento della disciplina proposta dal corso che intende seguire.</p>
<p>Anche le tipologie di modalità di interazione docente-discente possono variare (one-to-one, one-to-many, few-to-many, few-to-one); la tendenza è di adottare l’approccio learner-centred, orientato cioè alle esperienze formative e cognitive del discente che partecipa in qualità di soggetto attivo alla costruzione della propria conoscenza, prediligendo il criterio informale a quello strettamente formale.</p>
<p>Attualmente non esiste ancora un corpus letterario con fondamenti scientifici che permetta di definire con estrema certezza le migliori metodologie da seguire per il raggiungimento degli obiettivi formativi in Second Life riguardo l’insegnamento, la formazione e l’apprendimento; i docenti più scrupolosi e responsabili sanno che proporre un corso in Second Life equivale ancora a sperimentare i criteri di somministrazione dei corsi, sebbene in alcuni casi si sia già giunti a risultati degni di interesse.</p>
<p>È comunque quanto meno assodato che uno dei più grandi errori è riproporre in Second Life lo schema metodologico tipico dell’insegnamento tradizionale.</p>
<p>L’erogazione e la fruizione dei corsi in Second Life implicano la valutazione di diverse variabili, indispensabili al fine di adempiere al piano di formazione. Tra queste la natura dell’ambiente virtuale tridimensionale, l’architettura della piattaforma (lato client), gli spazi di aggregazione, il contesto di comunicazione, le funzioni metacomunicative, la simulazione di scenari specifici del mondo reale, la socialità, la collettività, la collaboratività, l’istantaneità, la contemporaneità, l’immersività, la sensorialità, l’emotività, la condivisione delle conoscenze, l’economicità logistica e tanto altro. Naturalmente non mancano alcune criticità, che si analizzano - per essere superate - al pari dei vantaggi.</p>
<p>Il tutto a favore del miglioramento delle capacità intellettuali, comportamentali, personali, linguistiche (corsi di lingue), manageriali (corsi di formazione aziendali) dei discenti mediante le metodologie di apprendimento esperienziale e apprendimento collaborativo.</p>
<p>Senza dimenticare che le sinergie possibili tra Second Life e Web (specialmente Web 2.0 oriented grazie a social networking, social bookmarking, folksonomia, tagging, blog, videoblog, documenti collaborativi e modificabili online, ecc.) fanno di Second Life un vero e proprio strumento di e-learning di seconda generazione (e-learning 2.0).</p>
<p>L’evento è pubblico e particolarmente indicato a insegnanti, formatori, ricercatori, responsabili aziendali, operatori nel settore delle risorse umane e studenti.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Folksonomia em forma de planetas]]></title>
<link>http://jacksonmedeiros.wordpress.com/?p=261</link>
<pubDate>Mon, 26 May 2008 23:06:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jackson Medeiros</dc:creator>
<guid>http://jacksonmedeiros.wordpress.com/?p=261</guid>
<description><![CDATA[Enquanto sofro (literalmente) com minha falta de criatividade, outras pessoas a esbanjam. E o melhor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Enquanto sofro (literalmente) com minha falta de criatividade, outras pessoas a esbanjam. E o melhor disso tudo é quando fazem isso numa área em que tenho total interesse: a folksonomia.</p>
<p style="text-align:justify;">Através de um sistema de <em>tags</em> fornecido com base no Flickr, Steve Wood criou um sistema de busca baseado no simples fornecimento de uma etiqueta por parte de uma pessoa qualquer. Essa <em>tag</em> é então relacionado com as demais no Flickr e então mostrada na forma de planetas.</p>
<p style="text-align:justify;">Estes são os relacionamentos encontrados quando inserimos a <em>tag</em> "pearl jam":</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://jacksonmedeiros.files.wordpress.com/2008/05/pj_tg.jpg" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-262" style="border:0 none;" src="http://jacksonmedeiros.wordpress.com/files/2008/05/pj_tg.jpg?w=300" alt="Pearl Jam no Tag Galaxy" width="300" height="191" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">O sistema tem um nome sugestivo: <a href="http://taggalaxy.de" target="_blank">Tag Galaxy</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Vi no <a href="http://outroblogdepesquisa.wordpress.com" target="_blank">outro blog de pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[tag galaxy]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=389</link>
<pubDate>Fri, 23 May 2008 13:45:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
<guid>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=389</guid>
<description><![CDATA[o Tag Galaxy é resultado da tese de Steve Wood, da Georg-Simon-Ohm Hochschule Nürnberg University ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/DOCUME~1/PLANEJ~1/CONFIG~1/Temp/moz-screenshot.jpg" alt="" /><img src="/DOCUME~1/PLANEJ~1/CONFIG~1/Temp/moz-screenshot-1.jpg" alt="" />o <a href="http://taggalaxy.de/" target="_blank">Tag Galaxy</a> é resultado da tese de Steve Wood, da <a href="http://www.ohm-hochschule.de/index.php" target="_blank">Georg-Simon-Ohm Hochschule Nürnberg University of Applied Siences Nuremberg</a>. vocâ digita uma tag que se torna o sol de um sistema solar no qual os outros planetas são as tags relacionadas com aquela que você digitou. clicando nesse sol ou nos outros planetas, o sistema gera um globo 3D onde aparecem várias fotos etiquetadas com aquela tag no <a href="http://flickr.com" target="_blank">Flickr</a>. bem legal! gostei de ficar mexendo com o mouse e girando os planetas :P</p>
<p><a href="http://outroblogdepesquisa.files.wordpress.com/2008/05/taggalaxy1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-392" src="http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/files/2008/05/taggalaxy1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="240" /></a></p>
<p>primeiro digitei "tag", depois "blog". vieram sisteminhas solares... mas quando digitei hypertext, necas. nenhuma tag relacionada. hypertext é um sol solitário hehehe. depois, claro, digitei satriani :P</p>
<p><a href="http://outroblogdepesquisa.files.wordpress.com/2008/05/globo1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-393" src="http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/files/2008/05/globo1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="240" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sound Index]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=388</link>
<pubDate>Tue, 20 May 2008 19:10:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
<guid>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=388</guid>
<description><![CDATA[a BBC lançou o Sound Index, um indexador de artistas e faixas cujos resultados são gerados a parti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">a <a href="http://bbc.co.uk" target="_blank">BBC </a>lançou o <a href="http://www.bbc.co.uk/soundindex" target="_blank">Sound Index</a>, um indexador de artistas e faixas cujos resultados são gerados a partir da atividade dos internautas no <a href="http://www.bebo.com/" target="_blank"><span style="text-decoration:none;color:#000000;">Bebo</span></a>, <a href="http://www.myspace.com/" target="_blank"><span style="text-decoration:none;color:#000000;">MySpace</span></a>, <a href="http://www.lastfm.com/" target="_blank"><span style="text-decoration:none;color:#000000;">Last.FM</span></a>, <a href="http://www.apple.com/uk/itunes/" target="_blank"><span style="text-decoration:none;color:#000000;">iTunes</span></a>, <a href="http://www.google.com/" target="_blank"><span style="text-decoration:none;color:#000000;">Google</span></a> and <a href="http://www.youtube.com/" target="_blank"><span style="text-decoration:none;color:#000000;">YouTube</span></a>.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">a cada seis horas o sistema fornece o Top 1000 de artistas e músicas mais populares na web. quais os critérios de busca? as interações, os links, os downloads, as tags…!! Para construir o tal Top 1000 o sistema vai fuçando esses sites e coletando os dados com base no que as pessoas escrevem, escutam, assistem e baixam (música ou artista). quanto mais um artista ou música é mencionado em um blog, mais comentado, mais tocado, mais baixado, mais sobe no tal Top 1000. como eles mesmos se definem: “<em>the system is a music buzz index controlled entirelly by the public</em>".</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">o Sound Index também permite que se monte um index próprio, escolhendo quais gêneros musicais, a audiência (sexo, idade e região) e a fonte onde o sistema vai buscar os dados. no meu caso funcionou muito bem. <span> </span>O índex que o sistema me retornou a partir das definições que eu forneci foi excelente: veio Beatles, Quen, Coldplay, Madonna, Green Day; Gorillaz, <span class="chartelementname"><a href="http://www.bbc.co.uk/soundindex/profiles/artist/?id=20"></a>Pearl Jam, ok GO, Audioslave, Counting Crows, enfim... maioria esmagadora composta por artistas que eu gosto. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span class="chartelementname">ele demora pra completar toda o índex de gêneros definidos pelo usuário, mas mesmo assim é excelente em termos de resultado, aliando qualidade e quantidade. Mas o que mais achei interessante é que o site tem dois usos já<span> </span>de cara: 1) saber o que ta bombando por aí e 2) saber do que EU mais gosto que tem bombado por aí. individual ou coletivo? Sound Index é bi :P funciona como ferramenta de buscas, baseada na atividade da massa digital e ainda é útil para o uso individual... hibridozinho o negócio, não? como diz nas legendas de Orkut: A-DOOOO-RO!!!</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Folksonomia y Web semántica]]></title>
