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	<title>estado-de-spaulo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "estado-de-spaulo"</description>
	<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 07:29:01 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Eleitores de baixa renda, a força da petista]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=691</link>
<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 15:22:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
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<description><![CDATA[20 de julho - Estadão
Alckmin e Kassab, ao contrário, destacam-se no eleitorado acima dos 5 salár]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>20 de julho - Estadão</strong></p>
<p>Alckmin e Kassab, ao contrário, destacam-se no eleitorado acima dos 5 salários mínimos</p>
<div id="corpoNoticia">
<div class="ImagemMateria"></div>
<p>A história se repete. Os pontos fortes de Marta Suplicy estão na população de mais baixa renda (até 5 salários mínimos), mais baixa escolaridade (até a 8ª série do ensino fundamental) e, quase sempre, entre os mais jovens. Já as forças de Geraldo Alckmin e Gilberto Kassab, que se originam na mesma liga político-partidária, aumentam à medida que a pesquisa sobe dos segmentos de renda e escolaridade médios para altos.</p>
<p>Um bom exemplo disso é que Marta registrou 43% de preferência de voto entre os que têm da 5ª à 8ª séries, mas ficou com apenas 21% entre os que têm ensino superior. Subiu a 39% entre os que ganham até 2 salários mínimos, mas caiu para 26% entre os que recebem acima de 5 salários mínimos. Os índices de Alckmin, no sentido inverso, variaram de 24% (entre os que têm da 5ª à 8ª séries) a 42% (entre os que têm ensino superior).</p>
<p>Kassab, no mesmo compasso da linhagem tucana, fica com 7% entre os que cursaram até a 8ª série, mas chega a atingir 16% entre os que têm ensino superior; entre os que ganham até 5 salários mínimos, não passa de 9%, mas vai bater em 14% entre os que ganham acima de 5 salários mínimos.</p>
<p>Alckmin venceu com facilidade no centro (43% a 31%), na zona norte (34% a 29%), na zona oeste (34% a 23%) e na zona sul I (41% a 22%); Marta ganhou na zona leste I (48% a 23%) e na zona sul II (47% a 25%). Na zona leste, Maluf roubou o terceiro posto de Kassab.</p>
<p>Marta, curiosamente, é a candidata dos homens: ostenta uma preferência de 36% entre os eleitores do sexo masculino e de apenas 32% no universo eleitoral feminino, que ela tanto defendeu em seus tempos de sexóloga. Já com Alckmin funciona ao contrário: seu potencial de votos é sustentado, basicamente, pelo eleitorado feminino, que lhe promete uma preferência de 35%; já os homens lhe atribuem apenas 27%.</p>
<p>Nas simulações de segundo turno aparecem com clareza os pontos fortes e fracos dos candidatos. Marta venceria Alckmin con certa facilidade (49% a 41%) entre os que têm até a 4ª série do ensino fundamental; mas perderia feio (61% a 31%) entre os que têm curso superior. Sua fragilidade nos segmentos de mais alta renda e escolaridade é tão grande que ela perderia até para Kassab num hipotético segundo turno por 56% a 32% entre os que têm curso superior.</p>
<p><strong>INCÓGNITAS</strong></p>
<p>A pesquisa traz duas incógnitas, registra Márcia Cavallari, diretora do Ibope. Uma delas é que a maior força de Marta e do PT não aparece claramente no segmento extremo de mais baixa escolaridade (até a 4ª série do ensino fundamental), como aconteceu nas disputas eleitorais de 2004 e 2006, mas no segmento ligeiramente acima do extremo. Na simulação de primeiro turno, Marta alcançou 43% no segmento que vai da 5ª à 8ª séries e apenas 35% entre os que cursaram até a 4ª série; em sentido inverso, o desempenho de Alckmin é melhor no segundo segmento citado (26%) e pior no primeiro (24%).</p>
<p>A segunda incógnita é a baixa intenção de voto em Kassab, uma vez que ele continua recebendo uma boa avaliação do eleitorado, segundo demonstra a pesquisa: 36% dos paulistanos a consideram ótima ou boa (índice menor que a preferência de voto por Marta), 34% a reputam regular e 28% dizem que é ruim ou péssima. Isso quer dizer que 26% dos paulistanos consideram sua gestão ótima ou boa, mas não decidiram votar nele.</p></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ibope dá 34% a Marta e 31% a Alckmin na corrida em S. Paulo]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=689</link>
<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 15:20:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
<guid>http://campanha2008.pt-br.wordpress.com/2008/07/20/ibope-da-34-a-marta-e-31-a-alckmin-na-corrida-em-s-paulo/</guid>
<description><![CDATA[20 de julho - Estadão
Em um eventual segundo turno, tucano teria 47% e petista, 43%, revela pesquis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>20 de julho - Estadão</strong></p>
<p>Em um eventual segundo turno, tucano teria 47% e petista, 43%, revela pesquisa feita para o <em>Estado</em></p>
<div class="grupoC2">Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</div>
<div id="corpoNoticia">
<div class="ImagemMateria"></div>
<p>Os candidatos Marta Suplicy (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB) apareceram tecnicamente empatados na disputa pela Prefeitura de São Paulo, com ligeira vantagem para Marta, que teve 34%, contra 31% de Alckmin, segundo pesquisa contratada pelo Estado e pela TV Globo e realizada pelo Ibope.</p>
<p><img src="http://www.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" border="0" alt="link" /><a href="http://www.estadao.com.br/nacional/not_nac208738,0.htm" target="_blank"><span style="text-decoration:underline;">Confira mais dados da pesquisa</span></a></p>
<p>Em terceiro lugar aparece o prefeito Gilberto Kassab (DEM), candidato à reeleição, com 10%, também em empate técnico com o ex-prefeito Paulo Maluf (PP), que teve 9%. Soninha Francine (PPS) registrou 2%. Como a margem de erro da pesquisa é de 3 pontos porcentuais, Marta pode ter de 31% a 37%, e Alckmin, de 28% a 34%, o que demarca um ponto de intersecção entre as possíveis variações dos dois.</p>
<p>Num hipotético segundo turno, Alckmin apareceu à frente de seus dois principais rivais. Contra Marta, registrou 47% a 43%, em situação de empate técnico; contra Kassab venceria por 35 pontos - 58% a 23%. Marta, por sua vez, superaria Kassab por 16 pontos - 51% a 35%. O porcentual de indecisos na pesquisa estimulada é muito baixo, considerando o tempo que resta até as eleições - só 8% disseram que votarão em branco ou nulo e apenas 4% ainda não decidiram em quem votar. Nessa situação, para crescer um candidato não terá alternativa senão tomar votos de oponentes que estão à sua frente.</p>
<p>Isso pode não ser fácil para os que têm índices de rejeição mais altos. A maior dificuldade será de Maluf: 61% declaram que não votariam nele "de jeito nenhum". O segundo índice de rejeição mais elevado é de Marta, que sofre restrições de um terço do eleitorado - 33% dos paulistanos disseram que não votariam nela. O terceiro índice de rejeição, de 28%, é de Kassab.</p>
<p>O atual prefeito, no entanto, tem um consolo: dos candidatos competitivos, continua sendo o menos conhecido do eleitorado, atesta Márcia Cavallari, diretora do Ibope, e, na leitura das manifestações de vontade do eleitor, o desconhecimento se soma à rejeição. Soninha Francine apresentou uma rejeição mediana: 17%.</p>
<p>Alckmin tem o mais baixo índice de rejeição entre os candidatos competitivos: apenas 13% declararam que não votariam nele (seu índice mais alto esteve entre os que têm curso superior - 16%). O índice de rejeição permite estimar se um candidato pode almejar eleger-se a um cargo majoritário ou não, ensinam os especialistas. A chance se esgota se a rejeição beirar os 40%, o que complica Maluf e acende luz amarela para Marta.</p>
<p>Na pesquisa espontânea, em que os eleitores devem mencionar um candidato sem nenhuma sugestão do entrevistador, Marta manteve a liderança, já agora fora da margem de empate técnico. Ela alcançou 24% das citações, enquanto Alckmin teve 17% e Kassab chegou a 7%. Maluf reuniu 4% e Soninha Francine, 1%. Os outros candidatos não atingiram 1%.</p>
<p>Na pesquisa espontânea, o número de indecisos é maior: 11% afirmam que votariam em branco ou nulo e 34% não souberam ou não quiseram mencionar nenhum candidato - total de 45% de eleitores ainda indefinidos.</p>
<p>A avaliação dos governos estadual e federal demonstram que o governador José Serra e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderão ser bons eleitores. O governo Serra é ótimo ou bom para 41% do eleitorado, regular para 37% e ruim ou péssimo para 18%. Já a avaliação do governo Lula é bem superior: 48% de ótimo/bom, 28% de regular e 22% de ruim/péssimo.</p></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bilhete único (EDITORIAL)]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=687</link>
<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 15:18:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
