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	<title>estudo-de-caso &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/estudo-de-caso/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "estudo-de-caso"</description>
	<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 08:49:41 +0000</pubDate>

	<generator>http://wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[LTSP em ambiente corporativo com sucesso]]></title>
<link>http://diariosl.wordpress.com/?p=40</link>
<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 16:53:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flavio</dc:creator>
<guid>http://diariosl.pt-br.wordpress.com/2008/09/08/ltsp-em-ambiente-corporativo-com-sucesso/</guid>
<description><![CDATA[Escrevo alguns artigos para sites estrangeiros também.
Para os geeks de plantão, recomendo forteme]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Escrevo alguns artigos para sites estrangeiros também.</p>
<p>Para os geeks de plantão, recomendo fortemente que aprendam inglês, pelo menos o suficiente para ler. Infelizmente a maioria dos bons artigos são escritos nessa língua.</p>
<p>De vez em quando eu mando alguma coisa pro pessoal do <a href="http://www.linux.com" target="_blank">linux.com</a> e um dos artigos meus fala sobre uma implementação com sucesso do LTSP - <em>Linux Terminal Server Project</em>, pra quem não conhece o LTSP permite que uma máquina seja uma espécie de servidor que roda todas as aplicações desktop, de forma que você possa montar uma rede inteira aproveitando hardware obsoleto ou, se for comprar, usar <em>thin clients</em> que são máquinas leves, mais baratas e econômicas em energia.</p>
<p>O que o LTSP faz é criar um servidor de boot através do protocolo tftp, ou seja, as máquinas terminais irão fazer o boot "lendo" os dados pela rede e não diretamente do disco rígido. Após o boot, os terminais rodam o servidor X (isso mesmo, o servidor X roda no terminal) apenas para a apresentação gráfica dos programas. Os programas em si rodam todos no servidor LTSP, que oviamente tem que ser uma máquina mais poderosa.</p>
<p>O case completo, em inglês, está disponível ao alcance do seu mouse clicando <a href="http://www.linux.com/feature/120292" target="_blank">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudo de Caso]]></title>
<link>http://monografandoufrgs.wordpress.com/?p=52</link>
<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 17:48:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcia Benetti</dc:creator>
<guid>http://monografandoufrgs.pt-br.wordpress.com/2008/09/06/estudo-de-caso/</guid>
<description><![CDATA[
Estudo de Caso não é exatamente uma metodologia, e sim uma estratégia de pesquisa. Não basta qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;   &#60;![endif]--><!--[if !mso]&#62;--></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;">Estudo de Caso não é exatamente uma metodologia, e sim uma estratégia de pesquisa. Não basta que você tenha um objeto empírico para que tenha “um estudo de caso”. Para que este assim se configure, deve cumprir certas exigências:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;"> </span></p>
<ul>
<li><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;">ser um estudo intensivo;</span></li>
<li><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;">preservar o caráter único do objeto investigado;</span></li>
<li><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;">ocorrer no ambiente natural do objeto;</span></li>
<li><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;">ser limitado quanto a tempo, eventos ou processos.</span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;">O Estudo de Caso pode trabalhar com um caso, ou dois, ou três. No caso de comparações, deve ter um foco bastante específico, geralmente em um processo que seja comum aos casos investigados. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;">Você pode decidir avaliar o histórico de uma instituição, fazendo um Estudo de Caso de tipo Histórico. Pode querer recuperar a biografia de alguém relevante para o campo em que estuda, caracterizando um Estudo de Caso de tipo Biográfico. Pode escolher analisar uma comunidade, fazendo então um Estudo de Caso de tipo Comunitário. Ou pode trabalhar por comparação, analisando os mesmos elementos em dois contextos diferentes, caracterizando um Estudo de Caso por Comparação. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;">Importa aqui compreender duas coisas: 1) nem sempre, quando temos um objeto, temos de fato um Estudo de Caso; 2) todo Estudo de Caso requer uma combinação de métodos e técnicas de coletas de dados. Talvez você tenha que lidar com Pesquisa Documental, Entrevista, Etnografia, Análise de Conteúdo, Narrativa ou de Discurso, por exemplo.<span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;"><strong>Para ler sobre Estudo de Caso, recomenda-se: </strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;">DUARTE, Marcia Yukiko Matsuuchi. Estudo de caso. In: DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio (org.). <em>Métodos e técnicas de pesquisa em Comunicação.<span style="font-style:normal;"> São Paulo</span><span style="font-style:normal;">: Atlas, 2005.</span></em></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;">FACHIN, Odília. <em>Fundamentos de metodologia.</em> 4.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;">GIL, Antonio Carlos. <em>Métodos e técnicas de pesquisa social.</em> 5.ed. São Paulo: Atlas, 1999.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;">GIL, Antonio Carlos. <em>Como elaborar projetos de pesquisa.</em> 4.ed. São Paulo: Atlas, 2002.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;">PÁDUA, Elisabete Matallo Marchesini de. <em>Metodologia da pesquisa:</em> abordagem teórico-prática. 6.ed. São Paulo: Papirus, 2000.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;">PÉREZ SERRANO, Gloria. <em>Investigación cualitativa:</em> métodos y técnicas. Buenos Aires: Editorial Docencia, 1994.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;">TRIVIÑOS, Augusto Nibaldo Silva. <em>Introdução à pesquisa em ciências sociais:</em> a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1997.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Candara;">YIN, Robert K. <em>Estudo de caso:</em> planejamento e métodos. 3.ed. Porto Alegre: Bookman, 2005.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudo de caso - Cliente: Clinica de olhos – Vistamédica]]></title>
<link>http://sysmed.wordpress.com/?p=11</link>
<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 23:30:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>wagnerbl</dc:creator>
