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	<title>fenabrave &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/fenabrave/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "fenabrave"</description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 11:02:29 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Financiamento de carros: a diferença entre Brasil e EUA em meio à crise]]></title>
<link>http://estrategiaempresarial.wordpress.com/?p=3400</link>
<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 21:52:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andrey Cocati</dc:creator>
<guid>http://estrategiaempresarial.pt-br.wordpress.com/2008/10/03/financiamento-de-carros-a-diferenca-entre-brasil-e-eua-em-meio-a-crise/</guid>
<description><![CDATA[Por enquanto é cedo para fazer uma avaliação de como os mercados vão reagir, mas uma amostra é ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Por enquanto é cedo para fazer uma avaliação de como os mercados vão reagir, mas uma amostra é que, enquanto nos <strong>EUA</strong> a <strong>Toyota</strong> <strong>decide financiar seus</strong> <strong><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/10/03/crise_leva_toyota_a_financiar_carros_a_juros_zero_nos_eua_1970068.html">automóveis a juros zero</a></strong>, por aqui o mercado toma medidas contrárias.</p>
<p>A própria <strong>Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores)</strong>, entidade que representa mais de 4 mil concessionárias do País divulgou através de seu presidente <strong>Sérgio Antonio Reze</strong>,  que o pretendente a <strong><a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/10/01/materia.2008-10-01.0744045990/view">financiar a compra de um carro atualmente</a></strong> vai pagar juros mais altos do que pagaria antes do início da turbulência no mercado.</p>
<p>Mas se a crise é americana, qual o motivo para esta disparidade, esta inversão nas medidas a serem tomadas pelo mercado?</p>
<p>Pelo simples fato de que em nosso País o crédito é caro e escasso. Sempre foi e assim vai ser sempre, porque o nosso governo gasta mais do que arrecada. Por isso o custo do dinheiro em nosso País sempre será mais caro!</p>
<p>Mesmo o governo diminuindo os <strong><a href="http://vocesa.abril.com.br/edicoes/65/pgart_01_25112003_5596.shl">depósitos compulsórios</a></strong> dos bancos, a necessidade de dinheiro será alto, pois a máquina governamental é inchada, onerosa e corrupta.</p>
<p>Vide as taxas de <strong><a href="http://www.xoimposto.com.br/?tag=aumento-de-arrecadacao">arrecadação do governo em impostos</a></strong> que nunca diminuem, o governo tira de um lado, mas aumenta de outro, como no caso da <strong>CPMF</strong>.</p>
<p>Aliás, a notícia da <strong><a href="http://www.estadao.com.br/economia/not_eco252484,0.htm">diminuição dos depósitos compulsórios</a></strong> foi feita ontem, o qual vai liberar 23,5 bilhões na economia.</p>
<p>Mas e o <strong><a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/06/27/materia.2008-06-27.2614205038/view">superávit primário que vem crescendo este ano de 2008</a></strong>, e superando a estimativa do próprio governo federal? Mesmo com a meta elevada, o governo continua gastando muito e mal.</p>
<p>O <strong>superávit primário</strong> é a diferença entre as receitas líquidas do governo e as despesas, sem considerar os gastos com os juros da dívida.</p>
<p>E estes juros estão altíssimos, como todos sabemos, portanto este enorme <strong>superávit primário</strong> não consegue pagar a totalidade dos juros que o governo é obrigado a pagar pelo dinheiro que empresta.</p>
<p>Um círculo vicioso e ruim para o País que o próximo presidente da república vai ter que encarar com seriedade e bom senso. Mesmo no atual governo tem gestores públicos e políticos que disseram ser uma perda de tempo manter o <strong>superávit primário</strong> em detrimento da economia, e muitos ainda acham salutar ter um pouco de inflação!</p>
<p>Concordo que sem este <strong>superávit primário</strong>, a nossa economia poderia estar muito pior com esta crise que se agrava, mas é necessário conter os gastos públicos, caso contrário, a tendência é uma piora em muitos indicadores cruciais para o pleno desenvolvimento de nossa economia, por completo diga-se.</p>