<guid>http://campanha2008.pt-br.wordpress.com/2008/07/20/bilhete-unico-editorial/</guid>
<description><![CDATA[19 de julho - Estadão
O prefeito Gilberto Kassab, candidato à reeleição, ampliou o tempo de vali]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>19 de julho - Estadão</strong></p>
<p>O prefeito Gilberto Kassab, candidato à reeleição, ampliou o tempo de validade do bilhete único, cartão magnético que atualmente permite a realização de quatro viagens no sistema de transporte público da capital, no prazo de duas horas, ao custo único de R$ 2,30. A partir do dia 28, os passageiros terão uma hora a mais para viajar pagando a tarifa única. A decisão elevará em R$ 80 milhões os subsídios mensais da Prefeitura de São Paulo para cobrir as gratuidades do bilhete único. Hoje, esses custos já ultrapassam os R$ 300 milhões.</p>
<p>Ao anunciar a medida, Gilberto Kassab explicou que a elevação do subsídio será compensada pelas economias decorrentes da melhor gestão do sistema de transporte. Segundo ele, a administração municipal se dedicou a combater as fraudes realizadas com o bilhete único, o que proporcionou economia de R$ 120 milhões nos últimos anos. Houve também redução de R$ 100 milhões no custo do sistema, em decorrência do reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos. Ao controlar com rigor a construção de novos terminais, a Prefeitura também reduziu custos em pelo menos R$ 40 milhões.</p>
<p>Com isso, o prefeito pretendeu rebater as inevitáveis críticas por lançar a medida em período de campanha eleitoral. "Não podemos ser levianos de apresentar despesas sem a contrapartida de receitas." De fato, o que os paulistanos esperam, com relação ao transporte público, não é um debate eleitoral, mas medidas que melhorem um serviço vital para a população.</p>
<p>É bastante ponderável, por exemplo, o argumento de que, antes de ampliar o prazo de validade do bilhete, o que aumentará consideravelmente a demanda no sistema, a Prefeitura deveria investir na construção de corredores e na compra de equipamentos que assegurassem maior eficiência do serviço, com conforto e segurança para os passageiros. Ao estimular o maior uso do sistema nas condições atuais, a administração municipal condenará os passageiros a viajar como "sardinhas em lata", a enfrentar longa espera nos pontos e a perder horas em congestionamentos.</p>
<p>Em 2007, mais de 2,7 bilhões de viagens foram realizadas em aproximadamente 15 mil ônibus, microônibus e vans de São Paulo. Esses altos números contrastam com os baixos índices de qualidade dos serviços. Tradicionalmente, os ônibus municipais apresentam a pior avaliação dos usuários entre os três modais (trens metropolitanos, ônibus e metrô), em pesquisa anual feita pela Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP). No ano passado, apenas 42% aprovaram os serviços prestados.</p>
<p>Os investimentos no setor nunca obedecem a um planejamento lógico. Geralmente são tímidos em relação às necessidades da capital paulista e desconexos.</p>
<p>Na administração Marta Suplicy, foi elaborado um projeto de reforma que previa a distribuição racional da frota, vias exclusivas para a circulação dos veículos de transporte público, renovação da frota e tecnologia de ponta para o controle dos itinerários, velocidade e horários dos ônibus.</p>
<p>Mas a meta de instalar 325 quilômetros de corredores de ônibus exclusivos até 2008 não foi cumprida. Marta Suplicy deixou a Prefeitura, a administração Serra/Kassab não deu continuidade ao projeto e abandonou os corredores já construídos. Hoje, a cidade conta pouco mais de 100 quilômetros de vias segregadas para os ônibus, a frota não foi totalmente renovada e a tecnologia GPS para controle dos veículos funciona precariamente. Nos últimos dez anos, a quantidade de veículos particulares aumentou 25% na cidade e a malha viária cresceu menos de 6%. Para que o transporte público substitua o carro particular - condição para que o nó do trânsito seja desfeito - a Prefeitura teria, primeiro, de ampliar a estrutura do sistema de ônibus e aperfeiçoar o seu controle operacional. Somente depois disso as autoridades deveriam estimular o uso do transporte público. Invertendo essa ordem, aumentará o número de descontentes com o transporte público que, se puderem, irão usar o carro particular.</p>
<p>A ampliação do prazo de validade do bilhete único vem em hora errada.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bilhete único de 3 horas não é eleitoreiro, sustenta Kassab]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=683</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 21:34:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
<guid>http://campanha2008.pt-br.wordpress.com/2008/07/18/bilhete-unico-de-3-horas-nao-e-eleitoreiro-sustenta-kassab/</guid>
<description><![CDATA[18 de julho - Estadão


Medida anunciada ontem pelo prefeito custará R$ 80 milhões por ano ao Tes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>18 de julho - Estadão</strong></p>
<div class="tlSecao"></div>
<div id="c">
<p>Medida anunciada ontem pelo prefeito custará R$ 80 milhões por ano ao Tesouro</p></div>
<div class="grupoC2">Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</div>
<div class="ImagemMateria"><img src="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080718/img/11.15.imagem_kassab.jpg" alt="" /></div>
<p>A 80 dias do primeiro turno das eleições municipais, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) anunciou ontem o aumento de duas para três horas o tempo de validade do bilhete único na cidade. A medida vai beneficiar cerca de 800 mil pessoas, especialmente os moradores das regiões mais afastadas, que usam diariamente o transporte público - ônibus, trem e metrô.</p>
<p>A mudança custará aos cofres municipais R$ 80 milhões por ano e entrará em vigor no dia 28. A ampliação da validade era uma reivindicação antiga dos moradores dos bairros mais distantes do centro, onde Kassab busca ampliar sua votação num eleitorado majoritariamente petista.</p>
<p>Criação da ex-prefeita Marta Suplicy, candidata do PT à prefeitura, hoje o bilhete único permite ao passageiro fazer até quatro viagens - com direito a integração com trem e metrô - no prazo de duas horas pagando somente uma tarifa. Com a grande distância entre a periferia e o centro e o aumento dos congestionamentos, o benefício acabou perdendo alcance.</p>
<p>Candidato à reeleição, Kassab negou que a medida tivesse caráter eleitoreiro. Disse que o prazo foi estendido graças ao resultado de "boa gestão". "É evidente que não tem vinculação eleitoral. Tem vinculação com o êxito das nossas medidas administrativas que possibilitam apresentar ao usuário do sistema público de transporte, em especial aquele que mora na periferia, a oportunidade de fazer a sua viagem com uma única passagem", justificou o candidato, após debate à tarde promovido pelo portal IG.</p>
<p>Segundo Kassab, a renúncia de receita decorrente da medida não irá comprometer o orçamento nem resultará em futuros reajustes na tarifa dos ônibus municipais - hoje em R$2,30. A mudança, ele disse, é "fruto da austeridade" da administração municipal em relação ao uso do dinheiro público.</p>
<p>Em março, o governo municipal anunciou medidas contra fraudes no uso do bilhete único. Em três meses, segundo Kassab, impediu desvios de R$ 10 milhões por mês. A previsão é de que R$ 120 milhões entrem nos cofres públicos em um ano.</p>
<p>Outros R$ 100 milhões foram obtidos com a renegociação de contratos com as empresas de ônibus. E outros R$ 40 milhões com a renegociação com as empresas que administram os terminais de ônibus. "Estamos tendo uma receita positiva de R$ 260 milhões", disse Kassab. Segundo o prefeito, essas medidas foram concluídas há cerca de um mês. Por isso, o benefício do bilhete único só foi anunciado agora, explicou Kassab, negando o tom populista. "Nossa prioridade é sempre melhorar a vida das pessoas."</p>
<p>Além dos R$ 80 milhões com o bilhete único, esse superávit custeia outro benefício, o Bilhete Amigão. Ao custo anual de R$ 24 milhões, ele permite ao usuário fazer quatro viagens num período de oito horas aos domingos e feriados.</p>
<p>O anúncio foi feito durante vistoria a obras no Terminal Varginha, na Capela do Socorro, um dos bairros mais pobres da zona sul da cidade e onde a candidata do PT, Marta Suplicy, lidera nas urnas.</p>
<p>O evento, explicou o próprio Kassab, era um ato do prefeito, não do candidato. Ele usou essa justificativa para se negar a responder se o aumento do benefício teria como objetivo melhorar seu desempenho nas pesquisas. "São questões diferentes", disse. "Peço, quando estivermos falando de prefeitura, não falar de campanha."</p>