<guid>http://sysmed.pt-br.wordpress.com/2008/08/21/estudo-de-caso-cliente-clinica-de-olhos-%e2%80%93-vistamedica-2/</guid>
<description><![CDATA[
Intra-estrutura atual:
As unidades possuem links dedicados de 2 Mbps com ponto concentrador na sede]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE                           &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;                                                                                                                                            &#60;![endif]--></p>
<h2 class="MsoNormal"><em>Intra-estrutura atual:</em></h2>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;">As unidades possuem links dedicados de 2 Mbps com ponto concentrador na sede (que ficam na unidade um).</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;">Todos os computadores possuem o sistema operacional Windows XP.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;">Os sistemas legados foram construídos em Delphi.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;">Os bancos de dados são Firebird (nas unidades adquiridas) e Paradox na unidade Sede.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;line-height:normal;">Existe um portal Web onde são disponibilizados o histórico de consultas, horários de novas consulta e<span> </span>reagendamento.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudo de caso - Cliente: Clinica de olhos – Vistamédica]]></title>
<link>http://sysmed.wordpress.com/?p=7</link>
<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 23:27:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>wagnerbl</dc:creator>
<guid>http://sysmed.pt-br.wordpress.com/2008/08/21/estudo-de-caso-cliente-clinica-de-olhos-%e2%80%93-vistamedica/</guid>
<description><![CDATA[
Problemas relatados:
Empresa que iniciou suas atividades em 1995, e aos seis anos de sua formação]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE                           &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;                                                                                                                                            &#60;![endif]--></p>
<h2 class="MsoNormal"><em>Problemas relatados:</em></h2>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Empresa que iniciou suas atividades em 1995, e aos seis anos de sua formação adquiriu uma concorrente (Clinica de olhos Boa Vista), 2 anos mais tarde adquiriram outra empresa (Oftoclin). Até o presente momento mantiveram os sistemas legados de cada empresa e decidiram unificar os sistemas médicos e padronizar as clinicas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por que a loja vizinha deu certo?]]></title>
<link>http://armanrulla.wordpress.com/?p=21</link>
<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 14:36:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Armando Ferraz Santos</dc:creator>
<guid>http://armanrulla.pt-br.wordpress.com/2008/06/10/por-que-a-loja-vizinha-deu-certo/</guid>
<description><![CDATA[Por: Colunista
10/06/08 - 08h00
InfoMoney ( http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?cod]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span>Por: Colunista<br />
10/06/08 - 08h00<br />
InfoMoney ( <span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><a href="http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=1110251&#38;path=/seunegocio/"><span style="color:#800080;">http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1110251&#38;path=/seunegocio/</span></a> </span>)</p>
<p></span></p>
<div id="HOTWordsTxt">Uma grande rede de supermercados decide abrir uma loja bem próxima de outra, no mesmo bairro, com praticamente os mesmos serviços e sortimento. Os dois estabelecimentos estão situados em áreas nobres, com consumidores de alto poder aquisitivo. No entanto, a grande surpresa - negativa, por sinal - é descobrir que, enquanto uma ia de vento em popa, a outra não conseguia se firmar. Por quê?</p>
<p>Qual o erro cometido, já que ambas oferecem iguais serviços e mix de produtos? A resposta fundamental para a questão está no desconhecimento dos perfis específicos dos clientes de cada unidade, como renda, nível educacional, hábitos, estilo de vida, valores pessoais ou faixa etária.</p>
<p><strong>Focos diferentes</strong><br />
De fato, no exemplo acima, apesar de as unidades estarem localizadas na mesma região geográfica e atenderem clientela com o mesmo poder de compra, critério comumente e muitas vezes o único levado em conta pelos varejistas para definir as estratégias comerciais, uma recebe pessoas de faixa etária mais alta, cujas expectativas e necessidades eram plenamente atendidas.</p>
<p>Em contrapartida, o público da loja que não vai bem é de jovens, com predileção por bebidas isotônicas, jogos eletrônicos, produtos esportivos etc., que não estavam disponíveis para compra. Encontrado o problema, foram feitas adaptações e o faturamento cresceu substancialmente.</p>
<p>"O exemplo real acima é uma clara demonstração de que não apenas as grandes redes do varejo, mas principalmente os pequenos e médios supermercadistas devem constantemente pesquisar, analisar e identificar o perfil detalhado de seus clientes", explica Claudio Czapski, superintendente da Associação ECR Brasil. Ou seja, é necessário saber para quem se está vendendo.</p>
<p>Não é à toa que esteja tão em voga o conceito de clusterização, derivado da palavra de origem inglesa cluster, que significa aglomerado, grupo e que consiste da adequação do sortimento, atendimento e serviços de cada loja aos diferentes grupos de consumidores.</p>
<p><strong>Identificando o perfil</strong><br />
Na prática, o conceito é muito utilizado atualmente para identificar o perfil de determinado agrupamento de clientes, de acordo com características como renda, valores, estilo de vida, faixa etária e escolaridade.</p>
<p>Outros atributos como hábitos de consumo e fluxo em determinados horários do dia ou períodos da semana permitem conhecer os costumes e comportamentos do público.</p>
<p>"Qualquer supermercadista, independentemente do tamanho, pode se beneficiar da clusterização, como meio de padronização e de diferenciação, tendo como ganho direto o aumento da competitividade", diz Lílian Regina Barreto Pereira, do Grupo Pão de Açúcar.</p>
<p>Ela explica que o supermercadista deve ter parâmetros claros para determinar o sortimento adequado para cada unidade ou grupo de lojas, levando em conta aspectos como regionalidade, perfil sócio-econômico ou comportamental (compra de passagem, para reabastecimento etc.) e tamanho.</p>
<p><strong>Antes das mudanças...</strong><br />