<link>http://luismaherrero.wordpress.com/?p=8</link>
<pubDate>Mon, 19 May 2008 22:54:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>luismaherrero</dc:creator>
<guid>http://luismaherrero.wordpress.com/?p=8</guid>
<description><![CDATA[Folksonomía es una indexación profesional, es decir, la clasificación colaborativa por medio de e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Folksonomía</strong> es una <a title="Indexar" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Indexar">indexación</a> profesional, es decir, la clasificación colaborativa por medio de <a title="Metadato" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Metadato">etiquetas</a> simples en un <a title="Namespace" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Namespace">espacio de nombres</a> llano, sin jerarquías ni relaciones de parentesco predeterminadas. Se trata de una práctica que se produce en entornos de <a title="Software social" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Software_social">software social</a> cuyos mejores exponentes son los sitios compartidos como <a title="Del.icio.us" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Del.icio.us">del.icio.us</a> (enlaces favoritos), <a title="Flickr" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Flickr">Flickr</a> (fotos), <a title="Tagzania" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Tagzania">Tagzania</a> (lugares), <a class="external text" title="http://flof.com.ar" rel="nofollow" href="http://flof.com.ar/">flof</a> (lugares) o <a class="new" title="43 Things (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=43_Things&#38;action=edit&#38;redlink=1">43 Things</a> (deseos).</p>
<p>Si se compara con otros sistemas de categorización, como el de <a title="Gmail" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Gmail">Gmail</a>, que también se vale de etiquetas, se distingue en que los usuarios comparten las categorizaciones, lo que no sucede en Gmail.</p>
<p>Las folksonomías surgen cuando varios usuarios colaboran en la descripción de un mismo material informativo. Por ejemplo, en del.icio.us muchas personas han <a class="external text" title="http://del.icio.us/url/bca8b85b54a7e6c01a1bcfaf15be1df5" rel="nofollow" href="http://del.icio.us/url/bca8b85b54a7e6c01a1bcfaf15be1df5">guardado la wikipedia</a> marcándola con diferentes etiquetas, pero coincidiendo la mayoría en <em>reference</em>, <em>wiki</em> y <em>encyclopedia</em>.</p>
<p>Jon Udell (2004) sugiere que "el abandono de las <a title="Taxonom�a" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Taxonom%C3%ADa">taxonomías</a> en favor de las listas de palabras claves no es novedad, y que su diferencia fundamental es el intercambio de opiniones (el <em>feedback</em>) que se da en la folcsonomía y no en la taxonomía."<a class="external autonumber" title="http://www.adammathes.com/academic/computer-mediated-communication/folksonomies.html" rel="nofollow" href="http://www.adammathes.com/academic/computer-mediated-communication/folksonomies.html">[1]</a></p>
<p>Esta diferencia es también la que acerca la folksonomía a la <a title="Memética" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Mem%C3%A9tica">memética</a>, en una relación similar a la que se produce entre las <a title="Ontolog�a" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ontolog%C3%ADa">ontologías</a> y la <a title="Semántica" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Sem%C3%A1ntica">semántica</a> <a class="external autonumber" title="http://semana-letras.deusto.es/SemTek/index.php/Mem%C3%A9tica_vs._sem%C3%A1ntica" rel="nofollow" href="http://semana-letras.deusto.es/SemTek/index.php/Mem%C3%A9tica_vs._sem%C3%A1ntica">[2]</a>. Por otra parte, el concepto tiene relación con el de <a class="new" title="Clasificación facetada (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=Clasificaci%C3%B3n_facetada&#38;action=edit&#38;redlink=1">clasificación facetada</a> utilizado en <a title="Biblioteconom�a" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Biblioteconom%C3%ADa">biblioteconomía</a>.</p>
<p>Derivado de <em>taxonomía</em>, el término <em>folksonomy</em> ha sido atribuido a <a class="new" title="Thomas Vander Wal (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=Thomas_Vander_Wal&#38;action=edit&#38;redlink=1">Thomas Vander Wal</a> <a class="external autonumber" title="http://www.vanderwal.net/random/category.php?cat=153" rel="nofollow" href="http://www.vanderwal.net/random/category.php?cat=153">[3]</a>. Taxonomía procede del griego "taxis" y "nomos": <em>Taxis</em> significa clasificación y <em>nomos</em> (o <em>nomia</em>), ordenar, gestionar; por su parte, "folc" proviene del alemán "pueblo" (Volk). En consecuencia, de acuerdo con su formación <a title="Etimolog�a" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Etimolog%C3%ADa">etimológica</a>, folcsonomía (folc+taxo+nomía) significa literalmente "clasificación gestionada por el pueblo (o <a class="mw-redirect" title="Democrático" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Democr%C3%A1tico">democrática</a>)".</p>
<p>La <strong>Web semántica</strong> (del <a class="mw-redirect" title="Lengua inglesa" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Lengua_inglesa">inglés</a> <em>semantic web</em>) se basa en la idea de añadir <a title="Metadato" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Metadato">metadatos</a> <a title="Semántica" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Sem%C3%A1ntica">semánticos</a> a la <em><a title="World Wide Web" href="http://es.wikipedia.org/wiki/World_Wide_Web">World Wide Web</a>.</em> Esas informaciones adicionales —que describen el contenido, el significado y la relación de los datos— se deben proporcionar de manera formal, para que así sea posible evaluarlas automáticamente por máquinas de procesamiento. El objetivo es mejorar Internet ampliando la <a class="mw-redirect" title="Interoperabilidad" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Interoperabilidad">interoperabilidad</a> entre los sistemas informáticos y reducir la necesaria mediación de operadores humanos.</p>
<p>El precursor de la idea, <a title="Tim Berners-Lee" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Tim_Berners-Lee">Tim Berners-Lee</a>, intentó desde el principio incluir informaciones semánticas en su creación, la <em>World Wide Web</em>, pero por diferentes causas no fue posible.<sup><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Web_sem%C3%A1ntica#cite_note-0"><span class="corchete-llamada">[</span>1<span class="corchete-llamada">]</span></a></sup> Por ese motivo introdujo el concepto de semántica con la intención de recuperar dicha omisión.</p>
<p><strong><span class="mw-headline">Relación con Internet</span></strong></p>
<p>En la actualidad, la <em><a title="World Wide Web" href="http://es.wikipedia.org/wiki/World_Wide_Web">World Wide Web</a></em> está basada principalmente en documentos escritos en <a title="HTML" href="http://es.wikipedia.org/wiki/HTML">HTML</a>, un lenguaje de marcas que sirve principalmente para crear <a title="Hipertexto" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Hipertexto">hipertexto</a> en Internet. El lenguaje HTML es válido para adecuar el aspecto visual de un documento e incluir objetos <a title="Multimedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Multimedia">multimedia</a> en el texto (imágenes, esquemas de diálogo, etc.). Pero ofrece pocas posibilidades para categorizar los elementos que configuran el texto más allá de las típicas funciones estructurales, como sucede con otros lenguajes de maquetación (tipo <a title="LaTeX" href="http://es.wikipedia.org/wiki/LaTeX">LaTeX</a>).</p>