<p>Pouco antes, entretanto, Kassab lançou farpas contra Marta. Ao comentar a situação financeira da prefeitura herdada da petista, ele voltou a ressaltar o total de R$ 4 bilhões que a prefeitura tem em caixa. "A ex-prefeita já avisou que vai quebrar a prefeitura. Ela acha que tem de gastar tudo (R$ 4 bilhões), esquece que tem de pagar contas, tem a rotina da prefeitura." Marta costuma dizer que a prefeitura tem guardado dinheiro público no banco em vez de investir em melhorias para os mais pobres.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marta e Alckmin evitam criticar atitude do rival]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=681</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 21:25:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
<guid>http://campanha2008.pt-br.wordpress.com/2008/07/18/marta-e-alckmin-evitam-criticar-atitude-do-rival/</guid>
<description><![CDATA[18 de julho - Estadão
Petista e tucano miram periferia, maior beneficiada pela vigência ampliada d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>18 de julho - Estadão</strong></p>
<p>Petista e tucano miram periferia, maior beneficiada pela vigência ampliada do bilhete único</p>
<div id="corpoNoticia">
<div class="ImagemMateria"></div>
<p>De olho no voto do eleitorado menos abastado, os dois principais candidatos à Prefeitura de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) e Marta Suplicy (PT), tiveram a mesma reação diante da medida do adversário, prefeito Gilberto Kassab (DEM), de ampliar o tempo de gratuidade do bilhete único. Ambos evitaram criticar a medida anunciada período eleitoral.</p>
<p>"Acho que o prefeito tem o direito de tomar as medidas que considera importantes. Aquilo que beneficiar a população tem todo o meu apoio", disse Alckmin. Marta também apoiou a mudança, apesar de considerar o anúncio eleitoreiro. "Não faz mal que seja eleitoreiro, porque quem tinha que pagar dois bilhetes agora vai pagar um só", afirmou a petista, que teve o bilhete único como bandeira de sua campanha à reeleição em 2004.</p>
<p>Alckmin pisou em ovos quando perguntado se a medida teria vinculação com as urnas e a queda do prefeito nas pesquisas. "A minha conversa é direto com a população. Não vamos nos preocupar com críticas", desconversou.</p>
<p>A população das regiões mais afastadas da cidade será a maior beneficiada pela mudança. É nesse segmento do eleitorado que Marta tem maior força e que Alckmin busca votos para reduzir a distância da petista no primeiro turno.</p>
<p>Com ironia, Marta acrescentou que "apreciaria" se Kassab voltasse atrás em mudanças feitas por ele, como o limite de quatro viagens por tarifa ou a proibição de recarga na catraca. "Ele foi perverso com o povo." Logo depois, em entrevista, ela completou: "Não precisava ter chegado tão perto da eleição e do mau desempenho para incrementar o bilhete único". Há menos de uma semana, Marta havia anunciado a intenção de estender em meia hora o tempo de uso do bilhete.</p>
<p><strong>FRASE</p>
<p>Marta Suplicy</strong><br />
Candidata do PT</p>
<p>"Não faz mal que seja eleitoreiro, porque quem tinha que pagar dois bilhetes agora vai pagar um só"</p></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bilhete único passa a durar 3h]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=663</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 17:26:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
<guid>http://campanha2008.pt-br.wordpress.com/2008/07/17/bilhete-unico-passa-a-durar-3h/</guid>
<description><![CDATA[17 de julho - Estadão
Kassab deve anunciar a medida hoje, a 80 dias das eleições
Componentes.mont]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>17 de julho - Estadão</strong></p>
<p>Kassab deve anunciar a medida hoje, a 80 dias das eleições</p>
<div class="grupoC2">Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</div>
<div id="corpoNoticia">
<div class="ImagemMateria"></div>
<p>A 80 dias das eleições municipais, a Prefeitura de São Paulo decidiu ampliar o tempo de validação do bilhete único para três horas. Hoje, o passageiro pode fazer até quatro viagens de ônibus, pagando apenas uma, num período de duas horas. A medida deve ser anunciada hoje pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM), candidato à reeleição.</p>
<p>Em março, a Prefeitura já havia ampliado o tempo de validação para oito horas nos domingos e feriados. Uma semana depois, o governo tornou mais rígidas as regras para a recarga. Com o pagamento da passagem em dinheiro, o passageiro consegue validar o cartão por até duas vezes, desde que seja cadastrado e a última recarga tenha sido de R$ 9,20 ou mais. A medida é para combater fraudes.</p>
<p>Para o superintendente da Associação Nacional de Transporte Público (ANTP), Marcos Bicalho, essa decisão pode causar até um aumento futuro da tarifa. "Parte dos usuários, que hoje paga duas passagens, vai pagar apenas uma." A diferença seria coberta com aumento do subsídio ou reajuste. Ele ressalta que Kassab terá de apresentar um estudo de impacto financeiro. Só em maio foram realizadas 73,6 milhões de integrações gratuitas no sistema público.</p>
<p>Para Bicalho, a mudança não seria uma prioridade da área. Segundo o superintendente, o ideal seria investir em corredores de ônibus, melhor distribuição de linhas e integração com a rede metropolitana. Procurados, Metrô e CPTM (que compartilham o uso do cartão) informaram desconhecer a decisão da Prefeitura.</p>
<p><strong>ELEIÇÕES</strong></p>
<p>O especialista em Direito Eleitoral Everson Tobaruela considera a atitude de Kassab essencialmente eleitoreira por provocar um desequilíbrio entre os candidatos. A decisão, segundo ele, deveria ser vista com atenção pela Justiça Eleitoral. "É vedada a conduta de utilizar qualquer prática do serviço público para se favorecer."</p>
<p>"É um ato de desespero. Por que não foi feito há seis meses?", indaga Tobaruela. Em maio d2004, o então pré-candidato à Prefeitura José Serra acusou Marta Suplicy (PT) de realizar obras de última hora com objetivos eleitorais, incluindo a adoção do bilhete único.</p></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ATAQUES]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=655</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 01:35:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
<guid>http://campanha2008.pt-br.wordpress.com/2008/07/16/ataques/</guid>
<description><![CDATA[15 de julho - Estadão
Numa caminhada no centro para abrir oficialmente campanha, a petista Marta Su]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>15 de julho - Estadão</strong></p>
<p>Numa caminhada no centro para abrir oficialmente campanha, a petista Marta Suplicy (PT) deixou de lado o discurso ameno e retomou ataques ao DEM e ao PSDB. "A gente vê que os tucanos e demos não sabem usar o dinheiro", disse, em referência ao montante que a prefeitura mantém aplicado em renda fixa, número que ultrapassou R$ 4 bilhões no início deste ano.</p>
<p>"Dinheiro de prefeitura é para gastar com o povo. Não é para gastar no banco, não é para render juros no banco." Em nota, a prefeitura afirmou que Marta "deveria ter vergonha de falar em finanças públicas". "Ela faliu a cidade e deixou apenas R$ 18 mil no banco no fim do governo, com uma dívida vencida, só em restos a pagar, de R$ 750 milhões."</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Juntos, Marta, Alckmin e Kassab buscam votos de religiosos]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=653</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 01:31:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
<guid>http://campanha2008.pt-br.wordpress.com/2008/07/15/juntos-marta-alckmin-e-kassab-buscam-votos-de-religiosos/</guid>
<description><![CDATA[14 de julho - Estadão
Presença dos candidatos em cultos evangélicos e missas católicas tem sido ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>14 de julho - Estadão</strong></p>
<p>Presença dos candidatos em cultos evangélicos e missas católicas tem sido cada vez mais freqüente na campanha</p>
<div class="grupoC2">Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</div>
<div class="ImagemMateria"><img src="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080714/img/11.20.imagem_agenda.jpg" alt="" /></div>
<p>A busca do voto de eleitores religiosos tem sido uma constante preocupação dos candidatos à Prefeitura de São Paulo. Embora neguem objetivos eleitoreiros, a presença deles em cultos evangélicos e missas católicas tem sido cada vez mais freqüente. Ontem, a agenda de Geraldo Alckmin (PSDB) incluía três eventos religiosos. O prefeito e candidato à reeleição, Gilberto Kassab (DEM), tem participado diariamente de cerimônias evangélicas.</p>
<p>Essa preocupação com o voto religioso acabou provocando ontem um inesperado encontro entre os três candidatos mais bem situados nas pesquisas eleitorais - Marta Suplicy (PT), Alckmin e Kassab. O encontro, o primeiro desde a largada oficial da campanha, no dia 6, ocorreu durante uma missa em Ermelino Matarazzo, bairro da zona leste da cidade.</p>
<p>Foi uma celebração em homenagem aos 30 anos de ordenação do padre Ticão - importante liderança religiosa e social na zona leste. Os candidatos dividiram o altar com o padre e outros convidados e se cumprimentaram durante momento litúrgico do Abraço da Paz, que antecede a eucaristia.</p>