Antes, porém, de estabelecer as mudanças é necessário definir quais delas terão impacto significativo na avaliação que os clientes têm do estabelecimento. "O atrelamento de margem de preço, sortimento e serviços, de acordo com cada cluster, traz ganhos de eficiência, produtividade e de satisfação dos clientes", enfatiza Lilian.</p>
<p><strong>A sigla ECR</strong> representa um movimento global, nascido nos Estados Unidos, por meio do qual integrantes de toda a cadeia de abastecimento (varejo, atacado, distribuidores, indústria, serviços e outros), independentemente de marcas, preços ou participação de mercado, trabalham em conjunto em busca de padrões comuns para a melhoria dos processos, redução de custos, aumento da eficiência e, principalmente, atender às necessidades dos consumidores.</p>
<p>Para mais informações, consulte o site www.ecrbrasil.com.br</p></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tá dificil interagir com a tv!]]></title>
<link>http://karinedrumond.wordpress.com/?p=52</link>
<pubDate>Thu, 01 May 2008 14:52:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>karinedrumond</dc:creator>
<guid>http://karinedrumond.pt-br.wordpress.com/2008/05/01/ta-dificil-interagir-com-a-tv/</guid>
<description><![CDATA[
Compraram um Tv Lcd nova la para a sala! Legal&#8230; como estava sem &#8220;antena&#8221;  (que co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://karinedrumond.wordpress.com/files/2008/05/image0093.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-58" src="http://karinedrumond.wordpress.com/files/2008/05/image0093.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Compraram um Tv Lcd nova la para a sala! Legal... como estava sem "antena"  (que coisa mais antiga) e sem o aparelhinho digital (que custa ainda quase metade do preço da tv), fui testar a configuração, interaface de tela, controle... essas coisas que só mesmo uma designer de interação para ter paciência e curiosidade para isso .... Bom a primeira tela foi esta "coisa" aí de baixo:</p>
<p><!--more--></p>
<p><a href="http://karinedrumond.wordpress.com/files/2008/05/image0051.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-60" src="http://karinedrumond.wordpress.com/files/2008/05/image0051.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a href="http://karinedrumond.wordpress.com/files/2008/05/image004.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-61" src="http://karinedrumond.wordpress.com/files/2008/05/image004.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>E as perguntas e observações, dentre várias, diante destas telas, são:</p>
<p>• Porque ainda (em tempos de tv digital e consequente aumento da interatividade tv - usuário) essas telas ainda tem esta cara de "sistema feito-para sitema-para-niguém mais entender"?</p>
<p>• Dentre vários consigo citar rapidamente alguns problemas gritantes de usabilidade:</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>1</strong>- Os ícones, muito mal desenhados, são quase que dispensáveis já que não dizem quase nada;</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>2</strong>- A linguagem é claramente orientada ao sistema e não ao usuário, além de ser mista; uma hora é inglês outra português.</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>3</strong>- A indicação da forma de interagir com a interface não é clara (clicar na setinha da direita do controle para ativar uma tela, clicar no botão "confirmar" no controle).</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>4</strong>- A indicação que aparece na tela, também não ajuda muito. Esta forma de interagir (atraves do controle) definitivamente não tem um bom <em>mapeamento</em> (exige um esforço grande cognitivo para "decorar os comando"), exige muita "tentativa e erro"</p>
<p><strong>O Controle Remoto</strong></p>
<p>O controle merece quase que um post específico, pois existem várias perguntas.</p>
<p>• Porque os controles não podem ser mais divertidos?</p>
<p>• Este controle por ex, possui vários problemas de usabilidade:</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>1</strong>- Linguagem voltada para sistema;</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>2</strong>- Muito grande e pesado. Para ativar os botões das "pontas" você tem que ficar deslizando a mão para lá e para cá, o que além de "chato" pode fazer com que ele escorregue da mão (o que já vi acontecendo inúmeras vezes)</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>3</strong>- Muitos comandos. Quantos comandos você relamente usa em um controle de tv?</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>4</strong>-E se ele for usado no escuro? Não dá para enxergar nada!</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>5</strong>- O material não é apropriado para queda (o que mais cai na minha sala é o controle remoto, e na sua?)</p>
<p><strong>Conclusões</strong></p>
<p>• As interface definitivamente não é projetada centrada no usuário</p>
<p>• Não existe preocupação alguma com a comunicabilidade, usabilidade e acessibilidade;</p>
<p>• Uma pesquisa sobre o tema poderia render boas soluções</p>
<p>• É preciso repensar o estilo de interação atual</p>
<p>• Não é pensado no contexto de uso real das pessoas no dia a dia.</p>
<p><strong>Em que a tv digital pode influenciar nestes novos estilos de interação?</strong></p>
<h5>obs.: este post me lembrou sobre os guidelines que o Nielsen fez para Interface de filmes DVD e que eu vi em um post que o <a href="http://zeroseis.com.br/blog/usabilidade-de-menu-de-dvd">Fabricio</a>, meu colega na Latitude, fez.</h5>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um corpo que cai.]]></title>
<link>http://tocadolontra.wordpress.com/2008/04/22/um-corpo-que-cai/</link>
<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 11:11:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lontra</dc:creator>
<guid>http://tocadolontra.pt-br.wordpress.com/2008/04/22/um-corpo-que-cai/</guid>
<description><![CDATA[ 
Estou, neste momento, inaugurando uma nova seção aqui na Toca. Trata-se, como diz a categoria-]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div> </div>
<div>Estou, neste momento, inaugurando uma nova seção aqui na Toca. Trata-se, como diz a categoria-mais-óbvia-impossível, de algum caso com relevância jurídica, ou não, que me interessou de alguma maneira e eu gostaria de comentar alguns fatos ao caso relacionados. É, eu sei que não é nenhuma novidade isso, pois eu já fiz algo parecido no post sobre os bandidos que invadem prédios públicos. A diferença é que, agora, isso vai ser uma espécie de coluna fixa e periódica, embora não seja possível determinar a freqüência da mesma.</div>
<div> </div>