<p>Muitos analistas também divulgam que nós também temos um <strong><a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI12856-15223,00-O+RISCO+DO+SUBPRIME+BRASILEIRO.html">subprime brasileiro nos financiamentos de automóveis</a></strong>.</p>
<p>Acho pouco provável porque o tamanho deste mercado em relação ao <strong>PIB brasileiro</strong> é pequeno, em torno de 4,4% no mês de junho deste ano, com um montante de 129,8 bilhões de reais também no mesmo mês do ano. São números da <strong><a href="http://www.anef.com.br/">ANEF</a> (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras)</strong>. Acesse <strong><a href="http://www.anef.com.br/page.php?5">aqui</a></strong> o <strong>relatório da ANEF do 1º semestre de 2008</strong>.</p>
<p>E mesmo com relação à carteira dos bancos, a soma total dos empréstimos para financiamento de veículos não se constitui em risco para os mesmos e para o mercado nacional de crédito.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Parece que estou numa fortalezazinha"]]></title>
<link>http://outrapolitica.wordpress.com/?p=932</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 21:31:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Miguel Vieira</dc:creator>
<guid>http://outrapolitica.pt-br.wordpress.com/2008/07/21/parece-que-estou-numa-fortalezazinha/</guid>
<description><![CDATA[As tendências à segregação entre ricos e pobres encontraram um novo icone, nos últimos anos, no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://outrapolitica.files.wordpress.com/2008/07/mitsubishi-pajero-full-041.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-938" src="http://outrapolitica.wordpress.com/files/2008/07/mitsubishi-pajero-full-041.jpg?w=300" alt="" width="300" height="199" /></a>As tendências à segregação entre ricos e pobres encontraram um novo icone, nos últimos anos, nos SUVs (Sport Utility Vehicles), os 4X4 (por vezes blindados) que, como tanques de guerra, avançam pelas ruas e estradas brasileiras.</p>
<p>Embora os executivos das montadoras tentem racionalizar a venda de suas mercadorias, uma feliz proprietária deixa escapar seu sentimento mais profundo de se sentir mais segura em uma situação que seria, aparentemente, de guerra civil — leia na matéria abaixo, publicada no jornal <em>Folha de S.Paulo</em>.<!--more--></p>
<p><em>Por Tatiana Resende<br />
Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi2007200819.htm">Folha de S.Paulo</a>, 20/7/2008</em></p>
<p><strong>Brecados nos EUA, "jipões" ganham mercado no Brasil. </strong><strong>Venda de utilitários esportivos teve expansão de 55,2% no 1º semestre deste ano em relação a igual período de 2007. Alargamento nos prazos de financiamento e o litro da gasolina alheio à escalada do preço do barril de petróleo ajudam a explicar esse salto.</strong></p>
<p>Os utilitários esportivos, que até a recente alta do petróleo eram uma febre entre as famílias norte-americanas de classe média, começam a ganhar as ruas das cidades brasileiras. Os 66.909 SUVs (Sport Utility Vehicles) vendidos no primeiro semestre representam expansão de 55,2% em relação ao mesmo período de 2007, segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).</p>
<p>O alargamento nos prazos de financiamento e o litro da gasolina praticamente alheio à escalada do preço do petróleo no exterior ajudam a explicar esse salto. "Há uma forte tendência de que esse crescimento continue", prevê Sérgio Reze, presidente da Fenabrave, lembrando que os utilitários começaram a chegar ao mercado brasileiro timidamente na década de 1990, com a abertura das importações. A desvalorização do dólar ante o real também vem alavancando as vendas. "Os importados já não custam a fábula que custavam", afirma.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a crise econômica -que elevou o endividamento da população-, a disparada do preço da gasolina e o enfraquecimento da moeda estão levando os americanos a repensar as despesas inerentes a um veículo desse porte e as montadoras a frear a produção.</p>
<p>De acordo com a AIAM, associação internacional que reúne 14 fabricantes, a participação dos utilitários esportivos caiu de 13,1%, em 2006, para 11,9%, no ano passado, do total de veículos leves vendidos nos EUA. No mês passado, apenas 95.335 unidades foram comercializadas, contra 156.040 em junho de 2007. A participação passou de 10,8% para 8%.</p>