<p>HTML permite mediante una herramienta de visualización (como un <a title="Navegador" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Navegador">navegador</a> o un <a title="Sistema multi-agente" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Sistema_multi-agente">agente de usuario</a>) mostrar por ejemplo un catálogo de objetos en venta. El código HTML de este catálogo puede explicitar aspectos como "el título del documento" es <em>Ferretería Acme</em>; pero no hay forma de precisar dentro del código HTML si el producto M270660 es una "batería Acme", con un "precio de venta al público" de 200 €, o si es otro tipo de producto de consumo (es decir, es una batería eléctrica y no un instrumento musical, o un puchero). Lo único que HTML permite es alinear el precio en la misma fila que el nombre del producto. No hay forma de indicar "esto es un catálogo", "batería Acme" es una batería eléctrica, o "200 €" es el precio. Tampoco hay forma de relacionar ambos datos para describir un elemento específico en oposición a otros similares en el mismo catálogo.</p>
<p>La Web Semántica se ocuparía de resolver estas deficiencias. Para ello dispone de tecnologías de descripción de los contenidos, como <a class="mw-redirect" title="Marco de Descripción de Recursos" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Marco_de_Descripci%C3%B3n_de_Recursos">RDF</a> y <a title="OWL" href="http://es.wikipedia.org/wiki/OWL">OWL</a>, además de <a title="XML" href="http://es.wikipedia.org/wiki/XML">XML</a>, el lenguaje de marcas diseñado para describir los datos. Estas tecnologías se combinan para aportar descripciones explícitas de los recursos de la Web (ya sean estos catálogos, formularios, mapas u otro tipo de objeto documental). De esta forma el contenido queda desvelado, como los datos de una <a title="Base de datos" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Base_de_datos">base de datos</a> accesibles por Web, o las etiquetas inmersas en el documento (normalmente en <a title="XHTML" href="http://es.wikipedia.org/wiki/XHTML">XHTML</a>, o directamente en XML, y las instrucciones de visualización definidas en una <a class="mw-redirect" title="CSS" href="http://es.wikipedia.org/wiki/CSS">hoja de estilos</a> aparte). Esas etiquetas permiten que los <a title="Sistema de gestión de contenido" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_gesti%C3%B3n_de_contenido">gestores de contenidos</a> interpreten los documentos y realicen procesos inteligentes de captura y tratamiento de información.</p>
<p><a id="Componentes_de_la_Web_Sem.C3.A1ntica" name="Componentes_de_la_Web_Sem.C3.A1ntica"></a></p>
<h2><span class="mw-headline">Componentes de la Web Semántica</span> <span class="editsection" style="font-weight:normal;float:none;margin-left:0;font-size:small;">[<a title="Componentes de la Web Semántica" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=Web_sem%C3%A1ntica&#38;action=edit&#38;section=2">editar</a>]</span></h2>
<p>Los principales componentes de la Web Semántica son los <a class="mw-redirect" title="Metalenguajes" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Metalenguajes">metalenguajes</a> y los estándares de representación <a title="XML" href="http://es.wikipedia.org/wiki/XML">XML</a>, <a title="XML Schema" href="http://es.wikipedia.org/wiki/XML_Schema">XML Schema</a>, <a class="mw-redirect" title="Marco de Descripción de Recursos" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Marco_de_Descripci%C3%B3n_de_Recursos">RDF</a>, <a title="RDF Schema" href="http://es.wikipedia.org/wiki/RDF_Schema">RDF Schema</a> y <a title="OWL" href="http://es.wikipedia.org/wiki/OWL">OWL</a>. La <a class="external text" title="http://www.w3.org/TR/owl-features/" rel="nofollow" href="http://www.w3.org/TR/owl-features/">OWL <em>Web Ontology Language Overview</em></a> describe la función y relación de cada uno de estos componentes de la Web Semántica:</p>
<ul>
<li><a title="XML" href="http://es.wikipedia.org/wiki/XML">XML</a> aporta la sintaxis superficial para los documentos estructurados, pero sin dotarles de ninguna restricción sobre el significado.</li>
<li><a title="XML Schema" href="http://es.wikipedia.org/wiki/XML_Schema">XML Schema</a> es un lenguaje para definir la estructura de los documentos XML.</li>
<li><a class="mw-redirect" title="Marco de Descripción de Recursos" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Marco_de_Descripci%C3%B3n_de_Recursos">RDF</a> es un modelo de datos para los recursos y las relaciones que se puedan establecer entre ellos. Aporta una semántica básica para este modelo de datos que puede representarse mediante XML.</li>
<li><a title="RDF Schema" href="http://es.wikipedia.org/wiki/RDF_Schema">RDF Schema</a> es un vocabulario para describir las propiedades y las clases de los recursos RDF, con una semántica para establecer jerarquías de generalización entre dichas propiedades y clases</li>
<li><a title="OWL" href="http://es.wikipedia.org/wiki/OWL">OWL</a> añade más vocabulario para describir propiedades y clases: tales como relaciones entre clases (p.ej. <a title="Disyunción" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Disyunci%C3%B3n">disyunción</a>), <a class="mw-redirect" title="Cardinalidad" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Cardinalidad">cardinalidad</a> (por ejemplo "únicamente uno"), igualdad, tipologías de propiedades más complejas, caracterización de propiedades (por ejemplo simetría) o clases enumeradas.</li>
</ul>
<p>La <a title="Usabilidad" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Usabilidad">usabilidad</a> y aprovechamiento de la Web y sus recursos interconectados puede aumentar con la web semántica gracias a:</p>
<ul>
<li>Los documentos etiquetados con información semántica (compárese ésta con la etiqueta <tt>&#60;meta&#62;</tt> de <a title="HTML" href="http://es.wikipedia.org/wiki/HTML">HTML</a>, usada para facilitar el trabajo de los <a title="Robot" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Robot">robots</a>). Se pretende que esta información sea interpretada por el ordenador con una capacidad comparable a la del lector humano. El etiquetado puede incluir <a title="Metadato" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Metadato">metadatos</a> descriptivos de otros aspectos documentales o protocolarios.</li>
<li>Vocabularios comunes de <a class="mw-redirect" title="Metadatos" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Metadatos">metadatos</a> (<a class="mw-redirect" title="Ontolog�a (Informática)" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ontolog%C3%ADa_%28Inform%C3%A1tica%29">Ontología (Informática)</a>) y mapas entre vocabularios que permitan a quienes elaboran los documentos disponer de nociones claras sobre cómo deben etiquetarlos para que los <a class="new" title="Agentes automáticos (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=Agentes_autom%C3%A1ticos&#38;action=edit&#38;redlink=1">agentes automáticos</a> puedan usar la información contenida en los metadatos (p.ej. el metadato <strong>author</strong> tenga el significado de "autor de la página" y no el del "autor del objeto descrito en la página").</li>
<li><a class="new" title="Agentes automáticos (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=Agentes_autom%C3%A1ticos&#38;action=edit&#38;redlink=1">Agentes automáticos</a> que realicen tareas para los usuarios de estos metadatos de la Web Semántica</li>
<li><a class="mw-redirect" title="Servicios Web" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Servicios_Web">Servicios Web</a> (a menudo con agentes propios) que provean de información a los agentes (por ejemplo un servicio de garantías a quien un agente pudiera consultar sobre si un comercio electrónico tiene un historial de mal servicio o de generar correo basura).</li>
</ul>
<p>Los proveedores primarios de esta tecnología son las URIs que identifican los recursos junto con XML y los <a title="Namespace" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Namespace"><em>namespaces</em></a>. Si a esto se añade un poco de lógica, mediante una RDF, u otras tecnologías como los <a class="new" title="Mapas temáticos (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=Mapas_tem%C3%A1ticos&#38;action=edit&#38;redlink=1">mapas temáticos</a> y algo de razonamiento basado en técnicas de <a title="Inteligencia artificial" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Inteligencia_artificial">inteligencia artificial</a>, Internet podría estar cerca de alcanzar las aspiraciones iniciales de su inventor, <a title="Tim Berners-Lee" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Tim_Berners-Lee">Tim Berners-Lee</a>.</p>