<div>O caso de hoje (parece introdução ao Linha Direta, eu sei, não foi proposital) é o famosíssimo caso Isabela (ou Isabella, ou Isabele, ou Isabelle, tanto faz, vocês sabem quem é, ou foi...). Então, esse é um caso legal, não só porque está dando um certo trabalho para os advogados, mas por tudo o que acompanha o caso, como a super-exposição da família, os repórteres tumultuando tudo e a burrice comum ao brasileiro, tratando tudo como se fosse sua novela preferida.</div>
<div> </div>
<div>Vamos por partes, como poderia dizer o Dr. Farah (bem lembrado: o caso Jorge Farah também é divertido e talvez mereça aparecer por aqui, um dia). Continuando, vamos falar da exposição da família na mídia e, ao mesmo tempo tudo junto, dos repórteres tumultuando tudo. Isso, claro, no próximo parágrafo, ou este aqui corre o riso de ficar titânico. Então mexa na rodinha do mouse, faz favor.</div>
<div> </div>
<div>Bem vindos a este parágrafo! Todo mundo sabe, ou deveria saber, que nossa Constituição Federal (CF) garante a todos (ouviram bem: a TODOS) o direito à imagem e à intimidade. Só pelo que eu disse até aqui já dá para achar alguns pequenos deslizes que acompanham o caso da guria que virou notícia e que todo mundo tá com peninha dela, tadinha. Em algum momento a família Nardoni teve algum sossego, desde o passamento da menina? Os malditos dos repórteres estão em cima deles o tempo todo, na porta do prédio onde se deu o ocorrido, na porta da delegacia, onde quer que eles tentem ir, lá está um desses expemplares de que a natureza, ao contrário do que Darwin acreditava, não é perfeita.</div>
<div> </div>
<div>Apesar de nossa CF nos conceder certos direitos, tem gente que não tem a menor noção de respeito e acaba violando os mesmos. É inadmissível o que acontece frente à delegacia. Aquele bando de sanguessugas na porta barrando a passagem do casal que tem que ir lá dentro prestar depoimento é abominável. Se eu estou no lugar do depoente, já chegaria acompanhado de alguns amigos e baixando o pau nos fotógrafos, cameramen e qualquer um que quisesse se aproveitar da minha imagem sem minha autorização.</div>
<div> </div>
<div>"Nossa, como você é troglodita! Vem cá, seu neanderthal, você já ouviu falar em liberdade de imprensa?"</div>
<div> </div>
<div>Sim, ó pacóvio, já ouvi falar em liberdade de imprensa. Sabe o que eu acho? Uma tremenda de uma bosta. Não tenho nada contra quem quer veicular notícias. É um direito da população receber notícias e se manter informada do que está ocorrendo pelo mundo. Mas a sua liberdade de imprensa, como qualquer direito que exista, não é absoluta. O direito à informação não pode passar por cima do direito à imagem e à intimidade. Vocês, repórteres (que chamaria de filhos do demônio, caso eu acreditasse na existência do mesmo), estão violando um direito constitucionalmente garantido e, sendo eu o advogado do casal Nardoni, vocês já estariam pagando uma módica quantidade de dinheiros por devassar, sem nenhuma razão ou direito, a intimidade da família. E não me venha com "questão de relevância pública" que isso não cola e vocês não são o Poder Judiciário para resolver o que é ou não caso de desconsideração, em favor da coletividade, de alguns direitos individuais.</div>
<div> </div>
<div>Bom, já falei um pouco do que penso acerca de dois aspectos do caso. Agora vem o mais divertido, que é xingar o povo brasileiro, um esporte que dá muito prazer e deveria ter até Copa do Mundo, ao invés dessa besteira de ficar vendo 22 manés correndo atrás de um objeto sem nenhuma utilidade prática, feito uns cachorrinhos brincando com o dono. Patético, esse negócio de futebol.</div>
<div> </div>
<div>Mas sim, eu ia começar a falar mal do brasileiro. Então vamos lá. Brasileiro é um povo burro mesmo. E, confesso, não fiquei nada surpreso ao ver, em algum jornal televisivo qualquer, que um grupo de pessoas tentou invadir o prédio em que o casal Nardoni está hospedado. Não fiquei supreso, porque sei que tem gente que é tão estúpida que fica dando conselhos para os atores bonzinhos da sua novela preferida, confundindo, como só os otários conseguem, o ator e a personagem. Tem quem chegue ao absurdo de agredir o ator que representa o vilão de uma novela, tamanha é a incapacidade desta pessoa de separar a realidade da ficção. Um dia vou dedicar um post só a esse tema.</div>
<div> </div>
<div>Para quem ainda não sabe do ocorrido, ontem um grupo de indivíduos (não tenho coragem de chamar tais animais de pessoas) tentou entrar no prédio onde se encontra o casal Nardoni pela garagem, aproveitando-se do momento em que um outro morador do prédio estava saindo. Isso sem falar dos inúmeros cartazes que outros elementos deixam pelo muro do prédio, dando ao porteiro e ao segurança do mesmo o trabalho extra de limpar a fachada do prédio que os medíocres fazem questão de sujar.</div>
<div> </div>
<div>AÍ! Teve um grupo que tentou invadir um prédio particular para atacar o senhor Alexandre Nardoni! Sou eu, ou as pessoas estão gostando desse negócio de invadir os lugares, achando que estão certos? Não estão não! Quem entra em propriedade que não é sua sem autorização é bandido. Organizar um grupo para cometer crimes é formação de quadrilha. Tá lá no Código Penal, pode olhar.</div>
<div> </div>
<div>"Ah, tio Lontra, mas no CP está escrito 'crimes'; eles só queriam cometer um crime, que é bater no Alexandre até ele ficar irreconhecível, então isso não é formação de quadrilha."</div>
<div> </div>
<div>Como você é inteligente! Ô, anta, são pelo menos dois crimes envolvidos, ou você acha que eles vão ser convidados pela família a entrar? Lógico que não. Então estamos falando de uma invasão de propriedade privada e de um linchamento. São dois crimes, então se alguns bandidos se unem para cometê-los está caracterizada a formação de quadrilha. Ou grupo de extermínio, se eu fosse o Promotor do caso. Grupo de extermínio não tem certas regalias.</div>
<div> </div>
<div>Vem cá! Algum dos envolvidos na invasão é parente da Isa? Acho que não. Então, oh, Senhor, o que é que esse povo tem a ver com o negócio? Por que é que não vão cuidar da própria vida?</div>
<div> </div>
<div>A resposta (sim, é uma só) para essas perguntas é simples: porque brasileiro é burro. Mas não é burro "só triscando" não, como dizem por aqui. É um povo burro com força. Velho, acorda! Nem eu, nem você, nem ninguém tem nada a ver com isso. Você me viu fazer uma só crítica ao casal Nardoni neste texto? Não, porque eu não tenho nada para falar contra eles. São pessoas de bem e devem ser tratados como tal, pois isso é outro direito constitucionalmente garantido: o direito de não ser considerado culpado até o advento de sentença condenatória transitada em julgado.</div>
<div> </div>