<p>No Brasil, a liderança é do Ecosport, da Ford, com 34,1% dos utilitários emplacados no primeiro semestre e preços a partir de R$ 48,2 mil. "Conseguimos "roubar" clientes de todos os segmentos: carros pequenos, médios, grandes, picapes", afirma Antonio Baltar, gerente-geral de marketing da montadora. Nesse período, 82% dos veículos vendidos eram 1.6 flex e o restante, da versão 2.0, movida a gasolina. "O grande fenômeno do mercado brasileiro é o modelo flex."</p>
<p>Segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), 87,6% dos automóveis e comerciais leves vendidos no primeiro semestre eram desse tipo.</p>
<h3><strong>Consumo</strong></h3>
<p>"A novidade nos Estados Unidos são os utilitários esportivos híbridos, a gasolina e com motor elétrico, o que possibilita menor consumo de combustível. Um SUV que faz 10 km [em um percurso urbano] com um litro de gasolina pode chegar a 15 km se tiver um motor elétrico", diz Marcelo Alves, professor de engenharia mecânica da USP (Universidade de São Paulo), que já considerou nessa conta o gasto de gasolina para carregar a bateria do motor. "Um automóvel faz por volta de 12 km."</p>
<p>Alves lembra que há ainda os utilitários a diesel, "combustível mais usado em caminhonetes", e os que usam o E85, álcool de milho com mistura de 15% de gasolina. "É o percentual necessário para permitir a partida mesmo em épocas de frio."</p>
<p>Para demonstrar como o Ecosport é eficiente, o executivo da Ford contabiliza que é possível rodar 11,4 km com um litro de gasolina em via urbana, contra 12,1 km com um Fiesta.<br />
Após cinco automóveis, a fotógrafa Ronny Giarelli, 42 anos, comprou em 2004 o primeiro utilitário esportivo, um Ecosport 1.6. "É muito prazeroso dirigir um carro mais alto", diz. Em abril deste ano, comprou a versão 2.0. Ela conta que se sente mais segura em um SUV - "parece que estou numa "fortalezazinha'"- e considera que o modelo que escolheu é econômico e passa uma imagem de jovialidade. "O carro tem que encaixar comigo."</p>
<p>Para Annuar Ali, vice-presidente do grupo Caoa, que comercializa a Hyundai no Brasil, a paixão dos brasileiros por utilitários "não é modismo". O Tucson, da montadora, movido a gasolina, foi o segundo modelo mais vendido no semestre. "Nossa garantia é de cinco anos", destaca como um dos diferenciais. Neste ano, o utilitário começa a ser produzido no país e os primeiros carros "made in Brazil" chegam ao mercado em 2009. Ainda assim, afirma, "flexfuel não consta de nosso plano atual".</p>
<p>Na terceira colocação no ranking de mais vendidos está o Pajero, da Mitsubishi, que ocupava a segunda posição no acumulado de 2007. Cerca de 25% são veículos importados.</p>
<p>Para Paulo Ferraz, presidente da montadora no Brasil, com um utilitário esportivo "a percepção de dirigir muda como um todo", o que inclui a forma de superar obstáculos urbanos corriqueiros como lombadas, entradas de garagem, buracos e ruas mal pavimentadas ou alagadas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Palio vs. Gol G4]]></title>
<link>http://designcinetico.wordpress.com/?p=25</link>
<pubDate>Tue, 27 May 2008 02:19:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>designcinetico</dc:creator>
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<description><![CDATA[

 Em relação a abril de 2007, crescimento é de 46,4% nas vendas; Gol lidera licenciamentos no m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://designcinetico.files.wordpress.com/2008/05/palio.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-26" src="http://designcinetico.wordpress.com/files/2008/05/palio.jpg" alt="" width="449" height="118" /></a></p>
<p><a href="http://designcinetico.files.wordpress.com/2008/05/261.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-27" src="http://designcinetico.wordpress.com/files/2008/05/261.jpg" alt="" width="449" height="118" /></a></p>
<p><strong> Em relação a abril de 2007, crescimento é de 46,4% nas vendas; Gol lidera licenciamentos no mês, seguido do Palio, de acordo com a Fenabrave</strong></p>
<p>Os números da Fenabrave  (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) divulgados ontem mostraram que abril foi o melhor mês  de vendas da história. Foram licenciados 248.945 automóveis  e comerciais leves, como picapes e vans, superando a marca  de outubro de 2007.<br />
O crescimento, em relação a  abril do ano passado, chegou a  46,4%. De janeiro a abril, os  866.463 veículos acumulam alta de 35,6% no confronto com o  mesmo período de 2007.<br />