<p>Alckmin, o primeiro a chegar, foi acomodado numa cadeira ao lado esquerdo do altar. Marta apareceu logo em seguida e ficou do lado direito. Estava acompanhada pelo ex-marido e senador, Eduardo Suplicy (PT-SP). Kassab, que chegou atrasado, ganhou uma cadeira próxima à da ex-prefeita.</p>
<p>Durante a homilia, o religioso cobrou dos três candidatos um governo voltado para o povo mais carente da cidade. Em seguida, ofereceu o microfone a cada um deles. O tucano foi o mais aplaudido.</p>
<p>Marta e Alckmin elogiaram a vida e o trabalho do padre. Antes de passar o microfone para Kassab, padre Ticão aproveitou para convidar os três para um debate com a comunidade local, no dia 18 de agosto.</p>
<p>O prefeito Kassab aproveitou e cobrou publicamente a presença dos outros dois concorrentes nos debates. Disse que aceitava de imediato o convite para o debate em Ermelino Matarazzo e pediu à petista e ao tucano que voltassem a refletir sobre sua recusa de participar do debate que estava previsto para amanhã na sede do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
<p>"São Paulo tem quase 12 milhões de habitantes e pouco mais de 8 milhões de eleitores e eles merecem que os candidatos participem dos debates para que possam ter a oportunidade de avaliá-los sob a ótica do debate", afirmou Kassab.</p>
<p>Mais tarde, em entrevista coletiva, Marta e Alckmin alegaram problemas de excesso de compromissos para não comparecerem ao debate do jornal.</p>
<p>O candidato do PSDB, que no fim da tarde visitou o 25º Bazar Beneficente da Associação Pró-Excepcionais Komodo-No-So, em Itaquera, zona leste, disse que pretende comparecer ao debate proposto pelo padre Ticão: "Não sei o que tem na minha agenda dia 18, mas quando puder eu irei aos debates."</p>
<p>Alckmin ainda participou da inauguração do Centro de Evangelização Padre Léo Ferreira, da Canção Nova, organização ligada à Renovação Carismática. Na ocasião encontrou-se com o cardeal d. Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo.</p>
<p>Kassab também visitou o bazar da comunidade japonesa. Ao passar por uma barraca de hortaliças, pegou um pacote de chuchu e mostrou aos acompanhantes. "Está em baixa", disse, ironizando Alckmin, que durante a campanha presidencial de 2006 foi apelidado de "picolé de chuchu".</p>
<p><strong>CAMINHADA</strong></p>
<p>Após participar da missa do padre Ticão, a candidata Marta Suplicy foi fazer campanha corpo-a-corpo na feira dominical da Vila Mara, em São Miguel Paulista, também na zona leste. Caminhou por uma hora e 40 minutos entre compradores e comerciantes. Ouviu pedidos, posou para fotografias, distribuiu autógrafos e até comprou carambolas.</p>
<p>Recebeu elogios por políticas que desenvolveu na época em que foi prefeita, mas também escutou críticas. "Não voto nela porque no tempo dela tinha muita taxa. Taxa do lixo, taxa disso, taxa daquilo...", disse um dos eleitores cumprimentados pela ex-prefeita. "Vou votar nela por causa do bilhete único", prometeu uma senhora.</p>
<p>No pronunciamento que fez no início da caminhada, Marta acusou a atual administração de ter esquecido a periferia: "Em quatro anos dessa administração não houve um olhar para a periferia da cidade."</p>
<p>Ontem a assessoria de imprensa de Kassab qualificou de "infundadas" as críticas feitas por Marta à situação da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Em pronunciamento feito no sábado, ela disse que a instituição está sendo sucateada.</p>
<p><strong>FRASES</p>
<p>Gilberto Kassab</strong><br />
Candidato do DEM</p>
<p>"São Paulo tem quase 12 milhões de habitantes e pouco mais de 8 milhões de eleitores, e eles merecem que os candidatos participem<br />
dos debates para que possam ter a oportunidade de avaliá-los sob a ótica do debate"</p>
<p><strong>Geraldo Alckmin</strong><br />
Candidato do PSDB</p>
<p>"Não sei o que tem marcado na minha agenda dia 18, mas quando eu puder eu irei aos debates"</p>
<p><strong>Marta Suplicy</strong><br />
Candidata do PT</p>
<p>"O PT é o partido que governa para quem tem menos nessa cidade e o povo reconhece isso"</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marta vai incentivar pequeno negócio]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=641</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 21:14:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
<guid>http://campanha2008.pt-br.wordpress.com/2008/07/11/marta-vai-incentivar-pequeno-negocio/</guid>
<description><![CDATA[11 de julho - Estadão
A ex-ministra Marta Suplicy (PT) deu início aos preparativos para lançar um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>11 de julho - Estadão</strong></p>
<p>A ex-ministra Marta Suplicy (PT) deu início aos preparativos para lançar um plano de incentivo ao empreendedorismo. A proposta, que prevê principalmente o estímulo à abertura de pequenos negócios e à criação de cooperativas, será uma das armas para brigar pelos votos da classe média, perdidos em 2004. Ainda em fase de estudos, o plano poderá incluir isenções fiscais, além de outros mecanismos de incentivo, como medidas de desburocratização.</p>
<p>A proposta será incluída no programa de governo de Marta, sob coordenação de Jorge Wilheim, que deve ficar pronto no início de agosto. "Vamos abranger toda a cidade. Mas estamos preocupados com essas regiões em especial, pela necessidade de geração de emprego e renda que há nessas áreas", afirmou Wilheim. A zona norte, segundo aliados de Marta, é uma das áreas onde a petista tem apoio mais escasso. Já a zona leste é prioritária, por ter um grande eleitorado.</p>
<p>Segundo o coordenador da campanha de Marta, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), o plano pretende firmar na classe média pessoas que deixaram as classes C e D. "Essa nova classe média precisa de uma ajuda."</p>
<p>Ontem, Marta empenhou-se em uma agenda temática sobre habitação. Prometeu cortar pela metade o déficit habitacional da cidade, com a construção de moradias populares no centro. "Se investirmos em habitação no centro, conseguiremos suprir metade do déficit habitacional na cidade, com 400 mil moradias." A petista também defendeu a permanência da população de favelas no mesmo local, na hora de desenvolver um projeto de moradia popular.</p>
<p>Marta manteve a estratégia de não atacar adversários. Em plenária com movimentos por moradia, chegou a amenizar o tom dos participantes, que diziam que a atual administração tenta "se apropriar" de propostas do PT: "Espero que não só se apropriem como façam. Adianta o serviço." Mas, diante de uma pessoa que se queixou da restrição à circulação de caminhões, alfinetou: "É nisso que dá fazer coisa improvisada".</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Erundina rouba a cena em seminário de petista]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=635</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 16:21:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
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<description><![CDATA[9 de julho - Estadão
A deputada Luiza Erundina (PSB-SP) roubou a cena ontem no seminário promovido]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>9 de julho - Estadão</strong></p>
<p>A deputada Luiza Erundina (PSB-SP) roubou a cena ontem no seminário promovido pela ex-ministra Marta Suplicy (PT), para expor suas propostas para a área de habitação. A socialista, que já integrou os quadros do PT, desviou do tema para exaltar seu apoio à candidatura de Marta.</p>
<p>Dizendo-se emocionada, Erundina afirmou que desde o início foi favorável a uma coligação com o PT e citou o fato de ter sido preterida na escolha do vice na chapa petista. "Não é que eu precisava ou queria ser vice-prefeita. Eu queria ter um governo de esquerda", disse, arrancando aplausos da platéia.</p>
<p>Erundina era classificada por petistas como a "vice dos sonhos" de Marta e chegou ser convidada para o posto. A resistência ao seu nome veio de seu próprio partido e a vaga acabou com o deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP).</p>
<p>Marta não poupou elogios à ex-colega de partido. "Vinte anos atrás o nosso povo de São Paulo elegeu uma mulher nordestina e do PT prefeita da maior cidade do País", disse a petista. "Ela é o símbolo da luta dos mais pobres por uma vida digna."</p>
<p>Marta evitou críticas diretas aos adversários. Erundina, por outro lado, atacou o hoje governador José Serra (PSDB), que derrotou a petista em 2004. O tucano, segundo ela, impediu a criação de conselhos de representação nas subprefeituras. "Quem não é democrático tem medo da democracia", disse.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TRE cancela multa de R$ 42 mil dada a Marta]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=633</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 16:21:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
<guid>http://campanha2008.pt-br.wordpress.com/2008/07/09/tre-cancela-multa-de-r-42-mil-dada-a-marta/</guid>