<div>"Ah, Lontra, mas a polícia já disse e já provou que foi o pai da menina que fez isso, então ele é culpado sim."</div>
<div> </div>
<div>Não, ô sua mula, ainda não é culpado de coisa nenhuma. A CF diz claramente "após sentença transitada em julgado", o que quer dizer que tem que ter a Ação Penal ainda, o que nem começou. E não basta só isso. O juiz tem que declará-lo culpado e essa declaração tem que se tornar irrecorrível, só aí é que o réu de um processo pode ser tratado como culpado. Até lá, ele é inocente e é uma pessoa de bem, como já falei antes. Aqui não vale o popular "inocente até que se prove o contrário". A prova já está aí, mas nenhum juiz falou a respeito, então eles são inocentes.</div>
<div> </div>
<div>Senhoras e senhores, tomem muito cuidado com o que vocês dizem por aí. Se algum de vocês disser "foi o pai que matou a menina" e o juiz (no caso, o júri) declará-lo inocente, você cometeu o crime de Calúnia, que é acusar alguém de ter cometido um crime que essa pessoa não cometeu. E você pode responder por isso penalmente e ainda ter que pagar uma indenização por danos morais, por chamar alguém inocente de criminoso.</div>
<div> </div>
<div>Acho que é só (só, você diz?) isso. Comentem à vontade, mas não se esqueçam que os comentários aqui são moderados. Não, eu não vou censurar sua opinião (é, significa que você pode discordar de mim e até me xingar), mas vou censurar seu comentário se for muito ofensivo a outros comentaristas. É claro que eu estou supondo que alguém vá ler este texto, o que duvido, mas, se alguém o ler e quiser comentar, já estão avisados.</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De zero a 10 bilhões em sete anos]]></title>
<link>http://armanrulla.wordpress.com/?p=20</link>
<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 13:28:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Armando Ferraz Santos</dc:creator>
<guid>http://armanrulla.pt-br.wordpress.com/2008/02/05/de-zero-a-10-bilhoes-em-sete-anos/</guid>
<description><![CDATA[O Google é um fenômeno cultural. O nome da empresa entrou para dicionários de língua inglesa no ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">O Google é um fenômeno cultural. O nome da empresa entrou para dicionários de língua inglesa no ano passado como um verbo sinônimo de buscas na internet. É também um fenômeno como poucos já vistos no mundo dos negócios. </span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">A empresa faturou US$ 10 bilhões em 2006 e segue crescendo a uma velocidade que deixa os analistas estupefatos e os acionistas eufóricos. A ação foi lançada a US$ 85 e, hoje, dois anos e meio depois, vale mais de US$ 460. </span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">No começo deste século, o Google era apenas uma idéia. Uma idéia genial, capaz de colocar ordem no caos crescente chamado world wide web. Mas, ainda assim, apenas uma idéia. Essa transformação de um projeto acadêmico em uma das empresas mais admiradas do mundo, capaz de ditar os rumos de setores inteiros da economia, é uma história formidável. A decisão pelo formato de links patrocinados, os pequenos textos de duas linhas que aparecem no canto da página de resultados, ilustra como essa abordagem matemática deu origem a uma das empresas mais inovadoras de nosso tempo. Mas tudo começou com uma cópia.</span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"><!--more--></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">"No início, ninguém sabia qual seria o modelo da empresa", diz Omid Kordestani, vice-presidente sênior de vendas e novos negócios da companhia. Embora para o grande público a imagem persistente do Google seja a dos fundadores, Larry Page e Sergey Brin, é o iraniano Kordestani quem leva o título de "fundador do negócio" da empresa. Ele foi o 12° contratado pelo Google, quando a equipe se amontoava numa sala perto da Universidade Stanford e a bolha da internet estava prestes a estourar. Enquanto a dupla Page e Brin se concentrava nas questões técnicas, Kordestani foi o responsável por descobrir como o Google ganharia dinheiro. </span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">No início, valia tudo. "Até pensamos em vender banners ou patrocínios, como os portais tradicionais", disse ele. Mas esse modelo tinha dois problemas. O primeiro era montar uma equipe de vendas. O Google não tinha nem os recursos nem o desejo de reproduzir a estrutura das empresas de mídia tradicional, diz Kordestani. Também não era uma opção, pelo menos inicialmente, ceder à publicidade tradicional. "Os fundadores insistiam que os anúncios deveriam ter somente texto e seriam relacionados à busca", relata o jornalista John Battelle em seu livro A Busca, que conta a história da empresa. Ou, como resume Kordestani, demonstrando o espírito que prevalece em todas as decisões da empresa: "Queríamos tratar a publicidade como tratamos a informação. Ela deveria ser útil para nosso usuário".</span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Foi aí que surgiu a inspiração dos links patrocinados. A idéia não era exatamente nova. O primeiro a atrelar publicidade às palavras buscadas pelos internautas foi um empreendedor chamado Bill Gross, fundador do site GoTo.com. Mas foram os rapazes do Google que adicionaram um elemento revolucionário a essa fórmula. Hoje, essa nova forma de publicidade é uma máquina de fazer dinheiro. Além de leiloar as palavras-chave, o Google decidiu ordenar os links também pela quantidade de cliques recebidos. Dessa maneira, o segundo colocado no leilão poderia aparecer em primeiro lugar caso seu anúncio fosse mais procurado pelos internautas. Numa só tacada, a empresa conseguiu maximizar suas receitas e melhorar a relevância da publicidade exibida. Além disso, os engenheiros desenvolveram um sistema online para que os próprios anunciantes gerenciassem suas campanhas. A combinação da relevância dos links patrocinados com a automação fez a procura por essa nova forma de publicidade explodir.</span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">"Talvez tivéssemos feito dinheiro mais rápido com banners", diz Kordestani. "Ninguém sabia, àquela altura, que o modelo seria tão bem-sucedido." Mas não demorou para que os números começassem a aparecer no balanço. Em 2001, a empresa faturou US$ 85 milhões. No ano seguinte, quando estreou seu novo sistema de links patrocinados, o faturamento chegou perto dos US$ 450 milhões. Cinco anos depois, atingiu 10 bilhões. Além de consolidar a idéia de que a publicidade online pode ser mensurável, o Google também foi um dos primeiros negócios a lucrar com o que hoje se conhece como a cauda longa: dezenas de milhares de negócios que jamais teriam condições de comprar um anúncio na TV ou no rádio, mas que, juntos, representam um novo e enorme mercado anunciante na rede. Como todas as operações são feitas automaticamente e o sistema pode ser replicado em qualquer mercado do mundo, o Google cresce com a internet.</span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Com sua participação decisiva em uma das mais bem-sucedidas empresas deste século, Kordestani, de 45 anos, já entrou para a lista dos homens mais ricos do mundo. Sua fortuna pessoal é estimada em US$ 2,1 bilhões. Sobre a melhor decisão que já tomou na empresa, ele não hesita: "Ter entrado para o Google".</span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<div align="center">