No mês passado, os automóveis e comerciais leves bicombustíveis representaram  86,97% das vendas, de acordo  com os dados da entidade.<br />
Nas vendas para pessoa física, o Gol liderou os licenciamentos em abril (9.310), seguido do Palio, com 6.377 unidades comercializadas no mês. Completam os cinco mais vendidos o Corsa Sedan (4.866), Siena (4.331) e Fox (4.085).</p>
<p>Na divisão por montadora, a Fiat liderou as vendas no mês passado, com 25,3% de participação. Volkswagen (22,7%) e GM (22,0%) também têm mais de um quinto do mercado. Considerando apenas os licenciamentos para pessoa física, a posição se inverte nas duas primeiras colocações.<br />
A Fenabrave analisa também  as vendas por região. O Sudeste  concentrou 54,67% das vendas  no mês passado; o Sul, 17,97%.  Já o Nordeste respondeu por  14,07% dos licenciamentos.</p>
<p>fonte: Folha OnLine</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Vendas de automóveis de luxo aumentam 37,5% ]]></title>
<link>http://newscomex.wordpress.com/2008/03/07/vendas-de-automoveis-de-luxo-aumentam-375/</link>
<pubDate>Fri, 07 Mar 2008 14:36:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>newscomex</dc:creator>
<guid>http://newscomex.pt-br.wordpress.com/2008/03/07/vendas-de-automoveis-de-luxo-aumentam-375/</guid>
<description><![CDATA[
Os empresários do ramo automotivo estão rindo à toa. Ao todo, 2,4 milhões de veículos foram ve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>
Os empresários do ramo automotivo estão rindo à toa. Ao todo, 2,4 milhões de veículos foram vendidos no país em 2007, um crescimento de 27% em relação a 2006. Na Bahia, o cenário não foi diferente, pois o setor encerrou o ano com o melhor desempenho dos últimos tempos. Com o consumo em alta, o segmento bateu recorde de emplacamentos, resultado confirmado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo dados da entidade, foram emplacados no estado, em 2007, um total de 93.960 veículos, entre automóveis (78.769) e comerciais leves (15.191). Dentre os destaques, está a categoria de carros de luxo, que cada vez mais está ajudando a impulsionar as vendas no mercado baiano.</p>
<p>Surpreendentemente, o segmento que normalmente fica em último lugar no ranking de vendas, mas que dessa vez obteve desempenho superior aos demais, foi o de alto luxo. Modelos de grife famosas, com preços acima de R$100 mil, apresentaram crescimento de 37,5% nas vendas nacionais em 2007. Esse mercado de luxo, considerado a verdadeira “tropa de elite”, apesar de movimentar um volume pequeno de automóveis por ano, traz um retorno financeiro muito bom para os empresários, uma vez que eles custam caro. Considerando as oito marcas mais luxuosas vendidas no Brasil, a soma atingiu, em 2007, 8.351 unidades, ante 6.070 em 2006.</p>
<p>“Quem não podia comprar um veículo há três anos agora já pode comprar uma moto; quem comprava carro usado, agora está comprando um zero-quilômetro; e quem comprava um automóvel popular, agora está comprando um de luxo”, afirma o gerente geral da Morena Veículos (revendedora Ford), Daniel Carvalho. Maior poder aquisitivo da população; baixas taxas de juros; e prazos mais longos (de até 84 meses) são as principais condições para este desempenho favorável. Segundo ele, apesar de não existir um conceito único, carros de luxo são aqueles que custam acima de R$60 mil e têm mais itens de segurança. Na Ford, essa categoria é representada basicamente pelo Fusion e pelo Focus Ghia.</p>
<p>Carvalho diz que outro fator determinante para o incremento desta categoria “glamourosa” é a queda do dólar em relação ao real, uma vez que, no Brasil, os veículos importados representam mais da metade dos carros de luxo disponíveis para comercialização. “A baixa do dólar está impulsionando a oferta de importados. Um Ford Fusion, por exemplo, que é fabricado no México, custa hoje cerca de R$80 mil, há quatro anos não sairia por menos de R$100 mil“, garante ele, complementando que nunca se viu tantos automóveis de grife em Salvador como atualmente.</p>
<p>“Aqui já temos alguns Porches, Ferraris, Jaguar, Maseratis, além dos mais tradicionais, como Mercedes-Benz, Audi e BMW.”<br />