<p><a id="Cr.C3.ADticas_y_reacciones_esc.C3.A9pticas" name="Cr.C3.ADticas_y_reacciones_esc.C3.A9pticas"></a></p>
<h2><span class="mw-headline">Críticas y reacciones escépticas</span> <span class="editsection" style="font-weight:normal;float:none;margin-left:0;font-size:small;">[<a title="Cr�ticas y reacciones escépticas" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=Web_sem%C3%A1ntica&#38;action=edit&#38;section=3">editar</a>]</span></h2>
<p>El límite de la <a class="external text" title="http://es.wikipedia.org/wiki/Web_sem%C3%A1ntica" rel="nofollow" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Web_sem%C3%A1ntica">web semántica</a> está dado no por las máquinas y/o sistemas biológicos que se pudieran usar, sino porque la <a class="external text" title="http://es.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica" rel="nofollow" href="http://es.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica">lógica</a> con que se intenta construir carece del uso del tiempo, ya que la <a class="external text" title="http://es.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica_formal" rel="nofollow" href="http://es.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica_formal">lógica formal</a> es puramente metonímica y carece de la metáfora, y eso es lo que marcan los <a class="external text" title="http://es.wikipedia.org/wiki/Teoremas_de_la_incompletitud_de_G%C3%B6del" rel="nofollow" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Teoremas_de_la_incompletitud_de_G%C3%B6del">teoremas de Gödel</a>, la tautología final de toda construcción y /o lenguaje metonímico (<a class="external text" title="http://es.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica_matem%C3%A1tica" rel="nofollow" href="http://es.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica_matem%C3%A1tica">matemático</a>), que lleva a contradicciones.</p>
<p>Esta <a class="external text" title="http://es.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica_formal" rel="nofollow" href="http://es.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica_formal">lógica consistente</a> es opuesta a la <a class="external text" title="http://es.wikipedia.org/wiki/Jacques_Lacan" rel="nofollow" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Jacques_Lacan">lógica inconsistente</a> que hace uso del tiempo, propia del insconciente humano, pero el uso del tiempo está construido en base a la falta, no en torno a lo positivo sino en base a negaciones y ausencias, y eso es imposible de reflejar en una máquina porque la percepción de la falta necesita de la conciencia de sí mismo que se adquiere con la ausencia.</p>
<p>El problema está en que pretendemos construir un sistema inteligente que sustituya nuestro pensamiento, al menos en las búsquedas de información, pero la particularidad de nuestro pensamiento humano es el uso del tiempo el que permite concluir, por eso no existe en la mente humana el <a class="external text" title="http://es.wikipedia.org/wiki/Problema_de_la_parada" rel="nofollow" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Problema_de_la_parada">problema de la parada</a> o detención del cálculo, o lo que es lo mismo ausencia del momento de concluir.</p>
<p>Así que todos los esfuerzos encaminados a la web semántica están destinados al fracaso a priori si lo que se pretende es prolongar nuestro pensamiento humano en las máquinas, ellas carecen de discurso metafórico, pues sólo son una construcción matemática, que siempre será tautológica y metonímica, ya que además carece del uso del tiempo que es lo que lleva al corte, la conclusión o problema de la parada.</p>
<p>Como demostración vale la del contraejemplo, o sea que si suponemos que es posible construir la web semántica, como un lenguaje con capacidades similares al lenguaje humano, que tiene el uso del tiempo, entonces si ese es un teorema general, con un solo contraejemplo se viene abajo, y el contraejemplo está dado en el caso particular de la <a class="external text" title="http://es.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1quina_de_Turing" rel="nofollow" href="http://es.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1quina_de_Turing">máquina de Turing</a> y el problema de la parada.</p>
<p>Luego no se cumple la condición necesaria y suficiente del teorema, nos queda la condición necesaria que es que si un lenguaje tiene el uso del tiempo, carece de logica formal, usa la lógica inconsistente y por lo tanto no tiene el problema de la parada esa es condición necesaria para la web semántica, pero no suficiente y por ello ninguna máquina, sea máquina de Turing, computador o dispositivo aleatorio como un cuerpo negro en física, puede alcanzar el uso de un lenguaje que no sea el matemático con la paradoja de la parada, consecuencia del teorema de Gödel.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[looking for people?]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=385</link>
<pubDate>Mon, 05 May 2008 14:55:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
<guid>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=385</guid>
<description><![CDATA[dois sistemas de busca. ambos pra procurar por pessoas. as diferenças:
Tinfinger vasculha dados sob]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">dois sistemas de busca. ambos pra procurar por pessoas. <span>as diferenças:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span><a href="http://www.tinfinger.com" target="_blank">Tinfinger</a> vasculha dados sobre “famosos” onde “famosos” <em>means that you’re mentioned in news stories or important blogs</em>. <em>People who participate in major sporting leagues, get their scientific dissertations published in journals like Nature, hold high office in a political party, are prominent members of a religion, hold executive-level jobs at a company, appear in court, create works of art, are associated with one or more technologies, or are just your every day celebrity… all of these people qualify</em>.</span></p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://www.pipl.com" target="_blank">Pipl</a> vasculha informações sobre pessoas, mas informações que estão na chamada web invisível ou <em>the deep web</em>. os webcrawlers não conseguem chegar nessa web, por isso que descobrir um endereço, um telefone, encontrar determinada pessoa através do Google ou do Yahoo!, por exemplo, não é sempre tão fácil.</p>
<p class="MsoNormal"><em><span><span> </span><span>Unlike a typical search-engine, Pipl is designed to retrieve information from the deep web, our robots are set to interact with searchable databases and extract facts, contact details and other relevant information from personal profiles, member directories, scientific publications, court records and numerous other deep-web sources.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal">o Tinfinger tem um mecanismo de pesquisa avançada, onde é possível saber de alguém através de perfil, pessoa, notícias, blogs, opiniões, fotos, castegoria, tag, autor, nação e texto. o que, obviamente, me chamou a atenção no Tinfinger é esse sistemas de representação e recuperação que funciona através de categorias e tags. uma pessoa fica numa categoria só, mas as categorias possuem sub-categorias e são assim interligadas. ainda que essa coisa de categorização de uma hierarquizada na coisa, acho que a implementação das tags equilibra o sistema.</p>
<p class="MsoNormal">só me achei no pipl, mas ainda alcanço fama pra ser encontrada no Tinfinger ahahahaha :P</p>
<p>fonte: <a href="" target="_blank">alt search engines</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Personalização e colaboração na Web 2.0: novos caminhos para a Arquitetura da Informação]]></title>
<link>http://jacksonmedeiros.wordpress.com/?p=242</link>
<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 03:08:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jackson Medeiros</dc:creator>
<guid>http://jacksonmedeiros.wordpress.com/?p=242</guid>