<table border="0" width="300" cellPadding="0" cellSpacing="0" style="border-collapse:collapse;margin:auto auto auto 2.25pt;" class="MsoNormalTable">
<tr>
<td style="background:#ececec;border:#cccccc 1pt solid;padding:3.75pt;"><b><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Por trás dos links patrocinados</span></b><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"></span></td>
</tr>
<tr>
<td style="border-right:#cccccc 1pt solid;border-top:#d4d0c8;border-left:#cccccc 1pt solid;border-bottom:#cccccc 1pt solid;background-color:transparent;padding:3.75pt;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Os pequenos anúncios de duas linhas representam 90% da receita do Google — e são eficientes graças a muita tecnologia</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="border-right:#cccccc 1pt solid;border-top:#d4d0c8;border-left:#cccccc 1pt solid;border-bottom:#cccccc 1pt solid;background-color:transparent;padding:3.75pt;"><b><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Leilão</span></b><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><br />
Os links são atrelados a palavras-chave, como “câmera digital”. O anunciante que oferece mais aparece em primeiro lugar, mas só paga se o usuário clicar no anúncio.</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="border-right:#cccccc 1pt solid;border-top:#d4d0c8;border-left:#cccccc 1pt solid;border-bottom:#cccccc 1pt solid;background-color:transparent;padding:3.75pt;"><b><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Rede</span></b><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><br />
Além de publicar links patrocinados em suas páginas, o Google criou uma rede de milhares de sites, que vão de simples blogs ao The New York Times. Eles exibem os anúncios também e ficam com parte da receita.</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="border-right:#cccccc 1pt solid;border-top:#d4d0c8;border-left:#cccccc 1pt solid;border-bottom:#cccccc 1pt solid;background-color:transparent;padding:3.75pt;"><b><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Relevância</span></b><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><br />
O preço oferecido não é o único critério para determinar a ordem de exibição. Os anúncios mais clicados recebem prioridade, o que maximiza as receitas do Google.</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="border-right:#cccccc 1pt solid;border-top:#d4d0c8;border-left:#cccccc 1pt solid;border-bottom:#cccccc 1pt solid;background-color:transparent;padding:3.75pt;"><b><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Automação</span></b><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><br />
A maioria absoluta dos anunciantes são pequenas empresas. Elas podem gerenciar suas campanhas online sozinhas, usando uma série de ferramentas gratuitas criadas pelo Google.</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="border-right:#cccccc 1pt solid;border-top:#d4d0c8;border-left:#cccccc 1pt solid;border-bottom:#cccccc 1pt solid;background-color:transparent;padding:3.75pt;"><b><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Vídeo e áudio</span></b><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><br />
O Google já testa a tecnologia em emissoras de TV da Califórnia. A idéia é examinar o conteúdo de um vídeo e determinar automaticamente qual é o anúncio mais relevante para ser exibido.</span></td>
</tr>
</table>
</div>
<div align="center"></div>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span><strong><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">CASE PUBLICADO PELA <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0889/gestaoepessoas/m0125039.html" title="Revista Exame">REVISTA EXAME</a> escrito por Sergio Teixera Jr.</span></strong><span style="font-size:10pt;"></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Fábula dos Porcos Assados ]]></title>
<link>http://armanrulla.wordpress.com/2007/12/13/a-fabula-dos-porcos-assados/</link>
<pubDate>Thu, 13 Dec 2007 16:53:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Armando Ferraz Santos</dc:creator>
<guid>http://armanrulla.pt-br.wordpress.com/2007/12/13/a-fabula-dos-porcos-assados/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Certa vez, aconteceu um incêndio num bosque onde havia alguns porcos, que foram assados pelo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="left">"Certa vez, aconteceu um incêndio num bosque onde havia alguns porcos, que foram assados pelo fogo. Os homens, acostumados a comer carne crua, experimentaram e acharam deliciosa a carne assada. A partir daí, toda vez que queriam comer porco assado, incendiavam um bosque... Até que descobriram um novo método."</p>
<p>Mas o que quero contar é o que aconteceu quando tentaram mudar o SISTEMA para implantar um novo. Fazia tempo que as coisas não iam lá muito bem: às vezes, os animais ficavam queimados demais ou parcialmente crus. O processo preocupava muito a todos, porque se o SISTEMA falhava, as perdas ocasionadas eram muito grandes - milhões eram os que se alimentavam de carne assada e também milhões os que se ocupavam com a tarefa de assá-los. Portanto, o SISTEMA simplesmente não podia falhar. Mas, curiosamente, quanto mais crescia a escala do processo, mais parecia falhar e maiores eram as perdas causadas.</p>
<p>Em razão das inúmeras deficiências, aumentavam as queixas. Já era um clamor geral a necessidade de reformar profundamente o SISTEMA. Congressos, seminários e conferências passaram a ser realizados anualmente para buscar uma solução. Mas parece que não acertavam o melhoramento do mecanismo. Assim, no ano seguinte, repetiam-se os congressos, seminários e conferências.<br />
<!--more--></p>
<p>As causas do fracasso do SISTEMA, segundo os especialistas, eram atribuídas à indisciplina dos porcos, que não permaneciam onde deveriam, ou à inconstante natureza do fogo, tão difícil de controlar, ou ainda às árvores, excessivamente verdes, ou à umidade da terra ou ao serviço de informações meteorológicas, que não acertava o lugar, o momento e a quantidade das chuvas.</p>