<description><![CDATA[9 de julho - Estadão
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) anulou as multas aplicada]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>9 de julho - Estadão</strong></p>
<p>O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) anulou as multas aplicadas ao jornal Folha de S. Paulo, à revista Veja e à candidata do PT à Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, por entrevistas publicadas com a petista antes do período eleitoral. Em julgamento ontem, a Corte acolheu os recursos movidos pelas partes.</p>
<p>No mês passado, a Justiça Eleitoral determinou que Marta pagasse R$ 42.564 e o jornal e a revista, R$ 21.282 cada. As representações foram movidas pelo Ministério Público Eleitoral sob a argumentação de propaganda eleitoral antecipada. Marta falou sobre suas propostas para a prefeitura.</p>
<p>No último dia 27, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alterou a Resolução 22.718 que embasou a ação da Promotoria e liberou as entrevistas de pré-candidatos aos jornais, revistas, TVs e rádios para tratar das promessas de campanha. Foi suprimido o Artigo 24, segundo o qual "os pré-candidatos poderão participar de entrevistas, debates e encontros antes de 6 de julho de 2008, desde que não exponham propostas de campanha". Rádios e TVs, no entanto, devem garantir que os pré-candidatos terão tratamento igualitário.</p>
<p>Diante disso, o TRE-SP apenas confirmou a decisão já tomada pelo TSE.</p>
<p>A ofensiva do Ministério Público contra entrevistas de candidatos havia desencadeado uma onda de protestos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e da Associação Nacional de Jornais (ANJ), entre outras entidades, que a compararam ao comportamento da censura do regime militar.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Direto da fonte - Caderno 2]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=582</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 23:32:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
<guid>http://campanha2008.pt-br.wordpress.com/2008/07/08/direto-da-fonte-caderno-2-5/</guid>
<description><![CDATA[8 de julho - Estadão
Óculos escuros
Marta Suplicy e Geraldo Alckmin se encontraram no sábado à n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>8 de julho - Estadão</strong><br />
Óculos escuros</p>
<p>Marta Suplicy e Geraldo Alckmin se encontraram no sábado à noite, na estréia da peça A Reserva, no Teatro Cosipa Cultura, em São Paulo. Ambos estavam sentados na quarta fila, separados apenas por sete lugares. Educados, simplesmente não... se viram.</p>
<p>Como era de se esperar, cientes dos dados da pesquisa do fim de semana, Marta era só sorrisos, mesmo sem Luis Favre a seu lado. Alckmin, por sua vez, acompanhado de Gabriel Chalita, não se deu por vencido e fez questão de cumprimentar a todos sem exceção.</p>
<p>De grau em grau</p>
<p>Em jantar sexta-feira, Gilberto Kassab - que não bebe álcool - atirou na lei seca, dizendo, em voz alta, o que muitos pensam em tom baixo: "Ela peca pelo exagero".</p>
<p>O prefeito acha que se transplantou pura e simplesmente o modelo da Califórnia, esquecendo-se de considerar a diferença entre o grau de corrupção das polícias de lá e daqui. "Isso vai se transformar mesmo é numa poderosa indústria de achaques", ponderou.</p>
<p>O MR-8, grupo radical do PMDB que cultua de Saddam Hussein a Roberto Requião, rompeu com seu líder histórico, Orestes Quércia. A turma se considera traída com a decisão de apoiar Kassab. E resolveu trabalhar pela eleição de Marta Suplicy.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em SP, candidatos vão às ruas, mas evitam confronto]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=580</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 22:02:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
<guid>http://campanha2008.pt-br.wordpress.com/2008/07/07/em-sp-candidatos-vao-as-ruas-mas-evitam-confronto/</guid>
<description><![CDATA[7 de julho - Estadão
Após semanas de troca de farpas, todos foram à zona leste fazer campanha, ma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>7 de julho - Estadão</strong></p>
<p>Após semanas de troca de farpas, todos foram à zona leste fazer campanha, mas não trocaram acusações</p>
<div class="grupoC2">Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</div>
<div class="ImagemMateria"></div>
<p style="text-align:justify;">Depois de trocarem farpas durante semanas seguidas, os três principais candidatos à Prefeitura de São Paulo deram a largada na campanha eleitoral, ontem, com a mesma agenda - uma visita à 17ª Festa das Nações, organizada anualmente pela comunidade de Ermelino Matarazzo, na zona leste - e adotando um tom bem mais ameno, evitando críticas mútuas.</p>
<p>A ex-ministra Marta Suplicy apareceu de manhã e Geraldo Alckmin (PSDB) e Gilberto Kassab (DEM) foram no início da noite. Quando o tucano encerrava a visita, de um lado, o prefeito apareceu na outra ponta da festa. A 326ª Zona Eleitoral, da região visitada, abriga 104.305 eleitores aptos a votar em outubro, de acordo com informações da Justiça Eleitoral.</p>
<p>Feliz com os novos números da pesquisa Datafolha, que lhe deram uma dianteira de sete pontos sobre Alckmin (38% a 31%), Marta chegou na hora em que começava a missa das 10 horas. Depois saiu circulando pelas barracas,cuja receita é destinada a um lar de idosos comandado por Antonio Luiz Marchioni, líder comunitário conhecido como padre Ticão. Somente as paróquias engajadas sob comando do religioso reúnem de 15 mil a 20 mil pessoas.</p>
<p>Alckmin chegou por volta das 18 horas, quando foi oficiada outra missa. Tradicionalmente apoiado pelo tucano, padre Ticão foi classificado pelo ex-governador como "um grande amigo, uma pessoa muito querida". Para Marta, padre Ticão "é uma entidade na zona leste". Ela negou que estivesse ali para buscar votos junto a um eleitorado fiel ao rival tucano.</p>
<p>Cauteloso, o padre assegurou que não tem filiação partidária e trabalha independentemente de quem esteja na administração municipal. "De quem estiver no governo, vamos reivindicar."</p>
<p>A semelhança no comportamento dos três candidatos não ficou no tom das declarações. Como de praxe, todos se submeteram ao ritual dos salgadinhos e outras comidinhas típicas de campanha eleitoral. Marta comeu bolinho de bacalhau, tomou caldo verde e aceitou coquetéis. Famoso por gostar de padarias, Alckmin aceitou pão de queijo e muitos cafezinhos. Kassab, que antes da festa participou da Fórmula Truck, esteve mais contido: aproveitou o sol para tomar um sorvete.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marta: ''Disputa é de propostas'']]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=578</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 22:01:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
<guid>http://campanha2008.pt-br.wordpress.com/2008/07/07/marta-disputa-e-de-propostas/</guid>
<description><![CDATA[7 de julho - Estadão
Ela diz ter recebido pesquisa &#8220;com humildade e alegria&#8221;
Componente]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>7 de julho - Estadão</strong></p>
<p>Ela diz ter recebido pesquisa "com humildade e alegria"</p>
<div class="grupoC2">Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</div>
<div id="corpoNoticia">
<div class="ImagemMateria"></div>
<p>Apontada pelas pesquisas como líder da disputa municipal, a ex-ministra Marta Suplicy (PT) abriu a campanha com a agenda leve e o discurso ameno. Resistindo a provocações de jornalistas para que atacasse adversários, ela limitou-se a comemorar os 38% obtidos no levantamento do Datafolha e a dizer que a campanha será propositiva.</p>
<p>"A disputa que espero é de propostas. É isso que vai nos levar à vitória", disse Marta, que teve como único evento a participação na Festa das Nações, organizada pela comunidade de Ermelino Matarazzo. Com ela, estavam deputados, vereadores, o ex-marido e senador Eduardo Suplicy (PT-SP), e o candidato a vice, deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP).</p>
<p>Ao comentar a pesquisa, ela disse ter recebido os resultados "com muita humildade, alegria e vontade de trabalhar". "Me deu muito ânimo para continuar a estudar a cidade, trazer propostas." Nem a afirmação de que o prefeito Gilberto Kassab (DEM) colocará os ataques à gestão petista no centro da estratégia a fez revidar: "Você não escolhe adversário numa campanha. Acho mais inteligente fazer propostas."</p>
<p>Marta disse ainda que continuará contando com o apoio de ministros para desenhar suas propostas. Nomes como Dilma Rousseff (Casa Civil) e Tarso Genro (Justiça) já participaram de seminários organizados pelo PT em São Paulo.</p>
<p>Apesar de a campanha só ter começado ontem, o comportamento de Marta mudou pouco em relação às últimas semanas, quando teve uma intensa agenda de rua. Ela poderia pedir votos, mas o fez poucas vezes.</p>