<description><![CDATA[Esta apresentação, feita no I EBAI (Encontro Brasileiro de Arquitetura da Informação), trata de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Esta apresentação, feita no I <a href="http://www.aibrasil.org/encontro" target="_blank">EBAI</a> (<a href="http://www.aibrasil.org/encontro" target="_blank">Encontro Brasileiro de Arquitetura da Informação</a>), trata de alguns aspectos básicos mas relevantes sobre Web 2.0 e a personalização baseada no usuário, ou seja, centrada no perfil de cada um explorada, através de interações, pela colaboração na Web.</p>
<p style="text-align:center;">[slideshare id=141545&#38;doc=personalizao-e-colaborao-na-web-20-novos-caminhos-para-a-arquitetura-da-informao-1193019354422254-4&#38;w=425]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sou Designer e também sou Arquiteto... de Informação! - Da AI à Folksonomia]]></title>
<link>http://urinanegra.wordpress.com/?p=217</link>
<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 16:56:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>edy abreu</dc:creator>
<guid>http://urinanegra.wordpress.com/?p=217</guid>
<description><![CDATA[Projetar um site e suas páginas de forma lógica, elaborar seu conceito gráfico e redigir textos c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Projetar um site e suas páginas de forma lógica, elaborar seu conceito gráfico e redigir textos com coberturas jornalísticas de assuntos relevantes é uma tarefa árdua, porém recompensadora. Tudo isso, e mais um pouco, damos o nome de Arquitetura de Informação.</strong></p>
<p>Em outros termos, a Arquitetura de Informação estrutura as informações do produto web unindo basicamente, três campos imprescindíveis à sua produção: a tecnologia, o design e o conteúdo (textual e/ou imagético).</p>
<p>Quando utilizo a expressão "projetar um site", quero apenas exemplificar um produto final que pode ser produzido de maneiras diversas, conforme sua necessidade e seu dever a cumprir. Esses produtos podem ir de uma home page a portais colaborativos, intranet e extranet, portais de notícias, comunidades de compartilhamento de vídeo, portais de turismo, <a href="http://urinadedragao.wordpress.com/" target="_blank"><strong>blogs</strong></a>, portifólios, hotsites, comunidades virtuais, etc.</p>
<p>Há alguns anos (vide fase mesozóica da produção web), os sites eram produzidos de uma forma pouco ou nada maleáveis, e era necessária apenas uma pessoa para cuidar de todos seus elementos. Essa pessoa era conhecida como Webmaster. Atualmente, esse termo caiu em desuso, assim como esta “profissão”, visto que cada vez mais estudamos e aprendemos uma forma melhor e ideal de se fazer Web, criamos campos de estudos específicos e temos vários profissionais especializados para cuidar de cada etapa do processo em busca da <a href="http://www.experienciaperfeita.org/" target="_blank"><strong>experiência perfeita</strong></a>.</p>
<p>Por volta do ano 2000, logo após o “boom da internet”, chegamos a um conceito de Web dinâmica, denominada Web 2.0.</p>
<p>No caso de um Produto Web 2.0, uma das características mais marcantes é a união simbiótica (graças ao <a href="http://karinedrumond.wordpress.com/" target="_blank"><strong>design de interação</strong></a>), entre esses três campos da AI - tecnologia, design e conteúdo - com a participação do usuário, oferecendo total maleabilidade e formas de se explorar a desestruturação estruturada da mente humana, que encontra ligações imagéticas sobrepondo quadros ao criar abordagens inter-relacionáveis para cada assunto abordado, alterando e compartilhando entre mais de uma personagem envolvida na experiência (indivíduo x máquina, indivíduo x indivíduos).</p>
<p>A folksonomia é um dos exemplos desta desestruturação estruturada. Ela nada mais é do que a classificação de assuntos diversos feita por pessoas diversas. Um exemplo é a "Nuvem de tags" que ao pesquisarmos por uma das palavras-chave criadas e utilizadas pelos usuários na web, encontramos assuntos tão diversos e desestruturados entre si, unidos pelo seu assunto global.</p>
<p>Gosto de classificar as TAGS pela sua encontrabilidade "comum" "incomum" ou "neologística".  Pode-se utilizar uma tag como "tutorial" ou "tutoriais" para disponibilizar um tutorial ou grupos de tutoriais, cursos ou apostilas. Neste caso, estamos utilizando uma tag comum e outra incomum (sim, um "S" pode fazer a diferênça).</p>
<p>No caso de uma tag "neologística", é quando literalmente criamos uma palavra para classificar um assunto, como “<a href="http://urinanegra.wordpress.com/category/queima-mufa/" target="_blank"><strong>queima-mufa</strong></a>”.  Mas devemos ter muito cuidado para não cometer o erro de utilizar uma tag “errada” ou “incomum” para nomear um assunto, pois isso pode ser a diferença entre ser notado e passar despercebido, graças a uma baixa encontrabilidade de seu site.</p>
<p>Estudos de SEO podem ajudar seu site (e você não imagina o quanto!), a se tornar eficiente, relevante e com uma boa encontrabilidade, mas isso eu vou tratar em outra ocasião.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mais sobre folksonomia]]></title>
<link>http://jacksonmedeiros.wordpress.com/?p=231</link>
<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 03:21:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jackson Medeiros</dc:creator>
<guid>http://jacksonmedeiros.wordpress.com/?p=231</guid>
<description><![CDATA[Gosto de estudar folksonomia. Através dela vários caminhos são abertos e novos estudos são desme]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Gosto de estudar folksonomia. Através dela vários caminhos são abertos e novos estudos são desmembrados, afinal, com a folksonomia, estudamos pessoas (no sentido mais amplo possível), e toda sua cultura, cognição, experiência, etc.</p>
<p align="justify">Aqui estão os slides de uma apresentação de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Thomas_Vander_Wal" target="_blank">Thomas Vander Wal</a> sobre a sua <span style="text-decoration:line-through;">filha</span> "criação". Caso entenda um pouco de inglês, vale a pena conferir.</p>
<p align="center">[slideshare id=67797&#38;doc=bottom-up-tagging373&#38;w=425]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aplicaciones Web y Web 2.0 - Aplicaciones Web y Web 2.0 - Folksonomia: Bookmarking social, Enlaces, favoritos, marcadores]]></title>
<link>http://pendiolosweb.wordpress.com/?p=6</link>
<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 01:55:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pendiolo</dc:creator>
<guid>http://pendiolosweb.wordpress.com/?p=6</guid>
<description><![CDATA[ Folksonomia, no leyó mal, en realidad existe, según google:
Folksonomía es una &#8220;indexacion]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;"> Folksonomia, no leyó mal, en realidad existe, según <a href="http://www.google.com/">google</a>:</p>
<blockquote><p>Folksonomía es una "indexacion" profesional, es decir, la clasificación colaborativa por medio de etiquetas simples en un espacio de nombres llano, sin jerarquías ni relaciones de parentesco predeterminadas.</p></blockquote>
<p>Son servicios que le permiten a uno, clasificar, compartir, valorar, comentar o guardar enlaces de Internet que uno crea o visita y piensa que son interesantes para que otras personas vean o simplemente para uso personal como guardar los marcadores/favoritos pero en linea y no en un computador.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/x66lV7GOcNU'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/x66lV7GOcNU&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></div>
<p><!--more-->Los usuarios guardan los enlaces a las paginas Web que ellos quieres guardar/compartir. Estos enlaces pueden ser publico o privados si no se quiere compartirlos, o compartidos solo con algunas personas. Ademas pueden ser vistos de manera cronológica, por categorías, por buscadores o etiquetas.</p>
<p>Para que sirve esto:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Nuestras referencias preferidas se encuentran guardadas en la red, en lugar de en nuestro ordenador. Es decir los marcadores/Favoritos no se borraran cuando formatee el computador es decir 4 veces al año.</li>
</ul>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Ofrece una forma muy rápida de seguir y vigilar nuestros temas de interés.</li>
</ul>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Utilizar etiquetas o "tag" simples, es mucho mucho más flexible que guardarlas en carpetas.</li>
</ul>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Podemos llevar a cabo un seguimiento de los enlaces que los usuarios van añadiendo. O de los enlaces más populares. O de los de nuestro interés. Excelente para perder el tiempo por horas en Internet.</li>
</ul>