<p>As causas eram, como se vê, difíceis de determinar - na verdade, o sistema para assar porcos era muito complexo. Fora montada uma grande estrutura: maquinário diversificado, indivíduos dedicados exclusivamente a acender o fogo - incendiadores que eram também especializados (incediadores da Zona Norte, da Zona Oeste, etc, incendiadores noturnos e diurnos - com especialização matutina e vespertina - incendiador de verão, de inverno etc). Havia especialista também em ventos - os anemotécnicos. Havia um diretor geral de assamento e alimentação assada, um diretor de técnicas ígneas (com seu Conselho Geral de Assessores), um administrador geral de reflorestamento, uma comissão de treinamento profissional em Porcologia, um instituto superior de cultura e técnicas alimentícias (ISCUTA) e o bureau orientador de reforma igneooperativas.</p>
<p>Havia sido projetada e encontrava-se em plena atividade a formação de bosques e selvas, de acordo com as mais recentes técnicas de implantação - utilizando-se regiões de baixa umidade e onde os ventos não soprariam mais que três horas seguidas.</p>
<p>Eram milhões de pessoas trabalhando na preparação dos bosques, que logo seriam incendiados. Havia especialistas estrangeiros estudando a importação das melhores árvores e sementes, o fogo mais potente etc. Havia grandes instalações para manter os porcos antes do incêndio, além de mecanismos para deixá-los sair apenas no momento oportuno.</p>
<p>Foram formados professores especializados na construção dessas instalações. Pesquisadores trabalhavam para as universidades para que os professores fossem especializados na construção das instalações para porcos. Fundações apoiavam os pesquisadores que trabalhavam para as universidades que preparavam os professores especializados na construção das instalações para porcos etc.</p>
<p>As soluções que os congressos sugeriam eram, por exemplo, aplicar triangularmente o fogo depois de atingida determinada velocidade do vento, soltar os porcos 15 minutos antes que o incêndio médio da floresta atingisse 47 graus e posicionar ventiladores gigantes em direção oposta à do vento, de forma a direcionar o fogo. Não é preciso dizer que os poucos especialistas estavam de acordo entre si, e que cada um embasava suas idéias em dados e pesquisas específicos.</p>
<p>Um dia, um incendiador categoria AB/SODM-VCH (ou seja, um acendedor de bosques especializado em sudoeste diurno, matutino, com bacharelado em verão chuvoso) chamado João resolveu dizer que o problema era muito fácil de ser resolvido - bastava, primeiramente, matar o porco escolhido, limpando e cortando adequadamente o animal, colocando-o então numa armação metálica sobre brasas, até que o efeito do calor - e não as chamas - assasse a carne.</p>
<p>Tendo sido informado sobre as idéias do funcionário, o diretor geral de assamento mandou chamá-lo ao seu gabinete, e depois de ouví-lo pacientemente, disse-lhe: "Tudo o que o senhor disse está muito bem, mas não funciona na prática. O que o senhor faria, por exemplo, com os anemotécnicos, caso viéssemos a aplicar a sua teoria? Onde seria empregado todo o conhecimento dos acendedores de diversas especialidades?".</p>
<p>"Não sei", disse João.</p>
<p>"E os especialistas em sementes? Em árvores importadas? E os desenhistas de instalações para porcos, com suas máquinas purificadores automáticas de ar?".</p>
<p>"Não sei".</p>
<p>"E os anemotécnicos que levaram anos especializando-se no exterior, e cuja formação custou tanto dinheiro ao país? Vou mandá-los limpar porquinhos? E os conferencistas e estudiosos, que ano após ano têm trabalhado no Programa de Reforma e Melhoramentos? Que faço com eles, se a sua solução resolver tudo? Heim?".</p>
<p>"Não sei", repetiu João, encabulado.</p>
<p>"O senhor percebe, agora, que a sua idéia não vem ao encontro daquilo de que necessitamos? O senhor não vê que se tudo fosse tão simples, nossos especialistas já teriam encontrado a solução há muito tempo atrás? O senhor, com certeza, compreende que eu não posso simplesmente convocar os anemotécnicos e dizer-lhes que tudo se resume a utilizar brasinhas, sem chamas! O que o senhor espera que eu faça com os quilômetros e quilômetros de bosques já preparados, cujas árvores não dão frutos e nem têm folhas para dar sombra? Vamos, diga-me?".</p>
<p>"Não sei, não, senhor".</p>
<p>"Diga-me, nossos três engenheiros em Porcopirotecnia, o senhor não considera que sejam personalidades científicas do mais extraordinário valor?".</p>
<p>"Sim, parece que sim".</p>
<p>"Pois então. O simples fato de possuirmos valiosos engenheiros em Porcopirotecnia indica que nosso sistema é muito bom. O que eu faria com indivíduos tão importantes para o país?"</p>
<p>"Não sei".</p>
<p>"Viu? O senhor tem que trazer soluções para certos problemas específicos - por exemplo, como melhorar as anemotécnicas atualmente utilizadas, como obter mais rapidamente acendedores de Oeste (nossa maior carência) ou como construir instalações para porcos com mais de sete andares. Temos que melhorar o sistema, e não transformá-lo radicalmente, o senhor, entende? Ao senhor, falta-lhe sensatez!".</p>
<p>"Realmente, eu estou perplexo!", respondeu João.</p>
<p>"Bem, agora que o senhor conhece as dimensões do problema, não saia dizendo por aí que pode resolver tudo. O problema é bem mais sério e complexo do que o senhor imagina. Agora, entre nós, devo recomendar-lhe que não insista nessa sua idéia - isso poderia trazer problemas para o senhor no seu cargo. Não por mim, o senhor entende. Eu falo isso para o seu próprio bem, porque eu o compreendo, entendo perfeitamente o seu posicionamento, mas o senhor sabe que pode encontrar outro superior menos compreensivo, não é mesmo?".</p>
<p>João, coitado, não falou mais um a. Sem despedir-se, meio atordoado, meio assustado com a sua sensação de estar caminhando de cabeça para baixo, saiu de fininho e ninguém nunca mais o viu.</p>
<p>Por isso é que até hoje se diz, quando há reuniões de Reforma e Melhoramentos, que falta o Bom-Senso."</p>
<p><em>Artigo originalmente publicado em Juício a La Escuela Cirigliano, Forcade Tilich Editorial Editorial Humanitas – Buenos Aires, 1976</em> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudo de Caso: IdéiasNet]]></title>
<link>http://transtec.wordpress.com/2007/08/11/estudo-de-caso-ideiasnet/</link>
<pubDate>Sat, 11 Aug 2007 17:09:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>marciadepaula</dc:creator>
<guid>http://transtec.pt-br.wordpress.com/2007/08/11/estudo-de-caso-ideiasnet/</guid>
<description><![CDATA[Estudo do modelo de negócios da IdéiasNet (http://www.ideiasnet.com.br).
