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	<title>fernando-firmino &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/fernando-firmino/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "fernando-firmino"</description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 11:13:52 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[A convergência que falta é a de idéias]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/?p=379</link>
<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 17:31:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.pt-br.wordpress.com/2008/08/04/a-convergencia-que-falta-e-a-de-ideias/</guid>
<description><![CDATA[Hoje o André Deak discorre sobre a nova redação do Correio da Bahia, que promete integração ent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje o <a href="http://www.andredeak.com.br/2008/08/04/integracao-no-correio-da-bahia" target="_blank">André Deak discorre sobre a nova redação</a> do <a href="http://www.correiodabahia.com.br" target="_blank">Correio da Bahia</a>, que promete integração entre papel e on-line, entre outras inovações (meu colega <a href="http://gjol.blogspot.com/2008/07/nova-redao-multimdia-do-correio-da.html" target="_blank">Fernando Firmino já havia antecipado</a> algumas delas).</p>
<p>Sei, por experiência própria, que a convergência não acontece pura e simplesmente se colocarmos as pessoas juntas para trabalhar no mesmo ambiente. Mais do que a física, é a convergência de idéias que se faz necessária neste momento de indefinição sobre os novos rumos do jornal em papel.</p>
<p>O jornal baiano, por sinal, vai para as ruas muito em breve em seu novo formato, o 3030, que <a href="http://webmanario.wordpress.com/2008/06/06/se-o-futuro-do-jornal-e-isso-danou-se" target="_blank">apresentei aqui há dois meses</a>. É uma aposta, mas que está sendo tristemente vendida como "o futuro do jornal" _como disse, se o futuro do jornal passa por um produto em papel, então não é futuro, é presente.</p>
<p>Muito boa observação faz o Deak, que detecta a principal tarefa dos jornalistas do Correio da Bahia nesta nova fase: "desvincular o jornalismo produzido ali das pressões políticas do clã ACM, já que a família é dona do jornal. É preciso, ali, tanto demolir algumas paredes, mas também construir outras, para impedir que interesses alheios ao bom jornalismo cheguem ao editoral."</p>
<p>Essa determinação é bem mais importante que qualquer convergência ou suposta panacéia _travestida de novo formato_ que se possa apresentar ao leitor.</p>
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<title><![CDATA[Ciber.Comunica 3.0, parte III]]></title>
<link>http://herdeirodocaos.wordpress.com/?p=913</link>
<pubDate>Fri, 16 May 2008 03:08:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>herdeirodocaos</dc:creator>
<guid>http://herdeirodocaos.pt-br.wordpress.com/2008/05/16/cibercomunica-30-parte-iii/</guid>
<description><![CDATA[No último dia do Ciber.Comunica 3.0 boas palestras sobre jornalismo mobile e tecnologia bluetooth, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>No último dia do <a href="http://cibercomunicafja.wordpress.com/">Ciber.Comunica 3.0</a> boas palestras sobre jornalismo mobile e tecnologia bluetooth, com a presença de Macelo Medeiros e do amigo <a href="http://jornalismomovel.blogspot.com/">Fernando Firmino</a>. O aúdio das palestras estão <a href="http://herdeirodocaos.podomatic.com/">aqui</a>. Fiz uns vídeos com a máquina de Firmino, assim que ele publicar compartilho. Acompanhem também a cobertura realizada pelo <a href="http://cibercomunicafja.wordpress.com/">blog do evento</a>.</p>
<p>Medeiros abordou a temática "Sistema de Distribuição de Conteúdo Jornalístico via Conexão Bluetooth", onde fora evidenciado a função pós-massiva do bluetooth e como a distribuição de conteúdo configura-se por nichos de mercado e um público-alvo cada vez menor, o que demanda uma maior personalização da informação a ser distribuída.</p>
<p>Durante a palestra alguns pontos curiosos: bluetooth foi o sobrenome de um rei viking, Harald Bluetooth que se destacou por sua postura diplomática (bom de papo) na condução do reino no século X. O ícone do bluetooth representa a letra H e B do alfabeto nórdico. O raio de extensão da tecnologia alcança de 1 a 100 metros. A invasão de privacidade será um desafio para os produtores de conteúdo mas diversas pessoas e grupos usarão a tecnologia para o ciberativismo, arte, bate-papo e afins.</p>
<p>Medeiros apresentou a interessante proposta do "Bluetooth News" que fora apresentada ao Grupo A Tarde para utilizar a tecnologia bluetooth na distribuição do conteúdo jornalístico em Salvador. Fico na torcida para que o A Tarde feche a parceria e dê um passo importante para "atualizar" o jornalismo baiano.</p>
<p><span style="color:#008000;">Jornalismo Móvel</span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://herdeirodocaos.files.wordpress.com/2008/05/fernandofirmino.jpg"><img class="size-medium wp-image-914" src="http://herdeirodocaos.wordpress.com/files/2008/05/fernandofirmino.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Já <a href="http://jornalismomovel.blogspot.com/">Fernando Firmino</a> abordou a temática "jornalismo mobile" tema da tese do seu doutorado (in curso) De quebra ainda ganhei um demonstração das funcionalidades do Iphone. Já conhecia o aparelho, mas Firmino fez algumas observações interessantes sobre como o Iphone (e demais dispositivos móveis) poderá potencializar o "fazer" jornalismo em mobilidade, perspectivas sobre o 3G (acredita ele que a tecnologia terá um bom desenvolvimento no Brasil, visto que não temos a popularização das redes wifi, como em países da Europa e América do Norte, por exemplo).</p>
<p>Segundo ele, a mobilidade já estava presente na velha mídia, com a internet houve uma potencialização desta, principalmente no quesito portabilidade, tendo em vista os aparelhos celulares cada vez mais completos com ferramentas que permitem a criação e o envio <em>in loco</em> do fato/notícia. Para aqueles que ainda morrem de medo que a tecnologia acabe por esvaziar as redações, Firmino sinalizou que as redações fixas e móveis irão co-existir, exemplo bastante claro com a exibição do vídeo do <a href="http://jc.uol.com.br/tvjornal/2007/11/26/not_140232.php">projeto desenvolvido pelo Jornal do Commercio.</a></p>
<p>Firmino defendeu também a relação/efeito "remediação" das novas tecnologias de informação e comunicação com os <em>mass media</em>. Uma não surge para detonar a anterior, mas elas se complementam. E sinalizou que o contexto tecnológico, no qual está inserido o debate sobre jornalismo móvel é da Ubiqüidade – que tem como grande destaque a ultrapassagem dos limites temporais e geográficos, o que mudará a concepção e relação com o mundo. A metáfora aqui é a rede. O conhecimento valoriza a sabedoria das multidões e a produção coletiva de conteúdos. Esse movimento rompe com a concepção passiva das massas, para um público ativo, co-autor das mensagens e significados culturais.</p>
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