<div style="text-align:justify;"> En realidad hay muchas aplicaciones de este tipo pero hay que decir que entre más gente participe, mejor. Por lo tanto y según esta idea la mejor es <a href="http://del.icio.us/">Del.icio.us</a>. Aunque no me gusta para nada, una pagina poco agradable, y muy poco util, por ejemplo, tenia una cuenta ahí muy vieja, donde tenia muchos marcadores que hace tiempo no utilizaba, cuando los quería borrar lo tenia que hacer uno, por uno!. Muy maluco si son mas de 100. Lo mismo aunque no les guste hace <a href="http://www.google.com/bookmarks" title="google bookmarks" id="ok7i">google bookmarks</a> o si maneja Firefox, lo mejor que se puede hacer es instalar el complemento de Foxmarks.Aplicaciones de Social Bookmarking.<a href="http://del.icio.us/">Del.icio.us.</a> El servicio mas famoso, en Ingles, permite guardar y consultar los enlaces favoritos desde una web en lugar de tenerlos en el navegador de Internet. De esta manera, se puede acceder a ellos desde cualquier ordenador. permite clasificar los enlaces con tags, comentar el contenido y compartir el enlace con otros internautas.<a href="http://digg.com/">Digg.</a> Es un servicio que "pretende" ser especializado sobre ciencia y tecnología. También en Ingles permite a los usuarios enviar, votar y jerarquizar informaciones que crean en sus webs o encuentran en Internet. Necesita registro.</p>
<p><a href="http://meneame.net/">Menéame</a>. En español. "Es un sistema de promoción de noticias" como dicen ellos, los usuarios pueden enviar enlaces o informaciones encontradas en Internet, ellos mismos revisan y votan las noticias enviadas, que también se pueden comentar. Las noticias se priorizan en la home por orden de valoración. Necesita registro</p>
<p><a href="http://technorati.com/">Technorati</a>. Es el mayor buscador de blogs del mundo. Se puede rastrear información en más de 42 millones de bitácoras. Entre otros servicios, permite saber qué blogs hablan de una noticia y han hecho un link a ella.</p>
<p><a href="http://myweb2.search.yahoo.com/">MyWeb de Yahoo.</a> Este es un servicio del popular buscador Yahoo. Permite al usuario la creación de unos favoritos online mediante tags o palabras clave. Además, permite guardar una copia de las páginas en caché. Pinchando sobre el botón de MyWeb se puede enviar el enlace y guardar una copia en su cuenta de favoritos. Para hacerlo, hay que estar registrado en algún servicio de Yahoo.</p>
<p><a href="http://gibeo.net/">Gibeov</a>. Por lo menos es un servicio interesante, o eso parecer ser, no lo he probado, ademas de ver comentarios de otros usuarios han dejado en pagians que estas visitando, también puedes dejarlos para que otros usuarios los vean.</p>
<p>Otras Aplicaciones de bookmarking:</p></div>
<ul style="text-align:justify;">
<li><a href="http://www.furl.net/">Furl</a></li>
<li><a href="http://www.spurl.net/">Spurl</a></li>
<li><a href="http://www.linkroll.com/">Linkroll</a></li>
<li><a href="http://feedmelinks.com/portal">FeedMe Links</a></li>
<li><a href="http://www.blinklist.com/" title="BlinkList" id="ydzb">BlinkList</a></li>
<li><a href="http://blogmarks.net/" title="BlogMarks" id="yh9r">BlogMarks</a></li>
</ul>
<div style="text-align:justify;"> Están surgiendo especializaciones, dirigidas fundamentalmente a investigadores y estudiantes, para guardar y compartir referencias. Los artículos más populares o más recientes a juicio de los usuarios, pueden ser conocidos y consultados, al tiempo que podemos guardar y compartir los que nosotros encontremos.</div>
<ul style="text-align:justify;">
<li><a href="http://www.citeulike.org/">CiteULike</a></li>
<li><a href="http://www.blogger.com/www.connotea.org">Connotea</a></li>
</ul>
<div style="text-align:justify;"> Aprovecho la oportunidad para hacerle publicidad a una pagina colombiana que funciona bajo esta modalidad de Social bookmarking mas específicamente se especializa en noticias de Colombia:<a href="http://colombia.gacetilla.org/"> </a><br />
<a href="http://colombia.gacetilla.org/">Gacetilla colombia</a>. Sistema de ríos temáticos de noticias colaborativos donde los usuarios son los que deciden lo que es importante.Por ultimo hay que decir que el " social bookmarking" es una excelente forma de conseguir visitas ... aunque yo no lo profeso (mis adsense son un reto a google) por que mi idea no es conseguir visitas. Muchos sitios tienen unas barras como esta:<br />
<a href="http://bp3.blogger.com/_OKjMiCNl-I4/R9qgp66wuwI/AAAAAAAABSw/SPzI0-l_ztg/s1600-h/barradeenlaces.PNG"><img src="http://bp3.blogger.com/_OKjMiCNl-I4/R9qgp66wuwI/AAAAAAAABSw/SPzI0-l_ztg/s400/barradeenlaces.PNG" style="display:block;text-align:center;margin:0 auto 10px;" border="0" /></a>Donde con un click al icono de la aplicación se guarda el enlace de la pagina con la finalidad de subir las noticias o el numero de votaciones en esas paginas, de esta forma puede aumentar tremendamente el numero de visitas. Pero poner las paginas en cada uno de estos servicios puede ser mucho trabajo, o requerir mucho tiempo es por esto que se inventaron otra aplicación Web, que se encarga de promocionar un sitio en todas estas aplicaciones de bookmarking. se llama: <a href="http://socialmarker.com/"><b>Social bookmarking</b>.</a>Fuente: <span style="font-size:85%;">Internet en general, Wikipedia como siempre, y <a href="http://eibar.org/blogak/prospektiba/es/archive/2005/02/20/178">un articulo muy interesante</a> de Eibar.org</span></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[web 3.0 no forno]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=344</link>
<pubDate>Sat, 16 Feb 2008 17:15:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
<guid>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=344</guid>
<description><![CDATA[o mais difícil em fazer pesquisa na área de cibercultura é acompanhar a velocidade do surgimento ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>o mais difícil em fazer pesquisa na área de cibercultura é acompanhar a velocidade do surgimento de novidades. sempre digo isso e também ouço isso de gente que convive comigo e me pergunta como eu faço pra estar por dentro de tudo. na verdade eu não faço, eu tento. e acredito que não consiga saber nem a metade do que eu queria hehehe. mas, são ossos do ofício de quem trabalha com isso e tem que se controlar pra não virar um neurótico do RSS nem um prisioneiro do monitor.</p>
<p>bom, introdução, acredito que, condizente com o fato de algumas pessoas mal estarem sabendo o que é <b>web 2.0 </b>e já existirem muitos textos sobre <b>web 3.0</b>. mas, como muitos já devem saber, <b>web 3.0</b> é, como a <b>web 2.0</b>,  mais uma denominação para <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Semantic_Web" target="_blank">algo que já se vem tentando fazer com a web há bastante tempo</a>, torná-la semântica. logo, <b>web 3.0</b> é a tão sonhada web <b>semântica</b>.</p>
<p>hoje, no <a href="http://www.readwriteweb.com" target="_blank">ReadWriteWeb</a> tem um <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/semantic_web_11_things_to_know.php#more" target="_blank">post com 11 coisas para saber sobre a web semântica</a>. o último item traz o ponto de transição, a ponte entre a <b>web 2.0</b> e a <b>web 3.0</b>:</p>
<p><i>11. Semantic Web will leverage the “community” to add structure and this will use some techniques from first generation Social Networking. But it is very unlikely that Semantic Web will emerge from the walled gardens of current social networking sites. The winners will know how to motivate community to provide structure and will provide the tools that make the structuring so easy that nobody knows they are doing anything so boring as structuring. That is the big lesson from Web 2.0 that will be applied in the Semantic Web. </i></p>
<p>eu, que li o post na ordem início/fim e não hipertextualmente, lendo o item 4 pra depois ler o 2, o 8 e o 9 hehehe, ao ler o último item imediatamente me lembrei do primeiro:</p>
<p><i>1. You don’t need to apologize for calling it Web 3.0. Of course the Web does not upgrade in one go like a company switching to Vista. But there is a definite phase transition from current technologies. My personal Web 3.0 definition is “the combination of Web 2.0 mass collaboration with structured databases”. </i></p>