    A Ideiasnet é uma ho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo do modelo de negócios da <strong>IdéiasNet</strong> (http://www.ideiasnet.com.br).</p>
<blockquote><p><font color="#ff6600"><em>    A Ideiasnet é uma holding de participação em companhias de Tecnologia da Informação (TI)</em></font></p></blockquote>
<p>Ok. O que isso significa?</p>
<p>Primeiro, <em><strong>holding</strong></em> significa controlar. Uma holding nada mais é que uma sociedade que participa de outras sociedade com o objetivo de controlá-las. Simples não? ;)</p>
<p>Os motivos que justificam a formação de uma <em>holding</em> são vários. Desde descentralização da administração até redução legal de carga tributária. Uma holding também pode chegar a controlar um capital muito maior do que o seu!</p>
<p>Uma <strong><em>holding de participação</em></strong> é aquela que possui em sua carteira de investimentos além do próprio exercício de controle, participações irrelevantes. É apenas uma diversificação, entendeu?</p>
<blockquote><p><em><font color="#ff6600">A Ideiasnet  atua na indústria de Private Equity e Venture Capital.</font></em></p></blockquote>
<p><em><strong>Private Equity</strong></em> é uma opção de financiamento para pequenas e médias empresas. É uma opção a empréstimos "tradicionais" (ex. bancos) que fornecem condições poucos competitivas como taxas de juros altas e curto prazo de pagamento.</p>
<p>Nessa história há três protagonistas:</p>
<ul>
<li><font color="#000080">os investidores:</font> a fonte de todo o dinheiro! Ajudam a passar confiança ao mercado.. :D</li>
<li><font color="#000080">os administradores do fundo:</font> pessoas experientes, com visão para negócios, finanças, administração, etc. Sabem como fazer uma empresa crescer..</li>
<li><font color="#000080">a empresa: </font>em troca de ser promissora e a longo prazo rentável, ganhará investimento e pessoas experientes que opinarão sobre os rumos da empresa.</li>
</ul>
<p>Podemos resumir os fundos <em><strong>Private Equity</strong></em> assim:<br />
Os PE são instrumentos que consistem basicamente na reunião de um grupo de investidores, através da criação de um fundo de investimentos, que adquire relevantes participações em pequenas e médias empresas (geralmente de capital fechado), com as quais desenvolvem parcerias ativas, participando da administração e adicionando valor à empresa. No momento em que a empresa atinja maior grau de desenvolvimento, o fundo de Private Equity aliena a sua participação, obtendo os retornos financeiros objetivados para seu investimento.</p>
<p style="position:absolute;top:5566px;left:138px;">&#160;</p>
<p>Para conhecer melhor sobre estatísticas a respeito dos fundos PE no país, aconselho a leitura de [3]. No mercado brasileiro, a expectativa é que o PE se firme como uma das formas de investimento de médio-longo prazo em alta. Para o investidor, é uma opção de risco com elevado potencial de retorno. Para as empresas, pode representar uma fonte de capital necessária para atingir planos de crescimento.</p>
<p>Em resumo: uma mão lava a outra! :)</p>
<p><span class="texto">A empresa também criou o IdeasVentures para  analisar, investir e acompanhar as empresas nos estágios iniciais (<em>Seed, Start-Up e Growth</em>). A função desta sub-holding é agregar valor a estas organizações e vender participações das mesmas quando conveniente para o acionista Ideiasnet.</span></p>
<blockquote><p><font color="#ff6600"><em>A Ideiasnet possui suas ações negociadas na Bovespa (“IDNT3”), posicionada como veículo para investimento de longo prazo em TI no Brasil.</em></font></p></blockquote>
<p>Proxima explicação: por que então abrir capital na bolsa se o próprio private equity já serve como captação de recursos?</p>
<p>Continua... =)</p>
<p><span class="texto"></span><strong>Referências:</strong><br />
[1] Lúcio Feijó Lopes. <a href="http://amanha.terra.com.br/secoes/artigos/20060922.asp">Brasil: terreno promissor para o private equity.</a><br />
[2] Ruy Kameyama.<a href="http://www.capitalderisco.gov.br/Pdf/Ruy_Kameyama.pdf">Visão geral das atividades de private equity</a><br />
[3] Carvalho, Ribeiro, Furtado. A Indústria de Private Equity e Venture Capital: Primeiro Censo brasileiro.</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