Segundo ele, somente em duas lojas da Morena em Salvador foram vendidos cerca de 140 Ford Fusion no ano passado, um crescimento de 15% em relação a 2006. “Não é à toa que a própria montadora Ford está investindo no seu mais novo carro de luxo, o Edge, um crossover que mistura duas categorias: utilitário esportivo e carro de passeio”, adianta. Empresários do setor acreditam que o Ford Edge, que está sendo fabricado no Canadá, deverá desembarcar no Brasil até o final deste ano. No mercado canadense, a versão SEL custa US$32 mil. Com impostos, transporte e margem de lucro, o Edge deve ser comercializado no Brasil por volta de R$150 mil.</p>
<p>O vice-presidente regional da Fenabrave, Luiz Pimenta, acredita que o aquecimento das vendas de carros de luxo no estado está atrelado a um maior nível de exigência dos consumidores baianos. “Quanto maior a renda, maior a facilidade de crédito, e conseqüentemente, maior o poder de barganha”, ressalta. Para Pimenta, apesar da Bahia ainda estar muito aquém, quando comparada com outros estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza e Recife, por exemplo, o estado está muito bem servido quando o assunto é automóveis de luxo. “Aqui podemos encontrar revendedoras das maiores marcas do ramo, como Mercedes-Benz, Audi, BMW, Honda, Toyota, Land Rover, Volvo, Citroën, além das tradicionais (Ford, GM, Volkswagen, Fiat, etc.).”</p>
<p>O supervisor de vendas da Sanave, revendedora Volkswagen que conta com três lojas em Salvador, Fulvio Santana, afirma que, apesar de não ser o foco da marca, as vendas de carros de luxo (Touareg, Passat, New Beetle, Bora, Golf e Jetta) está indo de vento em popa. “No ano passado vendemos cerca de 55 carros de luxo nas nossas três lojas, isso levando em consideração apenas os importados da Volkswagen, sendo o Jetta o carro mais vendido, com 30 unidades. Também, os preços caíram e muito por conta da desvalorização da moeda norte-americana. O New Beetle, por exemplo, passou de R$75 mil para cerca de R$67 mil”, informa ele, acrescentando que para este ano as expectativas são ainda melhores.</p>
<p>Fonte: Correio da Bahia</p>
<p>Postado por: <a href="http://www.newscomex.com.br">Newscomex</a> - Comércio Exterior e Logística</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SsangYong comemora melhor mês de vendas no Brasil]]></title>
<link>http://britescade.wordpress.com/?p=472</link>
<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 14:32:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thiago Alexandre</dc:creator>
<guid>http://britescade.pt-br.wordpress.com/2008/02/23/ssangyong-comemora-melhor-mes-de-vendas-no-brasil/</guid>
<description><![CDATA[
A sino-coreana SsangYong já comemorou em 2007 seu ano de melhores vendas no país, com 265 veícul]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:center;"><img src="http://britescade.wordpress.com/files/2008/02/ssang_06.jpg" alt="ssang_06.jpg" /></div>
<p><span class="noticialink">A sino-coreana SsangYong já comemorou em 2007 seu ano de melhores vendas no país, com 265 veículos entregues. E em janeiro acaba de cravar seu melhor mês.</span>Foram, segundo a marca, 80 veículos vendidos, 25% mais que os 64 de dezembro de 2007, que marcaram o recorde mensal anterior.</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://britescade.wordpress.com/files/2008/02/ssangyong-acteon-sports-2.jpg" alt="ssangyong-acteon-sports-2.jpg" height="271" width="501" /></div>
<p>Os veículos vendidos nas 11 concessionárias da marca dos dragões gêmeos são o Actyon Sports, uma picape de cabine dupla que emplacou 44 unidades em janeiro, e os SUVs Rexton (22 unidades) e Kyron (14 vendas). Já na primeira metade de fevereiro (11 dias úteis), a marca emplacou 22 veículos -- segundo a Fenabrave (federação dos distribuidores).</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://britescade.wordpress.com/files/2008/02/ssangyong-actyon-sports.jpg" alt="ssangyong-actyon-sports.jpg" height="333" width="500" /></div>
<p>O design ainda é polêmico (a SsangYong sabe disso, alíás) e os nomes não ajudam muito, mas os veículos da marca têm seus atrativos. Todos possuem tração nas quatro rodas e são muito bem equipados de série. Começam em R$ 94.500 (a picape), chegando a R$ 159.900 (o Rexton automático para sete pessoas).</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://britescade.wordpress.com/files/2008/02/ssskyro.jpg" alt="ssskyro.jpg" /></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"><img src="http://britescade.wordpress.com/files/2008/02/sssrexton_lge.jpg" alt="sssrexton_lge.jpg" height="273" width="485" /></div>
]]></content:encoded>
</item>

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