<p>Caminhou pelas barracas, posou para fotos com crianças, cozinhou e experimentou comidas típicas. Em uma delas, comprou uma boneca para a neta. Em outra, comprou uma rifa e prometeu, se ganhar, doar à comunidade o carro sorteado.</p></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Petista e tucano comemoram, prefeito se cala]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=556</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 16:04:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
<guid>http://campanha2008.pt-br.wordpress.com/2008/07/06/petista-e-tucano-comemoram-prefeito-se-cala/</guid>
<description><![CDATA[6 de julho - Estadão
A reação à pesquisa dos candidatos à Prefeitura pelo PT, a ex-ministra Mar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>6 de julho - Estadão</strong></p>
<p>A reação à pesquisa dos candidatos à Prefeitura pelo PT, a ex-ministra Marta Suplicy , e pelo PSDB, o ex-governador Geraldo Alckmin, foi praticamente igual. Ambos usaram a palavra humildade para explicar o sentimento que lhes causou a divulgação do estudo.</p>
<p>Marta, que ficou em primeiro lugar com 38% das intenções de voto, declarou, por meio de sua assessoria de imprensa, que recebeu "com humildade e muita vontade de trabalhar pela cidade estes resultados tão positivos".</p>
<p>Alckmin, que ficou na segunda colocação com 31%, repassou, também por meio de sua assessoria, um texto semelhante. Disse que recebia "com humildade e alegria" os resultados. "É uma enorme prova de confiança da população de São Paulo, ainda mais porque nos dá a vitória no segundo turno", comentou. De acordo com o Datafolha, Alckmin derrotaria a petista por 50% a 45% em um hipotético segundo turno.</p>
<p>O prefeito Gilberto Kassab, candidato à reeleição pelo DEM, não quis comentar os resultados que o colocaram na terceira colocação, com 13%. Afirmou, por meio da assessoria, que preferia estudar melhor os números s e só se pronunciaria hoje.</p>
<p>O atual cenário difere um pouco da pesquisa do Datafolha de 15 de maio. Nela, Marta aparecia com 30%, um ponto porcentual à frente de Alckmin, com 29% em uma situação de empate técnico. Kassab seguia na terceira colocação, com 15%.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marta amplia vantagem e vai a 38%]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=554</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 16:03:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
<guid>http://campanha2008.pt-br.wordpress.com/2008/07/06/marta-amplia-vantagem-e-vai-a-38/</guid>
<description><![CDATA[6 de julho - Estadão
Datafolha reafirma, no início da campanha, polarização entre ex-prefeita e ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>6 de julho - Estadão</strong></p>
<p>Datafolha reafirma, no início da campanha, polarização entre ex-prefeita e o rival direto, Geraldo Alckmin</p>
<div class="grupoC2">Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</div>
<div id="corpoNoticia">
<div class="ImagemMateria"></div>
<p>Na largada de uma campanha eleitoral que vai durar 92 dias, a ex-ministra Marta Suplicy (PT) começa liderando a disputa com 38% de intenções de votos, sete pontos à frente de Geraldo Alckmin (PSDB), que tem 31%, segundo pesquisa do Instituto Datafolha divulgada ontem. O prefeito Gilberto Kassab (DEM) vem 18 pontos atrás do tucano, com 13%, e Paulo Maluf (PP) é o quarto, com 8%. O Datafolha ouviu 1.085 pessoas nos dias 3 e 4, e a margem de erro é de 3 pontos percentuais - para mais ou para menos.</p>
<p>A duas semanas do início da campanha por rádio e televisão, os números mantêm, e intensificam, a polarização entre Marta e Alckmin já verificada nas pesquisas estimuladas do mesmo instituto em março e maio. Longe deles, atrás do ex-prefeito Paulo Maluf , vem a candidata do PPS, Soninha Francine, com 1%. Outros 8% dos consultados responderam em branco, nulo ou não sabem. Mencionados na lista estimulada, ficaram no zero os candidatos Levi Fidelix (PRTB), Ciro Moura (PTC), Ivan Valente (PSOL) e Renato Reichman (PMN).</p>
<p>A comparação do novo resultado com os anteriores não é possível, visto que desta vez as alianças partidárias já estão definidas e e o fato mais expressivo, no caso, foi a adesão de três partidos de esquerda - PSB, PDT e PC do B - à candidatura petista. O avanço da ex-prefeita reflete, ao que tudo indica, a confirmação dessa aliança e a saída de cena dos eventuais candidatos daqueles partidos. Nas pesquisas anteriores, embora liderando a corrida, Marta estava tecnicamente empatada com seu rival tucano Geraldo Alckmin. Na pesquisa de 15 de maio, ela tinha 30%, Alckmin 29% e Kassab 15%. Esses números constituíam praticamente uma repetição da anterior, do final de março, quando os três principais nomes da disputa tiveram, respectivamente, 29%, 28% e 13%.</p>
<p>Na pesquisa com respostas espontâneas, as proporções praticamente não se alteram. O nome da candidata petista continua na frente com 19% de preferências, oito pontos à frente do candidato tucano, que tem 11%, e onze pontos de vantagem sobre o prefeito, que tem 8%.</p>
<p><strong>SEGUNDO TURNO</strong></p>
<p>Esse avanço de sete pontos da ex-prefeita, em 50 dias, alterou também o cenário de um eventual segundo turno. Segundo o Datafolha, caiu de 10 para 5 pontos a vantagem de Alckmin num embate direto com Marta - que agora é de 50% a 45% (os números de maio davam vitória ao tucano por 52% a 42%). Contra Kassab, Marta vence hoje por 55% a 36% e Alckmin também derrota o prefeito por 59% a 25%. Nos cálculos do Datafolha, nesse segundo turno Alckmin receberia 78% dos votos dados a Kassab, ficando 19% para Marta.</p>
<p><strong>REJEIÇÃO<br />
</strong><br />
Outro dado importante da pesquisa, o índice de rejeição dos candidatos, continua favorável a Alckmin, mas em menor escala. Disseram na pesquisa que não votam em Marta de forma nenhuma 30% dos consultados - o mesmo índice do prefeito Kassab. Alckmin tem rejeição de apenas 18% dos eleitores. Disparado, nessa tabela, continua o candidato do PP, Paulo Maluf, com 55% de eleitores afirmando que não votariam nele.</p>
<p>As tabelas comparativas continuam apontando como grande celeiro de votos da petista os eleitores que ganham até dois salários mínimos. Nessa faixa, ela alcança 44% das intenções - mais que a soma dos 27% dados a Alckmin com os 11% de Kassab. Em compensação, o tucano vence com bons índices nas faixas de dois a cinco mínimos (34%) e de cinco a dez mínimos (33%).</p>
<p>Na distribuição geográfica dos votos, o quadro não é diferente de sondagens anteriores. O tucano é forte nas zonas Centro e Norte, onde tem vantagens acima de 10 pontos sobre a petista. Esta, por sua vez, lidera com iguais vantagens nas zonas Leste, Oeste e Sul.</p>
<p>No momento em que o trânsito aparece como um dos grandes problemas da cidade, a pesquisa mostra um dado curioso: entre eleitores que usam carro, Marta e Alckmin aparecem empatados com 33% das intenções, contra 19% de Kassab.</p></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marta cola em Lula para voltar à Prefeitura]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=552</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 16:00:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
<guid>http://campanha2008.pt-br.wordpress.com/2008/07/06/marta-cola-em-lula-para-voltar-a-prefeitura/</guid>
<description><![CDATA[6 de julho - Estadão
Quatro anos depois de perder a eleição para o hoje governador José Serra (P]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>6 de julho - Estadão</strong></p>
<p>Quatro anos depois de perder a eleição para o hoje governador José Serra (PSDB), a ex-ministra Marta Suplicy (PT) se prepara para disputar mais um mandato na Prefeitura de São Paulo com um discurso colado no presidente Luiz Inácio Lula da Silva, associado à mensagem de que agora está amadurecida e mais preparada.</p>
<p>"Queremos que a cidade de São Paulo tenha um ritmo de acordo com o que vemos no governo federal", disse o coordenador da campanha, deputado Carlos Zarattini (SP). Parafraseando o próprio Lula, alguns petistas brincam que "nunca na história deste país" um presidente teve uma popularidade tão alta para emprestar a um candidato a prefeito.</p>
<p>Marta, que abrirá a campanha hoje com a participação na Festa das Nações, programa para os próximos meses o discurso de que seu trabalho na prefeitura ficou incompleto com a derrota em 2004. "E quem ficou no lugar dela não fez o que deveria ter feito", disse o presidente PT em São Paulo, José Américo Dias.</p>
<p>Para reconquistar a classe média, ela quer mostrar a capacidade de admitir erros. Já os acertos serão exaltados num contraponto à gestão de Serra e Kassab. A comparação é a chave para evitar o confronto com Geraldo Alckmin (PSDB). Petistas avaliam que ele e Kassab não conseguirão evitar o conflito por disputarem o mesmo eleitorado, abrindo espaço para Marta crescer.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ivan Valente, do PSOL, fala em ''horizonte socialista'']]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=550</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 15:58:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