<p>Berners-Lee, James Hendler e Ora Lassila, quando publicaram o <a href="http://www-personal.si.umich.edu/~rfrost/courses/SI110/readings/In_Out_and_Beyond/Semantic_Web.pdf" target="_blank">artigo</a> propondo a web semântica talvez nem imaginassem o que viria logo em seguida, com a questão da folksonomia. será? acho brabo hehehe. o fato é que depois que Berners-Lee entregou sua filha ao mundo, nada mais teve controle, no sentido de criação e adaptação. a apropriação social deu forma a instrumentos de publicação e logo a web se tornou <b>web 2.0</b>, já trazendo os indícios de uma <b>web 3.0</b>. enquanto os caras trabalhavam criando <a href="http://www.w3.org/" target="_blank">padrões para a publicação das páginas</a>, a folksonomia surgiu através de ferramentas que foram disponibilizadas aos internautas e permitiram que além de inserir informação na web, eles passassem a gerenciá-la.</p>
<p>ao contrário de sistemas operacionais como o <a href="http://www.microsoft.com/brasil/windows/products/windowsvista/default.mspx" target="_blank">ruindows vista</a>, que são desenvolvidos a portas fechadas e saem cheios de bugs que não podem ser consertados pelo usuário, a folksonomia como gerenciamento de informação é instantânea (alguns autores colocam como característica da prática o feedback imediato- <a href="http://www.adammathes.com/academic/computer-mediated-communication/folksonomies.html" target="_blank">Mathes, 2004</a>; <a href="http://www.infoworld.com/article/04/08/20/34OPstrategic_1.html" target="_blank">Udell, 2004</a>; <a href="http://www.iskoi.org/doc/folksonomies.htm" target="_blank">Quintarelli, 2005</a>)<span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"></span>. essa tag não é boa? não é tão utilizada quanto você pensava? as pessoas não vão encontrar a informações através dessa tag? simples, troca. qualquer usuário está apto a modificar as etiquetas e assim, ao invés de um sistema pronto, estático, cujas alterações só podem ser feitas por programadores, sistemas folksonômicos se modificam instantaneamente ao surgimento das necessidades dos usuários.</p>
<p>não quero arruinar com os projetos do <a href="http://www.w3.org/" target="_blank">W3C</a>, muito menos dizer que são inúteis, muito pelo contrário. a padronização na Rede é sim necessária, por mais descentralizado que o ambiente seja, mas o uso de formas padronizadas facilita o acesso, com certeza. o que me anima com a folksonomia é a apropriação social que causa a histeria de profissionais da informação que se escandalizam com a prática desse <a href="http://www.compos.org.br/files/15ecompos09_MariaClaraAquino.pdf" target="_blank">vocabulário descontrolado</a> e tentam instaurar mecanismos de ordenação que não fazem o menor sentido num processo que pressupõe a liberdade de criação (alguns autores propõem a inclusão de tesauros, controle de tags e outras práticas que limitariam a criação de tags pelos usuários).</p>
<p>acho que é preciso amadurecer a folksonomia, incorporá-la em mecanismos de busca e em outras ferramentas e observar, atentamente, como os internautas vão se comportar com a possibilidade de estruturar a informação. quanto à <b>web 3.0</b>, me parece que o caminho é esse e que não estamos tão longe de um espaço virtual onde máquinas e seres humanos realmente interajam em torno dos significados. no momento em que se percebe a web como um espaço coletivo e não como um mar de páginas para serem meramente navegáveis e clicáveis é preciso também aceitar que não adiante fechar as portas, as janelas e baixar as cortinas pra que ninguém saiba o que está por trás de um sistema. de um jeito ou de outro o esquema vai ser burlado ou então perder a freguesia. a <b>web 2.0 </b>já vem com essa idéia de <a href="http://www.oreillynet.com/pub/a/oreilly/tim/news/2005/09/30/what-is-web-20.html" target="_blank">crença na inteligência coletiva e na utilização dos usuários como co-desenvolvedores</a>. felizmente a colaboração tomou um caminho sem volta, começando na <b>web 2.0</b> e sendo fundamental para a concretização da <b>web 3.0</b>, <b>4.0</b>, <b>5.0</b>....</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Folcsonomia: vocabulário descontrolado, anarquitetura da informação ou samba do crioulo doido?]]></title>
<link>http://jacksonmedeiros.wordpress.com/?p=195</link>
<pubDate>Fri, 08 Feb 2008 23:40:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jackson Medeiros</dc:creator>
<guid>http://jacksonmedeiros.wordpress.com/?p=195</guid>
<description><![CDATA[Eu faria algumas reflexões diferentes, mas está muito boa a apresentação &#8220;Folcsonomia: voc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Eu faria algumas reflexões diferentes, mas está muito boa a apresentação "Folcsonomia: vocabulário descontrolado, anarquitetura da informação ou samba do crioulo doido?" no I <a href="http://www.aibrasil.org/encontro" target="_blank">EBAI</a> (<a href="http://www.aibrasil.org/encontro" target="_blank">Encontro Brasileiro de Arquitetura da Informação</a>).</p>
<p align="center">[slideshare id=141569&#38;doc=folcsonomia-vocabulrio-descontrolado-anarquitetura-da-informao-ou-samba-do-crioulo-doido-11930203038760-3&#38;w=425]</p>
<p align="justify">O trabalho completo está disponível <a href="http://www.encontroai.org/viewpaper.php?id=34&#38;cf=1" target="_blank">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Información es la nada organizada]]></title>
<link>http://humanismoyconectividad.wordpress.com/?p=161</link>
<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 17:29:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andres Schuschny</dc:creator>
<guid>http://humanismoyconectividad.wordpress.com/?p=161</guid>
<description><![CDATA[Información es una nada organizada, así lo dijo alguna vez Kevin Kelly, mi primer guru de esta ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2"><i><b>Información es una nada organizada</b></i>, así lo dijo alguna vez <i><b><a href="http://www.kk.org/" target="_blank">Kevin Kelly</a></b></i>, mi primer guru de esta "<i>nueva era tecnológica</i>". Esta imagen, o mejor dicho, no-imagen de la información me parece excelente para presentar el siguiente video realizado <i><b><a href="http://www.ksu.edu/sasw/anthro/wesch.htm" target="_blank">Michael Wesch</a></b></i>, cuyo título es <i><b>Information R/evolution</b></i>. El excelente video explora los cambios en la manera que nosotros humanos buscamos, encontramos, almacenamos, creamos, criticamos y compartimos eso que llamamos información.</font></p>
<p><font size="2">El video se plantea el objetivo de mostrar la evolución de los sistemas de clasificación, categorización y recuperación de información, inicialmente jerárquicos hasta lo que se puede definir como heterárquicos. Se trata de la convergencia hacia la folksonomía y el tagging como suele denominarse. Aquí los dejos con el video (lamentablemente está sólo en inglés):</font></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/-4CV05HyAbM'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/-4CV05HyAbM&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><font size="2">Intuyo que una de las razones, y de hecho la principal, por las que nos fascinamos tanto quienes nos hemos sumergido en esto de la conectividad, Internet y las comunicaciones, es porque finalmente el ser humano ha organizado, si vale él término, un sistema que por cierto es global, de manejo de la información que finalmente se acopla a nuestra estructura cognitiva. La Red está contextualizada como lo está nuestra mente y, por lo tanto, comporta para todos quienes se conectan con ella una suerte de prótesis cognitiva que actúa como precondición ontológica de un cambio gnoseológico; esto es, de una nueva forma de ver la realidad. Así lo creo sinceramente, así procuro expresarlo en mi libro <i><b><a href="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/mi-libro/">La Red y el futuro de las organizaciones. Más conectados . . . ¿Más integrados?</a></b></i>. Espero les haya gustado el video.</font></p>
<p align="center"><a href="http://www.addthis.com/bookmark.php" target="_blank" title="Bookmark usando cualquier gestionador de favoritos!"><img src="http://s9.addthis.com/button2-bm.png" alt="Boton para agregar esto a favoritos sociales" border="0" height="24" width="160" /></a><a href="http://www.addthis.com/feed.php?pub=schuschny&#38;h1=http%3A%2F%2Fhumanismoyconectividad.wordpress.com%2Ffeed&#38;t1=" title="Suscribirse a cualquier lector de feeds!"><img src="http://s9.addthis.com/button2-fd.png" alt="Agregar este boton de agregadores" border="0" height="24" width="160" /></a><a href="http://feeds.feedburner.com/humanismoyconectividad" rel="alternate"><img src="http://humanismoyconectividad.wordpress.com/files/2007/09/rssicon.gif" border="0" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Interações na Web]]></title>
<link>http://jacksonmedeiros.wordpress.com/?p=176</link>