<guid>http://campanha2008.pt-br.wordpress.com/2008/07/06/ivan-valente-do-psol-fala-em-horizonte-socialista/</guid>
<description><![CDATA[6 de julho - Estadão
O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) não pretende fazer concessões na cam]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>6 de julho - Estadão</strong></p>
<p>O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) não pretende fazer concessões na campanha: todas as propostas de seu pré-programa de governo apontam para um "horizonte socialista".</p>
<p>O que isso significa na prática? Pegue-se o exemplo do caos do trânsito: enquanto os concorrentes preparam propostas para acomodar melhor os automóveis nas ruas, o candidato do PSOL, deputado federal Ivan Valente, vai dizer que o mal é o automóvel. Quer substituir o conceito de transporte individual pelo conceito coletivo.</p>
<p>O socialismo também implica numa presença mais forte do Estado nos serviços públicos - e o conseqüente corte das verbas para serviços terceirizados. Em relação aos outros candidatos, Valente vai bater forte em Marta Suplicy (PT), considerada uma renegada. "Marta mudou de lado", diz o deputado.</p>
<p>Isso não significa que os candidatos do DEM e PSDB serão poupados. "Essa dupla parou São Paulo", acusa.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Candidatos podem fazer campanha de rua a partir de hoje]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=548</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 15:49:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
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<description><![CDATA[6 de julho - Estadão
Lei Eleitoral veda, porém, uso de outdoors, distribuição de brindes, showm]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>6 de julho - Estadão</strong></p>
<p>Lei Eleitoral veda, porém, uso de outdoors, distribuição de brindes, showmícios e apresentação de artistas</p>
<div id="corpoNoticia">
<div class="ImagemMateria"></div>
<p>A campanha eleitoral tem início oficial a partir de hoje. Em todo o País, candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador podem promover atividades de rua para pedir votos, além de organizar comícios e reuniões públicas, na tentativa de conquistar o maior número possível de votos até a disputa nas urnas, em 5 de outubro.<img src="http://www.estadao.com.br/ext/seloss/icone-bullet.gif" border="0" alt="link" width="8" height="16" />Em São Paulo, a maior cidade do País, disputarão os votos dos 8.197.596 eleitores a ex-ministra Marta Suplicy (PT), o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o atual prefeito Gilberto Kassab (DEM), além do deputado Paulo Maluf (PP), da vereadora Soninha Francine (PPS) e do também deputado Ivan Valente (PSOL).</p>
<p>Nas eleições de 2006, somente em São Paulo, cerca de 7 milhões de pessoas compareceram às urnas para escolher deputados estaduais e federais, governadores e presidente.</p>
<p>A partir de hoje, os candidatos podem fixar faixas, placas e cartazes em imóveis particulares, desde que sejam autorizados pelo proprietário e tenham tamanho de até 4 metros quadrados. Além disso, é permitida a distribuição de santinhos e panfletos. Entre as 8 e as 24 horas, a lei permite também atos e comícios com aparelhagem de som fixa. Já o uso de alto-falantes em veículos fica permitido das 8 às 22 horas.</p>
<p>A Lei Eleitoral veda, porém, a propaganda em outdoors e a distribuição de brindes, como camisetas e chaveiros, que possam proporcionar vantagem ao eleitor. Também são proibidos os showmícios e a apresentação remunerada ou não de artistas para angariar votos.</p>
<p>Apesar de liberada nas ruas, a propaganda eleitoral não poderá ser transmitida no rádio e na televisão. Nesse caso, os programas só começam a ser veiculados em 19 de agosto, no horário eleitoral gratuito, que termina apenas em 2 de outubro.</p>
<p>Partidos políticos tinham até ontem para apresentar à Justiça Eleitoral a documentação necessária para obter o registro de seus candidatos. O próprio candidato pode fazer pessoalmente o pedido até amanhã, desde que tenha sido escolhido em convenção.</p></div>
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<title><![CDATA[Kassab quer polarizar com petista e isolar ex-governador]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=546</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 15:47:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
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<description><![CDATA[6 de julho - Estadão
Para transformar em votos a aprovação de sua gestão na Prefeitura de São P]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>6 de julho - Estadão</strong></p>
<p>Para transformar em votos a aprovação de sua gestão na Prefeitura de São Paulo - segundo o Ibope, é de 50% - e reverter sua desvantagem em relação aos adversários, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) vai se apresentar ao eleitorado como o anti-PT da disputa sucessória.</p>
<p>A estratégia é polarizar a disputa com a ex-prefeita Marta Suplicy (PT), puxando o embate para a comparação entre os dois governos. Assim, ele espera enfraquecer o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB). A avaliação da coordenação de campanha é que o tucano perde forças, se for isolado do embate.</p>
<p>Ataques diretos a Alckmin, quando necessários, serão feitos por terceiros, preferencialmente, e de forma que não cause problemas ao governador José Serra (PSDB) - um dos apoiadores informais de Kassab. Na cruzada contra a ex-prefeita, não serão deixados de lado problemas da gestão petista , como a dívida com credores, as taxas e os problemas de trânsito.</p>
<p>O coordenador do programa de governo, Guilherme Afif Domingos, diz que a campanha vai fortalecer a imagem do prefeito como "um homem que fala pouco, mas faz". "Poucos teriam a coragem que teve Kassab de restringir o tráfego de caminhões no centro como ele fez", diz Afif.</p>
<p>Um dia antes do início da campanha oficial, Kassab se disse "tranqüilo" com a disputa. Proibido de inaugurar obras, limitou-se a "vistoriar" projetos de saúde. "É agenda eminentemente administrativa, rotineira", frisou. Sobre a presença de tucanos em sua campanha, afirmou ter no PSDB um "aliado".</p>
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<title><![CDATA[Alckmin aposta na imagem de ''experiente'']]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=544</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 15:47:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
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<description><![CDATA[6 de julho - Estadão
O candidato do PSDB à prefeitura, Geraldo Alckmin, vai apostar no discurso vo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>6 de julho - Estadão</strong></p>
<p>O candidato do PSDB à prefeitura, Geraldo Alckmin, vai apostar no discurso voltado aos problemas da população mais pobre e destacar a sua experiência como governador para conquistar o voto da periferia. Comparações, por enquanto, estão vetadas, sejam com a gestão da ex-prefeita Marta Suplicy (PT) ou de Gilberto Kassab (DEM).</p>
<p>"A história do governo do Geraldo tem uma dimensão tão importante que não vamos por esse caminho", diz o coordenador-geral da campanha tucana, deputado Edson Aparecido.</p>
<p>Ao manter as comparações fora da campanha, Alckmin evita o constrangimento de apontar deficiências da gestão Kassab.</p>
<p>É o eleitorado de Marta na periferia que Alckmin vai perseguir. Para isso, se apresentará nessa eleição como "gente do povo", "o prefeito que gosta de dialogar e ouvir a população". "Quero ouvir os problemas das pessoas", repete Alckmin. Outro trunfo será a sua experiência acumulada no governo estadual.</p>
<p>Ontem, o candidato demonstrou, mais uma vez, que não pretende entrar em polêmicas com tucanos dissidentes. Três membros do PSDB, os secretários municipais Clóvis Carvalho, Manuelito Pereira Magalhães e o presidente do centro de pesquisas da administração municipal, Felipe Sotello, anunciaram que se integrariam à campanha de Kassab. " Para mim, é indiferente", disse.</p>
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<title><![CDATA[Maluf vai se apresentar ao eleitor como oposição]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=542</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 15:46:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
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<description><![CDATA[6 de julho - Estadão
Ancorado no quarto posto nas pesquisas de intenção de voto, o candidato Paul]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>6 de julho - Estadão</strong></p>
<p>Ancorado no quarto posto nas pesquisas de intenção de voto, o candidato Paulo Maluf (PP) pretende apresentar-se como o autêntico oposicionista. Vai dizer que Gilberto Kassab (DEM), Geraldo Alckmin (PSDB) e Marta Suplicy (PT) já fazem parte do poder. "Ele pode mostrar que seus adversários estão ou estiveram recentemente no poder e não resolveram os problemas da cidade", diz Marcelo Teixeira, marqueteiro do ex-prefeito.</p>
<p>Atacar candidatos, porém, não será a principal marca de campanha. "Ela será propositiva", define Teixeira.</p>
<p>Maluf jogará pesado com propostas de intervenções urbanísticas. Segundo projeto inicial a que o Estado teve acesso, uma das jóias da campanha serão as maquetes das novas supervias expressas que promete construir junto aos Rios Tietê e Pinheiros. Pela proposta, as calhas seriam afundadas e as margens, estreitadas, abrindo espaço para novas pistas.</p>
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<title><![CDATA[Alckmin e Kassab disputam obra]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=512</link>
<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 23:59:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
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<description><![CDATA[3 de julho - Estadão
Candidatos do PSDB e do DEM afirmam que autoria de projeto da área de saúde ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>3 de julho - Estadão</strong></p>
<p>Candidatos do PSDB e do DEM afirmam que autoria de projeto da área de saúde é de cada um deles</p>
<div class="grupoC2">Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</div>
<div id="corpoNoticia">
<div class="ImagemMateria"></div>
<p>Os principais candidatos à Prefeitura de São Paulo embarcaram ontem em discussões sobre a paternidade de obras e projetos que tendem a aparecer nos discursos de campanha. Agora em lados opostos, o prefeito e candidato à reeleição Gilberto Kassab (DEM) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) entraram em conflito pela autoria do projeto de Assistência Médica Ambulatorial (AMA). Já a petista Marta Suplicy ficou no meio da troca de farpas sobre a autoria do Centro Cultural da Juventude, no bairro de Vila Brasilândia.</p>
<p>Na disputa entre Kassab e Alckmin, o prefeito defendeu que o projeto é da sua gestão. O tucano logo rechaçou a proposição. "Só para reavivar um pouco a memória dele (Kassab), eu queria dizer que as AMAs foram criadas quando era prefeito José Serra e eu governador de São Paulo", rebateu Alckmin. Ele apontou ainda o valor investido: R$ 36,5 milhões para a construção de 23 unidades em 2005, quando Kassab era vice.</p>
<p>Quando soube da reação do adversário, Kassab recuou: "Não me recordo, para ser sincero. Se ele fez, eu queria cumprimentá-lo."</p>
<p>As AMAs atendem a casos de baixa complexidade e, com elas, espera-se reduzir as filas em prontos-socorros. Até o momento, Kassab inaugurou 107 unidades e tem o equipamento como bandeira de sua gestão.</p>
<p>No caso de Marta, o conflito foi protagonizado por seus auxiliares e a assessoria do Centro Cultural da Juventude, enquanto ela visitava o local. A assessoria dizia aos jornalistas que a obra foi iniciada em 2005 por Serra e inaugurada em 2006 por Kassab (DEM). Também presente, a ex-subprefeita da Freguesia do Ó na gestão de Marta, Márcia Barral, rebatia alegando que a petista construiu a estrutura do prédio: "Eles fizeram apenas o acabamento". Ao perceber que os jornalistas buscavam esclareecimentos, Marta afirmou: "Eu não quero saber quem fez ou deixou de fazer. Quero ver o que está sendo feito."</p>
<p>Marta chegou a elogiar a administração do centro, mas disse que "daria para pôr muito mais recursos, ter muito mais atividades". Questionada sobre a autoria da obra, ela evitou polemizar. "Nós fizemos o projeto e acho que ele terminou", disse, encerrando a entrevista.</p>
<p>Mais tarde, o vereador Gilberto Natalini (PSDB), ex-secretário de Serra, entrou na discussão e disse que o tucano idealizou o centro e o construiu sobre o esqueleto de uma obra abandonada de Jânio Quadros. "Não existe uma vírgula de Marta Suplicy nesse projeto." O site da prefeitura diz que o centro foi inaugurado por Serra em 27 de março de 2006.</p></div>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Alckmin debate plano para saúde]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=502</link>
<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 16:48:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
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<description><![CDATA[1 de julho - Estadão
O ex-governador e candidato tucano à Prefeitura de São Paulo, Geraldo Alckmi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1 de julho - Estadão</strong></p>
<p>O ex-governador e candidato tucano à Prefeitura de São Paulo, Geraldo Alckmin, debateu ontem com médicos e colegas de partido alternativas para a saúde na cidade. Foi o primeiro de diversos encontros para a construção do seu programa de governo.</p>
<p>Sobre os adversários, Alckmin preferiu trocar o bate-boca pré-campanha por comentários mais comedidos. "Não cabe a mim ficar julgando concorrentes", destacou. "Não tem eleição fácil, mas não estou preocupado com o que o concorrente vai fazer."</p>
<p>Ao ser indagado sobre uma possível polarização de campanha entre Marta Suplicy (PT) e Gilberto Kassab (DEM), Alckmin respondeu: "Eu pretendo polarizar com o povo. Vou dialogar com a população e fazer uma grande aliança."</p>
<p>Apesar do tom mais ameno, ele fez uma crítica às unidades de Assistência Médica Ambulatorial (AMA), bandeira da gestão Kassab para a saúde: "Elas servem para desafogar o pronto-socorro. É preciso mais leitos na periferia, onde não há concentração."</p>
<p>Procurado para comentar a declaração do tucano, Kassab rebateu: "Ele se esqueceu que em oito anos a prefeitura fez dois hospitais. Ele só esqueceu de dizer o que estamos fazendo."</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em programa, Marta aposta em comparação]]></title>
<link>http://campanha2008.wordpress.com/?p=499</link>
<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 16:33:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
<guid>http://campanha2008.pt-br.wordpress.com/2008/07/01/em-programa-marta-aposta-em-comparacao/</guid>
<description><![CDATA[1 de julho - Estadão
Petista contrapõe sua gestão à de Serra e Kassab

A candidata do PT à Pref]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1 de julho - Estadão</strong></p>
<p>Petista contrapõe sua gestão à de Serra e Kassab</p>
<div id="corpoNoticia">
<p>A candidata do PT à Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, se antecipou em relação aos adversários e divulgou a versão preliminar do seu programa de governo. O documento de 95 páginas, apresentado no fim de semana, na convenção do PT, deixa clara a intenção de Marta de comparar a sua gestão à do hoje governador José Serra (PSDB) e do atual prefeito Gilberto Kassab (DEM). No campo das propostas, o documento mostra que a petista já avançou em idéias para áreas como transporte e educação.</p>
<p>Para cada segmento abordado, o texto faz uma avaliação crítica da gestão Serra-Kassab, seguida de um resumo do que Marta fez quando esteve na prefeitura. "O balanço da gestão de Marta não deixa dúvidas quanto à necessidade de retomarmos os rumos de nossa complexa metrópole, cujas soluções superam em muito as expectativas de síndicos de jardins, no que se apequenaram os autopropalados eficientes gestores demo-tucanos", diz o texto.</p>
<p>Na área educação, o programa tem como foco os Centros Educacionais Unificados (CEUs), que Marta criou. O texto fala em montar a "Rede CEU" - além de construir novos centros, o plano é integrar o ensino municipal de regiões centrais da cidade a atividades culturais e esportivas em museus, bibliotecas e clubes públicos. Marta quer ainda incluir nos CEUs a capacitação profissional de jovens.</p>
<p>O programa propõe, ainda, a criação do programa ProCriança, que daria acesso a creches particulares para menores carentes. A idéia é utilizar o mesmo modelo adotado pelo governo federal no ProUni, que oferece bolsas de estudos em universidades particulares.</p>
<p>No setor dos transportes, o programa fala em chegar a 300 quilômetros de corredores de ônibus até 2014 e liberar investimentos para o metrô. O texto prevê ainda a reestruturação da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e da São Paulo Transportes (SPTrans).</p>
<p><strong>PREPARATIVOS</strong></p>
<p>O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) e Kassab estão na fase de preparativos. O coordenador do programa tucano, Dalmo Nogueira, começou a montar grupos de trabalho e a extrair idéias de seminários temáticos. "A campanha só começa oficialmente na semana que vem", afirma. Segundo ele, a elaboração do programa deverá envolver entre 1.000 e 1.500 pessoas.</p>
<p>O secretário de Trabalho do Estado, Guilherme Afif Domingos, que cuidará do programa de Kassab, diz que o prefeito está em situação diferenciada. "Somos governo. Não podemos chutar", disse ele, destacando que planos de curto prazo estão em andamento. "Mas temos um slogan: os problemas de curto prazo de hoje são problemas de longo prazo de ontem, que nossos adversários não equacionaram."</p></div>
]]></content:encoded>
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