<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 14:51:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jackson Medeiros</dc:creator>
<guid>http://jacksonmedeiros.wordpress.com/?p=176</guid>
<description><![CDATA[Este artigo, escrito pelo professor Alex Primo, está disponível na E-Compós 9, de agosto de 2007.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Este artigo, escrito pelo professor <a href="http://www.alexprimo.com" target="_blank">Alex Primo</a>, está disponível na E-Compós 9, de agosto de 2007.</p>
<p align="justify">Trata, basicamente, sobre as interações proporcionadas pela Web 2.0, fazendo isso de uma forma simples de entendimento, como em análises de wikis, blogs, Orkut, etc. Nada mais atual, não é mesmo? :)</p>
<div>
<blockquote><p><a href="http://www.compos.org.br/files/03ecompos09_AlexPrimo.pdf" target="_blank">O aspecto relacional das interações na Web 2.0</a>.</p></blockquote>
<p>Ah, o artigo traz, ainda que apenas uma idéia, algo sobre folksonomia. :D</p>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Yahoo! integra del.icio.us nos resultados de busca]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/2008/01/22/yahoo-integra-delicious-nos-resultados-de-busca/</link>
<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 13:47:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
<guid>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/2008/01/22/yahoo-integra-delicious-nos-resultados-de-busca/</guid>
<description><![CDATA[estou começando a achar respostas para algumas das minhas questões em relação a folksonomia. o s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>estou começando a achar respostas para algumas das minhas questões em relação a folksonomia. o sistema de buscas <a href="http://yahoo.com" target="_blank">Yahoo!</a> está testando o oferecimento de resultados com bookmarks do <a href="http://del.icio.us.com" target="_blank">del.icio.us</a>. eu sempre quis saber como os sistemas de busca iam integrar as informações com tags nos seus resultados e parece que o Yahoo! é o primeiro a tentar encontrar uma maneira pra isso.</p>
<p>li nos <a href="http://www.techcrunch.com/2008/01/19/delicious-integrated-into-yahoo-search-results/">posts do Michael Arrington no TechCrunch</a> e <a href="http://www.bruceclay.com/blog/archives/2008/01/seo_weekend_update.html" target="_blank">no da Lisa Barone no Bruce Clay</a>.</p>
<p>Arrington explica que os usuários verão ícones do del.icio.us nos resultados das buscas feitas no Yahoo! e assim poderão ver quantas pessoas já salavaram a página como bookmark no del.icio.us e também quantas tags aquela página já recebeu.</p>
<p>Barone, empolgadíssima com a novidade, acha ótima a integração entre os sistemas, mas traz questões como: o sistema poderia confundir quem não sabe o que o ícone do del.icio.us significa?  isso pode aumentar a visibilidade do social bookmarking?</p>
<p>ela diz que não consegue perceber como isso pode ter algum sucesso e acha que a manutenção dessa integração pode gerar especulações de que o Yahoo! estaria favorecendo páginas do del.icio.us (o Yahoo! comprou o del.icio.us em 2005).</p>
<p>não sei, não sei. eu como uma boa entusiasta disso tudo acho que é um esforço primário, uma tentativa inicial de expandir a utilidade das tags aos que não tem contato com a folksonomia. se o sistema é deles, porque não usar? as duas coisas funcionam pra recuperar informações, porque não integrá-las? o problema é chegar a um uso confiável e eficiente, o que nem mesmo os sistemas de busca que não integram esse tipo de resultado ainda não conseguiram. enfim... esse post me inspirou. vou voltar pro meu artigo :P</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[e-compós]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/2007/12/07/e-compos/</link>
<pubDate>Fri, 07 Dec 2007 15:34:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
<guid>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/2007/12/07/e-compos/</guid>
<description><![CDATA[a e-compós 9 já está no ar. meu texto Hipertexto 2.0, folksonomia e memória coletiva: um estudo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>a <a href="http://www.compos.org.br/pagina.php?menu=56&#38;mmenu=" target="_blank">e-compós 9</a> já está no ar. meu texto <a href="http://www.compos.org.br/files/15ecompos09_MariaClaraAquino.pdf" target="_blank">Hipertexto 2.0, folksonomia e memória coletiva: um estudo das tags na organização da web</a> está lá :)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[I`m not crazy!!!!]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/2007/11/12/im-not-crazy/</link>
<pubDate>Mon, 12 Nov 2007 21:28:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
<guid>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/2007/11/12/im-not-crazy/</guid>
<description><![CDATA[Ahahahahahaha achei um trecho hilário de uma música, que descreve o que se passa na mente de uma c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ahahahahahaha achei um trecho hilário de uma música, que descreve o que se passa na mente de uma criatura que fica dois anos debruçada sobre o mesmo trabalho e começa a beirar a sandice lá pelos finalmentes. Claro, chega uma hora em que a gente pira o cabeção, acha que está tudo uma bela porcaria, começa a achar que é capaz da façanha impossível de reler tudo e tentar de outro jeito, corta, insere, modifica e, me digam, WHY?!?! Paranóia da braba.<br />
<em> Flexing vocabulary runs right through me<br />
The alphabet runs right from A to Z<br />
Conversations, hesatations in my mind<br />
You got my conscience asking questions that I can't find<br />
I'm not crazy<br />
I'm sure I aint done nothing wrong, no<br />
I'm just waiting, cuz I heard that this feeling won't last that long </em></p>
<p>Qualquer semelhança entre a música e o meu momento "espera-banca" é mera coincidência ahahahahahah :P Até porque é uma música de uma bandinha que eu acho que já até faleceu: All Saints (Never Ever). E também porque gente paranóica fica associando tudo com tudo, que nem eu fiz aqui :P</p>
<p>Mas enfim, o post é só pra dizer que eu estou viva, ainda não morri, nem desisti (sou brasileira e não desisto nunca!) e nem fui pra Disney coisa nenhuma. Não por falta de vontade, mas o CNPq negou meu pedido de auxílio descanso pós-entrega de dissertação. Parece que as justificativas não colaram :P</p>
<p>:)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[elearning e web 2.0]]></title>
<link>http://gigicogo.wordpress.com/2007/09/06/elearning-e-web-20/</link>
<pubDate>Thu, 06 Sep 2007 15:22:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>gigicogo</dc:creator>
<guid>http://gigicogo.wordpress.com/2007/09/06/elearning-e-web-20/</guid>
<description><![CDATA[Le &#8220;etichette&#8221; stanno generando discussioni infinite sulla materia dell&#8217;elearning ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Le "etichette" stanno generando discussioni infinite sulla materia dell'elearning e non si contano più le discussioni sul "sesso degli angeli":
<ul>
<li>elearning 2.0</li>
<li>informal learning</li>
<li>personal learning</li>
<li>deschooling</li>
<li>knowledge sharing</li>
</ul>
<p>.....insomma chiamiamola come vogliamo. Ma questa rivoluzione permette o no di fare ad ognuno come gli pare nell' aggregare e disaggregare gli "e_content" della conoscenza?</p>
<p>Mi sembra anche ovvio che, se stiamo fermi immobili e passivi rispetto ai modelli della didattica, tutto ciò viene vanificato e rimangono solo le "etichette" su cui discutere.</p>
<p>Per fortuna i guru ci vengono in aiuto.<br />Chi meglio di <a href="http://www.downes.ca/">Stephen Downes</a>, indiscusso GURU canadese della materia ce lo può spiegare?<br />Ecco quindi, grazie ai materiali pubblicati alla conferenza di Toronto del 14 Agosto, il pensiero di Stephen su didattica e web 2.0</p>
<p>Per approfondire il non facile, ma affascinante pensiero di Stephen, ripropongo il video e le slides che campeggiano sulla home page del suo sito.</p>
<p> <br></p>
<p>Appena sarà disponibile il video della conferenza canadese spero di pubblicarlo.</p>
<p>Ne hanno parlato anche: <a href="http://succedeacatepol.splinder.com/post/13704957/E-learning+2.0">Caterina</a> e <a href="http://www.fininformatica.it/wp/il-web-20-nella-scuola-non-le-learning-20/">Antonio</a>  che collaborano alla comunità di elearning italiana su <a href="http://www.slideshare.net/group/italian-elearning-bloggers">Slideshare</a>
<div class="blogger-post-footer">http://webeconoscenza.blogspot.com/</div>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
